2º Encontro da AAE e AArt - Sementes de Gentileza - Manhã
2º Encontro da Área de Atendimento Espiritual e Área de Arte Tema: Sementes de Gentileza
Mas o que [música] vem dos céus permanecerá, durará. Cristo amor [música] vende Jesus Cristo tudo meva [música] luz vem de Jesus todo o amor Renovas [música] vem de Jesus Jesus Cristo. Todo o amor [música] é o infortúnio. Maior é prosseguir. Vento maior da prosseguição da [música] fé. sem perceber [música] a luz celeste que se irradia de cada um [música] de nós. Leva, pois teu olhar e caminhar. Luta e serve. [música] Aprendi adianta-te. Brilha alvorada além da noite. ao céu azul céu. Jesus [música] todo amor é nova luz. Vem de [música] Jesus Cristo. Amor é todo amor. É nova luz. Vem de Jesus. Todos [música] Cristo >> é renova [música] todo o amor. >> Vem de Jesus. Vem de Jesus tu [música] Jesus todo mundes. >> Oh. [música] >> Bom dia, queridos amigos e companheiros de Ideal. Sejam muito bem-vindos ao segundo encontro da área de atendimento espiritual e da área de arte. >> Um momento repleto de aprendizado, troca de experiências, arte e principalmente de reflexões em torno do nosso belo tema sementes de gentileza. Queremos expressar, antes de tudo, nossa profunda gratidão a todos que tornaram possível a realização desse evento. Agradecemos de todo o nosso coração a diretoria da Federação Espírita do Estado de Goiás, bem como aos companheiros da área de atendimento espiritual e da área de arte, que se dedicaram com tanto carinho e empenho para que este belo encontro se concretizasse. Muita gratidão se dedicaram com >> o Maurício já fez a nossa harmonização e eu gostaria de convidar a nossa presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás, Márcia Ramos para proferir a nossa inicialção. Eu gostaria de convidar a nossa presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás, Márcia Ramos, para proferir a nossa preceção. Eu gostaria de convidar a nossa presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás, Márcia Ramos, para proferir a nossa inicialção. Gostaria de convidar a nossa presidente da Federação >> sintonizados com a espiritualidade amiga, >> vamos por meio dela glorificar a Deus,
do de Goiás, Márcia Ramos, para proferir a nossa inicialção. Gostaria de convidar a nossa presidente da Federação >> sintonizados com a espiritualidade amiga, >> vamos por meio dela glorificar a Deus, louvar o seu nome >> e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, >> pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, o conhecimento da doutrina espírita por este instante, por todos que nos encontramos reunidos. agradecer pelos nossos convidados que aqui estão, o Hélio, a Cris, por todos que vieram as nossas coordenações estadual de área na área do atendimento espiritual da arte. agradecer pelo conhecimento da doutrina espírita, pela proteção de sempre e ao lado do agradecimento, mais uma vez glorificando e louvando a Deus, nós pedimos que nos abençoe, nos fortaleça na sabedoria, na humildade e na fé, concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas divulgadores da doutrina, pela nossa ação, pelo amor que tivemos nos nossos corações. Bços pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda a violência para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, mas também estamos pedindo para o movimento público. cada liderança, as nossas lideranças espíritas se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento, abençoando cada dirigente, trabalhador e frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso congresso do ano de 2020, 26, mas pedimos especialmente para as atividades que serão desenvolvidas aqui neste dia, que todos possam sair daqui compromissados com conhecimento, mas sobretudo com a prática da doutrina espírita. E nós só realizaremos essa prática através do sentimento de amor trazido por Jesus, o nosso guia e modelo. Que as bênçãos de Deus, a luz misericordiosa do Cristo nos alcance a todos hoje e sempre. E que assim seja.
zaremos essa prática através do sentimento de amor trazido por Jesus, o nosso guia e modelo. Que as bênçãos de Deus, a luz misericordiosa do Cristo nos alcance a todos hoje e sempre. E que assim seja. Podemos cumprimentar a todos. É nossa gratidão pela presença e os nossos votos de um bom trabalho repleto de harmonia, de equilíbrio, de paz. Que a graça de Deus envolva todos e que possamos realmente colocar em prática essas orientações. Muita paz, Hélio, Cris, os nossos coordenadores estaduais de área, a o Maurício, a Gláuscia e todos que estão colaborando nessa atividade. Gratidão. >> Antes de dar continuidade, eu queria agradecer a presença do nosso irmão Francisco Júnior, que é do Conselho de Administração da FECO. Muito obrigada pela presença. Agradecemos a nossa presidente Márcia Ramos pela prece de abertura. E para darmos início realmente ao nosso evento, eu quero convidar o palco a nossa coordenadora da área de atendimento espiritual, Gláuscia Oliveira, e o nosso coordenador da área de arte, que já está aqui, Maurício Keller. Eles vão falar um pouquinho sobre o evento. >> Bom, aqui estamos unidos nesse projeto, já tem um tempo, né? Desde o ano passado, esse já é o segundo. >> Se Deus quiser, teremos muitos milhares, né? >> Tempo, né? [risadas] >> Desde o ano passado. >> Então, sementes e gentileza e o semeador saiu a semear, né? >> E é é o que estamos aqui hoje trabalhando com essas duas áreas. Para nós é uma alegria imensa esse trabalho aqui hoje, porque muitas pessoas elas olham para nós com muita estranheza, falam: "Como assim vocês estão unindo essas duas áreas? Onde que elas combinam, né? Aonde que elas se encontram?" >> Eu vou deixar esse esse encontro pr falar. Mas eu só quero reforçar e eu vou deixar esse esse encontro pra Gláuscia falar. Eh, mas eu só quero reforçar a imensa gratidão pela presença de todos, tá? Hoje teremos eh algumas imensa gratidão pelas falas importantíssimas sobre esse projeto. Queremos agradecer com de muito coração a presença dos dois aqui, né? são muito
dão pela presença de todos, tá? Hoje teremos eh algumas imensa gratidão pelas falas importantíssimas sobre esse projeto. Queremos agradecer com de muito coração a presença dos dois aqui, né? são muito especiais para nós. O CR são pessoas queridíssimas, né, e pessoas que tá profundo conhecimento doutrinário e que com certeza vai nos ajudar a ampliar o pensamento e o sentimento para esse entendimento. Hoje teremos então as oficinas de teatro com o grupo Zaptat. Hoje teremos também pintura com nosso querido amigo Delei, que tá sempre nossa senhora. É só chamar que ele tá >> só ter agenda, né, Del? Tá tudo certo, né? >> Beleza. A Vanessa Bertolini, essa cantora maravilhosa, essa maestrina maravilhosa, um ser querido e amado. Vanessa Bertol, essa cantos teremos o cinema. Cadê o nosso querido? tá tá trabalhando, tá trabalhando. O Avelino tá trabalhando, tá lá arrumando a salinha dele. Então teremos essas oficinas para que a gente possa entender dentro desse tema, né, como que a gente pode conciliar nas casas espíritas essas duas áreas. agradecer a todos os trabalhadores aí de antemão, né, pessoal da arte aí, pessoal que vem de longe para que possa abrentar e dar mais energia a esse momento. Obrigada. >> Bom, eu fico emocionada sempre. Sou muito grata por essa oportunidade. Foi muito fácil trabalhar essas duas áreas, até porque Maurício é um querido irmão de muito tempo, né, desde o centro, né, po de auxílio espírita. Agradecer a cada um coordenador de regional que estão aqui, dirigentes de centro espírita. Nosso papel de unificação, de nos unirmos. nada mais importante do que o atendimento espiritual como uma área que ela tem essa proposta de nos ensinar a acolher e a ajudar ao ser que busca o centro espírito, nosso companheiro de trabalho, por nós mesmos que necessitamos com essa sintonia com al sintonia conosco, conosco mesmo, com Deus e com o a arte. Ela é uma grande condição de sensibilidade, de tocar o coração. Nós precisamos acessar o conhecimento espírita, que é a
m essa sintonia com al sintonia conosco, conosco mesmo, com Deus e com o a arte. Ela é uma grande condição de sensibilidade, de tocar o coração. Nós precisamos acessar o conhecimento espírita, que é a nossa base, conhecimento, a felidade esses ensinamentos, a clarificação dos ensinamentos de Jesus. Mas nós precisamos compreender no meditar, no sentir, vai muito mais além para que a gente possa vivenciar, ou seja, autoconhecimento, reforma, prática, não tem, a prática da caridade, a convivência, a relação uns com os outros. O que nós precisamos, estamos aqui, é de nos enxergarmos como irmãos, como uma família. E a gente é um passo, a proposta da integração é essa, a arte que esse poder de sensibilizar o ser, né, de nos encantar, de nos impressionar o belo criando Então, sou estou muito, muito feliz por esse momento maravilhoso. tem agradecimento muito especial que é o nosso coordenador da área nacional do atendimento espiritual. Ele sabe o nosso esforço dedicação do nosso empenho em relação a esta área no nosso estado de Goiás. Sou muito grata pela oportunidade também do trabalho junto à fé do espírito brasileiro. Grata a Márcia pela oportunidade de trabalho. Tambi não poderia deixar de dizer que é muita alegria também Vinícius que está na coordenação da juventude está aqui conosco também a Vanessa Bertulini que ela é uma pessoa generosa, ela apoia e acolhe todas as nossas idealização Angélica querida estar aqui, coordenadora adjunta da área da juventude. Sou muito grata, muito grata com esses dois, não, né? [risadas] Então, vamos lá. Eh, neste momento, obrigada, Gláusa, obrigada, Maurício. Eu quero também a presença do Luiz Carlos e da Virgínia que estão também, muito obrigada, são da Federação Espírita. Eh, neste momento nós teremos à disposição. Seguida, a gente vai ter uma roda de conversa com perguntas e respostas com a participação da nossa irmã Cris Drux, jornalista e palestrante. durante a palestra do Hélio, se vocês quiserem já começar a pensar nas perguntas,
r uma roda de conversa com perguntas e respostas com a participação da nossa irmã Cris Drux, jornalista e palestrante. durante a palestra do Hélio, se vocês quiserem já começar a pensar nas perguntas, podemar os trabalhos aventalzinho aqui maravilhoso que a gente pode ir registrando as perguntas de vocês, tá bom? E agora com vocês o nosso querido Blum. Obrigado. Bom dia a todos. É muito bom estar aqui eh nessa casa que nos acolhe, nos oferece a oportunidade da gente conversar sobre um tema que é bastante natural, mas às vezes a gente tem impedimentos. E aí eu vou fazer citação, né? Normalmente a gente tem preparado até algum material de exposição, mas em função da natureza do evento, em função da necessidade do momento que a humanidade tem, a gente deixa o coração a falar, né? Nós por muito tempo nós temos usado os nossos intelectos, nada de errado, mas temos muito esquecido o coração. Então, em algumas apresentações, para ficar mais claro, a gente projeta aqui um coração que vai dando a mão pro cérebro e vai trazendo ele pro convívio. Por que que nós falamos isso? Porque nós temos a necessidade de fazer uso do coração para entender melhor a mensagem cristã. E aí eu vou começar a citar alguns textos que depois vocês podem conferir que a espiritualidade sempre me ajuda, me alcança, como agora, por exemplo, Dr. Bezerra de Minezes diz que a humanidade sempre precisou disso, mas nunca como nos tempos atuais. Por quê? Porque nós somos seres sociais, nós temos a necessidade da integração, da relação. E aí, por um exemplo, eu ouvi o palestrante, o representante o céu da Google falar agora no há dias atrás, a gente tem visto várias pessoas falar que ocupam postos muito importantes a nível de organização terreno, organizações governo. E elas começam a reconhecer que a grande dificuldade relacional, né, onde nós muitas vezes condicionamos, impomos pela nossa forma de enxergar e temos as nossas limitações. Nem somos obrigados de uma certa forma a repassar tudo aquilo que nós já sabemos,
elacional, né, onde nós muitas vezes condicionamos, impomos pela nossa forma de enxergar e temos as nossas limitações. Nem somos obrigados de uma certa forma a repassar tudo aquilo que nós já sabemos, começando nos lembrar, e aqui algumas questões ditas, né, obviamente elas implicam irresponsabilidade. Vocês têm aqui uma mensagem publicada pelo espírito Bezerro de Minezes no Congresso Espírita de daqui de Goiânia da Fegro 2016. E nesta num determinado momento ele tem um parágrafo que ele diz o seguinte: "Abre aspas, os tempos atuais guardam similitude com os tempos da presença do Cristo homem entre vós. Fecha aspas." É nessa mesma mensagem que mais adiante, quase ao final, ele diz o seguinte: "Vocês vão ter outras oportunidades. Vocês são espíritos milenares, mas talvez daqui a 8, 10.000 anos." E essa mensagem me marcou porque eu não quero perder ou esperar 8.000 anos para fazer uma coisa que a gente pode fazer agora. Lembrando sempre de Paulo, que foi Paulo que nos convenceu que os impedimentos não estão na lei, eles estão em nós por uma falta de abertura de visão, pela falta de usar o próprio coração, que muitas vezes nós enxergamos as coisas pela metade e nos posicionamos de acordo com aquilo que nós enxergamos. Então, nesse sentido, eu queria recordar, se vocês forem conferir, né, essas mensagens são significativas para nós. E nós colocamos isso dentro de um projeto nacional, citando em alguns momentos, porque isso é importante. Isso são as chamadas vozes diretas dos céus para conosco e que nos ajudam a ler melhor e ter uma lei eh fazer uma uma um uma uma entendimento dos tempos atuais. Nós temos várias funções. E aí eu vou chamar atenção para algumas coisas. O que nós fizemos como profissionais, como seres integrados da nossa sociedade, etc., é tudo muito importante. E quanto mais nós conseguirmos aplicar ali o evangelho, melhor vai ser. Por quê? Porque a espiritualidade segue confiando em cada um de nós. Jesus nos ensinou, né, primeiro numa relação mais direta,
. E quanto mais nós conseguirmos aplicar ali o evangelho, melhor vai ser. Por quê? Porque a espiritualidade segue confiando em cada um de nós. Jesus nos ensinou, né, primeiro numa relação mais direta, depois levando isso pros para as mensagens ao 70, no trabalho de dois a do sempre. Depois, quem não se emociona com aquela passagem dos 500 da Galileia, onde nós somos convidados a ter um olhar mais amplo sobre a humanidade e uma humanidade que continua, como diria Joana de Angângeles, extremamente igual. Ela segue nos dias atuais com as mesmas problemáticas daquela época. Mas como diria o saudoso Odorico Paraguaçu, tem solucionática. a solucionática que está no Cristo. Mas como que a gente a faz diminuir essa distância enorme que a gente tem com o próprio Cristo? Porque para alguns tá lá ele na cruz como instrumento injustiçado. Vimos agora nesses últimos dias a mídia colocando eh divulgações no sentido que o Cristo é um grande injustiçado, blá blá blá. E aí a gente percebe que a leitura que a humanidade faz é uma leitura limitada. E aí nos vem à mente a mensagem publicada na revista Reformador do padrinho Padre Cícero, tão importante paraa Igreja Católica, principalmente o Nordeste. Ele assistiu e assessorou, é, fez parte da equipe do Francisco, Papa Francisco, nesses momentos finais, onde eleou nos deixou profundas lições de simplificação, de sair dos tronos, sair dos adornos e ir para uma espécie de evangelho praticado. E o São o padrinho padre CO diz o seguinte nessas mensagens: "A Igreja Católica sabe disso e eu sou parente do Papa Abento 16, eu sou alemão e tenho ligações com a família Hatzinger. E numa dessas vezes, pouca gente sabe disso, me conduziu ao Vaticano lá pelos anos 2006, em nome da FEB, é, discutir, foi uma época crítica onde o sistema de saúde do país precisava eh legalizar e de uma certa forma obrigar o uso da camisinha como método constitucional e uma série de aspectos e a gente precisava do apoio da igreja e fomos até lá. Aí o Hzeger me disse o
precisava eh legalizar e de uma certa forma obrigar o uso da camisinha como método constitucional e uma série de aspectos e a gente precisava do apoio da igreja e fomos até lá. Aí o Hzeger me disse o seguinte: "Olha, o problema não está em mim. Eu sei da reencarnação e sei de tudo que você sabe. O grande problema está nesses chapeuzinhos vermelhos que são os cardeais. São representantes eleitos aí. Vocês acompanharam um de eleição, o quanto que se tem dificuldade para eleger. Por que que eu tô fazendo essa referência? A gente não precisa mais disso dentro do movimento espírita. Nós temos que vencer estas heranças. E o aí finalizando o padrinho padre tudo diz nessas duas mensagens já publicadas, vocês espíritas têm mais condições de dar sinais do Cristo pra humanidade que tanto precisa. E é mais ou menos isso que o Dr. Bezerra nos diz em várias mensagens. Então, a gente precisa fazer o quê? Parar e conversar com a gente mesmo, saberonde que estão os impedimentos. E a gente percebe ainda que tá muito na no lado da complexidade. A gente tenta fazer as coisas certas. E aí eu tô me referindo ao movimento espírita, federação espírita brasileira, é o Conselho Federativo Nacional, FEGO, etc. A gente tenta organizar as coisas para tentar atender as necessidades da forma melhor possível, mas o que que acontece? Às vezes a gente faz de uma forma limitada. Eh, a pandemia veio para nos ensinar uma série de coisas. Em decorrência dela, os trabalhadores diminuíram e aí nós ficamos com aquela questão de tentar acertar isso. Lembrança torezerra, os tempos não são mais iguais antes da pandemia, os tempos são diferentes. Temos que olhar isso de forma diferente. Olhando, confesso a vocês que se a gente tivesse mais gente no auditório, de repente se estimularia mais. Mas isso me faz lembrar Chico. Chico me ensinou que mais importante do que a quantidade é a qualidade. Se bem que isso implica em responsabilidade de cada um de vocês ser repositório fiel, ser instrumento pelo qual o Cristo possa trabalhar. E nesse
que mais importante do que a quantidade é a qualidade. Se bem que isso implica em responsabilidade de cada um de vocês ser repositório fiel, ser instrumento pelo qual o Cristo possa trabalhar. E nesse sentido, então, como instrumentos, às vezes a gente fica com receio, fica com milindres, fica com dificuldades e a nossa área tem uma responsabilidade de ajudar, de colaborar para que isso se diminua, porque isso é natural no próprio estágio espiritual que nós estamos. E aí essa situação de Joana de Andes, a Joana fala que nós ainda estamos num estádio espiritual onde isso tem uma certa característica de natureza. E ela diz: "Olha, entendo tudo isso, só que o não entendo é que vocês com consciência disso, o pouco esforço que vocês fazem para mudar, para transformar". E a gente sente aquela chamada da Joana para todos nós que convém fazer uma reflexão. Mas voltando a esse contexto, há uns dois anos atrás nós nos perguntávamos, bezerro nos ajudou como fazer melhor para conseguirmos aumentar o número de trabalhadores. E nesse instante ele nos disse, fez várias colocações, finalizando disse, eh, vocês vão continuar trabalhando para equipe trabalhadoras que vocês têm. Vocês não pode se esquecer que a doutrina espírita é um fermento, ela não é a massa. E ela sendo fermento, ela vai ser convidada a cada um de vocês. E muito me honra estar com vocês aqui, poder compartilhar e colaborar de alguma forma com isso. Dr. Bezerra falou, cada um de nós temos uma responsabilidade como fermento de levedar a massa. Isso nos leva aquela mensagem que todos conhecem dos servicinhos de Emmanuel. Então, o evangelho nos dias atuais, para ele ser internalizado, pra gente conseguir transformar isso num verdadeiro roteiro de nossas vidas e conseguirmos atender essa necessidade de sermos repositórios fiéis, cartas vivas, aquilo que Paulo pregava e segue pregando nos dias atuais, que ele segue entre nós nos auxiliando. Paulo dizia: "Vocês têm a oportunidade de cada um de vocês serem um tabernáculo de luz e
artas vivas, aquilo que Paulo pregava e segue pregando nos dias atuais, que ele segue entre nós nos auxiliando. Paulo dizia: "Vocês têm a oportunidade de cada um de vocês serem um tabernáculo de luz e sermos aquilo que naquela época, naquele povo, era uma tenda, né, que se organizava para agradecer as colheitas, essas coisas todas para aí a origem do tabernáculo como nos relembrando de que todos nós temos o que nós precisamos para sermos tabernáculo de luz". Então o convite seria isso. Prosseguindo Bezerra nos lembrou, foram vocês que dividiram o evangelho em áreas, em setores. Ele continua sendo um só. E a isso foi marcante para nós e que nos leva a esse trabalho de integração. É natural que na expansão do próprio trabalho surjam os setores, mas eles não podem funcionar de forma isolada. O que nós muitas vezes fizemos em nossas famílias, em nossos grupos sociais, a gente trabalha em Brasília com vários organismos e um deles é do professor Mangabeira Hunger, que é considerado um grande pensador, que diz: "O futuro dos governos, das organizações, está apoiado na colaboração, na contribuição, diríamos aqui, aproveitando o momento da integração das áreas, na colaboração das áreas, para que uma arte sensibiliza um coração que tá endurecido para entender melhor uma mensagem cristã que eu leio muitas vezes de forma muito letrada, fixo na palavra e eu me esqueço de usar um elemento que manda nos situa bem. Ele diz: "Todos vocês têm coração". Esse coração pode se anelar a outros corações. E aí vocês vão fazendo uma espécie de corolário de luz e com isso fica mais fácil de alcançar Jesus. São lembranças de Emanuel. Emanuel nos lembra também, né, que a gente tem tanta dificuldade muitas vezes em aplicar de uma forma simples e aí tem avanços. Eu não vou falar de dificuldades, porque todos nós o temos. Eu vou falar dos bons sinais. Eu vou falar do evangelho que na verdade é boa nova na sua essência. E aí isso me faz lembrar uma mensagem que não é bem conhecida. 1950. Espírito Emanu publicada na revista
vou falar dos bons sinais. Eu vou falar do evangelho que na verdade é boa nova na sua essência. E aí isso me faz lembrar uma mensagem que não é bem conhecida. 1950. Espírito Emanu publicada na revista Reformador e que tem por título Determinismo divino. E nessa mensagem, Emmanuel fala, a o único determinismo divino para vós é o bem. O resto é acréscimo dos homens. Isso significa dizer, e quando eu estou nas universidades hoje, eu estou em outras atividades, eu não me esqueço de dizer, nós temos uma determinação superior, nós temos uma programação, eu tava citando paraa Márcia aí, não sei se alguém acompanhou, cerca de dois meses atrás, elegeram os maiores que da humanidade. E não vou falar dos demais, vou falar só do menino de 23 anos, sulcoreano, que é considerado de maior que na humanidade. Pessoal, todo mundo criou aquela euforia entrevistar, etc. Ele perguntaram: "Onde é que está a fonte do seu saber, do seu conhecimento?" E ele respondeu: "Na Bíblia". Quando ele respondeu na Bíblia, ele causou aquele frção, porque nós temos várias organizações que não querem nem ouvir falar da Bíblia. tem as suas razões. Mas nesse sentido ele falou: "Onde é que estão as leis divinas? Aonde é que estão aquelas leis imutáveis? Qual é o livro da sabedoria que a humanidade já construiu que poderia superar aquela que nos faz entender e mencionar?" E eu confesso a vocês, nós já tínhamos na FEB sendo visitados por estes amigos, né? Eu faço parte de organizações internacionais e nós já sabíamos disso e a gente percebe como que muitas vezes o problema que o nosso vizinho ele é o grande impulsionador do nosso progresso, visto na forma de oportunidade coisas que eu aprendi com o seu Nestor Mazote que ele ele dizia porque de vez em quando eu comentava, por que que não convida a Zíbia Gaspareto pra gente conversar para ela dar um tom mais fiel nas obras dela? En di isso não vai dar certo. E de uma certa forma eles vão abrindo caminhos e vocês vão consertando essas picadas, esses caminhos que são
gente conversar para ela dar um tom mais fiel nas obras dela? En di isso não vai dar certo. E de uma certa forma eles vão abrindo caminhos e vocês vão consertando essas picadas, esses caminhos que são abertos por ele e continua mais ou menos da mesma forma, considerando movimento, a própria doutrina espírita. Mas nesse sentido, então a gente precisa ter muito cuidado, porque esses amigos, irmãos da Coreia do Sul nos disseram que foi a Coreia do Norte com todos os seus problemáticos. aquele menino meio doido lá que é imperador, governador, sei lá o quê, que chamou eles a uma convicção. Primeiro, somos uma Coreia só, por que que estamos divididos? Por que que a Coreia do Norte tão bilicosa, né, nos oferece tanto risco como Coreia do Sul? E aí já tinha tido olimpíada lá, já tinha tido várias organizações sido de abrir aquele centro do saber paraa humanidade. E eles lembrar, eles fizeram o quê? começaram a se organizar e esses jovens faz parte de grupo, onde a religião integra nas diferentes concepções, a religião faz parte do processo de organização disso e eles chegaram à conclusão que eles tinham que fazer diferente e mais para conseguir não só como nação da Coreia do Sul sobreviver como dar pra humanidade uma lição. Tanto é que eu tô aqui comentando. Então o que que acontece? Voltando a essa questão, nós criamos as áreas para tornar mais compreensível este evangelho que é boa nova, que é um só e fazer com que ele pudesse colaborar. Mas aí temos uma coisa que o Joana não nos chama atenção em função do estágio espiritual. temos os nossos personalismos, a nossa questão, a nossa forma às vezes com uma certa miopia de olhar no determinado texto e entender uma determinada situação e pouco conversamos. Eh, Mangabeira Húng e outros dizem, tá faltando diálogo, tá faltando sentar para conversar nas famílias, nas organizações. As organizações têm evoluído, sim. Ministério da Saúde tão importante no dias atuais, começa boa parte dos setores de trabalho às 8 horas da manhã juntam-se e fazem uma oração,
lias, nas organizações. As organizações têm evoluído, sim. Ministério da Saúde tão importante no dias atuais, começa boa parte dos setores de trabalho às 8 horas da manhã juntam-se e fazem uma oração, independente da concepção religiosa, tentando fazer com que o espiritualidade encontre portas abertas para poder trabalhar. E nesse sentido, então, todos nós, nós somos extremamente importantes pro Cristo. Nós continuamos sendo aqueles que no olhar de Bezerra de Emines já não são mais convidados como ele o fez quando o homem entre nós. Hoje nós estamos convocados, segundo Dr. Bezerro, convocados a quê? a falarmos, mas acima de tudo, além das palavras que colaboram muito, que são ilucidativas, energéticas, criam um ambiente favorável, mas anelar os nossos corações, trabalhar para que a gente consiga sobrepor a tantos aspectos chamados pessoais pelo Cristo. E aí volta ao Chico. Chico me ensinou, quanto menos eu apareço, mais eu abro o espaço pro Cristo. Porque se eu tiver preocupações em eu aparecer os meus programas, a minha fala, etc., Muitas vezes, muitas não, na grande maioria das vezes eu tô diminuindo o Cristo. Então, gente, isso significa dizer que aonde quer que estejamos, isso está em Emanuel, isso está no livrinho, livrinho modo de dizer, um livrão Organizações ao Centro Espírita, reeditado agora há cerca de 2 3 anos pela FEB. Lá tá escrito que ambiência para propagação, para difusão do evangelho é o mundo todo. Muitas vezes, é claro, nós nos fixamos na federativa, no centro espírita, mas o convite nosso, e aí vai de novo uma lição do Chico, quem conhece Minas Gerais, a antiga estação férrea, hoje é museu, é uma estação que tem dois andares só. Eu estava no térreo com o Chico perguntando, Chico, como é que vai ser isso? Tô falando de 1995, como é que vai ser no ano 2000, depois como é que vai ser esta relação? E no caso tava me referindo mais à própria mediunidade, como é que a mediunidade pode servir melhor ao Cristo? E aí ele me convidou para subir escadaria pro segundo andar,
é que vai ser esta relação? E no caso tava me referindo mais à própria mediunidade, como é que a mediunidade pode servir melhor ao Cristo? E aí ele me convidou para subir escadaria pro segundo andar, eh, janelas todas elas envidraçadas e olhar. Ele falou: "Tá vendo lá fora essa multidão que aguarda ansiosamente sinais do Cristo? A relação com Cristo vai ser o quê? Você pode ajudá-lo com essas pessoas. Não vai deixar de existir o centro espírito, não vão deixar de existir as federativas importantíssimas para fazer trabalhos mais focais. Mas a grande convite é para nós todos, para que nós sejamos aquilo que eu já mencionei, uma espécie de carta viva. Eu dou um exemplo, infelizmente tem que ser pessoal para ser mais claro. Eu tô há 28 anos na mesma organização. Porque quando eu comecei com professor universitário, as pessoas me disseram, pessoas que eu tô falando, mensageiros dos espíritos, disseram o seguinte: "Muito mais importante aquilo que você for fazer. do que aquilo que você for falar. Não é que o falar não seja importante, mas é verdadeiramente o exemplo que arrasta as multidões, que serve, que lucida os enganos, os erros. E aí nós voltamos à nossa fala inicial, né? Por que essa distância que nós criamos com o Cristo? Aí nós temos uma certa explicação que é o ranço religioso. Nós somos espíritos milenares. E eu vou, só para dar um exemplo mais uma vez me chamava a atenção aqueles aquela cena daquela sarça pegando fogo pro Moisés subir até lá e conferir e receber o decálogo. E depois eu fui entender quando me lhe ajudou dizendo: "Você viveu nessa época." E eu para tentar entender, eu perguntava: "Como assim?" E ele dizia: "Você se esquece que vocês são espíritos milenares. E milenárias não quer se dizer só 2000 anos, vai para 3 4 5 6.000 anos. Quanto tempo nós temos de convívio com isso?" E perguntando isso para irmão, irmão, eu responde. É a vossa consciência, é aquilo que está dentro de você, que às vezes, como diz André Luiz, tá cristalizado, tá difícil para você ler,
vio com isso?" E perguntando isso para irmão, irmão, eu responde. É a vossa consciência, é aquilo que está dentro de você, que às vezes, como diz André Luiz, tá cristalizado, tá difícil para você ler, mas faça esse mergulho interior. Segundo, preste atenção aquilo que na mensagem cristã te chama mais atenção e você vai ver que não é a primeira vez que você entra em contato com aquilo. E aí me lembrava atenção, me chamava atenção o an evangelho segundo espiritismo, que tinha aquelas palmeiras, tinha aquelas vegetais e tinha o lago de Generezaré. E aí de tanto me perguntar mentalmente, espiritualidade me mostrou que andei nas estradas de Cafar, não, nós andamos lá. E aí para colaborar, eh, certa feita, depois de uma atividade muito intensa na União Espírita Mineira, tava descendo a escadaria e a médium chegou, eu falei: "O irmão, quer falar com você?" Eu falei: "Então deixa falar". Aí ele disse o seguinte, muito interessante que o senhor falou. Senhor falou, citou problema dos judeus, citou, citou várias questões, mas não se esquece que você também é judeu. E nessa época ele me falou: "Todos nós que temos uma cutes mais clara, nós somos judeus, nós participamos daqueles momentos e em função disso, etc., buscando uma rememoração, eu me consegui sentir naquela multidão onde possivelmente boa parte de nós estávamos. naquela multidão que inquirida por Pilatos, que queria lavar as mãos, queria dar um destino diferente para aquela situação. Quando ele pergunta pra multidão: "Vocês conhecem homem? E o que que a multidão fez? Boa parte como eu." Fez o quê? virou as costas para fugir daquele momento, daquela responsabilidade e todos nós, de alguma forma nos relacionamos com isso. Tô querendo lembrar o seguinte: os nossos compromissos são milenares. Como é que eu vou fazer para trabalhar isso com intelecto que é limitado? Extremamente importante encontrar aquilo que Kardec fala. A doutrina veio como terceira revelação para nos ajudar a separar o joio do trigo, para nos ajudar a
balhar isso com intelecto que é limitado? Extremamente importante encontrar aquilo que Kardec fala. A doutrina veio como terceira revelação para nos ajudar a separar o joio do trigo, para nos ajudar a entender isso. E aí nós precisamos encarar de frente as coisas, né, com a nossa razão. Mas tá lá, tem três mensagens do Lázaro no Evangelho segundo Espiritismo que nos chama atenção, que sente sempre sentimos uma atração por esse espírito ressuscitado, porque na verdade não foi qualquer um. Por que que o Cristo fez isso com Lázaro? Vamos avaliar Lázaro. Kardec eu convida três mensagens. No capítulo 9 do Evangelho do Espiritismo, item oito, ele traz uma mensagem que tem por subtítulo obediência e resignação. Aí ele fala: "A razão de vocês já tá suficientemente esclarecida para vocês serem obedientes. Vocês se organizam, vocês respeitam princípios, leis, etc. Isso é da razão, mas a resignação precisa do coração. E aí ele vai escrevendo, mostrando que nós ainda temos dificuldade para ser resignados. Quando formos resignados, nós não vamos ter mais milindres. Nós vamos conseguir aceitar melhor alguns aspectos que às vezes é tão difícil entrar e quando alcança o nosso coração provoca uma espécie de revolução. Mas a gente precisa refletir isso, voltar e ler essa mensagem. Como nós temos uma mensagem do Lázaro sobre o dever e aí eu já falei que nós temos responsabilidades e Lázaro lá nos ajuda a rever qual o nosso dever para com o próprio Cristo ao longo da história. E por fim, a lei do amor. Nós sabemos que tudo isso seria resolvido pelo amor, não sei do item nem do capítulo, mas a lei do amor está com uma mensagem Kardec inteligentemente traz o texto evangelho, faz os seus comentários, mais algumas coisas, depois insere mensagem dos espíritos. E lá nós temos uma mensagem do Lázaro de novo, falando da lei do amor. A lei do amor de alguém numa ótica que foi ressuscitado pelo Cristo, como muitas vezes ele nos busca para nos ressuscitar, para nos alcançar. Mas o que que a gente
aro de novo, falando da lei do amor. A lei do amor de alguém numa ótica que foi ressuscitado pelo Cristo, como muitas vezes ele nos busca para nos ressuscitar, para nos alcançar. Mas o que que a gente tem feito? tem ficado muitas vezes no limite do nosso físico. Quando a escuta se faz com o nosso aparelho auditivo, pavilhão auricular, canal auditivo e sistema, eou vimos simplesmente assim: Não acionamos a acústica da alma. E aí entra o Chico. Chico era uma pessoa que ouvia com a alma. E não vou falar dele porque parece ser, né? eh pretensão, mas o Chico foi uma figura impressionante que a humanidade ainda não conhece. E a gente precisa lembrar e falar para ajudar a ver que nós tivemos entre nós espíritos sensíveis que tinha a sua programação. Chico não gostava de chegar atrasado ao trabalho e eu fui orientado do Rômulo Joviano, que era o mesmo patrão do Chico. Sei o quanto que o Rômulo era severo em alguns aspectos, mas ele nunca deixou de atender. E aí nós temos vários aspectos que vocês conhecem sobre isso. Por que que ele tinha escuta a escuta da alma? A gente pode abrir isso, a gente precisa abrir isso. E depois uma conversa mais íntima com o Chico, eh, perguntava, Chico, como é que eu posso fazer isso melhor? Ele dizia, mesmo que você esteja num ônibus, mesmo que você esteja numa fila, se você sente necessidade, dificuldade de alguma coisa, você se liga mentalmente com os espíritos que te assistem. faço uma oração para aquilo encontrar uma melhor solução e por aí vai. E nesse sentido, então, como áreas de trabalho, vejo o seguinte, a área da arte tem essa condição de sensibilizar os nossos corações, de fazer com que a gente acione a escuta da alma tão tantas vezes esquecido. Temos as nossas explicações, uma delas é do saudoso Rubens Alves, que dizia: "A gente se preocupa, faz discurso, né, e faz curso de oratória para falar bem". mas não faz curso de escutatória. Então, temos uma certa explicação, mas somos convidados a escutar com a alma. E nesse sentido, Joana sempre nos apoia,
o, né, e faz curso de oratória para falar bem". mas não faz curso de escutatória. Então, temos uma certa explicação, mas somos convidados a escutar com a alma. E nesse sentido, Joana sempre nos apoia, porque é ela que eu tô do seu lado, né, de psicologia, buscando nos fazer entender melhor esse aspecto. E aí nós ainda temos alguma coisa que os espíritos estão me lembrando. E aí quando eu falo dessa cadeia de espiritualidade que nos assessora, eu tô falando primeiro do guia. Nós temos um guia que enxerga as coisas de uma forma mais ampla do que eu, assumiu compromisso, assinou uma promassória, né, na nossa encarnação. Nós temos os espíritos familiares simpatizantes, que não vão para um outro mundo, se esquecem de nós, estão em relação conosco. Claro que isso às vezes pode ser simbolizado na forma de um problema. Quando eu me lembro de alguém que já desencarnou e me lembro que se alguém tinha suas dificuldades. Mas, gente, são elementos que nós não podemos dissociar. Trazendo isso paraa própria integração das áreas, Dr. Bezerra falou, vocês vão ter uma responsabilidade de integrá-las, de fazer com que elas sigam fazendo o trabalho delas, mas não esquecendo o evangelho com uma mensagem simples, otimista, que são boas notícias. E aí, por exemplo, vindo para cá, eu pensei que que eu vou falar de uma certa forma, colocar o coração mais em fala e a espiritade sabe melhor do que eu o que é importante para cada um de nós, inclusive para mim. Não tô fora disso, porque emu profunda lição para mim quando às vezes eu aqui na tribuna parece que sei mais do que vocês. Irmã diz o seguinte: "Quem é o guia?" É Jesus. Quem é o modelo? É Jesus. Então, se ele alguém é modelo, vocês são todos iguais. Quando muito existe uma pequena diferença entre seus dedos, você não tem o direito de dizer um sabe mais, outro sabe menos, principalmente considerando os aspectos milenares das nossas evoluções, da nossa caminhada. Então, nesse sentido, somos convidados a sermos espíritos mais simples, alcançados pela lei maior que eu acho
rincipalmente considerando os aspectos milenares das nossas evoluções, da nossa caminhada. Então, nesse sentido, somos convidados a sermos espíritos mais simples, alcançados pela lei maior que eu acho que é da humildade, porque a gente tenta construir o amor do Cristo, a gente tenta viver o amor do Cristo e se vê limitado. E aí vou fazer só uma referência de Joana. Joana diz: "Vocês não estão conseguindo sentir a presença do Cristo". E ela diz o seguinte: "Vocês ficam muito apegados a uma série de coisas que acontecem. Vocês se sentem muitas vezes frios, muitas vezes limitados. O que vocês precisam fazer é se conectar com este Cristo, diminuir essas distâncias que eu tô falando e de repente você começa a sentir uma espécie de calor, uma espécie de tô relaxado, a minha consciência tá tranquila, as coisas fluem e segundo ela é um momento onde nós estamos nos conectando com os espíritos benfeitores e inclusive com essa eh com essa as emanações do próprio Cristo. E eu tô lembrando, então, né, o que a gente tem buscado substituir palavras muitas vezes vazias, belíssimas, né, que parece que eu sei muito, substituir isso por uma questão de sentimento, por uma questão de vibração. O que temos na nossa área da terra espiritual, vários setores, entre eles e a irradiação mental. E eu vou chamar atenção, visitados nas regiões mediúnicas na FEB, por aqueles espíritos que desencarnam com tantas problemáticas de drogas, de vícios, etc. Eles nos dizem que eles não têm condições de entender aquilo que nós estamos falando. Mas quando nós fizermos um trabalho de irradiação, quando nós vamos buscando irradiar o melhor de nós, geralmente assessorado pela espiritualidade, que vai iluminando isso, eles aos poucos, depois de 2 anos ouvir as nossas reuniões de redações, eles começam a entender o Cristo. Eles começam a aceitar que, como diz os meninos, só Jesus na causa, né? Eles começam a aceitar que Jesus é o caminho, verdade e vida. Então, nesse sentido, muito nos tocou, porque nós temos uma
risto. Eles começam a aceitar que, como diz os meninos, só Jesus na causa, né? Eles começam a aceitar que Jesus é o caminho, verdade e vida. Então, nesse sentido, muito nos tocou, porque nós temos uma problemática social seríssima, como fazer então os nossos trabalhos, aí não tô me referindo à reunião de irradiação só nos nossos centros espíritos, estou me referindo à nossa irradiação mental, aquilo que a gente emite no dia a dia, onde quer que a gente esteja, nós podemos colaborar com Cristo vibrando, ajudando a fazer onde, como diz o nosso saudoso patrono São Francisco de Assis. São Francisco diz o seguinte: "Eu sei que vocês sabem de boa parte disso. É um conhecimento que já vai passando, vai melhorando as vossas ideias, vossos pensamentos, raciocínio, cognição e até o discernimento. Mas isso não é suficiente. Isso precisa alcançar o coração para que aí se equilibre a emoção. Se trabalha meleiro de sentimentos para que vocês façam coisas melhores e as vossas mãos se iluminem no serviço cristão. Então, gente, são lembranças dos espíritos amigos que vão nos ajudando a lembrar que todos nós temos uma responsabilidade intransferível que de sermos igrejas vivas. >> Ah, melhor assim. e como igrejas vivas não faltar com esse trabalho de integração e fazer com que as nossas áreas possam se auxiliar. Agradeço muito a oportunidade de estar com a área da arte, porque eu entendo que a humanidade não essa arta, essa arte bruta que tá aí, onde eu sempre cito como referência a própria Anita, mas mesmo Anita foi parada pela espiritualidade porque senão ela ia ser honerada. Foi preciso o problema físico, foi preciso a endometriose, foi preciso uma série de coisas para que ela se recolhesse e parasse, porque ela tem o preto velho que aconselha a ela. E aí o que que acontece? a gente precisa referir de que essa arte que tá sendo renovada, ela precisa de espíritos que tenham condições de processá-la. E aí muitas vezes nós não entendemos o movimento que a espiritualidade criou com aquela
sa referir de que essa arte que tá sendo renovada, ela precisa de espíritos que tenham condições de processá-la. E aí muitas vezes nós não entendemos o movimento que a espiritualidade criou com aquela invasão e que a Europa sofreu em tempos passados de várias nacionalidades. E os espíritos amigos nos lembram que o europeu atual com a genética, com o perfil que ele tinha, não tinha condições de expressar o homem novo que sobrepõe ao homem velho, que foi preciso essa missenação islâmica, foi preciso essa mistura toda para criar um ser geneticamente em condições expressar melhor aqueles que já estão entre nós, espíritos vindos, estrelas de quinta categoria, que nós estão entre nós e muitas vezes classificamos como autistas, como inúmeras coisas, dislexia. Então, quando a gente vai ver, nunca vi tanta classificação dislexia no campo médico, nada contra, mas se a gente for ver, é um desfoco, é um descompasso de um espírito que precisa se encontrar. Gente, se eu fosse de Sírios, mas se ele de quinta categoria tivesse aqui com todo esse sofrimento, essa banalidade, pericosidade, essas guerras insanas, como é que eu me sentiria, né? Então, a gente precisa refletir muito, estar atento com essas escutas e conseguir fazer com que a gente consiga corresponder melhor a Jesus. Eu sei que vocês têm feito os esforços de vocês. O que eu tô aqui é só procurando reforçar que ele é o caminho, porque existem vários caminhos de irmos ao nosso pai, mas como ele mesmo diz, eu sou o caminho. E a gente vai avaliando só a verdade. Temos que respeitar a verdade dos demais, diferentes áreas, concepções, escrevem livros, fazem tratados belíssimos, mas reenquadrando tudo isso na verdade do Cristo, conseguia ajudar. E a verdadeira vida. Nós sentimos que os tempos atuais, pela falta da valorização da vida, de motivação, de contexto, de vazio existindo, nós temos uma maioria dos nossos problemas sociais e a gente precisa colaborar isso. Como é que a gente colabora? Não dispensando aquilo que a gente dispensou no caminho de Maú,
o, de vazio existindo, nós temos uma maioria dos nossos problemas sociais e a gente precisa colaborar isso. Como é que a gente colabora? Não dispensando aquilo que a gente dispensou no caminho de Maú, que muitos de nós somos convidados a reflexionar, né? Se a gente não reconhece a presença do Cristo só ao final do dia, porque na primeira hora da manhã, ao meio-dia, etc., ele está conosco, procurando fazer com que as nossas atitudes, palavras e pensamentos sejam cristãos e nos ajude. Então, lembranças para fazer com que a gente possa trabalhar melhor os elementos que todos nós temos. Então, claro que a área de estudo não pode ser jamais dispensada, que a ignorância existe, mas é fundamental, como diz o próprio Kardec na codificação. Trago-vos as primeiras lições que se vocês colocarem em prática, novas janelas e novas portas vão se abrir para um novo conhecimento. Obras póstsas, tá? Lá. A gente precisa refletir que com o que a gente já conhece, e aí vou fazer uma pequena rememoração do espírito Emanuel, há uns 30 anos atrás, ele nos dizia, vocês, olha que ele nos dizia, abre aspas, você já conhece o suficiente para ser melhores. Fecha aspas. A coisa foi rodando. A FEB fez quatro congressos brasileiros, um deles em Campo Grande, na mensagem de Emanuel, tá escrito, ele repete a mesma coisa. Ele disse: "Vocês já conhecem o suficiente para ser melhores." E aí depois nós nos perguntamos, passados os anos, o que que a gente tava quando espíritos como Bezerro de Minees vem nos ajudar a esclarecer que a gente ainda tem dificuldades muitas vezes de colocar em prática que nós já sabemos. Então que a gente confie mais, para mim a crise maior da humanidade atual é a falta de confiança. Confiar em quem? no Trump, no Putin, nos governos, confiar nas igrejas, confiar nessas nesses feudos que tem. Precisamos refletir sobre isso. E aí nós conseguimos entender quando agora nesses últimos 10 anos, Emanuel nos ajuda dizendo o seguinte: "Já não digo-vos a mesma coisa". E na época ele dizia por falta de reflexão que vocês
bre isso. E aí nós conseguimos entender quando agora nesses últimos 10 anos, Emanuel nos ajuda dizendo o seguinte: "Já não digo-vos a mesma coisa". E na época ele dizia por falta de reflexão que vocês não conseguem colocar em prática uma série de coisas que vocês já sabem. E hoje ele diz o seguinte, digo-vos mais, é preciso observar, estar muito atento nas horas do dia para enxergar a realidade daquelas situações que o Cristo nos encaminha. E a gente culpado muitas vezes não percebe. Repetindo o caminho de Maú. A gente precisa estar atento às reações da gente com aquilo que nos é oferecido, fazer uma análise da nossa relação, não jogar o foco nos outros, mas jogar o foco em nós, como nós reagimos. Eu respondi, eu consegui ajudar e por fim, como dizemo, reflexionar, voltar para uma espécie de reflexão interna para encontrar na gente mesmo amparo para n coisas e por fim agir, ou seja, fazer alguma coisa. E a gente consegue entender que nós temos o roteiro e o Cristo continua mais do que nunca, não isolado nem na cruz, ele continua com as suas vibrações crísticas. procurando corações que estejam capazes de senti-lo, valorizá-lo e, mais do que nunca assumir com ele o compromisso de serem fiéis. Nesses últimos, nesse segundo semestre deste ano, mês de agosto, setembro, outubro, a espiritualidade tem nos orientado. Sejam fiéis. Por que a gente sabe disso? Por que dessa mensagem? Porque nós vivemos um momento particular no movimento espírita. Muitos estão procurando, alguns vão paraa Inglaterra, outros vão paraos Estados Unidos para trabalhar, amarrar uma série de coisas aos conhecimentos da Terra, todos sempre muito louváveis, mas procurando redirecionamentos pros paraas suas pregações ali. E a gente precisa ter cuidado, porque os tempos atuais são tempos de uma transição acelerada, onde nós estamos tendo muita dificuldade muitas vezes separar, né, o joio do trigo, que na verdade nós não precisamos separar, porque como é que vamos querer que o joio aprenda com o trigo se eu separo,
de nós estamos tendo muita dificuldade muitas vezes separar, né, o joio do trigo, que na verdade nós não precisamos separar, porque como é que vamos querer que o joio aprenda com o trigo se eu separo, põe numa caixa, ele não tem relação comigo. Então eu preciso entender que mais do que nunca o trigo tá sendo convidado a ser trigo, a ser luz para iluminar dificuldades que existam. E nesse sentido, então nós temos que ter muito cuidado com os falsos Cristos e os falsos profetas que estão entre nós e reformando Cateque, trazendo-nos uma complexidade que no entender de André Luiz. Essa complexidade parece interessante. Ela vai nos levando, o cara fala bem, o cara tem uma teoria importante, só que isso nos leva para onde? Por uma complexidade que me afasta de Jesus. E aí, muitas vezes eu tenho dificuldade de retornar, mas como diz eh André Luiz, a gente não pode dispensar isso. É natural que a gente faça as nossas reflexões, que a gente entra no mundo de complexidade, mas consiga retornar, botar o pé no chão e repassar isso à mensagem cristã que continua aí com diferentes rotos religiosos, né? Muitos de nós iniciamos igrejas reformistas e hoje pela doutrina estamos procurando trabalhar melhor. A doutrina espírita continua com essa responsabilidade de nos ajudar. E nesse sentido, então, eu só posso agradecer, o meu tempo já tá esgotado, agradecer a oportunidade que a gente tem de falar corações. E eu sinto o ambiente com uma espiritualidade presente e que vai construindo holofotes, vai para iluminar lugares obscurecidos, vai construindo a megafones e etc. Eu poderia citar, por exemplo, um aparelhozinho que tozer já nos menciona, chama SIC. C é o WhatsApp do espírito, é o WhatsApp do pensamento e o que quer dizer comunicador intraconsciencial. Ele já tá à disposição. Espírito, estão usando isso para repetir o que nós estamos falando, mas do que nunca, emanando pros encantos obscurecidos do planeta, das regiões mais difíceis para poder ajudar os nossos irmãos. Então, que a gente se sinta de alguma forma
r o que nós estamos falando, mas do que nunca, emanando pros encantos obscurecidos do planeta, das regiões mais difíceis para poder ajudar os nossos irmãos. Então, que a gente se sinta de alguma forma renovado, inspirado, motivado para prosseguir esse trabalho que não é nosso. Nós somos elementos, né? que se integram a essa necessidade que nós vamos conversar ainda bastante sobre integração das áreas e que é muito interessante recordar os elas que nós temos. O nosso muito obrigado pelos ouvidos de vocês e agradeço a atenção. Eu queria fazer uma observação particular, né, em relação ao que o falou. porque trouxe tanto conhecimento pra gente, mas de uma forma com uma amorosidade muito grande. Muito obrigada, viu, Hélio? Foi maravilhoso. Gratidão. Eh, gratidão, né, ao nosso amigo. E agora a gente vai convidar a nossa irmã Cris Drux para subir ao palco para junto com a Gláuscia e o Maurício desenvolverem agora o nosso momento da roda de conversa. E a gente quer agradecer a presença da nossa querida Ivana Risk, que está aqui entre nós. Muito obrigada. Som 1 2. Somente. Bom dia, querida Ivânia, com esposo. Muito obrigada. Muito obrigada por todos estarem aqui. Nós vamos iniciar é um encontro de áreas, né, áreas estaduais, trabalho federativo de unificação. Eu gostaria de iniciar perguntando para o Hélio. Hélio, qual é o papel das áreas nesse movimento de unificação? Obrigado aí pela saudando Ivana também. Bem-vinda, Ivana. Que a gente possa refletir sobre o início, né? A diversidade muitas vezes é enxergada como grande problema e felizes daqueles que transforma essa diversidade, os diferentes olhares em elementos de entendimento mais amplo sobre as questões. Então esse tratando evangelho, né, as áreas obviamente têm o foco em determinadas ações que justificam a sua existência, mas nós somos obrigados a fazer a conciliação, fazer com que a gente consiga redescobrir o caminho único que nos leva a Deus. Então, por exemplo, por mais que a gente de alguma forma encontre algumas áreas, nós precisamos nos
fazer a conciliação, fazer com que a gente consiga redescobrir o caminho único que nos leva a Deus. Então, por exemplo, por mais que a gente de alguma forma encontre algumas áreas, nós precisamos nos perguntar se elas atendem também um propósito de outras áreas. E vejo isso como uma espécie de lente de aumento, uma espécie de óculos que a gente tem que trocar e a gente vai ampliando a visão da gente, mas a gente não pode perder o foco. E vejo então a possibilidade de com estas formas diversas de olhar, com esses olhares diversos, nós encontrarmos ângulos pra gente dialogar, conversar e buscar atender aqueles propósitos da mensagem cristã, que é simples, que é, na verdade, mais do que nunca necessidade de ser vivida, né? E cada vez mais parabenizo a organização aqui por este momento de roda de conversa, porque ela existia muito aqui no Goiás, ainda tem bastante, mas temos que nos lembrar que não estamos falando só para cá, não. Nós estamos falando para Nova York, nós estamos falando paraa Europa. E nesses lugares eles nem sabem do que que é a nossa rua, cadeira no na rua, conversa, diálogo. A gente precisa resgatar isso. Então, por mais que a gente crie compêndios, sistema de organização, de planejamento, sempre muito louváveis, que a gente repasse isso, vê se isso vai atender aos propósitos de uma mensagem que é convidada mais do que nunca a resgatar em nós a essência de nós mesmos. E aí eu tô falando de que muitos de nós ainda vivemos como espíritos que de uma certa forma valorizam. E aí preciso chamar Emanuel, que Emanuel diz, o maior obbice paraa evolução dos homens na terra continua sendo o apego às coisas da matéria. Então gente, muito importantes para nós, mas nós não podemos esquecer que a nossa casa é espiritual. E na feb semana passada, a semana passada não, essa semana na quarta-feira nós fizemos um um seminário tradicional que a arte de morrer, o treino para morrer, só morre bem quem vive bem. E de uma certa forma, porque morrer não significa nada mais do
sa semana na quarta-feira nós fizemos um um seminário tradicional que a arte de morrer, o treino para morrer, só morre bem quem vive bem. E de uma certa forma, porque morrer não significa nada mais do que ampliar a dimensão das coisas que eu tô enxergando. E nesse sentido, a gente não pode esquecer, então, de fazer com que essa necessidade de simplificação, de amorosidade, de coração falando, vibrando, ajude a gente ser fiel à mensagem cristã, porque fomos nós mesmos que criamos as diferentes igrejas, complicamos o processo e hoje a gente tá num trabalho de tentar voltar às próprias as igrejas o fazendo. Pela primeira vez na história da FEB, nós temos mais participantes de curso de outras religiões do que os da doutrina espírita. Este é um sinal de que as religiões estão procurando entender o processo e a gente deve colaborar para fazer com os diferentes olhares das áreas eles possam, de uma certa forma serem conjugadas e atender os dispositivos da mensagem que está sem personalismos. Porque por melhor que eu enxergue as coisas, por mais que eu saiba, eu não posso me esquecer de Jesus, porque senão muitas vezes eu tô falando sozinho. E a gente tem um grande problema que é exatamente este que é o chamado personalismo, onde eu louvo todas as chamadas, aspectos de cuidado para que eu fale bem, que eu tenho um canal, que eu tenho uma série de coisas, mas eu preciso ver se no dia a dia, nos servicinhos, eu tô correspondendo. eh, fazendo uma analogia com as áreas, a gente precisa sentar, conversar, programar juntos e, principalmente atuar juntos para que a gente não deixe Jesus de lado. >> Muito obrigada, eu quero registrar também a presença da Virgínia, coordenadora adjunta da área da mediunidade. Muito obrigada, Virgínia. Eh, bom, puxando a sardinha um pouquinho pro meu lado, viu? É área de arte, assim, eh, como que nós podemos trabalhar de forma efetiva atendimento espiral, espiritual e área de arte dentro da casa espírita? Eu acho que nós precisamos daquilo que a gente chama de sensibilização.
sim, eh, como que nós podemos trabalhar de forma efetiva atendimento espiral, espiritual e área de arte dentro da casa espírita? Eu acho que nós precisamos daquilo que a gente chama de sensibilização. Nós vivemos um automatismo estranho, movidos pelo estádio espiritual. Eu sou professor de fisiologia, então entendo perfeitamente as nossas razões orgânicas, as nossas formas de reagir. Só que eu não posso me esquecer que eu tenho um espírito governando tudo isso. E muitas vezes nós ficamos presos à questão física de reações, de doenças e por aí vai. Mas a humanidade precisa muito descobrir que nós somos um espírito que só que se sobrepõe a isso. E aí tem o quê? O nosso fisiologismo nos leva a um automatismo extremamente prejudicial. E a gente precisa de momentos de ouvir uma boa música, de ver uma boa cena de teatro, uma boa representação, algo que chame o coração à ação e a arte o faz isso. Então, é preciso, claro, renovar a arte terrena, porque a arte terrena tem de tudo, mas nós temos uma arte cristã luminosa e que encontra amparo em cada um de nós. que nós, voltando aquilo que eu já mencionei, muitas vezes eu posso dizer: "Ah, eu não posso, não vou conseguir". Onde é que tem parâmetro isso? Se Jesus nos auxiliou, dizendo: "Tudo que eu faço vós podeis fazer". Maurício cantou: "Vós sois deuses". E aí o que que acontece? Nós estamos colocando impedimento onde não há. É a gente obstaculizando uma das coisas. E aí nunca me esqueço de mano. Quando eu tava começando a achar que já sabia das coisas, mano diz: "Muita ajuda que não atrapalha". E eu entendi que eu tinha que obviamente valorizar essas coisas, mas colocar no momento certo. Então acho que a área, a arte vem num momento extremamente interessante para acordar corações que estão dormindo. Dormindo aonde? num processo milenar, onde nós fomos acrisolados, fomos acostumados a enxergar o Cristo como salvador e não esquecemos que nós somos instrumentos na mão dele para nos salvar. E aí volto a insistir, eu sei que aqui tem isso
onde nós fomos acrisolados, fomos acostumados a enxergar o Cristo como salvador e não esquecemos que nós somos instrumentos na mão dele para nos salvar. E aí volto a insistir, eu sei que aqui tem isso porque recordo o ano passado, a cada mês, ex-presidente da FEB fizeram mensagens e só vou mencionar primeiro, aqui em janeiro do ano passado, Francisco Ten falou: "Vocês precisam entender melhor que a população espiritual ela é imensa e ela prometeram salvação para ela, prometeram um monte de coisa, paraíso e não encontraram. E eles estão querendo explicação. Nós vamos encostar eles um pouco mais em vocês para que vocês expliquem mais do que pela ação, né, do que por palavras. Vocês expliquem aonde que tá a salvação, aonde que tá o paraíso. Então, lembrando, eu acho que a arte tem essa essa habilidade, essa condição de acordar corações que estão dormindo. >> Muito obrigada, Hélio Cris. H, no atual momento em que nós estamos, nos desafios, nas dificuldades e em todos os âmbitos, né, como vivenciar os ensinamentos de Jesus, como resgatar essa simplicidade, essa amorosidade que ele tanto nos exemplificou. >> Bom, muito bom dia a todos. É uma alegria estar aqui, Gláuscia, antes de começar a responder, Gláuscia Maurício, o Hélio nos entregou lindamente a necessidade de falarmos ao coração. E uma coisa que me impactou muito pela fala dele é que precisamos aprender a ler os sinais do mundo. E só para exemplificar, e aí também é algo inerente à área de atendimento espiritual, essa tarefa, eh, não prescindindo do meritório auxílio da área de arte que chega para sensibilizar os corações, para fecundar o solo, para receber a semente. Nós e já temos em termos de conteúdo, como o Hélio também nos lembrou, todos os insumos necessários para praticarmos a nossa transformação. O mundo não precisa mais de mensagens. E apesar disso, o plano espiritual caridosamente ainda nos inunda, ainda nos enxarca de mensagens para que possamos acordar. E por que que eu falo isso, Gláusia? Porque nos nossos planejamentos
agens. E apesar disso, o plano espiritual caridosamente ainda nos inunda, ainda nos enxarca de mensagens para que possamos acordar. E por que que eu falo isso, Gláusia? Porque nos nossos planejamentos estratégicos em relação às nossas tarefas, no nas nossas reflexões institucionais, quando nos reunimos para pensar o nosso trabalho, a nossa atuação no bem, um atestado se se evidencia, que é o esvaziamento da frequência nas instituições, a dificuldade que se tem de manter as equipes de trabalho. E aí, usando o que o Hélio falou sabiamente, precisamos refletir sobre os sinais. Quando a gente, e eu peguei de propósito esse dado do IBGE, no ano de 2022, foi feito um levantamento em relação ao trabalho do voluntariado. que nesse nesses dados do IBGE, esses dados do IBGE apontam um aumento significativo dos últimos dados que haviam sido coletados no ano de 2019 com um acréscimo significativo de ações voluntárias na sociedade. Nós estamos falando de 7,3 milhões de brasileiros que a partir de 2022, ou seja, após o fenômeno da pandemia, começaram a se dedicar à senda do bem ao outro. O trabalho de voluntariado cresceu exponencialmente. E aí a gente se pergunta: "Puxa, mas as nossas casas espíritas estão esvaziando, os nossos grupos de trabalho estão reduzindo, tem sido mais difícil nos organizarmos como em forças internas de trabalho no movimento espírita. Isso é ruim? Não, de forma alguma, porque esse impositivo do bem, ele tem se aberto, mas ao mesmo tempo nos entrega um dever de casa para repensarmos as nossas organizações internas na casa espírita. Kardec, ao longo da sua vida, ele escreveu e depois viajou, ao contrário de Paulo de Tarso, que primeiro viajou e depois escreveu. nas escritas de Kardec, me lembro aqui de um texto, de um discurso que ele faz em 1868, Viagem Espírita de 1868, onde Kardec escreve para os irmãos de Bordô e de Lyon, dizendo do impositivo e e eles ele ele fala, isso depois é publicado no livro, no discurso ele fala do impositivo da prática da caridade.
e 1868, onde Kardec escreve para os irmãos de Bordô e de Lyon, dizendo do impositivo e e eles ele ele fala, isso depois é publicado no livro, no discurso ele fala do impositivo da prática da caridade. E naquela oportunidade, imagino eu, que todos estavam esperando do codificador uma fala mais pragmática em relação a diretrizes. E Kardec nesse texto fala, eu peguei aqui o trechinho para ler para vocês. Sem a caridade não há instituição humana. estável paraa nossa reflexão em relação às nossas instituições espíritas vale para a nossa reflexão em relação ao movimento espírita. Exatamente isso que o Hélio nos falava. Vamos voltar às origens, vamos voltar às bases, vamos voltar à essência, vamos voltar às raízes sem muitos penduricálios, o que falta no trabalhador espírita é a reflexão acerca da caridade e a sua execução. Kardec em diretrizes 1868, ele não nos entrega planilhas, ele não nos entrega estatutos. Ele diz: "Quando a caridade tiver penetrado as massas, quando se tiver transformado na fé, na religião da maioria, que a religião da maioria seja a prática do bem e tá tudo certo. Que venham mais e mais e mais voluntários. Então vossas instituições se tornarão melhores pela força mesma das coisas. Os abusos oriundos do personalismo citado pelo Hélio, desaparecerão. Ensinai, pois a caridade e sobretudo pregai pelo exemplo, também afirmado pelo Hélio. E nós não combinamos, né, Hélio? Só ele pode, só ela pode realizar o reino do bem, de bem sobre a terra, que é o reino de Deus. Sem ela, olha que frase importante, sem ela, sem a caridade, o que quer que façais só será a criação de utopias, das quais só resultarão decepções. Então, o espiritismo, de acordo com Kardec, bem o sabemos, é o espiritismo uma verdade, a verdade secreta agora revelada, que deve regenerar o mundo e a o fará através da base da caridade. Então, Gláuscia, não tem muitas fórmulas, sabe? é a gente colocar em execução aquilo que a gente já sabe. Sairmos do nosso comodismo, sairmos dos nossos achismos,
a o fará através da base da caridade. Então, Gláuscia, não tem muitas fórmulas, sabe? é a gente colocar em execução aquilo que a gente já sabe. Sairmos do nosso comodismo, sairmos dos nossos achismos, sairmos das nossas vaidades, das nossas acomodações. Paulo de Tarsos já dizia para os trabalhadores do Cristo, não sejais mornos. E a gente faz questão às vezes de ficar ali na na bacia da água quentinha. Não tem que cair no gelo dos desafios. Temos que mergulhar nos desafios, nos aproximarmos das dificuldades sem almejarmos para nós, enquanto processo de trabalho apenas o conforto e os aplausos. Pratiquemos a caridade. A fórmula é simples e na aplicação da fórmula, Jesus estará conosco. Muito obrigada, Cris. Nós já percebemos, né, o que nós temos aqui pela frente. Nosso dia todo. Já começamos maravilhosamente bem. Agradecemos, agradecemos profundamente ao ego, as suas reflexões, seus esclarecimentos, seu sentimento que está aqui conosco. A Cris querida, muito obrigada você que tem experiência aí não somente na área da comunicação, mas do atendimento espiritual e tantas outras. Muita, muita gratidão por estarmos juntos. Eu gosto de ter um p protocolos porque eu acho que às vezes eles nos ingessam, mas a fala da crise nos fez encontrar, lembrar alguns momentos. Talvez alguns de vocês estiveram no encontro que a FEB fez ano passado dos evangelizadores, dos coordenadores do movimento dos jovens. E nós como áreas fomos convidados num domingo de manhã a ajudar. E o que mais nos impressionou o a o depoimento de muitos jovens dizendo que a ausência deles na atividade espírita se deve ao fato do pai e da mãe ter pregado muito espiritismo fora no próprio centro e ter esquecido de fazer isso no lar. E aí ele dizia, nós somos, nós de uma certa forma podemos ser considerados jovens rebeldes, porque nós víamos os nossos pais e aos centros fazer uma série de trabalhos interessantes, mas esqueciam de conosco no lar fazer isso. Isso nos deixou profundamente impressionados. E a gente
rebeldes, porque nós víamos os nossos pais e aos centros fazer uma série de trabalhos interessantes, mas esqueciam de conosco no lar fazer isso. Isso nos deixou profundamente impressionados. E a gente tem que refletir sobre isso, porque a nossa família não tá dispensada. Ela é a célula inicial, ela é a principal que vai moldar a própria sociedade. Nos chamou atenção e a gente tá procurando resgatar exatamente esses jovens para fazerem diferente, porque vão nos ajudar. >> Muito pertinente a sua observação. Muito bom. E ele. Bom, nós já estamos, né, atrasados com o nosso cronograma. Passamos aqui paraa Angélica, pro Douglas, que já está aqui organizando para a fala do coordenador da área de arte da FEB, Marco Lima. Muito obrigada, Cris, mais uma vez muito obrigada, Hélio. Continuemos nessas reflexões. Maurício querido, quiser apresentar o o Marco. OK. Alô. Muito bem. Olá, Marco Lima, tá nos ouvindo bem aí? Tá, ele vai agora o Douglas vai ligar ali para ver se sai a sua voz também. OK. Pode falar um pouquinho aí para nós, Marcos, só para ver se tá saindo o seu som aqui. Fazer um teste. OK. Me escutam bem? >> Sim, estão me escutando bem. >> Bom, eh, quero apresentá-los ao Marco Lima, para quem não conhece, ele é o coordenador da área de arte nacional, né? Coordenador da FEV na área de arte. Estamos juntos aí, já tem um tempinho, né, Marquinho, graças a Deus, nessa labuta aí de fazermos essa área que é uma área ainda neném, né, crescer saudável, certo? E o Marco Lima foi convidado para nos deixar algumas palavras a respeito do nosso encontro. Marquinho, fique à vontade, meu querido. Que Deus te abençoe aí, te dê muita inspiração. >> Muito obrigado, Maurício. Inicialmente, gostaríamos de saudar a todos nosso bom dia fraterno aqui da terra, onde o sol nasce primeiro. Muito, muita luz, muito sol aí para todos. Eh, agradeço demais, né, a oportunidade e a gentileza do convite de estarmos participando mais uma vez desse momento de integração das áreas. Queria abraçar o nosso querido Hélio, né, que está aí
dos. Eh, agradeço demais, né, a oportunidade e a gentileza do convite de estarmos participando mais uma vez desse momento de integração das áreas. Queria abraçar o nosso querido Hélio, né, que está aí pessoalmente, fisicamente, a Cris também, né, o Victor ela tava aí também, aos demais, a aos amigos da Féegoo, né, em nome de Maurício, gostaria de saudar a todos para que possamos ter assim esses minutos de imersão num tema que é assim muito caro, né, para todos nós, que é a arte, né, eu já escutando aqui as reflexões do hélio, da crise, mostrando a importância da sensibilização dos corações, né? A importância que a arte tem nessa construção e nessa interface também área de arte e área de atendimento espiritual. Também gostaria de dizer da nossa vinculação com o Goiás, né, com o Goiânia desde muito tempo, né, já tivemos duas oportunidades de pessoalmente aí. A primeira delas foi uma um momento assim muito especial quando estive em 91, né? Exatamente. Escolhendo um evento que que aconteceu aí em Goiânia, na área de infância e juventude. E eu aproveitei e escolhi Goiânia também para passar minha lua de mel, né? Foi a minha cidade escolhida pra gente passar aí esses momentos eh tão importantes na nossa vida, né? Conheci também Pamiri, uma cidade no interior de Goiás, onde tinha um trabalho com cerâmica muito interessante. Eu não sei se ainda esse trabalho existe na no campo eh da integração social, da promoção social de pessoas, né, com vulnerabilidades. A gente teve a oportunidade de passar dois dias lá nessa cidade e foi realmente muito rico pra gente conhecer esse estado tão belo, tão maravilhoso. E em seguida, mais adiante, quando eu estava na presidência da Federação Espírita Paraibana, a convite da nossa querida Ivana, ela nos convidou para conhecer a dimensão aí do congresso que vocês realizam no período do carnaval. Para mim foi uma escola, uma grande surpresa, enorme conhecer um trabalho, né, dessa magnitude, né, de tantas eh assim de de uma estrutura tão grande e
resso que vocês realizam no período do carnaval. Para mim foi uma escola, uma grande surpresa, enorme conhecer um trabalho, né, dessa magnitude, né, de tantas eh assim de de uma estrutura tão grande e de uma integração tão incrível dos trabalhadores. Para nós foi uma grande escola, um grande aprendizado. Então, estar em Goiás é estar também dentro dessa perspectiva da integração, né, da família, da família espiritual que nós temos. E o sentido exatamente de gentileza, ela parte muito disso aí, né, dessa questão do do se sentir em família. Gentileza, ela tem uma era derivada derivado do termo gentiles, que significa da mesma família, do mesmo clã. Então, ser família eh ter um comportamento distinto, port, amorável, refinado, tudo isso faz parte dessa conceituação de gentileza, que é o tema que nos inspira na na manhã de hoje a gente trabalhar. E também eu me lembrei quando estava nas preliminares pensando o que que a gente vai falar, né, dos pontos abordar, me lembrei. E aí Cris vai me ajudar também, já que ela é carioca do profeta. Gentileza, né? Hoje o nome assim bem conhecido lá no Rio é José Datino. que ele eh espalhava, né, informações, mensagens de amorosidade, de gentileza, né, principalmente nos muros, né, na da lá da do Rio de Janeiro, mais particularmente eh no centro Safingan é do G gasômetro, né, o espaço lá do Gasômetro, onde ele espalhava as espalhava as suas mensagens. E uma delas assim que chamava muito atenção, que ele dizia o seguinte: "Gentileza atrás gentileza, né? O amor é uma palavra que liberta. Gentileza gera gentileza". Então, já que eu não tô podendo aí estar com vocês para dar uma um aperto de mão, eu gostaria que vocês estendessem aí esse gesto gentil de apertar a mão um do outro. Pode ser essa gentileza. Dá um abraço. Apertem. Porque gentileza, Maurício, meu querido, um abraço muito fraterno. Gentileza gera gentileza. Vamos eh espalhar, né, essa luz no nos corações. Eh, receba, viu, maninho, o nosso abraço aqui virtual aos demais. Coisa boa. Então,
o, meu querido, um abraço muito fraterno. Gentileza gera gentileza. Vamos eh espalhar, né, essa luz no nos corações. Eh, receba, viu, maninho, o nosso abraço aqui virtual aos demais. Coisa boa. Então, vamos começar trazendo aqui algumas reflexões. Vocês vão falar se tão vendo os slides. Vou passar alguns slides, eh, questão de 20 minutos e depois sobrar algum tempo a gente fica à disposição, tá? OK. Vamos lá. Vocês conseguem ver? É, né? Aqui, ó. Pronto. Então, vamos passar alguns slides que fundamentam bem a nossa mensagem, né? Essa importância que a arte tem nesse contexto atual do movimento espírita, qual a sua relevância? E gostaria também dizer dessa linda cidade de vocês, né, que tem realmente guardado em meu coração muitas lembranças boas e a temática que a gente vai falar é exatamente essa interface das águas, né? Então que possamos cultivar cada vez mais esses aspectos gentis. Bem, os espíritos, né, amigos, particularmente esse querido Leopoldo Machado, quando eh tivemos a oportunidade de aprovação da área de arte através do Conselho Federativo Nacional, foi aprovado um documento no dia 28 de setembro de 21. Após a aprovação da nossa da nossa área, ele enviou através de um médium lá da Federação Espírita Brasileira, que vocês conhecem, né, o André, André Siqueira, e ele mandou uma mensagem linda, que eu fiz só um recorte em função do nosso tempo, mas ele fala o seguinte na mensagem, entre outras questões, ele diz que criar a constituição necessária para a prática da arte à luz do Espiritismo é ação que merece Ce regozijo leevo de todos os que labutamos nas lides do movimento espírita. A gente fica assim muito feliz porque Leopoldo Machado nordestino, né, nosso querido é nordestino, mas também teve uma expansão muito grande no Brasil todo, no Rio de Janeiro, e sempre ele trabalhava nessa perspectiva de envolver juventude, né, de trabalhar a questão da evangelização da da dos aspectos educativos, né, da doutrina espírita. E também ele pregava sempre eh que o espiritismo deveria ser
ssa perspectiva de envolver juventude, né, de trabalhar a questão da evangelização da da dos aspectos educativos, né, da doutrina espírita. E também ele pregava sempre eh que o espiritismo deveria ser dinâmico, né? Aquela canção da alegria cristã já mostra naquele naqueles tempos lá dos ídos dos anos 50 a necessidade da gente trabalhar o fundamento da alegria, as emoções, né? A a nossa alegria dentro do evangelho, criar um espiritismo mais dinâmico, mais feliz, mais alegre. E isso a gente vê, né, nessa fala, o quanto ele ficou feliz com a criação dessa constituição da prática de arte, né, da área de arte, a luz do espiritismo. Então, estimula-nos muito essa mensagem para continuarmos nesse trabalho. Essa mensagem aqui é do nosso querido amigo lá do de Santa Catarina, o Ricardo Gest, né, também num um elevo assim espiritual, ele trouxe, né, uma definição muito bonita, sintética, do que seria o artista espírita na perspectiva, né, nessa perspectiva que nós queremos eh constituir, elaborar. Ele diz assim: "Dos discípulos do mestre, és tu o escolhido para levar a arte, o amor e a esperança. Ensene, escreva, sorri, chore, mas acima de tudo console. O amor é a maior das artes." Vejam que essa é a função do artista, né? Ser discípulo do mestre, né? aquele que se propõe a servir, de estar no aprendizado constante, de levar a sua arte, levar as expressões de amorosidade, de afetividade em todas as linguagens possíveis, no teatro, na música, na poesia, na literatura, na oratória, seja onde for, mas lembrando que o amor é a maior das artes. É isso aí que nos liga muito com a área do atendimento espiritual. é desenvolver essa gentileza, essa amorosidade, essa sensibilidade tão importante para os nossos momentos atuais, né? Momentos de tantos conflitos, de tantas desavenças, de tantos desencontros, né? de tantos conflitos, a gente ter a arte como um instrumento que vai trazer essa conexão com o divino. Mas, eh, nós temos alguns conceitos assim importantes de arte na visão de alguns autores
tros, né? de tantos conflitos, a gente ter a arte como um instrumento que vai trazer essa conexão com o divino. Mas, eh, nós temos alguns conceitos assim importantes de arte na visão de alguns autores espirituais. Nós reservamos aqui quatro autores, né? O Emanuel e o Leon Denir nesse primeiro, nesse primeiro quadro, eh, e onde eles vão definir o que é a arte espírita pra gente buscar essas conexões, né? Qual, qual o conceito e qual a sua aplicabilidade, né? a sua função da arte espírita no mundo. Então, Emanuel, no livro Consolador, na questão 161, ele diz que a arte pura é a mais elevada contemplação espiritual. destacamos a a palavra contemplação, ou seja, levar a gente para outro patamar, né, de compreensão, de fruição, de estesia, né, como se fala, ela tem essa função, o conceito. E a função no mundo, ele diz que é a mais profunda exteriorização do ideal, a divina manifestação desse mais além que polariza as esperanças da alma. Veja que conceito profundo o Emanu nos traz, né, mostrando que a arte pura, ela representa a mais profunda exteriorização do ideal. Então, a gente vê, né, na literatura, na música, aquilo sendo, eh, trazido de uma forma poética, de uma forma simbólica, tudo aquilo que nós eh queremos eh expressar de beleza, né, de compreensão da vida, de cosmovisão, né, como dizia o nosso querido André Peixinho, né, uma visão mais ampliada da vida. Já Leon Denir, o nosso querido filósofo, escreveu muitas mensagens a respeito de arte, principalmente em revista espírita, culminando com o espiritismo na arte, né, que é uma coletânea desses artigos. Ele vai dizer, é a busca e a realização da beleza. É, ao mesmo tempo, a busca de Deus, pois Deus é a fonte primária e realização perfeita da beleza física e moral. Aí ele já entra como esse elemento da busca da realização da beleza. Daí a gente vê eh uma uma sensibilidade do espírito de perceber a beleza de todas as coisas, né? Desde o nascer do sol, desde as plantas, desde os animais, desde a própria natureza. Quando você se
za. Daí a gente vê eh uma uma sensibilidade do espírito de perceber a beleza de todas as coisas, né? Desde o nascer do sol, desde as plantas, desde os animais, desde a própria natureza. Quando você se integra, se conecta com isso, né? com essa obra divina, você também faz uma conexão com o divino. Então, a beleza, segundo eh Leonir, é algo que nos conecta com Deus. Tudo bem, gente, por aí? Vocês estão me escutando bem? Só gosto. Vou vou parar um pouquinho que eu achei que tá um pouco silencioso. Não sei se vocês estão me ouvindo. Estão me escutando? Tá tudo bem? Ah, tá, >> tá tudo certo. >> Vamos continuar. Se tivesse algum probleminha, você já estaria sabendo. Tá tudo maravilhoso. >> Estamos amando a palestra, tá? E também o áudio tá perfeito. >> Tá tudo bem? >> Tudo bem. >> Ah, tá. >> Ah, tá. Porque eu será que desconto? Não, sem problema. Pode deixar o ruído que eu fecho que o povo tá me escutando. Pode deixar. Então, vamos lá. O próximo a gente vai ter mais dois queridos companheiros, amigos, né? Um o Viana de Carvalho, eh, que através da mesade do Divaldo Pereira Franco nos trouxe também a sua contribuição no campo da arte. E o livro é Atualidade do Pensamento espírita na questão 144. O conceito de arte que ele traz é que a arte é o meu de materializar a beleza invisível. Então, a eh, Leon Den fala que a beleza invisível é uma busca, né? Você buscar a beleza invisível de todas as coisas. E a arte vai o quê? materializar essa beleza, essa compreensão da materialidade, aquilo que você tá sentindo. Você está sentindo uma uma estesia, uma vontade de falar de amor, de transcendência, de beleza, de gentileza, de pluralidade dos mundos habitados, você vai materializar isso através de uma linguagem. Então, ele fala que a arte é o meio para materializar essa beleza invisível. A destinação. Olha só essa destinação que o Viana fala como tangencia muito a questão eh do atendimento espiritual. Vejam bem, ó. Despertar a sensibilidade e aprofundar o senso de contemplação, promover o ser humano aos páramos da
tinação que o Viana fala como tangencia muito a questão eh do atendimento espiritual. Vejam bem, ó. Despertar a sensibilidade e aprofundar o senso de contemplação, promover o ser humano aos páramos da espiritualidade. Tem um poder moralizador, acalma o bruto, apazígua o agressivo e terapêutico. Terapêutico, né? renova o enfermo. Na compreensão do Viana, veja como isso tá bem encaixadinho nessa nessa dimensão de promover tudo isso, né, esse poder moralizador, né, que apazía, que dá eh que trabalha aspectos terapêuticos também para o enfermo. Nossa, como isso é importante, né? a a utilização das linguagens no processo de auxílio ao processo magicura, né, e transformação do ser, principalmente no que tangeja a a questão da transformação. Allan Kardec, nessa fala que é bem eh emblemática, ele vai dizer que em revista espírita dezembro de 1860, que representada pela borboleta, a arte espírita se inspirará nas paisagens da existência futura que se desvenda. ele já projeta a arte, né, nessa dimensão de desvendamento dessa continuidade da vida, né, a vida que é mais ampla, a vida imortal, a vida infinita. E ele vai dizer também, a função da arte no mundo é deleitar a alma que a arte cristã havia tomado de admiração e de temor. Será o canto de alegria, tá vendo, ó? o canto de alegria após a batalha, indicando estado de paz e superação alcançado pelo espírito. Vejam aí, são compreensões bem interessantes. E nós fizemos aqui um compilado, né, de convergência esses autores pra gente chegar à seguinte conclusão, que a arte espírita tem as seguintes características. Ela tem uma natureza transcendental e divina, tem uma função de elevação e contemplação espiritual, tem um incrível poder moralizador e transformador e uma inspiração no futuro e na vida espiritual. Então, a gente já vê aí quatro pilares importantes, né, que convergem na compreensão do que significa arte espírita. Segundo esses autores mencionados, vejam a abrangência e a importância que nós temos a trabalhar. O conceito da área de arte, então vem eh
que convergem na compreensão do que significa arte espírita. Segundo esses autores mencionados, vejam a abrangência e a importância que nós temos a trabalhar. O conceito da área de arte, então vem eh no sentido de trazer, né, um planejamento, uma organização desse trabalho, né, a nível de centro espírita, a nível de institucional, a nível institucional. e fomos eh durante muito tempo, né, discutindo eh qual qual seria então o conceito de arte, até que chegamos a essa conclusão que foi aprovado no documento, né, o documento de estruturação da área que tá no CE, né, no orientação sempre espírita. chegamos à conclusão que a área de arte, né, se dedica, vejam só, ao estudo, formação continuada, divulgação, fomento e esclarecimento sobre as boas práticas que devem ser observadas num campo da arte à luz da doutrina espírita, de forma transversal, dialogando com as demais áreas do centro. Então, desde a sua concepção, nós temos esses pilares, né? O estudo, a formação continuada, a divulgação, fomento e esclarecimento das boas práticas. Agora, tudo isso dialogando com as demais áreas docente. Não é uma área eh que vai se isolar ou vai ser uma mais uma caixinha, não. Nós queremos que a área de arte certamente permeie e dialogue com todas as artes, como estamos fazendo aqui, né? criando pontes, criando possibilidades de trabalho conjunto. Então, a finalidade, portanto, é oferecer ao centro espírita subsídios e orientação para a utilização da arte, a fim de que as manifestações artísticas e espíritas sejam realizadas em harmonia com os princípios da doutrina espírita, com vista ao favorecimento da educação do espírito imortal, da promoção do bem, do belo, da harmonia, da elevação da alma e dos valores éticos e morais do evangelho de Jesus à luz do Espírito Então isso está colocado no nosso documento de estruturação. Então a gente buscando essa essa, né, ler e compreender toda o alcance, né, dessa área, a gente vê o quanto temos a trabalhar, embora seja uma e estejamos ainda no no nesse período de
de estruturação. Então a gente buscando essa essa, né, ler e compreender toda o alcance, né, dessa área, a gente vê o quanto temos a trabalhar, embora seja uma e estejamos ainda no no nesse período de estruturação da área, é uma área muito nova, mas os a projeção dessa área pro futuro do espiritismo será muito estratégico, né, a gente ter a arte assim como um um grande instrumento, né, de sensibilização, de moralização, de transformação dos seres. E a área de arte poderá se estruturar de forma a favorecer esse esse propósito. Então, interface, o que significa? Eu não vou trabalhar aqui um conceito técnico de interface. Eu vou aproveitar a própria fala do Leopoldo Machado, uma das das suas canções mais conhecidas, né, que é essa aqui. Significa exatamente isso, sempre ombro a ombro, sempre lado a lado. Vamos trabalhar com muita alegria pelo espiritismo mais cristianizado, pela implantação da paz e da harmonia. Então, nada mais é do que criar lastes, né? Criar pontes, possibilidades de trabalho sempre nessa simbologia do ombro a ombro, do lado a lado. É um trabalho integrado, né? Que deve ser feito com muita alegria, com muito amor, né? com muita harmonia dos corações. A trabalhar interface ajuda a posicionar a arte de forma transversal, integradora, mostrando como ela dialoga com todas as outras áreas do centro espírita, evangelização, estudo sistematizado, mediunidade, o atendimento espiritual e das campanhas, né? Nós já temos muitos exemplos que a gente vai mostrar em seguida já desses primeiros eh primeiras construções, né, primeiras ligações de integração com as demais áreas. E a gente já vê os frutos, né, muito já brotando os frutos, né, dessa relação dessa interface. as boas práticas e diretrizes. A interface garante que a arte não seja vista apenas como entretenimento. Isso é importante porque veja bem, durante muito, muitos anos, né, que a arte sempre existiu na história da humanidade e não é diferente do movimento espírita, sempre vivemos a arte. O que a área de arte está propondo é que
e veja bem, durante muito, muitos anos, né, que a arte sempre existiu na história da humanidade e não é diferente do movimento espírita, sempre vivemos a arte. O que a área de arte está propondo é que a gente amplie essa compreensão da arte não apenas como um entretenimento, né, mas como um instrumento de educação espiritual, porque de fato é, né, a arte é conhecimento, a arte trai conhecimento, as linguagens artísticas mexem muito com os aspectos cognitivos, sensoriais, emocionais, intelectuais, cognitivos. Então, é uma riqueza trabalhar com arte, é uma riqueza em todos os campos, pode dialogar perfeitamente com todas as áreas, com outras áreas do conhecimento, né? Isso é esse é o pensamento leondeni, que o espiritismo não é apenas ciência, filosofia e religião, mas também arte, porque arte esse vetor também de internação e de trazer conhecimento, né? tem um conhecimento específico, simbólico, mas é um conhecimento que a gente precisa aprofundar e conhecer. Então isso fica assim muito marcado nas nossas falas. Não é apenas entretenimento, é muito mais. E aqui nós vamos mostrar algumas experiências e transversalidade, né? No encontro nacional da área de estudo, o espiritismo foi em Curitiba em 23 e 15 a 17. Inclusive nosso querido Mano Maurício estava lá. E a equipe foi formada para dar todo um suporte ao nosso encontro que foi maravilhoso, uma experiência linda de transversalidade, né? Criamos momentos lindos de integração. E aí a turma da arte fazendo presente, né? trabalhadores da arte espírit. Gosto muito de chamar assim que além do do aspecto do artista, nós somos também convidados a ser trabalhadores da arte, nos posicionarmos nessa postura, né, nessa condição e fazermos o nosso melhor trabalho. Aqui essa experiência de integração já foi com a área nacional da área de de comunicação, né, 15 a 17 de agosto de 25. Aí nós fomos representados pela querida Simone Nunes, né, nossa adjunta. E foi feito um trabalho muito rico lá. Acredito que todas as áreas tiveram
área de de comunicação, né, 15 a 17 de agosto de 25. Aí nós fomos representados pela querida Simone Nunes, né, nossa adjunta. E foi feito um trabalho muito rico lá. Acredito que todas as áreas tiveram presentes já essa experiência de inclinação entre as áreas e certamente vai rendendo os frutos que esperamos. Esse aqui já foi no na experiência de integração no ponto nacional de mediunidade também em Curitiba. Curitiba é parece a meca, né, do espírito. Todo todo evento a gente tá indo para lá, porque a estrutura é muito bacana, é muito muito eh muito bonito, né? Lá quem não conhece, vale muito a pena conhecer o espaço lá do L Vasconcelos, né? A coisa mais linda do mundo. Muito bonito. É uma colônia espiritual. E nós tivemos essa experiência com a área de média unidade o dia 12 a 14 de setembro também um momento muito integrador, muito bonito, muito bacana. Nós tivemos também agora recentemente o encontro do Evangelho Red Vivo, o segundo Ener, foi feito em Brasília, né? E tivemos assim a participação do pessoal da área de arte e tempo, né? Fomos até convidados a a compor uma canção e para o encontro a gente apresentou a ideia, eles gostaram demais e ficou a música tema, né, do Evangelho Rede Vivo. O tema foi esse, foi composta pelo por mim, por Ricardo Ribeiro, um amigo nosso aqui da Paraíba, e teve a participação da Kaká, né, Kaká Rezende aí de de Goiás cantando. Quem não conheceu ainda, fica aí a dica para conhecer a música. ficou muito bonita e esse momento de integração de de áreas também, né, que é a área de estudo. Muito bonito. Também nós temos a participação do programa já o terceiro ano, programa Palavras de Luz, que quinzenalmente nós convidamos vários amigos, parceiros da arte do Brasil para também participar desse programa, trazendo uma música, uma poesia, né, enriquecendo cada vez mais esse programa que é lindíssimo. Eh, salvo engano, são 4 anos já de existência todos os dias, é de segunda, quarta e sexta às 18 horas e terça, quinta, sábado e domingo às 20:30 pela
endo cada vez mais esse programa que é lindíssimo. Eh, salvo engano, são 4 anos já de existência todos os dias, é de segunda, quarta e sexta às 18 horas e terça, quinta, sábado e domingo às 20:30 pela FEB Lives. E aí a gente convida também os amigos da arte para participar conosco desse processo integrativo. E é isso, meu meus amigos, deixa um coração muito fraterno. Obrigado pela escuta, obrigado pela partilha, obrigado pela gentileza do convitear aqui a a compartilhamento e agradeço muito, Maurício, o convite e retorno a palavra para ti, >> Marcos. Você tá ouvindo? A gente dá para ouvir? Ele ouve? Ele ouve? Tá ouvindo? Dá um joinha para mim. Não, não. >> Vocês estão me ouvindo? Estou. >> Tá me ouvindo aí? >> Estou sim, querida. >> Ah, então pera aí que eu quero te fazer um agradecimento especial. A gente quer registrar a nossa profunda gratidão a você pela exposição edificante e rogamos a Jesus que o abençoe e fortaleça na sua caminhada de difusão do evangelho e semeadura de luz através da arte. Muito obrigada. >> Gratidão toda nossa. Um abraço aí em todos, né? E até uma próxima oportunidade estarmos juntos, né? Um abração. >> Então tá, gente. Eh, agora eu quero convidar a Gisele. Cadê a Gisele? Gisele vai subir aqui para dar um recadinho para vocês, mas antes disso eu vou explicar como é que vai ser o andamento do nosso evento aqui. Eh, após agora essa palestra, a gente vai ter um intervalo que vai ser oferecido um lanche. E aí do lanche a gente já vai direto paraas salas das oficinas. As oficinas elas vão acontecer no outro prédio, elas estão devidamente eh com as plaquinhas, tudo arrumadinho pela nossa equipe, tá? É só vocês procurarem os nominhos. A o as oficinas serão >> certo >> tia posso falar >> tudo certo. Posso? Eita, deixa eu tirar aqui. Posso desligar? Então, um grande abraço, viu? Beijo. >> As oficinas serão teatro, pintura, coral, cinema e música, tá, gente? Eh, em caso de dúvida, é só vocês procurarem os nossos trabalhadores com aventalzinho que a gente explica para vocês. Uma
eijo. >> As oficinas serão teatro, pintura, coral, cinema e música, tá, gente? Eh, em caso de dúvida, é só vocês procurarem os nossos trabalhadores com aventalzinho que a gente explica para vocês. Uma coisa importante é que após a primeira parte das oficinas, nós vamos oferecer a vocês um almoço, tá? Ah, é só uma de coral, né, Maurício? Maurício tá vindo aqui dá uma bronca. >> É o quê? Teatro, pintura, coral e cinema. É porque a gente é bicorporeedade, entendeu? É assim mesmo, dá tudo certo. >> Eh, aí, gente, após essa primeira parte da do das oficinas, a gente vai oferecer para vocês o almoço, tá? Aí, após o almoço, a nossa segunda parte das oficinas e a continuidade do evento, tá? E aí agora a Gisele, que é a nossa coordenadora de arte adjunta, vai nos dar um adjunta, não é? É de junta. Ah, é junta, né? Então, tá bom. >> ela vai aqui dar o recado pra gente. Bom dia a todos. Muito bom estar aqui com todos vocês, mas estamos aqui agora para divulgar as nossas camisetas do congresso e falar para vocês que estão à venda aqui na livraria Corra que ainda tem para todo mundo e convidá-los também a fazer a inscrição caso vocês ainda não tenham feito. E só mais uma coisa também convidar vocês para o nosso teatro dia 29 do dia de é então de novembro agora, sábado próximo, no colégio Emanuel. Eh, quem ainda não adquiriu ingresso, é só ir no Simpla ou aqui na livraria também estamos fazendo a venda. Não percam, gente. Bezerra de Menezes, o apóstolo do amor, com apresentação musical de Maurício Keller, Fernando Sabino e o grupo Ser Amor. O >> Isso mesmo, gente, é uma história linda de Bezerra de Menezes que estamos preparando com muito carinho para todos vocês. Obrigada, meu amor. Gente, a gente fica mais bonito com essa camiseta, tá? Então, adquiram. Eh, e também quem participa do Congresso Espírita de Goiás fica mais bonito ainda. Então, faça sua inscrição. Eh, gente, pode encaminhar para o lanche e qualquer dúvida estamos à disposição de vocês. Obrigada.