#218 - Agentes de Mudanças ou Observadores da Realidade?! Geraldo Campetti (CEECAL EM FOCO)

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 04/08/2025 (há 8 meses) 1:12:05 47 visualizações

Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 218 Expositor: Geraldo Campetti Tema: Agentes de Mudanças ou Observadores da Realidade?! Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 03/08/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita - Seguindo o lema "A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação" aqui estamos levando a todos catarinenses e ao mundo os eventos aqui realizados, bem como o intercâmbio entre expositores da nossa de terra e de outros estados oportunizando a todos um pouco mais de informação e conhecimento do espiritismo. A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal #chicoxavier

Transcrição

Boa noite, queridos irmãos, queridos irmãos desse nosso Brasil e por que não desse planeta, né? que nosso programa hoje é assistido em várias partes desse mundo. A todos uma boa noite. Aqueles que estão assistindo conosco agora nesse momento, aqueles que irão assistir mais tarde, o bom dia também, boa tarde, que eu sei que muita gente assiste outros horários. Mais um mês se iniciando em nossa jornada. Agosto chegou hoje, 3 de agosto, estamos falando de Florianópolis, Santa Catarina. A todos, boa noite e bem-vindo ao aos nossos parceiros, né? Agradecendo aos nossos parceiros que estão na retransmissão desse programa. TVCAL, Web Rádio Fraternidade, GESZ, Instituto Goiano de Estudos Espírita, a FEC TV de Santa Catarina, 14ª Ohoh de Florianópolis e em Espiritismo e Mediunidade e Rádio Portal da Luz. A todos os irmãos que estão nesse assistindo através desse canal, uma boa noite. Estamos mais uma vez com o programa Secal Infóco. Quem vai estar conosco hoje é um queridíssimo amigo nosso que tá sempre conosco aqui em Florianópolis, quando a gente precisa, faz parte da Federação Espírita Brasileira, Geraldo Campete, que já está nessa caminhada um bom tempo, meu amigo. Boa noite, bem-vindo a mais um programa SEC Foco. Boa noite, querido amigo, irmão Antônio Carlos. Boa noite a toda a equipe querida de amigos, irmãos do Secal. Uma satisfação estar aqui juntos uma vez mais para conversar sobre as benéces que o espiritismo nos oferta, né, Antôio? Muito obrigado, querido. Gratidão a nossa. a nossa que o Geraldo hoje ele vai trabalhar o tema agentes de mudança observadores da realidade. Uma questionamento bem interessante. Para quem não conhece o Geraldo, o Geraldo Campete Sobrinho é vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, responsável pela área de divulgação da doutrina, que contempla as seguintes unidades organizacionais: reformador, memória e documentação, comunicação, FEB, editor e comercial, palestrante, escritor e apresentador dos programas Livros que Ilumina e Entre

contempla as seguintes unidades organizacionais: reformador, memória e documentação, comunicação, FEB, editor e comercial, palestrante, escritor e apresentador dos programas Livros que Ilumina e Entre Dois Mundos, uma visão espírita da realidade da FEB TV. Mais alguma coisa? De repente tá incompleto meu meu a sua apresentação aqui. >> Sei que seu tempo cada dia mais tá mais difícil, mas principal que eu sou um amigo e irmão. Isso é que nos interessa. >> Isso tá aí. Então, pra gente dar início ao programa, vamos fazer uma prece pedindo a nossos irmãos, a espiritualidade amiga que nos ilumina, que nos auxilia, que esse programa seja um programa de muita luz, que nesse momento possamos ser um instrumento, emanando essa energia a todas as pessoas que neste momento passa por algum tipo de aflição, que receba de todos nós aqui agora essa harmonia, essa paz que nosso mestre Jesus nos trouxe e nos ensinou. E precisamos continuar repassando essa energia para todos que precisam e podem trabalhar nessa formiguinha de caminhada, levando essa mensagem de nosso mestre Jesus. Que a paz do divino mestre nos ilumine agora e sempre que nosso amigo Geraldo tenha uma boa palestra trazendo essa mensagem de conforto a todos nós. Que assim seja, meu garoto. Estamos aqui no bastidor. Qualquer coisa só d um toque, tá bom? Boa palestra para você. Obrigado, querido. Obrigado a todos vocês, eh, queridos amigos e irmãos, obrigado pela presença, viu? Vocês que estão já aí nos comentários, né? Silvana, Marcela, Bruna, Leopoldina, pessoal vai chegando aí. É uma satisfação nós estarmos juntos, viu? A Bet também, Rodrigo, a Edna, Antônio Carlos aqui na organização, TV CCAL. Obrigado, gente. Pessoal vai chegando, né? vai marcando presença e como a gente faz de costume, a gente vai fazer dialogado, conversado esse momento, né, que a gente não faz uma conferência assim, digamos mais formal, a gente faz mais uma palestra, num bate-papo, numa conversa em que a gente possa interagir e assim ter resultados efetivos, né,

nto, né, que a gente não faz uma conferência assim, digamos mais formal, a gente faz mais uma palestra, num bate-papo, numa conversa em que a gente possa interagir e assim ter resultados efetivos, né, voltadas à reflexão, ao sentimento e principalmente à prática, né, a vivência transformadora que é a proposta do espiritismo na nossa vida. Eu vou começar fazendo perguntas para que a gente possa buscar as respostas. São três perguntas fundamentais. A primeira delas é: "O que eu estou fazendo aqui?" É uma pergunta, não é, Jorge? Marcela, Leopoldina, Bruna, que a gente não tem muito costume de fazer, não é? O que eu estou fazendo aqui? Essa é uma primeira pergunta que eu gostaria que vocês refletissem e na medida do possível se sentirem à vontade, podem escrever aí no chat, nos comentários. A gente, à medida que vai conversando, vai trazendo também a participação de vocês. O que eu estou fazendo aqui? Quando a gente vai organizar, por exemplo, uma empresa, eh se pensa num planejamento, aquele chamado planejamento estratégico. E é muito importante definir a a missão da instituição. E essa missão responde exatamente a essa pergunta, não é? O que estou fazendo aqui? Qual que é a finalidade? Qual que é o propósito, né? Por que eu estou aqui? para que que eu existo. Então, a razão da minha existência, no caso, né, quando você tá perguntando para uma instituição no seu planejamento estratégico, a razão da existência daquela instituição, daquela empresa. Para nós, pessoalmente, seria essa pergunta, realmente, não é? Eh, qual é o sentido da minha vida, não é? Por que que eu estou onde eu estou? Não é? Então, eu preciso ter essa resposta. Eu preciso buscar essa resposta que não é tão simples de ser encontrada, principalmente porque a gente não tem muito hábito de refletir sobre essa questão. Então essa é a primeira pergunta: o que eu estou fazendo aqui? a gente poderia de imediato responder, ah, estou aqui, né, acompanhando um bate-papo, uma conversa, não é, com Geraldo Campete aqui na TV Secal, com os

primeira pergunta: o que eu estou fazendo aqui? a gente poderia de imediato responder, ah, estou aqui, né, acompanhando um bate-papo, uma conversa, não é, com Geraldo Campete aqui na TV Secal, com os nossos amigos, parceiros que estão transmitindo aí para várias cidades, estados, né, eh, para vários países, enfim. Então poderia dizer, neste momento eu estou aqui, não é, assistindo ou participando deste, não é, deste assunto, agentes de mudanças ou observadores da realidade, que é uma pergunta, não é? Então poderia pensar assim, mas quando a gente pensa mais sobre a nossa própria existência, né, Jorge, né, Ivani, assim, o porquê da minha existência, o que eu estou fazendo aqui na presente encarnação? Será que a gente já parou para pensar nisso? Vamos dar uma pensadinha, veja o que vocês respondem, por favor. Então, o que eu estou fazendo aqui nesta minha vida, nesta minha encarnação, tá OK? E aí você pode pensar assim, é a própria razão de eu estar aqui existindo, né? Essa seria a resposta. Eh, talvez encaminhando aí a razão de eu existir, não é? O por que eu existo, por que eu estou aqui neste momento? Então, qual a razão da minha existência? O que eu estou fazendo aqui? Uma outra pergunta, que é a segunda, que também é muito importante, é saber assim, eh, para onde eu vou, ou seja, qual é a minha o meu destino, o meu objetivo, o que eu pretendo alcançar, para onde eu pretendo ir, não é? É uma questão também que, de um modo geral a gente não tem muito o costume também de se perguntar, talvez porque a gente não se eh se investigue intimamente, não faça uma viagem para dentro de nós, não é? E saber para onde eu vou é tão importante quanto o saber o que eu estou fazendo aqui. Saber a razão da minha existência não é eh tão importante quanto também o saber qual é o meu destino, para onde eu estou caminhando, que perspectivas eu tenho em termos de futuro. Então, além dessa pergunta do que eu estou fazendo aqui, eu gostaria que também vocês compartilhassem aí a reflexão eh de uma

a onde eu estou caminhando, que perspectivas eu tenho em termos de futuro. Então, além dessa pergunta do que eu estou fazendo aqui, eu gostaria que também vocês compartilhassem aí a reflexão eh de uma resposta eh a respeito do para onde eu estou indo, qual o meu destino, para onde eu vou. E a gente vê quando se faz essa pergunta para uma instituição, por exemplo, quando se está se organizando o seu planejamento estratégico, é a palavra visão que a gente tem em mente. Então a visão, a visão sempre vai trazer uma questão de futuro, não é? Eh, do por vir, do que está por vir, por acontecer. Então, o que, né, eu estou fazendo para chegar aonde? Então, é mais ou menos isso. Então, seria a minha missão, a razão da minha existência na primeira pergunta e a visão, né, para onde eu pretendo ir, eh, o que eu pretendo alcançar, seria essa segunda pergunta. E tem uma terceira que eu gostaria também que nós refletíssemos aqui em conjunto, cada um pensando nas suas possibilidades, que é aquela que diz respeito ao que assim me fundamenta, aquilo que me sustenta. É o que a gente chama no planejamento estratégico de valores. Então, quais são os valores que fundamentam as minhas ações, as minhas decisões? Então eu preciso também refletir sobre isso e é a questão que a gente formula para vocês igualmente, OK? Então, três perguntas: qual a minha missão? Qual a minha visão? E quais são os valores que eu alimento, né, para, digamos assim, atender a essa missão e alcançar essa visão pretendida. OK? Então vamos ver o que vocês já colocaram aqui, porque é tão interessante, né, que vocês já começaram a responder. A gente já tem a participação aqui da Marcela quando, né, perguntou o que eu estou fazendo aqui, por que eu estou aqui para me transformar moral e intelectualmente. Nossa produção já está trazendo aí e colaborar com a obra da criação. Muito interessante essa resposta, né, de transformar moral intelectualmente e colaborar com a obra da criação. Lembrando aqui, não é exatamente a orientação que a espiritualidade amiga

bra da criação. Muito interessante essa resposta, né, de transformar moral intelectualmente e colaborar com a obra da criação. Lembrando aqui, não é exatamente a orientação que a espiritualidade amiga nos traz. Quando a gente tem no livro fundamental do Espiritismo, que é a obra, né, o livro dos espíritos, a gente vai encontrar a questão 919, que é bastante conhecida, mas talvez não tão reconhecida na resposta da questão 919, quando o Santo Agostinho ele nos recomenda interrogar a nossa consciência. Isso me chamou bastante atenção. É fazer perguntas, queridos, para nós mesmos, perguntar paraa nossa mente, paraa nossa consciência, fazer perguntas, não é? E a recomendação que ele faz é o final de cada dia para ver se a gente de fato está cumprindo aquilo que foi estabelecido, não é? Então eu estou aqui para me transformar moral, intelectualmente. Lembremos que o progresso, a evolução do espírito se dá exatamente, não é? Com a asa da inteligência, não é? e também da moralidade. Então, nós temos aí a parte cognitiva, intelectual, não é, que é a parte do conhecimento. E nós temos a parte também que é a parte, digamos, do sentimento, a parte da moral, da ética, né? Esse aspecto que vai trazer uma efetiva transformação. Nós estamos aqui para nos melhorar, não é? tanto num sentido quanto noutro. E veja que curioso também na resposta da Marcela, colaborar com a obra da criação. Eh, nós temos no livro dos espíritos também uma pergunta nesse sentido, que é a pergunta de número 132, quando Kardec, na sua generalidade de codificador, ele indaga ao espírito da verdade, né, o por que da encarnação, por que que a gente encarna? Por que que a gente está aqui na Terra, né, encarnado? E a resposta é que ele, olha, uns nascem para provas, né, para enfrentar provas, outros estão num caráter de missão, outros estão em expiação, enfim. E todos estamos aqui para evoluir, para nos melhorar. Mas ele coloca uma segunda parte, o espírito da verdade, essa resposta que nos chama muita atenção, porque essa primeira

estão em expiação, enfim. E todos estamos aqui para evoluir, para nos melhorar. Mas ele coloca uma segunda parte, o espírito da verdade, essa resposta que nos chama muita atenção, porque essa primeira parte talvez fosse mais comum para todos nós, não é? mais evidente. Mas a segunda parte é quando ele coloca que todos estamos aqui para colaborar com o criador. E aí a gente interpreta com André Luiz no livro eh Evolução em Dois Mundos, é a questão da cocriação com Deus em plano maior ou menor. Caso de espíritos puros como Jesus já fazem esse trabalho em plano maior. Nós que somos ainda espíritos imperfeitos, a gente vai fazendo essa cocriação dentro das nossas possibilidades em plano menor, não é assim? Mas todos estamos para contribuir com a obra divina que é perfeita, porque Deus só faz o que é perfeito, senão ele não seria Deus. mas não é completa propositadamente para que a inteligência, ao raciocínio, o ser dotado da razão que somos nós, seres humanos, possamos, né, ter essa contribuição efetiva na obra da criação e auxiliando a todos os demais irmãos nossos nos diversos estágios evolutivos, que também são nossos irmãos para que eles possam evoluir, os animaizinhos, as árvores, não é? A natureza de um modo geral, a gente vai ampliando a compreensão de que tudo está conectado e nós estamos inseridos nesse contexto porque não só fazemos parte como somos a própria natureza, né? Nós somos parte integrante, integrando a natureza e sendo a própria natureza também, porque nós somos seres criados por Deus, assim como todos os demais. E a gente vai compreendendo o nosso papel. Então, é muito importante entender que nós vamos colaborando com essa criação divina, com a potencialidade de cocriadores, porque só Deus cria, nós cocriamos, né, utilizando os elementos que Deus nos fornece com o nosso pensamento e a nossa vontade na manipulação, inclusive fluídica, né, para plasmar, para idealizar, para poder realizar as ações necessárias para a nossa melhoria. E quando a gente não tá muito afinado com

amento e a nossa vontade na manipulação, inclusive fluídica, né, para plasmar, para idealizar, para poder realizar as ações necessárias para a nossa melhoria. E quando a gente não tá muito afinado com o bem, a gente acaba cocriendo algumas coisas que não são tão, digamos assim, saudáveis, né? E às vezes complica um pouco a nossa caminhada, gerando sofrimento. E aí leva mais tempo pra gente retomar o caminho, que é o natural, que é o caminho divino, o caminho do progresso, da evolução. Todos estamos aqui para evoluir. a questão eh também do capítulo de número 17 de o livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, quando fala, não é, eh para que a gente possa ser perfeito como perfeito é Deus, nosso pai. E é um desafio muito grande, porque se Deus é o absoluto, né? Eh, jamais nós seremos perfeitos como Deus. Mas a gente entende essa proposta do Cristo para que nós sejamos perfeitos, realizando tudo que está ao nosso alcance da melhor forma possível. Isso é ser perfeito em cada dia a gente fazer o melhor, a gente chegar ao limite das nossas potencialidades. Isso é ser perfeito. É fazer tudo que está ao nosso alcance, não é? E é ter a dimensão exata para não querer fazer além do que a gente dá conta para não nos frustrarmos. Então, se eu posso dar um passo, eu dou um passo. Se eu posso caminhar 1 m, num dia eu caminho 1 m, mas se eu não consigo nem dar um passo, às vezes eu ando, né, dou ali um pé apenas, digamos assim, não é? alguns centímetros que seja, mas eu estou sempre caminhando nesse sentido evolutivo. E é exatamente nesse item eh de número quatro do capítulo 17 que Kardec traz a definição para nós de uma maneira muito clara, que é mais um conceito que uma definição, do verdadeiro espírita. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que empreguem domar as suas más inclinações. Aí a gente vê bem a nossa razão de existir, não é? A nossa missão que é trabalhar nós mesmos no sentido da gente se melhorar, não é? E da gente eh fazer alguma coisa de bom, de útil para todos

nações. Aí a gente vê bem a nossa razão de existir, não é? A nossa missão que é trabalhar nós mesmos no sentido da gente se melhorar, não é? E da gente eh fazer alguma coisa de bom, de útil para todos os seres criados por Deus. Porque a evolução ela não é isolada. Nós vamos evoluindo também em conjunto com todos os nossos irmãos, não é assim? A Elizabe, não é? Ela manda um abraço aí e diz que busca eh as mudanças em mim e busca contribuir, né, Elizabeth, como é importante essas mudanças interiores que são desafiadoras, não é? e busca também contribuir, contribuir paraa própria evolução e a evolução de todos aqueles, né, que estão ao nosso redor e com os quais a gente tem convivência. Isso é muito importante, né? Veja, ah, nós temos aqui também a Rosângela trazendo assim, quando eu era mais jovem, né, estudar, trabalhar, né, a busca das questões materiais, né, após o andar da idade, me harmonizar comigo mesmo, né, o que não é fácil, né, Rosângela? Veja, até as nossas perspectivas vão assim se alterando, vão se modificando ao longo do tempo de acordo com as fases que a gente enfrenta, né, na nossa existência. Isso é perfeitamente natural. Nós não somos seres que vivemos isolados, estagnados. A dinâmica da vida, ela sempre vai gerar um movimento. E por isso a gente também vai mudando algumas perspectivas, inclusive visualizando, não é, Rosângela, com maior clareza, né? às vezes a gente eh não consegue enxergar uma coisa assim, eh porque às vezes não tem sequer a maturidade, não tem experiência. Depois que a gente vai tendo assim, eh, um pensamento mais aprofundado, a gente vai se amadurecendo pelas vivências, pelas provas que sempre carregam lições, como nos em cinema, no guia espiritual de Chico Xavier, a gente vai adquirindo uma maturidade a ponto de poder inclusive ter visões mais inclusive aprofundadas, não é? Isso é muito importante. É isso aí. A Maria diz que está aqui, estou aqui para melhorar, né? eh enquanto espírito ou quanto ao espírito, é melhorar espiritualmente. É

is inclusive aprofundadas, não é? Isso é muito importante. É isso aí. A Maria diz que está aqui, estou aqui para melhorar, né? eh enquanto espírito ou quanto ao espírito, é melhorar espiritualmente. É essa essa melhoria, né, esse desenvolvimento. Estou indo para uma caminhada evolutiva, independente, né, de quantas encarnações ainda terei. Com certeza. A gente sabe que nós temos muitas encarnações, muitas existências, embora a vida seja uma só, que é a nossa vida do espírito, né? Fomos criados por Deus mortais. Então, nós só temos uma vida, que é a vida que Deus nos concedeu. E ele também nos deixou o legado da imortalidade, porque jamais iremos morrer. Então, a gente precisa ter essa visão também que transcende apenas a existência física, mas que eh chegue ao ponto, né, de uma compreensão da vida espiritual, porque isso vai facilitar toda a nossa caminhada, né? E olha lá, né? Nós temos aqui o Antônio Barbosa, Antônia, né? cumprimentando eh a Maria continua mesquita, né, de de Rio de Janeiro. Aqui, ó, estou indo para uma caminhada evolutiva, independente quant quantas encarnações ainda terei, foi o que a gente viu, né? E o Jorge Perrez, infelizmente temos mais curiosidades quanto ao nosso passado reencarnatório do que o nosso objetivo futuro. Jorge traz uma reflexão interessante. Olha, então vamos lá. O espiritismo ele é tão importante na nossa vida, não é Jorge, né? Maria, né, Célia, né? pessoal que tá conosco, queridos, porque é o seguinte, o espiritismo ele traz a explicação das causas, não é, Jorge? Que quando a gente tá falando de causas, nós estamos falando exatamente do passado, do pretérito, seja de outras existências físicas, seja mesmo desta, mas de algo que já passou, uma causa que já, né, deu origem a alguma coisa. E quando a gente vai buscar essas causas, eh, é o que a gente encontra como resposta na pergunta por então, por que isso? Por que que eu sofro? Por que que eu tô enfrentando tal dificuldade? Por que que a minha vida não é assim? Por que que eu nasci em tal família? Não

a como resposta na pergunta por então, por que isso? Por que que eu sofro? Por que que eu tô enfrentando tal dificuldade? Por que que a minha vida não é assim? Por que que eu nasci em tal família? Não acontece? Por que que eu não consegui aquele emprego? Por que que eu não ganhei na loteria? A gente vai fazendo um monte de perguntas. Por quê, né? Ah, por que que eu tô sofrendo? Por que que eu tô enfrentando nessa prova ali tão desafiadora? Então, esses porquês, o Espiritismo ele vai trazer para nós no capítulo sexto do Evangelho Segundo Espiritismo quando fala das causas anteriores e as causas atuais das aflições, né, que vão nos causar do sofrimento. Então, se, por exemplo, nós não encontramos uma explicação para o que a gente tá vivendo no momento, né, no presente, na existência atual, provavelmente essa causa, né, que gerou o que nós estamos enfrentando na atualidade está no passado, no pretérito, né, provavelmente em outras existências que a gente já vivenciou. OK? Isso é o porquê e é fundamental porque quando a gente entende isso pela lógica, pelo raciocínio, né, esse poder cognitivo, a gente vai entender, olha, não tenho por ficar, né, assim, digamos, eh, revoltado, ficar indignado, porque a gente vai compreender que nós mesmos somos esses agentes que no passado fizemos, né, determinadas escolhas que têm as suas consequências naturais. mais sejam escolhas acertadas ou equivocadas. E hoje, se a gente tá num enfrentamento desafiatório, digamos assim, o desafiador, é porque naturalmente a gente precisa se desenvolver, a gente precisa aprender, nós precisamos melhorar e muitas vezes pagar, não é, algumas contas, porque também o próprio Kardec pergunta na questão 67 lá do livro dos espíritos, qual o fim objetivado com a reencarnação? E a primeira resposta que o Espírito da verdade dá é a expiação. Expiação é uma prova que a gente enfrenta que tem um vínculo com o passado de faltas, ou seja, algum equívoco, algum erro, algum desvio que a gente cometeu, alguma, né,

ito da verdade dá é a expiação. Expiação é uma prova que a gente enfrenta que tem um vínculo com o passado de faltas, ou seja, algum equívoco, algum erro, algum desvio que a gente cometeu, alguma, né, eh, sei lá, que a gente não fez como deveria fazer, não aproveitou muito bem o tempo, transgrediu, por exemplo, uma norma. E aí a gente vai necessariamente, né, diante da própria lei divina e da nossa consciência, onde está escrita essa lei divina, a gente precisa acertar essas contas que é a expiação. Então, toda expiação é uma prova, né, mas é uma prova vinculada a, digamos, a um, a um erro, a um passado de faltas, não é? nem toda a prova necessariamente expiação, porque ela pode estar com vistas eh assim a um exercício que a gente tá enfrentando no momento, né, para o nosso crescimento e aprendizado. Todas as provas elas são pra gente aprender, pra gente se desenvolver. E mesmo a prova e a expiação ainda denotam inferioridade espiritual, porque vai chegar um momento que a gente não precisa espiar e também nem ser provado, porque a gente já vai ter superado, digamos assim, esses quesitos todos, né? vai na nossa condição evolutiva, não somos perfeitos, mas somos perfectivos, a gente vai enfrentando muitos, muitos passos indispensáveis, não é? Então, tem muita prova pela frente aí. Então, a gente entende o porquê. É muito fundamental isso com relação ao passado, né? Entender essas causas. E tem também o para que é a finalidade, que é o propósito. Então veja como é interessante esse paraqu ele vai trazer para nós da agora paraa frente, não é? O espiritismo nos dá essa lucidez também. Você tô enfrentando uma situação, às vezes no momento eu não vou me recordar a causa, eu não vou conseguir trazer o sentido assim com exatidão, porque eu não me recordo, e graças a Deus que eu não me recordo das causas anteriores lá, muitas coisas que eu não deveria ter feito, eu fiz, né? Me desviei do caminho, mas eu tenho uma absoluta certeza de que nada é em vão, tudo tem uma razão de ser. E há um propósito. E

as anteriores lá, muitas coisas que eu não deveria ter feito, eu fiz, né? Me desviei do caminho, mas eu tenho uma absoluta certeza de que nada é em vão, tudo tem uma razão de ser. E há um propósito. E esse propósito é para que eu possa eh desenvolver competências, eu eu possa me educar, eu possa me expandir, sabe, queridas e queridos. É nesse sentido. Então, esse propósito é fundamental. Eu tenho um propósito na vida, eu tenho objetivo, eu saber para onde eu vai, é onde eu vou, porque se eu não sei para onde eu vou, qualquer evento empurra para qualquer lugar, gente. E tanto faz, né? Tem a música até do poeta, né? Deixa a vida me levar. vida leva eu, né? Então, na verdade nós vamos assim plasmando a nossa vida. Nós somos cocriadores do nosso destino, artífices do nosso destino, como Leandeni nos ensina no problema do seu destino da dor. Então, nós temos responsabilidades, não é isso? E é importante a gente projetar para o futuro, né? Essa questão que o Jorge Peres traz, que realmente a gente não tem muito, né? eh assim eh pensamento com relação ao que virá, né, o nosso destino futuro, para onde a gente vai. E é importantíssimo pra gente poder ter, olha, eu sei o que eu quero. E o espiritismo dá essa lucidez para nós da gente enfrentar com fé, que é confiança, que é esperança, que é crença, mas que é certeza, porque estou ali perseverando. Eu tô tentando fazer o meu melhor, porque eu sei que depois da tempestade vem abundança. Então, estou atravessando a tempestade. Olha aqui, tô no presente, né? Aí eu posso dizer o porquê disso. Ah, essa tempestade ela pode ter lá, né? Eu posso ter semeado ali algumas coisas, eu já enfrento isso, né? Ou de repente não, eu tô tendo aqui essa prova como uma necessidade de eu crescer, de eu demonstrar que eu tenho capacidade. Tudo bem. De qualquer maneira, não é? Tendo esse porquê com relação ao passado ou esse paraquê que vai nos dizer da agora para frente para o futuro, é importantíssimo que eu me entenda como agente, agente de mudança.

lquer maneira, não é? Tendo esse porquê com relação ao passado ou esse paraquê que vai nos dizer da agora para frente para o futuro, é importantíssimo que eu me entenda como agente, agente de mudança. Eu sou o empreendedor, eu sou um ator, eu sou aquele que realiza, que eh que opera, que faz. Isso é importante. Eu não sou o mero espectador da realidade. Eu não fico só observando as coisas acontecerem. Porque se eu cruzo os braços, fico apenas, né, talvez numa posição assim até de uma certa preguiça, indolência, não é? Eu vou perder tempo. E vai chegar o momento que a própria natureza no seu processo de impulso evolutivo, porque é tudo na natureza dinâmico, se eu fico de braços cruzados, no momento eu vou ser levado de roldão, porque eu vou ter que evoluir necessariamente. Esse período que a gente atravessa na terra de transição é mais ou menos isso. Eu vou precisar impulsionar o progresso. Se eu não evoluir, eu vou ser levado meio que de rodão. Vou ter que passar por experiências mais difíceis, né? Provas dificíimas, talvez uma expansão mais dorida, dolorosa, para eu poder abrir os olhos, ter esse despertamento consciencial quanto à realidades espirituais, não é? Então, é bom pensar no futuro, projetar o futuro, né? Os meus valores são sempre morais, embora nem sempre a gente consiga. A Maria tá falando, eh, é bom que a gente tem esse valor. Por que que é a moral, né? A moral vai apontar para nós, gente, o que é correto. Eh, o bom proceder. Eh, uma questão, né, que vai trazer para nós que aí a terceira pergunta, o que fundamenta as nossas ações, que são os valores, não é? Então eu queria que vocês dissessem para mim quais são os valores que vocês têm na vida, na presente existência. Coloca alguns valores aí, porque são esses valores que vão dizer o que nós somos e o que nós estamos fazendo e para onde nós pretendemos ir. Esses valores são fundamentais, não é? Eh, esses valores são morais, como ela coloca. Importantíssimo. A moral é como se fosse a regra do bem proceder. A gente vê na moral o

a onde nós pretendemos ir. Esses valores são fundamentais, não é? Eh, esses valores são morais, como ela coloca. Importantíssimo. A moral é como se fosse a regra do bem proceder. A gente vê na moral o compêndio de ensino eh cognitivo, de princípios fundamentais pra gente assim saber discernir o certo do errado, o bem do mal ou o bom do mal, né? com o Isso é importante, mas a moral ela precisa estar ligada a ética, porque a ética, que é uma palavra que a gente já usou várias vezes, não é tão incomum, não é? A gente já ouviu falar, talvez a gente mesmo já empregou. Mas o que é exatamente a ética? A ética é a aplicação da moral numa visão mais simplificada e muito prática. que a moral é como se fosse um ensino, compêndio, né? A informação, conhecimento, os princípios, tá ali, né? Eu tenho ali um valor que é, por exemplo, o valor da fé. É um valor a fé. A fé que é confiança, que é crença, que é também traduzida pela esperança, não é? Que é no espiritismo a gente entende a fé como certeza. certeza de se alcançar o que se espera. Por isso no espiritismo, a fé raciocinada, porque nos dá essa lucidez para com ponderação tomar a melhor, né, decisão, escolher o caminho mais adequado. Isso tudo é fruto de uma fé consciente, de uma fé raciocinada, que é o legado que Kardec nos deixou. Veja que coisa linda, né? Maravilhoso. Eh, Deus cria a vida e nos deixa o legado da imortalidade. Jesus cocria o planeta Terra e nos deixa o legado do seu evangelho. Kardec, ele materializa entre nós o espiritismo. Ele codifica o Espiritismo e deixa o legado da fé raciocinada. Olha que coisa impressionante. E aí a gente vê Jesus diz no Evangelho que a cura se operou fruto da sua fé. E a gente vai ver o espírito orientador falando ao Evangelho Segundo Espiritismo que os milagres são obras da fé. A gente vê que na verdade a fé sem obras é morta. A fé, ela precisa ser ativa. Então, essa atividade, essa agência, essa eh esse impulso que o valor fé nos proporciona para além da moralidade, do seu conceito

vê que na verdade a fé sem obras é morta. A fé, ela precisa ser ativa. Então, essa atividade, essa agência, essa eh esse impulso que o valor fé nos proporciona para além da moralidade, do seu conceito fundamental importantíssimo, nós temos a nossa ação na aplicação da fé no cotidiano da nossa existência. Isso é ética. Dá para entender, queridos, com essa explicação? Aí eu posso pegar um outro valor, por exemplo, a coragem. A coragem também é um valor, não é? Nós precisamos ser corajosos para enfrentar os desafios da vida, as provas, não é isso? Eh, para superar os nossos medos ou saber trabalhar com eles e conviver com eles de uma maneira que eles não nos atrapalhem, não é isso? É essa coragem. Tem até o livro, né, eh, de Emanuel, olha só aqui, tá até fechadinha. Olha aqui. Coragem lindo, né? Na psicografia do Chico. E a publicação é da FEB Editora com a comunhão espírita cristã lá de Uberaba, que foi o centro espírita e a editora que o Chico fundou quando saiu de Pedro Leopoldo para Uberaba ali já, né, no eh na década de 60, né? Então, veja que interessante. Eh, a gente tem essa questão da coragem que vai nos dar uma base de segurança para o quê? Para o testemunho. Não é só para a coragem é linda, né? O que que é a coragem? Coragem é a ação do coração que tem aquela força, que tem a determinação. Mas eu preciso demonstrar essa coragem no meu dia a dia, não é isso? Então, a ação quad eu acredito é ética. A ética, então, é a aplicação da moral. Eu até ouvi outro dia, achei muito interessante alguém dizendo assim: "É preciso colocar ética nessa moral, porque às vezes há muitos moralistas, mas não são éticos. A gente tá cheio de homens e mulheres públicos, né, que são assim moralistas, mas não são éticos. Por quê? Porque pregam, mas não vivenciam. Os fariseus, por exemplo, eram moralistas, mas não eram éticos, porque eles não vivenciavam, eles eram hipócritas, fingidos, não é? E aí o grande desafio que a gente tem, né, de poder enfrentar essas essas provas, né, essa caminhada às vezes muito árduo,

m éticos, porque eles não vivenciavam, eles eram hipócritas, fingidos, não é? E aí o grande desafio que a gente tem, né, de poder enfrentar essas essas provas, né, essa caminhada às vezes muito árduo, até, mas com essa determinação que é outro valor. Perseverança é outro valor, né? Paciência é outro valor. E até os amigos espirituais, né? Coloca, André Luiz, coloca aqui, por exemplo, a paciência não é algo pra gente deixar, né, como se fosse assim, numa estante, né, numa prateleira. Aureolada, ela linda, né? Fica lá paciência. Não, a paciência é algo que eu tenho que estar internalizando aqui, ó, para eu viver, para eu dar o testemunho da paciência quando necessário. OK, gente? Fica claro? Então, veja, quando eu tenho isso, são valores da minha vida, né? Muito importante. A Marcela fala: "O processo de autoconhecimento é muito importante, realmente." Boa noite, Deusilene, querida, diretamente de Goiânia, não é? Olha, então, Luís Antônio, Cheirin aqui, Xerém, né? Ele tá dizendo três questões muito importantes para nos tirar do automatismo que seguimos muitas vezes. Estar presente no meu presente. É, é isso. E presente consciente, né, Luiz Antônio, eh, essa consciência do presente que eu estou aqui, não sou meramente, né, um observador, um espectador, né, porque aí os outros vão estar definindo por mim. Não existe isso. Eu sou agente. Eu sou aquele que impulsiono a mudança. Eu promovo, né, a revolução a começar dentro de mim mesmo. Eu sou um ativista nesse sentido do do movimento, né? Não é que partidário, não tão falando dessas questões, mas é assim, eu sou um ativista do bem, não é? Eu procuro fazer o melhor ao meu alcance. Isso é muito importante paraa gente sair dessa zona de conforto. Então veja, eh, esses valores vão pautar a a minha o meu propósito, que é para onde eu tô querendo ir, a minha visão, e até pautar a minha missão, a minha razão de existência. As coisas estão muito ligadas à missão, que é a razão de existir, existir, a visão que é o, né, para onde eu estou indo, o propósito da

visão, e até pautar a minha missão, a minha razão de existência. As coisas estão muito ligadas à missão, que é a razão de existir, existir, a visão que é o, né, para onde eu estou indo, o propósito da minha existência, né, ou da minha vida. E a questão dos valores, né, que vão pautar exatamente tudo que eu estou, né, pensando, o que eu estou falando, o que eu estou fazendo, tô sentindo, tô vibrando. Vai fazer toda a diferença da minha postura atitudinal, comportamental, diante das circunstâncias, das ocasiões, dos enfrentamentos e das relações que eu tenho com todos os seres criados por Deus. Perfeito. Aí vai dizer se eu tenho uma postura otimista ou pessimista. Também o pessimismo é um valor. O valor não é só coisa boa não, viu, gente? O valor é uma característica que tem a sua essência, né? A tristeza, por exemplo, é um valor, não é? Então, qual que é o oposto da tristeza? Poder entender a alegria, da infelicidade, a felicidade, não é isso? Ah, do desânimo, o otimismo ou o entusiasmo, porque desânimo é é um valor também. Se eu me entrego ao desânimo, é como se eu tivesse sem ânimo. Sem ânimo, anima é alma, é vida. Eu tô morto, eu tô sem vida. Isso é o desânimo. Em contrário, o entusiasmo. Entusiasmo, ismo é sistema, né? Tuz é Deus em grego e em dentro. Entusiasmo. Então o sistema de Deus dentro de mim. Quando eu tenho Deus dentro de mim, eu tenho vida, eu não sou desanimado, entende? Então qual é a postura que eu adoto diante de tudo que está acontecendo? Qual o meu papel no mundo? Por que que eu estou aqui? Para que eu vim? Para onde eu vou? Quais são os meus valores? Isso é o que o Espiritismo nos traz, gente, com clareza. E é importante refletir sobre isso, porque aí com clareza eu vou ver o que é necessário fazer, distinguindo o certo do errado e não me deixando equivocar com questões que muitas vezes nos confundem porque a gente não necessariamente teve uma visão clara ou talvez não deixou a nossa mente eh clarificada, né? Lembrando aqui dois conceitos, um

o equivocar com questões que muitas vezes nos confundem porque a gente não necessariamente teve uma visão clara ou talvez não deixou a nossa mente eh clarificada, né? Lembrando aqui dois conceitos, um que está no livro Voltei, que vai dizer assim, de certa maneira, né, que a gente vive ainda num estado meio de dormência espiritual, boa parcela da humanidade e é mais ou menos a cerca de 2 e eh André Luiz vai dizer no livro Ação e Reação que cerca de 3/4 da humanidade vive assim num estado de perturbação espiritual. Quando você vê assim, tem muita gente ainda que não acordou pra realidade da vida maior, da vida verdadeira, que é a vida espiritual. Muitos de nós ainda estamos alheios a isso por desconhecimento, por ignorância e outra parte por desinteresse mesmo e tudo que já teria oportunidade de conhecer por conta do materialismo, não é? Do sensorial, das questões, né, que a gente vai vivendo, tudo passa e tudo passa rápido e a gente vai perdendo o que é essencial, o que é perene, né, o que é permanente, o que é essencial para a vida eh espiritual. OK? Olha, a professora Cátia Caetano, diretamente eh lá do professora Cátia do Rio de Janeiro, mas ela está lá em Niterói, né? Ela diz assim: "Depois que a gente começa a entender o Espiritismo, a gente não pergunta tanto o porquê das coisas. Aprendemos que tudo faz parte da nossa evolução. É, a gente não fica mais questionando, mas às vezes quando enfrenta uma prova bem difícil, né, professora, a gente às vezes se questiona e mas encontra a explicação dentro da razão. Às vezes a gente não sabe exatamente aquele ponto, aquilo como foi, não se recorda e é bom que seja assim, mas a gente tem a intuição e essa intuição vai nos levar aí para o propósito, para o que fazer diante dessa situação, não é isso? pra gente seguir em frente. Aí a Marcela diretamente da Argentina coloca que o nosso objetivo final é nos tornarmos espíritos puros, livres de imperfeições, cheios de amor e sabedoria. Exatamente isso. Quando a gente se purificar, né, nós estamos

amente da Argentina coloca que o nosso objetivo final é nos tornarmos espíritos puros, livres de imperfeições, cheios de amor e sabedoria. Exatamente isso. Quando a gente se purificar, né, nós estamos caminhando para isso. Gradativamente a gente vai chegando lá. E superar as imperfeições, gente, não é fácil. é um desafio constante, porque o grande desafio, esforço e propósito nosso é fazer o quê? eh trabalhar essas virtudes que estão latentes, que precisam ser desenvolvidas com o nosso esforço, né, da da nossa liberdade, eh, do nosso pensamento, da nossa vontade, ao mesmo tempo em que a gente vai trabalhar uma educação, um burilamento, um aparar de arestas de tantos vícios que a gente alimentou ao longo do tempo, né, e agora a gente precisa minimizá-los até o ponto ponto de mitigá-los erradicando-os, né? Esses vícios como os dois principais, né, que nos alimentam, nos trazendo tudo que não é legal para nós, que é a questão do orgulho e do egoísmo, e trabalhar as potencialidades, né, das forças do bem em tudo o que vem decorrente das duas principais virtudes, que são a humildade e a caridade. Esse é o constante enfrentamento que a gente tem, não é? Olha, a Antônia diz assim: "Eu estou buscando a melhora moral e tento levar através do exemplo para os que estão próximos de mim". Isso mesmo. Que maravilha, né? Eh, é, é o nosso, é o nosso propósito, é a gente buscar a nossa melhoria e colaborar com a melhoria do outro. Eu me lembro uma vez que eu cheguei nos colegas de aprendizado, assim, a gente chama os alunos, né? Porque aluno é palavra A, é como se fosse o negativo, o ilum luz. né? Vem de luz, então como se sem luz, né? Não é bem assim. O aluno ele tem a luz como todos nós temos, mas são os colegas de aprendizado. Eu cheguei muito efusivo, muito assim, né, tal, bem entusiasmado mesmo. Eu disse: "Olha, eu descobri a razão da minha existência. A razão da minha existência é servir o próximo, é fazer o bem aos outros. E também descobri mais, né, a minha visão, né, o para onde eu pretendo ir, tudo que

, eu descobri a razão da minha existência. A razão da minha existência é servir o próximo, é fazer o bem aos outros. E também descobri mais, né, a minha visão, né, o para onde eu pretendo ir, tudo que eu quero paraa minha vida, é que eu ser feliz. E eu tava tão assim, sabe, gente, falando com tanto entusiasmo, aquela coisa, né, gostosa assim, e os alunos ficaram parados assim, como se não tivesse acompanhando. Eu falei: "Mas meu Deus do céu, né, que coisa." Aí de repente um colega de aprendizagem disse assim: "Ô, professor, conta uma novidade aí, por favor." Ai, gente, aí que eu fiquei feliz porque eh que ele quis dizer com isso? Quer dizer, a a missão, a razão de existência de todos nós é sermos úteis. É o que dá sentido à vida é a utilidade, é o bem que a gente faz. Gente, isso é o princípio básico. Quando a gente não tem essa noção ainda, imagina, boa parte não tem essa noção. Eu fiquei feliz porque aqueles colegas de aprendizado tinham, não é? E ali colocaram. E também a questão de querer ser feliz. Aí, quem não tem a visão de que, né, de de ser feliz, todos nós caminhamos para felicidade. E aí vai depender do que a gente faz, né, com essa missão que é a razão de existir, utilizando, né, dos desses recursos valiosos são os valores pra gente poder chegar onde nós queremos, né? Então, ser feliz, ser pleno, né, ser puro, ser perfeito, como a Marcela colocou ali. E a gente vai nessa busca constante, nesses embates ainda de enfrentamentos que a gente tem, não é? A Marta cumprimenta aí da boa noite. A Marcela enfatiza, né? Significa reconhecer que nossas ações, por menores que sejam, tem um impacto. Tem tudo que a gente faz, tudo que a gente fala, tudo que a gente pensa tem impacto, tem consequência. Por isso que nós somos responsáveis, né? até pela emissão de um sentimento, de um pensamento, de uma vibração, uma palavra que a gente pronuncia, a ação que a gente empreende. Por isso que nós não somos meros espectadores. Nós estamos o tempo todo, mesmo que parados, entre aspas, como se

ento, de uma vibração, uma palavra que a gente pronuncia, a ação que a gente empreende. Por isso que nós não somos meros espectadores. Nós estamos o tempo todo, mesmo que parados, entre aspas, como se tivesse só observando, nós estamos sendo ativos, porque há influências. Assim como a gente influencia o tempo todo, nós somos influenciados. E a gente tem que dar conta do teor, né, destas influências, aquelas que nós estamos aceitando e aquelas que nós estamos compartilhando. Por isso, a responsabilidade de sintonizar com o bem, com o amor. É o que o Espiritismo nos ensina, que o Evangelho de Jesus nos traz. O amor é a base de tudo, não é assim? Olha, a Sônia coloca amo, né? O espiritismo esclarece porque nós estamos passando por provas e expiações e só nós somos responsáveis por nós mesmos, né, Sônia? Exatamente. Então agora nos resta fazer o quê? O melhor. É isso aí. O nosso melhor, doar o melhor de nós. Isso é ser perfeito. Perfeito é aquele que age no limite das suas forças, procurando fazer o melhor seu alcance. Não é isso? A Marta lembra da paciência, né? A Tânia cumprimenta a todos aí, querida amiga e irmã Tânia. E a Antônia destaca o valor da caridade para com todos. Olha aí a caridade desinteressada, como está também o livro dos espíritos, né? O maior bem que a gente pode ter, a maior de todas as virtudes, é a caridade desinteressada, assim como o maior mal se vincula ao interesse pessoal, né? que aí vai alimentar o egoísmo e o orgulho e todos os demais males. E a Marcela destaca alguns valores. Olha, honestidade, integridade, justiça, empatia. Empatia é quando a gente se coloca junto do outro, né? Eh, próximo do outro para poder entender o outro, sentir o outro. E aí a gente vai fazer o quê? Nós não vamos julgar, muito menos condenar, porque nós vamos compreender a posição, a condição em que ele se encontra, não é isso? o amor incondicional, a caridade, a fé, todos esses são valores, né, que a gente precisa se esforçar por conquistar e desenvolver, porque como Deus nos criou,

dição em que ele se encontra, não é isso? o amor incondicional, a caridade, a fé, todos esses são valores, né, que a gente precisa se esforçar por conquistar e desenvolver, porque como Deus nos criou, claro que a gente já traz, né, na nossa assim intimidade esses valores em potencial, mas também existe lá outros valores que não são tão positivos, que estão em potencial. assim, digo, porque Deus só criou o que é bom, mas a gente tende, né, pela nossa vontade, pelo nosso livre arbítrio, a fazer as escolhas. Nós sempre tendemos a escolhas, a definições, por isso somos agentes de mudança. E às vezes a mudança ela ela gera um impacto na nossa vida e a gente por talvez um comodismo, por falta de proatividade, que também é um valor fundamental, ns temos iniciativa para melhorar, às vezes a gente fica naquela zona de conforto e não quer se mexer, não é isso? Aí vem uma série de questões decorrentes disso aí e a gente precisa se cuidar, não é? eh e optar por esses valores que são, né, digamos, que vão nos levar a um aperfeiçoamento, que vão nos levar, né, a uma plenitude pelo desenvolvimento das forças, pelo processo educacional do espírito, essas coisas assim, né? Olha, Maria Clar, diretamente da Venezuela. Querida amiga, irmã Saluton, Bononcton, não, Bonomon, vespero, né? Eh, estamos cumprimentando aqui esperando, né? Pode o serviço ser um valor? Com certeza. O serviço, o trabalho, o bem, isso é um valor, né? E é dos maiores valores que a gente tem, né? Para eh desenvolver. Sabe por quê, Maria Clar? É até a própria explicação de Jesus. Ele disse: "O pai trabalha até hoje e eu também. Eu vim para servir e não para ser servido." Olha o exemplo aí. O serviço desinteressado é a verdadeira caridade, que é o amor em ação, né? O livro é muito lindo, coragem, muito lindo e significativo, né, Marcela? A Tânia cumprimenta a todos, né? Amar nossos semelhantes, perdoar, né, Ivan? Esse é um valor do amor, do perdão. Perdão nem sempre é fácil, gente, mas o perdão liberta. Às vezes a gente fica

Marcela? A Tânia cumprimenta a todos, né? Amar nossos semelhantes, perdoar, né, Ivan? Esse é um valor do amor, do perdão. Perdão nem sempre é fácil, gente, mas o perdão liberta. Às vezes a gente fica amarrado e tudo mais, não é? E tem essa dificuldade, né, em perdoar. Isso vai causar para nós dores, sofrimentos, né? Pessoal de Itapema, Santa Catarina, tá conosco, né? Deus. E é é o bem e o mal sofrer. Olha, a nossa postura vai dizer, não é, do nosso comportamento, da nossa atitude, como é que nós estamos então enfrentando a circunstância, a ocasião, a prova que está diante de nós, né, Deusene? Eh, o bem e o mal sofrer é exatamente a consequência da nossa, do nosso estado interior, da nossa condição evolutiva que vai se revelar na postura, no comportamento, na atitude. Confere? Às vezes você tem uma situação enfrentando, por exemplo, um problema. Esse é o mesmo problema para um e para outro, mas às vezes um enfrenta com coragem e supera. O outro ele ele sente medo, ele fica inseguro e aquele problema, ao invés de ser resolvido, ele é prolongado. E aí você começa a ter outras necessidades. É por isso que a gente diz, Deus nos colocou numa condição de justiça, igualdade e equidade. É muito importante isso, porque ele ofereceu sempre os elementos necessários a cada um no processo evolutivo, dentro das possibilidades de cada um. Aquela parábola dos talentos diz muito isso. O senhor que precisava fazer uma viagem, lembra? E ele então deixou administração, né, da sua fazenda, digamos assim, com três servidores. Ele chama o primeiro dá cinco talentos, o segundo dois talentos e o terceiro um talento. Como é que ele distribui esses talentos que são valores, gente? Os talentos são valores. É o tempo, né? É a oportunidade, tá certo? Eh, eh, você poder diz: "Ah, é a riqueza ali ou é o valor, é um, né, um recurso material, tudo isso são valores." E, eh, como é que ele distribuiu? Distribuiu de acordo com a competência. Está no próprio texto do Evangelho. Cada um recebeu segunda competência. Quem que

um recurso material, tudo isso são valores." E, eh, como é que ele distribuiu? Distribuiu de acordo com a competência. Está no próprio texto do Evangelho. Cada um recebeu segunda competência. Quem que recebeu cinco era o mais competente? O que recebeu dois era o competente ali médio, digamos assim. E o que tinha menos competência recebeu um talento. E veja o que aconteceu, que recebeu cinco dobrou com aplicação, com desenvolvimento, com emprego daqueles talentos, né? Eh, socialmente, ajudando, né? Eh, fazendo bem. O que recebeu dois também dobrou aquela quantidade, né? O de cinco para 10, o dois para quatro. E o que recebeu, ele fez o que? Ele enterrou o talento. Por quê? Ele sabia que o Senhor era rigoroso e tudo. Por medo que é manifestado na insegurança, ele enterra o talento. E ele foi então o mau servo, o mau servidor. Ele não soube aproveitar a oportunidade. Então tá ali. É como se ele tivesse sofrido de uma maneira, né, que não foi adequada. Os outros passaram por aquela prova, por aquele teste e souberam empregar bem, tiraram de letra e superaram. E vão ter novas oportunidades. Aquele que recebeu um, ele vai ter que sofrer, vai ter que espiar. né? Não tem como, porque diante da própria, né, não uso do dos recursos que ele fez, ele enterrou o talento. Por isso que a gente é desafiado. Quando a gente é agente de mudança, nós estamos empregando o nosso talento. Quando a gente só fica como mero espectador da realidade, nós estamos fazendo como aquele que recebeu apenas um talento e o enterrou. Daí a nossa responsabilidade. A Mariline cumprimenta todos. Estava em estudo, agora aqui presente, feliz em ver o meu irmão tão querido. Satisfação, querida Marilene, né? sempre uma grande alegria nós estarmos juntos, né? Ela lembra a questão 459 de O livro dos espíritos, que é fácil de lembrar, né? 4 + 5 9, que é exatamente aquela se espíritos influenciam nossa vida e a resposta que o espírito na verdade dá sim, né? Eh, que de ordinários são eles que nos dirigem. é uma influência muito

brar, né? 4 + 5 9, que é exatamente aquela se espíritos influenciam nossa vida e a resposta que o espírito na verdade dá sim, né? Eh, que de ordinários são eles que nos dirigem. é uma influência muito grande. Na verdade, nós também somos espíritos. Então, a gente influencia e é influenciado o tempo todo. O que a gente precisa avaliar, né, Marilene, é exatamente o teor da nossa influência, porque vai dizer dos nossos valores e até da nossa visão, não é, e da nossa missão. Quando a gente tá voltado para o bem, a gente não prejudica. Quando a gente está voltado para o amor, a gente não odeia. Quando a gente quer o bem de alguém, nós não fazemos o mal. Quando nós empreendemos a paz, nós não somos agentes da guerra. E a Marcela diz: "Sim, a felicidade não vem de conquistas pessoais e egoístas, mas sim da nossa capacidade de contribuir para o bem maior." É isso. A verdadeira felicidade é isso, é essa integração contudo, com todos, né? Agradecendo a oportunidade e fazendo sempre o melhor ao nosso alcance, não é? O Valdo, lembra aqui a expressão do amor, né? a mãe de Jesus, Maria querida, né? Simbolicamente a mãezinha de todos nós, né? A expressão do amor, ela que nos acolhe no seu arregaço maternal, né? E a gente quando precisa de socorro, tudo vai a um colo de mãe, não é assim? Aí a gente se sente, né? Eh, graças a Deus, né? Protegido. E tem que agradecer muito. Olha, Maria, mãe de Jesus e mãezinha de todos nós, ela depois de Jesus, né? é o espírito mais evoluído que esteve na Terra. Jesus espírito puro, Maria é um espírito muito evoluído, superior, tanto é que teve essa missão, né, de realmente eh simbolicamente ser a mãe de Jesus. a gente diz assim, né, porque tem toda uma simbologia no evangelho, o importante são seus valores, não propriamente a tradição, né, a história em si, mas são os valores que nós vamos aprendendo, os conceitos, né, esses valores que vão levando à moral e a ética, principalmente dos ensinos. Então, Maria nos ensinou esse amor, Jesus, né, ensinou, viveu esse amor. Então, muito

s vamos aprendendo, os conceitos, né, esses valores que vão levando à moral e a ética, principalmente dos ensinos. Então, Maria nos ensinou esse amor, Jesus, né, ensinou, viveu esse amor. Então, muito lindo, né? Eh, é isso aí, né, Valdo? E você entende dela em amor e espírito. É um amor realmente, né? Maria transcendente. Ela lá na casa de Éfeso, né, Valdo, ela já atendendo os transeúnes, os necessitados. Era uma verdadeira casa do caminho ali também, né? Ela ia recebendo tudo e acolhendo cada um da sua necessidade, da sua dor. E ela acariciava, né? as pessoas ouviam, recebiam, né, a orientação, o abraço amigo e ela dizia sempre: "Ah, meu filho, isso também vai passar, isso vai passar". Então, a gente, né, eh, precisa ter, eh, essa essa segurança de que nós não estamos sozinhos. E foi exatamente o que Chico recebeu, né? Uma vez Chico tava muito preocupado com problema grave, né? E assim aí, Emanuel disse, fala: "Olha, Celina tá trazendo aqui, intermediando um recado da mãe de Jesus e da nossa mãe eh para você. A nossa, Chico recebendo um recado de Maria. Já vê, Maria, já pensou que coisa linda?" E aí? Aí o Chico ficou: "Nossa, quero saber qual é esse recado e tudo mais, né? Aí, que que aconteceu? Qual que é o recado, irmão?" Aí Maria mandou dizer para você, isso também vai passar. O recado era esse, gente. Isso também vai passar. Então a gente tem os elementos, né, com esses valores da paciência, da perseverança, da resignação, da resiliência, que é outro valor fundamental, saber se adaptar com flexibilidade, né, se transformar para melhor. A gente vai enfrentando tudo isso, né, queridos. Que bênção, né? Graças a Deus estamos aí juntos, Valdo. Todos somos, né? Eh, graças a Deus, aprendizes. Eh, ali ele tá até citando, antes de eu citar isso também vai passar. Nada aí para sempre. Ele tá lembrando lá da história do Chico. Muito bem, sintonizado. Aí eu não tinha lido, agora que eu li. Ótimo, queridos. Eh, eu só queria aqui, já preparando, porque o nosso tempo já tá encerrando, eh, trazer

mbrando lá da história do Chico. Muito bem, sintonizado. Aí eu não tinha lido, agora que eu li. Ótimo, queridos. Eh, eu só queria aqui, já preparando, porque o nosso tempo já tá encerrando, eh, trazer que na nossa existência, né, nós temos várias etapas, várias facetas, várias abordagens, digamos assim, uma que é pessoal, uma que é familiar, uma que é social, uma que é profissional, uma que é espiritual, como aqui geralmente nós temos cinco dedos na mão, então pessoal, familiar, social, profissional, espiritual, né? pra gente atingir qualquer objetivo na nossa vida, seja pessoal, que é importante a gente considerar também, né? Não vai dar tempo da gente explicar detalhadamente aqui, mas seja familiar, seja social, seja, né, profissional, seja espiritual, a gente precisa ter quatro valores fundamentais que não ficam apenas no sentido moral, mas que entram no aspecto, né, Sônia, da ética, que é a vivência transformadora. Então, pra gente atingir, né, qualquer objetivo na nossa vida, sabendo que a razão da nossa existência sermos úteis e com essa visão que nos dá o propósito, saber para onde eu vou, não é? seja no aspecto pessoal, seja familiar, social, profissional, pessoal, os valores que eu preciso alimentar para que eu atinja qualquer um desses objetivos, primeiro deles é a vontade. É preciso querer, é preciso ter disposição, senão não vou a lugar algum. A vontade é o início de tudo, é a principal potência anímica, como fala Leondeni quando vai dizer, né, dessas potências da alma. No livro problema do ser destinidador, na terceira parte, a vontade é uma potência da alma. Potência realmente é que empreende, que age, né, que faz. E Emanuese a a vontade é o principal capital do ser humano. Quando a gente tem vontade, gente, meio caminho já está andado. Então, é muito importante a boa vontade, não é? O segundo valor para atingir qualquer objetivo na nossa vida é importante ter perseverança. Não basta apenas a vontade, é preciso perseverar. O que que é a perseverança? A perseverança é a

ade, não é? O segundo valor para atingir qualquer objetivo na nossa vida é importante ter perseverança. Não basta apenas a vontade, é preciso perseverar. O que que é a perseverança? A perseverança é a base da vitória. A gente só vai ser vitorioso se a gente perseverar, ou seja, seguir determinado. A a perseverança é a constância da vontade. Meu papaizinho, já nos seus 88 anos, quando partiu de retorno ao mundo espiritual, a pátria verdadeira, é que nós estamos todo aqui de passagem, né? A gente veio do mundo espiritual e vai voltar pro mundo espiritual. E aqui essa existência é importante pra gente servir, se desenvolver e voltar mais rico do que quando aqui a gente chegou, como o papaizinho nos ensinava. e me ensinava. E ele ele dizia assim: "Eu sou feito aquele rojão, sabe? Rojão, aquela bomba que vai explodes, né, você tem ali aquele momento de entusiasmo e ah, de querer fazer, vem um obstáculo e você desiste, ah, você se afasta". Então, é preciso ter coragem, preciso ter perseverança, a constância da vontade. O terceiro valor, gente, para alcançar qualquer objetivo da nossa vida é a tal da fé, que a gente falou aqui, palavrinha tão pequena, um monoílo, né? Uma letra F, uma letra E com acento que significa tanta coisa. Jesus disse, né? Se tivesses, né, o a fé do tamanho de um grão de mostarda, vocês sabem o grão de mostarda, a árvore é enorme, mas o grão é pequenininho. Na feira do Guará que tem, né? Eu tenho lá no meu trabalho um saquinho cheio de grão de mostarda assim, né? Então grão de mostarda, se a gente tivesse a fé do tamanho do grão de mostarda, a gente diria: "Esta montanha, né? Transporta-te daqui para ali, ela se transportaria". Ou seja, são nós montemos os problemas da dificuldade, dos impecíos, porque a nossa vontade pode liberar e a gente pode agir como agente de mudança para melhorar toda essa situação. Então, a fé é fundamental, conforme a gente falou. E o quarto valor que a gente também falou aqui é a paciência, porque olha, ah, eu tenho vontade, eu tô perseverando, eu

melhorar toda essa situação. Então, a fé é fundamental, conforme a gente falou. E o quarto valor que a gente também falou aqui é a paciência, porque olha, ah, eu tenho vontade, eu tô perseverando, eu tô, né, tendo fé, mas não consegui atingir o objetivo que eu queria, né, seja um objetivo pessoal, seja, né, familiar, social, eh, profissional. ou espiritual, que é o mais importante de todos, né? Eu não conseguia alcançar. E aí resta ter paciência. A paciência é arte de saber esperar. A paciência é exatamente a ciência da paz. E quando eu tenho essa paciência, eu vou saber que tudo tem o seu tempo, né? Debaixo, né? Do céu, tudo tem o seu tempo. Tudo ocorre no momento que deve acontecer. Por isso, nesse tempo que a gente tem aqui, exatamente, de transição, nós precisamos alimentar, né, esse valor da paciência para não nos desesperarmos. Mas a paciência, como toda e qualquer virtude, ela não é passiva, ela é ativa. Por isso, saber esperar, mas com a fé que opera, a fé que realiza, a fé que concretiza, a fé que demonstra esperança, confiança, crença, mas certeza e aquela, né, vontade de realizar o melhor. Então é isso, Raquel. Vontade, perseverança, fé e paciência são esses quatro valores fundamentais, não é? Que vão indicar aí a nossa caminhada para atingir os objetivos que nós pretendemos, não é? Queria agradecer, Ivani, a sua gentileza, não é? É isso mesmo. E os objetivos são pessoal, familiar, social, profissional, espiritual, os valores, vontade, perseverança, fé e paciência. Deixa anotadinho aí, porque isso a gente vai vivenciar no dia a dia, não apenas com a moral que vai trazer o conhecimento, mas com a ética que vai trazer a vivência transformadora, porque afinal de contas o Evangelho tá aí para nos trazer essa mensagem. Jesus não só ensinou, mas antes ele testemunhou porque ele viveu. E Kardec também viveu, né, trazendo todo um testemunho transformador na sua própria vida e servindo de exemplo para todos nós. Então, diante de tudo isso, nós somos agentes de mudança ou

ue ele viveu. E Kardec também viveu, né, trazendo todo um testemunho transformador na sua própria vida e servindo de exemplo para todos nós. Então, diante de tudo isso, nós somos agentes de mudança ou espectadores, observadores da realidade. Deixo o meu abraço com muito carinho, chamando aqui o nosso dirigenteô para nos conduzir no fechamento desse momento. Gratidão, queridos. Gratidão, meu garoto. Linda palestra, muito esclarecedor. Tanto é que você viu aí os comentários, entendeu? Cada um com a sua dúvida no sentido, até mesmo muitas pessoas que já tem uma base, né? Eu fiquei impressionado de ver a quantidade de pessoas que estão já tem já um, vamos dizer assim, uma uma visão interessante da doutrina, né, Geraldo? Já consegue já trabalhar essa parte dos dos das das virtudes, do, entendeu, até mesmo dessas situações que às vezes a gente passa por processo difícil, mas já tem essa altivez de compreender, né? Interessante. Gostei. Lindo bate-papo. >> Ótimo. Muito bem. Eh, ali até a Miram diz: "Eu nunca pensei nisso. Moral tem que ter ética". É muito bacana. Vamos botar, vamos botar ética nessa moral. >> Isso não é meu não. Eu aprendi ouvindo aí o pessoal compartilhando, né? A gente vai reproduzindo. Mas é importante essas essas palestras. Bom, não tem perguntas porque você já foi trabalhando ali tudo ali, né? Então, todas as as dúvidas ali, todos os questionamentos, praticamente o Geraldo já começou, trabalhou no seu decorrer da palestra e eu sei que tem outro compromisso daqui a pouco. Então, vamos partir para suas considerações finais. Depois eu vou pedir para você, antes de você fazer a prece com violão, eu quero dar o recadinho para próximo domingo, para não fechar e você fecha com chave de ouro com a sua música, pode ser? Suas considerações finais >> também. Tá bom, querido amigo, irmão, queria agradecer a você, agradecer, não é, a todos os integrantes, eh, deste trabalho maravilhoso do SECAL na divulgação do espiritismo, do estudo, né, na vivência prática transformadora.

migo, irmão, queria agradecer a você, agradecer, não é, a todos os integrantes, eh, deste trabalho maravilhoso do SECAL na divulgação do espiritismo, do estudo, né, na vivência prática transformadora. agradecer a presença de vocês que nos acompanharam aqui ao vivo, depois que vão assistir também gravado. Eu agradeço sempre a bênção da vida que Deus nos concedeu, Jesus, né, pelo evangelho e pelo nosso lar, que é a nossa querida terra, não é? A Kardec por nos ter aqui, né, intermediado junto a nós, né, da revelação da espiritualidade maior, o espiritismo e essa fé raciocinada que nos dá tanta segurança, não é? Precisamos ter bom senso diante de tantas coisas. E agradecer aos amigos benfeitores espirituais, aos nossos pais queridos que nos deram se de estarmos aqui hoje, né, na presente encarnação. E a todos vocês, amigos e irmãos, nossa gratidão de coração mesmo. É sempre bom nós estarmos bem acompanhados e procurar, né, nos melhorar cada vez mais. Então fica aí. Somos agentes de mudança, não apenas espectadores ou observadores da realidade. Mudar não é simples, não é fácil, exige esforço, mas nós temos todos os recursos, todos os valores à nossa disposição para a partir de hoje fazer o melhor a nosso alcance. Então, aproveitemos bem e assim o façamos. Verdade, meu garoto. É, nós somos agente de mudança e cada dia a gente tem uma oportunidade de corrigir o ontem e aprender sempre com aquilo que seja errado, que fez em sem pensar. Deus nos dá o dia, à noite, justamente pra gente fazer essas reflexões, entendeu? O despertar geralmente é pra gente aprender que errar faz parte dessa jornada, porque não se não errar erramos, né? não estaríamos aqui. Perfeito. Foi o nosso mestre Jesus. Então, a cada momento, a cada segundo, a gente tem essa mudança. Vamos lá. Eh, para próximo domingo fazer o convite a todos vocês. Quem vai estar conosco no dia 10/08 vai est a nossa querida amiga Orson Carrara. Ele vai trabalhar um tema muito importante, com muitas dúvidas. Vários parceiros nossos já me pediram

te a todos vocês. Quem vai estar conosco no dia 10/08 vai est a nossa querida amiga Orson Carrara. Ele vai trabalhar um tema muito importante, com muitas dúvidas. Vários parceiros nossos já me pediram sobre esse tema para falar sobre esse tema. E o Ros vai est fazendo esse tema para nós da próxima semana, a cremação e o despertar. Então seja todo convidado pro próximo domingo, dia 10 do08 às 19 horas aqui no programa Secal F. Gratidão a todos, meu garoto. Vamos lá, encerramento final agora. com a sua música, uma mensagem final e pra gente encerrar o programa da noite de hoje. >> Então vamos, querido, uma música aqui que é Prece, é uma música conhecida, acho que de todos e sempre nos traz um ambiente muito bom que vai ensejar aqui o nosso agradecimento e também as nossas despedidas, né? Agradecemos, Senhor. Estes momentos de paz, nós te sentimos aqui em vibrações. fraternais na estrada da vida, conduz-nos ao bem na alegria e na dor. Seja o amor, nossa bandeira de luz, a raus. Seja o amor, nossa bandeira de luz. Ah! Maestro เฮ เฮ

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