#225 Nós no Contexto da Parábola da Ovelha Perdida - Samia Awada - CEECAL EM FOCO

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 22/09/2025 (há 6 meses) 1:17:46 50 visualizações

Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 225 Expositor: Samia Awada Tema: Nós no Contexto da Parábola da Ovelha Perdida Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 21/09/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Portal da Luz - 14ª Ure - Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita - Seguindo o lema "A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação" aqui estamos levando a todos catarinenses e ao mundo os eventos aqui realizados, bem como o intercâmbio entre expositores da nossa de terra e de outros estados oportunizando a todos um pouco mais de informação e conhecimento do espiritismo. A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal #chicoxavier

Transcrição

Sejam todos bem-vindos ao programa Secal em foco uma produção secal, centro de estudos espírita caminho da luz em lembramos que o secal não é um centro espírita, mas um centro de divulgação da doutrina espírita. Agradecemos aos internautas que nos assistem pela TV Secal, Web Rádio Fraternidade, GESE, Instituto Goiano de Estudos Espíritas, FEC TV Santa Catarina, 14ª URE Florianópolis, Santa Catarina, EM, Espiritismo e Mediunidade, Rádio Portal da Luz. Hoje temos uma satisfação de ter uma amiga, uma parceira do Secal, nossa convidada Sâmia Aada, abordando o tema nós no contexto da parábola da ovelha perdida. Seja bem-vinda, Sâmia. >> Obrigado, Valcimar. É uma alegria tá poder estar aqui novamente com vocês e boa noite a todos os nossos irmãos que já estão nos acompanhando nesse canal e nos canais parceiros. Já tô vendo a Nice aqui, uma amiga querida. Boa noite para você, Edna Thaí e os demais. É uma satisfação tê-la conosco. A Sâmia tem tem uma atuação na casa espírita, no Centro Espírita Recanto da Prece, atuando em grupo de estudo, palestra, coordenando o grupo Amor Imortal, que acolhe pessoas que estão passando por processo de luto. Isso na cidade de Curitiba. Muito importante esse trabalho. É um processo realmente que da dor, né, da perda, né, da sensação de perda é muito complicado. Informamos aos nossos internautas que as perguntas serão respondidas ao final da palestra da apresentação. Faça sua pergunta através do chat que nós teremos a satisfação de passar para a Sâmbia. Considerando que nós estamos amparados por essa espiritualidade, coordenadores do Secal, mentores do Secal, da Sia aqui presente, todos, vamos pedir a permissão de nosso pai para que nós possamos dar início a esta atividade falando: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita, pai, a tua vontade aqui na terra, assim como é feita nos céus. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoe as nossas dívidas, na medida que devemos perdoar as dos nossos devedores. E não nos

a feita, pai, a tua vontade aqui na terra, assim como é feita nos céus. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoe as nossas dívidas, na medida que devemos perdoar as dos nossos devedores. E não nos deixeis cairmos em novas tentações, mas livai-nos de todo mal. Que assim seja. Sâmia. Passamos a palavra para ti, para que possa fazer esse belo trabalho que certamente você vai conseguir. Mais uma vez, obrigado. >> Muito obrigado, nós hoje vamos conversar sobre uma das falas de Jesus, a fala do nosso Cristo planetário, aonde ele coloca algumas parábolas, três palav parábolas, uma diante da outra. Deixa eu ver se eu consigo colocar aqui. Eu vou pedir pro pessoal liberar para eu poder usar, tá? Aqui. Então, vamos lá. Parábola da ovelha perdida. Em que contexto o Cristo nos fala dessa parábola? Tá? O que nós conhecemos, né, às vezes muito vagamente dessa parábola que Jesus coloca que quem, qual pastor que tendo 100 ovelhas e uma se perdendo, não deixa as 99 ali no pasto seguras e vai atrás da ovelha perdida. Esse é é o esse é é a ideia básica que acaba ficando no nosso consciente, né, no nosso conhecimento. E nós vamos tentar aprofundar mais. Porque o Jesus, enquanto Cristo planetário, ele conhece todos nós enquanto espíritos imortais. Então, vamos tirar aquela ideia de que Jesus estava falando para aquelas pessoas que estavam ali, aqueles nomes, aqueles rostos que estavam ali. Jesus quando fala para uma multidão, ele consegue ler a história espiritual daqueles personagens, daquelas pessoas, para além da vida atual, para além da vida material. Qual a história milenar da pessoa que me fez a pergunta? Qual a história milenar das pessoas que me ouvem? Quais as dificuldades, as crenças que foram construídas no passado e que estão limitando o caminhar dessas pessoas para saber o que, que palavras tocariam o íntimo daquelas pessoas chaves que ele observou que poderiam ser auxiliada. Em relação a essa parábola, eh, coloca-nos, né, o Evangelho, que uma multidão cercava Jesus e que os

que palavras tocariam o íntimo daquelas pessoas chaves que ele observou que poderiam ser auxiliada. Em relação a essa parábola, eh, coloca-nos, né, o Evangelho, que uma multidão cercava Jesus e que os publicanos e pecadores, é como está no Evangelho, estavam reunidos para ouvir Jesus. Então, podemos dizer que existiam duas multidões, a dos publicanos e a dos pecadores, tá? e que existiam também alguns fariseus e mestres da lei, não uma multidão, mas alguns que sempre apareciam quando Cristo estava pregando. E esses mestres criticavam Jesus. Eles estavam lá ouvindo, mas estavam de um para outro criticando. Criticando por esse homem recebe pecadores e publicanos. e ainda come com eles, ou seja, é íntimo deles, conversa com eles como ele estava pregando, e convive com eles. Por quê? Porque os fariseus e os mestres da leis se consideravam pessoas de grande conhecimento da lei dos profetas, se se consideravam pessoas justas e puras, o que era imprescindível naquela época manter a pureza e que, portanto, não tinham defeitos porque seguiam religiosamente as leis de Moisés, tá? as leis, no caso de Deus, né, trazidas por Moisés, pelos profetas, enfim. E os publicanos eram os judeus que eram considerados eh ele eles cobravam os impostos dos judeus para entregar aos romanos. Então, eles eram considerados como traidores. Eles eram muito indesejados, né? Eles não eram nada queridos. E os pecadores, o nome já diz, eram as pessoas de uma vida, como se costumava dizer, aqueles que tinham erros, portanto, pessoas impuras. Então, o que eles estão questionando é o seguinte: o verdadeiro judeu, para não perder a sua pureza, não pode se aproximar de pessoas impuras. Tanto que eles não passavam pela pelas terras da Samaria, porque os samaritanos são os judeus impuros, segundo uma longa história de invasão que a Samaria teve lá, tá? Que os deixou impuros. E nesse contexto estavam criticando. Então nós temos ali ouvindo Jesus pessoas que estavam lá para ouvi-lo porque tinham sede da palavra de consolo

ão que a Samaria teve lá, tá? Que os deixou impuros. E nesse contexto estavam criticando. Então nós temos ali ouvindo Jesus pessoas que estavam lá para ouvi-lo porque tinham sede da palavra de consolo dele, que eram os pecadores, as mulheres, os pobres, os doentes, os publicanos, né? Esse público e tinham outros que estavam ali para prestar atenção no que eles estavam dizendo, que ele estava dizendo e julgar. Então eles tinham o olhar crítico, não diria crítico, porque a crítica não é uma coisa eh negativa em si, né? Nós temos que usar a razão para ponderar em cima do que nos dizem, mas eles propositadamente já tiram um pré já tinha um preconceito em relação a Jesus e a sua conduta, que eles achavam que era uma conduta indevida. Então, tinha os que queriam ouvi-lo para se consolar, se modificar, ter uma proposta de vida e os que estavam lá apenas para julgá-lo, para pegá-lo em erro, como diz muitas vezes o Evangelho. Muito bem, foi nesse contexto que Jesus começou a conversar com a pessoas eh contando algumas histórias. Tá? Então ele começa contando a história. Ele conta três parábolas. A parábola da ovelha perdida, a parábola da dracma perdida e a parábola do filho pródigo, uma atrás da outra. Ele conta essas três parábolas. As três parábolas têm a mesma característica. Algo se perdeu. Na primeira, que é o foco da nossa da nossas do que vamos conversar hoje, é uma ovelha que se perde e 99 ficam, então, sem ovelhas. No dracma perdida que a mulher perde, um dracma se perde e nove não se perdem. E a mulher vai atrás do dracma, como o pastor vai atrás da ovelha que se perdeu. E o terceiro são dois personagens, não nem 100, nem 10, mas dois, que a parábola do filho pródigo como conhecido com a parábola dos dois filhos, aonde um filho se perde, pega a herança e some no mundo e o outro filho fica. Então ele de três maneiras, conseguindo atingir os trabalhadores, atingir as mulheres, atingir, enfim, o a multidão conta de três maneiras a mesma lição moral que atravessa os séculos e

ro filho fica. Então ele de três maneiras, conseguindo atingir os trabalhadores, atingir as mulheres, atingir, enfim, o a multidão conta de três maneiras a mesma lição moral que atravessa os séculos e chega até nós e que nós podemos imaginar que ele está contando para nós também, tá? E ele começa a contar a parábola. Jesus diz, "Nós vamos nos apegar apenas a da ovelha." Qual de vocês, diz Jesus, possuindo 100 ovelhas e perdendo uma, não deixa as 99 no campo e vai atrás da ovelha perdida para encontrá-la? Então ele ele conta uma parábola perguntando paraa multidão, mas principalmente perguntando para para aqueles fariseus e doutores de areia. Qual vocês que se vocês tiverem sem ovelhas e uma se perder, você não deixa as 99 quietinhas lá. você sabe que elas não vão sumir e vai correr atrás da que se perdeu. Nessa hora ele, de uma maneira metafórica dá uma lição para os fariseus, tá? De que Deus tem um outro olhar acerca de erro e de pecado, um olhar diferente do que aqueles fariseus têm, né? Quando nós nos perdemos no erro, quando nós nos transformamos na ovelha perdida, a visão crística do erro não é a visão de achar que nós somos maus. Ele não chama a ovelha perdida de uma ovelha má, de uma ovelha rebelde, de uma de uma ovelha que não merece mais nada, que tem que ser castigada. A visão crística é que quando nós cometemos um erro e nós cometemos constantemente erros maiores ou menores no nosso dia a dia, Cristo está vendo assim: Ele se perdeu, ela se perdeu do caminho reto que leva a salvação. Estou precisando resgatar essa ovelha perdida. E ele sabe que as 99 que nós vamos conversar depois vão ficar quietinhas lá no lugar onde elas então estão. E ele coloca que o pastor vai atrás da ovelha perdida até encontrá-la. O que que significa isso? Significa que Jesus nunca desiste de nós. Ele não não eh detectou, não limitou em tempo, por exemplo, de dizer: "Eu vou procurar por tantos dias, se eu não achar eu volto para casa". Até encontrá-la. Eu vou ficar com esse espírito que está caindo

não não eh detectou, não limitou em tempo, por exemplo, de dizer: "Eu vou procurar por tantos dias, se eu não achar eu volto para casa". Até encontrá-la. Eu vou ficar com esse espírito que está caindo no erro, com essa ovelha que está perdida e vou buscar eh resgatá-la o tempo que for. necessário. Porque muitas vezes o tempo que a espiritualidade leva para nos encontrar e nos resgatar, não é o tempo em que ela nos vê fisicamente, é um tempo em que nós nos sentimos tocados pela necessidade de nos transformar e retornar ao aprisco de Jesus. Então essa função de encontrar é é é encontrar espiritualmente. Eu preciso tocar aquela ovelha perdida, criar situações para abrir os olhos que estão fechados, para que ela amadureça espiritualmente e veja que ela está perdida e se arrependa e queira voltar para casa. E Jesus nos ensina que sempre, sempre existirá um caminho de volta para todos nós, seja qual for o delito, o erro, o pecado, o crime que nós tivermos cometidos. Existe sempre o caminho de volta e existirá sempre Jesus buscando que nós voltemos. Muito bem. Mas Jesus continua a visão crística do erro, como nós colocamos, né? Ou seja, ele ele quebra a ideia de alguém ser melhor ou pior que o outro, de um ser condenado ao pecado eterno, né, às dores eternas e o outro não. Todos nós somos ovelhas. Algumas se perdem algumas vezes. Mas vamos continuar. Jesus continua, tá? Aí de ele continuando na parábola. E quando encontra a ovelha, coloca-a alegremente sobre os ombros e vai para casa. Ao chegar, reúne seus amigos e vizinhos e diz: "Alegrem-se comigo, pois encontrei a minha ovelha perdida". É muito interessante essa parte, porque ele coloca que quando ele encontra a ovelha, ele faz o quê? Olha que a ovelha escapou, fugiu, se perdeu. Ele disse: "O quê? Quando eu pegar essa pegar essa ovelha, eu vou puxar pela orelha, vou dar uma espaulada nela e vou botar ela de volta. Vou fazer ela correr de volta, vou brigar com ela. Vou castigá-la. Não, eu vou colocá-la sobre os meus ombros. Como? com raiva, xingando,

a orelha, vou dar uma espaulada nela e vou botar ela de volta. Vou fazer ela correr de volta, vou brigar com ela. Vou castigá-la. Não, eu vou colocá-la sobre os meus ombros. Como? com raiva, xingando, impaciente, não. Quando encontrá-la, eu vou colocá-la alegremente sobre os meus ombros. E aí ele começa a colocar uma palavra que ele põe nas três parábolas da ovelha, do dracma e do filho pródigo. A alegria, a alegria do encontro com o o irmão que se perdeu. Mas não apenas se alegrar, ele vai acolher, vai pegar aquela ovelha e vai carregá-la nos ombros. Uai, por quê? Ela não saiu com as próprias pernas. Por que Jesus vai ter que colocá-la alegremente nos ombros? Essa, meus irmãos, é a estratégia da misericórdia de Jesus, tá? que quando nos encontra nos acolhe, não nos julga, não nos obriga a caminhar sozinhos no caminho de volta, tá? E não nos castiga. Ah, mas não existe castigo, então não vindo de Deus, nem vindo de Jesus, nem vindo das almas iluminadas. Muitas vezes o que nós chamamos de castigo vem apenas de nós. Veja que muitas vezes na história da ovelha, com certeza uma ovelha que se perde, ela entra por pelo pela mata, pelo espinheiro, por regiões pedregosas, tem dificuldade de encontrar alimento ou água e com certeza ao se perder ela se feriu, se machucou, passou fome, né? ficou com medo, pode ter enfrentado lobos. Enfim, nós criamos situações dolorosas para nós como consequência de nós sairmos do caminho seguro, do caminho, né, que leva à verdade e a vida. Ou o caminho evolutivo. O que que é isso? O cumprimento das das leis morais, o cumprimento das leis divinas, né? que é a lei do amor, da justiça e enfim, quando nós fugimos disso, nós nos machucamos porque vamos por caminhos que nos machucam. E quando Jesus nos encontra, ele não joga no nosso rosto isso, ele nos coloca nos ombros, alegremente nos carrega. Mas como assim? Esse é o resgate crístico. Porque o que que Jesus vamos nós sendo essa ovelha perdida e lembrando que Jesus nos vê como espíritos imortais, o

oloca nos ombros, alegremente nos carrega. Mas como assim? Esse é o resgate crístico. Porque o que que Jesus vamos nós sendo essa ovelha perdida e lembrando que Jesus nos vê como espíritos imortais, o qual é o resgate que nós estamos precisando? Não é nada físico, não é nos pegar e botar em algum, não volta pra igreja, volta pro centro espírita, não é isso. O resgate é espiritual. Nós precisamos ser orientados pela vida para nos elevarmos, amadurecermos espiritualmente. A proposta divina, a proposta do resgate crístico é que nós nos elevemos espiritualmente, a vivenciamos as leis divinas em nossas vidas. E como é que nós vamos aprender isso se nós já mostramos que a gente tá fugindo disso? Uma das maneiras do Cristo nos colocar nos ombros, metaforicamente falando, é nos proporcionar a experiência de uma nova existência na carne, para que nós, com novas experiências possamos nos curar da das limitações morais muitas vezes que nós temos, que faça com que a gente constantemente, de encarnação em encarnação, nós nós nos percamos da vida, nos percamos da verdade. Então, a reencarnação elas no permite uma cura psicológica, nos permite uma cura física, nos permite o esquecimento das nossas muitas fugas, dos nossos erros, onde nós nos machucamos e machucamos os outros, né? Nos dando mais liberdade para crescer nessa existência. Então, nós nos curamos, nós começamos a a refletir melhor sobre as verdades da vida. Então, esse processo de renascimento que todos nós aqui estamos passando, é o processo em que nós estamos ainda voltando para Jesus. Nós estamos aqui para isso, para aprender o caminho de de casa. Nós nos perdemos. os processos eh expiatórios são as nossas quedas, as consequências do caminho pedregoso que nós escolhemos, né, e que nós estamos também nos curando. Às vezes, as doenças, as limitações que nos vêm, as limitações econômicas são as consequências desse caminho pedregoso e que nós como temos que voltar, temos que passar de volta, mas pelo mesmo caminho pedregoso, até

nças, as limitações que nos vêm, as limitações econômicas são as consequências desse caminho pedregoso e que nós como temos que voltar, temos que passar de volta, mas pelo mesmo caminho pedregoso, até alcançar o campo. E é isso que faz Jesus, a estratégia da misericórdia. E nesse processo de de crescimento, nós vamos nos curando, descansando nos ombros de Jesus, né? E vamos também reparando os nossos equívocos, consertando o que nós fizemos nesse processo de transformação moral. Então, o processo de encontrar a ovelha e conduzi-la nos ombros alegremente é um processo de transformação moral sob a administração do Cristo. O transformação moral pela qual nós passamos, de amadurecimento, de despertar da consciência que tá hipnotizada no erro durante tantas existências, durante tantos eh séculos. Porque quando Jesus enxerga a ovelha perdida, quando nós enxergamos alguém que a gente diz: "Isso aí é ovelha perdida", né? Nós estamos enxergando aquela pessoa com a história de vida do quadradinho dessa existência atual. Mas quando Jesus nos vê enquanto espíritos imortais e vê que nós nos perdemos, ele não vê a Sâmia do agora. E a sem tá fazendo besteira, tá se perdendo. Não, ele tem condições de saber qual é o meu potencial, qual é o nosso potencial de cada um de nós que está aqui na live e tem condição de ver o que quem nós seremos no futuro. Cada um de nós que tá aqui, Paulo Terancelmíntia, Ana, Cleonice, cada um de nós que tá aqui, Jesus conhece quem nós seremos amanhã. qual o nosso potencial, qual os nossos talentos que estão sendo desenvolvidos. E por isso ele se alegra, porque ele sabe que ele está investindo em nós, não por ele que não precisa, mas por nós mesmos. É como uma professora quando sabe o potencial de um aluno, que aquele aluno tem capacidade para muita coisa, mas o aluno se perde, o aluno fura a aula, né? O aluno eh sai no meio da aula. falta. Aquela professora não desiste. Ela diz o quê? Eu conheço você, fulano. Você tem o potencial maravilhoso e busca com alegria resgatá-lo e

o aluno fura a aula, né? O aluno eh sai no meio da aula. falta. Aquela professora não desiste. Ela diz o quê? Eu conheço você, fulano. Você tem o potencial maravilhoso e busca com alegria resgatá-lo e ajudá-lo quanto possível, porque ela vê que esse aluno no futuro tem tendências para tais áreas, né, que ela observa e às vezes ele não prestou atenção. Esse é o nosso Jesus, tá? Mas vamos continuar essa parte aqui que Lucas nos conta sobre a parábola. Olha só o que Jesus diz. Eu lhes digo que da mesma forma haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que 99 justos que não precisam arrepender-se. Por que ele diz isso? Veja que quando ele pegou alegremente sobre os ombros a ovelha, ele vai para casa, a pessoa que perdeu, e ao chegar em casa reúne seus amigos vizinhos e diz alegremente e alegrem-se comigo diz, porque eu encontrei a minha ovelha que estava perdida. A mesma coisa ele fala na parábola da dracma, que quando a mulher achou a dracma perdida, ela reuniu as amigas e festejou. E o filho pródigo, quando depois de fazer tudo que tinha direito, acabar com a herança dele, se arrependeu, caiu em si, se ergueu e voltou paraa casa do pai humildemente, dizendo: "Eu não mereço mais ser filho, mas espero que ele me aceite como um servo". O pai foi, abraçou, olha o carregar alegremente, né? colocou nele as roupas, as sandálias, mostrando: "Você é meu filho, não será meu servo." E faz o quê na casa? Uma festa. Ele juntou os servos, todas as pessoas que que estavam na redondeza, e fez uma festa dentro de casa. Entenderam? A alegria e a festa. E nessa hora da festa, ele reúne amigos e vizinhos. Aí eu vou perguntar para vocês. Na parábola do filho pródigo, o filho mais velho entrou na festa? Segundo eh nos conta Lucas, ele não entrou na festa. Ele ficou do lado de fora muito chateado com o pai porque perdoou o irmão mais novo. Muito chateado, né? A vizinha foi fazer a festa porque achou Dracma perdida, não porque ela tinha 10, então ela deixou os nove de fora.

fora muito chateado com o pai porque perdoou o irmão mais novo. Muito chateado, né? A vizinha foi fazer a festa porque achou Dracma perdida, não porque ela tinha 10, então ela deixou os nove de fora. Jesus foi fazer a festa com seus amigos e vizinhos por causa de uma ovelha, mas ele não festejou as 99 que ficaram no campo. Perceberam? Não parece injusto? Afinal, o filho mais velho da parábola do filho pródigo ficou o tempo todo com o pai. As 99 dragmas ficaram ali quietinhas, deram trabalho pra mulher e as 99 ovelhas ficaram no aprisco. Não deram trabalho pro dono das 100 ovelhas. Mas ele se alegrou pelas que deram problema, porque conseguiu resgatá-las. Mas por que Jesus diz, haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por 99 justos? Olha como ele chama, justos que não precisam arrepender-se. Estão notando que essas 99 ovelhas não são 99 anjos? Porque nós estamos falando aqui, ele tá falando para nós, e não existe 99 anjos e uma ovelha perdida no nosso planeta Terra. Dizer que 99% dos espíritos de nós aqui somos espíritos perfeitos e só um é a ovelha perdida. Então ele tá querendo mostrar dessa maneira que as que aqueles que ficaram e não se perderam também tinham alguma coisa errada. talvez fossem endurecidos. Vamos perceber o que que aconteceu aí. Vamos perceber, por exemplo, que quando eh a parábola coloca aqui eh haverá mais alegria, coloca, desculpem, ao chegar reúnem seus amigos e vizinhos. O que que amigo e vizinho simboliza? Ele não chamou qualquer pessoa, ele chamou as pessoas que se alegrariam com ele. Alegrem-se comigo, pois encontrei minha ovelha perdida. Então, é como se fosse a festa no céu. Ou seja, o Cristo alegra-se junto às almas que t grandeza suficiente para se alegrarem com a recuperação do outro. Quando a maioria das pessoas do nosso ORB, quando vê alguém errar e ser recuperado, continua julgando e não se alegra. Então ele começa a mostrar que essas 99 que se acham justas, que se acham que não tem nada do que se arrepender porque

ORB, quando vê alguém errar e ser recuperado, continua julgando e não se alegra. Então ele começa a mostrar que essas 99 que se acham justas, que se acham que não tem nada do que se arrepender porque são justas e perfeitas, são exatamente os escribas, aliás, os fariseus e os doutores da lei, que estavam ali ouvindo-o para criticá-lo. Entenderam? Por quê? Porque eles se acham tão justos que estavam falando do mal de Jesus, porque estava junto com os impuros que simbolizam a ovelha perdida. Então é a dureza do coração do filho pródigo. Uma das três parábolas. O filho, o ô, desculpa, do filho mais velho da parábola, do filho pródigo. Vejam que a ovelha perdida, o dracma perdido, eles têm aquela personalidade descrita no filho mais velho. O filho mais velho, ele se considera justo, ele se considera perfeito. Ele não gostou quando o pai deu para o filho mais novo a herança que era devida a ele. Claro, devido a quando o pai morresse, mas o pai aceitou e disse: "Eu vou dar a sua parte, leva". O filho mais velho não perdeu a parte dele, mas ficou incomodado, julgando e criticando o filho mais novo, que simboliza a ovelha perdida. E ele representa os fariseus que criticam. Ele ficou com o Pai enquanto o filho mais novo, equivocado, caminhou pelo mundo, se perdeu, sofreu as consequências dos seus próprios atos, passou por um processo de expiação até que se arrependeu. Arrependimento é o quê? É a porta para o recomeço, né? Então ele passou por um processo expiatório, mas um processo expiatório como consequência passou por dor, não se arrependia, ele passava de queda em queda, o dinheiro acabou, a peste chegou, ficaram com fome, sem comida e ele não tinha se arrependido. Só quando ele foi trabalhar com os porcos, não suportando a fome, é que ele caiu em si. Aí ele passou pela porta da se arrependimento e voltou pela casa do pai, esse filho pródigo, sem nada, com fome e com farrapos apenas, ao ponto do pai ter que pedir as sandálias, porque ele estava descalso e certamente imundo de

se arrependimento e voltou pela casa do pai, esse filho pródigo, sem nada, com fome e com farrapos apenas, ao ponto do pai ter que pedir as sandálias, porque ele estava descalso e certamente imundo de trabalhar com os porcos. Saiu com tudo da casa do pai, da casa divina, e voltou em frangalhos, assim como a ovelha voltou ferida. E o filho mais velho ficou o tempo todo junto com o pai com a sua dureza e criticando aqueles que ele achava que errado, que erraram. Como os fariseus vivem sempre ali no templo, mas apontando o dedo para quem são impuros. E como muitos de nós, que muitas vezes vivemos rodeando nossos templos religiosos e dos nossos templos estamos julgando as pessoas, apontando e nos achando melhores e tendo a certeza de que não temos do que nos arrepender, porque afinal nós vamos xes para o nosso templo religioso, cumprimos todos os ritos dos nossos templo religioso, usando a alimentação pura que nos nos orientam, né, as escrituras. Usamos a roupa que os sacerdotes, os orientadores, dizemos que é uma roupa para manter a nossa pureza. Falamos determinadas palavras, né? Temos determinadas eh condutas que foram direcionadas, ou seja, o exterior, entenderam? o exterior. Essas são as 99 ovelhas. Esse é o filho pródigo. Então, a dureza. Então, vejam bem, eh, o filho pródigo e a ovelha perdida, eles voltam no colo de Jesus. E isso é sinal de humildade. O grande valor do filho mais velho ou do filho pródigo mais novo e da ovelha perdida, é porque eles tiveram humildade dizer: "Eu errei". O grande problema das 99 ovelhas e do filho mais velho é que eles não tem olhos para perceber a vaidade e o orgulho que os alimenta. Observem que o filho mais velho da parábola, ele ficou sempre na fazenda do pai. Mas quando o filho mais novo chegou e o pai fez a festa, que disse: "Alegrai-vos comigo, porque o meu filho que estava morto se perdeu, os servos, todos os que se alegraram, que representa, né, as almas mais desprendidas desse julgamento, entraram na casa. A festa foi dentro da casa do

o, porque o meu filho que estava morto se perdeu, os servos, todos os que se alegraram, que representa, né, as almas mais desprendidas desse julgamento, entraram na casa. A festa foi dentro da casa do pai da fazenda. Mas o filho mais velho sequer soube da festa. Ele estava no campo. E quando ele ouviu o barulho da festa, ele chegou perto e perguntou para alguém: "O que está acontecendo?" E contaram: "Teu irmão voltou e o teu pai tá dando uma festa e pediu para matar o bezerro mais gordo para a festa. E o irmão mais velho não entrou na festa. Ele não foi até a casa. Ele não entra na casa do pai, ele só rodeia. Ele não foi até a casa do pai para dizer o que que tá acontecendo aqui? Poxa, você chegou e eu não fiquei sabendo. E se alegrar e participar da festa dentro da casa do pai. Como os fariseus não se alegram. Então Jesus estava dizendo o quê? Vocês são como a ovelha que se perdeu ou vocês são como a ovelha endurecida. Vocês são como o filho mais velho que estão rodeando o templo, vivem no templo, vivem na religião 24 horas por dia, com as escrituras na mão que sabem de cor, mas vocês não conseguem acessar a casa do Pai, não conseguem acessar o reino de Deus. É daqui para fora a adoração a Deus. É daqui para fora a a religiosidade. Enquanto a ovelha perdida na sua dor, ela descobriu que a religiosidade aqui dentro é a humildade, é a simplicidade. Então ele fica mais alegre com essa porque essa entendeu a proposta divina, não é? orgulho. Ela se desprendeu de todo o orgulho e se vestiu de humildade, como o filho mais novo fez. Ele se desprendeu de um orgulho. Me dá o meu dinheiro, a minha herança, porque eu vou me virar sozinho. Não preciso do Pai, não preciso de Deus. Mas Deus esperou. Então ele se alegra com outros que também se alegram, mas aqueles que não se alegram com aquele que se perdeu e que foi achado, ele chama, ele diz: "Esses não participam da minha festa". Então, o grande planeta Terra, o grande planeta Terra, ele é, na verdade, eh, esse grande aprisco.

com aquele que se perdeu e que foi achado, ele chama, ele diz: "Esses não participam da minha festa". Então, o grande planeta Terra, o grande planeta Terra, ele é, na verdade, eh, esse grande aprisco. Ele é esse grande aprisco, tá? Ele se, ele é esse ambiente aonde estamos todos nós, as ovelhas e os bilhões, né, de habitantes da Terra, vamos considerar que são as 100 ovelhas. Uma pequena parte consegue se arrepender e se transformar. Uma boa parte acha que não precisa de Deus, que já está certo, né? Que já está do jeito dela com Deus, porque cumpre os rituais externos, porque cumpre horários, né? E e aí nós vamos nos cobrindo de situações externas, de atividades externas, de rituais externos e esquecemos de nos avaliar, esquecemos de nos trabalhar, né? E quando nós estamos nos enganando, né, a gente muitas colocam que o ego ele sempre arruma um jeito de fazer com que a gente não encontre esse caminho de volta. Então, muitas vezes, quando nós estamos na nossa vida incomodados com nós, conosco mesmo, sabendo que nós estamos precisando de algo diferente, eh nós somos encaminhados para uma palavra, para um livro, para uma conversa com um amigo, por para uma religião, uma filosofia, algo que nos desperte, algo que a gente ouça aquilo e diga: "Pera aí, eu tô entendendo a proposta, eu tô entendendo que eu que eu estou perdido e que eu preciso me reencontrar com o meu lado divino. Só que o ego prega uma peça devido à nossa extrema vaidade. Nós lemos um livro, então nós achamos esse livro impressionante, maravilhoso, perfeito e relemos ele várias vezes para decorá-lo. E aí nós começamos a pregar esse livro para os outros que nós achamos que eles são as ovelhas perdidas, para que eles se espertem e se salvem. Mas nós não usamos o conteúdo desse livro para nós e continuamos achando que estamos junto de Deus, mas estamos só rodeando a casa de Deus. Na parábola do filho pródigo, o pai que representa Deus na hora da festa, quando vê o filho mais velho do lado de fora, o pai sai para buscar o filho mais velho.

as estamos só rodeando a casa de Deus. Na parábola do filho pródigo, o pai que representa Deus na hora da festa, quando vê o filho mais velho do lado de fora, o pai sai para buscar o filho mais velho. Mas o filho mais velho começa a a chamar a atenção, a brigar com o pai e a cobrar do pai, dizendo: "Você matou o nosso novelho mais nobre para esse teu filho e para mim você não me deu nenhum cabrito para eu festejar com os meus amigos." Olha coisas aí que o filho mais velho falou. falou que ele festejaria com os amigos dele, que não envolvi pai, mostrando que ele e o pai são distantes, apesar de ele achar que é próximo. Então, eu não te pedi nada para festejar com os meus amigos, os meus chapas, que são iguais a mim e não iguais a ti. E não chama o irmão mais novo de irmão. Ele diz: "Esse teu filho". Então é um processo que muitas vezes boa parte da sociedade a maioria tem de inaceitação do outro. Não estamos falando de aceitar que o outro erre, cometa crimes. Não é isso. É aceitar que o outro se arrependa, não cometa mais crime e passe por todo o processo de reabilitação, se transforme e peça uma nova chance na sociedade, porque já cumpriu as suas penas, já fez tudo. E eu não tô falando apenas de prisão, as suas penas na vida, né? E tá pedindo, eu quero voltar diferente. Agora eu entendi que eu machuquei muita gente. Eu vou corrigir isso. E nós viramos as costas. Boa parte vira as costas. São as 99 ovelhas que não participam da festa. E Jesus sabe disso. Então fica a reflexão de nós sabermos quem somos nós na história, porque dificilmente nós vamos ser os amigos e vizinhos de Jesus que festejam com ele pela alegria de cada ovelha que se salva. Estes possivelmente não precisam mais renascer na terra. Podemos ter alguns deles juntos de nós, que são os missionários, né? Como o próprio Jesus. como Madre Teresa, como Chico Xavier, como tantos outros que vieram aqui nos se ensinar o que é o perdão, nos ensinar o que é a empatia, o que é o acolhimento do outro, né? Muitas vezes nós não

Jesus. como Madre Teresa, como Chico Xavier, como tantos outros que vieram aqui nos se ensinar o que é o perdão, nos ensinar o que é a empatia, o que é o acolhimento do outro, né? Muitas vezes nós não conseguimos isso na nossa casa. Quantas vezes nós expulsamos uma pessoa, um filho de casa por um erro que ele cometeu e às vezes esse filho, depois de um tempo se transforma. Ele muda e ele diz: "Pai, mãe, eu mudei". E a gente diz: "Sai daqui o que você não é mais, meu filho." Nós continuamos ser essas ovelhas endurecidas, que nos achamos melhores que os outros e esquecemos de ver que muitas vezes a ovelha mais perdida é aquela que se jogou no mundo, errou, mas fez o processo de resgate. passou pelos processos expiatórios, passou pela reabilitação, passou pelo refazimento dos seus erros, saiu pedindo perdão, consertando o que fez, nem que seja em várias existências, e hoje é um ser iluminado. E nós continuamos com o nosso orgulho igual uma rocha, porque o orgulho nos cristaliza os sentimentos. No mesmo ponto que estávamos há séculos passados, achando que somos superiores, que somos melhores e que não temos do que nos arrepender. Nesse processo de transição eh planetária, muitas vezes nós questionamos: "Nossa, mas o mundo tá uma bagunça e tá, né?" Às vezes a gente brinca no centro espírita, eu acho assim que a gente perdeu a porta da transição planetária, porque tá piorando, tá piorando e nada acontece. Quando na verdade várias ovelhas perdidas estão sendo trazidas ou foram trazidas no colo de Jesus, nos ombros de Jesus, feridas, machucadas pelos tantos erros que elas trazem na alma. estão renascendo para buscarem o processo de renovação, né? o processo de de purificação da alma, de revisão dos seus valores, de crescimento através das experiências nessa existência na Terra, nesse momento de transição. Todas as ovelhas perdidas que puderam, que aceitaram ser encontradas, porque tem aquelas que estão fugindo, né? Não são perdidas, tem aquelas que fugiram, não querem ser

a, nesse momento de transição. Todas as ovelhas perdidas que puderam, que aceitaram ser encontradas, porque tem aquelas que estão fugindo, né? Não são perdidas, tem aquelas que fugiram, não querem ser encontradas. Mas a ovelha perdida que foi encontrada, muitas dessas elas renasceram entre nós, né, que somos muitas vezes as almas endurecidas ou nós somos as perdidas aqui. E aí nós encontramos um conflito das pessoas que julgam, das pessoas que muitas vezes não conseguem, algumas sim, mas outras não conseguem aproveitar a proposta do renascimento e se perdem novamente aqui na Terra, cometendo os mesmos equívocos, né? Porque nós podemos tentar voltar ao aprisco e no meio do caminho fugir de novo e nos perder. E nós nos encontramos aqui nesse momento de transição, sendo trazidas, resgatadas e colocadas nesse orbe juntas, os endurecidos, os perdidos, os orgulhosos, os vaidosos, né? e aqueles que estão se arrependendo e buscando uma nova oportunidade. Então, acredito que o nós podemos refletir não em relação aos outros, mas em relação a nós mesmos, quem somos nós no contexto da parábola perdida. Muito obrigado a todos. Eu retorno aqui a palavra pros nossos amigos do canal. Ótima apresentação, Samira. Muito obrigado pela exposição. Algumas participações, né, pessoas bem eh intencionadas no entendimento, né, da palavra, né, realmente essa palavra parábola é extremamente importante, né, é misericórdia divina, né? Isso mostra o quão Deus é pai bom, não é? >> É pai mesmo, né? >> É pai mesmo. Aquele que resgata, não importa, né? de que forma aconteceu. Ele não pergunta porquê, né? Ele simplesmente age na forma que deve agir, que é com amor, né? Sem qualquer tipo de de eh culpar, né? Ele não julga, ele simplesmente resgata, né? E é essa a intenção, né? Essa esse é o papel, vamos dizer assim, inclusive nosso, né? Que não é fácil nesse quando nós nós não podemos nos colocar no papel de Deus, de Jesus. Gente, realmente a dificuldade da condição humana, né, realmente é muito complicado, né?

, inclusive nosso, né? Que não é fácil nesse quando nós nós não podemos nos colocar no papel de Deus, de Jesus. Gente, realmente a dificuldade da condição humana, né, realmente é muito complicado, né? E é interessante, Valcimar, que Deus sabe, vamos falar de Jesus, que é o Cristo planetário. Jesus sabe as nossas limitações. Ele não tá esperando de nós que nós sejamos iguais a ele, mas ele sabe qual é a nossa capacidade de amar. O que ele quer é que a gente chegue aqui, ó, o meu limite é esse nessa existência. Eu tô aqui, eu posso chegar até aqui. Então ele tenta nos carregar pra gente chegar no nosso limite atual, o limite possível, o amor possível. Nós não precisamos ser igual a eles. Nós temos que buscar o máximo e aceitar esse nosso limite, né? Mas não fugir desse limite e se acomodar, >> conhecer, conhecer, né? A lição, né? Saber a lição, né? A gente aprende muitas vezes, mas a gente não consegue colocar na prática, né? Esse é o grande problema, né, Sam? Ô S, nós temos alguns umas perguntinhas, temos algumas colocações aqui. O nosso amigo Antônio Carlos, eu até citei ali porque a pergunta veio direto para mim, né? Ele coloca aqui no livro dos espíritos, questões 107 a a 1007 a 1009, o codificador pergunta se existem espíritos que jamais se arrependem e a espiritualidade diz que o arrependimento pode ser tardio. Não, como entender superar lei do progresso nesse momento difícil de regeneração? Quer dizer, nós podemos, né, ser tardios no nosso aprendizado, né? Exato. E eu acredito que o planeta Terra seja um planeta de almas que se atrasaram nesse processo, né? Nós porque veja bem, nós não, o o erro, o erro o erro eh por conta de algo que nós não conhecemos é natural, entendeu? Então se eu estou aprendendo uma matéria na escola, é natural que eu vou fazer exercícios e errar até acertar. Então esse erro, pelo desconhecimento, ele é normal. Isso não gera karma. Isso não gera karma, tá? Mas quando eu sei, eu posso fazer, eu sei o que é certo, o que é errado e o e eu erro, eu erro

ertar. Então esse erro, pelo desconhecimento, ele é normal. Isso não gera karma. Isso não gera karma, tá? Mas quando eu sei, eu posso fazer, eu sei o que é certo, o que é errado e o e eu erro, eu erro porque eu quero. Eu sei que eu tô errando, mas vou errar mesmo. E gosto de errar, entendeu? Eu vou aproveitar a vida, vou explorar os outros para me dar bem mesmo, apesar de todas as orientações que teve, né, ao longo do do da das encarnações na existência atual e continua errando. Esse erro, ele faz com que a Terra passe a receber espíritos nós que erramos e que precisamos passar por processos expiatórios. Mas esse erro ele não é necessário, ele não devia estar acontecendo, entendeu? O erro proposital gera karma, diferente do erro pelo desconhecimento. Então, o planeta Terra, ele desde ali que ele recebeu os exilados, né, a aqueles eh das raças adâmicas, né, você vê que são espíritos que erraram e erraram e continuaram errando. Sabiam que estavam errando, queriam continuar errando lá da do do sistema da estrela em que eles estavam. ao ponto daquelas ovelhas perdidas que não queriam o colo de Jesus, não, o colo do Cristo deles lá, serem transportadas pro nosso planeta. Então eles chegaram aqui já cheio de de tentativas e e erros e continuidade de erro. Então isso faz com que o nosso planeta seja um planeta não de provas, que a prova é natural, né? aprovação natural da vida que faz a gente crescendo, mas também de expiações dolorosas, tá? Então, eh, não vamos achar que isso é um processo dos outros, que nós somos vítimas, nós estamos, gente, ninguém tá aqui passando por essa situação como injustiça. Ninguém. Todos nós estamos exatamente no lugar que nós temos que fazer. renascemos na terra exatamente no no momento em que tínhamos que renascer para passar por tudo isso, né? E Jesus comentou até no Evangelho que que será tantos escândalos que até os bons vão duvidar. Até os bons vão duvidar, né? Eles vão te tubear. Então essa é a nossa provação atual. Tá? Aqueles que se propõem a a uma

ou até no Evangelho que que será tantos escândalos que até os bons vão duvidar. Até os bons vão duvidar, né? Eles vão te tubear. Então essa é a nossa provação atual. Tá? Aqueles que se propõem a a uma mudança de vida, uma mudança de atitude, de adotar a proposta de vida, de proposta de emocional, de viver e de sentir do Cristo, ele está sendo desafiado. Jesus nunca disse pros discípulos e pros apóstolos que eles teriam facilidade da terra. Me diz um apóstolo que teve facilidade depois que começou a seguir Jesus. foi crucificado de cabeça para baixo, foi jogado no olho quente, foi com arco e flecha, perdeu a cabeça, perseguidos de todo jeito, as pessoas foram pro circo, tá? os que não foram próprias famílias judias que conseguiam as primeiras perseguições feitas por Saulo de Tarso, que aceitava o cristianismo, tinham que o fugir da Judeia para outras regiões, deixavam tudo. Então, aceitar Jesus é viver num ambiente hostil. Eu os encaminho como ovelhas no meio de lobos, não para nos transformarmos em lobos. Mas para seguirmos como ovelhas, tá? Seguirmos como ovelhas e não nos deixar contagiar pelo mal. Essa é a grande proposta atualmente, tá? é o grande desafio para nós eh promover através do exemplo, através das nossas atividades voluntárias, essa divulgação da mensagem da proposta espírita cristã e também promover a nossa autotransformação moral para que o nosso exemplo, principalmente dentro do nosso lar e dentro dos mais próximos, promova também uma reflexão para eles. Isso, >> sem dúvida. Nós temos uma história aqui contada pela Cíntia, eh, orosco ou horósco, né? Sabe a pronúncia certa que, infelizmente não podemos fazê-la, né, como um todo, né? Vamos por parte, né? Diz ela, né? Meu irmão brigou com a minha mãe e ficou 5 anos sem ter uma relação saudável com ela e voltou a falar com ela somente um mês antes dela partir no partir uma. Então vamos lá. Chateada aí entra, né, a CIA chateada com ele, ferida pela dor da perda, apontei o dedo na cara dele e não consegui e por me pôr no lugar dele.

um mês antes dela partir no partir uma. Então vamos lá. Chateada aí entra, né, a CIA chateada com ele, ferida pela dor da perda, apontei o dedo na cara dele e não consegui e por me pôr no lugar dele. Então esse velho problema, né, nós nos colocarmos no lugar das pessoas, né? E continua: "Quando decido pedestal do orgulho de perceber a dor dele, eu tinha usufruído da convivência com ela. Eu tinha dor por ter ficado ausente, distante. Ele tinha que, na verdade, ela percebeu, né, que havia algo nele que ele podia foi útil, né, podia ter sido útil na para ela, né? Então aqui nós temos essa palavra me ensina muito sobre perdão, sobre orgulho, sobre redenção. Então essa tua palavra, né, é realmente é importante, né, essa mensagem, né, que nos traz, né, aí a condição, né, hoje que nós temos, né, de sermos aquele que vai entender se colocar no papel, no lugar da pessoa, que muitas vezes não pode mudar muito a situação, o cenário, e somos condenados, né, e passamos a ser condenados, né, como a própria, né, eh, Cíntia colocou, né, ela condenou, né? >> Uhum. Agora você vê esse filho, né, que depois de 5 anos retornou um mês eh antes da da mãe falecer. como foi importante para ele esse momento. Quanto sofrimento eu eu sou capaz de chutar que ele não ficou nenhum dia, nenhum dia ele deixou de pensar que estava longe da mãe dele. Nem um dia ele ele ele deixou de pensar no que ele fez, na briga, nas em cada palavra que pesava na consciência dele, que ele deve ter falado para por essa mãe no momento dessa que fez com que ele se afastasse. E ele também muitas vezes não voltou para pedir perdão por causa de orgulho, né? Não quis. Pode ser o orgulho, pode ser a vergonha, o medo de não ser aceito, não sei. E que foi preciso. Ele sentiu medo de perder a mãe quando soube que a mãe estava tava doente. Foi preciso esse momento de dor para que ele vencesse a ele mesmo, né? E dissesse: "Eu vou voltar pra casa do pai, vou voltar pra casa da minha mãe e vou pedir perdão paraa minha mãe". Qual

va doente. Foi preciso esse momento de dor para que ele vencesse a ele mesmo, né? E dissesse: "Eu vou voltar pra casa do pai, vou voltar pra casa da minha mãe e vou pedir perdão paraa minha mãe". Qual o filho fez, né? E é natural, né, o que ela fez, muitos de nós fazemos, porque nós nos nós nos olhamos de fora sem conhecer o que tá passando no coração das pessoas, né? E a gente julga quando nós, 5 anos depois encontramos o nosso irmão nessa situação que ela colocou, nós não estamos vendo, irmão, porque nós não temos isso, não temos essa capacidade. Nós estamos olhando de 5 anos atrás ainda, nós nos cristalizamos naquele momento de 5 anos atrás. Entendeu? Então a gente vai ter que ter um olhar pro que tá acontecendo agora. O filho pródigo de volta tá voltando como é outro que tá voltando. O homem velho ficou lá atrás, ele voltou mudado. >> Mas ela fez um processo porque, como eu disse, Deus sabe o nosso Jesus sabe o nosso limite. Nós não temos essa capacidade do amor instantâneo ainda. Nós o o o processo de perdão em nós é um processo, né? Então, no início, a gente é levado pela raiva, pelo impulso. Depois a gente vai e reflete e vê e percebe, presta atenção, acha que exagerou e a gente entra num processo de perdoar, de compreender, de tirar o julgamento e dizer: "Eu não tenho condição de julgar. Se ele fez com a mãe, eu fiz com outros". Enfim, a gente encontra eh circunstâncias às vezes que a gente se torna empático e aí às vezes consegue até se aproximar para que conversem, né, e resolvam isso também entre eles. Porque quando ele briga com a mãe, ele cria um conflito com os outros membros da família que talvez tenham todos se afastado dele. >> Sem dúvida. Nós temos lições, né, Sam? Todo o tempo são lições que nós temos, né? Nós não podemos desconsiderar. absolutamente nada, por mais que seja doloroso, por mais que seja doloroso. E ela fez, né, até tava colocando já colocando que é tão bom resgatar quem está perdido, né? Porque é justamente isso, né? Ele por um tempo ele ficou

ais que seja doloroso, por mais que seja doloroso. E ela fez, né, até tava colocando já colocando que é tão bom resgatar quem está perdido, né? Porque é justamente isso, né? Ele por um tempo ele ficou perdido, porque de certa forma, como você bem colocou, havia uma condição de repente, né? Ele tinha o orgulho, olha só o sentimento, orgulho, o medo, né? de enfrentar algo que de repente ele construiu, que de repente uma vez construído, ele não sabia quando voltar, como voltar atrás, de novo orgulho e caiu numa situação extremamente difícil que foi inclusive aprendizado para Cíntia, né, que ela se colocou lá como ela era orgulhosa e teve que entender a posição desse irmão, de repente na condição que certamente ela passou a tomar conhecimento do que ocorreu. Então, é tão bom resgatar quem está perdido, né? Certamente era visão de Jesus, né? Certamente era a visão de Jesus, né? É o respeito. Sabe queé >> é um sentimento que é muito comum, que foi o sentimento que o filho mais velho da parábola do filho pródigo teve, é o ciúme. Porque a gente fica anos a fio cuidando da nossa, vamos no exemplo dela, cuidando da mãe. Quanto tempo ela deve ter cuidado da mãe adoentada? remédio, agenda com médico, cuida, dá atenção, né, naquele naquele processo de doença. E de repente o filho chega, não fiz nada, não tive trabalho, nem sei o que aconteceu, mas tô chegando aqui. Na nossa visão vem o ciúme. Poxa, ele chega e a minha mãe ainda beija, a minha mãe ainda abraça. Isso acontece demais. Eu ouço muitas histórias de filhos que cuidam de um pai doente ou de uma mãe doente e que os outros se afastam e o dia que eles vão visitar o pai ou a mãe, meu filho, e vai e abraça. E o outro que tá cuidando de tudo, depoxa, meu pai nunca me abraçou assim, entendeu? E isso às vezes nos machuca. Então, nessa hora nós somos convidados a trabalhar isso, né? Porque no final Jesus sabe que nós estamos ali, né, com ele também. Porque se a gente se revolta aí a gente se transforma, né, na na no fariseu. E não é essa proposta. Agora o processo

alhar isso, né? Porque no final Jesus sabe que nós estamos ali, né, com ele também. Porque se a gente se revolta aí a gente se transforma, né, na na no fariseu. E não é essa proposta. Agora o processo de aprender a se alegrar. Poxa, meu irmão veio aqui, eu tô feliz pela minha mãe, eu tô feliz por ele, né? É, é, é um processo também, é um trabalho e que, pelo que a Cíntia falou, ela conseguiu, né? Aí tá de parabéns. Olha ela dizendo hoje somos amigos novamente. >> É uma vitória, né? Como ela própria >> é todos nós merecemos misericórdia. Sem dúvida, né? >> Ela entrou na festa, entendeu? >> Deus Jesus não esquece ninguém. Todos. >> É, >> ela entrou sem dúvida, né? Sem dúvida nenhuma, né? Muito bem. Vamos continuar. É agora uma colocação minha pessoal, né? Eh, eu entendo, né, com essa parábola, né? é que cada espírito ele é único. Não, não era apenas uma ovelha, né, Sam? Era a ovelha, né? Porque todos nós somos o espírito, né? E Jesus não pode deixar nenhum, porque cada um é diferente. Cada um é o único. Se você perde um, é como a moeda rara que você perdeu, você sabe que era única, então você tem que encontrá-la, você tem que buscá-la. Então, seria nessa visão, né? Ele não podia deixar absolutamente essa ovelha perdida. Aquele espírito é único e precisa resgatá-lo, né? Porque somos únicos em todo o universo, não é? >> É isso mesmo. E isso é um processo de autoamor. >> Nós sabermos, nós temos essa visão que é uma visão verdadeira, tá? De que nós somos filhos de Deus. Isso não é pouca coisa. Nós temos a centelha divina em nós. Nós temos uma individualidade. Deus não nos criou em série. Deus nos Por que que nós nascemos simples e ignorantes para nós nos desenvolvermos? para que cada um escolhesse o seu caminho, os seus talentos, as suas tendências, as suas preferências e construíssemos a nossa individualidade. É porque Deus me fez logo perfeito, senão ele fazia um monte de robozinho. Essa é a maior liberdade que nós temos e a coisa mais linda que nós temos é que nós somos

truíssemos a nossa individualidade. É porque Deus me fez logo perfeito, senão ele fazia um monte de robozinho. Essa é a maior liberdade que nós temos e a coisa mais linda que nós temos é que nós somos todos diferentes dos outros. Ao mesmo tempo que somos iguais, irmãos, mas nós somos diferentes em termos de individualidade. O nosso amigo Antônio Carlos de novo, ele nos coloca a seguinte informação, não é? Vamos lá, vamos começar que é um pouco longe. A mensagem fala de salvação, de amparo e da não desistência do amado mestre para nos acordar. E também quando o homem se desvia do caminho certo, a palavra do Senhor o alcança. Como trabalhar, né, na continuidade, como trabalhar nos dias de hoje esse ensinamento? Quer dizer, é o resgate, na verdade é fazer ação, né? Uhum. Eu não vi o final do que você falou, paralisou aqui para mim. >> Ah, porque porque a minha internet aqui não tá muito boa. Então, o texto do Antônio, né, é que coloca no sentido de que, né, todos nós, né, então assim, então a segunda parte, né, que é a colocação, que é o texto que tá como trabalhar nos dias de hoje esse ensinamento, né? >> Uhum. Interessante, né, que nós somos convidados a resgatar também. Quando nós temos nossos filhos, por exemplo, é no nosso ombro que a gente tem que levar esse filho. Quando ele erra, esse se arrepende. E enquanto não se arrepende, não desistir. Muitas vezes o filho sai de casa, desaparece, cai no mundo, vai viver a vida louca, exatamente igual o filho pródigo, né? E muitas vezes nós não podemos concordar com os erros que ele comete, né? Mas isso não significa eh abandonar a maternidade, a paternidade e tratá-lo como se ele não existisse, manter sempre as portas abertas. Você vê que enquanto o filho pródigo tava lá na confusão, né, fazendo a bagunça da vida dele lá, destruindo todos os dons que a a herança, os talentos que ele tinha, o pai não foi atrás, não ficou volta, meu filho, vem, meu filho, vem, vem, insistindo, acorrentando, tu vai por bem ou por mal. Não,

estruindo todos os dons que a a herança, os talentos que ele tinha, o pai não foi atrás, não ficou volta, meu filho, vem, meu filho, vem, vem, insistindo, acorrentando, tu vai por bem ou por mal. Não, mas o pai não o abandonou. Ele permitiu que o filho aprendesse porque era adulto e pediu a herança. Nós não estamos falando de criança adolescente. Ele pediu que o filho aprendesse. E estava sempre vendo filho de longe, porque é Deus, né, que representa. Qualquer momento que o filho te te precisasse do pai e pedisse ajuda, esse pai ajudaria, orientaria, entendeu? sempre esteve presente. Então, muitas vezes, como os pais, o filho some, né? E a gente às vezes vai na rua, põe o filho para dentro, o e ele sai de novo que ele diz: "Eu sou adulto, eu sou de maior, eu quero sair." Então não, a gente não precisa fechar as portas, apesar de não concordar. Se ele ligar: "Mãe, pai, socorro, eu tô com problema. Eu tô aqui para te ouvir, meu filho. O senhor sabe que eu amo você, mas não concordo, né? Mas ter essa porta aberta e no momento que voltar saber que ele voltou diferente, né? e perceber se voltou diferente, porque eu velha a a o filho pródigo voltou diferente. Ele não disse assim: "Poxa, meu dinheiro acabou, eu vou voltar paraa casa do pai para ver se eu consigo mais, porque tem muitos que fazem isso. Então isso não é um retorno verdadeiro. Ele não entraria na casa do pai, ele entraria para explorar. Que muitas vezes a gente se aproxima de Deus só para pedir, né? Só para pedir, poxa, eu entrei no centro espírita, mas não resolveu minha vida, eu vou sair, vou buscar outra religião, né? Outro Deus. Acabamos virando politeístas, né? Buscando outro Deus para ver se >> é o imediatismo. >> É o imediatismo, né? >> É imediatismo. Então, >> imediatismo, certo? É tudo para ontem, né? >> Tudo para ontem. É, e se materialmente, né? Quando na verdade Jesus ensinou que a nossa conquista não é material. Materialmente ao que tiver que acontecer vai. Nós estamos no caldeirão aqui na terra, né? Sim.

a ontem. É, e se materialmente, né? Quando na verdade Jesus ensinou que a nossa conquista não é material. Materialmente ao que tiver que acontecer vai. Nós estamos no caldeirão aqui na terra, né? Sim. Nós dentro do podemos visualizar agora, né? >> É. >> E nós conquista podemos visualizá-la agora, né? >> Ah, no nosso dia a dia, as pessoas. >> É, e muitas outras conquistas ficarão para depois. A gente só vai observar que ganhou alguma coisa quando a gente nós atravessarmos a fronteira, né? Aí descobre que lá do outro lado a gente conseguiu, né, plantar alguma coisa importante para recebermos, né, quando atravessamos essa fronteira, né, sem dúvida nenhuma, né? Exato. >> Então, mais uma perguntinha aqui, uma colocação da aqui da da Thaíse, né, que a cada um é dado conforme nossa essência e Jesus está sempre buscando a nós nos conflitos. Aqui tem dois nós, né? Isso aqui é o >> a cada um é dado conforme a nossa essência. E Jesus está sempre buscando a nós nos conflitos. >> A nós nos conflitos, né? Nós nós ficou ali com acento, né? Mas certamente a nós nos conflitos, né? Significa nos conflitos Jesus presente, né? >> Exatamente. Eu acredito que ela tá dizendo que a cada um é dado conforme a nossa essência. Eu estou entendendo, Thíso, não sei se tô errado, tá falando que as provações que nos que nós passamos, eh, as dificuldades, as alegrias que nós passamos, enfim, os desafios da vida que nós passamos, eles ocorrem segundo as nossas necessidades, né? Eu acredito que é isso e isso é verdade, né? Nó nada do que acontece na nossa vida é a gente não caiu de paraquedas aqui. A família em que nós renascemos, o ambiente em que nós renascemos, as as experiências relevantes daquelas que a gente não teve como escapar, né? Então elas são trazidas devido à nossa necessidade, porque nós temos um livre arbítrio muito grande na nossa vida, inclusive para piorar nossa vida, inclusive, infelizmente, para tirar nossa vida, né? Nós temos esse livre arbítrio e muitas vezes eh mais de 70% dos perrengas que

arbítrio muito grande na nossa vida, inclusive para piorar nossa vida, inclusive, infelizmente, para tirar nossa vida, né? Nós temos esse livre arbítrio e muitas vezes eh mais de 70% dos perrengas que nós estamos passando nessa existência nos foi dada por ninguém, fomos nós que cultivamos, né? Nós brigamos com todo mundo. Nós somos a pessoa intragável, nós somos a pessoa que que exigente, arrogante. Então, nós vamos criando situações difíceis. Somos a pessoa que não valoriza os empregos, que sai logo, que reclama, que briga dentro do emprego. Aí quando nós eh entramos em contato com o espiritismo e diz: "Ah, eu devo ter muito karma do passado porque eu não consigo um bom emprego, eu não consigo eh não consigo me dar bem com a minha família". Não, fomos nós que criamos isso também, né? Então, de certa maneira, eh, nós quando sofremos depois isso é do passado, mas é o passado que nós construímos agora e não em outra existência, mas foi construído por nós também. Então, nesse sentido, a segunda é nossa essência, mas Jesus está sempre conosco, sempre. Enquanto Cristo planetária, ele disse: "Eu conheço cada uma das minhas ovelhas. Todos aqueles que estão neste orbe, planeta Terra estão sob a administração do Cristo que conduz o nosso processo evolutivo enquanto aqui na Terra". Muito bom, Sami, encerramos, né? Sabemos que você tem também um compromisso, né, na noite de hoje, né? Agradecemos imensamente por tua presença momento para esse encontro, né? Secal se sente lisongeado, né? Com essa tua presença, né? Aproveitando a oportunidade, gostaríamos que você fizesse suas considerações finais, né, desse encontro, né? E se puder encerrar para nós com uma essa atividade no de hoje com uma pressa, né? Fazer o encerramento. >> Uhum. é que nós eh não esqueçamos que existe uma pessoa muito importante que nós temos que acolher também e colocar nos ombros quando nós erramos, quando quando se erra, que somos nós mesmos, porque muitas vezes nós somos muito carrascos conosco mesmo, né? Nós

o importante que nós temos que acolher também e colocar nos ombros quando nós erramos, quando quando se erra, que somos nós mesmos, porque muitas vezes nós somos muito carrascos conosco mesmo, né? Nós exigimos demais de nós, não, não, nós apontamos o dedo para nós mesmos. Nós não nos perdoamos, nós não nos damos nova chance. Nós achamos que nós merecemos é o castigo, que não merecemos ser felizes, que não merecemos eh conquistar nada de bom, que Deus não nos ama. Enfim, muitas vezes nós somos a ovelha perdida e nós não achamos que merecemos o ombro de Jesus. Então, chegou a hora de nós começarmos o processo de acolhimento, não só pelo outro, mas principalmente por nós mesmos, nos perdoando da da palavra que nós dissemos lá, nos perdoando pela interrupção da gravidez que a gente fez lá, nos perdoando pela calúnia que a gente inventou de alguém pro outro se dar mal, das mentiras, dos crimes, dos pensamentos negativos, sabe? De tudo o que acontece na vida das pessoas. O processo de autoperdão. Quando Jesus diz perdoem, eu não tava falando só do outro, tava falando de nós. Amar ao Jesus não disse amar ao próximo como a si mesmo? Então perdoar ao próximo como a si mesmo. Não julgar ao próximo como você não deve se julgar. Tudo o que Jesus deseja pro próximo e deseja que a gente faça para nós mesmos. Mas vamos então agradecer ao nosso Cristo a oportunidade de estar aqui hoje. Mestre amado Jesus, irmão maior de todos nós. Aqui nos unimos, Senhor, com os nossos corações para te agradecer a cada instante pelas oportunidades incontáveis, Senhor, que colocaste a nossos pés para que pudéssemos resgatar erros do passado, reformular a nossa trajetória de vida, Senhor, nos arrepender, mas ao mesmo tempo, Senhor, lutar, crescer para que possamos ser pessoas virtu para que possamos ser pessoas que faça a diferença no nosso lar, no nosso ambiente de trabalho, na nossa comunidade. Te agradecemos pelos investimentos que nos tem dado, por nunca desistir de nós, por ter certeza que nós conseguiremos um dia.

iferença no nosso lar, no nosso ambiente de trabalho, na nossa comunidade. Te agradecemos pelos investimentos que nos tem dado, por nunca desistir de nós, por ter certeza que nós conseguiremos um dia. Agradecemos pela tua presença constante, pelo colo amigo, pelo ombro amigo que tantas vezes nos carregou nos piores momentos de arrependimento. Abençoa a cada um de nós, abençoa a cada um dessa daqui presentes nesta live e a todos que assistirão essa live no futuro. E que assim seja. Obrigado mais uma vez, Sami, pela tua presença, né, por esse encontro fabuloso, né, por este domingo, certamente, né, extremamente iluminado, né, mas o SECAL continua no próximo domingo, né, e convidamos todos para um dia 28/09, próximo domingo, né, com o nosso amigo Nazareno Feitosa, é o nosso convidado que irá abordar o tema desapego e libertação. Então esperamos estar com todos aqui reunidos, né, mais uma vez, né, dando, né, eh, continuidade aos trabalhos do SECAL, que é o Centro de Estudo Espírito Caminho da Luz em Florianópolis. Então, teremos todos uma ótima noite, um excelente semana. Boa noite a todos, um ótimo descanso e um final de noite bem tranquilo. >> Boa noite a todos.

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