#228 - Embainha Tua Espada - Marco César Kruger da Silva - CEECAL EM FOCO

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 13/10/2025 (há 5 meses) 1:11:23 5 visualizações

Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 227 Expositor: Marco César Kruger da Silva Tema: mbainha Tua Espada Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 12/10/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Portal da Luz - 14ª Ure - Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita - Seguindo o lema "A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação" aqui estamos levando a todos catarinenses e ao mundo os eventos aqui realizados, bem como o intercâmbio entre expositores da nossa de terra e de outros estados oportunizando a todos um pouco mais de informação e conhecimento do espiritismo. A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal #chicoxavier

Transcrição

Uma boa noite a todos irmãos desse nosso planeta, né, desse nosso mundo maravilhoso que é esse planeta Terra. Terra. Boa noite aos nossos internautas, todos. Bom dia, boa tarde, porque muita gente assiste a palestra durante manhã, muito assiste à tarde, né? Estamos falando de Florianópolis e Santa Catarina. Estamos no ar com mais um programa Secão em Foco, que é o eh realizado pelo SECAL, Centro de Estudos Espíritos Caminho da Luz. O SECAL não é um centro espírita, é um centro de estudo que trabalha com essa parte de divulgação da doutrina espírita através de eventos como palestras, seminários, congressos, eh, e várias outras atividades como teatro e mais algumas outras. Vamos agradecer aos nossos parceiros que fazem parte dessa retransmissão, TV Secal, Web Rádio Fraternidade, GESZ, Instituto Goiano de Estudos Espírita, FEC TV de Santa Catarina, 14ª URE de Florianópolis, o Espiritismo Mediunidade e Rádio Portal da Luz. A todos os nossos parceiros que tá conosco nessa noite de hoje, uma boa noite e sejam todos bem-vindos com mais um programa da noite de hoje. Quem vai estar conosco hoje a primeira vez? o Marcos, eh, Marcos César Grupo, ele é o nosso querido palestrante da noite, ele é daqui de Florianópolis. Boa noite, Marcos, seja bem-vindo ao programa. >> Boa noite, Antônio. É uma alegria muito grande estarmos juntos aí para estudar um pouco mais o evangelho de Jesus aqui. >> Que assim seja. O Marcos, para quem não conhece ele, uma mini apresentação para ele é Marcos César Gruga da Silva. Ele vai trabalhar um tema hoje muito importante do Evangelho em Baainha Tua Espada e ele é trabalhador da Associação Espírito da Fé e Caridade de Florianópolis. Então, pela primeira vez, eu tenho certeza que é um tema que a gente estuda muito no evangelho, né? E muit das vezes a gente tem dúvida. O Marcos hoje vai conseguir fazer com a gente consiga destrinchar um pouco mais esse tema que Jesus nos passou há mais de 2000 anos, trazendo essa mensagem de paz e de conforto. Mas antes da gente

da. O Marcos hoje vai conseguir fazer com a gente consiga destrinchar um pouco mais esse tema que Jesus nos passou há mais de 2000 anos, trazendo essa mensagem de paz e de conforto. Mas antes da gente começar, vamos fazer uma prece para que a gente possa ter a o apoio da espiritualidade nesse momento. Peço humildemente a Mestre Jesus para que possa estar conosco nesse momento ao mentor do Marcos, a equipe espiritual secal, que nesse momento possamos ser instrumento de de evolução para levando essa palavra, essa mensagem do nosso pé de Jesus através da mídia, desse programa a todos os irmãos que esteja nesse momento assistindo ou que irão assistir posteriormente. Que a paz do divino mestre se faça presente agora e sempre. Marcos, a palavra é sua. Qualquer coisa eu toco no bastidores. Aí a gente volta no final pra gente ver se tem alguma pergunta, tá bom? Qualquer coisa chama a gente aqui. Boa palestra. >> Tá bom, meu querido. Muito obrigado aí pela oportunidade. Obrigado pelo carinho. Uma excelente noite para nós e que a mensagem do Cristo, a mensagem de Jesus possa ser a nossa inspiração sempre em todos os momentos. A própria Alcine nos convida a meditar sobre a importância do evangelho, dizendo que o evangelho é um vasto caminho ascensional. cujo fim nós não atingiremos sem o conhecimento e a aplicação de todos os detalhes. Então, hoje a gente vai se debruçar sobre um desses aspectos do Evangelho, que é uma passagem bastante conhecida, e vamos aí aprofundar um pouquinho esse esse estudo, esse entendimento. Então, eu gostaria de começar fazendo uma reflexão com todas, todos que estão ouvindo nesse momento essa live ou que vão assistir depois para que a gente pensasse numa pessoa que nos é muito cara, uma pessoa que nós gostamos, que nós amamos e pensar até onde que nós iríamos para defender ou salvar ou cuidar dessa pessoa se fosse o caso, se nós estivéssemos numa situação em que estivesse nas nossas mãos. então fazer alguma coisa para cuidar dessa pessoa. Então, se nós fôssemos pensar,

ou salvar ou cuidar dessa pessoa se fosse o caso, se nós estivéssemos numa situação em que estivesse nas nossas mãos. então fazer alguma coisa para cuidar dessa pessoa. Então, se nós fôssemos pensar, provavelmente nós diríamos que nós estaríamos agindo em função do amor que nós temos por essa ou aquela pessoa para poder ajudá-la. E esse amor também pode ser compreendido como esse próprio instinto que nós temos de cuidado, né, com relação a nós, com relação aos outros. E aí Kardec vai estudar um pouco desse assunto também e vai trazer um pouco de luz para esse entendimento sobre a questão do instinto, o instinto de conservação. Então lá na lei de conservação, ele pergunta se é da lei da natureza o instinto de conservação. E os espíritos então nos falam que sim, sem dúvida, todos os seres, todos nós temos em maior ou menor grau, segundo a nossa inteligência, esse instinto de conservação. Em alguns ele é puramente maquinal e em outros ele se dade em forma mais raciocinada, mais conjugada com a reflexão, né? E em outra obra que é obras póstumas, Kardec então vai trazer um pouco sobre esse entendimento, aprofundando o entendimento sobre eh o instinto de conservação e vai trazer luz sobre a questão do orgulho e do egoísmo. É muito interessante que ele vai dizer pra gente que o orgulho e o egoísmo, eles nascem de um sentimento natural, que é justamente o instinto de conservação. Então nós a princípio podemos pensar que esse instinto seria algo, quem sabe nocivo, mas que Kardec então nos explica, né? Ele vai nos trazer esse entendimento dizendo que todo instinto tem a sua razão de ser e a sua utilidade, porque Deus nada faz de inútil. Deus não criou o mal. O homem é que o produz abusando justamente dessas oportunidades, das leis de Deus, dos dons que Deus oferece. Então, quando o instinto ele tá contido nos seus justos limites, ele é um sentimento bom por si, porque ele nos protege para que a vida seja mantida e a gente possa aí dar consecução aos nossos objetivos maiores,

o o instinto ele tá contido nos seus justos limites, ele é um sentimento bom por si, porque ele nos protege para que a vida seja mantida e a gente possa aí dar consecução aos nossos objetivos maiores, que que é a evolução espiritual. Então, o problema não é o instinto em si, o problema é o exagero desse instinto, né? a exacerbação desse instinto em todas as áreas nas quais nós nos movimentamos na sociedade. Então, esse excesso de energia, essa busca para além das necessidades é então que vai gerar esse desequilíbrio e, por consequência as atitudes de orgulho e de egoísmo. Lembrando aí que o egoísmo é o vício radical segundo a doutrina espírita, né? Então, levadas às últimas consequências, a gente vai perceber que esse instinto, de forma exagerada, ele vai levar aí a subjulação, por exemplo, dos povos, atitudes de violência, a vontade de de exercer a nossa vontade com relação à vontade do outro, né? Uma um cerceamento da liberdade do outro, quando a princípio a gente entende que essa liberdade do outro ela nos fere, né? ela ela nos tira do nosso conforto. E a gente vai então observar aí na humanidade em diversos momentos acontecendo esses conflitos, né, que são justamente esse reflexo desse orgulho e desse egoísmo que nós ainda vemos presente em nós, porque o problema está em nós. André Luiz vai nos dizer que não há outro mal a temer, a não ser aquele que ainda exista dentro de nós. E esse processo de violência, de subjulgação, naturalmente vai dar aí origem às diversas guerras que a gente pode observar na humanidade, que trazem tanta tristeza, tanto sofrimento, tanta dor, tanta miséria, tantos problemas associados a ela. Tem uma um historiador, um professor chamado Will Duran, norte-americano, que tem uma obra chamada A história da civilização. E nesse livro, esse historiador, ele faz aí um percurso da história da humanidade e ele vai dizer pra gente, segundo seus estudos, que nos últimos 6.000 anos, nos últimos 6.000 1000 anos, apenas em 300 anos, de maneira intermitente, não não

aí um percurso da história da humanidade e ele vai dizer pra gente, segundo seus estudos, que nos últimos 6.000 anos, nos últimos 6.000 1000 anos, apenas em 300 anos, de maneira intermitente, não não sequencialmente, de maneira intermitente, somando todos os anos, nós tivemos períodos de plena paz, sem nenhuma guerra acontecendo. Então, a gente pode perceber aí como que essa exacerbação do nosso instinto de conservação, gerando em nós essas atitudes de orgulho e de egoísmo, eh se disseminaram na nossa história enquanto civilização a ponto de em 6.000 anos apenas 300 anos que a gente pode dizer aí que não houveram, não houve guerras na humanidade. Então é muito pouco tempo, né, nesses 6.000 anos. E a gente gostaria de relembrar aqui uma passagem, uma história, na verdade, que Divaldo conta muito em suas palestras, que é de uma guerra que aconteceu, que por ter acontecido durante a Primeira Guerra Mundial, de 1914 a 1918, essa guerra acabou não tendo tanta eh divulgação, que foi a guerra turcoarmênia, né, entre a Turquia e a Armênia, que aconteceu entre 1915 e 191. 17. Então essa guerra ela dizimou mais de 1.00.000 vidas. Então muitas pessoas morreram nessa guerra bastante cruel. E um dos casos dessa guerra narrados pelo Divaldo, é aquela em que um comandante turco com a sua tropa, ele adentra a uma casa de uma família armena onde havia um pai, uma mãe e duas filhas. E de cara essa esse esse comandante, esse comando, assassina então esse pai, essa mãe, abusa dessa filha mais nova, um adolescente ainda eh pouco tempo saída da infância, né? E depois a mata também. E a outra filha, um pouco mais velha, ela é levada junto com a tropa para servir a tropa, né? servir sexualmente aquela tropa. Então, a gente pode ver aí o requinte de crueldade que a exacerbação dos nossos instintos, né, levam eh fazendo a gente vivenciar situações bastante complexas e tristes de orgulho e de egoísmo, como a gente pode ver nessa situação. Se a gente volta um tempo aí, 2000 anos na época de Jesus, nós vamos ver que

ndo a gente vivenciar situações bastante complexas e tristes de orgulho e de egoísmo, como a gente pode ver nessa situação. Se a gente volta um tempo aí, 2000 anos na época de Jesus, nós vamos ver que também esses momentos de conflito, de guerras, eram muito comuns. Aconteceu muito. Tanto que Jesus, que nasce judeu, ele já nasce num povo que estava sendo subjulgado pelo regime romano, né? Então, os romanos dominaram aquela aquela região e mantinham os judeus, então, naquela circunstância com os seus escravos, né? Então eles estavam sujeitos ali ao julgo romano. E é interessante porque em toda a trajetória do nosso mestre, nesse momento, nesse ambiente, há essa passagem bastante significativa, que é justamente já no final do Evangelho de Mateus. Então Mateus é um evangelho que tem 28 capítulos. Então, lá no capítulo 26 de Mateus, um capítulo bastante longo, é narrada aquela passagem onde Jesus eh ele é recebido então pelos soldados e servos eh do templo para que ele fosse então preso, né? E naquele momento Pedro tentando defender o mestre, ele usa da própria violência costumaz daqueles outros que estavam cercando o mestre para poder defendê-lo. Então ele age com essa violência, ele desembainha a sua espada e ele fere o servo do sumo sacerdote Caifás. O fere na orelha direita. O nome desse desse servo era Malco, né? Segundo o Evangelho de João, capítulo 18. E naquele momento Jesus, parecendo que queria relembrar os seus ensinamentos durante toda a sua passagem, inclusive aqueles trazidos no próprio sermão do monte, ele adverte Simão Pedro e ele vai dizer: "Então, Simão Pedro, embainha a tua espada, porque todo aquele que com a espada fere, pela espada também perecerá." Então, o mestre nos mostra alguns pontos dignos de nota nessa passagem. Primeiro ele vai, a gente pode entender desse momento a advertência sobre a lei de causa e efeito. Então nós da doutrina espírita que compreendemos a lei da reencarnação, da pluralidade das existências, percebendo que há uma solidariedade entre as vidas, então o

ência sobre a lei de causa e efeito. Então nós da doutrina espírita que compreendemos a lei da reencarnação, da pluralidade das existências, percebendo que há uma solidariedade entre as vidas, então o que nós plantamos, nós vamos colher nesta ou na outra existência. Então, há uma lei de causa e efeito. Então, todo aquele que planta o mal, em algum momento, ele vai tá colhendo. E aquele que planta o bem, naturalmente também vai colher o bem. O próprio Kardec estudando a justiça divina segundo o espiritismo no livro O céu e Inferno ou A justiça divina segundo o Espiritismo. Eh, no capítulo 7, em que ele trata do Código Penal da Vida Futura, que são 31 artigos em que Kardec vai falar justamente sobre essa justiça divina, ele encerra esse Código Penal dizendo justamente isso. Tal é a lei a cada um segundo as suas obras na terra como no céu. Ou seja, onde nós estivermos, nós estaremos sempre plantando algo no solo da vida e em algum momento nós colheremos. Então isso nos faz pensar que obviamente se eu quero colher bonança, eu preciso plantar o bem. Mas se eu se eu planto eh dificuldade, medo, ódio, violência, subjulação, em algum momento provavelmente eu colherei a tempestade, colherei também o sofrimento. E justamente essa colheita, ela tem esse fim educativo, que é nos trazer para a responsabilidade dos nossos próprios atos. né? Então, quando a gente vai evoluindo moralmente e compreendendo essa máxima, nós vamos aperfeiçoando a nossa semeadura, de maneira que a gente possa cada vez mais plantar o bem e cada vez menos plantar o mal, seja por pensamento, por palavra ou por ação. Porque muitas vezes a gente acha que simplesmente fazer com as mãos é o necessário, mas o pensamento, como diz Emânel, ele é o gerador de tudo. Então, é importante que nós habituemos o nosso pensamento ao bem, que nós tragamos a mensagem do Cristo para próximo de nós e o nosso pensamento se ambiente com essa proposta de paz e de amor para que através do bom pensamento nós proferamos boas palavras e tenhamos

que nós tragamos a mensagem do Cristo para próximo de nós e o nosso pensamento se ambiente com essa proposta de paz e de amor para que através do bom pensamento nós proferamos boas palavras e tenhamos também boas atitudes. Mas voltando aqui à passagem de Mateus 26, então quando Pedro fere a orelha de Malco, eh um pouco antes, interessante que um pouco antes disso, na última ceia, Jesus traz, profetiza para os seus apóstolos, dizendo: "Esta noite todos vós me negareis. Todos vós me negareis." E Pedro fala: "Não, mestre, eu nunca te negarei". Então Jesus acrescenta: "Pedro, nesta noite mesmo, antes de o galá-lo cantar três vezes, ou melhor, antes de o galá-lo cantar, tu me negarás três vezes." E aí Pedro e os outros apóstolos dizem: "Senhor, ainda que eu precise morrer por ti, eu não te negarei." muita ingenuidade, muito falta de autoconhecimento, porque naquele naquele próximo dia, nos próximos dias, então todos eles se afastariam de Jesus, né? Mas é curioso, então, porque nessa sequência desse capítulo, né, eh antes dessa fala de Jesus, Pedro e os outros também já haviam negado Jesus. Então, no início desse capítulo, é aquela passagem que Jesus está na casa de Simão, o leproso. Então, Jesus se encontra lá com aquele irmão doente, Simão, leproso, e entra a mulher com um alabastro de umento muito caro e deposita então na cabeça de Jesus como um reconhecimento de amor, de carinho pelo mestre. E ela é então eh rechaçada pelos seus discípulos. Então eles falam: "Mas esse enguento é umento muito caro. Nós poderíamos vender esse ajudar muitos pobres." E aí Jesus diz: "Mas ela trouxe, ela fez uma bondade comigo. Por que tem tens os olhos maus? Aos outros, aos pobres, tereis de sempre, mas a mim não tereis em tão breve tempo, né? Então ali já começa capítulo 26 de Mateus. Aí na sequência acontece de que Jesus se retira para o Getsemmane para orar e leva com ele Pedro, se não me engano, João e Tiago. E aí lá orando, o que acontece? Os três acabam dormindo. Então Jesus está lá orando, conversando

e que Jesus se retira para o Getsemmane para orar e leva com ele Pedro, se não me engano, João e Tiago. E aí lá orando, o que acontece? Os três acabam dormindo. Então Jesus está lá orando, conversando com Deus. E quando ele se volta para os três, os três estão ali dormindo. E aí Jesus fala: "Ora, não pudeste vielar comigo sequer uma hora?" E continua orando. Volta para eles e mais uma vez estavam dormindo. E pela terceira vez também, né? Pedro e os outros, então, não conseguiram vigiar com Jesus, não conseguiram orar com Jesus, não conseguiram colaborar com essa ambientação. E aí a situação que nós já falamos de Pedro na casa da mulher com vaso. Então, nós podemos perceber que nesse nesse capítulo houve aí uma sequência de ações, uma sequência de de experiência, de vivências em que os apóstolos foram colocados à prova diante dos ensinamentos que já houveram podido ter contato com o mestre e tropeçaram, né, e utilizaram ainda do homem velho, utilizaram dos velhos hábitos para lidar com aquela situação. criticaram a mulher que buscou ajudar Jesus, não velaram com o mestre naquele momento. Pedro atinge o a orelha de Malco, né, pagando a violência também com a violência. E por último ainda Pedro nega o Cristo três vezes antes de o galo cantar. Então, nós podemos pensar que Pedro, claro que ele chorou amargamente diante daquilo que o mestre houvera profetizado e que ele já acreditava que já tinha ganhado a resistência moral suficiente para lidar com aquela situação. Chora amargamente, como muitas de nós, muitos de nós fizer, fazemos quando a gente também tropeça. Mas o interessante é que Pedro não paralisa. Pedro não paralisa. E Pedro, então, vai ser aquela rocha, vai ser aquela pedra fundamental, a pedra angular sobre a qual Jesus vai construir, né, a sua a sua igreja, segundo as palavras dele, a sua igreja interior, na verdade, né, que vai ser aquele que vai dar esse esteio após a volta do Cristo para as esferas espirituais. Então, isso é muito importante porque a gente tem uma

lavras dele, a sua igreja interior, na verdade, né, que vai ser aquele que vai dar esse esteio após a volta do Cristo para as esferas espirituais. Então, isso é muito importante porque a gente tem uma tendência a ficar preso nos equívocos que nós cometemos. Então a gente tropeça, fica preso aquilo, fica se amargurando, fica lamentando, mas não avança. Então é importante ter essa visão de tropeçar, levantar, refazer a rota e continuar seguindo, né? Mas é curioso então nessa situação do final da existência material de Jesus, pois que o mestre mesmo já houver em muitos momentos dado o sinal, mostrado a rota segura, trazido à bússola que pudesse guiar os passos desses seus apóstolos e das pessoas também que conviviam com ele. Então, no próprio sermão do monte, que é Mateus 5, ou seja, 21 capítulos antes, Jesus vai dizer que bem-aventurado é o manso, porque esse herdará a terra. E bem-aventurado também é o pacificador, porque este será chamado filho de Deus. Então, as bem-aventuranças elas são convite também ao exercício da paz e da amorosidade, da resignação e da tolerância, da coragem e da justiça. Porque bem-aventurados os que só os que têm sede de justiça, porque serão saciados. Então, é uma conjugação desses fatores que Kardec então, compreendendo muito bem, vai colocar como a última das leis divinas, a lei de justiça, amor e caridade. A 10ª lei, capítulo 11º da terceira parte de livro dos espíritos. Mas no próprio sermão do monte é muito interessante que Jesus ele vai nos mostrar na prática, em detalhes inclusive qual deve ser a nossa postura diante das atitudes do mal, né? Então, aquilo que Pedro faz lá no capítulo 26 de Mateus, Jesus já houvera indicado o caminho certo lá em Mateus capítulo 5, no final do capítulo 5. Então, o mestre fala: "Aprendeste o que foi dito, olho por olho, dente por dente". Que é justamente aquilo que Pedro fez, né? Feriu com a espada aquele que iria também feri-lo com a espada. Eu, porém, vos digo, então o mestre vai ensinar, não resistais a mal, ao mal, ou

por dente". Que é justamente aquilo que Pedro fez, né? Feriu com a espada aquele que iria também feri-lo com a espada. Eu, porém, vos digo, então o mestre vai ensinar, não resistais a mal, ao mal, ou seja, não usa da violência para lidar com a violência, né? Dá outra face. Se alguém te bater na face apresenta outra face, a face do bem, a face da paz, a face da compaixão, a face da tolerância. Porque aquele irmão que usa da violência para subjulgar é um irmão ainda preso, ainda enrolado aos fios da inferioridade, que certamente irá sofrer muito as consequências da sua atitude. Mas se a gente rebate o mal com o próprio mal, nós estamos mostrando que nós estamos na mesma sintonia. Então, se nós nos colocamos na posição de cristãos verdadeiramente, é importante que nós nos esforcemos no mínimo para dar a outra face. Eu posso não conseguir ainda integralmente, mas eu preciso minimamente me esforçar para dar outra face. E aí, mais uma vez, Kardec compreendendo profundamente o ensinamento de Jesus, vai dizer que reconhece-se o verdadeiro espírita pela transformação moral e pelos esforços que emprega para domar as suas más inclinações. Então, o espírita verdadeiro não é aquele que já alcançou angelitude, é aquele que se esforça para domar as suas más inclinações. Mas o mestre continua. Então, aquele que bater na face dá também a esquerda. Aquele que lhe pedir o vestido, dá também a capa. aquele convidá-lo a caminhar uma milha, caminha duas milhas. Dá quem te pede e não te desvie daquele que quiser que lhe empreste. Olha que interessante. Então são elementos da prática da vida comum que nós podemos aplicar no nosso dia a dia como roteiro de verdadeira felicidade. Porque aquele que paga o mal com o mal tá semeando o mal e necessariamente vai precisar se reajustar perante a lei de Deus. Aquele que já paga o mal com o bem está liberto da necessidade de vivenciar a esses males, esses tropeços, né? E é muito curioso, esses dias, conversando com um amigo, falando sobre essa passagem, ele vai dizer: "Olha, mas tem

om o bem está liberto da necessidade de vivenciar a esses males, esses tropeços, né? E é muito curioso, esses dias, conversando com um amigo, falando sobre essa passagem, ele vai dizer: "Olha, mas tem uma mensagem do Emânuel que se chama A segunda milha", né? A segunda milha. E nessa mensagem, resumidamente, que está no livro Cartas do Coração, Emanuel vai nos dizer que nós precisamos aprender a ceder para os outros se nós queremos ajudar. Porque muitas vezes a nossa ajuda é uma ajuda ainda envieszada, é uma ajuda que busca mais atender ao nosso interesse pessoal do que aquilo que realmente o outro irmão precisa ou outro irmão necessita. Então, ainda mostra esse laivo de orgulho e de egoísmo que nos preenche na própria boa vontade de fazer o bem, né? Então, é preciso aprender a ser para os outros, ou seja, entender qual que é a necessidade do irmão e fazer o bem de acordo com a sua necessidade. Quando alguém chegava para Jesus pedindo alguma coisa, Jesus falava: "Que queres que eu te faça?" Nã queres que eu te faça? Ou seja, ele respeitava o interesse daquele que vinha lhe pedir e não tentava impor a sua vontade de bem, a sua noção de bem, né? E aí, Emmanuel, nessa mesma mensagem vai nos dizer o seguinte: "Não conseguirás ajudar o criminoso com chibatadas verbais, né? Então, não é criticando o criminoso que eu vou ajudar o criminoso, eu tenho que dar a outra face. Não é humilhando aquele que se desviou que eu vou conseguir ajudá-lo a voltar pro caminho reto. É amparando, né? Não é colocando o dedo na chaga do irmão sofrido, do irmão doente, que eu vou conseguir ajudar esse irmão. É trazendo ele para a saúde, trazendo ele para um caminho salutar, né? Então essa mensagem em segunda milha nos ajuda mais um pouco a entender, dar a dar essa outra face, a caminhar essa segunda milha, né? Tem uma outra mensagem também que se chama Na Vinha do Senhor, contada pelo irmão X no livro Contos desta e da outra vida. Então essa mensagem é muito interessante porque conta que após a crucificação de

uma outra mensagem também que se chama Na Vinha do Senhor, contada pelo irmão X no livro Contos desta e da outra vida. Então essa mensagem é muito interessante porque conta que após a crucificação de Jesus e o retorno dele à vida espiritual, Pedro se instala então naquele ambiente onde seria conhecido como a casa do caminho, onde eles fariam um lindo trabalho de acolhimento, de caridade, né? Então ele tava ansioso porque junto com o mestre era trabalho o tempo inteiro, curando, pregando, caminhando com o mestre. Então ele ficou meio órfão dessa orientação do que fazer. E aí ele pede fervorosamente para Jesus que Jesus o orientasse no trabalho a ser feito. E aí Jesus aparece para ele em deslumbramento, ele se emociona e Jesus fala: "Amanhã, Pedro, amanhã te mandarei trabalho". Então Pedro dorme, né, ansioso, acorda, arruma a casa toda, coloca flores no belezando a casa muito cedo. E quando está ali no seu repasto, na sua primeira refeição, eis que adentra de súbito na sua casa Joaxás. Joachás era aquele homem malfeitor, conhecido pela cidade toda e que estava ali sendo escoaçado pelas pessoas e busca naquele ambiente da casa de Pedro um ambiente seguro onde ele possa se refazer. E Pedro que faz? Coloca Joachaás para fora, dizendo: "Malfeitor nenhum vai entrar nessa casa, porque essa casa é a casa de Jesus e aqui não é o seu lugar." Ali pelo meio-dia, Pedro então já um pouco ansioso porque o trabalho não chegava. Eis que para na porta da sua casa Júia. Júia era a mulher da vida que desde cedo houvera sem orientação, se entregado aos prazeres da vida, atendendo aos eh instintos aí inferiores, né, de quantos irmãos se entregam aí à exacerbação desse instinto sexual. Mas ela já estava cansada, já buscava um amparo, já buscava uma nova orientação. Então ela busca a Pedro para receber essa orientação. Mas Pedro da mesma maneira a coloca para fora, né? Coloca para fora dizendo que ela não poderia macular aquele ambiente porque aquela era a casa de Jesus e ela mereceria ser

a receber essa orientação. Mas Pedro da mesma maneira a coloca para fora, né? Coloca para fora dizendo que ela não poderia macular aquele ambiente porque aquela era a casa de Jesus e ela mereceria ser santificada e pura. E Pedro ansioso porque o trabalho não chegava à noite, então, quase noite, fim de tarde, eis que se abra a sua porta Jarim. Jarim era aquele homem que vivia constantemente alcoolizado, constantemente fora de si, e bate na porta de Pedro, meio inconsciente, mas intuitivamente buscando um consolo, amparo, uma orientação. E da mesma maneira, Pedro inadvertidamente diz que aquele lugar não era um ambiente, que ele iria eventualmente sujar e que ele deveria se retirar. E Pedro então fica desolado, triste, porque o mestre não houvera cumprido a sua promessa de mandar trabalho para ele. E um pouco antes de dormir, faz novamente fervorosamente a sua oração. E paraa sua surpresa, o mestre aparece. E ele então, bastante emocionado, fala: "Senhor, aguardei o dia inteiro, mas mas não me mandaste trabalho". Como não, Pedro? Te mandei três irmãos necessitando orientação, consolo, auxílio, mas todos eles tu colocaste para fora da nossa casa. E aí Pedro compreende que esse é o trabalho, esse é o trabalho do mestre, ajudar aqueles que necessitam. E aí Pedro chora mais uma vez amargamente e Jesus fala para ele: "Pedro, quando quiseres alguma orientação, abre o evangelho, lê o evangelho e terás ali a orientação segura". Então, quando Jesus então volta, né, se desfaz a imagem de Jesus, Pedro vai correndo as anotações de Levi, que era o que eles tinham, e aí ele abre ao esmo e lê aquela passagem que Jesus fala: "Não são os sãos que precisam do médico". Então, é importante que nós compreendamos que o sacrifício com Jesus é o sacrifício da ajuda ao próximo. Quando o próximo chega até nós adoentado, com dificuldades, com transtorno, é nosso irmão que está requisitando de nós a outra face, não a mesma face, não a violência, não a recriminação, não a indisposição, mas a paciência, a tolerância, a palavra

ficuldades, com transtorno, é nosso irmão que está requisitando de nós a outra face, não a mesma face, não a violência, não a recriminação, não a indisposição, mas a paciência, a tolerância, a palavra de conforto, a palavra de entusiasmo que possa ajudar esse irmão de alguma forma a buscar esse reequilíbrio. Então Jesus trazendo essa mensagem é reconhecido como o príncipe da paz. Isaías 600 700 anos antes de Cristo já apregoava que viria um homem, uma criança, que traria eh esse entendimento mais amplo das leis de Deus e que seria, dentre outros atributos, o príncipe da paz. Isaías capítulo 9 versículo 6. E muitas vezes a gente entende que paz significa passividade. E Emanuel, então muito perspicaz na sua compreensão do evangelho e na sua interpretação, ele nos convida a pensar sobre essa esse entendimento. E tem uma mensagem que ele intitula eh círculos intercessórios. E no meio da mensagem, ele vai dizer que eh mestre Jesus, ele é o príncipe da paz. Contudo, é imprescindível raciocinar o que seria do cristianismo se Jesus estivesse entrado em acordo com os fariseus, né? Que a princípio poderia parecer isso, não é? ele como pessoa de paz entrar em acordo com a iniquidade do tempo dele, mas não. Embora sem usar a violência, ele mantém a sua consciência tranquila e o seu entendimento das leis de Deus, né? Porque a gente imagina muitas vezes que para ser eh para estar de acordo com o entendimento que nós temos das situações, a gente precisa violentar o pensamento do outro. Não. Então Jesus não violenta consciências, mas ele mantém a sua consciência tranquila, exercendo a vontade de Deus naquilo que ele houvera se proposto, né? Então, nós podemos exercer a paz sem o pacifismo. Nessa mesma mensagem, Emanuel nos convida a pensar o seguinte, ele vai dizer que o mal empreende o ataque. Então, é muito da atitude eh em em desregramento com as leis de Deus, o ataque, a agressão, a violência, o terror, ou seja, a subjulação que a gente tem falado. Mas ele vai dizer que o bem organiza a

Então, é muito da atitude eh em em desregramento com as leis de Deus, o ataque, a agressão, a violência, o terror, ou seja, a subjulação que a gente tem falado. Mas ele vai dizer que o bem organiza a defesa, né? Como é que o bem age? O bem age através do direito, da democracia, criando possibilidades. E aí ele vai dizer que o bem eleva sentimentos e consciências. Então, o bem e o mal são incompatíveis, né? Ou a gente tá do lado do mal, praticando a violência, agredindo, ou a gente tá do lado do bem, buscando energias novas, elevando sentimentos e consciências, colaborando com a paz. Então essa mensagem de Emanuel nos ajuda a entender essa diferença de paz e passividade. E aí nós trazemos aqui um exemplo, um exemplo de um homem que esteve entre nós, encarnado, que nós poderíamos dizer que foi um grande cristão, embora não se autointitulasse como tal, né? Porque verdadeiro cristão não é aquele que se intitula como tal, é aquele que vive o preceito moral do Cristo, né? E esse homem, então, ele viveu. E tem uma passagem da vida dele, que é a marcha para o sal, que tá muito bem relatada no livro, ou melhor no filme, que leva o seu nome, Gand, em que ele, entendendo o sofrimento dos seus irmãos e através da atitude de paz, ou seja, de não violência, ele vai então eh trazer a compreensão de que aqueles aqueles es eh recursos naturais que poderiam favorecer o processo de autonomia do seu povo, do povo indiano, deveria ser usado como tal, porque naquela época havia um monopólio, né? Eh, os ingleses então monopolizaram o uso do sal indiano, como a Índia era uma colônia. E Gand, então, através da não violência, da desobediência civil não violenta, vai fazer essa marcha simbólica até essas esses lugares onde se produzia o sal para justamente mostrar que esse sal ele era um sal indiano, portanto deveria servir também aos interesses do povo indiano, né? E para quem já viu esse filme, ou melhor, para quem não viu, é muito interessante a cena. Foi muito bem feita essa cena em que esses hindus eles eh buscam caminhar

aos interesses do povo indiano, né? E para quem já viu esse filme, ou melhor, para quem não viu, é muito interessante a cena. Foi muito bem feita essa cena em que esses hindus eles eh buscam caminhar até essas salinas, mas eles são detidos pelos soldados britânicos sem qualquer tipo de reação violenta. É fantástico. Olha, para quem fala, para quando a gente fala de dar a outra face, de pagar o mal com bem, nós vamos entender muito bem esse preceito nessa passagem. Então, esses hindus eles caminham para aquilo que seria esse recurso deles próprios, do povo indiano, porque fazia parte do seu país. E eles são covardemente agredidos pelos soldados, claro, amando, né, do governo, enfim, mas agredidos pelos soldados britânicos sem qualquer tipo de reação violenta. Então eles, claro, naturalmente são violentados, caem no chão, são retirados pelos outros hindus e uma nova leva de hindu busca reagir. Claro que eles não conseguem adentrar, mas o que acontece é que houve uma cobertura da imprensa mundial e foi tão vergonhosa essa situação para os britânicos que essa e mais outras atitudes então conseguiram aquilo que o Gand e os seus irmãos buscavam que era a independência. da própria sem violência, dando a outra face, não pagando mal com o mal, mas sim pagando mal com o próprio bem, né? E aí já e caminhando aqui pro encerramento do nosso estudo, há uma mensagem de Emanuel também que é que está intitulada Embainha a tua espada. Então, Emanuel vai nos mostrar ou vai nos relembrar, vai nos fazer ressentir essa ideia de que a guerra ela sempre foi um grande temor, né? Qual de nós aí vendo hoje as situações de guerra no mundo não se atemoriza vendo os nossos irmãos sofrerem tanto diante daquilo que se coloca enquanto violência, enquanto subjulação de um povo para com o outro. Então, a guerra causa dores, destruição, que muitas vezes levam anos para serem, né, para para ser reconstruída, sentimentos de ódio, de rancor, dias de sofrimento e que vão levar tempos paraa regeneração.

, a guerra causa dores, destruição, que muitas vezes levam anos para serem, né, para para ser reconstruída, sentimentos de ódio, de rancor, dias de sofrimento e que vão levar tempos paraa regeneração. Mas Emmanuel vai dizer que isso também acontece dentro de nós. Essas guerras que se exteriorizam na sociedade também vivenciamo-las dentro de cada uma, de cada um de nós. Quando nós abrimos luta, quando nós lutamos contra o nosso semelhante, seja por pensamento, por palavras ou por atitudes. E aí Emuel vai nos dizer que muitas vezes alguns segundos de equívoco, algumas atitudes de segundos podem levar a séculos de sofrimento que nós estaremos plantando no nosso no solo da nossa própria vida, né? E que vão nos levar aí a existências e existências aflitivas de de tristeza, de sofrimento e de expiação. Então, Emanuel nos convida a fazer a paz. fazer a paz com aqueles que nos cercam, lutando contra as sombras que ainda estão dentro de nós. Porque se nós agimos de maneira violenta, pagando mal com mal, nada mais é do que uma própria exteriorização do mal que ainda exista, que ainda existe dentro de cada uma, de cada um de nós, né? E aí Emuel vai trazer nas suas nas suas simbologias também, né, com relação ao evangelho, que a própria cruz do mestre tem a forma de uma espada que aponta para baixo, ou seja, que não se utiliza para ferir, né? Então essa cruz ela nos mostra que o caminho é o trabalho de de transformação interior. Não é a violência contra o outro, não é o combate contra o outro que vai nos ajudar na nossa evolução espiritual, mas o combate contra nós mesmos, que é o bom combate que o nosso irmão Paulo nos traz constantemente, né? Então, diante das situações de amargura, diante das situações de violência, diante das situações de em que nós somos aí de indiferença com relação aos nossos irmãos, que nós possamos embanhar a nossa espada, embanhar a nossa espada e dar a outra face, sempre a face do bem, a face da paz, a face da tolerância. diante de uma atitude agressiva, que a gente possa respirar um

possamos embanhar a nossa espada, embanhar a nossa espada e dar a outra face, sempre a face do bem, a face da paz, a face da tolerância. diante de uma atitude agressiva, que a gente possa respirar um pouquinho, 5 segundos, e pensar antes de reagir. Sem dúvida alguma, a nossa ação vai ser muito mais pertinente do que a nossa reação. E nós não estaremos eh incidindo no mal que temos aí realizado durante séculos e talvez milênios. Como nos diz Emmanuel, contra o nosso anseio de claridade existem séculos em que nos comprazíamos no mal. Então o mal durante muito tempo foi o modus operante da nossa ação com relação a nossos irmãos. Então, é preciso respirar profundamente, trazer o Cristo para perto e pensar o que Jesus faria. Eventualmente, obviamente, eu não vou conseguir realizar exatamente o que o mestre realizou, mas que eu possa caminhar na direção do mestre, buscando se aproximar daquilo que o mestre propôs. E sem dúvida, eu estarei plantando muito mais o bem do que o mal e tendo muito menos coisas aí a resgatar, a liquidar enquanto fator espiritual na minha caminhada evolutiva. E aí a gente volta lá pra história do início, não sei se vocês lembram ainda, a gente começou a contar a história da jovem armena, né? Então nós vamos terminar a conversa aqui retornando para essa história da jovem Armênia. Então aquela jovem que é levada junto com os soldados, fica ali durante muito tempo servindo como objeto para eles, até que ela consegue em algum momento se desvencilhar já no final da guerra daquele pelotão e ela vai pra Turquia. E lá na Turquia, ela sente vontade, um desejo, uma vocação para fazer o bem, para ajudar o próximo. e ela entende que através da área da saúde ela poderia colaborar e ela vai estudar a enfermagem e se torna então uma enfermeira e passa a trabalhar num hospital de bastante renome naquele ambiente que recebia naturalmente muitas pessoas em situações bastante lamentáveis e vai se destacando tanto pela sua habilidade em lidar com as dores do outro quanto pelas

de bastante renome naquele ambiente que recebia naturalmente muitas pessoas em situações bastante lamentáveis e vai se destacando tanto pela sua habilidade em lidar com as dores do outro quanto pelas suas características morais que ela houvera desenvolvido também. ao longo desse processo. E mais ou menos ali uns 10 anos depois eles recebem no hospital um homem bastante sofrido, de uma forma bastante lamentável, em que a sua pele já apresentava aí a decomposição e naturalmente imaginavam que ele não duraria mais do que duas ou três semanas. E como nenhuma enfermeira se colocara de prontidão para ajudar aquele homem, dada a sua condição, que inclusive exalava um cheiro de bastante eh eh bastante forte, né? aquela eh o o o presidente, o diretor daquele hospital, ele lembra dessa enfermeira pelas suas qualidades morais e chama ela e ela atende então ao chamado de acompanhar aquele homem pel aquelas últimas duas ou três semanas que lhe restavam dada a sua situação. Mas pra surpresa de todos, aquela situação, aquele tempo daquele homem vai se estendendo de duas, três semanas, passa para um mês, dois meses, impressionando a todos, ele vai também se curando, ele vai conseguindo ali alcançar a saúde até que ao cabo de 5, se meses, ele se estabelece fisicamente e ele é curado. E quando aquilo acontece, ele se dirige, então ao diretor do hospital, surpreendido por porque ele mesmo não acreditava na sua cura. E ele agradece efusivamente esse doutor do esse diretor médico do hospital. E esse diretor fala que todo o mérito daquela ação tinha sido de uma enfermeira, uma enfermeira com coração muito grandioso. E ele então quer conhecer essa enfermeira que houvera curado a sua vida, porque ele já havia sido desenganado dessa existência. E quando ela vem até ele, eles começam a conversar, ele vai agradecendo, ele percebe então que ela tem uma um sotaque armeno, né? E aí de repente ele cai em cima. Aquela jovem, aquela jovem enfermeira fora então aquela menina que ele houvera com a sua tropa. Ele era o comandante

rcebe então que ela tem uma um sotaque armeno, né? E aí de repente ele cai em cima. Aquela jovem, aquela jovem enfermeira fora então aquela menina que ele houvera com a sua tropa. Ele era o comandante subjulgado e abusado cotidianamente durante um longo período de tempo. Então ele cai prostrado aos seus pés com um choro convulsivo. E quando ele se restabelece, ele diz: "Mas, mas por quê? Eu matei seus pais, violentei e matei a sua irmã. Nós te violentamos durante meses, mais de ano, e ainda assim tiveste a coragem de não me matar. Por quê? Então, ela fala para ele que quando ela volta, ela vem paraa Turquia. Ela conhece uma comunidade cristã, estuda o evangelho do mestre e entende a mensagem do mestre de dar outra face, de pagar o mal com bem. Então, fiel à sua consciência naquela atitude de grande sacrifício, ela acaba pagando o mal com o bem. Aquele que houvera sido o seu grande algóz é tratado por ela com um amor. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Que tarefa difícil, imagino. Mas sem dúvida uma vitória espiritual que ela houvera podido conquistar nessa sua existência e que com certeza ele grangeará muitos bens na vida porvendura. Então, meus irmãos, minhas irmãs, o convite é para que nós possamos nos inspirar nesses mártires do amor, nesses gênios do amor, como nos diz Divaldo Franco, e possamos então embanhar a nossa espada diante da violência do mundo, reconhecendo nesse irmão que ainda age com violência, ainda age com agressividade, um irmão espiritualmente doente, um irmão espiritualmente desencaminhado e que com a nossa paz, com a nossa outra face, com a face do bem, a gente tem a oportunidade de trazer através do nosso exemplo para o bom caminho. Amai-vos uns aos outros como eu vos amo. Que o Cristo então inspire a nossa caminhada no nosso dia a dia, nos ajudando a viver o seu evangelho cada vez mais. Obrigado aí pelo carinho, pela oportunidade dessa conversa e nós desejamos a todas e todos aí uma excelente semana. Nosso querido Antônio. >> Muito bom, meu garoto. Parabéns, linda

elho cada vez mais. Obrigado aí pelo carinho, pela oportunidade dessa conversa e nós desejamos a todas e todos aí uma excelente semana. Nosso querido Antônio. >> Muito bom, meu garoto. Parabéns, linda palestra. É um tema difícil de trabalhar, né, Marcos? Porque hoje a sociedade a gente vive num contexto muito difícil devido ao materialismo que tá muito forte no nosso mundo, né? Aí atrelado ao egoísmo, ao orgulho e muit das vezes a gente não para para pensar, a gente quer resolver os problemas nossos. Esquece que o verdadeiro cristão é aquele que sabe trabalhar o outro, porque o outro é a nossa reforma íntima, vamos dizer assim, né? A nossa forma de buscar compreender oamento de Deus. como trabalhar essa reforma íntima diante desses obstáculos que nós temos diariamente em nossa jornada como o egoísmo e o orgulho. Marcos, >> olha, eh, não é fácil, né? que a gente tem que mudar o modos operand, a gente tem que ampliar a nossa consciência, a nossa visão com relação à situação. Eu acho que uma das formas de a gente conseguir trabalhar isso na gente é entendendo que o irmão que sofre, o irmão ou melhor, o irmão que acaba agindo para conosco com violência, com alguma atitude de agressividade, no fundo ele tá exteriorizando algo que tá dentro dele, né? Então o problema não somos nós, né? Quem tá com esse mal dentro é aquele irmão. Ou seja, esse irmão ele tá sofrendo simplesmente pelo fato de ele estar exteriorizando aquele mal. Então o problema muitas vezes não somos nós, é a forma daquele irmão lidar com com a com as situações da vida. Então acho que isso ajuda muito, né? E aí a gente, claro, vai buscando aí eh entender primeiro eh para não reagir, para não revidar aquele irmão diante dessa situação. E quando nós nos nos percebemos nesse ímpeto de agir com violência, com agressividade, com intolerância, eh nós entendermos aquela frase de Jesus: "Que buscais?", né? né? Então, quando aqueles apóstolos se aproximam de Jesus, ele pergunta: "Que buscais?" Ou seja, o que que essa atitude minha tá

lerância, eh nós entendermos aquela frase de Jesus: "Que buscais?", né? né? Então, quando aqueles apóstolos se aproximam de Jesus, ele pergunta: "Que buscais?" Ou seja, o que que essa atitude minha tá revelando de mim, né? O que que é essa minha atitude de indiferença, de agressividade, de preconceito, de intolerância com aquele irmão tá revelando de mim que é isso, né? Tudo aquilo que eu faço é algo que eu já tenho, que eu coloco para fora. Então, entender que as situações da vida elas nos ajudam a perceber quem nós somos, são o reflexo, né, o espelho daquilo que nós já somos, nos ajuda a ficar mais atentos a nós mesmos, para que a gente não aja eh no automatismo do dia a dia, para que a gente perceba aquilo que a nossa ação revela de nós. E uma vez compreendendo isso, a gente procura exercitar o outro lado através do bom laboratório, que é a prática do bem. Então, bom, se eu vejo que eu sou uma pessoa ainda impaciente, que eu ajo muito impacientemente com o meu filho, com o meu pai, com a minha mãe, com o meu cônjuge, com a minha cônjuge, eu vou proativamente criar situações em que eu vá desenvolver essa paciência, seja no trabalho espírita, seja no meu trabalho profissional, enfim, para que isso seja um exercício. A gente a gente faz tanto curso para tanta coisa na vida, né? curso superior, curso técnico, curso, mas a gente não entende esse nosso processo evolutivo com esse curso essencial que é o curso do espírito, né? Então eu acho que essa atenção à nossa reação diante da vida e esse cuidado para exercitar a outra face nos ajudaria muito a lidar com essa esse trabalho de autoconhecimento. Aí >> é verdade que o processo que a gente trabalha hoje no nosso dia a dia, constantemente estamos coloc sendo colocado à prova, né? Porque você tem ali o seu lar, que é o principal mundo de evolução, né? que você vai est trabalhando com sua família, parente, como você falou aí, mas tem também o nosso próximo. Quem é nosso próximo? O outro, por mais que não esteja do nosso

ncipal mundo de evolução, né? que você vai est trabalhando com sua família, parente, como você falou aí, mas tem também o nosso próximo. Quem é nosso próximo? O outro, por mais que não esteja do nosso lado, mas é o nosso próximo, né? E a gente tem que saber respeitar com todos os aspectos, fazer mudar esse conceito de trabalhar o egoísmo, trabalhar o ioguro e buscar compreender esse ensinamento de Deus no sentido de evolução, porque é através deles que a gente vai buscar essa compreensão, né? Um todo. Tem duas perguntas, não fala a memória. Vamos lá. Ela vai colocar uma vez pela TV Secal. Os ensinos do mestre são perfeitamente lógicos se considerarmos o atual estágio evolutivo da Terra e a lei de causa e efeito. Como entender os ensinos e não ferir os outros? A pergunta bastante interessante, né? Eh, bom, a gente pode pensar de várias maneiras aí, mas uma forma de pensar talvez seja o estudo constante, ele é necessário, porque, eh, cada vez que nós damos um passo no nosso processo evolutivo, a gente vai compreendendo nuances do próprio evangelho que a gente não compreendia antes. Então, eh, tá sempre em contato com a mensagem do de Jesus, do Cristo, estudando, lendo, participando de estudos. É importante e aquilo que nós falamos anteriormente, né? Eu acho que eh dá mais atenção à nossa reação ou a nossa ação diante das diversas situações da vida. Então, a gente vai entender qual que é o móvel ou buscar entender ou buscar eh estudar qual que é o móvel daquela minha reação, daquela minha ação que eu considero que talvez não tenha sido a mais adequada ainda, né? Será que eu sou uma pessoa que precisa desenvolver mais a paciência ainda, um pouco mais a tolerância, um pouco mais a compaixão, um pouco mais a indulgência? Então, na minha reação, eu percebo o que que me falta ainda. Então, claro, aí nós vamos ser proativos. Eu acho que uma coisa que a gente pode pensar eh eh esse entendimento de sermos protagonistas, porque muitas vezes a gente vai deixando as situações da vida

. Então, claro, aí nós vamos ser proativos. Eu acho que uma coisa que a gente pode pensar eh eh esse entendimento de sermos protagonistas, porque muitas vezes a gente vai deixando as situações da vida nos nos levar, né? Mas nós temos que ter uma atitude protagonista em relação à nossa evolução espiritual. Então não é só esperar que a situação apareça, eu criar situações novas, aquilo que Emanuel fala, criar energias novas. Então, se eu me percebo uma pessoa ainda eh preconceituosa em alguns aspectos, eu vou trabalhar isso. Eu não vou esperar que a situação apareça para que eu me perceba diante daquela situação. Eu vou trabalhar isso antes. Eu vou buscar ter atitudes não preconceituosas no meu dia a dia. Eu vou exercitar isso aí que daí quando a situação aparece, né, imagina-se que nós já vamos ter aí caminhado um pouquinho nessa situação. Então acho que o estudo, a leitura, trazer pro dia a dia e a gente buscar se perceber na nossa reação e trabalhar aqueles pontos ainda frágeis na nossa caminhada evolutiva, né? E é um trabalho aí longo, né? Como fala auxílio, é um vasto caminho ascensional. Então também não desanimar, porque a gente vai cair, a gente vai tropeçar. Então isso vai acontecer inevitavelmente. Importante é seguir em frente, é continuar caminhando. É um dia de cada vez, né? Chico Xavier dizia, fez uma frase que ele falou uma vez, fico triste quando alguém me ofende, mas ficaria com certeza eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor. Então, quando a gente começa a perceber isso, né, em nós, né, parece que quando a gente cria aquela consciência do, vamos dizer assim, dos ensinamentos de Jesus e você faz algo que não condiz com sua forma de pensar, você fica, no meu caso, eu sou assim, não serve com você, você fica com aquela coisa na mente um tempão. Por que que eu fiz isso? Por que que eu não deixei de fazer dessa forma? Fiz de outro jeito? Parece que você fica aquele complexo de culpa, né, querendo dar uma justificativa para um erro que você já fez, mas não tem que fazer, você tem que

não deixei de fazer dessa forma? Fiz de outro jeito? Parece que você fica aquele complexo de culpa, né, querendo dar uma justificativa para um erro que você já fez, mas não tem que fazer, você tem que tentar corrigir ele logo na frente, porque o que passou não tem o que fazer, mas você pode mudar ele na frente através de outra pessoa, como aquela passagem que você falou lá do Jesus com Pedro, mandou três pessoas para ele dar o conselho, sabemos dar. Nenhuma deles ele soube compreender, entendeu? É o que muit das vezes acontece conosco, não é não? É. E tu sabe, Antônio que eu me lembrei da uma passagem também, engraçado, falei agora e e e me fugiu aqui. Deixa eu ver se eu lembro de novo aqui. Pera aí. Ah, não, não vou lembrar. Pode continuar aí. Desculpa. Se se voltar eu se voltar eu comento aqui. >> Se tiver de será. Vamos lá. Mais uma. A Rosângela pergunta para você, Marcos, nesse mundo de incompreensões e injustiça, somos muitas vezes levados a nos defender de uma injúria, de uma ingratidão, ou seja, de uma injustiça. O que fazer para viver em paz? Eu acho que um exercício que pode nos ajudar nesse sentido eh é justamente esse, entender que o mal que nos chega não é o mal que nós temos, né? Eh, é o mal que se exterioriza daqueles irmãos que nos circundam ainda e que ainda vivem nessa zona, nessa zona de vibração mental e e e de comportamento, né? Então, eh, e, e claro que obviamente as pessoas que se acercam da gente não se acercam ao acaso. Sempre há um compromisso. Deus não faz nada inútil. Então, sempre que alguém se acerca de nós, tem ali algum aprendizado, tem ali alguma tarefa, tem ali algum ensinamento, né? Então, se eventualmente a ingratidão não chega, que que eu posso aprender com aquilo? Primeiro entender que aquele irmão age daquela maneira porque é uma condição dele, né? E segundo, que que eu posso fazer? Como é que eu posso dar a outra fase, né? E aí seria o antídoto. A gente pode pensar que, bom, é uma é um convite para que eu exercite mais a gratidão, porque se a

? E segundo, que que eu posso fazer? Como é que eu posso dar a outra fase, né? E aí seria o antídoto. A gente pode pensar que, bom, é uma é um convite para que eu exercite mais a gratidão, porque se a ingratidão me fere, é porque aquilo ainda sintoniza de certa maneira com alguma alguma questão minha, algum aspecto meu que eu preciso lidar, porque senão, né, como o Gand o próprio Gandy fala que ele já não mais perdoava, porque ele já não mais se ofendia, né? Então, Gandy já não mais se ofendia, logo não precisava perdoar. porque ele entendia que aquele mal que chegava até ele era uma fragilidade daqueles que o cercavam. Então, talvez seja isso. Qual que é o antídoto antídoto que eu posso mobilizar para lidar com essas situações? O próprio Cristo fala eh na quarta bem-aventurança, né? Bem-aventurados os que sofrem, os que têm sede e fome de justiça, porque serão saciados. Então, o mais importante é o que eu pratico, é a minha justiça. Então, se o mundo é injusto comigo, que eu possa reforçar em mim a minha justiça, a minha consciência e evitar me corromper com a justiça, porque muitas vezes aquilo ali é um teste pra gente, né? É um teste a nossa perseverança. E eu lembrei o que eu ia falar rapidamente. Aquela a passagem de de Saulo que vira Paulo é um convite também à perseverança, né? Porque o Paulo, o Saulo, ele matou muitos cristãos, inclusive o próprio Estevão. Então nós podemos pensar que Paulo, Saulo, poderia passar o resto da sua existência se lamentando pelo mal que ele fez quando ele se converte, mas não. Ele simplesmente recalcula a sua rota e, conforme diz Emmanuel, segue em frente com a mesma disposição que ele caracterizara nos tempos de segueira, né? Então, que a gente possa não se paralisar com o mal. Se eu me se eu me percebo ainda tropeçando, me equivocando, que eu reúno energias novas para buscar uma nova rota. Tropecei, levanta e e continua. Porque o nosso próprio orgulho, a nossa não aceitação do nosso erro faz com que nós nos paralisemos muitas vezes no mal que nós

nergias novas para buscar uma nova rota. Tropecei, levanta e e continua. Porque o nosso próprio orgulho, a nossa não aceitação do nosso erro faz com que nós nos paralisemos muitas vezes no mal que nós fizemos e não avancemos, né? Então, importante é avançar, seguir em frente. >> É verdade. O próprio Cristo nos disse, né? No mundo tereis aflições, eu venci o mundo. Você pega essa frase também do Cristo e trans traz pro nosso dia a dia, a gente vê que nós constantemente estamos temos aflições, entendeu? Só que a gente tem que aprender a trabalhar a mente no sentido de que, opa, é o ensinamento, o que que eu vou fazer com isso? Eu vou querer dar em troca a mesma ofensa ou eu vou querer aproveitar o ensinamento e aprender a lidar com as minhas dificuldades, né, levando esse ensinamento para que eu possa compreender o meu próximo. Então, é muitos ensinamentos. A gente tem que aprender a a entender a cada um no momento certo, porque a cada momento a gente tem aflição e a gente tem que aprender a lidar com cada uma no seu devido tempo, não é verdade? >> É. E quando a gente se coloca nessa posição de cocriador ainda, né, Antônio, de sabendo que nós somos, nós podemos ser instrumentos do Cristo. Então a gente, quando a gente percebe a injustiça, a gente vê ali uma oportunidade de trazer uma luz, de ser uma luz, como Cristo nos convidou, brilhe a vossa luz. Então, quando eu vejo a injustiça, que eu possa através do meu ato, ser justo. Quando eu vejo a intolerância, que eu posso através do meu ato trazer ali a tolerância. Quando eu vejo a impaciência, que eu seja paciente. Quando eu vejo a falta de amor, que eu seja amoroso. Porque inclusive isso vai atrair esses espíritos que estão aí trabalhando pela transformação do planeta e vão ver em nós esse ponto de luz. Então nós começaremos a vivenciar uma outra, tem uma frase de Emanuel que eu não vou lembrar agora em que ele vai, ele vai trabalhar um pouco esse esse assunto, né? ele vai nos nos colocar nessa posição de eh agentes atentos, eu

nciar uma outra, tem uma frase de Emanuel que eu não vou lembrar agora em que ele vai, ele vai trabalhar um pouco esse esse assunto, né? ele vai nos nos colocar nessa posição de eh agentes atentos, eu acho, se eu não me engano, né, de colaboradores atentos do próprio Cristo, né, instrumentos atentos do próprio Cristo. E isso aí, esse simples ato de trabalhar pelo bem, vai nos trazer uma felicidade que muitas vezes as facilidades, as questões do mundo não conseguem atender. A gente muitas vezes fica procurando, né, esse conforto, essa paz no mundo, mas é a paz do Cristo através da prática do bem que a gente deve almejar, que a gente deve buscar, porque essa é a verdadeira, essa não passa. Essa nem a traça, nem a ferrugem corrói e nem os ladrões arroubam e roubam. Essa fica dentro, todo o resto vai. Verdade. Pura verdade. A gente tem que aprender trabalhar o nosso eu e compreender todo esse ensinamento. Meu garoto, acabou-se as perguntas. Gratidão pela sua presença na noite de hoje. Tem alguns comentários ali que o pessoal agradece a sua participação pelo tema que foi colocado, né, que é um tema difícil, ó. Parabéns a todos envolvidos, gratidão por essa oportunidade. Deus abençoe a cada um, entendeu? que é um tema realmente complicado. A Luciana, gratidão pelos esclarecimentos. Eh, então o pessoal coloca, né, e muita gente que vai assistir depois também, né, porque nem sempre o pessoal agora, de repente muita gente que tá ainda na na estrada, que viajou, alguma coisa assim, geralmente depois assiste novamente a palestra, entendeu? Bom, eh, antes de você fazer as suas considerações finais, eu vou dar só um aviso aqui da próxima seco. Quem vai estar conosco vai ser nosso querido irmão Carlos Schmith, ele é o presidente do Secalvo. Ele vai estar falando conosco sobre o tema muito importante atual, porque é um processo que todos nós não vamos fugir dele. Todos nós um dia vai morrer e a gente precisa também trabalhar isso em nós, nossa família. Então, o tema que ele vai

ma muito importante atual, porque é um processo que todos nós não vamos fugir dele. Todos nós um dia vai morrer e a gente precisa também trabalhar isso em nós, nossa família. Então, o tema que ele vai falar é sobre vida após a morte. O que acontece após a morte? Então, no próximo domingo, dia 19/10, mesmo horário, 19 horas. Meu garoto, faça suas considerações finais, depois eu vou pedir para você fazer uma prece do encerramento da do programa de hoje, tá bom? >> Para eu fazer a prece depois. >> É, faz as considerações finais, depois você faz a prece para nós encerramento. Programa já. Tá já. Então, queria agradecer profundamente esse momento. Acho que falar sobre Jesus, trazer os seus ensinamentos paraa nossa vida é sempre muito importante, necessário e que nós possamos aí inspirados na mensagem de hoje refletir sobre as ações que nós temos tido e embanhar a nossa espada e trazer para fora o amor, trazer o carinho, trazer a outra face e colaborar realmente com Cristo na transformação desse mundo, entendendo que nós podemos ser então seus agentes colaborando para essa essa mudança planetária que acontece e para que a gente possa herdar como mansos que ele promete essa essa paz e esse mundo de paz que a gente espera ter, né? Então, obrigado mais uma vez aí e que a gente possa então unir nossos pensamentos, quem estiver junto conosco aí acompanhando e mentalizar muito a paz, mentalizar muito o amor. Que essa paz, que esse amor, que essas boas energias possam nesse momento alcançar. esses recidos do nosso planeta, esses cantos mais obscuros, onde o mal ainda graça, onde a tristeza ainda impele, onde a violência inadvertida ainda prevalece, para que esse nosso foco de luz ele possa ser centuplicado, multiplicado pelo Cristo e possa alcançar então cada coração, especialmente coração desses irmãos que ainda entendem que A dor e a violência são um caminho a ser tomado. Que eles possam compreender que através da paz, que através do caminho do bem, do amor, da tolerância, do respeito, é

ses irmãos que ainda entendem que A dor e a violência são um caminho a ser tomado. Que eles possam compreender que através da paz, que através do caminho do bem, do amor, da tolerância, do respeito, é que nós construiremos realmente um mundo de todo e melhor. Abençoa, Senhor, cada família, cada país, cada irmão. E que nós possamos sempre vibrar contigo, fazendo a nossa parte, colaborando com o Senhor. Que assim seja. >> Que assim seja. Uma boa noite a todos, irmãos e irmãs. Que possamos estar juntos novamente no próximo domingo aí. E o Marcos, vamos um pouquinho ali na no bastidor só para começar um pouquinho, tá? Gratidão a todos e boa noite a todos. Boa noite,

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