#235 [CEECA EM FOCO] Juselma Coelho - O Reino do Amor Começa em Nós

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 01/12/2025 (há 4 meses) 1:02:01 8 visualizações

Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 235 Expositor: Juselma Coelho Tema: O Reino do Amor Começa em Nós Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 23/11/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Portal da Luz - 14ª Ure - Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal

Transcrição

Então, irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos ao programa Secal em Foco, uma produção do SECAL, Centro de Estudos Caminho da Luz, sediado em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. Agradecemos a presença de todos. Agradecemos também aos internautas que nos assistem através da TV SECAL, da Web Rádio Fraternidade, o Iges Instituto Goiano de Estudos Espíritas, UFEC TVSC da 14ª UR Florianópolis, Santa Catarina e o EM Espiritismo e Mediunidade da Rádio Portal da Luz. Que todos sejam iluminados pela paz de Jesus. Hoje nós temos uma convidada muito especial, Juselma Coelho, com o tema O reino do amor começa em nós. Boa noite, Juselma, seja bem-vinda ao Secal em Foco. >> Boa noite. Uma alegria estar aqui com vocês. Muito obrigada. Um abraço a todos os que estão conosco neste momento. Muita paz para nós. >> A alegria também é nossa, o prazer de poder desfrutar desse momento consigo. Então a nossa irmã Jma Coelho é presidente da Sociedade Espírita Maria Nunes, SEMAN, Belo Horizonte, Minas Gerais, presidente da Sociedade Espírita Joana de Angeles, Belo Horizonte, Minas Gerais, presidente da editora espírita Fonte Viva, Belo Horizonte, Minas Gerais. presidente do Instituto Assistencial André Luiz Belo Horizonte, Minas Gerais e responsável pela produção e distribuição da pomada do vovô Pedro. Informamos a todos internautas que a palestra será transmitida e ficará gravada para os irmãos que não puderem acompanhar. Neste momento, nós vamos nos conectar com os nossos benfeitores, com os benfeitores do Centro de Estudos Caminhos da Luz. Vamos pedir licença à espiritualidade da irmã Juselma para que possa abençoá-la e acompanhá-la nesse mais grande, nesse grande trabalho de divulgação da doutrina espírita, trazendo o consolo, o amor através das suas palavras. Porque Jesus não veio ao mundo para fundar mais uma religião. Ele veio para falar de como fazer da nossa vida valer a pena. Isso é uma fala do livrinho Contém Vida de nosso irmão José Carlos de Luca. Uma grande dica deixamos aqui e nesse momento nós vamos

igião. Ele veio para falar de como fazer da nossa vida valer a pena. Isso é uma fala do livrinho Contém Vida de nosso irmão José Carlos de Luca. Uma grande dica deixamos aqui e nesse momento nós vamos serenar o nosso pensamento, abrir a nossa alma paraa natureza, pro sol, pra lua, pro luar, pros rios, pras matas, pros mares, pros animais, pras florestas. E vamos pedir para Deus que nos abençoe, que abençoe a todo o nosso planeta Terra, que nesse momento, energias inspiradores da Play dos Espíritos do nosso Senhor Jesus Cristo possa abençoar a todos os irmãos aflitos, a todos os irmãos que estão descrentes do nosso Deus, do nosso pai maior. a espiritualidade amiga se faça presente e abençoe o coração bondoso e a nossa irmã Juselma. Que assim seja. Passo a palavra a você, Juselma, e um bom trabalho. >> Que assim seja. Muito obrigada. Então nós, eu, eu fico pensando que para falar de amor, você tem que já estar vivenciando de uma maneira mais intensa o amor. Então, às vezes eu acho até meio incoerente eh eu trazer o tema, porque a gente ainda tá longe de conseguir vivenciar de uma maneira mais plena, incondicional, essa virtude tão abençoada que é o amor. E por isso a gente começa pensando numa fala que Jesus traz em vários momentos no Evangelho, quando ele fala do reino de Deus. Ele, eu vou, eu vou pegar dois trechinhos para que eles possam balizar a nossa conversa. Eu vou pegar Lucas 17:21 e vou pegar Mateus 6 33. Então, em Mateus capítulo 6, eu pego versículo 32, 33 e 34. Jesus diz assim: "Porque todas estas coisas os gentios procuram, de certo, vosso pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas, mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas as coisas vos serão acrescentadas. Para que nós possamos vibrar no amor, nós precisamos de alguma forma, dito por Jesus, procurar o reino de Deus. Nós não vamos encontrar a vibração do amor fora do reino de Deus. Então Jesus acrescenta no versículo 34, "Não vos inquieteis, pois pelo dia de

alguma forma, dito por Jesus, procurar o reino de Deus. Nós não vamos encontrar a vibração do amor fora do reino de Deus. Então Jesus acrescenta no versículo 34, "Não vos inquieteis, pois pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal." E aí quando nós vamos em Lucas capítulo 17 versículo 21, nós nós vamos ver que que Lucas registra. Interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, respondeu-lhes e disse: "O reino de Deus não vem com aparência exterior." E aí vem o o versículo 21. nem dirão: "Ei aqui ou eio ali, porque o reino de Deus está entre vós." Bom, na medida que nós eh refletimos nessas duas afirmativas, nós começamos a entender que a grande condição de mudar em nós e em todos aqueles que de alguma forma convivem conosco, a grande forma de mudar em nós a vibração de aceitar o que aí está, de sermos felizes, está exatamente em voltarmos a nossa reflexão para nossa intimidade e analisarmos o que fazemos, como fazemos, onde está em nós, vamos dizer assim, o reino de Deus. O que seria o reino de Deus que Jesus tanto fala? É exatamente essa vibração intensa de amor que passa a dominar de tal forma a nossa intimidade e as nossas relações que nós já abolimos determinadas práticas pela naturalidade da vibração do amor. Então, para trazer o reino de Deus para mim, que obviamente alcançará aqueles que convivem comigo, eu preciso certamente deixar que esse essa energia de amor vibre em mim e seja coerente. Não aquele amor que seja apenas de aparência, de palavra, de expressões, mas que seja um amor tão verdadeiro que ele é o motivo da minha existência. Então, o reino de Deus, ele não está solto. Ele foi construído a partir de algumas ideias. Ele está como que balizado por alguns princípios. E esses princípios são exatamente as leis divinas. Quem me ouve sabe que eu me bato muito na tecla das leis divinas, porque a gente às vezes trabalha com as leis de forma apenas racional e nós precisamos trazer as leis para

exatamente as leis divinas. Quem me ouve sabe que eu me bato muito na tecla das leis divinas, porque a gente às vezes trabalha com as leis de forma apenas racional e nós precisamos trazer as leis para dentro de nós para pautar a nossa vida, a nossa maneira de ser, a convivência que nós vamos adquirir querindo na relação com cada um, vivendo com cada um, o como eu consigo externar a expressão desse amor a partir da vigência das leis divinas. Então, tá tudo muito claro na programação divina para nós outros é que às vezes nós custamos a entender que eh existe a necessidade de uma aceitação em nós e de nós para as pessoas. O amor e o reino de Deus, eles começam em nós. Mas quem somos nós? Aí vem a pergunta. Mas quem somos nós? Nós somos criaturas divinas que estamos vindo numa caminhada milenar, que fomos alcançando condições de entender, de compreender, de exercitar superações aos poucos, aos poucos nessa caminhada milenar. Mas nessa caminhada milenar existe algo que vibra em nós desde o começo. Esse algo que vibra em nós é o amor nas condições e na faixa que eu consigo alcançar e compreender. diz o espírito Amélia Rodriguez através do nosso amigo Divaldo Franco, que o amor ele vibra desde o subsolo da Terra, onde ele vai, essa energia vai intermediando os seres que habitam o subso. Então, vejam, já no reino mineral, no reino animal, no reino vegetal e finalmente no reino ominal, o amor vibra. Agora é preciso que eu consiga entender as vibrações desse amor, o recado desse amor para mim, em todas as circunstâncias. Às vezes esse recado do amor, ele vem até através da dor. Ele vem através da dor. E dependendo da forma como sofremos, aí começa a entrar a lei divina. Dependendo da forma como sofremos, aquela dor se torna mais suave e o amor passa a imperar uma forma incondicional em nós. Lá no reino mineral, esse amor se manifesta eh como que através da agregação. Os elementos não raciocinam, não decidem, mas por atração eles se aproximam. E na medida que eles se aproximam,

al em nós. Lá no reino mineral, esse amor se manifesta eh como que através da agregação. Os elementos não raciocinam, não decidem, mas por atração eles se aproximam. E na medida que eles se aproximam, eles começam a criar entre si vibrações de dependência, de participação, sem que o raciocínio entre neste momento. é apenas a exteriorização daquele tempo que passam no reino mineral e o amor vai ocupando espaço. É claro que eu não vou fazer aqui um desfile por toda a caminhada evolutiva, só passando para fazer uma pequena lembrança para chegar nos pontos que a doutrina espírita nos alerta e nos conduz. Então, do reino mineral, nós vamos ver aquele elemento que conseguiu alcançar as expectativas daquele reino, ele emborca para o outro reino, o reino vegetal. E ali, além da gregação que ele desenvolveu no mineral, ele começa esse mesmo elemento, esse princípio de vida. ele começa a desenvolver a sensibilidade. E aí, qual de nós não se lembra, por exemplo, das plantas que são tão sensíveis à nossa manifestação de amor, que elas, as folhas se fecham ou se abrem, as plantas que a às quais nós dedicamos uma vibração de sensibilidade maior. essas plantas eh retribuem com a exuberância da cor, do tamanho, do vigor. Aí aquele elemento que ali está em caminhada evolutiva se desenvolvendo, ele chega na condição animal. E como animal, ele continua carregando a agregação, a sensibilidade já no nível diferente e ele vai desenvolver o instinto. E esse instinto permite que esse princípio de vida se defenda, se proteja e ele vai e ele vai caminhando e o amor vai se ampliando na sua forma de vibrar e vai chegar então na condição ominal. Aí se dá uma grande mudança. Ele tem o toque da razão e com a razão ele vai ter condições de usar o livre arbítrio. E é nesse momento em que esse ser individual que veio crescendo, esse filho de Deus que veio se expandindo, é ali que ele começa a ser liberado para agir de uma forma mais decisória dele. Já não é o amor o impulsionando de fora para que ele siga, para que ele

endo, esse filho de Deus que veio se expandindo, é ali que ele começa a ser liberado para agir de uma forma mais decisória dele. Já não é o amor o impulsionando de fora para que ele siga, para que ele vá. É como se ele fosse subir a escada rolante da vida. É o amor que vai conduzindo. Mas quando ele se torna o ser com dotado de razão, ele já vai optar. E é exatamente aí que ele vai optar pelo amor. E às vezes deixamos algum alguns elementos nos perturbarem, o egoísmo, o orgulho. Nós nos achamos pequenos deuses, que na verdade como filhos de Deus não deixamos de ser pequenos deuses. Mas às vezes a gente se acha pequeno Deus para decidir, para agir, esquecendo que existe um pai maior que nos conduz. Nesse momento em que nós utilizamos o livre arbítrio, nós deixamos que algumas situações de dor se cristalizem em nós e nós começamos a carregar aquele fardo, aquele peso de situações pela nossa atitude anterior. E vamos caminhando. E nesse caminhar vamos tendo a oportunidade de crescer na compreensão. Há um momento que compreendemos através da dor. Eu começo a perceber que se eu não tivesse feito isso, eu não estava sofrendo agora. Aí eu começo a evitar repetir aquele ato para sofrer menos. Eu ainda estou no livre arbítrio. É como se eu estivesse na razão mais rasa. Aí de repente eu passo a entender pela oportunidade de estudo, de reflexão, pela força das leis divinas. Porque aí nós observamos que nessa eh ação e dor nós já estamos eh eh entendendo a vigência das leis divinas. Nós já estamos entendendo que tudo tem uma razão de ser. Nos diz a doutrina espírita. Tudo tem uma razão de ser e nada acontece sem a permissão de Deus. Ah, meu Deus. Mas até a gente chegar nesse momento de entender isso, nós vamos passando por experiências às vezes muito dolorosas. Nós temos que fazer um esforço antes de chegar nessa compreensão. Nós temos que fazer um esforço para acendermos a nossa própria luz. E aí, alguns utilizando a inteligência, a docilidade, alguns conseguem acelerar os passos

esforço antes de chegar nessa compreensão. Nós temos que fazer um esforço para acendermos a nossa própria luz. E aí, alguns utilizando a inteligência, a docilidade, alguns conseguem acelerar os passos para acender essa luz interna e outros demoram mais um pouco, mas chegam lá. O caminho é aberto para todos. E nessa condição de acendermos a nossa própria luz, nós vamos olhando mais para os lados e vamos entendendo mais os nossos irmãos que caminham conosco. a gente passa a registrar a importância deles em nossa vida e nós começamos muitas vezes a sentir falta deles, a gostar de estar com eles, de conversar com eles. Esse acendimento de luz interna é de muita importância. E por mais que a os fatores externos nos levem a acender essa luz em nós, só nós somos capazes de acender. Porque se eu não for coerente, essa minha luz não vai ser duradora. em algum momento ela vai se apagar pela falta da fé que eu ainda não cultivo com mais intensidade. Na medida que eu acendo a luz, minha gente, eu começo a modificar pelas minhas ações, pela minha maneira de ser, eu começo a modificar o meio onde eu estou. Eu começo a modificar, vamos dizer assim, o psiquismo daquele ambiente. Eu vou me tornando mais suave. Eu vou me tornando mais tolerante, mais compassivo, mais manso. Vejam a caminhada que a gente já teve lá do reino mineral, já passamos por tantas experiências. Aí é como se naquele momento quando eu chego nesse ponto de acender a luz, a minha luz, eu passo realmente a ser um pouco mais manso. Eu já consigo sorrir, sorrir de verdade paraas pessoas. Eu passo a olhar paraas pessoas com o significado íntimo do amor. Mas eu não tô falando aqui do amor eh humano do dia a dia, embora ele seja uma manifestação do amor maior. Eu estou falando aqui desse amor universal, desse amor incondicional. em que eu começo a amar o outro sem ficar apontando os defeitos que ele tem. Aí eu começo a chegar perto de todas as verdades que Jesus trouxe. Porque Jesus, as verdades que Jesus trouxe, elas já estavam em toda a natureza

r o outro sem ficar apontando os defeitos que ele tem. Aí eu começo a chegar perto de todas as verdades que Jesus trouxe. Porque Jesus, as verdades que Jesus trouxe, elas já estavam em toda a natureza vibrando. Ele não inventou para trazer para nós uma doutrina de amor. Jesus buscou em toda a vibração do universo os condicionantes e e tudo aquilo que eh condiciona e baliza e determina o caminho para o amor. E aí nós percebemos, ué, mas eu faço isso que Jesus falou. Aí nós começamos aos poucos. É devagar. Nós vamos chegar então numa espécie de maturidade do espírito. E essa maturidade do espírito, ela só é adquirida pela experiência, pela vivência, pelas oportunidades que eu tive em todo caminhar, de guardar comigo o resultado das experiências, consolidar o meu aprendizado E aí eu vou cada vez mais adquirindo maturidade. É engraçado porque alguns acreditam que maturidade quando você adquire, você se posiciona então outro patamar, aí você fecha a cara e franze a testa. Não, eu agora adquiri maturidade. Não, a verdadeira maturidade te deixa ainda mais natural. segurança interna, conhecimento profundo das relações onde você está, mas você se torna cada vez mais feliz quando você vai vendo a grandeza, a beleza da vida, a grandeza desse pai que permitiu criar tanta coisa à luz das leis divinas sem e elas são condicionantes para nossa vida. Mas é sem violência que nós vamos conhecendo essas leis. Nós vamos conhecendo essas leis com naturalidade e percebemos o quanto elas são belas, o quanto Deus, na sua infinita misericórdia é amoroso e bom, que nos permitiu nós, por nós, conhecermos as leis. Veja, olha os passos. Nós acendemos a luz, a gente modifica. Na medida que a gente se modifica por dentro, modifica o ambiente onde nós estamos, nós adquirimos uma maturidade. E aí vem algo importantíssimo, que é a consolidação do conhecimento. Aí entra a doutrina espírita. Aí vocês vão falar: "Mas então é só o espírita que vai chegar aí?" Não, absolutamente não. Mas a doutrina espírita

importantíssimo, que é a consolidação do conhecimento. Aí entra a doutrina espírita. Aí vocês vão falar: "Mas então é só o espírita que vai chegar aí?" Não, absolutamente não. Mas a doutrina espírita que reflete o evangelho de Jesus, ela traz para nós, na sua misericórdia, a compreensão do caminhar, a compreensão das nossas relações entre uns e outros, do que podemos e do que devemos fazer. Ou seja, Jesus traz para nós a boa nova, que é, na verdade, uma exteriorização das leis divinas. Mas ele na sua mansidão, na sua vibração de amor, ele fala, ele fala em todas as leis, trazendo pequenas histórias, pequenos exemplos nas suas atitudes, mas ele não racionaliza eh para estudo. Ele e nós é que vamos deduzindo, nós racionalizamos. Não é Jesus que impõe pela razão. Jesus, o Jesus faz com que nós compreendamos a boa nova pela vibração do amor. E, óbvio, esse amor vai descortinando a origem e a sequência desse amor. E aí quando nós chegamos na maturidade que nós começamos a estudar, e aí eu volto para nós outra vez, sem nenhuma tendência eh de de grupo, mas eu trago para nós. Nós começamos a estudar as obras básicas, a doutrina espírita e na medida que vamos estudando aquele amor que nasceu em nós, que já estava em nós quando ainda estávamos como princípios de vida em outros reinos, agora esse amor, graças à fé raciocinada, Ele se expande. Essa é a beleza da fé raciocinada. Ela é uma fé que me leva a comparar as coisas que eu conheço, que eu vejo, a fazer pequenas experiências com o que eu tô sentindo, a deduzir eu mesma. Olha, mas então se aconteceu isso, então é assim. Uai, então eu acredito nisso, eu acredito e quando eu assusto, eu estou acreditando de forma inquestionável. E esse e essa fé raciocinada e toda essa base de conhecimento que eu vou adquirindo, não daquela lei que me diz assim: nascer, crescer, morrer, renascer, ainda progredir sem cessar, tal é a lei. Olha que coisa linda. Eu chego a essa conclusão por mim, não porque alguém me impõe isso no meu conhecimento.

me diz assim: nascer, crescer, morrer, renascer, ainda progredir sem cessar, tal é a lei. Olha que coisa linda. Eu chego a essa conclusão por mim, não porque alguém me impõe isso no meu conhecimento. Eu vou chegando a essa conclusão por mim. Aquilo que eu vou conhecendo, que eu vou assimilando, eu vou chegando a essa vibração. E chega a conclusão que o Antônio Carlos diz ali, olha no chat, o amor é a junção de todas as virtudes e a prática do amor é a caridade em ação. Exatamente. Medida que eu o caminho, eu vou deixando expandir em mim esse amor. Eu já olho para os que estão ao meu lado, não com o inimigo que eu como o inimigo que eu preciso vencer, mas como o irmão de caminhada, que eu preciso do apoio dele e ele precisa do meu. Eu vou percebendo que eu não estou só no universo, eu estou junto a irmãos dos vários reinos e que a minha ação no dia a dia vai interferir para fazer crescer ou para reduzir os passos daqueles que caminham. Então, toda essa caminhada que a gente veio trazendo até aqui, ela não se dá de uma só vez, ela vai ser para todos nós um desafio constante, porque eu fiz a figuração de fora, mas como eu estou por dentro modificando a minha maneira de ser. Aí eu começo a voltar ao evangelho de uma forma diferenciada. Eu agora vou tentar colocar em prática o que Jesus deixou para mim como exemplo. Ele que é o modelo e é o guia. Eu vou começar a colocar em prática por decisão pessoal. Ah, e eu vou aprendendo, eu vou aprendendo, por exemplo, a tolerar. Antes conviver com alguém difícil era o maior desafio que na maioria das vezes eu corri o risco até de perder a chance, porque o orgulho, o egoísmo não deixava que eu pudesse compreender o meu semelhante e caminhar com ele, ainda que com um ponto de vista diferente. Mas a partir do momento que eu caminho, que eu estudo, que eu reflito, que adquiri a fé raciocinada, eu sou capaz de trabalhar a tolerância. E muitos casos em que em outras épocas estariam surgindo cisões, rupturas de eu ir ali falar mal do outro com

udo, que eu reflito, que adquiri a fé raciocinada, eu sou capaz de trabalhar a tolerância. E muitos casos em que em outras épocas estariam surgindo cisões, rupturas de eu ir ali falar mal do outro com alguém. de alguém ir lá e falar mal de mim com outro e eu tomar conhecimento e eu me sentir totalmente agredida. A partir do momento que eu começo a deixar o evangelho penetrar em mim e alterar a minha maneira de ser, uma das primeiras situações é a tolerância. Eu começo a tolerar, a compreender, a silenciar críticas, a deixar de apontar o dedo para as feridas do meu irmão. É o amor que vai se expandindo, é o amor que cicatriza, porque como disse ali o trouxe para nós o Antônio Carlos, a prática do amor é a caridade em ação. E dentro disso que a gente vai caminhando, nós vamos chegar naquela afirmativa que está na doutrina espírita. Fora da caridade não há salvação. E o que é caridade? Alguns no princípio, lá no princípio da nossa caminhada humana, nós entendíamos a caridade apenas com o estender a mão e dar alguma coisa para alguém. Roupa, comida, agasalho, recursos financeiros, medicamentos. Aí vocês vão falar: "Mas está errado fazer isso?" Não é sim uma forma de caridade, mas a caridade vai muito além disso. Porque se eu fizer tudo isso com desdém, com desprezo, pode ser que o outro receba que ele está precisando, ele vai agradecer e vai orar por mim, porque eh ele recebeu o que precisava. Mas da minha parte eu fui maquinal. Eu não deixei a energia da compreensão, do entendimento fazer morada em mim. Então eu dei mecanicamente e é preciso crescer. O convite que a vida nos faz é crescer. Crescer sempre para a luz. Vejam aquela afirmativa que eu que eu trouxe, não é, que é uma das bases da doutrina espírita, né? Nascer, viver, morrer, renascer ainda, progredir sem cessar. Tal é a lei. Esse progresso intenso, ininterrupto, ele se dá pela nossa compreensão, pelo nosso esforço, pela nossa vontade. Mas formando o tripé desse conhecimento, eu já trouxe dois lados. Eh, nessa conversa, nós já trouxemos

intenso, ininterrupto, ele se dá pela nossa compreensão, pelo nosso esforço, pela nossa vontade. Mas formando o tripé desse conhecimento, eu já trouxe dois lados. Eh, nessa conversa, nós já trouxemos dois lados, a fé raciocinada e essa caminhada evolutiva do nascer crescer. Então, a gente já tem uma compreensão racional da importância desse amor interno. O que é que falta? O que é que falta para que eu possa ter uma base sólida na minha caminhada? Falta a base desse triângulo, a fé da caminhada evolutiva e falta base. Fora da caridade não há salvação. Alguns entendiam que essa salvação se referia assim: "Eu sendo caridoso, eu vou pro céu. Mas que céu é esse? Tão lembrado que eu comecei aqui hoje com o reino de Deus? Então, fazendo a caridade, o reino de Deus em nós se torna mais suave, mais iluminado e me permite seguir a trilha de Jesus. Fora da caridade não há salvação. Não há salvação para o espírito que por distração, na sua caminhada, ele veio usando o livre arbítrio e desafiou as leis divinas, que de uma certa forma somos todos nós. a nossa caminhada, nós usamos as leis divinas, desculpa, nós usamos o livre arbítrio para fazer a nossa atender a nossa satisfação, a nossa conveniência e usando o livre arbítrio, nós nos afastamos das leis divinas. E aí vem essa afirmativa: fora da caridade não há salvação. Mas que salvação? o espírito recuperar, se ele não for caridoso, ele vai ter dificuldade de recuperar aquelas dificuldades, aqueles pontos que ele desafiou a lei. E aí ele ele vai ficar como que preso à sua mente ainda de orgulho, de vaidade, de egoísmo. Então, fora da caridade não há salvação. Fora da minha libertação para olhar o outro, amar o outro, amar a vida, respeitar as coisas que aí estão. Se eu não tiver caridade, eu não me liberto dos compromissos assumidos no passado. Então, vejam que maravilha é a expansão desse amor que não dá no automatismo, como se eu peg pegasse, tivesse um botão que eu aperto aquele botão, agora eu amo. Não é assim. E eu tô vendo que nós temos duas

vejam que maravilha é a expansão desse amor que não dá no automatismo, como se eu peg pegasse, tivesse um botão que eu aperto aquele botão, agora eu amo. Não é assim. E eu tô vendo que nós temos duas observações importantes. Peço licença pra gente ir nelas. Antônio Carlos diz assim: "Foi a chegada de André Luiz no mundo espiritual, livro Nosso Lar, ã, por Chico Xavier, quando saiu do umbral, onde ficou sabendo que somente uma orava para ele ao ser atendida gratuitamente em sua consulta. Veja a caridade, ela aciona o gesto de reconhecimento de outras criaturas. E aí vem mais um pouquinho aqui. O Jorge diz assim: "A transformação pelo amor é o caminho para a regeneração". É o que nós estamos tentando eh eh falar aqui, né? E a Vera diz: "Eh, bom te escutar, irmã de caminhada. Abraço, Vera. Gratidão pelo aprendizado. Muita luz e paz a todos. Abração. Esteve no Rio, no Jardim Botânico. Não te conheci para abraçar. faz em seu coração. Isso também é manifestação de amor. Eh, quando nós vamos tendo coragem, olha que interessante, nós vamos tendo coragem de manifestar os nossos sentimentos tão naturais para os nossos semelhantes, sem que seja forçado por conveniências pessoais. Então, minha gente, quando chega nesse ponto, já caminhando paraa nossa a nossa interrupção, quando nós chegamos nesse ponto, nós já estamos amando numa intensidade muito grande. Esse amor começou em nós. A vigência das leis divinas estão em nós. A observação do reino de Deus está em nós. E a gente vai expandindo isso sem precisar sair pregando, entre aspas, pela palavra para que as pessoas comecem a praticar. Elas vão sim precisar ouvir. Nós vamos sim precisar ouvir, precisar ler, estudar, refletir. Mas as a decisão, a decisão é nossa. A decisão é nossa. E na medida que nós deixamos o reino de Deus, o reino do amor vibrar em nós, agora estendamos o nosso olhar paraa frente. O que vai acontecer quando a grande maioria das pessoas sem afetação, sem rituais, sem imposições estiverem vibrando amor por si próprios, amor, respeito, né?

ra estendamos o nosso olhar paraa frente. O que vai acontecer quando a grande maioria das pessoas sem afetação, sem rituais, sem imposições estiverem vibrando amor por si próprios, amor, respeito, né? Amor, valorização do eu, não por vaidade, mas para respeitar essa individualidade que eu sou. que cheguei até aqui. Então, eu preciso amar essa conquista e continuar, continuar para que aquela iluminação que eu falei que chega no momento que ela começa para que ela se expanda. Então, quando cada um de nós estivermos deixando o amor vibrar mais alto em nós, vamos sofrer ainda. Vamos ter as nossas dores, vamos sofrer nossas frustrações, nossas decepções que vão sendo acalentadas pelo amor que a gente já consegue vivenciar. Esse amor universal que não impõe condições para amar o outro. Eu não vou amar o outro só se ele fizer isso ou aquilo. Eu amo o outro do jeito que ele é. Se eu puder, eu vou ajudá-lo a alcançar outros patamares, mas o meu amor por ele há de ser incondicional. Eu não vou impor condições para que eu o ame. Imaginem, alguém vai falar: "Mas esse é sonho? Será que vai chegar um dia em que a grande maioria estará vibrando no amor?" Sim, vai chegar. está chegando. Nós estamos caminhando para isso. Se nós vermos as leis que, por exemplo, norteiam nossa relação com a natureza, eh elas cada vez mais se aproximam desse respeito, desse amor. Eu já não irei à casa espírita com condições. Meu amor pela casa espírita, meu amor pelo trabalho que eu realizo, pelos companheiros que ali estão, é incondicional. Então eu não vou impor condições. Aí eu vou se não tiver chovendo, eu vou se eu tiver carona, eu vou se não tiver muito frio, eu coloco condições. vai chegar um ponto que meu amor incondicional vai me levar a participar das ações em favor do bom conhecimento, em favor das boas obras, sem que eu imponha condições. E aí a Thaís traz aqui para nós a carta de Paulo. Dentre as três virtudes, a fé, a esperança e a caridade, a mais excelente é a caridade. Exatamente. Nós

das boas obras, sem que eu imponha condições. E aí a Thaís traz aqui para nós a carta de Paulo. Dentre as três virtudes, a fé, a esperança e a caridade, a mais excelente é a caridade. Exatamente. Nós vamos eh verificar que a caridade ainda é um grande convite para todos. Nós, às vezes nós já conseguimos praticar caridade em vários itens, em vários aspectos, mas aqueles que exigem mais uma situação íntima, eh, é como se fosse mais difícil eu conviver com alguém que eu sei que cometeu alguns desatinos e eu tomo a dor do outro que sofreu os desatinos. de uma forma tão pessoal que eu passo a ter vibrações de antipatia, resistência em relação àquela pessoa. Então, não é fácil não. esse amor incondicional de que eu estou falando aqui na Terra, poucos já vivenciaram esse amor e alguns estão aí vivenciando, né? Nós vamos ver agora com uma clareza diferente a experiência de Jesus na Terra. Se a gente agora já consegue, por exemplo, pensar, se nós estivéssemos no lugar dele passando um milésimo do que ele passou, as críticas, as traições, as intolerâncias, eu não sei. a minha faixa evolutiva, eu não sei se eu se eu já dou conta de conviver com aqueles que cometem essas coisas semelhantes, porque todos nós passamos por isso. Todos nós em algum momento somos alvos de crítica, de fofoca, de alguma situação que nos deprime, que nos faz encolher, que nos deixa ressentidos. A palavra complicada é essa, nos deixa ressentidos. E Jesus em momento algum ele demonstrou que eh ficou ressentido em momento algum. Então, minha gente, é importante. Nós vamos ver, então, Jesus, que exemplificou a vivência do amor de acordo com as leis divinas, sem questionamento. Vem outros nessa caminhada. Muitos aí, enquanto eu falava, certamente se lembraram de figuras que passaram pela Terra. e deixar exemplificação da vivência do amor universal, do amor incondicional. Aí a gente vem caminhando, nós vamos ver também o nosso Kardec que trouxe exemplo de tolerância, de humildade, de compreensão, de dedicação,

cação da vivência do amor universal, do amor incondicional. Aí a gente vem caminhando, nós vamos ver também o nosso Kardec que trouxe exemplo de tolerância, de humildade, de compreensão, de dedicação, de respeito, de fé raciocinada. Ele foi portador de uma fé imensa, com naturalidade, sem manifestações individuais, sem rituais. Ele acreditou. Ele acreditou e repassou aquilo que ele acreditou. E aí a gente vem trazendo outras criaturas que passaram pela terra e que deixaram exemplos belíssimos de experiência, de estar o reino do amor dentro de si. Entre tantos e tantos outros e muitos e muitos e muitos. Eu vou citar o nosso Chico Xavier. O que é aquela criatura? deu testemunho de amor incondicional. Só quem passou um pouquinho mais perto dele sabe o que que foi renúncia naquela vida, o que foi amor verdadeiro, o que foi tolerância, o que foi paciência e persistência no trabalho do bem. Então, o convite que nós fazemos é o seguinte: Não importa que ainda não estejamos na altura dos nossos modelos para agir como eles, mas na nossa altura, na nossa condição, no degrau em que estivermos, busquemos deixar o reino de de amor, o reino de Deus vibrar em nós e de nós expandir por semelhantes, como se fosse Jesus é o grande sol. A gente pode ser menos do que uma estrelinha, um uma cabecinha de fósforo, mas que dessa cabecinha de fósforo nós possamos irradiar para todos aqueles com quem convivemos, pelo menos a vontade de trabalhar o amor em si, pelo menos a vontade de observar mais a natureza e ver a beleza da vida com que Deus nos dotou. para que a gente pudesse ter aliviadas as situações de dor intensa compensadas pela beleza que nós enxergamos em todos os lugares. Vou ficando por aqui, desejando a cada um de vocês que Deus possa manter essa bênção por todos nós neste fim de ano que a gente já tá caminhando para ele. que a gente possa receber através de Jesus, através dos amigos espirituais, a força necessária para prosseguirmos, a coragem para prosseguirmos amando, colocando o amor

ente já tá caminhando para ele. que a gente possa receber através de Jesus, através dos amigos espirituais, a força necessária para prosseguirmos, a coragem para prosseguirmos amando, colocando o amor em primeira linha, antes das nossas dificuldades, das nossas limitações. os lares de cada um que que está aqui participando conosco e dos que vão participar depois. Que este lar receba também as vibrações de luz, de paz e de amor que os amigos espirituais haverão de oferecer em nome de Jesus, em nome de Deus. Eu agradeço imensamente e desejo a todos muita paz. Muito obrigada, gente. Tá sem som. >> Tão, tá ouvindo agora? Sim, dona Jelma, seria uma redundância eu tecer qualquer comentário ou tentar falar alguma palavra a respeito do seu assunto. Eh, a gratidão é imensa. O que a senhora nos trouxe hoje é próprio para esse mês de dezembro, para nós refletirmos tanto no mês que nós comemoramos a vinda do nosso irmão. Porque simplesmente, dona José, as suas palavras elas são sementes no nosso solo, no solo das nossas existências. E ao mesmo tempo essa sua voz potente, ela ecoa, ela vibra nas nossas entranhas e desperta essas verdades que às vezes nós ocultamos através das nossas distrações e nos distanciamos desse reino de Deus e não praticamos o amor. Eu só tenho agradecer por quem a senhora é, pelo que a senhora nos traz do seu conhecimento e pedir que tenha cada vez mais forças, que essa espiritualidade abençoe esse seu corpo físico para poder suportar ainda o legado que a senhora tem que nos deixar e nos encaminharmos junto com a senhora. Eu vou pedir paraa senhora fazer suas considerações finais e se pudermos presentear com a prece de encerramento, completaria a nossa noite. >> Tá bom? Eh, acima de tudo, eh, a prece é a grande bengala, a grande alavanca que nos impulsiona nessa caminhada evolutiva. Não é aquela prece decorada que a gente eh repete maquinalmente as palavras, embora na nossa caminhada evolutiva há um momento que ela é importante, porque pelo menos nós já estamos repetindo

olutiva. Não é aquela prece decorada que a gente eh repete maquinalmente as palavras, embora na nossa caminhada evolutiva há um momento que ela é importante, porque pelo menos nós já estamos repetindo palavras que nos levam ao Pai, mas na medida que o amor avança, nós aprendemos que a gente precisa é conversar, conversar com Deus, com Jesus. E é assim que neste momento a gente se dirige ao nosso querido mestre Jesus, agradecendo pela oportunidade deste encontro, agradecendo pela presença dos amigos espirituais que nos conduziram nessa reflexão singela, nos permitindo viajar mentalmente pela nossa caminhada evolutiva. Nós agradecemos a Jesus por trazer para nós a oportunidade de pensar o amor, de refletir o amor para conseguirmos chegar certamente a aquele momento de viver o amor. Mestre Jesus, que a tua paz nos invada a alma. Que a tua paz visite cada lar aqui representado, deixando nesses lares uma gota de luz, uma gota dessa paz, para que ali possa se multiplicar. Permita, mestre, que o teu amor nos inunde a alma e nós possamos prosseguir firmes, corajosos, caminhando em direção a essa luz maior que é o bem que nos aguarda. Deus, nosso pai nos abençoe hoje e sempre. Muita paz para todos nós. Que assim seja. Nós vamos deixar um recadinho. Nós vamos convidar a todos os internautas, a todos os irmãos, para no próximo domingo, dia 7 de dezembro, para mais um Cal em Foco, onde nós temos o convidado, nosso irmão Américo Sucena com o tema mediunidade no futuro. Que tenhamos todos uma boa noite e uma semana de muito equilíbrio, buscando nos nossos momentos de aflição o evangelho do nosso irmão Jesus. Que assim seja. >> Que assim seja. >> Muito obrigada, Jelma. Que você seja sempre o nosso esteio. Gratidão. >> Obrigada, digo eu. Muita paz para todos vocês e que Deus nos abençoe. Muito obrigada. Boa noite. >> Boa noite. Boa noite a todos.

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