#1053 Vamos Orar | 21/01/26
A FEB Lives traz diariamente o Vamos Orar - Momento de oração ao vivo matinal da Federação Espírita Brasileira Para assistir a todos os programas, acesse: https://febtv.live/vamosorar Programação semanal (horário de Brasília): Todos os dias às 7h da manhã. Para acesso ao link de acolhimento fraterno: https://febmidia.com/palavrasdeluz Apoie a FEBtv! Para que este e outros programas continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Olá, bom dia, Lenira. Bom dia, queridos amigos. Sejam todos bem-vindos a mais um programa, programa Vamos Orrar, oferecido pela nossa querida Federação Espírita Brasileira e transmitido por diversos canais de mídia, pela nossa FEB TV, FEB Lives [música] e pelo Facebook e outros canais mediáticos. Vamos mais um dia de oração, de [música] alegria, de paz. Vamos iniciar o nosso dia com alegria, queridos amigos, e gratidão a Deus. Não é assim, Lenira? Vamos lá, vamos orar, então. Vamos pedir a Deus que nos [música] abençoe e nos conceda um dia com saúde, paz, com harmonia e esperança em dias melhores. Vamos então orar, queridos amigos, agradecendo [música] a Deus, nosso pai por mais esta bênção de estarmos, sim, Senhor, reunidos em Teu nome para mais [música] um dia que se inicia, buscando sempre em ti as forças necessárias para superar nossas dificuldades, para abrir nossos caminhos, para nos dar luz e entendimento a respeito dos acontecimentos de nossas vidas e especialmente nos encher de esperança em dias melhores. Ampara-nos docente te pedimos e permite, Senhor, que os ensinamentos, que as mensagens deste dia façam sentido em nossa vida, reverbere nosso ser e nos ajude no nosso processo de transformação e de, claro, de soergimento. Que a tua presença amiga e que a tua paz permaneça conosco hoje e sempre. E que assim seja. Então vamos lá com a nossa querida Alenira, nosso Luís nos bastidores nos dando uma. >> Vamos lá, né? [risadas] >> Vamos lá. Então, bom dia a todos também, né? E hoje o nosso pequeno trecho do romance mediúnico, Ave Cristo está na segunda parte do livro, no capítulo 4ro, intitulado Sacrifício. Vamos lá. A vida é sempre um milagroso tecido da divina sabedoria. >> Às vezes a aflição é véspera da felicidade, tanto quanto o prazer frequentemente é produção de angústia. Texto interessante. É um convite pra gente pensar junto, não é mesmo, amo? A vida é ou não é um milagroso tecido da divina sabedoria? Parece óbvio dizer que é, né? Afinal, a vida não é fruto da
ústia. Texto interessante. É um convite pra gente pensar junto, não é mesmo, amo? A vida é ou não é um milagroso tecido da divina sabedoria? Parece óbvio dizer que é, né? Afinal, a vida não é fruto da casa, mas parte de um plano inteligente. Diz o quê, gente? a evolução [música] espiritual de todos os seres. Mas será que é um milagroso tecido? Bom, milagroso depende do nosso entendimento. Se entendemos como algo que desafia a lógica de Deus e suas leis, não, né? a gente já tem ciência de que a vida é sim regida por leis naturais divinas, mas com certeza podemos afirmar que é um tecido, uma rede que interconecta tudo o que inclusive nos demonstra a harmonia e a sabedoria da criação divina. E a aflição, aflição é véspera da felicidade? Eu diria que sim, se a gente entender aflições como oportunidades de aprendizado e aprimoramento moral. Afinal, as nossas aflições, como doenças, perdas ou mesmo comportamentos antagônicos, elas têm um propósito educativo na nossa jornada evolutiva, como espíritos imortais que somos. As aflições são resultantes da aplicação da lei de causa efeito, ou seja, elas decorrem ou das nossas atuais escolhas e condutas ou de causas anteriores de vidas passadas, que surge sempre como oportunidades de reparação e aprendizado, não é mesmo? A gente tem que lembrar que o sofrimento não é um castigo divino, mas sim um mecanismo da justiça de Deus, a nos alertar de que algo precisa ser mudado em nosso interior, incentivando sempre, gente, a o nosso autoconhecimento e a nossa transformação moral. Aí vai depender da forma como a gente lida com essas aflições, com coragem, resignação ou desespero e revolta. Isso é que vai determinar se aquela aprovação dará proveito ou se precisará ser repetida, não é mesmo? Mas continuamos. O prazer, por sua vez, [música] é ou não é uma produção de angústia? Outra resposta, né, que depende de como entendemos a verdadeira felicidade, o prazer duradouro. Assim, precisamos ter claro em nossa consciência de que a verdadeira
ou não é uma produção de angústia? Outra resposta, né, que depende de como entendemos a verdadeira felicidade, o prazer duradouro. Assim, precisamos ter claro em nossa consciência de que a verdadeira felicidade e o prazer duradouro não pode ser encontrados em bens materiais ou em prazeres sensoriais passageiros, né? essa busca incessante por golos efêmeros, pelo contrário, muitas vezes é fonte de nossas aflições. E só da gente lembrar, né, de doenças decorrentes, por exemplo, de excesso ou casamentos infelizes pela ausência de um amor desinteressado, né? são são exemplos disso. O prazer genuíno na visão espírita, ele deve estar ligado ao progresso espiritual, a prática do bem, a caridade e ao cumprimento das leis divinas. A paz de consciência e serenidade, que resultam de uma vida reta e voltada para o próximo, traz uma felicidade relativa já na Terra e se tornará mais plena ainda na vida espiritual. Em suma, aflição e prazer são relativos e são instrumentos da lei de progresso, tá? E pensando em como eu poderia ilustrar essa natureza temporária da aflição terrena, encontrar-se com alegria [música] eterna, eu me lembrei que Jesus no versículo 21 do evangelho de do evangelho de João, aproveitou a experiência de um parto para ilustrar a transição dessa aflição para alegria. Ele disse assim: "No trabalho de parto, a mulher sente dores, mas quando o bebê nasce, sua angústia dá lugar à alegria, pois ela trouxe ao mundo criança, né? Então isso reflete a ideia de que o sofrimento intenso pode levar a uma grande duradora alegria, não é mesmo? Eu também me lembrei de um outro versículo, versículo 33, no mesmo capítulo, onde Jesus adverse explicitamente seus discípulos, dizendo: "No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo. Eu venci o mundo." Vejam que este versículo expõe a realidade do sofrimento. Tereis aflições, mas o contrapõe com a paz e a vitória de quem com ele tem esses desafios. Até por isso que Paulo escreveu: "Por amor a Cristo, encontramos prazer e força em nossas fraquezas e sofrimento,
is aflições, mas o contrapõe com a paz e a vitória de quem com ele tem esses desafios. Até por isso que Paulo escreveu: "Por amor a Cristo, encontramos prazer e força em nossas fraquezas e sofrimento, pois é na fraqueza que o poder de Deus se manifesta". A gente também poderia dizer que tem a parábola do rico insensato, aquela que fala de um homem que acumulou muitos bens e planejou uma vida de prazer e descanso, mas Deus o chamou de insensato. Por quê? Porque ele morre antes de desfrutar seus bens, mostrando a futilidade da gente muitas vezes concentrar nossas energias nos prazeres materiais e na segurança terrena, em vez de buscarmos a verdadeira riqueza e a riqueza [música] espiritual. São histórias que nos ensinam que a aflição é inevitável na vida terr, mas é passageiro. O verdadeiro prazer e alegria duradora são encontrados onde, gente? Em uma vida de retidão e comunhão com Deus. muitas vezes manifesta em meio ou após um sofrimento, não é mesmo? Também tem uma parábola popular que aborta essa essa interconexão entre aflição e prazer. Se vocês conhecem a fábula do cavalo perdido ou do fazendeiro chinês. Uma história que ilustra como eventos da vida, que esse momento parecem positivos ou inegativos, podem, na verdade, levar a resultados contraditórios ao longo do tempo. A história é originária da sabedoria chinesa e ela se desenrola da seguinte forma. Um fazendeiro chinês, conhecido por sua tranquilidade e sabedoria, possuía poucos bens. Um dia, um belo cavalo selvagem aparece em sua propriedade. Os vizinhos vendo um animal parabenizam o fazendeiro pela sorte. Ele simplesmente responde: "Talvez." Veja a resposta dele. Talvez. No dia seguinte, o cavalo foge e os os vazinhos, os vizinhos lamentam o azar do fazendeiro. Novamente ele responde: "Talvez pouco tempo depois o cavalo retorna, fazendo consigo vários outros cavalos selvagens. Nessa hora, os vizinhos ficam maravilhados com a sorte dobrada do fazendeiro, respondeu mais uma vez: "Talvez o filho do fazendeiro, ao tentar domar
a, fazendo consigo vários outros cavalos selvagens. Nessa hora, os vizinhos ficam maravilhados com a sorte dobrada do fazendeiro, respondeu mais uma vez: "Talvez o filho do fazendeiro, ao tentar domar um dos novos cavalos, sofre uma queda e quebra a perna. Os vizinhos sentem pena da aflição e do infortúo do fazendeiro, que mantendo a mesma calma, responde: "Talvez." Dias depois, o exército do imperador chega à aldeia para refrutar todos os jovens saudáveis para uma guerra perigosa. Devido à perna quebrada, o filho do fazendeiro é dispensado do serviço militar e poupado do conflito eminente. Aí, gente, principalmente nesse [música] momento que os vizinhos finalmente entendem aquela resposta do fazendeiro, né? E demonstra a sabedoria dele, talvez. Então, gente, o moral da história, sofrimento, prazer, aflição e fortuna frequentemente estão interligados, mas lembre-se, são de natureza temporária. Não devemos julgar uma situação como puramente boa ou má no momento em que ela ocorre, pois elas são parte de um plano inteligente, maior, que visa a nossa evolução espiritual. O futuro não é incerto, mas a Deus pertence, não é mesmo? A verdadeira felicidade e sabedoria residem na tranquilidade da mente e na aceitando sustentação da da natureza mutável da vida. E, portanto, devemos evitar reações emocionais extremas em eventos isolados. A vida é sempre um milagroso tecido da divina sabedoria. A aflição é véspera da felicidade, tanto quanto o prazer pode ser produção de angústia, não é mesmo, Suelin? >> Com certeza, Alenira. Temos aí bastante material para a nossa reflexão. [música] Vamos então à nossa impressa de encerramento. Você pode nos conduzir, por gentileza. >> Olá, amigos. Convidoos todos a elevar os nossos sentimentos e pensamentos para o nosso guia e modelo nessa humanidade terrestre, Jesus, e juntos levantar elevar essas nossas energias até a inteligência suprema [música] causa primária de todas as coisas. Vamos orar. Gratidão, Pai amado. Gratidão por mais este novo dia que amanhece, pela
juntos levantar elevar essas nossas energias até a inteligência suprema [música] causa primária de todas as coisas. Vamos orar. Gratidão, Pai amado. Gratidão por mais este novo dia que amanhece, pela oportunidade de reflexão sobre a aflição e o prazer como ferramentas de nosso progresso espiritual. Ajuda-nos, Pai, [música] a praticar a caridade, a misericórdia e conformidade com sua divina lei. Ajuda-nos na árduos [música] e aprender a distinguir o bem do mal. Permita-nos contribuir no limite de nossas forças com o restabelecimento da harmonia e da paz, com a prática do amor e do serviço edificante, segundo as lições de nosso mestre Jesus. Rogamos que sua luz se faça sempre presente entre nós e temos consciência que todos [música] somos necessitados de seu amor e de sua compaixão. Que seu amor nos fortaleça e expire sempre. Abençoado seja o nosso dia de hoje. Que assim seja, né, amigos? Vamos chamar nosso querido amigo Luiz para nos despedirmos e agradecer a ele por todo o apoio que ele nos dá, que fica nos bastidores, mas fica orando e pedindo também por nós, né? Assim, amigos. >> Isso mesmo, que a gente tenha um dia maravilhoso, que Jesus nos acompanhe durante todo esse dia. >> Entendido? >> Que assim seja, né? Queridos amigos, um abraço bem apertado. Que Jesus nos abençoe. Que assim seja. >> เ
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