03 - Histórias reais: Cura de obsessão motivada por suposta violação de um código de honra (parte 2)
03 - Histórias reais: Espiritismo prático na atualidade | revistaespírita.net | com Michel Macedo e Lauro Rodrigues (canal Estudar Kardec) revistaespirita.net 03 - Cura de obsessão motivada por suposta violação de um código de honra (parte 2) Leia aqui: https://revistaespirita.net/pt-br/artigo/206/cura-de-obsessao-motivada-por-suposta-violacao-de-um-codigo-de-honra Estudo dos artigos da revista online revistaespirita.net. Estudo de casos reais publicados pela revista. São evocações de Espíritos realizadas na atualidade e publicadas desde 2022. O site pertence a um grupo de Curitiba/PR. Eles praticam a mediunidade conforme os ensinos da obra de Allan Kardec. Evocam Espíritos da época dele e que participaram com ele na elaboração do Espiritismo. Além de evocar o próprio Kardec. Toda Quinta das 20h às 21h Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube Curta e compartilhe. Se inscreva nos canais. Nos siga nas demais redes (Facebook, Instagram, X e Tiktok) Seja membro do Kardectube por R$19,99 por mês e tenha acesso a conteúdos exclusivos. __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #espírita #ciênciaespírita #revistaespirista 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352
Boa noite a todos. Sejam bem-vindos. Sejam bem-vindos ao canal Kardec Tube. Eu sou Michel Macedo e esse é o nosso estudo da revistaespírita.net. Iniciamos o estudo desse importante site. site que a gente quer muito ajudar, que as pessoas conheçam, passem a ler o seu conteúdo, porque se trata de um site atual, onde um grupo de espíritas que seguem Allan Kardec, praticam as evocações, se comunicam com os espíritos regularmente e publicam Muitos desses trabalhos, dessas comunicações que eles realizam no grupo deles, eles publicam nesse site revistaespírita.net. O site tem esse nome, revista espírita, justamente para lembrar aqueles aquele que este grupo segue, né, que é Allan Kardec. Então, nos mesmos moldes de Allan Kardec, eles publicam as evocações e fazem as evocações. A gente vai ver que muitos casos que a gente lê na revista espírita de Allan Kardec, eles têm histórias parecidas, evocações parecidas que são feitas hoje. Isso é o mais importante. A gente abriu o espaço do Kardec Tube, que é um canal exclusivamente para Kardec, porque se trata de um trabalho que se destaca aí no movimento espírita por trazer de volta a prática mediúnica, segundo Allan Kardec, como Allan Kardec orientava. Então eles evocam os espíritos superiores, como Kardec fazia. Eles evocam os espíritos que participaram do trabalho de Kardec. Eles evocam o próprio Kardec. Eles também têm o uso da evocação para conversar com os parentes, os amigos, para ter notícias, para matar saudade, para ajudar os espíritos, para ter orientações dos espíritos. Esses espíritos que por muito tempo ficaram sem ser chamados pelo movimento espírita, eles estão revivendo os ensinamentos de Kardec. Por isso que é o espiritismo em na prática, né, as evocações. Então é um trabalho muito sério e que a gente procura então aqui cada quinta-feira a gente vai estudar, são casos reais e vai refletir um pouco. A gente iniciou na semana passada o primeiro caso aqui do nosso estudo, né, eles publicam mensalmente como uma revista mensal, né, conteúdos. A gente
estudar, são casos reais e vai refletir um pouco. A gente iniciou na semana passada o primeiro caso aqui do nosso estudo, né, eles publicam mensalmente como uma revista mensal, né, conteúdos. A gente pegou um deles que é a cura da obsessão motivada por suposta violação de um código de honra. É um artigo que está lá no site revistaespespírita.net. É um artigo de outubro de 2024. a gente tá refletindo um pouco sobre ele. Se você não assistiu, o nosso estudo passado fica gravado. Tudo que a gente faz aqui no Kardecube fica gravado e você pode assistir quando quiser, quantas vezes quiser. Você procura aí a playlist no canal Kardectube e você vai ver revistaspirita.net. lá vai ter o primeiro estudo. Hoje é o segundo. O primeiro, a estreia desse programa, a gente mostrou o site, apresentou o site. Semana passada a gente iniciou esse caso e hoje a gente vai continuar. Então você que não conhece ainda, acesse revistaespespírita.net. Você vai se surpreender com os ensinamentos, com as evocações que tem lá. O Kardecbe é hoje um dos canais que mais produz conteúdo sobre a obra de Kardec, tendo Kardecência, tendo Kardecre, nós temos aí uma programação diária de segunda a sexta, segunda de manhã, das 11:30 meio-dia, de segunda a sexta nós teremos o Kardec meio-dia. É uma pequena conversa sobre temas variados e sempre pautado, evidentemente, em Kardec. Segunda à noite, nós estudamos o livro dos espíritos no canal do Lauro, no estudar Kardec, mas eu também reposto o estudo aqui no Kardec Tube. Na terça-feira a gente tem o estudo da obra o nosso lar, mas é um estudo crítico usando as obras de Kardec. Quarta-feira a gente estuda à noite às 20:30 o que é o Espiritismo. Hoje às 20 horas nós estudamos a revistaespespírita.net, net, esse site e amanhã na sexta nós estudamos o livro dos médiuns. Então, vejam que são 10 programas diários. Destes 10, nove são abertos publicamente. Um estudo de sexta à noite aqui no Kardecube, no YouTube, das 20 às 21. Um estudo do livro dos médiuns. Toda
diuns. Então, vejam que são 10 programas diários. Destes 10, nove são abertos publicamente. Um estudo de sexta à noite aqui no Kardecube, no YouTube, das 20 às 21. Um estudo do livro dos médiuns. Toda sexta é um estudo fechado só para quem é assinante do Kardec Tube. Então, se você quer estudar conosco a mediunidade, aprender a praticar a mediunidade segundo a obra de Kardec, lembrando que não existe obra melhor para você estudar e praticar a mediunidade, você assina o Kardecube e participa do estudo conosco numa live igual a essa daqui. Só que você tem que assinar para poder assistir, senão você vai clicar lá no link e ela não vai abrir. Vai colocar aqui na no no link e não abre. Então você, como é que faz para assinar? Você vai em seja membro aqui dentro do canal KardeectTube e assina por R$ 19,99. Então você ajuda o canal e ao mesmo tempo a gente retribui isso dando mais conhecimento. E lembrando que os outros nove programas que a gente publica são aí gratuitos. Você pode ter aprender e saber muito sobre Kardec. A nosso intuito, evidentemente, não é substituir o estudo das obras de Kardec, mas é ajudar você a ler as obras de Kardec. Antes de passar pro Lauro, mais um pedido. Lembrem de você que está aqui assistindo, seja agora ao vivo, seja depois no gravado, clique no curtir o vídeo e se inscreva no canal, se você não é inscrito. Não saia daqui sem curtir o vídeo e sem se inscrever no canal se você não for inscrito. Lembrando que os estudos ficam todos gravados, inclusive o estudo para assinantes. Ah, eu não consigo assistir na sexta. Você pode assistir depois o estudo porque todos ficam gravados e os que já tiveram também, que você já perdeu, ficam gravados. Então, é assim que funciona o Kardec Tube. Como sempre, tenho aqui meu irmão, meu amigo Lauro Rodrigues do canal Estudar Kardec, que você também tem que conhecer, tem que se inscrever, que me acompanha aí nesses estudos e eu vou passar para ele dar as boa-vindas também. Obrigado, Michel. Boa noite para você.
nal Estudar Kardec, que você também tem que conhecer, tem que se inscrever, que me acompanha aí nesses estudos e eu vou passar para ele dar as boa-vindas também. Obrigado, Michel. Boa noite para você. Boa noite pra galera, para você que tá nos acompanhando nesse momento. Recaros dados, né? O Michel passou aí, mas só queria tentar complementar no que ele disse a respeito da revista espírita.net, NET, essa que nós vamos estudar hoje, que vocês vão perceber também que muito dos médiuns, os médiuns que compõem o grupo da da do ITac, por exemplo, né, fornecem esse material que no qual nós vamos estudar, revistappírita.net, Eles também eh evocam em casa, os espíritos se manifestam na nos seus lares, levam essas comunicações para o grupo, apreciar, fazer uma crítica, um estudo. Então, eh eh eh eh eh é aquilo que Michel falou, é muito parecido, muito semelhante com aquele modelo utilizado por Kardec, que é o modelo ideal para quem realmente quer conversar com os com os espíritos. E nós vamos, vocês vão perceber aqui, você que talvez eh está chegando agora, volte no no no vídeo anterior a esse, vocês vão pegar lá do início e depois d sequência aqui, né? Claro, revendo esse esse vídeo de hoje, vocês vão perceber o quanto vão acompanhando a evolução do espírito, faz a fase no mundo espiritual até a possível melhora desse espírito, até mesmo a questão da reconciliação, no caso que nós vamos obser observar, estudar aqui. Então, é realmente é algo gratificante quando se percebe o resultado que essas evocações, essa essa esse intercâmbio, né, com o mundo espiritual é é tão produtivo, desde que se saiba fazer uso. Aí é o que Michel disse agora, venha para sexta-feira, assine e vamos estudar o o o livro dos médiuns aqui no CAD, tá bom? Então, recado dado, Michel, passo para você. Isso aí. Então, para contextualizar o caso real que nós estamos estudando, que como eu falei, está em outubro de 2024, lá no revistaespírita.net, lá tem uma barrinha de busca, você pode também digitar e você acha, né? É o caso do
alizar o caso real que nós estamos estudando, que como eu falei, está em outubro de 2024, lá no revistaespírita.net, lá tem uma barrinha de busca, você pode também digitar e você acha, né? É o caso do senhor N. Lembrando que assim como Kardec fazia, eles não colocam o nome, né? Porque o que importa é o ensinamento, a história, não é expor as pessoas. Mas o senor era é um senhor de idade que um excelente pai de família, um excelente avô, que tem aí mais de 70 anos de idade. E no finalzinho de 23, 2023, ele que foi sempre uma pessoa prestativa, uma pessoa que gostava de fazer exercício físico, ele sai de casa e passa um tempo cuidando de um parente que estava doente e quando ele retorna para casa, ele começa a entrar numa depressão muito forte, ele não quer se alimentar, ele começa a falar em suicídio. Então, essa mudança no Senhor N eh choca a família, a esposa. Eles não eles não são espíritas, mas a esposa do senor senor tinha parentes que eram espíritas e resolveu pedir ajuda. Então, esses parentes convidaram a própria esposa para uma sessão de evocação. Eles evocaram os anjos de guarda e os espíritos ali então disseram que realmente havia um espírito eh contribuindo para essa esse caso do senhor e o próprio sogro do senhor, que já havia desencarnado, deu orientações, né, eh, para que se ajudasse o máximo possível o senhor logo após isso, eles Eles evocam o o dito espírito que estava causando isso, né? O espírito não gosta de de ter sido chamado porque agora os os médiuns e o grupo ao conversar com o espírito, eh, ele mostra muita revolta, baixa um baixo nível, né? Ele inclusive xingou o grupo, eh, e fala que quer vingança contra o senor e então o que que o grupo tá fazendo? Eles eles estavam primeiro tentando entender quem era esse espírito, o que ele queria, porque uma vez que era ele que estava contribuindo para essa situação do senhor, você evidentemente quando tem uma situação dessas procura tratar a pessoa que está com com o problema, mas se as evocações mostrarem que tem um espírito ali
contribuindo para essa situação do senhor, você evidentemente quando tem uma situação dessas procura tratar a pessoa que está com com o problema, mas se as evocações mostrarem que tem um espírito ali obstinado e causando aquilo por vingança, como é esse caso, você também tenta tenta moralizar, conversar com o espírito vingativo. Você tenta mostrar para ele que eh tenta convencê-lo a parar com aquilo, né? A mudar de ideia. É um trabalho eh muitas vezes difícil e delicado, porque você vai pegar alguém que está com ódio de outra pessoa, causando mal por uma influência espiritual. Então, é uma conversa que existe muito tato, muito bom senso, estudo, experiência, eh sinceridade de coração, autoridade moral, respeito, eh, e ajuda sempre dos a evocação sempre dos anjos de guarda que nós temos. E Kardec ensina, você pratica as evocações sempre evocando os seus anjos de guarda, porque eles são os superiores e vão dar o melhor auxílio, né? Então, onde a gente parou na história? Na segunda conversa. A primeira conversa foi mais eh eh improdutiva, digamos assim, porque o espírito não tava querendo muito falar. Mas na segunda conversa a gente vai retomar aqui do início, porque a gente parou logo no iniciozinho para você acompanhar. Eu vou colocar aqui. Então, aqui é a segunda conversa. Vejam que isso aconteceu em outubro de 23. É, mais ou menos um mês ali depois ou quase um mês depois do Senor ficar do jeito que ele estava ficando, né, depressivo e tudo mais. Então aqui o pessoal narra, né, nessa segunda conversa, o espírito deixou mais clara a sua revolta, a causa da sua revolta. Então você tenta entender o que, por que que o espírito tá fazendo aquilo, né, para outro. Esse é o caminho. Por isso, a importância da evocação. Você evoca o espírito, pede pros anjos guardiões se é possível evocar. Eles dizem que é possível, você evoca e aí tenta descobrir o que que tá acontecendo. Assim que foi chamado, começou a falar nesses termos. Então agora é o espírito que está causando a obsessão que fala, né? Eu achei que a
ível, você evoca e aí tenta descobrir o que que tá acontecendo. Assim que foi chamado, começou a falar nesses termos. Então agora é o espírito que está causando a obsessão que fala, né? Eu achei que a nossa conversa de ontem era suficiente, mas pelo jeito não foi. A gente já vê que não é um espírito fácil, né? Eh, como a gente comentou semana passada, esses espíritos, como qualquer pessoa que tá fazendo mal para outro e que tá revoltado com outra, quando alguém resolve intervir, a pessoa pode ficar revoltada e fazer ameaças, reclamar. E aí eles devolvem, né, a pergunta, o pessoal da da os evocadores, né, por que julga que deveríamos abandoná-lo se ainda sofre? Não faremos isso. Queremos vê-lo livre dessas correntes que nem machucam. E aí o espírito responde: "Não existe corrente nenhuma, é só um justo acerto de contas, porque temos um código de honra ser respeitado e eu não abro mão disso." Então aqui o espírito começa a revelar a história, né? Ele tinha uma espécie de código de honra com o Senor N passado. Ele dá a entender que então ele tá cobrando essa honra aí que foi que foi manchada, esse código aí que foi desrespeitado, né? E como a gente comentou semana passada, a gente viu ali o o bom senso do evocador, né? Porque ele diz assim: "Me deixe em paz, né? não se metam. E o o evocador, ao invés de afrontar o espírito, que seria um um equívoco, né? Não é esse objetivo, não é porque você tá conversando com o espírito que está fazendo mal ou desejando mal que você vai retribuir com mal. A gente comentou isso. Então eles com muito, muito tato e equilíbrio dizem: "Olha, a gente tá preocupado não só em livrar o senhor n do sofrimento, mas você também. Porque quem faz o mal também, ao gastar esse tempo, tá fazendo mal para si mesmo. Toda vez que a gente se dedica a fazer mal pro outro, a gente também tá se envenenando, né? Isso é uma coisa clássica que a gente diz até o ditado popular, né? O primeiro aprovado, veneno é a gente mesmo. Então eles têm esse tato de mostrar pro espírito. A
gente também tá se envenenando, né? Isso é uma coisa clássica que a gente diz até o ditado popular, né? O primeiro aprovado, veneno é a gente mesmo. Então eles têm esse tato de mostrar pro espírito. A gente não quer simplesmente expulsar você. A conversa com os espíritos, mesmo com esses espíritos, não é a ideia de expulsá-los, odiá-los, o que poderia causar mais revolta, mas é mostrar que você também quer ajudá-lo, né? Ninguém em verdadeiramente feliz vai est dedicado a fazer o mal pro outro. Toda vez que a gente se preocupa em fazer o mal pro outro, a gente tá infeliz, a gente tá fora do equilíbrio. Então, mas o espírito num primeiro momento, ele não se sensibiliza, né? Não fica sensibilizado com isso. Ele só diz: "Olha, eu eu não não tenho sofrimento nenhum, não tem corrente nenhuma. Eh, eh, eh, o que eu tô fazendo é é eh eh tem a ver com o nosso código de honra e eu não abro mão disso. Então, o espírito tá teimoso. Como é uma pessoa revoltada e e obstinada a se vingar de outra, né? Todo mundo já viveu, já viu um caso assim. É bem assim, não é numa primeira conversa que você consegue fazer a pessoa cair em si ou baixar a guarda. Eh, exige um esforço e muito equilíbrio, né? E aí eles começam, o evocador aqui na pergunta dois, ele começa a trabalhar de outra maneira para para tentar acessar esse espírito, né? Porque quando o o espírito diz que há um código de honra que ele tá que ele tá aí exercendo o direito dele, o evocador ele faz uma uma um raciocínio muito inteligente em forma de pergunta pro para que o espírito pense, né? Quem criou esse código de honra foi Deus, nosso pai, que é justo e bom. Então, através dessa pergunta, o que que o evocador tá dizendo pro espírito? fazendo o espírito pensar, pera aí, você tá falando de um de de um código, mas esse código que você dá tanto valor, ele é uma lei de Deus, uma necessidade ou é você que inventou? Ou ele é simplesmente um um uma lei criada entre vocês que, portanto, não tem necessidade de existir. E o próprio espírito reconhece. Veja que
uma lei de Deus, uma necessidade ou é você que inventou? Ou ele é simplesmente um um uma lei criada entre vocês que, portanto, não tem necessidade de existir. E o próprio espírito reconhece. Veja que aqui é um é uma é uma primeira maneira de, entre aspas, quebrar o espírito, né? Mas no sentido de fazer ele perceber, ele mesmo falando, vai admitindo e percebendo que aquilo não, que aquilo é um erro, né? Porque o espírito responde: "Não poderia ser Deus". Sabe por quê? Porque ele não deve estar interessado em todas essas barbaridades. Então, fomos nós mesmos que criamos esse código. É assim que as coisas funcionam. Então veja que ele não atribui a Deus e eh ele ele faz questão de mostrar que Deus não tem nada a ver com isso. Mas ao afirmar isso, ele mesmo tá admitindo, bom, se é uma coisa que Deus não tem nada que ver, então não é o caminho correto, né? Tudo aquilo que a gente faz, que a gente tem que eh tirar Deus ou tentar afastar a ideia de Deus, é porque não é correta. Então, vejam que maneira inteligente de fazer o espírito e percebê-lo, né? Agora aqui a gente entra onde a gente tinha parado, né? Eu vou ler aqui, comentar e já passo pro Lauro, quem estiver também nos assistindo, se quiser comentar, perguntar aqui de novo, é o evocador. São as pessoas ali do grupo, né, que estão conversando com o espírito. Segundo esse código, todo aquele que deve paga amargamente, caso tenha cometido algum ato de barbárie, como você diz. Então agora eles vão explorar a ideia que o espírito tá fixado no tal do código de honra, né? Então eles vão explorar isso. Olha, o que que é um código de se alguém descumprir o acordo, essa pessoa deve ser punida. Isso é um código de honra. Aí eles diz: "E você sofreu um ato de barbárie no passado?" Não foi? Sim. Então o espírito sim. Aonde que eles estão querendo chegar? Bom, se há um código de honra e você tá reclamando que sofreu e essa é a causa dele querer se vingar. Ah, pera aí. Se você sofreu é porque você descumpriu o código de honra.
les estão querendo chegar? Bom, se há um código de honra e você tá reclamando que sofreu e essa é a causa dele querer se vingar. Ah, pera aí. Se você sofreu é porque você descumpriu o código de honra. Então você tá bravo, você defende um código que você tá revoltado porque o código foi cumprido, porque você foi quem sofreu as consequências. Olha como o espírito não tava parando para pensar, porque ele ficou cego pelo ódio. Eles inventaram um código entre eles ali, mas aí quando ele sofreu, ele não gostou. Agora ele quer vingança. Mas pera aí o se ele quer vingança por se ele quer fazer o mal pro senor para cumprir o código e mas ele tá reclamando de algo que o senor fez cumprindo o código. É uma contradição, né? Eu vou ler a quatro aqui, já passo para ti lá. Então, olha só. Por qual infração ao tal código de honra você está estava sendo punido? Quem estava lhe aplicando a pena? Aí o espírito não funciona assim. Ele sabia muito bem o que fazia e fez. E fez o que fez porque sentia prazer em fazer. Então é justo que se devolva a ele o que ele merece. Eu só posso dizer a vocês de novo que parem de se enteter nisso. Então o espírito começa a entrar em contradição porque ele quer se vingar do senhor en sendo que o senor aplicou contra ele o código de honra. Então, se o senhor aplicou contra ele esse código, é porque ele fez algo errado e agora ele tá revoltado com o senor e quer aplicar de volta o código. Mas por uma, percebe o ciclo vicioso que os dois estão, um fica aplicando no outro e se vingando. Mas pera aí, é isso que eles estão chamando atenção para começar a desconstruir a ideia que tá causando essa obsessão, o tal do código de honra que ele quer cumprir. Então ele, eles estão tentando mostrar para espírito que não faz sentido isso, porque aí agora ele pega e se vinga do senhor N em nome do código. Aí lá no futuro o senhor revoltado com isso se vinga também em nome do do código. Aí ele se vinga. Mas para aí abandona esse código, né? Porque um um eles ficam num
inga do senhor N em nome do código. Aí lá no futuro o senhor revoltado com isso se vinga também em nome do do código. Aí ele se vinga. Mas para aí abandona esse código, né? Porque um um eles ficam num círculo vicioso que cada hora um quer se vingar do outro. Mas e se cada um parar de se vingar do outro? Não tem mal, não tem dor, não tem sofrimento para ninguém. Isso pode parecer uma coisa boba quando a gente lê, mas a o ser humano é assim, né? É como as guerras, né? Aí um começa a guerra, aí vai lá, aplica a guerra no outro, aí o outro devolve porque quer a guerra. Aí assim fica um ciclo infinito, mas é só parar, né? Porque ambos estão perdendo tempo e se causando sofrimento. Então, o primeiro passo é mostrar no campo da reflexão, porque o campo do sentimento é mais difícil, né? Então, para você ir amenizando a raiva, o ódio, você começa a propor perguntas paraa pessoa refletir sobre aquilo, porque para para mudar o ódio você tem que usar razão para poder atacar esses sentimentos, porque o sentimento é mais difícil, né, Lauro, passo para ti. E curiosamente a gente fica encantado com Kardec, né? Porque quando a gente estuda a escala espírita, nós estamos estudando a escala espírita no nosso estudo de O livro dos Espíritos na segunda-feira, eh a gente vê a característica do espírito de terceira ordem, né? O orgulho, uma vez que eh eh dominado por esse orgulho, pelo orgulho, a capacidade de raciocinar, ela fica vulnerável. né? Então, o espírito se deixa levar para por uma uma emoção, eh, por esse orgulho que não deixe, não faça, não permite, não permite que ele raciocine, então ele ele, ele, ele vai imputar o sofrimento dele ao outro, ele ele vai procurar meios de culpar o outro, né? E ele não consegue enxergar que muit das vezes, na na grande maioria das vezes, a causa está em si mesmo, né? O outro o outro é é é como ele, né? O espírito terceira ordem como nós que que erra, claro, natural estamos aí nessa condição de aprendizagem, mas né, como repetido, pelo simples fato do
si mesmo, né? O outro o outro é é é como ele, né? O espírito terceira ordem como nós que que erra, claro, natural estamos aí nessa condição de aprendizagem, mas né, como repetido, pelo simples fato do espírito não conseguir raciocinar, porque ele está tomado da razão, né? ele acha que está com a razão, então sempre ele vai querer culpar o outro, perseguir o outro, né? a a o o a grande diferença que tem aqui no caso e nós a gente vai ver que estando encarnado de admitir isso é muito difícil, a própria influência do corpo, da matéria, do meio, mas para o espírito já desencarnado, né, que ele ele a a capacidade de reflexão dele aumenta, as faculdades de espírito se ampliam, por mais atrasado que ele seja, isso isso o coloca numa condição mais maleável para a a as reflexões, né, nos quais as perguntas que nós estamos estudando aqui. E o espírito vai meditando e vai e vai percebendo realmente de fato que a causa do sofrimento está em si mesmo. E ele vai e ele vai e eu aí depois, Michel, você me confirma isso, mas à medida em que ele consegue ir raciocinando, ele vai talvez isso e aqui depois, por isso que eu quero ouvir a opinião do Michel, eh talvez ele vai conseguindo relembrar com muito mais minúcias o que ocorreu em existências ou numa existência passada, onde criou essa bola de neve, igual Michel acabou de falar, um persegue o outro. você violou um código aí vai você e vai virando essa perseguição. Então, como o espírito e e dirigindo as perguntas corretas, por isso Kardec nos ensina lá no capítulo 26, né, perguntas que se podem fazer aos espíritos no livro dos médiuns. Como fazer essas perguntas para que a gente possa obter o melhor, né, eh eh resultado possível? Então, eu acredito que eh à medida em que o espírito ele consegue concatenando as ideias, ele começa a a se introjetar e perceber que realmente o problema não é tão exterior, mas é muito mais interior, acredito que ele vai conseguindo eh eh repubinar, por assim dizer, né? a sua memória vai voltando no passado e
ojetar e perceber que realmente o problema não é tão exterior, mas é muito mais interior, acredito que ele vai conseguindo eh eh repubinar, por assim dizer, né? a sua memória vai voltando no passado e ele contra a causa, a fonte de todo o mal. E eu acredito que aí fica fica mais fácil de tratar. Michel, veja se eu estou correto nesse raciocínio. Se não, você me pode me corrigir, fica à vontade, Michel. Não, mas é o o quando a gente tá cego, né, por porque a gente se entregou para algum para algum sentimento e no caso o sentimento de ódio, de vingança, isso vai contaminando os seus pensamentos, as suas ideias. Então isso vai fazendo você produzir pensamentos em que você não raciocina, não raciocina mais direito, né? Então você conta só parte da história. Então você conta só a parte que você a parte que você foi o maltratado, o enganado, a pessoa que sofreu. Mas aí você esconde a a parte que você eh contribuiu ou a parte que você errou. E o é próprio do dos dos sentimentos desequilibrados e do orgulho fazer isso. A gente faz assim, a gente conta meia história, né? E a gente não quer pensar muito, enxergar a verdade. Por quê? Porque se a gente começar a pensar muito e buscar novos raciocínios, a gente vai ver que que a coisa não é bem assim. E aí a gente vai ter que largar aquele ódio, aquela vingança. Então os espíritos, assim como a gente, porque nós somos espíritos, é muito comum isso acontecer. o que que o pessoal da das evocações, os os evocadores aqui estão fazendo eh de uma maneira muito hábil e e com certeza sob inspiração dos anjos guardiões. Por isso a importância de ter os anjos guardiões ali, né? é é fazer eh perguntas pro espírito que ao responder o próprio espírito vai percebendo que a sua atitude não faz muito sentido, porque ele tá fazendo pro senhor N algo que algo que o senhor N fez para ele. Então ele tá agindo igual. Ele tá reclam, aliás, esse é o esse é o problema da da vingança. Esse é o círculo vicioso da vingança, que é eh é o próprio ensino de Jesus e,
o que o senhor N fez para ele. Então ele tá agindo igual. Ele tá reclam, aliás, esse é o esse é o problema da da vingança. Esse é o círculo vicioso da vingança, que é eh é o próprio ensino de Jesus e, evidentemente, o espiritismo vem mostrar que você não tem que retribuir, porque se você retribui você ou é igual, você acaba se tornando igual àele que você diz odiar, então você reclama da injustiça, do ódio, do mal, mas você tá fazendo igual. Então você se igualou. Ou muitas vezes você pode até fazer pior e você fica num ciclo vicioso, porque daí eu faço mal para ti, tu faz mal para mim porque eu fiz mal para ti. Daí eu faço mal para ti porque tu fez mal para mim. E aí a gente fica, passa anos, passa uma vida, passa séculos. O que que vai ensinar o o que que o ensinamento de Jesus? E e claro que a aí Kardec vai vai aprofundar mais isso com os espíritos em suas obras. Você tem que romper esse ciclo, que é a ideia do perdão. Você rompe o ciclo, você não devolve o mal. Não é que você não possa evitar o mal, se proteger do mal e até fugir do mal. Você pode, evidentemente que não é uma ideia irracional de você, não, eu sou cristão, eu sou espírita, então faça o que você quiser comigo. Não, você pode evitar, se proteger, fugir, mas você não continua o ciclo, você não devolve. E esta pessoa que fez vai ter que responder perante as leis de Deus, o que ela fez e você não se compromete, então você não vai fazer parte mais daquilo porque você rompeu o ciclo. Então é isso que eles estão tentando mostrar para esse espírito, tentando mostrar para ele, olha, alguém, a a ideia de dar a outra face, né? Alguém vai ter que ceder, alguém vai ter que parar, vai ter que parar primeiro. Alguém vai ter. Então cabe a você quando se conscientiza parar. Ah, mas o mal que a pessoa fez, ah, mas tudo que veja, ela vai responder perante Deus. Não, não cabe a gente se vingar. A gente pode tomar medidas corretas para se proteger, para aquele mal não nos atingir. Se é, por exemplo, vamos pegar um exemplo terreno aqui, se a às vezes
ante Deus. Não, não cabe a gente se vingar. A gente pode tomar medidas corretas para se proteger, para aquele mal não nos atingir. Se é, por exemplo, vamos pegar um exemplo terreno aqui, se a às vezes envolve justiça, justiça dos homens, né? Você pode recorrer à justiça humana, mas você não vai usar esse instrumento da justiça humana para se vingar. para fazer algo que não tem necessidade, simplesmente para retribuir o mal. Percebe? É diferente. E é isso que eles estão tentando mostrar para esse espírito. E aí o espírito vai, aí tem duas possibilidades. Ou o espírito começa ao responder, enxergar como ele tá se contradizendo. E aí ele vai mudando as ideias e os sentimentos vão mudando também. ou o espírito pode fugir, né? Como ele dá a entender aqui, ele ele fala, ó, o que ele diz aqui, ó. Ele fala no finalzinho da quatro, né? Eu só posso dizer a você, a vocês de novo que pare de se intrometer nisso, que é próprio do orgulho. Você vai vendo que você tá errado ou você tá vendo que a coisa não é bem assim, você não, não, não chega dessa discussão, saia daqui. Ah, você foge da verdade. Se você ainda é teimoso, endurecido, como Kardec espíritos, o orgulho faz com que você ou comece a admitir e a despertar, ou que você fuja da verdade. É um momento delicado da conversa com esse tipo de espírito, porque o espírito pode sair dali e não querer não querer dar mais satisfação, mas muito provavelmente pelo sentimento, pela seriedade do grupo, o espírito ele sente um uma confiança, a inspiração dos bons espíritos. Isso ajuda a fazer o espírito a se sentir mais confiante, mais abraçado. Então ele não, mas pode ter o caso que o espírito digo: "Olha, não quero saber, posso estar errado, mas eu quero é me vingar". Pode acontecer, mas eles vão continuar aqui na cinco, eles vão tentar aprofundar um pouco mais para mostrar essa contradição do do espírito, né? Eles dizem: "Olha, nós queremos entender o seu raciocínio sobre o código de honra que se refere. Parece que todo aquele que sofre sofre
um pouco mais para mostrar essa contradição do do espírito, né? Eles dizem: "Olha, nós queremos entender o seu raciocínio sobre o código de honra que se refere. Parece que todo aquele que sofre sofre justamente e você sofreu. No entanto, você só guardou a lembrança a partir de quando sofreu, sem considerar a causa do seu sofrimento de então que deve ser junto, justo segundo seu código. No passado, você não estaria sendo punido por uma violação do código de honra? Talvez não tenha sido ele quem desencadeou a desgraça, mas você. Olha que interessante o raciocínio que eles colocam. Você tá reclamando que sofreu, mas se você sofreu, foi sofreu justamente porque era o combinado do código. Por que que você quer vingança? Se que se quem provocou primeiro foi você. Aí ele continua, né? Estávamos em condições de igualdade. Ele fez porque quis fazer. condição de igualdade. Então ele tá reclamando dos do código ter sido cumprido, porque nesse caso era ele que tava sofrendo e agora ele quer fazer o outro sofrer em nome do código. Olha o o a contradição, né? E até mesmo a hipocrisia que a raiva nos leva. E eles insistem, né? Hoje você faz o que faz porque quer fazer, não é? Então eles vão mostrando pro pro espírito que tudo que ele acusa o senhor, ele tá fazendo igual. Ninguém lhe obriga a fazer o mal. Façamos o seguinte raciocínio: hoje você faz livremente o mesmo que acusa seu inimigo de ter feito no passado. Não estaria ele naquele tempo fazendo livremente algo para puni-lo também? Então é muito, muito bom esse argumento que eles dão pro espírito, né? Tudo que você tá acusando o senor, você tá fazendo igual. Mas por que que agora quando você tá fazendo é justo? Quando o senhor N fez não era. Ele responde: "Qual a diferença se quem deu o primeiro corte foi ele?" Então a reclamação dele é: "Bom, eu só tô devolvendo o que ele fez primeiro." E aí o grupo diz: "Você se lembra de quem traiu primeiro? Quem foi o primeiro a trair a confiança do outro?" Sim, eu lembro, eu sei. E o espírito
é: "Bom, eu só tô devolvendo o que ele fez primeiro." E aí o grupo diz: "Você se lembra de quem traiu primeiro? Quem foi o primeiro a trair a confiança do outro?" Sim, eu lembro, eu sei. E o espírito para porque aí ele se, Claro, ele se tocou, né? Ele disse que o primeiro a causar sofrimento foi o senhor N. Tá, mas o senhor ele foi o primeiro a causar o sofrimento porque ele foi o primeiro a trair. Então quem iniciou tudo foi ele. Olha o o de pergunta em pergunta eles foram fazendo o espírito admitir que ele começou tudo isso. E eles insistem, né, quem foi? E nota que o espírito veio dizer fui eu. Ele ele dá uma resposta que é típica de quem tá teimando ainda, né? Acontece que quando se tem uma guerra, quando se tem um objetivo, a única coisa que deveria ser respeitada é a honra daquele que luta. Se houve traição ou não, a questão é o respeito, a honra. Então, nota, ele já sabe que foi ele que começou, mas agora ele tá achando um outro problema, porque ele quer uma justificativa para poder se vingar do senhor, embora ele já tenha percebido que ele faz igual e que ele começou esse processo de traição um contra o outro. E eles vão insistindo. Olha o eles são muito, você nota que o evocador é muito experiente, né? Porque ele ele ele vai eh de uma certa maneira encurralando o espírito mais com tato, né? com questionamento, mas é para fazer o espírito. Porque quando você faz o espírito perceber e admitir que errou, você tem um primeiro passo. É quando você quebra o orgulho, né? Então você vai fazendo questões até o espírito, o espírito já percebeu que tá errado. Ele só falta ele admitir. Então é assim que você vai mudando aquele estado do espírito. Aí a traição não é uma deshonra. Trair um amigo não é um ato desprezível desprezível. A resposta porque o espírito já percebeu, né? Ele nunca foi meu amigo, porque o espírito já percebeu que que o invocador tá se referindo a ele. Mas você tá fazendo isso contra um amigo e você tá reclamando. Não, mas ele nunca foi meu amigo. A tr a traição era para
amigo, porque o espírito já percebeu que que o invocador tá se referindo a ele. Mas você tá fazendo isso contra um amigo e você tá reclamando. Não, mas ele nunca foi meu amigo. A tr a traição era para para proteger outros de uma desgraça maior. Ele fica dando desculpa. Quando é o lado dele, ele fica desculpando, né? Quando é o lado do Senhor Oren, ele fica acusando. Essa é a nossa contradição. Vejam, isso aqui é a situação nossa de espírito imperfeito, né, que a gente faz tanto na vida encarnada e a gente vai continuar fazendo na vida do mundo dos espíritos. Se a gente continuar teimando, né, se a gente continuar alimentando o orgulho, o ódio, é sempre a questão de ter dois pesos e duas medidas. É uma medida pro outro e uma medida para mim. Olha o que que é o egoísmo, né? Eu faço mesmo, mas quando eu faço tem uma desculpa, tem tem um porquê, tem um sentido. Quando o outro faz igual não, daí ele tá errado e ele merece sofrer. Esse é o problema do ódio que nos cega e faz a gente ser injusto. Por isso a ideia de Jesus, né? Você, aquilo que você quer para você, você tem que querer pro outro. Por que que eu só quero para mim e não quero pro outro? A gente é injusto. E aqui a gente vê isso. Quando é ele, ele desculpa. Quando é o senhor fazendo a mesma coisa. Aí ele não, mas veja sempre uma desculpa, né, Lauro, se quiser comentar alguma coisa até aqui. É, eu fico pensando de de modo geral, baseado nessa nessa conversa que nós estamos estudando aqui. Muit das vezes a gente se pergunta, né, por que que eu estou num mundo como esse? Eu não merecia estar num mundo como esse, onde há tanta violência, tudo tudo, tudo quanta desgraça que você puder imaginar, nós nós estamos inseridos, né? Aí é é bem essa essa característica aqui. Se a gente conseguisse lembrar, porque estamos aqui, a gente entenderia melhor e lidaria melhor com a situação, enfrentaria essas dificuldades, esses obstáculos com muito mais racionalidade, não totalmente emoção, né? Então, ah, no caso do espírito aqui, espírito ele
eria melhor e lidaria melhor com a situação, enfrentaria essas dificuldades, esses obstáculos com muito mais racionalidade, não totalmente emoção, né? Então, ah, no caso do espírito aqui, espírito ele entende que ele é a vítima. mesmo agora ficando claro que ele é a causa, né, que ele está agindo daquilo que ele recriminava, ele está agindo. Agora, então pegando em proporção maior a humanidade, então, por exemplo, eh eh fica fácil fazer a reflexão, né? Se Deus é soberanamente justo e bom, e se eu estou nesse mundo de prova e expiação, conforme o Espiritismo nos ensina, é uma causa. Então a causa não, ela não está exterior, ela ela é interior. Se eu estou aqui porque realmente algo no no no meu passado como espírito, eu pratiquei e e acabei, né, tendo que ficar ligado a esse mundo, um mundo como esse nosso, por questões mesmo meramente moral, não, eu não tenho que atribuir ao outro. Ah, mas eh eu fui assaltado. Ah, eu eu fui enganado. Eu fui, né? Tá ótimo. É é o contexto em que você está, é o mundo em que você está. Você lida com espíritos encarnados inferiores como como você, no meu caso, como eu, né? Então, eu não posso esperar o melhor. Eu tenho que sempre me precaver, tomar, fazer as melhores escolhas. E aí, Michel? Eh, dentro desse quadro que nós estamos aqui estudando, eu poderia dizer, a gente voltando, por exemplo, nós pegamos a obra do Descartes, né, do do Renê Descartes, as paixões da alma, é bem essa característica, né, a esse espírito dominado por essa paixão, ele ele ele, né, deixou isso isso ir ao extremo de que agora ele deseja vingança por um vou dizer um ódio, né, aquele ódio desequilibrado que ele sente pelo outro porque ele acredita que ele ele ele tem que ser vingado, né? Ele ele foi injustiçado, ele foi prejudicado pelo outro e estaria bem nessa condição dessas paixões desequilibradas. Seria isso? >> Sim. Ele se entregou, né? Ele se entregou pro pro ódio e passou a agir se eh a se dedicar a isso, né? passou a se dedicar à vingança, viu? Ele tava influenciando o
xões desequilibradas. Seria isso? >> Sim. Ele se entregou, né? Ele se entregou pro pro ódio e passou a agir se eh a se dedicar a isso, né? passou a se dedicar à vingança, viu? Ele tava influenciando o senhor a se se suicidar. Então, mas esse é o Mas lembrou muito bem eh o como é que a gente conta a história na no mundo de espíritos imperfeitos? A gente conta a história do momento que a gente tá sofrendo pra frente, mas aí a o passado que veio antes disso a gente não conta, né? E esse é um ponto que o Espiritismo colocou e trouxe através da sua revelação que a gente tem que colocar na balança. A gente não pode olhar a vida na terra e os contextos que nós estamos vivendo apenas como se tivesse começado agora. Há um passado que o Espiritismo demonstrou que existe. Há um passado. Então, muitas circunstâncias em que a gente tá sofrendo, nós causamos isso para muitas pessoas. Então a gente pega só o retrato do momento que a gente tá sofrendo e se coloca como vítima, como injustiçado. Mas e o passado que eu causei? Eu causei ou então, caso eu não tenha causado e esteja sofrendo mal de alguém, como é que o espiritismo coloca? Bom, mas se você tá nesse mundo inferior de provas e expiações, você escolheu essas provas porque você entendeu que era o melhor pro seu crescimento. Então, também não é injusto, porque a mesmo que você passe por alguma coisa que não tenha relação com o passado, no sentido de você ter causado, mas você escolheu essas provas porque você entendeu no mundo dos espíritos que era o melhor pro seu crescimento. Então você não pode se colocar na posição como se existisse essa vida daqui para diante ou como se você fosse vítima. Você ou você não causou ou você não escolheu. Não, você escolheu e você teve condições de encarnar num planeta desses porque você ainda é inferior. Se você não fosse inferior, você não estaria num mundo onde pessoas fazem mal paraas outras. Então, se você julga que você é vítima e aí por ser vítima você acha que tem o direito de retribuir o mal, aí agora
não fosse inferior, você não estaria num mundo onde pessoas fazem mal paraas outras. Então, se você julga que você é vítima e aí por ser vítima você acha que tem o direito de retribuir o mal, aí agora você continua nesses mundos onde ainda existe o mal. O único jeito de você escapar disso é você não sendo como essas pessoas, como esses espíritos, porque aí você sai desse ciclo e pode habitar muitos melhores. Enquanto você tá retribuindo, você tá se igualando e você nunca sai desse ciclo. Você fica tendo que reencarnar para reparar. Então, a qual é a ideia do espiritismo? Você não retribui o mal. Você não retribui. Você começa pela ação. O sentimento é mais difícil, né? O sentimento é mais difícil, mas pelo menos a ação você não realiza. Você fica com ódio, você fica revoltado, mas a ação você não realiza, você segura. Veja, você já tá rompendo o ciclo, você já não tá se comprometendo. Está se se comprometendo quem fez o mal. Se você não devolver o mal, você não se compromete. Quem se compromete é quem fez o mal. O pior é para quem fez o mal, não para quem sofreu. Agora, se você sofre e retribui, agora você também é quem fez o mal. Bom, então agora você tem os dois comprometidos e aí você tem que ficar reencarnando para reparar em mundos assim. Então é uma questão racional, inteligente que o espiritismo diz, você não retribui o mal, você evita tudo que for possível para você não sofrer esse mal, mas você não devolve ele, porque aí você não tá se comprometendo. A pessoa se comprometeu, vai ter que reparar, vai ter que responder para Deus, mas não cabe a você. Você não pega para você aquele mal, que é a ideia do perdão. Você não deixa que o mal do outro lhe faça mal. Você não permite isso. Mas, óbvio, você começa pela ação. Você não vai conseguir começar pelo sentimento. Então, você tá lá cheio de raiva da pessoa, mas olha, pelo menos o mal para ela não fiz na ação. Eu fiquei com ódio, mas já não retribuiu. Já é um passo, né? já é um passo, porque aí você começa o processo de libertação. Até que chega
a pessoa, mas olha, pelo menos o mal para ela não fiz na ação. Eu fiquei com ódio, mas já não retribuiu. Já é um passo, né? já é um passo, porque aí você começa o processo de libertação. Até que chega um momento que isso para nós ainda é muito estranho e distante, né? Mas chega um momento que se alguém lhe fizer o mal, você nem ódio sente. Olha, quando a gente conseguisse, isso é o espírito bom para cima. O espírito bom, ele não, ele não pega para ele nunca. Ele não pega o mal. O seu mal ele não pega para ele porque ele sabe que é o seu mal. Quem a gente diria em linguagem popular, quem tá lascado é você. Quem tá lascado é quem faz o mal. Não quem sofre. Não estou dizendo que você precisa aceitar sofrer o mal. Isso seria irracional. Estou falando para você não retribuir o mal com o mal. E qual é o auge do do espírito mais evoluído? Ele não só não retribui o mal, como ele retribui com o bem, que é o chamado amor aos inimigos, que é um tipo de amor que que foi Jesus quem trouxe e que, evidentemente demorou e ainda demora muito pra humanidade entender, né? Você não só não retribui como você retribui agora o com o bem. E por isso que o livro dos espíritos vai colocar Jesus como modelo guia, né? o tipo mais perfeito. Porque lembra lembra da da do momento em do momento o auge do momento de sofrimento do Cristo depois de ter sido humilhado, traído, torturado, crucificado, ele fala do perdão, né? Olha a evolução. Ele fala do perdão e ele foi ferido fisicamente, fisicamente e moralmente. Porque olha só, ele teve o a o ferimento físico que causa dor física, que já faz a gente reagir naturalmente por instinto de conservação. Ele teve, ele foi traído, que é uma das do dos piores sofrimentos, porque é alguém que você gosta e confia, lhe trai e foi humilhado, perseguido, debochado e tudo isso >> abandonado, né? abandonado. >> E e vai falar em perdão. Vai falar em perdão. Imagina ele como espírito puro o que que ele o poder que ele tinha de fazer, o que quisesse, que é a situação mais que dá mais mérito
, né? abandonado. >> E e vai falar em perdão. Vai falar em perdão. Imagina ele como espírito puro o que que ele o poder que ele tinha de fazer, o que quisesse, que é a situação mais que dá mais mérito ainda. Ele tinha poder porque é um espírito puro que domina a matéria. O que Jesus poderia ter feito se quisesse? Mas aí eles deixa aquilo acontecer e ainda fala em perdão. Claro que se o materialista comenta essa história, ele vai achar muito lindo, mas ele vai dizer assim: "É, mas Jesus era uma exceção". O que que o Espiritismo vai mostrar? Jesus foi uma exceção porque ele já tava lá como espírito puro, já chegou lá. Mas nós podemos chegar nessa fase. O materialista não acredita que você pode se tornar um Cristo. O Espiritismo vai mostrar através da lei do progresso e das diversas encarnações que um dia a gente vai chegar lá. Mas você não vai, você não precisa começar assim, né? Até porque você não vai conseguir. Eu não, não adianta eu dizer assim: "Eu quero ser um espírito puro hoje". não vai conseguir, mas você pode começar de alguma maneira. Como que eu começo? Você tem que se analisar e cada um bolar sua estratégia, mas você tem que começar. Mas o primeiro caminho é não devolva o mal, não faça a ação do mal. E é isso que esse espírito eh eh como ele ele não entendia isso, não queria entender, veja, e ele tava levando outra pessoa ao suicídio, então ele ia ser homicida. Olha o descontrole da até onde vai a nossa capacidade de vingança, que a gente é capaz de devolver o mal tirando a vida da outra pessoa. E aqui no caso espiritualmente ele tava influenciando o senhor, o senhor n fazer isso, né? Aqui tem só a gente tá no finalzinho pra gente não a o o pessoal do grupo fala, né? Mas ele confiava em você. Aí o espírito responde: "Ele não confiava e não confia em ninguém". Aí tem uma observação muito interessante. Talvez por influência desse inimigo invisível, o sen o senor tem a mania de repetir com certa constância que não confia em ninguém. Olha que interessante essa
Aí tem uma observação muito interessante. Talvez por influência desse inimigo invisível, o sen o senor tem a mania de repetir com certa constância que não confia em ninguém. Olha que interessante essa observação. Isso aqui é um é interessante por vários motivos, porque olha o que a o que que a invocação é capaz de nos dar conhecimento pra gente entender a a psicologia, a psicologia do espírito, né? É uma é uma informação que só a evocação é capaz de nos mostrar o quanto a influência dos espíritos podem estar ligados a muito do que a gente tem de mania, de comportamento, porque o senhor n tinha mania de sempre repetir, né? Eu não confio em ninguém, eu não confio em ninguém. E essa resposta do espírito dizendo, ele não confiava em ninguém, ele não confia em ninguém ressoou para eles como olhem que curioso, o senhor tá sempre pedindo isso e agora o espírito falou isso. Pode ter uma relação, né? Pode falar lá. >> Não. E por isso que Kardec vai, ele vai frisar que é importante quando é feito o pedido de evocação, o parente ou amigo, aquela pessoa interessada esteja, né? Porque com certeza, acredito eu, que isso aqui foi a própria esposa quem disse, olha, ele ficava sempre fazendo essas afirmações, né? >> Muito bom. Exatamente. Essa é uma outra outra característica. A vantagem de você ter a esposa ali presente que conhece o senhor n é que ela pode eh identificar nas falas dos espíritos, confirmar a identidade, né? né? Então é bem como tu falou, o espírito disse algo que através do médium que a esposa pode ter dito: "Olha, ele repete frequentemente que ele não confia em ninguém". Então essas observaçõezinhas vão confirmando a manifestação, a identidade, vão juntando os pontos, né? Isso é o rico de você participar da evocação. Então, a pessoa que estuda e depois pratica evocação, ela vai viver muito isso. No próprio diálogo com os espíritos, as coisas vão se confirmando e fazendo sentido. Várias coisas que talvez você passasse uma vida inteira sem perceber que tudo tem uma relação,
ai viver muito isso. No próprio diálogo com os espíritos, as coisas vão se confirmando e fazendo sentido. Várias coisas que talvez você passasse uma vida inteira sem perceber que tudo tem uma relação, as coisas estão interligadas, né? Então, que nem eu falei, um comportamento esse que muitas vezes a gente tem um comportamento que a gente julga que sei lá, por que eu tenho. E o espiritismo através das evocações, ele consegue alcançar a causa disso, os espíritos influenciando um passado, uma história com alguém. Então é muito rico que as evocações vão trazendo ao natural, porque não se trata aqui de uma curiosidade vã, né, de eu simplesmente evocar o espírito e dizer: "Me conte o que eu fui na vida passada". Não, não é dentro do problema que estava acontecendo, num diálogo bem intencionado e sério, as coisas vão se clareando ao natural. Então, veja o quanto a gente po, quantos detalhes da nossa vida cotidiana a gente pode passar a avaliar, estudar e entender melhor quanto dos sentimentos que a gente tem no dia a dia, comportamentos, ideias, manias, que através das das evocações a gente vai entendendo a causa. Olha, é a maravilha das evocações. Se todos nós voltarmos a fazer, a aplicar, porque aí a gente tem acesso quanta coisa que eu tenho em mim que eu quero entender, quantas dúvidas que eu tenho sobre o meu comportamento, por que eu sinto isso? Por que que eu ajo assim? E agora, através das evocações, eu posso ter a ajuda dos espíritos clareando e me dando instruções de como entender aquilo, trabalhar aquilo. E são coisas que dificilmente, sem a ajuda dos speits, das evocações, a gente vai ter a solução e o entendimento. mesmo, veja, não estou aqui desmerecendo, mas mesmo que você faça uma terapia tradicional com o psicólogo, que é algo de extremo respeito, de extrema ética e que as pessoas têm o direito de consultar, de fazer, buscar o equilíbrio das emoções, entender as suas ações, mas mesmo no chamado psicólogo tradicional, ele não vai ter muitas vezes a condição de
a e que as pessoas têm o direito de consultar, de fazer, buscar o equilíbrio das emoções, entender as suas ações, mas mesmo no chamado psicólogo tradicional, ele não vai ter muitas vezes a condição de chegar tão fundo como as evocações vão poder clarear muitas coisas. Então, claro que você deve buscar a medicina, mesmo ela sendo materialista, ela pode contribuir com os limites dela. Você deve buscar, deve respeitar, mas a contribuição da evocação juntamente com isso, olha a diferença que ela vai ter. Olha o que a gente tá vendo esse caso. O senhor ele, se ele buscasse apenas um psiquiatra, ele ia receber ali um remédio, aí aumentar a dose. Mas e a parte espiritual? Como é que as pessoas nem é muito pode ser que poderia ser até que o suicídio viesse acontecer, porque o remédio não ia dar conta ou a terapia não ia dar conta. Mas a evocação foi descortinando um passado que os os familiares, o senhor não não lembrava. Ele ele poderia ter um sentimento de repente íntimo de alguma coisa meio vaga, mas a evocação proporcionou entender isso. E todos nós temos um passado e todos nós temos esse mundo complexo interior, né? Então imagina quanta coisa a gente tem para aprofundar e descobrir em nós mesmos através das evocações. E a gente vai deixar de fazer as evocações, sendo que eu tenho as obras de Kardec, eu tenho os grupos sérios, eu tenho a revista espírita.net. Então é, e veja, a gente pegou, a gente ainda vai seguir, né, para até chegar ao final do caso. A gente tá recém analisando um caso, a revista espírita.netest tá cheio de casos e de histórias diversas, né? Olha como é rico. Olha que estudo psicológico, que estudo moral. É uma coisa fantástica, né? Tem uma pergunta aqui da da Mari. Se houvesse suicídio, os dois estariam comprometidos. É, o senor N já estava comprometido, porque no passado ele fez mal para esse espírito. Aí o espírito resolveu se vingar. Agora o espírito que resolveu se vingar se comprometeu também. E pode ser, e se ele chegasse a se suicidar, um espírito provocou algo pior, porque o
ra esse espírito. Aí o espírito resolveu se vingar. Agora o espírito que resolveu se vingar se comprometeu também. E pode ser, e se ele chegasse a se suicidar, um espírito provocou algo pior, porque o o senor N fez mal para ele, mas se o senor Nivesse feito, por exemplo, ele morrer e ele fez por vingança o senor morrer, veja, ele fez algo pior. Então, muitas vezes a gente recebe um mal de uma pessoa, faz pro outro e na hora de devolver a gente devolve pior do que o outro fez. Então, a gente é pior do que a pessoa que a gente odeia em alguns casos. Você já imaginou ser pior do que quem você odeia? Ninguém quer ser pior do que do que quem a gente odeia, mas muitas vezes a gente é. Vamos imaginar que o senor só fez o mal para ele, mas não tirou a vida dele. E agora ele estimula o senor a tirar a vida. É pior. >> E sem contar, né, Michel, que na nessa exercência com o senhor N, com o senhor N, lá no início do texto, a gente vai ver um bom pai, um bom avô, né, um bom uma pessoa quista na sociedade querida, uma pessoa boa para servir. Então ele já já havia um esforço em se melhorar, né? E isso já contaria de forma positiva, claro. Agora o outro vem para influenciar e acabar prejudicando aquele que tá começando a trilar um caminho melhor. Isso pesa muito, né, Michel? >> É, isso é muito comum. A gente vai continuar na semana que vem e vamos tratar disso. É muito comum quando a gente resolve mudar de vida, ter novos hábitos, novos comportamentos, os as nossas velhas companhias reclamarem, né? Às vezes a gente quer melhorar e não melhora porque aí quem tá na volta da gente reclama, daí a gente fica. É muito comum isso. Isso acontece com os espíritos também. você tinha uma turma e agora você não quer mais fazer parte daquela turma. Ah, eles vão cobrar, né? E aí a gente tem que persistir, porque a gente não pode deixar de fazer o bem e fazer o correto só porque as pessoas que a gente gosta não estão gostando. A gente tem que cumprir os deveres. Mas é muito comum em família, a gente
ir, porque a gente não pode deixar de fazer o bem e fazer o correto só porque as pessoas que a gente gosta não estão gostando. A gente tem que cumprir os deveres. Mas é muito comum em família, a gente quer fazer o correto e os próprios familiares reclamam. E aí a gente não faz para não nosar a família, mas isso tá, isso é imoral, mas são contextos que a gente vive o tempo todo. Bom, já passamos aí 6 minutos a partir da quinta que vem nós vamos começar aí o 11º a questão que eles fazem pro espírito. Vamos continuar a história até o fim, né? a gente segue aí caso por caso, mesmo que demore mais de uma quinta, a gente vai tentando aí explorar, refletir sobre. Eu gostaria de agradecer primeiramente ao Lauro e aos demais que aqui estiveram, que participaram, que deixaram comentários, que trouxeram questões. Estejam aqui quinta que vem e amanhã, amanhã às 11:30 tem Kardec meio-dia e amanhã à noite temos o nosso estudo do livro dos médiuns. Estamos estudando a introdução do livro dos médiuns. Você quer participar? Assine o Kardecube, vá e seja membro e assine. E você pode ter acesso à live de amanhã e todas as outras que virão. O estudo de amanhã das 20 às 21 é exclusivo para assinantes. Então desejo a todos aí um boa noite. Curtam e se inscrevam no canal antes de sair daqui e para e passo pro Lauro para dar também os recados e se despedir. >> Eu digo que quando o estudo é bom, a gente nem deu tempo passar. Se você não me fala, já havia passado eh 6 minutos, eu não tinha nem percebido. Bom, Michel, quero agradecer a você, agradecer a galera aí do chat, a você que, né, não não quis se manifestar no chat de alguma forma, mas fique à vontade para deixar algum comentário no encerramento, após o encerramento do vídeo lá nos comentários abaixo da descrição. alguma questão que talvez você resolveu formular, deixe lá que na semana que vem no nosso estudo aí com certeza o Michel vai tratar disso aqui pra gente, tá? E também me despeço já convidando mais uma vez para o estudo de manhã no eh do livro dos MES aqui no
que na semana que vem no nosso estudo aí com certeza o Michel vai tratar disso aqui pra gente, tá? E também me despeço já convidando mais uma vez para o estudo de manhã no eh do livro dos MES aqui no canal eh no Kardecube. Então vamos lá, pessoal, se torne membro e e a a se torna amigo, é amigo do Kardecube, Michel 19, não é isso? Amigos do Kardec Tube 1999, a opção lá em seja membro para ter acesso ao estudo. >> Pronto. Então, pessoal, faça isso para que nós estejamos juntos amanhã aí nas sextas-feiras seguintes para o estudo dessa obra muito importante para retomarmos de fato a prática da evocação. Um abraço a todos aí e nos vemos amanhã, pessoal. Obrigado.
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