#1039 Vamos Orar | 07/01/26
A FEB Lives traz diariamente o Vamos Orar - Momento de oração ao vivo matinal da Federação Espírita Brasileira Para assistir a todos os programas, acesse: https://febtv.live/vamosorar Programação semanal (horário de Brasília): Todos os dias às 7h da manhã. Para acesso ao link de acolhimento fraterno: https://febmidia.com/palavrasdeluz Apoie a FEBtv! Para que este e outros programas continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
[música] Olá, bom dia, queridos amigos. Bom dia, Lenira. Bom dia, Luiz. Bom dia a todos que nos ouvem, que estão conectados para mais um dia do nosso programa. Vamos Orar. E é sempre com muita alegria, com muita gratidão a Deus que damos início ao nosso dia de hoje, né? E com certeza a todos os nossos irmãos que estão ligados a nós pelas nossas nossos canais de mídia, pela FEB TV, FEB Lives, pelo YouTube e todos os demais canais mediáticos, [música] que todos sejam agraciados com as bênçãos de Deus, nosso pai neste novo dia que se inicia. Então vamos agradecer a ele com muito amor, com muita alegria por mais este dia, Senhor, em que a tua bondade infinita nos permite darmos seguimento à nossa etapa [música] evolutiva nesse nosso mundo bendito de provas e expiações. Muito obrigado, [música] Senhor, pela família, pelo nosso lar, pelo nosso trabalho, pelas nossas dificuldades, [música] pelas nossas alegrias, pelas oportunidades que temos de crescimento, de aprendizado, de exercitar o nosso papel de ser humano neste mundo, especialmente naquilo que nos convida a sermos fraternos, amigos, irmãos encaminhados. Ampara-nos docemente. Que o nosso dia seja de muita luz, de muita paz, de muito aprendizado, Senhor, e sempre de muita gratidão. Fique conosco hoje e sempre. E que assim seja. Hoje nós temos a nossa querida Araniira, que irá fazer a nossa explanação, a contextualização do texto de hoje. É assim, Lenira? >> É assim mesmo. Bom dia, né? E esse hoje hoje o nosso pequeno trecho do romance mediúnico Aveco Cristo, esse livro pseografado por Chico, editado pelo espírito emano, está no último capítulo da primeira parte e é intitulado Martírio e Amor. As palavras que eu vou ler, elas estão inseridas em um diálogo que ocorre entre quinto Varro, já nos derradeiros instantes de sua morte, e seu filho Taciano. Uma passagem muito, muito bela, que recomenda a leitura integral, né? [música] Mas vamos aí. Cada homem é um espírito eterno em crescimento para a glória celestial. Somos felizes ou infelizes
Taciano. Uma passagem muito, muito bela, que recomenda a leitura integral, né? [música] Mas vamos aí. Cada homem é um espírito eterno em crescimento para a glória celestial. Somos felizes ou infelizes por nós mesmos. Por esse motivo, não avançaremos para diante sem a bênção da grande compreensão. A justiça divina observa-nos. Como pois nos elevarmos pela [música] virtude sem esquecer as mãos que nos ferem? Pois é, né, amigos? O texto de hoje nos toca o coração em pontos importantes. E apesar de se referir a cada homem como um espírito eterno, vale ressaltar que devemos nos referir a cada homem como um espírito imortal. Pois tivemos um início, né, um começo simples de ignorância. E a cada experiência, [música] a cada vivência, temos caminhado de forma crescente para essa tão almejada glória celestial, [música] como nos diz o texto. Ou seja, estamos vivenciando um processo contínuo de aprendicagem e aperfeiçoamento. E o que dizer então desse processo didático e amoroso, [música] né? Será que há uma ponte que liga um estado de ignorância, de imperfeição, a esse tão desejado estado de perfeição, de glória celestial? Eu diria que refletindo a respeito que a reencarnação é uma dessas pontes, pois ela é capaz de ligar, na verdade explicar mudanças tão profundas. Já pensaram a respeito disso? Será que, por exemplo, uma única existência seria suficiente para nos levar de um estado de ignorância ao de perfectibilidade? Difícil, né? Então, a gente sabe que o nosso espírito sobrevive à morte do nosso corpo físico e já temos inclusive comprovações de que ele retorna a vida corporal em novos corpos sucessivos. Seja para quê? Seja para aprender, seja para reparar erros e são expiações ou mesmo simplesmente para aperfeiçoar-se moral intelectualmente. Vivenciamos na realidade [música] um processo didático e amoroso até alcançarmos essa glória celestial. Somos de fato espíritos perfectives e imortais, mas lembremos que essa imortalidade impõe o quê, gente? Responsabilidade. [música] Talvez por isso o texto de hoje
té alcançarmos essa glória celestial. Somos de fato espíritos perfectives e imortais, mas lembremos que essa imortalidade impõe o quê, gente? Responsabilidade. [música] Talvez por isso o texto de hoje nos lembrou que somos felizes ou infelizes por nós mesmos. E nós sabemos que as nossas escolhas de hoje modam o nosso futuro, não é mesmo? e que Deus nos dá o poder de decisão, mas lembre-se, ele nos dá, na verdade, o livre arbítrio como uma ferramenta de aprendizagem. Essa nossa liberdade de escolha nos torna, é, responsáveis pelas consequências de nossas decisões, que graças a essa justiça divina, ela sempre será avaliada de acordo com o atual estágio de compreensão que a gente já tem das leis divinas. Por isso o texto nos fala, né? A justiça divina nos observa. Que justiça divina é essa, gente? Como ela opera? Eu direi que a justiça divina ela é perfeita, é imparcial, é educativa e ela opera por meio de leis naturais e universais de causa efeito, onde cada um colhe o que planta, não é mesmo? Não como um castigo, mas como uma oportunidade de aprendizado e reparação de erros passados. Mas que opera essa justiça divina? A gente já tem consciência que Deus não é uma pessoa limitada no espaço, não é mesmo? Mas sim é o quê? Uma inteligência suprema, uma consciência infinita que preenche o universo e cuja essência é o instrumento de toda a criação. A gente diria, a presença da unisciência divina. ciência divina se manifesta como conhecimento completo de todas as verdades, um conhecimento de tudo, de tudo mesmo. Mas como é que ela se manifesta? Bom, gente, ela se se manifesta sempre de forma amorosa, misericordiosa. E aqui não há uma contradição entre justiça e misericórdia, mas sim uma complementariedade. A justiça divina, gente, é inseparável da misericórdia. Pois enquanto a justiça garante que todos colham o fruto de suas ações pela aplicação da lei de causa efeito, a misericórdia ela se manifesta pela oportunidade de reparação por meio da reencarnação e do esquecimento do passado. A gente diria
colham o fruto de suas ações pela aplicação da lei de causa efeito, a misericórdia ela se manifesta pela oportunidade de reparação por meio da reencarnação e do esquecimento do passado. A gente diria que a misericórdia é um tempero da justiça. E assim como um tempero suaviza e aprimora um alimento, a misericórdia suaviza o rigor da lei e permite que o devedor, o espírito que errou, e o criedor, o espírito ofendido, se reencontrem em novas encarnações para os devidos ajustes, ou melhor, reconciliação, não é mesmo? E a parábola do filho pródigo é um exemplo clássico que ilustra perfeitamente essa dinâmica. Não sei se vocês lembram da palavra, a história de um pai com dois filhos, onde o mais novo perde a herança antecipadamente, mas ele gasta tudo em uma vida de prazeres. Acaba caindo na miséria, mas se arrepende e decide voltar para ser um servo do seu pai. E o pai, ao vê-lo já de longe chegando, corre ao seu encontro e o recebe com uma festa, o veste com as melhores roupas, o que gera o quê? uma irritação, uma certa incompreensão, até os ciúmes do filho mais velho, né? E sempre obedeceu, que sempre esteve com seu pai, mas que não consegue entender a alegria daquele pai pela restauração daquele filho perdido. Então, a gente poderia [música] dizer, fazer um paralelo, que o filho mais velho representa [risadas] a justiça no sentido do cumprimento de regras. Afinal, ele permaneceu com o pai, né? trabalhou e obedeceu. Sua reação ao retorno do irmão, sentindo-se injustiçado por não receber a mesma atenção festiva, reflete o quê, gente? Reflete a nossa visão humana de justiça, uma justiça pura e fria. Como se a gente dissesse, né? Ele merecia sofrer pelas suas escolhas. Mas lembremos do Pai. O pai aqui representa Deus em sua infinita misericórdia. Pois ao ver o filho pródigo retornando em tracos e arrependido, ele não exige o cumprimento de uma pena ou um período de provação. Ele simplesmente o acolhe imediatamente com amor, perdoa e o reintegra a família. Por isso que a
retornando em tracos e arrependido, ele não exige o cumprimento de uma pena ou um período de provação. Ele simplesmente o acolhe imediatamente com amor, perdoa e o reintegra a família. Por isso que a gente diz que o Pai representa Deus em sua infinita misericórdia, porque ele concede uma nova chance ao pecador que se converte e busca reparação. É assim que essa parábola nos ensina que embora a justiça determine as consequências dos nossos atos, afinal de conta, o filho pródico sofreu pelas suas escolhas, né? Ele passou fome, passou miséria. A misericórdia de Deus está sempre pronta a nos amparar e nos dar força, novas oportunidades. Quando decidimos, gente, mudar de rumo, buscar a o caminho da nossa evolução espiritual, não é mesmo? Então, a justiça e a misericórdia divina, ano de mão dadas, manifestando-se na terra em forma de uma cobrança, necessidade de reparação e também como uma oportunidade, um resgate, uma compensação, pelo pelo menos pela reencarnação e pelo esquecimento do passado, não é mesmo [música] Cin? >> Com certeza. Aí a gente vê aí nessa bênção do esquecimento o amor de Deus para conosco, [música] porque reencarnamos, nos reencontramos, mas vem assim algo velado para que nós possamos ter novas oportunidades de refazer as nossas trajetórias. Querida, faça nossa pra encerramento, por gentileza. >> Vamos lá, amigos. Então eu convido cada um de vocês a mentalizar essa figura fraterna de [música] Jesus para junto a gente elevar a nossa mente, o nosso coração para essa inteligência suprema. Vamos orar. Gratidão, Pai amado. Gratidão por por mais este novo dia que amanhece, pela oportunidade de reflexão sobre a imortalidade da alma, da justiça divina e nesse nosso processo contínuo de aprendizagem e evolução. Ajuda-nos, Pai, de amor e bondade a enxergar o nosso próximo como tu ouvês, a praticar a caridade e a misericórdia. Ajuda-nos na ádua tarefa de nosconhecermos e de nos mantermos, né, sempre em sintonia com sua divina lei. Queremos não só aprender e entender o valor do
ouvês, a praticar a caridade e a misericórdia. Ajuda-nos na ádua tarefa de nosconhecermos e de nos mantermos, né, sempre em sintonia com sua divina lei. Queremos não só aprender e entender o valor do bem para todos, né, mas o fazer no limite de nossas forças. Permita-nos contribuir para o restabelecimento da harmonia e da paz com a prática do amor, do serviço edificante, segundo as lições de nosso pai, [música] nosso amigo, querido irmão Jesus, rogamos pela sua luz e que ele se faça sempre presente entre nós, pois somos todos necessitados de seu amor e de sua compaixão. permita que os espíritos superiores e nossos benfeitores nos auxiliem a ser, junto aos nossos próximos, instrumentos vivos e operosos de sua divina vontade. Abençoado seja o nosso dia de hoje e sua presença nos fortaleça, inspire sempre. >> Vamos chamar nosso amigo então para as nossas despedidas. >> Jesus nos abençoe a todos. Tenhamos um excelente dia. >> Que Jesus nos abençoe, amigos. Muita paz para todos. เ
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