#36 Estudando O Livro dos Espíritos - Encarnação nos diferentes mundos - parte 3
A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.
Estudando o livro dos espíritos, um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Olá, saudação fraterna a você que nos acompanha de casa. Estamos iniciando nosso estudando o livro dos espíritos. nossas boa-vindas, boas-vindas a Cris, nossa parceira aqui de apresentação do nosso estudo e também ao Luciano, Euzita e a Andreia Beatriz que está fazendo aí a interpretação pra gente hoje para Libras. Então, a André Beatriz é intérprete de Libras da Comunão Espírita de Brasília e ela deverá contar com o apoio de Ariane Silva Rabelo, que está com probleminha técnico, mas vamos ver se ela aí chega conosco. Ela é do departamento de inclusão e acessibilidade da US Intermunicipal de São José do Rio Preto. Fechado o microfone, Cris. Muito bom estarmos novamente juntos aqui para mais uma edição de Estudando o livro dos espíritos. E eu quero apresentar o nosso convidado de hoje, né, que na verdade já esteve aqui conosco, é o Luciano Alencar, colaborador na assessoria jurídica da FEB, advogado, professor e empresário. Seja bem-vindo, Luciano. Muito boa noite, Cris, Carlos, Andreiaita e demais irmãs e irmãos que conosco aqui acompanham o estúdio de hoje. Uma alegria enorme estarmos juntos. E nós também temos nossa convidada hoje, Euzita Melo V, que já esteve conosco, é pedagoga, especialista em educação pela UFG, unidade federal de de Goiás. Eh, também ela é escritora, expositora espírita, coordenadora nacional de junta da a eh do estudo da obra básica da área de estudo do espiritismo da Federação Espírita Brasileira do CFN, membro da equipe de O Evangelho Rede Vivo da FEB e coordenador estadual da área de estudo do Espiritismo da Federação Espírita do Estado de Goiás. Muito bem-vinda, querida Eusita. Obrigada, Carlos. Boa noite para você, para Cris, Luciano, Andreia e todos vocês que estão conosco nesse momento precioso. Que Jesus abençoe a todos nós. Nós gostaríamos de sublinhar que o Estudando o Livro dos Espíritos conta
e para você, para Cris, Luciano, Andreia e todos vocês que estão conosco nesse momento precioso. Que Jesus abençoe a todos nós. Nós gostaríamos de sublinhar que o Estudando o Livro dos Espíritos conta com um pool de transmissão, né? Nossos agradecimentos especiais a CONSEB pela parceria na interpretação do nosso estudo para Libras e também todos os parceiros que retransmitem o nosso estudo, que fazem parte desse esforço de transmissão simultânea. TV SEI, Federação Espírita Portuguesa, Federação Espírita do Distrito Federal, Federação Espírita Catarinense, Mansão do Caminho, Espiritismo.net, Web rádio Fraternidade, Web Rádio Amigo Espiritual, Editora de Luz, Portal da Luz, TV Secal, Seridó Espírita e Casa Espírita Seara de Luz, além de todos os internautas, que a gente tava reparando isso desde cedinho já se manifestando no chat de todos os estados do Brasil. Sejam todos muito bem-vindos. Muito bem, nós contamos também com a retransmissão pela União Espírita Paraense e hoje nós vamos dar continuidade ao estudo da segunda parte do livro dos espíritos, capítulo 4 da pluralidade das existências. O tema encarnação nos diferentes mundos. As perguntas 183 a 188. você está aí com o livro dos espíritos para acompanhar a partir da questão 183, nós vamos perguntar para Eusita. Eusa, na 183 ao registro da pergunta: "Indo de um mundo para outro, o espírito passa por uma nova infância?" Olha, os espíritos são bem claros, Carlos. Eles dizem que em toda parte a infância é uma transição necessária, mas não é em toda parte tão obtusa quanto no vosso mundo. O que que significa isso? Essa necessidade de adaptação do espírito à sua nova existência corporal é um fato. Agora, a maior menor intensidade desse momento depende da evolução de cada planeta onde ele está retornando para suas atividades. Eu fico imaginando eh para nós o significado da infância tão longa que Emanuel diz que a reencarnação se complementa aos 7 anos. E esse momento precioso quando o espírito tem que reaprender tudo,
des. Eu fico imaginando eh para nós o significado da infância tão longa que Emanuel diz que a reencarnação se complementa aos 7 anos. E esse momento precioso quando o espírito tem que reaprender tudo, reaprender a andar, a comunicar, a articular o pensamento, a fala, esse momento precioso. Nós perdemos muito tempo porque não aproveitamos para o processo de reeducação do espírito. Habitualmente a criança, nós esperamos que ela comece a questionar para que a gente comece a semear coisas novas para ela. E me permitem, Guerra Junqueiro tem um verso fantástico em se referindo a essa preciosidade desse momento, quando ele diz: "As almas infantis são pérolas de leite em urnas virginais. Tudo quanto ali se grava e ali se escreve cristaliza em seguida e não se apaga mais. Então que a nossa infância não seja somente um período obtuso, mas seja um período de projetos para pais e educadores para que esse espírito se veja retornando a vida corporal com mais ganhos em seu processo de aprendizado facilitado por nós que os recebemos. Muito bom, Elita, linda, linda, eh, ilação, né, desse nosso grande escritor. Eh, faremos agora a próxima questão pro Luciano com referência à questão também que envolve o livre arbítrio. Luciano, questão 184. Tem o espírito a faculdade de escolher o mundo onde passe a habitar? Ô Cris, nem sempre, porque vai depender do nosso da nossa evolução, né, do grau de elevação de cada um de nós. Para nós sermos assim bem fidedignos a resposta dos espíritos superiores, eles dizem lá que o espírito pode até pedir que lhe seja permitido ir para esse ou para aquele plano, mas ele depende do merecimento. Então essa possibilidade de escolha está diretamente relacionada a ao grau evolutivo de acordo com o nível de consciência de cada um de nós, de cada criatura. E por isso então que nem tudo aquilo que nós queremos nós merecemos, nem tudo aquilo que nós queremos nós podemos. Então, nós temos exatamente o que precisamos pro nosso processo evolutivo. E pra gente ilustrar isso e buscar uma
o aquilo que nós queremos nós merecemos, nem tudo aquilo que nós queremos nós podemos. Então, nós temos exatamente o que precisamos pro nosso processo evolutivo. E pra gente ilustrar isso e buscar uma fonte no Evangelho do Cristo, nós poderíamos lembrar o capítulo 14, versículo 2 de João, aonde nós temos aquela referência que há muitas moradas na casa de meu pai. Então, essas moradas são os diversos mundos aonde nós, espíritos habitamos. Lembrando sempre que a casa do Pai é o universo, né? Há espíritos em toda parte. Então, o codificador traz para nós uma referência muito clara com relação a essa esse objeto de análise no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, aonde ele fala exatamente que esses mundos que circulam no espaço infinito oferecem aos espíritos moradas e moradas correspondentes ao adiantamento de cada um de nós. Para aqueles companheiros aqui que estão conosco hoje, se quiserem aprofundar um pouco mais esse tema, nós vamos já dar uma dica de leitura, conforme nós havíamos sugerido. E a dica nossa de hoje é o livro Evolução em Dois Mundos, ditado por André Luiz, a Chico Xavier e Valdo Vieira, aonde nós vamos encontrar lá entre diversos temas o estudo do processo evolutivo do ser, do processo evolutivo da alma no plano aqui que nós estamos e também nas dimensões espirituais que vão então variar de uma forma múltipla, de acordo então com esse nível evolutivo de cada um de nós. Por isso que os espíritos respondem: "Nem sempre nós podemos escolher, né, nós invariavelmente, né, na maioria das vezes nós vamos mesmo para aquele mundo que nós precisamos. Cris, antes da da pergunta pro Luciano, deixa eu encaixar uma aqui paraa Elusita. É, é da Cristina Malta de Andrade. Ela colocou assim: "A terra apresenta tentações, egoísmo seria justo ou necessário ter mais suporte do alto do que em mundos menos densos?" Olha só, eh, nós acreditamos plenamente que a Terra já tem todo o suporte necessário. A gente pode dizer assim: "Olha, desde que o mundo é mundo, o amparo espiritual
to do que em mundos menos densos?" Olha só, eh, nós acreditamos plenamente que a Terra já tem todo o suporte necessário. A gente pode dizer assim: "Olha, desde que o mundo é mundo, o amparo espiritual aí está buscando nos intuir, nos inspirar para que a gente faça a conexão com os planos espirituais superiores e tenha mais facilidade em passar pelas situações de conflito, pelas turbulências tão comuns em planos como o nosso, que são de expiações e provas. Tenha certeza absoluta, há todo um plano de apoio, de amparo que a espiritualidade superior organiza para que nós tenhamos tudo que nos é necessário, para que a gente possa passar bem e muito bem aqui. De repente, a escorregadela, a falha, a desatenção é nossa, que não estamos habituados a conectar com a espiritualidade superior. Então, um projeto de autoconhecimento, como recomenda Santo Agostinho na questão 90 de O Livro dos Espíritos, um projeto de um trabalho de meditação, de interiorização, de busca de nós mesmos, de busca da espiritualidade através da prece. Aí a gente vai começar a perceber o apoio existe, a proteção está em alta vigilância. De repente nós é que não conseguimos ajustar o nosso Wi-Fi a esses apoios, a essas conexão conexões. Então, quem sabe se a gente começar a cabear, cabear todo dia uma prece ao levantar, uma prece ao dormir pode melhorar a nossa situação. Vamos eleger o nosso 4G, né, Euzita? Vamos eleger 4G. Bom, Luciana, ainda dentro desse aspecto, né, de escolhas e de onde habitaremos, né, nessa nossa jornada espiritual, queria te perguntar o seguinte: se o Espírito nada pedir, que é o que determina o mundo em que ele reencarnará? Os espíritos respondem da seguinte forma, o grau de elevação. Então eles repetem novamente a mesma resposta e encurtam o grau de elevação. Então para nós aqui ficarmos assim bem didáticos, eu queria propor que a gente fizesse aqui uma analogia, uma analogia com as nossas escolas de ensino fundamental mesmo, na qual todos nós passamos. Quando nós estamos na escola e
assim bem didáticos, eu queria propor que a gente fizesse aqui uma analogia, uma analogia com as nossas escolas de ensino fundamental mesmo, na qual todos nós passamos. Quando nós estamos na escola e aprendemos o conteúdo daquela série, nós então somos aprovados e promovidos paraa série seguinte e assim sucessivamente. Então, nessa analogia, os mundos espirituais dos quais a Terra faz parte, eh eles são também proporcionais de acordo com as nossas necessidades de aprendizado. E cada mundo é capaz de nos ensinar algo. A partir do momento que nós aprendemos tudo aquilo que aquele mundo pode nos ensinar, nós já nos matriculamos na séries seguintes, né, num mundo avançado, um pouco mais aperfeiçoado, até nós chegarmos à condição de espíritos relativamente perfeitos, né, e de espíritos que se aproximam cada vez mais da perfeição, que se aproximam cada vez mais de Deus. Então, de acordo com esse nosso grau de elevação, esse nosso nível de consciência, esse nosso nível evolutivo, nós vamos nos matricular no mundo, que é a série compatível com a nossa realidade atual. E aí nós vamos, né, promovendo a nossa elevação aos poucos, aprendendo, provando, experienciando, demonstrando que adquirimos apreendemos aquele conteúdo, aquele ensinamento para nós seguirmos evoluindo e progredindo sempre. Muito bem. Vamos lá, Euzita, agora 185. O estado físico e moral dos seres vivos é perpetuamente o mesmo em cada mundo? Olha, os espíritos são diretos, não ponto e vírgula. Aí você para para pensar, né? Os mundos também estão sujeitos à lei do progresso e eles informam que todos eles começaram como o nosso mundo, começaram por um estágio inferior e assim como a Terra, todos eles sofrerão uma transformação, assim como a nossa terra está sofrendo transformação desde que se iniciou nesse corpo ciclópico. Então, tornar-se a Terra um paraíso quando os homens se houverem tornado bons. Então eles trazem uma negativa contundente e aí eles aliviam, dizendo que todos nós temos um começo, mundos e seres, e que a medida em que há
erra um paraíso quando os homens se houverem tornado bons. Então eles trazem uma negativa contundente e aí eles aliviam, dizendo que todos nós temos um começo, mundos e seres, e que a medida em que há a transformação para o bem, para o amor, para a caridade, seguindo as instruções da lei do progresso, nós vamos melhorando a nossa situação, melhorando o mundo onde estamos e nos tornando criaturas boas. Simplesmente o passaporte da bondade é que irá nos garantir o desenvolvimento das asas do amor e da sabedoria em que a gente tem condição de ir para um mundo melhor. Dentro da escala dos mundos, o próximo seria o mundo de regeneração. E é para lá que todos nós devemos estar a caminho, né, aguardando o transporte. Perfeito, Euzita. Olha, eu vou trazer aqui, Gigi. O Maurício Raposo de Souza faz, antes de passar a pergunta pro Luciano, queria que você comentasse essa questão que ele nos coloca. Euzita. Maurício Raposo de Souza, às 8:10, ele faz uma coloca uma sentença aqui que me parece bastante correta. No meu entendimento, o processo evolutivo do espírito, ele é infinito. Se fosse finito, alcançaríamos a perfeição. E perfeito só existe Deus. Concordam? Então, somos perfectíveis nesse aspecto, né? Nunca seremos perfeitos, porque perfeito é o criador, né? Causa primeira, causa primária de todas as coisas. E logo mais adiante, Euzita, ele nos faz uma pergunta. O mesmo Maurício Raposo de Souza, companheiro aqui, pode espírito ir para mundos similares à Terra apenas para resgatar dívidas contraídas com espíritos que se encontram nesses mundos? Pode, pode sim, porque nós, assim como a boca fala do que está cheio o coração, nós estamos onde estão as nossas necessidades, onde estão os nossos afetos. Então, nós podemos sim ir para mundos similares à Terra, dar continuidade ao trabalho de harmonização com aqueles com os quais nós não soubemos respeitar as diferenças um dia, como nós também podemos ir estar talvez em um dos melhores. Vamos retomar aqui, já comentamos eh no programa passado,
onização com aqueles com os quais nós não soubemos respeitar as diferenças um dia, como nós também podemos ir estar talvez em um dos melhores. Vamos retomar aqui, já comentamos eh no programa passado, mas vamos tomar o caso de Alion, que estava em um mundo extremamente superior à Terra, mas que para acompanhar uma alma querida, aquilo que Luciano falou, pediu, pediu e foi atendida, viu, Luciano? pediu para retornar em determinada circunstância para acompanhar essa alma querida do seu coração. Então isso também acontece porque são exercícios da misericórdia ante a didática da vida para que todos nós possamos crescer sempre mais e auxiliar o crescimento daqueles que a nós estão ligados. Cris, deixa eu, deixa eu fazer o comentário do Anadir aqui. Anadir de Oliveira às 8:12 colocou: "Acredito que sempre tivemos assistência do alto, mas não somos receptivos a toda essa ajuda maravilhosa." É um fato, não é? Mas a gente às vezes percebe e especialmente se a gente cultiva a oração, a concentração, a busca da sintonia com os planos superiores da vida, então nós sentimos essa esse auxílio, né? Nós percebemos esse auxílio. É muito interessante isso. Queria fazer uma pergunta antes de você fazer do Luciano, fazer pro Luciano mesmo. Agora o Fabiano Riso às 8:12 pergunta: "Fabiano, podemos reencarnar com as mesmas pessoas que foram nossos familiares na encarnação atual, por exemplo, com nossos pais?" Ô, Fabiano, nós podemos sim, os espíritos nos explicam que nós temos dois tipos de família: A família corporal e a família espiritual. A família espiritual é aquela vinculada pelos laços de afeto. A família corporal pode ser pelos laços de afeto ou pelos nossos compromissos. Então, nós nos atraímos enquanto espíritos que somos. Então, se nós temos vínculos de afeto ou compromisso com aquelas criaturas que conosco estão vinculadas hoje pelos laços da família corporal, numa próxima oportunidade, numa próxima existência, nós podemos novamente atrair esse mesmo grupo de espíritos para seguirmos a
turas que conosco estão vinculadas hoje pelos laços da família corporal, numa próxima oportunidade, numa próxima existência, nós podemos novamente atrair esse mesmo grupo de espíritos para seguirmos a nossa trajetória espiritual. Muito bom, Luciano. Então, na sequência para você, a questão 86, quando Kardec começa a perguntar sobre a questão perespiritual, né? Haverá mundos onde o espírito, deixando de revestir corpos materiais, só tenha por envoltório o perespírito? Sim, os espíritos responderam a Kardec da seguinte forma: "Ah, e mesmo esse altório se torna tão etéreo que para vós é como se não existisse". Esse é o estado dos espíritos puros. Para nós entendermos um pouco mais essa resposta, nós temos que lembrar aquele conceito de perespírito, né? Afinal de contas, que ente é esse, né? Chamado perespírito? O, a primeira vez que se usou essa expressão foi exatamente em O livro dos Espíritos. E a palavra, ela foi buscar etimologicamente duas origens, uma grega e uma latina. Então, do grego, o Kardec trouxe a expressão peri e do latim a expressão espíritos para significar aquilo que está no entorno do espírito, aquilo que limita, que dá forma ao espírito. E uma maneira muito interessante de explicar isso foi com a própria biologia, né? Porque ao verificarmos, por exemplo, uma semente, a maioria das sementes trazem de uma forma bem clara o perisperma, né, aquilo que envolve a semente. Então, para nós entendermos isso também por comparação, o nosso espírito é nós espíritos somos inteligência, mas essa inteligência tem um involtório e esse involtório é o perespírito. E essa informação da existência do perespírito pode ser encontrada na antiguidade em diversos povos, né? Os egípcios, os gregos, os judeus, os budistas, os chineses, os hindus, todos eles já faziam referência ao perespírito, dando dando nomes, né, os mais variados para identificar esse, digamos, esse essa explicação que o Kardec traz. para a maioria dos fenômenos que envolvem a inteligência encarnada. E até
o perespírito, dando dando nomes, né, os mais variados para identificar esse, digamos, esse essa explicação que o Kardec traz. para a maioria dos fenômenos que envolvem a inteligência encarnada. E até gostaria também de trazer aqui uma contribuição do professor Hernan Guimarães de Andrade, que chamou o Perespírito de modelo organizador biológico, eh, demonstrando para nós a utilidade desse modelo organizador, que traz, inclusive, a explicação de uma grande parte de fenômenos que só podem ser compreendidos a partir dessa noção do perespírito. E como a gente sempre faz uma referência aos evangelhos, né, nós podemos buscar, por exemplo, lá em Paulo de Tarso, eh, na primeira epísola aos Coríntios, capítulo 15:44, aonde Paulo de Táo nos afirma que semeando o corpo psíquico, ressuscita o corpo espiritual, já nos dando as referências bíblicas de que essa verdade é uma verdade que permeia e perpassa os séculos e vão sendo compreendidas a com os estudos, com o aprofundamento dos estudos, o fato que o espiritismo contribui muito, né, pra compreensão do per espírito. Muito bom. Aí, Euzita, eh, nós vamos juntar uma pergunta de uma pessoa com a 186a. A 186A vem na raiz do que o Luciano acaba de comentar, não é? essa questão do perespírito e e da evolução do do espírito, não é? Então, a pergunta de Kardec e entre o estado correspondente às últimas encarnações e a do espírito puro, não há linha divisória perfeitamente demarcada? Não. E aí o Maurício Prado às 8:22 perguntou a Esperei. Não, não, essa não. Ixi, mudou aqui. Só um minutinho. Era a pergunta sobre aqui a Gabriela Linsas às 8:18. É possível o espírito chegar a tal grau de evolução que seja convidado a morar no mesmo mundo onde habita Deus? Que linda. Olha só. Eh, os espíritos respondem a Allan Kardec que essa demarcação chegou até aqui, daqui muda, ela ela praticamente não existe. E de uma forma muito poética, eles nos convidam a observar o alvorecer quando a luz vai cedendo o lugar e a treva desaparece. Se você é habituado a
é aqui, daqui muda, ela ela praticamente não existe. E de uma forma muito poética, eles nos convidam a observar o alvorecer quando a luz vai cedendo o lugar e a treva desaparece. Se você é habituado a fazer meditações observando o nascer do sol, você percebe nitidamente isso. É uma coisa linda de se ver, você perceber a luz tomando o lugar da treva, sem nenhuma demarcação, sem nenhuma invasão, sem nenhuma violência, mas de uma forma muito translúcida, muito tranquila. E é assim também que acontece conosco nesse processo de irmos sutilizando o próprio espírito, sutilizando os próprios corpos dos quais ele se serve. Porque quanto mais desmaterializado é o espírito, mais é o seu corpo espiritual. Então isso é claro. Os espíritos explicam isso com toda a clareza. Agora, será que um dia nós iremos habitar o mesmo mundo onde habita Deus? Eu acho que para início de conversa, todos nós habitamos o universo, que é onde habita Deus. E para lembrar Jesus, o espírito mais puro que esteve conosco, quando no momento em que ele ressurge ao terceiro dia, ele diz para Maria Madalena: "Maria, não me toque ainda, porque não fui para meu Pai e vosso pai, meu Deus e vosso Deus". Então, quando chegarmos à condição de um Cristo, é provável que tenhamos essa proximidade e até mesmo condição de dizer, como dizia o Cristo, eu e o Pai somos um. Então é essa unidade, essa unidade que nós não temos condição de descrever concretamente, mas podemos sentir com o nosso coração e com o nosso processo de crescimento interior. Seremos um com o Pai um dia, porque como diz lá na frente a questão 1009, o objetivo nosso é gravitar para a perfeição divina. Chegaremos lá. Com certeza. Com certeza. Porque a lei do progresso ela é inexorável. Eu adoro falar isso. Vamos seguir em frente. Ou vai ou vai. Eh, queridos, olha, Luciano, eu vou pegar aqui uma participação do Diego Aguirre para eh lançar junto com a dúvida do Diego, a questão 87 para você. Eh, na questão 87 se fala sobre a substância do perespírito,
dos, olha, Luciano, eu vou pegar aqui uma participação do Diego Aguirre para eh lançar junto com a dúvida do Diego, a questão 87 para você. Eh, na questão 87 se fala sobre a substância do perespírito, perguntando se é a mesma, né, a formação, aquilo que qualifica o perespírito, se ele é o mesmo em todos os mundos. E o Diego Aguirre nos faz uma questão muito, nos traz uma questão muito interessante. Por qual motivo no futuro terreno, ou seja, na, né, nas nas eh nos momentos futuros aqui da Terra, os espíritos deixarão de se comunicar? Eu acredito que o Diego tá fazendo referência sobre o processo da telepatia, né? é uma é um outro formato de comunicação. Então, queria que você respondesse ao Diego e também comentasse essa questão do perespírito. Perfeito. Ô Diego, nós agradecemos a sua pergunta e para nós entendermos um pouquinho isso, nós temos que verificar que esse periespírito que nós temos, ele vai mudando de acordo com o nível evolutivo de cada mundo em que nós habitamos. Quanto mais elevado o mundo, mais sutil ele se torna, menos material ele fica. Até o ponto de nós não conseguimos eh distinguí-lo, identificá-lo. E pra gente entender isso, nós temos que recordar que o professor Kardec diz que nós temos três elementos dos quais nós somos constituídos, né? Nós temos o corpo material, que é esse que pode ser tocado. Nós temos a alma, que é o ser que pensa, que é a consciência, não é? E nós temos o laço que vincula o corpo na alma, o corpo no espírito. E é exatamente esse laço que é o princípio intermediário entre a matéria e o espírito, que é o perespírito do qual nós estamos aqui nos referindo. Então, eh, à medida que nós vamos evoluindo, esse perespírito vai ficando cada vez mais sutil. E quando você faz essa pergunta a respeito da comunicação, é porque os níveis de comunicação também vão se modificando. Então nós aqui que estamos na matéria, nós usamos ainda um mecanismo bem primitivo. Por exemplo, para conversar com você aqui agora, nós temos que usar o pulmão, as cordas
o também vão se modificando. Então nós aqui que estamos na matéria, nós usamos ainda um mecanismo bem primitivo. Por exemplo, para conversar com você aqui agora, nós temos que usar o pulmão, as cordas vocais, a língua, o maxilar para emitir ondas sonoras que você vai captar pelo seu aparelho auditivo, decodificar essas ondas e vai entender o que eu estou dizendo para você. Então, essa forma primitiva de comunicação que vai sendo abandonada, que vai sendo superada à medida que nós vamos evoluindo. E como a Cris bem colocou, nós espíritos, nós nós nos comunicamos é pelo pensamento. E quando nós chegarmos no nível em que eu penso aqui como emissor do pensamento da onda mental e você capta daí você é o receptor da onda mental, o nosso processo comunicativo vai sendo cada vez mais mental baseado no pensamento e cada vez menos material baseado aqui em vibrações, em ondas como essa aqui que nós estamos utilizando hoje, né? Então, a comunicabilidade vai continuar existindo, mas a forma de comunicabilidade que vai ficando mais refinada. O professor Kardec chamou isso inclusive de telegrafia humana. Telegrafia humana, que seria essa telepatia, essa capacidade de transmitir pensamentos e de receber pensamentos. Vou te dar um exemplo. Você pode até fazer um teste com uma pessoa que você tenha bastante afinidade. Converse com ela só em pensamento. Chame por ela. Muito provavelmente essa pessoa vai te responder. Muito provavelmente essa pessoa vai te ligar, vai te ouvir, vai ao seu encontro. Isso costuma ser muito comum, né? Mande um pensamento para essa pessoa e de alguma forma ela vai te responder. Essa é uma forma de comunicação, Diego, que nós vamos aprender a utilizar cada vez mais. Quanto mais nós evoluímos, mais sutil vai ser a comunicação pelo pensamento e pela forma de expressão do pensamento. Muito bem. É muito interessante essa questão da evolução. Isso me remete, não é, a uma a uma questão e foi tocado logo ali no comecinho da infância. Então, eh, a Emanuel fala, né, da da das
ensamento. Muito bem. É muito interessante essa questão da evolução. Isso me remete, não é, a uma a uma questão e foi tocado logo ali no comecinho da infância. Então, eh, a Emanuel fala, né, da da das etapas de 7 anos. Leondi também comenta sobre as etapas do processo reencarnatório sucessivas, mais ou menos em período de 7 anos. Piagê com psicólogo suíço, ele examinou essa questão, estudou as crianças e também estabeleceu os períodos de 7 anos para o desenvolvimento, né, das etapas eh da criança. Lógico que Piagando a reencarnação, mas ele confirmou que a cada 7 anos há uma mudança, mais ou menos aos 7 anos. No entanto, atualmente, nós temos observado que as crianças têm se desenvolvido mais rápido e nos dá a impressão que aos 5 6 anos já estão cumprindo aquela etapa que antes era aos 6, se s às vezes oito, não é, nesse período. Então, por que isso está acontecendo? Kardec comenta, os espíritos superiores dizem que nos mundos superiores a infância, a a Euzita até falou, ela não é tão assim eh que coloca o espírito numa situação tão limitada, não é? Então, a infância é mais curta, o desenvolvimento é mais rápido e como a Terra está evoluindo, uma das das evidências dessa evolução é justamente que a infância tá ficando menor, as etapas estão se encurtando também no desenvolvimento, não é, da criatura no processo reencarnatório. Era o comentário que eu queria fazer a respeito do assunto, que me parece muito interessante nós acompanharmos isso. E aqui tem um comentário do Fabiano Riso, foi colocado aqui às 8:23. Ele diz assim: "Ah, que maravilha! Muito obrigada. É, Fabiana Riso, né? Muito obrigada. Perdi o meu pai já há 13 anos e minha mãe desencarnou dia 4/11. Eles foram um presente de Deus em minha vida nessa encarnação. Meus dois amores. Coisa bonita, não é? relação maravilhosa em família e naturalmente, não é, Fabiana? Eles estão desencarnados e continuam vinculados pelos laços do carinho, do amor e acompanh, não é, até mais do que antes, que agora não tem a limitação do corpo. E a Maria das
almente, não é, Fabiana? Eles estão desencarnados e continuam vinculados pelos laços do carinho, do amor e acompanh, não é, até mais do que antes, que agora não tem a limitação do corpo. E a Maria das Graças, achei tão interessante aqui, Andrade Menezes, comentou que ela está assistindo pela TV, que fica melhor conectar o computador, não é, com a televisão e assistir pela TV. Então aí nós temos várias possibilidades, não é? Aqui e na questão 188, na a 187 foi respondida, Cris, acho que é bom refazer essa pergunta, não? Sim. Então, eh, Luciano, comenta pra gente a questão do perespírito, a questão da substância, né? A formação perespiritual é a mesma em todos os mundos? Não, ela vai variar. de acordo com a natureza do mundo e com a espécie, entre aspas, de matéria que nós vamos encontrar nesse mundo. Hoje em dia, os estudos avançaram muito, né, na física e nós vamos verificar que essa matéria é uma espécie de energia condensada, de energia coagulada. E de acordo com o tipo de mundo, a condensação dessa energia, ela vai então eh ter uma variação. Eu eu gostaria, por exemplo, de fazer uma citação, Cris, de uma obra que aprofunda bastante no estudo desse tema, que é a obra intitulada Perespírito, escrita pelos Alminosman. Sim. E e ali eu até trouxe um trechozinho desse livro lá na página 22, aonde ele comenta um pouquinho desse tema. Ele diz o seguinte, que é lícito conceber-se que o perespírito, ao menos para os espíritos ligados à crosta terrestre, possa ser o resultado da aglutinação da energia cósmica matriz, entre aspas, fluído cósmico universal. adequado à natureza do nosso planeta sobre um campo originado da própria extensão energética da alma. Então, olha que interessante, a densidade do nosso corpo espiritual, do nosso perespírito, também depende da nossa própria extensão energética, ou seja, daquilo que nós somos. E aí o nosso perespírito também vai ser mais ou menos denso de acordo com aquilo que nós pensamos, de acordo com aquilo que nós sentimos, com aquilo que nós vibramos. Podemos
a, daquilo que nós somos. E aí o nosso perespírito também vai ser mais ou menos denso de acordo com aquilo que nós pensamos, de acordo com aquilo que nós sentimos, com aquilo que nós vibramos. Podemos lembrar uma outra obra que é primorosa do espírito Emanuel através do Chico Xavier, que é o livro Pensamento e Vida. E lá o Emmanuel nos lembra que nós como espíritos, nós somos seres vibracionais. Nós vibramos e essa nossa vibração é capaz de produzir sentimentos que são capazes de produzir pensamentos, que produzem as nossas ações e que redundam nas reações, nos efeitos. Então isso se aplica também ao nosso perespírito, né? A densidade vai variar de um mundo para o outro, mas também vai variar de uma alma, de um espírito para o outro, de acordo com aquilo que ele vibra, aquilo que ele atrai, aquilo que ele retém, aquilo que ele emana, aquilo que ele irradia. Então esse estudo é bastante interessante e essa obra dos Alminos Inerman é uma obra assim focada nesse tema, uma obra prima do estudo do perespírito e Luciano, quase como uma enciclopédia, né? Cristo, maravilhoso. Não, duas obras, perespírito, salmino Zimmerman e também tem do José Jorge, né? Antologia do perespírito, perespírito, né? Eh, isso que Luciana acaba de de nos falar me movimenta muito em gratidão, porque eu fico tentando puxar a correlação entre a formação perespiritual e alguns espíritos missionários que estiveram entre nós na Terra. Hum. a gente para para pensar em um Francisco de Assis, em uma Ratma Gand, enfim, espíritos que já poderiam estar tendo a sua experiência reencarnatória em outros mundos, em profundo processo de renúncia, aceitam a missão na Terra para impulsionamento da nossa terra e com isso se sublimam, né, se renunciam nesse processo de adaptação perespiritual. porque eles precisam se condensar, entre aspas, para poderem se adequar a psicosfera da Terra. Então, assim, me enche de profunda gratidão por todos esses irmãos maiores, né, em evolução espiritual que se dedicaram pelo progresso do nosso planeta, né? Fica
erem se adequar a psicosfera da Terra. Então, assim, me enche de profunda gratidão por todos esses irmãos maiores, né, em evolução espiritual que se dedicaram pelo progresso do nosso planeta, né? Fica aqui a nossa gratidão a eles, a todos eles. Com certeza. Mas, né, Car? Car, tem uma pergunta do Acu Teles aí. Nós fizemos essa pergunta às 8:25. Ainda não. Faça você, meu amigo. É, tá, ela está referindo aqui a questão 187 mesmo, Luciano. Ele disse assim, em referência à questão 187, é a mente desequilibrada que torna a substância que compõe o perespírito nos mundos inferiores mais grosseira? Olha, muito interessante a sua pergunta, porque nós somos criaturas mentais, não é? Nós somos criaturas vibracionais. E se a gente for lembrar o pensamento de Emanuel, a nossa mente é exatamente o efeito daquilo que nós vibramos, aquilo que nós pensamos e sentimos, como estávamos falando aqui anteriormente. Então, se os nossos pensamentos são obtusos, se os nossos pensamentos são densos, são focados ainda no mal que tem origem em nós homens, né? Porque o bem tem origem em Deus, mas o mal é de origem humana. Nós podemos sim eh transformar o nosso perespírito num perespírito compatível com essa densidade, com essa vibração pesada e dessa maneira nos sintonizarmos e sermos atraídos a mundos mais primitivos. Nós vamos verificar casos contados, por exemplo, por Manuel Filomeno de Miranda em diversas obras. psicografadas pelo Divaldo Franco, aonde ele fala dos bastidores espirituais desses mundos mais, digamos assim, mais densos, mais pesados, como, por exemplo, aquele dirigido pelo Marquês de SAD, eh, por ocasião do estudo do carnaval, né? Nós estamos chegando aí próximos dessas festas e o estudo do Manuel Filomeno de Miranda mostra muito isso. A densidade nossa do nosso perespírito em razão dos nossos pensamentos e sentimentos, faz com que com que nós sejamos atraídos a esses mundos mais primitivos, no caso que eu estou me referindo, ligados à sensualidade, ao aos prazeres da carne, né, da festa
os pensamentos e sentimentos, faz com que com que nós sejamos atraídos a esses mundos mais primitivos, no caso que eu estou me referindo, ligados à sensualidade, ao aos prazeres da carne, né, da festa da carne e assim sucessivamente. Então, agradeço muito a sua pergunta e a do nosso ponto de vista e com a referência desses autores, nós podemos concluir que é assim possível nós eh termos um perespírito compatível com aquilo que nós somos enquanto almas, enquanto espíritos. Carlos, tem questões aqui no chat, eu acho que a gente pode trazer já mais uma, né? antes de seguirmos aí pela pelo roteiro, eh, eu tô buscando aqui, tem uma pergunta interessado. Sim, é exatamente essa sobre a configuração das raças, não é isso? Isso. Então, a configuração de raças na Terra, diz o Maurício, são espelhos de falanges espirituais ou não há separação de raças no plano astral? Euzita, que linda pergunta, hein, querida? Obrigada, Maurício. Olha só, eh, embora Allan Kardec no livro dos Espíritos fale em raças e nós sabemos que ultimamente pelos novos estudos, raça existe apenas a raça humana. As grandes divisões dentro da grande raça humana são conhecidas modernamente como etnias. Então, essas etnias que povoam nosso planeta antes e agora e e depois, essas etnias são sim falanges que se aproximam para dar um impulso na própria evolução planetária, para virem para cá cumprir o que se faz necessário para que se complete a sua evolução. É assim que nós vemos a descrição dos exilados de capela lá em a caminho da luz, que trouxeram a grande a grande etnia dos árias, que Emmanuel chama também a raça adâmica, não é? Então são falanges que vem de outras plagas eh interplanetárias para contribuir com a evolução do planeta. E como nós vínhamos também no nosso programa anterior, que essa contribuição é o espelho da misericórdia que convida espíritos que chegam em um determinado patamar, em que não podem continuar no planeta onde estão, porque houve uma um upgrade. Esse planeta subiu de degrau na
o é o espelho da misericórdia que convida espíritos que chegam em um determinado patamar, em que não podem continuar no planeta onde estão, porque houve uma um upgrade. Esse planeta subiu de degrau na escala dos mundos, mas esses espíritos que ali estavam não conseguiram eh o mesmo desempenho. Então eles são convidados a se retirar, a desocupar lugar, mas a misericórdia os encaminha para mundos inferiores, onde eles trazem as suas conquistas, fazendo com que nesse mundo inferior o progresso aconteça com o auxílio deles. Então, retrogradar, assim, sair de um mundo superior para um mundo inferior não é retrocesso na vida do espírito, é um grande auxiliar da misericórdia para que esse espírito cresça em conhecimento, em verdade e exercite a humanidade, a solidariedade, trazendo o seu conhecimento para auxiliar aqueles que precisam. Então, tudo no programa de Deus converge para o amor, converge para a solidariedade. Se nós não percebemos isso, tá passando da hora de perceber, porque nós seremos convidados em pouco tempo a continuar ou a ir para outros outros páros, não é? para que a gente possa ser útil. Sempre a utilidade em questão. Muito bem. Olha só, interessante. A raiz do que a Elusita está comentando, nós temos aqui eh da Joalice diz assim: "Segundo Divaldo Franco aqui tá para nós 8:24 foi eh segundo Divaldo Franco, eh ele fala sobre seres de outros planetas que já estão em missão na Terra. Reusita acabou de comentar, mas aí Luciano, ela disse: "Como assim encarnados? Eu li até que estão nascendo. Como é que isso acontece, né? Ela tá nessa dúvida aqui. Poderia comentar um pouquinho, Luciano, por favor?" Sim. Ô Joalice, a sua questão é muito boa. Professor Allan Kardec, lá no livro chamado A Gênese, ele fala das gerações futuras que viriam habitar o planeta, transformando o nosso planeta através de da encarnação ou da reencarnação de espíritos cada vez mais avançados. E de fato, todos os seres que vêm de outras dimensões espirituais, em princípio, eles estão em outro planeta que não a
através de da encarnação ou da reencarnação de espíritos cada vez mais avançados. E de fato, todos os seres que vêm de outras dimensões espirituais, em princípio, eles estão em outro planeta que não a Terra. Então, quando o pessoal fala: "Ah, não são extraterrestres que vêm aqui habitar entre nós em corpos". Se nós formos pensar bem, todas as vezes que nós tivermos numa dimensão diferente dessa que a gente chama de terra, nós seremos então assim, entre aspas, extraterrestres. Então, o professor Kardec diz que essa eh imigração e emigração de espíritos vai tornando o planeta cada vez um pouco melhor. E somos nós mesmos. Nós que estamos aqui na Terra hoje, já estivemos em outros mundos e agora retornamos à Terra para ajudar a Terra no seu progresso e ajudarmos a nós mesmos a progredir. Então, não temos que ver essa informação como algo sobrenatural, como algo maravilhoso. Somos só nós de volta à Terra, não é? e tantos outros espíritos que vêm aqui para dar sua contribuição na progressão desse mundo, principalmente agora em tempos de regeneração, aonde esse processo vai se aperfeiçoando e vai se tornando mais visível, mais palpável. Luciana, nós falamos aqui mais cedo, Carlos, me permita colocar uma uma questão aqui da Cristina Malta de Andrade pro próprio Luciano, recuperando um pouco aquela questão das crianças, né, e da do seu processo reencarnatório. A Cristina coloca o seguinte: quanto as crianças percebemos que são mais esclarecidas, inteligentes, educadas, né? O Carlos comentou isso. Tudo isso pode ser resultado do desenvolvimento na erraticidade ou espíritos mais desenvolvidos de outros mundos. Qual é o fator causal aí na na sua opinião, Luciano? Sim. Ô, Cristina, eh as duas possibilidades são realmente possíveis, né? Nós podemos retornar aqui à Terra após uma experiência aonde desenvolvemos a nossa psiquê. Nós nos desenvolvemos enquanto alma e nos tornamos melhores e voltamos paraa Terra, inclusive agora com uma infância mais encurtada, porque já desenvolvemos esses potenciais aqui
vemos a nossa psiquê. Nós nos desenvolvemos enquanto alma e nos tornamos melhores e voltamos paraa Terra, inclusive agora com uma infância mais encurtada, porque já desenvolvemos esses potenciais aqui na Terra mesmo. como nós podemos estar chegando de uma experiência fora da Terra que também nos trouxe a oportunidade de progresso e nós chegamos aqui de volta para demonstrar aquilo que realmente já aprendemos enquanto almas. Então, podem acontecer os dois fenômenos, porque o processo da evolução ele não para. Nós evoluímos aqui na Terra, mas também somos capazes de evoluir fora da Terra e trazer para cá a nossa experiência, trazer para cá o que nós jáamos, o nosso patrimônio espiritual enquanto espíritos imortais que somos. Então, ao conviver com as crianças, nós vamos sentir isso muito de perto. As crianças dessa geração de agora geralmente são um pouco mais adiantadas do que da geração anterior. E assim vai se dando o processo lento, gradativo, mais visível para quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir. Muito bem. Eu vou tentar traduzir aqui uma pergunta do Daniel Rosa aqui para nós tá 8:34. Eh, Euzita, ele diz assim: "Seria um escolho ao espírito que se depurou o suficiente para estar acima da condição terrena, ele ser de alguma maneira eh colocado, não é, eh num local vivendo com seres ainda muito sensuais, com muita futilidade, como se isso fosse um demérito para ele, uma espécie de castigo. Seria isso possível?" Olha, se ele evoluiu, se ele teve determinadas aquisições e se há essa possibilidade de ele ser colocado entre espíritos completamente diferentes dele, não é uma questão de demérito, é às vezes até uma questão de poder ajudar, influenciar a esses espíritos ainda eh bastante eh plenos de sensualidade, não é castigo. Porque se ele é evoluído, não há castigo, não é? E eu gostaria de sugerir com relação à questão da análise sobre eh a criança que retorna e o cuidado da espiritualidade com esse trabalho, a leitura do livro Entre o céu e a terra, onde nós percebemos colônias espirituais
rir com relação à questão da análise sobre eh a criança que retorna e o cuidado da espiritualidade com esse trabalho, a leitura do livro Entre o céu e a terra, onde nós percebemos colônias espirituais em que são especializadas em acolher espíritos no formato de criança e dar a eles a condição necessária do preparo. CL, dando inclusive essa possibilidade de continuar o progresso, crescimento no plano espiritual e retornam para o plano eh material para testar as aquisições, porque a reencarnação é para nós um teste, uma aferição de valores. A gente progride no plano espiritual, sim, mas aferimos os nossos valores aqui no plano material. É isso, Euzita, fazendo aquela comparação com a escola que nós fizemos antes, a encarnação é a prova, né? Para nós a encarnação é a prova. Provarmos que já aprendemos aquilo, né? Exatamente. E não tem possibilidade de cola, viu? Não, não tem, não tem como forjar. Você vai com as suas próprias conquistas. Não tem possibilidade de cola, Euzita. E não tem barganha com professor. Não, não tem. nenhum. Muito bem, excelente. Nós nós eh temos aqui várias perguntas, não é? E tem um comentário aqui da Cristina Malta de Andrade às 8:38, que ela quanto às crianças percebemos que são mais esclarecidas, inteligentes, educadas. Tudo isso pode ser resultado do desenvolvimento na realidade ou espíritos mais desenvolvidos que vem de outros mundos, não é? Luciano comentou que são as duas coisas que pode estar acontecendo. E aí me fez lembrar, Luciano, de Kardec no capítulo 18 de A Gênese. Não é a geração nova. Quando ele informa que a geração nova é de espíritos que vêm de mundos outros para cá, mas também é composta pelos espíritos que aqui evoluíram e que estão acompanhando o progresso do planeta e que vão fazer parte dessa geração nova aqui na eh no mundo de regeneração. Então nós também podemos ficar no planeta que está evoluindo se a gente acompanha o progresso do planeta, não é? muito interessante. Eh, o Maru Sapouso, eh, ele diz assim ainda sobre essas crianças
o. Então nós também podemos ficar no planeta que está evoluindo se a gente acompanha o progresso do planeta, não é? muito interessante. Eh, o Maru Sapouso, eh, ele diz assim ainda sobre essas crianças às 8:39, tá colocado aqui para nós. Eh, creio que a infância de espíritos em mundos mais evoluídos não se dá mais rápido e sim o progresso espiritual e moral é menos demorado. Concordam? Eu acho que dentro da própria pergunta tem a resposta, não é? né? Então ele respondeu. É, então o o que acontece é que de fato a infância é mais curta porque o espírito ele tem mais evolução e se desenvolve mais rápido, não é? A organização física não é tão limitativa, porque inclusive vejam só o progresso que nós já fizemos, não é? Tanto é que se confunde como se os nossos copos tivessem vindo do macaco, não é? Porque os primeiros habitantes do planeta eram muito similares, né? eram hominídios similares aos animais, não é? E mas olha só, hoje nós não temos mais o corpo coberto de pelo. O desenvolvimento é impressionante comparado, não é, com o que a gente foi anteriormente. Então isso é uma evidência de que tá está havendo a evolução, não é? Muito bem. Aí alguma outra pergunta, Cris? Pode colocar aí. Eh, eu tô tô dando uma fazendo uma varredura aqui no chat. Eh, as colônias espirituais. Diga, Luciano. Fala aí. Enquanto enquanto você localiza a próxima. Eu também identifiquei aqui um trecho do espírito roteiro, ditado pelo espírito Emanuel, que esclarece aquela questão do padrão vibratório que produz a densidade do perespírito. E se vocês me permitirem, eu gostaria de ler um pequeno trecho do Emmanuel sobre o tema. Pode ser? Eh, ele diz o seguinte: eh, os espíritos que estagiam na escola da Terra apresentam o corpo espiritual como aparelhagem de matéria rarefeita e alterando-se de acordo com o padrão vibratório do campo interno. Por isso, nas almas superiores, essa substância que as envolve pode apresentar admiráveis características de tenuidade e luminosidade, enquanto que nas mentes
com o padrão vibratório do campo interno. Por isso, nas almas superiores, essa substância que as envolve pode apresentar admiráveis características de tenuidade e luminosidade, enquanto que nas mentes primitivas é semelhante a uma vestidura que se caracteriza pela feição pastosa, verdadeira continuação do corpo físico, ainda animalizado ou enfermiço. Então, demonstrando, né, que o padrão vibratório do campo interno vai refletir na densidade do perespírito, do corpo espiritual. Exatamente. Luciano, olha, três três pontos aqui bem rapidinho para você repetir por gentileza, a dica de leitura do Manuel Filomeno de Miranda que você citou, Luciano, tem um internauta aqui pedindo, certo? Há diversos livros dele que falam sobre essa temática, né? como, por exemplo, eh, nos domínios da, deixa eu deixa eu recordar aqui, nos domínios da obsessão, né? Nos, nos Sim, nos domínios da obsessão, eh, existe, ele, na verdade, escreveu muitos livros sobre esse tema, né? É verdade. Se a gente buscar aí o tema e o autor, nós vamos encontrar diversos títulos em que o nosso internauta aí poderá encontrar essa informação. Ele estuda diversos casos trazendo as mesmas informações com níveis de aprofundamento diferenciados. Muito bom. Tem a Cleide Damaceno aqui que coloca às 8 às 8:53. Ela deve ter chegado um pouquinho depois do nosso início de programa. A questão 184 responde a Cleid: como é determinado em qual mundo reencarnaremos. Isso já foi comentado aqui, tanto por Euzita como por Luciano. E a questão, Carlos, que eu consegui achar aqui, que eu acho, considero relevante, é da Ana Lúcia Brolho. Ela fala assim: "As colônias espirituais também podem ser consideradas moradas, já que o espírito está em evolução constante?" Euzita, como é que é essa questão da da colônia espiritual? É morada, não é morada? Há muitas moradas na casa do pai. Há muitas moradas na casa do pai. Moradas materializadas, moradas etéreas, moradas espirituais. Há muitas moradas. E nós estamos nessas moradas de acordo
ão é morada? Há muitas moradas na casa do pai. Há muitas moradas na casa do pai. Moradas materializadas, moradas etéreas, moradas espirituais. Há muitas moradas. E nós estamos nessas moradas de acordo com a nossa necessidade, de acordo, como diz a 184, com o nosso grau de evolução, né? Existem sim. Nada, nada está perdido e nem vazio no universo. E, e logicamente que sim, não é, que essas colônias são moradas transitórias, não é? São moradas transitórias. Isso. Muito bem. A aqui o André Luiz eh Polimene de Mesquita, eh, ele diz assim: "Temos alguma informação que passa, possamos fazer com relação entre o tempo aqui na Terra com o tempo em outros mundos? exemplo, dia tem duração maior ou menor e que o dia em outros mundos. É uma questão científica, André Luiz. Depende do tamanho do globo, da da velocidade das revoluções que ele faz em torno do Sol onde ele está. Então, mesmo no nosso sistema solar, não se pode falar em dia em Júpiter, como se fala em dia na Terra, porque não é diferente. Aqui para nós é medido as revoluções de 24 horas, não é? para completar um dia. Ainda assim, tem alguns algum tempinho ali de diferença, tanto é que nós temos os anos bisestos, não é? Então, depende do mundo. Agora, quando a gente fala de realidade espiritual, os espíritos que não estão vinculados, não é, a mundos materiais, então não se pode falar em tempo como nós entendemos, não é? É, é uma outra realidade. É por isso que se diz que para Deus tudo é presente. É o que a gente ainda não consegue compreender, mas nós entenderemos no futuro, não é isso? E Carlos, eh, também a gente vê muito na nas comunicações, nos livros de André Luiz, por exemplo, quando eles, os espíritos vem se referindo ao fator tempo, ele diz o seguinte: eh mais ou menos como se fossem X dias terrestres aí na Terra. Então não há uma igualdade. Até mesmo no plano espiritual, a questão da contagem do tempo é diferente, né? E a gente não se habitua a isso ainda. Na própria nota de Kardec, a questão 188, lá no finalzinho, ele fala sobre a
dade. Até mesmo no plano espiritual, a questão da contagem do tempo é diferente, né? E a gente não se habitua a isso ainda. Na própria nota de Kardec, a questão 188, lá no finalzinho, ele fala sobre a comunicação de um espírito que estava reencarnado em um outro planeta, se comunicando na sociedade espírita de Paris. E ele declara que ele quanto, alguém pergunta quantos anos você tem? Olha, eu poderia dizer que seria não é a mesma coisa, mas é como se fosse 30 anos terrestres. Então eles fazem a analogia, mas não tem a precisão. Muito ó, Euzita, depois da sua explicação, eu preciso lembrar aqui Herculano Pires, né, do espírito e o tempo, ele tem uma uma citação que é maravilhosa. Ele diz assim: "Curta é a vida, longo é o tempo e a verdade intemporal aguarda todos no impassível limiar do eterno." Um poeta, né? Esse nosso amigo Herpulano Pires. Ô Cris, eu vou falar aí eh indicação de livros, né? Eh, eu fiquei devendo aí a confirmação pro nosso internauta. Então, pela FEB, nos bastidores da obsessão. Nos bastidores da obsessão. É isso. E através de outras editoras, nós temos, por exemplo, sexo, sexo e obsessão, grilhões partidos, painéis da obsessão. São todas alvorada. Isso, exatamente. É leal. aonde o autor então traz casos, né, estudo de casos e aprofunda o tema. Muito bem. A Regina Andrade perguntou: "Como é que fica o espírito de Adolfo Hitler? ele com certeza foi para um planeta bem primitivo. Bom, eh nós ainda não temos confirmação sobre isso, mas se ele se transforma, logicamente não precisa ser degredado, mas se permanece, não é na mesma situação que estava, naturalmente não pode permanecer na Terra. Então é uma questão de lógica, a gente já comentou isso inclusive no estudo anterior, não é isso? Bem aqui, então, queria fazer a última pergunta para você. Uhum. Que é a 188 e diz assim: "Os espíritos puros habitam mundos especiais ou se acham no espaço universal sem estares sem estarem mais ligados a um mundo do que a outros?" Ah, os espíritos respondem de uma forma
188 e diz assim: "Os espíritos puros habitam mundos especiais ou se acham no espaço universal sem estares sem estarem mais ligados a um mundo do que a outros?" Ah, os espíritos respondem de uma forma tão linda que eles colocam assim: "Habitam certos mundos". Então, o que que significa esses certos mundos? Não são mundos especiais, são mundos que estão na fieira evolutiva progredindo sempre e sempre e que os espíritos que estão de acordo com eles os habitam, não é? E continuam, mas não lhes ficam presos como os homens à terra. Podem melhor do que outros estar em toda parte. O que que significa isso? Certos mundos onde a liberdade ela é mais intensa, menos relativa do porque a nossa liberdade é relativa, mas é uma liberdade maior em que eles não estão jungidos a leis gravitacionais, por exemplo. E eles podem fazer o quê? Eles podem se deslocar, ir a outros mundos, a outros planetas, porque estão o quê? estão plenos do seu poder de movimentação, de liberdade, de comunicabilidade. Então, depende do grau de evolução do mundo e do espírito que o habita. Muito bom, Carlos. A gente tem tempo para mais uma perguntinha aqui da Isabel Cavalheiro, que eu acho importante a gente sublinhar e até eh sugerir, né, que nós sempre eh façamos uma análise do período histórico, da linguagem, enfim, ela coloca, e aí eu vou pedir para Eusita e para Luciano comentarem brevemente isso. Kardec nunca falou sobre colônias espirituais. Por favor, esclareçam como é que fica essa questão da linguagem. Tem colônia? Não tem colônia. Só porque Kardec não falou? Como é que é essa questão toda? Olha, olha só. Kardec nunca falou porque não houve a pesquisa relacionada a esse tipo de busca naquele momento, mas ele falou sim os espíritos estarem em situações variadas no plano espiritual. Ele falou sim comentários eh de planetas mais evoluídos, como por exemplo nós encontramos lá na revista Espírita de 1858, quando é descrita a casa de Mozart no planeta Júpiter. Então, Kardec não trouxe a precisão que nós encontramos agora com os
evoluídos, como por exemplo nós encontramos lá na revista Espírita de 1858, quando é descrita a casa de Mozart no planeta Júpiter. Então, Kardec não trouxe a precisão que nós encontramos agora com os esclarecimentos de André Luiz, como por exemplo da colônia Nosso Lar, como por exemplo da casa transitória de Fabiano, que é uma nave que se desloca no plano espiritual de acordo com a necessidade de de socorro naquele momento. Então, mas não tem nada contra Kardec essas descrições, porque na verdade é o vé que se levanta. E nós só podemos ter acesso a essas revelações com base no que trouxe a codificação, senão nós não teríamos. Porque você passa pelo crivo, que é a razão, a universalidade, você encontra a veracidade dessas dessas moradas espirituais. Porque para onde é que vai o espírito quando desencarna? Aham. de acordo com o seu grau de evolução, ele vai para aquela morada espiritual, para aquela colônia espiritual a qual ele se afiniza. E são várias. Nosso que se situa eh mais ou menos na região do Rio de Janeiro, é um exemplo para nós. Por que um exemplo para nós? Foi ali que se estabeleceu eh juntamente naquela região litorânea o quê? o início da colonização do nosso país. Então, naturalmente que viéssemos a saber de uma organização espiritual que foi fundada àela época para fazer o quê? para receber os espíritos que foram eh trazidos para cá e que aqui no país deram continuidade à sua evolução. Então, ao invés de voltar para um plano espiritual eh junto ao continente europeu, aqui estava sendo organizada uma sede para receber esses espíritos e programar o seu projeto de retorno reencarnatório. Muito lógico. Basta basta observar que os espíritos disseram a Kardec que o mundo material é uma cópia imperfeita do que existe na realidade espiritual. Exatamente. Eh, Luciano, quer comentar muito brevemente que o tempo tá terminando? Claro. É só lembrar o seguinte, que as palavras são signos, são símbolos que querem expressar as ideias, mas as palavras matam, mas o espírito vivifica.
tar muito brevemente que o tempo tá terminando? Claro. É só lembrar o seguinte, que as palavras são signos, são símbolos que querem expressar as ideias, mas as palavras matam, mas o espírito vivifica. Então nós temos que tirar é o sentido da letra, não é? Então independentemente do nome, é a ideia por detrás do nome que nós precisamos de investigar, né? Então podemos nos libertar entendendo o sentido da expressão, o que ela quer dizer, o que que ela significa. Perfeito, Luciano. E aproveitando a sua bela fala, que é o espírito que vivifica e que temos que tirar o espírito da letra, vamos aproveitar em essência o nosso Natal. E aqui segue, né, uma nota de serviço sobre o nosso estudo, estudando o livro dos espíritos, porque agora no fim do ano, meus amigos, nós faremos um breve intervalo para a pausa Natal Ano Novo, e retornaremos revigorados ano que vem, 2022, no dia 10 de janeiro, para darmos aí sequência a esse lindo encontro semanal que tanta alegria nos traz. Então, desejamos a todos um ótimo final de ano, agradecendo muito a presença de Luciano, agradecendo muito a presença presença de Elita, as meninas, né, do CONSEB, que a gente trata de meninas carinhosamente, é o Carlos, companheiro, aqui na apresentação do estudo. E no nosso próximo estudo, ano que vem, vamos dar prosseguimento ao capítulo quarto da pluralidade das existências. com o tema transmigrações progressivas. Perguntas 189 a 193. Olha que a gente tá dando mais tempo aí para vocês estudarem, hein? Espero que possamos nos reencontrar em breve em 2022, todo mundo com lápis e papel na mão. Um beijo muito grande para todos vocês. Carlos, gostaria que você fizesse a despedida hoje, né? você que é o nosso gestor, faz aí o encerramento pra gente. Obrigado, Cris. Só agradecer muito a Luciano, Elita e a Andreia e as meninas, né, como você diz, da Conceb, que nos apoiam aqui no trabalho. E a você, Cris, pelo, né, o companheirismo aqui no na atividade e aos nossos internautas. Ah, hoje nós tivemos a a a Andreia também, a
s, né, como você diz, da Conceb, que nos apoiam aqui no trabalho. E a você, Cris, pelo, né, o companheirismo aqui no na atividade e aos nossos internautas. Ah, hoje nós tivemos a a a Andreia também, a Ariane que teve conosco, né, Ariane Silva. Então, eh, agradecer também a você que de casa está acompanhando muitas manifestações aqui nos comentários, não é? Desejamos aí um feliz Natal, não é? Um felizes festas para todos. Vamos aproveitar para nos lembrar que Jesus renasce no nosso coração quando nós fazemos o bem para o nosso semelhante. Então, atentos, não é, a esses momentos de festa, em que a gente é chamado muito para as coisas do mundo, nos lembrar que o Natal é para comemorar a vinda do Cristo para junto de nós. E ele veio para nos ensinar o caminho da renovação espiritual. Então, vamos aproveitar e como disse a Cris, dia 10 de janeiro, estamos de volta aqui juntos. Esperamos vê-lo de novo, ver vocês todos aqui conosco, continuando esse estudo. Um abraço muito fraterno e muito obrigado. Estudando o livro dos espíritos, um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Ja.
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