47• Semana Espírita de Feira de Santana | Adeílson Salles – (SP)

FEBtv Brasil 17/09/2025 (há 7 meses) 1:04:08 250 visualizações

Tema: Ouvindo deus na tempestade, Dia: 16/09/2025– 20h Tema central: Céu Inferno e a Justiça Divina, Local: Feira de Santana-Ba, Assista com a gente também aqui no youtube da Tv Espírita da Bahia: TEBtvBA, Transmissão ao vivo: Canal YouTube CR3/Feira, Retransmissão: Canais Parceiros Apoio: IDEAK- RJ, Realização: CR3 Feira de Santana | FEEB - Federação Espírita do Estado da Bahia.

Transcrição

ou a escuridão que não largamos. E no silêncio desse reflexo, uma revelação. Não existem portões trancados, apenas degraus da mesma escada infinita, porque o verdadeiro céu e o verdadeiro inferno começam aqui dentro do que escolhemos ser a cada dia. E você já sabe qual está construindo? Lembre-se, Deus nunca abandona seus filhos e sempre abre novas portas para novos recomeços, para gravitarmos em torno dele pelos caminhos da evolução. Sua alma está pronta e a hora é agora. Sejam bem-vindos à 47ª Semana Espírita de Feira de Santana. Oi, gente. Vim contar uma curiosidade para vocês. Vocês já pararam para pensar como é organizada a semana espírita? Hum. Então vem que eu vou te contar. Depois que começamos o evento, precisamos muito da ajuda de vocês. A nossa semana conta com o espaço da livraria e da cantina. E todo o dinheiro que arrecadamos aqui é revestido para poder pagar as nossas despesas. Toda vez que vocês escolhem comprar um livro com a gente ou fazer um lanchinho, tomar um café aqui, vocês também estão contribuindo pra semana. Então agora que vocês já sabem, não esquece de nos visitar, viu? Agora queremos fazer alguns agradecimentos aos nossos apoiadores masters. A Prefeitura Municipal de Feira de Santana, Produtos Cuco, Flocão Baiano, Pereirê Motociclo, Instituto Social Vipal, Bulos Outdoor, Marcante Estúdio de Podcast e também aos demais apoiadores e ao Movimento Espírita de Feira de Santana. até a sexta-feira, dia 19 de setembro, acontecerá paralelamente que a biblioteca espírita Joana de Angeles votou a funcionar de segunda a sexta, de 2 da tarde às 5 horas, na rua Conselheiro Franco, é difícil mandacaru, segundo piso. Amanhã às 8 horas da noite teremos a continuação da semana jovem com a presença de Adilson Sales e no próximo sábado, dia 20, das 2 da tarde às 5, com a presença de Éden Lemos. A Federação Espírita do Estado da Bahia promove o 21º Congresso Espírita da Bahia com o tema nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei que acontecerá entre os dias 30 de outubro a

A Federação Espírita do Estado da Bahia promove o 21º Congresso Espírita da Bahia com o tema nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei que acontecerá entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro no Fiesta Convention Center em Salvador. As inscrições poderão ser realizadas no site www.feb.org.br. br. E agora vamos saltar outro vídeo. Что? Gente, estamos com os problemas técnicos, mas depois a gente passa o vídeo de novo, porque com certeza tem áudio. Continuando, não percam no dia 20 de setembro às 6:30 o nosso Cine debate que vai estar acontecendo aqui na Semana Espírita, que vai abordar sobre a novela A Viagem e teremos como convidada a Naddia Matos. Vale muito a pena. Estejam aqui. Visitem também a nossa livraria, a nossa cantina, que tá aberta a todo momento durante o evento. Eh, informamos que aqui neste prédio possuímos estacionamento próprio e a entrada gratuita. Então, podem colocar seus carros no estacionamento, que é mais seguro, do que deixar na rua, e assistir tranquilamente à semana espírita. Também informamos que aqui tem atendimento fraterno. Então, caso alguém esteja passando mal fisicamente ou espiritualmente, pode se dirigir ao andar superior, que temos atendimentos fraternos durante todo o evento. No dia 18 de setembro, quinta-feira, às 7 horas, estaremos comemorando os 192 anos da nossa cidade, Feira de Santana, com uma grande noite de arte, com artistas espíritas feirenses. Será um momento bastante especial. Informamos também que os ingressos para o seminário que acontecerá no dia 21 já estão à vendas. O seminário vai acontecer pela manhã do dia 21 e na compra do ingresso vocês vão ganhar um exemplar do livro O céu e Inferno, que é o tema da nossa semana espírita. Em breve também teremos inscrições para o evento mundial que comemorará o centenário de Divaldo Franco, que vai acontecer em Salvador nos dias primeiro e 2 de maio em 2027. Gostaríamos também de registrar com imensa alegria a presença do senor Genilson Araújo, coordenador do CR6 região de Serrinha.

nco, que vai acontecer em Salvador nos dias primeiro e 2 de maio em 2027. Gostaríamos também de registrar com imensa alegria a presença do senor Genilson Araújo, coordenador do CR6 região de Serrinha. Muito obrigada pela sua presença. >> Após a palestra com o nosso palestrante Adilson Sales, ele vai estar realizando uma sessão de autógrafo fora do auditório. E importa salientar que o livro que tem por temática hoje, que é Ouvindo Deus na tempestade, é da obra de Adeísson. Então, quem estiver com o seu exemplar, no final da palestra já pode se direcionar para conseguir esse autógrafo. E agora eu vou fazer uma breve descrição minha. Eu sou uma mulher negra, meu nome é Adriele Regos, estou utilizando o vestido longo, tenho cabelos trançados, eh, como eu falei, me chamo Adriele Regalmente da coordenação da juventude Espírita Nova Era do André Luiz, Associação Espírita Cristã André Luiz. E é com imensa alegria que agora vou começar a chamar os jovens que vão compor a mesa de hoje. Como primeira jovem da minha casinha, Maria Clara Jambeiro da Juventude Espírita Nova Era da ACECAL. Convido agora Alice Lima Araújo Moura da Juventude Avelino Bahia da CF, Sociedade de Estudos Feerenses Espíritas. Ana Clara Oliveira de Jesus, da juventude avorada nova da Casa da Esperança. João Marcelo Souza de Carvalho da Juventude Espírita Valdete de Castro do Jesus de Nazaré. Gabriel Ângelo Correio Oliveira, do Vigilante da Paz. E agora convidamos nosso coordenador do Conselho Conselho Regional da Região 3, Marcos Machado, que todos conhecem. Boa noite a todos. Muita paz. Uma alegria imensa podermos estar aqui recebendo todos vocês. Bem, ontem nós tivemos uma grande aula de filosofia e espiritualidade com o nosso querido irmão Bruno Godinho e ele nos deixou ainda aqui seus livros que temos na nossa livraria como O Humano Ser, que foi baseado na palestra de ontem, A Dor, o Evolucionismo e outras obras que ele aqui deixou para nós. Então, quem tiver interesse, basta procurar nossa equipe da livraria para adquirir os seus

er, que foi baseado na palestra de ontem, A Dor, o Evolucionismo e outras obras que ele aqui deixou para nós. Então, quem tiver interesse, basta procurar nossa equipe da livraria para adquirir os seus livros. Um convite especial é que amanhã nós estaremos comemorando os 160 anos do primeiro Centro Espírita do Brasil e foi aqui na Bahia, gente, na cidade do Salvador. e todos os dirigentes espíritas da nossa cidade, da nossa região estão convidados para estarem conosco amanhã, bem como também a todos vocês que fazem parte das diversas instituições, que é a nossa segunda casa, em que nós escolhemos estar nesse espaço de luz e espiritualidade e uma data de grande relevância, em que amanhã estaremos aqui celebrando este momento. Então, voltem amanhã, convidem os companheiros das suas instituições para que a gente possa comemorar esse grande aniversário que é de todos nós. Queremos também reforçar, como foi dito aqui pela nossa irmana Clara, o Adriele, no dia 18, aniversário de Feira de Santana, a partir das 19 horas, 7 da noite, um grande momento de arte com os nossos artistas ferenses. Quem está assistindo a novela Viajam. Quem já assistiu, levante a mão. Nós vamos ter um momento ímpar com a professora Naddia Matos, que vai estar aqui fazendo um cine debate conosco e nós vamos participar com ela a partir das 19:30. E um outro aviso especial é que o seminário do domingo do encerramento nós estaremos prestando uma grande homenagem a Divaldo Pereira Fran. um dos seus filhos vai estar aqui presente contando quem foi o seu pai, quem foi o seu pai, Divaldo Franco, além de outras homenagens que nós estaremos fazendo, então se programem para estar conosco em que a gente quer fechar a semana espírita com o tema espiritualidade e vida, lembrando de alguém que viveu justamente isso. Um bom evento a todos. E agora, para finalmente dar início à nossa palestra, convido ses para proferir a palestra Ouvindo Deus na tempestade, vindo de Santos, cidade de Santos, do estado de São Paulo. Seja muito bem-vindo,

E agora, para finalmente dar início à nossa palestra, convido ses para proferir a palestra Ouvindo Deus na tempestade, vindo de Santos, cidade de Santos, do estado de São Paulo. Seja muito bem-vindo, Boa noite a todos e todas. Podem responder os encarnados agora. Vamos lá. Boa noite a todos e todas. >> Muito bem. Que alegria poder voltar à Feira de Santana. E quando eu vi a composição aqui da mesa, eu me recordei, Marcos, claro que não tem como eu não me sentir comovido com essa mesa aqui, porque eu escrevo para jovens, né, também. E é claro que esse é um público que fala muito de perto ao meu coração. No próximo ano, no início do ano, comunicando a eles, eu estarei lançando a codificação para adolescentes, o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o evangelho, o céu e o inferno e a gênese para jovens. Eu me recordo que há alguns anos atrás eu fui fazer uma palestra em Goiânia. Era uma quinta-feira à noite e quando eu lá cheguei, presidente da casa me apresentou quem iria compor a mesa. A dirigente da mesa era uma jovem. Perguntei para ela: "Quantos anos você tem?" Ela disse: "17". Quem ia fazer a prece inicial, outro jovem. Quantos anos você tem? >> Comprar produtos de tecnologia mais barato com seu CNPJ >> é no fujioistribuidor.com.br. BR quem é empresário de qualquer ramp contra os produtos das maiores marcas do mundo em qualquer quantidade. Você que >> a gente observa aqui em Feira de Santana, em alguns lugares, evidentemente, um movimento muito grande de inserção e de trazer o jovem para ser protagonista na ação do movimento espírita e isso é fantástico. Então eu parabenizo Marcos, né, em teu nome, a todos aqui, movimento espírita de Feira de Santana e esses jovens que estão aqui comigo, que eu já pedi a prece deles para que a gente continue no nosso trabalho tratando do tema ouvindo Deus na tempestade. Era uma madrugada de setembro do ano passado, quando eu despertei para ir ao banheiro 4 horas da manhã. E assim que eu retorno para o quarto, o celular se ilumina.

do tema ouvindo Deus na tempestade. Era uma madrugada de setembro do ano passado, quando eu despertei para ir ao banheiro 4 horas da manhã. E assim que eu retorno para o quarto, o celular se ilumina. Meu celular fica ligado porque alguns pacientes adolescentes com risco de suicídio, de ideiação suicida, podem precisar de mim e querem entrar em contato e eles têm acesso ao meu WhatsApp para entrar em contato em qualquer instante. E quando eu fui verificar de quem era a mensagem, já que a tela do celular havia se iluminado, não era de nenhum jovem, era de uma mulher, uma mulher residente em Recife, que eu não a conhecia pessoalmente. Eu a conhecia apenas porque ela me enviava mensagens e WhatsApps durante a pandemia para agendar lives comigo. Nosso contato era só esse. Quando eu abri e li a mensagem, a primeira frase dizia assim: "Eu preciso de você. Fui diagnosticada com câncer. Então, alguém que te manda mensagem às 4 horas da manhã não deve ter dormido à noite. Passou a noite em claro, angustiada, sofrendo, enfrentando uma verdadeira tempestade e precisava se agarrar a alguém que lhe trouxesse um fio de esperança, que fosse uma frase, uma palavra que pudesse acalentá-la, como muitas vezes eu e você, no meio das nossas lutas humanas nas tempestades, seja num diagnóstico, seja na partida de um ente querido, seja Seja em qualquer circunstância, nós somos chamados a enfrentar essas borrascas cíclicas que fazem parte da vida aqui no planeta Terra. Então eu percebi que ela estava enfrentando uma tempestade e que Deus queria falar com ela através de mim, não porque eu seja um representante escolhido, é porque Deus fala com as suas criaturas através de outras criaturas. Então eu procurei acolhê-la, procurei conversar com ela a dando-lhe umas algumas palavras de esperança, fortalecendo-a para que ela enfrentasse o tratamento, a quimioterapia, que por certo viria na seg em sequência do tratamento. O tempo foi passando, eu fui trocando mensagens com ela e fui pensando também nas minhas

para que ela enfrentasse o tratamento, a quimioterapia, que por certo viria na seg em sequência do tratamento. O tempo foi passando, eu fui trocando mensagens com ela e fui pensando também nas minhas tempestades. Fui pensando na tempestade de todas as pessoas que eu conheço. E hoje aqui eu tô pensando também na sua tempestade. Foi assim que nasceu esse livro, Ouvindo Deus na tempestade, porque eu aprendi que Deus fala conosco antes, durante e depois da tempestade. E certamente se você está aqui essa noite e veio participar desse evento tão tradicional do movimento espírita brasileiro e a semana espírita de Feira de Santana, é porque Deus tem alguma coisa para falar no seu coração. É porque algo pode estar chegando da dimensão espiritual para tua alma. E é e é necessário que nós estejamos aqui presentes, ligados, vinculados, atentos, em sintonia, para que através do canal intuitivo ou de qualquer outra manifestação, a gente possa se dar conta que nenhum filho de Deus se encontra a revelia da misericórdia e do amor do Pai, mesmo nas circunstâncias mais dolorosas, como nós estamos comemorando 160 anos do da publicação do livro O Céu e o Inferno. Eu separei um uma passagem no capítulo que fala sobre os espíritos suicidas e eu já me utilizei dessa passagem e fiz adaptação até num livro que eu lancei pela Federação Espírita do Rio Grande do Sul há alguns anos atrás e conta a história de uma mãe que estava desesperada porque o filho delirava e se encontrava às vagas da morte. Então, como nós estamos aqui nesse evento tão singular e especial, eu vou me permitir ler um trechinho dessa passagem que é extremamente significativa e serve para nossa reflexão muito profunda, principalmente nos dias de hoje, onde as pessoas se encontram a deriva, perdidas, aturdidas, muitas vezes sem direção, sem saber sequer quem são. E por conta disso, tudo aquilo que a vida oferece, todos os convites da sociedade atual, do modos operandismo e do materialismo, as pessoas são engolfadas, levadas, arrebatadas para longe de si

m são. E por conta disso, tudo aquilo que a vida oferece, todos os convites da sociedade atual, do modos operandismo e do materialismo, as pessoas são engolfadas, levadas, arrebatadas para longe de si mesmas, esquecendo quem são e entrando num processo de fragmentação psicológica, num processo de fragmentação de si mesmas. e acabam muito longe de si, acreditando estar vivendo uma vida. que quando a tempestade vem, elas se desestruturam e caem, porque estão fundamentando a sua existência sobre a areia movediça da ilusão. Então, Allan Kardec narra aqui no livro do Céu e Inferno e fala dos suicidas, no capítulo que fala dos suicidas, um capítulo que tem o nome de mãe e filho, que diz assim: "Em março de 1865, o senhor C, negociante em pequena cidade dos arredores de Paris, tinha em Sua prevendo a morte, o rapaz chamou sua mãe e teve forças ainda para abraçá-la. Esta, vertendo copiosas lágrimas, disse: "Vai, meu filho, antes de mim, que não tardarei a seguir-te". Dito isso, assim que ela terminou de dizer isso, ela se retirou. se escondendo escondendo o rosto entre as mãos. As pessoas presentes a essa cena desoladora consideravam simples explosão de dor as palavras da mãe daquele jovem que estava prestes a desencarnar. Certamente o tempo se encarregaria de acalmar aquele coração. Mas morto ou doente, rapaz desencarnou, procuraram a mãe por toda a casa e foram encontrá-la enforcada no celeiro. O enterro da mãe foi realizado junto com o do filho. Eu não vou continuar a narrativa, né? Convido a todos a a lerem essa passagem, porque para ilustrar a nossa fala, só esse esse trecho da leitura é suficiente. Na sequência da leitura, passado algum tempo, na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, a mãe se manifesta na mesa mediúnica e ela se manifesta através do médium. E a primeira frase dela é a seguinte: "Onde está o meu filho? Cadê o meu filho?" Ela já demonstra nas suas manifestações o entendimento de que aquele filho, ele era o filho mais velho, então ela tinha outros.

eira frase dela é a seguinte: "Onde está o meu filho? Cadê o meu filho?" Ela já demonstra nas suas manifestações o entendimento de que aquele filho, ele era o filho mais velho, então ela tinha outros. Mas a morte, o desencarne daquele filho era suficiente para desequilibrá-la totalmente, fazendo com que ela se arrojasse ao suicídio. Então, ela manifesta-se através do médium. E a manifestação é muito triste, porque toda a fala dela, ela traz frases carregadas de um amor que se sente possuidor do outro, um amor adoecido. Assim que termina a manifestação dela, o filho se manifesta através de outro médium. E aí o filho diz assim: "Eu vim pedir orações pela minha mãe, porque ela não sabe que através desse ato trêsloucado, ela se separou de mim por muitos séculos." Então, os dois espíritos estavam no mesmo ambiente, evidentemente em faixas vibratórias determinadas, diferentes, dissociadas, mas não conseguiam se ver e não conseguiam se comunicar. Esse quadro ilustra para nós algo muito doloroso e muito sério. Eu fiz questão de trazer essa informação porque eu vou pedir licença, sabe, Marcos, para falar de uma experiência que eu tive alguns meses atrás, onde eu recebi um livro, um livro, eu tenho 101 livros publicados e esse livro foi a a o traço literário mais bonito que já passou pelas minhas mã irmãos, porque não fui eu que escrevi. O título do livro tem a ver com essa narrativa do do céu e o inferno, porque nós estamos falando de um livro, comemorando 160 anos do lançamento. Não é uma obra que venha exaltar o sofrimento. É uma obra que vem trazer esperança para o meu e para o seu coração. Porque é isso que o Espiritismo faz, é isso que nós buscamos quando nós adentramos a casa espírita, quando nós nos sentamos no grupo de estudo ou quando a gente participa de um evento tão significativo como esse. é beber do consolo, porque em alguns momentos a nossa vida vira uma verdadeira tempestade, uma tormenta e em muita circunstância nos falta nos falta forças e os nossos joelhos ameaçam dobrar.

mo esse. é beber do consolo, porque em alguns momentos a nossa vida vira uma verdadeira tempestade, uma tormenta e em muita circunstância nos falta nos falta forças e os nossos joelhos ameaçam dobrar. Então o espiritismo é como sirineu. Aquele sirineu que o soldado romano pediu para ajudar Jesus a carregar a cruz e que leva por alguns metros. É assim que funciona comigo e com você. Embora a gente não se dê conta dos desertos da cruz que a gente já vem trazendo e e que em alguns momentos as forças faltam e o joelho se dobra, principalmente no enfrentamento da partida de um ente querido, principalmente diante de um diagnóstico como da companheira lá de Recife que foi diagnosticada com câncer. Então, eu e você, no palco da vida, dentro do nosso trânsito aqui na Terra, vivemos períodos cíclicos. E aí a misericórdia divina vem e traz um livro, uma obra como essa, não tão amorosamente cuidada, tão pedagogicamente elaborada por Allan Kardec. Mas algum alguns meses atrás eu recebi um livro e eu fiquei pensando, né, na no quanto esse livro tem de força e de consolo, principalmente para falar o coração das mães. O livro chama-se Um céu para o meu filho. Um céu para o meu filho. E esse livro me foi trazido, mais por misericórdia, né, porque merecimento, na verdade eu não tenho, por Bezerra de Menezes. E ele se une com o nosso tema e com esse encontro, com essa semana espírita, quando eu conto para vocês apenas a introdução da obra em que um rapaz se suicida e a mãe se desespera e ela começa a bater nas portas das igrejas. Ela começa a bater nas portas das mais diversas religiões e ela ouve, o seu filho se suicidou. Não existe consolo pro seu filho, não existe um céu pro seu filho, não existe um acolhimento pro seu filho. Ele se matou, ele foi contra a vida. E ela então se desespera a ouvir essas informações e começa a orar. Ela começa a orar e ela produz uma energia amorosa na sua súplica de mãe tão poderosa que os postos da dimensão espiritual registram aquela energia de tanto amor que avisam Bezerra de

e começa a orar. Ela começa a orar e ela produz uma energia amorosa na sua súplica de mãe tão poderosa que os postos da dimensão espiritual registram aquela energia de tanto amor que avisam Bezerra de Menezes. Olha, tem uma mãe que tá orando desse jeito, que é algo que nós não registramos numa súplica de mãe. Ele tem a sua atenção chamada para aquilo e decide ele mesmo ir até essa mãe. E quando ele vai até ela, ele a encontra numa igreja modesta, num bairro pobre. Ela estava ajoelhada e orava e dizia: "Doutor Bezerra, não é possível que Deus não tenha um cantinho no céu pro meu filho? Dr. Bezerra, o senhor tem mãe?" Então, na hora que Bezerra ouve aquilo, ele experimenta aquela energia amorosa que transcende tudo. E nesse instante ele ouve uma voz, uma voz que diz assim: Adolfo, Adolfo. E ele se vira e era mãe dele que diz assim para ele: "Afo, você tem que visitar os lares e as mães em desespero e dizer para elas que Deus tem um céu para cada filho dele. Você tem que ser portador da mensagem de que Deus tem um céu, tem um colo para cada. Então, o livro tem passagens absolutamente emocionante da atuação de Bezerra de Menezes, de dona Fabiana Cavalcante no atendimento das mães, dos filhos, das dores. E a gente pensa no socorro do céu que chega a qualquer coração. E nós podemos falar aqui com alegria na alma de que sempre existe um consolo para sua tempestade, sempre existe um abrigo. Por mais que ela seja densa, por mais que a noite seja escura, virá uma nova madrugada, um tempo de esperança para que você possa administrar, para que você possa passar por aquele momento, se erguer e seguir em frente. Mas o que é que nos fragiliza tanto hoje? O que é que faz com que as pessoas no enfrentamento das circunstâncias adversas pensem no suicídio? E nós estamos em setembro e também devemos aproveitar a oportunidade para falar sobre a campanha do setembro amarelo. O que se percebe muito claramente é que cada vez mais o materialismo, o hedonismo estão entronizados no coração humano,

vemos aproveitar a oportunidade para falar sobre a campanha do setembro amarelo. O que se percebe muito claramente é que cada vez mais o materialismo, o hedonismo estão entronizados no coração humano, fazendo com que o reino da indiferença seja instalado na Terra. O reino da indiferença daqueles que se encontram caídos, daqueles que se encontram famintos. O reino da indiferença se instalando e confirmando a pergunta 775 de O Livro dos Espíritos. Quando Kardec indaga aos imortais quais as consequências para a sociedade dos relaxamentos dos laços familiares? E os imortais respondem: "Uma recrudescência, um aumento do egoísmo." Então, o reino da indiferença está visitando também a intimidade dos lares. E nós somos chamados hoje a refletirmos, a voltarmos para o templo do nosso coração que se encontra abandonado, porque a gente tá fazendo o culto exterior, o culto daquilo que o mundo tá vendendo como proposta de gozo, de alegria e de felicidade. Até que a gente se depare com instante de dor e fragilizados, a gente tomba diante da tempestade. caímos e ficamos aturdidos sem saber qual a direção tomar. Mas nós temos hoje um arrimo, nós temos um sirineu. E o espiritismo é esse arrimo, é esse sirineu no qual nós podemos nos apoiar. Não é deixar de sofrer nem de chorar. Não é nos tornarmos criaturas alienadas como se nós fôssemos favoritos. e como espíritas tivéssemos algum privilégio. Pelo contrário, a cota do nosso testemunho deve ser vivida com mais perseverança e equilíbrio, porque o consolador já chegou no mundo. Esse livro, o céu e o inferno, é o consolador, é Jesus falando direto ao seu coração. Os casos estão expostos, explícitos. E vem o benfeitor agora trazer um livro para esses dias atuais, dizendo: "Existe um céu pro seu filho, existe um céu para você, não o céu de beatitudes, mas o nosso trânsito aqui na Terra, ele pode ser vivido já de uma maneira em que tenhamos mais capacidade, força. para lidar com as tempestades que se abatem sobre nós. E eu eu li o o livro A

titudes, mas o nosso trânsito aqui na Terra, ele pode ser vivido já de uma maneira em que tenhamos mais capacidade, força. para lidar com as tempestades que se abatem sobre nós. E eu eu li o o livro A felicidade do filósofoca e ele diz ali que é possível ser feliz todos os dias de maneira perene aqui na terra. todos os dias de maneira perene. Eu achei estranho que alguém possa ser feliz de maneira perene, mas ele explica que é possível ser feliz de maneira perene. Se nós formos fiéis aos nossos princípios, se nós formos fiéis aos nossos princípios, se nós não nos prostituirmos nos vendendo por aquilo que o mundo tá oferecendo. Porque todas as vezes que a gente abandona os nossos princípios, tudo aquilo que a gente acredita, aquilo que sustenta o nosso os nossos pés na terra e queremos voar em busca da ilusão, é evidente que nós não temos condições de ser felizes. É muito difícil você ser singular e original. É muito difícil ser quem é, já que desde a infância, desde a infância ensina-nos o psicanalista inglês Donald Winicut, que a criança que não pode manifestar as suas emoções, ela não não é natural, ela não é autêntica. Quando ela é cerceada no sentir, ela desenvolve o falso selfie. Ela representa um personagem para poder existir e caber na relação com os pais. E manter o self verdadeiro é ser autêntico. Mas a gente, tanto eu quanto você, e isso não é uma questão de uma família especificamente, isso é uma questão de uma sociedade, de um processo civilizatório que vai avançando no campo educativo, mas hoje ainda prepondera. Nós temos dificuldade de nos expressar como somos. Somos inautênticos porque a autenticidade cobra um preço. Autenticidade pede que a gente se posicione e principalmente que a gente aprenda a dizer não. Quando a maioria tá dizendo sim e aquilo te contraria, eu vou dizer sim para estar com a maioria. Eu vi um estudo recente muito interessante, realizado por estudiosos do comportamento humano, em que 10 homens se encontravam numa sala e chegaria o 11º e em cima da mesa tinha

ra estar com a maioria. Eu vi um estudo recente muito interessante, realizado por estudiosos do comportamento humano, em que 10 homens se encontravam numa sala e chegaria o 11º e em cima da mesa tinha um jarro azul. E eles combinaram previamente. Quando eles chegar, eu vou perguntar para ele qual é o vaso, a cor do vaso. E nós vamos dizer para ele que é amarela. E o rapaz chegou, entrou na sala. Qual é a cor do vaso? Ele é azul. Azul. Eles fizeram aquela cara de estranhamento. Não é azul, é amarelo. Não, é azul. Não é amarelo. E os 10 afirmando que era amarelo o vaso, perguntaram para ele qual é a cor do vaso. Ele falou: "É amarelo." Então ele precisava se adequar àquele grupo. E é assim que nós fazemos. Nós estamos vendo que é azul, mas se precisar afirmar que é amarelo, a gente afirma que é amarelo só para ser aceito. Nós não conseguimos gerir e administrar as emoções e as sensações quando aquilo nos afronta de alguma forma, principalmente se a gente vai lidar com a opinião dos outros, que pode ser uma opinião contrária à nossa. E é nessas circunstâncias que a gente tá transitando e vivendo e por isso sofrendo. Na introdução do livro, eh, ouvindo Deus na tempestade, eu coloquei como primeiro capítulo Deus, o farol. E tem uma passagem do profeta Isaías. Nesse livro eu usei versículos do Velho Testamento e do Novo Testamento. Quando passares pelas águas, estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te subemergirão. Quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque eu sou o Senhor, teu Deus, o Santo de Israel, teu Salvador. Veio o Egito por teu resgate, a Etiópia e a Seabe em teu lugar. Isaías capítulo 43 versículo 2 e 3. Quando a embarcação começa a balançar a embarcação da nossa vida e a gente fica acreditando, tem medo de que ela vire, a gente precisa de um farol. No meio da escuridão. Eu moro numa cidade portuária e pelo canal ali de Santos passam grandes embarcações. O trânsito é intenso. Vão até construir um canal agora por baixo do mar lá, né? Depois de 100 anos

io da escuridão. Eu moro numa cidade portuária e pelo canal ali de Santos passam grandes embarcações. O trânsito é intenso. Vão até construir um canal agora por baixo do mar lá, né? Depois de 100 anos ainda acho que vou conseguir passar por baixo nessa encarnação ainda. Mas para entrar no canal as embar o por mais moderno que seja os equipamentos, aqueles grandes navio com 3 4.000 contêiners no Convés e no porão, eles precisam de um profissional que se chama prático. é um homem que quando o navio está na barra, antes de entrar no cáo do porto, ele vai numa barquinha pequena, ele é levado para até o navio, ele sobe no navio e ele assume o comando do navio. Então para aquele gigante de ferro entrar no caix, ele precisa de um homem que tenha especialização. Caso contrário, ele não entra. Ele pode até encalhar, porque só o prático sabe como entrar num canal. Em algumas, em alguns lados tem 350, 400 m. Quando o navio tá no oceano, noite densa, escura, que as tempestades acontecem, ele precisa de um satélite para poder navegar com segurança. Caso contrário, ele se perde. Quando ele tá se aproximando da costa, onde tem o cajo do Porto, tem os faróis. Nós temos um farol, nós temos um prático para andar nos caminhos mais espinhosos, nas noites mais escuras de incompreensão, de enfermidade, da partida de alguém que nós amamos. Esse farol, essa carta náutica é o evangelho. São as palavras de Jesus nos pedindo. Vinde a mim, vinde a mim, todos vós que estais cansados e eu vos aliviarei. Mas para que a gente possa ir até ele, nós precisamos nos desvencilhar do peso das convenções humanas. Nós precisamos nos desvencilhar do status que a sociedade insiste em nos dizer que nós precisamos ter para experimentar a felicidade. E isso fica muito claro quando você percebe que as pessoas vão passando pela vida sem viver, vão existindo e não vivendo. Então, a tempestade quando ela se abate, ela tem uma mensagem e tem uma proposta de educação para você e para mim, para que a gente acorde a tempestade

ela vida sem viver, vão existindo e não vivendo. Então, a tempestade quando ela se abate, ela tem uma mensagem e tem uma proposta de educação para você e para mim, para que a gente acorde a tempestade escura, densa, carregada, difícil, que nos aturde, faz com que a gente volte a procurar um farol, porque normalmente a gente vai vivendo sem se dar conta de que É possível viver. A gente não tá falando aqui de um estado de alienação em que você deixe de viver a sua vida e aproveitar as coisas da sua vida, mas a gente precisa desenvolver o entendimento de como espíritos imortais tendo uma experiência passageira aqui na terra, nós precisamos dar pão para o corpo e dar pão para o espírito. dar pão para o corpo e dar pão para o espírito. Caso contrário, a gente fica a deriva, como um navio a deriva, e corremos o risco de ser arremessados às rochas e naufragar, porque não estamos nos dando conta e não estamos prestando atenção. Esse sinal, esse aviso pode vir até dentro de casa, na boca do filho, da esposa, das pessoas que convivem conosco, daquelas que a gente acredita que são as mais simples e singelas, mas que dos lábios dela delas pode sair um aviso e um apontamento de uma direção. E é nessa hora que a gente tem que estar atento. E trazendo um caso, eu fui fazer palestra numa escola lá no Guarujá. Agora, já é minha cidade natal para um grupo de professoras Marcos. Tenho ido muito em escolas, já vim até para pro interior da Bahia por causa do livro Construtores de Asas, falar em semanas pedagógicas. Eu estava falando para um grupo de professores e durante a minha fala eu passo a maior parte do tempo fazendo uma provocação sobre as questões emocionais para que as pessoas reflitam. falando do sofrimento do professor, da dificuldade que ele tem de se manter efetivo, eh, ao passar um conteúdo, sem que esse conteúdo seja passado com os conflitos que ele carrega dentro de si. O professor que é um ser humano, que se separa, que às vezes ganha pouco, que é desrespeitado. Então, nós estamos

údo, sem que esse conteúdo seja passado com os conflitos que ele carrega dentro de si. O professor que é um ser humano, que se separa, que às vezes ganha pouco, que é desrespeitado. Então, nós estamos lidando com ser humano que na sua prática profissional pode manifestar na sua prática profissional muitas dores e muitos conflitos que ele tem. e isso poderia acontecer comigo e com você. Então eu passei um tempo mexendo, provocando e uma professora pediu a palavra. Ela pediu a palavra e já começou a chorar. E a coordenadora da escola que me convidou olhou com estranhamento, porque ela me disse depois que aquela mulher nunca disse nada e ela nunca soube nada da vida dela, mas ela se sentiu provocada. Estávamos fazendo uma catarse. E ela disse assim: "Alguns anos atrás, eu estava dando aula. Eu recebi um telefonema. Corre que a sua filha tentou o suicídio. Ela tá no pronto socorro. Aí ela pediu pra pessoa, qual é o nome da de quem tentou o suicídio? porque ela não acreditava que a filha dela tinha tentado o suicídio. A interlocutor do outro lado da linha disse e ela ficou assim totalmente discrente, a minha filha, mas como é que ela ela correu pro pronto socorro. Chegando lá, ela não sabia o que fazia. Ela andava de um lado pro outro porque a menina estava sendo atendida. Estava fazendo uma lavagem estomacal porque ela tinha ingerido 30 comprimentos. E quando ela andava de um lado pro outro, aproximou-se dela um médico. médico cheio de tatuagens, fortes farado, piercing na orelha, no nariz, convidou ela para ir a uma sala. Naqueles instantes de angústia, ela lembrava que ela brigava com a filha, porque quando a filha lavava a louça, a filha colocava o detergente e o sabão de um e a esponja de um lado. Ela brigava com a filha porque o detergente e o sabão tinha que ficar do outro lado. E ela brigou muitas vezes por causa disso. Dá para acreditar? Então, na hora da angústia, ela lembrava disso. E quando ela entrou para falar com o médico, médico, aquele médico, vou repetir, segundo as palavras dela, tá

vezes por causa disso. Dá para acreditar? Então, na hora da angústia, ela lembrava disso. E quando ela entrou para falar com o médico, médico, aquele médico, vou repetir, segundo as palavras dela, tá certa? E a gente não define as pessoas por piercing, tatuagem, cor da pele, orientação sexual, etc. Eu já falei isso aqui várias vezes. O médico começou a conversar com ela e disse assim: "A senhora se acalme e procure aproveitar esse momento para refletir. Não interessa se o sabão tá do lado direito ou do lado esquerdo." Ela ficou horrorizada, mas eu não conheço esse homem. E ele foi falando para ela coisas que ela nunca ouviu. Ela é protestante. Ela é protestante. Então ele falou muita coisa e disse para ela: "A senhora, pode sair?" Ela ficou tremendamente impactada. Foi até onde a filha estava sendo atendida e foi até o balcão e disse assim: "Me dá o nome do médico que me atendeu?" E a moça perguntou: "Hoje não tem nenhum médico de plantão aqui?" Tem sim. O médico me atendeu e ela descreveu. Ele tava assim, ele tinha tatuagem. A senhora tá enganada. Não tem nenhum médico aqui com essas características. Durante meses, ela voltou no posto para procurar esse médico. Ela nunca encontrou esse médico porque esse médico não existia como ser humano encarnado. Era o Sirineu. Era o Sirineu. Era o socorro de Deus paraa hora grave que ela vivia. Porque depois que a filha saiu e escapou da tentativa de suicídio, a relação foi ressignificada, as coisas foram colocadas em outro patamar. Será que dá pra gente puxar um pouco o freio de mão da vida agora e parar para pensar naquelas pessoas que nós amamos e que a gente acaba exigindo que elas se transformem naquilo que a gente quer para poder amar? Ou nós queremos colonizar a pessoa para que ela se transforme naquilo que eu quero. Então eu não tô querendo amar, eu tô querendo fazer uma projeção para depois dizer que amo, mas eu não tô amando a pessoa, o ser humano, eu tô amando a projeção que eu faço. Essa é a nossa realidade hoje. Então, as

ô querendo amar, eu tô querendo fazer uma projeção para depois dizer que amo, mas eu não tô amando a pessoa, o ser humano, eu tô amando a projeção que eu faço. Essa é a nossa realidade hoje. Então, as dores desse mundo, embora nós tenhamos o consolo que chega do além, do alto do céu, para nos dizer: "Continue, não desanime, mas procure ressignificar as suas relações, porque o que determina a minha vida e a sua vida é o tanto de amor que a gente tem, é o tanto de amor que a gente recebe, que a gente dá. Não há outro sentido. Não há imóvel, não há automóvel. Não há nada que vá trazer a completude que as nossas almas buscam, porque nós não somos daqui, somos passageiros desse tempo. Estamos nessa e a embarcação planetária está balançando. E quando o Cristo, na narrativa de Mateus, adormecido, estava no fundo do barco e o barco balançava e ele dormia. E os apóstolos entraram em desespero e acordaram Jesus. Imagino que ele acordou até bocejando. Então ele pede pro vento se acalmar e pro mar se acalmar. E o vento se acalma e o mar se acalma. Sabe por que ele tava dormindo enquanto o barco balançava? Porque ele sabia quem balançava o barco era o pai dele. E a gente precisa ter confiança. Só que nós não passamos pela Terra sem uma cota de responsabilidade em toda e qualquer situação. Para o barco balançar mesmo, menos o barco planetário. Eu e você precisamos ser criaturas com mais fé, mais resignadas e não lançar mais desespero no interior da embarcação. Não lançar desespero nas redes sociais replicando fake news. Não escolher políticos de estimação em detrimento do teu semelhante. não agravar a situação da sociedade. Nós somos aqueles que podemos fazer a diferença. Nós hoje aqui podemos nos considerar, me permitam essa fala. Nós somos aqui abençoados pelo Espiritismo, recebendo essa consolação, essa mensagem. Os 500 da Galileia estão aqui. Os 500 de Feira de Santana. Nós todos aqui podemos fazer a diferença amanhã na vida de alguém. Percebe? Porque nós somos convocados por Deus

a consolação, essa mensagem. Os 500 da Galileia estão aqui. Os 500 de Feira de Santana. Nós todos aqui podemos fazer a diferença amanhã na vida de alguém. Percebe? Porque nós somos convocados por Deus sempre e somos nós que vamos eleger como iremos nos comportar diante da tempestade do mundo. Diante da nossa tempestade. Ela tá intensa. A tempestade tá muito intensa. Fique no abrigo. Não tome nenhuma atitude sobre o peso da angústia. Acalme-se, mantenha a paz, o abrigo, o abrigo da oração, o abrigo do trabalho, porque trabalho é remédio. Mantenha-se ocupado que a tempestade vai passar. É essa a mensagem maior e que a gente precisa estar atento. A da Sonha pediu para que eu divulgasse ouvindo Deus na tempestade, que a gente vai estar lá autografando. Ela me falou que o ano passado o livro Tenho Sede acabou, que ela teve que fazer lista de espera, né? Lembram do Tenho Sede? o evangelho como terapia para cura da ansiedade. E ela me disse que tem também o Evangelho Segundo Espiritismo para crianças e o livro dos espíritos para criança. A gente se encaminha pro encerramento desse nosso encontro. Eu estou com o meu coração muito feliz. Muito obrigado, Marcos, pela oportunidade que você me deu de ser útil. Muito obrigado por você acreditar no nosso trabalho e me presentear tantos corações queridos aqui em Feira de Santana. Eu desejo que todos possa possam voltar retornar aos vossos lares com outro brilho nos olhos, com um jeito diferente de olhar, primeiramente para si mesmo e depois para aqueles que se encontram na sua casa. Que você volte pro seu lar com as bênçãos da doutrina dos espíritos, como a tua carta náutica no meio da tempestade, como um farol, que você volte para o teu lar abençoado, porque é tão maravilhoso ter um lar, não é verdade? Não é importante se esse lar é uma mansão ou se é um ninho, ou se é uma casa no caminho, uma tapera, um bangalô, seja lá o que for. Mas o importante é que dentro dele tem a figura do amor, de mãe ou de pai, de esposa ou de marido, a presença de um filho ou pelo

u se é uma casa no caminho, uma tapera, um bangalô, seja lá o que for. Mas o importante é que dentro dele tem a figura do amor, de mãe ou de pai, de esposa ou de marido, a presença de um filho ou pelo menos a companhia de um cão, porque é muito triste viver na solidão. Mas se eu a ninguém tiver para me amar, nem um teto para me agasalhar, nem uma cama para me deitar, nem aí reclamarei, pelo contrário, eu te direi. Obrigado, Senhor, porque eu nasci. Muito obrigado, porque eu quero em Ti. Pelos senhores, pelas senhoras, pelos vossos lares, pelos vossos filhos. Muito obrigado, senhor. Muito obrigado, Divaldo Pereira. Maravilhoso. >> Agradecemos imensamente a presença e o trabalho lindíssimo que a Deus Sales fez nessa noite. Imagino que como eu, muitos que estão aqui presentes estão emocionados com essa fala tão linda. E para relembrar, ao final da palestra, a gente vai ter a sessão de autógrafo com a Deon Sales na área externa do auditório e amanhã teremos continuação da semana jovem e a Deus Sales é que vai estar coordenando a atividade. Então, paralelamente com a semana espírita, tem a semana jovem amanhã às 8 horas aqui na Secretaria Municipal de Educação. E agora vamos pedir para que soltem o vídeo do congresso, que no início deu uns problemas técnicos. A vida espiritual é certeza da imortalidade do ser, é proposta de crescimento e novas perspectivas para elevação moral e tal progresso. A espiritualidade trouxe por meio dos mensageiros do além preciosas informações sobre Deus, reencarnação e também sobre o intercâmbio interdimensional entre encarnados e desencarnados. A vida não cessa e está em constante processo de mudança e evolução. Compreender as dinâmicas da existência é saber um pouco mais sobre nós, respondendo as questões sobre o por estarmos aqui e qual o propósito das encarnações. Para abordar esses temas, a Federação Espírita do Estado da Bahia, P realizará entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro o 21º Congresso Espírita da Bahia, com seguintes convidados: Alberto

rnações. Para abordar esses temas, a Federação Espírita do Estado da Bahia, P realizará entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro o 21º Congresso Espírita da Bahia, com seguintes convidados: Alberto Almeida, Pará, Bruno Bodim, Porto Alegre, César Reis, Rio de Janeiro, Fábio Carvalho, Maranhão, Júlio Peres, São Paulo, Margarete Áa São Paulo, Maíse Braga, Brasília, Carrara, São Paulo, Rosa Martins, Rio de Janeiro, além da participação do corpo de palestrantes da FEB e demais integrantes do estado. 21º Congresso Espírita da Bahia. Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. 30 de outubro a 2 de novembro de 2025. Fiesta Convention Center, Salvador, Bahia. Inscrições www.feb.org.br. br. Venha, participe. >> Oi, gente. Vim contar uma curiosidade para vocês. Vocês já pararam para pensar como é organizada a semana espírita? Hum. Então vem que eu vou te contar. Depois que começamos o evento, precisamos muito da ajuda de vocês. A nossa semana conta com o espaço da livraria e da cantina. E todo o dinheiro que arrecadamos aqui é revestido para poder pagar as nossas despesas. Toda vez que vocês escolhem comprar um livro com a gente ou fazer um lanchinho, tomar um café aqui, vocês também estão contribuindo pra semana. Então agora que vocês já sabem, não esquece de nos visitar, viu? Entre o último suspiro e a eternidade, existe uma verdade que nenhum véu consegue esconder. Não são fogueiras, nem arpas douradas que nos esperam, mas o eco imortal de tudo que fomos. O além não é um lugar, mas um espelho. Reflete o que carregamos dentro. Nossos medos transformados em sombras. nossas escolhas virando destino, a luz que nutrimos ou a escuridão que não largamos. E no silêncio desse reflexo, uma revelação. Não existem portões trancados, apenas degraus da mesma escada infinita, porque o verdadeiro céu e o verdadeiro inferno começam aqui dentro do que escolhemos ser a cada dia. E você já sabe qual está construindo? Lembre-se, Deus nunca abandona seus filhos e sempre abre novas portas para

adeiro céu e o verdadeiro inferno começam aqui dentro do que escolhemos ser a cada dia. E você já sabe qual está construindo? Lembre-se, Deus nunca abandona seus filhos e sempre abre novas portas para novos recomeços, para gravitarmos em torno dele pelos caminhos da evolução. Sua alma está pronta e a hora é agora. Sejam bem-vindos à 47ª Semana Espírita de Feira de Santana. Eh, relembrando alguns convites que a gente fez no início da noite de hoje, amanhã 7:30 tem o nosso momento de arte e 8 horas teremos a palestra com Luiziane Bahia, que vai abordar sobre a supremacia da lei do amor. Amanhã também teremos a continuidade da nossa semaninha espírita que acontece aqui no auditório que acontece aqui na Secretaria de Educação no andar superior para as crianças de 5 a 10 anos, entrada gratuita. E agradecemos muito a presença de todos que estão aqui presente, especialmente das caravanas vindas de outras localidades e também a nossa audiência dos amigos internautas. Que todos retornem aos lares em segurança e em paz. E relembrando, nós temos uma livraria em funcionamento em uma cantina, que toda a verba, né, vai ser utilizada paraa continuidade do movimento espírita do nosso conselho. E aos admiradores de André Luiz Peixinho na livraria estaremos vendendo esse livro, A Plenidade do Mar fim, que foi um livro feito pela União Espírita de Vitória da Conquista, em homenagem a André Luiz. Muito obrigada. A gente tem uma ótima noite, >> meninas.

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