42º Congresso Espírita - Palestra com Mayze Braga
Palestra de Mayze Braga com o tema “Vivência cristã no lar e na sociedade", ministrada no 42º Congresso Espírita de Goiás. Assista à palestra completa e acompanhe este momento de reflexão apresentado no Congresso Espírita de Goiás. Inscreva-se no canal, compartilhe este conteúdo e acompanhe as demais palestras do congresso. Para mais informações sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br Instagram: https://www.instagram.com/feego_oficial/ Facebook: https://pt-br.facebook.com/feego.oficial/
E para dar continuidade à nossa programação doutrinária, agora nós teremos mais uma palestra com o tema A vivência cristã no lar e na sociedade com a nossa querida Mais Braga. Seja bem-vinda, Maise. Ela vem por trás. >> Ela vem por trás. A Mais se considera uma conservadora da doutrina espírita há 54 anos e ela pertence à comunhão espírita de Brasília. >> A vantagem de ser a mais velha de todos é que você pode ser sentada. Eu só perguntei ao pessoal: "Estou de batom?" Está, porque uma mulher sem batom é uma mulher sem destino. Meninos, é impressionante o que é destino. Eu sempre evitei falar sobre família e olha o tema que me caiu. Mas por quê? Porque eu sempre achei que família, cada um de nós tem a sua, cada um de nós tem a sua vivência, cada um de nós tem a sua luta. Embora saibamos, é claro, que o importante é que seja uma família minimamente equilibrada. E eu não falo isso porque os dias são difíceis, não. De muitos anos para cá, eu sempre disse minimamente equilibrada em que as pessoas realmente se importem umas com as outras. Mas é muito importante a gente falar assim sobre o que nós estamos fazendo por nós mesmos em dias de luta, como são os dias de agora. Olha, meu Deus, o grande, o único objetivo da alma que vem à terra é fazer o bem. Frase de Emanuel através de Chico Xavier. E nós estamos talvez desencorajados, nós estamos tímidos, nós estamos assoberbados, nós estamos sufocados porque a mídia, porque tudo nos traz a ideia de que o mal está campeando em toda parte. E você ali timidamente servindo um café em casa ou fazendo o trabalho do seu escritório. E lembro sempre de Chico, quando faltava um colega, ele fazia o trabalho dele e do colega. E passavam-se dias e o colega não voltava e o Chico continuava fazendo o trabalho daquele que estava ausente. E eu sempre me refiro a Chico Xavier porque ele foi o exemplo do médium e não haverá outro. Podem ter certeza. Felizmente ninguém ainda se arvorou a ser substituto, porque tem aparecido uns substitutos. Ah, ele é fulano é substituto de
r porque ele foi o exemplo do médium e não haverá outro. Podem ter certeza. Felizmente ninguém ainda se arvorou a ser substituto, porque tem aparecido uns substitutos. Ah, ele é fulano é substituto de belrano. Aquilo me arrepia porque cada um de nós tem uma tarefa pessoal intransferível. E se você não mostra serviço, a espiritualidade vai procurar quem mostre. Esse essa proteção espiritual que nós imaginamos ser permanente nem sempre é, porque existem coisas que nós vemos a Terra para solucionar, porque só se soluciona na Terra, no mundo espiritual não. E é por isso que a coisa tá complicada, porque os espíritos dizem que nós, nesta atual encarnação, estamos reencontrando almas que não reencontrávamos há 800.000 anos. Já imaginou você no mundo espiritual dizendo: "Ah, não, fulano, agora eu quero te encontrar. Agora, depois de 500, 600 anos, nós vamos nos esbarrar na terra. esbarrar é a palavra, porque você não vê a pessoa 500 anos, ela não pode ser a mesma. Inconscientemente você vai sentir que ali é alguma dificuldade. E quem de nós já não encontrou o seu passado? Tem pessoas que nós encontramos na família, na sociedade que frequentamos com a maior tranquilidade. Nossa, beijinho, abraço. Tem gente que quando você é apresentado, parece que tem um abismo que se abriu sobre seus pés. E antes que eu me esqueça, as pessoas me perguntam: "O que é menino de sábado? Será um ET? Será uma revolução? Serão pessoas especiais? Não. Há 49 anos, em julho faz 50, eu bato um papo com a plateia que aparece todo primeiro sábado, 7 horas da noite, na comunhão espírita de Brasília. E um dia José Grosso presente me disse, apontando para a plateia: "Todos nós, maízes, somos meninos, porque só ontem a noção do belo e do verdadeiro chegou ao nosso coração." E aí eu contei para eles e aí pronto, vocês sabem como é que é o ser humano. Eu atravesso uma rua lá em Brasília, Maís, eu sou menino de sábado. E aí eu comecei a encontrar meninos de sábado no Brasil inteiro. Ano passado, de março a dezembro, eu fiz
como é que é o ser humano. Eu atravesso uma rua lá em Brasília, Maís, eu sou menino de sábado. E aí eu comecei a encontrar meninos de sábado no Brasil inteiro. Ano passado, de março a dezembro, eu fiz 11 viagens pelo Brasil. Todo mundo menino de sábado. E o que é o menino de sábado? Não é quem frequenta a comunhão, não é quem sabe que precisa fazer os outros felizes, sendo feliz também. Porque quando a gente chegar na verdadeira existência, não vai adiantar dizer: "Poxa, mas eu me esforcei, eu ajudei tanto e você foi feliz, meu filho. Porque vão nos perguntar, vão nos perguntar se nós também fomos felizes." E aí nós temos uma história para contar. história de sacrifício, talvez história de sonhos que não se realizaram, de amores que não deram certo. Nessa atual vida é complicado. Eu costumo dizer aos meus amigos que na próxima, no nosso próximo encontro no mundo espiritual, se eles estiverem perto de mim e me ouvirem falar o é de espiritismo, eles param tudo, me seguram. e dizem, ela ainda não está em condições. Porque, gente, olha, religiões todas existem maravilhosas. Doutrina espírita, como diz o meu querido amigo Raul Teixeira, não é para quem quer, é para quem aguenta. Essa que é a verdade, porque nos fala de transformação real. Não adianta ficar no meio do caminho, não adianta ficar esperando cair do céu. Nós temos que fazer a nossa transformação. E esse é o grande desafio. A pessoa vai para pro centro espírita, ela se trata, ela faz desobsessão, ela faz trabalho físico, espiritual, o antigo trabalho de cura, como a gente chamava antigamente. Mas na hora que ela termina tudo, que você propõe trabalho, ela sabe o que que é? Agora meus filhos são pequenos, agora meus filhos são adolescentes, agora meus filhos são adultos, agora nasceram meus netos, agora quando eu me aposentar serei bom. Uma vez o Chico perguntou, Emanuel, qual a frase mais difícil de se dizer na Terra e a mais perigosa? E Emanuel respondeu: Amanhã serei bom. Amanhã serei bom. Porque nós não sabemos
osentar serei bom. Uma vez o Chico perguntou, Emanuel, qual a frase mais difícil de se dizer na Terra e a mais perigosa? E Emanuel respondeu: Amanhã serei bom. Amanhã serei bom. Porque nós não sabemos se nós vamos viver o dia de amanhã no corpo de carne. Não sabemos. A qualquer momento somos chamados. Precisamos estar sempre com a mala pronta e de vez em quando fazer um exercício saudável. Se eu morresse hoje, o que que eu ia contar do lado de lá? Como é que eu ia ser recebido do lado de lá? Um amigo meu de muitos anos da época de mocidade espírita, me perguntou outro dia: "Maí, você planeja?" Eu tô com quase 70 anos, já é para planejar. Você planeja fazer o qu desencarnar? E eu disse a ele categórica: "Ah, depois que eu descansar 800 anos embaixo de uma mangueira, eu vou pedir para fazer palestra na beirada do abismo." E ele ficou encantado. Nossa, mais na beira do abismo para aquelas almas terríveis. Falei: "É, mas não é por caridade, não é pela satisfação de encontrar determinadas pessoas deitadas na maca e eu vou dizer surpresa". aspas, você é aqui, fulano. Gente, a gente tem que ter consciência do nosso bom e daquilo que ainda não é bom. Dizem fofoca espiritual que um grande orador do passado, passado, passado mesmo, muito passado, não é ninguém de agora não. Estava numa céula no mundo espiritual em tratamento, porque tudo que falava não fazia. E o Chico desencarnou e foi visitar esse lugar. E alguém disse para essa pessoa: "O Chico Xavier hoje está conosco". Ele veio visitar o trabalho que nós fazemos e o orador disse: "Vocês viram? Eu tinha certeza. Eu fui tão importante na terra que o Chico veio me visitar. Por favor, me batam. Eu vou antes de da maioria aqui. Mas me deem uma tunda, porque isso é um absurdo, é o delírio. E a vida nos ensina. Quando nós vamos envelhecendo, aparece a dificuldade de saúde, você anda mais devagar, você se segura nas pessoas. Por quê? O corpo começou a dizer: "Um dia não vai dar mais certo e você vai ter que sair desse corpo. Se nós nunca
, aparece a dificuldade de saúde, você anda mais devagar, você se segura nas pessoas. Por quê? O corpo começou a dizer: "Um dia não vai dar mais certo e você vai ter que sair desse corpo. Se nós nunca envelhecêssemos, não sairíamos do corpo nunca." Meus médicos costumam dizer que no futuro breve, rápido, a maioria das pessoas vai passar dos 100 anos, mas eles completam tomando muito remédio. Então não adianta você se chatear porque você já toma cinco, seis comprimidos por dia. Vai tomar 20, vai chegar aos 100 anos, até mais. Mas ser saudável só do pescoço para baixo não dá. A cabeça tem que acompanhar. E olha, para quem gosta de exercício, aliás, para quem não gosta, vou dar uma notícia ruim. Agora, quando você vai ao neurologista, você diz assim: "Olha, eu não quero ficar demente que o senhor me aconselha cinco vezes por semana, exercício físico. Cinco vezes por semana, não é menos do que isso. Para que demência e Alzheimer possam ser combatidos. Então, nós estamos absolutamente perdidos. Quando meu professor de pilates chega na minha casa, eu sinto um misto de emoções. Gratidão porque ele faz exercício comigo na minha casa e ódio. Porque eu sei que a minha geração e as que vierem depois, se não fizerem exercício, o final é cadeiro de roda. Não duvidemos disso. E pode esperar. Há muitos anos atrás, Valérium, através de Chico Xavier contou a história de um pai que chegou em casa e na hora do jantar contou os dois filhos que tinha no caminho para casa visto o incêndio pavoroso e com todos os detalhes ele contou o creptar da chama, a loucura dos bombeiros para salvar as pessoas, detalhando tudo. No dia seguinte, no meio da tarde, no trabalho, ele recebeu um telefonema da escola. Um dos filhos dele tinha colocado fogo na sala de aula, impactado pelo que o pai havia contado, impactado do jeito errado. E há tantos anos, década de 60 do século passado, ali está Valério nos contando essa pequena história para dizer: "Somos responsáveis em tudo que criamos. na mente e no coração do nosso
jeito errado. E há tantos anos, década de 60 do século passado, ali está Valério nos contando essa pequena história para dizer: "Somos responsáveis em tudo que criamos. na mente e no coração do nosso semelhante. E vamos prestar conta. Aquele que foi totalmente malmorado, aquele que foi mal, aquele que foi difícil, aquele que não soube perdoar, vai prestar conta de tudo. Eu lembro sempre de Saibaba, o hindu, que impressionou tanto Divaldo Franco quando Divaldo foi à Índia, ele desmaterializou o relógio do Divaldo. Edvaldo quase morreu para depois, dois dias depois materializar o relógio e devolver ao Divaldo. Mas ele tem uma frase que eu adoro e que diz assim: "O certo é o certo, mesmo que ninguém faça. O errado é errado mesmo que todo mundo faça. E nós estamos nos deixando impressionar. pelo que está acontecendo na terra de negativo, de mal. E é claro que as pessoas desequilibradas estão enlouquecendo e tirando a própria vida ou tirando a vida do outro sem nenhuma oportunidade de uma vida digna, bonita e feliz. Eu moro em Brasília desde criança e lá é uma mulher por semana que é assassinada, de preferência na frente dos filhos, pelo simples fato de ter dito: "Eu não quero mais viver ao seu lado". Há tanta coisa que nós precisamos mudar e as pessoas não querem mudar. O vulgo, a maioria que está encarnada tem a conveniência de pensar que não vai precisar se mover e que a terra vai continuar do mesmo jeito. A terra não vai continuar do mesmo jeito, porque nós somos a humanidade que tornou a Terra o que ela é e estamos de volta. Mas se não começar dentro de nós, não vai dar certo nunca. Não importa que lá na cina alguém esteja pensando o negativo. Não importa que pareça que a maioria dos dirigentes das nações enlouqueceu. portas adentro da nossa casa, por mais que nos custe, e em torno de nós vamos criar o elemento do positivo, do pensar todo dia. Esse dia vai ser bom. Esse é um bom dia para pensar coisas boas, para ir em busca de equilíbrio, de solução, de carinho. Não tenho para mim, vou
vamos criar o elemento do positivo, do pensar todo dia. Esse dia vai ser bom. Esse é um bom dia para pensar coisas boas, para ir em busca de equilíbrio, de solução, de carinho. Não tenho para mim, vou doar. Vou doar porque um dia eu terei. Se não for nessa vida, será em outra, será na pátria dos espíritos. Mas os nossos sonhos hão de se realizar em algum momento. Se isso não fosse verdade, vocês não estariam aqui. Se vocês estão aqui, é porque vocês já têm o compromisso. Vocês já sabem que vocês não querem mais o tipo de vida que a maioria das pessoas na Terra ainda tem. Houve um grande ator de Hollywood chamado Montgomery Cliff. era um rapaz belíssimo. Um dia ele sofreu acidente de carro e ficou completamente retalhado no seu rosto. Naquela época não existia cirurgia plástica e ele se internou num hospital por 2 anos e não queria mais sair porque tinha vergonha de como seu rosto tinha ficado. E um dia o enfermeiro disse a ele: "O senhor sabe? Tem um rapaz que todo dia passa aqui para saber do senhor. Eu tenho pena dele porque o senhor não quer receber visita nenhuma, mas todo dia ele vem. O senhor não podia abrir uma exceção e recebê-lo? E Montegomery Cliff. De jeito nenhum. Ele era micíssimo de Elizabeth Taylor. Nem ela tinha permissão para visitá-lo. Ele sumiu do mundo. Mais um dia em que ele estava ali isolado numa depressão absoluta, naquela época não se chamava depressão. Ele disse ao enfermeiro: "Amanhã, quando esse rapaz que procura por mim vier, deixe que ele suba para que eu converse com ele." E no dia seguinte, como todo dia, o rapaz apareceu e o enfermeiro levou até o quarto de Montegere. E quando o rapaz chegou à cama, disse: "Você vai levantar desta cama, voltar para sua casa, fazer filmes novamente? Porque eu estou fazendo teatro. Eu estou absolutamente sozinho nessa cidade, mas eu estou seguindo o seu exemplo. Eu quero ser como você. Eu quero ser um ator. Eu quero encontrar em mim força para imitá-lo. E você vai sair daí, vai voltar para sua vida. chega de se esconder.
, mas eu estou seguindo o seu exemplo. Eu quero ser como você. Eu quero ser um ator. Eu quero encontrar em mim força para imitá-lo. E você vai sair daí, vai voltar para sua vida. chega de se esconder. E Montegômery, que já estava viciado em uma quantidade enorme de remédios, e foi isso que o matou mais tarde. Se sentiu esperançoso, pediu alta do hospital, voltou para casa e voltou a fazer filmes. rapaz que o visitava era Marlon Brand, o maior ator do século XX. Mas ainda jovem, ele foi ali para dizer: "Levante dessa cama, porque você tem que dar exemplo para mim e para todo mundo que te admirar." Ah, meus amigos, não importa, não importa quem sejamos, vamos dar exemplo, porque através dos nossos passos outras pessoas virão. Se nos virem desanimados por um dia, por dois, mas desistir jamais. Pode ser que aconteça uma coisa tão feliz. sem você perceber, de imediato vai transformar a sua existência. E se alguém quiser ir embora da sua vida, deixe que vá. Por mais que você goste da pessoa, deixe que ela parta. John Lennon dizia: "Quando alguém quer ir embora da minha vida, eu deixo que vá, porque se for meu, um dia voltará". John Lennon, morto há 46 anos e que faz tanta falta. Na verdade, eu não posso mais encontrar uma pessoa que eu admirava porque já desencarnou em 2008, Paul Newman. maravilhoso. Mas há muitos anos atrás, quando ele ainda não estava doente, ele entrou numa sorveteria e a moça que estava comprando sorvete olhou para trás e viu que era o P Nilma. Gente, você consegue imaginar? Você numa fila da sorveteria, você olha para trás, a pessoa que tá atrás de você é o P Nilma. Ela ficou baratinada. Ela pegou o sorvete, saiu rapidamente e quando ela chegou no meio da rua, meu Deus, que deu sorvete, eu paguei pelo sorvete que deu sorvete. Ela sente uma mão no ombro. Olha o momento. Ela vira, era o P Nilman. E ele sorridente diz a ela: "Você está procurando sorvete? Você colocou dentro da sua bolsa. O choque às vezes da felicidade é tão grande, seja qual for a nossa
ha o momento. Ela vira, era o P Nilman. E ele sorridente diz a ela: "Você está procurando sorvete? Você colocou dentro da sua bolsa. O choque às vezes da felicidade é tão grande, seja qual for a nossa felicidade, porque a minha pode não ser a de vocês e vice-versa, que a gente às vezes coloca o sorvete dentro da bolsa, mas tudo vale a pena. Quando Chico Xavier, menino, era responsável pela plantação de cebola que existia atrás da venda do seu primo, ele vê Augusto dos Anjos, um suicida, mas um grande poeta. E Augusto olha para ele e diz: "É o senhor que vai psicografar?" Ah, Emanuel estava preparando o Parnaso de Alentúbulo, um livro de poesias dos grandes poetas e aquele menino é que ia psicografar. Um dos mais lindos prefácios da doutrina espírita é desse livro e que se intitula Palavras minhas, em que ele, Chico, se apresenta pela primeira vez. Ali estavam poetas como Castro Alves, como tantos outros extraordinários, Olavo Bilac e por aí vai. Mas Augusto dos Anjos estava tentando passar pro Chico a poesia que ele queria que o Chico psicografasse. Gente, o Chico não tinha nem o terceiro primário completo. Então, Augusto começava a declamar e o Chico não entendia as palavras. E Augusto, inconformado, dizia: "Meu Deus, mas a sua cabeça é muito pequena. Você é muito ignorante. Como é que nós vamos escrever através de você? Gente, é por isso que Chico foi Chico. Se fosse Mais maíse, alguns dos anjos, com todo respeito, me chamava de ignorante. Eu diria: "O senhor um suicida falando que eu sou ignorante? Senhor pode procurar outro, mas o Chico não. O Chico não. Nas primeiras psicografias, de repente o Chico olhou pra vela, porque ele escrevia lápis e com a luz de vela. E ele viu a a chama da velha embaçada e ele começou a apertar o olho. E aparece Dr. dizer de Menezes, olha pro olhinho dele e diz: "I meu filho, a sombra que sabe a tarefa que você está começando, arruinou o seu olho." Outro momento que ainda bem que era o Chico, não era Maise. Porque eu entregar o lápis para
olhinho dele e diz: "I meu filho, a sombra que sabe a tarefa que você está começando, arruinou o seu olho." Outro momento que ainda bem que era o Chico, não era Maise. Porque eu entregar o lápis para Dr. dizer, dizer, "Tá aqui, meu amigo. Tchau, eu mal comecei, já tô com o olho arruinado. Mas não, Chico, porque mais do que espírita, ele era a alma que era." E meus amigos, hoje não basta ser espírita. Nós precisamos ter a alma que nunca desanima, a alma que espera, a alma que sabe. Porque é mais que ter fé, é ter certeza absoluta de que num certo momento tudo vai dar certo para nós, para o planeta. Ai, eu devia ter nascido em Saturno. Eu também. Eu eu moro no sexto andar. Eu sempre mantejo as janelas da minha casa escancaradas, porque se aparecer uma mãozinha verde, eu já agarro e vou embora. Porque, é claro, vocês sabem, diz que os voadores existem. Seres de outros mundos nos acompanham desde a idade da pedra. Uns são bons, outros não. E quando o Chico Xavier esteve conosco em Brasília em 1976, ele pediu para olhar Brasília do alto. E quando ele chegou no alto e olhou Brasília lá embaixo, ele disse: "Esta é a terra dos grandes reencontros espirituais. Por isso tanta gente veio para cá achando que ia voltar paraa sua cidade e nunca mais voltou. No dia em que seres de outros mundos se comunicarem com os dirigentes das nações da Terra, o encontro será aqui em Brasília. E todos nós chorávamos impactados pela previsão desse futuro que a minha geração não vai ver, mas vocês são tão jovens e com certeza vão ver para que nós possamos primeiro nos equilibrar, quase nos evangelizar para depois receber esses visitantes. Mas será preciso que eles nos encontrem mais preparados, mais amoráveis, mais generosos, mais cheios de uma força que nós não sabemos de onde vem. Mas foi um pedaço dela que nos tirou hoje de casa e nos trouxe aqui. Vocês têm dúvida disso? Não, nem eu. Maurício tive tenho porque ele não morreu um amigo chamado Maurício. E uma vez o Chico mandou uma foto para ele. Nessa época o Chico Tigo
e casa e nos trouxe aqui. Vocês têm dúvida disso? Não, nem eu. Maurício tive tenho porque ele não morreu um amigo chamado Maurício. E uma vez o Chico mandou uma foto para ele. Nessa época o Chico Tigo brinquinho que era um piquinês preto. E o Chico aparece de terno com o brinquinho no colo no meio das rosas que ele cultiva. E a dedicatória dizia: "Maurício, me perdoe brinquinho fez questão que eu saísse na foto com ele." Essas eram as dedicatórias de Chico Xavier, porque ele sabia muito bem que a palavra, que o que se escreve, que o que se pensar vai ao infinito. E um dia nos perguntarão: "O que fizeste? do teu irmão. Quem já leu Paulo Estevão lembra de um momento tremendo em que Paulo diz ao pai: "Pai, eu vou seguir Jesus." E o Pai o adorava, mas não consegui, conseguiu perdoá-lo. Como que ele ia seguir aquele carpinteiro? Ele um doutor da lei. E no entanto Paulo de Tarso, com suas cartas transforma o evangelho. Dificuldade total. Os apóstolos desconfiavam dele. Ele já tinha mandado matar cristão. Mas Paulo passa 3 anos no deserto confeccionando tapetes. Ele que sabia tudo da antiga lei para depois correr às cidades falando de Jesus. Há um momento impressionante em que Paulo arrojado no chão, cego, Jesus lhe aparece na estrada de Damasco. Ele vinha a cavalo para prender Ananias, que era o cristão que morava em Damasco. Jesus lhe aparece, ele se ajoelha no meio do pó, o cavalo foge. Senhor, que queres que eu faça? Jesus podia ter dito ali faz isso, faz aquilo, faz aquilo outro, entra na cidade, lá te será dito o que deves fazer. E ele entra cego, tatiando as paredes, coberto de poeira. Ele minutos atrás era o poderoso doutor da lei e agora praticamente o mendigo. Ananias o procura. Jesus tinha mandado restituir a visão a Paulo, justamente Ananias, aquele que Paulo tinha vindo prender e matar. Se você não leu Paulo Estevão, leia. Se você já leu, releia. É preciso a cada tempo reler as obras maravilhosas através de Chico Xavier e de outros médiuns. Mas Chico com certeza nos
prender e matar. Se você não leu Paulo Estevão, leia. Se você já leu, releia. É preciso a cada tempo reler as obras maravilhosas através de Chico Xavier e de outros médiuns. Mas Chico com certeza nos trouxe Kardecta, porque se não fosse a obra de Chico psicografada através dele, nós nem lembraríamos quem foi Kardec. Kardec trabalhou 13 anos, foi um homem da sua época e tinha sido avisado pelos espíritos que o seu coração estava por um fio, mas ele queria deixar a obra e por isso afirmou em obras póstumas. Os espíritos dizem que no início do próximo século eu voltarei para concluir a tarefa. Por isso que corre uma fofoca no mundo espiritual de que Kardec voltou como Chico Xavier. Mas quando você fala isso, os preconceituosos dizem: "Não, imagine, Chico era mulato, Chico só tinha o terceiro primário, Kardec era um pedagogo, mas Kardec não completou a tarefa porque a tarefa era evangelizar. E isso Chico Xavier com certeza fez. E olha, ele morreu Chico a mais de 20 anos. Se houvesse isto na vida dele, alguém já teria descoberto, porque ninguém foi mais aacado, mais apontado como Chico Xavier. Mais em 76, Roberto Marinho, dono da Rede Globo, recebe secretamente uma mensagem psicografada do seu filho mais velho, o seu herdeiro, que havia morrido em 69 num desastre na na estrada Rio Petrópolis. Nunca a família divulgou essa mensagem, muito menos o Chico. Mas então a Rede Globo traz Chico Xavier para um programa maravilhoso em que Glória Menezes, a atriz, o entrevista e ela chorando, porque você não conseguia chegar perto do Chico sem chorar. Ela diz: "Chico, o seu protetor Emanuel está aqui e o Chico está. Será que ele podia nos dizer alguma coisa? E o Chico olha para a câmera e Emanuel fala: "O homem na terra vai, isso aqui é porque faltam 10 minutos para eu calar a boca. O homem na Terra vai conseguir tudo que ele sonha. Ele vai chegar às estrelas e contatar outras civilizações. Ele vai chegar ao fundo do mar mais profundo e do fundo do mar vai retirar comida para que nunca mais alguém passe
seguir tudo que ele sonha. Ele vai chegar às estrelas e contatar outras civilizações. Ele vai chegar ao fundo do mar mais profundo e do fundo do mar vai retirar comida para que nunca mais alguém passe fome. Está lá na mensagem. Mas só duas coisas o homem nunca vai conseguir. Mudar as leis de Deus e viver sem amor. Podem ter certeza, nós ainda não somos felizes porque estamos tentando as duas coisas. Mudar as leis de Deus a nosso benefício, a nossa conveniência e viver sem amor, o que é impossível. Seja o amor que for, seja o amor paixão, seja o amor carinho, seja o amor fraterno, seja o amor que se dedica a quem nada tem e a tanta gente que não tem nada. E nós ficamos dentro de casa pensando bobagem. Nós estamos atrelados mentalmente a coisas que a vida pede esquecer. Há pessoas que nem sabem, nem lembram que nós existimos e a gente remia aquela coisa, fica ali impregnado. Nossa casa não é feliz, não é iluminada espiritualmente, porque a gente tá vivendo anteontem. E o passado não tem nada de bom, porque ele não tem novidade nenhuma. Por isso ele é passado. Meus amigos, eu tinha uma lista de histórias, mas não vai dar. Não tem problema. Vocês depois culpem os organizadores. Deixa eu ver onde eu chego. Ah, vamos aproveitar o final para lembrar. Sim. Ah, tem uma aqui, na verdade duas. Abram Lincoln, um presidente americano que promoveu o fim da escravidão nos Estados Unidos, teve um sonho. Sonhou que saía do corpo, andava pela Casa Branca e quando chegava no salão principal havia o caixão. E ele se aproximou de um soldado que chorava. velando o caixão e perguntou: "Quem morreu?" E o soldado, o presidente. E uma semana depois ele vai ao teatro e morre assassinado. 98 anos depois, o homem que o matou retorna. E como John Fit Gerald Kennedy vai a Dallas com sua esposa e recebe um tiro da cabeça, resgatando 98 anos depois o que havia feito com Abram Lincol. Somos o passado em forma de presente. Não duvidemos disso, mas vamos construir o nosso futuro. Nós ainda vamos ser tão
um tiro da cabeça, resgatando 98 anos depois o que havia feito com Abram Lincol. Somos o passado em forma de presente. Não duvidemos disso, mas vamos construir o nosso futuro. Nós ainda vamos ser tão felizes, tantas coisas boas vão nos acontecer, seja aqui ou fora da matéria. Mas enquanto estamos aqui, sejamos vigilantes, sejamos dignos, retos, nobres. Não importa que o mundo inteiro diga que somos tolos. Nós sabemos que Jesus nos disse a cada um, segundo as suas obras, a cada um segundo suas obras. Se nós pensássemos nisso uma vez por dia, transformaríamos a nossa existência. Por isso, meus amigos, não sejamos tolos. Já fomos tolos em outras vidas. Agora é a hora da inteligência, da sensibilidade, de nos comover com o belo, para que o belo se incorpore à nossa existência. Seremos família melhor, sociedade melhor, mas com a condição primeira de sermos intimamente melhores. Na época da Segunda Guerra, os artistas se apresentavam aos soldados e havia um grande artista chamado Dimit Durante. Ele era careca, feio, narigudo, baixinho, mas contava piadas como ninguém. E ele foi à frente de batalha para falar aos soldados e disse ao coronel: "Só posso ficar 10 minutos". E o coronel disse a ele: "Não se preocupe, o helicóptero não vai nem pousar no chão. Você fala 10 minutos e eu te levo de volta." Passam-se 10 minutos, 20, 30, 40, 50 e Dimit Durante continua cantando, contando histórias, pega o chapéu coco que usava, joga para os soldados, ficara uma hora no palco. E então o coronel diz a ele: "Dim, eu não entendi nada. Você disse que tinha que ir embora em 10 minutos, ficou uma hora." E Did Durante disse a ele, olhe na primeira fila, você vai saber porque eu fiquei. Na primeira fila havia dois soldados. Um havia perdido o braço direito, outro havia perdido o braço esquerdo. Sentaram juntos para juntos aplaudir. Nunca deixemos que alguém nos diga que nós somos só metade do que nós podemos ser. Nunca. Seja quem for. Não permitamos que alguém diga que nós somos só metade. Sejamos inteiros para a
untos aplaudir. Nunca deixemos que alguém nos diga que nós somos só metade do que nós podemos ser. Nunca. Seja quem for. Não permitamos que alguém diga que nós somos só metade. Sejamos inteiros para a vida, para o amor, para tristeza, para solidão. Não importa que esse entusiasmo de viver seja a chama que nos leve até a eternidade. E é maravilhoso pensar que somos eternos, que quem nos criou, seja qual for o nome que nós possamos dar, espera também por nós. Deus espera também. E que da próxima vez que nos nós nos encontrarmos, eu tenho certeza, em qualquer lugar, tanto eu como vocês, estaremos ainda melhores do que estamos hoje. Que Jesus, o amigo incondicional das nossas almas, como dizia o Divaldo, nos guarde e nos abençoe. Muito obrigada. Obrigada, queridos. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Muito obrigada. Ele veio me tirar daqui com aquele olhar de quem diz: "Coitada dessa velhinha, eu sou velha, todo mundo velhinho fala demais, entendeu? Mas não se preocupem, daqui a 2 anos eu faço 70 anos no final do ano que vem e vou realizar um sonho, conhecer Paris. Vou mandar para vocês uma foto. Eu sentada na Fachon, a confeitaria mais antiga do mundo. E eu vou dizer ao garçom, me traga aquele mil folhas que Maria Antonieta comia. Obrigada, meus queridos. Nos veremos à tarde no debate. Eu preciso participar porque ontem eu saí daqui deprimida, achando todas as mulheres magras e todos os homens, principalmente os oradores. Lindos. Eu estou precisando de terapia. Nossos agradecimentos à querida Mais pela leveza e pelo bom humor em falar sobre a doutrina espírita. Muito obrigado,
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