28º Movimento Você e a Paz • Salvador-BA | Transmissão AO VIVO
O 28º Movimento Você e a Paz, realizado em Salvador-BA, integra uma mobilização internacional em favor da paz, da fraternidade e da convivência harmoniosa entre os povos, sob a inspiração dos princípios espíritas. Nesta edição, o evento conta com participações especiais de Ivete Sangalo, Carlinhos Brown e Nando Cordel, que, por meio da arte e da sensibilidade musical, somam vozes à mensagem de união, respeito e esperança que caracteriza o movimento. Inspirado na reflexão de *Joanna de Ângelis,* pela psicografia de *Divaldo Franco* — “A paz em ti ajudará a produzir-se a paz no mundo” —, o encontro convida cada consciência ao compromisso com a transformação moral e espiritual, compreendendo que a verdadeira paz começa no íntimo do ser. Acompanhe AO VIVO, pela TV Mansão do Caminho, este momento de prece, reflexão e confraternização, fortalecendo valores que sustentam uma sociedade mais justa e fraterna. 🗓 Data: Sexta-feira, 19 de dezembro de 2025 🕒 Horário: 14h30 (Horário de Brasília) 📺 Transmissão: TV Mansão do Caminho (YouTube) #VocêEA Paz #MovimentoVocêEA Paz #PazInterior #PazNoMundo #Espiritismo #JoannaDeÂngelis #DivaldoFranco #MansãoDoCaminho #TVMansãoDoCaminho #IveteSangalo #CarlinhosBrown #NandoCordel #EventoEspírita #SalvadorBA #MensagemDePaz *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
เฮ >> Agora, agora. >> Muito boa tarde a todos. >> Fiquemos, permaneçamos em paz. >> Idealizado pelo conferencista Divaldo Pereira Franco. O movimento Você e a Paz é uma atividade sem caráter religioso ou político, uma pacífica entre as pessoas. [música] >> Estou >> Queremos ouvindo [música] para aliviar [música] e toda essa minha >> Deus para mim tu és a [música] estrela. Paz a paz. Tem uma outra música que também fala de pai. Isso quando não conseguia colocar página na música. Obrigado, gente. Quando eu quando eu não conseguia colocar paz da música, eu tentava dar um jeito. A Xuxa gravou uma [música] quer minha vida, quero meus amar. [música] Quero ver e eu que tudo passa. [música] E até eu estou. É, mas a gravou essa, exatamente essa. Eu queria que vocês cantassem comigo nesse momento. Vamos lá. Gostou? >> comigo. [música] Tô com saudade de olhar Jesus [música] >> ter conhecido a figura [música] dele, o trabalho que ele fez. ter conhecido a figura dele, o trabalho que ele fez. [música] A gente tende a a criar ídolos e pessoas a [música] quem seguir, exemplos a se seguir. E assim, eu me sinto uma cantora muito realizada e soltida muitas vezes como alguém que inspira. E às vezes isso me preocupa, não no sentido de que eu não possa fazer a coisa acontecer para ser uma mulher inspiradora, porque eu sei que sou, [música] mas é porque eu conheço gente que faz que faz a inspiração essa relacionada a mim virar um grão de areia. Então, queria dizer, Edivaldo, [música] que obrigada por cruzar a minha vida, por impactar de uma forma tão maravilhosa a minha vida e dizer a ele do meu compromisso, minha vida e dizer a ele do meu compromisso do nosso do nosso encontro, ter valido de fato a pena, que que isso faz parte da minha existência e da minha evolução como pessoa, para que eu possa através dessa energia de fato ser alguém que inspire e que transforme a vida de muitos e a minha mesma. Então assim, eu fiz questão de conversar com ele antes de vir, dizer a ele. Eu estarei aqui
ossa através dessa energia de fato ser alguém que inspire e que transforme a vida de muitos e a minha mesma. Então assim, eu fiz questão de conversar com ele antes de vir, dizer a ele. Eu estarei aqui disponível para tudo que for necessário, porque o trabalho que Divaldo faz é um trabalho que deveria conscientemente ser realizado todos os dias por cada um de nós, conscientemente acordar e fazer disso a nossa agenda mesmo, porque a percepção de que isso aqui é uma experiência de evolução, isso a gente não tem mais nenhuma dúvida, mas que se que vale a pena. a existência que vale a pena os aprendizados. E o maior deles assim que passaram pela minha vida foi a existência de Divaldo, que convidou e trouxe tantas pessoas a pensarem no outro, a transformarem vidas. Isso é um legado gigantesco e e mais do que para além da gente saber do mundo espiritual, do que se passa lá e das nossas curiosidades sobre isso, é fazer valer a existência de uma ideia e de um movimento de uma criatura como Divaldo e as pessoas que estão com ele nesse movimento fez em vida, não importando o que ele soubesse ou não do mundo espiritual, mas entendendo de fato o papel dele como indivíduo aqui nessa existência. Então, Adivaldo, todo meu respeito, meu amor e todos os colaboradores, pessoas que estão do lado dele, pessoas muitas vezes que a gente não sabe o nome, incógnitas, mas não aos olhos e os ouvidos de Deus. Então isso é o que garante a gente. Vamos cantar. Eu quer na palma da mão. Ver um lugar dentro do seu coração, onde a paz brilhe mais [música] que uma lembrança [música] e fazer a terra inteira ver. fazer a terra [música] inteira feliz. Quando a dor e [música] sofrimento em volta a gente ainda tem para manter a fé e os sonhos [música] dos que ainda vem. A lição pro futuro [música] vem da alma e do coração para buscar a paz, não olhar para trás. Se você começar, [música] todos vão te acompanhar e cantar com harmonia [música] e esperança. Deixe que esse canto [música] lave o pranto do mundo para trazer perdão
buscar a paz, não olhar para trás. Se você começar, [música] todos vão te acompanhar e cantar com harmonia [música] e esperança. Deixe que esse canto [música] lave o pranto do mundo para trazer perdão e dividir. Vai lá em cima. Só o amor. O quê? >> E a força da paz junto a todos [música] outra vez. Venha >> e [música] fazer a terra inteira feliz. O amor único que já se fez [música] e a força da paz junta todos outra vez. [música] Venha te acender a chama terra [música] inteira feliz. ver com você até onde não mais puder, sem saber [música] se isso é sonho ou real. Quero viver. Não [música] preciso mais entender o que é feito só para sentir. [música] Fecha os olhos e vou num voo bem alto para me sentir gigante. Chegando a lugares distantes, >> onde eu não maisi parar. O amor é uma força estranha que tanto, tanto me ame mu [música] tanto, me ame muito, que eu te garanto o amor a todo custo. [música] Te te douver até onde não [música] mais puder, sem saber se é sonho real. Eu [música] quero viver. Quero viver. Preciso mais entender o que é feito só para sentir. Eu fecho os olhos e vou [música] num voo bem alto para me sentir gigante. Chegando a lugares distantes [música] que eu nunca imaginei chegar. O amor é uma força estranha [música] que toma a nossa alma e ganhar. Meu mundo cabe no espaço, [música] no espaço desse teu abraço. Me ame [música] muito, que eu te prometo amor maduro e justo. Te dou volta [música] tanto, tanto, tanto, tanto. Me ame muito que eu te prometo amor a todo custo. Te dou volta [música] tanto, tanto, tanto, tanto. Me ame muito que eu te [música] prometo. Amor a todo custo. Te dou de [música] volta tanto, tanto, tanto, tanto. [música] >> Que eu te prometo amor a todo custo. [música] Te dou de volta tanto, tanto, tanto, tanto, tanto. de volta tanto. Tanto. [música] Obrigada. Eu acho que é para eu parar de cantar, viu? Entrou um bocado de gente. >> Ele >> é melhor parada. >> É multifacetado, cantor, compositor, multiinstrumentista e produtoriro de Salvador, Bahia.
brigada. Eu acho que é para eu parar de cantar, viu? Entrou um bocado de gente. >> Ele >> é melhor parada. >> É multifacetado, cantor, compositor, multiinstrumentista e produtoriro de Salvador, Bahia. >> Gostei você tá contratado, viu? Essencial na modernização do aché do Sambareg, líder da timbalada e figura chave na música afrobaiana, conhecido por sua inovação rítmica e projetos sociais como a Associação Pracatum e ser um artista visual engajado em sua cultura, juntando-se à Ivete Carlinhos Brau. Oba! E aí, maninha? >> Bção, querida. Sua bção. Como estão? >> Meus amigos queridos aí, minha irmã linda. >> Tá linda. >> Nando, Nando, >> tá linda. >> Salve Thago. Salve Jaguá. Salve. Salve a todos vocês. Muito obrigado por um salve a todos vocês. Muito obrigado por essa apresentação tão enorme, né? A gente não tem noção de realmente o que A gente não tem noção de realmente o que nós somos. Aleluia! >> Nós somos >> Aleluia! >> Até que alguém diga, mas a grande até que alguém diga Mas a grande verdade dessa construção, verdade dessa construção está em um pouco em está em um pouco em cada um, né? Da forma cada um, né? da forma de que cada um faz esse artista ou faz essa de que cada um faz esse artista ou faz essa pirâmide, porque em mim pirâmide, porque em mim existe apenas esta carne passante. Existe apenas esta carne passante por essa experiência. Por essa experiência. O mais bonito é a força do coletivo. O mais bonito é a força do coletivo que faz que faz uma verdadeira construção de paz em cada uma verdadeira construção de paz em cada pessoal. Eu costumo pessoal, eu costumo dizer quem tá feliz levanta a mão e dá um grito. Dizer quem tá feliz levanta a mão e dá um grito ah. Agora o que é que nós vamos fazer, meu? >> Agora o que é que nós vamos fazer, meu compadre querido? Padre querido, tem umas congas aqui, tem instrumentos. Vamos swingar. Tem umas congas aqui, tem instrumentos. Vamos swingar, não é isso? Estrada que vem a [música] É uma leve. Quem tem santo quem fez
Padre querido, tem umas congas aqui, tem instrumentos. Vamos swingar. Tem umas congas aqui, tem instrumentos. Vamos swingar, não é isso? Estrada que vem a [música] É uma leve. Quem tem santo quem fez quanto mais [música] para quem tem algum missão quanto mais para quem tem idea [música] de chá quanto mais que tem que lá >> volta para cima voltaão >> volta para cima volta vai vai joga joga Joga as armas, joga as armas para lá. [música] Mais um >> joga as armas para lá. Joga, joga [música] as armas para lá. Joga as armas para lá. >> Ach, achou acho. Achéo, [música] acho. Isso é me levar. [música] Vai te levar. Vai te levar de lá. [música] Vai te levar no meu Deus. para te levar cando [música] para te levar para te levar na fé, pois Deus é brasileiro. Muito obrigado a ilumina iluminado, na estrada que vem a [música] brota é uma lê, uma lê, uma lê. Quem tem santa, quem tem quanto mais ou [música] vai quanto mais. >> Orix, quanto mais para quem tem alguma missão mais. >> Joga para cima. Alegria total. Vai, vai. Joga as armas para lá. Joga, [música] joga as armas para lá. Joga as armas para lá. >> Traga paz. Traga a paz. Traga a paz. >> Joga as armas [música] para lá. Joga joga as armas para lá. Joga as armas para lá. Faz a [música] festa todo mundo. Ach, od achou. [música] Achou. Acho, [música] acho. Achou. Aché aé aé. [música] Uma tarde maravilhosa pra gente. Feliz Natal. Um ano novo próspero. Tchau. >> Gratidão. Gratidão nosso querido Nando, Carlinhos Brau e V Sangalo e vão ficar aqui com a gente, vamos continuar aqui nesse movimento. Você e a paz, >> Olívia, >> obrigado. >> Eu quero saber onde eu vou achar uma camisa 10. Hã? >> Senta aqui, ó. Fica à vontade, meu bem-aventurados os pacificadores, [música] pois serão chamados filhos de Deus. >> A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, peçam ao Senhor da colheita que envie [música] mais trabalhadores para a sua obra. >> A paz do mundo começa [música] em mim. Se eu tenho amor, [música] com certeza
trabalhadores são poucos. Por isso, peçam ao Senhor da colheita que envie [música] mais trabalhadores para a sua obra. >> A paz do mundo começa [música] em mim. Se eu tenho amor, [música] com certeza sou feliz. Se eu faço bem [música] ao meu irmão, tenho a grandeza dentro [música] do meu coração. Chegou a hora da gente construir a paz. Ninguém suporta [música] mais o desamor. Paz pela [música] paz pelas crianças. Paz pela paz pela floresta. Paz pela paz pela coragem [música] de mudar. Paz pela paz. Pela [música] justiça. Paz pela paz. A liberdade, paz pela paz, [música] pela beleza de te amar. [música] A paz do mundo começa em [música] mim. Tenho amor, com certeza [música] sou feliz. Sou feliz. >> Se eu faço bem, >> se eu faço bem >> ao [música] mes de te amar. pela [música] >> senhoras, senhores, jovens, dignas autoridade, autoridades presentes ou representadas, sejam bem-vindas, sejam bem-vindos à 28ª edição do movimento Você e a Paz. >> Nossos cumprimentos também a todos aqueles que nos acompanham pela internet. pela web TV Mansão do Caminho e traduzido em Libras. >> Destacamos a presença de autoridades, representantes religiosos e agraciados nesta edição do movimento Você e a Paz. Também destacamos aos representantes do senhor governador do estado, representando também o prefeito e o vice-prefeito da nossa cidade. Também gostaríamos de registrar a presença da nossa confreira Olívia Santana e também a presença do presidente da Federação. Registramos também a presença presidente da Federação Espírita Brasileira, Jorge Godinho. Devido a outras demandas que o interior está presente, registramos o senhor vereador Pedro Mourinho, que é o autor do projeto da lei municipal 5819, 29 de novembro do ano 2000, que instituiu o dia 19 de dezembro como dia do movimento Você e a Paz, incluindo o movimento do calendário de manifestações físicas e cultural. do nosso município. Também cumprimentamos as demais autoridades presentes e também os representantes internacionais do movimento Você e a Paz,
imento do calendário de manifestações físicas e cultural. do nosso município. Também cumprimentamos as demais autoridades presentes e também os representantes internacionais do movimento Você e a Paz, Milciades Lescanho lá do Paraguai, a senora Valda Stenberger e Gorete da Suíça e também as queridas caravanas aqui do nosso país e Joano. de 1998. O movimento Você e a Paz é uma atividade sem caráter religioso ou político, idealizado pelo professor Divaldo Pereira Franco e realizado pela mansão do caminho. Nosso evento é movido pelo ideal de uma vivência pacífica entre as criaturas humanas e pretende levar adiante uma reflexão sobre a necessidade de renovação de conceitos, sentimentos, atitudes, buscando uma efetiva mudança de comportamento como única forma de superarmos a conjuntura de violência. e agressividade em que ainda permanecemos mergulhados. >> A ideia é que através da repetição dos bons hábitos, nós vamos buscando a conscientização, tornando-nos agentes multiplicadores da cultura da paz, contribuindo a conquista de uma humanidade mais harmonizada, mais solidária, mais fraterna. O movimento você e a paz acredita na capacidade do ser humano transformar sua realidade em um mundo saturado pela agressividade. Cada indivíduo de maneira única e no seu próprio tempo. Da não violência, incentivando ações de cidadania compatíveis com a construção permanente da paz em cada um de nós. O movimento Você e a Paz iniciou suas atividades no ano de 1998, nesta mesma data, 19 de dezembro, no Campo Grande. Já no ano de 2000, a Câmara Municipal de Salvador promulgou a lei que estabelece o dia 19 de dezembro como dia do movimento Você e a Paz, inserindo-o no calendário de manifestações cívicas e culturais. da capital baiana. E este é um momento para buscarmos esta paz, comemorando essa 28ª edição dessa proposta pacífica e pacificadora, reunindo vários países parceiros do movimento Você a Paz: Áustria, Bolívia, Brasil, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Paraguai, Portugal, Uruguai
proposta pacífica e pacificadora, reunindo vários países parceiros do movimento Você a Paz: Áustria, Bolívia, Brasil, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Paraguai, Portugal, Uruguai e Suíça. >> Este projeto já se estendeu a mais de 80 cidades ao redor do mundo, 62 delas no Brasil e em todos estas >> o diretor presidente da mansão do caminho, senor Mário Sérgio Almeida. Muito boa tarde a todos. Meus cordiais sentimentos a todos os meus amigos, minhas amigas, meus irmãos aqui presentes. É com grande satisfação e grande que estou aqui representando Divaldo Pereira Franco. Tenho absoluta certeza, sem dúvida alguma, que ele está aqui presente entre nós. Ele nos deu tudo isto, esse grande legado, esse grande legado de amor e de paz. A convivência que eu tive com ele e dá condições de referendar a sua excelente personalidade, o seu caráter líquido, era um homem >> verdadeiramente cristão. Quando se procura um homem de bem na terra, podemos dar como referência de Valdo Gregato. Ele nos ensinou, foi o mestre na sua conduta, na sua moral. Na sua tem que encostar mais perto. >> Havia uma placa na entrada. Há ainda uma placa na entrada do antigo Senato da Manção do Caminho que diz assim: "Te conduz de tal forma que após a tua viagem para o mundo espiritual, tu possas deixar pecadas luminosas, que aqueles que vêm depois de você possam seguir os teus passos." Nós estamos seguindo os passos de Divaldo Pereira Fran. Ele nos deixou estas pegadas dizendo a Jesus, aliás é o nosso grande representante, o nosso modelo, o nosso dia, manoante desse mês. Nossa salva de palmas para Jesus. Muito obrigado, meus irmãos. Muito obrigado. Gratidão e pela presença de vocês nesse dia. Viva a paz. >> Boa, boa. >> Como já dissemos anteriormente, o movimento você e a Paz é uma proposta para além do proselitismo religioso ou partidário. O nosso propósito é nos conectar em nome da cultura da não violência, a começar pelo nosso caráter e >> ouviremos agora o pronunciamento do pastor Gildásio Gomes de Jesus, capelão
gioso ou partidário. O nosso propósito é nos conectar em nome da cultura da não violência, a começar pelo nosso caráter e >> ouviremos agora o pronunciamento do pastor Gildásio Gomes de Jesus, capelão evangélico da Polícia Militar do Estado da Bahia. Boa tarde, senhores e senhoras. >> Eu saúdo a todas as pessoas com a paz do Senhor Jesus. Quer tornar a minha alegria de estar aqui com todos os componentes da mesa. Táus, gosto de você de graça. Nando, sou baiano, não seião, mas sou baiano. >> A gente você não gosta de graça também não pô. Que é isso? >> Gosta de Carlinho, não gosta eu. Marando, falei Carlinhos, falei? >> Você falou Carlinhos gosta de você de graça. Ietando, depois a gente conversa. É porque a gente é um só. Baiano. [aplausos] Eu lembro uma vez eu da Bahia trabalhar fora da Bahia. a sensação que eu tive que a gente sai da Bahia, mas da Bahia não sai da gente, >> a gente abandonado. E é muito bom estar aqui com vocês, participar desse momento quando estou às vezes acompanhando situação de pessoas que partem para a eternidade e fazendo aquela visão Advaldo Franco. Eu lembro que quando eu perdi meu pai ficou uma algo marcado em mim que soborno que não é amado sobor que não é lembrado e de malo trampo ele nunca vai morrer em nossas lembranças no nosso amor porque uma pessoa muito amada muito querida e eu sou grato por tudo que ele fez por esse projeto que ele criou hoje. Eu agradeço o privilégio de estar fazendo parte desse projeto com vocês e desejo que Deus ricamente continue abençoando e iluminando mais e mais esse propósito. Eu quero deixar uma leitura bíblica. Profeta Isaías, 700 anos antes de Cristo, antes de Jesus nascer, o profeta Isaías deixou o seguinte registro a respeito de Jesus. Ele diz: "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O governo está sobre seus ombros e o seu nome será maravilhoso conselheiro, Deus forte, pai da eternidade e príncipe da paz." a respeito do tema, tava preparando o esboço e lembrei da da frase que a paz ela não é um sentimento,
mbros e o seu nome será maravilhoso conselheiro, Deus forte, pai da eternidade e príncipe da paz." a respeito do tema, tava preparando o esboço e lembrei da da frase que a paz ela não é um sentimento, a paz é uma pessoa. E o profeta Isaías, ele retrata que na fé cristã os sentimentos eles são passageiros e a paz de Cristo ela é eterna. E o profeta, ele vai destacar Jesus como príncipe da paz, implicando que paz não significa ausência de problema. Você pode atravessar problemas, você pode atravessar dificuldades, mas quando você tem Cristo como príncipe da paz, ele te dá força para viver, ele te dá força para prosseguir. O profeta Isaías destaca que a paz real, ela é um convite para unir pessoas em torno de Cristo, para que todos se engajem na proclamação da paz, chega de tanta violência no mundo. Por isso, essa iniciativa de Divaldo Franto da Manil é um convite para que mais pessoas se unam para proclamar a paz e nós podemos fazer isso cada um dando a sua contribuição. A paz real ela não é ausência de problemas. A paz real é Cristo morando em nós. Porque quando você tem Cristo, ele te dá força para viver, te dá força para enfrentar as adversidades. E o meu desejo neste Natal é que a paz de Deus que excede a todo entendimento, forte console aqui cada coração e nos aproximando cada vez mais uns dos outros. Ainda pouco foros entrevistados aqui, quando vir aqui o padre e o pastor e a irmã Márcia, como é que vocês conseguem trabalharem juntos? Como conseguem andar juntos? Que palavra vocês podem usar para isso? Eu usei a expressão amor. Márcia usou para expressão, Márcia? Eu falei que é o amor que nos une, o >> ela usou a expressão respeito. O padre falou sobre amor também. O amor de Cristo, ele faz disso, ele nos independente das nossas sobre religiosas, o evangelista Joha registrou porque Deus amou as pessoas de tal maneira que deu o seu filho único para que todo aquele que nele crea não perista a vida eterna. Jesus é a nossa paz. Jesus é a verdadeira paz. Eu desejo a todos um
u porque Deus amou as pessoas de tal maneira que deu o seu filho único para que todo aquele que nele crea não perista a vida eterna. Jesus é a nossa paz. Jesus é a verdadeira paz. Eu desejo a todos um feliz Natal. Que Deus abençoe. nossos agradecimentos >> de tanto estar com você >> que é oente coronel da Polícia Militar do Estado da Bahia, graduado em teologia e pedagogia, mestrando em teologia, pós-graduado em psicopedagogia, segurança pública e especialista também em segurança pública. Dr. Omares Calusa, capelão veterano da Polícia Militar. e corpo bombeiros. O pastor Geudásio disse que o amor do Cristo nos une. Que frase linda pra gente levar no coração. O troféu Você e a Paz, criado no ano 2000 pela Mansão do Caminho, busca homenagear pessoas, empresas e instituições que se destacam nas ações em favor da não violência e do bem-estar da sociedade. Neste ano, o troféu Você e a Paz vai destacar três importantes segmentos de atuação marcante em favor da paz, quais sejam: personalidade física que se doa, instituição que realiza e empresa que viabiliza. Na categoria Personalidade física que se doa, o agraciado do ano de 2025 é o diretor cinematográfico Cloves Melo. Esta homenagem se deve à sua fundamental contribuição na difusão da mensagem da paz e do amor ao próximo, notadamente por meio do roteiro do filme Divaldo, O mensageiro da Paz, e pelo apoio crucial na divulgação e reconhecimento das obras sociais Mansão do Caminho. O seu trabalho é um exemplo de cidadania e ética que enfatiza a possibilidade de resgate do ser humano, refletindo a consciência de sua responsabilidade social, o olhar atento ao outro e a promoção da dignificação humana. em passe de algumas demandas ligadas à sua atividade ocorridas indetestivamente. O senhor Cloves justificou a impossibilidade de fazerse presente. >> Então, nós dando dando continuidade a este momento de falas dos nossos queridos representantes religiosos, convidamos agora a Iá Márcia de Ogogum e a Lorixá terreiro aché euá. Olo do Marê
presente. >> Então, nós dando dando continuidade a este momento de falas dos nossos queridos representantes religiosos, convidamos agora a Iá Márcia de Ogogum e a Lorixá terreiro aché euá. Olo do Marê para o nosso diálogo ecumênico sobre a paz. Boa tarde a todas as pessoas especialmente hoje por ser uma sexta-feira saudar pai oá. É por conta dele que a gente veste branco. Ele é o pai da vida e o pai da paz. Mas eu quero saudar o sagrado de todos vocês que estão aqui, independente do nome que esse sagrado tenha. saudando a minha ancestralidade, hoje eu quero saudar especialmente um grande ancestral que é o grande idealizador desse movimento, você e a paz, porque nós precisamos não só nas festas de final de ano, nas confraternizações, nos abraçarmos e desejarmos paz. Esse deve ser um exercício cotidiano, porque nós precisamos ser luz na vida de outras pessoas. Não importa se nós louvamos ou do mar, Deus, Jeová, Alá, Buda, Krishna, não importa o nome. Eu cresci dentro de um terreiro de candomblé, ouvindo das minhas ancestrais que abaixo de Deus existe várias possibilidades, mas acima de Deus não existe nada. Então, é esse Deus que é esse ser onipotente, onipresente e oniscente que nos une. Mas nós só podemos estar unidos quando aprendermos a nos respeitar. O respeito, [aplausos] o respeito é a base da construção dessa paz que tanto a gente pratica através do diálogo interreligioso e que tivemos o nosso grande mestre babá, babá de Franco, Mojubá. Mojubá, porque eu sei que o Senhor está aqui entre nós. Eu eu faço parte de uma religião que nós sabemos que a morte não existe. A gente simplesmente encerra o ciclo aqui no Alê para começar ou recomeçar o ciclo no e nós sabemos que de onde o senhor está está fortalecendo esse movimento. O mais importante na tarde de hoje é que a gente possa sair daqui pensando diferente. Vocês precisam ser sementes para vocês plantarem, mas sobretudo para contagiarem outras pessoas, de que é possível sim viver com todo tipo de diversidade e que não é
ssa sair daqui pensando diferente. Vocês precisam ser sementes para vocês plantarem, mas sobretudo para contagiarem outras pessoas, de que é possível sim viver com todo tipo de diversidade e que não é diferente quando essa diversidade é religiosa. Eu desejo a todos vocês que Deus, que na minha religião conheço como o Lodo Mária e todos os oristais, continue abençoando a todos vocês, mas sobretudo acalentando o coração e reforçando a fé ou a não fé para que a gente saiba respeitar o outro e que a gente possa construir paz sem esquecer que você é a paz. Eu sou a paz e nós todos somos a paz. Ai a bênção a todos vocês, [aplausos] independente do segmento religioso, que faça parte e em contrapartida, eu desejo que todas as forças positivas do universo, independente da nomenclatura, nos abençoe sempre. >> E a Márcia Dougum, Reina Orixá do terreiro Evaarê. É professora apresentada, coordenadora do Renafro, rede nacional de religiões afrobrasileiras e saúde, núcleo de Lauro de Freitas. é também coordenadora do UNIRB, Conselho Ecumênico da Bahia e membro do Comitê Combate Combate ao Racismo religioso da Honda Omira da PM Bahia. >> Frases lindas da querida e a Márcia. Ela disse: "Precisamos ser luz na vida. O respeito é a base da construção da paz. Muito lindo e agradecemos imensamente por essas palavras. E voltando ao Troféu Você e A Paz, vamos agora agraciar a categoria instituição que realiza. Temos a satisfação de convidar o abrigo nosso lar para receber o troféu você e a paz na categoria instituição que realiza este prêmio é o reflexo do nosso profundo reconhecimento pela revante incansável, verdadeiramente transformadora contribuição que o abrigo nosso lar comunidade. Fundado em 1954 pela União Espírita de Vitória da Conquista, destacamos em especial o serviço vital de abrigo permanente para 80 idosos em situação de vulnerabilidade extrema, abandono e ruptura de vínculos familiares. O abrigo nosso Lar não apenas ampara, mas atua de maneira exemplar, complementando e fortalecendo
ente para 80 idosos em situação de vulnerabilidade extrema, abandono e ruptura de vínculos familiares. O abrigo nosso Lar não apenas ampara, mas atua de maneira exemplar, complementando e fortalecendo as ações socioassistenciais da rede de proteção social. especial do município. Convidamos, portanto, o diretor presidente da Caminho, senor Mário Sérgio Pesida, para oferecer o troféu Você a Paz na categoria instituição que realiza ao senhor Eias Alves Trindade, torei da união, vitória daqu >> AC 71 [música] anos, o lar de idosos, nosso lar, acolhe e cuida [música] de quem mais precisa. O abrigo é uma instituição de longa permanência para idosos que tiveram seus vínculos familiares rompidos, oferecendo acolhimento, cuidado [música] e um novo sentido de pertencimento. Ao longo dos anos, se tornou um símbolo de seriedade [música] e compromisso em vitória da conquista. Aqui os idosos recebem cuidado integral [música] com moradia permanente, alimentação equilibrada, higiene, roupas adequadas, administração de medicamentos [música] e acompanhamento diário de saúde. A instituição conta com médicos, enfermeiros, [música] cuidadores e trabalhadores voluntários que atuam diariamente, [música] garantindo atenção constante e suporte em todas as necessidades dos [música] nossos idosos. E a sua manutenção é feita a partir de doações da comunidade, convênios e [música] campanhas solidárias que garantem alimentação, cuidados diários, estrutura [música] adequada e tudo que os residentes precisam para viver com dignidade. O Lar de Idosos, nosso lar, agradece a todos que colaboram para manter [música] essa chama acesa. Obrigado por fazer parte [música] da nossa história. >> Parabenizamos o abrigo nosso lar. O padre Edson Menezes é reitor da Basílica Santuário Senr. Bom Jesus do Bomfim, Salvador, Bahia. Ele é vigário episcopal para pastoral da Arquidiocese de São Salvador da Bahia e conhecido por seu trabalho espiritual e social, incluindo o projeto Bom Samaritano. Atualmente, ele celebra seus 40 anos de ordenação
episcopal para pastoral da Arquidiocese de São Salvador da Bahia e conhecido por seu trabalho espiritual e social, incluindo o projeto Bom Samaritano. Atualmente, ele celebra seus 40 anos de ordenação sacerdotal, tendo sido ordenado em 1985. Gostaríamos de convidar para o diálogo ecumênico o padre Edson Menezes. Saúdo fraternalmente todas as pessoas aqui presentes, desejando a graça e a paz de Deus, nosso pai e de Jesus Cristo, nosso senhor. Saúdo os membros aqui da mesa, na pessoa do senhor Padre Sérgio, presidente da manção do Caminho. Minha homenagem póstula, Adivaldo Franco, fundador deste movimento em favor da paz. Venho da colina sagrada. Hoje, sexta-feira, trago um abraço do Senhor do Bom Fim para todos vocês. [aplausos] Um abraço de paz, meus irmãos e minhas irmãs, infelizmente muitos conflitos armados persistem. Em várias partes do mundo, a violência tornou-se um problema social, complexo e de grandes proporções, que afeta transversalmente todos os setores da sociedade brasileira e global. o preconceito, a intolerância, o racismo, a discriminação, o fanatismo, o terrorismo seguem sendo uma realidade entre nós, gerando medos, receios, insegurança. Diante da referida realidade, o Papa Leão 14, seguindo o seu predecessor, o Papa Francisco afirma: "Não podemos nos acostumar com a guerra, com os conflitos que geram derrota para a humanidade e morrou contra Deus. Os líderes e os povos devem rejeitar a lógica da violência e buscar a paz por meio do diálogo e da fraternidade. Pois a guerra é sempre uma derrota. outros personagens. A segunda, ninguém pode permanecer em silêncio quando a intolerância, o racismo, o radicalismo se manifesta como, por exemplo, diante do atentado terrorista antisemita que ocorreu ultimamente na Austrália. Combater-mos é um compromisso de todos. Sonho com o dia em que todos se levantarão e se compreenderão que fomos feitos para vivermos como irmãos. Nelson Mandela. >> O respeito ao próximo é um alerce fundamental para a construção de uma sociedade
com o dia em que todos se levantarão e se compreenderão que fomos feitos para vivermos como irmãos. Nelson Mandela. >> O respeito ao próximo é um alerce fundamental para a construção de uma sociedade harmoniosa, justa e solidária. Jesus é o príncipe da paz. O profeta Isaías anunciou. Eu quero reforçar o que já disse pastor Judá, expressando a nossa comunhão. Nasceu para nós um menino. Ele traz aos ombros a marca da realeza. O nome que lhe foi dado é conselheiro admirável. Deus forte, pai dos tempos futuros, príncipe da paz. E quando o menino nasceu, disse o anjo aos pastores: "Não tenhais medo. Eu vos anuncio uma grande alegria que o será para todo o povo. Hoje, na cidade de Davi, nasceu para nós um Salvador, que é o Cristo Senhor." E os anjos cantavam louvores a Deus, dizendo: "Glória a Deus, o mais alto dos céus que faz da terra aos homens por ele amados. Queremos um Natal de paz, em que a alegria do nascimento de Cristo substitua o som das armas, favoreça o diálogo, o entendimento, derrube os muros e pontes sejam construídas. Queremos um Natal, onde o sol da esperança possa brilhar para todos. Queremos a partir do Natal que todos tenham direito de caminhar livremente nas ruas sem medo. Queremos paz, guerra, intolerância, terrorismo, violência. Jamais. Queremos um Natal de [aplausos] Nós agradecemos imensamente ao padre Edson Menezes, que trouxe pra gente reflexões importantes. O amor ao próximo é fundamental para a construção de uma sociedade harmoniosa, justa e solidária. palavras que impactam o nosso coração e nos trazem vibrações positivas para termos hábitos salutares em nome da paz. Retornamos para a última entrega de hoje do troféu Você e a Paz na categoria empresa que viabiliza pela sua importante contribuição para o desenvolvimento de projetos sociais de relevância que apoiam a sociedade e promovem ações de cidadania, educação de proteção às crianças e jovens. Por isso, representando uma importante iniciativa de cidadania e ética em atitude de compromisso social e
e apoiam a sociedade e promovem ações de cidadania, educação de proteção às crianças e jovens. Por isso, representando uma importante iniciativa de cidadania e ética em atitude de compromisso social e sobretudo de dignificação humana. A paz começa em nós e movimentos como esses são para que as pessoas lembrem disso. [música] >> O exemplo de Divaldo nos inspira a transformar palavras em gestos, gestos em atitudes. Esta caminhada não seja apenas um evento, mas um compromisso a ser um semeador da paz. Quem é da paixa [música] da >> Convidamos o diretor presidente da mansão do Caminho, sor Mário Sérgio Almeida, para oferecer o troféu Você e a Paz, na categoria empresa que viabiliza ao senhor Adivaldo de Morais Adão. gerente regional de operações da IP acolhimento, educação e cidadania, realizado pelo CPI, Serviço Espírita de Proteção à Infância e pela Mansão do Caminho. >> Ouveremos agora a fala da senhora Rude Brasil Mesquita, espírita colaboradora deste projeto ecumênico em prol da paz que transcende de fronteiras religiosas e políticas para promover a paz mundial desde há muito tempo sendo uma grande parceia. >> Rute Brasil Mesquita, licenciada em pedagogia, bacharel em psicologia, psicanalista, pós-graduada em curso de formação de psicólogo, com especializações em psicologia clínica e educacional e terapia de vidas passadas no Brasil e nos Estados Unidos. >> Queridos amigos, que bom revê-los. Nós já nos conhecemos e que bom reencontrarmos também com os grandes artistas brasileiros, a nossa amada Ivete Nando Cordel, Carlinhos Brau. Carlin Brau, eu entendo que ele simplesmente expressa o ritmo da natureza através do ritmo dos atabaques. >> Então, caros amigos, caros irmãos que nós somos, que coisa extraordinária. É uma sexta-feira, é um dia chamado útil. Estamos aqui porque nós amamos a paz, nós somos uma potência de paz e nós construtores da paz. Eu quero, eu me, eu volto à Segunda Guerra Mundial. Está falhando. Eu quero contar algo da Segunda Guerra Mundial e nós temos aqui um brigadeiro
ós somos uma potência de paz e nós construtores da paz. Eu quero, eu me, eu volto à Segunda Guerra Mundial. Está falhando. Eu quero contar algo da Segunda Guerra Mundial e nós temos aqui um brigadeiro da Aeronáutica. Na Segunda Guerra Mundial, os pracinhas brasileiros fizeram uma diferença enorme na Itália. Qual foi a diferença? Os a hierarquia militar deu um recilmente ignorou que aquilo estava acontecendo, nem podia acontecer. Ou seja, nós somos mensageiros da paz. E como mensageiros da paz, eu quero agradecer aqui ao nosso querido irmão, inexplicível presente Pereira. Ele [aplausos] ele nos trouxe da vida o testemunho da continuidade da vida. E ele traz uma história muito interessante que foi contada pelo espírito de ano de ano hoje com a desencarnação de Amélia Rodrigadora da Bahia. autora de uma fele extraordinária que ela vai tratar no mundo espiritual, nos artigos corretos, determinadas nuances de Jesus na terra. O que foi que aconteceu com a médio? Vejam só, ela estava ali, quem conhece o Salvador sabe, na Avenida Sete, naquele trecho de São Bente. E nesse trecho de São Bento ela ia descendo a ladeira quando viu o portador de Reníage. Naquela época, avenida sete não era um local comercial, eram residências inclusive de pessoas consideradas remediadas na época. Então o a o portador de Reníase quando ia passando, ele usava um galho e gritava: "Lepra, lepra! Porador de lepra!" O que que as pessoas faziam? Imediatamente elas fechavam as portas, fechavam as janelas porque achavam que o vento, o ar, eh, transmitia a letra. E muitas delas com uma um saquinho de panochia de comida e jogavam na rua. Amélia Rodrigues, a grande adentadora, instintivamente quando encontrou com ele, primeiro movimento foi simplesmente atravessar mais. Ela perguntou: "Se Jesus estivesse no meu lugar, o que ele faria?" Então ela vai se lembrar da cura do leito, do encontro de Jesus com todas as pessoas independentes de vai, ela vai se lembrar do encontro com ele, com a mulher samaritana,
meu lugar, o que ele faria?" Então ela vai se lembrar da cura do leito, do encontro de Jesus com todas as pessoas independentes de vai, ela vai se lembrar do encontro com ele, com a mulher samaritana, com com Maria de Madalena, com Zaqueu, o publicano, com todos. Então ela volta, encontra-se com leprodo, o portador de rano, dá-lhe um abraço muito espiritual e leprodo. Agora não mais leprodo, é o espírito purificado. E ele com a gente devo e oferece dar boas. Queridos amigos, muita paz, muita boa vida para todos. Nós somos de uma potência de paz [aplausos] que Deus e muito obrigada imenso fei a paz. Agradecemos imensamente a Rut Brasil esquita a sua frase: "Nós somos uma potência de paz e leveios no coração essa mensagem tão especial, extinadora para vivenciarmos a paz. >> microfone para ele que vai falar. Pode botar. Vamos acompanhar agora o pronunciamento do confrariano espírita, colaborador e parceiro de movimento do projeto que inspira a convivência pacífica e motiva a renovação interior para o mundo mais harmono. Marcel Mariano é assessor jurídico da primeira vara da infância juventude da comarca de Salvador aqui na Bahia. para depacharel palestrante espírita internacional, atuando pela federação do estado da Bahia, sendo atualmente voluntária da caminho. Minhas amigas, caros internautas que nos acompanham pelas mídias digitais, nossos votos cordiais de muita paz. Berton Beck, o notável escritor e taumaturgo alemão, teve ocasião de afirmar que há homens, e leia-se por extensão, mulheres que trabalham por um ideal durante alguns dias e são bons. Há homens e mulheres que lutam por um sonho, por um projeto, semanas ou meses e são ótimos. Há homens e mulheres que pelejam pela edificação da pessoa humana por décadas e estes são excepcionais. Ele estava para fazer duas conferências na região, uma no São Francisco, que já não mais existe na cidade de Juazeiro. E no dia seguinte, no cineatro maçangano em Petrolina, Pernambuco, as duas cidades separadas pela majestade
conferências na região, uma no São Francisco, que já não mais existe na cidade de Juazeiro. E no dia seguinte, no cineatro maçangano em Petrolina, Pernambuco, as duas cidades separadas pela majestade do rio São Francisco. Assisti a primeira, assisti a segunda, os auditórios lotados e ele sempre me fitando até que no dia seguinte a primeira conferência, no almoço, na residência onde ele estava hospedado, um telefonema me chamou às 11 horas. Divaldo lhe convida para almoçar com ele na residência de hospedagem. Fui, fiquei até 2 horas da tarde pós almoço trocando ideias e ele me fitando. Dali nasceu uma amizade que perdurou por mais de 40 anos. ao velho mestre. Aprendi tanto em diálogos nas viagens que fizemos pelo Brasil, algumas no exterior. Ele aproveitava a qualquer momento no aeroporto, nos automóveis, para me aprontar o porvi, ensinando coisas que guardo como verdadeiras gemas dessa vida que aos 70 anos, 28 anos atrás, quando tanta gente opta pela aposentadoria e se deixa incorporar por Vinícius de Morais, Um velho calção de banho, um dia para vadear, um mar que não tem tamanho, um arco-íris no ar, uma rede entre dois coqueiros e uma roxa morena para admirar ele. Não. Aos 70, depois de construir todo o legado de uma instituição veneranda, que até hoje assiste quase 5.000 pessoas diariamente, ele contaria em várias ocasiões emocionado até as lágrimas que aos 70 anos o que é que eu ainda posso fazer pela edificação da criatura humana? Vamos criar um movimento, um movimento que não tinha tinta religiosa, que não tinha colorido político. Ninguém está aqui ambicionando em outubro do ano que vem qualquer pleito federal. Não é isso? [aplausos] É a proposta de ir à rua, de as praças, os logradouros, aos coretos, qualquer local onde não perturbe a via pública, nenhuma marcha, a gente em paz e as ambulâncias em guerra querendo passar. Vamos fazer um local que não preocupe nem tumultue as vias públicas. E ali vamos convidar cada um a se desarmar interiormente. Não posso talvez desarmar o outro. O
bulâncias em guerra querendo passar. Vamos fazer um local que não preocupe nem tumultue as vias públicas. E ali vamos convidar cada um a se desarmar interiormente. Não posso talvez desarmar o outro. O outro recusa, o outro rejeita, o outro me rechaça, me repele. Mas eu posso me tornar um pacifista, um pacificador, diminuindo esse ruído de falar tão alto. Um mundo em que as pessoas praticamente estão gritando umas com as outras, quando a proposta é falar, porque ninguém vai me convencer no grito. Não adianta se valer do argumento da força. Me traga a força do seu argumento e o mudo meu. A proposta, portanto, é nos tornarmos mais pacíficos na rua. Aqui é fácil. Desafiador será quando nós saírmos daqui, enfrentarmos as ocorrências entre as quatro paredes do lar na rua. ao pegar o carro no estacionamento, no supermercado, no banco, quando vemos o nosso lugar preterido pelo outro, tomado, assaltado, sem qualquer consideração ou respeito, mas nem por isso vamos manejar a ferramenta do indivíduo enfermo social. Permaneceremos em nossa paz. Mas se alguém tirar a minha paz, só tira a sua paz se você autorizar. Se não autorizar, você permanece tranquilo e o outro em conflito até que ele possa se harmonizar. Por isso mesmo, até hoje a frase e o pensamento de Bertbreck permanece um desafio de encontrarmos pacifistas. Alguém dirá: "Como você avalia o século XX? Um dos mais violentos da história humana. Dois conflitos que somados dão 10 anos, quatro de um, seis do outro, mais de 100 milhões de pessoas exterminadas. Mas e Gand e Madre Teresa e Malcon X e Marta Ling e o trabalho de Madre Teresa de Calcutá do Papa Francisco, de Billy Garra, de Chico Xavier, de Divaldo, de tantos missionários que atravessaram estes períodos de mais de 100 anos, já estamos no século XX, afirmando e vivendo tendo a possibilidade de construir na Terra um planeta mais pacífico, já que a guerra não faz parte da nossa estrutura interna. Somos levados à guerra sob circunstâncias dramáticas e desafiadoras,
ndo tendo a possibilidade de construir na Terra um planeta mais pacífico, já que a guerra não faz parte da nossa estrutura interna. Somos levados à guerra sob circunstâncias dramáticas e desafiadoras, mas nós somos pacíficos por natureza, porque nosso DNA divino já o germen da divindade. A divindade que pacifica o ser. E o maior homem da história não cabe nela. É, Jesus não cabe na história. Ele dividiu a história antes e depois dele. E ele se enquadra no quarto e último aspecto do pensamento de Black. Ele é o ser mais puro que já teve a terra. O espírito, sem qualquer tipo de mácula, saudável internamente, jamais adoeceu de fora para dentro e até hoje busca pacificar as criaturas humanas e não desistir de nós. Nós temos direitos a férias, licença prêmio, atestado de 15 dias e uma semana, momento em que refazemos a saúde mental e física. Eu fico me perguntando se um dia Jesus pedia a Deus me dê 30 dias de férias da terra. O que será de nós sem a tutela do divino amigo? Se possível neste Natal, descrucifique-o, Jesus e traga-o paraa sua manjedoura em casa. Dia 24. Não saia de casa. Natal é família e se tiver atento com alguém da família, se reconcilie, abra o diálogo, converse, reconheça o próprio equívoco, se o fez e se foi o outro, mas eu não tenho chance de perdoar. Desculpe, a desculpa é a antala do perdão. Mas eu não esqueço. Esquecer uma ofensa é memória. Podemos guardar isso por 40 anos na memória. O fato, o perdão é eu não devolver o mal a quem me fez. Quem me fez está enfermo, está doente. Oração para ele. Paciência até que ele altere a própria conduta e a vida. tem muitos mecanismos neste sentido. Esta é nossa 28ª edição. Nando cordel a que deu o testemunho de que esteve em todas elas e no momento de sublime inspiração, desceu no papel e na melodia o o dingo. A marca desse movimento. A paz do mundo vai começar em mim e depois se radiará atingindo outro. Acabamos de sair de uma pandemia de Covid. Eu lhe convido, torne-se um lactobacilo da paz e contamine quem tiver por perto.
ento. A paz do mundo vai começar em mim e depois se radiará atingindo outro. Acabamos de sair de uma pandemia de Covid. Eu lhe convido, torne-se um lactobacilo da paz e contamine quem tiver por perto. Feliz Natal. [aplausos] Nós agradecemos [aplausos] ele nos deixa uma frase para buscarmos transformarmos em pacificadores e pacifistas onde estivemos. Gratidão Marcel pelas suas palavras. que faz você tá hoje que te ama. >> Registramos a presença da vice-prefeita da cidade de Salvador, senora Ana Paula. Mário, o senhor já vai ficar exercitando bastante de pé, lembra? Para falar que Jesus tem que ser de pé. Então, convidamos a nossa Ivete para receber a placa de >> Ah, muito obrigada. Que gentileza, meu Deus. Coisa linda. Ô meu Deus, não sa. Muito obrigada. Tomar de surpresa. Olha, eu acho que isso aqui tem uma simbologia muito grande para mim. Eu acho que isso é uma uma confirmação do meu encontro com pessoas que são muito relevantes na minha vida. Eh, a priori a partir de Divaldo, mas Divaldo, como essa fonte inesgotável de de amor, de transparência, de bemquerer, me uniu a outras tantas pessoas tão importantes quanto ele nessa jornada, nessa caminhada. De fato, a paz começa em nós. Eh, isso é claro, a gente sabe disso. O mais louco é que a gente sabe que a paz primeiro começa em nós e a gente luta para ser diferente da nossa origem, da nossa ideia primordial. Nós somos filhos de Deus perfeito e ele nos ensina todos os dias. Ele nos mostra onde a gente tem que aprender, onde a gente tem que dar um passo atrás ou alguns passos à frente. Eh, eu me sinto muito honrada porque intimamente eu tenho consciência das escolhas que fiz e que faço dentro da minha caminhada. E eu tenho muito orgulho de ter eh desde sempre muita gente fala assim para mim: "Ivete, Deus tem um plano na sua vida". Eu acho engraçado quando me fala assim: "Vivete, eu preciso conversar com você. Deus tem um plano na sua vida." Eu digo, "Eu sei ah, mas eu preciso conversar com você para falar sobre isso." Eu digo, "Mas não é
graçado quando me fala assim: "Vivete, eu preciso conversar com você. Deus tem um plano na sua vida." Eu digo, "Eu sei ah, mas eu preciso conversar com você para falar sobre isso." Eu digo, "Mas não é necessário, porque eu vivo no plano de Deus. Eu não, ele não tem um plano para mim. Eu simplesmente vivo no plano dele. Então eu queria agradecer a vocês da mansão, eh, me fazer ser útil, não só como artista, porque artista que sou, existe a a mulher e a pessoa, o indivíduo que sou nessa nessa nossa nessa nossa caminhada, as profissões, as escolhas as famílias e tal, mas existe uma mulher aqui disponível para o bem, para toda a benfeitoria. Estou muito feliz que agora eu tenho um instituto que leva o meu nome e que a gente tem tratado disso inspirada pelos meus colegas maravilhosos, que eu tenho uma admiração gigante a todos que estão aqui, que se envolvem e no que de fato é relevante, é fundamental, o que é a realização. Falar é maravilhoso sobre, é como saber que a paz começa na gente. Agora a gente tem que colocar em prática, que eu acho que a coisa mais complicada nas nossas vidas, é a gente colocar o nosso potencial sinal de amor em prática. Mas é sempre positivo, é sempre bom, é sempre maravilhoso. Então eu queria agradecer a Deus pela oportunidade de jamais abandonar o plano dele e seguir firme, sabendo que esse caminho vai me levar ao sucesso, à alegria, à paz e a tudo que for bom. Muito obrigado a vocês vi continuem esse trabalho. >> Gratidão, Ivete. Muito obrigada. E nós também gostaríamos de chamar Carlinhos Brau para receber a placa do nosso presidente. Olha que coisa legal. Falar uma coisa. Fala, fala. >> Ai, que coisinha. Chega perto. Vamos tirar aqui dois. >> Na verdade, o que eu tenho a falar é de é em direção ao senhor. >> É assim que todas as ações sociais, exatamente todas e todos nós, não temos mérito algum por fazê-la. Inclusive está na obrigação da alma se compadecer com o outro. Eu hoje estou aqui como resultado disso. E em algum momento alguém me disse aqui
e todas e todos nós, não temos mérito algum por fazê-la. Inclusive está na obrigação da alma se compadecer com o outro. Eu hoje estou aqui como resultado disso. E em algum momento alguém me disse aqui neste ambiente de que Roma, ao contrário, é amor e paz é zaper. Vamos utilizar paz como utilizamos o zaper para se comunicar. E e em torno dessa discussão que nós estamos buscando, sobretudo em uma cidade onde nós vivemos, né, expiações, uma cidade aonde as misturas e etnias escolheram viver, nós nos conflituamos ainda por não nos conhecermos eh diante da necessidade de perfeição, de convivência. Uma das dicotomias é a visão religiosa, né? Como e a Mácia aqui citou com clareza assim, o fato de Deus ser uma a superioridade e abraço de Deus ter possibilidades. E são essas possibilidades que nós precisamos compreender, porque é e essa falta de curiosidade tem gerado indelicadezas nas nossas convivências. Parece que o outro é inferior, o outro superior, o que Deus está mais no outro lado. Eu entrei aqui falando de Jesus, porque eu aprendi falar de Jesus cedo, né? e e da mesma forma que tenho consciência que em algum momento o Xalá, né, o Xaguiã e todos os os encantados que são originados, né, da África, de onde nasce o mundo, foi necessário ter assim como uma capa de sobrexistência esse sincretismo. Mas oá é oá e Jesus é Jesus, mas o amor é um só. E tá na hora da gente reparar em nossas convivências, né, essa dicotomia, essa distância de que nós e estamos enfrentando, enfrentando eh absurdos a ponto do outro ser violento quando você busca afirmar a sua crença ou a sua fé. Eu uso a música para tudo e uma música que fiz, eu não sei nem se Thiago que eu gosto de cantar porque é o que é que aprendi, né? A gente sabe fazer. Vai, mas eu vou junto com você. Eu não preciso convencer que o seu mundo cabe em mim. Vai, que essa fronteira seja o aqui. O amor que existe no teu rosto, o teu sorriso me dá gosto. Par. A gente tem a mão de Deus. O seu amor eu sei que [música] é meu. A vida dois é a perfeição.
em mim. Vai, que essa fronteira seja o aqui. O amor que existe no teu rosto, o teu sorriso me dá gosto. Par. A gente tem a mão de Deus. O seu amor eu sei que [música] é meu. A vida dois é a perfeição. [música] Ao ponto de atravessar. Pro lado que o amor andar, eu [música] tô construindo com você a paz que todo mundo quer. [música] Eu quero o que você quiser. Ninguém está para a pobreza. [música] Quero viver toda a pobreza com você. [música] É isso. [música] É isso. É a poesia de Deus que escorre sobre as nossas memórias, sobre [música] os homens, como um aditamento especial de que as nossas mensagens devam chegar sem nenhum mérito ao homem. Inspiração. Anjos de luz, [música] façam-se presente para que eu cumpra meu momento na paz. Afinal, todo médium já foi um errante e eu estou aqui para me corrigir. Um abraço da gente. Abraço meus amores. >> Obrigado, gente, por esse carinho, esses anos todos aqui juntinho, aprendendo muito, muito, muito. Fiz muito, muitas músicas de paz. E eu me lembro uma vez que Divaldo começou a me chamar para viajar com ele. E um belo dia no aeroporto, no Rio de Janeiro, eu chamei ele no canto, f assim: "Divaldo, eu sou um músico, tô por aí por tudo que é canto, fazendo um monte de besteira, tu tá querendo me salvar, né?" Aí, não, Nando, não, Nando, não fique feio aí. Vai trabalhar, vai trabalhar que você tá no caminho certo. Então, muito obrigado por tudo. E aproveitando o Carlinho, eu fiz uma música dizendo assim: "Eu sou a paz. Mais alto, eu sou a paz. Você é a paz. Nós somos a paz do mundo. É um mantra. Vamos lá. Eu sou a paz. Você é a paz. Nós somos a paz do mundo. Mais uma, mais uma. Vai lá, lá. Eu sou a paz. Você é a paz. [música] Nós somos a paz do mundo. Pastor a todos. Muito obrigado também, né? Também andando e estamos chegando ao final do nosso evento. Te amo, viu? Não é >> em que expressamos as diversas concepções sobre a paz, evidenciando que há um caminho de amor e de transformação, de diálogo ecumênico para a aquisição da paz interna
sso evento. Te amo, viu? Não é >> em que expressamos as diversas concepções sobre a paz, evidenciando que há um caminho de amor e de transformação, de diálogo ecumênico para a aquisição da paz interna e que através das atitudes e pensamentos renovados e pacíficos, conseguirmos dia após dia transformar o mundo, quando resolvermos por nos transformar em agentes pacíficos e por consequência E as reflexões finais, nós vamos deixar com ele o idealizador e realizador deste importante trabalho sobre a paz, as palavras iluminadas de Divaldo Pereira Franco, que por certo nos beneficiarão com esperança e entusiasmo para novos dias mais serenos, plenos e felizes. Pereira Franco é baiano da cidade de Feira de Santana e ao longo de quase toda a vida dedicou-se à divulgação da doutrina espírita no Brasil e no mundo, além de manter com o auxílio de uma equipe deitados colaboradores, uma obra social de repercussão internacional, a mansão do caminho, onde encontramos primorosa organização de benerência que atende a 5.000 famílias de área >> aos 98 anos de idade e 78 anos de oratória espírita, Divaldo, nosso tio Divaldo, atingiu surpreendente e exemplar performance com mais de 20.000 1 conferências e seminários em mais de 70 países, em muitos deles por várias vezes dos cinco continentes, denominado semeador de estrelas. E segundo Chico Xavier, tendo uma estrela na boca, suas conferências atraíram um numeroso público que se emocionou com os comentários, narrativas e ensinamentos transmitidos, os quais promovem o autoconhecimento e anunciam alvorecer de uma nova era. Divaldo, foi também o pregador da paz, em contato com o povo simples e humilde, que ia ouvir a sua palavra nas praças públicas, conclamando todos ao combate à violência a partir da autopacificação. Evaldo Franco retornou à pátria espiritual em 13 de maio de 2025, aos 98 anos de idade. E sua vida foi e era um exemplo incontestável e irretorquível da mediunidade missionária. Medunidade com Jesus. Senhoras, senhores, o amor é a solução mágica
13 de maio de 2025, aos 98 anos de idade. E sua vida foi e era um exemplo incontestável e irretorquível da mediunidade missionária. Medunidade com Jesus. Senhoras, senhores, o amor é a solução mágica para os complexos problemas da vida. Quando nos resolvemos por amar, a vida adquire beleza. O ser dignifica-se. A criatura humana atinge um estado superior de plenitude, porque somente o amor é capaz de proporcionar a paz íntima e somente pode tornar-se pacífico e é por continuação pacificador aquele que ama. A paz deve ser a meta da nossa vida. Enquanto não a logramos em nós, dificilmente poderemos anelar por uma sociedade realmente vitosa. A ciência, a tecnologia de ponta tem nos dado a sua valiosa contribuição de promover o indivíduo, de libertar-nos de tantos males que nos afligiram. Durante milênios, a ciência médica vem modificando a qualidade de vida e tornando a melhor. Vem nos proporcionando longevidade, vem nos oferecendo recursos hábeis para nos libertarmos de muitas dores, de sofrimentos de vários matizas. As ciências das suas várias angulações formam um elenco de quase perfeição. V aporcionando comodidade, prazer, comunicação virtual, reduzidas as distâncias da terra, mas não lograram fazer que nos amemos, que sejamos mais próximos uns dos outros, que nos toleremos através da comunicação virtual. Nós somos pessoas simpáticas. Namoramos, fazemos compras, apresentamos nossos sonhos, desvelamos nossos conflitos, porque perdemos a ciência e a arte de conviver, de viver com, de estar ao lado, que exige tolerância, a capacidade de dar ao outro direito que a nós nos damos de sermos conforme somos. e a ele o direito de ser conforme é. Para que haja paz no mundo, é necessário que o coração da criatura humana, na simbologia do ser afável, esteja dulcificado pelo amor, para que a solidariedade possa distender os braços e modificar a paisagem lúgubre da terra. E não podemos continuar de braços cruzados. Não nos é lícito permanecer no estado de comodidade, porque ainda não fomos
solidariedade possa distender os braços e modificar a paisagem lúgubre da terra. E não podemos continuar de braços cruzados. Não nos é lícito permanecer no estado de comodidade, porque ainda não fomos alcançados pela violência. Cedoemos. É uma questão de oportunidade de sorteio. É apenas uma questão que o futuro irá desvelar. Mas se nós começarmos a grande tarefa do desarmamento interior, de nos desarmarmos uns em relação aos outros para podermos amar, as armas inteligentes irão ocupar os seus lugares nos museus, como as armas dos antigos habitantes da terra, de pedra lascada, de pedra e aquelas que foram através da história até esse momento culminante, narrando a nossa evolução antropológica da barbárie à cultura, mas não a civilização, nem a ética moral, nem ao bem, porque ainda nos matamos por dar cá àquela palha. E é necessário que revertamos esse processo, porque a vida tem um sentido psicológico. Nós aqui estamos porque deveremos enfrentar um significado de natureza emocional. Cada vida é de grande relevância. Então, a sua vida importante, a vida de cada um de nós, talvez durante toda a nossa existência, nós venhamos a salvar uma vida, mas isso não é importante. Salvem-nos a nós mesmos. A nossa vida tem um sentido. Demos o sentido do amor. Demos a possibilidade de tornar o mundo melhor. Porque toda vez que uma criatura se levanta, o mundo com ela se levanta e a sociedade torna-se mais digna. Por essas e muitas outras razões é que temos a coragem de voltar à presença das senhoras, dos senhores, dos jovens e dos nossos amigos e amigas telespectadores, para dizer que vale a pena viver em paz, movimentar a paz no interior, estudar a paz, levar esse contágio da alegria de viver. Viver de maneira digna que não perturbe a ninguém e não se permita perturbar pelo desequilíbrio de ninguém. Será que é pedir muito? Você merece ser feliz. Mas a felicidade aqui no mundo é muito curiosa. O ditoso de hoje é o amargo de amanhã. O milionário de agora pode ser o mendigo de mais tarde, como também aquele
é pedir muito? Você merece ser feliz. Mas a felicidade aqui no mundo é muito curiosa. O ditoso de hoje é o amargo de amanhã. O milionário de agora pode ser o mendigo de mais tarde, como também aquele miserável das ruas pode ser o triunfador do futuro. É necessário que na busca da felicidade demos sentido à nossa existência. Valorizemo-nos. Eu sou uma criatura humana. A vida para mim tem um desafio e esse desafio é amar, movimentar a paz, viver em paz e dizer a Deus alegria inefável de viver, porque nós temos tanto para agradecer e tão pouco para pedir e nada para reclamar, que neste momento poderíamos repetir: "Meu Deus, eu quero dizer-te que eu amo a vida que para mim é bela e é consentida. Muito obrigado, Senhor, por tudo que me deste, pelo que nos dás. Muito obrigado pelo ar, pelo pão, pela paz. Muito obrigado pela beleza que os meus olhos vêm no altar da natureza. Olhos que fitam o céu, a terra e o mar, que acompanham a ave ligeira que corre fagueira pelo céu de anil e se detém na terra verde e salpicada de flores em tonalidades. Muito obrigada, ó, Senhor, porque eu posso ver meu amor, mas diante da minha visão, [música] eu vejo cegos que se debatem na escuridãu, que choram na multidão, que andam na solidão. Por eles eu oro e a ti eu imploro com miseração, porque eu sei que depois desta vida, da outra lida eles também enxergarão. Muito obrigado pelos ouvidos meus que me foram dados por Deus. Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro, a melodia do vento nos ramos do olmeiro, as lágrimas que vertem os olhos do mundo inteiro. Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça cantar. A melodia dos imortais a gente ouve uma vez, não esquece nunca mais. A voz melodiosa, canora melancólica do boiadeiro e a dor que geme coração do mundo inteiro. Pela minha felicidade de ouvir, pelos surdos eu te quero pedir, porque eu sei que depois desta vida, na outra vida, eles voltarão a ouvir. Muito obrigado pela minha voz, mas também pela sua voz, pela voz que
nha felicidade de ouvir, pelos surdos eu te quero pedir, porque eu sei que depois desta vida, na outra vida, eles voltarão a ouvir. Muito obrigado pela minha voz, mas também pela sua voz, pela voz que canta, que ama, que ensina, que
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