42º Congresso Espírita - Palestra com Alberto Almeida
Palestra de Alberto Almeida com o tema “Espiritismo e Saúde Integral", ministrada no 42º Congresso Espírita de Goiás. Assista à palestra completa e acompanhe este momento de reflexão apresentado no Congresso Espírita de Goiás. Inscreva-se no canal, compartilhe este conteúdo e acompanhe as demais palestras do congresso. Para mais informações sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br Instagram: https://www.instagram.com/feego_oficial/ Facebook: https://pt-br.facebook.com/feego.oficial/
Pai, pequeno eu sou, mas teu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueça o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai meu criador, bção maior, tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, da casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com Toda a minha devoção, a doutrina do meu coração. Pai meu criador, bção maior, tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar da casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu coração. Agora tá Por tantas vezes sinto Sinto o meu mundo tenso. Abrigo para o medo e a confusão. Procurem vão achar tranquilidade. Perdido no deserto de uma solidão. Como Paulo pela estrada de Damasco, encontro tantas pedras a me atropelar e fico cego em frente às dificuldades. E ao Senhor começo a perguntar: "Que farei para mudar o meu destino? Que farei para conseguir ficar em paz? Que farei para encontrar felicidade? Que farei para entender sua vontade? Atitudes de amor para com seu irmão. Seja onde for, abre seu coração. Fazer da caridade uma bandeira de luz. O caminho certo é seguir Jesus. Que farei atitude de amor? Que farei abrir seu coração? Que farei? Caridade era a luz. Que farei? O caminho é Jesus. Atitudes de amor para com seu irmão. Seja onde for, abre seu coração, fazer da caridade uma bandeira de luz. O caminho certo é seguir Jesus. Atitude de amor para com seu irmão. Seja onde for, abre seu coração. Fazer da caridade uma bandeira de luz. O caminho certo é seguir Jesus. Agora Pera aí. Ele é o pai. Pai de todos nós, um chamam de Deus, de criador. Outros o chamam de amor, de luz, de vida, mas ele é um só. está entre nós. É fácil ouvir sua voz no coração. Eu ouço o seu nome por toda parte na voz queana. natureza nas aves que cantam pelo ar. Na pedra que silencia
e amor, de luz, de vida, mas ele é um só. está entre nós. É fácil ouvir sua voz no coração. Eu ouço o seu nome por toda parte na voz queana. natureza nas aves que cantam pelo ar. Na pedra que silencia na voz de um menino a rezar no som da vida. Ele é a paz no meio de nós. O bálsamo que alivia dor, a luz na escuridão da vida. Com ele ninguém está só. Não importa a pessoa, é fácil sentir seu amor no coração. Eu ouço o seu nome por toda parte na voz que emana da natureza, nas aves que cantam pelo ar, na pedra que silencia da morte o menino a rezar O sol da vida. Eu ouço o seu nome por toda parte. A voz que emana da natureza nas aves que cantam pelo ar. Na pedra que silencia na voz de um menino a rezar no som da vida, >> no som da vida, >> no som da vida, >> no som da vida, no som da vida, no som da No som da vida. Obrigada. Bem, >> acabou. Era um quanto. >> Fala obrigado. >> Hã, >> acabou. >> Uhum. >> Não, >> acabou. É quatro. Vai dar vai dar. Puxa do tr de nós não tem nenhum Um defeito. Nós não tem uma atitude. Precisamos só achar um jeito de suavizar o lado rud. Vamos ajudar-nos mutuamente somar as nossas qualidades, para fazer um mundo diferente e tirar a força da maldade todos nós Seremos anjos. Vamos trabalhar. >> Vamos trabalhar >> e acreditar >> e acreditar que no futuro nós seremos anjos. No planeta onde o amor, unicamente o amor há de reinar. E assim será. A felicidade só começa quando cessam as desigualdades, quando todos compartas sonhos e não usam mal a liberdade. O mestre falou: "Sede perfeitos, que nos ensinou esta lição, que somente o amor será eterno. Está a nossa salvação. Um dia todos nós seremos anjos. Vamos trabalhar. Vamos trabalhar e acreditar. e acreditar que no futuro nós seremos anjos no planeta onde o amor, unicamente o amor há de reinar. Palmas carinhosas ao grupo Ser Amor, que com tanto encanto nos traz a oportunidade de começarmos uma tarde com música de boa qualidade e sentimos-nos, com certeza um tanto mais inspirados. Muito obrigado. Que Deus abençoe o
upo Ser Amor, que com tanto encanto nos traz a oportunidade de começarmos uma tarde com música de boa qualidade e sentimos-nos, com certeza um tanto mais inspirados. Muito obrigado. Que Deus abençoe o trabalho de vocês sempre, meninas. Obrigado. E para que possamos nos preparar paraa tarde, possamos sentir no fundo de nossas almas tudo que ainda vem pela frente, que possamos visualizar a figura de Jesus, visualizar a oportunidade dele, que sem dúvida alguma, está entre nós, está aqui a nos inspirar sobre o que vamos fazer daqui paraa frente. E para que possamos pensar nisso com muito carinho, antes de iniciarmos a palestra que hoje à tarde vai nos dar a chance dessa reflexão, que possamos nos lembrar com muito carinho de um recado aqueles que são dessa terra vão se lembrar. Aqueles que não são, vão ouvir talvez por uma primeira vez algo que uma moça muito especial, uma senhorinha de nossa terra nos ensinou certa vez para que pensássemos sobre o valor da vida, aquilo que Jesus nos ensina todos os dias. Eu digo aqueles que aqui estão, que não são de nossa terra, para que levem consigo também um recado dela. Eu não sei se a vida é curta ou longa demais, mas sei que nada do que fazemos tem sentido se não tocamos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser um colo que acolhe, um braço que envolve, uma palavra que conforta, um silêncio que respeita, uma lágrima que rola. ou um amor que comove. E isso não é coisa de outro mundo. Isso é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja infinita, eterna e pura enquanto durar. Que as palavras de Cora Coralina possam nos inspirar a sentir o que de fato vale a pena nessa existência. O que viemos fazer aqui, o que Jesus nos ensina a fazer. o que Kardec nos ratifica a fazer também. Dito isso, que possamos seguir com os nossos cerimoniais, anunciando algo de muito especial que ainda vai vir pela frente nessa tarde e no dia de amanhã. Que Deus nos abençoe. Muito obrigado a todos.
Dito isso, que possamos seguir com os nossos cerimoniais, anunciando algo de muito especial que ainda vai vir pela frente nessa tarde e no dia de amanhã. Que Deus nos abençoe. Muito obrigado a todos. Eh, apresentamos aqui as formas de todos conhecerem a Federação Espírita do Estado de Goiás. Acompanhe nossas redes sociais e todo o material que está divulgado em cada uma das nossas plataformas. Ali estão os links que é recode para que vocês possam acessar todos os nossos materiais. E aí a gente aproveita também a oportunidade para que a gente possa apresentar a vocês um vídeo de um dos nossos apoiadores. >> Dá para ver quando a semente nasce florescer. É o fruto do trabalho que me faz crescer. Meu boace é muito mais do que a nossa terra faz. É gente, a nossa riqueza e tudo que a gente faz é por você. Por você me conheceu país. Tudo que a gente já construiu. Vamos juntos fazer. Com você a gente faz um estado. Número um dois meu país. >> Número um do Brasil. Você com você. >> Número um do Brasil. Goiás pelo país. >> Goiás, o estado número um do Brasil. Para seguirmos com o nosso tão especial congresso, convidamos agora para a palestra Espiritismo e Saúde Integral, Alberto Almeida. Po, vou colocar o público lá. Alberto Almeida é médico homeopata, terapeuta transpessoal, atuando com diversas terapêuticas e trabalhador do Jardim das Oliveiras, escritor e diretor da Associação Médica Espírita do Pará. Com vocês, Alberto Almeida. Queridos amigos, a oportunidade de um aconchego do açaí no piqui. Esse é o melhor horário para se fazer uma palestra. Quem se interessa fica acordado e gosta. Quem não se interessa dorme e gosta. Sonha com os anjos. Ele veio pão da vida luz do mundo. Tinha o olhar quente profundo e solene na voz. Ele veio, mãos vazias desarmadas, nem escudo, nem espadas, só amor por todos nós. Toda noite, sem estrelas ele domina. E as nuvens mais escuras ele desfaz. Ele veio, agitou a nossa alma, tirou o nosso trauma e nos deu a sua paz. A figura de Jesus é emblemática,
amor por todos nós. Toda noite, sem estrelas ele domina. E as nuvens mais escuras ele desfaz. Ele veio, agitou a nossa alma, tirou o nosso trauma e nos deu a sua paz. A figura de Jesus é emblemática, não só transborda na história, mas também nos inquieta, porque os seus limites extrapolam a nossa acanhada percepção humana. Somos pigmeus, buscando entrevê-lo nas nossas limitações, sem darmos conta de percebermos a nossa pequenez. Allan Kardec é essa figura incomparável que veio nos facilitar o acesso a esse portal luminoso através da sua sabedoria, numa profunda conexão com os espíritos superiores, alinhado com os espíritos ao longo do processo histórico da humanidade que trouxeram coordenado pelo espírito de verdade a possibilidade de nos aproximarmos muito desse notável homem que na atualidade não só temos saudade, mas faz falta, faz muita falta. Nesses dias turbulentos, é necessário entreveranc com fidelidade para termos com segurança uma acessibilidade ao mestre dos mestres, o Cristo, a fim de podermos desfrutar da superação dos nossos próprios limites e darmos conta de fazer o enfrentamento dos desafios que são por toda parte em todas as direções, de todos os níveis, perto e longe, visíveis e intangíveis. Portanto, aqueles que mergulhamos na doutrina espírita somos honrados, mas igualmente somos responsabilizados pela possibilidade de podermos deter, dispor desse notável conteúdo que fica como mediação para que os nossos passos sejam menos oscilantes e para que as nossas quedas não nos deixem no chão e nos erga com maior aprendizado. Nossa reencarnação é um périplo que teve o início e nós não saberemos quando chegará o fim, mas ela é magna para o aproveitamento dessa existência que vige, na qual pisamos no solo desse planeta, especialmente aqui no Brasil, banhados pela essa luarizante doutrina espírita e com o compromisso de podermos dar conta de nós mesmos. Talvez a tarefa mais significativa, mais importante e mais desafiadora é de podermos ser conosco mesmos
pela essa luarizante doutrina espírita e com o compromisso de podermos dar conta de nós mesmos. Talvez a tarefa mais significativa, mais importante e mais desafiadora é de podermos ser conosco mesmos numa relação de profundidade. Habitamos um corpo que vai na quantidade de átomos na numeração de sete octilhões. significa 7 + 27 zeros. É quase que incompreensível para nossa cabeça podermos perceber que o nosso corpo é um turbilhão eletrônico na fala do espírito Emanuel. E somos chamados a governar esse conjunto cibernético do qual nós somos constituídos. Eles se juntam para compor as nossas células e elas vão na bagatela de 37 trilhões de células nos vários departamentos exercendo as mais diversificadas funções e guardando especificidades incríveis. E dentre delas as mais sensíveis do ponto de vista da nossa transpessoalidade, os neurônios guardado no escrinho, que é a nossa calota craniana, o sistema nervoso central, descendo pela coluna igualmente protegida para se espraiar com seus nervos, conectando-nos o corpo inteiro. esses neurônios que são 87 bilhões deles que trafegam conosco em toda essa caminhada e aos poucos vão desempenhando funções cada vez mais incríveis, substituindo alguns que morrem na conta de uma vida de 10 bilhões, mas pela neuroplasticidade, eles dão conta de suprir a ausência daqueles que se foram para assegurar a nossa funcionalidade psíquica. Mas nós não somos só 37 trilhões de células. Há outros tantos trilhões que nos habitam, que nos favorecem, que coexistem conosco e que a gente nem se dá conta não só do número, mas da qualidade deles que faz parte da nossa estrutura orgânica, biológica. Lá estão as bactérias, lá estão os vírus coabitando conosco, destruindo algumas bactérias para que elas fiquem ajustadas à homeostasia do nosso corpo. Lá estão alguns fungos colocados aqui e aculará. E nesse tubilhão eletrônico feito por 70% de água, esses microrganismos estão mergulhados nele numa vivência comensal, fazendo-nos entrever um processo ecológico sem par, como se nós fôssemos
aculará. E nesse tubilhão eletrônico feito por 70% de água, esses microrganismos estão mergulhados nele numa vivência comensal, fazendo-nos entrever um processo ecológico sem par, como se nós fôssemos exatamente a terra que é feita mais de água do que de sólido. É o nosso organismo. e o ser espiritual, o habitando solene, o ser espiritual, que é o espírito imortal que somos. Para se conectar a esse essa estrutura biológica, ele vale-se de uma estrutura delicada chamada o perespírito, que é numa boa medida conectado célula a célula ao nosso corpo, mas tem uma especif especificidade de toque com a nosso organismo físico através do cérebro, a tal ponto de podermos dizer que o cérebro é o pelo espírito materializado como o quê? Ou é a dimensão que vem do mundo espiritual e se materializa, fazendo esse nexo do ser inteligente que somos, vestindo-se nessa arga massa turbilhionada eletrônica, com esses trilhões de células que o compõem, mas trilhões de outras células que coexistem, dando ensejo que a digestão possa se fazer adequada, que a pele funcione Muito bem, que a oralidade possa permitir saúde, porque um desequilíbrio pequeno que haja numa bactéria, por exemplo, ou numa bactéria estranha, ela pode gerar um motim e esse motim gera um processo infeccioso ou um vírus ou um fungo outro que não seja aqueles que coabitam conosco ou às vezes até aqueles que cohabitam conosco quando nós não damos conta de estarmos bem alinhados, eles se multiplicam e geram processos disfuncionais, causando-nos desconforto, infecções. Então, todo o nosso organismo é regido por este ser inteligente. E toda essa inteligência que está posta no corpo físico fala da transcendência que os espíritos demonstram desse encadeamento evolutivo que há em natureza e o espírito que somos, gerenciando as células na sua multiplicidade de funções. Diz André Luiz, cada célula dessa é um princípio anímico em evolução, estagiando conosco, como se nós fôssemos donos de um sistema, por enquanto, de um condomínio,
as na sua multiplicidade de funções. Diz André Luiz, cada célula dessa é um princípio anímico em evolução, estagiando conosco, como se nós fôssemos donos de um sistema, por enquanto, de um condomínio, por enquanto, aonde essas células que compõem o corpo e aonde os outros organismos que vivem num processo de aliança profundamente homeostática, representem aqueles que nós estamos regendo numa grande orquestração de beleza, encanto, fugor e evolução. Evolução. O parto luminoso, como diria Joana de Angeles, a evolução é um parto luminoso. Nós fazemos, portanto, esse trajeto para a luz. Na luz que somos e na luz que nos expandimos. nesse complexa estrutura que formata toda a nossa organização física, que aqui aculá adoece e o adoecimento até hoje para a medicina é um desafio, porque a medicina avançou muito nos processos diagnósticos, já conseguiu vestir e desvestir o corpo com extrema competência, mas não logra estabelecer o sucesso. possível e devido profundo para a multiplicidade de distorções que aparecem no nosso corpo. O nosso corpo apresenta doenças que até hoje a medicina contorna, faz um movimento paliativo, faz um movimento de alívio dos sintomas, mas não consegue a resolutibilidade de inúmeras patologias que vão emergindo daqui para cular. em várias expressões, mostrando que nós nos perdemos de nós mesmos. Por isso que dar conta de si é o maior desafio e são os transtornos orgânicos, as disfuncionalidades que nós apresentamos no corpo, as dificuldades nas subjetividades que também apresentamos, que demonstra que nós não conseguimos ainda nos abraçar inteiramente. Temos a ousadia que conhecemos alguém, mas é muito difícil fazer um contorno em torno de alguém. E mais difícil de fazer isso é porque não conseguimos nos olhar por espelho, no espelho inteiramente, no espelho do autoconhecimento. Como somos altamente desconhecidos, pensamos que conhecemos ao outro, mas não conhecemos ao outro, nem conhecemos a nós mesmos. Certia, eu estava fazendo xixi amigo em Roraima,
ho do autoconhecimento. Como somos altamente desconhecidos, pensamos que conhecemos ao outro, mas não conhecemos ao outro, nem conhecemos a nós mesmos. Certia, eu estava fazendo xixi amigo em Roraima, num evento nacional e um amigo entrou para fazer o seu xixi amigo também. E tinha um amigo comum que era o presidente da federação, mais experiente, com mais idade e ele disse: "Olha aí o Alberto, Jonas, tu conhece o Alberto?" O Jonas, que era o presidente, disse: "Nem ele se conhece, quanto mais eu, eu não poderia jamais esquecer dessa brincadeira contendo tanta verdade. Não conhecemos você porque não nos conhecemos. E o quanto nos desconhecemos faz-nos adoecer. O adoecimento é resultado da ignorância acerca de quem somos, como estamos, para onde vamos, de onde viemos. olhar para o corpo físico e vê-lo nas suas distorções e poder compreender o que está para além dele. nesse mecanismo de subjetividade profunda que vai para além do corpo, para além do cérebro, para além do corpo perespiritual na psique do indivíduo, na psique do indivíduo, traduzindo as suas emoções e podermos perceber que essas emoções elas desguam no cérebro, que hoje a neurociência tenta escrutinar, tenta esquadrinhar e fala e falar de uma competência, mas ela está falando dos efeitos, ela não tá falando das causas. Quando mergulha nas estruturas cerebrais, tentando equivaler os comportamentos, emoções, sentimentos humanos, ela ainda está falando das expressões que chegaram no cérebro, porque na visão espírita, o cérebro é consequência do ser espiritual. O ser que somos, o cérebro não é a causa das nossas emoções, não é a causa do nosso pensamento, não é a causa do nosso sentimento, não é a causa da vida. O cérebro é um equipamento como um computador, mas tem um programador que senta e tecla o computador. Esse que tecla é o espírito mortal. O equipamento é o cérebro, mas a ciência avança para mostrar essa interação de unidade quando estamos encarnados, aonde o ser que somos se expressa pelo corpo de tal modo que a
la é o espírito mortal. O equipamento é o cérebro, mas a ciência avança para mostrar essa interação de unidade quando estamos encarnados, aonde o ser que somos se expressa pelo corpo de tal modo que a gente tem a impressão que chegou na causa quando mata uma bactéria com um antibiótico, acabou com problema e vai aplicando antibióticos. Terra micina, depois terra em cima e a pessoa morre. Porque nós não conseguimos resolver o problema da pessoa, ela morre. Porque a causa é ascendente. Nós estamos tocando na periferia, nós estamos na ponta do iceberg, nós estamos na casca, que é o corpo. E ainda que nessa casca ela tenha essa delicadeza que é a estrutura cerebral, nós estamos além dela nas nossas emoções que se desaguam no cérebro. E é verdade que se houver uma alteração cerebral impacta o ser que somos. Mas a origem é do espírito imortal, que já era antes de que a primeira célula nervosa pudesse no 14º dia se constituir quando fomos gerados o neuroblasto, quando o espermatozoide se uniu ao óvulo e foi se multiplicando em mórola, depois em blástola e depois foi formar um embrião. O primeiro passo na constituição do sistema nervoso foi o neuroblasto, mais ou menos no 14º dia após a fecundação. Ali começou o cérebro. Nós já éramos, já tínhamos emoções, já pensávamos, tínhamos um objetivo delineado antes de reencarnar, porque nós não éramos ali a célula, nós éramos um ser voltando. Esse olhar a ciência médica ainda não alcançou. tratamos os efeitos, as consequências nobilisticamente, mas não temos ainda a competência de poder remontar as causas profundas das emoções. Emoções que nos fazem adoecer ou ter saúde de conformidade como manejamos essas emoções. Emoções de medo, de raiva, de alegria, de tristeza, de asco. Essas emoções que todos temos, todos dispomos, emergente lá do nosso processo evolutivo animal, luta e fuga e paralisação. Ou a gente enfrenta para matar o outro, para comer de sobreviver, ou a gente corre para não ser comido alimentando o outro, ou a gente paralisa
so processo evolutivo animal, luta e fuga e paralisação. Ou a gente enfrenta para matar o outro, para comer de sobreviver, ou a gente corre para não ser comido alimentando o outro, ou a gente paralisa de medo e se joga no chão e faz que tá morto e o predador vem cheira. É, não é agora. Ele não tá com fome, vai embora. E a gente levanta e sai correndo na espécie onde estávamos evolutivamente falando. Até hoje nós trazemos esses três movimentos egressos da nossa animalidade. Se eu disser, gente, eu tive uma vidência, esse teto vai romper daqui a 5 minutos. Fiquem tranquilos. Quando estiver 4 minutos, eu digo, ou daqui a uma hora. Quando tiver 50 minutos, eu digo que vocês podem sair. Tem gente que não vai conseguir sair paralisado pelo medo. Tem gente que vai levantar imediatamente, sair correndo naturalmente pro banheiro. E tem gente é assim, luta e fuga e paralisação é a forma como lidamos. Todos nós somos chamados a lidar com medo. O quanto de saúde eu tenho lidando com a emoção do medo, da raiva, da tristeza? Quanta competência tu tens para lidar com as tuas emoções? Aquele que é frio, que não sente nada, é um mármore, é o mais doente, porque caiu na indiferença, na alienação, descolou dos sentimentos. Você pode cometer o ato mais cruel, ele tá ali imóvel como se fosse uma estátua. E o outro que entra numa síndrome de pânico, porque eu brinquei dizendo que o teto ia cair daqui a uma hora. Entrou em síndrome de pânico, só de imaginar também no outro extremo de uma energia emocional que ele não dá conta de governar, que circula com velocidade e deságua no corpo físico, estimula o sistema neuromonal e ele entra em palpitação, sudorese fria, sensação de que vai morrer, tremor, pânico. E a emoção do medo lidando com a energia psíquica, ansiedade que vem às vezes exageradamente, é como nós lidamos com as emoções. Eu não sei o quanto vocês são saudáveis. Goianos naturalmente comendo piqui deve ter muita saúde para lidar com as emoções. Eu como tomo açaí, lido com outras
mente, é como nós lidamos com as emoções. Eu não sei o quanto vocês são saudáveis. Goianos naturalmente comendo piqui deve ter muita saúde para lidar com as emoções. Eu como tomo açaí, lido com outras emoções. Com medo. Eu tenho uma encrenca com medo. Mas é um pontinho, uma encrenca. Eu tenho medo de cachorro. Cachorro é um um ser ameaçador para mim. Se ele for grande, se for pitibu, eu nem olho para ele, saio ao largo. Meto. E eu não sei de onde veio esse medo. Supunha que vira o meu irmão ser atacado por cachorros, por cães. Gritava, não sabia que era ele. Ele subiu então assim do vizinho no muro e ele estava ensanguentado. Eu supunha que era por isso. Ele foi tomar, pegar uma pipa na casa do vizinho que tinha caído. Ele foi pro pronto socorro, eu vi ele passando com as pernas ensanguentadas, eu fiquei com trauma e ele ainda foi olhando para cima, pros papagaios. Como a gente funciona diferente diante dos fatores agressivos, né? Eu achava que era por isso, mas não é por isso. Eu tenho uma ancestralidade relacionado aos animais que, a exemplo do cão, da onça, do leão. Eu me sinto ameaçado. E como bom paraense, eu procuro fazer espírita, eu procuro fazer o manejo do medo. Então, quando eu vejo um cão, eu procuro um lugar assim, não é de fuga, é de tangenciamento para não enfrentar o cão. Mas há situações quais a que eu vou compartilhar com vocês que não tem solução. Eu ia numa rua 8 horas da noite, mais ou menos em Belém do Pará. Belém do Pará é uma cidade muito bela, mas nem sempre bem cuidada, porque lá tem um problema, chama-se políticos, mas não é o problema de ser Belém. Eu acho que também tem por aí. Não sei se pelo centro do país tem também. E eu vi um cachorro, era um pastor alemão. Olha, um pastor alemão não é um pequenês, não é um chitz, não é um, é um pastor alemão. É pastor e alemão. E a pior coisa quando você olha pro cachorro, eu sou especialista agora no medo, é quando você olha para ele e as orelhas estão assim. É de filme de terror, porque se tiver
alemão. É pastor e alemão. E a pior coisa quando você olha pro cachorro, eu sou especialista agora no medo, é quando você olha para ele e as orelhas estão assim. É de filme de terror, porque se tiver assim ou assim, mas se tiver assim é perigo à vista. Esse cachorro tava com a orelha assim. Então eu fui buscar minhas estratégias. onde é que eu subo ou onde eu me escondo. Não. E qual pau eu pego para poder me defender? Porque eu sempre lanço mão desse recurso. Tava limpa a rua excepcionalmente e não tinha onde subir. Apenas uma casa que eu notei que o portão estava entreaberto. Eu fiz, olhando para ele mais ou menos a uns 100 m, que não tinha visto ele e saí atravessando de obliquamente na direção da casa. E de rabo de olho eu percebi, porque quem tem medo sempre olha de rabo de olho. Eu olhei que ele veio também atravessando. Eu acelerei o passo, ele acelerou. Eu corri, ele correu. Mas um homem com medo corre mais que um cão. Eu cheguei primeiro na casa, fechei o portão. Quando eu fechei o portão, ele pulou no portão com a boca aberta. A boca era desse tamanho, porque quem tem medo? E eu segurei uma senhora no pátio com uma criança no colo, disse: "Abre a porta, moço, porque aqui é a casa do cachorro". O cachorro estava com medo de mim e eu com medo dele. Ambos medrosos. Ele com medo de gente e eu com medo de animal. Mas eu ganhei. Eu disse para ela: "Abre a porta uma conversa. Cachorro com medo avança." Fiquei atrás dela como se fosse um homem sombra. Deixou a o tempo passar para que nós pudéssemos nos acomodar, eu e o cachorro. E ela abriu a porta, o cachorro passou, parece uma lançadeira e eu saí. É, é vitorioso. Mais uma vez tô dizendo isso para dizer que todos temos medo, todos temos tristeza, são fenômenos humanos. O medo nos protege. Se ele seja gera e vera e gera fobia, patologia. Se a tristeza se aprofunda e gera depressão, patologia, distorção, mas a tristeza é normal, salvo se for crônica, porque aí passou a ser uma disfuncionalidade. Está experimentando a alegria é
tologia. Se a tristeza se aprofunda e gera depressão, patologia, distorção, mas a tristeza é normal, salvo se for crônica, porque aí passou a ser uma disfuncionalidade. Está experimentando a alegria é igualmente benéfico, desejável, mas se eu for car rindo o tempo todo, eu estou em surto. E se eu entrar na euforia, eu fui para além da alegria e tô com um surto, provavelmente no quadro da bipolaridade, no surto maníaco, para depois cair no surto, no polo depressivo. Do mesmo jeito, a agressividade. Todos nós temos energia agressiva. E se a nossa agressividade se mostra positivamente, tá tudo bem. Mas se eu desbordo para a cólera, para a raiva, para o ódio, para a vingança e para a crueldade, que são instâncias cada vez mais patológicas, eu estou adoente, estou precisando me tratar. Aí está a área das emoções, falando de como nós lidamos com as nossas emoções, se estamos saudável ou não nesse aprendizado evolutivo, nesse grande parto luminoso, onde a gente vai descobrindo novas dimensões de nós mesmos e fazendo com que o nosso projeto cósmico existencial ele se expanda, saindo da primitividade na direção da perfectibilidade possível de ser alcançada. De dar com as emoções, fala das nossas manifestações de saúde ou de doença. Em dias que passam velozes, difíceis, somos acuados por tantas demandas de diversas ordens que não conseguimos manter o equilíbrio. Seja na energia agressiva, manifestamos destrutivamente. Seja no medo que nos congela, que nos congestiona, seja no processo depressivo que assume cidadania, seja nas manifestações outras cruzadas, complexas da droga, adição, enfim, somos aqueles que vivemos num mundo muito pilhado e talvez um dos processos mais adoecedores que vivemos é o estresse crônico. Porque uma coisa é ter um estresse e passa. E depois é ter um estresse que nunca passa, você sofre aquele estresse continuamente como se fosse um elástico que você estica e depois solta. Ele volta para lugar. Mas se você manter ele esticado, ele perde a flexibilidade.
se que nunca passa, você sofre aquele estresse continuamente como se fosse um elástico que você estica e depois solta. Ele volta para lugar. Mas se você manter ele esticado, ele perde a flexibilidade. Os estudiosos do comportamento humano hoje sinalizam o estresse crônico como sendo a causalidade do nosso processo de adoecimento, envelhecimento e morte, porque ele subj todas as outras manifestações do comportamento. Mas nessa subjetividade, para além do cérebro, tomando pelo espírito a nossa psique, a nossa mente, aonde estão essas emoções primitivas que vieram da animalidade, aonde estão os nossos sentimentos? Aonde está o nosso pensamento? pensamento criador, pensamento que expressa para onde estamos canalizando a nossa força, qual é a direção que a nossa vontade está dando, é o pensamento. Estamos longe ainda de perceber como o pensamento é capaz de lesar-nos à psique, refletir-se no cérebro e fazer-nos experimentar um transtorno de personalidade ou um transtorno esquizofrênico e desagregarmos, entrarmos nos processos alucinatórios, perdermos a capacidade da nossa própria consciência, entrarmos no caminho da desrealização. não sabermos quem somos, para onde estamos indo. O pensamento é tão vigoroso que se alguém tiver ainda alguma dúvida disso, basta olhar uma sessão de hipnose. Você pega um objeto, induz a pessoa a hipnose dizendo: "Vou lhe tocar, estou com celular". é de com uma barra de ferro incandescente. E quando você toca na pessoa, faz-se uma flectena, uma bolha de água. O organismo responde imediatamente a uma indução que o hipnoterapeuta fez sobre o sensitivo, que materializa uma reação não só de sensação subjetiva, mas uma sensação mais uma ou uma manifestação objetiva, um sinal. é uma bolha d'água, não é imaginária, porque ele acha que aquele toque foi um toque de um ferro incandescente. nosso psiquismo se é capaz de fazer uma bolha, se é capaz de em duas tr horas fazer uma útra de estômago, de estresse, se ele é capaz de nos fazer colapsar, desmaiar
m toque de um ferro incandescente. nosso psiquismo se é capaz de fazer uma bolha, se é capaz de em duas tr horas fazer uma útra de estômago, de estresse, se ele é capaz de nos fazer colapsar, desmaiar o pensamento, quando usado, conectado com as emoções, ele promove horrores e amores, fatos que se diz miraculosos por serem tão extraordinários e fatos que se dizem demoníacos por serem tão extraordinários ao contrário. O nosso pensamento também é essa fonte de adoecimento ou de saúde, dependendo de onde eu aloco o meu pensamento. Ele traz-me, portanto, para uma realidade subjetiva, caracterizando na continuidade com que ele se manifesta. Como é que eu estou em saúde quando acordo e fico pensando? E não me dou conta que o meu pensamento é uma voz interna e essa voz interna tem um volume. E quando eu tenho inso, eu tenho um pensamento alto, uma voz interna alta, que pensa na cobrança, que pensa no filho, que pensa no marido, que pensa no chefe. E você pula de ponto em ponto numa velocidade incrível, pensando alto, você não consegue dormir porque há no pensamento um movimento desequilibrado. Ele ativa o nosso sistema nervoso e a gente fica no estado de tensão, de vigília, de ansiedade e não consegue dormir. Tem uma insônia. Mas se você baixa o volume, ao invés de pluralizar a sua movimentação, você torna mono circulante numa monoideia, num só objetivo. E se você lentifica esse pensamento dizendo: "Eu sou filho de Deus. Eu sou filho de Deus e me imagino, me embalando numa cadeira, numa rede. Eu sou filho de Deus. Crio uma imagem, diminuo o volume do pensamento, lentifico a fala, diminuo o volume e mantenho um só pensamento. Eu sou filho de Deus. Ou eu e o Pai somos um. Eu e o Pai somos um. Quase sussurrando. Eu duvido que você não durma. O impacto no cérebro é imediato. E aí você vai entrando, relaxa, vai relaxando, aí você volta a conciliar o sono. É você com você mesmo encrencar na insônia ou encrencado no sono. Do mesmo jeito que você vai fazer uma cirurgia dentária
aí você vai entrando, relaxa, vai relaxando, aí você volta a conciliar o sono. É você com você mesmo encrencar na insônia ou encrencado no sono. Do mesmo jeito que você vai fazer uma cirurgia dentária e tem uma alergia, por exemplo, ao anestésico e você diz: "Não, você deixa só me concentrar aqui." Você se autoipnotiza e o cirurgião vai, dentista vai e tira o dente ou faz a intervenção que precisa fazer, o implante que precisa fazer sem anestesia. a mente, o pensamento, conexão com a emoção nobre, a capacidade de você poder colocar a sua energia num lugar, de desconectar, se sentindo numa rede, se sentindo filho de Deus sendo embalado. No Pará, a gente usa muito a rede creco, creco, creco, creco. Até o creco é hipnótico. Quando a gente tem uma encrenca com alguém, a gente leva a pessoa pra rede, um filho pra rede, dois filhos brigando e te põe um aqui, outro aqui e fica creco, creco, creco. Eles não pode sair, não podem fugir, tão com medo. Aí a mãe vai ali fazendo a fala mediadora e no creco, creco eles fazem as pazes e os três dormem. O pensamento, o pensamento. Mas tem crencas. que estão para lá no perespírito dessa existência vigente. Então, vem conteúdos emocionais que desbordam no corpo, na emoção, no pensamento e que você não sabe de onde vem. E a medicina não consegue localizar a causa, a motivação, primeira etiologia. A psicologia não consegue discutir qual foi a origem daquela problemática do ponto de vista psicológico. Os estudiosos da neurociência e da mente da psiquiatria não consegue perceber o por aquela criança vivendo num larmoso, tendo tido parto legal, sendo amada, aos 12 anos faz um surto e a partir daí nunca mais voltou pro lugar. desenvolveu uma esquizofrenia efrênica, abordou e aflorou aos 13 anos, bem cedo. São conteúdos psicológicos que jazem na intimidade do ser. Eu vejo isso com muita frequência lidando no processo terapêutico. Eu estava lidando com um colega médico que que estava fazendo psicanálise e queria apoio para que eu pudesse ajudá-lo a ver como é que eu fazia o
com muita frequência lidando no processo terapêutico. Eu estava lidando com um colega médico que que estava fazendo psicanálise e queria apoio para que eu pudesse ajudá-lo a ver como é que eu fazia o processo da intervenção regressiva. E lá pelas tantas, eu disse, era um amigo. Eu disse, vamos pegar esse câncerzinho que você teve aí. Ele tinha tido um câncer de pele aqui. A cirurgia dermatológica extraiu com os bordos e não ficou nada, tá? foi dada como curado. E quando nós mergulhamos, ele foi para uma experiência incrível no inconsciente profundo. E ele viu-se como alguém que manejava as naus inglesas na posição de um comandante e tinha uma criança que cresceu desde que ele era jovem e foi crescendo e depois ele introduziu na corporação dentro das viagens que iam e vinham. E ele viu-se então numa cena, numa praia, quando eles tiveram feito uma missão, estavam para delinear a próxima missão. E então ele propôs qual seria a próxima missão para os marujos. E aquele jovem, aquela criança, discordou de forma áspera. Ele achou aquilo assustador porque era uma conduta que não tinha como pelo que acontecer. A criança veio, o jovem veio, se aproximou e discutiu com ele. E na discussão diante de todos, ele sacou de o punhal e o comandante cruzou os braços porque não queria que ele fosse capaz deer usar aquele punhal. estufou o peito, era o comandante, e ele cravou o punhal justo perto da clavícula, onde surgiu o câncer de pele. Ele viu-se fora do corpo, sendo levado por outros marujos que já estavam macunados com aquele. Foi para o mundo espiritual, sendo atendido, sangrava reiteradamente. E quando ele deixava de sangrar e pensava num evento, sangrava de novo. E um benfeitor no mundo espiritual lhe disse, cuidando-lhe: "Enquanto você não tirar essa mágoa, você sangra". E ele disse: "Mas eu não tenho razão, não é justo". Ele disse: "Sim e não, porque aquela criança, ela foi emergente de uma mulher portuária que tinha relações irregulares, fáceis, e você teve relações com ela." E ela engravidou
nho razão, não é justo". Ele disse: "Sim e não, porque aquela criança, ela foi emergente de uma mulher portuária que tinha relações irregulares, fáceis, e você teve relações com ela." E ela engravidou e disse que você era o pai. Aquela criança cresceu amando-te, mas como a mãe dizia que você não a acolheu como filho, ela odiava você. Então, ela vivia a ambivalência do amor e do ódio e foi crescendo do amor e do ódio. Ao mesmo tempo que ela lhe adorava como pai importante que era, era o demônio do ponto de vista emocional, porque o rejeitou, abandonou e não tem dor humana mais grave do que a rejeição e o abandono. Então ele cresceu e se desequilibrou. Matou o mau pai com o punhal. Esse colega saiu do trânsito num plano, num pranto muito copioso e me disse assim: "Alberto, esse marujo é o meu filho. É o meu filho. E disse-me: Ele ama, adora o mar como eu. Nós somos dois apaixonados pelo mar. E ele nasceu há 4 anos. E há 4 anos que veio se formando essa encrenca no meu peito. A aproximação do espírito mexeu nele ainda com os resíduos de mágoa e a mágoa emergiu e veio para o corpo na forma de um câncer. Imagine se ele não tivesse sido autoatendido antes, se tivesse ainda tudo nu e cru, aonde surgeri essas distorções? Talvez no pulmão, mas surgiu só na pele, era residual. E ele disse: "Eu tenho que amar mais o meu filho. Que ele já amava no processo da reconciliação todos os dias. Nós encontramos doenças que vem do nada, emergem no nosso corpo, na nossa emoção, na nossa mente, na nossa psique, na nossa espiritualidade. E a gente não sabe de onde é que ela veio, porque às vezes não tem uma causalidade nesta vida. Então, Allan Kardec é soberano. E as causas não são atuais, Evangelho Segundo Espiritismo remonte às causas anteriores lá estão, as distorões dos adoecimentos que vêm como processo de depuração, de reaprendizado, processos expiatórios que nos recolocam diante da vida no ponto do aprendizado se feito, depois de ter sido negado. Todos os dias nós encontramos em nós ou naqueles que
de depuração, de reaprendizado, processos expiatórios que nos recolocam diante da vida no ponto do aprendizado se feito, depois de ter sido negado. Todos os dias nós encontramos em nós ou naqueles que circundam conosco na constelação familiar essas ocorrências. Às vezes esses estão na patologia da interação social difícil de ser estabelecida com alguém que você desama desde que nasceu. Desde pequenino, você tinha uma versão como você poderia ter um desejo sexual mórbido. Como via um pai fazer isso? queria se matar porque desejava a filha recém-nascida e não não conseguia compreender como isso poderia ter sido estabelecido. Então, o atendimento espírita trouxe ele através da reencarnação a clareza da origem das suas encrencas internas. E assim aquela filha passou a ser só filha, não a ex do passado, do relacionamento passional. Todos os dias, caros amigos, somos levados a olhar para nós mesmos para encontrar no espiritismo as causas das causas e as soluções para essas demandas causais e para os seus efeitos das patologias que trazemos. ficar apenas na periferia do corpo, das emoções, do da psique, sem mergulhar na reencarnação, é impossível reescrever a nossa história e é impossível buscar a saúde fora se não buscarmos consonantemente, convergentemente dentro. E lá dentro está a figura do Cristo interno, ativado por Jesus. Esse Cristo interno que Allan Kardec nos deu a possibilidade de dizer que como espírito nós somos luzes. E como luzes somos capazes de poder trazer um conteúdo que pode reitinerar a nossa história. Por isso, Allan Kardec, Jesus e você estão conectados. Se estiverem conectados com o divino, necessariamente. Porque a grande doença é a desconexão da criatura com o criador. E a saúde na fala de Emanuel é a perfeita harmonia da alma e não só o equilíbrio do corpo. Daí a necessidade urgente e emergente de alinharm-nos com o Criador através dessa figura excelsa de Jesus. conectando-nos através do conhecimento espírita cardequiano e fazendo em nós valer o
o corpo. Daí a necessidade urgente e emergente de alinharm-nos com o Criador através dessa figura excelsa de Jesus. conectando-nos através do conhecimento espírita cardequiano e fazendo em nós valer o autoresgate, a autoiluminação através do autoconhecimento e a trajetória que podemos fazer, assegurando a saúde possível, mas a saúde que vai se concretizando dia a dia quando ela não está e a saúde que se mantém quando conseguimos alinhavar essa conexão, garantindo a amorosidade em cada passo Em cada pensamento, em cada gesto, em cada interação, ele veio. Pão da vida, luz do mundo. Tinha um olhar quente, profundo e solene na voz. Ele veio, mãos vazias desarmadas, nem escudo, nem espadas, só amor por todos nós. Toda noite sem estrelas ele ilumina, e as nuvens mais escuras ele desfaz. Ele veio, agitou a nossa alma, tirou o nosso trauma e nos deu a sua paz. Obrigado. Nosso profundo agradecimento ao irmão Alberto Almeida por ter aceito o convite, não é, e nos ensinar a cuidar da nossa saúde de maneira tão cheia de vida e espiritualidade.
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