#21 Estudando O Livro dos Espíritos - Diferentes ordens de espíritos
A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.
Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Olá, queridos. É com muita alegria que estamos aqui para mais uma noite de estudos do livro dos espíritos. Nós damos a todos as boas-vindas, aos internautas que já estão se apresentando no nosso chat, ao Carlos, meu companheiro aqui da apresentação, aproveitando, fazendo do Carlos já aí a nossa audiodescrição. O Carlos hoje está com uma camisa polo esverdeada, né? É um verde água muito bonito, contrastando com a sua tê branca. O Carlos usa óculos, cabelos lisos, grisalhos. está novamente no seu ambiente de trabalho. Ao fundo a gente vê uma bela pintura óleo de um quadro eh com barco a meia a beira a beira marar, né? E também o Carlos sempre está nos presenteando com essa esse belo entorno dele, né? Além da sua doce figura. Queremos também comentar sobre as nossas intérpretes, né? damos a elas as boas-vindas dentro dessa eh grande parceria. Nós estamos hoje contando com a intérprete para Libras, a Ariane Silva Rabelo, do Departamento de Inclusão e Acessibilidade da US Intermunicipal de São José do Rio Preto. Ariane é uma moça jovem, tem cabelos pretos, eh estão arrumados de uma forma que favoreça a sua interpretação para Libras, eh, sempre presos, né, cabelos pretos, presos atrás numa espécie de coque. E também temos a Nívia Maria, intérprete de Libras da Federação Espírita de Pernambuco, do projeto Escutatória e integrante de grupo, do grupo de estudos e equipe de intérpretes da CONCEB. A Nívia também é uma moça jovem, eh, de pele branca. Ela também está com os cabelos pretos, arrumados, eh, de uma forma para trás, dentro de um penteado de coque e tem eh uma blusa preta que também favorece o seu trabalho e a sua função de tradução em Libras. Carlos, contigo. Seu microfone, meu amigo, liga aí. seu microfone esqueci de ligar, desculpa. Eh, a Cris também vou fazer a desescrição da Cris, não é? Eh, a Cris, ela também ainda é
adução em Libras. Carlos, contigo. Seu microfone, meu amigo, liga aí. seu microfone esqueci de ligar, desculpa. Eh, a Cris também vou fazer a desescrição da Cris, não é? Eh, a Cris, ela também ainda é jovem, mas o cabelo já tá um pouquinho grisalho, né? Começando a pintar e usa óculos. é a pele é de t clara, está usando uma blusa azul hoje e ela está numa espécie de atelier que é um chalezinho apegado a casa, um ambiente muito bonito, com várias eh coisas atrás que chama atenção, não é, de decoração. E então, nós estamos fazendo essa audição, gente, porque nós temos irmãos nossos, eh, que são invidentes. Então nós descrevemos para eles, não é, como é que está o nosso ambiente. Alguém perguntou por que que eles ficam falando isso, não é? Então é a maneira da inclusão com muita satisfação. Eh, nós queremos que os nossos irmãos também saibam como é que as coisas estão acontecendo, não é? E hoje nós contamos com a participação de Telma Machado, que é membro da Academia de Letras Espíritas do Estado de Sergipe, que é a LES. Ela é delegada em Sergipe da Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas, a Abram, e é facilitadora de estudos e é palestrante espírita. E a Telma eh também eh tem cabelos escuros, eh, da uma idade mais ou menos como a minha, não é? e os cabelos eh escuros, então óculos eh redondo, a armação é é mais para marrom assim, mais para escuro. Ela é sorridente, está usando uma blusa eh com azul, mas com parece ter umas flores assim em tom mais claro, fica muito bonito. Inclusive ele tem um colar pendurado com é um pingente. E atrás ela tem eh um eh decoração de armário. Assim, do lado aparece um pequeno pedacinho de uma televisão. Belma, seja muito bem-vinda. Boa, boa noite a todos. Um prazer estar aqui. Obrigada, Carlos, obrigada Cris. Obrigada Feb, né? Essa instituição pela qual nós temos tanto carinho e admiração. Muito bom, Telma. E se nós conseguirmos manter contato com ele, nós também estamos aguardando o coordenador e facilitador, facilitador, melhor
nstituição pela qual nós temos tanto carinho e admiração. Muito bom, Telma. E se nós conseguirmos manter contato com ele, nós também estamos aguardando o coordenador e facilitador, facilitador, melhor dizendo, do ESD, Flávio Scarb. Ele eh participa dos estudos da série psicológica de Joana de Angângeles e é palestrante espírita, trabalhador da Federativa Espírita de Rondônia. O Flávio deve estar tendo alguma dificuldade de conexão conosco, mas esperamos que ele consiga estabelecer conexão e se for o o fato, né, ele vai estar conosco ao longo do estudo de hoje. Mas Carlos, enquanto o Flávio não chega, vamos inaugurar aí o nosso programa de estudo de hoje contigo. Então vamos, vamos lá. Certeza. Eh, nós queremos fazer os nossos agradecimentos, Cris, aqui a Concebe, né, por essa parceria na interpretação do nosso estudo para Libras e também aos parceiros que fazem a transmissão simultânea. Eu já estou pedindo atualização aqui da nossa lista porque ela está incompleta, eu já estou sabendo, mas é Espiritismo Net, Mansão do Caminho, Federação Espírita Catarinense, Federação Espírita do Distrito Federal, a Web Rádio Fraternidade, Web Rádio Amigo Espiritual, Editora Ed Luz, Portal da Luz, TV Secal, Seridó Espírita. o nosso abraço fraterno aí a você que está acompanhando, não é, por esses nossos parceiros de transmissão e que também está conosco aqui pela FEB TV. Vamos lá então, né, Cris? Muito bom. Eh, antes da gente começar a se debruçar sobre a primeira questão hoje nós já estamos na questão 96 do livro dos espíritos, mas eu queria só resgatar do chat uma pergunta da Eliane Freitas que talvez sirva para todos, né, que ainda estejam com dúvida de onde alcançar o repositório dos nossos programas já anteriormente exibidos, que ficam gravados e expostos para todos, né, de forma distinta. A Eliane pergunta assim: "Boa noite a todos. Semana passada nós não podemos assistir e gostaria de saber onde fica salvo a aula 20, onde ficou salvo a aula 20, né? Por favor, nos informe. Então, paraa
A Eliane pergunta assim: "Boa noite a todos. Semana passada nós não podemos assistir e gostaria de saber onde fica salvo a aula 20, onde ficou salvo a aula 20, né? Por favor, nos informe. Então, paraa Eliane, para todos que desejem acessar os programas anteriores, esses programas eles ficam publicados no portal da FEB TV, né? Basta colocar ali na ferramenta de busca do portal. FEB TV, eh, o programa Estudando o Livro dos Espíritos e aí vocês vão ganhar em sequência todo o registro de todos os programas que já foram ao ar até hoje. Com muita satisfação, estamos no 21º e hoje nos debruçando sobre a questão 97 até 100. E a gente começa comentando, né, Carlos, a questão 97, que eu gostaria de colocar para você. Vou te colocar 96. 96. Isso, 96. A gente começa pela questão 96 hoje. Eu gostaria de colocar para você e paraa Telma, tá? Então eu vou formular aqui a pergunta e a gente vai se debruçando sobre a questão 96. Pergunta é a seguinte: São iguais os espíritos ou há entre eles qualquer hierarquia? Carlos e Telma resposta para vocês. Começar, Telma, começa aí que a gente comenta junto, por gentileza. Então, essa questão 96, ela é como que um ponto de partida do que vai ser desdobrado, né, nas questões 97, 98, 100 e por aí vai. Por isso que que a espiritualidade dá uma resposta curta, Kardec nessa questão, eh, relativamente a esse grau de hierarquia, respondendo, obviamente, né, que são de diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tem alcançado, porque eh naturalmente que a gente, assim como na Terra existe essa heterogeneidade do ponto de vista biológico, nós também temos essa heterogeneidade do ponto de vista espiritual. Estou dizendo isso que o nosso querido Kardec, que no decorrer dessas mesmas questões, e a gente vai ver mais na frente nas outras perguntas, ele coloca o a parte eh da ciência, da biologia, quando ele vai justificar a classificação dos espíritos. Eu achei isso fascinante, viu Carlos, que Kardec fez, porque ele ele contextualiza e através disso fica mais fácil o entendimento.
da biologia, quando ele vai justificar a classificação dos espíritos. Eu achei isso fascinante, viu Carlos, que Kardec fez, porque ele ele contextualiza e através disso fica mais fácil o entendimento. Então isso vai ser desdobrado eh no decorrer da das demais questões. Isto e e é interessante nós nos lembrarmos, né, para pra gente ter uma ideia dessa diversidade que os espíritos nada mais são do que nós do outro lado. Quando deixamos o corpo físico, nos tornamos espíritos. E então Kardec vai comentar: "Não é assim como há homens mais inteligentes, mais sábios e outros que ainda não desenvolveram essa capacidade", também entre os espíritos ocorre a mesma coisa. Assim como há pessoas boas e há pessoas que ainda são ignorantes, ainda se dedicam ao mal do próximo, os espíritos também acontece isso porque nada mais são do que os homens lá do outro lado, as pessoas que desencarnaram. Então é lógico que existe diferença, né, no mundo espiritual entre eles, como foi colocado, né, na resposta que a Telma apresentou. Telma, vamos para 97 e a gente vai ficar de olho no chat aqui para ver o pessoal já tá colocando perguntas também. Essas ordens ou graus de perfeição dos espíritos são em um certo número assim determinado? Na verdade não são não, porque assim, eh, dificilmente a gente vai encontrar na vida compartimentalizado, assim também em relação em classificação às ordens eh dos espíritos. E Kardec, ele ele coloca o seguinte, ele classifica em categoria e ordens, né, que a gente vai ver que são três, e depois ele subdivide essa ordem ou categoria em classes. E aí essa subdivisão e que não são estancos também, ele diz assim: "É muito complexo classificar porque o os níveis eh de adiantamento espiritual eles são muito amplos e é extremamente complexo você fazer uma subdivisão estanque. Não, não tem isso daí. Porque ele ele ele faz essa analogia também em relação à classificação do ponto de vista biológico. Ardec estudou bem, né, biologia, ele até estudou medicina também. Enfim, ele traz inclusive o nome
. Porque ele ele ele faz essa analogia também em relação à classificação do ponto de vista biológico. Ardec estudou bem, né, biologia, ele até estudou medicina também. Enfim, ele traz inclusive o nome de de três cientistas que que estudaram classificações de seres vivos para justificar isso que foi Lineu, Jucier e Tornefó. Por que ele traz isso, Carlos e Cris? E e aí questão é interessante como o pedagogo Kardec, ele ele leciona eh trazendo essa contextualização e muitas vezes fazendo analogia para facilitar o entendimento. Porque muitas vezes quando a gente vai estudar a gente coloca assim, ele coloca as três ordens, tá? Então nas três ordens ele coloca espíritos puros, depois a ordem intermediária e espíritos imperfeitos. Mas eh nos espíritos intermediários, por exemplo, todos são iguais? Não. Você tem uma escala móvel, a uma maleabilidade com várias características que se enquadram naquela categoria ou naquela ordem que ele colocou. Para eu que fique muito claro e para quem tá nos ouvindo, eu vou me permitir fazer o que Kardec fez, que eu acho que ele não fez isso por acaso. Kardec, além de ser muito muito didático, ele tinha uma honestidade intelectual assim invejável, maravilhosa, que exemplo para todos nós. Eh, e quando ele traz isso se referindo a seres vivos, o seguinte: quem aqui não conhece eh, por exemplo, aqueles animais que a gente chama de artrópodes, né? artrópodes, animais que possuem apendes articuladas. Vou dar um exemplo. Todo mundo aqui conhece o que é camarão, caranguejo, né, siri, aranha, né, insetos, etc. E a gente percebe que eh nessa classificação Lineu que Kardec coloca, ele ele estudou classificação. Hoje em dia a classificação é muito mais complexa, né, do que quando ele estudou, mas foi uma grande contribuição que a gente vai ver rei no filho, classe ordem, família, gênero espécie. Aí Kardec se reporta isso justamente para dizer o seguinte, você tem por exemplo numa classe ali, vamos colocar a classe que tanta gente gosta dos crustácios,
o, classe ordem, família, gênero espécie. Aí Kardec se reporta isso justamente para dizer o seguinte, você tem por exemplo numa classe ali, vamos colocar a classe que tanta gente gosta dos crustácios, né? Pena que eu não posso comer que eu sou alérgica, mas vamos lá. Enfim, dos crustados, você vê o quê? Mesmo na classe dos crustáis você vê uma diferença. Você tem camarão que é diferente de caranguejo, que é diferente de goiam, que é diferente de outras coisas. Então, nessa classe, por exemplo, dos espíritos eh intermediários, dos espíritos imperfeitos, todos têm o mesmo nível de de adiantamento espiritual ou ou etc. Tem os mesmos níveis de imperfeição. Não, há uma variação aí. nessa classe, mas há características comuns que fazem com que determinados espíritos estejam naquela categoria, naquela naquela ordem ou mesmo naquela classe. E isso é fantástico de Kardec. São semelhanças, né? Semelhanças que aproximam, né? E criam justamente aquela escala classificatória que já já a gente vai falar dela, né, Telma? Exatamente. Já já a gente fala. Exato. Olha, Carlos, antes da gente seguir, tem uma questão aqui muito interessante que ela nos apresentada no chat pela Jeane Lima, né? A gente manda um abraço para ela do Brasil pros Estados Unidos, porque a Giane tá nos Estados Unidos. Ela pergunta o seguinte: "O grau de adiantamento dos espíritos influencia na qualidade do perespírito?" Então, talvez seria interessante a gente tratar desse assunto agora, porque nos últimos encontros ficamos falando de perespírito, né? Então vamos criar essa ponte aí. Carlos, eu não vou dar a resposta, mas eu vou vou te lançar uma palavrinha para você poder desdobrar, tá bom? Por que que a gente fala que o perespírito ele é quintensenciado? Talvez isso te auxilie aí, né, no desdobramento. Muito bem. Olha só, eh, a gente comentou, né, nos nos estudos anteriores que o espírito ele retira do planeta, do fluido cósmico do planeta, os elementos para a composição do seu perespírito. E a qualidade desses fluidos que ele vai
comentou, né, nos nos estudos anteriores que o espírito ele retira do planeta, do fluido cósmico do planeta, os elementos para a composição do seu perespírito. E a qualidade desses fluidos que ele vai retirar do planeta depende do seu grau de adiantamento espiritual. Então, a resposta à pergunta é sim. A qualidade moral, adiantamento do espírito, vai influenciar no tipo dos fluidos que ele vai escolher, portanto, no na qualidade do seu perespírito, que poderá ser mais que intensenciado ou menos que intensenciado, ou seja, de uma matéria mais purificada ou menos purificada, conforme a sintonia que estabelece. E nós vamos encontrar os graus mais variados entre os espíritos, até aqueles que são tão materializados que quando chove eles correm para se esconder da chuva. André Luiz comenta isso, não é? Se encontra uma casa aberta, eles entram pela porta para se proteger da chuva de tão materializados que eles são e outros que são tão desmaterializados, não é? que a a matéria não oferece nenhuma barreira, atravessa as paredes, as portas, entra em qualquer lugar porque não tem barreira mais para eles, porque não a o perespírito é formado pela matéria bem purificada mesmo que existe no planeta. É muito boa pergunta, não é, pra gente ir situando, inclusive para nós vermos que, e a gente queria chamar atenção, nós vamos começar a falar da escala espírita. Nós normalmente achamos que Kardec está fazendo uma classificação dos espíritos e pensamos nos chamados mortos para nós espíritas dos desencarnados e esquecemos que nós somos espíritos encarnados. Então essa classificação é da nossa condição também, não é? Muito bem colocado, Carlos. Realmente uma lembrança excelente. E da pergunta anterior que Cris fez, que Carlos deu uma aula agora pra gente, a gente pode dizer que é diretamente proporcional, né? Uhum. Quanto mais evoluído, mais quintenciado vai ser. E acho que isso aí nos remete a outro livro da codificação, que é o seu inferno, né? Lá na primeira parte no capítulo 7, né? O Código Penal da Vida
um. Quanto mais evoluído, mais quintenciado vai ser. E acho que isso aí nos remete a outro livro da codificação, que é o seu inferno, né? Lá na primeira parte no capítulo 7, né? O Código Penal da Vida Futura, aqueles 32 artigos, 33º, que conclui dizendo a cada um conforme sua obra. Então, quanto mais você evolui, obviamente que você vai ter condições de ter um perespírito muito mais que interessenciado. Realmente isso. Atenção você que está em casa aí, a Telma acabou de citar o livro Céu o Inferno, que é uma obra maravilhosa de Allan Kardec. Você, se não leu ainda precisa ler. Ele começa explicando o que que é o céu, o que que é o inferno. Fala do código, do Código Penal da Vida Futura. apresenta paraa gente uma visão realmente da realidade espiritual concreta, como ela é, não é? E ainda depois vai nos apresentar os exemplos dos espíritos que desencarnaram também classificados em certas categorias, como os bons espíritos, os espíritos que tiveram mais dificuldade, os suicidas. Então fica muito interessante, né, pra gente ver inclusive como é que nós vamos chegar na realidade espiritual conforme, né, a situação que a gente tá. Mas Cris, tem mais alguma pergunta aí para pra Telma? Deixa eu ver aqui. Nós temos sim, a gente vai agora começar a se debruçar sobre a escala espírita, né? A Telma já antecipou aí pra gente a questão eh da classificação de Kardec, mas ainda não entrando propriamente na escala espírita, mas tentando entender essa classificação das três ordens que Kardec e enumera dentro da escala espírita, eu queria perguntar paraa Telma o seguinte: os espíritos da segunda ordem, Telma, para os quais o bem constitui a preocupação dominante, né? né? Tem o poder de praticá-lo ou fica sempre só muito na vontade e pouco na ação? Como é que é isso? Na verdade, eles têm sim o poder de praticar, sabe? Porque eh a gente aprende, inclusive tem, vai aí outro livro, viu? Viu, viu? Eh, Carlos de de Alíria, no caso, quando ele fala da força da da ação da vontade, né? que ele
im o poder de praticar, sabe? Porque eh a gente aprende, inclusive tem, vai aí outro livro, viu? Viu, viu? Eh, Carlos de de Alíria, no caso, quando ele fala da força da da ação da vontade, né? que ele fala em força de vontade, competência, autoamor. E tem outra coisa que ele coloca que eh as condições sempre existem. E aí é que a gente vai entrar também aí em relação a isso de como você vai encarar essas condições, concretizar essas condições através do do livre arbítrio. E isso também é muito bem explicado na questão 843 do livro dos espíritos, que é quando Kardec pergunta, né, se o homem tem o livre arbítrio. E e a espiritualidade responde, obviamente que tem, a gente sabe que não é absoluto, mas é muito largo o livre arbítrio. E um, a gente poderia se aprofundar nisso também, num livro que Herculano Pires tem chamado Espírito do Tempo, certo? muito bom também, onde ele fala sobre determinismo objetivo e determinismo subjetivo, porque existem esses dois tipos de determinismo. Então, eh, através de dessa da potencialidade que nós temos, da vontade que a gente que a gente tem, da concretização dessa vontade, porque muitas vezes tem oportunidade, tem eh tem as condições para que se faça, mas não tenha vontade. E quando não tem vontade, não acontece nada. E o maior exemplo disso que a gente percebe é naquela parábola do bom samaritano. Deus deu oportunidade a três pessoas de servirem e de escalarem os degraus da ascensão, né? Deu ao sacerdote, deu ao levita e deu ao samaritano. Os dois primeiros não aproveitaram. Podercia dizer: "Ah, mas não já sabia que ele eles não não iam aproveitar não. Mas Deus dá oportunidade. Independentemente do que você vai fazer com ela, você vai ter. E quem aproveitou essa oportunidade foi justamente o samaritano, que era tido como herege, né, pelos pelos fariseus, judeus ortodoxos, etc. Portanto, sempre nós temos a oportunidade de fazer o bem. E nem sempre fazer o bem é do ponto de vista material, não, porque Cris Carlos, eu não sei se concordam comigo, mas eu
judeus ortodoxos, etc. Portanto, sempre nós temos a oportunidade de fazer o bem. E nem sempre fazer o bem é do ponto de vista material, não, porque Cris Carlos, eu não sei se concordam comigo, mas eu acho em boa medida a caridade moral muito mais difícil do que a caridade material. É muito mais, não é? A gente a gente vê com muito mais facilidade você doar cesta básica, doar lençores, doar não sei o quê, do que perdoar uma ofensa. Então sim, temos sim essa oportunidade, podemos sim fazer o bem. É isso mesmo. Olha, Telma, já que você falou de caridade moral e eu concordo com você, dou o braço para você nessa resposta, considero também muito difícil eh o Cristiano de Carvalho. Eh, aliás, o Cristiano não, o Artur Teles, depois a gente apresenta a questão do Cristiano. O Artur Teles coloca o seguinte no chat aqui: "Compreendemos sermos, né, orgulhosos e egoístas nessa condição ainda, espíritos imperfeitos. Mas se alguém nos chama de arrogantes, diz ele, a casa cai." Por que temos essa dificuldade em aceitar a nossa realidade espiritual? Ou seja, por que que nós temos essa dificuldade de aceitar as nossas limitações, né? Nós somos muito condescendentes conosco mesmos, não é isso Carlos? Muito exigentes com os outros. É. E e a gente ainda tem o ego manipulador, né, que justifica todas as nossas defecções. E vocês já notaram que quando pergunto qual é o seu maior defeito? A pessoa bem assim, eu sou muito sincero, sempre coloco uma qualidade, né, para dizer que meu maior tem ser muito sincero. A pessoa não não vai dizer: "Eu sou maledicente, eu sou invejoso, eu sou orgulhoso, não coloca, sou muito sincero, eu sou muito". Aí eu digo, mas na realidade isso não é defeito, é uma autoafirmação do orgulho e da vaidade, né? Na verdade, esse tipo de resposta. Então é muito bem colocado, Cris. acontece isso mesmo. E e a lembrança de Carlos foi muito bom. Essa classificação desse carro espírito não é para quem tá desencarnado, não, viu? Só é também para o que estão encarnados. Então, prestemos
ontece isso mesmo. E e a lembrança de Carlos foi muito bom. Essa classificação desse carro espírito não é para quem tá desencarnado, não, viu? Só é também para o que estão encarnados. Então, prestemos muita atenção em relação a isso. Eh, nessa nessa situação a gente realmente ainda nós inventamos, né, nós criamos desculpas para as nossas nossas imperfeições, mas com o espiritismo, especialmente no Evangelho Segundo o Espiritismo, nós encontramos muitos elementos de meditação sobre isso, não é? Então, vale a pena mergulhar nesse aspecto do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é um verdadeiro roteiro de autoconhecimento para encontrar o caminho da nossa evolução espiritual, né, da nossa transformação moral. Então, vale a pena. Por que que ainda é muito difícil? Porque nós ainda damos muita importância às coisas do campo material, à nossa personalidade. Ainda ficamos confuso sobre o que é que nós somos e confundimos o quem nós somos com o que nós somos. O quem é a personalidade, né? No meu caso tem o nome de Carlos Campete, não é? No caso da Cris é Cristiane Drux, no caso da Telma, Telma Machado. No caso da Nívia é Nívia Araújo. Mas o que cada um de nós é? Cada um de nós é essência espiritual. Esse nome é transitório durante essa encarnação. Então nós ainda valorizamos muito. Lógico que as pessoas dizer: "Ah, mas nós temos que viver o agora". Não é não. Lógico que viver o agora, mas o agora não no sentido material transitório, porque senão nós estaremos vivendo uma ilusão. Nós precisamos viver o agora do ponto de vista espiritual. E esse é o verdadeiro agora para sempre. Eh, eh, Carlos. Eh, e aí você faz lembrar da de do livro Introdução à Filosofia Espírita de de Herculano Pires. Um livro fantástico, né? Ele é fininho, mas ele é maravilhoso. Ele passeia por todas as correntes filosóficas. E quando ele fala em ética espírita, e a gente percebe que a ética espírita, ela é muito mais ampla do que a ética acadêmica, estudada pela filosofia acadêmica, né? Porque a filosofia espírita ela é muito mais
ele fala em ética espírita, e a gente percebe que a ética espírita, ela é muito mais ampla do que a ética acadêmica, estudada pela filosofia acadêmica, né? Porque a filosofia espírita ela é muito mais ampla, substanciosa, com todo o respeito que eu tenho, inclusive eu tenho mestrado em filosofia, tenho muito respeito, mas é que a ética espírita, a a ética que a gente aprende da filosofia acadêmica, é aquela ética do aqui, do agora, né, da relação de reciprocidade. A ética espírita não. Nós temos uma relação com o passado e não somente com o nosso passado, com o passado de todos que conviveram conosco. uma relação com o agora, né, que tem existe essa ponte ponte e tem a relação também com o futuro, já que a gente tá construindo agora as condições das nossas encarnações seguintes. Então, a ética espírita ela é muito ampla, ela é muito exigente e por conta disso ela demanda assim muito estudo e muita responsabilidade à ética espírita, viu? Nós espíritos devemos nos debruçar sobre isso. Muito bem, Cris. Vamos fazer uma propagandazinha. Vou aproveitar um pequeno comercial, aproveitando aqui um comentário feito pela Dedaina Fontes, a 79, por favor, ela botou em letras grandes, convide o Simão Pedro para esse estudo. Eu quero dar em primeira mão a notícia para vocês que o Simão Pedro aceitou junto com a nossa querida eh Luziane Bahia de serem os âncoras de um estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo. Então vocês vão ter a chance de estar toda semana com o nosso querido Simão Pedro e a Luziane Bahia a partir de outubro. Aguardem aí, tá bem? Então nós mais um espaço, né, Carlos? Mais um espaço paraas obras da codificação, né, nessa sinergia, nessa convergência, né, maravilhosa que desse né, que Kardec estruturou também em configuração de doutrina. Por isso é que falamos de uma doutrina espírita com tantas belas facetas, né, como o Evangelho Segundo o Espiritismo, Livro dos Espíritos, Livro dos Médiuns, enfim, a gente tá construindo, né, estamos construindo uma programação aí para dar visibilidade a
tas belas facetas, né, como o Evangelho Segundo o Espiritismo, Livro dos Espíritos, Livro dos Médiuns, enfim, a gente tá construindo, né, estamos construindo uma programação aí para dar visibilidade a essa esse monumento de obra, né? Eh, amigos, eu tenho uma uma questão aqui que eu quero até já trazer agora sim do Cristiano de Carvalho falando nessa questão de filiação divina, das nossas potencialidades, né? Ele diz o seguinte: "Fica bem claro o adiantamento espiritual de alguns encarnados junto a nós aqui na Terra, né? pela facilidade de se doar ao próximo integralmente. Aí ele cita exemplos como Chico Xavier, inesquecível de Valdo Franco, Madre Teresa também, que já está na pátria espiritual. E aí ele pergunta: "O Cristiano, meu meu xará, estou no caminho?" Nós todos estamos no caminho, né? Somos filhos de Deus, plenos de potencialidades. E até lembrando de novo o Evangelho Segundo o Espiritismo, é muito interessante porque eu já me fiz essa essa proposta de investigação. Eh, todas as passagens do Evangelho, meus amigos, a gente vai encontrar eh Jesus se referindo à vida futura. Não há uma só passagem onde ele não faça diretamente ou indiretamente menção a essa vida futura que Telma e Carlos comentavam, que é a nossa verdadeira destinação espiritual. Então, precisamos viver o presente com a nossa malinha pronta para esse nosso destino final, que é a vida eterna do espírito, né? E a vivência em eh realidade espiritual. Muito interessante tudo isso. Então, e vamos o agora pensando nessa vida futura que foi a proposta de de Jesus para nós, né, no seu exemplo. Cris, me permite que já que você falou que estamos a caminho, mais uma propaganda de um livro e editado pela FEB, a caminho da luz de Emuel com de psicografia Chico Xavier é maravilhoso, né, onde mostra, né, Carlos que realmente todos nós estamos na Caminho da Luz. Isso. Ó, você está em casa aí, gente, vai aprendendo nesse estudo colocar um caderninho, um papelzinho e uma caneta, um lápis aí para ir anotando essas obras
mente todos nós estamos na Caminho da Luz. Isso. Ó, você está em casa aí, gente, vai aprendendo nesse estudo colocar um caderninho, um papelzinho e uma caneta, um lápis aí para ir anotando essas obras que vão sendo citadas, que ajudam muito a entender, porque são todos desdobramentos do livro dos espíritos. A Telma me fez lembrar, não é? uma uma companheira nossa nos contou que é numa federativa, eu nunca lembro qual a federativa, mas a pessoa trabalha na livraria e às vezes chega alguém dizendo assim: "Chegou alguma novidade aí?" Aí ela mostra o livro dos espíritos, diz assim: "Ó, você conhece esse?" "Ah, esse aí eu já conheço." Diz: "Então aqui, ó, tem me fala a quantidade de obras, né? Tem aqui 2.000 obras todas para desenvolver esse aqui, ó". Então é tudo novidade. Então, eh, diz que quando a pessoa chegava, Chico, tem alguma novidade aí, Chico? Ele disse assim: "Meu irmão, a novidade é a boa nova, então é preciso estudar o evangelho, não é?" Então, Telma, voltando aos nossas classificações ali na questão 99 do livro dos espíritos, né, Cris? Isso. Os espíritos da terceira categoria, eles são todos essencialmente maus. Eh, Carlos, você me permite só retornar na questão 98, porque tinha tem um exemplo muito bom e eu acho que vai ajudar. Depois eu, se me permitirem, aí depois eu respondo a à questão 99, que é o seguinte, foi perguntado se todos têm condição de fazer o bem e tudo. Aí eu me lembrei de um livro que eu acho que também é publicado pela FEB, viu Carlos, que é entre irmãos de outras terras de Chico, não é? Mana Feb, esse livro é excepcional, porque tem um capítulo dele que eh é psicografia de Chico. E nesse capítulo é Chico e e o e tem o outro eh esqueci que também fez com Chico Carlos, eh, Evolução em do Mundo, Valdo, né? É o é o Valdo Vieira Valir. Isso. Mas nesse, nesse capítulo foi Chico psicografou de irmão X. Mas vejam que lindo para mostrar, viu Cris? Pergunta que você me fez. Como é importante cada um fazer o bem que está a seu alcance. Que a interpretação que
e capítulo foi Chico psicografou de irmão X. Mas vejam que lindo para mostrar, viu Cris? Pergunta que você me fez. Como é importante cada um fazer o bem que está a seu alcance. Que a interpretação que irmão X faz da parábola dos talentos. Qual a interpretação que ela que ele faz? O aquele que recebeu cinco, tudo coisas boas para desenvolver. O outro recebeu dois, tudo coisas boas e um que a gente conhece que enterrou. E o que cinco rendeu para 10 e o dois para quatro. e um que o que ele recebeu. Os dois também eram talentos excelentes para desenvolver e evoluir. E o que enterrou, ele recebeu o talento da doutrina espírita. E aí quando ele foi prestar conta ao senhor, porque lembra-se que Emmanuel diz num dos livros dele, não sei se pensamento de vida, que ele diz que a doutrina espírita é algo muito valioso e vai chegar tempo que você será a Jangida a prestar conta sobre ela. Isso. Maravilhoso. E aí o que que é aí o que que ele diz a a a senhor? Não, senhor, a doutrina espírita era tão maravilhosa, tão límpida que eu fiquei com medo de alguma forma de macular do trino espírita. E o que que o senhor responde a ele? Servo mal. Porque você enterrou esse talento e era necessário que você desenvolvesse porque aquele que rendeu cinco para 10 renderia muito mais, talvez 50, tô parafraseando, né? 500. Aquele que rendeu de dois para quatro renderia muito mais. E não conseguiram render mais do que o que renderam, porque você enterrou o seu talento que era a doutrina espírita. Olha a nossa responsabilidade. Portanto, todo o bem que a gente puder fazer é necessário que a gente faça. Agora, voltando paraa questão 99, os eh se são todos maus, não. Há uns que que fazem o mal, né, assim, que nem fazem nem o bem, nem o mal. Outros, ao contrário, se comprazem no mal, ficam satisfeitos quando se depara aquela ocasião de fazer o mal, etc. Mas não há assim, eh, há também os levianos, a gente aprende muito isso quando estuda mediunidade, né, Carlos e Cris? Quando a gente estuda medianidade, a gente percebe que muitas
de fazer o mal, etc. Mas não há assim, eh, há também os levianos, a gente aprende muito isso quando estuda mediunidade, né, Carlos e Cris? Quando a gente estuda medianidade, a gente percebe que muitas vezes o espírito não é mal naquele sentido que a gente aprende, etc. Eh, eles às vezes são levianos, são estovados, são perturbadores, até porque são perturbados, né? Quem quem perturba é porque é perturbado. Quem faz o outro infeliz é porque é infeliz. duvida, dificilmente você vai ver alguém feliz, né? Alguém equilibrado, desequilibrar alguém ou fazer alguém feliz. Então, como eu disse anteriormente nas primeiras questões, a assim, não não é estanque dizer não, todos são maus, maus naquele sentido que a gente aprende dicionário, não tem essa classificação aí fluida, né? Levianos, maus, eh, etc. e e por aí com características dessa forma que estão justamente nessa nessa ordem de espíritos. Muito bem, Cris. Vamos lá. Eh, a gente vai agora continuar desdobrando, né? falamos dos espíritos da segunda ordem e eu gostaria de colocar para vocês a pergunta sobre os espíritos da terceira categoria. São estes, meus irmãos Carlos e Telma todos essencialmente maus? É um Ama acabou de comentar, né? Exatamente isso. Isso. Tá. É porque assim, porque na terceira é interessante a classificação Kardec fez e depois da subdivisão subdivisão que ele fez, eh quando ele coloca assim na terceira ordem, né, ele ele ele foi dos menos evoluídos, né, até os mais evoluídos. Então ele vai na terceira ordem. Na terceira ordem ele coloca eh a classe, a 10ª classe, a nona classe, a oitava classe, a sétima classe e a sexta classe. Eh, e e como é que ele coloca? Ele coloca impuros, levianos, pseudossábios, neutros, batedores e perturbadores. Então, esses, né, esses, eh, seriam agrupados nessa terceira ordem. Depois ele, quando ele fala na segunda ordem ou segunda categoria, ele agrupa os espíritos, os bons espíritos, né, que ele chama. E aí ele coloca da quinta até a segunda ordem, que são os benévolos, os sábios, os de sabedoria e
na segunda ordem ou segunda categoria, ele agrupa os espíritos, os bons espíritos, né, que ele chama. E aí ele coloca da quinta até a segunda ordem, que são os benévolos, os sábios, os de sabedoria e os superiores. E por último, ele coloca na primeira ordem, aí na primeira ordem só tem uma classe. A primeira classe que são justamente os espíritos puros. Então, é uma classificação que, como ele colocou, não é estanque, mas que traz características primordiais de determinadas eh fases de evolução dos espíritos. Lembrando o que Carlos disse, nós, viu, espíritos desencarnados e os encarnados também. E e nesse sentido, eh, em que se baseia essa classificação que Kardec fez dos espíritos? Ah, ele se baseia no nível de de adiantamento espiritual ou de imperfeição, mas também, né, a medida que a pessoa vai evoluindo, vai galgando a escala. O que significa evoluir? Evoluir é você eh sublimar as suas imperfeições e ao mesmo tempo que você sublima, você vai adquirindo as qualidades essenciais do verdadeiro cristão, que está lá no Evangelho Segundo Espiritismo, certo? Para onde a gente deve ir. E onde a gente aprende também que bem-aventurados são os pobres de espíritos, né? Que na realidade são os mendigos de espíritos que Carlos Pastor Pastorina explica tão bem que significa aqueles que sabem que precisam conhecer, que tem a humildade de saber que o conhecimento é contínuo, que tem a humildade de saber que como espíritos eternos nós nunca concluiremos os estudos. Por isso é importante que a gente esteja sempre estudando e valorizando estudos e ser gratos a à FEB, as federativas estaduais, as casas espíritos que promovem estudos. É muito importante isso, que a gente tenha essa consciência. Ô, Telma e Carlos. E até porque a gente quer hoje poder explicar muito bem essa questão da classificação, se ela é absoluta ou não absoluta, até para introduzir a pergunta para vocês, eu queria trazer para vocês aqui, para todos nós, um recorte histórico, né, do porquê e de como Kardec constala
sificação, se ela é absoluta ou não absoluta, até para introduzir a pergunta para vocês, eu queria trazer para vocês aqui, para todos nós, um recorte histórico, né, do porquê e de como Kardec constala espírita. ele como pedagogo, ele como educador, ele tinha, ele primava por esse zelo, né, por esse cuidado na verdade, no verdadeiro entendimento do educando, né, como educador. Então, eh, naquele momento, na Paris do século XIX, o que prevalecia mais eram as questões dos fenômenos e do início, né, da da do trabalho mediúnico, do do se aproximar com essa possibilidade da mediunidade. E Kardec tinha em com ele a preocupação de nos nortear de uma forma bastante segura nessa senda da mediunidade, do exercício mediúnico. E para isso ele nos prepara e nos oferta a escala espírita para que nós possamos nesse nosso trabalho mediúnico, sabermos identificar os espíritos. E ele sublinha isso de uma forma bastante acentuada, dizendo: "O estudante do espiritismo, aquele que pretende praticar a mediunidade, precisa entender, saber identificar o seu interlocutor, aquele espírito com quem ele vai travar contato, com quem ele vai travar comunicação para não sermos objeto de manipulação, para não sermos nós médiuns objetos de eh de engano, né? Então, eh eu acho que essa é a grande justificativa, talvez, paraa escala espírita, que a gente vai entrar agora explicando de forma mais detalhada. E aí eu pergunto para vocês se essa classificação ofertada por Kardecuta, isto é, os espíritos Telma e Carlos podem ser perfeitamente classificados de uma forma estanque. Como é que é isso? Carlos, pode falar, Telma. Ah, não, não de forma estanques, não, né? Como eu disse anteriormente, é muito fluida a classificação e às vezes Kardec, às vezes é quase insensível esse esse esse nível assim de mudança de um para o outro. Você tem que estar muito atento a isso. Daí porque, como eu disse anteriormente, ele traz justamente eh o exemplo da classificação biológica. Ele faz questão de trazer, porque se a gente trouxe,
utro. Você tem que estar muito atento a isso. Daí porque, como eu disse anteriormente, ele traz justamente eh o exemplo da classificação biológica. Ele faz questão de trazer, porque se a gente trouxe, fizer essa contextualização, eh, com a classificação biológica, a gente vai ver o seguinte, que vamos pegar a gente, nós os seres humanos, o que que a gente aprende lá, já que ele citou Lineu, né? Lineu é muito importante, não somente nessa classificação, como também nos nomes científicos que a gente aprendeu, nome que se dá a às espécies. Vamos pegar a a o nós, seres humanos. Então tem o reino animal, se bem que tem cientistas que já colocam algo acima de reino. São os três domínios, mas vamos deixar para lá. O reino animalia, a gente tem todos os animais. Vejam isso. Como por isso que Kardec filtra e sai da categoria ou ordens para classes também. A gente tem filho cordata, aí você já tira alguns animais, né? Os que não são cordados já não entram. Depois você tem a classe mamá. ou mamíferos, já não entra um monte de animal, não é isso? Depois você tem a ordem primata, outros ficam de fora, depois a família ominida, depois o gênero homem para depois ser homo sapiens. E aí você tem uma variedade em cada uma dessas. E Kardec coloca isso, explica que tem essa variedade, não somente em cada uma das três ordens, mas também em cada uma das 10 classes. Por isso que ele diz e ele explica muito bem como exío pedagógico que ele era, que a gente vai eh se pegar ou se apegar ou pontuar as características principais entre eles, mas significa também que eles têm algumas diferenças entre eles, mas não são diferenças gritantes de de modo que faça com que eles não pertençam à aquela classe. são diferenças que não são suficientes para que você saia de uma classe menos evoluída, de uma classe mais evoluída para uma menos evoluída. Então, é nesse aspecto que tem, por isso que ele fez questão de pontuar, de ressaltar que não é estanque, mas que há características interessantes, eh, primordiais para que estejam ali
menos evoluída. Então, é nesse aspecto que tem, por isso que ele fez questão de pontuar, de ressaltar que não é estanque, mas que há características interessantes, eh, primordiais para que estejam ali inclusos naquela determinada categoria ordem ou então naquela determinada classe, que é a subdivisão que ele coloca. Muito bem, Telma. e Cris. É por isso que eh Kardec examina que nem sempre os espíritos foram conforme aos números, não é, de categorias, porque depende do critério do de do ponto de vistaem que está observando. Então, pode haver diferentes colocações pelos espíritos, mas a maioria deles não é apresentam para Kardec uma ideia que ele vai aproveitar, não é, no livro dos espíritos. Muito interessante. Eh, aqui tem eh algumas perguntas que o pessoal tá colocando. Vamos ver se a gente atende antes de avançar um pouquinho mais ali. Cris, eh o André Luiz Polimene de Mesquita diz: "Boa noite a todos. Os espíritos de segunda ordem tem eh eles precisam sofrer provas ou também expiações? Só provas ou também expiações? Telma, você chegou, é para mim, sim. Você chegou a a observar isso. Os espíritos da segunda ordem, eles só sofrem provas ou ele também eles também ainda sofrem expiações? Eh, na verdade eles sofrem provas e, eh, embora nessas questões de 96 a 100 não não fica assim muito claro, mas a gente percebe que não não você não pode fazer uma divisão também estanque. Digo, olhe, esses espíritos só sofrem prova, só sofre expiação ou omissão. Muitas vezes o mesmo espírito vem com provas, com expiação e às vezes pode vir também com alguma missão, né, Carlos? Então, eles são eles são bondosos, mas muito eh eles sofrem as provas, mas eles também podem sofrer eh expiações. Isso tem que estar atento a isso, né, Telma? Porque se há provas é porque ainda pode haver a falha e se o espírito falha ele encorre numa necessidade de expiação possivelmente. Exatamente. Então sim que pode ainda acontecer, né, a expiação. Tanto é que aí estão perguntando também sobre a questão da
e se o espírito falha ele encorre numa necessidade de expiação possivelmente. Exatamente. Então sim que pode ainda acontecer, né, a expiação. Tanto é que aí estão perguntando também sobre a questão da regeneração. Se nós continuaremos sendo espíritos, foi o Artur Teles que perguntou isso. Eh, compreendo que no mundo de regeneração continuaremos como espíritos imperfeitos. O que diferencia os espíritos de um mundo de expiação e provas para os habitantes de um mundo de regeneração? Ele tá perguntando que a gente vai tratar ainda lá no capítulo três, não é, quando a gente vai falar das diferentes categorias de mundos habitados. Mas já podemos dar uma palinha para ele, não podemos, Telma? Aí podemos sim. Uhum. É porque no mundo a gente a gente percebe o seguinte, no mundo de regeneração vai ser bem visível, bem predominando, né? E é essa é é a grande diferenciação entre um mundo e outro, que a gente está a caminho, a gente não tá ainda não nesse mundo. E não, não adianta dizer que é X no ano X, no ano Y, na espiritualidade não se coloca um ano assim, não é? Eh, as coisas vão acontecendo, como o Kardec explicou, às vezes, eh, é até, eh, e quando coloca Kardecoloca percepção insensível, não é do ponto de vista de insensibilidade que a gente aprendeu, não, é que é algo que vai acontecer tão naturalmente assim, etc., que a gente vai percebendo aos poucos. Não vai ter nada assim pré-determinado. Olhe, no ano de 2045 a Terra será um mundo de regeneração. Não é assim que acontece. Isso vai ser aos poucos. A gente vai percebendo aos poucos que até que o bem vai se predominar sobre o mal. Só que a gente também fez muito isso, Carlos e Cris, de achar o seguinte: "Ah, nós precisamos mudar a sociedade, nós precisamos mudar, porque mudar o abstrato é muito mais fácil, que é como se a gente tivesse responsabilidade." E aí é importante que a gente faça o seguinte, você não pode fazer uma casa, é uma casa muito bem feita, uma casa segura, se você não utilizar bons tijolos, não é verdade?
e tivesse responsabilidade." E aí é importante que a gente faça o seguinte, você não pode fazer uma casa, é uma casa muito bem feita, uma casa segura, se você não utilizar bons tijolos, não é verdade? Então você não tem como fazer uma sociedade perfeita, boa, regenerada, porque a sociedade é feita desses tijolinhos que somos nós. Nós somos os tijolinhos dessa casa que é a sociedade. Então, se esses tijolinhos não estão bonzinhos, né, o tijolinho bem fornido, bem feito, sem rachadura e se a gente não procura se melhorar, eh, procurar eh reparar essas rachaduras, reparar esses poros que existem, os poros eu coloco aí com essas idicrasias de maledicência, ciúme, inveja, ignorância, etc. A casa não vai ser boa não. A casa não vai ser regenerada, não. Tem que partir de cada um. Por isso que é muito mais fácil a gente dizer: "Eu quero mudar o mundo, eu quero mudar esse local do trabalho". E dificilmente você eh você ouve a pessoa dizer: "Eu quero fazer a minha autransformação". Porque como o Carlos disse no início, a gente vê o defeito do outro, não consegue admitir os próprios, porque aí tem que passar por cima do orgulho e da vaidade, que são essas duas chagas, né, da humanidade, conforme a doutrina espírita também eh leciona para todos nós. E ao mesmo tempo é muito difícil isso, né, eh você enxergar a própria necessidade. Às vezes a a mitologia grega nos ensina muito quando você vai olhar lá a medusa, né, e quem olhava virava pedra. Ou seja, muitas vezes a pessoa vê no espelho a própria face uma medusa e tem medo de se autoencarar para não virar pedra. E é necessário que tenha essa coragem de se autoencarar e perceber onde é que precisa mudar e buscar essa força de vontade, essa ação da vontade e principalmente conhecimento. E nisso o conhecimento espírito é maravilhoso. Portanto, vocês que estão nos escutando, acompanhe os cursos, viu, da FEB, de sua federativa, de sua casa, vejam livros, etc. Porque é através do conhecimento que a gente adquire sabedoria e com a sabedoria é muito mais difícil fazer
utando, acompanhe os cursos, viu, da FEB, de sua federativa, de sua casa, vejam livros, etc. Porque é através do conhecimento que a gente adquire sabedoria e com a sabedoria é muito mais difícil fazer essa transformação para homens de bem, né? Como ensina Evangelho Segundo Espiritismo. Muito bom. Olha, a gente tá falando de mitologia grega e quando o Telma comentou sobre a Medusa, eu me lembrei também da tragédia de Édipo. Ah, linda. Porque ele quando se reconhece assassino do próprio pai por uma injunção do destino e amante da própria mãe, para não encarar a realidade, o que que ele faz? Ele se automa, ele se cega. Então, eh, denotando, né, meus amigos, a mitologia grega nos apresenta isso, essa reflexão, que a gente sempre tá fugindo da cenda, do autoconhecimento que vai nos proporcionar evolução, né? Então, é muito curioso isso. E Kardec atesta isso em todos os momentos nas suas obras, que a coletividade, bem o que Telma falava, que a coletividade ela é formada de várias individualidades. E enquanto o homem não deu um jeito na chaga social, que é o egoísmo e que se traduz em orgulho também, a gente nunca vai ter uma sociedade mais feliz, né? Então é utopia pensarmos em felicidade artificial se nós não fizermos esse movimento de melhoria, né, por nós mesmos. Olha só, Cris, eh, da mansão do caminho, Aparecida Beline, ela faz o seguinte comentário: quando conseguimos educar nossos pensamentos, é uma fase de adiantamento bem dentro do que vocês estão comentando agora. Lógico que sim, não é? na educação dos nossos pensamentos, dos nossos sentimentos, é que nós vamos sintonizando com essas categorias mais superiores de espíritos, vamos nos colocando, não é, nesse esforço de melhoria de aperfeiçoamento, numa condição de sintonizar com os espíritos das categorias mais altas, mais elevadas e inclusive contribuindo para que a terra como um todo, como nós somos os tijolinhos, nós como tijolinho nos aperfeiçoando para a construção ficar melhor, não é? Mais sólida, mais firme. E é assim que
e inclusive contribuindo para que a terra como um todo, como nós somos os tijolinhos, nós como tijolinho nos aperfeiçoando para a construção ficar melhor, não é? Mais sólida, mais firme. E é assim que vai acontecendo, porque é muito interessante. Pode ser que a o mundo mude ou os os espíritos mudem de categoria, estejam numa categoria melhor, mas se eu não fizer a minha parte, o mundo estará em regeneração e eu não, eu estarei fora da da do contexto, porque eu não fiz a minha parte. Então aqui nós precisamos entender que ainda que a gente tem o anjo da guarda, que os bons espíritos nos ajudem, que outros nos respondam às perguntas que nós fazemos, mas se nós não fazemos o esforço pessoal de buscar, de transformar, de aperfeiçoar, as coisas não acontecem pra gente, acontece pros outros, mas não acontece pra gente. Então aí eu vou fazer um pedido a vocês, gente. Tem muita pergunta fora do tema. Eu pediria para vocês que estão nos acompanhando, se puderem concentrar no tema, vai ficar mais rico, mais profundo. E essas questões que vocês estão colocando vão ser abordadas mais à frente no próprio livro dos espíritos, porque são 1019 questões que tocam praticamente em todas as problemáticas da humanidade. Então, acalma o teu coração, se centra no assunto que está sendo proposto, leia o assunto, aproveita a oportunidade, minha irmã, meu irmão, é uma oportunidade de ho estudarmos juntos. Vamos nos concentrar no assunto do dia, não é? A gente agradece muito as perguntas, mas se elas puderem estar dentro do assunto, vai ficar mais rico, não é verdade, Cris? Exatamente. Pra gente poder eh focar de uma forma mais intensa na temática que tá sendo abordada na noite de hoje. Com isso tudo nós nos enriquecemos nessa nossa convergência de de colocações, né? Porque a gente se enriquece muito, enriquece muito o programa a partir também da contribuição de cada um de vocês. Mas, eh, Carlos, continuamos aí com Telma respondendo a escala dos espíritos, a escala espírita. Aham. Eh, aqui nós temos eh da dos
uito o programa a partir também da contribuição de cada um de vocês. Mas, eh, Carlos, continuamos aí com Telma respondendo a escala dos espíritos, a escala espírita. Aham. Eh, aqui nós temos eh da dos comentários que a Kardec faz aqui na na escala espírita, no item 100, não é? Crise e Telma. Eh, os espíritos sabem tudo. Kardec examina isso, né? Os espíritos sabem tudo. Pois é, tudo não, entendeu? Tudo não. Eles sabem um bocado, né, Carlos? Um bocado. Eles sabem. E quanto mais adiantados moralmente eles são, mais eles vão saber. Mas tudo, tudo não. Até porque se dissesse que eles sabem tudo, primeiro Deus é único, né? Ele é que sabe tudo. Segundo que a gente perfectível como é e os demais são perfectíveis, perfeito absoluto é Deus, certo? Perfectivos. Diria que há um um momento em que o aprendizado acaba. E na realidade, como nós somos eternos, o aprendizado não acaba nunca. Então isso já já é uma uma resposta assim ou ou uma visão de que eh não sabem tudo, não sabe não, porque tá a gente tá sempre em constante aprendizado. Eles têm os os superiores, os puros têm muito a nos ensinar, mas eles também eternamente vão aprender. Visto? Aliás, Carlos, uma coisa mítica, né, que a nossa tendência é acreditarmos que quando desencarnamos, nós nos tornamos, nós abandonamos os nossos vícios, né? melhores. Então é muito fácil pensar e a gente cai nesse engano normalmente pensarmos que só porque o espírito desencarnou, né, voltou para a realidade espiritual, ele passou a ser mais sábio ou ele passou a ter mais condições de respostas. E os espíritos superiores, os espíritos bons, né? Eh, Kardec faz esse comentário na escala espírita, normalmente são espíritos muito assertivos e quando eles não sabem responder, eles dizem: "Eu não sei responder porque aqueles que eh falseiam não fazem parte dessa categoria, da segunda categoria, respondem qualquer coisa. São são frívolvos, né? Eles não t preocupação com a verdade, né? Ô Cris, você disse uma coisa certa. Esses esses espíritos mais evoluídos são
categoria, da segunda categoria, respondem qualquer coisa. São são frívolvos, né? Eles não t preocupação com a verdade, né? Ô Cris, você disse uma coisa certa. Esses esses espíritos mais evoluídos são enérgicos. Eu me lembro quando eu fui ler, eu acho que dos primeiros livros de Joana de Angeles, não sei se foi triunfo pessoal, aí eu pensei seguinte: "Nossa, porque Joana às vezes ela bate, né, assim para nos despertar mesmo e é necessário que ela faça isso." Eu pensei: "Joana é dura, ela ela precisa dizer dessa forma assim". Eh, aí depois eu fui lendo, Joana, fui entendendo, fui estudando mais a doutrina espírita, digo, mas ela tá certa, isso tem que ser abordado dessa forma mesmo, tem que chamar responsabilidade. Porque a doutrina espírito tem uma doutrina fantástica, porque ela coloca bem o seguinte: você errou, não errou, mas você vai ficar preso ao passado, você vai ficar preso ao remorço, porque o remorço ele é como se fosse uma camisa de força, ele não deixa você fazer absolutamente nada. Uhum. Ele na realidade lhe engana. Eh, eh, é uma, eu considero o remor como uma manipulação do ego, na verdade, para você ter pena de si mesmo e e não dá o próximo passo que tem a coragem de mudar. Então, a doutrina espita ensina o seguinte: você errou, foi, mas não se preocupe, não. Você tem eternidade para consertar e comece agora. Quanto mais cedo você começa a consertar, mais cedo também você vai conseguir escalar os degraus ou a escala espírita. E a gente retorna ao capítulo 7, naquele resumo da questão 33, capítulo 7 da primeira parte. O sofrimento é inerente em perfeição. Olhe só, isso parece duro, né, Carlos? Mas não é não é realidade o sofrimento inerente imperfeição. Aí bate assim na gente diz: "Nossa, cada imperfeição traz em si o próprio castigo. Isso não vai dizer que Deus é culpado. Então para com isso. E no na terceira diz: podendo dominar suas imperfeições, pode também construir a sua felicidade. Ou seja, coloca na estrada da responsabilidade, porque se a gente já tem livre arbítrio,
para com isso. E no na terceira diz: podendo dominar suas imperfeições, pode também construir a sua felicidade. Ou seja, coloca na estrada da responsabilidade, porque se a gente já tem livre arbítrio, é diretamente proporcional responsabilidade, então vai ter que ser responsável pelos atos. E a doutrina espírita explica isso. E nessa e nesses nessas questões de 96 a 100, a espiritualidade explica isso muito bem. A Karnec da fase infantil, não tem esse negócio, porque às vezes a eh a gente atribui responsabilidade ter uma cadeira, né? tropeça na cadeira, vai chutar a cadeira como se a cadeira culpa. É, o ser humano é assim, ele tem tendência a reportar ao outro, né? O os o o sofrimento que Joana disse que não é para chamar de sofrimento, é para chamar de mecanismos de reeducação. De fato, são mecanismo de reeducação. E aí coloca sempre no outro. Muito bom. É porque a gente entendendo como sofrimento fica parecendo que Deus castiga, né? quando ele está dando oportunidade para a nossa reeducação e o nosso desenvolvimento. Joana é muito sábia. Joana é fantástica. Vamos nos concentrar nessas últimas perguntas. Tem três perguntas aqui, quatro, a partir da Giane Lima pra gente ir ir fechando e nós vamos ter que ser um pouquinho mais breves na na nas respostas. Tm. Então o o a Jeane Lima pode coloca assim: "Carlos, os espíritos superiores dos livros de André Luiz são espíritos perfeitos?" E depois Franklin vai dizer assim: "A diferença entre espírito puro e espírito superior?" Então eu vou dizer na semana que vem justamente nós vamos tratar disso, não é? Então eu vou pedir aos dois paciência que nós vamos ver isso, vamos nos concertar na Diane e do Franklin. Franklin, a semana que vem nós vamos tratar, senão nós vamos dar spoiler no estudo da semana que vem, tá certo? Então, eh, Telma, os espíritos superiores dos livros de André Luiz são espíritos perfeitos? Não, não são não. Não são não. Eles, eles são espíritos sábios, sabe? São mais perfeitos. Não são não ainda, porque eles também estão na escala
riores dos livros de André Luiz são espíritos perfeitos? Não, não são não. Não são não. Eles, eles são espíritos sábios, sabe? São mais perfeitos. Não são não ainda, porque eles também estão na escala evolutiva galgando o seu caminhar. Então, quem tá no no degrau superior ajuda. É, é o díptico que Amélia fala isso tão bem. Psicografia de Valdo Fran também, né? Amélia fantástica, né, Carlos? Ah, Amélia Rodrigues. Nossa. E e ela fala o díptico. O que é o díptico? É assim, acho que quem exemplifica bem esse díptico, ele ela diz subir sem esquecer de quem ficou na Baixada e descer. sem esquecer dos ensinamentos do Simo. Eu eu visualizo isso muito no naquela passagem de Jesus quando ele se transfigura no tabor ali e depois ele des para que fazer o quê? Curar um um menino que estava eh com o espírito obsessor, né? Isso aí é é fantástico. E vai ajudar o menino e o obsessor, né? Porque a pessoa tem ilusão que ele expulsava, ele dialogava para ajudar os dois, não é? Exato. Ele sai da sua claridade. Quer dizer, Jesus ao fim, a terra, ele dá exemplo desse díptico. Ele vem até aqui, mas ele em momento algum ele se esquece dos ensinamentos do cima. Ele não permite que ninguém retire um tão sequer de luminosidade dele. É esse exemplo que a gente deve seguir. Isso aí, Cris. Vamos falar da Larissa. Vamos lá. Isso. Tem a Larissa Cristina Carneiro às 8:54. Ela coloca uma questão aqui que eu vou aproveitar para ler um trechinho aqui do que tá exposto eh sobre os espíritos de segunda ordem quando Kardeca, né, explica. Ela coloca assim: "Essas categorias criadas por Kardec são didáticas e, portanto, mera classificação? É possível estarmos em mais de uma categoria. Essa é a angústia, né? A angústia de vários aqui no chat, inclusive a minha, né? E aí a gente reporta a Kardec no finalzinho dessa questão da escala espírita que ele vai abordar na questão 100. Logo no final, no último parágrafo, ele coloca assim: "Sendo sempre gradual o progresso deles, ou seja, dos espíritos que estão aí em
ssa questão da escala espírita que ele vai abordar na questão 100. Logo no final, no último parágrafo, ele coloca assim: "Sendo sempre gradual o progresso deles, ou seja, dos espíritos que estão aí em classificação, e muitas vezes mais acentuado no sentido do que em outro, nos relembrando as duas asas, né? a asa da moralidade, a asa da intelectualidade, que a gente vai evoluir nessas duas facetas, eh, mais acentuado num sentido do que no outro. Pode acontecer, olha que interessante, tá? Se a Tama quiser comentar, mas pode acontecer que muitos reúnam em si caracteres de várias categorias. Aí eu já sosseguei, né? Porque somos sombrel luz o tempo todo, né? o que seus atos e linguagem tornam possível apreciar-se. Então, dá uma lixada na nossa angústia, né? Então, nós nos comportamos, né, às vezes com características de uma, às vezes de outra categoria, né? É verdade. É verdade. Aí a gente vai ter que ver o seguinte, vamos colocar naquela categoria onde as características são mais numerosas. Isso que predomina. Que predomina. Exatamente, Carla. Mas não esqueça que você ainda tem umas caracteristas lá daquele degrau lá embaixo. Então aprece a sua evolução para que você possa se encaixar totalmente nessa categoria. É mais ou menos isso que que Kardec Kardec traz uma esperança, na verdade, dizer: "Olhe, vejam, eh é é um processo de de mudança, processo evolutivo." Quando se diz processo, já tá dizendo, né? processo é composto de vários atos, de vários caminhar, né, para que então a pessoa não desanime e verifique o seguinte: eu quero eu quero evoluir, eu quero subir esses degraus e cada vez mais procura então eh galgar, né, através do do conhecimento e principalmente da concretização, porque eu vou lhe dizer, viu, Carlos e Cris, essa parábola dos talentos é fantástica. Ela mostra como nada pode ser estéril, né? E o conhecimento principalmente, porque quando a gente reencarna, a gente reencarna não é paraa nossa evolução só, é pra evolução daqueles que estão ao nosso redor.
tra como nada pode ser estéril, né? E o conhecimento principalmente, porque quando a gente reencarna, a gente reencarna não é paraa nossa evolução só, é pra evolução daqueles que estão ao nosso redor. É isso aí. Para ajudar, não é? Para ajudar. É o que você tava explicando. No na condição que nós estamos, tem inferiores e tem superiores. Nós estamos intermediários, sendo muitas vezes a ponte entre os superiores que querem ajudar o inferior. E a gente então ajuda o inferior, estende a mão para levantá-lo. E as situações, aquela uma rainha de França deixa isso muito claro, não é? No evangelho de segundo espiritismo, ela achava que ela era superior a todo mundo. E quando ela chega no mundo espiritual, tinha alguns que ela considerava assim ralé e que agora estavam em condições de ajudá-la no mundo espiritual, na hierarquia espiritual eram muito superiores a ela, não é? Então é muito muito interessante que os espíritos eles não eh não têm a categoria que nós damos aqui no mundo. Kardec até coloca, chega um político corrupto, um indivíduo corrupto, ele entra, todo mundo se levanta para para receber, para fazer as venerações. Agora entra um sujeito humilde, que é um pai de família, um trabalhador honesto, a gente olha para ele com ato de piedade. Então essa é o que o mundo entende como categoria. E isso na realidade espiritual não conta nada. O que conta é de fato é como Jesus colocou, coloca o teu, né, o teu tesouro, cuida de de formar o tesouro no céu, porque o teu coração está onde tá o teu tesouro. É verdade, Carlos. Então é aquele cuidado, não é? Aqui inclusive tem uma de André Luiz Polimer de Mesquita de novo. A exceção dos dos espíritos missionários, todos nós reencarnados aqui no plano terreno estamos inseridos entre a 16ª classe e a sexta classe da terceira ordem. Veja, eu eu eu coloquei anteriormente, a gente vê em vários livros em relação a isso, que mesmo aqueles espíritos missionários, muitas vezes eles vêm com missão, vem com provas e às vezes ainda vem com pequeno resgate, não é? Não,
ormente, a gente vê em vários livros em relação a isso, que mesmo aqueles espíritos missionários, muitas vezes eles vêm com missão, vem com provas e às vezes ainda vem com pequeno resgate, não é? Não, Carlos. A gente vê muito disso. Uhum. É, né? pode ter um predomínio na missão, mas é porque como Kardec colocou e colocou muito bem, daí eh esse cuidado que Kardec tem, né, de é um cuidado científico mesmo que ele tem de você não querer exaurir essa classificação ou ou de você querer restringir demasiadamente, porque não cabe essa restringção. Você tá lidando com espíritos, né, com pessoas sem livre arbítrio, tá lidando com determinismo subjetivo também, isso tudo. Então, para você fazer essa classificação restritiva, corre o sério risco de errar em relação a isso. Muito bem. É, e como foi comentado, nós trazemos características às vezes de várias dessas dessas categorias. Então, temos que observar o que é que predomina em nós e trabalhar para que predomine as características positivas, não é? Nós vamos encaminhar pro fechamento, assim, tem uma tem uma palavra. É só dar essa minha contribuição antes do fechamento que eu gosto muito quando a gente analisa escala espírita, que é a palavra matizes. Eu acho que é uma palavra que se adequa muito bem a esse esquema de classificação elaborado por Allan Kardec. E como contribuição até para embalar aí a nossa finalização do estudo de hoje, eu quero trazer uma experiência que muito me enriqueceu aqui na Federativa do do Rio, Serge. Eh, fizemos recentemente um uma atividade onde contamos, né, com a presença espiritual da família imperial e a psicografia ficou por conta ditada pela princesa Isabel. E no final da mensagem, ela assinou, meus amigos, vejam que lindo, ela assinou da segunda da seguinte forma: Isabel, uma princesa a caminho da redenção. Nossa, porque ela é considerada a redentora. E no plano espiritual, diante da da magnitude da realidade espiritual, ela se viu ainda, né, muito diminuta, porque ela não pode se chamar, ela não pode se
Nossa, porque ela é considerada a redentora. E no plano espiritual, diante da da magnitude da realidade espiritual, ela se viu ainda, né, muito diminuta, porque ela não pode se chamar, ela não pode se autointitular redentora. Então, ela assina a mensagem como uma princesa a caminho da redenção, reconhecendo que a nobreza dela na Terra, né, agora precisa se configurar em nobreza espiritual na verdadeira vida, que é a realidade espiritual. Então, só pra gente encerrar, né, talvez com essa esse belíssimo exemplo da princesa Isabel, certo, Cris? E é interessante que ela evidencia que está em bom caminho pela humildade, não é, dela. Excelente. Eu eu queria só colocar aqui, Cris, que há uma uma um comentário de Sebastião Carlos Costa Braz, onde são colocadas as questões. Bom, as questões, eu não sei se entendo bem a pergunta, mas vamos lá. Nós retiramos as questões que norteiam o nosso estudo do livro dos espíritos e também procuramos que as respostas estejam baseadas aqui. Lógico que eh aqui vem às vezes muito condensado. Então a gente busca nas outras obras de Kardec, em André Luiz, em Emanuel, em outros autores, para poder até o Moj citou vários livros para poder, né, fazer o o assunto mais claro. As questões que vocês colocam, elas aparecem em dois lugares, as respostas, inclusive perguntas e respostas, no Telegram, onde nós temos um grupo que já está com quase 1000 pessoas participando, e também no site da FEB TV, ali estão no apartado estudando o livro dos espíritos, as perguntas e respostas, tá bem, Sebastião? Então, Cris, vamos encaminhar aqui pro fechamento. Na semana que vem, nós vamos trabalhar a terceira ordem, Espíritos imperfeitos, das perguntas 101 a 106. Vamos pedir a você que seja paciente, que leia as questões 101 a 106 e traga perguntas relacionadas com esse assunto para nos facilitar. Nós temos a máxima boa vontade de atender, mas o programa ele é de 1 hora, 1 hora15 mais ou menos, porque inclusive tem pessoas que têm compromisso. Eu mesmo tenho compromisso,
nto para nos facilitar. Nós temos a máxima boa vontade de atender, mas o programa ele é de 1 hora, 1 hora15 mais ou menos, porque inclusive tem pessoas que têm compromisso. Eu mesmo tenho compromisso, logo em seguida vou ter que sair para outra atividade já. Então, eh, a gente fica com tempo limitado para resposta, mas se a gente procura responder lá no Telegram, lá no no no site da da FEB TV, colocar as respostas para as perguntas que ficaram pendentes, mas quanto mais pergunta fora do assunto você coloca, mais trabalho você está dando para uma equipe que é limitada. Então, por isso a gente pede para se centrar que aqui a gente procura atender durante o estudo todas as perguntas quando é possível. que estão relacionadas com assuntos. E se tiverem perguntas relacionadas com assuntos que a gente não consegue responder, a gente pode até fazer um estudo extra, fazer um remanejamento de um planejamento e atender as suas perguntas, porque se as suas perguntas estão relacionadas com o assunto, elas têm prioridade total no nosso estudo. Então, o nosso agradecimento, né, pela sua compreensão. Telma, muito obrigado, viu, pela sua contribuição. Excelente, Cris. Muito obrigado a nossa eh Ariane. E nós tivemos também hoje aí eu tenho que olhar a a memória é muito fraquinha para para guardar. Nós tivemos também a linda Ariane conosco. Eho, exatamente, Nívia Araújo. Muito obrigado, Nívia, aí pela pela interpretação, né, para Libras. E o nosso eh agradecimento a você que está acompanhando de casa. Até a semana que vem. Muito obrigada. Boa noite. Obrigada a todos. Estudando o livro dos espíritos, um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Ja.
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