#109 Quem tem medo da morte? | Clube de Leitura
Venha fazer parte do nosso Clube de Leitura, ambiente onde semanalmente Lusiane Bahia e Simone Ferreira se encontram para estudar uma obra espírita editada pela FEB Editora. Semanalmente, toda terça-feira, às 19h, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais FEB Lives no Youtube, FEB_oficial, FEB Editora e FEBtv no facebook. Livro do mês: Quem tem medo da morte? - Richard Simonetti. Acesse a playlist do Clube de Leitura: https://febtv.live/clube_de_leitura Para c...
olá família clube de leitura é uma alegria sempre estarmos aqui juntos sempre as terças-feiras 19 horas aqui na FEB lives para estudarmos os livros da FEB Editora os livros da Federação Espírita brasileira que são produzidos com tanto carinho com tanto com tanta seriedade com tanto respeito e assim nós vamos invadindo este universo literário e percebendo nas descrições nos anúncios nas narrativas nas informações doutrinárias os aspectos importantes paraas nossas transformações sejam todos muito bem-vindos a esse espaço que é nosso de construção Nossa já cumprimentamos a Marlene que tá aí né Com a gente mas cumprimentamos a Renatinha que está aqui com a gente e o peu que está com a gente hoje nos Bastidores porque o o Robson hoje não pode estar então quem tá aqui hoje com a gente fazendo toda essa sustentação é o Pedro Renatinha boa noite boa noite Boa noite família clube de leitura Marlene Peu obrigada mais uma vez pela oportunidade de estarmos reunidos hoje isso mesmo e a gente também já cumprimenta a todos vocês também que estão aqui mas que ainda não colocaram suas mensagens convidando para que façam isso para que Tragam seus cumprimentos porque assim nós vamos tornando essa Fraternidade ainda mais visível para que nós compartilhemos esses momentos tão espe onde nós nutrimos do conhecimento nós encharcam o coração de muita emoção de muito sentimento o livro que estamos estudando é esse aqui quem tem medo da morte é um livro do Richard simonet livro da Federação Espírita brasileira da FEB Editora em parceria com o seac é um livro que compõe uma trilogia A gente sempre mostra aqui né que em uma das orelhas do livro tem os demais títulos e quem tem medo da Mor morte Quem tem medo dos Espíritos Quem tem medo da obsessão e aí a gente tem oportunidade de estudar com Richard simonet esses temas que são tão valiosos tão expressivos e que nos aguçam a curiosidade mas que também aguça as nossas emoções porque falar de morte falar de obsessão falar de intercâmbio com os espíritos entre
ses temas que são tão valiosos tão expressivos e que nos aguçam a curiosidade mas que também aguça as nossas emoções porque falar de morte falar de obsessão falar de intercâmbio com os espíritos entre espíritos né encarnados e desencarnados nos traz estas emoções que são naturais porque todos nós temos uma vivência acerca desses temas que a gente pode compartilhar conversar mas principalmente aprender estes conceitos doutrinários para que façamos do nosso dia a dia uma experiência valiosa de muito aprendizado nós E aí nós cumprimentamos a Sueli que também já tá aqui a a Leli Marcela Socorro todas muito bem-vindas a gente começa assim né Renatinha as mulheres vão chegando assim vão trazendo os cumprimentos já já os rapazes chegam também que eles estão aqui com a gente mas sejam todas bem-vindas todos bem-vindos e vamos construindo esse nosso estudo antes da gente passar aqui para adentrar o livro A gente queria colocar a pergunta de hoje a gente vai pedir ao Peu para fazer isso pra gente por favor para que coloque aqui pra gente a pergunta a gente pode até colocar aqui no chat né Renatinha uh deix ver se a gente consegue eh trazer para cá a pergunta é a seguinte já vou adiantando enquanto a Renatinha Vai tentando Ah mas acho que a Renatinha não pode né Colocar pra gente vamos ver se o peu coloca pra gente aí no chat Peu por favor aí ó já tá aqui muito bom pi Olha olha qual é a enquete de hoje como causamos prejuízos ao nosso corpo Será que a gente causa prejuízo pro corpo físico Será que tem coisas que nós fazemos que trazem embaraços dificuldades que trazem danos que trazem prejuízos mesmo ao corpo físico ou será que não enfim como causamos prejuízos ao nosso corpo se causamos como como é que isso acontece será que as nossas atitudes trazem prejuízo ao corpo Será que alguma coisa que a gente faz também traz prejuízo ao corpo enfim vamos colocando aí no chat por favor porque assim a gente vai construindo esse momento juntos e vai tendo a a oportunidade de compartilharmos também
que a gente faz também traz prejuízo ao corpo enfim vamos colocando aí no chat por favor porque assim a gente vai construindo esse momento juntos e vai tendo a a oportunidade de compartilharmos também das experiências que cada um de nós aqui possa trazer para o aprendizado de todos nós então vamos lá Renatinha hoje a gente ficou só lembrando um pouquinho dos programas anteriores A gente já conversou aqui sobre desligamento sobre a necessidade do Balanço aquele balanço que é análise de tudo ali um pouquinho antes do momento da morte nós conversamos sobre as dificuldades de retorno aquela melhora da morte o recurso infalível que é oração e a gente foi passeando pelas também pelas tragédias pelas pelas mortes mais violentas E chegamos também nas mortes na morte de crianças e aqui tivemos uma reflexão mais aprofundada a respeito desse conteúdo e aí hoje Seguindo aqui a ordem que a gente vai seguindo a ordem que o autor nos colocou e a gente percebe esse didatismo essa todo esse Primor em nos conduzir num estudo sério sobre esse tema ele vai colocando velho trauma chegou a hora jogo perigoso velório ele vai trazendo aqui ainda várias temáticas para nós refletirmos R natinha por onde você quer começar vamos vamos começar e vai nos conduzindo aí nas reflexões iniciais uhum certinho Lu eu gostaria de de começar a nossa reflexão justamente pelo primeiro Capítulo de hoje né que se intitula velho trauma nesse capítulo eh o nosso querido autor traz uma reflexão sobre a preocupação das pessoas eh com a possibilidade de serem enterradas vivas né e ele traz um apanhado histórico sobre esse medo né sobre possibilidades do por muitas pessoas têm esse medo né de serem enterradas vivas né Eh que Muito provavelmente tenham ocorrido no nos séculos passados onde eh muitas vezes se confundia a letargia com a morte né propriamente do corpo físico realmente E aí ele também nos traz uma certa tranquilidade eh explicando que atualmente é é uma condição difícil de acontecer né assim de de de que nós
rgia com a morte né propriamente do corpo físico realmente E aí ele também nos traz uma certa tranquilidade eh explicando que atualmente é é uma condição difícil de acontecer né assim de de de que nós sejamos enterrados vivos por uma falta né de desse cuidado até mesmo médico de perceber eh eh a morte do corpo físico porque existem já exames né eh Há uma evolução na medicina para que seja constatada realmente a morte e aí ao final do capítulo ele traz a reflexão de que o que nos parece é que o o o verdadeiro temor a respeito da da da Morte eh tem origem em problemas do desligamento e que é muito comum realmente o o espírito permanecer preso ao a corpo por algumas horas ou até mesmo por alguns dias após o sepultamento eh mas esse esse esse essa demora no desligamento é justamente pelo despreparo para a morte e aí ele traz essa essa essa consideração né que certamente todos já passamos por essa desagradável experiência em vidas anteriores guardamos nos refolhos da consciência traumas que se manifestam no temor de sermos enterrados vivos pela própria história né da humanidade mas que a compreensão dos mecanismos da Morte aliada à observância dos nossos compromissos com a vida da da nossa boa conduta isso nos ajudará a superar essa incômoda eh eh relação com com o temor da Morte né com por essas experiências de agradáveis que tivemos no nosso pretérito então nós precisamos observar justamente tanto a nossa conduta na nossa vida do ao longo da nossa vida porque com uma boa conduta certamente Nós não precisamos Temer a morte e também a compreensão dos mecanismos do desligamento que aí facilita também esse processo né de do do do momento do nosso desencarne para que saiamos dessa vida e né e e ao chegarmos no plano espiritual que seja um processo mais fácil e ao longo dos capítulos que nós vamos ver hoje eh o nosso autor traz justamente essa contribuição Inclusive das pessoas que ficam no plano físico para que esse desligamento seja menos penoso para o espírito que está nesse processo e para
ver hoje eh o nosso autor traz justamente essa contribuição Inclusive das pessoas que ficam no plano físico para que esse desligamento seja menos penoso para o espírito que está nesse processo e para que a equipe espiritual que está no trabalho do desligamento tenha um êxito mais rápido melhor neste processo isso mesmo Renatinha é um capítulo muito rico a gente já comentou aqui que os capítulos do Richard simonet el eles t no máximo eh frente verso e frente assim né são três páginas eh e mas são riquíssimos trazem e cada parágrafo vai trazendo conteúdo meditativo e a gente vai se colocando ali naquela situação né esse mesmo do do trauma a gente vai se colocando e pensando em situações eh que a gente já viu inclusive na história como morte aparente o próprio Lázaro né que é o Lázaro rede Vivo que que Jesus traz a vida traz a tona Ali era uma morte aparente eh Tudo indica que uma letargia a partir de uma dermatose de uma enfermidade que ele apresentava naquele momento e a gente tem um trecho em um Livro dos Espíritos só com esse estudo das mortes aparentes da letargia da Cat ca e que vai trazendo vai fazendo essa conexão aqui com o que o Richard simones Traz ele faz essa conexão eh com a a a nossa codificação é interessante o quanto ele vai eh trazendo as experiências da vida para situações que ele retira lá do Livro dos Espíritos como eh pontos basilares para as reflexões sobre a morte cumprimentamos aí o Aldo Onir Helen ded danina sejam todos muito bem-vindos e vamos trazendo a resposta paraa Nossa enquete ó o pe colocou aí embaixo ó como causamos prejuízos ao nosso corpo Será que causamos se causamos como é que é isso como é que a gente ocasiona como é que a gente eh Traz esse prejuízo ao nosso corpo físico e a Renatinha no finalzinho da fala dela ela diz que o autor conversa aqui com a gente como é que a gente pode contribuir ao invés de prejudicar o retorno das pessoas que são eh queridas a nosso coração a as pessoas que às vezes nós nem conhecemos mas temos notícias da desencarnação e que a
é que a gente pode contribuir ao invés de prejudicar o retorno das pessoas que são eh queridas a nosso coração a as pessoas que às vezes nós nem conhecemos mas temos notícias da desencarnação e que a oração que é aqui o capítulo talvez mais importante desse livro que é o recurso infalível Toda Toda todo encontro nosso aqui a gente tá falando sobre ele né porque eh é o que é sempre recomendado que a gente mantenha a o a nossa conexão em oração para que todos os os melhores sentimentos possam ser direcionados para aquele que partiu mas também para aqueles familiares que estão e que registram a sua saudade e que às vezes registram também o seu apego então ele traz aqui dois capítulos interessantíssimos são os capítulos 20 e 21 onde ele fala exatamente sobre isso que a Renatinha trouxe no finalzinho que é o velório o 20 e o 21 velório ideal então aqui ele vai colocando e a gente queria eh já destacar o primeiro o primeiro parágrafo que ele é bem interessante ele diz assim eu tô na página 97 para quem tá acompanhando a com a gente com o livro ele diz assim quando comparecemos a um velório cumprimos sagrado dever de solidariedade oferecendo conforto à família infelizmente tendemos a fazê-lo pela metade eu achei isso tão interessante porque ele diz a gente tem o dever sagrado de solidariedade em relação à família a gente traz leva o conforto à família mas a gente faz isso pela metade com a presença física ignorando que poderíamos definir por compostura espiritual a exprimir-se no respeito pelo ambiente e no empenho de ajudar o morto então aqui ele vai falando de algumas dicas interessantes e é à medida que eu ia lendo esse capítulo Minhas irmãs meus irmãos eu ia refletindo se eu que tivesse nesse lugar se eu tivesse ali eh naquele ambiente do meu próprio velório o que que eu gostaria de ouvir das pessoas hoje será que eu gostaria de ouvir alguma coisa o que que eu gostaria que emanasse delas o que que eu gostaria que viesse ao meu encontro então tem uma imagenzinha porque esses desenhos eles são perfeitos
será que eu gostaria de ouvir alguma coisa o que que eu gostaria que emanasse delas o que que eu gostaria que viesse ao meu encontro então tem uma imagenzinha porque esses desenhos eles são perfeitos olha para isso esse aqui eu ainda não pintei não tá mas olha para isso aqui tem a pessoa que tá desencarnando né Do Lado de Cá aqui não é para cá aqui a pessoa que tá desencarnando né aqui tá tá o caixão e aqui o espírito e aqui do lado ó as pessoas que foram velório estão rind conversando coisas jocosas brincadeiras e o Richard destaca eh as críticas também então ele diz assim que é é bem verdade da de uma velha tradição humana que quando a pessoa desencarna torna-se Anjo né a pessoa nem era tão considerada assim por nós tinha até umas dificuldades mas quando a pessoa desencarna olha lá tornou-se bom porque talvez seja uma essa essa condição de um temor nosso em relação à morte então quando outro outra Travessa a gente tem uma Misericórdia em relação a isso e diz olha mas era até tão bom como se tivesse advogando em favor dele mas existem situações que ele colocou e que eh são reais de críticas ele diz que nesses lugares se fala sobre tudo inclusive sobre aquele que está ali sendo sepultado que tá sendo tá sendo o alvo do velório e o quanto isso traz impactos Então me coloquei É como se eu tivesse eh chegando num recinto em que por exemplo pessoas amigas queridas familiares estivessem falando coisas a meu respeito que elas talvez nunca tivessem coragem de confessar como é que eu ia lidar com isso se essas coisas não fossem positivas se fossem críticas ao meu comportamento e elas nunca depois de longos anos tiveram a coragem de falar como é que eu ia lidar com isso Então olha aqui como como é que ele traz os impactos para esse que tá sendo alvo dessa circunstância preso a residência temporária transformada em ruína física pela morte o desencarnando em estado de inconsciência recebe o impacto dessas vibrações desrespeitosas e desajustes que o atingem penosamente particularmente as de
porária transformada em ruína física pela morte o desencarnando em estado de inconsciência recebe o impacto dessas vibrações desrespeitosas e desajustes que o atingem penosamente particularmente as de caráter pessoal como se vivesse terrível pesadelo ele quer despertar luta por readquirir o domínio do corpo que é dando-se angustiado e aflito Então olha como é importante essa vigilância e ele que gente demais traz uma heterogeneidade que pode perturbar e ele coloca que talvez o ideal fosse gente de menos mas a gente também ficou refletindo não seria interessante uma adequação razoável porque a todos nós que fazemos a viagem de retorno precisamos da oração Então também não tem ninguém ali para lembrar naquele momento talvez traga eh para aquele que está partindo também a dificuldade de não receber orações de não receber pensamento positivos para que haja o o desligar em relação ao corpo físico então aqui depois ele coloca o que é que seria um velor ideal eh onde ele traz uma experiência de concentração de oração de silêncio de respeito de respeito pela história de vida daquela pessoa eh por por tudo que ela vivenciou respeito pela sua existência Então essas considerações nós achamos bem importantes Renatinha você quer trazer alguma coisa dentro desses capítulos ou alguma outra abordagem eh eu achei interessante Lu também né os os seus comentários sobre o velório né e o o que o que seria o velório ideal que é o capítulo 21 né e e realmente Assim eh a ideia do da Eu gostei dessa expressão com postura espiritual né de Realmente nós pensarmos eh na nossa responsabilidade em contribuirmos para o desligamento daquele irmão que está ali naquele momento né e que todos nós passaremos né Por esse desligamento Então realmente da nossa responsabilidade né em auxiliar sendo em em em oração sendo eh eh às vezes até na ausência né que ele que ele coloca no velório que se você não consegue né ter essa compostura então que você fique ausente naquele momento não vá né Eh e eu lembrei de eh eu e
do eh eh às vezes até na ausência né que ele que ele coloca no velório que se você não consegue né ter essa compostura então que você fique ausente naquele momento não vá né Eh e eu lembrei de eh eu e minha mãe somos de cidades do interior do Rio de Janeiro e aí cidade do interior ainda se faz aquele velório de quase 24 horas né muitas vezes na casa do das pessoas e os velórios são momentos de reencontro familiar de pessoas muitas vezes que não se vem há anos né e sem Sempre tem aquela aquele familiar que é mais brincalhão que até conta piadas né e eu lembro quando eu era criança que muitas vezes nós íamos eu minha mãe minha prima nós íamos aos velórios né dos Amigos à tarde da noite para para varar a madrugada para fazer companhia para aquele familiar que tá ali sozinho né para ficar que era um momento mais tranquilo do velório né então assim de nós pensarmos de que também vai da nossa conduta o exemplo de mostrar essas pessoas né que não é interessante falarem porque às vezes não não estão falando mal do do Falecido mas estão falando sobre eh né até no no livro tem exemplo de moda política de né de outras outros temas alheios eh e que acabam também trazendo essa essa diversidade de pensamentos e dificultando né um processo tão importante de desligamento daquele espírito do corpo físico então que possamos durante eh a nossa presença a eh mantermos esse silêncio respeitoso se tivermos que conversar que conversemos baixo né de temas edificantes e sempre manter a oração né para que possamos ajudar aquele irmão a a a passar por esse processo né que gera uma angústia gera sofrimento né então que que que possamos eh buscar esse velório ideal na nossa compostura espiritual perfeito Renatinho que a gente torne a nossa presença útil que tem a utilidade tanto para aqueles que estão encarnados quanto desencarnados e você falando de varar noite no velório é no interior é na na casa na residência mas em cidades maiores né É no no próprio cemitério E aí ele traz um capítulo 25 onde ele fala sobre a ida
sencarnados e você falando de varar noite no velório é no interior é na na casa na residência mas em cidades maiores né É no no próprio cemitério E aí ele traz um capítulo 25 onde ele fala sobre a ida das pessoas ao cemitério eh mesmo ela eh eh mesmo não estando ali o corpo físico mas ainda existe uma tradição E aí nós nos Lembramos de algo que é uma orientação dos trabalhos da Juventude Espírita min Aroeira aqui na mansão do caminho que a Joana todo todos os assim agosto setembro ou outubro de cada ano Ela traz uma mensagem inédita Ela traz uma mensagem específica pro dia 2 de novembro Porque mesmo que nós saibamos que ali não está o corpo físico as pessoas de um modo geral ainda muitas cultuam isso e a e e deve existir um respeito nosso por esse culto por esta forma de homenagear ou às vezes de estar presente e fazer uma alguma situação que Traga uma lembrança de significado da Saudade então o que que a Joana faz Ela traz uma mensagem psicografada pelo Divaldo especificamente para esse dia 2 de novembro e a juventude leva aos cemitérios então e vai distribuindo para esses corações que tem muitos corações chorosos muitos que estão ainda presos a essa condição mesmo material que desconhecem a vida espiritual ou que as suas crenças não não permitem esse tipo de vislumbre e vai lá a mensagem da benfeitora que é sempre mensagem de conforto de abraço de acolhimento e que traz de uma certa forma esse respeito e essa solidariedade que o autor aqui coloca pra gente é uma atividade que a a juventude Já faz mais de 50 anos levando aos cemitérios aqui da cidade de Salvador a mensagem da nossa benfeitora cada ano uma mensagem específica Olha o cuidado dela por estes nossos queridos irmãos que TM crenças diferentes ou mesmo não tenham crenças então é muito interessante mas vamos trazer aqui já para já caminhando pro finalzinho né do nosso encontro vamos trazer as participações dos nossos amigos eu vou colocando aqui Renatinha a gente vai comentando tá bom uhum eh a pergunta da
razer aqui já para já caminhando pro finalzinho né do nosso encontro vamos trazer as participações dos nossos amigos eu vou colocando aqui Renatinha a gente vai comentando tá bom uhum eh a pergunta da gente a pergunta que a gente fez e depois a gente traz Qual é a resposta do do autor a pergunta que a gente fez é se a gente causa prejuízo né como causamos prejuízos ao nosso corpo e aí o Aldo Ele respondeu assim ó Renatinha o abuso e o excesso de todos os gêneros eu achei interessante abuso e excesso tudo que sai ali de um compasso de normalidade de naturalidade o excesso sempre TRS consequências né aliás tudo na nossa vida traz consequências e os excessos acabam trazendo consequências que são danosas então bem interessante eu vou colocar da Marlene rha de você lê e comenta pra gente por favor o corpo físico é tão sagrado quanto ao espiritual o abuso e ma uso do corpo seja de qualquer maneira refletirá no espírito que somos exatamente Marlene é é importante né Tem um capítulo que fala sobre isso né que da nossa veste que ela é emprestada né o nosso corpo ele precisa ser respeitado eh e e é apenas uma vestimenta para para Aquela nossa Encarnação né então ele é tão sagrado quanto o nosso espírito e ele precisa ser cuidado isso mesmo a ded danina colocou assim a mutilação do corpo em procedimentos cirúrgicos em excessos é um dos acredito que é um dos danos né Deixa eu ver ela colocou mais não não complementou eh é um dos dos excessos um dos danos né Eh e exatamente a mutilação do corpo Qual é dano que a gente traga eh a ao corpo físico nesse aspecto de mutilação Sem dúvida traz essas questões e aqui eu entendo procedimentos cirúrgicos não como necessidade porque ela mesmo colocou em excesso né são situações que trazem danos ao corpo físico Renatinha Onir Lu vigiar nossos pensamentos cuidar da alimentação saudável e praticarmos o amor nada de vícios é a a a Onir já trouxe uma questão inclusive eh dos nossos sentimentos dos nossos pensamentos né uma questão mais subjetiva do cuidado né com o nosso
tação saudável e praticarmos o amor nada de vícios é a a a Onir já trouxe uma questão inclusive eh dos nossos sentimentos dos nossos pensamentos né uma questão mais subjetiva do cuidado né com o nosso corpo e com o nosso espírito isso mesmo a ded danine ainda trouxe pra gente essa contribuição em oração no momento da partida é muito muito importante falo por experiência própria na partida do meu pai foi uma experiência única que eu no momento não consegui entender aqui a ded Nina tá comentando sobre o que a gente falou aqui né do recurso infalível que talvez seja o capítulo mais importante Porque o autor fala de oração Praticamente em todos né fala dessa desse cuidado e dessa vinculação com o pai eh dos Capítulos vai sucedendo se e trazendo vários relatos sobre isso justamente por conta dessa importância porque a oração é um vínculo que se estabelece e a gente pode estabelecer esse vínculo diretamente com aquele a quem a gente quer Eh a agraciar pela oração mas é tão bom que a gente vá ao alto né vá a Jesus Vá ao pai para que ali eh possa que a gente interceda por né a gente peça essa intercessão Essa oração intercessória porque aí vão as nossas vai a nossa vontade mas também todo esse fluído curador todo esse fluído especial do mestre Jesus dos bons espíritos para trazer ali a Consolação o lenitivo o bem-estar o conforto que é aquele ser é nosso ente querido aquele a quem nós nos nós nos dedicamos nós observamos a sua história ou não né possa ter esse alento né nesse momento de dificuldade Marcela que que ela falou através dos vícios terrenos como a droga bebida alimentação remédios em excesso danifica o nosso organismo então Renatinha já entra aí no capítulo 18 por favor trazendo o primeiro parágrafo do comentário bem aí seguindo que a Marcela traz né o capítulo 18 se intitula como chegou a hora só o peru morre na véspera diz o adágio Popular fazendo referência ao fato de que ninguém desencarna antes que chegue seu dia mas aí no capítulo no no no segundo parágrafo né ISO eh Richard
gou a hora só o peru morre na véspera diz o adágio Popular fazendo referência ao fato de que ninguém desencarna antes que chegue seu dia mas aí no capítulo no no no segundo parágrafo né ISO eh Richard nos traz um choque de realidade falando na realidade ocorre o contrário poucos cumprem integralmente o tempo que lhes foi concedido com raras exceções o homem terrestre atravessa a existência pressionando a máquina física a comprometer sua estabilidade então o autor nos traz eh essa condição de que infelizmente nós vamos prejudicando ao longo da nossa vida eh com comportamentos eh equivocados a nossa máquina o nossa a nossa vestimenta terrestre e que aí isso nos faz regressar ao plano espiritual antes do previsto né Então na verdade não é só o peru que morre de véspera exatamente E aí ele diz como é que a gente acaba destruindo ele utilizou o verbo destruir nós aqui colocamos como é que a gente causa prejuízos mas ele colocou como é que nós destruímos o corpo e ele colocou dois aspectos destruímos o corpo de fora para dentro e ele diz como que são aqui ó e Vocês acabaram colocando aqui né tanto a Marcela acho que a a Onir também não foi isso a Onir também trouxe aqu eles Coloca ele coloca assim eh destruímos o corpo de fora para dentro com os vícios a intemperança a indisciplina o álcool o fumo o o tóxico os excessos alimentares tanto quanto a aus de exercícios de cuidados de higiene de repouso adequado minam a resistência orgânica ao longo dos anos abreviando a vida física e aí ele traz de dentro para fora porque que foi de fora para dentro destruímos o corpo de dentro para fora com o cultivo de pensamentos negativos ideias infelizes sentimentos desequilibrantes envolvendo ciúme inveja pessimismo ódio rancor revolta Então olha que interessante essa forma que que o nosso autor nos mostra e traz-nos o cuidado porque quando ele eh esse comentário que a Renatinha faz do que do que ele coloca aqui poucos Retornam no tempo que foi concedido e a gente vê isso lá em nosso lar quando André Luiz se surpreende Por
porque quando ele eh esse comentário que a Renatinha faz do que do que ele coloca aqui poucos Retornam no tempo que foi concedido e a gente vê isso lá em nosso lar quando André Luiz se surpreende Por que que ele era considerado um suicida indireto uma vez que ele a forma dele retornar ao plano espiritual tinha sido uma enfermidade mas ali fica Claro e a gente aprende com o seu relato e a sua experiência que os seus comportamentos eh geravam abusos e excessos fazendo com que ele abreviasse esse retorno ao plano espiritual Renatinha suas palavras finais sua despedida por favor só só minha consideração final sobre esse capítulo que ele é né um capítulo muito interessante é que justamente né esses prejuízos que nós mesmos provocamos certa mente nos prejudicarão no momento da adaptação ao plano espiritual né por isso que eh eh ao praticarmos todos esses prejuízos a gente chega numa condição de Sofrimento no plano espiritual Então até o processo de desligamento e a nossa fase de adaptação será um pouco mais penosa então que possamos nos comprometer né a termos uma boa conduta ao longo da nossa das nossas vidas né e a Helena colocou a tatuagem é uma forma de respeito ao corpo que Deus ah não não ela não terminou a o comentário dela eh mas gostaria de agradecer a oportunidade de estarmos aqui Reunidas né para discutirmos analisarmos né Essa contribuição né do do nosso querido autor e as contribuições também né da nossa família clube de leitura então obrigada mais uma vez e até a próxima terça-feira isso mesmo nós gostaríamos de agradecer a cada um de vocês é sempre muito especial estarmos aqui juntos estudando esta obra do mês de novembro Quem tem medo da morte e aqui a gente vai passeando nos assuntos que são tão importantes pra gente pras nossas reflexões e para imprimirmos como dissemos um dia a dia diferenciado então nós temos um encontro marcado com cada um de vocês na próxima terça-feira às 19 horas aqui na FEB lives nós gostaremos de agradecer a rein ao Peu que tá aí com a gente nos
dia a dia diferenciado então nós temos um encontro marcado com cada um de vocês na próxima terça-feira às 19 horas aqui na FEB lives nós gostaremos de agradecer a rein ao Peu que tá aí com a gente nos Bastidores a todos vocês e até a próxima terça beijo grande até lá somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho quem mais precisa é independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir de diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você trabalhamos pelo consolo pelo esclarecimento e pela esperança e sabemos que somente juntos com poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da FEB TV acesse doe. febtv.com.br e faça sua doação g v
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