2º Encontro da AAE e AArt - Sementes de Gentileza - Tarde

FEEGO 22/11/2025 (há 4 meses) 2:16:35

2º Encontro da Área de Atendimento Espiritual e Área de Arte Tema: Sementes de Gentileza

Transcrição

Muito boa tarde a todos. Esperamos que as oficinas tenham proporcionado momentos de aprendizado, alegria e confraternização. Então, chegou a hora de celebrarmos juntos os resultados, né, desse encontro. Vamos agora às apresentações das oficinas aqui no palco. Convido a turma do teatro. >> Boa tarde, pessoal. Tudo bem? Meu nome é Marcos do grupo Zapt Teatral. Nós estivemos hoje à tarde pela manhã com o pessoal da oficina de teatro. Então nós preparamos essa esse pequeno sketch, essa pequena performance chamado barco que escuta, pensando na arte espírita com esse grande essa grande ferramenta aliada ao atendimento pra gente poder tocar, sensibilizar. E as grandes palavras que orientaram essa oficina foram acolhimento e escuta. Então essa performance foi pensada nesse sentido. Boa apresentação para vocês. como fotografia fora e parar uma vez. Vamos gente, peguear. >> Às vezes [música] o mar grita, às vezes a gente grita junto, mas se um escuta o outro, o barco aprende. >> a flutuar. >> minha gente, >> olha só, o vento cansou antes da gente. Tem tempestade que a gente não vence, [música] a gente atravessa. Você é o sol [música] que brilha na manhã. [música] A força que renasce toda vez que [música] vem. No seu caminho, só flores [música] no chão. O universo canta em sua [música] direção. >> Amor é seu nome [música] gravado no ar. A vida dança para te acompanhar. [música] Cada passo seu, [música] uma nova canção. Tudo conspira na sua ascensão. [música] Se luz [música] amor e abundância. [música] O mundo gira com sua [música] elegância. Tudo foi, tudo vai [música] te encontrar. É seu momento. Pode [música] acreditar. Olhe pro céu, [música] as estrelas aplaudem. Ouça o vento, [música] suas preces alcançam. Você é a chave, [música] a porta e o lar. Tudo o [música] que buscas já está no lugar. [música] Seu sorriso é [música] o farol no escuro, um raio que atravessa qualquer muro. Cada escolha [música] a sua fazar. A energia do mundo a te abraçar. [música] Você é luz, amorcia.

está no lugar. [música] Seu sorriso é [música] o farol no escuro, um raio que atravessa qualquer muro. Cada escolha [música] a sua fazar. A energia do mundo a te abraçar. [música] Você é luz, amorcia. O mundo [música] gira com sua elegância. >> Se um dia o mundo parecer pesado, lembrem desse barco. Não porque ele não balança, mas porque ele não abandona. E se alguém precisar de abrigo, que encontre vocês em movimento. Aprenderam, né, gente? Olha a emoção, que gracinha. Então, remando sozinha é mais difícil, né? Remando todos juntos em harmonia, auxiliando [música] e sendo auxiliados o tempo todo. É assim que o mestre, né, deseja nesse momento que todos nós façamos. Convido agora a turma da [música] pintura. Gente, boa tarde. É com muita alegria, né, que esse grupo esteve com a gente, né, participando do ateliê de pintura com Aquarela. E eu gostaria de que eles comentassem, né, porque foi foi um grupo muito envolvido, muito presente, eh, e se esforçou, né? Tem teve duas crianças que não puderam ficar com os pais de impressionante o exemplo delas. Elas chegaram disciplinar, nesse 12 a 10 anos, né? Chegaram disciplinadas, pegaram a técnica, concentraram, fizeram com um monte de interesse. Depois, no segundo momento, no intervalo, não quiseram sair, ficaram. Eu falei: "Não, vocês não foram embora? Não, queria continuar e até o final, não é, com esse clima de, eu até comentei com os alunos, né, que a toma aqui, né, que bacana, que exemplo, né? Então, finalmente Miranda fala que eles estão chegando, tá pessoal? Prestemos atenção nessas crianças diferenciadas que vão nos ajudar a fazer a grande virada. Prestemos atenção, o senhor Hélio fez um comentário sobre isso aí. É importante a gente ficar bem atento. Eu tenho visto elas chegarem maravilhosas. É, >> foi uma experiência diferente, né, fora do costume, ao que não fazemos todo dia, né, mas é algo que nós nós deveríamos fazer com costume, né, que é a pintura é uma das formas melhores formas de se comunicar. Eh, é como se fosse um tipo de

a do costume, ao que não fazemos todo dia, né, mas é algo que nós nós deveríamos fazer com costume, né, que é a pintura é uma das formas melhores formas de se comunicar. Eh, é como se fosse um tipo de ida ao psicólogo. É, [aplausos] >> eu vou ficar com a fala dele, viu? foi a ida ao psicólogo mesmo. >> Então, eu achei muito interessante quando falou pintura, eu não imaginava que seria essa essas técnicas, né, que a gente aprendeu em Aquarela. E foi muito válido mesmo. É um momento assim de paz, tranquilidade, que a gente eh pode expressar naquela hora ali o que a gente tá sentindo, né? Então, foi muito bom. Primeiramente, muito obrigada o professor pela oportunidade. Confesso que foi surpreendente. Eu nunca pintei, nunca peguei no pincel, eh, relatei para o professor, mas quando se para olhar para pintura, enquanto uma possibilidade de descoberta, uma possibilidade de aproximar daquilo que o Papai do Céu pode despertar em você, é fascinante. É como uma consulta mesmo à nossa psicóloga. É muito gratificante. Obrigada, professor. >> Obrigada a coordenação pela oportunidade, né, gente, que nós tivemos aqui de colaborar e participar. O trabalhador que precisa do trabalho, viu, gente? Um abraço aqui na entrada aqui. As pinturas estão expostas aqui ao lado da porta, tá? Do lado direito a hora que sair. Agora a turma do cinema tem alguém aí? Não, cadê o cinema? >> Foram pro cinema e deixou a gente. >> Aí é o seguinte, o Avelino ainda tá editando os nossos vídeos, mas eu quero chamar o aqui. Quem mais tava aqui? Vem, vem cá também que a gente pode dar. >> A Cris também pegou um pouquinho, não é? O Francisco, cadê ele? Ah, você tá ficar parado aí. É bonitão. Vem cá logo. Hã, espertinho. E a Cris pela metade. Vem, pode deixar aí com a com a Glaus o o computador aí. Pronto. Aí vai. Eh, bom, nós tivemos uma riquíssima oficina também. Tivemos vários conceitos sobre cinema, né? Eh, termos como iluminação, velocidade, enquadramento, certo? E aí eu vou passar para cada um aqui falar, deixar o seu registro de

riquíssima oficina também. Tivemos vários conceitos sobre cinema, né? Eh, termos como iluminação, velocidade, enquadramento, certo? E aí eu vou passar para cada um aqui falar, deixar o seu registro de como foi a oficina. Então, foi fantástico aprender algumas coisas importantes para que a gente possa fazer eh um bom vídeo, né? e que seja impactante, porque hoje a gente tá num mundo em que a gente precisa da atenção das pessoas e fazer um registro bem feito, ele é essencial. Eu acho que eu vou nessa toada do Maurício. Hoje a modernidade ela nos permite eh utilização de recursos próprios na produção de um audiovisual e dominando técnicas muito acessíveis a qualquer um de nós. A gente cria um upgrade na produção artística, audiovisual, daquilo que pretendemos. E isso, meus amigos, está ao alcance de qualquer um de nós, ao alcance de todos, no uso da ferramenta, como, por exemplo, o celular. E isso o Avelino nos mostrou com muita maestria, né? Técnicas simples de configuração dos nossos celulares, até onde eu pude acompanhar, que nos faculta a otimização do produto que a gente tá construindo, o produto artístico que a gente tá construindo. Então, ele deu muitas dicas. Eu tenho certeza que o efeito desse treinamento vocês vão poder atestar em breve, né, quando as edições estiverem prontas. Mas foi isso, foi a experiência que eu tive até onde eu pude acompanhar. >> É muito interessante. Aeline deve est editando o vídeo e que nos mostra as várias possibilidades que tem, né, essas ferramentas. Eu achei interessante ter focado no celular porque todo mundo tem. Alguns, eu por exemplo não consigo usar todas as funções que ele me oferece por várias razões, uma porque o cabelinho branco já tá atrapalhando, outro porque o tempo não permite, mas é muito bom. E eu citei lá na sala porque eu me lembrei, vou citar aqui, a FEP tem reuniões administrativas todos os meses a cada 15 dias. E numa delas, em 2012, a Marta tava presente, a diretoria, eu tava secretariando da reunião ainda na

ue eu me lembrei, vou citar aqui, a FEP tem reuniões administrativas todos os meses a cada 15 dias. E numa delas, em 2012, a Marta tava presente, a diretoria, eu tava secretariando da reunião ainda na no tempo do seu Nestor. E aí a Marta falou: "O espírito tá aqui pedindo para falar." E era o espírito Erasto que vem nos trazer a informação em 2012 de que todos nós precisamos reeditar as epístolas de Paulo com os tecnologias da comunicação do presente. E a gente assumiu um compromisso na época que por causa dessa ação mandada Rões ter ido oficina de cinema e nos ajuda a fazer isso. Então é um caminho muito interessante. é o espírito erasto, que é aquele discípulo de Paulo e que tem aí que aquele que diz, por exemplo, idrai, o ará, tá pronto, etc. É um espírito extremamente interessante, continua como todos eles entre nós, nos auxiliando. >> Realmente foi incrível a oficina, pena que o tempo foi curto, né? Eu acho que a gente podia ter ficado o dia inteiro fazendo, participando dessa atividade. Acho que a produção, a produtividade teria que sido maior, mas já deu um lampejo para que nós possamos utilizar o celular com instrumento dentro das nossas casas e também utilizar a projeção de filmes eh curtos, pequenos eh filmes curtos que a gente possa passar no salão durante as atividades para que a desperte nas pessoas. Nós vimos hoje aqui como a arte é importante para o despertamento da espiritualidade. Então, que a gente possa fazer uso disso. Eu achei assim incrível que a gente tem um instrumento na mão que nós podemos fazer os nossos próprios vídeos. Gente, isso é bom demais. [risadas] Muito obrigada, Avelina. Ele não tá aqui, mas ele merece realmente o nosso aplauso. >> Eu, como sou um divulgador sincero, eu aprendi muito, aprendi muito. Ganhei até a representação de exclusividade da nossa irmã em Goiás. >> Ai, foi ótimo, né, Maurício? >> Isso aí, queridos. Obrigado, viu, pela atenção de vocês. Obrigada. >> E agora? B não, ainda não. Convido agora a turma do coral para

sividade da nossa irmã em Goiás. >> Ai, foi ótimo, né, Maurício? >> Isso aí, queridos. Obrigado, viu, pela atenção de vocês. Obrigada. >> E agora? B não, ainda não. Convido agora a turma do coral para abrilhantar esse palco. Oba. Esse aqui você não vai usar o nome >> não precisa ligar essa Ah, é o da casa lá, como o pessoal tava muito na frente, aí que eu faço que tinha que ficar perto dela lá o som. Bom, eh, vou pedir pra Gláuscia falar sobre esta música, que a letra é dela, como que foi a parceria para fazer a melodia. E aí, eh, quero agradecer o pessoal que cantou comigo aqui, porque nós criamos um arranjo em sala de aula, depois de trabalhar um pouco de aquecimento, de impostação, de relaxamento aí da pescoço, ombro, cantar graves, agudos, falar um pouco sobre algumas coisas técnicas e algumas coisas de música. Mas aí para antes de vocês ouvirem a música, a Gláuscia explica um pouquinho porque aí a gente vai terminando de montar aqui. Bom, sementes da gentileza era inicialmente reforma íntima. Eh, foi um, nem sei explicar a vontade que deu para escrever, né? né? E saiu essa essa letra. Então eu mostrei para um amigo no Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, ele achou linda, profunda e é o Vladimir Escobar, né, o amigo, irmão também do Maurício, que hoje está no plano espiritual, mas que ele fez com muita alegria e outras músicas também que a gente teve oportunidade. Então essa turma aqui nem conhecia, nunca nem tinha visto, penso. Tanto que essa maestrina é maravilhosa, é generosa. A minha gratidão a Vanessa Bertolina e agradeço a todos vocês também, tá? Quando você terminar ele Ela quer aqui tirar aí projeto pode e dedica-te, alma querida A busca da essência divina, percorre os caminhos áridos do teu coração. Alma querida da busca da essência divina. Reforme os caminhos do meu coração. Queita [música] profundeza na tua alma. Repito, a iluminação, [música] assim, tão somente o teu caminho [música] do teu irmão. da caridade alce para o coração. as sementes da gentilea,

do meu coração. Queita [música] profundeza na tua alma. Repito, a iluminação, [música] assim, tão somente o teu caminho [música] do teu irmão. da caridade alce para o coração. as sementes da gentilea, fazendo brotar a esperança, trazendo viva [música] certeira a presença [música] do nosso amado via >> é tempo [música] de recomeço. As escolhas se conduzirão ao [música] êxito desta jornada de reparação. [música] as sementes da gentileza, fazendo brotar [música] a esperança, trazendo viva a certeza da presença do nosso amado mestre guia e modelo. É tempo de recomeço. As escolhas te conduzirão ao êxito dessa jornada de reparação. as [música] sementes da gentileza, fazendo brotar a esperança, trazendo viva a certeza da presença [música] do nosso amado mestre que aí modelo. >> Gu e Deus e moso. Obrigado. Devagar, devagar. Arrasada. Não podia, mas eu tava aqui, ó, fazendo baixinho. Bom, e pelas apresentações, né, parabéns a todos pelo talento, as as descobertas de talento, né, a sensibilidade, a união. Então, parabenizamos a todos os participantes e expressamos a nossa gratidão por cada contribuição a este momento tão especial. Como diz a letra da música, é tempo de recomeço. As escolhas te conduzirão, não é, ao êxito dessa jornada. Parabéns, Gláuscia, né, pela inspiração aí. Foi ótimo. Então, neste momento, teremos a apresentação do tema O trabalhador espírita e a parábola do semeador, com a querida irmã e amiga Cris Drux. Cris é assessora da área nacional de comunicação social espírita da FEB. Atualmente ela mora na cidade Miguel Pereira, no Rio de Janeiro, e é trabalhadora do Centro Espírita Joana Dark. Com vocês, Cris. Maurício tá preparando aqui algumas imagens porque a gente acredita na força do audiovisual para que consigamos sensibilizar. Então, associada à minha fala, eu pretendo sensibilizá-los também com as imagens, mas enquanto eles arranjam aqui essa parte técnica, comecemos a refletir. E o semeador E o semeador saiu a semear. Enquanto lançava a semente, parte dela caiu a beira do caminho e as

m com as imagens, mas enquanto eles arranjam aqui essa parte técnica, comecemos a refletir. E o semeador E o semeador saiu a semear. Enquanto lançava a semente, parte dela caiu a beira do caminho e as aves vieram e a comeram. Parte dela caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra. E logo brotou, porque a terra ela não era profunda. Mas quando saiu o sol e as plantas se queimaram e secaram porque não tinham raiz. Outra parte caiu no meio dos espinhos que cresceram. e sufocaram as plantas. Outra ainda caiu em boa terra, deu boa colheita a 100, 60 e 30 por um. Aquele que tem ouvidos de ouvir, ouça. Mateus capítulo 13 nos entrega esse belíssimo simbolismo da divulgação da verdade, da divulgação do evangelho, da divulgação das máximas do Cristo. E aí pensamos diante da tarefa da divulgação, sou eu um semeador? Tenho nas minhas esparcas condições de espírito ainda imperfeito, me alistar na tarefa do bem como semeador dessas verdades, dessas máximas morais do Cristo, da boa nova. Tô deixando minutos de reflexão para vocês. Somos semeadores e a resposta ela é um contundente. Sim, nós somos semeadores. Nós inequivocamente, até mesmo sem querermos, nós produzimos influência no meio em que vivemos. Basta nos lembrarmos das augustas palavras de Emanuel na obra Pensamento e Vida, mesmo que não utilizemos palavras. Mesmo que não nos movamos, pensamos, irradiamos, vibramos e influenciamos, influenciamos o meio ao nosso redor. E em sabendo disso que somos filhos de Deus, plenos de potencialidades, que influenciamos o que está à nossa volta, sabemos que diante do impositivo do trabalho espírita, desse cristianismo redivo, tarefa essa que foi nos convocada a colaborar, a divulgação do espírit ismo. Precisamos antes, para darmos bons frutos, lançarmos boas sementes, precisamos antes contribuir com a reflexão de qual é a natureza dessa minha semeadura. E aí nos lembramos das evidências da natureza, sabedores que somos, que a semente, toda semente, ela carreia a potência da futura planta, da futura árvore.

de qual é a natureza dessa minha semeadura. E aí nos lembramos das evidências da natureza, sabedores que somos, que a semente, toda semente, ela carreia a potência da futura planta, da futura árvore. E ela carreia essas mesmas características, ainda ali diminuta na estrutura da semente que se encontra ainda acisolada para despertamento. Então nós somos sim diminutas sementes e ao mesmo tempo semeadores para a divulgação da boa nova. Mas enquanto divulgadores, precisamos ser mensageiros e devemos nos afastar da postura de propagandista. E eu me apresso a explicar para vocês a diferença. O mensageiro é aquele que vive a mensagem, é aquele que traz autenticidade para a mensagem. é aquele que não adultera a mensagem com a sombra do personalismo, com a sombra do seu achismo individual. é aquele fiel representante da ideia que há irá divulgá-la, sentisná-la com interpretações equivocadas ou com personalismo. O mensageiro, ele não busca a ribalta, ele não busca as luzes do reconhecimento. O mensageiro é aquele que semeia, é aquele que divulga pelo prazer de colaborar com o mestre, de se somar à suas fileiras de trabalho sem esperar por aplausos, sem esperar por reconhecimento. propagandista é aquele que se utiliza da posição de trabalho como divulgador para se colocar nos holofotes da vida e nos holofotes da materialidade, esvaziando a mensagem e a maculando com o desejo do orgulho e da vaidade, com o vício do orgulho e da vaidadizade. E aí, meus irmãos, o que que acontece com esses propagandistas? adulteram a semente e deixam de aproveitar a oportunidade da reencarnação para serem detratores, para serem aqueles irmãos que irão desperdiçar a oportunidade desse alistamento na equipe de trabalho de Jesus. Portanto, para nos colocarmos em dinâmica de serviço, precisamos, antes de mais nada semear em nós num processo já citado lindamente pelo Hélio aqui pela manhã, o orai e vigiai, o trabalho fecundo. da rotina, do bom hábito de vasculharmos as nossas atitudes, de buscarmos o autodescobrimento

em nós num processo já citado lindamente pelo Hélio aqui pela manhã, o orai e vigiai, o trabalho fecundo. da rotina, do bom hábito de vasculharmos as nossas atitudes, de buscarmos o autodescobrimento para sabermos em que pontos precisamos melhorar, burilar as nossas vocações, que são inúmeras, e tentar converter os nossos vícios através da forja do trabalho e da insistência no bem, para que possamos nos transformar de carvão em diamante, porque o esmerio da vida nos convoca esse contínuo processo entre vivências e aprendizados. Gosto muito, e vocês já devem ter reparado, de citar Paulo de Tarso, porque foi e é até hoje um símbolo de conversão, um símbolo daquele que soube gerir essa guinada espiritual em si mesmo. Paulo na carta aos Gálatas, capítulo 6, vejam o que ele fala em relação à semeiadura. Não erreis. Deus não se deixa escarnecer, porque tudo que o homem semear, isso também seifará. Esse atestado, lembra para vocês alguma coisa? Eu vou dar só uma pequena dica. Lei de causa >> e efeito. Tudo o que semear, isso também se fará. Porque o que semeia na sua carne, da carne, seifará a corrupção, seifará os resultados do mundo, que na maioria das vezes corrompem os valores espirituais. O homem que semeia na carne, que vive pela carne, que trabalha pela carne, ele ceifa corrupção. A corrupção, o corromper dos valores espirituais. Mas o que semeia no espírito do espírito seifará, ou seja, acumulará, ganhará a vida eterna, a verdadeira vida espiritual, a vida do espírito. Jesus num profundo processo de molação, ele esteve entre nós atestando a lei divina, dando seguimento a ela, renunciando à sua posição de espírito puro, governador do nosso planeta, para num profundo processo de imolação vivenciar entre nós e apontar o caminho. Gosto muito da expressão dos nossos irmãos católicos quando eles se referem ao Cristo como o cordeiro de Deus. O cordeiro que, de acordo com a tradição judaica, era oferecido em imolação simbólica daqueles que praticavam esse culto para dizer ao criador: "Somos o teu filho e

ao Cristo como o cordeiro de Deus. O cordeiro que, de acordo com a tradição judaica, era oferecido em imolação simbólica daqueles que praticavam esse culto para dizer ao criador: "Somos o teu filho e acreditamos na tua lei". Jesus veio para imolar-se por nós. Entendem a magnitude dessa atitude do mestre? O cordeiro de Deus. E aí, meus irmãos, entendemos quando nos aprofund a semeadura, que sim, somos semeadores. que para darmos vazão à boa semente, precisamos nos coadunar com a lei maior, nos colocarmos à disposição, vigilantes como trabalhadores do bem e nos mantermos nessa rotina, nesse bom caminho de sermos parte desse rebanho do Cristo. Mas nesse processo nós não podemos prescindir e não devemos prescindir do contato com o outro. E daí por esse slide para nos lembrar da nossa necessária relação interpessoal. Todos aqui, né, estão afetos à arte e estão afetos ao atendimento espiritual, estão afetos à relação com o outro. Então essa posição de sermos semeadores e cuidadosos para com o outro nos dá a chance de colocarmos a caridade em ação. a caridade que para muitos de nós, e eu me coloco nessa lista ainda é algo teórico, mas atingível, porque todos nós temos condição de sermos caridosos nas nossas relações sociais. Todos nós temos condição de sermos gentis. Gentileza gera gentileza. E o que começa como rotina se torna hábito. Já nos lembrava a mentora Joana de Angeles. É claro que nesse processo de caridade para com o próximo encontramos obstáculos não só no próximo, que é fonte da nossa atenção, como também nos bons frutos do trabalho que nos colocam na posição de sermos até às vezes invejados, atacados pelos bons bons frutos que produzimos, né? O ditado popular só leva pedrada à árvore que dá bons frutos. Então, os nossos bons frutos, sem sombra de dúvidas, ainda num mundo imperfeito, ainda num processo, e é importante isso que eu vou falar agora, porque eh eu ouço isso de pessoas que são referências para mim, né? como o nosso querido irmão Carlos Campete, que diz: "Nós não somos

, ainda num processo, e é importante isso que eu vou falar agora, porque eh eu ouço isso de pessoas que são referências para mim, né? como o nosso querido irmão Carlos Campete, que diz: "Nós não somos mais habitantes de um mundo de provas e expiação". A tão falada, a tão propagada transição planetária já começou. Nós estamos vivendo e somos testemunhas do primeiro segundo, do primeiro minuto, da primeira hora dessa transição para o mundo de regeneração. Nós já nos avizinhamos do planeta de regeneração que se tornará morada nossa. Tomara que ainda vivenciemos o clímax, o auge dessa transição ou a nossa morada quando para que voltarmos como os espíritos mais aperfeiçoados. Porque esse lindo planeta azul nos aguarda. Somos a família universal que o habita. Então, enquanto trabalhadores do Cristo, sem sombra de dúvidas, nessa relação com o outro, que é foco do nosso trabalho também, que mobiliza a nossa atenção, há de se ter empatia. Quando se fala de gentileza, pode-se falar também de uma técnica que já dominou os grandes conglomerados executivos, produtivos do mundo, que é a comunicação não violenta. Aqueles que não se confessam eh participantes e trabalhadores do movimento espírita se movimentam já no lastro dessa ideia da comunicação. não violenta, procurando pacificar as relações entre as pessoas. E nós espíritas mais aproximados da mensagem, com mais competência, sim, com mais competência para entendermos o fulcro, a essência da mensagem, às vezes nos nos permitimos em nossas equipes de trabalho articular a rudeza das relações. o afastamento, o dar de costas para um companheiro nosso, só porque esse companheira nos contraria as ideias. O movimento espírita e a tarefa espírita é também uma forja para buscarmos em nós a fidelidade à proposta doutrinária. Precisamos ser leais, precisamos ser fiéis, mas não apenas em pensamento, mas precisamos fazer migrar esse conhecimento do cérebro para o nosso coração. Porque quando esses conceitos, quando essa mensagem, quando essas diretrizes

mos ser fiéis, mas não apenas em pensamento, mas precisamos fazer migrar esse conhecimento do cérebro para o nosso coração. Porque quando esses conceitos, quando essa mensagem, quando essas diretrizes do mestre forem aclimatadas em nosso coração, seremos naturalmente bons. Seremos naturalmente lideranças servidoras, olhando o outro antes de olharmos para nós mesmos. Encontraremos nas nossas tarefas a terra das almas, a terra da sociedade como um todo, sufocada por espinheiros da materialidade, do materialismo. Terra ralada pela pobreza das ideias, pela falta das essências, dos componentes da terra que vivificam a as plantas, faltando a vitamina daquele que é servidor do Cristo. Uma terra às vezes pobre, revestida de pedras ou intoxicada de pântanos, do pântano do egoísmo, do pântano do orgulho, do pântano da vaidade. Deus na sua magnânima bondade, na sua insuperável inteligência, ele nos oferece a oportunidade, a divina oportunidade de agirmos em benefício de todos. Somos convocados a arar a terra e a semear. E dentro desse profíuo trabalho constante e fervoroso, nós devemos também ter a sensibilidade de entender que fazendo tudo corretamente, ainda nos compete a paciência pelo tempo de germinação. Há 2000 anos, mais do que 2000 anos, Jesus espera por nós. Esse tempo ele é necessário. A natureza não dá saltos e nós, ávidos, às vezes apressados em vermos e constatarmos resultados. Na pequena semeadura que lançamos nas nossas tarefas do movimento espírita, às vezes somos avaçalados pela pressa, pela ansiedade e nos frustramos quando não enxergamos os resultados imediatos do nosso trabalho. Mas a semeadura, em essência demanda tempo de germinação. os precursores do espiritismo no Brasil. E eu não quero citar nomes porque eu não quero ser injusta com todos esses homens e mulheres que somaram esforços para a instauração do movimento espírita brasileira. semearam com o suor e com as lágrimas das suas existências, para que tivéssemos erguida hoje em Brasília a tenda de Ismael.

es que somaram esforços para a instauração do movimento espírita brasileira. semearam com o suor e com as lágrimas das suas existências, para que tivéssemos erguida hoje em Brasília a tenda de Ismael. O Hélio nos falou sobre Ismael e sobre a tradição do povo judeu, dos filhos de Israel, em erguerem tendas. E aqui vai uma pequena curiosidade, porque para mim a singeleza dessa imagem me toca profundamente e eu quero compartilhar isso com vocês. O patrono espiritual do Brasil é Ismael. Isso não é novidade para ninguém. Mas nós estamos falando de um Ismael que foi também o patriarca do povo árabe. Nós estamos falando de um mesmo espírito, de um mesmo Ismael que foi concebido com a aquiessência de Saraí ou de Sara na casa de Abraão como filho bastardo daquela casa. Por insondáveis questões do destino, o pai, o tronco principal do povo judeu, que foi Abraão, precisava de herdeiros. E Sara, sua esposa, não concebia porque acreditava-se que ela era estéril ou ele fosse estéril. Então, Sara permite ao marido que se deitasse com a escrava. E nesse ato, Ismael é concebido. A escrava Agar se torna a mãe do futuro tronco, do futuro filho na genealogia da casa de Abraão. Por que que eu tô trazendo essa história? Porque ela também nos fala de semeiadura. E quando a escrava Agar concebe, a relação entre as duas mulheres na casa de Abraão se torna difícil, porque a escrava estava grávida e a dona da casa não. E ela é incitada, quer dizer, Abraão é incitado por Sara para que ele eh mandasse a mulher para o deserto, fosse expulso da casa. E Abraão a expulsa pela primeira vez. Só que quando ela está no deserto, ela recebe a visita de um anjo e o anjo diz a ela, ou melhor, ordena ela que voltasse à casa de Abraão, porque ela carregava no ventre um espírito que teria uma relevância muito grande na composição de uma futura nação. E ela aquice e retorna para a casa de Abraão. Nesse meio tempo, Sara se descobre grávida. O menino nasce na casa de Abraão e se torna Ismael. Só que quando Sara se vê novamente

ão de uma futura nação. E ela aquice e retorna para a casa de Abraão. Nesse meio tempo, Sara se descobre grávida. O menino nasce na casa de Abraão e se torna Ismael. Só que quando Sara se vê novamente grávida, começa de novo a rinha, né, entre as duas mulheres. E o menino depois, em torno dos seus 6 anos, eh é novamente incitado a ir para o deserto com a mãe. A G novamente expulsa para o deserto e dessa vez ela fica no deserto com o filho e recebe novamente a informação que eles estariam sob a proteção de Deus. Um anjo novamente se apresenta a ambos e diz: "Esse menino será o grande chefe da nação árabe". Então hoje quando a gente se debruça sobre o noticiário e vemos, né, a tradicional violência, o tradicional acirramento entre israelenses e palestinos, podemos afirmar afirmar que o fulcro dessa animosidade tem raiz, tem raiz bíblica, porque Ismael se torna Ismael o flecheiro, a liderança da nação árabe. Israel também é conhecido como aquele que vivia no deserto e coordenava as comunidades que viviam em tendas. Então, temos hoje em solo brasileiro, tendo como patrono espiritual o mesmo Ismael, erguendo a nossa tenda caridade, que é a Federação Espírita Brasileira. sob o grande lema que nos norteia a todos nós, que é Deus, Cristo e caridade. É essa a simbologia que deve flamular na tenda de Ismael e em diante da terra das almas, o necessário tempo de germinação. Vamos novamente recorrer a Paulo, quando ele nos fala: "Eu plantei, Apolo regou, mas Deus deu o crescimento." Apolo em termos de mitologia dos deuses que influenciavam a matéria. Então, Apolo rega, mas Deus é aquele que dá o crescimento. Somos co-criadores de Deus em nossas potencialidades divinas e devemos manter em nós o necessário cultivo da humildade, porque no final das contas o efeito do bom plantio, devemos designar a Deus que é o criador de todas as coisas. Nós somos simplesmente colaboradores dele. Então, não nos cabe vaidade, mesmo com o trabalho exitoso, porque somos colaboradores de Deus. O resultado dessa colheita

que é o criador de todas as coisas. Nós somos simplesmente colaboradores dele. Então, não nos cabe vaidade, mesmo com o trabalho exitoso, porque somos colaboradores de Deus. O resultado dessa colheita pertence a Deus. Como nos lembra Paulo de Tarso, é Deus que é o detentor do mérito desse crescimento da planta. E aí, meus irmãos, já querendo concluir os nossos pensamentos, porque a gente tem na sequência uma roda de conversa e eu quero muito continuar ouvindo o Hélio também, o Maurício, a Gláuscia, nós chegamos a essa conclusão, segundo observamos que o a grande bússola, o grande roteiro é o nosso amigo Jesus, que é o semeador do céu, que ausentou-se da grandeza do reino de Deus, do reino dos céus, e que veio até nós, espalhando as suas claridades da segunda grande revelação da humanidade, depois alinhada e explicada pela terceira revelação, que é o cristianismo rediv vivo, que é o espiritismo, que é a doutrina espírita, aumentando dentro desse processo contínuo de construção e de revelações, aumentando e alargando o nosso olhar diante do nosso entendimento da vida, explicando as nossas dificuldades no materialismo da vida e nos entregando discernimento entre escolhermos o caminho do joio ou o caminho do trigo. Humilhou-se para que nos exaltássemos. Vós sois deuses. Temos potenciais a serem colocados em prática. E confundiu-se com a sombra, a fim de que a nossa luz pudesse brilhar. Embora lhe fosse fácil fazer-se substituído por milhões de mensageiros, milhões de prepóst. Mas ele, como havia dito anteriormente, ele optou por estar entre nós. Sim, ele enviou mensageiros, ele enviou antes dele reveladores, mas no coroamento da mensagem, ele optou por estar entre nós, exemplificando a sua mensagem. Afastemo-nos, pois, meus irmãos queridos, como semeadores que somos. Afastemo-nos, pois, das nossas inibições. Não recalcitremos diante do convite do trabalho e aprendamos com o Cristo a sair para semear. E o semeador saiu a semear. Boa semeadura para todos nós. Muito obrigada.

nos, pois, das nossas inibições. Não recalcitremos diante do convite do trabalho e aprendamos com o Cristo a sair para semear. E o semeador saiu a semear. Boa semeadura para todos nós. Muito obrigada. Tá bom. Você nem tomou uma. Então, nesse momento, convido o Hélio Blum para fazer parte aqui composição da nossa roda de conversa junto com a Cris. Para fazer a mediação, convido a Gláuscia e o Maurício, por gentileza. Deixa eu já entregar. Acho que você aproveitando, gente, essa conversa tão interessante da Cris, eh, tem estado na FEB, nas reuniões mediúnicas, os descendentes a quem ela se referiu. Jacó, por exemplo, que é uma dessas tribos que originou eh todas essas ascendências, tem pedido muito, porque ele diz que o lugar na terra que tem como reunir essa grande família aqui no Brasil. Então, a gente tem dito a ele e ele tem trabalhado os líderes espirituais daquela Palestina, daquela daquele daquele ambiente onde Jesus se fez homem entre nós, tão belicoso nos dias atuais, ele tem ajudado as aos líderes espirituais entender o processo e a tendência depois eles nos auxiliarem a fazer com que aqui já tá sendo construída. A Cristo foi muito feliz. A regeneração já está acontecendo e nós vamos ter essa oportunidade. Possivelmente muitos de nós que Abelinho branco, já não vamos estar mais aqui como encarnados, mas em espírito podendo assistir essa maravilha aí. Então, parabenizar a Cris por este momento aí. Bom, é só agradecê-la pelo carinho, por trazer tão profundas e belas reflexões, né, trazendo essa parábola, foi a primeira parábola que Jesus contou, é linda, é maravilhosa. E nessa perspectiva que somos também semeiadores, que traz uma responsabilidade, uma reflexão enquanto trabalhadores espíritas, divulgando o cristianismo. Muito lindo. O Hélio tem um um vídeo maravilhoso. Enquanto ele está encontrando lá, nós vamos iniciar, né, Maurício? Tem algumas perguntas, né? Eu vou passar pro Maurício agora. Bom, eh, ah, tá. Isso aqui é pro, seria pro L, né? Mas eu vou fazer a minha pergunta

está encontrando lá, nós vamos iniciar, né, Maurício? Tem algumas perguntas, né? Eu vou passar pro Maurício agora. Bom, eh, ah, tá. Isso aqui é pro, seria pro L, né? Mas eu vou fazer a minha pergunta aqui pra Cris. Cris, você colocou ali, aliás, parabéns por tudo, né? Que maravilha, né? Que lindo. E também as imagens. né? Eu acho que isso isso é arte, né? A gente poder eh ter essa conexão. E você colocou muito claramente sobre eh a gente semear em nós mesmos, né? E pegando então a questão do atendimento, né, espiritual e a área de arte, a gente precisa atender a nós mesmos, nos acolher com muito amor e carinho, lidar com o nosso ego, porque ele faz parte do processo evolutivo, já que se Deus é amor, tudo é amor, nada existe que não seja amor. E o ego faz parte. E muitas vezes a gente quer rechaçar o orgulho, rechaçar a vaidade. E na verdade isso é o ego de novo, pegando as portas do fundo, né? Porque o ego adora briga, adora, né? Querer, né? Exato. E acredito que a arte, eu costumo dizer que a arte é uma mola propulsora ou para baixo ou para cima. Depende de como você utiliza a arte. Então, nesse processo da semiadura, a questão da autoconsciência é muito importante e eu queria que você eh explanasse um pouquinho para nós sobre essa questão de semeiar em nós mesmos. >> Bom, eh a gente não pode pensar, ou a priori não deveríamos pensar num processo de conceituação do que do que é a arte espírita, né, Maurício? Por que que eu falo o processo? Porque é algo que ainda está em construção, porque é algo tão avaçalador, é algo tão positivo que precisamos recorrer a algumas fontes e uma delas é Leon Deni. E eu gosto muito da forma e não poderia ser diferente como leão Denino pensa, o potencial da arte que é igual ao potencial da alma humana. E essa alma humana, ela é composta de luz e sombra. E na medida que o indivíduo se dedica a esse processo de autoburilamento, a esse processo de autoaperfeiçoamento, ele se vê obrigado a olhar para o seu lado sombra e enquanto experiência,

uz e sombra. E na medida que o indivíduo se dedica a esse processo de autoburilamento, a esse processo de autoaperfeiçoamento, ele se vê obrigado a olhar para o seu lado sombra e enquanto experiência, enquanto vivência, converter essa sombra em luz. Emanuel tem uma frase muito bonita que diz: "No nosso processo, enquanto filhos de Deus na nossa trajetória espiritual, impactando no comportamento do planeta Terra, chegaremos um dia a atestar e a presenciar esse momento, onde veremos que os homens não mais sentem apenas fome de pão, mas que a humanidade também vai estar sedenta de luz. Então, nós nos começamos a nos desvencilhar desse processo de fome de pão para entrarmos de um processo de sede de luz. E é, Maurício, nesse trabalho profundo de lidar com as nossas sombras. Então, não devemos rechaçar a nossa porção orgulhosa ou a nossa porção egoística, porque rechaçar essas porções é desconhecê-las. E desconhecê-las é não trabalhá-las. Daí, por precisamos ter consciência de que somos ainda filhos a caminho da luz. >> Muito bem. Aí eu vou passar. Ah, tem mais aqui. Agora eu vou passar paraa Gláus aqui. Ainda bem que ele sentou, porque a pergunta é para ele na primeira hora. Ho, como devemos nos portar com os dirigentes ou espíritas que falam sobre a necessidade de reformar a mensagem ou adequar a mensagem de Kardec? Em vários momentos nós questionamos a espiritualidade. A começar pelo seu Nestor, que foi presidente que nos auxiliou muito, ele dizia o seguinte: "Façam bem o serviço de vocês e não se importe muito com isso, porque como ele diz, a humanidade sempre teve nos vários momentos aqueles que abriram caminhos números, picadas, etc. E aí nós estamos mais uma vez diante disso. E quando me pergunto por que isso é permitido, eu consigo entender que alguém vai à frente tentando abrir os caminhos quaisquer, vamos se dizer assim. E nós espíritas vamos depois consertando, ajudando isso. A a a orientação que eles nos deram foi isso. Isso não significa dizer que devemos

tentando abrir os caminhos quaisquer, vamos se dizer assim. E nós espíritas vamos depois consertando, ajudando isso. A a a orientação que eles nos deram foi isso. Isso não significa dizer que devemos ficar omissos. Muitos de vocês assistiram o Conselho Federativo Nacional. Esse ano fomos chamados pela espiritualidade Dr. Bezerra Bitencur Sampaio e tantos outros a reformar, a fazer com que muitas vezes os dirigentes que t a função de orientar e dirigir, eles têm as suas dificuldades de entendimento limitado por várias razões, às vezes por ocupação propriamente dito. Então esse ano já foi diferente. Nós estamos então processando um plano que a espiritualidade diz: "Eles estão está pronto e aos poucos nós vamos conseguindo lê-lo e aplicá-lo onde a gente deve." E aí tem uma mensagem chamada a equipe de Emanuel e que não me lembro exatamente da data e que é muito interessante. Emanuel diz que todos nós que vemos esse tipo de erro, etc. Nós demos a ele atenção e aguardemos o momento favorável que a espiritualidade cria pra gente falar com proveito e ajudar o irmão, independente se ele é dirigente ou não, de que ele deve reflexionar, ele deve eh fazer um questionamento profundo dessa doutrina que ainda é uma ilustre desconhecida e que precisa se conhecida. E como diz o Kardec, trago-vos as primeiras páginas de um ensino, se colocares em prática, novas janelas e portas vão se abrir. Então, acho que é um trabalho de cada um de nós olhar o irmão, não buscá-lo de dedo em riste, mas buscá-lo, fazer com que, de forma proveitosa, num determinado momento, a gente possa sensibilizar o coração deste irmão para ele perceber que nós já temos as orientações que precisamos. E nesse sentido, sempre, obviamente, com exemplo, colaborar para que essa doutrina seja conhecido exatamente por ser a reviviscência do Cristo entre nós. >> Muito bom. Muito bom, Cris. Eh, comente um pouco mais sobre os pântanos que você falou na palestra. >> Eu vou eu vou começar a exemplificar pântanos. me utilizando

eviviscência do Cristo entre nós. >> Muito bom. Muito bom, Cris. Eh, comente um pouco mais sobre os pântanos que você falou na palestra. >> Eu vou eu vou começar a exemplificar pântanos. me utilizando da pergunta feita ao Hélio, desses movimentos antagonistas que surgem dentro do próprio movimento. Só para citar um exemplo de como às vezes, diante do pântano do orgulho, diante do pântano da vaidade, nos permitimos sermos colaboradores de siladas. Porque a doutrina espírita, ela é tão rica, ela é tão profunda que diante da nossa estatura espiritual, eu ouso a dizer que nós não atingimos e ela é composta em várias camadas de aprofundamento que nós ainda diante da nossa pequenez espiritual, e eu falo por mim, nós ainda não atingimos sequer é o meio do caminho da raiz desse conhecimento que é tão profundo. Nós temos à nossa disposição uma vastidão literária espírita para mergulharmos, para refletirmos e para nos aprofundarmos e não entendemos nem a metade ainda em profundidade e queremos editá-la. E um outro aspecto que aponta para o pântano da presunção é: sabemos que na invasão organizada nas luzes da Paris do século XIX, o grande aralto do Evangelho, o grande construtor de pontes, o professor Hipolite Leon Denisar Rivaio, se valeu de uma equipe de trabalho. promotora dessa invasão organizada do mundo espiritual, que nos entregou a doutrina dos espíritos plural. Foi uma ação coletiva anônima e sem assinaturas. Qual é o espírito que se impôs e que ocupou a janela do ônibus? Para relaxar um pouquinho diante da terceira revelação. Digam para mim quem é o espírito que lidera essa ação? verdade, >> o espírito da verdade, que se apresenta como espírito da verdade, representando também coletividade, a verdade, sem personalismo. Então, a doutrina dos espíritos e a literatura espírita, fruto desta coletividade de espíritos, é plural, é ação conjunta. E aí chega o homem dentro do seu pântano de presunção e fala: "Eu posso reeditar a doutrina espírita. Eu posso modernizá-la, eu posso alterá-la para melhor."

e de espíritos, é plural, é ação conjunta. E aí chega o homem dentro do seu pântano de presunção e fala: "Eu posso reeditar a doutrina espírita. Eu posso modernizá-la, eu posso alterá-la para melhor." É muita inocência, meus irmãos. é muita plurilidade espiritual e é uma postura infantil por não reconhecer ainda a grandeza da vida adulta, que é a vida do espírito. Entendem? é dissonante, é não sense. Então, respondendo a você, Gláusia, é a pessoa que formulou a pergunta, o homem ainda precisa aprender a lidar com as suas dificuldades, com os seus lado sombra, né? E são muitos, infelizmente. Mas sabemos pelo livro dos espíritos e por todos os insumos que a doutrina espírita nos entrega, que o principal antagonista do espiritismo é o materialismo. O materialismo incensado pelo vício do egoísmo. A humanidade no século XVI se encontrou num divisor de águas em termos históricos e levantou a bandeira francesa da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Mas os próprios filhos da revolução foram abalroados e foram arrastados por esses pântanos e passaram a não praticar asustas, os os augustos ideais que essa mesma bandeira asteava. A liberdade, que significa a ausência do orgulho, que confere, né, aquele que não se orgulha, ele confere e se coloca não só em posição de igualdade, mas que presta liberdade ao outro, porque o deixa o outro se movimentar sem a sancha da necessidade do exercício de poder e de controle. E na nas duas alavancas, que são a liberdade e a igualdade, vamos encontrar o comportamento fraterno que se coaduna com a maior virtude que Jesus pôde vir nos ensinar, que é o exercício da fraternidade, né, impulsionado pelos atos caritativos. Então, a receita tá pronta, é só a gente seguir. Sim. Aqui uma pergunta para quem quiser responder. Se a arte tem a força mais que um discurso, >> como lidar com as influências artísticas negativas, como vemos em muitas áreas da mídia. vem de imediato na mente aquela história. É necessário que haja o escândalo, mas ai daqueles por quem vem

o, >> como lidar com as influências artísticas negativas, como vemos em muitas áreas da mídia. vem de imediato na mente aquela história. É necessário que haja o escândalo, mas ai daqueles por quem vem o escândalo. O que que acontece? O mundo precisa, o mundo adormecido. E essas situações elas impelem, né? E quando a gente vê determinados artistas fazendo a sua arte, a gente se pergunta aonde que eles enxergam a arte nisso. Mas o que a gente tem que fazer aos poucos, né, começar a fazer o quê? Não simplesmente repetir e fazermos com isso que já foi comentado aqui hoje, que essa arte mais representada da essência da vida possa entre nós se fazer. eh dedicar espaços e complicar um processo onde a nossa mídia muitas vezes se apoia nisso, porque ela de uma certa forma isso da Ibope, né? Não deve nos ocupar, deve nos ocupar o caminho que nos é oferecido de condução, etc., de retidão e em nome disso colaborar cada um de nós na medida do possível com reconstrução. Lembrando sempre que nós temos uma nova Jerusalém hoje, onde nós temos os apóstolos trabalhando, cada um deles cuidando da renovação dessas artes, das próprias ciências e que isso de uma certa forma está bem mais avançado do que nós imaginamos. Eu trouxe dois vídeos depois que vão nos ajudar a ter uma impressão disso. E nesse sentido a gente, eu sou naturalmente otimista porque a gente vai percebendo que há uma renovação e quanto mais o cal se estabelece, mais oportunidade a gente tem de reafirmar as nossas posições, de andarmos, de não nos corrompermos, essas questões todas. Então eu vejo nisso n mecanismos de fazer com que a humanidade desperte e a gente tem uma renovação disso e se tem apóstolos cuidando este no comando deles e acima de tudo o Cristo, quem somos nós para de uma certa forma respeitado o tempo, a evolução natural e nós vamos ter esses tempos preciosos entre nós. Eh, é só uma dica, né, que a gente recebe sempre diretrizes e essa é uma eh absorvendo aí o conteúdo espírita. A, a música, a produção artística, seja

e nós vamos ter esses tempos preciosos entre nós. Eh, é só uma dica, né, que a gente recebe sempre diretrizes e essa é uma eh absorvendo aí o conteúdo espírita. A, a música, a produção artística, seja ela qual for, é só nós vasculharmos no íntimo do nosso ser o que essa produção artística nos suscita. Se essa produção artística nos suscita sensações ou sentimento, a sensação vai dialogar com o que é material, o sentimento com aquilo que é espiritual. Por isso, Maurício, às vezes, eu até fico pensando que se faz necessário nesse primeiro momento, se fazem necessário nesse primeiro momento nomenclaturas. Então aí a gente fala de arte espírita. Mas quando a gente pega produções do mundo, algumas dessas produções do mundo não deixam de ser o que nós estamos conceituando como arte espírita, porque a gente ainda sente a necessidade de colocarmos a especificidade da classificação para poder justamente diferenciar o que é produção artística que vai nos falar. a sensação e o que é produção artística que vai nos falar ao sentimento. Mas, por exemplo, quando a gente pega, e a minha voz é péssima, a gente pega uma produção como a de Caetano Veloso, luz do sol, >> como é que é >> que a folha trague e traduz em um verde novo, em folha, em graça, em vida, em força, em luz. É essa, >> é essa. Isso é ou não é uma música? espírita. Então, de novo, voltando a Leandondin, o belo, o que é leva e em leva é arte para nós. Arte espírita. >> Mande notícias do mundo de lá. Diz quem fica. Então >> é isso, [aplausos] >> nós temos duas duas perguntas que elas podem ser resumidas em uma apenas, porque está pedindo para comentar a respeito da gentileza nos ambientes hostis, no próprio lar, por exemplo, e também como eleger essas sementes de de gentileza num centro espírita com dirigente autoritário. É, eu acho que a questão, mas nós estamos sofrendo. Quando a gente vai avaliar os nossos centros espíritas, há uma renovação acentuada de dirigentes, onde nós conclamamos, principalmente aos jovens que têm uma visão às vezes

, mas nós estamos sofrendo. Quando a gente vai avaliar os nossos centros espíritas, há uma renovação acentuada de dirigentes, onde nós conclamamos, principalmente aos jovens que têm uma visão às vezes ampliada, que eles se façam presentes, são convidados a participar e nós os encorajamos a assumir as responsabilidades. tá havendo uma renovação, ainda há feudos muito intensos e que são obviamente eh aspectos que a gente deve ir trabalhando. Mas aos poucos, volto a insistir, uma das coisas que o nosso sempre falavam: "Prosigo, vocês são os artífices do bem, então façam o melhor possível". E aí tá me lembrando, alguém tá me lembrando quando na igreja de Antioquia Paulo conversava com Barnabé, é considerado o marco inicial do cristianismo no mundo, a questão do Pentecostes e depois dos vários outros pentecostes. Paulo com Barnabé discutindo, Barnabé perguntava: "Paulo, mas como que a gente vai atender tudo isso? Inclusive esses aspectos que na época eles diziam, os apóstolos estavam bêbados, essa coisa toda? E Paulo diz o seguinte: "Doenças, necessitados sempre vamos ter na terra. O que nós precisamos é cuidar dos nossos espíritos para sermos cada vez melhores e conseguir com exemplos melhores, sendo espíritos melhores, ajudar a envolver essa multidão que tanto carece. Então, cada um de nós, eu felicito vocês por estarem aqui, né, possivelmente com uma série de atribuições aí entram no aspecto de família também. Nós temos as nossas responsabilidades sociais e de família e profissionais, inclusive, e que a gente muitas vezes sacrifica para poder atender as chamadas do da doutrina espírita, mas nós precisamos de alguma forma não esquecer dessas células, fazer com que ali a gente consiga florescer o que há de mais belo, que essa força poderosa do amor. Aí só um exemplo, tá me vindo à mente. Por exemplo, o movimento espírita do Canadá, ele existe hoje com eh inúmeros centros espíritas espalhados. O da Austrália com 14 centos espíritas Nova Zelândia com 900 espíritas. existem porque o Chico fazia o evangelho

mento espírita do Canadá, ele existe hoje com eh inúmeros centros espíritas espalhados. O da Austrália com 14 centos espíritas Nova Zelândia com 900 espíritas. existem porque o Chico fazia o evangelho do lar muitas vezes sozinho. Naquela época ele chegou a parar, pensar em parar, melhor dizendo, Emanuel diz, não, que existe uma população espiritual imensa e eu sou um dos responsáveis pela difusão do espiritismo no Canadá em várias viagens que a gente fez. Eu fiquei muito feliz por pelos espíritos que atualmente estão trabalhando. São espíritos que que reencarnaram e que naquela época estavam visitando Chico no seu evangelho do lar. Então, nós temos isso espalhado pelo mundo. Nós temos isso, essa mensagem renovadora, ela está aí florescendo. Claro que de formas isoladas, porque nós somos o grande celeiro. Este país tem um compromisso direto com o Cristo, assumido por cada um de nós, a maioria de nós, um plano espiritual. E nós vamos dar conta disso. Nós somos o celeiro de luz. E aí outra coisa, a Cris falou muito nos árabes e tive em Abu Dhabi, tive em outros países árabes e me preocupava em levar, mas eles estão muito abertos à doutrina espírita porque eles conhecem as verdades. Só que muitas vezes a sociedade não reflete isso e muitas muito menos outras religiões, mas eles não diziam: "Vocês são uma espécie de fiel da balança do mundo". E eu preocupado com uma série de questões, eles me disseram: "Nós estamos preocupados em manter vocês ativos, porque a gente sabe que vocês são o celeiro do mundo, não só no sentido da luz propriamente dito, como no sentido de produção alimento, de segurança alimentar, etc, etc. Isso é muito bom saber disso, saber que nós temos uma humanidade que reconhece. E agora só que nós muitas vezes aqui, não sabendo de tudo isso, nós temos algumas dificuldades em entender e assumir o verdadeiro papel, mas não tenho dúvidas que está em nossa programação, em nossos corações. Isso. E a família é a célula primeira, é aquela que verdadeiramente

umas dificuldades em entender e assumir o verdadeiro papel, mas não tenho dúvidas que está em nossa programação, em nossos corações. Isso. E a família é a célula primeira, é aquela que verdadeiramente capaz de florescer. Então o nosso lar três que tá vindo aí, ele vai dar uma continuidade. Nós deveríamos ter posto de assistência do nosso lar na terra, mas as nossas famílias estão muitas descasadas trabalhando outros elementos. Antes da pandemia, nós tínhamos nessas famílias muitas vezes o chefe pregando, falando do evangelho, ia na casa espírita, ele não fazia evangelho em casa. Então essa curva decrescente do evangelho no lar, ela já reverteu e hoje tá crescendo. Então essa é uma forma de higienizar, de melhorar os nossos lares e de permitir que espíritos melhores possam habitar neste plano, conviver conosco e nos auxiliar. Eh, eu não consigo eh dissociar gentileza de empatia. Uma coisa tá correlacionada com outra. E eu comentava com Maurício e agora, só porque a gente tá, né, numa numa conversa mais expansiva, me ocorre eh, justificar, talvez, né, a gente nunca tem muita noção do que a gente efetiva na matéria, quais são os bastidores espirituais. E eu confidenciava para a Gláus e para o Maurício que eu tenho cá comigo uma desconfiança da motivação dessas etiquetas que a gente tá vendo aqui nos vasinhos dispostos para depois serem ofertados a todos vocês. E eu acredito que nessa atitude tenha um objetivo espiritual que carreia uma história muito bonita que eu vou me permitir contar muito brevemente para todos vocês. Notícias de Humberto de Campos no livro Cartas e Crônicas. Eh, na cidade de Lyon, sob o domínio do império romano, na Gália Francesa, eh existiu uma situação no ano de 177, onde organizava-se uma grande festa, porque chegaria à cidade um patrício romano de muita relevância, Lúcio. o galo e os organizadores daquela cidade queriam fazer uma festa retumbante, organizar uma festa retumbante. E festa retumbante no pântano das almas ainda não esclarecidas daquele momento,

cia, Lúcio. o galo e os organizadores daquela cidade queriam fazer uma festa retumbante, organizar uma festa retumbante. E festa retumbante no pântano das almas ainda não esclarecidas daquele momento, significava circo romano e significava carnificina. E esses irmãos organizaram uma carnificina onde centenas de mulheres e criancinhas foram eh recolhidas na calada da noite para o sacrifício no circo romano, para entreter. A gente pula pro Rio de Janeiro, ano de 1961, onde marcamos na história, inclusive do jornalismo, o incêndio mais avaçalador que seifou muitas vidas. E o nosso amigo Humberto de Campos nos conta que nos bastidores espirituais dessa tragédia do circo, vejam a coincidência, circo, circo romano e circo, o circo de Niterói, com centenas de animais, mais de 60 pessoas na composição artística do circo foram consumidas pelas chamas. de um incêndio incontrolável que seifou muitas vidas, confidencia-nos em Berto de Campos. E aí, sob o olhar alargado da doutrina espírita, conseguimos entender a misericórdia divina. Porque essas almas que morreram, que desencarnaram no incêndio do do circo de Niterói, eram os mentores, eram os autores da carnificina do circo romano. faleceram sob a injunção do fogo, igualmente promovido por eles na cidade de Lyon, no ano de 177. E o que que isso tem a ver com as nossas etiquetas? Primeiro, porque esse evento fala, o nosso evento de hoje fala de iluminação de almas, se colocando a serviço do próximo. E diante dessa tragédia que ocorreu em Niterói, surge uma figura típica da cidade do Rio de Janeiro, conhecido como profeta Gentileza, que foi inspiração inclusive para para uma música de Marisa Monte. Maurício depois vai poder cantar pra gente. E ele ficou conhecido como profeta gentileza e se tornou um andarilho pelas ruas do Rio de Janeiro, principalmente atuando na região portuária do Rio, onde ele fazia inscrições com a própria mão no cimento da da ponte, né, que marcava ali as os muros e as paredes da região portuária, inscrevendo

ro, principalmente atuando na região portuária do Rio, onde ele fazia inscrições com a própria mão no cimento da da ponte, né, que marcava ali as os muros e as paredes da região portuária, inscrevendo citações e frases poéticas, incitando as pessoas à prática da caridade, a moralização do ser. E qual é a correlação que temos entre o profeta Gentileza dessas etiquetas? Gentileza gera gentileza. Isso é uma das suas das suas ideias propagadas pela sua poesia nos muros da cidade do Rio de Janeiro, com a história que eu acabei de contar dessa imolação, desse resgate desse grupo, né, desse resgate coletivo desse grupo da antiga Roma. é que o profeta gentileza na década de 60, no ano de 61, 1961, ele dá uma agnada na vida dele, resolve ser o profeta gentileza e vai habitar o terreno que ainda acolhia as sombras daquela tragédia em Niterói. Então ele passa a ser um morador daquele terreno baldio e se torna o profeta gentileza. A gente não quer fazer aqui fofoca espiritual, mas certamente o o profeta Gentileza tem ligação com essa história, né, que depois lindamente nos entrega inúmeras mensagens traduzidas pelos muros da cidade. >> Essa canção eu vou ter que aprender, viu? Você que é linda. Eu vi ontem, né? Você mostrou linda canção. Então, mais uma pra gente fechar. >> Ah, tá. >> Tá. Então, vai ser o vídeo agora ou a gente encerra aqui para ver só assistir o vídeo? >> Mais uma. Então, aqui mais uma. Semeadura, paciência para esperar a germinação. Linha divisória tênue. Entre esperar e ser negligente conosco nesse reprocesso germinativação em nós mesmos. Comente por gentileza. E aí, quem olha para é entregar sem nos exercitarmos na ânsia do resultado, entendendo que o resultado pertence a Deus. Nós somos apenas instrumentos imperfeitos dessa grande proposta do jardim da vida que tem nele e no seu filho, o seu maior jardineiro. fazer o bem sem esperar recompensas, sem esperar nada, porque a atitude da prática do bem já traz automaticamente o retorno previsto na lei divina,

que tem nele e no seu filho, o seu maior jardineiro. fazer o bem sem esperar recompensas, sem esperar nada, porque a atitude da prática do bem já traz automaticamente o retorno previsto na lei divina, que é nos eh chancelarmos cada vez mais como filhos de Deus. navegando dentro da estrutura da lei divina como seus colaboradores. Quando nos colocamos como ovelhas do seu rebanho, o pastor olha por nós. Vocês já viram o pastor abandonar a vigilância em relação às suas ovelhas? Então, é necessário construirmos em nós o contínuo esforço de nos mantermos enquanto ovelhas do rebanho para sermos merecedores dessa vigília do pastor que está pastoreando, que está olhando por todos nós. É isso. >> É, o perguntado pelo Maurício, me lembrou o ambiente familiar aos oit aos 8 anos, não, na em 95, 1995 já em Belo Horizonte fui chamado à escola dos meus meninos porque um casal é um com 6 anos e outro com 8 anos. Eh, a professora falou: "Temos um problema. os seus meninos não estão comendo o lanche na hora do recreio, estão dando o lanche pros outros meninos. Isso foi visto como problema pela escola, que já é uma escola renovada. E aí o que que aconteceu? aquilo nos mexeu e a gente num primeiro momento pedi para chamar o meu menino que tinha na época 6 anos e eu falei para ele: "A professora tá colocando isso, a diretora tá colocando isso". E aí ele me olhou bem nos olhos diante de todos nós. Disse o seguinte: "O que que diz numa mensagem que tem por título do ar?" Aí eu parei, não consegui me lembrar. Ele se lembrou, ele falou nessa mensagem, manoel disse que doar é dar, não é dividir, não é repartir. Como eu sei que muito desses meninos não têm muitas vezes o que eu tenho em casa, eu tô dando, eu tô atendendo aimando, e por aí vai. São belíssimos exemplos. Hoje vindo com André para cá, néem da minha filha, que para eles é bastante comum enxergarem os planos espirituais com seus castelos de cristais. com essas coisas edificadas e que nós muitas vezes, eu na minha grosseria não enxergo, mas eles enxergam. São

para eles é bastante comum enxergarem os planos espirituais com seus castelos de cristais. com essas coisas edificadas e que nós muitas vezes, eu na minha grosseria não enxergo, mas eles enxergam. São espíritos que estão entre nós, que já tem seus 30 anos, como diz o Divaldo, isso não começou agora, isso começou em 1970. Nós temos entre nós espíritos que nós precisamos estar atentos, espíritos que já são mensageiros e que são corações abertos, corações prontos. O que nós ainda estamos, e aí me faz lembrar Ivone do Domaral Pereira, um belo dia na Federação Espírita Brasileira, nós estávamos falando sobre isso, a força do amor, etc. E a Ivane falou o seguinte: "Vocês, por mais esforço que vocês façam, vocês não são a água que vai correr nesses leitos do amor. Vocês estão preparando as margens, o leito, é a água que vai correr, que vai descedentar a humanidade, são esses meninos, são esses exemplos e, possivelmente, nós reencarnando depois, eh, podando nos associar a esse movimento. Então eu fico reflexionando sobre isso, o quanto que nós reclamamos de unhas encravadas, nós reclamamos da problemática diante desta realidade maior que nos envolve. E a gente concordo plenamente com a Cris, nós temos uma doutrina espírita que é solução para tudo. E eu faço parte de várias redes internacionais. E numa das reuniões agora dia 12, 13 vou estar em Geneva, na Suíça, discutindo alguns aspectos, como por exemplo, a Organização Mundial da Saúde não divulgou ainda os dados de países, de cidades que não tiveram problema de pandemia. Como o espiritismo é recente na Austrália, na Nova Zelândia, lá alguns espíritas, prefeito de cidades, etc., foram auxiliados e as cidades não tiveram pandemia. Mas como é que a Organização Mundial da Saúde vai divulgar, com que olhos, com que mensagem ela vai divulgar? Então, tive uma reunião na Holanda, na cidade de Aia, e lá me recordei de saudoso, pedi pro Rui Barbosa muita ajuda pra gente não fazer feio. E lá nos perguntaram: "Vem cá, com esse avanço da da das

? Então, tive uma reunião na Holanda, na cidade de Aia, e lá me recordei de saudoso, pedi pro Rui Barbosa muita ajuda pra gente não fazer feio. E lá nos perguntaram: "Vem cá, com esse avanço da da das religiões, principalmente os evangélicos, por que que vocês não tomam este caminho? Por que que vocês não fazem parte do que eles fazem?" Onde lá fora destaque muito o tempo de Salomão e outros? Aí na hora pedimos ajuda espiritual, dis porque a nossa salvação é diferente. A salvação que é vendida é uma salvação do dia paraa noite mediante várias questões. Então nós já temos um mundo numa transição acelerada mudando e a gente precisa estar atento para não perder este trem da própria renovação. Tenho certeza que todos vocês que estão aqui estão sintonizados, mas cada um de nós tem uma responsabilidade. E aí eu me sinto na responsabilidade de compartilhar um pouco disso, mas não é promoção pessoal, porque diante o que a Cris falou, é claro que nós não podemos fazer isso. Nós temos que dar sempre vazão a essa espiritualidade belíssima que está aí nos ajudando, nos assistindo. Eu tinha comentado que agora tem uma proposta são dois vídeos um vídeo é possivelmente vocês conheçam a melodia etc. Que nem vocês estavam falando em música meio do Almir Satterton com tocando em frente. Nós somos muito amigos do Almir e o Amir sempre fala que não foi, foi uns 15 minutos antes do jantar que veio essa música. Então é claro, né? E como nós temos vários exemplos, uma das músicas e é cantada pela Diana W, que que desencarnou faz pouco, mas foi um espírito encarnado que emprestou a sua voz para trazer uma mensagem muito bonita. Não sei se a hora agora, se pode ser. Se eu agradeço ao Douglas também poder essa que é a conquista do paraíso, por gentileza e talvez antes por para encadear e com a conquista do paraíso fechar, porque é importante que a gente reflita o quanto muitas vezes nós temos o paraíso entre nós, o quanto nós temos a possibilidade de enxergá-lo e aí nós vivemos pelas sensações, nós não temos

so fechar, porque é importante que a gente reflita o quanto muitas vezes nós temos o paraíso entre nós, o quanto nós temos a possibilidade de enxergá-lo e aí nós vivemos pelas sensações, nós não temos sentimentos para avaliar esses aspectos todos. E tem outro aspecto. Eu faço parte de uma rede mundial. Eu sou conselheiro paraa América Latina da Associação Mundial de Veterinária, como tal, o padrinho sempre me ajuda, o patrono São Francisco. E nós temos assento na Organização Mundial da Saúde. Então a gente sabe o quanto está mudando e fizemos parte de uma rede mundial de cientistas e tem um videozinho que fala e que mostra já há cerca de 6 7 anos isso que eu falei de manhã. Nós muitas vezes não temos a ideia da força do amor e por que o Cristo, de uma certa forma só vai ser compreendido quando nós abrirmos os nossos corações, quando nós mobilizarmos em nossos corações todo esse potencial. Então é um videozinho rápido que fala sobre a força do amor, da energia magnética que tem o nosso coração. Se o Douglas puder passar, eu agradeço. >> E após esses dois vídeos, o pessoal eh da turma do cinema também passará um outro vídeo eh para esse momento, tá bom? Depois nós vamos encaminhar pro encerramento. Coração humano é documentado como o mais forte gerador de campos elétricos e magnéticos no corpo. Isto é importante porque nós sempre fomos ensinados que o cérebro é onde toda ação acontece. Enquanto o cérebro também tem campos elétricos e magnético, eles são ambos relativamente fracos em comparação com o coração. O coração é também o primeiro órgão formado no útero e todo o resto vem depois. Recentemente, neurofisiologistas ficaram surpresos ao descobrirem que o coração é mais um órgão de inteligência do que meramente a estação principal de bombeamento do corpo. [música] Mais da metade do coração é na verdade composto de neurônios da mesma natureza daqueles que compõem o sistema cerebral. Dioseon [música] Piarce, autor de a biologia da transcendência, chama isto de o maior

da metade do coração é na verdade composto de neurônios da mesma natureza daqueles que compõem o sistema cerebral. Dioseon [música] Piarce, autor de a biologia da transcendência, chama isto de o maior [música] aparato biológico e excede da nossa maior inteligência. O coração também [música] é fonte do corpo de maior força no campo eletromagnético. Cada célula do coração é única e no qual não apenas pulsa em sintonia com todas as outras células do coração, mas também produzem o sinal eletromagnético que se radia para além da célula. Um aparelho que mede as ondas cerebrais mostra [música] que os sinais eletromagnéticos do coração são muito mais fortes do que as ondas [música] cerebrais, de que uma leitura do espectro de frequência do coração podem ser tomadas a partir de 3 m [música] de distância do corpo. O coração é cerca de 100.000 1000 vezes mais forte eletricamente [música] e até 5000 vezes mais forte do que o cérebro magneticamente. E tudo como nós [música] sabemos é feito de energia, isto é, ondas de campos eletromagnéticos de energia. Isso mostra que nós estamos conectados [música] com tudo e mudamos a nossa realidade com energia de nossos pensamentos e sentimentos. [música] Esta rede PI é uma rede [música] sem conotações religiosas mundiais, cientistas que procuram divulgar isso e a gente faz questão, ter um compromisso com eles de auxiliar nisso e isso nos faz lembrar o Chico que muitos de vocês sabem que ele foi visitada pelos técnicos da NASA para sentir, para eles avaliarem o por que muitas vezes pessoas que não conseguiam adentrar a casa eram beneficiados e a NASA mediu isto que nós temos em média de 3 m de aura de alcance das emanações das nossas energias do coração, a do Chico dava 30 m. Então o que que acontecia? Principalmente naqueles momentos, aquelas reuniões, ele envolvia todo aquele ambiente e ele é uma figura que a gente ainda precisa reverenciar. E aqui nós temos a conquista do paraíso. There shines a light in the heart of man. [música] Defies the dead of the night.

todo aquele ambiente e ele é uma figura que a gente ainda precisa reverenciar. E aqui nós temos a conquista do paraíso. There shines a light in the heart of man. [música] Defies the dead of the night. A [música] beam that blows within every soul like wings of taking [música] a sunny day when a baby [música] born. The little things that we say, a special [música] sparkle in someone's simple every somewh [música] there's a paradise where everyone finds really. It's here [música] on earth and between your eyes, a place we [música] all find open your heart [música] reach for the bel [música] power. Now here in this place [música] here this is [música] the just [música] place we call paradis each of us [música] has his It has no name [música] it has no price. It's just place we call home. A dream [música] that reaches beyond the stars. The endless blue of the skies forever [música] wondering who we are. Forever questioning why [música] come open your heart reach for [música] the believe your >> Now here in this [música] here this [música] is the there shin [música] the light in the heart of man the of the a be [música] that glows with every like wings of taking [música] like wings of >> ing Pessoal, Maurício tá ajeitando pra gente aqui a nossa finalização dos trabalhos na oficina de cinema. Tá no Ele baixou a semente de gentileza. Douglas, tá onde? Aqui o Maurício tá tá perguntando tá onde? Hã, >> 03 >> 03. >> Isso, isso mesmo. >> Aí, pera aí, soltem. Aí, pessoal, fizemos uma edição rápido, mas ainda assim não deu tempo de pegar o momento, né, que estavam apresentando, por isso pedimos desculpa aí e paciência, mas o vídeo é breve, tá? muito amor, muita luz no coração de todos nós. Nossa gratidão. Não conseguiram participar todo, né, todo mundo porque alguns foram eh convidados a a fazer parte de podcast e tal, isso e aquilo, mas a energia tá tá ali, todo mundo junto, tá bom? Beijo no coração. >> Sementes de gentilezas eu vou plantar >> na luz divina. [música] Vamos nos encontrar.

zer parte de podcast e tal, isso e aquilo, mas a energia tá tá ali, todo mundo junto, tá bom? Beijo no coração. >> Sementes de gentilezas eu vou plantar >> na luz divina. [música] Vamos nos encontrar. Deus [música] e eu somos um. a criar o amor em nós sempre a despertar. [música] O sorriso [música] da vida reflete o céu. Um laço [música] sagrado bordado em >> Esse evento sementes e gentileza, é tão lindo que nos lembra belos sentimentos. Por ocasião das grandes festas no espaço, [música] dizem nossos guias espirituais, quando as almas se reúnem aos milhões para prestar homenagem ao criador, na irradiação de sua fé, de seu amor, delas escapamúvios, radiações luminosas que se colorem de cores combinadas e se convertem em vibrações melodiosas. As cores se transformam em sons e dessa comunhão dos fluídos dos pensamentos e dos sentimentos. emana uma sinfonia sublime, a qual respondem os acordes longos vindos das esferas, >> dos astros inumeráveis que povoam a imensidão. Então, do alto descem outros acordes mais potentes ainda. E um hino universal faz céus e terras estremecerem. Ao perceber esses acordes, o espírito se desenvolve, se expande. Ele sente que vive na comunhão divina e entra em um arrebatamento que chega ao êxtase. Espiritismo na arte. Leão Denis. Estamos aqui então finalizando a nossa oficina de cinema, né, no Sementes de Gentileza. Nesse nessa grande oportunidade vamos pegar alguns eh depoimentos aqui de nossos irmãos, né, dos participantes, né, a começar aqui com Maurício Kev e eu aprendi que uma das várias coisas do cinema é a importância de você saber o plano que você vai trabalhar, até mesmo porque a gente precisa capturar os planos de luz, né, gente? Eu achei extremamente interessante que nos permitiu conhecer um pouco mais dessas ferramentas que nos permite colaborar com a difusão dessa boa mensagem, da mensagem do evangelho. >> Eu aprendi que através do celular podemos trazer testemunhos e experiências daquelas pessoas que estão frequentando, estão são os trabalhadores

difusão dessa boa mensagem, da mensagem do evangelho. >> Eu aprendi que através do celular podemos trazer testemunhos e experiências daquelas pessoas que estão frequentando, estão são os trabalhadores também do CD luz. Muito obrigado, viu, Avelino? Muito obrigada mesmo. >> Bom, a importância é que o celular em si, ele é uma ferramenta neutra. A gente tem que saber como utilizar e a oficina que foi muito importante pra gente poder usar como recurso de evangelização de nós mesmos e fazer com que isso se prolifere para todas as pessoas que convivem com a gente. >> Muito obrigado. >> Nossa gratidão. >> Uh. Nossa gratidão. Nossa gratidão. Nossa. >> Nosso. Obrigado aos queridos amigos Hélio, Cris, Gláus e Maurício por este momento especial. Caminhamos agora para o encerramento, né? E agradecendo, né, com o coração cheio de alegria, de sementes, que levemos essas sementes para o nosso dia a dia. O medo do microfone fazer barulho. Pronto. Agradecemos de coração a presença e a participação de todos vocês nesse dia tão especial. que as experiências vividas aqui permaneçam em nossos corações e que possamos prosseguir na prática do bem, levando conosco os ensinamentos compartilhados até o próximo encontro. E gostaria de convidar a Cris para fazer o nosso encerramento, a nossa prece. Pode ser, Cris. Oi. >> Ele vai. >> Ah, tá. Então vamos aguardar. Um, dois. Som. Transição global no planeta Azul. Regeneração pelo amor e paz. Sinta em você a transformação. Consciente só que a bondade faz. Descem lá do céu. Anjos de Jesus. Querem renascer livres entre nós, guias que serão bússolas de luz, mensageiros. Sim, nossos bons faróis. Viver a puressência que traz a boa nova fará da nossa terra. Jardim que se renova. Seja o começo. Mude agora [música] todos unidos. Sonho que a flora seja o começo. Mude agora. Todos unidos. Sonho que a flora seja o começo. Mude agora todos unidos. Sonho que aflora. No término desse evento que iluminou as nossas almas durante as horas do dia de hoje, queremos nesse momento elevar os nossos

onho que a flora seja o começo. Mude agora todos unidos. Sonho que aflora. No término desse evento que iluminou as nossas almas durante as horas do dia de hoje, queremos nesse momento elevar os nossos pensamentos ao alto, conversarmos com Deus. e os nossos amigos benfeitores espirituais, para manifestarmos a nossa gratidão pela oportunidade da vivência desse dia, pelo encontro com almas generosas e amigas do plano físico e do plano espiritual. E Senhor, como nós estamos aqui nos apresentando como trabalhadores da tua seara e especificamente da área de atendimento espiritual e da área de arte, entendemos que a nossa tarefa é a tarefa de doação. Doação no sentido de dar, como muito bem lembrou o nosso irmão Hélio. E queremos nesse momento pontual da nossa programação, otimizar o dar, que possamos reunir as nossas emanações mentais e fazer chegar essas emanações mentais a todos aqueles que sofrem, Senhor. Que os bons espíritos possam recolher em nós as nossas melhores vibrações para aqueles que choram, para aqueles que sofrem, para aqueles que ainda duvidam da tua existência, Senhor. Ajuda-nos a ajudar. Ajuda-nos a criar, ajuda-nos a colaborar da na construção do belo para este mundo. Gratidão, Senhor, por esse dia, por tantos aprendizados, pela coletividade amorosa da amizade que nos cerca, pela oportunidade do serviço, pelo dia em que hoje renovamos as nossas propostas de alistamento na tua seara de trabalho. Esteja conosco, Senhor, agora e sempre. Muito obrigada, Gláuscia, as lembranças. Cada um escolher a sua lembrancinha que está aqui na frente do palco. Lembra que o coração pode ser plantado em outro vasinho, tá? É semente também. Deixa eu ver se esse tá ligado aí. Esse tá desligado. Glácio. Glá. Bom, já foi muito agradecido, mas nós queremos externar a nossa alegria e a nossa gratidão a cada um, a cada um que prontificou a ajudar para que esse momento acontecesse. Aos nossos anjos que acompanharam o Hélio e a Cris, a Andreia e Gisele, a nossa gratidão. A equipe de Goiandira que proporcionou a

a cada um que prontificou a ajudar para que esse momento acontecesse. Aos nossos anjos que acompanharam o Hélio e a Cris, a Andreia e Gisele, a nossa gratidão. A equipe de Goiandira que proporcionou a decoração e os nossos vasinhos, a equipe da cozinha, a Marisa, a Neila, a Nara, Ana Mônica, a Cásia. Gratidão, beijo no coração. >> As oficinas, gratidão a Vanessa Bertuline, generosa, a mamãe dela. >> Deus abençoe a sua vibração. A nós nós que agradecemos ao Marcos da oficina de teatro, a Vanderlei e quem mais? >> O Vanderlei foi pegar a mochila dele tá lá na sala que Geraldo fechar. >> E ao Avelino, a nossa gratidão, o nosso carinho de sempre. Um abraço

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