#09 Estudando O Livro dos Espíritos - Propriedades da matéria
A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.
Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Nossa saudação fraterna a você que acompanha o nosso Estudando o livro dos espíritos. uma satisfação imensa. E a partir de hoje vocês estão vendo, nosso estudo conta com interpretação para Libras, uma satisfação muito grande, não é? Para isso, a FEB fez parceria com a CONSEB, comunidade surda espírita brasileira, que reuniu uma equipe de voluntárias essa atividade e essa equipe está sob a coordenação de Verônica Lima. O nosso profundo agradecimento por essa oportunidade do trabalho conjunto, né, Cris? Isso mesmo, Carlos. Nosso agradecimento à CONSEB por essa parceria que objetiva levar este programa Estudando o livro dos espíritos, para os nossos irmãos surdos que se interessam em conhecer ou aprofundar justamente todo o conteúdo doutrinário do espiritismo. Hoje contamos com a participação da nossa tradutora intérprete de Libras, que significa língua brasileira de sinais, a nossa amiga Andreia Beatriz Messias Belém Moreira, a quem agradecemos, viu Andreia, a sua inestimável ajuda, o seu inestimável apoio, minha amiga. Boas-vindas a todos. Vocês estão vendo que hoje nós temos vários convidados, né? Boas-vindas à nossa querida Cris no pelo trabalho aqui em conjunto, né, em parceria, a Andreia que está aí fazendo a interpretação do nosso estudo hoje e ao nosso convidado Júlio César Gois, engenheiro, é orador espírita, está como presidente da Federação Espírita do Estado do Sergipe e da Academia de Letras Espíritas do Espírito Santo. Muito bem-vindo, Júlio. Ô, Carlos, tudo bem? É Academia Let Espírita de Sergipe. Opa, de Sergipe. Desculpa aí se eu falei alto falho. [risadas] Boa noite. Boa noite, Cris. Boa noite, Andreia Zé Alberto, Otacírio e nosso querido Carlos. Boa noite a todos os nossos internautas, né, que estão nos assistindo pelas ondas da internet. É um grande prazer estarmos aqui. Muito bom. Foi compondo o nosso time na
tacírio e nosso querido Carlos. Boa noite a todos os nossos internautas, né, que estão nos assistindo pelas ondas da internet. É um grande prazer estarmos aqui. Muito bom. Foi compondo o nosso time na noite de hoje. Está conosco também o amigo José Alberto Machado, que foi presidente da Fundação Allan Kardec Manaus, é coordenador da produção de roteiros de estudo sistematizado do Evangelho Segundo o Espiritismo e do Novo Testamento, entre outras atuações. Atualmente ele dirige grupos de estudo aprofundado da doutrina espírita e do evangelho de Jesus. Boa noite, José Alberto. Boa noite, amigos. Saudações, Manauaras. Cumprimento com muita alegria o Carlos, você, Cris, André, nesse trabalho lindo de interpretar conteúdo doutrinário para os nossos irmãos Legos, surdos. Cumprimento o Júlio e também o nosso querido Otacírio. E eh estendemos nossas vibrações carinhosas para os nossos irmãos internautas que ficarão conosco. Hoje nós contamos também com oiro Rangel Nascimento, que é doutor em física, professor do Instituto de Física da USP de São Carlos, é orador espírita também, frequenta a Sociedade Espírita Obreiros do Bem e é autor do livro das causas primárias que nós pedir para ele mostrar aí para nós, inclusive. O Taciro, muito bem-vindo. Muito bem. É um prazer estar aqui com vocês. Boa noite a todos. Carlos, Andreia, Cristina, o José Alberto e o Júlio César. É muito bom estar com vocês aqui, formando uma equipe de trabalho, de desenvolvimento do conhecimento da doutrina espírita, a fim de que todas as pessoas possam ter cada vez mais acesso fácil ao conhecimento espiritual. Se alguém quiser ver o livro, é esse aqui. Ótimo. Muito táeditado pela Federação Espírita do Estado de Goiás. Muito bem. Editado pela FEGO. Pode procurar, se você não sabe, procura no na internet, né? Colocando, você já encontra o site da da FEGO para poder comprar. Bom, os nossos agradecimentos também aos parceiros de transmissão simultânea do nosso Estudando o livro dos Espíritos, Espiritismo Net, Mansão
o, você já encontra o site da da FEGO para poder comprar. Bom, os nossos agradecimentos também aos parceiros de transmissão simultânea do nosso Estudando o livro dos Espíritos, Espiritismo Net, Mansão do Caminho, Federação Espírita Catarinense, Federação Espírita do Distrito Federal, Web Rádio Fraternidade, Web Rádio Amigo Espiritual, Editora Eduz, Portal da Luz, TV Secal e Servidó Espírita. Nosso abraço a todos vocês que acompanham para esses diferentes canais de transmissão. Muito bom. E começando então vamos entrar, adentrar aí no capítulo conhecimento do princípio das coisas. A gente principia conhecendo o princípio das coisas. A pergunta para o Júlio, amigo Júlio, é a seguinte: é possível conhecer o princípio das coisas? Olha, Cris, talvez de início eu vou decepcionar. Não, mas calma. Por quê? Veja só o conhecimento. Vou fazer uma analogia para ter que ficar mais fácil. Imaginemos que nós todos estivéssemos num cômodo absolutamente sem luz, escuro, e de repente todas as paredes desse cômodo, ela se abrissem e nós estivéssemos no sol nordestino do meio-dia. que que iria acontecer conosco? Nós iríamos permanecer cegos, entendeu? Então, veja bem, eh, não é, Deus não permite que todas as coisas que seja revelada ao homem e neste mundo nós estamos falando da Terra. Por quê? Porque nós temos limites. Então, existem, planetas em que temos espíritos mais desenvolvidos habitando esses planetas. Claro, o a construção do conhecimento nesses planetas é diferente do nosso. Então, nós vamos buscando conhecimento, mas nem tudo nós podemos eh ter o conhecimento pleno agora. E isso é o quê? O princípio das coisas. Nós sabemos o íntimo de cada coisa, o espírito, por exemplo, como surgiu o espírito. Não, nós não vamos conseguir saber agora mais tarde. Lembra-te que Jesus disse: "Vós sois deuses, né?" Mas disse que brilha a vossa luz. se ilumine primeiro, vá percorrendo para você aprender. Então, não é dada ao homem neste mundo, nesse órgão que nós estamos aqui, conhecer o princípio das coisas,
é?" Mas disse que brilha a vossa luz. se ilumine primeiro, vá percorrendo para você aprender. Então, não é dada ao homem neste mundo, nesse órgão que nós estamos aqui, conhecer o princípio das coisas, mas vamos evoluindo, que é o nosso nosso propósito, e nós vamos conquistando o conhecimento aos poucos. Então, não é dado um homem esse esse conhecer o princípio das coisas. José Alberto, diante dessa dificuldade de conhecer é o princípio das coisas, como entender então o surgimento das coisas? Como é que nós vamos entender? É, primeiramente é uma distinção entre o princípio e o surgimento. A gente pode não alcançar o princípio íntimo de tudo, mas o surgimento dá pra gente conversar, né? Respondendo a questão 18 do livro dos espíritos. sobre a possibilidade de se chegar à compreensão do surgimento das coisas. Os espír os espíritos afirmam que o véu se levanta à medida que o homem se depura e adquire faculdades que ainda não possui, ou seja, eh, evolução espiritual e recursos perceptivos adequados. Eh, nesse sentido e obviamente com a expectativa de que o Otaciro eh vá nos desculpar por incongruência do que eu vou falar, talvez eh fosse necessário uma rápida e sintética digressão de como a gente vem levantando esse véu do surgimento das coisas, né? A humanidade vem tentando levantar esse véu desde a antiguidade grega com Leuc Demócrito, eh, quando propuseram a ideia do átomo como sendo constituinte indivisível da matéria, né? Após séculos silenciosos da Idade Média, quando a ciência considerava a natureza estática, em 1808, nós tivemos a proposição de um primeiro modelo para interpretar a intimidade da matéria com o Dalton, apresentando a concepção daquilo que nós poderíamos chamar de estrutura eh do âmbito elementar da matéria, né? Eh, e a partir daí, esse modelo da interpretação da estrutura da matéria, passamos a chamar de modelo atômico. Para ele, naquela oportunidade. E é muito importante porque o livro dos espíritos, quando foi lançado, a concepção era essa, né? A substância seriam formada de
ia, passamos a chamar de modelo atômico. Para ele, naquela oportunidade. E é muito importante porque o livro dos espíritos, quando foi lançado, a concepção era essa, né? A substância seriam formada de átomos iguais para o mesmo elemento, mudando de propriedades quando se tratasse de um outro elemento. E esses átomos seriam permanentes e indivisíveis, não podendo ser criados ou destruídos. De lá para cá, o esse modelo foi sendo enriquecido com o Thomson agregando a ideia dos elétr. mais adiante, Rutford, eh, estabelecendo melhor essa divisão dos elétrons dentro do âmbito eh do átomo e imaginando o o átomo como um miniistema planetário com o núcleo e e os seus e os seus elétrons circulando ao redor e mas possivelmente num aperfeiçoamento já agora do início do século XX com eh BOR ampliando essa concepção de elétrons e agregando outras outras ideias, especialmente a questão das órbitas em que elétrons passando de uma órbita para outra acabariam gerando a luz. Então, em termos de estrutura, eh, de como entender o surgimento da estrutura, eu tenho a impressão que o vel até aí tá levantado de uma forma bem consistente. Agora, não se trata só da estrutura, se trata também do conteúdo, o que que tem essa intimidade da matéria. E nesse ponto, eh, o século XX foi muito rico disso, né? Com as pesquisas dos raios cósmicos, nós de repente tivemos a a percepção de uma quantidade enorme, um rol grande de partículas com massas, cargas elétricas e propriedades diversas, o que reformulou, o que requereu a a formulação de novas percepções sobre eh o conteúdo íntimo da matéria, surgindo aquilo que ficaria conhecido e certamente enteírio muito muito comum, o chamado modelo padrão, né? Eh, essas partículas tidas como elementares eh foram divididas em duas grandes famílias básicas, os chamados férmeos, que seriam, digamos, o princípio material em si, e os boss, que seriam os ligadores desses princípios materiais, dando dinamismo ao princípio material que os permitiam. obviamente os bos representando as
seriam, digamos, o princípio material em si, e os boss, que seriam os ligadores desses princípios materiais, dando dinamismo ao princípio material que os permitiam. obviamente os bos representando as forças fundamentais da natureza, eletromagnética, nuclear forte, nuclear fraca e assim sucessivamente, né? Então, eh, em princípio, esse modelo padrão, eh, juntamente com a estrutura, eh, do modelo atômico, eles dão conta de explicar toda a matéria conhecida, isto é, aquela matéria que é possível de ser observada. Porém, essa matéria, ela representa apenas em torno de 5% do que existe no universo observável, né? O resto é o chamado conteúdo escuro de eh matéria escura e energia escura, né? A energia escura representando em torno de 68% e a matéria escura representando em torno de 27%. 4,9% apenas é isso de que a ciência vem levantando o ver para nós. Portanto, uma quase insignificância, né? Então, essa matéria escura e a energia escura eh são constituintes que mais adiante a gente pode eh nós podemos nos referir. Então, eh, como a gente pode constatar, o véu tem se levantado, mas apenas para 4,9% da matéria do universo. O resto para ser estudado depende de evolução espiritual da humanidade e de faculdades ou instrumentos que ainda não dispomos. E aí, com o perdão do nosso Otaciro, nossa contribuição para mais tarde a gente ampliar um pouco. Bom, ó, ele tá corroborando aí, viu José Alberto? Mas a gente vai fazer uma pergunta para ele ainda dentro desse bloco de perguntas, né, pros internautas poderem acompanhar, a gente tá analisando as questões de 17 a 20, justamente do livro dos espíritos, que é foco do nosso estudo. Então, Otaciro, as ciências elas podem definir os principais elementos geradores das coisas e dos seres? Olha aqui, a gente precisa fazer uma distinção clara. Primeiro, ser humano é um ser sensorial. Nós percebemos o nosso universo, o nosso meio através dos nossos cinco sentidos. Com o desenvolvimento da nossa inteligência e da investigação que a gente faz, das coisas que envolvem o
ser sensorial. Nós percebemos o nosso universo, o nosso meio através dos nossos cinco sentidos. Com o desenvolvimento da nossa inteligência e da investigação que a gente faz, das coisas que envolvem o nosso meio ambiente, nós vamos desenvolvendo conhecimento e também tecnologia. Com a tecnologia, a gente tem ampliado a nossa capacidade de observação. Por exemplo, nosso olho só enxerga a luz visível, mas a radiação eletromagnética vai de comprimentos de onda tão longos quantos a as ondas de rádio até o extremo de comprimento de ondas extremamente curtos. radiação gerada no núcleo dos átomos, que são as radiações gama. Então nós vemos uma faixa muito pequena, mas com a tecnologia nós aprendemos a detetar todas essas outras radiações. Então nós estamos tendo através desse recurso uma ampliação da nossa percepção. Então essa pergunta que os espíritos fazem, se é dado ao homem, não é? Se Deus permite ao homem, é porque o homem não é o espírito, é o espírito encarnado. Então, ele tem um bloqueio de percepção colocada pelas limitações da matéria. Então, nós só vamos compreender melhor tudo à medida que nós formos nos libertando das sensações materiais e aprendendo a ter percepções espirituais. Então, tudo que o José disse, ele falou sobre as coisas materiais, mas e as outras coisas? Nós vamos ter conhecimento delas também? Será que a ciência vai nos ajudar a compreender as coisas espirituais? Então, vejam que enquanto o ser humano analisa as coisas do ponto de vista sensorial, ele fica limitado a analisar as coisas materiais, que são as coisas materiais que ferem os nossos sentidos, não é? A percepção da realidade espiritual é uma percepção diferente que a gente não sabe ainda explicar, mas que também está presente, faz parte das coisas, não é, que nós precisamos compreender. Então, a ciência tem um limite enquanto o paradigma dela for a matéria. Quando o paradigma da ciência mudar pras coisas espirituais também, então ela também vai contribuir pro outro lado. Que nós temos como adiantamento
m um limite enquanto o paradigma dela for a matéria. Quando o paradigma da ciência mudar pras coisas espirituais também, então ela também vai contribuir pro outro lado. Que nós temos como adiantamento uma série de conhecimentos maravilhosos dados pelos espíritos através do livro dos espíritos, das obras básicas, das obras de continuação. São informações. Por exemplo, quando o André Luiz fala sobre nosso lar e fala sobre o Parque das Águas, nós não podemos pensar que em nosso largua, porque água é H2O, é a estrutura atômica da matéria. Lá nosso lar feito por um outro processo de construção psíquica através da ação do fluido universal. que é o elemento base da criação divina. Então, aquela água é, entre aspas, é um líquido aparentemente que flui, mas que nada tem a ver com H2O. Por é uma cidade espiritual, não é feita com a estrutura atômica da matéria mesmo, porque segundo os espíritos, nosso lar está 1000 km acima do do Rio de Janeiro, da cidade do Rio de Janeiro. A 1000 km nós não temos atmosfera nenhuma mais. Então não tem matéria para fazer isso. Então tá feito de outra coisa. Então, a ciência vai esbarrar nessas coisas à medida que o homem mude o paradigma da ciência. Então, é claro, a ciência nos é dada, como diz o espírito, para que a gente vá avançando e à medida que a gente for desenvolvendo o nosso conhecimento e também esbarrando na capacidade de mesmo no corpo físico usar as percepções espirituais, então ele vai compreendendo coisas novas e aí o conhecimento vai se ampliando. É natural que seja assim. Para isso é preciso que a gente se desenvolva. A gente pode pensar que o homem das cavernas tinha um corpo muito menos perceptivo do que nós hoje. Então, daqui a 10.000 anos, nós teremos um corpo com capacidade pertceptiva melhor, mais capaz de perceber outras coisas. Então nós vamos adentrando o conhecimento das coisas da natureza, que é a criação divina. Excelente, Taciro. Veja lá, o Ricardo Mendes às 8:10 colocou: "Faculdades que ainda não possuem, pode se fazer um
ão nós vamos adentrando o conhecimento das coisas da natureza, que é a criação divina. Excelente, Taciro. Veja lá, o Ricardo Mendes às 8:10 colocou: "Faculdades que ainda não possuem, pode se fazer um paralelo com a questão 10, que fala: "Falta o sentido". Não é nos falta sentido para compreender a natureza íntima de Deus, não é? Tudo relacionado ao nosso desenvolvimento. O que o Ataciro acabou de dizer, não é? Responde a isso, viu, Ricardo, que você colocou de fato. É isso. Nos falta o sentido que nós vamos conquistando na medida em que vamos evoluindo, não é isso? O Taciro, José Alberto, Júlio César, não é? Que o véu vai se desvendando à medida que o homem vai evoluindo espiritualmente, vai se depurando na verdade, conforme ele ele diz. e ele adquira faculdades eh de PCB ou instrumentos que sejam extensão das suas faculdades. Hoje nós estamos detetando ondas gravitacionais da época do Big Bang extensão da nossa dos nossos sentidos, né? Muito bem. Na verdade, José, a gente nós percebemos através da nossa instrumentação, do nossos percepções, as ondas eletromagnéticas, o calor é uma manifestação das ondas eletromagnéticas, a visão, não é? Então, e a nossa tecnologia desenvolveu a capacidade de perceber infravermelho, ultravioleta, raio X, raio gama, radiação, eh eh ondas eh de de rádio. Nós temos os rádielescópicos que observam o universo, mas qualquer matéria que está quente, ela irradia radiação eletromagnética. Esse é o problema da matéria escura que você se referiu. Ela aparentemente é uma matéria fria, porque ela não irradia ondas eletromagnéticas. Então nós não a percebemos através desse mecanismo que é o grande mecanismo de observação do universo, mas elas têm efeito gravitacional, então elas são feitas de massa, de matéria gravitacional, tá certo? Então, as o a matéria escura que você disse é 27%, é mais ou menos isso mesmo. Esse número varia um pouquinho de de acordo com a teoria que se usa, mas não importa, não é? Essa matéria escura dá conta de explicar uma série de efeitos
você disse é 27%, é mais ou menos isso mesmo. Esse número varia um pouquinho de de acordo com a teoria que se usa, mas não importa, não é? Essa matéria escura dá conta de explicar uma série de efeitos gravitacionais que a gente observa e que falta massa, porque a gente não, a gente só observa a massa das estrelas, dos planetas, dos gases e esses irradiam radiação eletromagnética. é há determinadas regiões do espaço que que tão atraindo galáxias e grandes nebulosas e grandes nuvens de poeira cósmica e que você não tem uma explicação um gerador de gravidade. E por isso que eles imaginam que essa gravidade vem das grandes dias de de estrutura de matéria escura. A mesma coisa a expansão do universo, aceleração, isso que você não tem uma eh seria contrária ao modelo explicativo do Big Bang, que em princípio já estaria diminuindo a expansão e ao contrário ele parece que acelera, né? Então esses essas duas fontes o homem nem tocou, não sabe nem como examinar, né? Não, a gente não sabe o que é energia escura e não sabe a de que é constituído a matéria escura. Que partículas são essas? Perfeito. Então, nosso conhecimento é limitado ainda. Mas adiante eu vou Vamos avançando uma hipótese, né? Olha lá, perguntar pro Júlio agora. Dentro disso, Júlio, nós estamosando aí pela pela conversa. Júlio, Carlos, só um minutinho. É, antes de você jogar a pergunta pro Júlio, eu tô aqui de olho no chat, né? Então, a Márcia Carvalho, ela tá pedindo só pro Otaciro confirmar uma dela, uma impressão que ela ganhou a partir do que o Otaciro falou. Ela coloca assim: "Então, nosso lar é constituído de matéria, mas em vibração diferente da matéria que conhecemos." É isso, Ataco. Olha, o que a gente pode dizer que ele não está constituído do de da estrutura atômica da matéria que a gente conhece. Isso. A matéria agora falar de quem está constituído é falar da nossa ignorância, porque nós não sabemos o que é o fluído universal. Isto excelente. Desculpe, Carlos. Vai lá, meu amigo. É. E o fato de André Luiz utilizar água é
de quem está constituído é falar da nossa ignorância, porque nós não sabemos o que é o fluído universal. Isto excelente. Desculpe, Carlos. Vai lá, meu amigo. É. E o fato de André Luiz utilizar água é como é é a a o que ele encontra de analogia pra gente entender, não é isso? Senão não sabe como entender, não é? Muito bom, Júlio. A ciência tem avançado porque a gente tá vendo aí na conversa, não é? Nas pesquisas, vem penetrando alguns segredos à natureza, mas eu creio que pelo que já foi falado, essa essa resposta parece um pouco óbvia, mas vamos lá. Pode se afirmar que a ciência já conhece todas as leis que regem a natureza? Vamos pegar, fazer uma ponte agora com o que disse o nosso Zé Alberto e o Otaciro. Veja bem, o Zé Alberto ele fez um assim um um uma espécie de uma retrospectiva do conhecimento humano, da construção do conhecimento humano em relação à matéria. E o Otaco, ele foi a fundo na estrutura íntima dessa matéria. O que é que a gente tem por aí? Bom, tá claro que nós temos limites. Tá claro que nós temos limites. E o que acontece? Esse limite, a princípio, era apenas os nossos sentidos, né? O que eu tô enxergando, então eu analiso o que eu tô enxergando, o que eu tô palpando aqui, meu tato, o que eu estou ouvindo, mas esses nossos limites, eles são, esses nossos sentidos, eles são bastante limitados e isso torna a nossa percepção bem limitada. E aí foi que colocou muito bem que a o conhecimento humano, a engenharia começou a desenvolver a tecnologia, começou a criar olhos, ouvidos, tá? Então a gente vê, por exemplo, experiências como, por exemplo, aqueles aceleradores de partículas que tem aí na Europa, nos Estados Unidos. E e o que é que eles fazem? Por exemplo, se eu quiser ver o que que eu o que é que tem numa laranja, eu tenho uma laranja, eu tenho que ver o que tem na laranja, só que eu não posso abrir a laranja assim. Então eu coloco no acelerador, ele dá uma pancada na laranja, acelera muito, ela se chop uma parede, aí eu vejo, ela pode se partir,
er o que tem na laranja, só que eu não posso abrir a laranja assim. Então eu coloco no acelerador, ele dá uma pancada na laranja, acelera muito, ela se chop uma parede, aí eu vejo, ela pode se partir, mas eu posso dar uma uma aceleração mais forte ainda, uma pancada mais forte e eu vou chegando até eu abrir a semente, aqueles aqueles gomozinhos da da laranja. Então eu vou entrando ali naquele naquela intimidade da da laranja para mim observar. Bom, o que acontece? Isto posto a gente vê o seguinte, que a ciência foi dada ao homem, né? O homem tá desenvolvendo. Tanto é que e antes mesmo de de nós termos aqui essas coisas, a gente já tem lá no plano espiritual. Vou fazer um já que falaram aqui nosso lar, uma coisa que quando eu assisti o filme que ficou bem assim eh eh eh eh foi quando o André Luiz ele chegou assim para Emanuia escrever. Aí o Emanuel apresentou para ele uma máquina de datilografia. Ele disse: "Ó, isso aqui é o agora, mas nós temos esse outro aqui que é futuro. Lá não tem, ou seja, na terra seria o computador." Então a gente imagina o quê? Kardec tinha pena, nemum Kardec tinha, né? A pessoa se Kardec tivesse um Word, uma uma internet, uma coisa para transmitir aquilo tudo para chegar para ele as informações. Então, ou seja, nós estamos limitados de certa forma e a ciência, como somos nós quem produzimos, ou seja, nós, digamos assim, nós eh eh interpretamos o que aparece aqui conosco, com a nossa tecnologia e a gente passa a construir. Só qual é o grande problema disso? O grande problema disso é o nosso orgulho, o nosso egoísmo. Então, muit das vezes a gente observa uma coisa e aí a [risadas] pessoa eu não quero admitir, tem gente que enxerga uma coisa, tá ali tudo óbvio, mas porque contraria algo que é uma concepção dele, aquele préonceito, ele não aceita. Então, disso a gente aceita eh inverdades da mesma forma que a gente eh eh descarta muitas verdades. Então, por quê? Por conta do nosso orgulho. Então, é necessário que tenha e eh esse desenvolvimento. Foi como Tarcío
nte aceita eh inverdades da mesma forma que a gente eh eh descarta muitas verdades. Então, por quê? Por conta do nosso orgulho. Então, é necessário que tenha e eh esse desenvolvimento. Foi como Tarcío colocou. Bom, a gente tá buscando, a gente avançou bastante, mas muito mesmo, na questão da da percepção do material do material. Eh, para você ter uma ideia, eu eu venho da da da área de petróleo e o que acontece? Você consegue enxergar, entre aspas, né, o que tá lá nas profundezas da Terra. você é como se fizesse uma ultrsonografia do do subsolo. E aí você detecta ali por conta da da das refração do som e a gente coloca um um um uma vibração e as rochas respondem de maneira diferente. Então você interpreta aquilo ali, então você aqui pode ter óleo, aqui pode ter gás, tudo interpreta assim. Então veja bem, se a gente pensar nisso há 100 anos atrás, ninguém iria conceber isso. Nós não tínhamos instrumento, nós não tínhamos tecnologia, nós tínhamos a vontade, nós tínhamos algumas pessoas. Aí o o Alberto falou em em em Rutfort, Bor, Marcos Plunk, foram homens que partiram de uma imaginação. O que é isso? A espiritualização deles, a percepção. Tá sendo disse bem que daqui a 10.000 1 anos, as nossas sensações serão totalmente diferentes. Por quê? Que nós estaremos mais espiritualizados e menos materializ matéria. Quando se tornar mais espírito e menos matéria, o nosso conhecimento vai junto. Vai junto. Então, o que acontece? A a ciência, não é que a ciência tem limite, mas Deus ele estabelece limites. E aquele negócio que eu falei no início, é aquele quarto totalmente escuro e de repente se abre. Por que que a gente não consegue ainda eh eh saber o que é que tem, o que como é que se que que o mecanismo de o buraco negro, como é que a gente vai ter conceito como antimatéria que você tem por aí? Tudo isso são coisas que a gente não consegue penetrar. Por quê? Porque falta em nós ainda esse esse não a tecnologia simplesmente, mas falta nós desenvolvermos a nossa capacidade de
você tem por aí? Tudo isso são coisas que a gente não consegue penetrar. Por quê? Porque falta em nós ainda esse esse não a tecnologia simplesmente, mas falta nós desenvolvermos a nossa capacidade de percepção, porque esse é que é o grande lance, a questão de perceber as coisas. Eu digo isso assim, quando a gente olha, por exemplo, se eu mostrar eh eh não sei, não sei a formação de você, mas talvez eu tá assinando. Se eu mostrar, por exemplo, um uma análise feita, extraída através de uns geofones numa numa numa numa prospecção de petróleo, ele vai analisar o perfil lá do do do terreno, vai começar a perceber alguma coisa diferente. Por quê? por causa do olhar dele. Agora, se eu mostrar isso a uma pessoa que tá no dia a dia, ele vai interpretar aquilo facilmente. É a mesma coisa, por exemplo, do você, a gente vai para um um um profissional de saúde, um médico. Eu sempre costumo dar isso aí, esse exemplo. Quando a gente torce, alguém torci, você olha assim, tá torcindo agora não, porque tá meio complicado torcido, né, por causa dessa COVID, né, mas alguém torce. Pronto. Mas para um médico a tosse diz muito. A íris do olho diz muito, coisa que passe despercebido para nós. Por quê? falta o quê? A sensibilidade. E essa sensibilidade que o homem vai adquirindo quando ele se espiritualiza, porque é é essa questão do nosso lar, talvez a a a o a coisa mais difícil que tem para se compreender essa primeira parte de o livro dos espíritos que a gente tá tratando aqui teve essa dificuldade porque nós somos muito matéria. Eu tenho que pegar, eu tenho que ver, eu tenho que sentir. Então isso impede que a gente imagine, por exemplo, essa outra dimensão, essa essa outra matéria, vamos dizer assim, que não é uma matéria como a gente conhece. Por isso que tac disse muito bem, poxa vida, você querer descrever nosso lar com as palavras que nós temos e você, Carlos, colocou muito bem, eu vou André traduziu aquilo como água. Ele traduziu como água. Ele deu aquela interpretação como água. Se a
querer descrever nosso lar com as palavras que nós temos e você, Carlos, colocou muito bem, eu vou André traduziu aquilo como água. Ele traduziu como água. Ele deu aquela interpretação como água. Se a gente lê, por exemplo, o apocalipse de João, eh, ele fala lá do quê? de um de um gafanhotos das da das carapaças reluzentes, vozes de mil cachoeira. Não seria um avião a jato, não, que ele viu aquela nuvem que desceu do céu, vamos imaginar Hiroshima, mas ele não conhecia Aviata, ele não conhecia a bomba atômica. Então ele fez o quê? Ele fez, ele usou-se de metáforas e nós usamos nossas metáforas por conta das nossas limitações, das nossas percepções. Agora, a medida que a gente vai avançando, a ciência vai avançando também. Então, o que acontece hoje? O que a gente conhece de ciência, eu não sei o quanto é, não arriscaria dizer o quantos por c. Por quê? Porque quando a gente vê, por exemplo, eh, a microbiologia, Luiz Bastê foi ridicularizado e aí hoje qualquer criança sabe o que é um micróbio, um vírus, pelo menos pensa que sabe, né? Alguém deveria saber, mas não sabe não. Mas então o que acontece é uma evolução. A gente vai caminhando, à medida que cada passo vai dando, eu costumo dizer o seguinte, isso é como um horizonte. O horizonte para você, para nós, é infinito. Aí você caminha, dá espaço, ele recua 10 espaço. Você avança 1 km, parece que ele recuou 1 km. Na verdade, ele tá ali no mesmo lugar. Ele tá te chamando para que você busque coisas novas. Bem assim é a tecnologia, as ciências. Agora, é preciso que o que a gente conhece do material, a gente procure olhar também o espiritual. a gente vai ter muito que aprender em todas as áreas, todas. Quando a gente começar a quebrar esses limites que nós estabelecemos, quando a gente começar a desconfiar que existe outra coisa, a as corridas espaciais, a gente mandou um artefato paraa Marte, eles estão lá, não tem vida. Não tem vida por quê? Porque eles estão procurando algo como tem aqui na Terra. Agora, onde é que tá escrito
as corridas espaciais, a gente mandou um artefato paraa Marte, eles estão lá, não tem vida. Não tem vida por quê? Porque eles estão procurando algo como tem aqui na Terra. Agora, onde é que tá escrito que vida tem que ser assim? Só desse jeito material. é uma, digamos assim, uma arrogância, um orgulho. Aí a gente olha para esse universo que a gente nem sabe o tamanho. Poxa vida, que um um um uma nave voando a uma velocidade estonte, passa meses, anos para chegar no local. Aí a gente chega assim, puxa, será que Deus iria colocar vida só nesse diminuta partícula azulzinha que tá aqui num cantinho do universo, que a gente não sabe nem onde é? É orgulho. Muito bom, Carlos. Hoje o sarrafo tá lá em cima, né? [risadas] Eu tô me deleitando aqui. Olha, com direito à filosofia do Júlio César, acrescida, toda a ciência aí dos convidados. Tô me deleitando aqui com os comentários também do chat. Hoje, eh, comentam, tão dizendo que hoje tá tá reflexivo, tá muito profundo, tá complexo o nosso estudo, mas a gente pede ajuda aos espíritos e eles ajudam, né? E esse é o meu gancho para perguntar ao José Alberto se os espíritos nesse processo de auxílio também não podem ajudar os cientistas em suas investigações, hein, José Alberto? Caríssima, o os espíritos respondem na questão 20 que sim, desde que sob a perspectiva divina haja utilidade, ou seja, desde que sobre a perspectiva divina haja utilidade. E esse auxílio aos cientistas e no meu entender, ocorre regularmente e sem mencionar os diversos recursos que antecipam avanços espetaculares, como a literatura de ficção científica, as obras cinematográficas, não nós não podemos esquecer que grandes conquistas do pensamento científico foram obtidas por insites ocorridos no modo eureca, a famosa expressão pronunciada por Ahimedes ao descobrir durante o banho a lei do peso específico dos corpos. Isso é por isto é por inspiração inusitada e que sabemos nós aqui como espíritas procede da interação espiritual do pesquisador com os benfeitores que com ele
anho a lei do peso específico dos corpos. Isso é por isto é por inspiração inusitada e que sabemos nós aqui como espíritas procede da interação espiritual do pesquisador com os benfeitores que com ele interagem. Afinal, como é um axioma repetido no nosso meio, os espíritos nos influenciam a tal ponto que de ordinário são eles que nos dirigem. Assim, por exemplo, foi com Augustoer no século XIX, que vinha refletindo sem sucesso sobre a fórmula do benzeno e de repente sonhou, viu uma cobra mordendo a própria cauda e levou a descobrir a estrutura do que ele tava buscando, a estrutura do benzena. A mesma coisa com Newsbor, que nós falamos há pouco, a eh o insite para perceber a estrutura atômica como uma miniatura de sistema planetário, ele obteve por meio de um sonho, né, e e p e conseguiu atualizar o modelo do mestre dele, Rutefó, para uma contribuição muito grande. O Frederick Bittin descobriu a insulina também após eh receber eh em um sonho as informações e e de forma mais espetacular, o Dimitri Mendeleev estruturou as bases da química com a tabela periódica, eh obtendo essas informações em sonho, por interação dos espíritos, né? Tudo isso, no meu entender, são revela é revelação para aquilo que o conhecimento científico vigente não conseguiu explicar ainda. E quando surgem esse tipo, esse tipo de revelação, acontece as chamadas revoluções científicas, temas tema hoje objeto de pesquisa no âmbito da filosofia da ciência, como a gente pode conferir na famosa obra do Thomas Con, a estrutura das revoluções científicas, né? Ainda para nós espírita é muito relevante mencionar a obra espírita em si, que é um manancial inesgotável de revelações avançadas e precisas, aguardando mentes e mãos diligentes para convertê-las em conhecimento científico sobre os cânones da ciência humana, como fez o Otacírio com das causas primárias que ele acabou de nos apresentar aí. E o Tiro, então dentro disso que o José Beto tá falando, a gente poderia dizer que os espíritos podem revelar aos
ana, como fez o Otacírio com das causas primárias que ele acabou de nos apresentar aí. E o Tiro, então dentro disso que o José Beto tá falando, a gente poderia dizer que os espíritos podem revelar aos homens o segredo da natureza? Essa é uma pergunta muito interessante, porque a grande maioria das pessoas que têm cultura de ciência e que não são espíritas, faz imediatamente pra gente que é espírita. Ah, por que que os espíritos então não escrevem os livros de física mais avançado? [risadas] Tá certo? Uns livros de ciência mais avançado, falando de coisas que a gente ainda não sabe. É curioso isso, né? Mas é muito interessante. A interação nossa com o mundo espiritual é a é a outra porta do conhecimento. Na verdade, o conhecimento tem duas portas. a porta da investigação, da curiosidade do homem, da experiência dele através dos sentidos com as coisas que o envolve e isso ajuda. Então isso faz o desenvolvimento da ciência e o conhecimento que nos chega através da porta da intuição ou da espiritualidade, tá certo? Então, eh, na verdade, a gente chamou, né, inadequadamente isso de ciência e religião, porque todas as manifestações que a gente tem realidade espiritual veio para nós através da religião, dos conceitos que a gente foi construindo como religião. Mas na verdade são duas portas do conhecimento. é o conhecimento da experiência e o conhecimento da revelação, ou seja, do adiantamento dado pra gente daqueles que já sabem, que já aprenderam. Uhum. Não é? Então, o mundo espiritual abriu o canal para isso através dos recursos da mediunidade. Nós temos, como disse o José, a doutrina espírita como um acervo profundo de conhecimentos espirituais que não chegou pela ciência convencional, foi por uma ciência de observação, mas foi a capacidade de entrar num em contato com o mundo espiritual através de um mecanismo sistemático cuidadoso, racional para construir todo o conhecimento que a doutrina espírita nos oferece. Então, é claro que Deus permite que os espíritos bondosos nos ajudem no
através de um mecanismo sistemático cuidadoso, racional para construir todo o conhecimento que a doutrina espírita nos oferece. Então, é claro que Deus permite que os espíritos bondosos nos ajudem no avanço. Os espíritos bondosos, os espíritos mais adiantados, eles são nossos professores, afinal de contas, e canaliza pra gente esse conhecimento. Na verdade, muitas das descobertas da ciência ocorrem simultaneamente em lugares diferentes porque são intuídos por esses espíritos, como disse muito bem José. Então, há uma interação desde sempre, isso aqui é importante a gente colocar, desde sempre, uma interação entre o mundo físico e o mundo espiritual. E por isso Deus permite que flua do mundo espiritual conhecimentos que nos ajudem a adiantar o processo evolutivo, tanto no conhecimento do cotidiano como no conhecimento mais espiritualizante, não é? Porque a gente aprendeu muitas coisas materiais com os espíritos. Os espíritos quando responde pro para Allan Kardec, quando ele pergunta o que que é matéria, ele faz lá um modelinho que era o modelo da ciência da época, que é hoje, a gente diria, mais uma definição de corpo do que de matéria. E os espí diz, mas existe estado da matéria que para vocês não seria matéria tão sutil que ela é. Então ele tá adiantando um conhecimento científico e a gente vai através das pesquisas esbarrando nisso, não é? Hoje a gente sabe que energia se transforma em matéria e matéria se transforma em energia eletromagnética, energia radiante, não é? Mas a gente não sabe ainda outras formas de energia que existe. Eu sempre coloco isso, a essa dúvida, exatamente na energia que a gente chama de maneira de comunicação entre as pessoas através do pensamento. O ser humano se comunica através de outras com outras pessoas, através do pensamento. Chama telepatia isso, né? Todos nós conhecemos. O que que é que sai da cabeça? do telepata e vai na cabeça do outro telepata que recebe o transmissor e o receptor. Que energia é essa? Não é eletromagnético. Tá demonstrado
né? Todos nós conhecemos. O que que é que sai da cabeça? do telepata e vai na cabeça do outro telepata que recebe o transmissor e o receptor. Que energia é essa? Não é eletromagnético. Tá demonstrado isso, porque você põe o indivíduo que é telepata num cômodo blindado paraa radiação eletromagnética e ele ainda assim comunica com o outro. Então uma forma de energia que a gente não sabe ainda o que é. Nós vamos aprender sobre isso devagarinho. Agora eu queria abrir também um parêntese aqui que eu acho que é muito importante. Nós estamos descobrindo que não somos homens e mulheres, nós somos espíritos reencarnados. Isso significa que nós somos espíritos imortais. Portanto, nós temos dois campos de aprendizado, enquanto no corpo físico através dos recursos da experiência material. E no mundo espiritual, quando o corpo físico morre, através das experiências espirituais. Quando a gente nasce de novo, nasce mais rico de conhecimento, aprende ciência do lado de lá e redescobre ela na vida material. Então, é é muito interessante a gente compreender que esses dois lados do rio da vida, o lado físico e o lado espiritual, se comunicam através do fenômeno de ir e vir e através do recurso da mediunidade, que são as duas pontes que fazem isso. Uma ponte é transitória, que é a mediunidade, a momentânea, mas existe uma outra ponte que é atravessar o rio. Não é bem uma ponte. Então, um barco que nos leva do mundo físico pro mundo espiritual. A gente passa um tempo lá e pega esse barco e volta para cá e passa um tempo aqui, não é? e vai aprendendo dos dois lados até que a gente tenha consciência plena de que a gente estando aqui também pode participar de lá e estando lá também pode participar aqui. Então, integra a vida num mundo adiantado, mundo de regeneração mais lá na frente, onde a gente tem plena facilidade de adquirir conhecimento mais amplo, vencendo as barreiras, limites do corpo físico, que é o que impede a gente aprender mais depressa. Ã, pessoal, só um momentinho, Cris. Eh,
nte tem plena facilidade de adquirir conhecimento mais amplo, vencendo as barreiras, limites do corpo físico, que é o que impede a gente aprender mais depressa. Ã, pessoal, só um momentinho, Cris. Eh, o o pessoal tá reclamando um pouquinho. Nós temos pessoas que não conhecem o espiritismo, que estão nos acompanhando. Então, eh, o pessoal tá achando que tá um pouco assim, eh, profundo demais. Então, se a gente pudesse fazer a coisa mais simples, não é, um pouco mais direto, a gente agradeceria para o entendimento do pessoal. Tá bem? Acho que tá muito bom, tá ótimo, né? as explicações tão profundas, mas tem gente que não tem, não vai poder porque não conhece os espíritos estão chegando agora. E a gente tá começando, a ideia não é esgotar, não é aprofundar completamente o assunto, ainda a gente tem todo o livro dos espíritos aí pela frente, não é? Então a gente vai pedir uma contribuição pra gente de repente ser um pouco mais breve e de repente mais pontual. Pode ser? Tudo bem, por gentileza. Beleza. Então Cris, a gente tem pergunta do público, né? Foi perguntado ali o Adnilson, não é? Eh, vamos ver se a gente pode atender isso. Aliás, a gente manda um abraço para Admilson, nosso amigo aqui do Rio de Janeiro, grande colaborador do CERGE. Gente, vamos partir então para o assunto da sobre matéria, né? E a primeira questão eu quero apresentar pro Júlio, eh, colocando a seguinte questão. Júlio, a matéria, ela sempre existiu ou Deus a criou em algum momento? Bom, eh, eu vou naquela, é o SDS. Sabe o que é o SDS? Só Deus sabe. Veja bem, e quando a gente vai pro livro dos espíritos, a questão número um, pergunta o que é Deus, né? Perguntou o que é Deus. Aí é a causa primeira todas as coisas, né? Então tudo que existe no universo foi Deus quem criou. Agora daí a você começar a dizer quando foi que Deus começou a fazer isso? Não dá pra gente saber. Tem coisa que não tem como a gente saber. Agora, o que que a gente tem que imaginar? O seguinte, olha, Deus, ele, como disse Ain, já que
ando foi que Deus começou a fazer isso? Não dá pra gente saber. Tem coisa que não tem como a gente saber. Agora, o que que a gente tem que imaginar? O seguinte, olha, Deus, ele, como disse Ain, já que Deus não joga dados, ou seja, Deus não para um minuto, ele tá sempre criando, sempre, porque Deus é Deus, né? Então a gente a nossa concepção de querer descansar um pouquinho porque tá cansado, isso não vale para Deus. Então quando foi que Deus começou a criar a matéria? A gente não sabe. A gente tem que olhar para esse ponto. Olha, não cabe a gente achar que Deus vai ficar um só instante ocioso, porque aí não seria Deus. Então não dá. A gente não sabe quando foi que a matéria começou a existir, se ela sempre existe. Bom, Deus criou tudo. Então, a gente sabe que o princípio das coisas é Deus. Deus é causa primária todas as coisas. Então, ele sempre criou. Quando foi, começou, não sei. O tempo aí vai ser uma outra dimensão que a gente não sabe, entendeu? Então, não tem como como eh precisar uma resposta dessa. Sim. Tá assim, deixa eu dizer uma coisa a você. Engraçado quando você disse que as pessoas perguntam porque que os espíritos não não ditam obras mais avançadas, tudo. Geralmente fizeram essa pergunta. Eu respondi: "Sabe o quê? Para quê? Se a gente não vai saber ler agora. [risadas] Muito bom. Excelente. Vamos eh tem algumas questões que estão sendo colocadas eh dentro dessa questão da da inspiração dos espíritos. Por exemplo, a Janara Machado, ela perguntou assim: "A vacina é inspiração dos espíritos?" Aí mais abaixo, nós temos eh nem todo, a Janara volta a dizer, nem todos os espíritos que nos espíritos, os cientistas têm bons propósitos. Aí ela volta a dizer: "Os espíritos inspiraram a bomba atômica, assim como a vacina". Então ela volta a dizer depois, não é? que ela tá eh, bom, aqui já é a Gidelma fazendo um comentário. Então, nós nós temos essa inquietude, não é? Eh, os espíritos inspiram só coisas boas, inspiram também coisas ruins. A vacina foi inspiração, a bomba atômica
aqui já é a Gidelma fazendo um comentário. Então, nós nós temos essa inquietude, não é? Eh, os espíritos inspiram só coisas boas, inspiram também coisas ruins. A vacina foi inspiração, a bomba atômica foi inspiração. Aí nós perguntamos aí para eh aqui seria o José Alberto agora, né? José Alberto, pode comentar um pouquinho para nós? Posso. Eu eh Você tinha uma pergunta aí, você quer primeiro que eu comente essa pergunta que foi feita do do da Janara? Isso é primeiro isso aí a gente vai depois na questão 22 do livro dos espíritos. Pode ser? Claro. A a o mecanismo de inspiração do mundo espiritual vale pros bons espíritos quanto vale pros espíritos inferiores. Ou seja, é o o é uma lei universal. os homens como os pesquisadores com boas propósitos vão encontrar inspiração fontes eh úteis para o crescimento para evolução. Os que têm propósitos ruins vão encontrar fontes correlatas. E não podemos esquecer que o mundo espiritual tem uma uma grei de espíritos eh revoltados contra o Cristo, contra Deus, que obstam, que lutam para obstar o o progresso da Terra desde há muito tempo, eh, chamado por André Luí, os aborrecidos da Luz. Então, é possível que ela se referiu à bomba atômica. Eh, a bomba atômica é o uso que nós fizemos. Nós podemos inventar o álcool que serve para fazer a sepsia, mas o homem usa para se embriagar. Nós inventamos a pólvora para, sei lá, construir barragem, mas o homem usa para fazer bombas. Nós utilizamos uma faca para cortar o mato, etc., mas nós utilizamos para nos eh ferir uns aos outros. Então, quando a bomba atômica, quando os conhecimentos da da da fusão do átomo e da da ciência do átomo vieram à tona, elas vieram com um propósito, como nós temos no âmbito da medicina atômica, em tantas aplicações nobres, mas o homem utilizou-a para construir a bomba atômica, como os aviões foram construídos, foi ideia nobre que os homens utilizaram ao invés de transportar pessoas para transportar artefatos eh destrutivos. Então, e resumindo, há inspirações de boas fontes
como os aviões foram construídos, foi ideia nobre que os homens utilizaram ao invés de transportar pessoas para transportar artefatos eh destrutivos. Então, e resumindo, há inspirações de boas fontes como há daquelas que desejam a utilização indevida do conhecimento. que o uso que se faz com o conhecimento que se tem, na maioria das vezes, depende da evolução espiritual dos seres para que ele eh eh dê bom uso àquilo que ele está se referindo. Ótimo. Eh, aí, José Alberto, agora sim, agora a questão 22, né? Kardec, ele afirma, e pergunta: "Define-se geralmente a matéria como sendo o que tem extensão, o que é capaz de nos impressionar os sentidos, o que é impenetrável? São exatas essas definições?" Olha, os espíritos respondem que do ponto de vista vigente naquela época era exata, pois que eles não falavam senão do que conheciam, como o próprio os espíritos dizem. E naquela oportunidade, o modelo atômico que era vigente era o do John Dalton, né? Eh, eh, apilidade de bola de bilhar, no qual as substâncias seriam formadas de átomos eh permanentes e indivisíveis. eh, só mudavam de propriedade quando mudasse o elemento químico. Porém, os espíritos aditaram para Kardec: "A matéria existe em estado que vos são desconhecidos." E de fato, o modelo padrão que nós nos referimos antes, eh, referente ao conteúdo da matéria, revelou uma infinidade de partículas na intimidade subatômica com propriedades e funções tão inusitadas que desconcertam até menos os expertos mais experientes. sempre recordando que estamos falando apenas de 4,9% de tudo que existe no universo, ou seja, uma ínfima parte da realidade. E no meu entender, numa verdadeira antecipação do conteúdo escuro do universo, a matéria e a a e a energia escura, os espíritos complementam a resposta informando a Kardecéria pode ser tão etérea e sutil que nenhuma impressão vos cause os sentidos. Contudo, dizem eles, é sempre matéria, embora para vós não o seja. De fato, a matéria e a energia escura não são hoje observados pelos recursos tecnológicos
ue nenhuma impressão vos cause os sentidos. Contudo, dizem eles, é sempre matéria, embora para vós não o seja. De fato, a matéria e a energia escura não são hoje observados pelos recursos tecnológicos eh que hoje funcionam como extensão de nossos sentidos, ou seja, são matérias sutis eh que nenhuma impressão causa aos sentidos e nem aos instrumentos que servem como estão do nosso sentido, mas representam mais de 95% da matéria existente no do universo, ou seja, da realidade do universo. Portanto, isso dá a dimensão do quanto nós estamos tão distantes de compreender esse conjunto de realidades. Muito bom. A próxima pergunta eu vou fazer pro Otaciro, hein, Otaciro, mas eu vou aproveitar aqui uma contribuição da Ilda Regina, que colocou aqui no chat um testemunho dela. Passei por uma experiência de me ver fora do corpo e a sensação que ficou gravada até hoje foi de muita leveza, ou seja, não tinha peso. Pergunto, que matéria é essa? E aí a questão que eu queria também complementar para você, Otaciro, é isso. Como os espíritos definem a matéria? É muito interessante essa colocação dela. Se ela tivesse na na estação espacial lá em cima, ela estaria flutuando também sem sentir peso com o corpo físico. Isso. Então é é muito interessante, é é uma sensação que a gente ainda não sabe explicar, por isso é difícil definir, não é? Quer dizer, claro que os astronautas que estão lá na na estação orbital, eles têm peso, mas eles estão flutuando porque eles estão em órbita da Terra, girando em torno em equilíbrio, de modo que eles se sentem sem peso. Quando a gente entra dentro da água, a gente também se sente leve, porque como disse o nosso querido José aí, o Eureca mostrou que você é levantado por pela água que você expulsou com seu corpo. Então você sofre um puxo de baixo para cima e se sente mais leve. Se você tivesse a densidade da água, exatamente, você podia flutuar, entrar dentro da água e ficar mergulhando sem problema nenhum, não é? Há pessoas que têm uma densidade um pouco menor do que outros por causa do
se a densidade da água, exatamente, você podia flutuar, entrar dentro da água e ficar mergulhando sem problema nenhum, não é? Há pessoas que têm uma densidade um pouco menor do que outros por causa do corpo, da gordura, a quantidade de osso, flutua mais fácil do que outras. Agora, a sensação de sair do corpo é uma história diferente, não é? Porque você não sente é o seu corpo físico, então você se sente livre. Isso a gente vai aprendendo com as experiências de eh desdobramento com o sono ou desdobramento mediúnico provocado ou natural, né? Mas eh nessa questão que você coloca da matéria, como Kardec põe em cheque os espíritos, então que definição vocês podem dar de matéria para nós, né? Essa definição é a mais maravilhosa que eu já vi. Eu, como físico, como cientista, eu fico empolgado com essa resposta, porque eles dizem: "A matéria é o laço que prende o espírito, é um instrumento de que este se serve sobre o qual ao mesmo tempo exerce sua função." Então, a matéria é a roupa do espírito, mas não é só a roupa, é a roupa com mecanismo de ação sobre outras coisas materiais. E é bem assim, olha, vocês vejam, eu tenho a mão. Com a mão eu posso pegar o mouse do meu computador, posso pegar o meu meu telefone, um instrumento, eu quero, eu uso. Então, o corpo físico, além de ser a minha expressão, é também o mecanismo que eu tenho de agir sobre. Então vejo que definição completa. Se a matéria é o laço que prende o espírito, é um instrumento que se serve, sobre o qual ao mesmo tempo, exerce sua função, ela tem que existir desde o estado mais grosseiro para servir ao espírito que tá iniciando, até o estado mais sutil para servir ao anjo, ao espírito superior. Então, a gente ainda está longe de entender a matéria no sentido mais profundo dela. Nós estamos entendendo com a ciência a matéria que nós observamos, mas nós não temos ainda compreensão do lado de cá dessa matéria que os espíritos utilizam para fazer o corpo espiritual dele, para fazer as colônias espirituais, para fazer as regiões de
s observamos, mas nós não temos ainda compreensão do lado de cá dessa matéria que os espíritos utilizam para fazer o corpo espiritual dele, para fazer as colônias espirituais, para fazer as regiões de sombra, as umbrais. para operar no mundo espiritual, tá certo? Então, veja, o espírito precisa desse instrumento para se mostrar e para agir sobre. Então, essa definição de matéria é completa, porque ela abrange da matéria mais grosseira até aquilo que é mais sutil, que a gente tá longe de imaginar o que é. Eu acho ela maravilhosa. Muito bom. Eh, Júlio, nós estamos na na questão eh 22. Nós vamos dar um saltinho aí no livro dos espíritos, deixar 23 para um próximo estudo e vamos paraa questão 29. Mas antes de fazer essa questão, nós vamos colocar que o Adnilson então tinha colocado, podem falar um pouco de termo quintessência. E a a o Natã tinha dito assim: "Que matéria é o ectoplasma?" A pergunta 29, ela trata: "A ponderabilidade é um atributo essencial da matéria. Daria para unir essas essas coisas numa resposta, por gentileza? Bom, vamos ver o seguinte, eh, como Kardec, a gente tem que ir lá para o o 1854, 1855, quando ele tiver tá formulando essas questões, eh, foi colocado aqui muito bem uma observação que a gente tem que fazer sempre é que o o que se conhecia de ciência naquela época. Então, porque muita gente diz: "Ah, o livro dos espíritos tá ultrapassado". Não, você tem que fazer a análise do que você tinha, o que a ciência tava ali mostrando e o que Kardec vislumbrou. Então, alguns conceitos aparentemente estão ultrapassados. Por que que eu digo aparentemente? Por exemplo, esse ponderabilidade. O que é a ponderabilidade? É você medir, é você pesar um uma quantidade de matéria. Muito bem. Aí diz assim pra gente, para aquela concepção de matéria, aquele conceito de matéria, sim. Porque, por exemplo, o que é que definiu matéria? matéria é aquilo que você tem extensão, tem peso, ocupa um espaço ali, é aquilo. Quais são os estados físicos da matéria? Tinha essa pergunta, a gente dizia
, por exemplo, o que é que definiu matéria? matéria é aquilo que você tem extensão, tem peso, ocupa um espaço ali, é aquilo. Quais são os estados físicos da matéria? Tinha essa pergunta, a gente dizia sempre sólido, líquido e gasoso não é assim que a gente aprendia. Muito bem. O que é que define o sólido líquido gasoso? É a aproximação das moléculas. Quanto mais energia a gente dá a um corpo material, mais ele vai ter vibrações das suas das suas partículas e vai separando, separando e vai vencer uma uma força de coesão. Bom, o que acontece? Imaginemos um bloco de gelo, imaginar assim, eu coloco calor, ele se liquefaz. Se eu continuar dando calor, ele vai vaporizar. Se eu continuar com calor, ele vai separar as moléculas, vai ficar um gás. Se eu continuar colocando energia, ele vai atingir o plasma. A gente não conhecia, parava. Aí, então, quando a gente fala imponderabilidade para um plasma, para um gás, 1 kg de gás, não, não tem como isso. Então, veja bem, é aí onde a espiritualidade respondeu a matéria, do jeito que vocês entendem aí agora, sim, a ponderabilidade é uma propriedade essencial pra matéria. Agora, quando você parte para os fluidos, quando você parte uma matéria quinta essenciada, quando você parte matéria que não é matéria, como a gente imagina que ele possa pegar, aí essa propriedade deixa de ser tão importante. Então aí o que acontece? Você vai lá e fala assim muito na doutrina da matéria quinta essenciada, é uma é uma outra coisa, porque a matéria teoricamente ela não existe mais. Eu não sei como é que fica os materialistas, porque a matéria teoricamente não existe mais, é energia. uma forma de energia condensada mais ou menos condensada, isso vai conferir ela determinadas propriedades. Então, e eh a gente pronto, eh, Otacir colocou quando perguntou sobre a questão de flutuação, a gravidade, a força gravitacional é relativa, é relativa. Newton quando fez lá aquela atração, lei das da atração universal, matéria atrás matéria na razão direito das massas, inverso
o de flutuação, a gravidade, a força gravitacional é relativa, é relativa. Newton quando fez lá aquela atração, lei das da atração universal, matéria atrás matéria na razão direito das massas, inverso quadrado distância, tá tudo bem. Então a gente tá aqui na terra é uma coisa. Quando eu vou para uma praia, se eu for aqui pro meu litoral aqui na Atalaia, quando eu mergulho no Oceano Atlântico aqui na na frente, eu vou me sentir mais leve. Se eu for para outro planeta na lua, você a gente viu lá aquela cena clássica lá do Armstron pulando assim, dando saltos em bem altos assim, com bastante leveza. Então é a relatividade dos conceitos que nós temos. Essa relatividade tá intimamente ligada o quê? a nossa capacidade de observação. Então, a ponderabilidade é um atributo essencial da matéria. Sim, como a gente vê matéria sólido, líquido, gasoso. Agora, quando a gente parte para outras eh eh observações, aí esse conceito deixa de ter tanta importância. Muit muito bom, José Alberto. Vamos pular aqui agora paraa questão 30, mas antes de você comentá-la, eh, eu tô lendo aqui uma observação da Alessandra de Paula. Qual a diferença entre fluido vital e ectoplasma? É só para dizer pros nossos amigos internautas que nós queremos ficar juntinho de vocês por muito tempo. Então, ao longo do estudo continuado do livro dos espíritos, a gente vai se deter ectoplasmia, do ectoplasma, das propriedades da matéria. Tudo isso vai ser desdobrado lá na frente e a gente tem encontrar vocês nesse momento, viu? Não, não, não se aflijam porque hoje a gente tá dando só um pontapé inicial e estamos tratando da matéria agora, mas tudo isso vai ser tratado mais adiante. E sobre isso, eh, eu queria te perguntar, a matéria, ela é formada de um só ou de muitos elementos? Do ponto de vista do conhecimento humano, nós já tivemos a oportunidade antes de comentar que em termos de estrutura, as estâncias reconhecidas são aquelas do modelo atômico do Bor, que apresenta o átomo como formado por um núcleo com pró fotos
s já tivemos a oportunidade antes de comentar que em termos de estrutura, as estâncias reconhecidas são aquelas do modelo atômico do Bor, que apresenta o átomo como formado por um núcleo com pró fotos e nêutros e por el obitando esse núcleo. Porém, do ponto de vista de conteúdo, há mais de três dezenas de subpartículas, cujas principais famílias, que nós já nos referimos antes, também são os férmeos, que eh engendram o princípio material, e os boss, né, que são as forças na natureza que ligam esses princípios materiais para ganharem dinamit. né? Porém, os espíritos responderam essa essa indagação que você me fez na questão 30, informando que a matéria é formada de um só elemento primitivo e aquilo que consideramos partículas elementares, os chamados tijolos básicos da matéria, são apenas transformações da matéria primitiva. Eu penso que os espíritos estão se referindo ao fluído cósmico universal e seus diversos estados, né? a gente não tem uma tabela ainda eh periódica do dos tipos de fluido, mas a gente lê nas obras o fluido vital, o fluido magnético, o fluido perespirítico, diversos tipos de de fluidos, eh, mostrando uma diversidade deles no mundo espiritual, né? Uma uma das propostas no meios acadêmicos para unificar aquilo que nós falamos antes, o entendimento do que se seria matéria e energia escura, consideram, aliás, é uma das ideias mais discutidas, o Otacírio pode depois complementar, a ideia da quartescência, que postula a existência de uma forma eh de energia conhecida como Gard Chap. réplica que seria responsável pelos efeitos das duas eh componentes escuras. Quem sabe, no meu entender, essa não será mais um dos movimentos no levantamento do véu para a compreensão eh do surgimento das coisas. Nosso horário tá chegando aí e então eu vou fazer uma última pergunta. aqui para o Otaciro, não daquelas que a gente tinha programado, tá no livro dos espíritos, é uma do Sérgio Pinto. Ele acompanha pela mansão do caminho e ele diz assim: "Por que será que Deus teve a
a. aqui para o Otaciro, não daquelas que a gente tinha programado, tá no livro dos espíritos, é uma do Sérgio Pinto. Ele acompanha pela mansão do caminho e ele diz assim: "Por que será que Deus teve a necessidade de criar a matéria, o universo como conhecido por nós? Se a vida natural é a vida espiritual?" Ô, Taciro, por favor. Essa é uma pergunta muito, muito boa, muito pertinente, mas eu queria eh aproveitar o tempo e dizer porque eu acho que a pergunta sobre quinta essência merece aí uma consideração. A palavra quinta essência, depois eu volto a pergunta que você fez, Carlos. A palavra quinta essência, só é só para me referir que é quarta essência, não é a quinta essência. Sim, mas a palavra quinta essência, que é muito utilizada no texto Uhum. nas obras, né? Eh, vem do fato de que os antigos acreditavam que a natureza era feita de quatro essências: terra, água, ar e fogo. O que não era isso era quinta essência. Então, quinta essência é a ignorância, é a nossa ignorância, certo? Porque nós não sabemos, né? O que nós não sabemos. Então, quando a gente diz que uma coisa é feito de matéria quinta essenciá, quer dizer, matéria que nós não conhecemos, tem que ser entendido assim pra gente poder eh admitir com humildade que o nosso conhecimento ainda é limitado, que nós vamos adiantando isso aos poucos. Muito bem, certo? Então, a palavra quinta essência é o limite do nosso conhecimento. Agora, essa pergunta que o nosso companheiro lá da mansão do caminho faz, ela é muito interessante porque a gente tá querendo, né, discutir porque que Deus fez do jeito que fez. [risadas] Bom, como ele é inteligência suprema, ele não comete erros, porque a inteligência suprema não comete erros. A razão disso é porque o princípio espiritual que nós não passa, nós pulamos a pergunta 27, então a gente não não não pôde juntar essas coisas. Mas o princípio espiritual é uma das criações de Deus. Deus cria dois princípios gerais no universo. Princípio espiritual e princípio material. O princípio espiritual
não não pôde juntar essas coisas. Mas o princípio espiritual é uma das criações de Deus. Deus cria dois princípios gerais no universo. Princípio espiritual e princípio material. O princípio espiritual se associa com o princípio material e se forma como a mô celeste. E a partir daí, através da experiênciação em contato com a matéria, ele vai desenvolver a capacidade, como ele é um princípio espiritual, ele tem rudimentos de inteligência, ele vai desenvolver a capacidade intelectiva ao longo do contato com as coisas materiais mais grosseiras até chegar à angelitude. em contato com as coisas materiais mais sutis. Então, é uma jornada evolutiva longa, onde a matéria é o elemento, como defini os espíritos, de sustentação e de realidade do espírito propriamente dito ou do princípio espiritual propriamente dito. Então, o princípio espiritual vai evoluir através da experienciação com a matéria. Esse é o caminho da evolução. Quer dizer, o universo divino está estruturado em cima de três coisas: Deus criador, princípio material e princípio espiritual. O princípio espiritual se associa o princípio material e começa a evolução. Então esse é o mecanismo que Deus com a sua inteligência suprema, achou que era o melhor. A gente aceita, procura entender e faz bom uso dele, que é o que a gente nos resta fazer. Não há como discutir porque Deus quis fazer assim. É porque é o mecanismo do processo de evolução do princípio espiritual. Muito bom. Muito bom, Taciro. Excelente, né? Tá muito bom. Nós vamos voltar semana que vem. Nós vamos então recuperar as perguntas que a gente, né, não tratou, inclusive a que você disse 27. E eh nós trataremos todas essas fazendo então abordagem para entender esse conjunto. Aí nós já começamos a ver hoje a ligação da matéria com o princípio espiritual, a necessidade dela pro seu desenvolvimento. E isso, como a crise chamou atenção, é vamos lá devagar, gente, né? Não vamos querer colocar o carro na frente dos bois, né? Porque é o boi que puxa o carro, né? Então,
e dela pro seu desenvolvimento. E isso, como a crise chamou atenção, é vamos lá devagar, gente, né? Não vamos querer colocar o carro na frente dos bois, né? Porque é o boi que puxa o carro, né? Então, devagarinho, nós vamos chegando aos conceitos, entendendo. Algumas coisas são pré-requisitos para compreender outras. E é um estudo realmente meticuloso. Coloque o seu comentário, por favor, não é? deixa a sua análise, o que você eh pensou, o que que você achou do nosso estudo e coloque aí pra gente poder então saber qual são quais são os seus interesses. Algumas perguntas não foram respondidas, como a gente vai continuar semana que vem no assunto, a gente vai incluir algumas das perguntas que vocês fizeram que estão relacionadas com o assunto para poderem ser atendidos, né, Cris? Então, nosso agradecimento hoje a Andreia, que está aí fazendo, né, eh, está transmitindo para pra gente, né, o conhecimento que foi aqui discutido hoje e a nossa satisfação de ter os nossos irmãos participando conosco, entendendo aí a linguagem de Libras, não é? Muito bom nós estarmos juntos no estudo. Então, muito obrigado, Júlio. É, obrigado, José Alberto, e Cris por essa parceria. Semana que vem nós seguimos. Estudando Livro dos Espíritos, um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. [música] Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Ja. เ
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