#17 Estudando O Livro dos Espíritos - Inteligência e instinto

Mansão do Caminho 03/08/2021 (há 4 anos) 1:11:24 5,450 visualizações 670 curtidas

Tema: Inteligência e instinto  A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.

Transcrição

Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Boa noite a todos, queridos amigos. Estamos começando mais uma noite de estudos do livro dos espíritos. É com muita satisfação que nos reunimos hoje aqui. Eu sou Cristiane Drux, vou fazer a minha audiodescrição. Sou uma mulher meia idade, já cabelos grisalhos, quase grisalhos em sua totalidade, pele branca, uso óculos. E quero também reverenciar o meu companheiro aqui na apresentação, Carlos Campete, que também é um homem de meiaade, pele branca. Hoje o Carlos está vestindo uma camisa, uma camisa polo preta. Está eh com fundo branco, uma parede branca, com um belo quadro eh de de um barco à beira de uma praia. E gostaria também de poder apresentar as nossas intérpretes eh de Libras, né? Inicialmente apresentando a Verônica Lima, companheira nossa aqui do Rio de Janeiro, com um amplo currículo que inclui coordenação de estudos da doutrina espírita pela CONSEB para grupos de surdos e ouvintes bilíngues, língua portuguesa escrita e Libras, que está hoje eh com uma camiseta, com uma blusa de malha cinza, né, grafite. A Ver também é uma mulher de meia idade, tem cabelos pretos, está preso, são presos os cabelos, é um rabo de cavalo ou num coque, não dá para identificar muito bem. Em um coque. Isso. E Verônica também usa óculos, uma armação preta, marrom, escura, né? E vou apresentar também a Ariane, aproveitando que vai compor com Verônica a tradução em Libras. Ariane está com uma blusa de manga comprida, preta. é jovem, também tem cabelos pretos, eh olhos escuros e também está prendendo os cabelos um formato de coque ali. Talvez seja uma técnica, não sei, para facilitar a visualização de todos. Eu acho que é uma técnica. Então, Carlos, eu passo aí para você também para que você possa nos falar sobre os nossos convidados. Muito bem, Cris. Muito obrigado. A nossa eh primeira convidada de hoje é Maria Eugênia Canto Cabral, que já esteve

u passo aí para você também para que você possa nos falar sobre os nossos convidados. Muito bem, Cris. Muito obrigado. A nossa eh primeira convidada de hoje é Maria Eugênia Canto Cabral, que já esteve conosco aqui quando nós iniciamos em abril, não é? O nosso Estudando o Livro dos Espíritos. E a Eugênia é uma mulher também eh mais para jovem. É uma blusa, está usando uma blusa escura, preta, com umas pintinhas com com a cor assim, eh, talvez seja para cinza. E ela está usando óculos também com armação e para marrom, eh cabelos escuros e bom, acho que é é isso audiood descrição. E ela é Eugênia, ela é palestrante espírita, trabalha no centro espírita João Evangelista e colabora com a Federação Espírita do Estado do Ceará na coordenação da área mediúnica. é membro também de uma ONG que é ONG Grupo Espírita Casa da Sopa, que lida com a população em situação de rua do centro de Fortaleza. Então, como nós dissemos, Eugênia teve conosco aqui logo nos primeiros estudos. Seja muito bem-vinda de volta, Eugênia. Obrigada, Carlos. Boa noite a você, a Cris, ao Josué, a Ariane e aos que estão no bastidor e naturalmente aos internautas. Muito bom. E agora a gente vai apresentar o Josué, que é companheiro nosso aqui do CR, o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro, que vai ser um dos colaboradores hoje aqui na parte expositiva, né? Eh, Josué jovem, ele também usa óculos, eh, preto, né? E ele está com uma camiseta polo também, meio que grafite, se eu não me engano, alguns detalhes em vermelho. Isso. Ou rosa, meio grená assim, umas listras, né? E Josué está eh num ambiente com uma parede clara, branca, ao fundo. Josué eh tem eh larga experiência na área de estudos do espiritismo. eh foi participante e evangelizador do movimento de juventude do estado do Rio de Janeiro e ele é atualmente facilitador, coordenador do ESD e atuante no movimento espírita do estado do Rio de Janeiro pelo CERGE, que é a nossa federativa do estado do Rio de Janeiro, onde coopera hoje na área de estudo do Espiritismo. Josué, seus

dor do ESD e atuante no movimento espírita do estado do Rio de Janeiro pelo CERGE, que é a nossa federativa do estado do Rio de Janeiro, onde coopera hoje na área de estudo do Espiritismo. Josué, seus cumprimentos. Muito obrigado, Cristiane. Obrigado, Campete. Desejo de muita saúde espiritual, mental para todos nós e agradecer por esse momento importante em que a gente se reúne para conversar sobre algo além daquilo que a gente está vendo, né? Então, desejo a todos muita saúde e agradecer. Muito obrigado pelo convite. Nós queremos registrar também o nosso agradecimento à CONEB pela parceria na interpretação do nosso estudo para Libras. também aos parceiros que fazem a transmissão simultânea, Espiritismo Net, Mansão do Caminho, Federação Espírita Catarinense, Federação Espírita do Distrito Federal, Web Rádio Fraternidade, Web Rádio Amigo Espiritual, Editora de Luz, Portal da Luz, TV Secal e Seridó Espírita. E logo teremos mais parceiros transmitindo também. Muito bom. Então, vamos começar o nosso estudo. Hoje nós vamos nos debruçar sobre as questões de da pergunta número 71 a 75A, que vão tratar da temática sobre instinto e inteligência. E a primeira questão vai pro Josué. Josué, a inteligência ela é um atributo do princípio vital? Pois bem, eh, bela pergunta, né? Mas de início a gente precisa entender que quando a gente fala de princípio vital lembra vida, não é? E nem tudo aquilo que tem vida tem inteligência. Então, por exemplo, vamos pensar num alface, nos vegetais, por exemplo, contém vida, né? Contém energia, nós nos alimentamos dele, mas eles não têm inteligência, né? É nesse sentido, eles têm um instinto de, por exemplo, o girassol de bus procurar o sol, né? Por isso que o nome é giraol, mas ele não é um, não existe uma inteligência que a gente possa determinar que aquele produto tem, né? O princípio vital se refere à vida orgânica, né? Então, por exemplo, a planta, a bactéria que tem vida, né? né? A gente não pode dizer que não tem a vida, mas ela não tem a inteligência que

o tem, né? O princípio vital se refere à vida orgânica, né? Então, por exemplo, a planta, a bactéria que tem vida, né? né? A gente não pode dizer que não tem a vida, mas ela não tem a inteligência que nós, espíritos, por exemplo, eh, encarnados ou desencarnados, temos. Então, a inteligência não é um atributo do princípio vital, é do princípio espiritual. Seu microfone tá fechado, Carlos. Desculpa, tava fechado o microfone. Eh, Eugênia, essa essa foi a pergunta 71 e Kardec faz um comentário logo em seguida. Você poderia nos dizer o que Kardec apresenta nesse comentário? Tá fechado também seu microfone. Agora é o meu, né? Kardec vai reforçar exatamente que nem tudo o que tem vida tem inteligência. não é? E que a inteligência, o pensamento, a vontade, a faculdade de deliberar, de prover as próprias necessidades, são faculdades que também eh os outros seres orgânicos possuem eh que não os seres humanos, mas que só os seres humanos a eles é dado, né? Inclusive eu me recordo do item dois da introdução do livro, quem depois quiser pode ir lá ler o seu finalzinho, que só o ser humano é dado, por exemplo, ter o senso moral, que é o que o distingue do ser animal, que tem eh uma uma inteligência rudimentar também, né? Então, Kardec nos traz isso aí. Muito bem. Então, seguindo, a gente vai agora abordar a questão número 72. Eu pergunto ao Josué qual a fonte da inteligência? É, os espíritos respondem para Kardec, né, como muitas vezes ele já o dissemos, é a inteligência universal, né? E aí ele faz aí uma se a gente pudesse fazer aí uma uma ponte com a questão 23, né, do livro do espírito, que se pergunta o que é o espírito, né? E os espíritos vão dizer, a Kardec é o princípio inteligente do universo. A inteligência universal é é é muito difícil, talvez para o nosso pensamento a gente definir. Inclusive, Kardec, no final dos comentários vai dizer que eh eh está além às vezes daquele ponto que a gente precisa entender ainda. Então, a gente entende o espírito como e essa inteligência universal eh talvez mais

c, no final dos comentários vai dizer que eh eh está além às vezes daquele ponto que a gente precisa entender ainda. Então, a gente entende o espírito como e essa inteligência universal eh talvez mais próximo da ideia de Deus que a gente tem, né? Mas o espírito ele está envolto nessa nessa nessa nessa formação, nessa vontade divina, se a gente pode dizer assim. Mas é algo que os espíritos eles não esclarecem muito definidamente. E assim, eh, me permita Crise e Carlos dizer que talvez não seja tão importante a gente saber qual é a fonte eh eh da inteligência, né? Porque além de ser muito mais do que a gente possa eh compreender, né, ela talvez não seja importante para a gente agora que temos outras demandas, né, além de saber disso. Mas o o livro dos espíritos, ele é muito simples, muito direto nesse sentido, né? Ele diz que a inteligência universal, a fonte da inteligência é a inteligência universal, né? os meandros que porque ela percorre, a a as facetas que ela vai desenvolver, a gente precisa ter um pouco de paciência para poder entender. Mas se a gente quisesse fazer algo bem mais simples, a fonte da a inteligência universal, a gente pode ser algo da próximo da ideia de Deus, né? Josué Kardec Kardec insiste nessa questão querendo saber dos espíritos se cada ser tira uma porção de inteligência da fonte universal e assimila como tira e assimila o princípio da vida material que seria, né, ali atrás relacionado com o princípio vital, né? Exatamente. E e os espíritos também são muito claros, né, que essa é uma comparação muito inexata, porque é como se eu fosse lá e e e pegasse alguma coisa que não me pertence. Quando que a inteligência é um atributo essencial que caracteriza o espírito. Então, o espírito ele está imerso nessa fonte de de da inteligência universal. ele ele não pega essa fonte, ele não, né, ele é uma parte integrante dessa dessa dessa fonte de inteligência. E se é possível materializar, eh, vamos pensar aqui no concreto, né? Todo mundo conhece o que é

le não pega essa fonte, ele não, né, ele é uma parte integrante dessa dessa dessa fonte de inteligência. E se é possível materializar, eh, vamos pensar aqui no concreto, né? Todo mundo conhece o que é o concreto. O concreto ele é feito de vários elementos lá, mas se você tira o cimento, ele é tudo menos concreto, ele vai ser outra coisa. Então, o espírito sem inteligência, ele não existe. Então, ele não é que pega, ele ele ele é uma emanação dessa inteligência, né? Ele não pega um pedaço lá como se fosse uma coxa de retalho. Eu vou pegar um pequinho aqui, né? A Cris pegou o pedaço dela porque ela gostou mais da inteligência do do da área jornalística. O Campete também já pegou uma Não é isso. A gente nós somos a inteligência, né? o princípio inteligente. Então, não é como o princípio vital que cada um pega, um é mais forte, o outro, dependendo da da sua necessidade, vai pegar um pouco mais, vai ter um pouco mais de longidade. Não, é um atributo que todos nós temos, né? É, é, é essencial para a nossa individualidade. Não há como a gente pegar. Nós somos, estamos imersos nessa questão da inteligência. Muito bom, José. Olha, eh, Eugênia, antes da gente partir pro segundo elemento da nossa análise hoje, que é o instinto, eu quero só aproveitar o gancho aqui de uma pergunta que apareceu no chat paraa gente poder recuperar inclusive alguns conceitos. O Luís Guimarães pergunta o seguinte: "Essa capacidade de se de aprender e se desenvolver presente em todo seria a inteligência?" E aí a gente vai querer recuperar o que a gente falava antes sobre a vida orgânica, né, que o Josué abriu o estudo hoje falando disso. Então, Josué, ter capacidade de aprender e se desenvolver automaticamente infere que aquele ser possui inteligência ou não? é o desenvolvimento, né, do do ponto de partida para se chegar a um alvo, né, que vai até adiantar. Isso é um desenvolvimento, né? E como a gente acredita piamente que o espírito não retroage, a doutrina espírito é uma doutrina de progressividade,

para se chegar a um alvo, né, que vai até adiantar. Isso é um desenvolvimento, né? E como a gente acredita piamente que o espírito não retroage, a doutrina espírito é uma doutrina de progressividade, essa inteligência ela vai sendo exercida ao longo das nossas vivências, ao longo das nossas encarnações, né? Podemos ter aqui, por exemplo, eh eh uma ideia de nós, vamos tomar nós como princípio, nós com 10 anos de idade e nós hoje com mais de 10 anos de idade, com mais de 15, vamos dizer assim, como é que nós fomos exercendo essa inteligência, né? Então é algo que ela vai saindo de um ponto A para um ponto B, para um ponto C, para um ponto D e que leva a gente a um a um a a sempre procurar mais, a a crescer, né? Há um crescimento. Então essa capacidade de se desenvolver, ela é inteligência. Ela pode começar lá como extinto, né? Mas vai redundar na inteligência, seja ela para aspectos positivos ou para aspectos não tão positivos assim, mas é inteligência. Muito bem, Cris. Vamos ficar um pouquinho ainda aqui, né, nas perguntas para Eugênia agora. Eugênia, eh, nós temos duas duas perguntas interessantes. Eh, a Fernanda Lopes perguntou algo que mais ou menos já está respondido, mas vamos dar um reforço aqui, Eugênia. A inteligência universal é a inteligência suprema de Deus. fechado o microfone de novo. Feche para não atrapalhar. Eh, conforme a questão que abre essa obra que estamos estudando, Deus é a inteligência suprema e, além disso o encriado, aquele que tudo criou, não é? A partir do qual eh tudo se origina. Então, sim, podemos dizer que a inteligência universal é a inteligência suprema de Deus, né? Deus é o ponto de partida, a origem de tudo. Agora, origem, que é uma palavra sinônima de gênese, a gênese é algo que está ainda obnubilado, obscurecido para nós inteligências no nível evolutivo em que nos encontramos. no no nível evolutivo em que nos encontramos, né? Aí basta observar ao nosso derredor o planeta que nos abriga, que hora nos abriga. A Terra não é um planeta muito adiantado. Daí

que nos encontramos. no no nível evolutivo em que nos encontramos, né? Aí basta observar ao nosso derredor o planeta que nos abriga, que hora nos abriga. A Terra não é um planeta muito adiantado. Daí nós podemos inferir que por mais inteligentes, perspicazes, até mesmo adiantados que sejamos, em estando aqui na condição de seres em evolução, nós não temos condição de abarcar, de compreender, de receber mesmo até como revelação certas verdades concernentes à criação. ainda está distante de nós, ainda não alcançamos. Então, para nós ainda há muito, muita, muita coisa ainda se descobrir, né? Por isso que poeticamente chamamos Deus de incognocível. É até o título de um poema de Antério de Quental, não é? pela mediunidade sacrossampanto do Chico ali no livro Parnazo. Eh, Cris, vamos aproveitar antes de entrar em extinto ainda, essa outra pergunta da Márcia aqui, acho que você tava atenta a ela, né? É paraa Eugênia ainda, viu, Eugênia? fazendo essa sequência do que você comentou, a a Márcia eh Casimiro diz assim: "Podem tecer algum comentário a respeito de inteligência versus, né, o X sabedoria? Qual a relação de inteligência com sabedoria? Olha, a inteligência é um atributo do espírito, conforme dizem os espíritos, a Kardec ali pela questão 23, 24. Mas a inteligência, conforme Josué traz aí na sua explicação, muito didática, muito lúcida, ela nos serve para e ir impulsionando o nosso desenvolvimento, a nossa acese, a nossa evolução. Podemos ter muita inteligência do ponto de vista da do saber, do conhecimento, né? Podemos ser pessoas, digamos, sabidas, mas desprovidas de sabedoria, porque a sabedoria ela alia o conhecimento a virtudes, né? Inclusive, nós ainda não vamos tratar agora, mas no próprio livro dos espíritos, a partir do item 100 até o item 114, é tratada a escala espírita. E ali dentre os espíritos bons, que é a segunda ordem, há uma das classes que fala dos espíritos de sabedoria. Então, a sabedoria ela vai aliar o saber, que é o conhecimento, podemos dizer, das

írita. E ali dentre os espíritos bons, que é a segunda ordem, há uma das classes que fala dos espíritos de sabedoria. Então, a sabedoria ela vai aliar o saber, que é o conhecimento, podemos dizer, das coisas com a virtude, que é aquilo que eu eu costumo, né, refletindo com meus botões, dizer que que a virtude é um patrimônio inalienável do espírito. Uma vez conquistado, nós não vamos reencarnar nunca. Nenhum guia espiritual vai nos dizer ou vai nos toler dizendo assim: "Agora você vai reencarnar menos amoroso, menos paciente, menos virtuoso?" Não. Agora, a inteligências desprovida da virtude, simplesmente o conhecer, o dilatar as faculdades intelectivas do conhecer pode ser usada para o mal. E aí nós podemos reencarnar tolhidos naquela habilidade. Não que o nosso patrimônio amealhado de conhecimento ou mesmo desenvolvimento da inteligência do espírito seja perdido, mas é alienado por um período. A pessoa é convidada a reencarnar em um corpo que não exprima, que não possa exprimir na sua plenitude, na sua inteiraza, aquilo que ela é capaz em termos intelectivos e de conhecimento, porque mal usou, porque fez, distanciou-se das leis de Deus mediante um uso inadequado e às vezes até perverso. Muito bom. Eu vou vou colocar uma questão aqui pro Josué ainda a respeito dessa questão da inteligência, né? Nós vimos na abertura do estudo hoje uma afirmação taxativa dos espíritos afirmando que a inteligência ela não é atributo do princípio vital, tá? Só pra gente não confundir aí algumas denominações. Então, Josué, a nossa irmã Isabel Guilhermina Amílio Costa, ela faz aqui uma uma ela nos dá uma atestada e depois intera com uma pergunta. Ela diz o seguinte: "O princípio espiritual está presente nos minerais, vegetais e animais, e no homem, o espírito." Como dizer que a inteligência é um atributo do princípio espiritual? Essa é a pergunta dela, né? Mas eh eu complemento a pergunta. A inteligência ela é um atributo do princípio espiritual ou do espírito? Só pra gente saber fazer aí a diferenciação das

cípio espiritual? Essa é a pergunta dela, né? Mas eh eu complemento a pergunta. A inteligência ela é um atributo do princípio espiritual ou do espírito? Só pra gente saber fazer aí a diferenciação das coisas. Uhum. OK. Quando o Kardec coloca essas terminologias, e você falou muito bem, Cris, são muitas terminologias, a gente precisa entender, né? Quando a gente fala de princípio espiritual, vamos pensar que é o ponto de partida. espírito somos nós que temos hoje um corpo físico, que exercemos a nossa capacidade de inteligência e percebemos a nossa individualidade. Essa é uma característica fundamental que difere, por exemplo, eh, que vai nos diferir dos animais, por exemplo, dos chamados animais irracionais, né? essa percepção da vontade, da individualidade, isso é que caracteriza o espírito. Isso que caracteriza o espírito, essa possibilidade de você se entende como pessoa. Eu entendo que a minha ação ela vai influenciar no universo, na vida das pessoas, né? Que eu preciso me melhorar, não é isso? É uma gradação. É uma gradação. A gente for, se a gente puder materializar, é um ponto de partida para um ponto eh eh mais evoluído. Não vou dizer nem de chegada, né? Porque eu não posso fechar essa circunância, porque como disse a própria questão, tem muita coisa que a gente não tá ainda em condições de entender, né? Mas considerando que o princípio espiritual é esse ponto de partida, né? é um caminhar, é, é, é um exercício, né, até a gente atendir essa condição de espírito, que é esse ser que compreende a sua individualidade, ele compreende a sua ação na natureza, né? Ele tem a vontade, ele executa a vontade de pensamento próprio, né? Ele não é só movido por instintos, ele é movido pelo pensamento, pela concatenação. É o que a gente tá fazendo aqui agora, né? A gente tá conversando, alguém, alguém discute, vocês contribuem, alguém de outro lugar contribui essa questão de fazer pergunta, por exemplo, só um espírito pode fazer, só então a inteligência, né, Josué? Então,

onversando, alguém, alguém discute, vocês contribuem, alguém de outro lugar contribui essa questão de fazer pergunta, por exemplo, só um espírito pode fazer, só então a inteligência, né, Josué? Então, concluindo, quer dizer, tentando fazer aí uma amarração, a inteligência ela vai ser sempre um atributo do espírito já maduro, né? jáido um determinado nível na escala evolutiva. Impressão que Eugênia quer comentar alguma coisa depois. Pode falar, José. É porque assim, eu faria mais Cris a exercer essa inteligência, essa esse exercer a inteligência é uma cara fundamental, que senão não é espírito, né? É máquina, por exemplo. Mas muito bem, Eugênia. essas questões na na eu creio que serão melhor compreendidas, talvez a partir da próxima semana ou das próximas semanas, uma vez que nós vamos eh ver o que é o espírito grafado com o E maiúsculo. Uhum. e distingue-se do espírito grafado com minúsculo. Porque o o espírito com minúsculo, quando Kardec indaga, na questão 23, ele pergunta o que é o espírito, os espíritos respondem: "É o princípio inteligente do universo e e é na 24, 25 e 25a é que são bem elucidativas, porque elas vão dizer que inclusive um parênteses feito pelo próprio Kardec, né? Aqui o espírito, abstração feita as individualidades que por esse nome se designam. As individualidades é o que Josué tá dizendo aí, aquele ser que já tem consciência de si, que logica, né? Mas logicar é uma conquista evolutiva que vem depois do do princípio espiritual ou inteligente individualizado. A que damos o nome de espírito com é maiúsculo, que já tem eh a capacidade de comunicar-se, de decidir, de optar, de deliberar, de criar, não é? Eh, a capacidade de argumentar, ela também ela vai se desenvolvendo. Eh, até assim, se olharmos a evolução humana, demorou para sermos capazes de usar a linguagem, de grafar, né, escrita e e daí a humanidade deu um salto, né? Então assim, é preciso compreender também que há níveis, a própria capacidade de logicar, né, que é discernir o que é premissa, do que é

, de grafar, né, escrita e e daí a humanidade deu um salto, né? Então assim, é preciso compreender também que há níveis, a própria capacidade de logicar, né, que é discernir o que é premissa, do que é conclusão, concatenar ideias e ter uma poder, um poder de argumentação, tudo isso vai se desenvolvendo. Muitos de nós no nível evolutivo aqui do planeta Terra eh tem dificuldade, por exemplo, em logicar, confundem, né? E aí daí faz surgir na filosofia um tipo de argumentação a que damos o nome de falácia, que é um argumento falso. A pessoa ela usa as premissas e concatena com a conclusão de forma falaciosa, de forma sofística, né? Ou seja, de forma a com intenção de enganar ou não. Mas ela não às vezes sabe usar e usa com intenção de enganar. era próprio dos políticos da antiguidade clássica, estabilidade, né, sofística. E hoje alguém pode usar porque não domina, porque não sabe usar. Então não tem capacidade de logicar, embora tenha capacidade de pensar e de se comunicar, né? Então assim, para dizer que agradações, né? Não sei se ficou claro, mas intenção é clarear e não obscurecer. Eh, está bem por agora, né, Cris? Eh, como a Eugênia está colocando, nós vamos devagarinho porque é coisa que a gente não pode entender. Algumas perguntas inclusive que elas precisam de alguns requisitos pra gente poder entender. Então, vamos voltar, Cris, aqui ao à sequência pra gente começar com instinto, não é? Eh, eu vou fazer essa pergunta aqui para pra Eugênia, depois você faz a outra pro Josué. Eh, o instinto independe da matéria, Eugênia? Olha, o instinto independe da matéria, sim, porque há seres brutos, né? Os os minerais, os, na verdade, aquele comentário, a questão 71 que Kardec faz, ele complementa dizendo três categorias, né? A os inanimados, né? Poderíamos dar exemplo dos minerais. Nos seres inanimados não há nem vida, nem inteligência. a aqueles seres orgânicos em que há vida e não inteligência no no sentido do pensamento, né? Então, eh e num terceiro nível mais adiantado, a

s. Nos seres inanimados não há nem vida, nem inteligência. a aqueles seres orgânicos em que há vida e não inteligência no no sentido do pensamento, né? Então, eh e num terceiro nível mais adiantado, a vida orgânica, né? Os seres animados pensantes, em que há vida orgânica e há pensamento. Então, nesse sentido, o instinto ele se dissocia matéria, não instinto e matéria são separados, né? Agora, uma outra questão é se o instinto independe da inteligência, que é a questão 73, não é, do livro dos espíritos. E aí não não não é independente não, porque o instinto é um tipo de inteligência, uma inteligência rudimentar. para aprofundar isso aí, quem desejar, eu não sei se é prematura essa dica, se for o Carlos me corrige e dá uma melhor, porque ele tem mais experiência do que eu. Mas quem quiser aprofundar, pode aprofundar inteligência e instinto. Lá no livro a Gênesis, capítulo três, tem um trata do bem e do mal, tem uma parte só de instinto inteligência em que Karnec vai aprofundar esse assunto aqui. Aqui no livro dos espíritos, nós temos eh a inteligência e o instinto. Lá na Gênese, nós temos um tópico que é o instinto e a inteligência. E Kardec vai aprofundar a questão do instinto mesmo, inclusive especulando eh hipóteses que ele lança, né, possibilidades para um melhor entendimento, mas que ele faz questão de dizer que são hipóteses, né? sempre essa questão aí de lembrar da nossa limitação intelectiva e evolutiva para compreender na sua totalidade muita coisa que que nós já conseguimos indagar, mas não conseguimos desvendar. Muito bom, Eugênia. Antes de passar pro Josué, eu vou ler rapidamente um comentário aqui do Artur Teles, que tá tangenciando exatamente nessa questão que Eugênia acabou de colocar aqui pra gente. Na verdade, ele faz uma pergunta, mas nos traz um exemplo e acaba já exemplificando, atestando a resposta, né? O instinto tem relação com os movimentos de autodefesa, como quando algo vem na nossa direção, de nossos olhos, e os fechamos e levamos os membros superiores como proteção. Ele

estando a resposta, né? O instinto tem relação com os movimentos de autodefesa, como quando algo vem na nossa direção, de nossos olhos, e os fechamos e levamos os membros superiores como proteção. Ele tá perguntando, mas o próprio exemplo que ele deu já nos mostra que o instinto tem relação com a inteligência. Já é uma forma rudimentar de inteligência, como a Eugênia muito bem explicou. Então, Josué, dando sequência, é possível estabelecer onde acaba o instinto e começa a inteligência? Essa pergunta é muito bacana. E quando eu estava lendo a pergunta, né, você é forçado a exercer sua inteligência para poder entender a resposta dos espíritos, né? De imediato, os espíritos dizem que não, né? Mas por que que eles dizem que não? Porque nós, na nossa condição, nós variamos entre extinto e inteligência, né? A gente varia e como disse aí o companheiro que que contribuiu muito bem, né? Se a gente for pensar, instinto é emoção básica, é necessidade básica, né? Inteligência é emoção superior, se a gente pudesse dizer assim. E é possível a gente perce agora, é lógico, a gente pode perceber quando a ação é uma ação de instinto e quando a ação é uma ação de inteligência, provindo da inteligência, né? E eu vou fazer um link aqui, me permita fazer um link lá com uma mensagem do Evangelho Segundo Espiritismo no capítulo 11, uma mensagem de Lázaro, que é a lei do amor. E ele vem falando sobre essa questão do instinto. E é muito interessante como ele ele realmente faz essa sequência, né, de que o instinto ele é o ponto de partida. E aí, em determinado momento, Laro vai fazer o comentário. O extinto avançado mais corrompido, ele produz sensações. Mas quando o instinto é instruído e purificado, ele possu ele produz sentimentos. E sentimento é inteligência. Porque quando a gente tá falando de inteligência na doutrina espírito tá falando da inteligência crística, que o crístico veio trazer, veio trazer para nós. Não é só inteligência pura, matemática de se medir, né? é inteligência emocional

nteligência na doutrina espírito tá falando da inteligência crística, que o crístico veio trazer, veio trazer para nós. Não é só inteligência pura, matemática de se medir, né? é inteligência emocional também que está ali. Então, eh, se me permitem materializar, todos nós estamos uma pessoa com muita fome e com um pão na mão. O instinto vai dizer que ela precisa se alimentar. E a mais nesse frio aqui que a gente tá passando no Sudeste, né, e no Sul, você tem que estar com a barriguinha cheia, quentinha. Uma pessoa com pão na mão e que vê outros companheiros com fome, mas que joga migalhas e se diverte com aquelas pessoas esfomeadas, esfaimadas, brigando pela migalha do pão, ele tem um instinto ainda corrompido. É uma inteligência, mas é corrompida. Agora, quando eu tenho o pão na mão, estou com fome e diante de companheiros que têm fome, o meu sentimento é de se colocar também na condição daquele companheiro, eu partilho o pão. Quando eu partilho o pão, eu tô falando de sentimento. E isso para nós é inteligência, porque é é esse exemplo que Jesus vem nos dizer, né? Mas a gente pode quando acaba um, quando acaba outro e nós humanos, determinada hora, né? Eh, se eu for no num estádio de futebol, eu posso agredir um companheiro só porque queria de outro time. Isso é extinto. A gente transita, mas é possível a gente perceber pelo resultado das ações, né, se a ação é uma ação do extinto ou se foi uma ação da inteligência, né? Eh, eh, é, é muito perceptível isso, sobretudo nessa época de pandemia, a gente pode observar essas ações quando a ação são ações de instinto humano e quando as ações são de extrema generosidade e compreensão. E aí a gente tá falando de sentimento, de inteligência e inteligência com Jesus. Eugênia, na sequência dessa pergunta, Kardec faz uma outra que vai complementar o que o o Josué estava, né, falando. É acertado dizer-se que as faculdades instintivas diminuem à medida que crescem as intelectuais? Olha, os espíritos dizem que não. Eles dizem que o instinto vai sempre existir,

ué estava, né, falando. É acertado dizer-se que as faculdades instintivas diminuem à medida que crescem as intelectuais? Olha, os espíritos dizem que não. Eles dizem que o instinto vai sempre existir, não é? Eh, é isso que eles respondem, que não é acertável. Inclusive, deixa eu pegar aqui minha cola porque eh é a 75 essa aí, né? Isso. Eles vão dizer assim, ó: "Eu vou ler para não falsear, viu, gente? Porque minha memória anda me deixando na mão." A resposta é assim: "Não, o instinto existe sempre, mas o homem o despreza. O instinto também pode conduzir ao bem. Ele quase sempre nos guia, quase sempre nos guia. e algumas vezes com mais segurança do que a razão. Ele nunca se transvia. E aí, eh, como eu sei que haverá uma subdivisão dessa pergunta e também um comentário, eu não vou me estender muito, mas, eh, eh, eu vou dar um exemplo que talvez possa elucidar, não é, nessa questão, porque assim, eh, eu sempre quando leio no livro dos espíritos isso, surge em mim um certo conflito em relação a essa mensagem que Josué fez alusão do evangelho, que é belíssima e e tem muita sabedoria nela. Porque eu fico pensando, né, nessa mensagem do evangelho. Eu cristalizei isso, até porque no meu início, no espiritismo estudava mais o evangelho do que o livro dos espíritos. E quando eu vi essa resposta, eu falei: "Nossa, mas não, não pode ser". E aí fiquei tentando conciliar. E posso dizer assim que quando a gente lê lá na Gênese, que tem cominúcia, né? Dos itens 11 ao 19, são nove itens. Eh, Kardec vai esmiçar tanto que ele vai falar inclusive dos instintos, algo como que embrica-se com aquilo que se chama paixões e que os efeitos dos instintos confundem-se com os efeitos das paixões. Nesse sentido, é aquilo que é pernicioso e mal é a paixão e não o por o instinto, vamos compreender. Josué falou do do da do girassol, ele busca luz. Isso é instinto. Instintivamente busca a luz. Há plantas que instintivamente são trepadeiras, instintivamente elas buscam um local para se enroscar. Isso é

é falou do do da do girassol, ele busca luz. Isso é instinto. Instintivamente busca a luz. Há plantas que instintivamente são trepadeiras, instintivamente elas buscam um local para se enroscar. Isso é instinto. Eh, um exemplo que eu quero dar, que eu acho que elucida, né, o o a razão se equivoca. Por quê? Porque a razão nos seus primórdios, ela tá calcada em crenças. E crenças nem sempre estão próximas da realidade. Às vezes elas se distanciam. Há crenças distorcidas. Por exemplo, um uma pessoa que envolve o seu corpo em dinamite e perpetra um ato terrorista sob a motivação e a crença de que vai pro céu, ela está com a sua razão obnubilada. Então ela usa equivocadamente a razão a ponto de estiolar o seu instinto de conservação, né? Então o agora instintos, vamos ver, há instinto maternal, que é próprio dos seres que que geram, que dão uma luz, não é? Eh, mamíferos. E esse instinto no reino animal maternal do cuidado com a próle, ele cumpre a sua função. A mãe humana, por conta de injunções cármicas, quando gera um bebê que é seu antagonista do passado ou por por várias injunções da sua vida presente, ela pode decidir, por exemplo, botar esse bebê numa lata de lixo. Isso é decisão de uma razão equivocada. de um uso distorcido da razão e da inteligência. O instinto, por exemplo, num animal, quem cria pet, né? Eu não crio. Inclusive, o único ser vivo que tem na minha casa era eu até pouco tempo. Aí os meus amigos me deram plantas, mas quem cria pet, por exemplo, percebe que o animal ele não vai comer além do que o seu estômago comporta. O instinto eh básico de alimentar-se, né? Ele tem fome, ele se alimenta, ele se sacia, ele para. O ser humano ele distorce porque ele quer satisfazer o apetite, não o estômago. Então o instinto da fome nos leva a nos alimentar. Até a saciedade satisfaz. Pronto. Mas nós queremos, talvez até por uma carência, sei lá. E aí as causas são várias. suprir uma ansiedade, uma carência com uma alimentação ou com o sexo, que também o animal não exarceba,

isfaz. Pronto. Mas nós queremos, talvez até por uma carência, sei lá. E aí as causas são várias. suprir uma ansiedade, uma carência com uma alimentação ou com o sexo, que também o animal não exarceba, ele usa adequadamente. Então, nesse sentido, o instinto nunca se engana, como dizem os espíritos aqui, mas a razão ela pode se ela pode viciar o instinto, eh, gerando paixões que são às vezes difíceis de erradicar. Dou um exemplo. Eh, quem estuda a revista espírita sabe tem ali o caso de Baltazar, o espírito gastrônomo. Altazá apresentou-se espontaneamente a reunião da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. E as primeiras frases que esse espírito disse eh mostram o apego que ele tinha ao sensório e e ele diz: "Viva o eh o licor e as mulheres, o o melão e e e o café, algo dessa natureza". Ele é um espírito que comunicou-se mais de uma vez e Kardec vai conversar com ele exatamente dessa dependência que ele tinha. Ele ele vai desencarnado, procurando onde há os banquetes com a CEPIPs requintados, né? Então ele está viciado. Isso é uma paixão. Isso não é do instinto, isso é paixão. Muito bom, Carlos. Antes de da gente passar pro Josué na próxima pergunta, eu queria só poder encaixar aqui uma observação, na verdade uma pergunta que eu achei muito importante do André Luiz Polemine de Mesquita. De novo nessa nossa intenção de ir amarrando aí alguns conceitos. Eugênia, qual a diferença de princípio inteligente para princípio espiritual? Aliás, essa pergunta é a pergunta que eu fiz quando eu começava no estudo sistematizado da doutrina espírita. Me lembro de ter feito essa pergunta. Os animais têm princípio espiritual? Qual é a diferença? Princípio espiritual ou princípio inteligente? Para mim esses esses temas são sinônimos, não é? Agora, se alguém souber a diferença e e eu tiver equivocada, aí eu vou ficar muito feliz também de conhecer a diferença. Josué quer colaborar, meu irmão? Princípio inteligente e princípio espiritual. Quer dizer, os animais têm princípio espiritual ou tem princípio

eu vou ficar muito feliz também de conhecer a diferença. Josué quer colaborar, meu irmão? Princípio inteligente e princípio espiritual. Quer dizer, os animais têm princípio espiritual ou tem princípio inteligente? Eu eu não consegui ouvir a resposta de Eugênia. infelizmente deve ter alguma conexão. Eh, eh, mas eu tô muito, eu, eu, eu acho que ela respondeu certinho. Tenho dúvida pela, pela assertiva de vocês, balançando a cabeça, né? Assim, quando a gente fala de de de inteligência, né, de inteligente, e e a gente tá falando de espírito, né? A gente tá falando desse ser que age, que, como a gente falou lá atrás, tem uma individualidade, né? e que no nesse momento nós aqui somos estes representantes, né? Eh eh eh é basicamente isso, né? Eu eu às vezes sou muito sintético no meu pensamento e e não sei de perir. Pode colaborar, querido Campete. Carlos Carlos tem uma só fazer um um pequeno comentário. Digamos que o princípio inteligente ele desenvolve, né, a capacidade da da da sua eh o princípio espiritual, quero dizer, desenvolve a sua capacidade inteligente. Isso. Então, a inteligência é um atributo. E o princípio espiritual é o que ele é, a essência, não é? Que vai se desenvolvendo nas diversas etapas lá do reino mineral. Uhum. Que alguns não concordam, mas que tá claro lá na questão 540 do livro dos espíritos, que o arcanjo começou por ser átomo. Eu fui lá no original porque eu pensei, pode ter um erro de tradução aqui, porque pode ser que começou por estar na condição de, mas lá tá escrito, começou por ser átomo, 540. Então o o ser começa o seu desenvolvimento lá pelo reino mineral e aí vai proporcionalmente acumulando, acumulando experiência, vai acumulando e até chegar então nas outras etapas e vai desenvolvendo então esse princípio espiritual, vai se desenvolvendo até desenvolver o instinto que progressivamente, não é, vai eh se tornando a a inteligência Porque conforme vocês colocaram, o instinto é uma inteligência rudimentar. Então, o assunto é muito complexo. Eu só

envolver o instinto que progressivamente, não é, vai eh se tornando a a inteligência Porque conforme vocês colocaram, o instinto é uma inteligência rudimentar. Então, o assunto é muito complexo. Eu só queria agregar aqui, gente, que quando começou a desenvolver o ESD, lá pelos anos de 82, 83, a minha mulher colaborou na confecção de alguns dos roteiros, daquele ES primeiro original, lá do comecinho. E ela então trabalhou cerca de um mês para escrever sobre instinto e inteligência. era uma mesa grande. Ela dizia: "Não toquem nesses livros. Não tinha internet como hoje, nada disso não. Era tudo na base do livro mesmo. Ela aquela quantidade de livro aberto em cima da mesa. Não toca nos meus livros enquanto eu não terminar com isso. Ela terminou o texto, entregou o presidente então da FEB, Francisco Tizen, examinou e devolveu para ela com várias anotações para ela aperfeiçoar o texto depois de tudo isso. O assunto é complexo e ele exige muito, mas tem um material muito precioso. Vocês estão citando fontes e a gente coloca, quem não fez o ESD ainda, gente, precisa fazer, não é? Porque lá nós encontramos muito, muitos elementos pra gente aprofundar, não é, certos conceitos ou pelo menos iniciar os estudos desses conceitos. Mas aqui a gente vai até onde é possível, tem várias perguntas, né, que estão colocadas, mas siga lá, Cris, vamos paraa seguinte. Então, a próxima é pro nosso amigo Josué. Eh, deixa eu me achar aqui. Eh, aliás, pra Eugênia, não pro Josué, não é? Pro é pro Josué, sim. É, é. Você tá dizer que a faculdade isso, essa daqui pro Josué. Por nem sempre a razão. Isso aí. Vai, vai, Carlos. Vai, Carlos. Vai. Isso. Por que nem sempre a razão de infalível, José? E novamente aí o até comentou alguma coisinha sobre isso. Isso. Vocês me ouvem direitinho? Perfeito. OK. E aí, novamente, a gente traz para a nossa condição hoje. Vamos nos imaginar quantas vezes nós tomamos ações que nós acreditávamos racionais e depois a gente viu que não foi tão racional assim, né? A nossa razão, ela é

gente traz para a nossa condição hoje. Vamos nos imaginar quantas vezes nós tomamos ações que nós acreditávamos racionais e depois a gente viu que não foi tão racional assim, né? A nossa razão, ela é volúvel ainda, ela está volúvel ainda, né? Então, por isso que nem sempre ela vai ser um guia infalível. Dependendo da cultura, dos vícios que a pessoa tenha, ela vai acreditar que ela tem razão em executar determinada ação, mesmo a ação não sendo bem fazeja, mesmo a ação não sendo boa para todos. mesmo que e aí a gente, eu eu não consigo eh eh não imaginar, né, já que ele é o nosso gu modelo, né, ele como referência dessas dessas ações, né, quantas ações racionais são tomadas às vezes por nós mesmos que vai de encontro ao ensino do Cristo, né? E a gente vê e essa razão, né? E aí me fez lembrar aqui, me veio na cabeça agora o capítulo do Evangelho Segundo Espiritismo. Há alguns anos era racional. Alguém me ofendeu, eu vou lá e tiro a vida daquela pessoa. Com o tempo, a gente percebe que a razão, a nossa razão ainda não está, nós nesse nível que estamos, não é o guia infalível. Não é o guia infalível, porque é muito perigoso, né? Você determinada ação, você acha que é racional. E a ação não é, né? Você precisa realmente aí é a inteligência do espírito, o sentimento para eu poder avaliar aquela ação. Porque se fosse assim, gente, quantas pessoas inteligentes no mundo executaram ações que não foram bem fazidas para o mundo, né? Taxhadas de inteligentíssimas, mas com coração muito duro, né? E aí a gente vê ali alguém com uma inteligência maior e que não necessariamente é letrado, mas assim tão instruído, tão eh evado do do de amor do Cristo, né, que é inteligência. Para mim, eu não tenho como não separar. E assim, então eu acho, é preciso que a gente precisa, às vezes alguém fala assim, né? Olha, é preciso pensar melhor, a gente tem que tomar essa ação, hein? É porque a nossa razão não tá sendo. Geralmente mãe fala assim, né? Minha mãe fala: "Olha, vai chover aí". Toda vez que eu teimava em

a, é preciso pensar melhor, a gente tem que tomar essa ação, hein? É porque a nossa razão não tá sendo. Geralmente mãe fala assim, né? Minha mãe fala: "Olha, vai chover aí". Toda vez que eu teimava em não chover, em não botar roupa, crise campete, chovia, me molhava, porque eu tomava ação da minha razão. Eu não respeitava a experiência, o amor de quem estava me falando. Então, a nossa razão ainda não é um guia infalível, não é? Por isso que a gente precisa tomar cuidado, né? Uhum. Muito bom. Eh, a gente tá encaminhando já aí para para finalização, né, dessa dessa parte do livro que vai tratar de inteligência instinto, mas eh eu gostaria ainda que ambos os convidados comentassem sobre os dois parágrafos finais que encerram justamente esse capítulo quarto da primeira parte do livro dos espíritos. E certamente nos comentários de Eugênia e Josué, a gente vai conseguir responder os internautas aqui nessas questões aí de instinto e inteligência ainda. Então, começando por Eugênia. Eugênia, você pode comentar esses dois últimos parágrafos? Posso. Basicamente, Kardec ratifica, não é? força que o instinto é uma inteligência rudimentar que vai se diferir basicamente da inteligência pelo fato do instinto ele ser eh fruto eh de é espontâneo, não é algo que foi pensado, que foi calculado, que foi deliberado, não é? Eh, então o instinto é é algo assim automático e a inteligência é fruto de decisões, de deliberações. E nesse sentido, né, eh, como Josué falou no início, n suas primeiras falas, é fácil distinguir os atos dos que são próprios do instinto, dos atos que são próprios da inteligência. E e gostaria de de também reforçar que eh para nós, né, na fase já de espírito com é maiúsculo, nós aqui, seres humanos, né, nós há ações em nós que combinam, que acho até que Josué já falou isso também, que combinam ambos, ambos ess ambos esses esses elementos de instinto e de inteligência. de razão são são, digamos, eh, vou dar um exemplo, caminhar, né? Nós podemos caminhar num automatismo

o também, que combinam ambos, ambos ess ambos esses esses elementos de instinto e de inteligência. de razão são são, digamos, eh, vou dar um exemplo, caminhar, né? Nós podemos caminhar num automatismo instintivo em que nós vamos dando uma passada depois da outra e nós não estamos decidindo nem mesmo pensando e deliberando qual passo a gente vai dar. a gente vai caminhando. Inclusive é comum caminharmos, né, pensando e às vezes até a gente dá uma topada e cai porque não tá prestando atenção, tá só no instinto, no ato automático de caminhar. E po podemos também decidir quando a gente para, né, vê o sinal vermelho para o pedestre e decide parar. Eh, então nós estamos usando a razão porque há uma norma que diz: "Tá vermelho pro pedestre, tem que parar. Você só pode voltar a caminhar quando se tornar verde para o pedestre. E também utilizamos a nossa razão e até um pouco de intuição. Quando mesmo vermelho para o pedestre, nós olhamos para um lado, olhamos para o outro, vemos que não vem nenhum automóvel, nenhum veículo e aí nós podemos atravessar e transgredimos essa norma, mas atravessamos com a segurança, né? Então isso é inteligência, a razão aliada ao ato instintivo automático de caminhar. Um outro ato instintivo é piscar os olhos, respirar. Quem é aqui que decide respirar, né? A não ser aqueles que prestam atenção no ato de respirar e vão controlar, reter ou alongar isso e aquilo, né? Yogs, nós estamos aqui respirando sem nem mesmo nos dar conta de que estamos respirando. É instintivo também, né? Então, dá para diferenciar o efeito, né? E eles não se separam, não é verdade que um eh desaparece para dar lugar ao outro, né? E aí eu queria reforçar, eu sei que o tempo tá esgotando, mas é rapidinho, é que a evolução ela se faz por diferenciação e integração. Então vejamos, né, eh nessa linha do ato ao arcanjo. Então o mineral ele é o inanimado, ele só tem matéria, não tem vida nem inteligência. Numa escala posterior, digamos, vai haver vida, mas sem inteligência, que é a

é, eh nessa linha do ato ao arcanjo. Então o mineral ele é o inanimado, ele só tem matéria, não tem vida nem inteligência. Numa escala posterior, digamos, vai haver vida, mas sem inteligência, que é a planta. E mais além, o animal, a vida aliado a um um rodimento de inteligência e o homem a vida com o pensamento, a criação, né? A faculdade de criar, de decidir e tal. Mas vejam que em nós, seres humanos, nós temos minerais, nós temos eh elementos em nós. Então nós vamos incorporando, né, e e não eh descartando as coisas. Muito bom. Aqui foi foram respondido várias questões que estão colocadas. A gente vai repassá-las já. Josué quer comentar mais alguma coisa sobre esse último trecho de Kardec nesse nesse assunto? Posso, eu posso comentar sim, embora eu acho que eu tô com problema de áudio aqui porque eu não consigo ouvir Eugênia. Queria tanto ouvir Eugênia, mas assim é que eh pode ser o problema do meu celular mesmo, né? Que é um produto da inteligência humana, né? A gente já veja aí isso aí. A tecnologia é um produto da inteligência humana. É importante que a gente entenda, né, que é um processo, né, da do instinto para inteligência, enquanto que um espontâneo, né, se alguém a gente tá com pé, alguém vai pisar no nosso pé, a gente tira porque aquilo é espontâneo, o outro ele já, a inteligência propriamente dita, ela é mais pensada, ela é mais esquematizada. Então, vou novamente usar o exemplo nosso aqui. A pessoa já sabia que estar às 20 horas. Então, às 20 horas ela organizou-se para sentar, abriu seu computador, né? Isso não é instinto. Isso é inteligência. Ela se programou, sentou confortavelmente, né? Aí crise você descreveram as pessoas para que o outro do outro lado entenda. Isso é inteligência. Isso não é espontâneo, isso não é extinto, né? Mas é um processo, né? necessário para que a gente entenda esse caráter evolucionista da doutrina, né? Ou seja, eh eh eh eh eh a gente não despreza nada aprender a a entender as as o o a as ações de Deus, né, através de

né? necessário para que a gente entenda esse caráter evolucionista da doutrina, né? Ou seja, eh eh eh eh eh a gente não despreza nada aprender a a entender as as o o a as ações de Deus, né, através de todo esse processo e que nós passamos, como o querido Campete falou ali, né, que entre do átomo ao arcanjo tudo se encadeia, nada se desperdiça, é um processo. E aí, aproveitando aqui, né, fazendo um lobby dos estudos, a gente vê que cada pergunta dessa dá pano pra manga, para abacate, para abacaxi, isso aí dá uma salada de frutas. muito. Então é é é esse constante estudo, esse constante refletir que a gente vai começar a entender certas questões que a gente não entendia antes e que o estudo da querida doutrina espírita nos dá essa essa esse conforto de saber. Ah, tá, agora eu entendi isso. Ah, tá, né? O cachorrinho no sol escaldante aqui do Rio de Janeiro, o cachorrinho na calçada não tem água, ele vai beber a água ali do do que tiver parada. É o instinto o homem. Ele vai pelo menos procurar um bar, se ele não tiver dinheiro para pedir a água. Isso já é inteligência, porque a vontade dele, ele já sabe que precisa se autopreservar e não ceder aquele instinto tão de necessidade tão básica, né? Mas é um processo assim e eu recomendo que todo mundo depois volte essas pergunt essas questões e depois encham aí o campete e a crise de perguntas para eles responderem. En o camp de pergunta, eu passo para ele. É por isso que nós estamos juntos, né? Para tentar a gente ir juntos. Apesar de que não temos respostas para tudo, a doutrina espírita nos dá as respostas que a gente já tem condições de entender, não é? Mas nós temos as próprias limitações. Agora vamos ver aqui, dá uma repassadinha nas perguntas para ficar claro, né? O Luís Guimarães, ele disse: "O instinto é concedido diretamente por Deus ou seria o fruto de experiências e aprendizados já acumulados nas diversas encarnações e que se automatizam no atual estágio evolutivo da criatura?" Então, eh, Luís, pelo que foi colocado aqui, tudo é

ou seria o fruto de experiências e aprendizados já acumulados nas diversas encarnações e que se automatizam no atual estágio evolutivo da criatura?" Então, eh, Luís, pelo que foi colocado aqui, tudo é evolução. Deus nos deu a vida. A gente costuma dizer isso de graça, Deus nos deu a vida. Tudo mais é conquista do esforço desde os primórdios, que a gente ainda não tem condições de entender como é que isso começou de fato. Isso se perde na noite dos tempos, se a gente pode colocar assim. Mas até onde nós entendemos, tudo é conquista. Ah, mas a aranha que teste a tela do mesmo jeito, ela recebe da genética que está nela, que passa para outra, não é? que eh aquilo ali de alguma maneira é uma conquista daquele princípio que está em desenvolvimento. Há um princípio que ainda não chegou naquela condição e não tem condições de ser aranha ainda. Então não é que Deus deu de graça, aquele princípio está se desenvolvendo, já chegou naquela condição agora e recebe aquele instrumento. Como nós receberemos o corpo mais complexo para exercer funções mais complexas no futuro. No entanto, a grande diferença que vai ter a partir do momento em que a inteligência vai preponderando em nós, é que nós deixamos de ser simplesmente vítimas do processo, digamos assim, ou a consequência daqueles estágios anteriores, nós passamos a ser convidados a planejar a nossa evolução. Aí é o ato de inteligência, não é? Só queria citar aqui, gente, uma coisa que está vindo na minha cabeça, vai e volta. Eu vi um e falando desse negócio de instinto, inteligência e onde é que começa um epara o outro, não é? Vamos lá. Eh, eu estava vendo, eh, aqueles eh Discovery Channel ou ou eh sei lá, um desses canais aí que são desses programas mostrando o animal, era uma pantera. Ela saltou sobre um uma fêmea eh de macaco e a matou para comer. Na hora que ela estava pronta para começar a comer, de dentro, de algum lugar da maca saiu um filhotinho que a macaquinha estava protegendo. Então era como se fosse um, não uma uma

a matou para comer. Na hora que ela estava pronta para começar a comer, de dentro, de algum lugar da maca saiu um filhotinho que a macaquinha estava protegendo. Então era como se fosse um, não uma uma um macaco de desses mais ou menos altos assim, grandinhos. E o filhotinho saiu dali. Imediatamente a pantera deixou a presa, agarrou pelo cangote o filhotinho e levou para cima da árvore. O filhotinho ficou com medo danado e foi se esconder e começou a anoitecer. E a pantera ficou ali. O filhotinho mais tarde vem e se aconchega para dormir junto da pantera. Aí eu pergunto para vocês, o que foi que prevaleceu ali? o instinto maternal da pantera preponderou em cima do instinto da necessidade de alimentação. Deve ter sido algo nesse sentido, mas vejam bem que já nesse nível evolutivo já há uma certa gradação e há uma decisão tomada. Já é um rudimento de inteligência que está se desenvolvendo. É visível isso. Então tudo isso é progressivo, como foi colocado, né? Vamos com paciência aí. Qual a outra, Cris? Você tá vendo alguma pergunta aí que você queira comentar? Ainda é bom. Eu tô eu tô querendo eh pensar aqui uma uma questão da Hilda Regina Carvalho Amorim, porque o internauta, eh, Jorge Tadeu ou João Tadeu, ele pede pra gente recuperar a questão 23 e 24. 23, o Josué já trouxe na fala dele logo no início do estudo, né, que é o espírito, o princípio inteligente do universo. E na 24, a questão 24 é se coaduna com a questão que a Hilda tá trazendo, que ela pergunta o seguinte: quando já espírito, ser pensante ainda é considerado o princípio inteligente? E aí eu tava consultando a 24, porque a questão 24 ela fala assim: espírito, Kardec pergunta, né? Espírito é sinônimo de inteligência? E aí os amigos espirituais vão responder: "A inteligência é um atributo essencial do espírito. Isso." Então, quando já espírito, né, pensante ainda é considerado princípio inteligente, né? a uma a questão 24 responde essa questão aí da Hilda, né? Eh, dizendo que tudo se confunde ali dentro já de um patamar de espírito,

spírito, né, pensante ainda é considerado princípio inteligente, né? a uma a questão 24 responde essa questão aí da Hilda, né? Eh, dizendo que tudo se confunde ali dentro já de um patamar de espírito, princípio inteligente, princípio espiritual, tá tudo ali mix mixado, digamos assim, né? Eh, e essa questão que eu gostaria de pensar, não sei se Eugênia ou Josué querem comentar alguma coisa. É, eu poderia comentar sim e assim, eh, dentro disso que is que você falou, se a gente ainda quer mais respostas em cima dessa questão aí, como disse, como disse o Camp, tenha paciência, porque para nós isso por enquanto está bom, porque ele tá até dizendo aqui que a gente confunde e ele diz aqui, como você bem falou, né, para vó, todavia, como ambos se confunde num princípio comum, para vós são a mesma coisa. Isso pode ser que daqui algum tempo a gente entenda um pouco mais a esclareciment, mas vai depender do nosso grau de consciência e se realmente vai ter serventia. No momento, basta a gente entender isso porque já dá realmente muita coisa pra gente trabalhar aqui. Eu queria dizer rapidamente assim que as Eu queria dizer rapidamente que as respostas dos espíritos nessas questões iniciais são telegráficas, né? Telegráficas. Aí para compreender preciso maturidade, maturação, que foi o que a Vera Campete fez, né, esposa do do Carlos. Eh, então eu acho que maturando nós vamos compreendendo melhor. Lá no na Gênese também tem um capítulo de Gênese espiritual que ali fala bastante do princípio espiritual. Eh, mas assim, digamos, quando a gente tiver um pouco mais crescidinho, a gente pode ir para lá, para aquele capítulo, aprender alguma coisa, né? Mas essa resposta da 540 do átomo arcanjo, ela também me martela, né? Porque essa 25 25A diz que há uma embricação no certo sentido, porque a inteligência precisa da matéria para se manifestar e a matéria precisa da inteligência para se intelectualizar. Então essa imbricação e aí poeticamente o Leondeni imitando os filósofos da filosofia surf, islamismo ali, né, Rum e

ria para se manifestar e a matéria precisa da inteligência para se intelectualizar. Então essa imbricação e aí poeticamente o Leondeni imitando os filósofos da filosofia surf, islamismo ali, né, Rum e outros que escrevem: "Morri mineral e converti-me em planta. Morri planta, transformei-me em animal, morri animal para renascer no homem. E homem, eu morri para que venha nascer com as anjo. Então é poesia que remete esse encadeamento, né? Uhum. E descreve de maneira muito poética, bonita, né? a evolução desse princípio inteligente. Aqui está eh, Elis tá respondido já, mas ele diz: "Na prática, os animais possuem o espírito ou princípio inteligente em estado rudimentar de consciência e em estado latente de moralidade. Eh, o processo de aprendizado é isso mesmo, não é? As palavras variam. É aquela questão inclusive que Ernesto Ban escreveu, os animais têm alma? Porque depende do que a gente quer chamar de alma. a gente precisa definir os termos. Então isso vai devagarinho, a gente vai chegar lá. Se você tá começando a estudar o espiritismo agora, tenha paciência, não é? E seja persistente. A gente diz sempre assim, quando você chegar no final do livro dos espíritos, ele vai te ter te dado elementos lá no final para entender o começo. Por isso tem que começar de novo. Por isso que Divaldo, né, leu, deu uma escamoteada lá, depois aí eh mandaram ele ler de novo, ele foi e leu com mais cuidado. Aí pela terceira vez, ah, leu, leu bem direitinho. Sim, agora estude. Então, é preciso, não é, a gente ir cumprindo também esses esses graus de entendimento. Tem uma outra aqui que é da eh do L César. Carlos, do que se trata essa referência que você fez, onde sua esposa colaborou? O que que é este? Não é este, é de estudo sistematizado da doutrina espírita, viu Luiz? Desculpa, que às vezes a gente trata coisa como não é, fala siglas, a gente tem que explicar mesmo. Foi bom você ter perguntado. Faz essa gentileza. Quando não entenderem perguntem, tá bem? Eh, estudo sistematizado da doutrina

ente trata coisa como não é, fala siglas, a gente tem que explicar mesmo. Foi bom você ter perguntado. Faz essa gentileza. Quando não entenderem perguntem, tá bem? Eh, estudo sistematizado da doutrina espírita. Ah, aqui nós temos mais a Fernanda Lopes, nosso livre arbítrio, é intimamente ligado à faculdade de inteligência. Eh, sim, a gente não tem livre arbítrio enquanto não tem condição de de tomar decisões. E para tomar decisões é preciso ter inteligência, não é isso, gente? Tá certinho, Eugênia, nós estamos quase no finalzinho do tempo. Vamos ver que que o outro falou aqui. Pergunto se no nosso corpo físico temos um ou muitos princípios espirituais. Estamos colaborando na evolução deles. Eugênia, eu creio que ele está querendo se referir às nossas células. comenta para nós, por gentileza. Ah, se for entender assim, né, o princípio espiritual como aquilo que anima a matéria, aí as células sendo um organismo vivo e nós tendo tendo muitas coisas, elementos em nós, aí sim, né? Mas não espírito, individualidade, somente nós, né? Uhum. com e maiúsculo, que vai ficar mais claro adiante. Isso. Mas aí tem na nossa organização física os zinhos, não é? Zezinhos pequenos, as bactérias, é bactérias, os seres que vê as nossas próprias células são seres em desenvolvimento, né, na na nossa economia, digamos assim. Muito bom, gente. É, essa ideia, Carlos, me perturba a vaidade, porque eu me sinto o centro do universo, minhas bactérias e as minhas células. Eu me sinto o máximo. Não diz que todos nós somos universo em nós mesmos. Tá vendo? Então, nós temos muita coisa para conhecer ainda, né, gente? Mas vamos devagarinho. Nós na semana que vem vamos seguir nas questões 76 a 83. a origem e natureza dos espíritos. Então, pedimos por gentileza que leiam, reflitam, já preparem suas perguntas e nós queremos agradecer muito aqui, não é, a participação da Eugênia, do Josué aqui na nossa, né, nessa nossa atividade e dizer para vocês também, não é, agradecer a as nossas intérpretes, Ariane e a nós temos colaborando conosco

aqui, não é, a participação da Eugênia, do Josué aqui na nossa, né, nessa nossa atividade e dizer para vocês também, não é, agradecer a as nossas intérpretes, Ariane e a nós temos colaborando conosco a Verônica também, que são da CONEB. o nosso agradecimento e agradecer aos companheiros que ficam na técnica, né, o Cléber, o Egídio, que é um colaborador e nós temos a Ana Olga, que cuida das perguntas, a Giddelme e Aracema, que fazem a produção. Então, o nosso agradecimento a todos e a você que nos acompanha aí de casa, esteja conosco, vamos seguir estudando juntos, temos muito para aprender juntos. É isso. Então, agradecimento grande a todos vocês, aos nossos convidados também. E a gente se despede, reiterando que segunda-feira se tornou não apenas o dia mundial da dieta, como o dia mundial do estudo do Espiritismo. Nos encontramos na próxima segunda estudando o livro dos espíritos. Isso a Estudando o livro dos espíritos, um estudo sequencial da obra Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Ja. เ

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