18º Encontro - Curso de administração e finanças no Centro Espírita | 15/08/2025

Feemt Play 19/08/2025 (há 7 meses) 1:25:51 61 visualizações

18º Encontro - Curso de administração e finanças no Centro Espírita | 15/08/2025 🌟 Destine Seu Imposto de Renda por Uma Causa Nobre! #contabilidade #fiscal #liderança #centroespírita

Transcrição

Pode começar, Saulo, >> por favor. Pode começar. >> Boa noite. Eh, então, a lição do livro Vida Feliz, a lição número 42. Lê uma pequena página cada dia, na qual encontres alento e inspiração. Incorpore este valor aos teus hábitos. Ela te enriquecerá de júbilo, clareando as nuvens que possam envolver-te nas horas seguintes e arrimando-te ao bem-estar, caso suceda alguma surpresa desagradável. Todas as pessoas necessitam de um bom conselheiro. E nessa página que extrairás do Evangelho, terás a diretriz de segurança e a palavra de sabedoria para qualquer ocorrência. Se os homens reflexionassem um pouco, um pouco mais antes de agirem, evitariam males impontáveis. Já que outros não o fazem, realiza o tu. Então é um alento, né, aqui para que a gente possa iniciar o dia preparado, né, preparado para emocionalmente, espiritualmente. >> Isso mesmo. Verdade. Obrigado, Nani. Vamos orar. >> Vamos orar. Aproveitando o convite da mensagem inicial, nos recordando do amado mestre Jesus, dos seus ensinamentos vivenciados aqui nesta terra para nos ensinar a desenvolvermos as virtudes do nosso coração. rogamos a ti, mestre amigo, e a espiritualidade amiga, que possa nos intuir nesta noite, ampliando o nosso entendimento, para que possamos, doando do melhor que já temos, absorvermos novos aprendizados que nos conduzirão a desenvolver as tarefas das nossas casas espíritas com respeito e abnegação necessários para que o ensinamento do mestre possa ser propagado por todos os corações e que as tarefas necessárias do plano físico, as burocracias as quais precisamos cumprir sejam feitas também com responsabilidade e com carinho para que possamos Amos, entendendo que não não estaremos eternamente nas nossas casas espíritas, que possamos então guiar e conduzir para que aqueles que vêm depois de nós consigam seguir, permitindo que as nossas casas espíritas permaneçam de portas abertas, conectadas à espiritualidade amiga, os bons sentimentos. seguindo os ensinamentos do Mestre Jesus. Que assim seja.

nsigam seguir, permitindo que as nossas casas espíritas permaneçam de portas abertas, conectadas à espiritualidade amiga, os bons sentimentos. seguindo os ensinamentos do Mestre Jesus. Que assim seja. Que assim seja. >> Assim seja. Gratidão. Além do tema que nós propomos, tem algum outro assunto, alguma necessidade que queiram trazer hoje? Bom, se não tem, eu vou trazer o tema proposto. É um tema que nós já abordamos antes em alguns módulos anteriores. Na nos slides que eu vou apresentar, nós já eh avançamos sete slides. Eu vou reviver rapidamente, rememorar esses sete slides e avançar a partir deles para ficar vivo aqui na memória da onde a gente tá vindo para fortalecer o que a gente vai tratar. Eu gostaria, como sempre de que fosse participativo, pudesse ter perguntas, contribuições, porque conforme desde no início, a proposta nossa é de aprendizado mútuo, de apoio mútuo aqui, né? Então, ninguém é professor, somos aprendizes, cada um dá sua colaboração. Eu vou vou apresentar os slides e ficamos todos unidos na no avançar. tá aparecendo para vocês? >> Sim, >> sim. Obrigado. Então, a proposta aqui, conforme já foi dito de outras vezes, ela é como o dirigente deve lidar com situações adversas e posições conflitivas, de líder subserviente para líder servidor. Nós temos aqui uma uma fala de Jesus no Evangelho de João 13 345. Um novo mandamento vos dou, que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros. Veja eh que quando falamos de líder subserviente para líder servidor e trazemos esse esse convite de Jesus para nos amar, nós temos aqui já um >> Parece que você geralmente troca mensagem. OK. cancelada. >> Um material eh interessante e bases para que a gente possa ganhar habilidade para isso. Porque se Jesus disse para nos amar como ele nos amou, ele está fazendo um convite muito de coração, muito de afetividade. Concordam? É muita afetividade. Um novo mandamento vos deixo que vos

ra isso. Porque se Jesus disse para nos amar como ele nos amou, ele está fazendo um convite muito de coração, muito de afetividade. Concordam? É muita afetividade. Um novo mandamento vos deixo que vos ameis uns aos outros como eu vos amei. Olha que profundidade esse convite, né? Quanto mais nós evoluirmos, quanto mais nós avançarmos em graus de elevação moral, mais sensibilidade amorosa nós conquistaremos e mais próximos dessa mensagem, desse convite, mas sentiremos esse convite no coração. Quanto mais nós nos entregarmos profundamente nesse convite de Jesus, de nos amar como ele nos amou, mas nós teremos relacionamentos saudáveis e proveitosos, tanto no que tange as questões conflitivas, as posições conflitivas. quanto no que tange aqueles que nós temos mais afinidade. Mas essa frase de líder subserviente para líder servidor, ela cria uma um uma um equilíbrio das nossas relações. Porque quem de nós não gostaríamos de agradar, de servir, de ser caridos uns com os outros? Quem de nós não gostaria? E veja no ambiente do centro espírita, que é o o que nós estamos trabalhando, que nós gostaríamos de só ter pessoas felizes, não é? Todo mundo feliz, todo mundo alegre. A gente lembra do do que já lemos sobre os primeiros cristãos de Antioquia, por exemplo. Eh, Emmanuel fala no livro Paulo Estevão como era alegre a convivência deles. Mas também a gente vê lives falando de algumas dificuldades que surgiram. Uns já achavam que tinha de ter circuncisão, outros não. Aí chamaram Pedro, né? Chamaram Pedro para ir lá em Antioquia para ajudar. A gente muitas vezes no centro espírita hoje a gente pensa, eu vou chamar o Pedro para me ajudar, tá difícil essa situação. Acho que o Pedro vai me ajudar aqui a resolver isso, né? Vamos chamar o Pedro. Mas o Pedro hoje deve est em altas esferas, mandando vibrações pros centros espíritas. ele criou o primeiro espaço de de aprendizagem do evangelho junto com Thago. E ali ele deu o exemplo de de equilíbrio, firmeza, de de refazer os seus caminhos

andando vibrações pros centros espíritas. ele criou o primeiro espaço de de aprendizagem do evangelho junto com Thago. E ali ele deu o exemplo de de equilíbrio, firmeza, de de refazer os seus caminhos perante a própria consciência. Subserviente tem muito a ver com esse essa vontade de querer ser caridoso com alguém. Mas muitas vezes esse alguém está contrário ao que nós percebemos que deve ser por centro espírita. Às vezes é relapso num ponto ou às vezes tem uma ideia diferente em outro ponto que é um pouco diferente do convite de Jesus e de e de Allan Kardec nas obras básicas, né, do que é espiritismo. E aí, como que nós vamos fazer? É mais importante o centro espírita ou é mais importante a pessoa? O que que vocês acham? Colabora um pouquinho conosco aqui. >> O centro espírita, né? prioridade, >> espírita aí a prioridade. >> Eh, eu entendo que com enquanto espaço de acolhimento de muitas pessoas ou de outras pessoas que necessitem, a menos assim, tudo bem que a gente tem que priorizar a convivência também, né? Mas se vai eh de encontro com a doutrina ou com o evangelho, né? doutrina espiritual com o evangelho. Aí, nesse caso, já acho que a priorização é em relação ao centro. Acredito, >> eu fico pensando como que é difícil, muito difícil nós colocarmos em prática o sim, sim, não, não, né? Porque dizer sim é muito fácil, muito fácil. Agora, dizer não, nós temos que ter uma certa habilidade para dizer não. E a gente não pode dizer sim a todo momento, né? Que é como você falou, tem situações que estão contrárias a à codificação e aí a gente tem que dizer não. Mas como dizer isso não? É aí que tá a questão. >> Como, né? Verdade. Mas vamos pensar um pouco mais. A Silene trouxe o centro espírita é mais importante. Aí você trouxe outro ângulo também do do sim, sim, não, não. Da firmeza da firmeza de propósito. Vamos enriquecer e a reflexão. Eh, o centro espírito não são as pessoas? >> Sim. Então, como que a gente pode dar mais importância ao centro espírita? Se o centro espírita são as pessoas, como dar

to. Vamos enriquecer e a reflexão. Eh, o centro espírito não são as pessoas? >> Sim. Então, como que a gente pode dar mais importância ao centro espírita? Se o centro espírita são as pessoas, como dar importância ao centro espírita? Não é dar importância às pessoas? >> Eu tô criando aqui uma abertura intencionalmente, tá? A ideia aqui é colocar um pouquinho mais de pimenta nessa nessa sopinha para poder ver se aquece aí as reflexões. O centro espírita são as pessoas para mais importância ao centro espírita. A medida está no equilíbrio entre permitir que o outro possa se expressar, possa colocar seu ponto de vista e aí levá-lo a refletir sobre o ponto de vista da doutrina e dos ensinamentos de Jesus. Seria, será esse o caminho? >> É, é boa a sua proposta. Eh, >> nem sempre é fácil fazer. É aí que tá. Eu ia falar, >> teoria é mais fácil do que na prática. >> Eu ia falar isso, mas tem duas coisas aí. Uma assim, e levá-lo a meditar. Hum, que coisa mais tranquila, né? Levá-lo a meditar. >> A teoria é lindo. >> Vamos levá-la, meu irmão. Vamos pensar, né? o equilíbrio. >> E às vezes esse irmão já vem com quatro pedras na mão. Não vai ser muito simples meditar, não. >> É, eu acho que a partir desse mandamento de Jesus, que é a nossa a nossa luz aqui, né, eh é trabalhar essa perspectiva mesmo do amor, do autoamor e do amor ao próximo. Porque às vezes também se a gente imprime na nossa fala, na nossa conduta, essa coisa de amar o outro, né? Eh, talvez seja mais fácil até dizer não, mas dizer não de uma forma cuidadosa, amorosa, enfim, né? É, então nós temos bastante coisas aí para pensar para chegar num num numa num caminho de responder a pergunta, né? Quem é mais importante? A pessoa ou centro espírita, né? >> Já temos bastante informação aí para pensar. Eh, ser firme. Sim, sim. Não, não. O equilíbrio. Aí a questão se lei trouxe o centro espírita. Muito bem, vamos pensar juntos. Se o centro espírita são as pessoas, no conjunto do centro espírita existe uma responsabilidade coletiva,

o. O equilíbrio. Aí a questão se lei trouxe o centro espírita. Muito bem, vamos pensar juntos. Se o centro espírita são as pessoas, no conjunto do centro espírita existe uma responsabilidade coletiva, correto? >> Sim. >> Sim. >> Que é a causa do evangelho, que é a causa de Jesus. >> Uhum. Existe uma responsabilidade coletiva que é a doutrina espírita semeada de forma pura doutrinariamente. Existe aí um convite à fidelidade a Jesus e a Kardec. Se o centro espírita é uma instituição, uma entidade coletiva a serviço da iluminação do planeta, aonde o consolador se propõe na casa espírita, o consolador tem o espaço iluminativo no centro espírita. Essa coletividade deve agir para essa fidelidade e fora da caridade, uma salvação, ou seja, para que juntos possamos ser dóceis, afetivos, amorosos. Se alguém está, vamos dar um exemplo, está se queixando ou vamos supor que esteja milindrando, existe milindre inocente espírita >> muito. >> Muito bem. Agora, então achamos um bom exemplo. Alguém está milindrando, já que existe isso. Então vamos vamos pensar nisso. Alguém se se me lindra. O que que é dizer sim, sim, não, não. Para quem me lindra? É dizer sim para o convite de Jesus e não para atender o milindre. É aí que nós às vezes nos perdemos no equilíbrio que foi proposto, porque atender você caridosamente, vamos supor que o nosso centro espírita tenha 10 trabalhadores. Atender aquele que tá me me lindrando amorosamente não é atender o seu milindre, não é cuidar do seu milindre. Porque é impossível cuidar do milindre de alguém, correto? >> Sim. >> Uhum. >> Se nós quisermos cuidar do milindre de alguém, nós vamos querer agradar esse alguém e aí nós vamos querer que o centro espírita atenda o milindre. Olha só a armadilha. O centro espírita vai coletivamente dar um jeito de atender aquele milindre, aquela situação, aqueles desejos, aquele milindre que é interminável, né? Porque esses milindres são intermináveis. Então, a caridade, a pessoa requer de nós todo o amor e toda a afetividade.

ilindre, aquela situação, aqueles desejos, aquele milindre que é interminável, né? Porque esses milindres são intermináveis. Então, a caridade, a pessoa requer de nós todo o amor e toda a afetividade. Na prática seria nós seguimos com o centro espírita. Concordo com a Silene, é mais importante, mas o centro espírita são as pessoas. Então, nós vamos atender a as pessoas no convite que tá na tela, de nos amar uns aos outros como ele nos amou. E Jesus não nos amou melindrando e exigindo direitos. Jesus convidou ao dever que por consequência atende o direito. Sempre Jesus fez um convite para o dever. De forma que se alguém está melindrando, nós vamos conversar com esse alguém quantas vezes forem necessárias, não para poder agradá-lo, mas para dizer: "Olha, nós estamos no centro espírita e o centro espírita precisa de você colaborando, cumprindo o dever e estamos com centro espírito à disposição. Não, no coletivo, se a pessoa menina e não aparece, que que acontece? O coletivo continua. O centro, a Silene tem razão, o centro espírita continua. Qual que é a necessidade do centro espírita hoje? É essa e amanhã é essa? Que que nós vamos fazer? É isso, é aquilo. Porém, nós não ficamos indiferente com a pessoa que está milindrando. Só que nós não fazemos os seus desejos para poder agradá-lo, para ele ficar feliz através do milindre, porque o mil é uma é uma é um orgulho ferido, né? O milo é um orgulho ferido. Então essa firmeza de propósito, esse sim, sim, não, não. Eh, continuamos com centro espírita, vamos cuidar do centro espírito. Ah, mas fulano me lindrou. Fulano, a gente vai cuidar com o amor dele, mas o centro espírita vai continuar aqui, porque senão fica disputa de ego. Fulano me lindrou, então eu vou me lindrar. Aí o outro também me lindra, o outro também me lindra. Não é? Faz sentido para vocês >> muito. >> Vamos pensar um pouquinho aqui. Eh, eh, lá na Chapada a gente vai ter um pouco sobre isso também, né, Cena? >> Que bom. O tema é a vivência espírita cristã, né?

é? Faz sentido para vocês >> muito. >> Vamos pensar um pouquinho aqui. Eh, eh, lá na Chapada a gente vai ter um pouco sobre isso também, né, Cena? >> Que bom. O tema é a vivência espírita cristã, né? Isso. >> Mas vamos pensar o seguinte, a Terra não é um grande hospital? >> Sim ou não? >> Sim. >> O que que acontece no hospital? As pessoas que vão sarando, curando, permanecem no hospital? >> Não. >> Quem fica no hospital? os que estão doente ainda e os médicos, a equipe, >> nós é nós que ficamos aqui. Aí acontece um outro uma outra armadilha dentro de nós. Nós estamos no hospital, ou seja, onde ficou somente os doentes, os espíritos superiores estão lá mandando vibração e intuições para nós. O centro espírita está povoado por espírito superior ou pelos que precisam curarse? >> Pelos que precisam curar-se. >> Aí a gente fica exigindo que aquele outro doente igual eu ali seja perfeito. Fica querendo que o outro ali que é doente também tá ali para curar, para sarar. Acerte aí vira uma confusão, não é? uma exigência daqui, outra dali. Não sei se a gente consegue ser perfeito com tantas dificuldades ainda, mas a gente está aqui exatamente para purificar, né, para poder. E aí quando a gente seinda com centro espírita, a gente fala assim: "Olha, esse hospital que é a terra é muito complicado, mas esse departamento aqui chamado centro espírita fulano de tal ou esse nome qualquer, eu não gostei muito não. Acho que eu vou para outra ala, outra ala do hospital ou eu vou vou abandonar o hospital. Não tem jeito. Nós estamos na terra, né? É importante nós termos uma visão mais ampliada, olha só, mais ampliada de que o ambiente é desses habitantes, que nós somos esses habitantes. Se nós, nós queremos perfeição das pessoas que estão no centro espírito, como que fulano fez aquilo sem falar comigo, né? Eu sou o presidente, né? Eu sou coordenador, né? E daí então, ser subserviente é querer agradar o mil, passar a mão no milindre. Isso é subver, é querer agradar a todos, não é? É querer dizer só sim, sim, sim, sim. Quem

, né? Eu sou coordenador, né? E daí então, ser subserviente é querer agradar o mil, passar a mão no milindre. Isso é subver, é querer agradar a todos, não é? É querer dizer só sim, sim, sim, sim. Quem quer agradar a todos acaba sendo desagradável. Porque quando você agrada a Maria, a Joana fica chateada, não é verdade? O líder servidor, ele já tem uma proposta de ser instrumento para todos, para aquele que se afasta, para aquele que milindra, ele vai atender não o o ego ferido, mas convidar a ao dever. Talvez tem um pouco do que você falou, eh, Cásia, que é de convidá-lo a a refletir, mas o convite ele é sempre espontâneo, né? Eu sei que nós temos uma certa dificuldade de não querer agradar a pessoa para ela voltar, aí cai a armadilha. Sabe o que que acontece? Muitas vezes, muitas vezes os líderes, dirigentes ou quem tá sobre um um departamento, uma coordenadoria, tende a querer ser bem quisto por todos. E esse é o pior caminho, ser alguém que todo mundo gosta. Nossa, fulano, nossa, adoro fulano e o outro também adoro. Todo mundo adora. Impossível. Impossível. Jesus agradou todo mundo na terra. Então o subserviente é aquele que quer, ele vira escravo, escravo das pessoas. Ele não é dirigente, ele é escravo. O servidor não, ele ele ele atende, ele apoia, ele faz favores, mas não deixa de convidar a pessoa ao dever. É muito interessante essa questão de dever, né? Vocês conseg podem colaborar. Pensa com a gente. Vocês já viram uma série de movimentos sociais que só exigem direitos? Mas o dever não vem primeiro. Não é através do dever que se conquista o direito, né? O que que vocês pensam sobre isso? Sobre o nosso dever. Amar uns aos outros como eu vos amei, né? Como eu vos amei. Ficou alguma dúvida sobre o que é mais importante? Os dois, poderíamos afirmar assim, os dois são importantes porque os dois são um só, mas o coletivo deve caminhar apoiando o individual. Então, se você pega eh aquele pela analogia que se faz com eh um colar de pérolas, se não tem o fio que une as pérolas,

es porque os dois são um só, mas o coletivo deve caminhar apoiando o individual. Então, se você pega eh aquele pela analogia que se faz com eh um colar de pérolas, se não tem o fio que une as pérolas, elas não têm como ser um colar, né? Não tem como. E se tem alguém mais frágil, não tem como manter uma estruturinha, porque se não houver apoio, mais frágil. Então, podemos dizer que o mais importante são as pessoas, porque eu sempre explico são pessoas, porém o encaminhamento coletivo sobressai aos interesses pessoais. Entendido, >> não é? >> Uhum. Porque o interesse pessoal, ele está quando ele está acima do coletivo, é um grande gesto de egoísmo. Quando o que eu quero para mim sobrepõe o que eu devo fazer pelo coletivo, é um grande gesto de egoísmo. Quando você mencionou Sa aula há pouco, né, que que o melindre é o orgulho ferido. E assim, qual que seria o o mecanismo, a ferramenta para em equipe a gente evitar um melindre generalizado? Assim, por exemplo, um receio de falar, um receio de o receio do sim, sim, não, não, porque às vezes não é nem não, nem sim, né? às vezes eh um silêncio que que também vai ficando e uma uma falta de clareza às vezes, né, em posicionamentos. O que que o que que melhora essa questão no grupo assim na casa espírita pra gente evitar situações de mel de ambos os lados, de vários lados ou de vários na equipe. >> Não é um ponto focal só, né, do Melindre, tipo um trabalhador que >> que tá eh, digamos assim, fora da do >> da proposta. Vamos pegar aqui alguns pilares para poder a gente avançar nessa nessa questão que você traz. Além dos que nós trouxemos da terra ser um grande hospital, nós precisamos sempre lembrar disso, que é o espírito vai evoluindo e saindo do interesse pessoal para o completo desinteresse pessoal. O interesse pessoal não é sinônimo de cuidado pessoal, de autoamor. Não é sinônimo. Interesse pessoal é um gesto egoísta onde o que eu interesso, o que eu quero, sobrepõe o que você eh deve também existir. O que eu quero sobrepõe o

imo de cuidado pessoal, de autoamor. Não é sinônimo. Interesse pessoal é um gesto egoísta onde o que eu interesso, o que eu quero, sobrepõe o que você eh deve também existir. O que eu quero sobrepõe o coletivo. O que eu quero sobrepõe eh as necessidades caridosas. Quando fala-se de amor incondicional, de não impor condição, é o é o espírito já amando, sem querer retribuição, sem impor nenhuma condição. Então ele já está doando-se, né? O exemplo máximo é Jesus. Ele não tinha dívida nenhuma, não devia para nenhum ser no universo inteiro e decidiu vir dar o exemplo de como renunciar, como sacrificar. É o e Jesus é o exemplo do completo desinteresse pessoal. Tudo que ele fez foi para atender Jesus ou foi para nos amar e nos ensinar? >> Nos amar e nos ensinar. Eh, olha só que interessante, o Mestre nosso, ele não não ele é um ser perfeito. Perfeito, não absoluto como Deus, mas é um ser puro. Ele já é pleno, então não lhe faltava nada. Ele não precisava de vir aqui para algo para ele, a não ser doar. Olha, olha como é o grau de pureza. Jesus não faltava nada para Jesus. Então ele veio doar-se. Esse é o exemplo. Quando ele renuncia ao direito de ser amado e permite ser crucificado, ele tá dando o exemplo da renúncia, que é a salvação. Porque quando nós também conseguirmos renunciar aos interesses pessoais por algo maior, estaremos salvos das mazelas, não é? salvo das mazelas, que é a grande salvação. A grande salvação é viver a harmonia, é ter o patrimônio do espírito. Então, esse esse caminhar do desinteresse para do interesse pessoal pro desinteresse pessoal tem no ambiente do Centro Espírito o laboratório, porque já há ali um interesse de conhecer as leis divinas, a imortalidade, tudo o processo. Mas nós estamos encarnados. Além de estar no hospital, estamos encarnados e no corpo, nós retemos uma série de situações para poder ter foco mais específico na nossa no nosso propósito. Significa que precisa então criar mecanismo como quais os papéis adequados, quem faz o que faz,

rpo, nós retemos uma série de situações para poder ter foco mais específico na nossa no nosso propósito. Significa que precisa então criar mecanismo como quais os papéis adequados, quem faz o que faz, quem é responsável por cada situação. precisa estar claro e que essas pessoas sejam indicadas pela responsabilidade e não pelo pelo pelo para agradá-las, por aquelas que se responsabilizam. E definindo os os papéis, nós coletivamente nos permitimos interagir nas funções, principalmente nos centros espíritas menores. Um ajuda o outro. Mas não interfere na na área do outro. O presidente ajuda a secretária, mas não não não passa por cima da das situações da secretária. Não é porque ele é presidente. Pergunta pra Ana Maria aí. Não é porque é presidente que vai fazendo o que bem entende em cada setor, não é? Então, eh, se os papéis não estão muito claros, fica confuso, fica difícil, fica difícil. E o interesse pessoal vem nas mais menores situações, nas picuinhas. Ah, por que que você colocou eh fulano para fazer tal coisa, né? São coisas pequenas que às vezes, mas é porque há ali todo um conflito de como lidar no ambiente. No centro espírita é uma instituição que tem responsabilidades civis, tributárias, legais. Então tem todo um texto para ser cuidado. Se os papéis e as responsabilidades não tão claras, aí aí fica a opinião pessoal. Percebe, Silene? Se a minha responsabilidade é de ser tesoureiro, eu vou receber a ajuda de todo mundo. Mas ninguém vai chegar lá e falar: "Não, sai daí, agora vai ser assim", né? Mas se não tá claro isso, aí as pessoas vão, gastam dinheiro, não, não, não, presta conta, faz isso, faz aquilo. Então, não tá, não tá muito claro, é preciso ter um mínimo de organização. Faz sentido? >> Faz. E claro, a gente respeitar esse espaço, né? Mas o que eu quero deixar nesse primeiro momento aqui mais assim reforçado com vocês, para mim também, né? Porque isso que a gente tá falando é trabalhoso de ser exercido. Eh, o subserviente, ele quer ser eh atender

ero deixar nesse primeiro momento aqui mais assim reforçado com vocês, para mim também, né? Porque isso que a gente tá falando é trabalhoso de ser exercido. Eh, o subserviente, ele quer ser eh atender aquilo que todo mundo quer e esse é impossível. O servidor, ele ele tem o centro espírita coletivamente com as questões bem definidas e ele é fiel a isso, sem passar por cima de pessoas, mas sem querer agradar os milíres das pessoas. Em resumo, é isso. Isso é amar uns aos outros. Porque aí vamos supor que eu eu vamos colocar eu aqui como exemplo, eu estou na liderança de um centro espírito, estou dirigente. Esse sim, sim que a Nane trouxe é um dever meu, correto? Tudo que chega e que não tem sintonia com a proposta do consolador, eu devo convidar a pessoa a refletir. Aí entre o que a Rita e a Cásia falou, vou convidar ela a refletir. Mas como eu convido? Normalmente o mais comum é contestando a pessoa. Não, não é a pessoa que você vai contestar. Aliás, contestar o quê? Contestar é diferente de questionar, concordam? Questionar é fazer perguntas. Como que é o livro dos espíritos? Ele contesta ou ele questiona? Question >> isso. Então, fazer perguntas desde Sócrates é uma estratégia muito boa. Saber fazer perguntas é a coisa mais sábia que existe. Às vezes a pergunta é muito mil vezes mais inteligente do que a resposta, do que já sair respondendo. Se eu souber fazer perguntas, ela vai ser mais efetiva do que sair dando resposta. Pessoa traz uma situação, eu já vou dando resposta. A outra traz, eu já vou falando o que que tem de ser feito. Uma obrigação de saber tudo, de saber inclusive conduzir a situação. Às vezes nem sei como que fazer, nem sei o que fazer. Meu Deus, tô perdido agora. E essa confusão, o que que eu vou fazer agora? fulano deu essa ideia que não fazer tal coisa. Tô aqui há 20 anos, ele chegou tem 2 anos, tem um ano e já tá começando com essas questões. Às vezes a gente nem sabe o que fazer, mas a pergunta, ah, pergunta é uma maravilha, porque a pergunta não impõe, a pergunta não

ele chegou tem 2 anos, tem um ano e já tá começando com essas questões. Às vezes a gente nem sabe o que fazer, mas a pergunta, ah, pergunta é uma maravilha, porque a pergunta não impõe, a pergunta não sobrepuja a a as ideias das pessoas. A pergunta é livre quando é consciencial. Claro. E ela dá uma direção. Vou dar um exemplo aqui, depois passo para Nani. Alguém traz um uma ideia. Alguém traz uma ideia, mas é uma ideia totalmente diferente. Não tem a ver com o ambiente de centro espírito. É uma ideia, vamos supor que seja uma terapia consolidada, terapia que que faz o bem. O centro espírita é um ambiente de viver espiritismo, correto? Alguém tem dúvida disso? Então, muitas vezes a gente não sabe, puxa, fulano já tão entusiasmado. Às vezes ele debruçou naquela teoria dele, naquele projeto, trabalhou uma semana, varou à noite e traz para ali com maior alegria do mundo e você vai dizer: "Não, que que é isso? Aqui no centro espírita trazer uma coisa que não é espiritismo?" Já deu resposta e já impediu e já nem valorizou o trabalho do outro. Então nós vamos valorizar a pessoa, dizer: "Nossa, mas que esforço seu." Como é? Conta como que foi isso? Olha a pergunta. Você genuinamente quer saber? Se perguntar só para poder manipular, fica falso e a pessoa não, ela percebe magnetismo. Então conta como que foi. Aí a pessoa conta como que isso pode atender a proposta de um centro espírita. Você pode buscar nas obras de Allan Kardec ou no livro Orientação ao centro espírita, ou se é uma questão que ele traz na área da mediunidade, no documento eh orientador da área da mediunidade, como que esse eh o embasamento dessa sua ideia? fez uma pergunta e já delegou para ele a responsabilidade de buscar a solução. Faz sentido? Você devolve pra pessoa, acolhe a pessoa, não acolhe a ideia. Aí eu vou trazer uma outra questão rapidamente. Nós precisamos desenvolver o hábito de querer ouvir sinceramente o outro e querer saber exatamente como o outro pensa. Isso é amar, isso é fraternidade. Querer saber exatamente como que ele

pidamente. Nós precisamos desenvolver o hábito de querer ouvir sinceramente o outro e querer saber exatamente como o outro pensa. Isso é amar, isso é fraternidade. Querer saber exatamente como que ele pensa sobre aquele assunto. Mas querer mesmo saber da vida dele, de como que ele olha aquilo, sem juízo, se ele vai falar algo perturbado, perturbador ou algo coerente. Não é, não é a questão dele falar algo perturbador, coerente. Não é querer que ele responda algo para falar, ai que alívio ele respondeu algo tranquilo pro centro espírito. Não é isso. reconhecer aquele ser humano que tá na sua frente. Agora, o que que nos dá segurança no centro espírita, já que a instituição vem em primeiro lugar, que mesmo que ele traga ideias diferentes, você está amando ele, não a ideia dele. E o segundo ponto é que a decisão deve ser coletiva, deve ser a decisão deve ser do centro espírita, do coletivo e não dele. Não é o fato de alguém numa reunião dar uma ideia totalmente esdrúxula que você já vai cortar ele, já podar ele e não deixar ele falar. Deixa aí no final ele vai ter que tomar um caminho e é o caminho requer o consenso e os esforços de dizer não. Se o grupo tiver caminhando pro lado errado, você vai ter de assumir uma responsabilidade de não agradar, vai pagar o preço. Mas as pessoas vão reconhecer sua fidelidade, seu esforço se você não for agressivo. Faz sentido. E aí, N? Então, eh, eu queria pedir licença para relatar um caso. Na verdade, é um estudo de caso. Eu gostaria de trazer aqui porque realmente é >> a nossa casa é uma casa já o ano que vem faz 40 anos e a nossa casa, como eu disse, ela tem muitos trabalhadores e eu de todos os matizes, né, de personalidade e tal, e eu sempre digo que a nossa casa é um grande laboratório de almas, né, e a gente precisa se preparar. a gente que tá, eu tô como vice hoje, presidente, nosso presidente não tá aqui, mas a gente precisa se preparar muito paraa gente não incorrer nesses equívocos, né, de passar por cima, naquele afã de querer fazer essa

u tô como vice hoje, presidente, nosso presidente não tá aqui, mas a gente precisa se preparar muito paraa gente não incorrer nesses equívocos, né, de passar por cima, naquele afã de querer fazer essa gestão. Mas eu gostaria de relatar o caso aqui, que no meu ponto de vista é um dos mais delicados que nós temos, que é uma nossa trabalhadora muito eh muito habilidosa. Eh, a nossa casa, ela tem uma vocação de de fazer desenvolver muitos trabalhos sociais na comunidade, né, na qual ela tá inserida. Então, nós temos famílias que frequentam a nossa casa e assim com muita frequência. a semana toda. E um dos projetos dessa que faz com essa família é um projeto de que a gente chama de eh é de bordado, né? De bordado, de confecção, de pano de prato. Mas eh esse trabalho tem a as mães, né, dessa dessas famílias e a gente atende também as crianças eh na evangelização, nas aulas de musicalização, enfim. Mas nesse grupo de mães em especial, essa nossa trabalhadora, ela é muito apelidosa e ela tomou para si e a gente percebe assim uma leitura bastante distante e externa, né? ela acabou eh desenvolvendo um personalismo muito grande em relação a esse trabalho. Então, assim, o projeto é dela, ela leva como eh se fosse dela, ela desenvolveu uma logomarca especialmente para o projeto, tem um perfil no Instagram do projeto. Então, quando o projeto é eh convidado para expor, em algumas feiras e tal, ela vai, ela não toca no nome da nossa casa, ela fala do projeto em si, é o projeto pelo projeto, né? E aí a gente já conversou algumas vezes e tal e ela diz que não, que isso não é não é uma, ela não tá querendo descolar da casa. Enfim, mas o nosso problema não é esse, porque assim, eh, como ela acabou personalizando muito esse trabalho, nós estávamos buscando tentar eh oferecer uma oportunidade para que ela gerisse também outros projetos que não somente esse. E como a casa recebe muitas propostas de projeto daqui, nós temos projeto eh da de cursos de profissionalização junto com SENAC, nós

e para que ela gerisse também outros projetos que não somente esse. E como a casa recebe muitas propostas de projeto daqui, nós temos projeto eh da de cursos de profissionalização junto com SENAC, nós temos projeto de apoio pedagógico e outros projetos que sempre a gente tá sendo procurado para desenvolver. Então nós reunimos essas ações dentro de uma área que a gente chamou área de projetos e aí nós oferecemos para ela essa coordenação. Na verdade, a gente precisava de organizar essas ações dentro de uma área e a gente precisava de ter uma liderança para tocar isso, né, adiante dentro da casa, mas também com uma grande proposta de oferecer para ela outras eh outros espaços, outras possibilidades para que ela tentasse eh descolar, despersonalizar um pouco esse trabalho dela naquele projeto de bordada, né? Mas assim, até agora isso não deu resultado. Pelo contrário, ela aceitou, né? Nós criamos uma coordenação, ela aceitou, nós fomos, fizemos uma reunião com ela, ela aceitou, ficou muito feliz, mas ela não conseguiu levar adiante nada além do que o projeto de bordados. Então aí o projeto do apoio pedagógico para as crianças, que a gente tá com duas duas frentes de linguagem matemática, o projeto da dos cursos de profissionalização com Senac, tá tá sendo, a gente tá tendo que colocar outras pessoas fora da área dela para poder tocar, porque ela não ela não acompanha, ela não faz a gestão que precisa. E nós já tentamos assim várias vezes tentar sentar com ela para conversar e a gente fala assim: "Não, vamos fazer bastante oração porque ela se melindra e ela assim ela meio que perde o controle, sabe? Então ela começa a falar alto, ela começa a gritar e e a última vez foi muito muito constrangedor. É justamente por isso que eu tô te trazendo essa questão do sim, sim, não, não, porque me preocupa muito, porque a casa em si a gente tá sobrecarregando outras pessoas que não deveriam estar, porque elas também têm as responsabilidades dela na casa por conta de dela que não eh não assumiu a o

ocupa muito, porque a casa em si a gente tá sobrecarregando outras pessoas que não deveriam estar, porque elas também têm as responsabilidades dela na casa por conta de dela que não eh não assumiu a o dever, que é o que você fala, não assumiu o dever que ela se comprometeu, né? Então eu é isso que eu te falo, eh como fazer pergunta para essa nossa amiga trabalhadora nesse sentido, de tal forma que ela não venha surtar, porque o nosso receio é que ela venha surtar assim, de destemperar, entendeu? de perder o controle, como já aconteceu. >> Eu acho que não tem pergunta nenhuma para fazer, não. >> Nesse caso, eh, o centro espírita é mais importante, né, >> atender. Eh, o o centro espírita é um ambiente do consolador, o convite é consolar, mas o consolar promovendo o espírito imortal, né? A promoção do espírito imortal. Então, todos que vão no centro espírita vão para se promoverem moralmente, para renovarem si, para transformação moral. domando as más inclinações. O grupo fraterno não está eh promovendo ela, não está oferecendo nada de bom para ela, pelo contrário, tá sendo conivente com o mal. ela daqui 10 anos, 20, 30, 40 anos encarnar nessa situação, qual é a responsabilidade de vocês pensando nisso, é o sim, sim, não, não. >> Exatamente. >> Qual é a responsabilidade? você na sua fala você trouxe, ah, a gente não quer que ela que ela grite, que exalte, ou seja, a gente a gente quer atender o milindre dela para ela ficar sem milindre exaltado. O foco está distorcido, quer dar um jeito para ela não se milindrar. Tá atendendo o milindre, né? Tá atendendo o milindre. Eh, eu vou falar um pouco do ambiente, depois eu posso contribuir no como fazer, tá? >> Tá. >> O centro espírito, nós precisamos ter consciência, Mário Barbosa, quem vai no centro espírita é para se tornar uma pessoa de bem através do conhecimento espírita, não é? Uma vez, eh, há uns 15 anos atrás, eu estava no elevador do prédio que eu morava, não que eu moro atual. Aí um homem virou, falou: "Oi, Saulo,

ma pessoa de bem através do conhecimento espírita, não é? Uma vez, eh, há uns 15 anos atrás, eu estava no elevador do prédio que eu morava, não que eu moro atual. Aí um homem virou, falou: "Oi, Saulo, quem é você?" Ele falou: "Sou Luiz, eu não lembro que eu te salvo foi evangelizando meu no grupo fraterno. Eu você tá fazendo aqui?" Ah, eu sou pintor. Eu estou pintando aqui no prédio. Aí eu fui conversando com ele, mas ele tinha os princípios espíritas, ele estava não espírita. Mas ele não esquecia os princípios dos espíritos, porque é uma grande responsabilidade nossa de alguém passar pelos centros espíritas sem conhecer exatamente por reencarnação, exatamente porque o espírito é imortal, exatamente quem é Jesus. É um é uma responsáidade imensa nossa ord. >> Uhum. Então, nós precisamos ensinar espiritismo. Ensinar espiritismo na teoria e na prática. Se a pessoa vai no centro espírito e não está se promovendo como espírito imortal, nós estamos sendo conviventes com isso, né? E agora eu posso dar algumas sugestões, depois passo paraa Celene. Eh, quanto tempo ela está no no centro espírita? >> Ela já tem já uns 15 anos, mais ou menos. Então vocês não devem modificar isso em um dia. Foram 15 anos alimentando. Então é preciso fazer uma jornada aí, traçar um caminho para ir limitando, né? O primeiro passo é dizer o que vai fazer. Foi o seu para ele que ensinou uma vez. em espírito. Quando você diz o que vai acontecer, se a pessoa não caminhar para o caminho que você, que o centro espírita propõe, depois ela pode reclamar, espernear, fazer tudo, mas não vai dizer que você foi desonesto, correto? >> Sim. Se PR chamou isso de eh criar pontes. Você tá criando uma ponte entre você e pessoa. Porque se a pessoa fica chateada, brava, tudo, mas ela sabe que você está fazendo o que você falou lá seis meses atrás, ela confia em você. >> Uhum. >> Ela tá brava dentro dela, não com você. Pode te atacar, mas a brabeza é com o próprio milímetro. Marratma Grande diz-se certa vez que quando o algoris agride

ses atrás, ela confia em você. >> Uhum. >> Ela tá brava dentro dela, não com você. Pode te atacar, mas a brabeza é com o próprio milímetro. Marratma Grande diz-se certa vez que quando o algoris agride e a vítima que não tem como se defender, olha com compaixão o alcóis que tá doente, com firmeza, com compaixão para aquele que está doente agredindo. Ele afirmou que o Algóis naquele momento cria uma admiração pela vítima, que ele gostaria de ter aquela força que a vítima tem de forma que precisa de reunir a diretoria e a diretoria precisa estar coesa antes de falar com ela. >> Uhum. >> Olha quais são os princípios da doutrina, qual que é o nosso dever conosco e com ela? E o que nós estamos dispostos a levar à frente? Nós estamos dispostos a a e dar um fim nesse tipo de atividade, até pagando o preço que de repente a atividade até parar de existir para depois recuperar no futuro. É preciso estar coeso ali a diretoria, o presidente, a vice ali, a diretoria eleita. estudar, mesmo que faça 10 reuniões paraa diretoria estar convicta do que vai fazer para depois não não recuar no meio do caminho. E aí o segundo passo é então qual que é o passo a passo? Primeiro avisar que queremos que mude e dá um prazo para mudar, né? Segundo, criar algum coordenador junto entre alguém para caminhar junto, né? E aí vai caminhando, caminhando até dar o prazo que estabeleceu paraa mudança, né? >> Uhum. >> E aí, se a pessoa meindrar, gritar, o centro espírito, vocês não estão ali para atender o mínimo? Ah, mas nós precisamos amá-la. Amar é dizer, é dizer não para ela, porque você vai dizer sim para ela passar mais 20 anos >> num descaminho, não é? >> Sim. >> Então, amar, mesmo que você não consiga fazer nada por ela, mas você consegue orar, consegue vibrar. Como é que uma mãe faz com um filho quando o filho eh perde o caminho, vai paraas drogas, que não tem mais nada para fazer não se orar todos os dias. Ela ora de manhã, de tarde e de noite, mas ela ora, né? Faz sentido >> muito, muito, muito.

o o filho eh perde o caminho, vai paraas drogas, que não tem mais nada para fazer não se orar todos os dias. Ela ora de manhã, de tarde e de noite, mas ela ora, né? Faz sentido >> muito, muito, muito. >> Ela, mas aí a coragem é uma virtude. >> É porque na verdade a gente tem que ter a coragem porque é o dever, né? E é, e esse dever nos chama a fazer isso, porque é aquilo que você fala, seria bastante incoerente com aquilo que a gente estuda, né, com aquilo que a gente tenta praticar, levar uma situação dessa em banho maria, né, porque a como está realmente tá sendo em banho maria. É, quando chega no no num grau tão grave, não tem perguntas, tem afirmativas mesmo. Ó, nós reunimos em diretoria, a decisão é essa. Queremos uma coordenadora junto, vemos tal mudança assim, assim, assim. Se a pessoa gritar, olha só, ela pode sair do centro espírita. Mas aí vocês vão ficar com crise de consciência. Foi vocês que tiraram ela do centro espírita? Não foi >> não. >> Mas vocês querem que ela saia? Não. Mas aí ela livre e o livre arbítrio e a liberdade. Quantas vezes a gente quer segurar uma pessoa na marra e aí desatende o centro espírita para atender a pessoa? Olha só, isso é realmente é um caso de estudo aqui muito rico para nós. Atende a pessoa desatendendo o centro espírita. E mais, imagine que a pessoa acaba saindo, brigando com todo mundo, reclamando o resto da vida. Um dia lá no futuro, quando ela se equilibrar e perceber e quiser eh retomar o caminho, ela vai ver o bem que fizeram para ela e volta para agradecer. E volta para agradecer, não é? É trabalhoso, ó. Nós às vezes falta coragem, às vezes tem preguiça de mexer com aquilo, meu Deus, né? Nossa, vai dar trabalho. Já tenho tanta coisa para ver, ainda tenho de cuidar de fulano. Mas se eu não cuidar do trabalhador, vou cuidar de quem, né? Adianta atender um punhado de pessoas e não atender direito, né? Então, líder servidor, ele serve mesmo a pessoa, tá sendo subserviente a ela. Concorda? >> Sim. >> Subserviente. Servir a ela é conforme a lei, a lei de

m punhado de pessoas e não atender direito, né? Então, líder servidor, ele serve mesmo a pessoa, tá sendo subserviente a ela. Concorda? >> Sim. >> Subserviente. Servir a ela é conforme a lei, a lei de amor, a lei de caridade. É, ó, sim para isso, não, né? Agora, eu não sei, de repente acontece muito um hábito que acontece muito é é de o centro espírita não ter reuniões de avaliação periódica. >> A gente tem, mas ela não frequenta, ela não, ela se recusa de de participar. Quem não frequenta tem que ter um regimento interno que fala, quem não frequenta avaliação não pode ser coordenador. É simples. >> É, >> tá dentro daquilo que eu acabei de propor. Ó, reúne, fala: "Olha, para frequentar, para ser coordenador, tem de fazer isso e isso e participar da avaliação." Eu lembro, permitiu dar o exemplo porque eu vivi tudo isso aí, a atividade não tinha avaliação. Nós no sábado terminava todas as oficinas, né? Íamos embora. Fomos insistindo, insistindo, insistindo até conseguimos. Antes de ir embora, reuníamos todas as os facilitadores, os coordenadores e íamos fazer a avaliação do dia, como que foi, qual dificuldade e aí começamos a aprender uns com os outros. E aí ficou em unidade, ficou um só centro espírita, porque nós estamos tendo muitos centitas loteado. É como se fosse um loteamento. Esse lote aqui é do fulano, esse lote é do cicano, esse lote é do fulano lá. Ninguém mexe porque é ele que é o dono daquele lotezinho ali do centro espírita, um loteamento. E aí o centro espírita até funciona, mas funciona sim. E não não há uma unidade, não há os encontros de avaliação, não há os encontros de de trabalhadores para avaliar as atividades e para poder crescer uns com o aprendizado do outro. O aprende, o que um aprende não está somando com o que o outro aprende, não estão compartilhando, né? E aí, se não há compartilhamento, que que que grupo de atividade é esse? Em nome de Jesus? Lembro até hoje a gente chegava final de tarde de sábado, íamos avaliar meia hora, 40 minutos, saímos de lá e

E aí, se não há compartilhamento, que que que grupo de atividade é esse? Em nome de Jesus? Lembro até hoje a gente chegava final de tarde de sábado, íamos avaliar meia hora, 40 minutos, saímos de lá e enriquecido com a história de um de outro, de um de outro. Silene, >> até uma, não sei se cabe uma sugestão, mas assim, a gente tem, né, você tem trabalhado nesses encontros, o líder subserviente ou o servidor. E eu acho que é importante, pelo menos para nós aqui, nossa casa, que tá começando agora, a gente também ter uma perspectiva do liderado, né, daquele que que vai cooperar com a liderança. E e aí buscando esse exemplo que a a Nani trouxe pra gente da da trabal trabalhadora lá do grupo fraterno, qual que seria assim uma uma postura eh de aprendiz dela, né, de adequada a com enquanto trabalhadora e até coordenadora dessa atividade, ela deveria eh reconsiderar posicionamento, ela ela precisaria se afastar assim, o que que a expectativa será que a própria casa teria em relação, né, ao que ela tem desenvolvido de trabalho? A a a base de tudo é a vontade, é um atributo do filho de Deus, a vontade de querer eh atender o dever de cuidar da sua atividade em nome do centro espírita e não em nome de si mesmo. Se ela não tem vontade, dificilmente vão vai ter êxito. Esse caminho vai acabar rompendo mesmo, viu, Nani? O final é porque se ela não mudar mesmo com vontade, se esse passo a passo, mas existe chance. Sempre devemos acreditar, orar, vibrar, fazer um trabalho para dar certo, mas as chances são pequenas. Esse é o ponto. Segundo é aprendiz. Se ela realmente aceitar o convite da diretoria do centro, o centro vai dizer: "Então vamos aprender junto, vamos mudar aos poucos. começa frequentando avaliação, começa fazendo isso e vamos junto. É o caminho de volta. O caminho foi intensificando o personalismo. Gente, ela vive isso, ela provavelmente doa-se para isso, só que não evolui moralmente, ela não transforma aquilo que ela precisa transformar, tanto que milindra, mirou dona daquele lote do centro espírito.

ela vive isso, ela provavelmente doa-se para isso, só que não evolui moralmente, ela não transforma aquilo que ela precisa transformar, tanto que milindra, mirou dona daquele lote do centro espírito. Então é um caminho de volta. Vamos frequentar avaliação, vamos participar de tal coisa para ser coordenador. Não só ela, né, qualquer coordenador precisa participar desse contexto aqui, senão precisa precisar de passar para outra pessoa. Eh, do centro espírita, não é vontade, desejo da Nânid, é o regimento interno do centro espírita. O que a nossa casa tá precisando é fazer o regimento. A gente desde o ano passado tá com ele rascunhado, mas o regimento nos respalda de muitos conflitos dessa natureza, né? >> Regimento interno, eu sempre vou propor regimento interno simples. Ó, o coordenador tem esse dever e esse direito. Dever direito, dever direito. >> Sim. >> Aí, aí não é eu tô falando, ah, eu agora tô na presidência, tô te falando para fazer isso. Não, olha aqui no regimento. >> É um regimento, >> é um dever. né? >> Uhum. >> E aí, eh, respondendo, Silên, primeiro é vontade, segundo é sentimento de aprendiz. Então, eh, se tem vontade, ele pede: "Não, eu quero aprender, quero mudar". É ajuda, né? E o terceiro é o convite direto de Jesus. Nosso dever é com Jesus. Tem uma passagem de Jesus com um obsediado chamado Malaquias, Miqueias, que ele entra em a crise de epilepsia na praia e Jesus eh se aproxima do obsediado. obsediado tinha 38 anos e parece que é 38 anos que ele vivia, segundo Amélia Rodrigues, espírita Amélia Rodrigues, que ele vivia subjulgado, ele não tinha vida. Uhum. >> Não tinha. Ele só vivia ainda no corpo porque vivia de migalhas, comidas, restos de comida das pessoas. E Jesus conversa com o obsessor, pedindo, dizendo ao obsessor para deixar aquele homem. E obsessor diz assim para Jesus: "Que tenho eu contigo? Eu tenho é com ele, não é contigo, Jesus. É com ele que me acabou a vida. E aí Jesus responde para ele assim: "Mas eu tenho contigo um dever. Eu tenho a ver contigo. Jesus

esus: "Que tenho eu contigo? Eu tenho é com ele, não é contigo, Jesus. É com ele que me acabou a vida. E aí Jesus responde para ele assim: "Mas eu tenho contigo um dever. Eu tenho a ver contigo. Jesus estava afirmando pro obsediado, obsessor. Eu tenho a ver contigo num convite de amor. Eu tenho a ver contigo. Jesus está conversando com o obsessor, dizendo: "Eu tenho contigo. Eu amo você. E se fazes mal a esse, estás fazendo mal a mim. Olha, qualquer mal que a gente faz para alguém, até para essa coordenadora, estamos fazendo mal para Jesus, porque nós temos com ele e ele tem conosco um canal direto de amor. Se fazemos o bem a alguém, estamos fazendo o bem a Jesus. Não que falte algo a ele, mas por amor a ele. Então, nosso compromisso é com Jesus e às vezes a gente esquece de Jesus. Vamos atender ela e Jesus. Nosso compromisso é direto com o mestre. Olha o que Jesus falou pro obsessor. Mas eu tenho a ver contigo. Obsessor tava falando: "En não tenho nada com você, mas eu tenho com você um compromisso de amor. E se fazes mal a esse, estás fazendo mal a mim". É um convite profundo. Centro espírita é um ambiente aonde nós temos todas as oportunidades de fazer, de sentir a alegria de ir para lá, sabe? Sentir aquela alegria de ir no centro espírito. Estou indo. Ah, mas lá tem pessoas, tem. Essas pessoas são as pessoas que eu tenho compromisso com Jesus. É com elas que eu vou amar Jesus. Elas é o canal com Jesus. Ah, mas às vezes eu tenho dificuldade. Qual o problema de ter dificuldade? Qual o problema? Não precisa ser do seu jeito. Não precisa ser do jeito que você acha que deve ser. Não precisa ser do seu jeito, nem do meu, nem de ninguém. é o jeito coletivo em sintonia com fidelidade a Jesus, a Kardec, mas é o jeito coletivo. Às vezes as ideias nossas não vão não vão ser acolhidas pelas pessoas, mas o centro espírita vai continuar, vai seguir. Quando nós queremos que seja do nosso jeito, a gente tá cego e tem um peso nas costas desnecessário, fica pesado inocente espírito. Tem dar conta de

s, mas o centro espírita vai continuar, vai seguir. Quando nós queremos que seja do nosso jeito, a gente tá cego e tem um peso nas costas desnecessário, fica pesado inocente espírito. Tem dar conta de resolver. Eu vou lá, eu tenho dar conta. Meu Deus, não tenho dar conta de nada. É o grupo coletivamente vai caminhando. O grupo hoje não acolheu o que eu pensei. Tudo bem, nós só não vamos ser conivente com mal, com trazer, ah, vamos trazer aqui um mestre de umbando. Nós não vamos fazer isso, né? Não tô falando disso. Tô falando do nosso dia a dia, buscando a coerência. Então, o centro espírita, eu vou lá para conviver com as pessoas do jeito delas. Mas se eu já quero que seja do meu jeito qualquer coisa, já tô com peso e eu estou com ali numa linha tênone para meindrar também, porque às vezes eu vejo milindre no outro, mas não percebo em mim, né? Então esse convite de Jesus direto ao coração do obsessor fala muito conosco, toca muito o nosso coração, né? A gente tá com sede de ir pro centro espírita sentir alegria, né? Sentir prazer, olhar para alguém que fala alguma coisa meio diferente pra gente, com compaixão. Mas se eu não me acolho, se eu não tenho autocompaixão, como eu vou ter com você? Se eu não me abraço? Não abraço a fragilidade minha? Às vezes a gente precisa parar assim, ó, e se abraçar mesmo de verdade, fisicamente, falar: "Não, eu me acolho, eu me abraço, tenho errado muito, tem coisas que eu gostaria de não errar mais e o negócio ainda tá aqui comigo." Aí eu me abraço. Aí eu abraço os espíritos que estão aproveitando, eu faço assim com eles, converso com eles, meus irmãos, né? Meus irmãos, se tem raiva de mim por algo que eu fiz, tô aqui para aprender junto. Vamos junto. Então eu abraço a minha, abraço a coletividade que caminha comigo, porque ninguém caminha sozinho, né? Tem uma nova testemunho. Centro espírita é o consolador. Você não tá me consolando, tem alguma coisa errada com o centro espírita ou comigo? Devo me incriminar agora? Não, não. Como que é que eu vou fazer daqui

va testemunho. Centro espírita é o consolador. Você não tá me consolando, tem alguma coisa errada com o centro espírita ou comigo? Devo me incriminar agora? Não, não. Como que é que eu vou fazer daqui para frente? Como que eu vou fazer para poder sentir leveza? Vou começar esse car vontade, aprendiz. E aí, claro que um regimento interno vai ajudar muita gente. É uma forma caridosa de cuidar do centro espírito. >> Fazer eh acordos coletivos. O regimento é um acordo coletivo do como fazer. É um estatuto do que que diz o que deve ser feito. Estatuto diz que é Allan Kardec diz que o objetivo do centro espírita é religioso, é de fazer para praticar a caridade. Ele diz o quê? O regimento vai dizer como. E dizer como coletivamente fazer acordos coletivos é uma grande caridade para conosco e para com todos. Faz sentido >> total. >> Vai ser desafiante, mas vai dar certo. >> Vai. >> Respondeu, C? >> Sim, até anotei várias coisas. >> Eu disse que iria repassar rapidamente sete telas para depois avançar. ficar só na primeira. Ai >> a gente continua no próximo episódio, né? Acho que daqui é eh não sei. Deixa eu ver aqui se eu vejo como que é. Eu passo no grupo depois, próxima data, >> tá bom? É, acho que é dois, três meses a gente repete novamente. Depois nós vamos subir isso aqui para essa gravação para o para o Flente Play 18º encontro. Todos estão lá, os outros 17. >> Sal, >> espero que hoje tenha aquecido seu coração. >> Eu agora fiquei um pouco preocupada porque eu acabei relatando uma situação nossa interna muito particular. E esse vídeo vai pro YouTube, né? Não fica como que fica essa questão? >> É simples. Você fala para ela não assiste um negócio diferente de play não. Isso daí é ruim. >> Ai ai. Eu esqueci. Eu esqueci completamente que tava sendo gravado. >> Você não disse o nome dela? É, eu não disse só por pelo >> ela assistir, se ela assistir, ela pode ter uma grande oportunidade de assistir mais de uma vez, duas, três e falar: "Meu Deus, é isso, é isso." Ou ela pode

o nome dela? É, eu não disse só por pelo >> ela assistir, se ela assistir, ela pode ter uma grande oportunidade de assistir mais de uma vez, duas, três e falar: "Meu Deus, é isso, é isso." Ou ela pode continuar no milindre, a escolha dela. >> Sim, >> não tem nada mais caridoso do que ela assistir isso aqui, já que o nome dela, nós não, ninguém aqui sabe quem que é ela. Talvez a Neida, saiba, né? Não, Ana Maria não, Cene, não. Tá vendo? Tá protegida. >> Uhum. >> Né? E é uma oportunidade porque nós não falamos mal dela, nós falamos sobre um episódio e como a gente acha que é o caminho com Jesus para isso, né? >> É, na verdade era um estudo de caso, né? >> É um estudo de caso. >> É. E a gente acabou relatando eh casos, um caso específico, porém não falou o nome da pessoa. Então nós não infringimos nem a lei do país e nem a lei moral de expor alguém ao ridículo, a uma situação, né? Graças a Deus. >> Graças a Deus. >> Quem aceita fazer a oração? Ana Maria, você aceita, Ana Maria? >> Agora, na hora da oração, o a internet dela travou. Travou para vocês também? Sim, >> parece que travou. >> Congelou. >> Congelou. >> Não anotei de forma equivocada. 14 de novembro é nosso próximo encontro. >> Olha só. Legal. 14 de novembro, estamos aqui, podemos seguir. Quem sabe a gente avança as sete telas, né? Ela caiu. Alguém aceita fazer oração? Tá voltando. Oi. Ah, tá sem o áudio. Não ligou o áudio ainda. É, Nani, vai ser você fazer oração e eu não consigo ligar o áudio para ela. Muito bem, mandei uma mensagem para você aí no chat. Então eu vou fazer a oração, tá? Então vamos fechar nossos olhos, se quisermos, para concentrar em Jesus e na oração que queremos agora, nesse instante, nessa conexão com o seu amor. Bondoso mestre Jesus, coração que ama o mundo inteiro. Nós aqui nos apresentamos como simples trabalhadores da sua seara e rogamos que aceite o povo que já aprendemos e cultivar esta alma. e ensina-nos, mestre, o caminho libertador da cura de nossas feridas, a partir do amor, da caridade, esse

trabalhadores da sua seara e rogamos que aceite o povo que já aprendemos e cultivar esta alma. e ensina-nos, mestre, o caminho libertador da cura de nossas feridas, a partir do amor, da caridade, esse bálsamo poderoso de tamanha virtude que se aplica todas as chagas do teu coração e cur. Nós possamos ter essa chama divin que alimenta e fortalece a nossa jornada. E assim sermos servidores da sua grande proposta de iluminação para o nosso planeta. No cadinho do dia a dia, nos nossos sentos espíritas, sejamos vós os que nos doamos plenamente, sem exigir nada. Gratidão, mestre, e o próximo encontro estejamos aqui novamente fortalecidos nesse aprendizado libertador. Assim seja. Assim seja.

Mais do canal