42º Congresso Espírita de Goiás - Musical Jesus e Kardec

FEEGO 16/02/2026 1:28:16

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Transcrição

Keller, coordenação de dança de Carol Scrut Coreografia Carol Scrut e Iara Rosenfeld >> Figurinista >> são >> Ducelice Cenografia Ana Cárita e Letícia Lins. Iluminação Rodrigo RS: Pequi Amarelo. Grupo Teatro Família, Núcleo Cênico Bezerra de Menezes e do Grupo Arte Nascente, coordenador da banda Belo Colibri, Diogo Vanderlei, com arranjos vocais de Vinícius Guimarães e Vanessa Bertolini. Arranjo instrumental Leandro Carvalho, regente assistente Cel Freitas, regência de Rafael Loiola e amigos queridos como os coristas e musicistas. Coordenação geral Ana Cárita, Direção Geral Letícia Lins, uma produção da Federação Espírita do Estado de Goiás. Que esta apresentação seja para nós um momento de aprendizado, de inspiração, reafirmando o nosso compromisso com a evangelização como um instrumento de luz e união para os tempos atuais. Desejamos a todos uma excelente apresentação. M. Silvo do seu é quera. É. Ah. E veio em >> boa noite, pessoal. Noite. >> Boa noite, mentora. Nossa, que bom que você chegou, ó. Tá tudo pronto. O Wi-Fi celestial está estável, a conexão com o amor está segura e o coração já tá logado. >> Bom sinal, Rafael. Onde há sintonia, a rede segura e hoje o universo inteiro está conectado. >> Ah, eu imagino. Desde cedo o campo celestial estava lotado. Ó, ó, ó. E eu ouvi dizer que até os irmãos encarnados estão ocupando um anfiteatro vibracional. É, tô te falando. Olha eles aí. Sejam bem-vindos, irmãos encarnadas em visita técnica noturna. Ó, agora vocês estão em modo de sono lúcido, mas não é para dormir não, viu? Mas, ó, ninguém vai ser reprovado se tirar um cochilinho, não. Tá bom? Rafael, hoje é aquela lição síntese, o diálogo entre Jesus e Kardec para os tempos atuais. >> Tá querendo me dizer que é hoje o nosso episódio de gala do nosso Talk Show da Luz? Tema: Jesus e Kardec para os tempos atuais. Convidados ilustres, plateia interdimensional. Ai meu Deus, tô passando mal. Eu nem sabia que espírito passava malor. >> Calma. >> Ai meu Deus. >> Calma Rafael, calma.

e Kardec para os tempos atuais. Convidados ilustres, plateia interdimensional. Ai meu Deus, tô passando mal. Eu nem sabia que espírito passava malor. >> Calma. >> Ai meu Deus. >> Calma Rafael, calma. Você condutor. Sim. Um veterano da escola espiritual guiando aprendizes que estão em desdobramento. >> Veterano, mas ainda aluno, né? mentora, mas tudo bem, aqui ninguém se informa, né? A gente só muda de sala vibratória. >> É verdade. E em cada sala um novo convite. Conheça-te a ti mesmo para amar mais e melhor. >> Então eu quero saber uma coisa. Quem aqui veio de aerossonho direto sem passagem pelo umbral? Metura, ninguém levantou a mão. Mentura. >> Rafael, ainda bem que o bom humor não desencarna, né? >> Mas olha, he abre o coração, mas ouvir ilumina a mente. >> Verdade, você tem razão. Eu sei que a viagem foi turbulenta para alguns de vocês, mas não se preocupem, relaxem. Nosso piloto é o Cristo e seu plano de voo é o Evangelho segundo amor. >> Exatamente. Serão cinco lições. >> Cinco lições. >> Cinco aprendizados de um mesmo espírito. E no final veremos que o amor e a razão sempre caminham juntos. >> E depois de cada cena, um convidado especial vem conversar conosco. Mas é sem formalidades. É um talk show da luz, dois planos e uma missão. E sem corte de edição, diretora. Faremos assim, você fará as perguntas, ouvirá as respostas e no final ouvirá as respostas. Mas não esqueça de ouvir seu coração. >> Pode deixar. Então, turma encarnada, é assim que vai funcionar. Toda vez que eu acertar uma citação, o couro vai vibrar em luz. Agora se eu errar vocês tocam aqui na do quase. >> É esse mesmo, >> Rafael. Vamos lá. Serão cinco lições. Quer anotar? >> Vou anotar. Vou anotar. >> Vamos lá. A primeira lição será sobre a vontade e o ego. >> A vontade e o ego, certo? OK. A segunda lição será sobre a dor e o arrependimento. >> A dor e o arrependimento. >> A terceira lição será sobre a queda moral e o reencontro. >> A queda moral. A quarta lição será sobre as limitações físicas e a reparação.

bre a dor e o arrependimento. >> A dor e o arrependimento. >> A terceira lição será sobre a queda moral e o reencontro. >> A queda moral. A quarta lição será sobre as limitações físicas e a reparação. E a quinta e última lição será sobre a ascensão através da arte evangelizada. >> Nossa mentora, cinco degraus, mas um só caminho. Aqui a evolução é currículo de amor, né? >> E no final teremos uma surpresa. >> Adoro surpresas. >> Que não virá em forma de palavras. Sem palavras, >> mas com a presença viva da luz. Rafael, inicie o preparo da sintonia. >> Eu OK. OK. Senhor, que esta noite nos nos ilumine, que a mente pense com amor, que o coração ame com lucidez e que cada olhar aqui presente possa enxergar o mundo com mais compaixão ao despertar. A vontade é força, mas orgulho é prisão. Quando o amor desperta, nasce a libertação. >> Graças a Deus, Senhor. Graças a Deus, >> Rafael, abramos a primeira lição. >> A primeira lição. Ok. Ok. Ok. Ok. Tá por aqui. Pera que tá no meio desse papel aqui. Pera aí. Ah, tá aqui. Tema: O império da vontade. Agora imaginem o seguinte cenário. A vida do espírito quando a vontade domina o amor. Respirem, irmãos. A aula começou. Quem negocia vidas condena a própria. Quem silencia uma mãe ouvirá para sempre o seu pranto. Mentora, parece que eu já vi isso antes. Há silênci os que gritam >> e gritam mais alto no coração de quem despertou. A vontade sem amor transforma a vida em mercado. Mas quando o amor retorna, faz da queda a libertação. Rafael, vamos continuar. >> Ah, ok. Vamos continuar. Senhoras e senhores, recebam com uma salva de palmas o nosso primeiro convidado. Com vocês, Divaldo Pereira Franco. Go! Boa noite, Divaldo. Tudo bem com você? >> Boa noite, Rafael. Boa noite, Bia. >> Boa noite, >> Divaldo. Uma pergunta muito comum entre os nossos irmãos encarnados. Por que o homem acredita que mandar e destruir alguém é vencer? Meu filho, o homem busca a maldade porque tem o coração perdido. O homem domina porque teme ser dominado, controla

os irmãos encarnados. Por que o homem acredita que mandar e destruir alguém é vencer? Meu filho, o homem busca a maldade porque tem o coração perdido. O homem domina porque teme ser dominado, controla porque teme sentir. Mas o amor, há o imbatível amor. O amor é a força que não teme jamais. Então, o orgulho é uma defesa. >> Sim, o orgulho é uma defesa. É uma defesa que destrói. Allan Kardec pergunta na questão 785 do livro dos espíritos, qual o maior obstáculo ao progresso? Ah, essa é fácil. É o orgulho e o egoísmo. >> Sim, o orgulho e o egoísmo. E são eles que prejudicam, dão entrave a nossa evolução e prejudica a todos nós. E a humildade que eleva também é prejudicada. >> Mas Divaldo, e quando a vontade erra o caminho, é possível recomeçar? >> Sim, meu filho, é possível recomeçar. O amor é a verdadeira instrução para todos nós. Nós caminhamos sempre para o caminho do bem, procurando auxiliar ao próximo. É a chamada caridade. O amor de Deus está em nós, brilha em nós, brilha incessantemente em todos nós. >> Essa frase eu conheço, ó. Ela é de Emanuel, né, do livro Pensamento e Vida, capítulo 30. Acertei? Acertou. >> Sim. Muito bem. Mas vale lembrar que a dor é o eco do passado, mas também a vontade consciente que não erra jamais. A conquista moral se faz pelo esforço perseverante e pela educação da dor. Eu me lembro disso. Leão Deni nos ensina que a dor ela é uma advertência necessária. >> Exatamente. >> Mas deixa eu te perguntar aqui. A vontade então só se cumpre quando serve? O Cristo é o modelo da vontade sublimada. Kardec é razão que organiza o amor. Um veio nos ensinarnos amar. O outro dizia sempre: "Não há fé inabalável senão aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade." Kardec nos esclarece. Que bonito. Muito obrigado pela sua presença, viu, Kardec? Mas antes de você ir embora, posso te fazer mais uma pergunta? Primeiro pedir desculpa, né? Te chamei de Kardec. Meu Deus do céu. Tô nervoso. Tô nervoso. Divaldo, >> um dia ainda chego lá.

iu, Kardec? Mas antes de você ir embora, posso te fazer mais uma pergunta? Primeiro pedir desculpa, né? Te chamei de Kardec. Meu Deus do céu. Tô nervoso. Tô nervoso. Divaldo, >> um dia ainda chego lá. >> Chega com certeza. Posso te fazer uma pergunta? >> Claro, Rafael. >> Você tá aqui em per espírito? Não, Rafael, eu estou em vibração. É como um holograma espiritual, não a imagem da matéria, mas a presença emanada do pensamento. Ah, eu vibro tanto. É como se eu estivesse aí com vocês. >> Ah, então é isso que chamam de Wi-Fi da alma, né? Wi-Fi da alma. Essa foi muito boa. Não, não, não, não. Aqui o sinal é o amor e esse nunca cai. Eu eu sinto outra presença. É Joana de Angeles. Sim, ela está aqui em plano mais sutil do que este. Rafael, quem ama não precisa de palavras. Bia, você sabe disso? >> A vontade, >> o perfume, o perfume é o amor. >> É isso. >> A vontade é que tem uma força sublime, mas só o amor a torna. E quando o amor desperta, até o passado se transforma em caminho. >> É isso, Divaldo. Muito obrigada por suas palavras e por esta leitura. >> Muito obrigado, Divaldo. Muito obrigado a todos vocês. Eu peço permissão para me retirar porque eu tenho dois compromissos urgentes. O pessoal da mansão do caminho está me aguardando, meus amigos, preciso revê-los. Eu também tenho que passar na Federação Espírita do Estado de Goiás e dar um abraço na minha amiga Márcia Ramos e também no Jorge Godinho, meu grande amigo, >> um homem ocupado. >> Fiquem com Deus. >> Obrigado. >> Elevar-se é servir. Servir é amar. >> Chamei o Divaldo de Kardec. Jú. Ó, agora nós vamos assistir a segunda existência. >> OK. OK. M. Ok. julga com frieza, será julgado pelo amor que negou. Tá tudo bem, Rafael? Engraçado, parece que eu tava lá. O que pesava tanto em sua alma? >> É o peso do arrependimento, o início da libertação e também da cura. É curioso. É muito curioso o mesmo espírito que causou tanta dor. Agora senti o peso de tudo que causou. >> Muito curioso. >> É exatamente assim. Mas vamos continuar

io da libertação e também da cura. É curioso. É muito curioso o mesmo espírito que causou tanta dor. Agora senti o peso de tudo que causou. >> Muito curioso. >> É exatamente assim. Mas vamos continuar o nosso show. >> Vamos. Vamos. Senhoras e senhores, recebam com uma salva de palmas o nosso segundo convidado, Francisco Cândido Xavier. Querido Chico, boa noite. Tudo bem com você? >> Boa noite, meu filho. Tudo bem? >> Que ótimo. Chico, uma pergunta que não sai da minha cabeça. Por que o arrependimento dói tanto? Ah, meu filho, o arrependimento é a alma voltando para casa. Quando o espírito desperta, percebe as lágrimas que causou e chora dentro do próprio coração. >> Então, é um castigo, >> não é remédio. O remorço é agilhão que fere a consciência para que o espírito retorne ao caminho do bem. >> Então, ninguém está perdido, né? Ninguém, meu filho. Deus não cria ruínas eternas, cria oportunidades. Chico, Emanuel sempre fala de reparação, certo? Mas e quando não é possível reparar diretamente? Então, o amor repara, meu filho. O amor cobra a multidão dos pecados. É o retorno em forma de ternura. Então, o arrependimento não é o fim. É o começo da cura. >> Sim, meu filho. Depois da lágrima vem o recomeço. A dor é o mestre mais paciente. >> Chico, eu posso te fazer uma pergunta um pouco mais pessoal? >> Claro. >> Você sente vontade de voltar? >> Voltar? Ah, meu filho, a terra é uma escola de luzes escondida nas sombras. Quem ama volta sempre para servir. >> Agradecemos o nosso amigo Chico e a Emanuel, que o intui em pensamento. Que essas palavras repercutem no coração de todos nós como perfume de consolo. Meus filhos, o arrependimento é o abraço de Deus dentro de nós. Não temam, sintam-no e o transformem em amor. >> Graças a Deus. Obrigada, Chico. Obrigada. >> Quando a dor se faz ternura, >> nasce a flor da caridade. No planto que purifica. brilha a nova humanidade. Quem serve sem se deter renasce em cada jornada. O amor que tudo refaz é a estrada iluminada. Concentre-se.

faz ternura, >> nasce a flor da caridade. No planto que purifica. brilha a nova humanidade. Quem serve sem se deter renasce em cada jornada. O amor que tudo refaz é a estrada iluminada. Concentre-se. Quem nega a miséria esconde a própria Quem teme o espelho tem a verdade. Mentora, parece que eu estava lá, mas eu ainda não posso acreditar. Até a fé se transforma em vaidade. >> Rafael, quando o amor não habita a crença, a fé se transforma em orgulho com vestes santas. Meus irmãos, nós acabamos de assistir uma cena do que que acontece quando a fé se distancia da caridade. São chegados os tempos em que devemos compreender que não há como ter amor dentro da religião sem que a compaixão florça. >> Você tá certa, minha tora? Vamos continuar nosso tal show. >> Vamos, vamos continuar sim. E agora com vocês o nosso amigo Dr. Bezerra de Menezes. Dr. Bezerra de Menezes, que prazer ter o senhor aqui. Boa noite. Tudo bem com o senhor? >> Boa noite. Tudo bom, Rafael? >> Que ótimo. Tô bem, graças a Deus. Doutor, como evitar que a fé se transforme em orgulho disfarçado? É preciso que você saiba, meu filho, que o orgulho é a máscara mais bem feita do ego. O homem pode vestir-se de fé e estar completamente no sentimento de amor. A verdadeira religião, a verdadeira espiritualidade é aquela que transforma o coração em lar para todos. Mas por que que é tão difícil conviver com a diferença dos outros, até mesmo entre os que acreditam no mesmo ideal? Ah, meu filho, é porque a vaidade ela separa tudo aquilo que o amor deseja unir. E a missão do Espiritismo é unificar corações e não criar muros de opinião entre as pessoas. A caridade, ela é o elo, ela deve ser o elo que sustenta a fé verdadeira e o conhecimento profundo. >> Dr. Bezerra, e essa caridade para que os nossos irmãos possam sentir no coração? É apenas dar coisas materiais? >> Muito boa a sua questão, minha filha. Não, na realidade não é só a doação das coisas materiais, é a doação pessoal. Porque o pão sem ternura é pedra fria,

no coração? É apenas dar coisas materiais? >> Muito boa a sua questão, minha filha. Não, na realidade não é só a doação das coisas materiais, é a doação pessoal. Porque o pão sem ternura é pedra fria, mas o pão com amor é a luz que se materializa na vida do nosso semelhante. Mas e quando a gente erra dentro do bem, doutor? Quando a gente quer ajudar e acaba ferindo, depende muito da intenção, meu filho. Porque é importante lembrar que a intenção verdadeira, ela ela é uma semente bendita e mesmo quando lançada em solo árido, um dia ela germina. O importante é não desistir nunca. Dr. Bezerra, o senhor fala muito em unificação, mas essa unificação, ela é realmente possível até mesmo entre os espíritas? Claro, meu filho, principalmente entre os espíritas que representam o consolador prometido por Jesus. Seguimos unificando corações porque solidários seremos união. Separados uns dos outros, seremos apenas pontos de vistas, mas juntos alcançaremos a realização dos nossos propósitos. >> Que mensagem poderosa, doutor. Que coisa linda. Até anotei aqui, ó. Mas doutor, o que fazer com aqueles que não querem mudar? Meu filho? Cada espírito tem o seu tempo e Deus não força o amadurecimento de ninguém. Essa é uma experiência de cada um. O importante é sempre auxiliar o nosso semelhante no seu processo de desenvolvimento, sem julgar o nosso companheiro. >> A fé raciocinada é ponte entre a razão e a ternura. É o coração que pensa e a mente que ama. >> Exatamente isso, minha irmã. E nesse sentido, nós precisamos, na verdade, de menos pregadores e mais exemplos. Nós precisamos de poucas bocas que falam e mais mãos que levantam. Esse é o sentido do nosso trabalho na sintonia com Jesus. >> Doutor, o Senhor é um desses exemplos. Nada disso, meu filho. Eu sou apenas um servo. E o servo é aquele que serve. A luz, ela nunca diz o nome da lâmpada, ela simplesmente ilumina. >> Dr. Bezerra, foi lindo, né? Nós te agradecemos a sua presença, Dr. Bezerro. >> Meus filhos, o Evangelho não é um livro.

que serve. A luz, ela nunca diz o nome da lâmpada, ela simplesmente ilumina. >> Dr. Bezerra, foi lindo, né? Nós te agradecemos a sua presença, Dr. Bezerro. >> Meus filhos, o Evangelho não é um livro. O evangelho é uma presença, é uma ferramenta transcendental para a nossa transformação. Portanto, sedes cada um de vocês um exemplo vivo, uma luz que se ilumina, materializando a vontade de Jesus escrita nos Evangelhos. Muita paz. Alma que ama reú. Obrigada. Obrigada. Dá em paz. >> A que julga separa. O amor não discute, apenas ampara. O bem não grita, ensina. Por perdão é o seu altar. Quem serve com alegria começa a se iluminar. O corpo é oficina, a dor é mestre. A limitação é o molde da libertação. Eles são mais fortes do que parecem. As deficiências, meu filho, são reparações bem ditas, caminhos de luz onde antes só haviam sombras. Rafael, não se assuste. Mas nosso próximo convidado não se assuste. Nosso próximo convidado já chegou. >> Chegou. tá atrás de mim agora. É o Kardec, mestre Kardec, meus irmãos, toda dor é escola, toda deficiência é recurso educativo da alma. O corpo é apenas instrumento. O espírito é o músico. >> Com vocês o nosso professor Alan Kardec. Mestre Kardec, que honra ter o Senhor aqui conosco essa noite. O Senhor é inconfundível. Mestre, uma pergunta. Por que algumas pessoas nascem com tantas limitações físicas ou mentais? Isso é punição. >> Não, meu filho. As aflições são provas necessárias à elevação. Os espíritos escolhem-nas antes de encarnar para purificar-se e apressar o progresso. Não. Então, pera aí. O senhor tá querendo me dizer que aquele homem limitado era o mesmo homem que havia causado muito sofrimento em outra vida? >> Não. >> Sim. >> Sim. E agora, ao sentir na própria carne a dependência, aprende o valor da solidariedade. As limitações são bênçãos ocultas que disciplinam o orgulho e exaltam a humildade. Mas, mestre, por que há pessoas que zombam ou maltratam aqueles que sofrem? >> Porque ainda não aprenderam a ver o espírito atrás da forma.

ãos ocultas que disciplinam o orgulho e exaltam a humildade. Mas, mestre, por que há pessoas que zombam ou maltratam aqueles que sofrem? >> Porque ainda não aprenderam a ver o espírito atrás da forma. Sinto que estamos em uma época de muito desentendimento e polarização. >> A questão 812 de O livro dos Espíritos, os nossos bondosos amigos da codificação nos esclarecem: Os homens se entenderão quando praticarem a lei de justiça. >> A fé raciocinada é a única que enxerga lei das aparências. Ela nos mostra e faz com que compreendamos que todo sofrimento é caminho de luz. >> Sim, minha filha, a fé que raciocina é farol do coração. Ela consola sem fanatismo e ilumina sem orgulho. >> Mas, mestre, o que o senhor diria? Aqueles que sofrem se perguntam: "Por que eu >> diria o que Jesus nos ensinou? Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Não há dor sem sentido no universo. Toda lágrima tem endereço certo no coração de Deus. O corpo cala, o espírito desperta, o amor adorador ensina o que o orgulho não quis ouvir. >> Obrigada, mestre Kardec. A sua presença honra a nossa escola dos espíritos. Meus irmãos, a deficiência é só aparência. Todo espírito é perfeito em essência. Vede no corpo e sofre o templo da redenção e na dor o roteiro da alma para Deus. Obrigada, professor. Vai em paz, Rafael. Voltaculpa, desculpa, desculpa. >> Kardec, >> Kardec, você viu? >> E aí, você tá aprendendo muito? Ah, tô aprendendo muito. Eu anotei tanta coisa, eu fiquei meio nervoso no começo, errei alguns nomes, mas tá tudo certo, porque eu tô conseg Oi, Bia do céu. Bia daqui, né? Bia daqui. Nossa Senhora. Esqueci de fazer uma pergunta para eles. >> Meu Deus. >> Mas Rafael, você não se preparou, anotou tudo. Que que você esqueceu, rapaz? >> Esqueci de perguntar. Vocês podiam me deixar um autógrafo? >> Rafael, não faça isso. Nós estamos aqui na Escola dos Espíritos. >> Vai saber quando eu ia encontrar. Gente, acabou de falar sobre o ego, >> certo? Desculpa, desculpa, mas eu tô aprendendo.

ógrafo? >> Rafael, não faça isso. Nós estamos aqui na Escola dos Espíritos. >> Vai saber quando eu ia encontrar. Gente, acabou de falar sobre o ego, >> certo? Desculpa, desculpa, mas eu tô aprendendo. >> Tá bom, tá bom. Quero saber se você tá aprendendo mesmo. >> Vamos lá. É uma prova oral rapidinha. Você não fez com os com os seus ajudantes com quem tá aqui. >> Sim, sim, sim. Verdade. >> Vamos lá. Me diz. Ah, bem difícil. Deixa eu mostrar. Ah, não. Difícil não. >> Já sei. >> Hã, >> o que significa caridade conforme entendia Jesus. >> Ah, essa é fácil. Espera, espera. Ai, eu lembro, eu lembro, eu lembro. Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições dos outros e perdão das ofensas. Sinto em você o que eu sinto. >> A sua voz diz o que eu digo. Vamos mudar o que é preciso. As pedras não impedirão. A paz da terra, céu e no mar. Nossos corações vão se ligar numa só corrente, no mesmo lar, numa só nação redondo azul. Numa só família, de norte a sul, vamos cantar para valer a paz do mundo e transformar. Tudo mais em um segundo. Flores perfumam o ar e vão livres. Nessa harmonia de luz de vários timbres. Há um impulso, >> há uma força entre nós e nessa aliança numa voz comos Os corações vão se ligar numa só corrente, o mesmo lar. Uma só nação redonda azul. Num família de norte a sul. Vamos cantar para baleer a paz do mundo e transformar tudo mais. Em um segundo, flores perfumam o ar e vão livres. Nessa harmonia de luz de vários times, vamos cantar para valer a paz no mundo e transformar tudo mais em um segundo. Cores perfumam o ar e vão livres nessaia de luz de barimbres. Há um impulso, >> há uma força entre nós, >> que nos conecta >> nessa aliança, numa voz. Ai, que lindo, >> mentora. Essas crianças, essas cores me fazem lembrar algo que eu perdi. >> Você não perdeu, rapaz. Você só esqueceu o que veio procurar. A arte é o evangelho vivo. Cada nota, cada encenação são gestos de Deus que buscam a beleza eterna. >> Agora eu entendo, a arte ela não é distração, ela é

rapaz. Você só esqueceu o que veio procurar. A arte é o evangelho vivo. Cada nota, cada encenação são gestos de Deus que buscam a beleza eterna. >> Agora eu entendo, a arte ela não é distração, ela é redenção. >> Isto é a linguagem dos anjos que aprenderam a amar. Leão Deni nos ensina que a arte é a busca pela beleza eterna, aquela que da Terra a gente só compreende um reflexo. >> Mas como alcançá-la? >> Para alcançar a plenitude da arte, a sua inteireza, é necessário galgar degrau a degrau até chegar na fonte que emana. Qual seria essa fonte? Rafael, >> Jesus. >> Quase. Jesus é quem? Jesus >> Deus. >> Claro. Deus. Deus. Quando a gente busca a beleza eterna, é claro, a fonte é Deus, fonte primária de tudo que existe. >> A beleza é caminho. Ah. É oração. O amor é verro que cura o coração. Senhor, hoje não há mais perguntas, apenas gratidão. Mas se me permite, ainda gostaria de entender por o amor custa tanto para caber dentro de nós. >> Rafael, sinta no seu coração. Ele não fala com palavras e sim com presença. Meus irmãos, vocês também estão conectados nessa vibração? Fechem os olhos, façam a pergunta que vem do coração e escutem. Escutem a resposta que vem de Cristo Jesus. Hoje eu tive a certeza que pode dar certo. Todas as minhas perguntas tiveram respostas e agora cabe a mim trilhar o melhor caminho. Obrigado. Eu não descobri um grande sentido. Só percebi que quando eu faço o que posso com honestidade, o caminho aparece um pouco mais claro. É >> isso mesmo, irmão. Obrigada. >> Eu passei muito tempo esperando um pedido de desculpas. Hoje eu entendi que o perdão não era para o outro, era para eu conseguir seguir em frente. Graças a Deus. Obrigada. Jesus responde na consciência quando o coração se aquieta. Senhor, agora eu entendo. Cada dor, cada vida, cada gesto eram capítulos de mim. Era eu. Eu fui algóz, eu fui vítima, mas eu sou aprendiz e eu sei que o amor estava sempre comigo, esperando eu despertar. >> Entenda, Rafael. Nada por acaso. Nós acabamos de assistir à cinco últimas

Era eu. Eu fui algóz, eu fui vítima, mas eu sou aprendiz e eu sei que o amor estava sempre comigo, esperando eu despertar. >> Entenda, Rafael. Nada por acaso. Nós acabamos de assistir à cinco últimas existências suas. Veja, todos assistiram conosco. Você cresceu tanto. Eu quero te dizer que eu estive lá em todas elas te amando em silêncio, te guiando pelas sombras. Você cresceu muito, meu filho. A espiritualidade amiga já não me permiti. Mas eu preciso saber de você, Rafael. Se na sua próxima existência eu possa ser a sua mãe. Com certeza. O amor eu laço quem não morre. A vida é escola de perdão. Cristo é o mestre que retorna em cada despertar do coração. Oh. เฮ do perdão da bondade infinita. Não destruiu a lei, só retirou o véu. O amor que se do e ampara toda a fé de um grão de mostarda nos prometeu enviar o consolador amor. a luz para humanidade. Espiritis Jesus com toda a humildade, a luz para a humanidade. A boa nova se faz >> com a caridade. nos deixou além. Vozes sem sinfonia. Vem ditar nossa filosofia. >> Lá está nosso lar. Somos imortais. desprender do teu renascer a luz para a humanidade. Espiritismo Jesus com toda a humildade a luz para a humanidade. A boa nova se faz >> com a caridade. toda luz para nos enviou luz com a caridade. Ai, Bia, agora eu entendo. Agora tudo faz sentido. O evangelho é arte da vida e o espiritismo é o amor em ação. >> Exatamente. >> Meus irmãos. A lição terminou, mas a luz continua. >> Tudo passa, no entanto, nada termina. A lição continua em cada amanhecer, em cada gesto que se faz com amor. Sim, meu filho, o evangelho não se encerra no coração de quem ama. O palco, o teatro é apenas um ensaio. O verdadeiro palco é a vida, a oportunidade que nós temos de servir. >> E vocês, irmãos encarnados que estiveram conosco em pensamento e luz, levem daqui o som da bondade. É ela que mantém a conexão com o alto. Meus irmãos, que Jesus e Kardec acompanhem-nos nos tempos atuais e por todos os tempos. Vamos cantar juntos. Vamos cantar juntos.

, levem daqui o som da bondade. É ela que mantém a conexão com o alto. Meus irmãos, que Jesus e Kardec acompanhem-nos nos tempos atuais e por todos os tempos. Vamos cantar juntos. Vamos cantar juntos. Essa vocês conhecem o mundo veste espelho se disfarce, muda o sentido e finge compreender. Quem se ergue em fé no amor faz da verdade o seu maior saber, saber. Muitos se entregam aos convites da ilusão. E Kardec mostra como nos criar a razão. >> Se quer ser feliz e ser bom, vibre alto, mude o tom. que vem esclarecer que eu jamais irei morrer, que a vida continua além, mas que devo retornar também e me iluminar servindo. A voz do mestre amado é suave. Ergue a esperança de quem já tombou. E ao coração cansado vem a luz que nunca desbotou. No tempo, no tempo. Segue alma amiga, acolhendo a dor que traz. Pois o Cristo chama, vinde a mim e sinta paz. Se quer ser um homem de bem, viva o evangelho e vem. Jesus, você é meu amor. Jesus, você é meu amor. Tudo passa quando estou aqui. Eu me entrego e me curo em ti. Vou te abraçar servindo. Uh. A voz do mestre amado é suave. Er a esperança de quem já tombou e ao coração cansado vem >> a luz que nuncaou >> no tempo, no tempo >> segue alma amiga, acolhendo a dor que traz, >> pois o Cristo chama vende abrir e sinta paz. Se quer ser o homem de bem, viva o evangelho e vem e vem. Jesus, você é meu amor. Jesus é meu amor. Tudo passa quando estou aqui. Eu me entrego e meurro em ti. Vou te abraçar servindo. Jesus, você é meu amor. Jesus, você é meu amor. Tudo faça quando estou aqui. Eu me entrego e me curo em ti. Hoje te abraçar servido. Oh. Vai lá, Rafa. Ah, alô. Não há palavras para agradecer. Obrigado pela presença de todos. Queremos fazer com carinho aqui a apresentação de todas as pessoas que participaram, né, que estão participando nesse momento do espetáculo. Como a minha memória é um pouquinho falha, trouxe uma colinha, certo? Primeiro, então, eu vou apresentar cada um do couro. Medida que eu apresentar, é só você se manifestar, ok? Vamos lá.

espetáculo. Como a minha memória é um pouquinho falha, trouxe uma colinha, certo? Primeiro, então, eu vou apresentar cada um do couro. Medida que eu apresentar, é só você se manifestar, ok? Vamos lá. Vanderlei Alves Coral, Moacir Moreira Camargo, Júlio César Borges, Cadu Santana, Antônio Félix de Souza, Ivana Rais, Marise Souza e Silva, Rosamira Guerreiro, Jacira Pereira Cardoso, Silvia Patrícia Jan Moura aí, regente Rafael Loiola aí, subregente o Ciel, inclusive tá no piano também, tá? E aqui os instrumentistas, Diogo Vanderlei, Álvaro Dias, Ulisses Correa, Cel Freitas de Novo e Douglas Vilas Boas. Isso aí, >> muita gente. Então, se eu esquecer de alguém, vocês puxam me orelho aqui, tá? Por favor. Nós temos a nossa querida Marcinha, maravilhosa. Claudinha, a Marcinha, a boneca. >> Mas é a boneca. A gente batizou, esqueceu aí, Renato, Iuri e Uurley. Quem tá aí do lado aí que eu não tô vendo? Bruno, quem tá mais aí? Letícia, a nossa figurinista Dulce, Duda, Ster e Andrei, Maria. Carol, Yasmin, >> Kenia, >> Andressa, Iara, Clara, G Will é muita gente. Steven Kelly, Ana Paula, Catarina, tem que chamar especial esses dois aqui, né, gente? Ana Cárita e Ícaro. Os solistas, por favor. Bom, cada um se apresenta. Maurício, >> Letícia Lins, >> Fernando Sabino. >> Ah, perdão. Fernando Sabino, >> Maite Keller, >> eu sou malu. >> Maria Fernanda. >> Bom, e a gente gostaria de agradecer a vocês também que vieram assistir a gente. Muito obrigada. Foi um processo com foi feito com muito carinho, com muita dedicação, muito esforço, muita gente envolvida e a gente gostaria de chamar aqui a dona Márcia, por favor. >> Ah, vai ter que vir, né? >> Vem cá. Assistiu todos os ensaios, estava em todos os ensaios, >> tava presente, >> fã número um. >> Foi. E já agradecendo também a equipe técnica, Rorce. Bom demais, maninho. Eliminação. Sérgio também, né? >> Fernando. >> Fernando, >> Andrei, >> o Renato Piqu amarelo. Galera do Piqu amarelo. >> Isso aí. >> Cumprimentar essa turma aguerrida.

ica, Rorce. Bom demais, maninho. Eliminação. Sérgio também, né? >> Fernando. >> Fernando, >> Andrei, >> o Renato Piqu amarelo. Galera do Piqu amarelo. >> Isso aí. >> Cumprimentar essa turma aguerrida. Todos os domingos tem dois meses que eles passam a tarde toda ensaiando e eu junto, claro, assistindo e implicando. Então vocês estão de parabéns, uma equipe maravilhosa e vamos combinar que o ano que vem a gente estará juntos, gente, juntos no próximo congresso. Gratidão a todos. Ai vai >> vai embora. Não, vamos fazer uma foto, aquela foto bem legal. >> Nós vamos ficar aqui, sabe aquelas fotos de gente que a gente vê na nas redes sociais? Vamos tentar fazer uma também. Vamos. Então nós vamos ficar aqui, vocês levantam e e e faz um de conta que vocês gostaram muito. Aí vocês gritam, tá bom? Vem, pessoal. Todo mundo aqui, ó. André, >> isso aí. Vocês acendem. Pode acender a lanterninha. >> Isso aí. >> Então vamos lá. Os os maiores. Vamos todo mundo sentar. Dá conta, Maurícia, de sentar. Tá bom. Então você vai virar para lá, ó. Ah, gente, eu não sei se vocês perceberam, >> mas esse aqui foi nosso Kardec, o Cadu que fez Kardec, foi pro couro. Por favor, né? Vamos, vamos chamar também aqui o nosso maestro, por gentileza. Vamos chamar o Godinho, nosso mestre Godinho. Vamos subir aqui também. Márcia Riso. Vamos lá. Nosso amigo Adriano Pinheiro. Pinheiro. Tem que aparecer o público, hein, gente. Mãozinha para cima. Ah. Muito obrigada e boa noite a todos. E amanhã tem mais congresso, hein? Até amanhã. >> Boa noite, pessoal. Tudo de bom para vocês? A gente agradece de coração, viu? Tudo de bom para vocês. A gente agradece muito. Sinta o nosso abraço, nosso carinho. >> Até amanhã, 8 horas da manhã. Essa

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