Reprise: O Que é o Espiritismo? - 24 ao 27

CanalFEP 18/03/2026 3:54:17

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Transcrição

Boa noite A todos, sejam bem-vindos a mais uma live aqui do Kardec Tube, no nosso estudo da obra de Kardec, O espiritismo? Como você sabe, toda quarta-feira o trio cardequiano, eu, o Lauro e o José, nós estudamos a obra O que é o Espiritismo. Hoje é o nosso 24º estudo. Estamos há 24 semanas já estudando a obra que é o Espiritismo. Eu sempre lembro que nós já estudamos outras duas obras de Kardec inteiras. Kardec escreveu três obras para introduzir ao estudo do espiritismo. Aqueles iniciantes, as pessoas que nada conhecem, que querem conhecer o Espiritismo, ele escreveu três obras. Dessas três, a gente estudou já inteiras duas, o Espiritismo em sua mais simples expressão e o resumo da lei dos fenômenos espíritas. Dois livretos pouco conhecidos do movimento espírita, mas são de Kardecudamos todas essas duas obras. Você pode estudar porque ficou gravado aqui na playlist do nosso canal. Agora estamos estudando a terceira obra introdutória do Espiritismo que Kardec recomenda, que é o que é o Espiritismo, onde ele define o que é o Espiritismo. Então a gente tem a definição de Kardecirismo. E a gente ficou aí umas boas semanas estudando. Já na na na introdução da obra, ele já define o que é o espiritismo. E aí na segunda parte da obra ele tá tratando dos diálogos. São diálogos de Kardeco, o sétimo e o padre. Nós estamos ainda no primeiro diálogo, o diálogo com o crítico. Estamos já há 11 semanas analisando esse diálogo com o crítico, que é Kardec dialogando com ele. Hoje é o nosso 11ª parte que a gente tá estudando o crítico. Então você pode conferir os estudos passados. É ideal que faça isso aqui na aqui na playlist do canal. E para entender mais ou menos em que etapa nós já estamos. Antes de passar pro Lauro e depois iniciar os o nosso estudo propriamente disso propriamente dito, eu quero fazer como sempre faço. Ajude o canal, os canais cardecistas a crescer, a chegar a mais pessoas. Como é que você pode nos ajudar? Primeiro curtindo o vídeo aqui, curtindo a live. Eu sempre digo, custa segundos

o sempre faço. Ajude o canal, os canais cardecistas a crescer, a chegar a mais pessoas. Como é que você pode nos ajudar? Primeiro curtindo o vídeo aqui, curtindo a live. Eu sempre digo, custa segundos da sua vida e faz toda a diferença. Tá assistindo esse vídeo, curta. Depois se inscreva no canal aqui no Kardecube e também no canal do Lauro no Estudar Kardec. A outra maneira de você nos ajudar é nos seguindo nas demais redes sociais. a gente produz conteúdos diários, a gente tá no Instagram, a gente tá no TikTok, então você também nos ajuda assim. Mais uma maneira de você ajudar o canal, e aqui no caso KardectTube, é assinando Kardectube. Você faz uma assinatura, você se torna membro. Quando você se torna membro do canal, você faz uma assinatura mensal com cartão de crédito, você ajuda o canal e você tem acesso a conteúdos exclusivos que a gente vai começar a produzir a partir da primeira sexta-feira de novembro, dia 7, eu e o Lauro vamos estudar ao vivo toda sexta das 8 da noite às 9 da noite, o livro dos médiuns, assim como a gente tá estudando aqui o que é o espiritismo. E segunda, estudando o livro dos espíritos, a gente vai estudar na sexta o livro dos médiuns inteiro. Então, se você quer entender a mediunidade, quer praticar a mediunidade, assine o Kardec Tube. Como é que você faz? Clica aqui em seja em Seja Membro. Aqui no YouTube, embaixo do canal aparece Seja Membro. clica ali. Aí vai ter três opções. Você vai na segunda opção que se chama Amigos do Kardec Tube. Custa R$ 19,99 por mês e você vai ter acesso a esse estudo de sexta-feira. Todos os outros estudos que a gente faz aqui tá disponível de graça para você e fica gravado. Esse de sexta que vai começar dia 7 de novembro vai ser só para quem é assinante. Então você quer estudar o livro dos médiuns conosco, assine o Kardec Tube. Ah, eu não posso ver ao vivo, eu vou ser assinante, não vou poder assistir. Não, vai ficar gravado pro assinante assistir quantas vezes quiser, a hora que quiser, a hora que puder. Então são maneiras de

, eu não posso ver ao vivo, eu vou ser assinante, não vou poder assistir. Não, vai ficar gravado pro assinante assistir quantas vezes quiser, a hora que quiser, a hora que puder. Então são maneiras de você nos ajudar e você sabe que são maneiras de você ajudar que a ser mais divulgado. A gente sempre diz, os canais espíritas já são pequenos, os cardecistas são mais ainda. Então a gente precisa que Kardec chegue a mais pessoas. E essas são as maneiras de você ajudar. Por fim, fazendo esse essa pequena fala de início, participe aqui pelo chat. comente, traga questões, isso também enriquece o estudo e a gente pode ajudar você a entender de repente alguma coisa sobre o que a gente leu ou alguma questão geral sobre o espiritismo, se for o caso e der o tempo e der tempo, a gente trata. Dito isso, mais um pequeno um pequeno aviso antes de passar pro Lauro, que é importante. Nós iniciamos essa semana a nova programação do Kardec Tube. Vocês já devem estar acompanhando. A gente está aí a todo vapor. Nós temos agora todos os dias das 11:30 da manhã ao meio-dia, de segunda a sexta, o programa Kardec é ao meio-dia. É uma meia hora de conversa que você assiste aqui no YouTube. A gente refletindo sobre o espiritismo, assuntos atuais. Hoje eu falei às 11:30 sobre medo dos espíritos. Você pode também conferir aqui, ficou gravado. E amanhã eu vou falar sobre tolerância, como é que o espiritismo entende a tolerância. Então é de segunda a sexta. Como vocês já sabem, durante o dia a gente divulga aí frases de Kardec, recortes dos nossos vídeos e a gente também tem toda a noite na segunda lá no Estudar Kardec estudo do livro dos espíritos. Na terça-feira aqui de noite você tem o retorno da fase dois do projeto Nosso Lar Segundo Espiritismo. Reestreou ontem. Então, procure lá o vídeo 53, Nosso Lar, segundo Espiritismo. A gente vai começar a estudar o livro Nosso Lar, criticando ele com as obras de Kardec. Ontem a gente ficou 1 hora meia falando do Emanuel, assista lá. Na quarta a gente tá aqui com o que é o espiritismo

ente vai começar a estudar o livro Nosso Lar, criticando ele com as obras de Kardec. Ontem a gente ficou 1 hora meia falando do Emanuel, assista lá. Na quarta a gente tá aqui com o que é o espiritismo e amanhã nós vamos estrear também, eu e o Lauro, das a vai ser das 20 às 21, mas amanhã excepcional excepcionalmente a gente vai estudar das 8:30 às 9:30 também um novo projeto ao vivo de graça que é o estudo revistaespespírita.net. Amanhã nós vamos explicar direito o que que é, mas para você que não sabe existe hoje um site chamado revistaespita.net. é um grupo de espíritas coordenados lá em Curitiba em que eles fazem evocações dos espíritos seguindo a linha carequiana e eles publicam essas evocações. Então eles evocam os espíritos da épocas de Kardec, eles evocam Kardec, eles eles estudam o espiritismo através das evocações, como Kardec recomendava. Então, a gente vai mostrar esses textos para vocês e dialogar junto, refletir junto a partir de amanhã ao vivo de noite. E na sexta vai ficar o estudo do livro dos médiuns. Esse é só para assinantes. E no sábado a gente extraia também o React. Então vão ser pro que é React. Para quem não sabe, vai ser eu vendo palestras e vídeos de outras pessoas falando de espiritismo. E eu vou comentar criticamente o que essas pessoas falam. Eu vou começar falando de Chico Xavier. Eu vou analisar a entrevista que o Chico deu lá em 71 paraa TV Tupi no Pingafogo. Eu vou fazer um react sobre isso que vai ser lançado o sábado. Então, vejam, é muito conteúdo que você vai ter sobre eh eh sobre o cardecismo aqui na nossa página. Nos acompanhe, assista, curta, compartilhe. Dito tudo isso, eu passo pro meu amigo de fé, meu irmão camarada de sempre, o Lauro, para que ele dê as boas-vindas. Boa noite e os recados dele também. >> Obrigado, Michel. Boa noite para você e boa noite pra galera do chat. É, Kardec voltando, voltando com força. Essa é a realidade, né? E e só para firmar o que o Michel disse, para que a gente consiga fazer com que isso aconteça com com

cê e boa noite pra galera do chat. É, Kardec voltando, voltando com força. Essa é a realidade, né? E e só para firmar o que o Michel disse, para que a gente consiga fazer com que isso aconteça com com força, com mais rapidez, contamos com o apoio de todos, né? fazendo com que o canal, principalmente o Cardctube, que é o é o Michel tá investindo muito e o objetivo é é aumentar sim o número de visualizações, que pessoas no mundo todo vejam ouçam, assistam eh estudos, lives, reacts, enfim, sempre relacionado ao espiritismo, mas o espiritismo de carne, né? E isso, claro, a gente precisa do apoio de todos aí. Michel, vamos lá, né, meu amigo? Vamos para mais uma etapa desse estudo, né? Isso aí. Então, eu vou ler aqui, você que tá vendo na tela, o V ali é de visitante, né, que é o crítico conversando, discutindo com Kardec. Então, aqui é o crítico que ele vai falar. Nós já estamos no meio do diálogo, né? você vai ter que ver os outros estudos para contextualizar, embora a gente vá tentando contextualizar, mas não dá para contextualizar tudo que a gente já viu. Então, assista os demais estudos, rapaz. Então, diz o crítico a Kardec, aqui é o crítico falando: "Voltemos, por favor, às mesas que se movem e falam. Não será possível que elas sejam preparadas com algum artifício?" Aí Kardec responde: "É sempre a mesma questão de boa fé. A que já respondi: "Quando a fraude for provada, eu voula reconhecerei. Se descobrirdes fatos demonstrados em buste, charlatanismo, especulação ou abuso de confiança, fustigai-os. E eu desde já vos declaro que não irei defendê-los, porque o espiritismo sério é o primeiro a repudiá-los. E quem assinalar tais abusos o auxilia no trabalho de preveni-los e lhe presta importante serviço. Porém, generalizar essas acusações, lançar sobre elevado número de pessoas honradas a reprovação que só cabe a alguns indivíduos isolados é um abuso de outro gênero, porque é uma calúnia. Admitindo, como dissestes, que as que as mesas estivessem preparadas, era preciso que o mecanismo empregado

o que só cabe a alguns indivíduos isolados é um abuso de outro gênero, porque é uma calúnia. Admitindo, como dissestes, que as que as mesas estivessem preparadas, era preciso que o mecanismo empregado fosse bem engenhoso para fazê-las produzir movimentos e sons tão variados. Ora, como não é ainda conhecido o nome, o nome do artista que os fabrica, entretanto, ele deveria gozar de grande celebridade, visto que seus aparelhos estão espalhados pelos pelas cinco partes do mundo. Devemos também convir que o que o seu processo é assass delicado e sutil para poder adaptar-se à primeira mesa que se apresenta, sem deixar sinal exterior algum que o denuncie. Como é que desde Tertuliano, que já tratava das mesas giratórias e falantes, até o presente, ninguém conseguiu ver e descrever tal mecanismo? Então, para tentar contextualizar, esse crítico, ele é da seguinte opinião. Ele nega, ele nega os fenômenos espíritas. Segundo ele, isso é falso. Se trata de uma de um charlatanismo. Então ele diz: "Olha, isso que estão apresentando como fenômeno espírita é charlatanismo. São pessoas enganando." E aí Kardec vai mostrar para ele que primeiro, caso seja charlatanismo, em alguns casos, ele não vai estar prejudicando o espiritismo. Pelo contrário, o espiritismo apoia quem denuncia o charlatanismo. Agora, o problema é você dizer que tudo é charlatanismo. Aí não faz sentido. E aí ele vai dar exemplos aqui do por que não pode ser charlatanismo. Como é que ele vai dar esses exemplos? Citando coisas que aconteciam. Como que você vai atribuir ao charlatanismo, a fraude, os fatos que Kardec apresenta e apresenta através de relatos que ele recolheu no mundo inteiro e apresentou na sua revista. Não é que só Kardec ali produziu os fenômenos e apresentou que podia até ser suspeito, não. Ele pegou os relatos de todos os jornais da época, inclusive jornais que eram contra o espiritismo. Testemunhos, muitos deles investigaram pela própria polícia. E mais, como a gente já vai ver, ele pega relatos da história da

odos os jornais da época, inclusive jornais que eram contra o espiritismo. Testemunhos, muitos deles investigaram pela própria polícia. E mais, como a gente já vai ver, ele pega relatos da história da humanidade, mostrando que os fenômenos já sempre aconteceram. Então, se você mostra a generalidade e a temporalidade do fenômeno, você mostra que não pode ser uma coisa inventada marchalatanice. Então, negar o fenômeno dizer que tudo é charlatanismo é cometer uma calúnia. Então você diz que tá cometendo mal, mas você tá fazendo um mal porque em nome da justiça e da verdade você tá sendo injusto e mentiroso. Então muito cuidado. O espiritismo não nega que possa haver o charlatanismo. O problema é você acusar de charlatanismo e não provar. Aí você tá cometendo um crime. Se você acusa o outro de um crime que ele não está cometendo, você é o criminoso. Então, muito cuidado as pessoas que querem acusar as outras. Veja, Kardec diz que, evidentemente que acusar quando há um abuso, uma falsidade, é meritório. O espiritismo apoia. Mas muito cuidado, porque se você fizer isso da maneira errada, você é o criminoso. Não é então porque você discorda, não entende ou não acredita no fenômeno que você vai sair acusando as pessoas de charlatantes. Muito cuidado. E os fatos vão dizer, e os fatos, como Kardec vai vai colocar aqui, eu já li, mas a gente vai comentar agora. Os fatos vão demonstrar que eu não posso atribuir fraude e charlatanismo em todos os casos. Basta analisar os fatos. Então ele diz que as mesas elas tinham uma espécie de artifício, né? Elas eram preparadas. Para quem não sabe, caso tenha alguém aqui que não tenha noção que que são as mesas que ele tá falando ali, né? as mesmas que movem, que falam. É um tipo de fenômeno espírita que aconteceu muito na época de Kardec, pelo mundo todo, não é só que aconteceu com Kardec presenciando. No mundo todo, as pessoas sentavam ao redor de uma mesa e ela se movia. Ela dava pancadas com uma perna sola. Ela respondia perguntas através

undo todo, não é só que aconteceu com Kardec presenciando. No mundo todo, as pessoas sentavam ao redor de uma mesa e ela se movia. Ela dava pancadas com uma perna sola. Ela respondia perguntas através debatidas, se ouviam barulhos pelos cômodos da casa que as pessoas começaram a combinar com esse barulho, uma espécie de código para sair dali uma comunicação. Que que esse crítico tá dizendo? Olha, tudo isso é charlatanismo. O que que a gente vai ver? Eh, é como é que você explica esse charlatanismo que acontece ao mesmo tempo no mundo inteiro, nas mais diferentes classes, entre pessoas instruídas ou não, com pessoas sendo cuidadas pela polícia, pessoas sérias, honradas, inteligentes e diversos tipos de cômodos de casa, de mesa, de objetos. Que que fraude é essa? Quem é que inventou essa fraude? Como é que ele consegue fazer isso? Veja que chamar isso tudo de fraude, você não consegue nem explicar a sua própria acusação. Toda vez que eu aco e não consigo sustentar a minha acusação, a minha acusação cai por terra. É isso que Kardec vai mostrar brilhantemente. Por isso que ele diz, quando a fraude for provada, eu reconhecerei. Então o espiritismo não não nega. Se aparecer a fraude, não é que o espírita para defender os espíritos vai abraçar a pessoa que fralda. Não. A gente diz, olha, é uma vantagem pra gente. Por quê? porque separa o verdadeiro do falso. Então, se aparecer realmente ficar provado que alguém que se apresentou como produzindo o fenômeno espírita, ela estiver fraudando, o espiritismo não apoia a fraude. Então você está ajudando o espiritismo ao denunciar a fraude. Agora, quando a fraude for verdadeira, não porque você acha que é fraude, porque você nega o fenômeno. Então ele diz: "O espiritismo sério é o primeiro a repudiar a fraude". Então fica muito claro, o espiritismo não apoia fraude e nem os fraudores. O que ele não apoia é você acusar de fraude alguém só porque você não acredita naquilo, só porque você não conhece aquilo. Aí você tá sendo calunioso.

espiritismo não apoia fraude e nem os fraudores. O que ele não apoia é você acusar de fraude alguém só porque você não acredita naquilo, só porque você não conhece aquilo. Aí você tá sendo calunioso. E o problema de generalizar, né? Quando eu digo todos os casos são fraude. Bom, então eu posso usar esse raciocínio para tudo. A gente pode pegar todas as coisas que tem na terra e dizer que é fraude. A física é uma fraude, a biologia é uma fraude, a química é uma fraude, a medicina é uma fraude, tudo é uma fraude. Veja, se eu generalizo, eu tô dizendo que todo, porque há pessoas que abusam das coisas, eu vou dizer que tudo é abuso. Bom, então não há mais verdade, não há mais mentira, não há mais conhecimento, não há mais nada. Toda vez que eu generalizo, eu perco o critério do que é verdadeiro, do que é falso. Ou eu aponto aonde está a fraude e provo, ou não adianta eu generalizar, ou eu vou generalizar só para o espiritismo. Mas por que só para o espiritismo? Se você generaliza tudo para o espiritismo, por que que você não generaliza tudo pros outros, paraas outras crenças, as outras filosofias, as outras ciências, as outras tecnologias? Então, não faz nenhum sentido generalizar. É como se eu dissesse assim: "O raciocínio é o mesmo, todo mundo é criminoso". Faz algum sentido essa frase eu dizer todo mundo é criminoso? Não posso, até mesmo nas nossas leis, né? Eu não posso fazer acusações assim. Eu ou eu mostro quem é, o que fez, quando fez, por fez, eu analiso caso a caso, ou não adianta, não posso afirmar. Aí é preconceito, perseguição, mas não é justiça. E aí Kardec diz, né? admitindo que tivesse alguma coisa na mesa, uma fraude, né? Como é que essa engenhosidade conseguia produzir efeitos tão variados? Porque não era uma coisa só, digamos que fosse uma coisa só repetida, né? Mas os fenômenos eram de eram mesas de natureza diferente, de tamanho diferente, de forma diferente, em em continentes diferentes, entre pessoas diferentes, sons diferentes, comunicações diferentes, pesso as pessoas

s eram de eram mesas de natureza diferente, de tamanho diferente, de forma diferente, em em continentes diferentes, entre pessoas diferentes, sons diferentes, comunicações diferentes, pesso as pessoas investigavam a mesa, olhavam antes, olhavam depois, não tinha tecnologia sem fio à distância no século XIX. Você vai pegando tudo o contexto. Como é que como é que você explica a acusação de que as mesas são preparadas? Ah, mas um caso lá eles descobriam que tinha uma cordinha, que tinha um mecanismo. Tudo bem, é um caso. Mas com uma acusação você consegue dizer que todos os casos são? Não. Como é que você faz para saber? Tem acesso a a todos os casos. Estude todo o conjunto e aí você vê que com a simples acusação de fraude você não consegue explicar. Aonde que você acha isso? Nos jornais da época do mundo inteiro. E Kardec concentrava isso na revista espírita. E aí ele fala mais, olha a lógica inteligente de Kardec. Se fosse uma uma engen uma engenharia aí de fraude que tá percorrendo o mundo inteiro, quem fez isso é pouco inteligente, né? Eu fabrico uma engenhosidade que vai ganhar fama no mundo inteiro e eu não apareço dizendo fui eu. Quem é que fez então se tem uma um truque? Quem é que criou esse truque? Porque a pessoa ia aproveitar a fama, né? É impressionante os argumentos simples de Kardec. E aí ele fala da da questão, há diversos relatos dos fenômenos que nem era com a mesa, as pessoas estavam sentadas em volta da mesa e era o teto que fazia barulho e dava batida. Como é que se explica? Aí as pessoas iam lá, vinham, verificavam o teto, verificavam tudo no E. Por fim, Kardec dá o argumento da história. O argumento da história é muito importante, porque aí você vai procurar nos relatos das obras históricas da humanidade, você vai ver sempre relatos de fenômenos físicos, objetos que se movem, mesas que giram. Então agora ficou mais fantástico ainda a acusação de fraude. Significa que o fraudador conseguiu estar em todas as épocas, em todos os casos, em todos os lugares

bjetos que se movem, mesas que giram. Então agora ficou mais fantástico ainda a acusação de fraude. Significa que o fraudador conseguiu estar em todas as épocas, em todos os casos, em todos os lugares do Olha que que acusação fantástica que não prova nada. Como é que você dá conta de explicar? É como se eu dissesse assim, ó: "Todos fenômenos da física são fraudulentos. Todos. Em todas as épocas. A pessoa vai dizer: "Bom, não faz nenhum sentido isso. Então, por que que você não usa esse raciocínio com o espiritismo?" Não faz nenhum sentido. Ah, mas lá na minha cidade o fulano foi desmascarado. OK, que bom que foi. Agora não é porque ele foi provado que era que era um um charlatão que todo mundo vai ser. Passo pro Lauro. >> E o princípio é é o mesmo, é o princípio da ignorância, da má vontade. Se o crítico antes de fazer a crítica a entrar com esse argumento, se tivesse feito uma pesquisa mais aprofundada, se tivesse se interessado, ele veria, como foi dito já que esse fenômeno não aconteceu única e exclusivamente em Paris ou na França. Foi no mundo todo. E o Michel lembrou bem, isso foi muito bem retratado nos jornais, né? como explicar esses fenômenos que aconteceram no mundo inteiro. Kardec dá argumentos fantásticos, já foi tratado aqui também pelo Michel, que é, né, a pessoa que criou essa engenharia, inventou esse esse aparato é um gênio e ao mesmo tempo inocente, porque poderia ficar milionário com isso. Agora, o o que o que chama a atenção é que nós vamos ver na revista que ler a revista vai perceber isso nos fenômenos de efeitos físicos, os fenômenos de perturbações, de barulhos, de arremesso, de objetos, a a a polícia, as pessoas acampavam, faziam eh uma, né, uma revirava a casa do de perna para para cima para tentar achar a causa para encontrar se havia ali algo que estava acontecendo, uma pessoa que estava agindo de uma fé ou ou brincando ou os próprios donas que estava também ali, né, com com uma fé, enfim, nada era contrário. Nada era encontrado. Então veja, se o próprio crítico

uma pessoa que estava agindo de uma fé ou ou brincando ou os próprios donas que estava também ali, né, com com uma fé, enfim, nada era contrário. Nada era encontrado. Então veja, se o próprio crítico ele ele ele tem um pouquinho mais de vontade, ele teria poupado esse tipo de argumento, porque ele tá colocando em em cheque ou em dúvida pessoas até então na época honradas, promessas, pessoas que tinham nome a zelar, que eram fistas na sociedade e e né, que não não iam se dar ao trabalho. de fraudes, né? Agora, porque há pessoas, como Michel já tratou bem aqui, há pessoas que eh eh provocam fraudes, embuste, não significa que produção sí, né? É um é um é é realmente é aquela ideia pré-concebida nos tempos de hoje, com esse esse por exemplo, inteligência artificial. Ah, com certeza você consegue criar vídeos aí que parecem reais. A gente tem tem que ter cuidado com isso. Mas aquele século onde essa tecnologia estava longe, eles nem sonhavam internet nemçavam, luz, a energia elétrica ainda era algo ainda muito eh eh infantil, por assim dizer, né? Então, vejam, todo esse equipamento, ele tinha de ser algo muito engenhoso para que todos usassem isso. Toda a gente, todos que se ocupavam desses fenômenos teriam que ter esse esse esse equipamento em mãos. E a coisa não era tão simples assim. Basta pensar um pouco, né? Eh, eh, hoje, hoje, como naquele tempo, tem os falsos médiuns, claro, pessoas que querem estar à frente, status no movimento espírita, eh, levar alguma vantagem, algum interesse por trás. Mas isso não quer dizer que o espiritismo é responsável por isso. Cabe cabe a nós descobrindo que é a falsidade revelar isso. É desmascarar a pessoa até pelo próprio nome do espiritismo, né? O Michel tratou bem, o Kardec trata aqui no texto, o espiritismo ele não anda de mãos dadas para esse tipo de de habilidades, né? Mas habilidades, por assim dizer. pelo contrário, ele ele ele desmascara isso. E e quem vai compreender isso bem? Aquele que estudar o livro dos médiuns com profundidade.

e tipo de de habilidades, né? Mas habilidades, por assim dizer. pelo contrário, ele ele ele desmascara isso. E e quem vai compreender isso bem? Aquele que estudar o livro dos médiuns com profundidade. Vai ver um fenômeno qualquer e vai dizer: "Ih, tem tem esse esse é duvidoso. No mínimo é duvidoso, né? Porque acusar com Michel Jarin é é liviana se você não sabe, não consegue provar. Mas o conhecimento da ciência prática, da ciência espírita, vai te colocar numa posição de falar: "Não, vou nesse embalo, vou aguardar, vou observar mais prudência, né, Michel?" Porque eh geralmente a gente acaba indo pela pela emoção. Ah, o médio A, médio B, ele escreve, ele fala, recebe comunicações de espírito ABC a todo momento. Opa, vamos estudar a teoria espírita, vamos estudar a ciência prática para ver que o negócio é muito mais complexo do que se pensa, né? Então, eh, embustes nos dias de hoje, eh eh é fácil de de se criar, principalmente virtualmente, mas quem tem o conhecimento vai se colocar numa posição de defensiva, na defensiva com muito, muito mais tranquilidade, né? Não vai ser tão liviano quanto crítico. Foi Liviano nesse comentário dele. Michel, >> o Lauro lembrou muito bem, né? O o espiritismo veio na na época certa. O contexto histórico em que o espiritismo foi criado, ele tem muito peso, porque é justamente isso. Hoje em dia a gente poderia desconfiar mais, né, com as tecnologias, mas na época de Kardec não tinha essas tecnologias. Hoje todo mundo duvidaria, mas na época dele não. Você não tinha como criar o que você cria hoje de ilusões aí, coisas com IA, vídeos, efeitos especiais, coisas eletrônicas, eh, coisas sem fio. Isso aí foi só depois, né, que o espiritismo já estava feito, que veio a todo. Então, foi muito importante. Kardec chega a dizer isso, né? O espiritismo veio na época certa. Então, o que as pessoas fazem negam, né? Mas negar não é provar. Negar não é provar. Então, é muito curioso. Eh, eh, como a gente falou, você tem que analisar os fatos e ver

tismo veio na época certa. Então, o que as pessoas fazem negam, né? Mas negar não é provar. Negar não é provar. Então, é muito curioso. Eh, eh, como a gente falou, você tem que analisar os fatos e ver qual é a melhor explicação diante dos fatos. simplesmente negar porque você não admite ou não entende. Isso em nenhuma ciência tem validade. É muito curioso os modernos aí, os canais, há muitos canais hoje aí na internet que criticam o espiritismo, ah, personalidades que se apresentam como científicas. Eu quero ver eles explicarem os fenômenos físicos narrados nas obras de Kardec a o pessoal da neurociência aí agora algumas pessoas que se apresentam com canais com grandes grande número de seguidores, né? Eles se colocam como pessoas de bom argumento, de muito conhecimento, capacidade crítica. Como é que eles explicam esses fenômenos? Tem um um rapaz famoso, é o Daniel Gontijo, né? Ele tem um canal em que ele volta e meio ele fala do espiritismo, ele se diz da neurociência. Como é que ele, eu quero quero ver ele explicar os fenômenos físicos do século XIX? Porque geralmente o que que esse pessoal que critica o espiritismo faz? Eles falam do movimento espírita. OK? Criticar o movimento espírita é fácil, porque o movimento espírita na sua grande maioria, qual é a qualificação que eu vou dar? Infelizmente, isso é uma verdade. O movimento espírita é péssimo em argumentação, mas Kardec não tem culpa disso. Eu quero ver você criticar a teoria dele respondendo aos fatos que ele explicou. Aí o que que geralmente esse pessoal faz, né? Não é porque é um produto do cérebro, do inconsciente, porque eles estão analisando a psicografia, que é o médium segurando o lápis ali, né? Ah, um fenômeno de quase morte. Tem alguma coisa no cérebro que as máquinas não detectaram, que ficou ligado, ficou funcionando. OK, mas me explica o efeito físico. Objetos se movimentando sozinhos, sem o contato e respondendo perguntas. Por que que o Daniel, esse Daniel Gontijo não fala disso? Mas eu sei o que

cou funcionando. OK, mas me explica o efeito físico. Objetos se movimentando sozinhos, sem o contato e respondendo perguntas. Por que que o Daniel, esse Daniel Gontijo não fala disso? Mas eu sei o que ele vai falar. Como ele não vai conseguir explicar, ele vai dizer que é fraude, que não existe, que é uma ilusão, que é um engano. Então o que que eles fazem? Eles negam. Como eles não vão conseguir explicar com a sua neurociência, aí eles negam, bom, mas negar não é provar. Aí a pessoa poderia dizer assim: "Não, mas Kardec inventou aquelas histórias. Por isso a importância de Kardec ter pego relatos do mundo inteiro, dos mais diferentes jornais, revistas e relatos. Não é algo dele ali do círculo dele, é do mundo inteiro por quase 15 anos. é um conjunto de relatos sérios, verdadeiros, inclusive de pessoas que eram contrárias ao espiritismo. E aqui eu já aproveito para para falar algo muito importante também para quem quer estudar isso a fundo. O kardecia.com, que é o site o maior site sobre Kardec da história da humanidade. Então você tem que usar ele para estudar as obras de Kardec ou baixar o aplicativo de graça que é o o site, o projeto do Cosms. O que que o Cosm tá fazendo que é importantíssimo paraa questão histórica. Toda vez que Kardecista Espírita um jornal, um artigo que Kardec usava como base pros relatos dos fenômenos, a equipe, o Cosmin e a equipe dele estão fazendo o quê? estão buscando esse artigo, esse jornal no original pelo mundo todo. E aí eles estão digitalizando isso e colocando o original lá no site. Então, quando Kardec cita algum jornal da época em algum lugar do mundo que citou tal história, você clica lá no Kardec Pédia e vai mostrar o artigo original digitalizado, comprovando a veracidade, mostrando que Karnec não inventou. Por que que o Daniel Gontijo não fala disso? Não, mas ele vai dizer que é tudo ou ilusão ou fraude. Nega, mas não explica. Dá uma explicação melhor que a de Kardec. Criticar, ganhar visualização e seguidor negando é fácil. Eu quero ver, explicar

Não, mas ele vai dizer que é tudo ou ilusão ou fraude. Nega, mas não explica. Dá uma explicação melhor que a de Kardec. Criticar, ganhar visualização e seguidor negando é fácil. Eu quero ver, explicar de maneira diferente de Kardec aqueles fenômenos. Chamar pessoas que mal conheciam Kardec e que se apresentam como exespíritas é fácil. E os especialistas em Kardec, por que que você não chama pro seu canal? Então é assim hoje que as pessoas ganham, né, visualização. Se eu quero ver enfrentar, quem sabe enfrentar os textos de verdade. Agora, aparentar ser científico e falar contra o espiritismo é fácil. É muito fácil. Então é muito importante porque vejam o que esse crítico já fazia na época de Kardec que a gente tá vendo aqui. Hoje isso ainda acontece, né? As pessoas continuam falando do espiritismo como negando. É ilusão, é o inconsciente, é fraude. Então elas têm que negar. Por que que elas têm que negar? Porque se elas admitirem que é um fato, elas não conseguem derrubar Kardec. Então elas negam. Agora, qual é o problema ao elas negarem? Que quando elas negam, primeiro elas não estão provando, porque negar não é provar, e depois que elas estão jogando no lixo a fala de científicos. Porque se ela realmente fosse uma pessoa científica séria, ela não tinha esse comportamento. Por quê? Porque se o negó, para ter razão, é só basta eu negar. Então eu vou negar tudo. Eu vou negar a física, eu vou negar a biologia, eu vou negar a química. Se a lógica é neg. Ah, mas a química me oferece provas. A química a biologia me oferece provas. A física me me oferece provas, mas o espiritismo oferece. Você que não aceita. Você que não aceita. Por quê? Porque vai contra aquilo que você quer. Você quer determinar as provas, que é um outro erro científico. As provas de uma ciência se dão no interior da ciência. Não sou eu que digo como é que tem que ser as provas. As provas são descobertas estudando os fenômenos. O espiritismo não se prova como a física, mas a química também não se prova como a

r da ciência. Não sou eu que digo como é que tem que ser as provas. As provas são descobertas estudando os fenômenos. O espiritismo não se prova como a física, mas a química também não se prova como a física. A biologia não se prova como a química. São ciências diferentes. Eu não posso exigir o mesmo método de controle e comprovação, mas são os que se apresentam como científicos do YouTube que falam essas bobagens, mas nunca chamam os especialistas. Por que que o Daniel Gontijo não chama o Cosm, que é o maior especialista, ele não critica o espiritismo. Chame então para entrevistar o maior conhecedor do espiritismo do mundo. Não adianta chamar esse espírita meia boca aí do movimento espírita que agora é exespírita. Aí é fácil ganhar debate, né? Eu chamo o menos qualificado, aí eu ganho de todo mundo, né? É a mesma coisa que eu dizer, eu dizer que eu sou o melhor jogador de futebol do mundo e eu jogar só com os meus primos de 6 anos de idade. Bom, aí eu vou ser o melhor jogador do mundo, né? Eu só enfrento eles. Por que que o Daniel Gonz não chama o Silvio Shibeni? Olha, eu não veja. Então as pessoas também, o público dessas pessoas tem que acordar, porque hoje em dia basta a pessoa dizer que tem um doutorado, que a pessoa é da academia e a gente acha, meu Deus, que autoridade. A gente vai abrir o vídeo, a pessoa tá falando um monte de bobagem que na academia ela não fala. Ela fala no seu canal do YouTube, mas na academia ela não faz aquilo. Por quê? Porque na academia ela sabe que ela vai ser chamada atenção. Então a gente tá vivendo a época do academicismo, né? O doutor fulano. A gente vai ver dentro do movimento espírita também, né? O Dr. Fulano vai falar sobre espiritismo. Aí a gente vê parece um hospício. Eu acompanho as palestras e os artigos dos dos nossos doutores em espiritismo. Aí eu digo assim, os nossos doutores não conhece o ABC de Kardec, mas é tudo gente corrigindo Kardec, criticando Kardec. A gente vai ver, a pessoa não conhece Kardec, tá cheio e eles estão ganhando seguidores, né?

sim, os nossos doutores não conhece o ABC de Kardec, mas é tudo gente corrigindo Kardec, criticando Kardec. A gente vai ver, a pessoa não conhece Kardec, tá cheio e eles estão ganhando seguidores, né? Tá cheio de gente querendo corrigir Kardec aí. Aí eu paro para assistir em 3 minutos eu já sei que a pessoa não leu tal obra, tal artigo. Eu já sei. Mas é que nem o crítico. O crítico tá dizendo: "Tudo é fraude". Mas é muito fácil assim, né? Bom, antes de eu passar de volta pro Lauro, deixa eu dar um boa noite pro pessoal aqui, né? A Fátima, Rosânia, Henriete, o Francisco, a Mari, o Augusto. Até foi bom. O Augusto perguntou aqui, né? Estou adorando a live. Obrigado, Augusto. Se não curtiu, curta. Se não se inscreveu, se inscreva. O José não virá hoje? A gente esqueceu de falar do José, né? O povo vai achar que a gente excluiu o José. Tiramos o José da equipe, né? Por mau comportamento. O José não pôde hoje teve um contratempo, por isso que ele não tá aqui. Mas ele continua fazendo parte do grupo, viu? Não se preocupe. Não, não, não aconteceu nada de grave. Só hoje que ele não pôde, porque o José ele é quem tem mais expiação para cumprir aqui na terra dos três, né? Ele escolheu ser professor, então é o que mais tem expiação >> Brasil ainda. Professor Brasil. Professor no Brasil. Então ele escolheu sofrer para ver se ele paga os pecados dele, né? Então ele tem o tempo aí meio corrido, mas o José tá tá firme e forte conosco. Aí aqui a gente tem a Mari, né? Boa noite. Cheguei agora, mas cheguei. Kardec o importante é chegar, né? É, os trabalhadores da última hora, né, vão chegar e vão ter o mesmo direito de salário, né? O Francisco aqui, acho que eu já coloquei, eu ia falar do José, tinha esquecido e o Augusto me lembrou. Passo para ti, Laura, quiser comentar um pouco, senão a gente lê. >> Não, eu eh é assim, você comentando Daniel Gantigo, né? Eh, eh, o simples fato de ignorar eh que como Kardec conceituou o espiritismo e que nós já tratamos aqui nessa obra é que o espiritismo é uma

>> Não, eu eh é assim, você comentando Daniel Gantigo, né? Eh, eh, o simples fato de ignorar eh que como Kardec conceituou o espiritismo e que nós já tratamos aqui nessa obra é que o espiritismo é uma ciência. O simples fato de ignorar isso fala um monte de besteiras, né, que você ouve, ouve, ouve, faz, mas ele não chegou a lugar nenhum. Ele argumentou. É mais ou menos como crítico. Kardec poucas palavras o Kardec derruba o argumento do crítico chamando ele na razão. Pensa, meu amigo, pensa, pensa aí. Ol, esse son que acontece no mundo inteiro. Como assim? A mesma coisa e acontece nos dias atuais. Ah, mas ah eh ele tá tratando com ex-espíritas. Para começar, tem que chamar esses ex espíritas e perguntar: "Você pelo menos leu tudo de Kardec?" Com certeza esses exppíritas não leram, não leram? E se tivesse lido, se tivesse compreendido, não estariam junto ao Daniel no canal dele para falar as neiras. Isso é um fato, né? É o primeiro ponto a se destacar. Eh, e e é e é é isso. Então, basta que a pessoa estude a doutrina, ouça, estude bem, né, com pessoas sérias. Ah, gente, o o o Michel acabou de falar da do Kardec Pí, eu vou falar do Kardec Play. Assinem o Cardec Play. Lá tem uma série de vídeos de estudos, mas eu não eu não sei dizer quantos vídeos são, mas é muito vídeo, muitos, mas muitos. Estudo completo do livro dos espíritos, livro dos médios sem andamento, céu e inferno, evangelho segundo o espiritismo e por aí vai uma série de palestras. Quer conhecer o espiritismo além das obras de Kardec, ler as obras de Kardec? Ouça, estude com Cosmo emo do Carcle. Então veja, meios para você conhecer o Espiritismo tem, mas de repente eu largo tudo isso e vou beber na beber na fonte errada. Ouviram Daniel Bantigo da vida? Ouvi ficar ouvindo o Elias no canal dele lá falar um monte de loucuras ignorando o espiritismo. Aí não não não vai. Então eu acho que tá na hora de acordar. Tá na hora de acordar e falar assim: "Não, gente, é Kardec primeiro, depois eu ouço, eu eu avalio que tá

loucuras ignorando o espiritismo. Aí não não não vai. Então eu acho que tá na hora de acordar. Tá na hora de acordar e falar assim: "Não, gente, é Kardec primeiro, depois eu ouço, eu eu avalio que tá sendo colocado aqui." Esse é um ponto eh fundamental. E e e basta que vocês, pessoal, observem os palestrantes. Eh, quem já assistiu palestra do Cosmo sabe, não, não vou nem dizer o Michel aqui, nem o José, o Cosmo é 100%. Então é é nessa fonte que a gente tem que beber, porque ele ele é especialista naquilo que ele tá falando de espiritismo, ele é especialista. Então é isso. Agora, ah, eu vou ouvir um exespírita, vou ouvir um um doutor que que um médico, um não sei o quê. Não vai, gente. Aí fica difícil, Michel. Exatamente. Não, e assim, eh, eu, eu considero o Daniel educado, ele não é mal educado, ofensivo, é um cara de boa assim. Primeiro, cara, chama o especialista naquela obra que você tá criticando. Você devia ser também especialista, porque se você tá se propondo a criticar, você tem que conhecer a fundo. Mas a ainda excluindo isso que deveria ser uma obrigação, chama o CB, deixa ele dar a explicação dele. Aí o público vai comparar os seus contraargumentos com os do CM. Chama o cara que é esp não chama um despreparado para falar em nome do espiritismo. Aí é fácil. Agora, por exemplo, não teve ano, foi ano passado o retrato, acho que foi esse ano, esse ano ainda, eu acho, não teve o Aroldo Dutra no podcast lá do Inteligência, agora me fugiu o nome, a inteligência, meu Deus. É o do, esqueci o nome agora, mas é um dos maiores podcast do Brasil, Inteligência Limitada. Teve o Aroldo Dutre lá falando de espiritismo, mas meu Deus, chama Cosm. Aí vai Haroldo lá, fala um monte de asneira numa um dos numai podcasts do Brasil e aí vai ficar que aquilo é o espiritismo. Aí a gente que estuda Kardec fica: "Puxa vida, o espiritismo não é isso que o Aroldo ficou duas horas falando. Chama cósmica". Ó Daniel também quer criticar, critica, mas chama um especialista para comparar.

nte que estuda Kardec fica: "Puxa vida, o espiritismo não é isso que o Aroldo ficou duas horas falando. Chama cósmica". Ó Daniel também quer criticar, critica, mas chama um especialista para comparar. pelo menos dá o direito, né, que é assim. E os internos, né, o Lauro citou o Elias. O Elias é um fenômeno que eu ainda quero entender. Todo respeito à pessoa, a pessoa, Elias, estamos falando aqui do conteúdo do Elias Moraes. Não consigo entender o que que o Elias quer com o conteúdo dele, porque ele se coloca como um escritor e e produtor de conteúdo espírita, mas o conteúdo dele, ele vai contra o espiritismo. Eu não consigo entender. E as críticas que o o Elias faz e os argumentos que ele dá é de uma pobreza que me assusta o tanto de seguidor e fama que ele tem. E de novo, é um, são pessoas que têm dezenas de milhares de seguidores, falam em nome do espiritismo, mas por que que não dão chance para um cardecista falar? Deixem um cardecista falar, meu Deus. É isso que eu não consigo entender. Eu quero acreditar na honestidade dessas pessoas. Mas então, por que elas não deixam o cardecista falar? que para o pessoal não achar que eu tô falando de mim, chama o Cosm. Diz assim, ó, pessoal, eu vou deixar o cara falar aqui e depois a gente faz um contraponto de forma educada, mas cita o cara, citem os cardecistas, se vocês estão bem intencionados e sérios, pro público ter a chance de comparar ou vocês temem os cardecistas pelos argumentos. Essa é a questão. O Daniel não chama um especialista porque ele teme ficar embaraçado ao vivo na audiência dele. O Elias não chama um cardecista. Por quê? E é interessante que quando ele vai se defender das críticas que ele recebe, ele não cita o crítico. Cita. Por que que ele não cita? Porque daí o público dele não tem chance de ouvir o outro lado. A gente tá aqui o tempo inteiro citando pessoas e dando nomes, né, com a cara limpa. Ó, eu falei do Daniel, falei do Elias, citei. Aí o público que tá aqui vai fazer o quê? Bom, deixa eu ver quem

ado. A gente tá aqui o tempo inteiro citando pessoas e dando nomes, né, com a cara limpa. Ó, eu falei do Daniel, falei do Elias, citei. Aí o público que tá aqui vai fazer o quê? Bom, deixa eu ver quem é esse cara aí que o Michel tá falando. OK, vamos lá, escutem eles, voltem aqui. É assim que se dá o debate de quem não teme o debate. E vejam, a gente não tá se ofendendo, que também é uma coisa terrível na internet ficar se ofendendo, que isso não prova ter razão, né? Mas eu quero aproveitar o finalzinho, Laura, eu quero fazer pedir licença aqui. Quero mostrar um lançamento, um lançamento que tá tendo essa semana, esse final de semana vai ser o lançamento oficial de um livro, esse sim, um livro novo que está sendo lançado de muita qualidade sobre o espiritismo, segundo as o cardecista sério, uma obra profunda e muito interessante. Quero fazer aqui um anúncio e dizer para vocês, pessoal, quem puder, compre, leia, compre tanto para ajudar um autor de boa qualidade e também porque a obra é boa, que é profunda, é séria e essas são raras. Falando de cardecismo, tá? Tem tanta porcaria no mercado e a gente compra, aí quando tem o cara sério, a gente não faz virar bestseller. Eu vou mostrar aqui, eu vou compartilhar. Eu acho que eu consigo compartilhar também, né? Qual é o livro? Aonde vocês encontram? Aqui, ó. Vocês vão colocar lá na no Google, tá aqui em cima, ó, tá aparecendo aí Kardec Books, tá? Ou ali em cima aparece o site. Não, para vocês não aparece, né? Mas é, ó, aparece. Beleza. Coloca, >> coloca no Google que vai aparecer lá. E aí, o livro que vai ser lançado agora é esse aqui. Ver se aparece aqui a foto, ó. Evocações. Deixa eu ver se aumenta mais. Ele não aumenta. Evocações. O elo perdido é o nome do livro. O autor é o Gilberto Alieve. É um livro sobre evocações, segundo Kardec. E ele eles vão colocar teoria e também as práticas que eles realizam. Eles o Gilberto é lá do Paraná esse final de semana. Acompanhe aí as redes sociais do Cosmass que eles vão fazer o

segundo Kardec. E ele eles vão colocar teoria e também as práticas que eles realizam. Eles o Gilberto é lá do Paraná esse final de semana. Acompanhe aí as redes sociais do Cosmass que eles vão fazer o lançamento dessa obra. Então tá tendo agora o pré-lançamento. É um livro sobre vocações através da editora do do projeto do Cosm, viu? O Cosmic, a editora dele que tá editando esse livro. Gilberto é um cardecista que faz parte do grupo do Cómula. É um livro todo sobre evocações. Você que quer estudar evocação, fazer evocação segundo Kardec, entender, inclusive com exemplos práticos, tá? Aqui, ó, evocações. Onde é que você acha? Vai lá no Google, digita Kardec Books. Tá tendo a pré-venda, ó. Aqui tá o livro, o valor aqui, ó, a vista na pré-venda 53,90 ou três vezes de 17 com97, algo de qualidade. Então fica aqui o nosso a nossa indicação total a esse projeto que tá e acompanha aí o lançamento do livro pelas redes, sigam o Cosmass no Instagram, no Facebook, que vai ter todo o evento que que vai acontecer lá no Paraná do lançamento do livro. Eu quero em breve ler e também quero fazer vivos aí comentando. A gente vai tentar marcar uma entrevista, não sei se esse ano ainda, mas iniciozinho de 26 é certo. A gente vai trazer o Gilberto aqui no canal e para ele falar do livro é muito importante, né? Isso sim é algo que contribui, porque é um escritor sério que estudou Kardec e pratica a mediunidade, segundo Kardec, lá em Toledo, no Paraná. Tá, o COD chegou hoje lá em Toledo, ele já tá junto com o Gilberto, eles estavam hoje dando entrevistas já e vai acontecer, vão acontecer os eventos. Então fica aqui, quem puder entre aí no Kardec Books e compre o o livro que vale a pena. Agora emos esse final de semana já tá saindo aí da editora e e sendo disponibilizada a venda. Por isso que é pré-venda, né? evocações, o elo perdido, já que o movimento espírita, o movimento espírita no século 20 foi contra as evocações, negando a própria teoria de Kardec. Então, a gente tá recuperando isso, né? Eu passo pro Lauro

s, o elo perdido, já que o movimento espírita, o movimento espírita no século 20 foi contra as evocações, negando a própria teoria de Kardec. Então, a gente tá recuperando isso, né? Eu passo pro Lauro também, se ele quiser falar um pouco sobre o livro. Com certeza é uma obra de sucesso, eh, até pelo pelo valor que ela tem, né, como alguém que tem experiência. Eu acho já tem alguns bons anos já que o Gilberto tá mergulhado nessa prática, né, com o grupo. Então, tem aí bons resultados. E amanhã, né, na no na nossa inauguração do estudo da revista espírita componente, nós vamos ver o valor da evocação, o valor de você eh eh saber lidar com um, né, saber dialogar com espíritos eh em várias condições ou ou que que obsediam, que sofrem, enfim, tudo aquilo que nós podemos imaginar aqui. eh nós vamos saber lidar com isso de uma forma útil. Então o Gilberto ele tem esse conhecimento, essa obra dele, né, ela ela ela vem da teoria, não só da prática e da teoria e da prática, que é o é o importante. Então, eh, pessoal, é o Unil útil agradado. Nós vamos iniciar o estudo do livro dos médiuns. Michel lá no início já vi, já fez a divulgação. tem aí essa obra do Gilberto que é Evocações, velo perdido, e que vai unir, dá para unir e adquirir todo conhecimento possível para que se pratique medividade em casa. E aí volta lá no caso do, nós citando aqui o Daniel Bantijo, já que ele nega, já que ele diz que tudo é ilusão, como crítico, experimenta na casa dele, mas experimenta com seriedade, forma um grupo, vamos, vamos ver se isso realmente faz sentido, se isso existe, ele vai se deparar com uma realidade e com certeza ele vai se frustrar porque eh eh to toda a teoria dele vai parar para abaixo que ele vai ver que é um fato. A existência do espírito, a a possibilidade dele se comunicar, o o a a faculdade mediúnica é é uma lei, né? Então, é algo que que só nega é aquele aquele que realmente não se dá o trabalho do Sid, né? Então, essa obra do Gilberto vai ser uma obra eh eh de ponta para o Espiritismo perdecista. Com

ma lei, né? Então, é algo que que só nega é aquele aquele que realmente não se dá o trabalho do Sid, né? Então, essa obra do Gilberto vai ser uma obra eh eh de ponta para o Espiritismo perdecista. Com certeza. Ô Michel, acho que eu já vou aqui já fazer me despedir da galera, né? Já nós já estamos aí com uma hora de de estudos. Só tenho agradecer, agradecer a você que está nos assistindo, o pessoal que participou aqui, que se manifestou e e Michel, agradecer a você também aí mais uma oportunidade de estudos e desejar o José, José vai ficar devendo para nós horas, viu pessoal? Isso aí é fato, viu? Não vai escapar. Tá bom, pessoal? Olha, obrigado a todos aí e desde já eh nós já fica aqui o convite para o nosso encontro amanhã às 20:30 aqui no CADEC Público para a apresentação do novo estudo da revistaespespírita.net. Um abraço. >> Isso aí. Eh, a Fátima perguntou aqui, eh, qual é o programa, né? Que canal que vai lançar o livro. Fátima, eu não sei exato o canal que vai, mas como é que você faz para acompanhar? Se você tem o Facebook ou Instagram, você procura lá CM Mass, Lilian Mass, Kardec Ped, Kardec Play, procura esses nomes que eu falei lá e vai seguir essas páginas, porque eles vão entre hoje e amanhã divulgar os links, aonde que vai ter no YouTube para acompanhar o lançamento do livro. Hoje já tem um vídeo no YouTube com o Cosm dando uma entrevista porque ele chegou hoje lá na cidade, né? Eu já vou abrir aqui, eu já eu já digo o nome do canal que chegou, que tem uma entrevista do Cosm hoje aqui, ó. Deixa eu pegar, deixa eu abrir aqui, ó. Abrir, eu vou dizer, ó. é o canal no YouTube Jornal do Oeste. Então você vai no YouTube, digita Jornal do Oeste, algo a Mais conversa com Cosmass sobre Espiritismo, é o nome do programa, Algo a Mais. Então você bota Jornal do Oeste, algo a Mais CM, Espiritismo no YouTube que vai aparecer. Eu vou pegar essa essa essa palestra e vou ver se consigo compartilhar nas minhas redes. Mas seguindo lá as redes do Cosm, da Lilan, do Kardecédia, você consegue achar aí os

YouTube que vai aparecer. Eu vou pegar essa essa essa palestra e vou ver se consigo compartilhar nas minhas redes. Mas seguindo lá as redes do Cosm, da Lilan, do Kardecédia, você consegue achar aí os canais que vão transmitir esse lançamento, tá? E eu também vou estar atento para divulgar nos stories lá do Kardecube no Instagram para as pessoas terem acesso. Então, estejam atentos. E aqui a Mari, ó, a Mari já comprou o livro, viu? Ó, meu livro já está com a minha. Obrigado pela dica. Viu só que legal? O o depois pode voltar aqui e comentar sobre o livro, tá? E e é o dia que o Gilberto vier aqui também pode fazer pergunta. Eu quero ler o livro também para já elaborar perguntas pra gente entrevistar o Gilberto quando ele vier. E é isso, a gente tem que ajudar quem é bom. Tem muita gente ruim sendo recompensado e quem é bom não é. A gente tem que ajudar quem é bom naquilo que faz. E no caso do Espiritismo, a gente tem pessoas boas. E aí quem tá fazendo eh sucesso e ocupando espaço é um bando de gente despreparada e depende do público. Quanto mais a gente ajudar, curtir, compartilhar, aí a gente ganha, né? Porque o conhecimento volta pra gente. São pessoas que dedicam as suas vidas para fazer estudos e pesquisas que a gente não tem tempo e eles nos entregam de bandeja. Então a gente tem que valorizar isso, né? Eu também quero aí, a gente já passou do tempo, agradecer a companhia de todos aqui. A Fátima tá dizendo que já segue, então cuida lá nos stories que eles vão compartilhar, tá? agradecer a todos que aqui estiveram, agradecer mais uma vez ao Lauro. E amanhã às 11:30 da manhã no Carnectube, Kardec meio-dia, o o programa amanhã vai ser sobre tolerância e amanhã de noite, às 20:30 a gente tá ao vivo aqui, eu e o Lauro, projeto novo. Venha também estudar conosco. Curta, compartilhe e se inscreva. E o José apareceu aqui, ó. Ele tá querendo um um pouquinho do salário do dia, ó, mas ele não vai ganhar. Ele só tá no comentário. E então é isso, pessoal. Boa noite e até o nosso próximo

se inscreva. E o José apareceu aqui, ó. Ele tá querendo um um pouquinho do salário do dia, ó, mas ele não vai ganhar. Ele só tá no comentário. E então é isso, pessoal. Boa noite e até o nosso próximo estudo. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo da obra O que é o Espiritismo. Estamos hoje no nosso 25º estudo da obra, o que é o Espiritismo. Nós estamos estudando, completando o estudo da obra de Kardec, estudando as três obras que ele criou para os iniciantes do Espiritismo. Já estudamos duas, espiritismo em sua mais simples expressão, o resumo da lei dos fenômenos espíritas. Agora estamos estudando o terceiro que é a obra o que é o espiritismo. Aqueles que quiserem ter acesso aos estudos passados, fica sempre tudo gravadinho, organizado. Procure aí na playlist do Kardectube. Antes de passar pros meus fiéis amigos e companheiros de sempre, eu quero pedir para você curtir esse vídeo. Você que tá assistindo esse vídeo, não importa a hora, quem tá assistindo gravado, agora nós estamos ao vivo, mas quem assiste depois curta o vídeo, compartilhe o vídeo, se inscreva no canal e lembre-se que sexta-feira agora, nessa sexta, depois de amanhã, dia 7 de novembro, nós vamos estrear um novo estudo aqui no Kardec Tube. A gente vai estudar o livro dos médiuns. Você que quer entender a mediunidade, você que quer praticar a mediunidade com segurança, com eficácia, com as orientações de Kardec, você vai poder estudar com a gente, que nem a gente tá estudando aqui. A gente entra ao vivo, você tá aí no chat, pode participar, mandar perguntas, comentários e fica gravado também para assistir depois. Mas atenção, este estudo em específico de sexta vai ser toda sexta das 8 às 20 horas às 21. Esse do livro dos médiuns da sexta vai ser somente pros assinantes do Kardec Tube. Então você entra no canal do Kardec Tube aqui no YouTube, procura lá o seja membro que tá embaixo, clica ali, vai aparecer três opções, você clica em amigos do Kardectube. O valor vai aparecer lá R$ 19,99 por mês.

tra no canal do Kardec Tube aqui no YouTube, procura lá o seja membro que tá embaixo, clica ali, vai aparecer três opções, você clica em amigos do Kardectube. O valor vai aparecer lá R$ 19,99 por mês. Você assina e vai ter acesso a esse estudo, tanto ao vivo quanto gravado. Então é uma maneira também de você ajudar o canal pra gente investir no canal e para ele crescer cada vez mais. De resto, você já sabem, vocês já acompanham. Caso você não acompanha, acompanha e esteja pela primeira vez. O Kardecube tem programações diárias de manhã, de tarde e de noite, todas abertas para você poder usufruir e participar. A gente tem o Kardec meio-dia, todos os dias de segunda a sexta, das 11:30 ao meio-dia. E a gente tem de noite, de noite a gente tem os as programações. Na segunda-feira a gente tem o o livro do livro dos espíritos. Na terça, a gente tem o nosso lar, segundo Espiritismo, em que a gente está lendo a obra Nosso Lar e tecendo críticas usando a obra de Kardec. Na quarta aqui o que é o espiritismo. Na quinta a revistaespírita.net. A gente estuda os artigos lá desse site. Para quem não sabe, é um site de cardecistas atuais agora do nosso tempo, pessoas que evocam os espíritos e publicam lá suas evocações. revistaespespírita.net. E na sexta o estudo do livro dos médiuns. E no sábado gravado vai ter o React, que são vídeos reagindo a outros vídeos, né? Só que claro, referentes a temas do espiritismo. Então você tem muito conteúdo, um só é para assinantes, que é pra gente ter uma maneira também de ter ajuda para investir no canal. Então nessa sexta começa, se você quer assistir, assine o canal. Dito isso, antes da gente começar o estudo, eu passo pro José, pro Lauro, para dar suas boas-vindas, seus recados. Muito boa noite a todos. Boa noite, Michel. Boa noite, Lauro. Vamos seguir com mais um estudo dessa obra importante, né, esse diálogo eh muito muito bom, muito importante de Kardec, o o crítico. E reforçar o o aviso do Michel, né, para participarem do do estudo dele, do livro dos médiuns,

tudo dessa obra importante, né, esse diálogo eh muito muito bom, muito importante de Kardec, o o crítico. E reforçar o o aviso do Michel, né, para participarem do do estudo dele, do livro dos médiuns, assinarem o cardiac Tube. Todo mundo sabe da da qualidade do estudo eh que o Michel faz. Então fica aí o convite pra gente apoiar um projeto importante, fiel a Kardec e confiável, né? Então vamos seguir com mais um estudo hoje. Muito boa noite a todos. >> Boa noite, Michel. Boa noite, José. Boa noite, pessoal. Bom estar aqui para mais um uma uma noite de estudo dessa obra, né? dar continuidade, na verdade, a esse primeiro diálogo com crítico, onde Kardec até nos ensina que devemos, sim, né, argumentar, debater, discordar, mostrar argumentos, mostrar a força do espiritismo. Então, possamos aí seguir nessa saga, Michel. >> Isso aí. Então, a gente está de uma certa maneira indo pro final dessa parte do livro, né? Eh, já são aí 12 semanas estudando o crítico. Para quem não sabe, o livro que é o espiritismo, ele é dividido da seguinte maneira. A sua, o seu prefácio ali, o início, né, o preâmbulo da obra, Kardecine o que é o espiritismo. Então, muita eh o próprio o próprio preâmbulo responde o nome da obra. O que é o Espiritismo? Kardec define o que é o espiritismo nesse preâmbulo. Então, é a melhor e mais completa definição do espiritismo dada pelo próprio Kardec. A gente estudou aí por várias semanas essa definição, também tá gravado aqui nos estudos passados. Aí a parte que abre o livro depois do preâmbulo são as conferências, são os diálogos. É Kardec dialogando com três personagens, é com o crítico, com o cético e com o padre. A gente tá estudando o crítico aí há 12 semanas. A gente tá indo pro final do diálogo do crítico. O que que a gente viu mais ou menos até aqui? Ele é um mal crítico, né? Ele se se propõe a ser um crítico, mas ele é um mau crítico. Ele quer falar sem ter conhecimento. Ele acha que para conhecer o espiritismo basta assistir algumas sessões dos fenômenos espíritas. Ele diz que vai

propõe a ser um crítico, mas ele é um mau crítico. Ele quer falar sem ter conhecimento. Ele acha que para conhecer o espiritismo basta assistir algumas sessões dos fenômenos espíritas. Ele diz que vai escrever um livro contra o espiritismo, mas ele ele mal estudou o espiritismo. Ele tá nessa discussão aí com Kardec. diz que os fenômenos espíritas são eh falsos, que é tudo produto do charlatanismo. Kardec mostra para ele como não faz sentido eu atribuí tudo ao charlatanismo, ao mesmo tempo que o espiritismo é óbvio que admite que existe o charlatanismo, mas existe para tudo. Não é porque uma coisa pode ser abusada que não exista a o lado verdadeiro. E agora a gente vai entrar na na parte do diálogo em que ele vai falar de uma tentativa que que existiu a época de Kardecen espíritas dizendo que não havia espíritos, era tudo provocado por um músculo da perna que provocava o fenômeno. Uma coisa bem curiosa, a gente vai eh comentar um pouco sobre isso depois da leitura. Deixa eu colocar aqui pra gente ver o texto e depois a gente vai explorar mais o que que o texto tá dizendo, né? Acho que é um pouquinho mais para baixo aí, Lauro, onde diz eis o que vos ilude, que é o aí. Então, esse V é de visitante, né? É V é de visitante. É o crítico falando aqui. Ele tá continuando um diálogo, tá? Por isso que vocês estão pegando aí no caminho do diálogo. Vejam um estudo passado. Hoje eu quero fazer uma uma dinâmica um pouco diferente. Eu vou ler, passo pros guris comentarem, depois eu comento. Só para não ficar sempre eu comentando de primeira, né? Então eu vou ler aqui e já passo para eles. Então diz o crítico a Kardec: "Eis o que vos ilude: célebre cirurgião reconheceu que certas pessoas podem, pela contração de um músculo da perna, produzir um ruído semelhante ao que atribuí à mesa, onde concluiu que os médiuns se se divertem à custa da credulidade. dos assistentes. E aí Kardec agora responde, né? Se é um estalido do músculo, não é? Então a mesa que está preparada. Uma vez que cada qual explica seu modo

iuns se se divertem à custa da credulidade. dos assistentes. E aí Kardec agora responde, né? Se é um estalido do músculo, não é? Então a mesa que está preparada. Uma vez que cada qual explica seu modo essa pretendida fraude, fica reconhecido que a verdadeira causa não lhe é sabida. Respeito a ciência desse sábio cirurgião e somente acho que se apresentam algumas dificuldades na aplicação às mesas falantes da teoria indicada. A primeira é que é singular que essa faculdade até o presente excepcional e olhada como um caso patológico se tenha tornado comum. A segunda, que é preciso ter-se robustíssima vontade de mistificar para fazer instalar o músculo durante duas ou três horas consecutivas, quando disso não resulte a quem assim procede, senão fadigue dor. A terceira, que eu não compreendo bem, como pode esse músculo responder pelas portas e paredes em que as pancadas se fazem ouvir. A quarta, finalmente, que é necessário dar-se a esse músculo instalador uma propriedade bem maravilhosa para que ele possa mover uma mesa pesada, levantá-la, abri-la, fechá-la, conservá-la suspensa, sem ponto de apoio e, finalmente, fazê-la despedaçar-se ao cair. O texto é longo, eu vou parar aqui, vou já passo pro José para comentar, depois pro Lauro e depois eu volto. É, essa parte do diálogo é muito interessante, né? tava até olhando o texto aqui para me localizar, porque semana passada eu não eu não participei. Aí eu vi que vocês estavam já leram a parte do Tertuliano, né, que ele fala do que os fenômenos das mesas diantes são citados desde o mundo antigo. Fala do da mesa, ele responde antes da mesa preparada, né? seria uma fraude, um mecanismo criado. E aí, ah, essa hipótese não faria sentido porque quem onde tá o criador desse mecanismo que ninguém conhece, né? É isso que ele fala ali antes, né, no texto. E agora ele tá respondendo a essa nova objeção do crítico. A primeira coisa que eu que chama muito atenção, né, não dá para deixar de notar, a gente aprende a pensar com Kardec, pensar melhor e

texto. E agora ele tá respondendo a essa nova objeção do crítico. A primeira coisa que eu que chama muito atenção, né, não dá para deixar de notar, a gente aprende a pensar com Kardec, pensar melhor e aprende a argumentar. Aprender a pensar melhor nada mais é do que aprender a argumentar melhor. Eu não eu não daria uma definição assim, uma definição básica. é melhor do que essa. Que que é aprender a pensar melhor? Aprender a pensar melhor é aprender a argumentar. Se você souber defender uma tese, dá bons argumentos para defender aquela tese, defender essa tese de de ataques, de críticas, responder as objeções, né, que é o que Kardec tá fazendo aqui, você tá aprendendo a pensar melhor. E é o que Kardec faz aqui. E o curioso é que os debatedores dele os as pessoas que debatiam com ele não não tavam argumentando de maneira correta, que é o que ele ilustra aqui no crítico, né? Olha, é muito comum isso acontecer. O a quem participa de debates no dia a dia mesmo, eu falo de maneira informal sobre qualquer assunto, seja na política, na economia, na ciência, na filosofia, a gente tá acostumado a ver isso. Você tá debatendo com uma pessoa, ela dá um argumento, você mostra que o argumento não é não faz sentido e ela de forma desordenada, aleatória, ela muda o argumento. E é o e é o que o crítico tá fazendo aqui. Ele fala da mesa preparada, depois ele vai jogando objeções, sendo que nem ele mesmo refletiu bem sobre aquelas aqueles argumentos que ele tá aquelas objeções. O próprio crítico não refletiu bem sobre essa tese do músculo estalante, porque se ele tivesse parado para pensar um minuto, ele ia perceber que todo que defender esse argumento seria aceitar essas consequências absurdas que Kardec tá colocando ali, que não fazem nenhum sentido, né? Porque a pessoa não para para pensar, não para para refletir seriamente sobre aquilo. Ela quer apenas eh ela quer vencer o debate jogando para fora as ideias que ela tem de maneira desordenada, que que demonstra que ela não parou para

ar, não para para refletir seriamente sobre aquilo. Ela quer apenas eh ela quer vencer o debate jogando para fora as ideias que ela tem de maneira desordenada, que que demonstra que ela não parou para refletir seriamente sobre aquilo. Por que não parou seriamente para refletir sobre aquilo? Não sei. Talvez porque a pessoa não tem um hábito, porque ela não saiba, ou porque ela não queira. Isso é mais comum, é muito comum também. A pessoa não quer parar para refletir seriamente sobre os argumentos dela, porque parar para refletir sobre os argumentos dela requer humildade, requer você tentar avaliar se as suas ideias estão corretas. Antes mesmo de entrar num debate com uma pessoa, você faz o processo de reflexão, de meditação, de conversa consigo mesmo para avaliar se suas ideias estão corretas. O primeiro a avaliar se suas ideias estão corretas é você para depois você entrar num debate com os outros. Mas a pessoa não tá disposta a avaliar. Aí a gente volta na filosofia antiga, no mais básico do básico do básico, que que mesmo quem nunca estudou filosofia conhece. Sócrates. Só sei que nada sei. Todo mundo que conhece o Sócrates de nome pelo menos, que não é o jogador do Corinthians, né? É o filósofo. Eu sempre que eu falo pr os alunos Sócrates, sempre tem um que fala isso, né? Não, não é esse. É uns séculos antes. Só sei que nada sei. Eh, eu tenho consciência da minha ignorância. Eu admito que eu posso estar errado. Eu tenho consciência do quanto eu sei sobre uma coisa. Eu não pareço saber mais do que de fato eu sei. Eu não vou tentar aparecer, demonstrar um saber que eu não tenho. E dentro desse processo de humildade intelectual, de busca da verdade, porque é impossível buscar a verdade seriamente, sem ter humildade intelectual, sem admitir que pode estar errado. Nesse processo, faz parte você refletir a autocrítica sobre as suas próprias ideias para você poder modificá-las por si mesmo. Se você for modificá-las pelo debate com o outro, ótimo. Mas se você puder perceber as falhas do seu

ocê refletir a autocrítica sobre as suas próprias ideias para você poder modificá-las por si mesmo. Se você for modificá-las pelo debate com o outro, ótimo. Mas se você puder perceber as falhas do seu pensamento sozinho, melhor ainda, porque você avança mais rápido. E é isso que o crítico não tá fazendo. Claro, o crítico aqui é um diálogo fictício criado por Kardec, mas que ilustra muito da maneira como as pessoas tentavam debater com Kardec e até hoje, né, qualquer, como eu falei, qualquer um que debata esses assuntos com as pessoas vai perceber que as pessoas debatem dessa maneira até hoje. Elas passam de um argumento a outro de forma desordenada, sem ter refletido bem sobre o próprio argumento. Eh, então assim, isso me chama muita atenção sobre sobre esse diálogo, né? Aí a gente pode entrar mais no especificamente no argumento do músculo estalante, né? Mas aí eu passo para vocês pra gente seguir o seguir a conversa. Bom, a gente vai estudar essa teoria, né, Kardec? tratar essa teoria no nosso estudo que vai acontecer a partir de sexta-feira, né, no livro dos médiuns. Então, né, eh, como José lembrou bem, a o diálogo com com o crítico é fiício, mas a história, a teoria do músculo restaurante, ristalante, ela é real, né? Então, Kardec vai trabalhar isso. Agora, é importante, eu eu o que me chamou atenção, na verdade, é que eh isso é comum, uma simples teoria, uma única pessoa que traz uma teoria que saiu da cabeça dela, ela passa a ter um peso de realidade, porque essa pessoa é colocada como sendo alguém de destaque, um mestre, um cientista, um palestrante. Aí eu vou trazer para dentro aqui da do do movimento espírita, né? um palestrante, um médium famoso. Então disse logo é e isso e isso fica bem caracterizado que o o crítico traz essa esse argumento porque um único uma única pessoa levantou essa hipótese, esse sistema que carec desmonta de forma muito, mas muito assim excepcional os argumentos que ele apresenta, né, que que eu tenho certeza que o médico muito provavelmente, talvez

vantou essa hipótese, esse sistema que carec desmonta de forma muito, mas muito assim excepcional os argumentos que ele apresenta, né, que que eu tenho certeza que o médico muito provavelmente, talvez o Michel, o José vai saber vai saber me responder isso. Provavelmente esse médico nunca contrapôs os argumentos de Kardec, porque Kardec realmente pega essa teoria e e coloca todos os problemas que essa teoria traz, que ela não responde, né? Então, vejam que e aí a que dá na fala do Michel a questão do mal crítico que José trouxe. Pera aí, eu estou apresentando uma teoria que alguém desenvolveu, mas eu não meditei, eu não me aprofundei, eu não não busquei outras opiniões e quero colocar aqui como uma objeção e e mais, né, ainda chamando os médiuns de misticadores, sem se preocupar com a índole da pessoa, uma vez que eu falo assim, não, e esse eh A teoria do mono instalante, ela é verídica e os e os médiuns, eles se divertem às custas dos assistentes. Eu estou colocando em dúvida a dignidade dessas pessoas e isso isso é, né, é algo que tem a gente tem que pensar também. Então, né, CADEC aqui mais uma vez nos ensinando como avaliar uma uma teoria, analisar uma teoria, um argumento e dar o contraponto, né, como um uma resposta bem sólida mesmo. Michel, >> isso aí. Eu quero antes dar boa noite aqui pro pessoal que já tá nos comentários. Aparecida Rios, ela disse que gostou da foto do José, ó. Só a do José Laura, nós, ela acha que a gente tá feio. O Cláudio, o canal Estudar Kardec, ó, pessoal, o canal Estudar Kardec aqui nos comentários é o canal do Lauro, aonde a gente faz o estudo do livro dos espíritos, mas o Lauro tem a programação dele também, vocês podem ir lá se inscrever no canal e também acompanhar. O próprio Lauro deu boa noite, a Rosane, a Fátima, o Luciano, a Vanúia e o José Ricardo. Então, sejam bem-vindos aí o pessoal, essa turma boa de sempre, né, para explicar melhor essa questão do músculo instalante, né, talvez passe aqui pela pelo vídeo ou muitos que estão

e o José Ricardo. Então, sejam bem-vindos aí o pessoal, essa turma boa de sempre, né, para explicar melhor essa questão do músculo instalante, né, talvez passe aqui pela pelo vídeo ou muitos que estão aqui pode ser que não saibam, né? Surgiu na época de Kardec várias tentativas de explicar os fenômenos espíritas de uma maneira diferente da de Kardec. Surgiu várias tentativas de explicação o que que Kardec fazia. Toda vez que surgia uma que tinha alguma relevância ou tinha alguma abrangência, por mais boba que fosse, Kardec pegava, citava nos seus livros, principalmente na revista espírita, para discutir. Então, Kardec não fugia das objeções e das tentativas diferentes de explicar da dele. Aí o que que ele tenta fazer? mostrar que a dele dava conta de explicar melhor os fenômenos. E como é que ele fazia isso? comparando, né, as explicações. E uma das teorias ou tentativas de explicar os fenômenos espíritas foi essa do músculo. Então, só pra gente entender o que que são os chamados fenômenos espíritas, em particular, os que tá se tá tratando aqui nesse contexto eram os fenômenos físicos, né? Você tinha as mesas que se movimentavam, elas elas balançavam, pulavam, iam até o teto, eh rodavam, as a batiam com uma perna só, as chamadas mesas girantes, vulgarmente conhecidas naquela época. esses fenômenos aconteciam, se descobriu ali um modo de conseguir uma comunicação através desse movimento da mesa. Mas além do movimento da mesa, os objetos e as paredes e o teto também se ouviam pancadas pela casa, pelos salões, onde as pessoas se reuniam, pessoas do mundo inteiro. Isso acontecia em em todas as as classes, em das pessoas diversas, diversas crenças entre pessoas simples, a intelectuais. Então o fenômeno era esse, eram fenômenos, ou a mesa se movimentava, batia, como diz, como o Kardecita lá, ia até o teto, caía, quebrar, era um movimento da mesa de alguma maneira e batidas que que se convencionou ali para ter respostas através das batidas e também as batidas no nas paredes e no

decita lá, ia até o teto, caía, quebrar, era um movimento da mesa de alguma maneira e batidas que que se convencionou ali para ter respostas através das batidas e também as batidas no nas paredes e no teto, arranhões, ruídos. Bom, existia um um diagnóstico médico à época de Kardec, feito por evidentemente por um médico. Um estudo que um médico fazia a respeito do de um músculo da perna que determinadas pessoas conseguiam fazer um movimento com o músculo. E esse músculo ele produzia em objetos que estivessem eh ali encostados nesse músculo, ele conseguia produzir um barulho, um estalido com esse movimento do músculo. Só que esse movimento do músculo que provocava o estalido no objeto que estivesse próximo a esse músculo da perna, eh ele acontecia sem a pessoa precisar mexer a perna. Então, a a perna tava imóvel, mas o músculo da perna se movia de uma maneira que dava esse estalido, esse esse barulho. Isso isso era algo estudado por um médico X, eu não lembro o nome agora, isso tá na revista. Aí um outro médico, então não o que o que tava estudando isso, olha o que esse médico fez. Esse outro médico, ele ouviu falar desse estalido do músculo e ouviu falar dos barulhos e dos sons e do movimento das mesas dos fenômenos espíritas. Como ele negava e desconhecia as explicações do espiritismo e negava os fenômenos, dizia que não podiam ser espíritos. na cabeça dele disse assim: "Não, eu conheço uma teoria que explica isso aí que o que Kardec e os espíritas estão dizendo. Ele usou uma teoria que foi construída, nem foi construída para para tentar explicar os nomes dos espíritas. Era era um era um diagnóstico médico que ele usou porque ele julgou semelhante os efeitos. Ele achou, não, os cenômenos espíritas podem ser explicados por esse caso médico, que esse médico é desenvolveu do estalido do músculo. E aí Kardec vai mostrar o ridículo disso, porque o o o quem propôs isso como explicação, usou a teoria de outro médico para propor uma explicação para tentar desmontar a explicação espírita. Kardec

o. E aí Kardec vai mostrar o ridículo disso, porque o o o quem propôs isso como explicação, usou a teoria de outro médico para propor uma explicação para tentar desmontar a explicação espírita. Kardec riu porque ela é ela demonstra o a completa ignorância. da pessoa tentar achar que o fenômeno da do músculo que range que ele poderia explicar os nomes espíritas. A pessoa demonstra que não conhece os fenômenos espíritos. E aí por isso que Kardecolo aqui os problemas dessa da da tese do de do músculo esse poder explicar o seu nome de speed aí. Kardec diz: "Qual é o primeiro problema? que isso que acontecia com o músculo era uma coisa excepcional. Os fenômenos espíritas não eram excepcionais, eles eram gerais, aconteciam o tempo todo no mundo inteiro naquela época. Então já tem uma pequena uma uma primeira diferença entre o que o problema do músculo que range com os speed. Então não se enquadra a explicação porque um é excepcional e o outro acontece de uma maneira mais genérica, né? É um caso patológico esse essa questão do do músculo. O o o segundo problema é que a pessoa que tivesse esse e esse esse problema no músculo e usasse isso para fraudar os cenom espíritas, Kardec explica como isso é uma ação do músculo. Os cenomos espíritas eles aconteciam por horas seguidas diariamente. Então imagina a dor, imagina o o que isso ia causar de fadiga e dor na pessoa que se se ela produzisse isso com o músculo, se os fenômenos das mesas girantes fossem fruto de de desse músculo, dessa frale. Então seria uma fraude. A pessoa tá usando músculo, mas tá dizendo que são os espíritos. Então tem o problema da fadiga e da dor. O terceiro problema que ele apresenta, eu, ele diz Kardec, né, eu não compreendo bem como pode esse músculo responder pelas portas e paredes em que as pancadas se fazem ouvir. Aqui vem um outro problema. Os fenômenos espíritas não aconteciam somente na mesa. As pessoas estavam em volta da mesa e daqui a pouco lá na parede ou no teto se ouvia o barulho, a batida do

em ouvir. Aqui vem um outro problema. Os fenômenos espíritas não aconteciam somente na mesa. As pessoas estavam em volta da mesa e daqui a pouco lá na parede ou no teto se ouvia o barulho, a batida do espírito, o arranhão, o ruído. Então, como é que é o músculo da perna encostado na mesa que tá provocando um barulho lá na parede em que ninguém tem contato ou no teto que ninguém alcança? Então, vejam a ingenuidade do crítico em achar que o problema desse músculo dá conta de explicar os espíritas, né? Eh, eh, chega a ser eh engraçado ele achar que uma coisa não se não se enquadra, não serve, não dá conta, né? E por fim, Kardec diz, né, a quarta finalmente é necessário dar esse músico uma propriedade bem maravilhosa para que ele possa mover uma mesa pesada, levantá-la, abr-la, fechá-la, conservá-la suspensa no ar e depois fazer ela cair e quebrar, que também era o que acontecia. Às vezes as pessoas estavam em volta da mesa ali na no fenômeno no fenômeno espírita e a mesa ela flutuava, ia até o teto, dançava sobre a cabeça das pessoas. Mesas pesadas, mesas pesadas. Até porque eh eh o os móveis no século XIX eram muito mais pesados que os móveis de os modernos, né? Como é que o músculo iria fazer isso, fazer uma mesa flutuar e depois e e inclusive muitas mesas caíam e quebravam? Como é que o músculo da perna faria isso? Então ele mostra como não faz nenhum sentido. Olha a tentativa do crítico de dar conta de eh tentar ir contra a tese espírita. É risível. Mas o mais curioso é que, por mais que a gente ache uma coisa boba, muitas pessoas eh eh achavam que essa explicação era uma boa explicação para confrontar o espiritismo. E até hoje as pessoas pegam às vezes explicações ingênuas, bobas ou que mostram que a pessoa não conhece os fenômenos espíritas direito. As pessoas fazem isso até hoje e acham que estão combatendo o espiritismo. Esse é é é uma prova de como às vezes a pessoa para ganhar a discussão, ela não vê que tá se expondo ao ridículo, né? Então esse é um ponto

em isso até hoje e acham que estão combatendo o espiritismo. Esse é é é uma prova de como às vezes a pessoa para ganhar a discussão, ela não vê que tá se expondo ao ridículo, né? Então esse é um ponto importante. Eu passo para vocês se vocês querem tratar mais desses pontos aí. José lá. Ô, ô, ô. Antes do José falar, ô Michel, põe na tela, por favor. Compartilha aí que eu trouxe o nome do do médico. Foi só para efeito de de informação. >> Tem aí, né? Isso tá em qual obra >> tá no livro dos médiuns. >> Livro dos médiuns. >> É uma é uma é uma nota de Kardec, né, em que ele explica quem é o >> ó. Ah, tá no item 41, tá? O item 41 do livro dos médiuns. Tá aí, Kardec bota uma nota lá no item 41 explicando. Foi o senor Jober de Lambal. Para sermos justos, devemos dizer que a descoberta é devida ao senhor Chif. Acho que é assim, né? Então, a teoria é do senhor Shif, mas foi o senhor Jober que usou a teoria do senhor Shif para tentar explicar os fenômenos espíritas, entendeu? Foi um um médico usou a teoria de outro. Mas então esse senhor que fez a teoria em si, ele nem tava falando de espiritismo. Foi o senor Jober que tentou fazer uma uma ligação entre uma e outra, né? E não e não encaixa, né? >> Isso é o capítulo dos sistemas, o quatro. dos sistemas. É capítulo 4, item 41 lá do L dos Médios. >> É porque eu li na edição da ID e não cheguei a olhar na Cardc Pédia, eu não me lembrava dessa nota aí. Na edição da ID acho que não tem. Eu lembrava, eu lembrava que na revista ele citava também, porque eu não lembrava que no livro dos médiuns, >> não, porque eu tava pensando nisso, eu falei: "Pô, a gente precisava pesquisar quem que é esse médico, porque eu lembrava do sistema do músculo instalante no livro dos médios, mas não sabia que ele tinha citado o cara, né, o médico." Mas que bom que temha que tem a situação, hein? É, eu não ia comentar nada específico, só o fato de que Kardec, como o Michel comentou, né, é uma hipótese risível mesmo essa. E Kardec um tom bem humorado ali no na frase seguinte, né? Ele fala:

ein? É, eu não ia comentar nada específico, só o fato de que Kardec, como o Michel comentou, né, é uma hipótese risível mesmo essa. E Kardec um tom bem humorado ali no na frase seguinte, né? Ele fala: "Ninguém, por certo, desconfiava que esse músculo possuísse tanta virtude". É a é a ironia fina e e com classe de Kardec, né? Então, realmente aceitar uma teoria dessa não faz nenhum sentido. Mas a gente vê as pessoas quando elas são fanáticas, quando elas são sistemáticas, que elas tão elas tão eh adotam uma hipótese, uma tese, não querem abrir mão dela de jeito nenhum, elas acabam aceitando as teorias mais malucas, né? E isso acontece, aconteceu aqui nesse caso de novo. >> Lauro, mais alguma coisa? Senão a gente prossegue na leitura aí >> não podemos seguir, >> tá? Então eu vou colocar aqui. Aqui tá a continuação, né? que o José se referiu. E aí Kardec faz a referência na revista, ó, tá na revista espírita de junho de 1859. Aquele dá página, né? Mas a a o número da página hoje em dia com as edições diferentes, esse ano não vale, mas é só a pessoa procurar em junho de 1000 1859 que vai ter lá o caso da história completa, né? Quando o o senhor Jober propôs que o músculo o músculo aí que que estala ele ele daria conta de explicar os seus nomes espíritas. Aqui segue Kardec, né, falando o céle o célebre cirurgião de que falais teria estudado o fenômeno da tiptologia sobre os indivíduos que os produzem? Não, ele observou um efeito fisiológico anormal em alguns indivíduos que nunca se ocuparam de mesas batedoras e notando certa analogia entre esse efeito e o que essas mesas produzem, sem mais amplo, exame concluiu com toda a autoridade da sua ciência que todos os que concorrem para que as mesas falem deve ter a propriedade de fazer o músculo curto perônio. de fazer instalar o músculo curto perônio. E não são mais que embusteiros, sejam eles príncipes ou artífices, recebam ou não um pagamento. Estudou ele ao menos o fenômeno da tiptologia em todas as suas fases, verificou por meio desse estalido

E não são mais que embusteiros, sejam eles príncipes ou artífices, recebam ou não um pagamento. Estudou ele ao menos o fenômeno da tiptologia em todas as suas fases, verificou por meio desse estalido muscular se podia produzir todos os efeitos tiptológicos. Não, porque do contrário, ele ficaria convencido da insuficiência do seu processo. Apesar disso, julgou-se no caso de proclamar a sua descoberta em pleno instituto. Não será esse juízo assass comprometedor para um sábio? Quem pensa hoje nessa opinião? Confesso-vos que se me tivesse lhe sujeitar a uma operação cirúrgica, hesitaria muito em confiar-me a esse médico, porque receia que ele não julgasse o meu mal com mais perspicácia. Já que esse juízo é uma das autoridades em que pareceis querer apoiar-vos para esmagar o espiritismo, fico completamente inteirado da força dos outros argumentos que quereis validar, a menos que os não vades beberem fontes mais autênticas. Kardec, a gente diria modernamente tira um sarro, né? Mas aqui eu quero fazer um comentário já para deixar quicando até pro José falar mais sobre isso, já que ele tá escrevendo sobre isso e em breve ele vai divulgar, né? Porque Kardec pega uma explicação, uma tentativa de explicar os fenômenos espíritas, que é essa tentativa que esse esse médico fez usando a teoria do do músculo. e Kardec vai apresentando questionamentos se o médico conheceu todas as fases e todos os tipos de fenômenos espíritas para ver se a explicação dele dá conta, né? Consegue explicar satisfatoriamente o que ele se propõe a responder, que é a ideia de procurar a melhor explicação possível para um conjunto de fenômenos, né? E Kardec sempre procura mostrar que a dele é a teoria que melhor satisfaz o conjunto dos fenômenos de uma maneira coerente. E essa é mais um exemplo de um sistema que não dá conta porque ela tem falhas, porque ela desconhece a própria totalidade dos fenômenos que ela se pretende explicar. Então isso é muito interessante que ele por isso que ele pergunta, né?

ma que não dá conta porque ela tem falhas, porque ela desconhece a própria totalidade dos fenômenos que ela se pretende explicar. Então isso é muito interessante que ele por isso que ele pergunta, né? Eh, o cérebro cirurgião teria o cérebro cirurgião teria estudado o fenômeno da tipologia sobre os indivíduos? É as perguntas que ele faz, né? ele estudou ao menos todas as suas fases. Nota que ele vai fazendo questionamentos para mostrar que uma pessoa para tentar explicar com o fenômeno do do com esse acontecimento aí do músculo os fenômenos espíritas, ele não ele não conheceu o fenômeno espírita de maneira completa para poder eh ousar explicar, né? E aqui ele fala o nome do músculo, né? Depois eu posso até pegar aqui, enquanto vocês estiverem falando, eu pego a imagem, né, desse músculo, onde é que ele fica na perna, né? O curto perôniumo é o músculo que produz esse esse efeito e que eles queriam explicar os fenômenos das mesas girantes e da tiptologia. Tiptologia é o fenômeno eh é o fenômeno físico espírita através das batidas, tá? Por isso, tiptologia, eles queriam explicar tiptologia atribuindo ao músculo, né? Aí Kardec, para finalizar chega a dizer: "Eu não iria me submeter a uma cirurgia desse médico, né? Porque se ele tem essa capacidade de raciocínio tão ruim, eu não ia colocar a minha saúde nas mãos dele, porque vai que ele ia ele ia aplicar o mesmo a mesma incapacidade de raciocínio pro pro meu caso, eu correria perigo. Cardec uma debochada aí e com razão. E depois disso pro crítico, né? Se esse tipo de teoria é a teoria que você se apoia para esmagar o espiritismo, então fica à vontade aí, né? O o que o que vier pela frente, se for da mesma qualidade, o espiritismo não não pel ao invés de se incomodar vai rir, porque é de uma ingenuidade tremenda. Eu passo para vocês. >> É, realmente o essa a gente vê que essa hipótese ela não faz nenhum sentido, né? E Kardec ele tá tentando demonstrar ali que é uma hipótese completamente sem sentido. Eh, é curioso porque essa

cês. >> É, realmente o essa a gente vê que essa hipótese ela não faz nenhum sentido, né? E Kardec ele tá tentando demonstrar ali que é uma hipótese completamente sem sentido. Eh, é curioso porque essa hipótese do músculo estalante, ele eu nem sei se ela entraria dentro de um debate sério na ciência. Se se uma hipótese dessa fosse proposta eh com as pessoas conhecendo os fenômenos espíritas como eles são, eu nem sei se isso entraria dentro de um rol de hipóteses a serem discutidas, porque percebe que é uma hipótese tá completamente deslocada. Eh, você tem um conjunto de fenômenos espíritas e ela tá e hipótese se trata de outro fenômeno que é puramente fisiológico e que tenta forçar uma explicação num conjunto diferente de fenômenos. Eu não sei nem meio científico sério se ela seria levada a sério. Percebe? É diferente, por exemplo, da gente falar da hipótese do dos demônios lá, do que a igreja dizia, né? É diferente, porque de fato essa hipótese dos demônios, eh, isso tá dentro do conjunto de fenômenos espíritas, tem comunicações, você não você não tá negando a realidade do fenômeno, né? Existem comunicações, existem inteligências ocultas se comunicando e algumas delas podem podem ser de espíritos maus ou de demônios, como diria a igreja, mas não todas. Então essa hipótese dos demônios, eu não sei se não lembro se Kardec chama assim, né, os demônios ou hipótese diabólica ele chama, né, lá na no livro dos médios. Essa hipótese, ela é uma hipótese incompleta, limitada, porque ela ela explica apenas parte dos fenômenos, não explica eles da maneira completa. Então, numa avaliação de hipóteses, que é o que o Michel falou, que é um processo científico muito importante, numa avaliação de hipóteses, você ficaria com a hipótese espírita ou poliespírita, como Kardec chama lá no no livro dos médiuns, porque você analisa a hipótese demoníaca, lá diabólica e a hipótese espírita. A hipótese espírita explica melhor por quê? dá conta de todos os fenômenos, incluindo a hipótese demoníaca dentro

médiuns, porque você analisa a hipótese demoníaca, lá diabólica e a hipótese espírita. A hipótese espírita explica melhor por quê? dá conta de todos os fenômenos, incluindo a hipótese demoníaca dentro dela, percebe? Eh, claro, com a ressalva de que a igreja só aceitava a comunicação de entidades malignas, né? E o espiritismo mostra que existem maus espíritos comunicando como existem os bons. Ó lá, é esse mesmo que tá na tela, sistema pessimista diabólico ou demoníaco. Então essa hipótese a gente diria que ela é frágil comparada com a hipótese espírita. Em termos aí da filosofia da ciência, né, a gente diria que é uma hipótese que não tem adequação empírica. Empírica relativa aos fatos, né? Ela não se adequa bem aos fatos. essa hipótese diabólica, porque ela explica parte dos fenômenos, não explica todos. Então, ela não seria considerada uma hipótese boa. Já a hipótese espírita, ela ela se adequa bem empiricamente, porque é uma hipótese que se encaixa bem em todos os fatos, né? Todos os fatos. Agora, a hipótese do músculo, é isso que eu queria chegar, a hipótese do músculo, ela tá deslocada dos fatos que ela pretende estudar. Eh, é uma hipótese que se aplica a outros fenômenos puramente fisiológicos. mas que o cara ele fez uma extensão indevida, ele extrapolou a hipótese para um conjunto de fenômenos que do qual ela não trata, percebe? Então, realmente, e talvez por ser uma das hipóteses mais esdrúxulas e sem pé nem cabeça, é que Kardec tenha tenha dado a liberdade de ter esse tom, esse tom bem humorado, jocoso aí, porque não era comum dele, né? Mas como a hipótese é realmente muito ridícula, daí ele ele falou: "Bom, não, realmente não dá para levar a sério isso aqui". Eu pus no chat GPT para saber qual que é o nome do músculo, porque esse nome é antigo, né? Curto perônio. E o chat EPT me falou que hoje chama músculo fibular curto, porque o músculo, a fíbula da perna se chamava perônio, no século XIX. Completou aqui o chat PT, mudou o nome do do osso. Então, mudou o

io. E o chat EPT me falou que hoje chama músculo fibular curto, porque o músculo, a fíbula da perna se chamava perônio, no século XIX. Completou aqui o chat PT, mudou o nome do do osso. Então, mudou o nome do do músculo também, é o curto fibular. E e assim, vocês me corrijam. Bom, a partir do momento que um um médico, então, né, posso falar com um homem de ciência, eh, propõe uma teoria tão infantil, ou ele não levou a sério, né, que o espiritismo é a ciência, ou ou demonstra completa completa ignorância dessa dessa de de do espiritismo, talvez, até porque isso poucos entenderam que o espiritismo de fato era uma ciência, né, Nós nós temos aí hoje, por exemplo, a obra do Carlos VI, eh, Espiritismo sobre investigação, que mostra que o o próprio Flamon, ele não entendeu que o espiritismo eram ciência, tanto é que depois ele acaba se bande assim dizer, paraa teosofia. Então, veja, alguém que que que, né, que que esteve presente por um longo tempo eh eh dentro do espiritismo, trazendo várias e várias comunicações, né, eh eh de espíritas e espíritas, eh como o próprio Galileu, não não compreendeu com com o espiritismo com a ciência. E e no caso desse médico, eu acho que a ideia seria a mesma, porque senão, se ele sendo um homem de ciência, ele faria isso que o Kardec acabou de que o Michel acabou de ler. Primeiro, vou conhecer todos os fenômenos possíveis, vou investigar, vou aprofundar. Isso é um trabalho de ciência e e talvez e com certeza é por isso que a teoria espírita é a que melhor responde a eh dá conta de responder todos os fenômenos que nós podemos imaginar, né, que eh eh não, porque Kardec ele observou, ele pesquisou, ele investigou, ele presenciou vários e vários fenômenos, notícias que chegaram de todos os lados de fenômenos que aconteciam. e que ele foi se inteirando um trabalho de ciência que, né, aí o o o esse médico, ele não teve o trabalho ou a boa vontade de de fazer e acabou pagando esse mico, né, que aí o próprio Kardec acaba levando do lado bem humorado, né, sobre essa

e ciência que, né, aí o o o esse médico, ele não teve o trabalho ou a boa vontade de de fazer e acabou pagando esse mico, né, que aí o próprio Kardec acaba levando do lado bem humorado, né, sobre essa questão. Michel, >> é, talvez o que mais impressionou Kardec para ele ter tratado dessa teoria tão boba, é porque veio de alguém que era da academia, ele fala ali do instituto, né? É alguém que era do mundo da ciência ter agido de uma forma tão leviana assim. Mas a gente sabe, hoje acontece isso também, é do ser humano, né? É do ser humano. Eu tenho a foto aqui, o, eu tava vendo isso também que o José falou agora. Isso é uma nomenclatura do século XIX, né? A do curto perôio. Mas agora eu tenho a imagem aqui, ó. Vou colocar para nós pro para matar curiosidade do pessoal, ó. >> É o músculo que se liga com o tendão, né? O chamado tendão de aquiles. >> É. É. Ele tá ali na, né, na panturrilha, né? Ele desce até o pé. Esse músculo, ele tinha uma capacidade de fazer um movimento que causava aí um barulho. E o e o o senor Goberto tentou usar essa explicação para desmentir o espiritismo, mas faz parte, né? E é bem, como o José falou, pelo menos a a outra os outros sistemas tinham alguma coisa a ver com os fenômenos espíritas, né? Agora esse aqui tá completamente fora. Isso. E alguém da do mundo científico tentou usar tentou usar para combater o espiritismo. É o problema do mal crítico, né? Isso é ser um mal crítico. Eu me proponho a criticar algo e acabo pagando um mico, né? E aí quando você pega alguém preparado como Kardec, aí é um problemão, né? Porque ainda se você pega pessoas despreparadas, sempre tem alguém para ouvir qualquer coisa, né? Mas quando você pega um um alguém preparado num assunto, um especialista, aí você é desmentido, aí você aí você eh acaba passando vergonha. E é o que muitas vezes acontece, né? A gente se propor a falar de algo que a gente não conhece, a gente acaba, pode ser que as pessoas que sejam mais ignorantes até não falem nada, não percebam, mas quando você tem que enfrentar quem é

? A gente se propor a falar de algo que a gente não conhece, a gente acaba, pode ser que as pessoas que sejam mais ignorantes até não falem nada, não percebam, mas quando você tem que enfrentar quem é especialista, isso é uma isso é uma possibilidade, por exemplo, que hoje a a internet deu, né? A a internet ela deu a possibilidade de qualquer um falar qualquer coisa, que é o lado perigoso, que é uma liberdade que nem todo mundo aproveita de maneira responsável, porque a pessoa fala qualquer coisa, mas também ela corre o risco de ter alguém que a desminta. E aí as pessoas, muitas, se a pessoa é humilde, né, o José tava falando ali no início, citando Sócrates, falando da questão da humildade, a humildade no sentido filosófico, né, eh no sentido eh correto do termo, não essa falsa modéstia aí que a gente chama de humildade no dia a dia. Humildade mesmo. a pessoa, ela procura viver a virtude da humildade, ela até pode ter a coragem de assumir que errou, né? Porque às vezes quando a gente coloca algo em público, a pessoa não tem coragem depois de desdizer. Tem que ter muita coragem para fazer isso. E muitas pessoas não têm. O que que acontece hoje em dia? Os debates públicos, muitas pessoas elas percebem que estão erradas. No fundo, ela percebe, mas a pessoa ela não pode admitir publicamente por causa do orgulho, da vergonha, ela não pode vir a público e dizer: "Olha, eu errei". E aí ela prefere sustentar o erro do que admitir que errou para não pagar essa vergonha publicamente. Então, às a é uma situação em que eu preciso de coragem para poder ser humilde, né? Isso é muito difícil. Eu eu uso como exemplo eh eu uso como exemplo eu uso esse exemplo para fazer um questionamento. Por exemplo, a a o livro lá do da Simone Privato e o o livro do Paulo Henrique de Figueiredo sobre a adulteração das obras de Kardec, eles fizeram um uma assim um qual palavra eu posso usar? Eles fizeram um alarido, eles fizeram todo um, eles movimentaram todo o movimento espírita brasileiro e até mundial, dizendo,

obras de Kardec, eles fizeram um uma assim um qual palavra eu posso usar? Eles fizeram um alarido, eles fizeram todo um, eles movimentaram todo o movimento espírita brasileiro e até mundial, dizendo, encontramos provas de que a obra de Kardec foi foi adulterada e publicaram livros e já incentivaram editoras a começar a vender a quarta a a quarta edição e em detrimento da quinta e fizeram todo um barulho. Aí veio o Carlos 7, veio o Adair Ribeiro, veio a Luciana Farias e disseram: "Não foi a doutora, tá aqui os documentos, os argumentos e eu não vi até hoje, novembro de 2025, o Paulo Henrique, a semana em privado, vim a público e dizer: "Olha, pessoal, na época fiz isso com boa intenção, queria ajudar, mas acabei me equivocando. Agora aí o Carlos 7 provou que eu tava equivocado, a obra não foi. Ouve nem para vir a público para contrapor o que o Carlos 7 fez, né? Poderia ser também uma postura. Não, não concordamos com a obra do Carlos. Está aqui os contraargumentos. Não, eles sumiram. E agora o Paulo tá lançando um livro novo como se nada tivesse acontecido. Não sei quem fui. Lembra dessa brincadeira? Não sei quem fui, nada aconteceu. Ele tá lançando um livro novo, página virada, não se fala mais nisso. Mas pera aí. Então são a essa é a questão. Hoje em dia, para você dar quando você dá uma opinião pública, forma uma opinião pública, você tem que ter coragem de voltar atrás. E nem sempre é fácil. É uma coisa que a gente tem que ter muito forte. principalmente quem faz conteúdo, né? A gente tá todo dia falando, daqui a pouco a gente dá um escorregão, fala alguma coisa sem querer, sem pensar ou uma uma informação equivocada e tem que ter coragem para depois dizer: "Ó, pessoal, falei bobagem". Mas isso é muito difícil. Hoje a gente tá falando aqui num tom de bom humor, mas é muito difícil a pessoa que vem a público ter coragem de dizer: "Eu errei". É muito difícil. Graças a Deus, na época que eu fazia palestra no movimento espírita, que eu era espírita de movimento espírita, não tinha celular

a que vem a público ter coragem de dizer: "Eu errei". É muito difícil. Graças a Deus, na época que eu fazia palestra no movimento espírita, que eu era espírita de movimento espírita, não tinha celular para gravar, né, as bobagens que eu falei. Então ficou ali naquele número de pessoas, porque imagina hoje em dia que todo mundo filma, né? Eu me escapei até descobrir que eu tava falando bobagem, né? Em vez de estudar Kardec, mas faz parte. Bom, da minha parte, eu quero já agradecer primeiramente ao Lauro, ao José e a todos os que aqui estiveram, comentaram, o pessoal que assistiu. Amanhã às 11:30 tem o Kardec ao meio-dia. Amanhã de noite, que é a primeira quinta do mês, a gente tem aí um evento fechado, né, uma reunião particular, então a gente não vai fazer nenhum programa. E na sexta-feira de noite a gente estreia o estudo do livro dos médiuns para quem é assinante do Kardec Tube. Se você quer ter acesso, assine lá, não seja membro. Dito isso, agradeço a todos, desejo a todos um bom resto de semana e passo para o José e o Lauro também se despedirem e darem seus recados, né? >> Bom, é isso aí. muito mais um estudo completado, né, sobre o diálogo, o crítico continuamos na semana que vem e que aqueles que quiserem ler, eu tô terminando de publicar um texto, né, um é um diálogo inspirado aqui no crítico, né, esse diálogo do crítico eu gosto muito de Kardec, tem várias partes sobre ciência, né, é um tema que eu gosto. Então, eu escrevi um diálogo que vou vou publicar essa semana ainda nas redes sociais, no Instagram. Quem quiser me seguir, José.Paniago. Eu devo publicar essa semana. Eh, e aí fica fico aguardando a crítica, a crítica séria das pessoas, né? Não como esse crítico aqui, a crítica séria, honesta e as sugestões que que são sempre bem-vindas. É isso aí, a gente se vê na semana que vem. Uma boa noite a todos. Muito bom. Boa noite, pessoal. Eu quero agradecer mais uma vez ao Michel José, a você também está conosco aí nesse estudo. E, né, lembrando que no no no Kardec Tub, no estudo da

Uma boa noite a todos. Muito bom. Boa noite, pessoal. Eu quero agradecer mais uma vez ao Michel José, a você também está conosco aí nesse estudo. E, né, lembrando que no no no Kardec Tub, no estudo da Kardec, mas principalmente no Kardec Tub, tem muito material para se estudar. Então, quem realmente quer estudar espiritismo, o que não falta é material. Vão na playlist, pessoal. vão na playlist e vocês vão ter que gastar horas e horas se realmente quiser estudar eh espiritismo com profundidade. Então, não é uma coisa que com pouco tempo se faz, demanda vontade, demanda perseverança e coragem, né? né? Coragem de largar, de de abandonar um pouquinho alguns hábitos que a gente adquire, como por exemplo, ficar preso a a dispositivo, né, a celular e aprofundar no estudo, que é muito importante. Então, desejo a todos já uma boa noite e, claro, desde agora um ótimo final de semana. Abraço. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo da obra O que é o Espiritismo. Estamos no 26º estudo desta obra de Allan Kardec. Estamos estudando o crítico. Já estamos aí há 13 semanas estudando o texto do crítico. Para você que está chegando agora, eu sou Michel Macedo, aqui é o Kardec Tube, um canal exclusivo sobre a obra de Kardec, um canal que produz diariamente conteúdos de manhã, de tarde, de noite, de segunda a sexta, conteúdos em torno da obra de Kardec. Quem tá chegando aqui pela primeira vez, seja no ao vivo ou depois no gravado, seja bem-vindo. Você que tá assistindo esse vídeo, não saia daqui sem curtir o vídeo. E você que não é inscrito no canal, se inscreva no canal. De segunda a sexta, das 11:30 meio-dia, a gente tem o programa Kardec Meio-dia. São assuntos diferentes todos os dias em torno da obra de Kardec. Tem uma pequena reflexão. Segunda de noite a gente estuda o livro dos espíritos ao vivo no canal do Lauro, Lauro Estudar Kardec. Depois eu posto o vídeo aqui no Kardec Tube. Terça-feira à noite tem o vídeo do estudo da obra Nosso Lar, que a gente tá estudando toda ela, mas é um estudo

vo no canal do Lauro, Lauro Estudar Kardec. Depois eu posto o vídeo aqui no Kardec Tube. Terça-feira à noite tem o vídeo do estudo da obra Nosso Lar, que a gente tá estudando toda ela, mas é um estudo crítico usando a obra de Kardec. Quarta-feira à noite, estamos aqui nós três, estudando o que é o espiritismo. Quinta-feira à noite a gente estuda no Kardecube o site revistaespespírita.net, que são artigos de evocações dos espíritos feitas na atualidade, que eles evocam os espíritos e publicam lá. Você pode ler as evocações. E na sexta nós estudamos a obra O Livro dos Médiuns aqui no Kardec Tube, no YouTube, das 20 às 21. De todas essas programações, esse da sexta, o livro dos médiuns, é fechado. É um estudo somente para assinantes do CADECTube. Então, você quer ter acesso ao estudo do livro dos médiuns, a gente vai estudar toda a obra livro dos médiuns, você assina o canal. Como você faz para assinar? Entra no canal do YouTube, no Kardec Tube, no YouTube, vai em Seja Membro e escolhe a opção amigos do Kardec Tube 199. você tem acesso ao estudo do livro dos médiuns. Você pode estudar ao vivo, participar pelo chat, que nem você faz aqui. Não consigo ver ao vivo, já perdi algum alguns estudos, fica tudo gravado para quem é assinante assistir a hora que puder, então não se preocupe. Então você pode também assinar o Kardecub. Dito isso, estamos aqui estudando o que é o espiritismo. Kardec escreveu três obras para os iniciantes no espiritismo. Espiritismo em sua mais simples expressão. Estudamos completa essa obra, tem a gravação aqui na nossa playlist. O resumo da lei dos fenômenos espíritas. Estudamos toda essa obra também está aqui na nossa playlist. Agora estamos estudando a terceira obra introdutória chamado que é o Espiritismo. Nós vimos a primeira parte, o preâmbulo and Kardec define o que é o espiritismo. Estudamos isso e agora a segunda parte é feita através de diálogos. É Kardec dialogando com o crítico, cético e o padre. Estamos na parte do crítico, encerrando os

Kardec define o que é o espiritismo. Estudamos isso e agora a segunda parte é feita através de diálogos. É Kardec dialogando com o crítico, cético e o padre. Estamos na parte do crítico, encerrando os diálogos de Kardeco. É isso que a gente vai ver hoje. Antes da gente ir pro texto propriamente dito, eu passo pros meus amigos de fé, meus irmãos, camarada, camaradas de sempre, o José Paniago, Lauro Rodrigues, para eles darem boa noite, também darem os recados deles. >> Boa noite, Michel. Boa noite, Lauro. Boa noite a todos aí que estão nos acompanhando. Mais uma vez, uma alegria pra gente estudar. essa obra de Kardec, o que é o espiritismo. Estamos aí, como o Michel falou, no diálogo crítico, né, diálogo eh fundamental, importantíssimo pra gente compreender o papel do crítico, todos aqueles temas que são que estão sendo tratados ali. Eh, então vamos para mais um estudo e aproveitar fazer o fazer o jabá aí do meu texto, né, como dizem. Semana passada eu tinha comentado que que ia publicar e realmente consegui publicar no sábado. Eh, escrevi um texto em forma de diálogos, né, um texto breve, tem até 10 páginas, eh, com o tema da concepção científica do espiritismo. Então, no diálogo, eu coloco eu mesmo debatendo com outras duas pessoas, um debatedor mais crítico religioso e o outro é um espírita adepto, né? E a gente tem um diálogo lá sobre os temas, eh, se o espiritismo é uma ciência ou não é, esclarecendo algumas questões relativas a isso, né? O objetivo é tentar contribuir para ajudar a as pessoas a compreenderem melhor um pouco esse tema, né? e que tem relação direta com esse diálogo de Kardec, que é um diálogo que eu gosto muito. Quando eu li, eu fiquei encantado por esse diálogo crítico, né? Ele tem várias vários elementos de ciência que dá pra gente debater. Então, foi quando eu tive a ideia aí de fazer e e que me inspirou mesmo. Então é isso. Quem quiser acessar o texto pode ir no meu Instagram @jos.panhiago. Paniago e no link da bio tem o acesso ao substaque.

foi quando eu tive a ideia aí de fazer e e que me inspirou mesmo. Então é isso. Quem quiser acessar o texto pode ir no meu Instagram @jos.panhiago. Paniago e no link da bio tem o acesso ao substaque. Substaque é um site de uma rede social de compartilhamento de textos, né? Inclusive eu recomendo quem quiser. Eu acompanho pessoas da filosofia nesse nesse aplicativo, nesse site, né? E é bem interessante para poder ver textos e ter um debate de ideias um pouquinho mais alongado do que ocorre geralmente nas redes sociais, que é algo sempre muito breve, muito telegráfico, né? Mas é isso, uma boa noite a todos e vamos estudar. >> Boa noite, José. Boa noite, Michel. Boa noite a ao pessoal do chat. É bom mais é bom mais uma vez estar aqui, né, com vocês para o estudo dessa obra. E é como foi dito por vocês, Kardec também nos ensinando como argumentar, né? Mas para ter um um bom argumento, é claro que precisa conhecer a teoria espírita para que a gente não fale bobagens, algo que é incoerente, né, ou que desvirtua o pensamento de Kardec, o pensamento dos espíritas. Então é importante se debruciar sobre a obra de Kardec a aquele que realmente deseja ter um debate, um bom debate nesse formato que a gente tá vendo aqui, Kardec e o Crítico. Então que tenhamos aí um bom estudo, Michel Macilo. >> Isso aí. Vamos lá então. Vamos dar boa noite pro pessoal aqui para prestigiar a nossa audiência aqui. O canal Estudar Kardec é o canal do Lauro, pessoal. Entrem lá, depois se inscrevam. O Lauro tem também a programação dele aqui. O próprio Lauro, boa noite. A Fátima Bagalhães, boa noite. Muitos aqui já assinaram também o canal, estão no estudo de sexta, né? Aqui a Rosane. Tem gente do Brasil e do mundo inteiro aí já assistindo. A gente tá fazendo uma amizade com uma galera boa aí, a Vanúia aqui, um tal de Kardec Tube. Não, não conheço esse. A Débora Medeiro, seja bem-vinda. E o José Paniaco. Isso aí. e que você que não comentou, pessoal é mais tímido que tá aí e não comentou, vamos lá ao

qui, um tal de Kardec Tube. Não, não conheço esse. A Débora Medeiro, seja bem-vinda. E o José Paniaco. Isso aí. e que você que não comentou, pessoal é mais tímido que tá aí e não comentou, vamos lá ao estudo. Então, eu vou colocar o texto aqui na tela. Lembrando que o que que a gente viu no último estudo a discussão sobre uma teoria fisiológica sobre o músculo da perna que alguns a a que tentaram dizer que esse essa teoria poderia dar conta de explicar os fenômenos espíritas e que os fenômenos espíritas seriam falsos. Eles seriam causados por um músculo da perna. Uma coisa bem maluca que chega a ser até engraçada. A gente viu o estudo passado, você pode ver na nossa playlist, aí ficou tudo gravado, né? A gente viu que não faz o menor sentido eu tentar explicar o espiritismo com uma teoria que explica um fenômeno de músculo da perna. Não tem nenhum sentido, mas tentaram na época de Kardec para ver o nível dos críticos, né? E agora a gente vai continuar. Estamos no final do diálogo do crítico. Esse V que você vê na tela é de visitante, né? Visiter, que é em francês e e é o crítico falando, né? Vamos ver então ele falando com Kardec. Claro, você já tá pegando o diálogo andando, né? Quem não viu os outros estudos tem que voltar na obra que é o espiritismo para acompanhar. Então diz o crítico, entretanto, bem vedes que já passou a moda das mesas girantes, que durante certo tempo fizeram furor. Hoje já ninguém se ocupa elas. Por que se dá isso quando é uma coisa séria? Aí Kardec agora responde, né? Porque das mesas girantes saiu uma coisa ainda mais séria, uma ciência completa, uma perfeita doutrina filosófica do máximo interesse para os homens que refletem. Quando esses nada mais tiveram a aprender no giro das mesas, não mais com elas se ocuparam. Para as pessoas fúteis que nada querem aprofundar, esse fenômeno era um passatempo, um divertimento que abandonaram quando ele quando dele se aborreceram. São pessoas com as quais a ciência não conta. O período de curiosidade teve seu

erem aprofundar, esse fenômeno era um passatempo, um divertimento que abandonaram quando ele quando dele se aborreceram. São pessoas com as quais a ciência não conta. O período de curiosidade teve seu tempo. Sucedeu-lhe o da observação. O espiritismo entrou então no domínio da gente séria, que não o toma como objeto de divertimento, mas sim como meio de instruir-se. Porém, essas pessoas que o consideram como coisa grave, não se presta qualquer experiência de curiosidade e ainda menos a satisfazer a daqueles que se apresentam com pensamentos hostis. Como não brincam, não se prestam a serviço de brinquir de brinquedo para os outros. Eu pertenço a esse número. Então, o visitante tá colocando algo que é um fato e ele quer e ele acha que ele achou na pergunta dele que esse fato seria um problema para o espiritismo. Qual é o fato? Que a moda das mesas girantes passou. O que que ele tá querendo dizer? que a época de Kardec, primeiro o espiritismo, a primeira fase do espiritismo que chamou a atenção foi os fenô foram os fenômenos físicos chamados por muitos de mesas girantes. Então, a movimentação das mesas, as batidas e isso tomou conta, isso foi uma febre da sociedade, não só da sociedade francesa, né, mas da sociedade no em todas as culturas, em todos os países. A gente vai ver isso presente nos jornais, nas revistas, no chamado noticiário da época e entre também os sábios e as pessoas comuns. fala isso foi uma moda, né, que que tomou conta, mas depois isso diminuiu, isso foi sumindo, né, não que tenha diminuído totalmente, mas isso diminuiu. Ao diminuir esse a quantidade desses fenômenos, o que que o crítico tenta fazer para Kardec? Ora, se o espiritismo é uma coisa tão séria, por que que os fenômenos das mesas girantes já quase ninguém se ocupa mais? Então ele acha que com isso ele mostraria um problema. E Kardec diz, né? Kardec muito tranquilamente diz, porque das mesas girantes saiu uma coisa ainda mais séria. E olha as palavras dele aqui. Depois o o José que tá escrevendo sobre essa

ia um problema. E Kardec diz, né? Kardec muito tranquilamente diz, porque das mesas girantes saiu uma coisa ainda mais séria. E olha as palavras dele aqui. Depois o o José que tá escrevendo sobre essa questão, né, do da cientificidade. Olha as palavras de Kardec. Uma ciência completa, uma perfeita doutrina filosófica do máximo interesse para os homens que refletem. Então é por que que o problema, qual era o problema das mesas, o fenômeno das mesas é que elas têm um limite, depois de um tempo fica repetitivo. É muito repetitivo o fenômeno. Depois no quando você vê ele pela primeira vez ou nas primeiras vezes, é surpreendente, né? Porque imagina uma mesa se movendo sozinha, a mesa batendo, a mesa respondendo. Depois que você já se habituou a isso, não tem mais nada de novo no fenômeno, as pessoas acabam trocando de moda, né? Então isso aconteceu, claro, por exemplo, a gente que hoje que não teve contato com esse período, a gente iria por um bom tempo ficar eh eh eh imagina, a gente descobre que tá acontecendo um fenômeno desse, a gente ia se ocupar bastante tempo com ele, porque mas depois de um tempo tem um teto, né? Não não sai mais nada novo disso. E o que que poderia sair de novo? Informações que os espíritos poderiam trazer. através da comunicação. Só que a mesa é um é um modo muito cansativo e demorado de você se comunicar com os espíritos. Por isso que ele vai se concentrar então na psicografia. E através da psicografia, a gente vai ter os textos corridos, que aí sim o conteúdo desses textos vão proporcionar toda uma ciência e uma filosofia que vão vai poder tratar dos mais sérios e graves problemas da história da filosofia e do pensamento. O espiritismo vai poder propor respostas através dos espíritos se comunicando. vai poder atacar grandes problemas filosóficos, oferecer uma resposta que, aliado à explicação do próprio fenômeno espírita, vão constituir toda uma ciência. Então, é por isso que há um limite. Qualquer meio, se você tem um meio de comunicação,

os, oferecer uma resposta que, aliado à explicação do próprio fenômeno espírita, vão constituir toda uma ciência. Então, é por isso que há um limite. Qualquer meio, se você tem um meio de comunicação, eh, todo meio de comunicação tem os seus limites. Quando surge um meio de comunicação mais eficiente, você troca, né? Por isso que o próprio ser humano no decorrer da história, a gente foi trocando de meio de comunicação, né? Ninguém mais se comunica por carta, ninguém mais usa a máquina da que tinha que datilografar, né? Porque as como quando eu tenho meios mais evoluídos, eficazes, de mais qualidade para comunicar, a gente utiliza, né? Hoje todo mundo usa WhatsApp porque é uma maneira rápida da gente conversar com pessoas do mundo inteiro. Quem tem um pouquinho mais de idade aí, lembra? Antigamente, por exemplo, a gente tinha um amigo que ia para outro país, tinha um horário certo para telefonar. Hoje a gente pode falar o dia inteiro com as pessoas no mundo inteiro. Aqui, por exemplo, o próprio YouTube, né, a gente consegue fazer uma reunião, tratar de a de assuntos filosóficos, sérios e a gente nunca se encontrou pessoalmente e o grupo já tem aí quase já tem dois anos o grupo, né? Então, mostrando que a o meio de comunicação ele é sempre ele tem um teto, né? Então a gente vai trocando a mesma coisa a mesa. A mesa ela não oferecia mais nada de novo. Então é óbvio que as pessoas por isso, Kardec, saiu daí uma coisa melhor. E aí ele fala: "Claro, a pessoa que tá preocupado só com o fenômeno, então ela não tá preocupada com as ideias que vêm daquele meio de comunicação. A partir do momento que ela enjou do fenômeno, ela ela deixou de lado, né, tudo, porque ela não tá interessada na filosofia, nas reflexões, nos conteúdos advindos da de um jeito mais eficaz de comunicação, que foi a psicografia. Então, ela abandona. Ela gostava de ver a mesa subir, descer, bater, mas a comunicação em si, o que poderia vir dali, ela não tá interessada. Então, essas pessoas deixaram a mesa e deixaram ainda também

tão, ela abandona. Ela gostava de ver a mesa subir, descer, bater, mas a comunicação em si, o que poderia vir dali, ela não tá interessada. Então, essas pessoas deixaram a mesa e deixaram ainda também deixaram a doutrina, né? Aí Kardec diz: "O período de curiosidade teve seu tempo." Aí quando entrou pro domínio da filosofia, ou seja, agora a o foco não é o fenômeno em si, o fenômeno físico, mas é uma ideia ou são ideias que estão sendo discutidas, são respostas que estão sendo dadas. Então, entra paraa área para pra parte teórico-filosófica. Para quem se interessa aí por por estudar o porquê e o como das coisas, vai acompanhar esse novo movimento. Quem não gosta disso, ficou, né, no período da curiosidade. E aí Kardec finaliza dizendo: "Olha, eh, as pessoas, como ele diz assim, ó, as essas pessoas que o consideram como coisa grave, não se presta a qualquer experiência de curiosidade." Então, quando você passa para uma fase nova do conhecimento, sai simplesmente daquele ABC do fenômeno que bate, que gira, você sai desse período, então você passa agora a selecionar o tipo de experiência que você vai se dedicar. Quando você tem alguém que aprofundou numa ciência, ela já não quer qualquer experiência, ela quer algo que contribua pros estudos dela, né? Então não é qualquer experiência que importa para quem avançou no estudo, porque se ela já esgotou uma etapa daquele estudo, ela quer e dá um passo adiante, né? E é isso que as pessoas sérias fazem. Elas elas vão além porque o espiritismo passou a oferecer algo além do que simplesmente observar fenômenos de objeto se movimentando, né? Aí ele diz, ah, da mesma da mesmo jeito que as pessoas não usam mais os fenômenos como brincadeira, nós também não queremos servir de brinquedo pros outros, né? Então Kardec fala do respeito mútuo. Ele diz: "Eu pertenço a esse número". Então você não vai pegar Kardec, fazer ele perder o tempo dele com coisas fúteis. um espírito dessa envergadura, ele vai ajudar ou discutir coisas sérias, como são as pessoas sérias de qualquer

mero". Então você não vai pegar Kardec, fazer ele perder o tempo dele com coisas fúteis. um espírito dessa envergadura, ele vai ajudar ou discutir coisas sérias, como são as pessoas sérias de qualquer área, né? A pessoa séria de qualquer área, ela não tem tempo a perder com futilidades ou com quem não leva a sério aquilo que você tá levando. Porque tem tanta coisa para você estudar, ver, pesquisar. Aí você vai pegar alguém que não quer nada diz: "Olha, eu não tenho tempo, fulano, eu me dirijo a quem é sério". Então, veja, não é que ele negue ajuda para as pessoas, pelo contrário, Kardecou, mas ele queria que a pessoa pessoas que levassem a sério o estudo, né? Não, simplesmente alguém que quisesse apenas fenômenos ou algum espetáculo, alguma coisa assim, mas que tivesse por trás uma filosofia e uma ciência. Passo pro José, passo pro Lauro. >> É bem interessante esse trecho, né? O Michel conseguiu ressaltar vários pontos importantes aí, mas Kardec ele sempre faz questão, né, de em vários momentos, se não me engano, tem tem algumas passagens do da do livro Obras Póstumas, né, que tem relatos ali pessoais de Kardec, que ele fala isso. Olha ali naqueles fenômenos, eu entrevi algo algo de sério que poderia que a gente poderia eh encontrar ou ensinamentos importantes para a moral do ser humano. Poderia descobrir coisas importantes sobre as perguntas que o homem sempre se fez, de onde ele veio, para onde ele vai, etc. Ah, então Kardec sempre faz questão de separar o que era o fenômeno banal, trivial, né? Até ridículo mesmo. Imagine mesas dançando e e batendo. Separar isso do de toda uma ciência e uma filosofia sérias que vão surgir posteriormente, né? Ah, e isso, falando um pouco da história da ciência, isso não é incomum, pelo contrário, é comum isso acontecer. De fenômenos triviais, você descobre a lei que tá por trás do fenômeno. E descobrindo essa lei, você cria uma teoria sobre isso. E essa lei, essa teoria que é o que mais importa. Eh, o próprio Kardec, se vocês pegarem a

is, você descobre a lei que tá por trás do fenômeno. E descobrindo essa lei, você cria uma teoria sobre isso. E essa lei, essa teoria que é o que mais importa. Eh, o próprio Kardec, se vocês pegarem a introdução da obra O Livro dos Espíritos, o próprio Kardec dá um exemplo disso. Não sei se vocês se lembram, que ele fala do Luigvani, que era um um fisiologista italiano. Ele tava estudando a fisiologia, anatomia lá das rãs. E aí, por um acaso, ocorre uma descarga elétrica lá na casa e a perninha da rã começa a se mexer sozinho. Ele tava desse com bisturilan, estudando anatomia. Nunca tinha passado pela cabeça dele investigar questões relativas à eletricidade. Mas por um acaso, teve uma descarga elétrica na casa, chovendo, tempestade, etc. O a perninha da R se mexeu, ele falou: "Bom, e deve ter alguma coisa aqui". Ele foi investigar e aí ele descobre que nos seres vivos existe impulso elétrico e que isso, o impulso elétrico, explica a contração muscular. Então ele descobre meio que por acaso uma coisa importantíssima pra fisiologia dos não só do ser humano, mas dos outros seres vivos, dos animais, né? Imagine por uma coisa meio ridícula, que é uma uma perna de uma rã saltitando. Kardec cita isso no no livro dos espíritos, né, na introdução. Então isso é comum na ciência. A gente tem vários exemplos. Diz a lenda que o o Newton tava cochilando embaixo de uma macieira e aí a maçã cai na cabeça dele, ele acorda, de repente, olha para cima, fala: "Bom, não foi um esquilo, não foi um pássaro, não foi um vento que derrubou a maçã, tem que ser alguma coisa, tem alguma coisa dele ter causado o movimento dessa maçã." E aí ele descobre a ideia da força da gravitação. Então, a partir de desse fenômeno simples, pode surgir toda uma lei eh por trás do fenômeno e toda uma teoria. E aí, a partir desta teoria, dessas leis, é que a gente vai tirar consequências mais importantes do que o fenômeno que que as originou. Não faz sentido você ficar se ocupando daqueles fenômenos triviais.

í, a partir desta teoria, dessas leis, é que a gente vai tirar consequências mais importantes do que o fenômeno que que as originou. Não faz sentido você ficar se ocupando daqueles fenômenos triviais. Eh, o próprio Silvio Shibeni comentou sobre isso na última palestra dele, eh, para quem não conhece, né, a gente já citou algumas vezes o Silvio Shibeni, ele é da filosofia, professor universitário, e ele cita isso, ele fala: "Olha, os os fenômenos que o Galileu eh produziu lá no século X7, eh o rolamento de um corpo no plano inclinado, queda livre, ninguém fica fica reproduzindo esses fenômenos. O porque a teoria já foi construída a partir do fenômeno. Você usa a teoria do cara para fazer as aplicações no mundo atual. E inclusive você pode descobrir novas aplicações daquela teoria que o próprio cientista não tinha imaginado inicialmente. Mas é isso, não há nenhum demérito naquela teoria eh pelo fato de que aqueles fenômenos eh já passaram e as pessoas não se ocupam mais dele. Porque como o Michel ressaltou no comentário de Kardec, as pessoas que são sérias, que refletem, que buscam algo de sério ali, elas vão dar seguimento às pesquisas. a pesquisa, a teoria, ela precisa ir paraa frente, ela precisa descobrir novas coisas, ela precisa ter novas aplicações. Então, não faz sentido você ficar preso no em um fenômeno físico como esse. Eh, muito menos eh não seria adequado uma postura séria você só ficar se ocupando do do fenômeno como uma forma de passatempo, que é o que Kardec rechaça completamente aí nesse nessa parte do texto, né? E José, somente os grandes gêmeos, né, é que tem esse olhar. Talvez uma pessoa comum, como no caso aí do Galvan, aquele fenômeno passaria ali despercebido, né? Bom, mas o que me chamou a atenção, >> Lauro, só para comentar em cima do que você falou, que eh eu ia falar isso e foi bem lembrado. O tem outro elemento dos do grande do homem de gênio que é observar coisas importantes onde a pessoa comum não enxerga. Eu assisti uma série, um seriado sobre a vida do

falar isso e foi bem lembrado. O tem outro elemento dos do grande do homem de gênio que é observar coisas importantes onde a pessoa comum não enxerga. Eu assisti uma série, um seriado sobre a vida do Einstein. E aí mostra ele olhando pro trem, ele tá na estação de trem, ele vai viajar de trem, ao menos é o que a série mostra. Eu não não li a biografia ainda para ver se isso é correto, mas ele vê o trem e ele tem um insight sobre o tempo, a relatividade do tempo. Ele começa a pensar, percebe? qualquer pessoa comum, ela olharia aquilo. A o a pessoa comum olha pro mesmo fenômeno que o que o homem de gênio e o homem de gênio vê além do que a pessoa comum. É isso exatamente que Kardec fez. Excelente lembrança do do Lauro que ia passar batida. >> É, né? Eh, eh, muitos ficaram se ocupando, né, da da desses fenônimos. Eh, muitos que tentaram aprofundar, com certeza não entenderam nada e teve que ser um gêno com o Kardec para poder eh fazer o que fez, né? Bom, mas o que me chamou atenção também foi que mostra mais uma vez o que é o ma crítico, né? Porque veja, anteriormente, no estudo passado, nós lemos, o Michel leu, ele traz à tona a teoria do Gustoalante, né? Como Michel Bin lembrou, o a chega a ser uma bobagem, né? a aceitar uma teoria daquela ou pelo menos achar que essa teoria vai prejudicar uma doutrina bem bem construída como a doutrina espírita. Esse é um ponto. O segundo, eh, quando ele vem tratar agora das mesas girantes querendo, eh, colocar Kardec no paredão, agora explica. Caiu de m as mesas mirante. E agora como é que você prova mais uma vez que ele não leu nada, ele não compreendeu a grandeza, como o próprio Carec vai vai dizer, uma genuína ciência e uma doutrina filosófica, né? eh mostra de fato que que para ser um crítico e se prova que para ser um crítico você tem que realmente conhecer pelo menos a base daquilo que você quer discutir, né? Eh eh e também pessoal no no que foi lido aqui, veja, Cadeec fala uma genuína ciência numa doutrina filosófica, né? ele em momento algum ele

hecer pelo menos a base daquilo que você quer discutir, né? Eh eh e também pessoal no no que foi lido aqui, veja, Cadeec fala uma genuína ciência numa doutrina filosófica, né? ele em momento algum ele dá mais nenhum tipo de aspecto, nenhum tipo de conceito à doutrina escrita, a não ser e como, né, já fomos, já estudamos aqui no preâmbulo, que é uma ciência e uma doutrina filosófica com consequências morais. Então, eh, são os pontos que me chamaram a atenção, mostrando mais uma vez o quão é importante a gente se imperar daquilo que a gente discutindo. Michel, >> uma curiosidade que eu eu lembro que a primeira vez que eu li o que é o espiritismo, os diálogos, eu ficava pensando, mas como que pode, né, um esse comportamento de um crítico como esse, ele ele ser um ele se propõe a ser um crítico, mas ele tem tantas falhas na crítica dele e como que pode, né, eu eu me propor a ter um papel crítico e realizar isso de uma maneira completamente sem qualidade, né, e ainda enfrentar um especialista numa ciência. Então eu eh se a gente para para pensar é uma coisa eh eh curiosa, né? você ir até o grande mestre especialista daquela teoria, sem conhecer direito e se propor a e se propor a derrubar a teoria que você mal conhece, criticar essa teoria em frente ao seu grande elaborador. Tem, veja que é o isso é é um comportamento do espírito humano, né, que é uma coisa curiosa, porque qualquer qualquer pessoa que tivesse um mínimo de senso de de de seriedade pensaria, mas como assim? Como é que eu vou procurar o homem que mais entende do assunto para tentar contraargumentar, sendo que eu não estudei? Então não é eh chega a ser curioso esse comportamento. E eu lembro que eu não entendia muito bem, né? Como é que pode passados aí vai fazer quantos anos que eu li a primeira vez o que é o Espiritismo? Olha, deve fazer, nós estamos em 2025, deve fazer mais de 20 anos já. E essa experiência de ter o Kardec Tube, que a gente tá eh todos os dias recebendo mensagens e comentários. E hoje em dia a gente vê

ha, deve fazer, nós estamos em 2025, deve fazer mais de 20 anos já. E essa experiência de ter o Kardec Tube, que a gente tá eh todos os dias recebendo mensagens e comentários. E hoje em dia a gente vê o comportamento continua. Isso é um comportamento nosso, do ser humano, né? a gente continua tendo esse comportamento, a gente vai e tenta a colocar um um um uma visão sobre uma coisa que a gente não é especialista naquilo. Não que a gente não possa ter opiniões rasas, isso é natural, né? Se para tudo a gente, se para qualquer conversa, qualquer opinião eu precisasse ter um doutorado, a gente não conversava. Mas é diferente quando eu me proponho a publicamente tecer uma crítica uma ciência. Aí eu é difícil. Uma coisa eu ter uma opinião pessoal até mesmo equivocada, superficial. Agora eu me colocar na posição de que vou demonstrar que uma teoria está em erro para eu me colocar nessa posição, aí sim eu sou obrigado a conhecer aquela teoria minimamente, mas ainda assim as pessoas insistem e com o espiritismo, então porque com as a Claro, isso isso acontece com todas as teorias, mas as outras teorias como elas são mais antigas, elas têm as suas instituições, estabelecidas, até que as pessoas respeitam mais, né? Mas o espiritismo que está baseado nas obras de Kardec, então você não tem um diploma que lhe dê eh a autorização para falar em nome de e nem tem que ter, né? Não é isso que eu tô falando. Mas então as pessoas parece que respeitam menos. Assim, elas pegam a palavra espiritismo ou doutrina espírita, elas falam o que elas querem. E a gente tá aí há anos aprofundando, fica, meu Deus do céu, é impressionante. Há pouco tempo, eh, eu vi uma conversa de uma pessoa que disse assim: "Há erros na obra de Kardec?" Ela colocou isso publicamente. Há erros na obra de Kardec. E aí quando foi questionado, então aponte os erros. Aí ela fez vários apontamentos que quem estudou fica assim: "Meu Deus, a pessoa não entendeu ou não leu". E ela, a conclusão dela é assim: "Eu não entendi, então

oi questionado, então aponte os erros. Aí ela fez vários apontamentos que quem estudou fica assim: "Meu Deus, a pessoa não entendeu ou não leu". E ela, a conclusão dela é assim: "Eu não entendi, então Kardec errou, né? Veja que ela poderia concluir assim: "Olha, talvez, quem sabe o problema não tá na teoria. Talvez quem sabe o problema esteja porque eu preciso estudar mais, eu preciso refletir mais." Não é que não seja possível uma teoria científica ter erros, não é isso. Mas se você é um iniciante e se tratando de Kardec, a gente sabe que em regra geral todos somos iniciantes, porque a recém tá se tomando a primeira leitura das da obra completa de Kardec. Então veja, é muito recente e ainda assim é algo raro. Então ler uma vez que seja toda a obra de Kardecta a gente tá no início do início. A pessoa já diz assim: "Olha, vou corrigir Kardec". E é muito curioso essa mesma pessoa que disse isso. Eu chamei ela no particular e disse assim: "Você apontou alguns erros em Kardec. Eu quero lhe ajudar a elaborar essas críticas que você tem a fazer de uma maneira mais ajeitadinha pra gente poder analisar. E conforme o meu tempo, eu quero ajudar você a achar as respostas, porque no meu entendimento, o eh o que você tá apontando, Kardec explica muito bem, muito tranquilamente. E aí veio a pérola que a pessoa me mandou, não? Sim. Eh, eu te agradeço, Michel, por essa por oferecer essa ajuda. Inclusive, eu nem li tudo ainda. Eu estou lendo o eu eu a recente tô tô tô fazendo uma leitura, nem li tudo ainda de Kardec. Quando a pessoa disse isso, eu disse assim: "Meu Deus do céu, ela nem leu tudo, mas ela já tem erros que ela aponta em Kardec e ela não leu tudo." A pessoa tem que ter um um uma paixão por si mesmo para ter um comportamento desse, né? para não pensar, pera aí, se eu não li tudo, talvez seja melhor primeiro eu ler. Não, ela é tão apaixonada por ela, pelo seu raciocínio, que ela já julga. Olha, eu não li tudo, mas eu vi algo aqui que eu não concordo, logo a teoria deve est errada, porque eu

elhor primeiro eu ler. Não, ela é tão apaixonada por ela, pelo seu raciocínio, que ela já julga. Olha, eu não li tudo, mas eu vi algo aqui que eu não concordo, logo a teoria deve est errada, porque eu não, eu tá errado, não. É mais fácil Kardec tá errado. Vejam a capacidade que a gente tem de fazer um raciocínio assim. E isso é comum, não é que é uma, isso é um acontecimento raro. Eu tenho visto um movimento aí entre o movimento espírita. Eu tenho visto o movimento aí crescendo de pessoas que estão aí escrevendo obras e livros para falar dos erros em Kardec para 2026. Promete aí vários livros que estão saindo agora que o pessoal tá colocando Kardec no na berlinda, mas aí você vai ver, ela não leu, ela não entendeu, ela não compou, ela não meditou. E só para finalizar minha minha fala, imagina eu fazer isso na academia. É engraçado que as pessoas que fazem isso no meio espírita, elas não fazem isso na academia, né? Imagina eu, aluno do segundo semestre de física, chegar lá na aula e dizer assim: "Professor, Einstein errou, hein? A Einstein tem errou". Eu tava lendo lá os um um uns artigos sobre ele. Ele errou. Ele não é nem ouvido. Vejam, ele não é nem ouvido, porque ele não tem a menor condição de apontar erros na física se ele é um aluno de terceiro semestre. Se tô jogando um um semestre aqui, né, como exemplo, não é nem ouvido, mas as pessoas do movimento espir elas estão aí, elas escrevem livros para dizer que Kardec errou. livros para dizer que um dos últimos que eu vi, um livro, a gente não tá falando nem de artigo ou um vídeo de um minuto, livro. A pessoa se deu o trabalho de escrever, de mandar para uma editora, de publicar. Um dos erros que o o o grande autor achou em Kardec é porque ele pega os textos eh de Kardec falando de outras ciências, de astronomia. Ah, o que Kardec falou na astronomia do século XIX tá errado, porque agora foram feitas novas descobertas. Esse é o nível do pessoal que tá escrevendo contra Kardec. Ele queria que Kardecitasse a ciência do século XX,

falou na astronomia do século XIX tá errado, porque agora foram feitas novas descobertas. Esse é o nível do pessoal que tá escrevendo contra Kardec. Ele queria que Kardecitasse a ciência do século XX, sendo que Kardec tava no século XIX. É óbvio que ele iria citar a ciência do século XIX. Ele tava lá, né? Como é que ele ia citar uma ciência que nem existia ainda? E outra, ele tá citando outras ciências, não é? porque ele citou outras ciências que ele tá falando de espiritismo. Então, é muito parecido com o comportamento desse crítico aqui que a gente tá terminando. Você vê que na fala do crítico, quando ele fala, ele parece que ele tá ele tá dizendo assim: "Peguei você, hein, Kardec". Nota que toda pergunta do crítico, ele tá com ar do tipo: "Ah, agora eu te peguei, hein?" E as mesas girantes que ninguém mais se ocupa? Hã? E o músculo que range? Hã? Fico imaginando, né? Kardec, a gente é todo limitado, fica assim: "Meu Deus, imagina Kardec, espírito superior que dominava o conhecimento. Imagina olhar pro pro crítico e ficar assim: "Meu Deus, eu tenho que responder. É isso que é a terra até hoje, né? Comportamento segue. Passo para você. Não é aquilo que a gente sempre fala, né? O se isso era um problema no século XIX, hoje mais ainda, né? Porque as pessoas não tem muito tempo ou disposição para fazer uma crítica séria, para fazer uma crítica fundamentada, conhecido o que fala, né? Hoje a gente vive o mundo das redes sociais, em que em meia dúzia de palavras a pessoa pretende expressar a opinião sobre alguma coisa e e lendo lendo meia dúzia de manchetes, a pessoa imagina que ela domine um assunto e possa dar uma opinião sobre alguma coisa, né? Então a gente tem um problema muito maior hoje em dia sobre isso. Então, mas como corrigir isso? É, e não mudou desde o século XIX, desde da época de Platão, de Sócrates, não mudou. Leia livros, escolha alguns assuntos pelos quais você se interesse mais e estude aprofundadamente sobre aquilo. Acabou. Não tem muito segredo, né? Isso

esde da época de Platão, de Sócrates, não mudou. Leia livros, escolha alguns assuntos pelos quais você se interesse mais e estude aprofundadamente sobre aquilo. Acabou. Não tem muito segredo, né? Isso aí não mudou. Apesar das revoluções científicas, da tecnologia, da inteligência artificial, isso aí não mudou. Se você quer dominar um assunto, tem que estudar. Se quiser criticar também tem que estudar. Os dois. Se você quiser defender uma ideia estudea muito. Se você quiser atacar uma ideia, você tem esse direito também estudia muito. Que é o que Kardec fala aqui no crítico, né? O crítico, com mais forte razão, ele deve dominar bem do assunto, porque quando você vai criticar alguma coisa, você precisa conhecer muito bem aquele assunto, né? Hoje em dia isso se perdeu um pouco. A as pessoas fazem críticas a partir dos seus pontos de vista pessoais, com pouco meia dúzia de conhecimento sobre aquele assunto e não se aprofundo, né? E aí fica esse debate superficial, debate em que todos falam sobre tudo, né? é um debate público hoje em que todos falam sobre tudo e ninguém conhece nada a fundo. Eh, mas enfim, é essa característica do ser humano, né? E a gente tem um exemplo dentro do movimento espírita sobre isso que vocês estão falando. Por exemplo, né? Eh, estávamos conversando agora a pouco nos bastidores sobre a obra do Gilberto Liev, a Evocação, o elo, o elo perdido, que o autor dessa obra, ele reuniu exatamente isso. Eu falei correto, né? Evocação, evocações. Eh, ele reuniu a Evocações, viu, pessoal? falei errado. Ele reuniu uma série de textos de Kardec mostrando que o Kardec dava preferência, que a a evocação seria algo mais assertivo e e das razões porquê, né? e ponto. Então, quer dizer, nesse livro que que o Michel tá tá expondo aqui, tá mostrando, eh, tem reunido essa série de textos aí, argumentos, né, eh, eh, fundamentos do próprio cadet, beleza? O movimento espírita o que faz? Simplesmente ignora a prática da evocação. Por que isso? Uma, temos aí informações, né? Isso aí

textos aí, argumentos, né, eh, eh, fundamentos do próprio cadet, beleza? O movimento espírita o que faz? Simplesmente ignora a prática da evocação. Por que isso? Uma, temos aí informações, né? Isso aí tá em texto, em obras, em romances, de espíritos que dão a sua opinião de que é contrário a prática da vocação. Não vou me ter esse aqui porque depois o Michel no futuro vai falar disso. O segundo prova evidente de que não leram, não leram Kardec. Se tivesse lido Kardec se aprofundado, teriam com certeza repelido a ideia do espírito ou dos espíritos que foram contrários à prática da evocação. Eh, eu quando eu comecei a ler a revista espírita lá em uns 10 anos atrás, então eu estava na casa espírita, naquele modelo tradicional, eu comecei a ler as revistas espíritas, algo me suou. estranho daquilo que eu via, daquilo que eu participava. Eu pensei, gente, tá contrário, tá não tá no mesmo caminho. Mas me faltava o quê? Me faltava ainda muito conhecimento, né? e com o tempo, com os estudos, com as leituras, com essas reuniões que eu faço entre amigos aqui, é claro que isso foi cada vez ficando mais evidente para mim, que o o que é apresentado hoje, né, na na nas casas espíritas como um trabalho, uma sessão, está totalmente distante, contrário à proposta carequiana, né? Então, para que eu chegasse a isso, eu precisei me debruçar. E eu reconheço que se eu não tivesse feito isso, com certeza eu estava ligado aquele movimento, a esse movimento espírita contrário ao que CADEC propõe. Então, veja que eh a própria ignorância do assunto, a má vontade, a própria má fé distanciou algo tão importante, né, que é justamente chamar os espíritos para conversar. Então isso mostra, é um exemplo disso que foi tratado pelo Michel e José agora, que geralmente fazem algo, argumentam, criticam, negam, repelem, sem conhecer a verdadeira proposta. Como isso se deu? Por que que se deu dessa forma? Por que que ela é usada assim? simplesmente por ignorância mesmo. Ela como eu disse uma fé, uma vontade.

repelem, sem conhecer a verdadeira proposta. Como isso se deu? Por que que se deu dessa forma? Por que que ela é usada assim? simplesmente por ignorância mesmo. Ela como eu disse uma fé, uma vontade. Michel, bem lembrado. Só para já vou dar informação aqui em primeira mão, ó. A gente tá falando do livro do Gilberto. Eu terminei hoje de ler o livro, né? E aconselho a todos que puderem, comprem o livro do Gilberto Evocações, o Elo perdido, Gilberto Lieve, você encontra o livro no Kardec Books, digita lá no Google Kardec Books, você vai achar o site para comprar o livro. Pausa aqui e procura lá, ó. É o da capinha azul. Tem a sidueta de Kardec evocações, o elo perdido, Kardec Books. Aqui tá editor, ó. Kardec Books. O José tem ali também. Vale muito a pena. é um tratado de pesquisa de toda a obra de Kardec, fundamentando, explicando as evocações e exemplos das evocações que o Gilberto faz no grupo espírita dele. Então, vale a pena. Aqui, ó, Rosane tá dizendo, ó, eu também comprei o livro, estou lendo. Todos os que estão lendo até agora só ouvi elogios. Hoje eu mandei um, o que que eu ia dizer pro pessoal aqui que tá nos vendo? Eu mandei, conversei com o Gilberto hoje à tarde dizendo para ele que eu havia lido o livro, parabenizando. E eu fiz um convite para ele e ele aceitou. Então eu já deixo aqui de primeira mão para vocês. O Gilberto aceitou dar uma entrevista para nós sobre o livro. Então você que ainda não tem o livro, compre o livro, leia o livro. É muito agradável de ler, é simples, é um tema sério, profundo, mas ao mesmo tempo é agradável e simples de ler. Você lê muito rápido, ele ele não cansa. Compre o livro, leia, anote as questões, as dúvidas, porque em alguma, daqui algumas semanas nós vamos entrevistar aqui ao vivo Gilberto, ele vai falar o próprio autor sobre a obra. Ele já nos confirmou, é uma pessoa muito gentil, muito querida. Vocês vocês vão, quem não conhece vai ver, vai em poucos minutos vai ver que pessoa agradável e uma pessoa que estuda seriamente, né? Então

já nos confirmou, é uma pessoa muito gentil, muito querida. Vocês vocês vão, quem não conhece vai ver, vai em poucos minutos vai ver que pessoa agradável e uma pessoa que estuda seriamente, né? Então se preparem aí, provavelmente logo a gente vai divulgar, mas na primeira semana aí de dezembro vamos dar umas semanas para todo mundo comprar o livro e ler. Aí na primeira semana de dezembro, como presente de Natal, a gente dá entrevista. Aliás, eu eu vou repetir isso, mas eu quero repetir agora. Eh, a gente chega nessa época, todo mundo quer dar presente, né, que é uma coisa maravilhosa dar presente, ganhar presente, dar presente para quem a gente gosta. E eu acho fantástico, às vezes a gente fica, a gente fica procurando presentes e dá qualquer coisa que não tem serventia, né? De um livro pra pessoa ler. Conhecimento é para sempre, né? De livros de presente e você espírita, ó aqui, ó, presente de Natal. Dá o livro do Gilberto de presente, né? Se você tem amigos espíritas, parentes espíritas ou às vezes a pessoa que é interessada no assunto, né? A gente tem vergonha, parece de dar presente de quando é Kardec, livros de Kardec, livros bons sobre Kardec. A gente pode dar de presente pras pessoas. Tem tanto livro ruim vendendo milhões e a gente compra e dá de presente. Aí um livro desses. Eu acho um absurdo um livro dessa qualidade. E eu tô falando só do meio espírita, porque a gente tem aí, ó, as estimativas é que a gente tem em torno de 2 milhões de espíritas no Brasil. Vamos pegar mais os os ditos simpatizantes, que eu tenho pavor dessa palavra, mas é aquela pessoa que ela não se assume espírita, mas ela gosta do assunto, frequenta às vezes uma casa espírita, lê uma obra espírita. Olha, a gente pega aí de 5 a 10 milhões de pessoas que têm interesse no assunto, 5 a 10 milhões de pessoas. Como que um livro desses não tem 100.000 cópias vendidas? Eu queria entender como que um livro desses ou o livro do Cosmo, por exemplo, não tem 100.000 cópias vendidas. Vocês me perdoem, mas

pessoas. Como que um livro desses não tem 100.000 cópias vendidas? Eu queria entender como que um livro desses ou o livro do Cosmo, por exemplo, não tem 100.000 cópias vendidas. Vocês me perdoem, mas isso chega a ser imoral no meio espírita, vente, eu não tô nem defendendo que a pessoa não compre outros livros que se dizem espírito. Agora, a qualidade do livro, dos livros do Cosm e esse do Gilberto, porque livros que tratam que tratam de Kardec, né? Não é que eles querem substituir Kardec, não. Eles vão remeter Kardec. São pouquíssimos que fazem isso com qualidade. A gente tem 10 milhões de pessoas envolvidas e não vender 100.000. Aí eu fico pensando o que que as pessoas estão comprando e consumindo. Então assim, eh eh a gente não pode obrigar ninguém, né? Mas eu quero deixar isso paraa sua consciência. Você tá envolvido com o espiritismo e não comprar um livro desses, que é o que tem de melhor sobre o assunto. Não é porque o escritor queira enriquecer tanto que o o próprio Gilberto me disse: "Olha, Michel, a o dinheiro da obra eu doei pra instituição espírita. E mesmo que não tivesse doado, que o livro é dele, também não tem nada, nenhum problema. Mas o que eu quero dizer que a gente não escreve um livro para ficar rico, mas é pela qualidade, o trabalho que dá fazer uma pesquisa sobre Kardec. Olha, ler as 23 obras, revirar aí qualquer um, me perdoe a palavra, qualquer picareta parece com livro ruim e vem. Então é, é importante colocar isso também na cabeça das pessoas. A gente gasta dinheiro com qualquer bobagem. Aí quando é para ter conhecimento bom, a gente não consome. Aí o que que acontece? Geralmente as pessoas não têm, esses autores que são bons, não vão ter poder financeiro para conseguir fazer um projeto maior. Quem perde é o quê? São é o conhecimento de qualidade. Aí os ruins prosperam. Então, a gente é a gente é corresponsável por esse mercado ruim de livros, porque os ruins a gente compra, sabe? A claro que a contexto brasileiro, dificuldade financeira, isso é natural,

s prosperam. Então, a gente é a gente é corresponsável por esse mercado ruim de livros, porque os ruins a gente compra, sabe? A claro que a contexto brasileiro, dificuldade financeira, isso é natural, mas é a pessoa gasta dinheiro com tanta bobagem, não dá para um final de semana deixar de consumir uma bobagem, comprar um livro, vai ficar para sempre o conhecimento. Depois a gente não sabe porque que o Brasil tá do jeito que tá, o mundo tá do jeito que tá. Mas são essas coisas que faz diferença. A gente precisa valorizar o que é bom, o que é bom. E basta a pessoa ler, meu, eu digo, não é, é, basta a pessoa ler um livro como esse do Gilberto e ler as obras de espírit do meio espía, é só a pessoa ler que ela vai ver. Ah, não, é uma obra difícil, não é difícil. As pessoas foram capazes de comprar mecanismos da mediunidade do André Luiz, aí vai reclamar que uma obra dessa é difícil. Então a gente vê que é por ignorância e por preguiça mental que as pessoas não compram às vezes. Então compre, dê de presente, movimente isso, ajude a fazer o mundo melhor com coisas boas. Parece que a gente é vítima, né? Ai, a televisão é só porcaria. Ah, a internet é só porcaria. Mas se é porque a gente consome, a gente consome, a gente escolhe, a sociedade, né? E aí são, é isso que a gente quer que prospere na sociedade, é isso que a gente vai deixar pros filhos. Então é é é preciso botar esse dedo na consciência também do movimento espírito, porque olha, me dói na alma quando eu vejo autor ruim prosperando e os bons vendendo lá 200, 500, 1000 cópias. Aí você é que nem canal, né? Vai ver canal espírita, 500.000 vi seguidores, 1 milhão de seguidores. Aí eu abro nas lives o o cara pálida lá falando só bobagem. Eu digo: "Meu Deus, mas se ele existe é porque tem pessoas que o sustentam". Então a gente ajuda dando audiência pro cara que é liviana e irresponsável. É uma questão que a gente tem que pensar, né? Bom, passo para você já se despedir, dar os recados. Depois eu me despeço também. Já estamos aí com

ando audiência pro cara que é liviana e irresponsável. É uma questão que a gente tem que pensar, né? Bom, passo para você já se despedir, dar os recados. Depois eu me despeço também. Já estamos aí com faltando 4 minutos. Passa >> deixa euar a palavra do José aqui. Michel, coloca esse comentário da Lija. É o antepenúltimo comentário, por favor, que é o retrato disso que que você acabou de de de dizer. >> Eu tinha visto, pensei em colocar. Se o Lauro não lembra. Olha aí, Lí, ó. Eu ia esquecer de colocar. Boa noite. Conheci a revista espírita em casa. Meu pai assinava e recebia. Nunca vi no centro que nós frequentávamos. O centro que eu frequentava, Líia, escondeu a revista. O centro que eu frequentava, quando descobriu que a gente tava pegando a revista Pita para ler, escondeu. Eu não tô brincando, tá? Essas coisas a gente não inventa. O livro, o centro que eu frequentava, eles souberam o tava lá mofado num canto. A gente começou a a ler a obra, a direção da casa descobriu que a gente tava lendo, mandou recolher e escondeu a obra. Tava proibido tirar a revista espírita porque ela tinha que ficar na prateleira mofando. Esse é o é o movimento espírita, né? >> É, Michel. E e nesse comentário da Líja, né, acho que eu já até comentei aqui, eu eu no no centro que eu participei humo, eh, nesse nesse tinha revista espírita, mas era intocável, nunca haviam lido, estava lá como guardar como relíquia e outro centro nunca havia eh eh tinham ouvido falar em revista espírita e e viagem espírita também acharam estranho. essa obra de quem? Quem quem que escreveu? Então isso isso mostra o desinteresse. Realmente esse comentário da Lídia tem tudo a ver aí com a característica do movimento espírita. É isso aí, José. Passo para você. >> Não, isso mesmo. Ah, meu a minha mãe falando aqui, ó. É, é minha mãe, gente. E consequentemente o meu avô é de quem ela tá, a quem ela tá se referindo. O meu pai na época foi deixado de escanteio porque ele fazia palestra sobre as obras de Kardec. É, é o, é o

minha mãe, gente. E consequentemente o meu avô é de quem ela tá, a quem ela tá se referindo. O meu pai na época foi deixado de escanteio porque ele fazia palestra sobre as obras de Kardec. É, é o, é o que o Michel comentou também, né? Eh, infelizmente a gente chegou nessa situação bizarra no movimento espírita de, eh, as pessoas que fala falam em Kardec acabam sendo sofrendo retaliação, né? Incrível. Vai entender como é que chegamos até essa essa situação. É uma coisa bem estranha, mas enfim. Ah, vamos ler a revista espírita, mencionado aqui pela Lígia, né? E vamos comprar o o livro Evocações também do do Gilberto Alieve, do Giba, né? A gente sabe, o Michel já ressaltou, mas eu queria enfatizar de novo a qualidade dos livros eh do IDEAC, né, Kardec Books, que é a parte de editora do IDEAC. Ah, o conteúdo é excelente, como o Michel falou, eu não li ainda, mas você bate um olho aqui no projeto gráfico, né, projeto editorial, a diagramação, a qualidade é muito grande, realmente, o papel, a impressão é tudo feito com muito, muito bom gosto e muita competência, né? Eh, o pessoal realmente se dedicou e é um livro que vale a pena ser lido. Vamos então esse próximo, essas próximas semanas aí, vamos ler o livro para chegarmos preparados para a entrevista com o Gilberto e ter uma conversa muito muito interessante com ele sobre a questão das evocações, que é fundamental. A gente sempre vem eh nós cansamos de reforçar esse assunto aqui no no nosso estudo, né? Mas é isso, então. Já vamos encerrando. Deu o nosso horário, né? agradecer novamente as pessoas que Nunca ouvi falar de revista espírita e de revista espírita quando era adolescente lá. E acho que eu ouvi falar de revista espírita em casa mesmo com a minha mãe, porque eu não realmente não conhecia. Mas é isso aí, uma boa noite a todos. Na semana que vem a gente tá de volta para continuar o estudo da obra o que é o espiritismo, diálogo com o crítico. Os próximos parágrafos aí são bem interessantes, tem vários elementos de

te a todos. Na semana que vem a gente tá de volta para continuar o estudo da obra o que é o espiritismo, diálogo com o crítico. Os próximos parágrafos aí são bem interessantes, tem vários elementos de ciência muito bons. Tem um parágrafo, ali que dá pra gente fazer estudos e estudos sobre ele. Tá bom? Um grande abraço a todos. >> É isso aí, José. Obrigado. Michel, obrigado também ao pessoal, a participação do pessoal também. Agradecemos e falando em revista espírita, amanhã, quinta-feira, às 20 horas, aqui no Kardec Clube, o estudo da revista espírita.net, tá bom? Vai ser o nosso segundo estudo, hein, pessoal? Um abraço a todos aí, uma boa noite e mais uma vez obrigado. >> Certo? Então, agradecer ao José, ao Lauro, primeiramente, a todos que aqui estiveram, que comentaram. Como disse, amanhã às 11:30 tem Kardec meio-dia e à noite a gente vai estudar o revistaespiríta.net. Daí não é a revista espírita de Kardec, é só um projeto paralelo aí que que tem ligações aí com o estudo da OP de Kardec, por isso que a gente tá fazendo. Estejam aqui amanhã às 20 horas a gente vai estar ao vivo. Dito isso, semana que vem nós voltamos com a obra do que é o Espiritismo. Não saia daqui sem curtir o vídeo e sem se inscrever no canal, hein? Dizem que perde até bônus hora. Quem não fizer isso lá no nosso lar, depois que desencarnar, vai perder bônus horas se não curtir e se não se inscrever no canal. Tá feita aí a o recá. Já avisei pro Clarêncio que ele tá cuidando quem é que tá na live. Quem não curtir, não se inscrever, depois tá lascado, ele não vai buscar no umbral. Mas é isso, boa noite a todos e até o nosso próximo programa. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui no Kardec Tube da obra O que é o Espiritismo. Vamos hoje estudar mais um trechinho. Estamos chegando no final aí de uma das partes da obra. Hoje é o nosso estudo de número 27 e estamos há 14 semanas estudando crítico. Lembrando a todos que o que é o espiritismo é uma das três obras que Kardec escreveu

o final aí de uma das partes da obra. Hoje é o nosso estudo de número 27 e estamos há 14 semanas estudando crítico. Lembrando a todos que o que é o espiritismo é uma das três obras que Kardec escreveu para os iniciantes, para aqueles que desejam conhecer o Espiritismo do Zero. Ele escreveu Espiritismo e a sua mais simples expressão. Estudamos toda essa obra aqui. Ele escreveu o resumo da lei dos fenômenos espíritas. Estudamos toda essa obra aqui e agora estamos estudando o que é o espiritismo, que é também dessas faz parte das três obras iniciais para quem quer conhecer o espiritismo. O que é o Espiritismo? Ele a gente estudou o preâmbulo, onde ele define o que é o espiritismo e agora estamos estudando os diálogos. É Kardec dialogando com o crítico, com cético e com o padre. Estamos ainda no diálogo com o crítico, terminando já o diálogo com crítico, onde Kardec vai aí demonstrar vários problemas nesse crítico. Você pode assistir tudo que já passou aqui na playlist do Kardec Tube. Kardecube é hoje um dos canais que mais produz conteúdo em torno da obra de Kardecusivamente. A gente tem conteúdo de segunda a sexta, todos os dias de segunda a sexta, das 11:30 ao meio-dia, o Kardec é ao meio-dia. Cada dia é um tema diferente que a gente dá uma pequena pincelada e refletida. Segunda noite é o livro dos espíritos. Terça à noite é o estudo crítico da obra nosso lar. Quarta aqui à noite é o que é o espiritismo. Quinta à noite é o site revistaespespírita.net. Sexta à noite, o estudo do livro dos médiuns. O estudo do livro dos médiuns da sexta à noite aqui no YouTube, das 20 às 21 é fechada para assinantes. Então você quer participar desse estudo, assistir ele, tirar as dúvidas pelo chat, você se torna membro do Kardec Tube. Entra no canal, procura a opção seja membro e assina lá amigos do Kardec Tube por 19,99 e você pode assistir os estudos do livro dos médiuns. Os estudos que já foram, você pode assistir também porque ficam gravados. Não consegue assistir ao vivo, fica gravado todo o estudo de

e por 19,99 e você pode assistir os estudos do livro dos médiuns. Os estudos que já foram, você pode assistir também porque ficam gravados. Não consegue assistir ao vivo, fica gravado todo o estudo de sexta-feira. Então, a gente tem conteúdo aí pra semana inteira e especial esse do livro dos médiuns para assinantes. Tenho aqui ao meu lado os meus colegas e amigos, o José Paniago e o Lauro Rodrigues, e eu vou passar para eles também dar os recados deles e as boas-vindas. Depois a gente segue pro estudo. >> Uma boa noite a todos. Boa noite, Michel. Boa noite, Lauro. Boa noite ao chat que já está aí dando dando oi, né? Rosane, Carmen, Zelão, José Braga, meu xará tá aí também. Mari Andes Seixas. Ah, é isso aí. Vamos continuar o estudo, né, desse diálogo importantíssimo de Kardec, o crítico da obra que é o Espiritismo. Já vimos estudando há há um tempo. Vamos seguir dar mais uns passos eh no dia de hoje. Um excelente estudo a todos. >> Boa noite, Michel. Boa noite, José. Boa noite, pessoal do chat. Vamos lá, né? Vamos estudar aí, dar mais um passo quase finalizando esse esse diálogo com o crítico ali. Vamos nessa, então. Tenamos aí um bom estudo, Michel. >> Isso aí. Quem está assistindo, você que está assistindo agora ou depois, você que tá assistindo gravado, curta o vídeo e se inscreva no canal. Isso que a gente pede. Não saia daqui sem curtir o vídeo e se inscrever no canal se você ainda não é inscrito. E participe aqui pelo chat se você tá ao vivo. Mande seu comentário, mande seu seu boa noite dizendo de que cidade, de que estado você é ou de que país. Às vezes tem pessoas de outros países que participam e tragam questões também sobre o que a gente vai estar falando. Isso é muito importante para enriquecer o estudo. Então, a gente tá no finalzinho do diálogo do crítico. Como eu falei, é importante que você veja os estudos passados. Não dá pra gente trazer a a tudo que a gente já viu aqui num pequeno resumo. Então tem muita coisa que você já vai pegar andando Kardec

. Como eu falei, é importante que você veja os estudos passados. Não dá pra gente trazer a a tudo que a gente já viu aqui num pequeno resumo. Então tem muita coisa que você já vai pegar andando Kardec dialogando com esse crítico. Vamos colocar aqui o texto em que esse V aqui é de visitante, né, que é o crítico no caso. E tá bem certinho, né? No francês tá visitante também. aqui foi importante que eles mantiveram. Então vai dizer o crítico para Kardec. No entanto, somente a experiência pode convencer, mesmo aquele que em começo seja movido pela curiosidade. Aí ele continua: "Se só trabalhais na presença de pessoas convictas, deixai que vos diga: "Sinais a quem já sabe." Aí Kardec responde: "Uma coisa é estar convencido e outra estar disposto a convencer-se. É aos desta última classe que me dirijo e não aos que julgam humilhação, vir escutar o que eles chamam ilusões. Com esses eu não me ocupo absolutamente. Quanto aos que manifestam sincero desejo de esclarecer-se, o melhor modo que tem para prová-lo é mostrar perseverança. São reconhecidos por outros sinais que não apenas o desejo de ver uma ou duas experiências. Esses querem trabalhar seriamente. A convicção só se adquire com o tempo, por meio de uma série de observações feitas com um cuidado todo particular. Os fenômenos espíritas diferem essencialmente dos das ciências exatas. Não se produzem à vontade. É preciso que os colhamos de passagem. é observando muito e por muito tempo que se descobre uma porção de provas que escapam à primeira vista, sobretudo quando não se está familiarizado com as condições em que se pode encontrá-las e ainda mais quando se vem com o espírito prevenido. As provas abundam para o observador assido e refletido. uma palavra, um fato aparentemente insignificante, é para ele um raio de luz, uma confirmação, ao passo que tais fatos não têm sentido para quem os observa superficialmente ou por simples curiosidade. Eis porque não me presto a fazer experiência sem resultado provável. Vejam que texto

firmação, ao passo que tais fatos não têm sentido para quem os observa superficialmente ou por simples curiosidade. Eis porque não me presto a fazer experiência sem resultado provável. Vejam que texto incrível, né? Vamos mudar um pouco hoje o a roda, né? Vamos vou passar pro José e pro Lauro iniciarem os comentários e eu comento por último pra gente mudar um pouco, dinamizar. >> É esse esse esses dois três parágrafos aí que, né, do ponto de vista da ciência espírita. Ah, o basicamente a objeção do crítico aqui, eh, ele estaria dizendo, como a gente diz hoje em dia, né? Tá, você tá pregando para convertidos, né? Porque lembrando que anteriormente o o crítico ele pede para frequentar uma ou duas reuniões e aí Kardec, né, porque ele queria para fins de curiosidade, etc. E aí, basicamente, o que ele diz aqui é: bom, se você eh não permite que pessoas que não têm a convicção a participem da reunião e o a sua, o seu argumento acaba se enfraquecendo, né? Porque você só tá eh você só tá expondo os fenômenos, só está só tá expondo a teoria para para os que já estão convencidos, que já t a crença, né? Então, como é que como é que outras pessoas vão se convencer, uma vez que a experiência ela é muito importante, né? O contato direto com o fenômeno, a parte empírica, né? O que ele tá dizendo basicamente o seguinte: "Olha, não eh é preciso ver para crer." É o que o crítico tá dizendo, né? Ahã. E aí Kardec vai responder: "Olha, eh, de fato você tem em parte a razão, é preciso ver para crer." No entanto, as pessoas que que estão a existe uma condição paraa pessoa ser convencida. A pessoa que vai tomar contato com os fenômenos e ela quer observar a sua maneira, ela vai acabar sendo convencida. A pessoa, ela tem que estar primeiro predisposta ao convencimento aqueles que desejam ser convencidos. E aí a gente poderia entrar em detalhes o que seria esse desejam ser convencidos, né? Ah, se a pessoa estiver nessa condição, aí ela pode observar os fenômenos, ela pode, enfim, ser convencida.

cidos. E aí a gente poderia entrar em detalhes o que seria esse desejam ser convencidos, né? Ah, se a pessoa estiver nessa condição, aí ela pode observar os fenômenos, ela pode, enfim, ser convencida. O que eu entendo que a pessoa desejar ser convencida, estar aberta a ser convencida, eh, a situação básica da pessoa que tá buscando a verdade, sinceramente, né, de forma honesta, a pessoa que não tem preconceitos, que não tem prevenção, como Kardec fala, né? Pensamento préconcebido, que que é isso? é aquela pessoa que que é exatamente a postura do crítico aqui. Ele já se convenceu de antemão que o espiritismo é uma falsidade e ele só vai tentar buscar evidências que corroborem esse ponto de vista. Essa pessoa nunca será convencida. Isso serve pro espiritismo, serve para qualquer teoria científica, qualquer ciência, né, funciona dessa maneira. Agora, por outro lado, se a pessoa ela está aberta a ser convencida, é a ideia de que o ele não tem prevenção, não tem pensamento préconcebido, não tem preconceito. A pessoa, olha, se surgirem evidências, eu vou avaliar, vou vou julgar. Eh, ela de fato tá aberta, ela tá sincera e honestamente buscando a verdade. Ela não tem um sistema pré-concebido, não abre mão desse sistema, dessa opinião e vai ficar, porque isso é muito comum. a pessoa já tem uma opinião formada de alguma coisa, sem ter avaliado com calma aquele assunto. Ela já tem uma opinião, é o famoso preconceito. E aí ela fica pensando estrategicamente alguns fatos para poder corroborar aquele ponto de vista. Isso é isso é muito estudado na filosofia, na psicologia. Os hoje na psicologia se chama viés de confirmação. Isso é muito comum nas redes sociais, né? você já tem um ponto de vista sobre qualquer tema da sociedade. E aí, como o algoritmo da rede social, ele ele ele não te mostra todos os fatos relativos àquele tema, ele te ele seleciona alguns fatos relativos àquele tema, omite outros e ele só te mostra aqueles fatos porque ele sabe da sua opinião pré-concebida porque o algoritmo não é bobo. Ele

ivos àquele tema, ele te ele seleciona alguns fatos relativos àquele tema, omite outros e ele só te mostra aqueles fatos porque ele sabe da sua opinião pré-concebida porque o algoritmo não é bobo. Ele conhece você às vezes melhor do que você mesmo, né? Melhor do que sua família, o algoritmo conhece você. Então ele sabe a sua opinião política, a sua opinião sobre os temas da sociedade e ele vai te selecionando aqueles temas e aí você fala: "Tá vendo? É isso mesmo que eu que eu pensava". E aí você vai tendo aquela aquele aquela opinião que você já tinha alimentada, reafirmada, confirmada, porque você não vê o contraditório, né? É mais ou menos o que acontece aí. A pessoa, ela vai já com a opinião préestabelecida e ela vai filtrar, vai pensar alguns fatos apenas aqueles que vão corroborar aquele ponto de vista. Ela não tá aberta a modificar a opinião em proveito da verdade e dos fatos. Essa é a questão. O crítico, ele se coloca aqui como se ele estivesse, mas na verdade quando a gente vai lendo o diálogo e e identificando a posição dele, ele não tá. Ele quer provar que o espiritismo é falso e o ponto acabou. Não tem não tem muita argumentação que vá convencer uma pessoa que tá tá firmada nessa posição. Por isso que Kardec não perdia tempo com esse tipo de pessoa, né? A, olha, quem tá acostumado a debater com as pessoas, a conversar, compreende rapidamente e percebe rapidamente aquela que tá buscando a verdade, sinceramente e aquela que não está. Se a pessoa tem opiniões muito absolutas, faz afirmações muito categóricas sobre assuntos que ela não domina, nitidamente essa pessoa não tá buscando a verdade, sinceramente. Agora, se ela pondera, se ela fala: "Olha, desse assunto eu não entendo, minha opinião vai até aqui, se ela é é ponderada, equilibrada, enfim, a gente volta a Sócrates o tempo todo, né? Se ela tem consciência da ignorância, do quanto ela sabe, do quanto ela não sabe, e ela não tem vergonha de expor a limitação do quanto ela conhece sobre aquele assunto,

a a Sócrates o tempo todo, né? Se ela tem consciência da ignorância, do quanto ela sabe, do quanto ela não sabe, e ela não tem vergonha de expor a limitação do quanto ela conhece sobre aquele assunto, aí a gente sabe que essa essa pessoa tá aberta ao diálogo, ela pode ser convencida por argumentos, por fatos, porque ela tá aberta a buscar a verdade. Se a pessoa não estiver, não adianta. E isso na ciência é muito comum, tá, gente? Eh, depois a gente pode falar dos fatos, né? Eu até cito um pouco disso no no texto que eu escrevi recentemente, eh, sobre a a experimentação na ciência, né? Como é que a pessoa deve observar os fatos? A gente pode comentar isso à frente, mas se a pessoa não tá aberta, não tem jeito. Eh, na época de Galileu, muitos morreram achando que a Terra era fixa e que o Sol girava em torno dela. E não eram pessoas absolutamente ignorantes. Eh, eram pessoas de ciência, cientistas astrônomos da época não aceitaram o sistema de Galileu. E não é porque eram, é como eu falei, não é porque eram ignorantes, tinham acesso aos dados, às informações. Galileu apresentou, argumentou e mesmo assim muitos morreram sem aceitar. Olha, começar a citar exemplos na ciência de grandes gênios que tiveram uma dificuldade enorme de aceitar teorias novas. Tem um de monte. Tem de monte. O Einstein enfrentou uma resistência muito forte à teoria da relatividade no início, muito forte. Tanto é que quando ele ganha o Nobel, o Nobel de física ele não ganhou pela teoria da relatividade, mesmo tendo passado já, eu acho que ele publicou os artigos em 1905, o Nobel vem em 1915 ou 20, não me lembro, 10 ou 15 anos depois o Nobel veio. E não foi pela teoria da relatividade, foi pelo efeito fotoelétrico, uma outra descoberta dele, porque ainda tinha muita resistência à teoria da relatividade, mesmo 10 ou 15 anos depois dele propô-la. Depois a teoria vai sendo aceita. Quando chega nos anos 40, 50, ela já tá bem aceita. Olha, décadas se passaram. E aí o que acontece? Vem a mecânica quântica. E aí, quem é o cara que

is dele propô-la. Depois a teoria vai sendo aceita. Quando chega nos anos 40, 50, ela já tá bem aceita. Olha, décadas se passaram. E aí o que acontece? Vem a mecânica quântica. E aí, quem é o cara que resiste à mecânica quântica? O próprio Einstein no início. Depois ele vai mudando um pouco a opinião, mas ele é o cara que resiste, fala: "Não, não é possível". E aí vem a frase famosa dele, né? Deus não joga dados porque tem uma aleatoriedade muito grande na mecânica quântica. Enfim, eh, bem, existem muitos casos. Então, é, as pessoas são resistentes, né? É, isso é muito comum na ciência, não é que são pessoas absolutamente ignorantes. Na ciência, isso é muito comum. Bom, passo a vocês, a gente vai comentando em seguida. E como o próprio Kardec, né, lembra no texto que que o espiritismo é uma ciência, mas não é como a nossa ciência, as as ciências exatas, então é preciso se colocar em condições favoráveis, com vontade, com paciência, com persistência para observar o fenômeno, como careca vai dizer, que às vezes de ele passa e você, se não for um bom observador, se não tiver um bom conhecimento, né, uma uma base bem bem estruturada, fenômeno passa e você não percebe. Então o o crítico, se ele se ele quisesse convencer-se e tivesse a boa vontade, né, ele talvez faria essa proposta. Eu quero, eu quero me convencer realidade do fenôimo. Me me, me, né, poderia até tipo assim, né, criar uma história aqui. Me me explica como me colocar numa condição para que eu possa observar os fenômenos que possam que possam acontecer. Mas isso não ocorre. Ele ele vai com a ideia de realmente provar que aquilo é uma ilusão, né? Então, Carec já percebe isso, como foi comentado pelo José. Eh, eh, eu me, eu, eu aqui me recordo e, e eu fiz essa leitura hoje da obra Evocações, quando lá no final, alguns exemplos de, de experiências que o grupo teve de, por exemplo, duas moças que foram, né, para uma sessão para eh eh se seria possível a evocação de um determinado parente e que elas se convenceram

uns exemplos de, de experiências que o grupo teve de, por exemplo, duas moças que foram, né, para uma sessão para eh eh se seria possível a evocação de um determinado parente e que elas se convenceram pel do fenômeno Porque o fenômeno deu deu toda o espírito deu pinta sinais de que de de sua identidade. Então a a as duas moças ficaram convencidas a ponto de a partir daí, segundo que está lá na obra, elas se interessaram e estudar o espiritismo. Um outro caso também de uma mulher que era evangélica e que se convenceu pelo simples fato do fenômeno da comunicação. Então veja, se a pessoa vai com com interesse realmente de conhecer, de saber como é, ela ela pode realmente sair muito mais convencida do que ela imagina. Do contrário, pode sair frustrada porque não vai atingir as a a sua expectativa. As suas expectativas vão ser frustradas e ela vai sair muito mais incrédula do que quando chegou. Então, Kardec, ele foi muito sábio nesse sentido e no livro dos médiuns, ele deixe muito claro que as reuniões realmente tem que ser para pessoas que queiram de fato se convencer e não que elas sejam convencidas ah ou provar que aquele fenômeno ali ele não passa de de uma ilusão, de preço, digitação, enfim, pessoas agindo de uma fé, né? Então, não é não é assim que Cadecidava. E com crítica ele deixa isso bem claro aqui ao meu sentido. Michel, >> isso aí é é um são textos muito ricos, né? são pequenos, vejam, são cinco parágrafos, mas ele traz um conjunto de informações que a gente tem que prestar atenção, porque qual é a o esqueleto da ideia da questão, né, que a gente tá lendo, o como que eu procede, da verdade, daquilo que a ciência espírita apresenta, então é o o os passos ou o comportamento que eu tenho que ter e como eu lido com aquele que quer se convencer ou que diz que quer se convencer. Então você tanto aprende aqui com Kardec proceder para construir a sua convicção espírita, como como você vai proceder com aquele que diz para você: "Quero me convencer do espiritismo".

se convencer. Então você tanto aprende aqui com Kardec proceder para construir a sua convicção espírita, como como você vai proceder com aquele que diz para você: "Quero me convencer do espiritismo". Porque o o crítico, ele tem uma ideia fixa que ele repete várias vezes para Kardec, o seguinte, ele tem a seguinte ideia: "Eu me convencer, eu tenho que participar da sessão, ver os fenômenos e aí sim eu vou estabelecer se aquilo é verdade ou não." Porque até isso aparentemente tem um fundo de verdade. que como Kardec tá dizendo que é uma ciência, naturalmente uma ciência você vai dizer: "Olha, me apresente os fenômenos para que eu possa testar que isso realmente existe. É verdade. Mas o que o crítico não percebe e é o que o Kardec ensina pra gente, e é interessante porque isso que Kardec ensina pra gente é muito atual. Como que você constrói uma convicção científica? Não é simplesmente vendo os fenômenos que as ciências apresentam. Cada ciência apresenta um conjunto de fenômenos. Mas não basta eu ver os fenômenos acontecendo para que isso seja suficiente para eu me convencer. Nenhuma ciência é assim. É isso que o crítico tem que entender. E evidentemente o texto tá aqui para que a gente entenda. Então, se você quer construir uma convicção espírita ou tem alguém dizendo para você que quer, como é que eu tenho que proceder? Não é que a pessoa já tenha que acreditar antes, que é o que o crítico dá a entender para Kardec. Ah, você só quer falar, você não deixa eu participar das sessões, então você só quer falar para quem já acredita. Você quer que a pessoa acredite antes de ver o fenômeno e Kardec vai dizer: "Não é isso". E as orientações que ele dá é como a gente tem que proceder e como a gente tem que ensinar o outro que diz que quer aprender o espiritismo. Tem que proceder e como a gente tem que proceder para qualquer coisa. Então, vejam que ainda é uma discussão atual, já que hoje a o modo como as pessoas dizem buscar a verdade, muitas vezes esse modo tá equivocado. Por isso que as pessoas não

oceder para qualquer coisa. Então, vejam que ainda é uma discussão atual, já que hoje a o modo como as pessoas dizem buscar a verdade, muitas vezes esse modo tá equivocado. Por isso que as pessoas não chegam num num a construir um conhecimento de uma maneira profunda, é, de uma maneira bem construída. Então é o caminho que eu tenho que traçar para construir uma convicção em cima de uma teoria científica. E aí ele diz assim: "Uma coisa é estar convencido. A pessoa já tem a convicção, já tá convencida, outra está disposta a convencer-se." E ele fala que ele se dirige a esses últimos. Então veja, Kardec tá dizendo: "Eu não quero nem que você já tenha convicção que é verdade, porque aí não seria eh uma construção boa, porque se você já sai acreditando facilmente, sem pedir bons elementos de convicção, isso também é uma convicção ruim. Mas você também não pode já ter a convicção negativa. Então você não pode ter nem a convicção positiva, nem a convicção negativa. Você tem que ter a boa vontade, a disposição de honestamente e sinceramente buscar o conhecimento, a verdade, a construção daquela convicção. Então, se você quer descobrir a verdade de uma teoria ou entender que aquela teoria realmente é é boa, é verdadeira, você tem que estar primeiro disposto, sinceramente. Por isso que você não pode ter um preconceito ou algum interesse que faz você buscar outra coisa que não a verdade. Então, se você, por exemplo, por isso que é muito difícil hoje as pessoas encontrarem a verdade em debates públicos, porque como o debate debate público envolve a imagem das pessoas, muitas vezes a pessoa tá mais preocupada em defender a sua imagem do que em buscar a verdade. Quando eu tô preocupado em buscar a verdade, eu não vejo nenhum problema em abandonar alguma ideia que eu tinha, porque eu entendi que estava equivocado ou incompleta e trocar. Por isso que o estudo individual ele tem uma força, porque aí você tá lendo só você mesmo, você não tem nada em jogo ali que não seja a busca da

u entendi que estava equivocado ou incompleta e trocar. Por isso que o estudo individual ele tem uma força, porque aí você tá lendo só você mesmo, você não tem nada em jogo ali que não seja a busca da verdade. Então, para você se tornar espírita, você não precisa já acreditar antes, mas também você já não pode começar estudar estudando com uma opinião contrária. Você tem que estar disposto, sinceramente. É aí. E e aqui vem o ensinamento que eu falei, ele mostra como a gente tem que proceder e ele mostra como a gente tem que proceder com um outro que pede pra gente para aprender espiritismo. São duas coisas. Então, se alguém chegar para nós e dizer assim: "Eu quero aprender espiritismo." Você está disposto? Sinceramente, eu não tô pedindo para você já acreditar, mas tem, a gente diz hoje em dia, né? tem honestidade intelectual ou você tá já com uma opinião aí escondida, velada, ou você tá procurando outra coisa que não tá disposto, aberto a ouvir primeiro o que a teoria tem a dizer e o que os fenômenos vão mostrar com ajuda dessa teoria. Então esse é o primeiro ponto, a gente agir com boa disposição e exigir que o outro também. Não adianta a gente se dirigir paraa pessoa que já tá convencida. Aprenda isso com Kardec também. Com esses eu não me ocupo absolutamente. Olha, tá ensinando a gente. Se a pessoa já vem com uma convicção antes de passar por toda a teoria e o conjunto dos fenômenos, não perca tempo com essa pessoa. Ela não é uma boa estudiosa. Ela tem que se adaptar se ela quer aprender. E o que você tá pedindo para ela é só boa disposição, honesta disposição de aprender. O segundo ponto, quanto aos que se manifestam, aos que manifestam sincero desejo, o melhor modo que tem de provar, porque aqui já interessante, a pessoa chega e diz para você assim: "Não, eu estou sinceramente disposto a aprender". Aí Kardec dá uma uma dica. Como é que você vê se realmente é verdade? Porque ela pode dizer isso da boca para fora. Como é que você, a pessoa prova quando ela diz assim: "Eu estou disposto a

prender". Aí Kardec dá uma uma dica. Como é que você vê se realmente é verdade? Porque ela pode dizer isso da boca para fora. Como é que você, a pessoa prova quando ela diz assim: "Eu estou disposto a aprender, me ajude". Como é que você vai saber se ela tá sendo sincera ou não? Kardec diz, o melhor modo que tem para prová-lo é mostrar perseverança. Então, se a pessoa mostra que ela tá disposta a perseverar, ou seja, a a traçar o caminho de trabalho, de pesquisa, leitura, estudo, reflexão, ela tá provando que ela tá disposta. Agora, se você diz assim, olha, para você se convencer, você vai ter que ler aqui 23 livros, refletir, depois observar os fenômenos, a pessoa, ah, mas se ela já mostra que ela não quer atender o que é necessário, ela tá tá provando que essa disposição que ela disse que tinha, ela dá boca para fora. Então você vai, ele diz assim, ó, são reconhecidos por outros sinais que não apenas o desejo de ver uma ou duas experiências. Então, por que que Kardec percebeu que esse crítico não era alguém que tava verdadeiramente disposto? Porque a ideia dele é: Estou disposto, me mostra aí o o as mesas girando. Aí car tá mostrando, mas não é assim. Isso não é estar disposto. Isso é fingir que tá disposto, porque você quer você simplesmente resumir o que que você precisa para você dizer se acredita ou não. Mas não é assim, ó. Estou disposto. Bom, então agora você tá disposto a percorrer o caminho necessário. Você vai perseverar nisso ou você vai abandonar o que é necessário para construir a convicção? Se você seguir esse caminho, você tá provando que era sincero o seu desejo. Senão, você ainda não entendeu como é que se constrói a conv. Aí ele diz: "A convicção só se adquire com o tempo". Então não adianta, se você diz para mim, quero construir a convicção no espiritismo, tá? Você vai precisar de tempo. Ah, não, mas daí, bom, então não tem como. Mas nota, isso não é só para o espiritismo. Se a gente tivesse colocando aqui outra ciência, serviria as os mesmos conselhos. Eu não posso

precisar de tempo. Ah, não, mas daí, bom, então não tem como. Mas nota, isso não é só para o espiritismo. Se a gente tivesse colocando aqui outra ciência, serviria as os mesmos conselhos. Eu não posso dizer assim: "Será que a física é verdade ou a física é falsa?" Aí eu digo assim: "Olha, você vai ter que se especializar em física, estudar por muitos anos. Ah, não, não tenho tempo." Bom, então você não pode opinar sobre a física se você não tá disposto a percorrer aquele a um tempo de estudo. Pro espiritismo, a mesma coisa. Se você diz assim: "Ah, mas eu não tenho tempo". Bom, então se eu não é impossível você construir uma convicção se você não se dispõe a gastar um tempo, por meio de uma série de observações feitas com cuidado todo particular. Então você vai reservar um tempo e se dedicar a observar, mas não é observar de qualquer maneira, é observar do jeito correto, porque eu posso observar qualquer coisa. Se eu observar da maneira errada, eu vou tirar conclusões erradas. Isso serve para qualquer teoria. E aí ele já mostra como que você observa da maneira certa os fenômenos espíritas, que é o caso que tá em questão. Os fenômenos espíritas diferem essencialmente das ciências exatas, não se produzem à vontade. Opa! Então ele já tá ensinando você. Olha, você não vai poder tomar contato com os fenômenos espíritas e tentar observar eles como você observa fenômenos de outras ciências. Se você fizer isso, não vai dar o resultado esperado. Por quê? Porque o fenômeno da ciência espírita não é o mesmo das das ciências exatas. Então, eu não posso observar da mesma maneira. Veja que ele vai explicando o passo a passo. E é curioso porque abrindo parênteses sobre esse ponto, até hoje as pessoas ainda não entenderam isso. Mesmo os espíritas acadêmicos, muitas vezes alguns eles insistem em achar que com os métodos das outras ciências eles vão poder avaliar os fenômenos espíritos. E é os mesmos que fazem isso reclamam que e olha que curioso, a pessoa observa da maneira errada e

sistem em achar que com os métodos das outras ciências eles vão poder avaliar os fenômenos espíritos. E é os mesmos que fazem isso reclamam que e olha que curioso, a pessoa observa da maneira errada e reclama dizendo que não, a a minha convicção ainda não não eu ainda não estou muito convicto. Sim, você tá observando errado. Kardec avisou isso. Ah, eu estou observando aqui os resultados ainda não são satisfatórios. Sim, porque você tá observando com as metodologias da ciência que você estudou na academia, mas não é assim. Você tem que se adaptar ao fenômeno novo. Então é muito curioso. Eu vejo isso. A pessoa diz assim: "Não, os fenômenos espíritas não me convenceram." Aí você vai ver o jeito que ela tá observando é usando o olhar que ela aprendeu nas outras ciências. Bom, é culpa sua, é culpa sua por não tá chegando a a nada conclusivo, porque você tá observando errado. Então, car deixar claro, observar os fenômenos espíritas é observar fenômenos novos, próprios da ciência espírita. Da mesma maneira que eu não posso observar as os fenômenos das ciências exatas com a metodologia espírita. Outro ponto, é preciso que os colhamos de passagem. é observando muito e por muito tempo que se descobre uma porção de provas que escapam à primeira vista. Então você tá procurando a prova daquele fenômeno e à primeira vista você não enxerga a prova porque a teoria vai lhe ensinar a ver os detalhes daquele fenômeno em que você acha provas. Por isso que você vai ver alguém que tem a teoria olhar pro fenômeno de espírit e dizer: "Nossa, você viu aquele detalhe como comprovou?" Aí a outra que não tem a teoria e que tá olhando do jeito errado diz assim: "Olha, para mim não não não me convenceu." Aí você vê que ela tá partindo de premissas diferentes, sobretudo quando não se está familiarizado com as condições em que se pode encontrá-las. Então, se você não entender as condições, cada fenômeno de cada ciência tem as suas condições próprias. Se você não entender as condições, você vai fazer a leitura errada dos

que se pode encontrá-las. Então, se você não entender as condições, cada fenômeno de cada ciência tem as suas condições próprias. Se você não entender as condições, você vai fazer a leitura errada dos fenômenos. Você precisa entender como é que se dá o fenômeno espíritas. E tudo isso você vai adquirir como analisando os fenômenos espíritas com a teoria que o espiritismo dá. Eu uso a teoria para aprender a observar o fenômeno. Se eu tentar observar o fenômeno com outra teoria, vai dar errado. Isso serve para qualquer teoria científica. Então, olha como ele dá o passo a passo, né? Impressionante. E aí, por fim, ele diz: "As provas abundam para o observador assido e refletido." Então, se você é assido e refletido, então você tem a reflexão que é fruto da teoria bem estudada com a devida observação e você observa o conjunto e o andar dos fenômenos, que é aidade, aí você vai ver que as provas abundam, não é que elas faltem ou são incompletas, elas abundam pro bom observador. né? Daí ele dá, ele dá exemplos, né? Uma palavra, um fato aparentemente insignificante é para ele um raio de luz, uma confirmação para esse que atende aos requisitos. O outro que não atendeu os requisitos para ele, ele tá vendo uma mesa se mexer, alguém pegar um lápis e escrever, olha, para mim não me convenceu. Claro, você não, você tá olhando. É como você pegar uma pessoa alegre e dar para ela um exame médico para ela olhar. Ela só vai ver ali imagens e não vai saber interpretar aquilo. Ela precisa de uma teoria para saber interpretar aquele exame que nem o espiritismo. você tem os fenômenos que você precisa de uma teoria para saber olhar para ele e enxergar as confirmações. E ele termina ao passo que tais fatos não têm sentido para quem os observa superficialmente ou por simples curiosidade. Eis porque não me presta a fazer experiência sem resultado provável. Então, por isso que ele tá dizendo, eu não tô deixando você participar da do dos fenômenos, porque você tá com um viés, um olhar que não é o que atende as condições. Então,

cia sem resultado provável. Então, por isso que ele tá dizendo, eu não tô deixando você participar da do dos fenômenos, porque você tá com um viés, um olhar que não é o que atende as condições. Então, não adianta eu colocar você, eu vou colocar você para participar, você vai terminar e vai dizer: "Não me convenceu". Então ele não tá negando ao ao crítico o acesso ao fenômeno porque Kardec tem medo que o crítico desmascare. Não, não é porque o crítico não tá sendo sério na observação. E aí o problema é o crítico e a sua observação. Não é a teoria espírita e nem o seu espírito. Então vejam, é muito ensinamento prático de como se aprender que Kardec dá e que eu chamo atenção para concluir que serve hoje em dia para qualquer coisa que a gente for aprender, né? Porque infelizmente hoje a gente estuda ou superficialmente ou a gente mal estuda, ou a gente tem algum interesse que não é o desejo sincero de aprender, a gente não lê tudo, a gente não vê direito. E a gente forma sempre crenças superficiais mal estudadas e mal vistas e ainda discute entre si. E se a gente seguir os o que ele falou aqui para tudo, para tudo, a gente tem que ter um um processo de construção que não é como é hoje. Eu não aprendo ciência no TikTok, eu não aprendo ciência no YouTube, eu não aprendo ciência só vendo debates. Só que que a gente tá fazendo aqui é para ajudar, mas você para construir uma convicção sólida vai ter que pegar os livros, ler todos eles, meditar, participar depois de reuniões, observar. É, é uma ingenuidade achar que você vai aprofundar uma ciência olhando vídeos aqui simplesmente, né? Assim como você não se torna perito numa ciência só porque você é graduado, que é uma outra ingenuidade que as pessoas têm, o graduado não é alguém que tenha condições de fazer avaliações científicas. O graduado ele tem uma noção genérica daquela ciência que lhe dá competência para falar dela, mas não para avaliar ou construir ou contribuir ou dizer se a ciência tá errada ou não. Isso é outro caminho que tem que ser

uma noção genérica daquela ciência que lhe dá competência para falar dela, mas não para avaliar ou construir ou contribuir ou dizer se a ciência tá errada ou não. Isso é outro caminho que tem que ser trilhado. Você, Claro, você começa primeiro conhecendo ela genericamente, depois você aprofunda. É um processo. Se você não respeitar o processo, você não vai ter o resultado. eu passo para você se vocês querem aí tratar mais aí da questão. >> Eh, bom, a gente explorou bastante coisa, né? Mas eu eu queria mencionar só essa ideia dos fenômenos, né? O Michel comentou bastante sobre isso, Lauro também. Eh, a gente, eu sempre cito o livro do Alan Schaumers, quem quiser tiver curiosidade de ler, é um livro excelente, chama O que é Ciência Afinal? e ele vai falar sobre essa questão da observação dos fenômenos e como é que o os cientistas formam a a convicção, né, a partir da observação, da experimentação. E tem tem duas coisas curiosas sobre isso, que é o seguinte, eh muitas vezes a pessoa ela tem dificuldade de formar convicção numa teoria, num em fenômenos. a partir da observação do fenômeno. Primeiro, porque duas pessoas observando o mesmo fenômeno, elas muitas vezes não vão extrair as mesmas conclusões. Ó lá, o Michel tá mostrando o livro, o que assim, o seu ainda tá com a capa bem branquinha. O meu já tá todo sujo. Tá bonito o seu. O meu já tá todo baleado, coitado. Mas é isso aí, gente. Alan Shamers, quem tiver curiosidade, o que é ciência, afinal tem uma coisa ou outra mais complicada, mas é de maneira geral, é um livro acessível que vai colocar várias teorias, várias hipóteses, várias teorias da filosofia da ciência, trabalhando esse conceito, o próprio conceito de ciência ao longo do século XX, né? Então, Shaers vai falar coisas bem interessantes. Ele fala: "Olha, duas pessoas observando o mesmo fato, o mesmo fenômeno, vão extrair conclusões diferentes, apesar do aparelho humano da visão ser igual em todo mundo." Do ponto de vista meramente físico, orgânico, objetivo,

ssoas observando o mesmo fato, o mesmo fenômeno, vão extrair conclusões diferentes, apesar do aparelho humano da visão ser igual em todo mundo." Do ponto de vista meramente físico, orgânico, objetivo, o aparelho visual de todo mundo é igual, muda muito pouco. Todo mundo tem a capacidade da visão. A visão funciona de igual maneira em todos os indivíduos. Os raios de luz chegam, ferem a nossa a nossa retina, etc. O cérebro vai ler a as imagens da mesma maneira. Mas por que então as pessoas extraem conclusões diferentes? Olha, por várias razões. Uma delas é que existe algo no ser humano que é a subjetividade. A subjetividade humana altera de forma, deforma, entre aspas, a maneira como nós enxergamos as coisas e as conclusões que a gente tira a partir dessas coisas, dos fatos. exemplo clássico, que é um exemplo muito didático, simples, muito bom que o Charmers vai dar, que o Michel já comentou de passagem. Quando um estudante de medicina do primeiro semestre chega na faculdade e ele pega um raio X para olhar e tentar identificar a doença do paciente, ele não vê nada. Ele só vê uma mancha branca no fundo preto. Ele não identifica coisa nenhuma. Agora, aquele professor que já está lá há 30, 40 anos às vezes dando aula, é evidente que o professor enxerga detalhes, não o raio X, ele fala onde tá a doença, onde é o ponto e dá o diagnóstico, coisa que o estudante de primeiro ano não consegue ver, não consegue tirar a mesma conclusão. Eles extraem conclusões muito diferentes e ambos estão observando o mesmo fato. Por que isso ocorre? Por duas razões. Primeiro, o professor com a experiência, ele já tem e com o conhecimento, né? Ele já tem o conhecimento teórico que explica a observação daquele raio X. Isso é fundamental. Não existe, isso na ciência é importantíssimo a gente entender, não existe nenhuma observação de um fato de forma isolada. Toda observação de um fato tem que tá inserida dentro de uma teoria. Esse é um exemplo da observação do raio X. Existe uma teoria que o professor já

ste nenhuma observação de um fato de forma isolada. Toda observação de um fato tem que tá inserida dentro de uma teoria. Esse é um exemplo da observação do raio X. Existe uma teoria que o professor já conheceu e por ele ter esse conhecimento, isso facilita a observação do fato. Isso é o que o Shalomers vai explicar ali. E é exatamente o que Kardec está dizendo no século XIX, muito antes do Shalmers. Kardec tá dizendo: "É preciso se informar antes pela teoria para depois observar e a observação poder ter algum proveito". ser produtiva. Aí a pessoa vai conseguir observar detalhes e algumas evidências ela vai tomar aquilo como uma evidência do fenômeno, uma evidência que tenha sentido e ela pode se convencer. Caso contrário, a evidência passa despercebida. Ela vai falar: "Não, aquele fato lá não significa nada". Não tem significado por quê? Porque os fatos observados só ganham significado concreto dentro de uma teoria. Isso na ciência é muito conhecido. E qual é o segundo aspecto da questão da observação? Por que que as pessoas não tiram as mesmas conclusões? Por conta do hábito da observação. Você olhar muitas vezes se habituar com aquela observação, você aprende a enxergar, aprende a ver. Se você observar pela primeira vez, você não vai ver coisas que você vê depois de observar muitas vezes, que é exatamente o que Kardec tá dizendo aqui. E é o que o Schamers comenta também no contexto do Galileu, da descoberta do sistema helocêntrico. Ele fala: "Olha, muitos, muitos cientistas da época não aceitaram o sistema do Galileu simplesmente porque não sabiam observar no telescópio. Era uma coisa nova. O cara põe um olho no telescópio, aquelas manchas na lua, ele não se habituou com aquilo. Por isso, não porque eram pessoas simplesmente dogmáticas, é porque não se habituou a observar. Da mesma maneira, se você vai para vai olhar o céu, ah, quero ver, quero ver as estrelas, quero ver as constelações. Se você não tem nenhum conhecimento teórico da física, da astronomia, e se você vai pela primeira vez

se você vai para vai olhar o céu, ah, quero ver, quero ver as estrelas, quero ver as constelações. Se você não tem nenhum conhecimento teórico da física, da astronomia, e se você vai pela primeira vez observar, você vai olhar, vai achar

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