#234 [CEECAL EM FOCO] Marcel Mariano - Jesus e o Perdão

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 24/11/2025 (há 4 meses) 1:40:21 11 visualizações

Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 234 Expositor: Marcel Mariano Tema: Jesus e o Perdão Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 23/11/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Portal da Luz - 14ª Ure - Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal

Transcrição

Muito boa noite a todos os nossos irmãos internautas que estão conosco em mais um programa Secal em Foco, uma produção do Secal, Centro de Estudo Espírita Caminho da Luz, situado aqui em Florianópolis. Agradecemos por demais a presença de todos que nos acompanharão, os internautas que estarão com a gente pela TV Secal, pela web Rádio Fraternidade e GESI, Instituto Goiano de Estudos Espíritas, a FEC TV de Santa Catarina, a 14ª Iuri de Florianópolis, eh, Espiritismo e Mediunidade, Rádio Portal da Luz. Aqui também quero deixar, assim como outros irmãos anunciam, Secal não é um centro espírita, é um centro de estudo da palavra, a qual a gente aqui tem a honra de est fazendo parte desse centro de estudo há 18 anos. E como nosso irmão Vima fala, já é uma uma criança maior de idade. Então hoje temos o prazer de termos aqui como nosso convidado nessa família Secal, o nosso irmão de longa estrada, Marcel Mariano, que trará pra gente o tema Jesus e o perdão. Muito boa noite, Marcel, seja bem-vindo a mais um Secal em Foco. E aqui, meus amados irmãos, eu quero apresentar para vocês, né, a a um pouquinho o trabalho do nosso irmão Marcel Mariano, né, que é trabalhador da nossa que é trabalhador da nossa casa espírita, né, a Federação Espírita do Estado da Bahia e do Centro Espírita Caminho da Redenção, voluntário do movimento Você e a Paz. Gostaria de informar que o nosso irmão vai apresentar a palestra que hoje é Jesus e o perdão e que todos os nossos irmãos que estão acompanhando e que acompanharão o desenvolvimento dessa palestra poderão estar fazendo as suas perguntas, poderá tá deixando no chat as suas perguntas para que o nosso irmão Marcel possa estar respondendo ao final. Então agora eu vou pedir aí um pouquinho de tranquilidade pra gente fazer a prece inicial para que nosso irmão possa fazer essa exposição desse tema tão rico para nós. Amados irmãos, acalmemos nosso coração, nossas mentes nesse final de domingo, nesse início de uma nova semana. agradecidos por estarmos aqui nessa

sa fazer essa exposição desse tema tão rico para nós. Amados irmãos, acalmemos nosso coração, nossas mentes nesse final de domingo, nesse início de uma nova semana. agradecidos por estarmos aqui nessa oportunidade de ouvir um tema tão importante e tão rico, né? Jesus aí o nosso modelo e guia em especial desse perdão que a gente tanto fala e às vezes é tão difícil trazê-los paraa nossa vida, pro nosso cotidiano. Então hoje nosso irmão Marcelo Mariano que seja inspirado, que a espiritualidade esteja aí sempre atuante para que ele possa estar deixando bons frutos para cada um de nós, pro nosso dia a dia e as nossas reflexões pro nosso caminhar. E assim façamos a oração que o nosso mestre nos deixou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoa, Senhor, as nossas dívidas, na medida em que perdoamos os nossos devedores. E não nos deixes cair em tentações, mas livra de tudo que nos seja mal. Que assim seja. Irmão Marcel, boa palestra e até daqui a pouco. Qualquer coisa, estamos nos bastidores e apoiando aí a sua apresentação. Boa palestra para ti. Um abraço. >> Meus amigos, minhas amigas, caros internautas que nos acompanham pela mídia digital gerada pelo SECAL. nossos votos noturnos de muita paz. Indiscutivelmente, quando a doutrina espírita foi apresentada no cenário mundial, na tumultuada Paris de 1857, o mundo, como nós o conhecíamos marchava num embate entre a ciência que agonizava nos laboratórios tentando sair para a rua. para equacionar os dramas que envolviam a criatura humana e a religião que silenciava qualquer tentativa do laboratório de contestar as suas afirmações dogmáticas. herdeira de culturas ancestrais. A religião, especialmente no ocidente se caracterizou pela intolerância e por mandar queimar aqueles que ousaram desafiar os cânones da opulência anticristã do Vaticano. A história é pródiga, é rica de narrativas em torno daqueles que

nte se caracterizou pela intolerância e por mandar queimar aqueles que ousaram desafiar os cânones da opulência anticristã do Vaticano. A história é pródiga, é rica de narrativas em torno daqueles que nesta ou naquela época desafiaram os cânones da teologia, desafiaram os argumentos eminentemente teológicos e propuseram uma revisão, uma releitura do mundo em que estamos domiciliados. Esse, naquele período, o professor Hipolite Leon Denisar, bem estruturado no estudo do magnetismo, profundo conhecedor das conquistas e dos avanços de Armand Mark de Psegir, um dos mais extraordinários magnetizadores franceses. O pensamento de Anthony Franz Mesmer, considerado pai do fluidismo universal, que era austríaco e que oportunamente foi residir nos arredores de Paris, num bangalô, que tornou sua clínica para tratar os nevropatas, os possuidores de fobias e de outros transtornos pouco conhecidos à época, à luz da psicanálise e da psicologia que estava no seu berço. Eis que ele também unia a pedagogia. O conhecimento era dado em Verdum do insignestre João Henrique Pestalose, de onde ele bebeu a arte de ensinar. Então aquele homem com 50 anos de idade, meio século de vida, estava formatado e bem formado pelo mundo espiritual para adentrar uma gama de novos fenômenos que iam criar um grande impacto na sociedade de então. Oportunamente escrevendo um artigo na revista espírita de 1866, já então Allan Kardec, este afirmaria que o movimento espírita, mas ele que ele chamou doutrina espírita, passaria por pelo menos cinco ciclos ou cinco movimentos, cinco ondas ou cinco períodos que ele iriam caracterizar. a maturidade. O primeiro seria naturalmente o período da curiosidade. Foi o período em que as mesas girantes, os raps, os fenômenos insólitos, as levitações chamaram a atenção não só da população em geral, mas de sábios, de estudiosos, de pesquisadores, alguns dos quais se renderam à evidência dos fatos e fizeram profissão de fé espírita. Entre eles, Ernesto Busano, Césare Lombroso,

população em geral, mas de sábios, de estudiosos, de pesquisadores, alguns dos quais se renderam à evidência dos fatos e fizeram profissão de fé espírita. Entre eles, Ernesto Busano, Césare Lombroso, nós temos William Cruz e outros célebres cientistas e pesquisadores que declararam em vida e deixaram confirmado em testamento que tinham sido convencidos pela realidade probante e incontestável do fenômeno espiritista. Esse momento é caracterizado por fenômenos que atraíram as pessoas e muitas, como é natural, até hoje só ocorre, o fenômeno, o período da curiosidade não terminou, ele se estende porque ele implica, ele está inserido no contexto de outros períodos. Muita gente, né, se sente atraído pelo fenômeno, o fenômeno da cura, das psicografias de cartas consoladoras, os fenômenos de materialização e outros que atraem curiosos, mas a pessoa não fica porque assiste o fenômeno, acha-se deslumbrado, mas não consegue amadurecer raciocínios para permanecer numa estrutura que desafia o tempo, que quanto mais o tempo passa, mais o edifício espírita se consolida, angareando força que a fundamenta dentro da ciência, inclusive materialista, porque quanto mais se investiga o átomo, mais se descobre energia. Quanto mais se investiga a energia, logo logo se chegará a essência que é o espírito. E a filosofia que leva o indivíduo a pensar. Estamos numa época, esses tempos atuais de IA, inteligência artificial, de internet, de James Web, de conquistas eletrônicas notáveis. Estamos numa época em que houve um reducionismo do pensar. Para que é que eu vou fazer cálculo se as calculadoras fazem isso por mim? Porque é que eu ainda vou me inquietar por produção de texto? Se eu posso pedir a IA e em questões de segundos, ela elabora um texto com bibliografia, eu apenas assino e o material tá pronto. Isso poderá levar os indivíduos a perderem e muitos indivíduos a perderem a capacidade de elucubrar novas possibilidades que a máquina não tem. Somente o cérebro humano, com o seu poder de articulação ao infinito é que

os indivíduos a perderem e muitos indivíduos a perderem a capacidade de elucubrar novas possibilidades que a máquina não tem. Somente o cérebro humano, com o seu poder de articulação ao infinito é que pode construir essas conexões que são impensáveis numa máquina que lida com banco de dados e algoritmos. Por isso mesmo, o codificador chama atenção para esse período da curiosidade que desaguou no segundo período, que é o período filosófico. É quando há o surgimento do livro dos espíritos em 18 de abril de 1857. é o período das interrogações e ele inicialmente fez 501 questões para em 1860, 3 anos depois publicar a edição definitiva de Livro dos Espíritos com as 1019 questões, conforme nós a a temos na atualidade. Então ali nós temos um interrogador, alguém que busca a fonte do conhecimento, obtém respostas para suas perguntas e não as publica porque elas são bonitinhas. Ele as publica porque são coerentes, elas são lógicas, ela tem respaldo na ciência que se tinha. Então, ora, 200 anos depois, quase 200 anos depois, nós estamos, naturalmente, quanto mais a ciência avança, mais confirma os postulados espíritas. E a filosofia se enriquece porque resgata o pensamento da maêutica de Sócrates. Como nós sabemos, a filosofia passou a ser uma ciência depois dele, de Sócrates, com um pensamento absolutamente ético e uma mensagem profundamente psicológica, convidando o indivíduo a pensar, a interrogar, questionar, abandonando a crença. Eu creio, deixando isso de lado, para começar a adentrar o delicado terreno do eu sei, que é entendimento. Por isso mesmo, o espiritismo não é doutrina de crença. O profitente do Espiritismo não crê, ele sabe. E sabe que sabe, porque mesmo que venha um ecatombe, uma tragédia ou uma guerra, o entendimento daquilo estará consolidado pela experiência. e pelos fatos que são incontestáveis, inquestionáveis. O período filosófico ainda se estende até os nossos dias, mas vai surgir um terceiro período, que é o período das lutas. Como dizia Hegel, um filósofo

os fatos que são incontestáveis, inquestionáveis. O período filosófico ainda se estende até os nossos dias, mas vai surgir um terceiro período, que é o período das lutas. Como dizia Hegel, um filósofo europeu, toda a ideia nova, quando ela chega, ela tende a passar por uma escada de três degraus. Num primeiro momento, a ideia nova, ela é ridicularizada, ela é ignorada. Ou seja, quem defende a ideia que está estabelecida, recomenda ou determina que a ideia nova que chega seja ignorada. Mas como a ideia nova que chegou chegou para ficar e para substituir a antiga ordem, ela tem que experimentar um segundo momento. Ela é combatida. Não valeu a pena apenas ignorá-la. Alguns não a ignoraram, estudaram-la e a absorveram, incorporando ao cotidiano, experimentando uma brisa nova, uma renovação do pensar. Então, num segundo momento, a ideia nova, seja ela em que campo for, ela é combatida, ela tem que ser destruída. Existem duas possibilidades. Você mata os pugnadores daquela ideia nova. Você manda exterminar. Você fazia muito isso na idade média. Surgiu uma ideia nova, matava, mandava pra fogueira, trucidava as pessoas que pensavam com aquela ideia nova. A ideia morria com os seus idealizadores. A outra é queimar os livros. Se você produzir cultura, livros, alfarábios, pergaminhos, seja o que for, eu os destruo. Por isso que ainda hoje existe o índex, a o índice de livros proibidos que foi criado pela igreja há muitos anos e foi abandonada por Paulo VI, o Papa, na década de 60, quando ele considerou que aquilo era uma bobagem, impedir os católicos de então da década de 60. portanto, 60 anos atrás, de estudarem livros que a igreja catalogava como perniciosos e tóxicos ao pensamento religioso católico. Hoje os livros estão liberados. Se você destruir o livro, ele tá em PDF na internet, então nem vale a pena queimar livro. poupe o seu fósforo e o seu galão de gasolina, porque o livro físico, como nós o compreendemos, está desaparecendo e ele tá sendo sucedido por livros virtuais, o ebook e

nem vale a pena queimar livro. poupe o seu fósforo e o seu galão de gasolina, porque o livro físico, como nós o compreendemos, está desaparecendo e ele tá sendo sucedido por livros virtuais, o ebook e outras plataformas que eu mantém vivo, páginas e páginas escritas. Portanto, esse período da luta foi o combate contra o pensamento espírita. E Allan Kardec escreveu uma obra intitulado o que é o Espiritismo em 1859. Nela há um debate, mas um debate de ideias, de Kardec, de Kardecético e de Kardec. É um livro de monumental beleza e de uma riqueza muito grande, porque eles opuseram ideias que foram combatidas, que foram diluídas pelo pensamento sólido e diamantino do codificador, expondo a argumentação tão sólida que tanto o cético quanto o crítico se convenceram e o padre ficou balançado. anha a lucidez das ideias espíritas exposadas pelo codificador. Ora, depois do período filosófico, aí viria o período religioso. Esse período religioso se traduz historicamente, afirma Silvino Canuto de Abreu, um dos maiores pesquisadores do período kardequiano, que esse período coincide com a vinda da mensagem espírita para o Brasil. Ela sai da França porque coincide com a desencarnação de Allan Kardec em 1869. Com a desencarnação dele, a mensagem espírita sai da França, porque se ficasse lá morria, e vem para o Brasil, onde temos um país com pouco karma coletivo, mas com muito karma individual. Mas aqui havia uma nutrição especial de pensamento para receber o espiritismo. E somos hoje o país mais espírita da Terra, com a melhor estrutura de movimento espírita indiscutível em todo o mundo. Então, a chegar ao Brasil, o pensamento espírita teve que se incorporar ao nosso pensamento secular, um país que tem cinco séculos de existência, de Cabral para cá, onde nosso pensamento está nitidamente marcado pela religiosidade, pelo religiosismo. Nós gostamos de tudo que diga a respeito à processão, a pagamento de promessa, a contato com o sagrado, com o divino, tudo dentro da área da religião. Temos

cado pela religiosidade, pelo religiosismo. Nós gostamos de tudo que diga a respeito à processão, a pagamento de promessa, a contato com o sagrado, com o divino, tudo dentro da área da religião. Temos poucos pesquisadores e quase nenhum filósofo, especialmente nos tempos que estamos atravessando. Por isso, a visão profundamente religiosa que o espiritismo tem em terras brasileiras. Mas o quinto período seria o período intermediário. O codificador disse que em momento oportuno essa palavra intermediário sairia para receber uma denominação própria. esse período de transição, esse período de amadurecimento das ideias espíritas, em que a casa espírita deixa de ser meramente uma casa religiosa, um modelo de igreja, substituindo a igreja romana ou a igreja evangélica para ser o que vi é de Jalma Montenegro de Farias. apontava os quatro aspectos do centro espírita: escola, hospital, oficina e templo. Templo para o encontro com forças superiores. Hospital de almas doentes, que quem cuida dos corpos é a medicina, uma oficina de trabalho em prol do bem e uma escola preparatória para que o indivíduo se promova a universidade da vida. E o sexto e último período seria da regeneração social. Esse período vai se caracterizar quando o espiritismo doutrina sair da casa espírita ir pra rua para atender os ansiosos, os depressivos, os neurastênicos, os possuidores de fobias, de transtornos variados. Vamos adentrar as academias, vamos adentrar as universidades, os liceus, os locais de pensamento materialista atual, eles terão que ceder espaço para admitir o pensamento espírita que lentamente, como processo de formiguinha, vai começar a adentrar-se esse pensamento. Por isso, essa doutrina extraordinária que também tem um aspecto artístico, aqui eu recordo Dr. André Luiz Peixinho, de saudosa memória e recém desencarnado, foi o ano passado, 30 de março ele retornou ao plano espiritual. Ele também via a doutrina espírita não com tríplice aspecto, somente ciência, filosofia e ética, porque não é religião,

m desencarnado, foi o ano passado, 30 de março ele retornou ao plano espiritual. Ele também via a doutrina espírita não com tríplice aspecto, somente ciência, filosofia e ética, porque não é religião, espiritismo. O próprio codificador deixou claro isso. Não temos os atributos e os penduricálios típicos das religiões tradicionais. Então, não somos. O espiritismo pode ser definido como uma ciência filosófica, uma filosofia científica de consequências morais, de consequências éticas, não religiosas, porque ninguém aguenta mais a palavra religião. Chega a dar calafrio em muita gente ouvir a palavra religião. Nós precisamos é de religiosidade, que é um estado íntimo, como diria telhado de Chardã, e não religião, que é convenção. é uma estrutura externa. Religiosidade é um sentimento inato da criatura humana que se identificou com o seu criador. Por isso mesmo, André Luiz Peixin dizia que tinha quatro aspectos da doutrina, a arte. Além desses três, colocar a arte também. Visão essa que Leon Den teve ao abordo da arte célutica, a arte pagã. E também no Brasil o grande visionário da arte que foi Leopoldo Machado, o grande divulgador das mcidades, o incentivador das da infância e da juventude, que mostrou o seu lado artístico junto com sua esposa Marília Barbosa, e que ambos divulgaram bastante a Arcte no Brasil e hoje presente na música, nas apresentações teatrais, temos também uma área artística e um filão profundo a ser explorado. Ora, a proposta do espiritismo, agora adentrando o cerne à substância da doutrina espírita, não é espiritizar a humanidade. Pelo que podemos afirmar claramente junto com Leonir, o Espiritismo não será a religião do futuro, mas será o futuro das religiões. Por isso mesmo, começamos a compreender que num futuro, não muito distante, mas daqui alguns séculos, o pensamento espírita consubstanciado, estruturado em cima de princípios que constitu a doutrina, reencarnação, mediunidade, pluralidade dos mundos habitados, pluralidade das existências, existência

, o pensamento espírita consubstanciado, estruturado em cima de princípios que constitu a doutrina, reencarnação, mediunidade, pluralidade dos mundos habitados, pluralidade das existências, existência de Deus, evolução, progresso infinito, Esses princípios terão que fazer parte das outras doutrinas religiosas. Ou elas absorvem ou elas vão morrer. Não tem saída. Será um autocsídio dessas próprias doutrinas, porque elas não terão respostas para os seus profites, que a as abandonarão para buscarem outras doutrinas mais condizentes com as suas exigências. intelecto morais. E quando a gente fica exigente, uma doutrina X a gente abandona, ou ela se renova ou a gente sai e buscamos Y, A, B, C, outra doutrina. Aí que vamos nos encontrando porque eu preciso de respostas para as minhas indagações de natureza existencial. Então, a proposta do espiritismo é espiritualizar a criatura humana, ajudar a criatura humana a se espiritualizar. Segundo objetivo, resgatar o pensamento de Jesus que foi desfigurado pelo dedo viciado de tradutores, exegitas e teólogos e restaurar o pensamento de Jesus na sua originalidade, na sua integralidade. Não é tarefa pequena, é uma tarefa muito árdua. Terceiro objetivo do Espiritismo, matar a morte, nos dando a exata noção de que não há morte de nada. O que há é transformação. Antônio Lavoazier já havia afirmado isso. Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Morre ovo para nascer a ave. Morre a semente para nascer a árvore. Alguma coisa tem que morrer. Se o ovo se recusar a morrer, não tem ave. Se a semente na cova escura não aceitar os ingredientes da terra que a dilaceram, não teremos árvore, não teremos plantações, não teremos as ervas. Então, um tem que morrer e é sofre uma transformação para surgir sobre outra expressão. Então, não há morte. E o espiritismo, num quarto momento, vem nos ensinar a eliminar a culpa, que é um entulho teológico, que nos empurraram guela abaixo. Temos que jogar essa expressão no lixo, culpa e absorver a ideia de responsabilidade,

m quarto momento, vem nos ensinar a eliminar a culpa, que é um entulho teológico, que nos empurraram guela abaixo. Temos que jogar essa expressão no lixo, culpa e absorver a ideia de responsabilidade, porque a responsabilidade está diretamente agregada à maturidade, ao senso de amadurecimento do ser, que assume o que faz e também o que deixa de fazer. é responsável por sua não ação e é responsável também pela sua ação, seja ela boa ou desastrada, mas isso é um sinal de maturidade do ser. Então, a tarefa espírita é muito grande e para isso vai trazendo a mensagem de Jesus e atualizando ela para os dias contemporâneos e agora esses dias tecnológicos, esses dias noélicos, né? tempos noélicos ou homos noélicos, segundo alguns, a o homos tecnológicos. Tá vindo aí uma outra expressão. Nós já estudamos o homem de Neandertal, o homem de Clomarion, o homem de Java, o Homo sapiens, o homo sapiens sapiens du das duas vezes sabe que somos a nossa era, mas nós estamos numa revolução tão grande do ponto de vista genético que já podemos imaginar o homos tecnológicos, o homos noélicos, a surgir uma nova expressão de um homem das estrelas, homem e mulher aqui no sentido homem tá no sentido de homem e mulher e abrangendo os dois sexos na expressão mais ampla onde ele busca várias capilaridades, diversas estações de pensamento e nas multidisciplinaridades ele começa a agregar, mostrando que tudo está no na parte, a parte está no todo e o todo está apenas também na pequena divisão. Uma gota de água contém um universo inteiro em miniatura e num grão de areia eu posso conceber a existência de universo em miniatura. Tudo isso começa a arrebontar que a adoção de uma religião também tem efeito terapêutico. Será que nós já paramos para pensar isso de que a adoção de uma crença religiosa que nos traga a paz, a harmonia pode ter um efeito terapêutico em nossa saúde? Ao contrário de uma pessoa que não acredita em nada, de uma pessoa descrente, de uma pessoa que não admite a existência da alma, nem da imortalidade da alma, o que

m efeito terapêutico em nossa saúde? Ao contrário de uma pessoa que não acredita em nada, de uma pessoa descrente, de uma pessoa que não admite a existência da alma, nem da imortalidade da alma, o que em que que ela se apega quando surgirem os reveses, os óbices, os infortúnios, as decepções do mundo. Ela não tem no que se agarrar, a não ser no suicídio. Daí eu vou acabar logo com isso. Minha vida está um zero. a esquerda, minha vida perdeu sentido, eu vou me matar. E se mata na concepção de que depois da morte não tem nada, porque a pessoa imagina-se que é apenas um aglomerado de células, um capricho da natureza formado na conjuntura da concepção na trompa de Falópio, surge 9 meses depois, vive 60, 70, 80, 100 anos. E depois essa carne cai em degredo, cai em ruína e o indivíduo se desagrega. Tudo que ele fez, alegrias, tristezas, contatos, amizades, acaba no túmbulo se diluindo na química inorgânica da sepultura vazia. No momento que expos antecede a fecundação, porque provamos que ele sucede à decomposição cadavéica, provamos também todo jogo de pensamento tem que ser modificado. Então, se eu venho antes do óvulo e do espermatozoide, eu já existo em expectativa para mergulhar, vestir-me de carne. Depois eu perco a carne como uma carta perde o envelope, mas a carta prossegue vivendo, contando sua história e agregando novos valores. Tudo isso é um impacto tão devastador que altera completamente a maneira de pensar. Foi nisso que Kardec investiu. Ao resgatar o pensamento de Jesus, Kardec demonstra claramente de que a ele tem incidência. esse pensamento de Jesus na filosofia, na história, na psicologia, na arte e, é claro, na medicina. experiências muito exitosas nos Estados Unidos, em universidades americanas, em universidades inglesas, como eh várias universidades da Inglaterra, as mais centenárias são duas, Oxford e Cambridge, agora o nome chegou na cabeça. Essas duas nos Estados Unidos estão forte. As universidades da Califórnia, da Carolina do Norte e outras tem feito ao longo dos últimos 50

são duas, Oxford e Cambridge, agora o nome chegou na cabeça. Essas duas nos Estados Unidos estão forte. As universidades da Califórnia, da Carolina do Norte e outras tem feito ao longo dos últimos 50 anos excelentes experimentos com pessoas que têm crença e aqueles que não têm crença. E os resultados demonstraram que se eu entregar um comprimido, colocando dentro desse comprimido, em vez do princípio ativo, colocar farinha, don farinha de trigo dona benta, olhe bem, botar sal. Se eu botar ali dentro qualquer areia, mas eu disser para essas pessoas que ali tem um medicamento, o grupo que ora consegue, pela teoria do placebo curar-se em maior parte de suas doenças. Aqueles que não acreditam, não adiantava dar nem o remédio verdadeiro, nem o falso. Nelas parecia faltar alguma coisa que era o ela, que era um estímulo, que era uma liga que lhes pudesse dar sobre vida. Eles não têm esperança de nada. E houve houve estudos aprofundados sobre o perdão. E o perdão, que é a arte de eu desculpar alguém do que a pessoa me fez. A desculpa é a antissala do perdão. Mas o perdão é mais profundo, porque ele significa que perdoar é eu não desejar o mal à pessoa que me fez o mal. Mas muita gente me diz nos contatos que tenho ao longo de 45 anos de peregrinação no movimento espírita. Ah, mas eu não esqueço o que aquela pessoa me fez. Esquecer é um fenômeno minemônico. É um fenômeno de fotografia mental, de lembrança. Não tem nada a ver com perdão. Tem pessoas que guardam memórias de algo que lhes aconteceu aos 4 anos de idade e tem 80. Como é que essa pessoa consegue guardar um fato que ela viveu há 76 anos atrás? ficou na memória. O fato foi tão impactante que a criança de 4 anos galvanizou, entronizou na sua máquina fotográfica mental aquela experiência traumática ou boa e aos 80 anos lembra com nitidez aquele fato. A questão não é lembrar ou não lembrar, isso aí tá relacionado com uma boa memória. É o que é que essa lembrança é capaz de produzir na pessoa de reação. Há pessoas que são capazes de guardar

le fato. A questão não é lembrar ou não lembrar, isso aí tá relacionado com uma boa memória. É o que é que essa lembrança é capaz de produzir na pessoa de reação. Há pessoas que são capazes de guardar uma mágoa por 40 anos. Eu falei mágoa 40 anos. Sempre que o outro passa, olha, lá vai aquele infeliz. E o que é aquele infeliz? Aquilo me fez um uma uma constrangimento. Me prejudicou tem 40 anos. Eu nunca esqueci. Não, só não esqueceu, guardou a informação, o HD está com produto contaminado, isso é spam lixo, como também mantém para com a pessoa que lhe prejudicou uma hostilidade, ou declarada ou velada, distanciamento da pessoa, indiferença. E se ela tiver dificuldade, eu também não ajudo. É a minha maneira de descarregar o que ele me fez. Então, nesse ponto aí, o perdão ainda não foi trabalhado. O verdadeiro perdão, como propunha Jesus, é não só o esquecimento do mal. O esquecimento é o esforço que faz para apagar aquela cena, aquele acontecimento que o outro quis me prejudicar, retirando-o da minha memória. Não será fácil, é natural. Tem gente que tem excelente memória e guarda fatos bons e maus pelo resto da vida. Tem gente que consegue esquecer mesmo. Nem recordo mais o que ele me fez. Por quê? Porque não se identifica com aquela agressão de que foi objeto. Não permite que os tentáculos doentios da outra pessoa, os miasmas, lhe afetem. que se deixamos que o outro nos afete, permitimos que o outro nos desestruture. Joana de Ângeles, pelos lábios de Divaldo, a mim disse uma vez: "Meu filho, se tiveres consciência de quem és, o elogio não te fará melhor. A crítica não te fará pior." Que frase curta, mas que frase profunda. Para que o elogio não me afete para cima e eu me ache um anjo. Para que a crítica não me puxe para baixo e eu me julgue um capeta. Eu tenho que ter antes uma um apanaggio. Eu tenho que ter antes um aplicativo. Eu tenho que me conhecer. Me façam 10.000 1 elogios e eu continuarei um ser humano. Me façam 10.000 críticas, me joguem cobras e gafanhotos, percevejos e lacraias,

u tenho que ter antes um aplicativo. Eu tenho que me conhecer. Me façam 10.000 1 elogios e eu continuarei um ser humano. Me façam 10.000 críticas, me joguem cobras e gafanhotos, percevejos e lacraias, e eu continuo o homem que eu sou. Nem um me leva para cima, nem outro me rebaixa para as furnas do mal, porque eu sei quem eu sou, o outro é que não sabe. Então, hoje nós temos o homem mito, a mulher mito, o homem de aço, o superhomem, o mito de quem quer ser o Aquameno, Batman e Roben, o indivíduo que quer ser o Capitão América, a Mulher Maravilha. E essas figuras que só existem nos desenhos animados ou nos filmes da Disney de Hollywood, onde vemos esses seres fantásticos lutando contra as hordas do mal e vencendo rimen contra esqueleto. Eu tenho a força. Joana deângeles comentou esse personagem, Rim ao dizer num dos seus livros de psicologia da série psicológica, que quando Ri combatia esqueleto em Grace, todo mundo concordava que esqueleto era representativo do mal, rim era representativo do bem. Mas qual era a arma que Ren utilizava no bem para manter Grace protegida das hordas do mal? Ele usava a força e a violência, sua espada. Se justifica nós utilizarmos a expressão de Montesquier, salvo engano de minha parte, é dele a frase: "Os fins justificam os meios. Será que os fins justificam? Eu posso É lícito que eu me valha de todo fim, de toda ferramenta para chegar aos me os meios para chegar aos fins que eu desejo? Não existiriam ferramentas indignas e morais inadequadas, antiéticas para chegar à aquela finalidade? A proposta do evangelho que o indivíduo seja ético, seja nobre, seja digno. E se o mundo não entender de quem é o problema, é do mundo, não é meu. Eu tô tentando ser o que eu posso ser de melhor. Então eu vou me fazer uma pessoa ética, uma pessoa digna, uma pessoa moralizada, mas o mundo está um descalabro. É que eu posso fazer. Eu só posso modificar a mim mesmo, ao mundo posso dar conselho, canja de galinha e copo de água. Dizer baiano. É tudo que eu posso fazer

ralizada, mas o mundo está um descalabro. É que eu posso fazer. Eu só posso modificar a mim mesmo, ao mundo posso dar conselho, canja de galinha e copo de água. Dizer baiano. É tudo que eu posso fazer é o mundo, porque o que eu disser o outro segue se quiser. Agora, o que eu determinar a mim, isso vai virar uma ordem contra mim mesmo. Eu vou cumprir. Eu vou, eu determino a mim mesmo que vou me libertar desse vício, dessa dependência, desse arrastamento pernicioso que me causa muito problema. Faço o esforço da vontade e consigo me subjugar. Então o perdão é terapêutico, porque no momento em que eu exerço o perdão para com a pessoa que me ofendeu, eu corto os liames. A pessoa que me ofendeu tem um problema. Ela desequilibrou as leis e terá que se reajustar com as leis. Mas as leis estão escritas aonde? Na consciência. Na hora que eu pratico uma ação malzeja, perturbadora, pode ser até que o mundo me aplauda, mas eu sei que aquela ação é danosa, é tóxica, é ruim, é doentia. Eu sei pelo meu juízo de valor. Então eu desequilibro a lei em mim. A lei desequilibrada aciona mecanismos de reparação que podem ser expiatórios. podem ser provacionais, dolorosos, a morte, o sofrimento, a dor, a doença, o abandono, a solidão. No arsenal de Deus existe muita ferramenta para resgatar o indivíduo equivocado e por isso mesmo, o indivíduo vai se reabilitar no tempo e no espaço. Quanto a mim que foi o fui o objeto do ataque, permaneço em paz. Aquilo me passa. Toda pessoa que pega uma brasa queimando para tirar contra o outro, num primeiro momento ela tá queimando a mão com a própria brasa. Quem pega um punhado de lama para atirar em alguém que vai passar, antes já ficou enlameado. Como isso é simples, demonstrando que não vale a pena quem guarda mágoa, ressentimento, ódio, toma veneno e espera que o outro morra envenenado. William Shakespeare, a frase é dele. Não. Vamos manter a nossa serenidade, a nossa quietude. E sempre que algo nos ofender, poderemos fazer uma reflexão. O que é que eu posso aprender com essa crítica

William Shakespeare, a frase é dele. Não. Vamos manter a nossa serenidade, a nossa quietude. E sempre que algo nos ofender, poderemos fazer uma reflexão. O que é que eu posso aprender com essa crítica que me foi feita, esse ataque? Se esse ataque corresponde a um fato real, o adversário apenas tá evidenciando que eu tenho uma problemática. Olha sua ferida na perna. É verdade. Eu tenho uma ferida na perna. Compete-me a tratar a ferida para que ela não vire uma gangrena e eu perca a perna. Eu tô notando a ferida nas suas costas. Eu me olho no espelho e não vejo ferida alguma. O que é que eu posso recomendar ao outro? Ô amigo, qual foi sua última visita ao oftalmologista? Eu acho que você tá precisando voltar ao oculista. Você tá não tá enxergando bem. Aí a pessoa que vai fazer seu exame de vista porque tá enxergando chifre em cabeça de cavalo e cavalos não tem chifre. É uma coisa mais do que óbvia. Dessa maneira, o a desculpa é a antissala do perdão. O perdão é terapêutico, é profundo. A pessoa vai ficar com problema e eu corto qualquer possibilidade de permanecer intrigado, de permanecer inditoso com a pessoa e prossigo em paz, mas a pessoa terá que refazer os seus tecidos emocionais porque desequilibrou a lei. Por isso que na questão 886 do livro dos espíritos, Allan Kardec pergunta: "Qual o verdadeiro significado, o sentido da palavra caridade? Como a entendia Jesus? Como é que Jesus entendia a palavra caridade? Três letra: PIB, P e B. PIB, a maioria acha que é produto interno bruto paraa economia de um país. Vamos trazer pro PIB. Perdão, indulgência e benevolência. Portanto, o perdão tá incluído. Perdão das ofensas alheias. Mas significa que o indivíduo que perdoa sempre vai tornar-se uma pessoa idiotizada, imbecilizada. Tudo que fazem contra você, você só vai perdoar. Você não reage não. Por que que você não reage? Porque quem reage é bicho. Todo bicho que está na fase instintiva reage. Eu penso. Então eu ajo. Não vou perder meu tempo. Não vou gastar minhas horas me defendendo de mentiras.

ue que você não reage? Porque quem reage é bicho. Todo bicho que está na fase instintiva reage. Eu penso. Então eu ajo. Não vou perder meu tempo. Não vou gastar minhas horas me defendendo de mentiras. O problema é do mentiroso. Porque o ônus da prova cabe a quem? a quem acusa. Quem acusa deve reunir os elementos para aprovar, porque senão cai na injúria, na difamação e na calúnia. E nós temos isso aqui hoje em excesso ao nosso redor, injuriadores, caluniadores e difamadores, soltando fake news morais contra todos que lhe estão em torno, tentando atacar para chamar atenção para sua pequenez moral. para eles pedir a misericórdia de Deus e para nós plenitude, iluminação espiritual para compreender como o perdão terapêutico será capaz de nos dar o estado de saúde integral. Um grande abraço. Volvemos ao estúdio para os nossos irmãos para o momento de intercâmbio com os internautas. Silver, >> eh, novamente agradecida aí a suas exposições. é um é um percurso encantador. a gente vê aí a abordagem como você fez, eh, categoricamente estrutural de toda a busca do tema, de trazer um pouco até o conceito do espiritismo, da fé, da ponte sobre a da religião, a qual a nossa doutrina não tem ainda esse basilar tão tão apertado, tão rico da religião, mas sim da filosofia, da ciência, os benefícios inícios já estudados aí com a prática do bem, com a prática do perdão, com a prática das boas eh eh posturas que traz pra gente. A neurociência tem dito isso, provado isso por vez, como nós somos eh clarificados e mensurados através dessa conduta positiva e esse elo maior. não é a religião, mas a busca do conhecimento, a busca do nosso próprio compreender enquanto seres, enquanto pessoas nesse envolvimento. Eu, antes de começar, até porque teve um comentário, você falou a frase e os fins justifica o meio e disse que eh seria de Montesquier. Aí uma irmãzinha, ela colocou eh ah não é Maquiavel. E aí eu vou dizer paraa irmã, obrigada Valde Valdess Gama que tá aqui participando conosco. Gratidão. Mas vou fazer uma

ue eh seria de Montesquier. Aí uma irmãzinha, ela colocou eh ah não é Maquiavel. E aí eu vou dizer paraa irmã, obrigada Valde Valdess Gama que tá aqui participando conosco. Gratidão. Mas vou fazer uma limpeza. Adoro filosofia. Não é Nicolau Maquiavel. Maquiavel, na realidade, amados, ele fez, né, no caso, eh, no o livro que é o príncipe, que é o mais conhecido, e ele trouxe nesse livro falando um pouco da ética moral, né, no caso assim falando da separação moral eh eh eh do ser humano e a ética política. Então, ele usa neste verbete a uma fala que é tipo assim, eh, os atos se os atos se justifica por si só. Nós não é isso que ele falou. Quem traz isso eh no livro o vídeo. E eu sou da área jurídica, a gente tem essa mani de usar termos em latim. E o vídeo traz num é um poeta, né, no caso um o é um poeta romano que traz muito enriquecimento, em especial para pra área jurídica. E ele escreve exatos acto probate. O que que ele quer dizer? O sucesso valida o ato. Ou seja, se você no final deu certo, não importa o por onde você passou, o que que você fez para justificar a sua melhora. Marcel, que banquete eh intelectual, filosófico, da gente poder se mirar e se ver. Mas aqui eu não posso deixar de extrair, já que o nosso tema é esse Jesus, modelo de amor, esse modelo de todas as gestões dessa dádiva misericordiosas, né, Senhor, quantas vezes eu vou perdoar? Eh, uma. Aí ele fala 7 x 70, o mesmo erro do seu irmão, né? Então, a gente não pode deixar de contemplar essa ideia do perdão. Mas eu fiquei muito, muito, muito, eh, instigada. Porque a gente tem a ideia que na Bíblia e eu quero colocar que a gente fala assim: "Ah, amai teu inimigo como teu amigo". E logo no versículo abaixo, Jesus nos diz o seguinte na Bíblia, ó: "Mas nunca o amor pelo um amigo vai ser igual pro inimigo, porque ele te fez alguma coisa". E hoje você falou da das memórias, né? Porque a gente fala: "Ah, perdoar tem que esquecer". E aí você falou dessas memórias. Eu achei riquíssimo, porque eu acho que é isso, a gente pode até

ma coisa". E hoje você falou da das memórias, né? Porque a gente fala: "Ah, perdoar tem que esquecer". E aí você falou dessas memórias. Eu achei riquíssimo, porque eu acho que é isso, a gente pode até perdoar, mas a esse esquecimento memorizado ou vivido ou essa experiência de dor, ela tá conosco. Foi alavanca que a gente pode usar pro nosso progresso, paraa nossa evolução, mas também tá conosco nesse nesse patamar. Eu achei fantástico essa colocação, porque às vezes a gente acha que perdoar é se santificar, nada aconteceu, não é? a gente tem que passar por ali e lembrar daquele acontecimento. Outra fala tua que eu também achei riquíssima, né, que a gente fala muito, né, que a gente traz, né, eu digo que eh quando a gente se conhece a doutrina espírita, além da gente se aliviar, tirar culpa, pecado, a gente conhece o despertamento coincidencial. A gente se percebe simples e ignorantes ao início. E a gente faz uma caminhada que a gente vai se percebendo. Quanto mais conhecimento em concomitância, mais responsabilidade. E aí tu falou da palavra culpa, porque a gente tem a ideia do perdão com muita eh com a com muita eh proximidade dessa culpa, mas essa culpa não nos leva ao perdão. a gente tem que sair da culpa que não existe. E pro nosso sentimento de arrependimento, que tá lá no livro do céu inferno, diz: "Olha, eh, o arrependimento é inevitável, mas ele é o início. Você tem que se arrepender, reparar e espiar aquilo que você fez, que é de alguma forma o antídoto para tudo isso, perdão, né? O perdão, eu acho que é o antídoto verdadeiro desse arrependimento construtivo reparatório, que a gente olha e percebe naquele momento era o que eu tinha para dar e vai lá, se recompõe com o seu irmão. Mas acima de tudo, eu acho que aí eu trago pra nossa pra nossa conversa e vamos passar daqui a pouco pras perguntas, é perceber que a gente não consegue amar se a gente ao próximo se a gente não se amar. E a gente não consegue perdoar se a gente não conseguir se autoperdoar, que é um processo de eh absoluta certeza

é perceber que a gente não consegue amar se a gente ao próximo se a gente não se amar. E a gente não consegue perdoar se a gente não conseguir se autoperdoar, que é um processo de eh absoluta certeza que a gente não dá aquilo que não temos. E eu acho que isso também você deixou bem claro quando você tratou eh em relação a às ações que a gente tem, boas ou ruins, estão dentro da nosso processo de maturidade e de responsabilidade conosco e com o nosso próximo nessa grande transformação, né, que a gente vive no nosso dia a dia. E eu queria também depois que você nas tuas considerações falasse, porque a gente tá falando muito de tecnologia e até eu tava comentando e você falou do trabalho que às vezes você usa hoje a tecnologia, né, a IA, né, a gente tá aí com a com as nossas eh produções artificiais, isso ah dentro das academias eh universitária, dentro dos nossos eixos de pesquisa, etc. e tal, que também é uma maneira da gente analisar o caráter e a moral, porque através desses usos de prágio ou de se passar por conhecimentos de inteligência artificial, a gente também tá em testes também da nossa eh conduta moral, da nossa conduta pessoal, né? Então, acho que eu acho que é essa vertente que nada tá fora do planejamento, né? E automaticamente até esses mecanismo tecnológico do homens, eu adorei, almas tecnológico que tá chegando aí, né? já passamos por tantos homens e tantos outros, mas a gente tá verificando que os nossos comportamentos eles também tão sendo analisados e ao momento que chega essas inovações que também estejamos aí na casa da nossa conduta moral, da nossa conduta de não fazer ao nosso próximo aquilo que nós não gostaríamos que fizesse conosco. Ponte de ouro ali no nosso evangelho segundo espiritismo. E aqui eu também quero agradecer a Marcel. Nunca tivemos tanta gente, ó, é Bahia, Pernambuco, Maranhão, tem gente aqui, olha, de tudo quant lugar. Eh, e eu agradeço, agradeço por demais a todos os internautas que estão conosco e fazendo vários elogios, tá? Eh, Marcel, fico

é Bahia, Pernambuco, Maranhão, tem gente aqui, olha, de tudo quant lugar. Eh, e eu agradeço, agradeço por demais a todos os internautas que estão conosco e fazendo vários elogios, tá? Eh, Marcel, fico muito feliz. E tá todo mundo aqui, ó. Tem gente de São Paulo, tem gente de Minas. Agradeço a todos de qualquer região do Brasil, mas que este conosco aqui ou até que posteriormente possa nos assistir. Tem gente de Olinda, então assim, eu fico muito feliz. Brasil é lindo, Brasil é é encantador e o Marcel é um é uma figura que aí atrai e depoi, eh várias pessoas. Marcel, eu vou te passar agora a primeira a colocação que eu vou passar. Eu é uma colocação que foi feita pelo Luís Fernando. É só para que a gente possa ler. Olha o que que ele falou. Que bacana. Marcel, ótimas reflexões. Você citou o André Luiz Peixinho. Espero que um dia o movimento espírita possua a sofisticada compreensão intelectual deste grande pensador, Luís Fernando Lopes, Recife, Pernambuco. Obrigado por estar com a gente, Luiz. Espero você aí em outras oportunidades. E realmente, eh, Marcel é alto nível. E aí a ele colocou essa se você quiser fazer alguma colocação é sobre o nosso citado André Luiz Peixinhos. Fica à vontade aí. Eh, >> eu quero agradecer a participação de meu querido irmão Luís Fernando Lopes, esse pesquisador extraordinário de Recife, é farmacêutico, é psicólogo, é escritor. Para você ter uma ideia, ele escreveu uma, duas obras fazendo coletânea de materiais de Divaldo Franco, um sobre amor e sexo. Durante 10 anos, Luís Fernando Lopes pesquisou mais de 400 fitas cassetes, fitas de VHS, para garimpar de todo o material de uma década produzida por Divaldo, o que ele dizia nestas palestras sobre amor e sexo. E ele só pensou esse material para gerar dois volumes, um sobre família, outro sobre amor e sexo. São obras extraordinárias que colecionam o pensamento de Divaldo e de Joana de Angeles de um e de outro e que, portanto, é uma pessoa absolutamente autorizada. E ele coloca muito de maneira muito clara o quanto

extraordinárias que colecionam o pensamento de Divaldo e de Joana de Angeles de um e de outro e que, portanto, é uma pessoa absolutamente autorizada. E ele coloca muito de maneira muito clara o quanto André Luiz Peixinho teve uma importância muito grande, porque André era psicólogo, era professor, doutor em educação, era formado em filosofia e também médico. Então Peixinho tinha quatro graduações e cinco pós-graduações. André Luiz Peixinho era alguém que estava sempre seis meses na frente da gente. Quando eu estava chegando ao São João e acender a fogueira, André Luiz Peestinho já estava dizendo ho Natal. [risadas] Ou seja, era esse homem já estava seis meses na frente. Tamanha audácia do pensamento de André Luiz Peixinho. Deixou obras memoráveis, eh, poucos livros, mas livros extraordinários. Tem aqui um deles, né? As Bemaventuranças e Outras Belezas Espirituais. É um extrato de artigos que ele publicava. de uma riqueza muito grande e que o nosso Luís Fernando Lopes resgata como lembrança, porque tá fazendo uma falta danada aqui em Salvador. >> Gratidão. Ai, que delícia, que delícia. Já anotei aqui, @lufernandolopes. Eh, Luís, que bacana ouvir isso, porque eh eu acho que quando a gente faz essas consignações, a gente faz essas coletâneas, faz essas compilações, a gente deixa para o apresente futuras gerações as nossas as nossas boa contribuição paraa doutrina. Então, Luís, prazer em conhecê-lo. Essa irmã aqui se sente muito felizada de hoje tá aqui recebendo esse currículo ilustrado e enriquecido aí pelo nosso irmão Marcel. E para ser amigo de Marcel deve ser também um gigante. Então vou atrás dessa obra feita coletânea porque eu acho que isso é riquíssimo. E dois assuntos, né, Marcel, que é eh eh eh amor e sexo e família que permeia todo o nosso construir nosso evangelho, né? Tô preparando aí eh laços de família, permeia tudo que a gente vai trabalhar dentro do nosso evangelho e dentro da doutrina. Muito obrigado aí, Luís, por eh ratificar a fala do André Luiz Peixim, que realmente tem um trabalho

de família, permeia tudo que a gente vai trabalhar dentro do nosso evangelho e dentro da doutrina. Muito obrigado aí, Luís, por eh ratificar a fala do André Luiz Peixim, que realmente tem um trabalho muito especial e agora eu gostei dessa tua fala seis meses antes. É, é, é um visionário. E obrigada pela tua participação e parabéns aí pelo teu trabalho. A próxima participação que a gente tem aqui é da Francis. Ela coloca pra gente uma colocação. A France eh, ela coloca o seguinte: "Boa noite, bom ouvir essa explicação, pois o esclarecimento me faz pensar melhor sobre mim mesmo." Olha que coisa maravilhosa que é isso, a o ouvir ou até o falar. Eu acho que o falar ouve mais, né? E a gente parar no domingo para ouvir boas reflexões do Marcel, né, Marcel? Então, assim, essa é o agradecimento da Frances para a tua fala. A boa palestra, na minha opinião, é aquela em que você sai pior do que quando entrou. É aquela palestra que o orador coloca mais minhoca na sua cabeça do que respostas. Se você sair pior de uma palestra, você absorveu muito bem da palestra, porque agora você vai paraa casa pesquisar. Se você sai pensando, você sai se questionando e vai atrás do livro da Wikipédia, vai atrás do Google, você vai atrás de outras fontes e quando você olha, você tem um mundo de conhecimento à sua frente. Você tá diante de uma praia e um oceano vem beijar os seus pés, trazendo um conhecimento imenso. Porque aquela palestra, aquele, aquela aula que você sai com todas as dúvidas sanadas, meu Deus, não tem interesse nenhum. Eu tinha as dúvidas, ele eliminou. Eu só dali para fazer o quê? Para nada, para pensar naquilo que me ensina agora. Eu saí com inquieto, eu saí cheio de dúvidas, que beleza, é sinal que meus neurônios, graças a Deus, estão funcionando. Então, abraço a nossa irmã Francine, porque ela diz que isso levou ela a pensar melhor. O que ela vai fazer desse pensar melhor é dela. vai ser uma iniciativa que vai produzir terapeuticamente menos tensão emocional, tensão interna,

ine, porque ela diz que isso levou ela a pensar melhor. O que ela vai fazer desse pensar melhor é dela. vai ser uma iniciativa que vai produzir terapeuticamente menos tensão emocional, tensão interna, relaxando a vida para que a vida seja mais leve e mais feliz. Agradeço, Marcel, mas eu vou fazer mais um comentário. Quando nós ouvimos uma palestra, eu digo até que eu uma conversação, né, doutrinária, eu careço, meus amigos irmãos, não se convença naquilo que nós por vezes somos usados a est transmitindo. Faça isso que Marcel falou, se indague, se questione até o brinco que a melhor resposta é outra pergunta, né? E a filosofia traz muito isso que é a maêutica. Por quê? Porque só assim, com esses questionamentos, com essa busca, é que a gente primeiro vai verificar a veracidade daquilo que tá se veiculando, que tá se falando, e mais ainda buscar através da maêutica de se perguntar a si mesmo aonde tá as nossas dúvidas ou os nossos desconhecimentos ainda sobre aquele tema ou aquele assunto. Mas gratidão a Frances e e que fique aí a nossa o questionamento aí das nossas falas. Agora aqui nosso irmão, eh, Luís Fernando, obrigada por agora aqui, ó. Ô, Luís, ô, aqui, ó, para tu Luiz, faz uma pergunta para nós, assim, para você aí. Gostaria que falasse sobre o auto perdão para as pessoas que praticaram equívocos considerado graves, como o aborto delituoso e não consegue estar bem. Luís, gratidão mais uma vez por sua participação e muito importante essa tua colocação, ainda mais aqui, ó, para duas pessoas que vai falar do jurídico e vai falar da filosofia eh cristã. Passa a palavra aí para ti, Marcel. O Luís coloca uma questão muito grave, muito delicada, que ocorre com frequência quando terminamos exposições doutrinárias em congressos, em semanas espíritas, em workshops, pelo Brasil. fora. Você aborda, por exemplo, o suicídio, o setembro amarelo. Às vezes na plateia tem alguém que tentou o suicídio e não conseguiu. Você fala sobre o aborto e as consequências do aborto no corpo da mulher, na

aborda, por exemplo, o suicídio, o setembro amarelo. Às vezes na plateia tem alguém que tentou o suicídio e não conseguiu. Você fala sobre o aborto e as consequências do aborto no corpo da mulher, na responsabilidade do casal quando é dividida, do médico, da enfermeira, do profissional de saúde que fez. Às vezes na plateia tá assim de gente que fez ou pagou pelo aborto. Você tá mexendo em feridas e quem mexe em feridas tem que ter muito cuidado para não jogar sobre elas azeite fervente, porque elas precisam ser cicatrizadas. Naturalmente que encontraremos no naquele filme de que retrata a vida de Divaldo, Divaldo Pereira Franco, o mensageiro da paz. Um dos momentos mais dramáticos daquele livro é quando chega o bilhete de Ilhus à Feira de Santana, um telegrama do correio informando que Nair, irmã de Divaldo, havia se matado em Léus, ingerindo caldo de cana com veneno e ela foi a óbito. Aquilo impactou a família em Feira de Santana, porque ela era casada com um cacauicultor que se permitiu ter uma amante. E ela ao descobrir deu uma surra na amante com uma sombrinha, quebrou a sombrinha e quebrou a amante e depois ela cometeu o suicídio. Dona Ana, que era analfabeta, pediu ao filho de Valdo que lesse telegrama e mostra ele lento. E ela ficou chocada, passou a usar luto. E há um momento que atuando numa das igrejas de Feira de Santana, a igreja de Nosso Senhor dos Passos, uma das igrejas mais belas que eu já vi minha vida pela construção arquitetônica, eis que ela diz ao padre: "Padre, na missa que o senhor vai celebrar, o senhor poderia colocar o nome de minha filha?" Lamento, dona Ana, a igreja não pode orar por suicida, porque sua filha já está no inferno. Aí, dona Ana se choca na sua ignorância, ela se choca. Então, padre, o senhor não pode orar não. Para a igreja, a sua filha já está condenada eternamente ao inferno. Então, eu perdoei minha filha. Deus perdoa minha filha. A igreja não pode perdoar. Ela coloca ali o padre num chequmate. Então, a partir dali, dona Ana, mãe de

á está condenada eternamente ao inferno. Então, eu perdoei minha filha. Deus perdoa minha filha. A igreja não pode perdoar. Ela coloca ali o padre num chequmate. Então, a partir dali, dona Ana, mãe de Edivaldo, rompe com a igreja e passa a frequentar o centro espírita Jesus de Nazaré, na cidade de Feira de Santana, em companhia Edivaldo, que foi sua primeira casa espírita na terra, foi o Jesus de Nazaré, no bairro da Celândia, no centro de Feira de Santana. Então, nós temos que tomar muito cuidado quando fazer uma exposição, levar consolação à pessoa. Não vamos anuir com o equívoco dela, mas vamos dar esperança de que se ela cometeu o aborto, eu não sei em que circunstâncias ela foi induzida. Eu não tenho méritos para entrar nas circunstâncias emocionais e mentais que tomaram conta daquela mulher que muitas vezes foi induzida, até paga a realizar um aborto para não manchar, entre aspas, o nome do homem com o qual está vinculado. E aquela criança foi tirada. Mas se os seus órgãos reprodutores não foram danificados à luz da misericórdia de Deus e da reencarnação, é muito provável que numa próxima gestação aquele mesmo espírito volte à vesti para aquela mãezinha que não compreendeu a maravilhosa ocorrência da maternidade. Então, nós temos que ter uma frase sempre de acolhimento à pessoa, oferecendo a ela a possibilidade de resgatar o seu equívoco, às vezes nessa própria reencarnação. Quando não possível, resgatará uma em uma outra, mas nunca a condenação, porque nós não sabemos o móvel que moveu a pessoa para realizar tal coisa. E em nós deve ter sempre a presença do Cristo na forma de acolhimento e de esperança. >> Marcel, fantástica essa tua colocação e e riquíssima. Obrigada, Luís, pela essa por essa pergunta, porque eh inclusive é ponte para que a gente possa até tratar e acolher. E eu aqui, gente, eu coloco já já eu colocaria o seguinte. Primeiro, a gente tem que considerar o, ele falou, acolhimento, empatia com o nosso próximo. E a empatia é acolher, é se colocar no lugar do outro, sem

gente, eu coloco já já eu colocaria o seguinte. Primeiro, a gente tem que considerar o, ele falou, acolhimento, empatia com o nosso próximo. E a empatia é acolher, é se colocar no lugar do outro, sem julgamento, sem opinião, porque todos que estamos na closta terrena estamos por sermos imperfeitos, errados, equivocados. Ninguém tá aqui com manto, mesmo mais sabedor ou menos sabedor. Ninguém aqui está com manto do saber pleno, absoluto, da perfeição. Então, aquela ponte que tá no evangelho, a ponte que tá na Bíblia, amarás teu próximo como a ti mesmo. E no nosso evangelho, segundo o Espiritismo, é o fazei a teu irmão o que querias que ele fizesse a ti. Então, quando a gente se coloca, eu vou usar um termo em inglês que é, mas vou falar ele em português, que é calçar os pés no sapato do outro. Quando a gente se coloca no lugar do outro, quando a gente vai ver a empatia, o acolhimento que Jesus teve com a mulher adúltera, ele só perguntou: "Olha, cadê todos que te condenam?" E ele e ela responde, ó: "Todos levantaram e saíram." E ele falou: "Vá e não cometas mais." Primeira coisa, eu digo aqui, aproveito esse ensejo e digo a cada irmão que está nos ouvindo, ninguém dá o que não tem. Às vezes, como o Marcel falou, momento, as circunstância, cada um sabe por, de que maneira, de que modo foi conduzido aquilo. E ninguém que está fora pode se sentir puro e limpo para tirar pedras. Porque se o outro cometer um erro, como Luís está exemplificando, nós por vezes podemos já ter cometido erros muito maiores. E às vezes a gente tá olhando nessa unicidade espiritual dessa vida, que às vezes a gente acha que é bonzinho, mas de uma unicidade de múltipla reencarna processos reencarnatórios que a gente não sabe das nossas existências. Então é um tema esse e outros muito cuidadosos. A doutrina codificadora, ela coloca não como uma regra, até as pessoas às vezes comentam, né, Marcel, o divórcio, né, para igreja, o que Deus uniu, eh, o homem não separa. E e aí o espiritismo diz uma coisa muito clara, se é

ela coloca não como uma regra, até as pessoas às vezes comentam, né, Marcel, o divórcio, né, para igreja, o que Deus uniu, eh, o homem não separa. E e aí o espiritismo diz uma coisa muito clara, se é incompatível aquela convivência aonde os dois já não têm mais o que fazer porque já não tem mais condições de segurar aquele aquele laço sem que ele já esteja já se arrebentando. É inevitável, porque entre isso ou a dissolução para que você possa construir novos caminhos. Então, aproveito, o Marcel para dar a vocês e pedir a todos acolhimento, empatia, sem julgamento, se colocar no lugar do outro come. Isso é importantíssimo. E obrigada, Luís, porque é um tema que a gente tem que tomar muito cuidado ou abordar, como o Marcel falou, não sabemos quem nos ouve e aí é complicado. Vamos próximo. Aqui, ó, tem uma pergunta do nosso irmão Valimar Silveira. Beijo, Valmar. Gratidão por estar conosco agora aqui, Marcel. Perdoar não é uma condição nata ao ser humano. Pode, por onde começar essa construção tão difícil? Olha que pergunta bacana. Parabéns. Adorei sua pergunta. Vim >> pelo desculpar. Se você não consegue dizer ao outro que o perdoa porque está além das suas forças, você pode desculpar a pessoa, permanecer gentil. permanecer sorridente, cumprimentar a pessoa sempre que encontrá-la, porque a problemática é dela, que ele agrediu, que ele ofendeu, ela traz uma brasa queimando permanentemente, porque ninguém malbarata as leis divinas sem pagar um alto preço. Em, o indivíduo se equivoca alterando as leis internas que vigem na consciência, sem que essa pessoa fique numa situação muito delicada de inquietação. Ela passa a ter graves problemas de saúde, insônias, alergias, tosses e outros problemas que vão aparecendo ao longo do tempo, sempre na parte mais frágil do organismo, que é fruto daquele daquela ausência de reconhecimento da falta. A pessoa não consegue anestesiar em si mesma porque é impossível. As leis estão cobrando reparação daquela falta. Mas eu que fui ofendido, você ou qualquer um de nós,

ência de reconhecimento da falta. A pessoa não consegue anestesiar em si mesma porque é impossível. As leis estão cobrando reparação daquela falta. Mas eu que fui ofendido, você ou qualquer um de nós, vamos agir com a ética, com a dignidade. Atender a pessoa em alguma necessidade que ela precise, a pessoa vai ficar profundamente envergonhada. Em verdade, há uma epístola de Paulo que ele diz isso, que a nossa conduta deve ser tão nobre que envergonha a pessoa que nos ataca. Ou seja, a pessoa, não tem um motivo, eu quero atacá-la, mas ela não dá uma brecha, ela não dá um espaço, porque a conduta dela é irrepreensível. É óbvio que na Terra tá muito difícil a gente achar alguém irrepreensível em matéria de moral. Aqui é lá tem um pecadinho, aulá tem uma quedinha, aqui é o lá tem um um deslizezinho que a sociedade tolera. Até os grandes biografados, os outros tiveram o seu probleminha. Quem é que não viu aquela cena do Papa Francisco atravessando a praça de São Pedro? Uma mulher o agarrou. Papa Francisco deu um tapa, deu um tapa na mão da mulher e falou energicamente como disse: "Largue minha mão, solte daí. Tem vigínio, meu Deus, um papa". Pode sim. Ele é latino, aí é que ele pode fazer mesmo. O homem é argentino, aí é que tem o sangue quente mesmo. [risadas] A mulher segurar o papa, ele deu um tapinha papau, né? Foi um tapa papau, mas um tapa [risadas] assim. para mostrar ela para ela se quali me solte. Que que mão é essa ousada que tá aqui me segurando? E até o papa, gente, é ele é gente como a gente. Debaixo daquela batina branca ali tem um homem que viveu suas próprias experiências, viveu e ele também teve uma reação natural. Ele não arrebentou a mulher, ele deu um tapinha de delicadeza para mostrar que ela tava sendo eh indiscreta, tava sendo inconveniente, reajustou e prosseguiu e continuou sendo o chefe da Igreja Católica, que coordena 1 bilhão e meio de pessoas até ele. Então Jesus também teve rompantes que a gente percebe, né, por narrativas onde ele admestou. Há uma narrativa de Amélia

ndo o chefe da Igreja Católica, que coordena 1 bilhão e meio de pessoas até ele. Então Jesus também teve rompantes que a gente percebe, né, por narrativas onde ele admestou. Há uma narrativa de Amélia Rodrigues, tá nos livros de Amélia Rodrigues, psicografado por Divaldo, onde Jesus foi avisado que um grupo de sacerdotes do templo de Jerusalém vinha conversar com ele e ele recebeu esse grupo de sacerdotes. E os sacerdotes disseram que Jesus estava criando uma confusão na cabeça das pessoas com aquela nova doutrina que ele pregava. Jesus ouviu aqueles três sacerdotes e segundo Amélia Rodrigues respondeu assim: "Eu venho da parte de meu pai trazer a esperança e o amor e vou cumprir o que me cabe fazer. E se alguém colocarse no meu lugar, eu tenho meios de retirá-lo. Jesus que disse isso ao grupo sacerdote. Eu não quero nem saber como é que Jesus ia tirar essa turma da frente, mas Jesus falou com tanta energia que os três sacerdotes, segundo Amélia R, se levantaram e foram embora. Ou seja, Jesus jogou duro, porque diante daquelas raposas que estavam na frente dele, não tinha outro discurso, a não ser dizer: "Se vocês ficarem na minha frente, eu removo. Eu removo e vocês nem queiram saber como é que eu removo. Então não mexam comigo." Aí os homens saíram dali de fininho, com o rabo entre as pernas, que nem raposas assustadas. Até Jesus fez isso. Posso como se vê, nós temos que ter postura do sim, sim, não, não. Ter o equilíbrio, mas não ofender a ninguém, evitar que a gente seja um transtorno e um estorvo para quem quer que seja. Se o outro for, nós entenderemos que ele ainda está necessitando de ajuda ou está num patamar de inferioridade moral. É fantástica a tua colocação. Obrigada pela pergunta, Valcimar. Mas aí é engraçado, né? Porque como eu falei, a gente tá falando de perdão, de Jesus, mas como eu eh comentei, eu acho que é importante a gente se sinalizar, né? Não julgar para não ser julgado no aspecto de que todos nós temos erros e falhas. E às vezes quando alguém nos ama muito,

s, mas como eu eh comentei, eu acho que é importante a gente se sinalizar, né? Não julgar para não ser julgado no aspecto de que todos nós temos erros e falhas. E às vezes quando alguém nos ama muito, nos ama acima dos nossos defeitos. E às vezes convivemos com pessoas que batem de frente com a gente, são mais eh dois bicudos não se beijam, né, que a gente usa como provérbio de utilização, mas tudo pela nossa necessidade. O Martand, que fez 27 anos, uma guerra sem sangue, uma guerra sem violência, foi perguntado por um discípulo dele quantas vezes ele perdoou. E ele parou para pensar e ele disse: "Não, eu nunca perdoei". E o discípulo dele disse para ele assim: "Marrata, Magand, você é uma expoência de paz, de amorosidade, olha o que que tu fez pelo nosso país." E ele disse: "Para alguém perdoar tem que se sentir ofendido." E isso o Marcelo falou hoje, né? que a gente tem que parar um pouco de se sentir tão ofendido pelas coisas, porque a gente só vai precisar eh se perdoar e perdoar o outro quando a gente se sente ofendido. ofensa muuit das vezes, não sei se o Marcelo vai concordar, e Joana Deanes traz isso com muita força, é por vezes expectativas que nós fazemos do outro ou de nós mesmos e nos frustramos com uma enorme sensação de pesar que a gente acaba não dando conta daquilo que nós mesmos não conseguimos concretizar. Então eu acho eh a minha opinião diante do Evangelho, né, como para mim a doutrina basilar, é o caminho do autoconhecimento, de perceber que o irmão que tá ali são é igual a nós, que os acontecimentos do dia a dia são fatos necessário pro nosso alavancamento do nosso progresso, da nossa evolução. E o perdão faz parte desse caminho, né? a gente sabe que é difícil diante de entraves perigosos que nós temos, que é orgulho, egoísmo, como a questão 920 traz pra gente no livro dos espíritos, mas a gente tem que entender que é um exercício diário e até isso tem que ser com amorosidade, somente por hoje. Amanhã eu, né, amanhã eu evito tal coisa, porque não estamos

te no livro dos espíritos, mas a gente tem que entender que é um exercício diário e até isso tem que ser com amorosidade, somente por hoje. Amanhã eu, né, amanhã eu evito tal coisa, porque não estamos ali conjugando uma vida de santidade ou colocarmos expectativa de que há andantes na terra. eh transeúndicos na Terra, eh que tenham em qualquer teste que passe vai estar ilibado com a sua conduta moral ou com a sua conduta de acertos e perfeições. Mas é isso aí. Vamos para agora para uma outra questão. Essa veio de uma irmã, a Miram. A Mir traz pra gente o seguinte, uma questão quase que prática até, né? Quando alguém passou por séria situação em seu relacionamento íntimo, porém se vê ante a dificuldade de alcançar o perdão terapêutico, pois seu coração sofre a desdita da mágua, né? E vou logo te adiantar, hein, ô Miriam. Mágoa é mágua, é água parada. Água parada apodrece, tá? Só que só pra gente, porque o outro nem sabe que a gente tem esse sentimento. Marcel, passando para ti, querido. Quem de nós não atravessou o caminho de uma frustração amorosa, de uma desdita nos relacionamentos? Segundo Zigmund Bman, estamos vivendo uma época de relacionamentos líquidos. Eles não têm consistência. é uma característica desta sociedade atual tecnológica. Os relacionamentos são rápidos, são superficiais, são ligeiros, tem por intenção apenas a permuta magnética, a permuta energética na área sexual, sobretudo, mas não ficam sentimentos profundos e muitas vezes depositamos expectativas na outra pessoa que não correspondem ao valor moral que a pessoa tem. Exigimos que a pessoa seja um superherói e a pessoa é humana. O outro está esperando de mim atos de heroísmo e de bravura que eu não tenho condições de ofertar. Então, muitas vezes trago de relacionamentos anteriores expectativas. Eu espero que esse novo relacionamento, essa pessoa tenha as qualidades do anterior sem os defeitos. Só que eu encontro a pessoa com novas qualidades e com novos defeitos com os quais eu não estou preparada para lidar. Então eu

acionamento, essa pessoa tenha as qualidades do anterior sem os defeitos. Só que eu encontro a pessoa com novas qualidades e com novos defeitos com os quais eu não estou preparada para lidar. Então eu saio do rim, do ruim para o péssimo, saio do pior para o mais ruim. Então pode acontecer nos relacionamentos, porque não vamos encontrar, nem sempre vamos encontrar a alma gêmea na terra. Aliás, muita gente tá encontrando é algema para gemero, o que é bastante diferente da alma gêmea. Então, há os conflitos de interesse. Mas o importante nisso aí é nós nos preservarmos, nós nos blindarmos contra esses excessos de fragilidade que nós temos nos relacionamentos. Porque se cada um deles nos marcar muito profundamente, dificilmente nós teremos um relacionamento enriquecedor. Então, nós temos que estudar-nos, nos conhecer melhor para não gerar expectativas em relação ao outro. O outro é o que é. Não será nunca o que eu acho que ele vai ser, porque ele só pode alcançar até ali. Ali é o nível máximo dele. Na parceria eu posso enriquecê-lo e ele também pode me dar valores para me enriquecer. Então, nisso, os relacionamentos podem produzir resultados muito satisfatórios, porque ninguém fica aguardando atos heróicos do outro. O outro é humano, tem possibilidades limitadas, mas eu posso colaborar para que ele se enriqueça, ele suba e ele também vai me ajudar a crescer. E quando o crescimento é a dois, as pessoas conseguem fazer uniões muito estáveis, muito agradáveis, permutas muito saudáveis. O importante é não guardar mágoa, não guardar vingança de nenhum relacionamento que não deu certo. Mesmo quando existe a chamada traição, o adultério, o problema é do outro. Eu me mantive fiel naquele relacionamento. De repente descubro ou alguém me avisa que o meu consorte, a minha companheira está naufragando no mar de desdita, de relacionamentos mais de um. O problema é dela. Ela deve ter uma carência, um conflito. É justo que eu encerre aquele relacionamento, porque eu tenho que me valorizar. Não vou me

no mar de desdita, de relacionamentos mais de um. O problema é dela. Ela deve ter uma carência, um conflito. É justo que eu encerre aquele relacionamento, porque eu tenho que me valorizar. Não vou me permitir ficar em um relacionamento a três, a quatro, a cinco pessoas, porque aí eu perco a minha própria dignidade. Eu saio de cabeça erguida porque fui eu o apunhalado, nunca o apunhalador. A situação sempre dramática é daquele que impunha a arma porque vai responder por ela. Porque quem quem com ferro fere, com ferro vai ser atingido oportunamente. Mas se eu fui apunhalado, a mensagem cristã sempre me coloca na situação melhor, porque eu não vou deitar com consciência de culpa, de que matei aquele relacionamento por um comportamento indigno, mas o outro nunca vai conseguir ter um sono tranquilo, porque sempre que deitar virá a sua memória, que em algum momento seifou a confiança do outro. E Chico Xavier sempre dizia que uma ferida emocional é muito difícil de ser cicatrizada, mas uma ferida física rapidamente cicatriza. Um osso quebrado a gente consegue consertar em alguns meses, mas uma pessoa quando é frustrada às vezes passa o resto da vida se lamentando. Marcel, eu acho que a própria Miram completou essa essa colocação bem abaixo, mas eu acho que você já respondeu. Inclusive nossa hora tá chegando. Coração sofre a desdita da mágoa com constância. O que pode fazer para alcançar o perdão? Acho que você já contemplou, já respondeu. E eu queria colocar uma coisa, assim, é o meu ponto de vista evangélico, cristão, espírita. Amados, Mir, quando a gente sofre com esse desamor, com essa desdita, essa mágoa, a gente só provoca mal para nós mesmos, porque a toxina, a energia, a vibração, o sentimento, a dolorosidade, ela começa a abrir portas, infelizmente, para eh sintonia com espíritos, por vezes, que também passam por dores, por sofrimento, e a gente às vezes acaba piorando. a nossa situação. Então, elevemos também o nosso pensamento, o nosso bem-estar. E, gente, cada

com espíritos, por vezes, que também passam por dores, por sofrimento, e a gente às vezes acaba piorando. a nossa situação. Então, elevemos também o nosso pensamento, o nosso bem-estar. E, gente, cada experiência da nossa vida, até eu brinco, né? Um joelho ralado dói menos do que um coração partido, mas um um cadafo, cada acontecimento, cada passamento, né? A a a o Aroldo diz que é processos educativos da vida, e aqui eu faço uso eh citando a fonte, são valiosos pro nosso desenvolvimento. Então, em vez da gente se ruminar, se criar eh remoer-se, a gente se espiar conosco, né, nesse auto perdão. É o que eu desejo de coração. Não sei se a história é contigo ou com alguém próximo, mas o melhor caminho é levar a positividade e a energia neural, porque atrai coisas muito boas para nossa vida. E aqui, Marcel Gên, estamos caminhando pro final. Eu tô feliz demais porque, meu Deus, o Brasil todo tá aqui conosco. Aqui tem, ó, a nossa irmã Ivanir, ela diz para ti o seguinte, que palestra brilhante. Obrigado, Ivanir, por tá sempre conosco aqui nos nossos secal em foco. A nossa irmã e Jane Braga, ela diz: "Parabéns, palestra rica eh como com muita propriedade, com muita propriedade. Obrigado, eh, Jane, agradeço por suas palavras. Aqui nós temos a Ivanir. Perdão é o ato mais sublime de amor ao próximo e para nós mesmos, né? Isso aí. Eu acho que o Marcel comentou, falou bastante disso, porque é um é um ato realmente salutar. Quer fazer algum comentário dessa fala da Ivania ou Marcel ou ou já deu por colocado nas suas falas anteriores, que aí também fica teu critério? Considero que a frase dela é uma de uma síntese muito bela, demonstrando como faz bem o perdão, nos tornando saudáveis e permitindo que a gente abra campo para relacionamentos igualmente frutuosos. >> Gratidão. Aqui nossa irmã Miriam diz: "Marcel, muito produtiva a sua explanação. Uma questão. Ah, Miram, onde tá essa questão, Miram? Ah, essa questão que a Miram já falou aqui, ela então tá elogiando sua palestra, mas a pergunta

iam diz: "Marcel, muito produtiva a sua explanação. Uma questão. Ah, Miram, onde tá essa questão, Miram? Ah, essa questão que a Miram já falou aqui, ela então tá elogiando sua palestra, mas a pergunta dela você já respondeu, que é a questão da da mágoa e dos das experiências que a gente vive, vivencia, que são necessárias pro nosso dia a dia e são parte do nosso planejamento. A Eva Nunes diz: "Marcel, é de uma leveza na transmissão de conhecimento referente à doutrina espírita. Também acho, Eva. Tô tendo oportunidade de ouvi-lo mais de perto aqui. Tu não sabe como é gratificante. Obrigada, Marcel. Eh, aqui temos outra fala, a Valdice Gama. Vivências do amor em família é maravilhoso. Recomendo. Eu acho que esse é o título da obra do nosso amigo Luiz. Vamos ver aqui embaixo, porque eu acho que ele deu o nome inclusive da obra. Mas vamos ver se é isso mesmo. Ah, deuscas salvando a minha noite, esse tesouro de conhecimento, ó, te mandou uma opção de coração, ó, correndo para te encontrar aí com a alegria do espírito de quem sai reflexiva. Obrigada, Diuscas, que Deus abençoe. Gratidão por estar conosco. Aqui a nossa irmãzinha Jaciene Lins. Excelentes esclarecimentos. Aí temos aqui, ó, a nosso irmão Correia, amigo Marcel, delibere, por favor, sobre reconcilia-te, como disse Jesus. Essa aí você vai ter que falar um pouquinho disso aí. Ele tá dizendo a fala de Jesus, né? Muito bom. Obrigada, Correia. Reconcilia-te com o teu adversário enquanto estás a caminho. É a recomendação terapêutica e profilática do próprio Cristo, pedindo que na própria estrada evolutiva que estamos marchando ao lado de tanta gente, a gente possa ir se reconciliando e perdoando quem nos ofende ou nos atinge, porque em verdade eles não sabem o que fazem. E à medida que vamos exercendo, nosso caminho vai ficando mais claro, mais limpo, mais leve e vamos prosseguindo sem as pesadas cangas do ódio, da animosidade, do conflito, da rebeldia, da vingança em relação a quem quer que seja. Quem fez vai responderar pelo desequilíbrio que

po, mais leve e vamos prosseguindo sem as pesadas cangas do ódio, da animosidade, do conflito, da rebeldia, da vingança em relação a quem quer que seja. Quem fez vai responderar pelo desequilíbrio que causou em si mesmo no conjunto de leis que estão esculpidas em sua consciência. Mas é fundamental que eu também me reconcilie comigo mesmo. Tem gente que não está brigado com ninguém, tá brigado consigo mesmo, tá em permanente estado de guerra consigo. Então, fazendo o conflito interno, está sempre malado, tá sempre rabugento, tá sempre com dificuldade de relacionamentos, torna-se uma pessoa amarga. E fica difícil hoje em dia, porque já temos amargô para todo lugar da vida. Qualquer lugar que eu olhar a política, a religião, a economia, eu encontro pessoas amargas. Então eu gostaria agora que de encontrar pessoas mais equilibradas. Como faz bem quando eu dialogo com a pessoa sensata, com a pessoa que me ouve e consegue me dar resposta sem me julgar, sem me pré-julgar, sem me preconceituar. A pessoa diz o que que ela acha e me faz sugestões e coloca um leque de possibilidades para mim escolher a melhor alternativa. Ela não disse: "Você tá agindo errado, faça isso". Parece um mestre impondo ao discípulo a lição. O bom mestre mostra o caminho, mas não faz a caminhada pelo discípulo. O discípulo vai experimentar o próprio caminhar e muitas vezes vai se equivocar nas escolhas da vereda, do caminho, da estrada. É natural. faz parte do aprendizado. Então, a reconciliação é com o outro, de fundamental importância e consigo mesmo, para que nos apli o caminho que sobe das profundezas da terra, dos aprendizados terrestres à culminanças do reino dos céus. >> Gratidão. Nós estamos aí avançando na hora. Peço desculpa pelo atraso um pouquinho. Luís Fernando, eu só vou comentar, ele diz que os nomes dos livros de Divaldo que eu organizei, citados por Marcel, são sexo e consciência e Vivências do Amor em Família. Gratidão, Luiz. Tá anotado aqui, eu já botei na minha lista de interesses. Muito obrigada aí pela tua

valdo que eu organizei, citados por Marcel, são sexo e consciência e Vivências do Amor em Família. Gratidão, Luiz. Tá anotado aqui, eu já botei na minha lista de interesses. Muito obrigada aí pela tua participação e por essa colaboração na divulgação da doutrina espírita, que por vezes se não fosse o teu a compilação, a gente não teria esse extrato aí de dois temas muito importantes. Aqui, gente, eu vejo, a gente já passou um pouco da hora, Marcel, mas há agradecimento, ó, lindas explicações. Eh, só gratidão a todos vocês, tá, gente? aqui, ó, a Jane também colocando nossos irmãozinhos aqui participando, ó. Eh, a, eh, gratidão, Marcel querido, e demais promotores desse momento tão especiais. Eh, aqui eu só deixo nosso enorme agradecimento que tudo isso só é possível acontecer porque a vocês, porque a gente tá aqui junto nessa grande caminhada, a nossa irmãzinha, boa noite a todos. sempre muito bom ouvir o nosso querido Marcel Manaus. Manaus, beijo aí para vocês. Que lugar, que cidade linda. O Brasil é rico e fantástico. A gente só tem gratidão. Boa noites a todos. Quero dizer, meu irmão Marciel, isso aqui é um recado para ti, a Susana, boa noite a todos. Que posso dizer a ti, meu irmão Marcel Mariano, apenas gratidão. Um abraço fraterno de Maceó, muita paz. E ela usou a palavra que eu digo, senhamos mais gratidão. E gratidão é três níveis. Gratidão pelo que chega de bom, gratidão pelo que não chega de ruim e gratidão até pelos nossos desafios. E aqui, meu irmão Marciel, fica uma lista que fica depois aí para você olhar de pessoas que com teu bálsamo, com teu conhecimento, com a tua ponte divulgadora da doutrina em forma temática de amorosidade, de conhecimento, de sabedoria, eh deu para cada um acalanto, o esse perfume agradável para cada um dos nossos irmãozinhos. Aqui eu vou pedir, já estouramos um pouco o horário, eu peço desculpa a quem tá conosco para que nosso irmão Marcel possa fazer um fechamento do trabalho dele, dessa exposição que ele fez, bem como nos brindar com uma prece final e depois eu

o horário, eu peço desculpa a quem tá conosco para que nosso irmão Marcel possa fazer um fechamento do trabalho dele, dessa exposição que ele fez, bem como nos brindar com uma prece final e depois eu volto para fazer o convite pro domingo que vem, tá bom, Marcel? Aí você faça aí um fechamento e, se possível, a nossa prece final. E aqui eu já gratidão para ti, >> a nossa profunda gratidão aos amigos, a Andreia Volsimar e o companheiro que coordenou também as atividades iniciais, os técnicos, ao Antônio Carlos, hoje ausente por motivo justificado, que nos convidou há alguns meses. a todos os amigos que nos enviaram estes estímulos, estes incentivos que recebo com profunda gratidão ao meu coração para a realização da tarefa de semeadura. O a seara do Cristo continua vastíssima e os seifeiros e servidores continuam escassos. Mas com esses estímulos renovamos a própria energia para continuar. Vamos orar agradecendo a Jesus. A bênção de encerrarmos este domingo sob as claridades diamantinas do infinito vertem sobre a terra nesse instante as emanações do psiquismo de Deus, atingindo cada ser, cada criatura vivente, senciente, a fim de que ela possa organizar a sua existência, produzindo o que seja de melhor. para todos nós, a profunda oblata de gratidão a Deus e a Jesus, recordando que dentro de um mês ele estará nascendo entre nós. Ele estará voltando pela manjedoura de nossos corações no seu Natal. E é importante que o recebamos em casa na noite de Natal, mas o recebamos também na nossa intimidade, esculpindo as suas diretrizes em nosso viver perante nós mesmos e perante o outro. Que o Senhor de bondade e luz dê a cada pessoa, cada internauta, uma noite de descanso, de refazimento e uma semana produtiva e rica de bênçãos na luz do trabalho. Deus seja louvado. Jesus sempre. Muito obrigada. Aqui mais uma vez agradeço Marcel Mariano pela tua disponibilidade. Eh, Marcel teve a tarde toda dirigindo para chegar em casa, para est aqui conosco com esse vigor, com essa iluminação. Que Deus abençoe. E aqui,

a vez agradeço Marcel Mariano pela tua disponibilidade. Eh, Marcel teve a tarde toda dirigindo para chegar em casa, para est aqui conosco com esse vigor, com essa iluminação. Que Deus abençoe. E aqui, antes de fazermos o encerramento completo aqui, aproveito para convidar os nossos irmãos, eh, para que na semana que vem, no caso no dia 30/11 de 2025, está conosco aqui no mais um Secal em Foco com a nossa irmã Juselma Coelho, que tá nos brindando com o tema O reino do amor começa em nós. Então, convidamos a todos que estão conosco até agora aqui também faço as escas que se passou, mas o assunto, o tema é riquíssimo e Marcel, que Deus abençoe. Gratidão, gratidão. Mantém-se conosco que a gente vai agora pro estúdio e eu agradeço a todos que nos acompanharam. Boa noite a todos os internautas, boa noite a cada um que estão no seu lar e der essa oportunidade de participar e tá aqui conosco. Um forte abraço e gratidão.

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