#34 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos

FEBtv Brasil 24/02/2026 1:33:12

"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos". Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que es...

Transcrição

Olá, queridos amigos. Sejam todos muito bem-vindos a este abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo. É um programa de estudo continuado de iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. Nós estamos estudando o livro seis Atos dos Apóstolos, né? Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. E é muito bom, com muita alegria, que nós começamos mais um estudo hoje. Vamos ver quem já está na nossa sala. José Maria, Carlinho Taiano, Marlene T, sempre com a gente, J Roberto, amigo querido, a Márcia Coelho já estão aqui nos esperando para o nosso estudo de hoje. Então, queridos, para dar esse início, nós vamos convidar a Marlúci, que vai fazer a nossa leitura e prece harmonização. Seja bem-vinda, Marl. Obrigada. Obrigada, Janice. Uma boa noite a todos os amigos e vamos meditar com Joana de Ângeles. É do livro Convites da Vida e está no capítulo 9, o título convite à coragem. O Senhor, pondo-se ao lado dele, Paulo, disse: "Tem bom ânimo". Atos capítulo 23, versículo 11. E comenta Joana: "Sorte madrasta, desabafaste após a dificuldade que te chegou de surpresa. Tudo de ruim me acontece. proferiste em desalinho mental após o problema intrincado que tomou com tomou corpo sem que o esperasses. Não poderia ser pior. Reclamaste em pleno clima de desespero que te absorveu. Todavia, relegas a plano de ouvido todas as coisas boas que vens fluindo, que possuis. fazem um giro pelos hospitais, onde estão os rebotalhos do sofrimento. Além daqueles ali albergados, há outros sofredores que experimentam maior soma de inquietações. Multidões de multilados estão lutando para se readaptarem à vida. Cegos exercitam a memória e surdos mudos. Aprendem leitura labial para saírem do isolamento em que se demoram. Crianças retardadas se submetem a tratamentos técnicos penosos. Gagos corrigem a fala a Duropenates. Duros penates. Operados de intrincados problemas orgânicos, deixam-se conduzir sob limitações coercitivas em difíceis processos para a

ratamentos técnicos penosos. Gagos corrigem a fala a Duropenates. Duros penates. Operados de intrincados problemas orgânicos, deixam-se conduzir sob limitações coercitivas em difíceis processos para a sobrevivência física. E as mães desassossegadas, ante filhos inditosos, esposos traídos, irmãos malcinados, cujas dores passam ignoradas. Sai da noite em a que te recolhes em pessimismo e tem coragem. Insucesso é ocorrência perfeitamente natural que acontece a toda e qualquer criatura. Problemas são desafios à luta e dificuldades são testes de promoção espiritual. Indispensável manter o bom ânimo em qualquer lugar e posição, recordando a necessidade de nobre aplicação dos valores que dispões. ão, palavra, audição, movimento, lucidez e tantos outros, distribuindo bênçãos entre os que conduzem mais pesado farto. E seja qual for a provação que te surpreenda, tem coragem. O pior que pode acontecer a alguém é entregar-se à descrença, apagando a chama íntima da fé e caminhar em plena escuridão da estrada sem a rino. Assim, confia em Deus e corajoso prossegue de espírito tranquilo. Essa bela mensagem de Joana de Angeles nos traz profundas reflexões e reflexões que merecem o nosso agradecimento. agradecer a Deus a oportunidade da reencarnação que temos, mesmo com todas as limitações, com todas as dificuldades, lembrar como o apóstolo Paulo lembrou aos seus irmãos, em tudo dai graças, porque só nos acontece aquilo que é necessário ao nosso crescimento espiritual. E a benfeitora Joana de Angeles chama a nossa atenção para confiança em Deus, para acreditar que tudo vai passar. Quando ela afirma problemas são desafios à luta e dificuldades são testes de promoção espiritual. Que saibamos, meus irmãos, meus amigos, tocar as nossas dificuldades, tocar as nossas limitações com confiança irrestrita em Deus, buscando o arrimo na oração, na ação, no bem, na no auxílio mútuo aqueles que têm ainda menos que nós. Temos os sentidos funcionando, temos as mãos, os braços, cabeça, coração. O que nos falta? Se nos falta alguma

rimo na oração, na ação, no bem, na no auxílio mútuo aqueles que têm ainda menos que nós. Temos os sentidos funcionando, temos as mãos, os braços, cabeça, coração. O que nos falta? Se nos falta alguma coisa, temos a Deus, nosso Pai celestial, que tudo fez, faz e fará para nós os seus filhos. Assim, diante da dor, diante do sofrimento, que saibamos calar as nossas reclamações e falar mais alto a tranquilidade da confiança em Deus, nosso Pai, nos amigos espirituais, em Jesus, nosso irmão maior, que prometeu a ele mesmo, a Deus, que nenhuma das ovelhas se perderia. se perderia na aflição, se perderia na dor, se perderia na estrada sem a remo, porque ele, Jesus, é o nosso caminho, a verdade e a nossa vida. Por isso, agradecemos, Senhor, esta vida a que fomos chamados a palumilhar e prossigamos para a frente e para o alvo, com confiança em Deus e com a fé mesmo pequenina, mas que Jesus amplia e fortalece. Gratidão, Senhor. Fica conosco. Não nos desampare quanto a nós, que saibamos oferecer a sintonia necessária para continuar sempre contigo. Gratidão, Senhor. >> Que linda prece, Marlúci. Muito obrigada. Que assim seja. Que tenhamos sempre bom ânimo, né? Então, para seguirmos mais tarde, a gente se vê. Marlúci, nós para seguirmos, nós estamos vendo a parte cinco, que é a última parte do livro, livro seis, né, Atos dos Apóstolos, que é o fim das missões e o prisioneiro do Cristo. Hoje veremos o tema 34, capítulo 23. E consta comparecimento diante do Sinédrio, segunda parte, porque o Max já fez a primeira parte na aula passada, né? Conjuração dos judeus contra Paulo e transferência de Paulo para Cesareia. Nós estamos então em Atos capítulo 23 versículos de 1 a 35. E hoje nós temos uma facilitadora que veio da Federação Espírita do Espírito Santo e é a Dalvinha, Dalva Souza, né? Aí, muito bem-vinda, Dalva. É um prazer tê-la aqui conosco, facilitando esse tema maravilhoso, né? Então é com você agora, tá, amiga? Muito obrigada. Obrigada, Janice. Sempre muito bom estarmos juntos para

uito bem-vinda, Dalva. É um prazer tê-la aqui conosco, facilitando esse tema maravilhoso, né? Então é com você agora, tá, amiga? Muito obrigada. Obrigada, Janice. Sempre muito bom estarmos juntos para estudar e é sempre instigante ler os Atos dos Apóstolos, principalmente quando temos as luzes da doutrina espírita, não é? Então, meus amigos, minhas amigas, meus votos de muita paz a todos. Que Jesus nos abençoe e fortaleça. Então, esse capítulo que é o nosso estudo de hoje, ele nos oferece três palavras chaves. Três palavras chave. E são palavras interessantes e a doutrina tem o que ensinar de cada uma delas. A primeira palavra consciência. A segunda palavra prova. E a terceira é o amparo. E esse amparo não é qualquer amparo, é o amparo espiritual. Então, consciência, prova e amparo espiritual são três focos que estão presentes nessa narrativa e ganham nova dimensão quando nós consideramos o texto a luz do Espiritismo. Então, primeiramente nós vamos observar que quando encontramos o apóstolo Paulo de Tarso, neste capítulo, ele não está pregando a multidões, nem realizando curas. Ele está preso. E nessa condição nós já vemos a situação de prova. Não cabe aqui analisar se a pessoa tá presa justamente ou injustamente. O importante é que a limitação do ir e vir, o impedimento da liberdade é sempre uma aprovação. E lógico para nós pegarmos o fio da meada, já foi apresentado no capítulo passado, mas vale a pena recapitular rapidamente o que foi que aconteceu. Ele foi preso pelos romanos quando se encontrava no templo para orar após ser atacado por uma multidão amotinada, incentivada pelas autoridades religiosas. do judaísmo. Isso que aconteceu. E na prisão ele pediu para falar ao povo. Esse pedido foi atendido e ele então contou a sua história. Enquanto ele fez o relato da sua história. Quando ele fez esse relato, ele foi muito sincero. e contou quem ele era, a sua filiação, eh contou como que ele se situava dentro do contexto da religiosidade judaica, se identificando como fariseu,

Quando ele fez esse relato, ele foi muito sincero. e contou quem ele era, a sua filiação, eh contou como que ele se situava dentro do contexto da religiosidade judaica, se identificando como fariseu, e informou também que perseguiu os cristãos, contou toda essa história e todos ouviram em silêncio, mas no final dessa narrativa, ele eh destacou a figura de Jesus e mostrou, tentou mostrar para aquela multidão que Jesus era de fato o Messias que estava sendo aguardado. Nesse ponto, a reação do público foi muito forte e o povo se enfureceu contra ele e voltou-se então contra ele atacando-o. E ele só não foi morto porque os soldados romanos impuseram respeito àela turba e o recolheram. Então aqui nós vemos a condição da prova muito bem explicitada. E é muito interessante observar que a fidelidade ao Cristo não exentou Paulo de passar pela prova que ele deveria passar. Essa é uma primeira reflexão importante que o texto nos enseja. Nós podemos ter a nossa convicção, podemos ser fiéis a essa convicção e podemos buscar o esforço necessário para a nossa atuação no mundo de acordo com a nossa crença, sendo fiéis àilo em que acreditamos. Mas isso não vai decidir a isenção das nossas provas, que as provas, segundo aprendemos com a doutrina espírita, elas não são castigos, na verdade, as provas são instrumentos de progresso, não significam que Deus tenha se esquecido de nós e nos abandonado, mas na verdade ela significa a oportunidade de um testemunho. moral. E é exatamente isso que Paulo está vivendo nesse trecho que nós vamos estudar hoje. Então, a narrativa do evangelho, ela é muito eh interessante e nós vamos explorar aos pedaços, aos poucos, percebendo cada parte desse roteiro, que são três partes importantes que a Janise já situou. o comparecimento de Paulo diante do Sinédrio, a conjuração dos judeus e a transferência de Paulo para Cesareia. Uma coisa muito interessante que o estudo nos oportuniza é perceber que o enredo ele fica mais claro quando lemos a narrativa que é feita em Paulo

dos judeus e a transferência de Paulo para Cesareia. Uma coisa muito interessante que o estudo nos oportuniza é perceber que o enredo ele fica mais claro quando lemos a narrativa que é feita em Paulo Estevo por Emanuel, porque essa narrativa vai completar algumas lacunas. Então, primeiro ponto é Paulo diante do Sinédrio e ele tem ali um cenário com algumas personagens que é bom a gente explicitar quem são essas personagens. Estavam ali os fariseus. O os fariseus eles eram ligados a uma escola religiosa fundada ali pelo que era um doutor judeu nascido na Babilônia. E ele dispunha que todos deveriam depositar fé nas escrituras. Essa escola, ela já era bem antiga, remonta quase 200 anos antes de Cristo. E com a dispersão dos judeus nos anos 70 da era cristã, depois que o templo de Jerusalém foi destruído, essa escola religiosa deixou de existir. Esses são os fariseus. E Paulo se identifica como fariseu, filho de fariseus. Então, já se coloca dentro dessa tradição, mas estavam ali também os chamados escribas, que era um nome dado aos secretários dos reis de Judá a princípio, e também a certos intendentes do exército judeu. Mas esse nome mais tarde, ele foi aplicado aos doutores que ensinavam a lei de Moisés e interpretava essa lei para o povo. Eles tinham uma uma convergência com os fariseus. Eles partilhavam dos pontos de crença dos fariseus e também antipatizavam com os inovadores. Também os fariseus eram antipáticos com os inovadores. É sempre muito difícil para quem está na situação aceitar algum discurso que venha desestruturar aquilo que está estabelecido. Então, esses eram os escribas. Outros personagens aqui seriam o saduceus. O saduceus também era uma escola religiosa. Essa escola surgiu por volta do ano 248 aes de. Crist, então uma escola anterior a dos fariseus. E o fundador era chamado Sadoc. Essa escola é interessante porque eles eram uma escola religiosa que não acreditava na imortalidade da alma, não acreditava na ressurreição, nem em anjo, nem em anjo bom, nem anjo mau, mas eles

Sadoc. Essa escola é interessante porque eles eram uma escola religiosa que não acreditava na imortalidade da alma, não acreditava na ressurreição, nem em anjo, nem em anjo bom, nem anjo mau, mas eles acreditavam em Deus. E como não acreditavam em nada depois da morte, eles achavam que toda recompensa pela pelo comportamento adequado, pela homenagem prestada a Deus, seria dada na própria existência mesmo em forma de prosperidade. Então, eram os materialistas daquela época, né? Você acreditava em Deus, mas não acreditava mais nada além disso, né? E quando Paulo vai falar para o Sinédrio, ele começa a apontando a primeira chave que a gente colocou no início desse estudo, que é consciência. Ele diz: "Tenho vivido diante de Deus com toda boa consciência. E ele falar isso incomodou muito eh o chefe do Sinédri. que esse chefe do Sinédrio mandou que os seus assessores castigassem Paulo por conta dessas simples frases. Olha como que a questão da consciência mexeu com o imaginário, com pensamento daquelas pessoas. E nós sabemos que a palavra ela dialoga diretamente com a questão 621 de O livro dos espíritos. Porque Kardec pergunta onde está escrita a lei de Deus? E os espíritos respondem na consciência. Então, essa lei não está registrada em nenhum livro religioso, especificamente. Os livros religiosos têm eh maneiras, linguagens, contextos para falar das leis, mas a lei na sua íntegra, na sua essencialidade, está na consciência do ser espiritual criado por Deus. E a consciência tranquila não significa perfeição, significa que a criatura tá fazendo um esforço sincero no cumprimento do seu dever. Mesmo quando é injustamente agredido por Ananias, Paulo, ele vai demonstrar tranquilidade. Ele vai demonstrar uma um resposta que dá a entender o seu conhecimento das leis, das leis transitórias que regiam o funcionamento daquela casa. E mas ele reconhece a autoridade constituída e ele fala com fraternidade. Isso nós ficamos sabendo pelo relato de Paulo Estevão, porque o relato bíblico é

rias que regiam o funcionamento daquela casa. E mas ele reconhece a autoridade constituída e ele fala com fraternidade. Isso nós ficamos sabendo pelo relato de Paulo Estevão, porque o relato bíblico é sempre muito sucinto. Detalhes acabam não sendo incluído. Incluídos. Então, nós vemos um espírito preparado para a missão, que Paulo antes de encarnar certamente foi preparado para aquela missão, já que Jesus dizia que ele era o vaso escolhido. Ele tinha todo o comportamento que Jesus desejava desenvolvido ao longo da encarnação, pelo preparo na família, pelo seu preparo nos estudos, pela sua atividade pública. Ele tinha as habilidades e Jesus então dá a ele uma incumbência importante. Então, ele é um espírito elevado e preparado paraa missão, mas está em aprendizado de da realização dessa missão e demonstra então vigilância e humildade nesse momento em que atravessa uma prova. Então, talvez aí uma lição importante para todos nós diante das nossas provas, nós demonstrarmos também essa humildade, a percepção de que não sabemos tudo ainda, não dominamos todo o contexto, precisamos ainda do de muito esforço no nosso aprimoramento. Então, a lição é clara. O progresso espiritual não elimina imediatamente as nossas imperfeições, mas nos torna responsáveis por elas. Então isso a gente percebe na atitude de Paulo. Um outro ponto muito interessante é que ele percebe a narrativa bíblica é muito clara nesse sentido. Ele olha as pessoas que ali estão, ele percebe fariseus e saduceus, que são duas seitas que não se entendem, que se combatem. E ele então se identifica como fariseu, filho de fariseus, e declara que está sendo julgado pela esperança da ressurreição. Isso eh mostra uma estratégia, revela um ponto essencial da crença dos fariseus, a imortalidade da alma, que sempre foi um divisor entre o pensamento dos saduceus e dos fariseus. E nesse, quando ele faz isso, ele acirra os ânimos dos senuceus e as coisas vão dar um pano de fundo para a sequência dos acontecimentos. Kardec afirma que a certeza da vida

s saduceus e dos fariseus. E nesse, quando ele faz isso, ele acirra os ânimos dos senuceus e as coisas vão dar um pano de fundo para a sequência dos acontecimentos. Kardec afirma que a certeza da vida futura transforma a maneira como enfrentamos as dificuldades do presente. Sem essa visão, o sofrimento parece injusto, mas com essa visão torna-se educativo. Então, Paulo ter essa convicção da sobrevivência da alma e ter a convicção de de que há uma continuidade para as experiências que o espírito vive, lhe dá essa estratégia para naquele momento enxergar a possibilidade de criar uma condição para resolução das questões que estavam se evidenciando e também para propor naquele momento uma questão que acirrou os ânimos dos saduceus, criando uma situação difícil para o chefe da sinagoga. Então esse ponto é muito importante, foi um momento tenso que aconteceu ali. Ele então eh fica no meio do caos. É difícil conter os ânimos e os ânimos só são contidos porque a autoridade romano intervém e os soldados retiram Paulo daquela situação e ele vai ser recolhido novamente a à prisão. E nesse, eh, nesse recolhimento, quando ele revisa todo o acontecimento, sentindo ainda a turbulência daquele momento que ele viveu, ele tem uma presença espiritual. O Senhor diz a ele, coragem. Aí está o amparo. O amparo espiritual se apresenta no momento em que a dificuldade se torna exacerbada e é difícil para ele perceber como sair daquela situação. Mas essa presença espiritual dizendo para ele que tenha coragem, porque ele deu o testemunho, ele foi fiel ali naquele momento, diante de toda aquela agressividade, ele foi fiel e ele também teria que dar o testemunho em Roma. Então ali fica explicitado que há uma um plano espiritual que está acima de todo o planejamento humano. Então essa passagem é muito consoladora.É a gente perceber que há um amparo espiritual. Ainda que a gente não perceba de imediato, ainda que não tenhamos uma mediunidade para ouvir na acústica do nosso ser uma fala espiritual para não

adora.É a gente perceber que há um amparo espiritual. Ainda que a gente não perceba de imediato, ainda que não tenhamos uma mediunidade para ouvir na acústica do nosso ser uma fala espiritual para não perceber a figura do espírito que nos apoia, nós sabemos que eles nos apoiam e sabemos em nosso coração que nunca estamos sós. Então é uma passagem profundamente consoladora. No espiritismo, nós aprendemos que Deus, ele está presente em todos os momentos, em toda parte. É onipresente, é onisciente. Os espíritos superiores trabalham sintonizados com as leis divinas. Jesus é o coordenador desta escola planetária que nos acolhe, que nos possibilita o aprendizado. E Jesus tem uma extensa falange de seres que colaboram com o seu trabalho. Então, Paulo recebe a confirmação de que irá a Roma. Eh, ainda que ele não tenha ideia de como isso vai se dar, porque a crise era grande naquele momento. Quantas vezes também nas nossas crises nós não conseguimos perceber que há uma solução, mas se nós nos tranquilizarmos e lembrarmos de que não estamos sós, nós poderemos talvez divisar esse amparo que está bem ao nosso lado. Então, na sequência, nós vamos entrar naquela segunda parte que é a conjuração dos judeus, a conspiração. 40 homens juram matar Paulo. Naturalmente aí estão fanatismo, intolerância, violência, que são expressões muito ruins do orgulho humano. Então ele, eles 40, esses 40 homens, eles fazem um juramento de não comerem nem beber enquanto não matarem Paulo. Imagine essa situação. E Paulo está a mercê porque quando tem uma turba enfurecida, dificilmente poucos homens poderão contê-la. Então, vejam que a situação é muito delicada e o risco pode ser um risco que atinge até mesmo tribuno romano, segundo o relato bíblico. Então, nós vamos ver que existe uma ação da providência divina nessa história. Porque um jovem que é o sobrinho de Paulo, ele percebe o plano dos judeus e ele vai intervir visitando Paulo na prisão para dar a ele ciência dessa conjuração, desse complor armado.

na nessa história. Porque um jovem que é o sobrinho de Paulo, ele percebe o plano dos judeus e ele vai intervir visitando Paulo na prisão para dar a ele ciência dessa conjuração, desse complor armado. Os judeus tinham uma ideia, eles iam tentar que o tribuno romano trouxesse Paulo de volta ao Sinédrio com a desculpa de que precisava analisar melhor o assunto, mas na verdade eles iam preparar uma emboscada e matar Paulo antes que ele chegasse ao Sinédrio. Esse era o plano. O texto bíblico fala da intervenção desse sobrinho de Paulo. Mas pela narrativa de Emmanuel em Paulo Estevão, nós ficamos sabendo que só a fala do sobrinho de Paul não foi suficiente. Paul quando recebe do seu sobrinho essa notícia, ele imediatamente pede aos centuriões que leve o rapaz para falar com Cláudio Ulízias, que era o tribuno que estava no comando ali, e para dar ciência do que estava sendo preparado pelos judeus. Então, só essa fala do rapaz pelo relato de Paulo Estev, porque o Cláudio Ulízias ainda estava em dúvida sobre o que fazer. E Paulo Estevo vem nos trazer mais uma peça desse enigma que é a presença de Thago. Thiago visita Cláudio naquele momento e explica a situação com mais detalhe, porque a fala de um jovem talvez não tivesse a força que teria a palavra de um ancião reconhecido. Inclusive o texto do Paulo Estevão diz que Cláudio Ulises tinha Thago em alta conta, inclusive devia a ele alguma coisa. Então ele tinha um respeito muito grande por Thiago. Então Thiago não só explicita a questão da armadilha que tava sendo montada, como também ele dá ao Cláudio a sugestão para a saída daquele processo. E segundo o texto de Paulo Estevão, Tiago, neste momento foi inspirado por Jesus, pelos benfeitores. Então ele recomenda que Paulo seja transferido para Cesareia. Então, Cláudio teria que mandar Paulo bem escultado e na calada da noite para que ele fosse encaminhado ao governador que estava lá em Cesareia, a fim de que as decisões fosse fossem tomadas lá, tendo em vista que Paulo era um cidadão romano.

escultado e na calada da noite para que ele fosse encaminhado ao governador que estava lá em Cesareia, a fim de que as decisões fosse fossem tomadas lá, tendo em vista que Paulo era um cidadão romano. Então essa solução agradou muito, inclusive porque Cláudio percebeu a delicadeza daquela situação e que haveria risco até para ele mesmo, caso a multidão enfurecida não respeitassem a sua autoridade. Então, Deus nos governa. Nós aprendemos isso com o espiritismo. Deus governa por leis. Então, não há um milagre arbitrário nessa história. Existe providência inteligente e interessante, porque é um jovem que é mobilizado para perceber a armadilha para ir lá avisar, mas é também o ancião Thago, que era respeitado, que era o coordenador da Casa do Caminho, que vai visitar o tribuno e dar a ele a saída para a questão Deus agindo por intermédio dos humanos. É assim que funciona a providência divina, eh articulando e enviando intermediários nas diferentes situações. E são essas esses intermediários movidos por inspiração, ainda que não tenham mediunidade e são inspirados e podem aderir ou não tem o livre arbítrio. Mas quando há uma adesão aos projetos divinos, nós é que recebemos o galardão desse ato que podemos nos negar e Deus vai inspirar outra pessoa, porque os planos divinos não repousam sobre o ombro de um só homem. A gente aprende isso também com a história de Allan Kardec, né? Quando ele é chamado para a tarefa da codificação, ele fala, ele aceita, mas pergunta se ele não der conta como que seria, né? E o espírito de verdade diz para ele que o outro seria acionado para realizar o trabalho. Então a providência divina age pelo nosso intermédio e seremos sábios quando, diante de uma inspiração para intervir em qualquer situação, nós acolhermos esta inspiração e realizarmos o trabalho que se espera de nós. No caso, a gente falou da prova, já falamos da consciência, já falamos do amparo divino. Agora, a prisão de Paulo se revela uma condição de proteção. Olha como é que haja a providência divina. A

nós. No caso, a gente falou da prova, já falamos da consciência, já falamos do amparo divino. Agora, a prisão de Paulo se revela uma condição de proteção. Olha como é que haja a providência divina. A princípio nós dizemos, dissemos: "Paulo está preso, essa é uma prova". Sim, pode parecer pra gente, então, nossa, que coisa ruim. Às vezes, uma coisa aparentemente ruim que nos acontece pode significar uma forma que a providência divina encontrou para nos proteger e nos alertar. Então, Paulo ele é transferido para Cesareia sob escolta impressionante. Então, eram escolta de 200 cavaleiros, lanceiros, soldados. E ele continua preso ainda nessa condição de preso, mas está protegido porque havia todo um complô para matá-lo. E sem essa proteção, provavelmente os seus adversários conseguiriam o seu intento. Então, mesmo transferindo na calada da noite sem que ninguém esperasse, porque foi tudo preparado em sigilo, haveria o risco de alguma pessoa que percebesse acionar os adversários. Então ele foi muito bem protegido com soldados, com cavaleiros, com lanceiros e foi entregue ao governador Félix lá em Cesareia e foi conduzido então para a condição de realizar o seu trabalho. Então a providência divina age por meios que nós não compreendemos. Na verdade, o governador vai ouvir o testemunho de Paulo, mas diz que ele ficará ali no recolhimento aguardando, porque ele precisaria ouvir também as autoridades do Sinédrio. Eles, ele manda convocar as autoridades do Sinédrio. E os judeus ficaram satisfeitos com essa convocação. Eles ainda estão embuídos daquela ideia de confrontar Paulo. Vejam como que essa narrativa nos traz a oportunidade de conversar sobre vários temas que estão presentes nos estudos espíritas. Primeira coisa, fazendo um apanhado geral desse trecho, a consciência reta é a nossa maior defesa. Então Paulo ele tava preso, ele foi agredido, ele foi confrontado, mas ele estava tranquilo. Principalmente a narrativa de Paulo Estevão nos dá a percepção de que mesmo quando ele fala com a autoridade, com o

ulo ele tava preso, ele foi agredido, ele foi confrontado, mas ele estava tranquilo. Principalmente a narrativa de Paulo Estevão nos dá a percepção de que mesmo quando ele fala com a autoridade, com o chefe da sinagoga, que ele não deveria agredi-lo porque ele estava ali para julgar e não para agredir, mesmo quando ele usa dessa fala, não é uma fala agressiva, é uma fala fraterna, dando ao outro um conhecimento. de que ele sabe do que tá falando, ele também conhece as leis e ele tem a sua consciência tranquila por estar cumprindo com o seu papel, sendo fiel a quem está no comando agora da sua vida, que é Jesus. Porque antes ele atuava sob o comando dos fariseus, da autoridade do Sinede, mas agora não. Agora ele tá sob o comando de Jesus e ele é fiel a esse comando. Então a sua consciência está tranquila. Segundo ponto, a prova é instrumento de elevação. Quer dizer, vivenciar essa situação de prova não significa abandono da providência divina, não significa um castigo divino, não significa que ele vá ter a sua vida colocada ali a ao fim o fim da sua experiência pela agressividade da dos que o confrontavam. Por quê? E porque a providência divina está acima disso tudo, gerenciando a situação. Então não há, não acontece a revelia da vontade divina. A prova é instrumento de elevação e a providência divina tem como contornar as situações para que você viva a experiência na medida da sua necessidade de aprimoramento. Terceira coisa, o amparo espiritual é real. Nós não podemos duvidar de que durante todo o nosso trajeto nesse mundo de provas expiações, vivendo as dificuldades que tenhamos pelas quais tenhamos que passar, nós não podemos duvidar de que existe um amparo dos nossos amigos espirituais, nosso anjo guardião, aqueles espíritos abnegados que trabalham conosco pela causa espírita. eles também vão interceder ao nosso favor numa hora de dificuldade. Quarta coisa importante, a providência atua mesmo quando não percebemos. Então Paulo ali não tinha uma noção muito clara, mas ele foi avisado de que ele

rceder ao nosso favor numa hora de dificuldade. Quarta coisa importante, a providência atua mesmo quando não percebemos. Então Paulo ali não tinha uma noção muito clara, mas ele foi avisado de que ele deveria ter coragem porque ele iria cumprir a sua tarefa em Roma. Isso ficou claro para ele e ele confiou e esperou. E nós também nas dificuldades pelas quais passemos nesta vida, podemos confiar, porque existe uma providência atuando em nosso favor. Quinta coisa importante, a fidelidade ao bem nunca é inútil. Em todo tempo que nós pudermos cumprir o que Deus espera de nós, o que a nossa consciência nos diz, que é o comportamento ético, necessário, adequado, isso vai ter uma consequência em nosso favor. Então, é que nós percebemos aqui? Nós devemos nos perguntar a partir de toda essa narrativa, nós devemos pensar conosco neste momento, interiorizando o fato, a narrativa, toda essa abordagem que o esclarecimento espírita nos propicia, como tenho agido nas minhas provas, nos momentos em que eu vivencio uma situação de limite, seja por conta de enfermidade física, seja por conta de uma adversidade dentro da família, conflitos, seja na sociedade por intolerância dos companheiros, por uma agressão justificada, por uma condição que se desenha dentro do trabalho que realizamos no nosso meio profissional, como eu tenho reagido e fazer uma análise, porque isso é o autoconhecimento, é um trabalho de autoconhecimento. Toda vez que nós estudarmos um texto à luz do Espiritismo, nós devemos fazer esta interiorização do conhecimento e também esse checar a nossa própria atitude diante das situações que nos acontecem. O Paulo, ele trabalhou num contexto de muita diversidade e num tempo de pessoas muito mais aguerridas, muito mais grosseiras. Nós vivemos tempos diferentes, mas muitas vezes observamos que trabalhando com o espiritismo, divulgando o espiritismo, nós vamos também encontrar no nosso caminho intolerância de companheiros de outras vertentes religiosas. E não é muito pouco provável termos

ue trabalhando com o espiritismo, divulgando o espiritismo, nós vamos também encontrar no nosso caminho intolerância de companheiros de outras vertentes religiosas. E não é muito pouco provável termos dificuldades dentro do próprio grupo de trabalho espírita com entendimentos diferenciados de como fazer, porque dentro do trabalho espírita nós sabemos os princípios, os fundamentos, sabemos os objetivos, mas muitas vezes o como fazer aparece para um de uma forma, para outro de outra forma. nós não encontramos consenso nessa direção. Então, os antagonismos muitas vezes se apresentam dentro da equipe de trabalho. Então, como é que eu tenho reagido diante dessas situações? Essas são as nossas provas. hoje, eh, pouco provável que tenhamos que nos confrontar com crucificação, com lapidação de pessoas na praça, com conjuração de de morte, essas coisas que Paulo enfrentou. Mas dentro da relatividade das nossas condições, nós vamos encontrar situações que nos deixam muitas vezes inseguros. muitas vezes tristes, muitas vezes desalentados. E aí entra a mensagem que Jesus dá a Paulo, coragem. Coragem. E também nós devemos ouvir essa fala no momento da nossa prova. Coragem. A providência divina está agindo. Então essa é uma pergunta. Como tem reagido às minhas provas? Uma outra pergunta possível nesta reflexão. Confio na assistência espiritual nos momentos difíceis. Será que nós estamos manifestando essa mesma confiança que Paulo manifestou? Ele estava totalmente fragilizado ali entre inimigos. Porque os romanos também não eram seus amigos, não eram companheiros. Os judeus estavam querendo matá-lo. Os romanos não tinham muitos motivos ali para eh enfrentar aquela briga por ele. Era uma situação muito frágil, mas ele foi fiel a Jesus e demonstrou essa confiança no poder divino. Então vamos nós também pensar nas nossas situações difíceis, se estamos manifestando essa confiança. E uma terceira pergunta que eu trago aqui, que é interessante pra gente refletir, minha consciência tem sido meu guia ou

m pensar nas nossas situações difíceis, se estamos manifestando essa confiança. E uma terceira pergunta que eu trago aqui, que é interessante pra gente refletir, minha consciência tem sido meu guia ou tenho buscado aprovação externa? Se eu quero aprovação externa, muitas vezes eu vou pactuar com coisas que nem sempre a nossa consciência aprova. Então nós devemos ter essa análise também diante de situações tão antagônicas como Paulo enfrentou ali, daqueles judeus que o olhavam com tanta animosidade. Ele conta a sua história, mas ele dá o testemunho de como vê Jesus. Ele via Jesus de uma forma diferenciada antes, mas depois que ele é chamado a essa tarefa pelo próprio Jesus, ele conta a sua percepção e ele consegue converter o seu contexto mental para perceber que sim, Jesus era a personalidade terrena do Cristo, do Messias. E ele é fiel a essa concepção, mesmo sabendo que compraria muito mais animosidade de todos aqueles que estavam em torno. Então, ao contemplar este episódio da vida de Paulo de Tarso, percebemos que a grande lição não está apenas nos acontecimentos externos, mas na atitude interior de Paulo diante deles. Paulo está algemado, mas não está vencido. está cercado por acusações, mas permanece sustentado pela própria consciência. Talvez essa seja a imagem mais forte de Atos dos Apóstolos neste capítulo. Um homem exteriormente limitado, mas interiormente livre. Essa é a liberdade que nós devemos buscar. É muito comum que nós vejamos muitas propostas de liberdade. O mundo também tem as suas propostas de liberdade. Ah, você deve usufruir a vida. Você tem direito à vida, à liberdade, você tem um tem que cuidar de si. Você tem que vivenciar os prazeres. O mundo nos enreda, nos ilude muitas vezes. Então, muitas vezes buscamos uma liberdade que não é real. Pode parecer que estamos sendo livres quando fazemos o que desejamos. nos permitimos desfrutar de vícios e contatos, mas estamos nos escravizando. Na verdade, aqui não. Aqui nós vemos um homem preso, mas um espírito livre. e livre, ainda

quando fazemos o que desejamos. nos permitimos desfrutar de vícios e contatos, mas estamos nos escravizando. Na verdade, aqui não. Aqui nós vemos um homem preso, mas um espírito livre. e livre, ainda que esteja na condição de encarnado, porque a verdadeira liberdade é interior. Isso tá muito claro na mensagem que o Espiritismo nos ensina. Ninguém pode aprisionar o nosso pensamento. As pessoas podem nos aprisionar, aprisionar o nosso corpo, algemar nossas mãos, acorrentar nossos pés, mas não podem aprisionar o nosso pensamento. As cercas dos nossos pensamentos somos nós que colocamos quando nós nos afinamos com certas mensagens que o mundo nos dá. E nos enredamos nessas ilusões. Quando nós acreditamos em dogmas, quando nós ouvimos certas proposições sem fundamento e nos apegamos a elas por uma questão de opinião, então esse livre arbítrio que Deus nos concede, ele é real. Nós podemos livremente nos escravizar. É essa a verdade. Mas se nós queremos a liberdade real, o que que nós vamos saber? Nós vamos saber com o exemplo de Paulo aqui, ele está preso, mas ele interiormente é um espírito livre que está agindo de acordo com a sua própria consciência. Quando Cristo lhe diz coragem, ele não removeu a prisão, não dissolveu a conspiração. Os judeus prometeram ficar sem comer e sem beber até matar Paulo. Essa eh disposição é uma disposição muito fixada, muito presente, muito forte. Essa conspiração não é dissolvida quando Jesus diz, quando Cristo diz a Paulo, coragem. Também não altera imediatamente o cenário. O cenário continua o mesmo. Os judeus planejando uma forma de levá-lo ao cinédrio, planejando uma armadilha para matá-lo antes que ele chegue ao cinédro. inclusive eh, considerando possibilidades de atacar os próprios romanos, porque até a fala de Thiago no Paulo Estevão dá Cláudio Lísias a noção de que ele mesmo correria perigo diante do acirrar daquela situação dos judeus. Thaago conhece bem a atitude daquele povo. Então, quando a proposição de coragem é feita para Paulo, ela não muda

noção de que ele mesmo correria perigo diante do acirrar daquela situação dos judeus. Thaago conhece bem a atitude daquele povo. Então, quando a proposição de coragem é feita para Paulo, ela não muda o cenário, não altera a disposição dos dos judeus, mas ela oferece ao Paulo uma segurança interior, a certeza de que há um propósito naquele momento. Ele deveria ir a Roma. Ele tem isso como um sonho, uma expectativa anteriormente e agora ele sabe que esse propósito vai se realizar. Quantas vezes também nós atravessamos momentos em que tudo parece oposição, incompreensões, adiamentos, lutas silenciosas. Nós também vivenciamos esses impactos no trabalho espírita mesmo, na coordenação de equipes de trabalho. Quantas vezes nós gostaríamos que os espíritos se fizessem presente para nos dizer faça isso ou faça aquilo? Mas ocorre que a condição é do humano encarnado viver. É, é como o aluno, não é? O aluno tem o dever de casa. Os pais não vão fazer o dever de casa para seus filhos, porque se eles fizerem isso, eles estão tirando a chance do aprendizado. Nós somos educandoos. A providência divina nos educa. Então, os benfeitores não vão fazer a nossa parte. Eles vão nos inspirar, eles podem nos encaminhar mensagens estrategicamente, um livro, uma fala, um amigo que nos visita, assim como aconteceu com Ulíes, receber a visita do Thago ali naquele momento. Então, nós vamos ter essa condição também. À luz do ensinamento espírita, nós compreendemos que nenhuma experiência é vazia de sentido. Toda prova educa. Toda dificuldade revela o ponto exato do nosso crescimento, aquilo exatamente que nós precisamos vivenciar. A conspiração contra Paulo não impediu o seu destino. A prisão não anulou sua missão. O sofrimento não o afastou do Cristo. E talvez o que fique para nós nesta noite uma reflexão simples, profunda para trabalharmos no silêncio da nossa meditação. Quando as circunstâncias me apertam, onde está minha confiança? Minha confiança está no que eu observo fora no cenário ou minha confiança está

rofunda para trabalharmos no silêncio da nossa meditação. Quando as circunstâncias me apertam, onde está minha confiança? Minha confiança está no que eu observo fora no cenário ou minha confiança está no conhecimento de que Deus conduz esse cenário. Deus está efetivamente coordenando as coisas nesse plano aqui. Se mantivermos a consciência em paz, o dever cumprido e o coração voltado para o bem, também ouviremos nas horas difíceis a mesma exortação espiritual, coragem, porque nenhuma força humana é maior que os desígnios do bem. Nenhuma sombra é permanente diante da luz. A luz de Deus, a luz que está em nós, que nós precisamos fazer brilhar. Jesus disse: "Brilhe a vossa luz". Então, nenhuma sombra vai ser permanente diante dessa possibilidade real. Nenhuma prova é maior que os recursos que Deus já depositou em nós. Se a prova está no cenário, é que nós temos condições para vivê-la. Temos amparo para isso e podemos superá-la aprendendo a lição que ela nos traz. É muito bonito esse trecho e esse aprendizado, né? Não, Janis, achei lindo esse trecho da narrativa de atos. >> Verdade, verdade. E você abordou de uma maneira assim tão suave e tão profunda ao mesmo tempo, né? Eu acredito que mexeu com todos nós, sabe? que nos fez eh reagir a a essa liberdade, né, que a gente acha que tem. E na verdade nós somos prisioneiros de nós mesmos, né? Precisamos nos libertar na consciência. Maravilhoso. Pessoal da sala que tá tá encantado. Ô, ô, Dalvinha, encantada, sabe? Olha, estou aqui encantada com tanta explicação e tanto aprendizado. Gratidão a Maria Paula. Sabe, eh, como é bom ouvir a Dalvinha. Obrigada por repartir conosco seus conhecimentos. A Márcia Coelho, olha, a delicadeza da Dalvinha de explicação, de explanação nos comoove. Obrigada. Eh, e o Carl Taian está sempre aqui com a gente. Parabéns pela exposição Dalva. Foi esclarecedor. Compreendemos por como que vivêsemos naquela época. Só a narrativa é clara. Não só a narrativa, Carlinhos, mas as reflexões por trás deste cenário que a nossa amiga

exposição Dalva. Foi esclarecedor. Compreendemos por como que vivêsemos naquela época. Só a narrativa é clara. Não só a narrativa, Carlinhos, mas as reflexões por trás deste cenário que a nossa amiga Dalvinha trouxe. Importantíssimo essas reflexões e que realmente ficaram aqui, viu Dalvinho? Então vou vou convidar a Marlúcio, o Hélio, o Max para que a gente agora possa bater um fazer um bate-papo, né? Ei, sejam bem-vindos. Marx, boa noite. Marlúci de novo, boa noite. E Hélio, seja bem-vindo, Hélio, a esse a esse banquete de reflexões íntimos, né? Umas reflexões assim que não tem como escapar. Pegou de frente, viu, Davinha? Então eu vou deixar com vocês aqui. Nós temos algumas participações, mas a gente pode conversar. Eh, a Márcia Coelho, ela coloca: "Penso que nossa consciência é nosso júri, juiz, perdão, logo nos cobra quando erramos". Já é um bom começo, né, Dalva? Já é um bom começo, porque às vezes nem cobrar não cobra, né? com vocês as a palavra aí para conversar com a Márcia. Ela coloca aqui também, ó, enquanto não tivermos consciência do que somos espíritos imortais, vamos valorizar mais as coisas mundanas, priorizando as coisas do mundo, né, que vem bem de encontro a tudo que você deixou conosco aí. É, vou aproveitar o comentário da Márcia, porque a gente tem encontrado tanta gente que, na verdade, quando se fala que tem que eh consultar a consciência, eles se fazem, como diz o cabôlo de besta, né? Eles, na verdade, eles sabem disso, mas eles não querem consultar. Então, o que a Dava colocou é muito importante. A gente tem que consultar, a gente tem que reflexionar. E é uma é uma, o próprio Paulo dizia, né, que o nosso estágio espiritual ele é suficientemente inteligente para nós produzirmos desculpas, para nós continuarmos fazendo de qualquer jeito e fugindo muitas vezes à nossa aos ditâmes, a nossa consciência. Então eu acho que é muito muito interessante, realmente e dava tá de parabéns porque o evangelho não é uma coisa do passado, né? da forma como ela

uitas vezes à nossa aos ditâmes, a nossa consciência. Então eu acho que é muito muito interessante, realmente e dava tá de parabéns porque o evangelho não é uma coisa do passado, né? da forma como ela trouxe. Eu acho extremamente importante a gente sempre contextualizar, trazer pro nosso dia, eh mostrar principalmente aspectos que se nós compreendermos e praticarmos, o nosso futuro vai ser melhor e a humanidade tá precisando tanto disso. Então, trazer essas eh conotações, essa contextualização com uns tempos atrás é muito interessante. é o que a gente precisa fazer. Por mais que a gente faça de forma coletiva, cada um de nós tem as suas realidades e a gente precisa realmente parar, pensar, analisar essas coisas assim, tá? E parabéns, foi muito bom. >> Excelente mesmo, Dalva Max, Marlúci, >> eu fiquei aqui, eh, meus amigos, muito pensativa, né? Claro, com todas as colocações que a Dalva trouxe para nós e colocando assim, me colocando nesse nesse meio aí de movimento espírita, né? como Paulo, ele ele pontuou todas as comunidades orientando, incentivando, corrigindo dificuldades, porque ele tinha essa convicção dentro dele. Ele já sabia o que queria, ele já sabia o que precis estudar a vida de Paulo, estudar as cartas de Paulo, refletir. Então, nós também não estamos sozinhos. E a gente às vezes eh titubeia, vacila, mas a gente precisa ter a certeza absoluta de que não estamos sós e que Jesus e Deus tem os propósitos para nós, mesmo com as nossas débis e frágeis mãos, né? >> Verdade, Marlúci. E é para dizer assim: "Ah, não, na pior hora aqui eu fiquei desamparada". Hum, hum. Não sei >> de forma alguma, porque a gente tem testemunhos todo instante, somos chamados a todo instante, né? E e a gente ouve, a gente sente a intuição, a fala, faça isso, é claro, né? Então, podemos dizer, Max, que que você tem para nos dizer? Primeiro, muito obrigado a Dalva, né, por essa exposição tranquila, suave, em que ela foi desde o início do nosso tema até o final, com tranquilidade, aportando tudo e refletindo

ê tem para nos dizer? Primeiro, muito obrigado a Dalva, né, por essa exposição tranquila, suave, em que ela foi desde o início do nosso tema até o final, com tranquilidade, aportando tudo e refletindo profundamente, né? E a questão da consciência que ela destacou entre os três itens que colocou como destaque do texto, eu acho que é um ponto fundamental e que nós precisamos estar sempre atentos, né? Acho que quem trabalhou muito esse tema foi Joana de Anges, né? E ela fala do despertar da consciência, que as consciências estão em níveis diferentes, né? Nós podemos exigir que o outro tenha sensibilidade aguçada, que eventualmente nós já o temos, porque talvez não esteja ainda maduro para isso, né? Então, cada um tem seu tempo e ter a tolerância para o despertar de consciência de cada um é uma das condições para que a gente faça o evangelho prosperar. É preciso que nós tenhamos essa compreensão de que nem todos estão situados no ponto de assimilar as verdades como Paulo assimilou e ter a coragem e a força moral que ele tinha para poder enfrentar os problemas. Uma grande parte de nós vamos vamos titubear, vamos ter dificuldades, vamos ter fragilidades. E é nessa hora que quem tem mais deve dar para quem tem menos. Se a gente já sabe disso, a gente precisa ajudar aqueles que ainda não sabem. Como disse Márcia agora a pouco, aqueles que apostam todos os seus movimentos na vida presente, por não saber ou se esquecerem de que são espíritos imortais, se perdem. Porque quando você encarna, se você não tiver um direcionamento íntimo e também ajuda externa e sobretudo dos dos benfeitores, você se distrai, porque os convites aqui da vida material, eles são atrativos. não vai dizer para mim que não tem coisa boa que tem a que você tá na carne, você vai querer satisfaciar os desejos que a carne impõe sobre a a matéria, né? Sobre nós, sobre o espírito, aliás, e é por isso que a gente leva um tempo para poder vencer, né? Você lembra que eh a gente tem três estágios, o instinto, as

que a carne impõe sobre a a matéria, né? Sobre nós, sobre o espírito, aliás, e é por isso que a gente leva um tempo para poder vencer, né? Você lembra que eh a gente tem três estágios, o instinto, as sensações e os sentimentos, conforme a gente aprende no Evangelho com Lázaro, né? E a maior parte das pessoas ainda neste planeta de quase 8 bilhões de pessoas está no nas sensações completamente com sentimento ainda, eh, vamos dizer assim, não completamente maduro ou embotado. Aquela criatura que finge que não quer, que não tá ouvindo, mas tá ouvindo, mas não quer ouvir. Então ele faz de conta, né, sofisma, né, ele faz de conta que aquilo não é para ele para mais tarde colher a duras penas o despertar pela dor, né? o despertar pela dor também vai fazer a criatura acordar, mas não precisaria se ela não tivesse distraída com as coisas materiais. E a maior parte de nós aqui já estamos caminhando da sensação paraa razão. E aí nós estamos construindo claramente o ambiente do sentimento, que é o que vai fazer com que a gente tenha firmeza de propósito para não cair nas tentações do mundo. >> É a questão da porta larga e a porta estreita, né? porta larga, cheia de luzes, música, né? Ali nos convidando, né? A porta estreita. Não tem nada disso, né? Mas a gente, com essa certeza da doutrina espírita que ela nos traz, nós temos condições de escolher, né? É a é a questão da consciência, né? Temos questão, é uma questão assim colocada de forma, viu Dalvinha, a nos revirar por dentro. É, é, é a palavra que eu tenho para te dizer. Eh, dessa forma como você colocou no nosso estudo de hoje, nós temos aqui um um comentário do Carlinhos Taiano que ele diz assim: "Como poderíamos interpretar e identificar em qual exato momento um incrédulo até ateu está despertando sua consciência para as leis divinas, que, claro, também habitam em suas mentes >> pergunta profunda, né? muito vários estágios estágios de resposta, hein, Dalvinha e Hélio e e Max, vocês vão se complementando. Então, eu percebo uma questão muito eh

também habitam em suas mentes >> pergunta profunda, né? muito vários estágios estágios de resposta, hein, Dalvinha e Hélio e e Max, vocês vão se complementando. Então, eu percebo uma questão muito eh forte nessa quando queremos trabalhar com consciência é o fato de que nós estamos muito enraizados na personalidade transitória. Diz, somos espíritos, mas transitoriamente somos uma personagem no cenário. E essa personagem, ela centraliza as nossas eh ideias, os nossos investimentos. Quanto mais nós fixamos que somos essa personagem, mais dificilmente temos acesso à profundidade do que tá escrito na consciência profunda do espírito, que as leis de Deus estão eh registradas no espírito. O espírito é um ser imortal. A personalidade ela é periférica, mas nós entendemos que ela é a essência e nos permitimos ser praticamente comandados pelos desejos, como o Marx falou, pelas sensações, por esse anseio que essa personagem no cenário atual da vida está movimentando, o segredo está em perceber-se como espírito e perceber que é possível eh abrir mão dessa fixação na persona. Então, eu percebo uma dificuldade muito grande pra pessoa, pro ateu, por exemplo. O ateu, ele não só não crê em Deus, como não crê que seja um espírito. Então, ele tá totalmente centrado na personalidade. Talvez as situações da vida venham a se traduzir em lições para desmontar essa edificação que é muito sólida pra pessoa, a fim de que ela possa caminhar num sentido de percepção mais ampla da existência. Eu felizmente, eu acho que felizmente a as pesquisas da ciência estão cada vez mais apontando para o fato de que a matéria não explica e não há como explicar o universo considerando só o paradigma. Então, de repente esse pensamento vai favorecer as pessoas que são descrentes de tudo a possibilidade de iniciar um caminho de elaboração de uma crença ainda nessa encarnação, né? E a gente sabe que essa encarnação é um é um elo numa cadeia, né? infinitas de encarnações. Se a pessoa tá vivenciando esse limite hoje, uma próxima

laboração de uma crença ainda nessa encarnação, né? E a gente sabe que essa encarnação é um é um elo numa cadeia, né? infinitas de encarnações. Se a pessoa tá vivenciando esse limite hoje, uma próxima encarnação, a história pode ser totalmente outra, né? Então, em algum momento, essa consciência vai despertar, porque todos os espíritos são igualmente criados com potencial para atingir a plenitude. Então, vamos orando e trabalhando para divulgar essas mensagens que a ciência vem comprovando também, né? Com certeza. E como o Carlins colocou, eu acho que o momento eu enxergo assim, trabalho muito com jovens e eles têm várias religiões e às vezes eles eles detestam a religião porque ela tira eles do mundo e das festas da balada, essas coisas tudo, só que de repente eles começam a acordar, como a Dava também lembrou, às vezes é nas necessidades, na maioria das vezes no problema que surge uma necessidade de encontrar uma resposta. E aí eles vão começando a refletir. Nos dias atuais tem surgido muito. Eles comentam, eles não creem em São Mateus, como Carlins comentou, eles não creem nas religiões em função deles terem uma capacidade de análise e tá vendo o que que as religiões estão fazendo. Então eles não conseguem acreditar nesse Deus, nessas forças. Só que eles começam a enxergar o avô que desencarnou há 2, 3 anos, de repente com ele sentado no sofá. Então o jovem tá sentado no sofá, vê o avô passar ou o contrário, né? O jovem tá passando e v o avô sentado no sofá. E ele começa a se perguntar e aí ele começa a perceber que a vida, né, é muito mais ampla. E nesse sentido, então ele vai começando e a se despertar da consciência reclamar menos. pensar mais nas coisas que faz. E de uma certa forma é como se ele tivesse um um uma espécie de um norte que vai surgindo, ele não precisa mais eh dos sinais de trânsito, vamos se dizer assim. ele começa a ser mais respeitoso e para mim esse é o momento onde as consciências vão despertando. Aí agora me lembrei por alguma razão, tive uma

mais eh dos sinais de trânsito, vamos se dizer assim. ele começa a ser mais respeitoso e para mim esse é o momento onde as consciências vão despertando. Aí agora me lembrei por alguma razão, tive uma poridade com o Chico no hospital lá em Belo Horizonte e um senhor era um eh o Felice Roxa, um hospital de terminais de câncer. E aí, eh, eu tinha visitado já o senhor de idade algumas vezes, mas nesse dia me encontrei com o Chico no hospital. E aí ele, esse idoso, tava nas últimas e pedi um cigarro. E eu fiz uma menção de buscar o cigarro para dar para ele. O Chico falou: "Não, se ele puder, nessas últimas horas, esses últimos momentos, vencer isso, nós vamos estar ajudando muito." Isso foi uma lição que eu nunca esqueci. Isso eu tô querendo dizer o quê, né? A gente vai aprendendo a cada dia, como diz a própria Dalba comentou, é importante a gente ter uma vida refletida e a gente se perguntar mesmo e para que a gente consiga ajudar. E mas eu sinto que pela dor muitos estão sendo despertos em suas consciências. O ideal seria que fosse pelo amor, mas né, a dor é um excelente lapidário. >> Verdade. Max Marluci fala Max, depois eu falo também. >> As damas sempre tem prioridade. Marcos mais dois aqui, Marcos. >> Olha, né? Tá vendo, Dalvinha? E nós somos em maioria aqui, mas tudo bem. Eh, meus amigos, eu eu acredito que eh Carlinhos, se ateu, né, para despertar a sua consciência, eu acredito que quando a pessoa começa a enxergar o outro, a ter compaixão pelo outro, e isso independe crença, de religião, não é? eh enxergar o outro, ele vai, por assim dizer, afinando a sua percepção e passa até a enxergar o invisível, como el colocou aqui. Então, eh, não é o título espírita, batista, budista, católico, não é o título que vai fazer a diferença, é a atitude diante da vida e diante das pessoas. Então isso é que vai fazer eh despertar a consciência que é o Deus interno quando a gente começa a enxergar o outro, que além de mim existe o outro com suas necessidades, com suas limitações e com eh a e eu posso ajudar.

fazer eh despertar a consciência que é o Deus interno quando a gente começa a enxergar o outro, que além de mim existe o outro com suas necessidades, com suas limitações e com eh a e eu posso ajudar. Então a gente tem muita gente assim que diz: "Eu não acredito em Deus", mas é capaz de estender a mão aquele que sofre. é muito mais cristão do que qualquer um de nós. Então, eu acho que quando ele começa a perceber o outro, a se preocupar com o outro, a querer ajudar o outro, a sair de si em direção ao outro, ele está aplicando a lei de amar o próximo como a si mesmo e assim vai estar amando a Deus, mesmo sem achar que ele existe, né? >> É aquela pergunta, né? Marlúci, né? Mas que hora, senhor, que eu fiz isso? >> Pois é, exatamente. Quando me deste beber, quando me vestisses, quando >> exatamente quando come >> todos aqueles que você fez, você fez a mim, né? É bonito. A empatia é uma palavra assim >> chave. Empatia, >> Max. >> Pois é, vocês já falaram tudo, né? A gente pode completar aqui com a com assim com um ponto que me ocorreu agora, que é aquela velha frase que nós temos lá atrás no no no primeiro testamento, há tempo de plantar e a tempo de colher, né? Cada um tem seu tempo, gente. Nós não podemos apressar o tempo do outro com violência. Nós precisamos apressar o tempo do outro com indução, com com a presença, com a nossa orientação. O Hélio agora h pouco comentou sobre o o conhecimento científico, a aquelas informações que fazem com que as várias pessoas se afastem da religião pelas coisas autérrimas que tem ali, dogmas, que você vê que não tem sensatez e a pessoa que já tem o mínimo de inteligência vai achar aquilo extremamente infantil. Então esse afastamento ele é temporário porque na verdade ela foi orientada pela ciência, pela razão, pela inteligência, mas como Marl falou, chegará o momento que o sentimento, que é quando ela começa a estimar colocar esses essas virtudes como a compaixão em evidência, virá acontecer. pode acontecer de várias formas e cada um de nós eh reage de uma

momento que o sentimento, que é quando ela começa a estimar colocar esses essas virtudes como a compaixão em evidência, virá acontecer. pode acontecer de várias formas e cada um de nós eh reage de uma forma diferente, segundo a nossa estrutura que construímos ao longo dessas sucessivas reencarnações que há milênios nós temos transitado, né? Então, cada um tem uma matriz própria que tem uma forma de despertar diferente da outra. Uma coisa que desperta um, não desperta outro. Por exemplo, eu ve tenho visto muitas pessoas em que pessoas queridas como filhos desencarnam e elas rapidamente se tornam pessoas voltadas para Deus, pro bem, pro trabalho, mas tem outras que continuam insistindo em negar a existência. Mesmo vendo o espírito do lado, ela nega aquilo. Por quê? Porque aquilo tá tão forte dentro dela como estrutura que para desmobilizar essa estrutura é necessário alguns eventos a mais. Eu tenho uma imagem que eu gosto muito, que é assim, você tem um martelo na mão e uma rocha. Você bate uma vez, a rocha não quebra. Você bate duas, bate três, bate quatro, bate 15, bate 20, a rocha não quebra. Você vai continuando batendo, batendo, batendo. Na centª primeira vez a rocha espatifa. Eu te pergunto, foi a 11ª primeira vez que quebrou aquela rocha? A gente que sabe que não. O conjunto daquelas batidas foi fragilizando a estrutura daquela rocha. E na 11ª vez, que foi o ponto máximo de fragilidade da rocha, a rocha se rompeu. E assim é a nossa personalidade quando ela tá estruturada em cima dessas coisas materiais. E com todo respeito, o convite do mundo é todo material. Você tem muito menos convite espiritual do que convite material. Mas cada um tem um nível de resistência a essas marteladas que a vida dá. Para uns, uma dor é suportável de uma forma, para outra é de outra. Então, essas resistências elas variam de pessoa para pessoa. O que que nós temos que fazer? O que já está lusto, o que já está com a consciência desperta. Nós temos que fazer o que Paulo mesmo chegou a dizer com suas

istências elas variam de pessoa para pessoa. O que que nós temos que fazer? O que já está lusto, o que já está com a consciência desperta. Nós temos que fazer o que Paulo mesmo chegou a dizer com suas palavras, sermos cartas vivas do evangelho. A presença dessas pessoas que fazem a caridade espontaneamente, como Marlus colocou, independentemente de ter religião ou não, elas fazem uma certa indução nas pessoas que estão ao lado para elas observarem. Por exemplo, vamos pegar matérias de calcutar quanta gente prestou atenção naquela senhorinha, porque ela fazia o que fazia. Vamos pegar aqui no Brasil a nossa senhorinha baixinha também que tava lá na Bahia, quanta gente prestou atenção nela pelo bem que ela fazia. E vamos prestar atenção no Divaldo, no Chico, prestar atenção nos anônimos que a gente às vezes vê, nos não religiosos. Todas as pessoas, elas são influenciadoras das demais pessoas que já estão predispostas à influenciação, porque não são todas as influências que são assimiladas. Uma coisa que entra em ressonância comigo não entrará com o outro. Então, tudo tem seu tempo. Eu dis disse no começo, há tempo de plantar e há tempo de colher. E há assim, o que nós temos que fazer é continuar plantando a nossa parte na obra do Senhor e o resto corre por conta do próprio Senhor. >> É verdade. Max complementou chave de ouro, viu, né? Vocês têm algo mais para dizer? Nosso pessoal tá caladinho aqui, só absorvendo tudo isso, viu gente? Eles estão espazeados, quietinhos, sabe? Mexer o que eu falei para você, viu, Dalinha? revirou. Tenho certeza que as entranhas estão reviradas, viu? Porque é o que a gente tá sentindo que foi assim maravilhoso. Nós temos só que te agradecer, né, a tudo isso, a essa exposição, a forma, a condução, né, as reflexões, né, e a nossa equipe só tem que agradecer a sua visita. Ainda tem mais uma, né? >> Se Deus quiser. >> Eu que agradeço a atenção, viu Jan? >> Nossa, maravilhoso. Carinha, atenção de vocês. >> É, com certeza. Então, eu vou convidar a

agradecer a sua visita. Ainda tem mais uma, né? >> Se Deus quiser. >> Eu que agradeço a atenção, viu Jan? >> Nossa, maravilhoso. Carinha, atenção de vocês. >> É, com certeza. Então, eu vou convidar a Gisela, que ela vai nos conduzir à nossa prece de encerramento. Gi, você tá aí? >> Sim, tô aqui. >> Oh, tá. E a linda Gisela? Vamos. Boa noite >> conduzirmos a nossa prece, Gisel, e agradecemos. >> Boa noite a todos. Vamos elevar o nosso pensamento ao nosso Deus creador. Te alabamos, Senhor, e agradecemos por este mundo onde moramos. Agradecemos por esta vida que temos. Agradecemos também a nosso mestre Jesus que trouxe, nos trouxe com palavras tão hermosas e ensinamentos tão certos, poder aprender o que seria realmente o cristianismo. Agradecemos ao espiritismo por poder ter um ponto de vista diferente e entender a nossa vida, entender os nossos objetivos e entender que esta vida não acaba aqui, que continua, que continua porque somos imortais. A nossa alma, o nosso espírito é imortal. Senhor, permite que possamos ser a luz do mundo, que possamos alimentar essa luz todos os dias com exemplos e alimentar através dos estudos, da meditação da nossa consciência, alimentar essa luz. através da transformação das nossas vidas, das formas de pensar. Senhor, sabemos que sempre vamos ter algum problema. Permite que possamos nos perguntar o dia de hoje, o que posso aprender com este problema? Porque sabemos que as tuas mensagens sempre estão, que temos que passar por problemas, porque também temos que aprender, aprender a viver, aprender a amar o nosso próximo e aprender a formar um caminho que nos leve até a luz verdadeira. Agradecemos por este estudo, que possamos levar as coisas que aprendimos dia de hoje na nossa mente, no nosso coração e que possamos de forma activa poder colocar em ação o que aprendimos o dia de hoje. Senhor, acompanha-nos sempre e até a próxima semana, onde teremos mais um estudo. Que assim seja. Que assim seja, Gisela. Obrigado pela linda prece. Vamos convidar todos a tela

rendimos o dia de hoje. Senhor, acompanha-nos sempre e até a próxima semana, onde teremos mais um estudo. Que assim seja. Que assim seja, Gisela. Obrigado pela linda prece. Vamos convidar todos a tela para que possamos despedir dos nossos dos nossos queridos que estão aqui conosco, que estão assistindo agora. Seja bem-vindo, Hugo. Muito obrigada por nos conduzir a esse estudo aqui, pela condução desse boing, né, a técnica. e agradecer a todos vocês que participaram do chat e também aqueles que nos assistiram e que ainda vão nos assistir. Aproveitem que este estudo é foi maravilhoso. Um beijo no coração de todos e até a semana que vem. Dalvinha, muito obrigada. >> Tchau, pessoal. >> Tchau. >> F com Deus. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos

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