REPRISE: O Livro dos Espíritos: #65 ao #68

CanalFEP 23/03/2026 3:46:04

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Transcrição

Boa noite a todos. Sejam bem-vindos para o nosso estudo de O Livro dos Espíritos. Hoje já vamos adentrar aquilo, né, que nós temos considerado como sendo eh um uma das partes do livro dos espíritos ou de toda a obra de Kardec, por assim dizer, de grande importância, que é a escala espírita, né? Então, nós estamos na parte segunda do mundo espírita ou mundo dos espíritos, no capítulo um dos espíritos. A escala espírita é o item 100 observações preliminares. Eh, pessoal, você que está nos assistindo agora e que se ainda não se inscreveu em nossos canais, nos apoia aí se inscrevendo, dando seu joinha lá, curtindo, participando, compartilhando, né, os canais é o Cadec Clube do Michel que está aqui conosco e o canal Estudar Cadeec, do qual você está assistindo agora. Lembrando que esse vídeo depois será repostado no canal eh no KardecTube, tá, pessoal? Então, eh mesmo assim não deixe de participar e movimente, né, os nossos canais aí para que o o YouTube entenda, ele perceba ou ele identifique que nossos conteúdos são relevantes, tá? Eh, Michel, obrigado mais uma vez, meu amigo, por estar aqui conosco nesse estudo. Passo a palavra para você. Boa noite, Lauro. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo do Livro dos Espíritos. Como o Lauro falou, a gente tá entrando hoje num é muito, é muito difícil dizer que alguma parte da obra de Kardec é é mais importante, porque tudo é importante, mas a escala espírita realmente é um dos assuntos importantíssimos da gente entender, porque ele tem essa característica de que ele abrange toda a teoria espírita, ele passa por toda a teoria espírita. Então, é muito importante a gente estudar com atenção esses textos. Muitas vezes são textos em que muitas vezes os grupos de espíritas passam correndo ou não exploram eh alguns detalhes, que é muito importante a gente aprender a reconhecer os tipos de espíritos que existem para saber eh onde a gente se encontra nessa tabela, nessa classificação e para saber também eh como dialogar com os espíritos.

portante a gente aprender a reconhecer os tipos de espíritos que existem para saber eh onde a gente se encontra nessa tabela, nessa classificação e para saber também eh como dialogar com os espíritos. como eh saber quando um espírito tá dizendo alguma coisa, como é que a gente procede, que valor a gente dá, que atenção a gente dá, que como que a gente lê a a as mensagens deles, né? Então, é muito importante. Eh, desejo uma boa noite e um bom estudo a todos que estão aqui. Essa é uma, usem o chat para perguntar, para trazer contribuições, porque é muito importante, né? E já desejar, a gente já pede que curtam o vídeo, que se inscrevam nos canais, o canal do Lauro Estudar Kardec, o Kardec Tube. Nos sigam nas demais redes sociais, isso é muito importante e que a gente tenha um excelente estudo. >> É isso aí. Vamos para o texto. >> Então, vamos lá. o item 100, eh, do item 96 ao 99, o Kardec prepara a junto com os espíritos a questão da das diferentes ordens, né? Então, ele de uma certa maneira passou de uma maneira muito eh geral pela escara espírita. E agora, a partir do item 100, ele vai então aprofundar essa escala espírita. Eh, ele vai detalhar ela, né? Vejam que muitas vezes as pessoas eh pensam que o livro dos espíritos é feito só de questões, né? A o item 100 é um exemplo disso, né? Ele não é uma questão, não é uma pergunta, né? É um texto corrido de Kardec, né? E é um item muito importante do livro dos espíritos e que é muito pouco falado, porque é aonde ele vai fundamentar a escala espírita. explicar como ela foi feita, para que ela serve e isso é algo muito comum na obra de Kardec, como na obra de qualquer ciência, de qualquer filosofia. Eh, qualquer boa teoria, ela procura fundamentar o que diz e como isso eh tem feito falta na nossa atual sociedade, né? A gente vive uma um momento em que as pessoas dizem e escrevem e opinam sobretudo. Nunca teve tantas pessoas escrevendo, falando e opinando sobre tudo, mas se perdeu isso, né? São pouquíssimas as pessoas que fundamentam o que dizem. A

as pessoas dizem e escrevem e opinam sobretudo. Nunca teve tantas pessoas escrevendo, falando e opinando sobre tudo, mas se perdeu isso, né? São pouquíssimas as pessoas que fundamentam o que dizem. A fundamentação do que se diz é muito mais importante até mesmo do que se diz. Porque eu posso dizer e afirmar qualquer coisa. Eu posso falar e afirmar qualquer coisa. Qual é a diferença? O fundamento, a explicação, as bases, o método que eu uso, no que eu me baseio, na lógica, no raciocínio, todo esse esse esses pontos que formam a fundamentação de qualquer ideia. Então, todas as grandes teorias dos grandes escritores e teóric teóricos, os grandes eh comunicadores e que cada vez são mais raros, focam na questão do como, do porquê, do para que, não somente o quê. dizer o quê sobre as coisas? Milhões, centenas e milhares de pessoas têm dito. Você abre aí o as redes sociais, os o próprios os próprios canais do YouTube, os próprios canais eh espíritas e todo mundo tá falando, né? Mas e a fundamentação kardequiana? Quem apresenta? Quem explora, quem compara? E esse item 100 é isso, é uma fundamentação da escala espírita, é como ela é feita, para que ela serve, no que que ela se baseou. Então ele é muito importante da gente entender e é muito importante do ouvinte se acostumar com isso. Toda vez que você se deparar com vídeo, toda vez que você se deparar com livros, com textos, com podcasts, não dê bola para o que é dito apenas, mas paraa fundamentação que a pessoa dá, porque é aí que elas são pegas, é aí que você vê quem tá sendo sério para quem tá sendo pilantra, leviano, ignorante, mal intencionado. Então é aí que você pega na fundamentação e Kardec vai abordar, ele apresenta fundamentação. Essa é um, esse é um diferencial de você pegar uma obra como a de Kardec, porque ele fundamenta o que ele tá dizendo. Então, se se lembrem disso e usem isso para vida. Aparece alguém dizendo alguma coisa e gritar. Pera aí, mas da onde que você tirou isso? Quais os fundamentos? Quais as razões?

a o que ele tá dizendo. Então, se se lembrem disso e usem isso para vida. Aparece alguém dizendo alguma coisa e gritar. Pera aí, mas da onde que você tirou isso? Quais os fundamentos? Quais as razões? Quais os fatos? Qual o método? Porque se a pessoa tirou simplesmente da imaginação e da cabeça dela, se ela simplesmente falou por falar, bom, mas eu posso dizer qualquer coisa. Então, o dia que a gente adotar essa postura, a gente vai ter uma sociedade mais esclarecida, mais lúcida e que se engana menos. Então, vamos ver. É um texto longo. Vocês sabem, eh, quem acompanha a gente sabe que a gente peca no excesso de cuidado em não ter pressa, né? Às vezes as pessoas até nos pedem pressa e a gente não tem essa pressa para analisar os textos, né? Então vamos ver quanto tempo a gente vai ficar nessa escala espírita que começa hoje, mas sem nenhuma pressa a gente vai tentar extrair o máximo que nós podemos oferecer. não significa que a gente vai esgotar o assunto, que evidentemente é mais rico do que a nossa capacidade. Agora, em nossa defesa, aquilo que a gente vai oferecer é baseado em bastante esforço e bastante estudo. É aquilo que eu sempre digo pro, eu digo com o Lauro, né, vendendo o nosso peixe. É pouco, são poucos os canais hoje que eu vejo que tratam dos textos de Kardec, como a gente procura tratar. Então isso é um é um comercial que a gente faz para você ficar aqui e convidar mais pessoas, para você ver que a gente tenta ao máximo tirar o que o texto oferece. Claro que a gente não vai tirar tudo, mas a gente tenta tirar pelo menos eh estudando muito para poder olhar para esses textos e tirar deles o o que a gente consegue e compartilhar com vocês. Isso também hoje tá fazendo falta, né? as pessoas estão falando mais do que estudando. E aí naturalmente que a gente vai ter aí falas muito superficiais. A importância da gente sempre aprender mais do que fala é fundamental. Então vamos lá. Agora é Kardec no item 100 ele chama esse item seis de observações preliminares. O assunto é escala

superficiais. A importância da gente sempre aprender mais do que fala é fundamental. Então vamos lá. Agora é Kardec no item 100 ele chama esse item seis de observações preliminares. O assunto é escala espírita. A gente já tá a partir do item 100 na escala espírita. Então diz Kardec, a classificação dos espíritos se baseia no grau de adiantamento deles, nas qualidades que já adquiriram e nas imperfeições de que ainda terão de despojar-se. Essa classificação, aliás, nada tem absoluta. Apenas no seu conjunto, cada categoria apresenta caráter definitivo, definido. De um grau a outro, a transição é insensível nos limites. Os matizes se apagam como nos reinos da natureza, como nas cores do arco-íris ou também como nos diferentes períodos da vida do homem. Podem, pois, formar-se maior ou menor menor número de classes, conforme o ponto de vista de onde se considera a questão. Dá-se aqui o que se dá com todos os sistemas de classificação científica, que podem ser mais ou menos completos, mais ou menos racionais, mais ou menos cômodos para compreensão. Sejam, porém, quais forem, em nada alteram o fundo da ciência. Assim, é natural que inquiridos sobre esse ponto, hajam os espíritos divergido quanto ao número das categorias, sem que isso tenha nenhuma consequência. Entretanto, não faltou quem se agarrasse a esta contradição aparente, sem refletir que os espíritos nenhuma importância ligam ao que é puramente convencional. Para eles, o pensamento é tudo. Deixam-nos a nós a forma, a escolha dos termos, as classificações numa palavra, os sistemas. Então, percebam que ele inicia o texto dizendo a classificação se baseia, mostrando que ele vai mostrar o que nesse item, justamente que a gente falou, a base, o fundamento da escala espírita. Então, o que é a escala espírita? É uma classificação que Kardec vai fazer dos tipos de espíritos que existem. É simples assim. O que que é escala espírita? É uma classificação. Quais os tipos de espíritos que existem? Uma vez que os fatos mostraram

ação que Kardec vai fazer dos tipos de espíritos que existem. É simples assim. O que que é escala espírita? É uma classificação. Quais os tipos de espíritos que existem? Uma vez que os fatos mostraram que os espíritos são diferentes, assim como os homens. Os homens são diferentes, as pessoas são diferentes. Sobre diversos pontos, os espíritos também são diferentes. Bom, uma vez que tá dado o fato, vejam bem, o fato é um fato comprovado pelos fenômenos espíritas, que os espíritos são diferentes. Como é que agora eu separo essa diferença? Como é que eu classifico os espíritos? Nota que eu preciso de uma classificação. Uma vez que eles são diferentes, para eu compreender os espíritos, eu tenho que classificá-los. Como qualquer estudioso, só qualquer cientista vai fazer com qualquer coisa que ele estude. A gente separa por grupos justamente para entender melhor, porque isso facilita a compreensão da coisa que tá sendo estudada. Desde que a gente vai lá na pré-escola, no jardim de infância, a gente aprende o quê? separar as coisas em grupos, classificar as coisas justamente pra gente entender o universo, entender a vida, entender tudo. A nossa própria casa, a nossa própria vida, tudo ela é dividida em conceitos que facilitam o entendimento e consequentemente as nossas ações. Então, com os espíritos vai ser a mesma coisa. Se o espiritismo estuda os espíritos e eu sei que os espíritos são diferentes, eu parto dessa informação, agora eu vou classificar os espíritos. Mas veja, quando você não tem uma classificação, quando você não tem uma classificação, porque depois que a classificação tá feita bonitinha, é muito fácil, né? Mas o difícil é quando você vai partir e do zero e vai fazer a classificação, porque você precisa fazer uma classificação que abranja todos os espíritos, que não deixe nenhum de fora, porque se se eu fizer uma classificação que fique sobrando algum, é uma classificação ruim, completa. E ao mesmo tempo a classificação tem que ter um sentido, porque a qual é o a o objetivo da

e fora, porque se se eu fizer uma classificação que fique sobrando algum, é uma classificação ruim, completa. E ao mesmo tempo a classificação tem que ter um sentido, porque a qual é o a o objetivo da classificação? Eu classificar e explicar cada grupo. Ora, para eu separar os espíritos por grupos, eu tenho que saber quais características que cada classificação vai ter, porque também se eu não classificar direito, essa essa classificação não serve para nada. Porque se eu pegar um grupo de espíritos, botar na no grupo A, pegar outro grupo de espíritos, colocar no grupo B, pegar mais um grupo de espíritos, colocar no grupo C, mas eu não sei diferenciar direito o A, o B e o C. Veja, não serviu para nada, porque eu digo tal, tal, os espíritos da do grupo A tem tal característica, daí eu olho para B, eles têm também. Bom, então não é uma característica da A. Eu quero saber o que faz aqueles espíritos pertencerem a A. o que faz pertencerem a B ou A C. Veja que até para diferenciar eu tenho que fazer uma diferenciação inteligente e e irracional, né? Eu não posso apontar diferenças e aí você me pergunta: "Qual é a diferença?" "Não sei, pô". Então não tem diferenças. Então não faz nenhum sentido eu separar se eu também não sei classificar cada separação. E aí é muito interessante o caminho que Kardec vai escolher para fazer essa separação, porque aí a gente vai ver a genialidade dele, da teoria espírita, porque ele vai fazer uma excelente classificação. Então, ela vai se basear no quê? Então, atenção, como é que ele vai classificar os espíritos? Agora ele vai dizer, hum, a classificação dos espíritos se baseia no grau de adiantamento deles. Então, conforme o adiantamento dos espíritos, eles vão estar numa classificação. E se a pessoa disse assim: "Tá, mas o que que é esse adiantamento?" Aí ele define nas qualidades que já adquiriram e nas imperfeições que ainda tem que se despojar. Então essa vai ser a classificação de Kardec. Ele pega todos os tipos de speeds e diz: "Bom, quanto mais

í ele define nas qualidades que já adquiriram e nas imperfeições que ainda tem que se despojar. Então essa vai ser a classificação de Kardec. Ele pega todos os tipos de speeds e diz: "Bom, quanto mais qualidades tiver e menos imperfeições tiver, ele vai colocar num grupo, noutro grupo, noutro grupo." Então, a divisão vai ser pelas qualidades e pelas imperfeições, que claro, nós vamos ver o que que são essas qualidades, o que que são essas imperfeições, mas ele já dá uma ideia aqui nas observações preliminares como é que ele escolheu fazer a divisão. Ele conversou com os espíritos e não somente ele. Todas as pessoas daquela época conversaram no mundo inteiro, em todos os continentes, todos as pessoas de todos os graus de conhecimento da escala social, homens, mulheres, crianças, adultos, pessoas que acreditavam, pessoas que não acreditavam, pessoas que tinham religião A, religião B, religião C, pessoas que tinham a uma ideologia política X ou Y. ele. Então, Kardec pega o o fenômeno sendo provocado em todos os contextos possíveis, porque assim eu tenho como avaliar o conjunto inteiro para fazer uma boa classificação. E esse conjunto de diálogos de todas as culturas, de todos os povos, desaguava toda essa documentação no escritório de Kardec. Então ele tinha uma visão absolutamente profunda, madura e um conjunto de dados absolutamente da melhor qualidade para poder fazer a classificação. Porque olha o que que eu tô dizendo. Ele se baseou em fatos, o que já é uma coisa maravilhosa, porque ele não tá se baseando em opiniões nem na dele e nem de outras pessoas. Não são meras opiniões, são fatos, são os fenômenos conversando com os espíritos. E ele tinha o conjunto desses relatos do mundo inteiro, das mais diversas culturas e pessoas e e tudo mais. Então ele tinha um uma riqueza de material que mais ninguém possuía. Então veja como a base do que ele vai fazer é a melhor possível, porque como ele ele tem um ele tem a visão do conjunto, ele vai poder distribuir essa classificação da melhor maneira.

ninguém possuía. Então veja como a base do que ele vai fazer é a melhor possível, porque como ele ele tem um ele tem a visão do conjunto, ele vai poder distribuir essa classificação da melhor maneira. Qualquer pessoa que tenha menos que isso vai vai apresentar uma classificação mais pobre. E como ninguém, nem antes e nem depois de Kardec formulou uma classificação com essa base, por isso que a classificação da escala espírita é a melhor classificação que o homem já fez para identificar os tipos de espíritos. Existem inúmeras classificações, mas eu quero saber quem é que vai me dar a base que Kardec teve, que eu acabei de editar aqui. Eu quero um exemplo, você não vai encontrar. Então ele tinha essa característica de ter uma base de dados que ninguém mais teve, nem antes e nem depois dele. Então, por isso que ele vai ter esse conjunto e vai classificar por eh qualidades e imperfeições. Vou fazer só mais alguns comentários, já passo pro Lauro, pra gente ir esmiuçando o texto. Mas o que que ele vai mostrar? Veja, se você tem um um já uma noção de como é que você vai separar os tipos de espíritos, você tem que começar primeiro. Qualquer divisão é assim, você divide primeiro o o o aquilo que é macro, né? Você pega as características gerais, depois você vai pro detalhe. Qualquer sistema de classificação é assim. Você divide primeiro do do maior pro menor, né? Porque o menor como vai ter eu vou ter o menor em maior número porque são mais detalhes, eu vou deixando para depois. Qualquer coisa que a gente vai fazer é assim, né? Na até na vida a gente faz assim. Até a nossa estrutura social é assim, né? Vejam que a gente tem aí, a gente tem os continentes, a gente tem os países, a gente tem os estados, a gente tem as cidades, a gente tem os bairros, a gente tem as casas. Dentro das casas a gente tem as peças das da casa, aí a gente tem os móveis, aí tem os armários. Aí nota, a gente sempre porque são maneiras de organizar justamente para entender melhor a realidade. Então Kardec vai

s a gente tem as peças das da casa, aí a gente tem os móveis, aí tem os armários. Aí nota, a gente sempre porque são maneiras de organizar justamente para entender melhor a realidade. Então Kardec vai pegar a uma classificação primeiro eh genérica para separar os tipos de espíritos. Por isso que ele diz, essa classificação, aliás, nada tem de absoluta, apenas no seu conjunto. Olha o conjunto, o macro, cada categoria apresenta caráter definido. Então, quando eu olho no conjunto, no na maneira eh eh lata, na no maior, né, no conjunto, no no no macro, eu consigo ver as diferenças. À medida que eu vou me aproximando, eu vou vendo que a diferença de um para outro vai se apagando, vai ficando mais sutil. Não é absoluta, é muito parecido com o mapa, né? Essa, esse exemplo, a analogia do mapa é muito boa, porque você olha o mapa, a gente tem o desenho, o deseninho de cada país e cada estado, né? Mas se você for se aproximando, hoje em dia a gente já pode fazer isso com com os os mapas que a gente tem na internet, né? Se você vai aproximando, aquela linha que era bem definida, ela vai ficando cada vez mais indefinida, né? Até que chega o ponto que você não sabe dizer onde é que é um ponto, onde é que é outro, né? Pega a divisa de um estado pro outro, né? De um país pro outro, né? Aí o ser humano tem que criar algumas demarcações imaginárias para poder dizer: "Ó, aqui começa um, aqui começa outro". Porque se você não criar isso, você não sabe definir. É muito, quem quem já já estudou o mapa sabe disso, né? O mapa é um bom exemplo. A gente não sabe definir ali, vai para uma fronteira de um país. Aí tem que ter uma placa, uma rua, um muro, alguma coisa para definir, porque aquela linha que era muito bem traçada no mapa ali, ela vai se apagando, né? Ele dá o exemplo aqui eh da transição, né, do da natureza, dos reinos da natureza ou das cores do arco-íris. São outros exemplos muito bons. Se eu olho pro arco-íris, eu consigo definir as cores, né? Agora, se eu vou aproximar e ver onde é que começa um, onde é que

inos da natureza ou das cores do arco-íris. São outros exemplos muito bons. Se eu olho pro arco-íris, eu consigo definir as cores, né? Agora, se eu vou aproximar e ver onde é que começa um, onde é que começa outro, a mesma coisa são os períodos da vida do homem, né? A gente consegue, a gente percebe facilmente que tem o bebê, tem a criança, tem o adolescente, tem o adulto, tem o idoso. A gente sabe perfeitamente que essas fases existem. Agora vai na sutileza ali. Qual foi o dia, a hora que a pessoa deixou de ser criança e passou a ser adolescente? É só no conjunto que a gente consegue ver agora o dia, a hora específica que começou um e terminou outro, a gente não sabe, né? Porque a gente só nota que aconteceu a mudança. Então, esses exemplos estão deixando muito claro. Mas veja, eu posso eu posso classificar, mesmo que ela não seja absoluta. O que que é uma classificação absoluta? É justamente se eu pudesse demarcar com a perfeita exatidão, onde é que começa um, onde é que termina outra. Aí seria absoluta. Mas que que ele tá dizendo que não é absoluta? É que no detalhe a f na zona de fronteira fica difícil, mas olhando do conjunto eu consigo. E essa esse conseguir no conjunto é importantíssimo. Ele já ele já serve e já ajuda. Como essas classificações que as outras ciências também têm. Vejam que as outras ciências é a mesma coisa. Se você tentar demarcar uma um algo absoluto também não funciona. Mas veja, não é porque não dá para fazer uma classificação absoluta que eu não possa fazer alguma classificação e que não seja extremamente útil. Então, vejam a beleza de Kardec mostrando como ele fez, no que ele se baseou, mas ele já mostra também as limitações. Mas mostrar as limitações, atenção, mostrar limitações não significa que não seja possível, não seja útil a classificação, que é isso que hoje as pessoas muitas vezes confundem, a limitação de algo com a impossibilidade de algo. Muito cuidado que isso é um erro filosófico que muitas pessoas têm cometido, porque elas as pessoas desconhecem um

as pessoas muitas vezes confundem, a limitação de algo com a impossibilidade de algo. Muito cuidado que isso é um erro filosófico que muitas pessoas têm cometido, porque elas as pessoas desconhecem um pouco dessas questões que Kardec tá explicando aqui. Não é porque uma ciência não consegue explicar tudo que aquilo que ela explica não seja absolutamente útil e faça eu distinguir aquilo de uma teoria ruim. Então, muito cuidado com o relativismo que a gente vive hoje, né? Os relativistas, eles tentam tirar o valor de qualquer coisa, porque como eu não consigo fazer nada absoluto, o relativista diz: "Viu?" Então, se eu não consigo fazer nada absoluto, então nada serve. Muito cuidado com esse pensamento que ele é falso. Nenhuma ciência consegue explicar tudo. Nenhuma ciência consegue ser absoluta em nada. Mas eu preciso muito das ciências, porque sem elas é pior. O relativismo tenta dizer que nada vale, porque aí eu entro numa confusão em que eu nenhuma teoria tem importância, nenhuma teoria tem valor e logo não há regra para nada, nem do ponto de vista do conhecimento, nem da moral, que é o que os relativistas querem paraa sociedade. E aí a gente entra no que a gente tá vivendo hoje, que é um caos, que as pessoas não conseguem ter noção da verdade. Por quê? Porque se relativizou tudo. Então, e Kardeculo XIX. Veja que ele tá mostrando como foi feito as limitações e ele ainda vai mostrar para concluir o parágrafo, que essas limitações foram usadas por alguns críticos para justamente para dizer: "Olha, os espíritos tentaram classificar e não não foi uma uma classificação exata. E Kardec tá dizendo: "Bom, mas não precisa ser exato. Nem pode ser, mas é extremamente útil. Assim como não é exata em nenhuma ciência. Mas claro que ela não é porque ela não é exata, que ela não tem que ser racional, bem classificada, bem definida. Percebe a diferença? E é por isso que a dele é muito bem feita, mas ele deixa claro todos os pontos, como foi feita, a utilidade que tem, a importância que tem, a limitação

classificada, bem definida. Percebe a diferença? E é por isso que a dele é muito bem feita, mas ele deixa claro todos os pontos, como foi feita, a utilidade que tem, a importância que tem, a limitação que tem, todos os pontos Kardec ataca, mostrando que ele é um excelente teórico. Passo para tirar. Eh, eh, bom, Michel, acho que até aqui ficou bem claro, né, a a o que que a Careca apresenta até aqui sobre a questão da classificação e e que vai entrar aqui na questão das classes também, mas o o que me fez refletir também foi, bom, se chega essas comunicações de todas as partes do mundo e converge tudo num único local, o lugar que era, como você bem colocou, escritório de Kardec. Bom, eh, para que ele faça essa classificação, ele tem que ler tudo, né? Ele não vai simplesmente só ali na na no no início de uma leitura já definir, não, esse espírito aqui está nessa nessa nessa naquela classificação. Então é um trabalho de fôlego, de esforço, né, para poder eh eh fazer essa essa essa classificação, essas separações, né? E talvez, né, eu poderia dizer que quando a gente fala quantificador, muit das vezes a gente desconhece isso, né? Que para se montar uma escala espírita como essa que nós estamos aqui estudando, primeiro houve um trabalho por trás de Kardecer, né, tudo que chegou para ele e ir classificando à medida em que ele foi concluío a leitura. Aí a gente também consegue aqui compreender que ele por esse motivo dormir pouco, né? Eh, porque é muito trabalho e, né, uma pessoa só vai fazer tudo isso. Mas esse aqui foi um ponto que me chamou a atenção, Michel. >> Exato. O isso que tu coloca engrandece ainda mais Kardec. É isso que as pessoas hoje têm muita dificuldade de entender, porque as pessoas dizem assim: "Ah, mas a doutrina é dos espíritos". Mas o problema é que, bom, se eu tenho agora centenas, milhares de comunicações dos espíritos, o que que eu faço com elas? Como é que eu classifico? Como é que eu separo? Como é que eu sei o que é verdadeiro? Como é que eu sei o que é

enho agora centenas, milhares de comunicações dos espíritos, o que que eu faço com elas? Como é que eu classifico? Como é que eu separo? Como é que eu sei o que é verdadeiro? Como é que eu sei o que é falso, como é que eu organizo tudo isso? Então, a pessoa que que tenta diminuir a importância de Kardec, porque ela diz que a doutrina é dos espíritos, ela não percebeu uma coisa que eu bato sempre na tecla, que a doutrina é dos espíritos, só que o que Kardec fez é muito mais difícil. A parte que cabia a Kardec era a mais difícil, por isso ele tem mais mérito, porque os espíritos de tá comunicações ou se comunicar com os homens, eles sempre fizeram em todas as épocas da humanidade e depois de Kardec também. E por que que a gente não teve a mesma qualidade de de um corpo teórico? Por causa de Kardec. Você imagina o o Laurito desenhou bem a situação, pega a gente, ser humano normal, receber milhares de comunicações. Como é que tu tira disso uma teoria simples que não se contradiz, que explica todo o conjunto de fenômenos e de um caos que eu não tenho nada, sai uma doutrina limpinha, límpida, clara, racional, lógica, simples, mas que dá conta de explicar todos os casos. Isso é mérito de quem? de Kardec. Ele conseguiu disso, desse caos de informações, fazer uma ciência e dar conta de explicar e de explicar reforço de novo, de maneira simples, porque mesmo que ele tivesse explicado de maneira difícil, já teria mérito, porque ele propôs uma explicação, mas além de propor uma explicação, ele conseguiu fazer isso de maneira simples e não deixou nada de fora. Isso é é impressionante isso para as pessoas acharem que não, isso aí é só o trabalho de Kardecar. É a parte mais difícil. Por isso que eu digo de novo, é a por isso que tem mais mérito, por isso que ele tem que ser eh eh louvado, seguido. Por isso que a gente tem que ter gratidão, porque ele conseguiu justamente e não é fácil. Agora que a gente tem prontinho aí é parece fácil, né? Mas tenta fazer um sem Kardec. Tá? Tem um exemplo, eu tenho um

o que a gente tem que ter gratidão, porque ele conseguiu justamente e não é fácil. Agora que a gente tem prontinho aí é parece fácil, né? Mas tenta fazer um sem Kardec. Tá? Tem um exemplo, eu tenho um exemplo que mostra isso. Basta você ver todos os que tentaram fazer algo sem Kardecis dele não conseguiram fazer o que ele fez aqui. Cada dia, cada mês, cada ano que passa, eu vou recebendo das pessoas livros, teorias sobre os espíritos e eu vou dizendo: "Meu Deus, não conseguem fazer o que esse homem fez. sempre falta alguma coisa, sempre tem uma contradição ou repetem o que ele já disse e não com a mesma qualidade, o que demonstra pelos fatos, pelas obras, a grandiosidade dele. E vê que ele comenta isso, ele diz ali, né? Eh, assim, é natural que, inquirido sobre esse ponto, hajam os espíritos divergido quanto ao número das categorias, sem que isso tenha nenhuma consequência. Entretanto, não faltou, olha só, não faltou quem se agarrasse a esta contradição aparente, sem refletir que os espíritos nenhuma importância ligam o que é o puramente convencional. Para eles o pensamento é tudo. Deixam-nos, olha essa informação final do parágrafo. Deixam-nos a nós a forma, a escolha dos termos, as classificações. Olha, competia a ao homem fazer isso. E quem foi o homem que melhor fez isso? Kardec. Aí, se eu já tenho um homem que fez isso, para que que a gente vai inventar outra pior, de menos qualidade? Em todas as invenções e descobertas da humanidade. Todas, Lauro, só se trocou quando alguém apresentou uma coisa melhor. Eu não troco por algo pior. É por isso que hoje se eu chegar para para alguém com um smartphone ou com uma máquina de escrever, qual que a pessoa vai preferir? Se eu chegar para alguém com um carro ou chegar para alguém com uma carruagem puxada a cavalo, qual que a pessoa vai preferir? Porque a gente vai trocando por aquilo que é melhor. Quando você tem o melhor, você não troca. Então, como diz Kardec, cabia aos homens a tarefa de pegar o que os espíritos disseram e classificar,

ir? Porque a gente vai trocando por aquilo que é melhor. Quando você tem o melhor, você não troca. Então, como diz Kardec, cabia aos homens a tarefa de pegar o que os espíritos disseram e classificar, organizar, escolher os termos, fazer as classificações da forma. Mas esse é o trabalho mais difícil e que ele fez, que a gente devia fazer o quê? Partir do que ele fez para estudar os speeds ou para aprimorar. A gente nem estudou e nem aprimorou. E aí o pessoal que tenta aprimorar é um desastre. Eu comentei na outra, no nosso estudo de quarta passada, né? Recebo vídeo das vídeos das pessoas que criticam Kardec. Várias pessoas me mandam: "Olha aqui esse vídeo fulano falando de Kardec. Eu vejo todos porque eu tenho muita curiosidade de de ver as pessoas que tentam desmontar Kardec. Todos os vídeos que eu recebi até hoje, ninguém ao menos leu Kardeco. Todos os críticos que eu conheci até hoje de Kardec, e eu já faço isso há alguns anos, nem leram Kardec, mas eles vêm erro em Kardec e querem mudar Kardec, seja de dentro do movimento espírita ou de fora. Toda vez que eu vejo eu paro, eu faço questão. Aí eu começo a ver a pessoa falando 2 minutos, 5 minutos, 10 minutos, eu já sei que ela não leu Kardec. Ou ela é mal intencionada. Se ela leu e tá falando as bobagens que ela tá falando, ela é mau caráter. Aí não vale, né? que ela tá mentindo, porque a pessoa critica coisas em Kardec. Kardec não disse, ou ela acrescenta coisas que Kardec não disse, ou então a novidade que ela apresenta não tá em Kardec, aliás, já tá em Há muitos teóricos, tem gente agora tu virou uma moda assim, tem gente que me manda assim, contribuições pós Kardec, que aí veja, não é alguém criticando Kardec, é alguém dizendo que depois dele alguém fez alguma coisa, algum texto alguma coisa que contribuiu, algo que Kardec não disse e que a pessoa trouxe de novo, que serviu, ajudou. A mesma coisa eu paro para prestar atenção. Aí às vezes o pessoal me manda textos, né? Aí eu vou ver já tá em Kardec. Aquilo que a pessoa acha lindo já tá lá

pessoa trouxe de novo, que serviu, ajudou. A mesma coisa eu paro para prestar atenção. Aí às vezes o pessoal me manda textos, né? Aí eu vou ver já tá em Kardec. Aquilo que a pessoa acha lindo já tá lá em Kardec. Ele disse antes, ele disse primeiro. Então não é novo. Ou então ela diz que é algo novo, você vai ver é algo novo, mas é contraditório, é pior, não tem base, não tem argumentação, não tem fundamento. E ele mostra aqui, né, ouve as pessoas tentando dizer: "Ih, esses espíritos aí, eles não estão dizendo tudo a mesma coisa. Tem uma divergência. Kardec t dizer, bom, mas isso não muda nada na classificação. O que que ele vai mostrar? Agora vem a importância. Eu, embora a a escala seja tenha seus limites, como qualquer escala de qualquer ciência, isso sempre tem que ser dito, qualquer escala, qualquer classificação de qualquer ciência tem as mesmas características. Por isso que ele faz questão de citar aqui as outras ciências, porque isso é a limitação das classificações. Ele mostra, mas agora ele ele mostra também o lado positivo das classificações. Veja que ele diz o seguinte: "No conjunto eu tenho as diferenças. O que eu não vou ter diferenças é nas chamadas classes. Por isso que ele diz, ó, apenas no seu conjunto, cada categoria apresenta caráter definido. Então, no ponto de vista do conjunto, eu tenho um caráter definido, que nem a gente vai ver. Esse conjunto é o que ele vai chamar de ordens. As ordens, sim, uma ordem para outra tem diferenças claras que ele vai falar quais são. Agora as classes, que são os matizes, os detalhes, essas se confundem. Daí ele diz assim: "De um grau a outro a transição, quero pegar a frase que ele diz da da a ali, ó, podem pois formar-se maior ou menor número de classes, conforme o ponto de vista de onde se considera a questão." A gente vai ver isso. Ele vai apresentar três ordens e essa sim, uma ordem é diferente da outra. As classes vão estar dentro de cada ordem. Então, na terceira ordem eu vou ter cinco classes. Na segunda ordem eu vou ter quatro

vai apresentar três ordens e essa sim, uma ordem é diferente da outra. As classes vão estar dentro de cada ordem. Então, na terceira ordem eu vou ter cinco classes. Na segunda ordem eu vou ter quatro classes e na primeira ordem eu vou ter uma classe. No total são 10 classes e três ordens. As classes entre si, elas se confundem. Eu posso ter um espírito que tenha características um pouquinho de uma, um pouquinho de outra, porque é o detalhe que ele tá falando. Agora, o conjunto, que são as ordens, aí as diferenças são bem definidas, como a gente vai ver e já viu um pouco nos estudos passados, né? A gente vai voltar a ver. Então, vejam ele fundamentando baseado na ciência o que ele tá fazendo. Kardec não tá inventando, especulando, não tá se baseando em livros sagrados, não tá se baseando na Bíblia, ele tá se baseando em fenômenos, em fatos e um conjunto deles. Porque agora tem outra moda também que eu tenho acompanhado aí do pessoal dizer que Kardec aceitava a comunicação se o espírito fosse europeu. Isso é de uma mentira. É de uma mentira do pior mau caratismo que existe no ser humano. Que as pessoas querem atacar Kardec mentindo como se Kardec só tivesse pegado ali o o escolh essas mensagens pelo país ou pelo continente. Isso é mentira. Kardec analisou o conjunto de comunicações do mundo inteiro e ele prova isso na revista espírita o tempo todo, pegando jornais e comunicações de todos os cantos. Vai ter vai ter comunicação até aqui da América do Sul. Vai ter da África, vai ter dos Estados Unidos, vai ter do do dos orientais. vai ter da Europa. E ele vai mostrar porque o o a teoria dele justamente porque que ela é a mais completa, porque ele analisou esse conjunto. Ele não teve nenhum preconceito de religião, de classe social, não teve, que é o que tentam imputar nele agora, que é mentira. E não é uma mentira difícil de saber que é mentira, é só ler. Ontem mesmo eu vi um vídeo da da moça falando isso, que Kardecitismo só com os espíritos europeus. Isso é mentira.

e agora, que é mentira. E não é uma mentira difícil de saber que é mentira, é só ler. Ontem mesmo eu vi um vídeo da da moça falando isso, que Kardecitismo só com os espíritos europeus. Isso é mentira. Como se a classificação dele fosse por país ou continente. Vocês estão vendo aqui ele dizendo: "Eu me baseei no adiantamento deles". Não interessa da da onde veio a comunicação. Ele não vai se basear no lugar, ele vai se basear nas ideias que refletem as qualidades e as imperfeições. A gente vai ver isso tanto aqui na escala espírita, que aqui é a escala pronta, mas aquela pessoa mais exigente teoricamente que quer ver essa base de dados que ele se baseou, é só ler as 12 revistas espíritas. Porque lá ele coloca da onde veio, ele faz Kardec tinha um registro histórico, ele coloca da onde veio, ele aponta os jornais que ele usou. Aliás, é um trabalho que o o pessoal do Cosmo tá fazendo, que é importantíssimo. Toda vez que Kardec cita um jornal, uma revista, alguma coisa, eles vão buscar o documento original da época para colocar lá no Cardec, porque assim a gente tá recuperando a base que Kardec usou e mostrando que ela é verdadeira e mostrando que ela é a melhor e mostrando que ele era ético, que ele não era preconceituoso, como hoje tentam, porque como as pessoas não podem eh vencer a argumentação de Kardec, porque é a melhor. Elas tentam fazer o quê? Mentir sobre o lerem. Na falta de argumentos, as pessoas mentem sobre o caráter dele, colocando ele como preconceituoso, como uma pessoa terrível, porque claro, daí a pessoa é o argumento do espantalho, a pessoa não quer nem ler, né? Porque se lê vai ver que a a pessoa mentiu sobre ele e o argumento dele é melhor, mais completo, mais bem construído, fundamental. Então isso é muito importante. Passo para ti mais uma vez. >> Bom, eh, você levantou uma série de de problemas atuais para tentar tentarem analisar Kardec, né, ou os escritos aí, tudo aquilo que deixou, tá? O primeiro ponto, Michel, até aqui, que talvez as pessoas precisavam levar

tou uma série de de problemas atuais para tentar tentarem analisar Kardec, né, ou os escritos aí, tudo aquilo que deixou, tá? O primeiro ponto, Michel, até aqui, que talvez as pessoas precisavam levar em consideração, é o grau de inteligência daquele espírito encarnado na personalidade de Allan Cader. Somente para uma obra desse tamanho, né, desse desse valor, não poderia vir um espírito que pudesse fazer mais ou menos. que vir um espírito que faz o que Kar fez, né? Foi o que ele fez. Então, se as pessoas pararem para pensar, falar: "Olha, tem alguém encarnado atualmente que tem uma inteligência tão desenvolvida quanto a de Karc?" Se a pessoa for racionar, ela vai dizer: "Olha, não, não tem, né, pelo pelo o que a própria pessoa apresenta como como contra argumentos tentando combater ou se dizendo espírita, dizendo que evoluiu a doutrina, que tem, né, novas revelações a se fazer, basta que a pessoa olhe o que ela tem a apresentar, assim, hum, tá muito distante. daquilo que Kardec, né, faria de forma eh tão tão perfeita. E por que que eu tô dizendo isso? Porque veja, eh, quando você tem em mãos, como já foi dito, milhares e milhares de comunicações chegando do mundo inteiro, uma pessoa para ler e logo definir ou conseguir identificar qual é o grau de adiantamento desse espírito, qual o grau de inteligência, de moralidade. Olha, Michel, pessoal, eu eu digo para vocês, não é qualquer pessoa, porque veja, eh eh basta basta que a gente a lei a revista espírita, a gente vai ver Kardec fazendo, trazendo argumentos, contraargumentos de espíritos que se comunicam, de correspondentes, de detratores, Kardec mostrando argumentos de forma muito clara, objetiva, sem ficar ali fazendo rodeios. né? Então, eh, esse esse é o ponto que as pessoas iriam primeiro pensar. Será que Deus, a inteligência suprema do universo, legaria uma missão a um espírito que não teria uma capacidade, uma inteligência elevada a ponto da gente não conseguir entender o que é esse grau de inteligência? E aí chega alguém e diz assim: "Não,

legaria uma missão a um espírito que não teria uma capacidade, uma inteligência elevada a ponto da gente não conseguir entender o que é esse grau de inteligência? E aí chega alguém e diz assim: "Não, Kardec errou. Não, Kardec era racista, preconceituoso." É só as pessoas usar um pouquinho dessa lógica. Ela é pobre. Eu sei que ela pode parecer pobre, mas as pessoas não usam. Michel, >> é, o problema é o seguinte. A pessoa, ela não precisa, antes de conhecer, formar uma opinião. Isso é louvável. A eh é é respeitável. Então, por exemplo, a pessoa não conhece a obra, ela ela não ela não ela não precisa rasgar elogios ou ter a crença. Agora, se você não tem a capacidade de justamente a eh se convencer daquilo ou elogiar aquilo porque você não estudou aquilo de maneira profunda e completa, OK? Mas a mesma lógica serve se você for falar mal. Porque se você não vai elogiar e nem seguir aquele autor porque você diz que não o conhece suficientemente, você também não pode atacá-lo, criticá-lo. Eu não posso fazer uma crítica a um autor se eu não o conheço de maneira completa. Isso é o básico da lógica da crítica. Eu não posso criticar o que eu desconheço. E é isso que as pessoas fazem. Elas criticam. Aí você vai ver que ela tá criticando. Ela não leu, ela não, ela não estudou. Hoje os grandes críticos da doutrina espírita, por exemplo, no Brasil, que a gente acompanha aí nos podcasts, o o que que é a pessoa crítica à obra de Kardec? a gente vê que é uma pessoa que frequentou o movimento espírita. Então, ela conhece o espiritismo pelo movimento espírita. Bom, mas aí criticar o movimento espírita, se a pessoa tiver inteligência, até uma criança de 4 anos critica o movimento espírita. Aí é fácil porque o movimento espírita não tem o menor sentido, mas é que o movimento espírita não representa a obra de Kardec, infelizmente, mas não representa. Então ela aprendeu de ouvir dizer, bom, mas se ela fosse uma boa crítica, eu não posso aprender de ouvir dizer e me tornar um crítico daquela doutrina.

bra de Kardec, infelizmente, mas não representa. Então ela aprendeu de ouvir dizer, bom, mas se ela fosse uma boa crítica, eu não posso aprender de ouvir dizer e me tornar um crítico daquela doutrina. Eu sou um crítico da física. Ah, mas você, qual é o seu doutorado em física? Não, não, eu não fiz nem a a graduação. A pessoa vai rir, mas as pessoas fazem isso com espiritismo. Eu eu acompanhei agora. Às vezes la vez eu acho que é deboche, não pode ser sério. Eu acompanhei agora porque porque o algoritmo é assim, né? Quanto mais a gente pesquisa, mais ele mostra. Então tinha um uma página na rede social que se chama o cardecista. O nome da página é o cardecista. Ele não fala em Kardec. Ele não fala em Kardec na página que se chama o Cardecista. O que que eu vou dizer? Sabe que ela tem uma uma frase não sei se as da onde essa onde são essas expressões, né? Mas o que que eu vou dizer lá em casa? É aquela frase que a gente diz: "O que que eu vou dizer 2025 agosto para uma pessoa que tem uma página que se chama o car?" Não é nem o espiritismo, porque aí a pessoa pode pegar a palavra espiritismo, ela pode eh chamar de outras coisas, que já é uma coisa antiética, mas tudo bem, né? Mas é o cardecista e ele não fala em card. Às vezes eu acho que é deboche e a gente tá falando de alguém que é a favor, que diz é a favor, não é uma página para criticar, mas nem os a favor tão estudando. A pessoa não estuda. E como é que ela vai falar? Ou então tem aqueles que aí é o pior caso, que elas mentem para criticar Kardec e elas mentem dizendo algo que Kardec não disse, que aí é o pior caso, porque aí eu digo algo que o autor não disse para eu ter razão, mas o autor não disse aquilo. E no caso do espiritismo, isso é muito eh eh é muito fácil em Kardec, porque ele deixou as obras, né? Então é uma coisa assim para eu saber o que que a doutrina cardequiana pensa. Tem as obras, tem muita coisa hoje que a gente quer saber a resposta e tu não sabe a referência, né? No caso de Kardec tem as obras,

a coisa assim para eu saber o que que a doutrina cardequiana pensa. Tem as obras, tem muita coisa hoje que a gente quer saber a resposta e tu não sabe a referência, né? No caso de Kardec tem as obras, prontinho ali de graça para ler. Mas as pessoas não leem, mas elas estão falando sobre o assunto, né? Ou tão falando mal. Então são maus críticos. São críticos que não têm credibilidade. Porque de novo, repito, aliás, Kardec dizia isso, a pessoa não precisa concordar com Kardec, mas ela tem que ser honesta na crítica. Por exemplo, ah, por exemplo, o meu projeto, eu tenho um projeto em que eu faço uma análise crítica à obra do André Luiz. Tá lá no Cardecube, nosso lar segundo espiritismo. Tem já 52 vídeos lá, que é a introdução, tá? A introdução tem 52 vídeos, tá? Logo logo vai sair o próximo que é o primeiro que analisa a obra em si. Mas veja, para eu fazer a crítica à obra, algumas coisas eu tive que fazer. Primeiro, eu tenho que conhecer muito bem a obra do André Luiz para criticar ele. Eu não posso só ter visto o filme e dizer: "Vou criticar André Luiz". Até porque o filme eh o filme não é fiel à obra. O André Luiz, ele conseguiu o trunfo de ser ruim no cinema e nos livros. Um não é igual ao outro, ele conseguiu ser ruim nos dois. Mas eu tive que tive e continuo estudando diariamente a obra do André Luiz e diariamente a obra de Kardec para comparar e fazer a crítica. E ainda assim depois que terminar o projeto, eu vou abrir espaço para quem tente defender uma tese e derrubar alguma fala do que eu falei em todo o projeto. Isso vai ser aberto publicamente. A pessoa pode se inscrever. Olha, eu quero uma hora do canal do Michel para eu falar contra o que ele falou. Vai ter esse espaço lá no final. Então eu ainda deixo o espaço para contraargumentação e ainda depois vou transformar isso num documento escrito, num livro, que também o livro é é uma maneira mais fácil de ser criticado. A pessoa pode ler e escrever um artigo ou um outro livro criticando e eu ainda vou mostrar.

ormar isso num documento escrito, num livro, que também o livro é é uma maneira mais fácil de ser criticado. A pessoa pode ler e escrever um artigo ou um outro livro criticando e eu ainda vou mostrar. E aí o que que vai fazer o telespectador, o leitor? Ele vai ver todos os meus vídeos e comparar com o que a pessoa que defende tá falando. Assim se faz uma crítica, porque é assim que Kardec fazia. Kardec apresentava tese espírita e na íntegra ele apresentava o texto daquele que tava criticando o espiritismo. Isso é uma crítica séria que a gente tem que aprender com ele como é que se vai. Agora, falar do que não conhece e não dar espaço pro para para ser debatido e rebatidas as teses, aí é muito fácil ter razão, né, dessa maneira, Lauro. >> Sim, sim. Aí quando eu digo que eh a pessoa que faz críticas a Kardec, né, e são pessoas dentro do movimento espírita ou entre aspas que se dizem espíritas, é porque de fato não fez essa análise. E aqui o Cláudio, né, eh, dentro da sua fala, ele tá lembrando aqui do caso Pondé, que vai fazer críticas ao espiritismo se baseando em qual obra? Justamente nessa que o Michel tá analisando, que é o nosso ato, né? Agora veja, eh, o poder foi de todo honesto, não sei, mas ele faltou realmente pelo menos procurar saber o que é o espiritismo ou se o que ele estava tratando ali era realmente espiritismo, né? Bom, o Luciano vai dizer assim, ó, lembrando que o o anjo o anjo guardião de Kardec era o próprio Cristo, né? Então, vejam que a gente tenta construir aqui uma lógica e aí aí a gente precisa da escala espírita. O o que é o que o que foi Jesus, né? Ou o que é aquele espírito que que que encarnou na personalidade de Jesus, o espírito puro, segundo a teoria espírita. Ora, então, se nós temos um anjo de guarda ou um espírito familiar, né, de alguém, um espírito puro que é anjo, é é um espírito familiar de alguém que encarnou com uma missão aqui, esse alguém ele não é pouca coisa, né? Então, são esse tipo de de reflexões que eu fico fazendo, né? Eh, dentro de dentro

e é anjo, é é um espírito familiar de alguém que encarnou com uma missão aqui, esse alguém ele não é pouca coisa, né? Então, são esse tipo de de reflexões que eu fico fazendo, né? Eh, dentro de dentro de tudo isso que o Michel apresentou. Agora criticar por criticar, isso aí é o que mais tinha, é o que mais Kardecu, começando nos púlpitos, os materialistas, eh o os ateus, enfim, Kardec, ele dialogou com todos, argumentou com todos e se saiu bem, né? Na verdade, ele muitos espíritos ele discordou, ele discordou como a gente tem falado. Então veja que o papel do de Kardecante, o papel de quem realmente sabia o que estava fazendo, né? Acho que era isso que eu que eu queria eh apresentar. Olha, Michel, pessoal, são esses comentários aqui do Luciano e do Cláudio. Passo para você, mano. >> É isso aí. Eh, segunda que vem a gente vai pegar o segundo parágrafo do desse item para continuar, né, vendo essa fundamentação da escala espírita que Kardec fez junto com os espíritos, né, segunda que vem, então, o pessoal que estejam aqui conosco às 20 horas para que a gente continue. E já da minha parte eu quero agradecer, quero agradecer o Lauro, a todos que aqui estiveram e participaram e que nos assistiram. Lembrem de curtir o vídeo, de seguir o canal, de procurar pelo KardectTube também no YouTube, nas demais redes sociais para seguir, que a gente tá sempre com conteúdo diário lá e tirando dúvidas, né? Uma boa semana a todos. Qu, amanhã tem o estudo do Lauro, né? E quarta a gente tá junto de novo aí no Kardec Tube daí no meu canal para continuar o estudo do que é o espiritismo. >> É isso aí. às 20:30, quarta-feira, tá no no Kardec Clube e amanhã às 20 horas o estudo da revista Espírita. E e e quero lembrar aqui, pessoal, que essa escala espírita, esse estudo que nós estamos fazendo aqui, eh vai ter uma uma playlist, eu acredito que o Michel deva fazer o mesmo. Eh, você vai procurar uma playlist onde vai estar somente esse estudo. Se você falar assim: "Ah, eu quero estudar somente a

i, eh vai ter uma uma playlist, eu acredito que o Michel deva fazer o mesmo. Eh, você vai procurar uma playlist onde vai estar somente esse estudo. Se você falar assim: "Ah, eu quero estudar somente a escala espírita", você vai encontrar a playlist de forma organizadinha e sequenciada para você fazer esse estudo, tá? da gente tentando facilitar o máximo para aquele que realmente queira estudar espiritivo. Michel, obrigado. Obrigado pessoal, obrigado por vocês estar nos assistindo e vamos continuar juntos estudando card. Abraço a todos. Olá, pessoal. Boa noite. Sejam bem-vindos para o nosso estudo de O livro dos Espíritos. Nós estamos na parte segunda do mundo espírita ou mundo dos espíritos no capítulo primeiro dos espíritos. Iniciamos na semana passada o item 100, a escala espírita. Então essa é a parte segunda desse estudo do item 100, que ainda vai vai ainda demorar um bom tempo, um bom tempo para sairmos da escala espírita, né? Eh, quero pedir aqui o seu apoio, se inscrevendo em nossos canais, o canal o CADECTubel, esse o da CADEC e curtir, comentar, compartilhar, participar dos estudos, divulgar os nossos conteúdos, tá bom pessoal? Conto, contamos aí com o apoio de vocês. Michel, boa noite. Passo para você, meu amigo. >> Boa noite, Lauro. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo da obra de Kardec, o livro dos espíritos. Nós estamos aí no estudo 66, como disse o Lauro, estudando o item 100 do livro dos espíritos, que nós iniciamos na semana passada e hoje a gente vai prosseguir, né, esse esses itens que são tão importantes, porque são itens que tratam da escala espírita, que é um tema de fundamental importância para entender toda a teoria espírita. Então, eh, muito importante que todos prestem atenção, anotem os conceitos, revejam os aos os vídeos e questionem no chat. O chat é a maneira da pessoa participar e poder tirar suas dúvidas e nos ajuda também a ver o que está sendo entendido, que ainda ficou dúvidas. Isso é muito importante. E reafirmar mais uma

no chat. O chat é a maneira da pessoa participar e poder tirar suas dúvidas e nos ajuda também a ver o que está sendo entendido, que ainda ficou dúvidas. Isso é muito importante. E reafirmar mais uma vez também, como disse o Lauro, para que todos curtam aí a o vídeo, se inscrevam no canal, quem não se inscreveu aqui, o canal do Lauro Estudar Kardec, também o canal Kardec Tube. Pesquisem os nossos canais nas demais redes sociais, a gente coloca conteúdo diário lá. Então, a gente tá no ex, que é o o antigo Twitter, a gente tá no TikTok, a gente tá no Instagram, então a gente tá sempre compartilhando os conteúdos lá para que todos tenham acesso e vendendo o nosso peixe. Lembrando, a gente tem feito um estudo aqui analisado a escala espírita e de uma maneira que poucas vezes eu vi, eu que acompanho aí os os canais, as pessoas se preocupando em entrar em tantos detalhes, né? Então, a gente tem se dedicado muito a isso. Evidentemente que a gente não esgota o o item, mas a gente tem se dedicado para tentar tirar o máximo que a gente pode para compartilhar com todos, porque esse estudo é muito importante. Então, que a gente tenha um ótimo estudo. >> É isso aí. Vamos dar prosseguimento então ao texto. Vamos lá. >> Isso aí. Então, lembrando que o que que a gente viu semana passada, o item 100 é onde Kardec vai fundamentar a escala espírita. É, o que que é fundamentar? É mostrar como foi feito. E a gente mostrou na semana passada que mostrar como algo foi feito é tão mais importante, tão tão quanto importante do que mostrar a coisa em si. Porque a base em que a coisa é construída, ela dá força paraa coisa. Então, tudo aquilo que eu apresento em forma de teoria, ela ganha força quando a gente mostra o fundamento, em que bases aquilo que a teoria está afirmando se baseia, que método foi utilizado, que dados foram utilizados, que fatos foram utilizados. Então, Kardec procura mostrar aqui na na nesse item 100 exatamente isso, mostrando que essa escala espírita que ele vai apresentar aqui não foi uma

dados foram utilizados, que fatos foram utilizados. Então, Kardec procura mostrar aqui na na nesse item 100 exatamente isso, mostrando que essa escala espírita que ele vai apresentar aqui não foi uma coisa feita ao acaso ou simplesmente dentro de certas limitações, não. se trata de uma excelente escala, de uma excelente teoria feita baseada em fatos e que procura de uma maneira coerente e muito bem feita, logicamente, eh ela foi feita de uma maneira muito rica. Então é uma é a melhor classificação dos espíritos que a gente poderia ter, porque ela foi feita da melhor maneira. Ou seja, Kardec usou a observação dos fatos e o uso da razão para classificar os espíritos. E essa classificação, ela foi feita de uma forma muito detalhada e que não possui contradições e não deixa escapar nada. Então é uma excelente classificação. Então uma vez que os espíritos existem e eles são diferentes, Kardec propôs então uma classificação desses tipos de espíritos pra gente saber eh classificar os espíritos toda vez que eles se manifestarem e até mesmo pra gente saber se aonde a gente se encontra nessa classificação, já que nós somos espíritas. Então é muito importante esse item 100. E ele vai prosseguir então o texto, é aqui é o segundo parágrafo. Aqueles que não viram o primeiro parágrafo, assistam o vídeo 65 da semana passada. Mas então ele continua, agora é Kardec falando, façamos ainda uma consideração que se não deve jamais perder de vista a de que entre os espíritos, do mesmo modo de que entre os homens, há os muito ignorantes, de maneira que nunca serão demais as cautelas que se tomem contra a tendência a crer que por serem espíritos, todos devam saber tudo. Toda classificação exige método análise e conhecimento aprofundado do assunto. Ora, no mundo dos espíritos, os que possuem limitados conhecimentos são como os ignorantes desse mundo, inaptos a apreender um conjunto, a formular um sistema. Só muito imperfeitamente percebem ou compreendem uma classificação qualquer. Consideram da primeira ordem todos os

mo os ignorantes desse mundo, inaptos a apreender um conjunto, a formular um sistema. Só muito imperfeitamente percebem ou compreendem uma classificação qualquer. Consideram da primeira ordem todos os espíritos que lhe são superiores por não poderem apreciar as gradações de saber, de capacidade e de moralidade que os distinguem, como sucede entre nós a um homem culto em relação aos civilizados. Mesmoos que sejam capazes de tal apreciação, podem divergir quanto aos detalhes, conforme o ponto de vista em que se achem, sobretudo se trata de uma divisão que nenhum cunho absolutamente apresente. Lineu, Jucier e Turnerfor tiveram cada um o seu método sem que a botânica houvesse em consequência experimentado modificação alguma. é que nenhum deles inventou as plantas, nem os seus caracteres. Apenas observaram as analogias, segundo as quais formaram os grupos ou classes. Foi assim que também nós procedemos. Não inventamos os espíritos, nem seus caracteres. Vimos e observamos. Julgamos-los pelas suas palavras e atos. Depois os classificamos pelas semelhanças, baseando-nos em dados que eles próprios nos forneceram. Então é muito, muito, muito rico esse item 100. E vocês vejam como ele tá explicando como que ele fez a escala espírita. E aí ele coloca um ponto que ele diz que a gente jamais deve perder de vista. Ele usa a palavra jamais, que entre os espíritos, do mesmo modo que entre os homens, há os muito ignorantes. De de maneira que nunca, olha, ele usou, ele usou a palavra jamais, agora ele usa nunca, nunca serão demais. Nunca serão demais as cautelas que se tomem contra a tendência de crer que por serem espíritos todos devem saber tudo. Então ele começa reafirmando algo muito importante e tão difícil de colocar na cabeça das pessoas e que ele chega a dizer que nunca a gente deve perder de vista. Os espíritos são diferentes e não é porque são espíritos que eles sabem tudo e como ele diz, do mesmo modo que entre os homens, entre os espíritos, há os muito ignorantes. E ele diz que a gente jamais deve perder

são diferentes e não é porque são espíritos que eles sabem tudo e como ele diz, do mesmo modo que entre os homens, entre os espíritos, há os muito ignorantes. E ele diz que a gente jamais deve perder isso de vista. Então, não adianta a gente dizer como fundamento para qualquer teoria que, ah, mas é um espírito que disse, isso não é fundamento. dizer que um foi um espírito que ditou a teoria não dá nenhuma autoridade paraa teoria, não é fundamento. Ah, mas foi o espírito que disse. Isso não é argumento, isso não é fundamento. E repito, e eu vou insistir nisso, percebam as palavras que Kardec usa. Jamais a gente deve perder isso de vista. Isso é um ponto muito fundamental. Ah, mas o espírito falou. Ah, mas o espírito diz. Ah, mas o espírito ditou. Ah, mas é o espírito que tá falando. Ah, mas o espírito que respondeu. Mas o espírito pode ser tão ignorante quanto eu. Então, isso não serve para nada. A única coisa que serve é para eu saber que os espíritos são de todos os tipos. E aí vem uma coisa curiosa. Por que que ele tá dizendo isso? Porque lembra que ele tá classificando os tipos de espíritos justamente que os espíritos são diferentes, que eu tenho que classificar, porque eu tenho que saber, bom, como é que eu faço para saber se um espírito é superior? Qual a característica dele, o que que ele pode me oferecer, o que que ele não pode? Qual é o limite? em quem que eu posso confiar, porque só pelo fato de ser espírita, a gente já viu, não basta. Só que olha que coisa curiosa, os próprios espíritos podem tentar opinar sobre essa classificação. Olha que curioso, eles mesmos podem se comunicar e tentar fazer classificar os tipos de espíritos. Eles mesmos podem propor uma classificação deles mesmos. E olha que interessante, Kardec não vai por esse caminho, porque a pessoa ingênua poderia pensar: "Ah, os melhores, a o melhor jeito de classificar os espíritos é perguntando pros próprios espíritos. Cordec não vai por esse caminho". Da mesma maneira que as pessoas pensam:

ingênua poderia pensar: "Ah, os melhores, a o melhor jeito de classificar os espíritos é perguntando pros próprios espíritos. Cordec não vai por esse caminho". Da mesma maneira que as pessoas pensam: "Ah, a melhor forma de saber como é que é o mundo espiritual é perguntando pros espíritos, né? Eles estão lá. Kardec não vai por esse caminho. Por que Kardec não vai por esse caminho? Porque eu posso estar perguntando para um espírito tão ignorante quanto um homem. Então não adianta a gente achar que perguntando para eles apenas eu descubro a verdade. Essa é uma ingenuidade que toma conta de, olha, não quero ser leviano dando números aqui, mas grande parte do movimento espírita acha assim essa coisa ingênua. Não, mas é que são os espíritos falando, eles sabem mais. Não, Kardec não. As pessoas, por isso que se diz, ah, Kardec perguntou e os espíritos responderam. A doutrina, a doutrina é dos espíritos. Mas pera aí, quais espíritos? Toda vez que alguém diz assim, a doutrina é dos espíritos, quais espíritos? Porque eu tenho um espírito ignorante, mentiroso, enganador. Então, o que que eu tô querendo dizer é que não é dessa forma ingênua que Kardec construiu a teoria espírita, até porque a gente vai descobrir quando acompanha a construção do espiritismo que Kardec sabia mais que todos eles, mesmo encarnado. Porque a questão não é se é espírita ou não. Eu não faço ciência espírita assim. É engraçado esse essa coisa que as pessoas têm, né? É a mesma coisa, a mesma coisa com a mediunidade. A gente acha que para explicar a mediunidade quem explica melhor é o próprio médium. Conversa fiada também é ingenuidade. A gente acha que a pessoa que participa do processo é a melhor pessoa para explicar, não é? Então, se o médium falou sobre mediunidade, é, então ele é a melhor pessoa. Se o espírito falou sobre os espíritos, é a melhor pessoa. Kardecaiu nisso por uma razão muito simples. Kardec era uma pessoa sábia, ele não era ingênuo. Ele sabia que não é assim que se descobre a verdade sem faciência.

sobre os espíritos, é a melhor pessoa. Kardecaiu nisso por uma razão muito simples. Kardec era uma pessoa sábia, ele não era ingênuo. Ele sabia que não é assim que se descobre a verdade sem faciência. Então, a gente vai ver como ele diz aqui, toda a classificação, toda a classificação. E é por isso que ele usa como exemplo eh classificações de outras ciências, porque ele tá mostrando o que eu também tô fazendo ciência, eu tô procedendo igual, só que eu tô fazendo sobre o objeto chamado espíritos. Toda classificação exige método, análise e conhecimento aprofundado do assunto. Eu só consigo fazer uma classificação se eu tenho esses requisitos. Agora, Kardec apresenta os requisitos para boa classificação. Não é porque um espírito disse ou não disse. Tem que ter método, tem que ter análise e tem que ter conhecimento aprofundado do assunto. Quem apresentar essas características é quem melhor pode contribuir. Interessa é encarnado, desencarnado, se é vermelho, se é azul, se é amarelo. Então, a gente tem que a gente tem que dar um passo adiante na nossa vida e amadurecer para isso, para todas as coisas. A gente tem que perder ingenuidade da de como funciona o processo de construção de conhecimento e busca da verdade. O conhecimento ele tem que refletir a verdade. E a busca da verdade só é encontrada através de método, análise e conhecimento. Não é pelo nome de alguém, pela cara de alguém, pela voz de alguém, pela Não é. E Kardec não foi por esse caminho. Ah, eu vou sentar aqui, vamos evocar os os espíritos e perguntar para eles como se fosse assim: "Tá, mas e mas eles não são como nós?" Então não basta perguntar, eu tenho que ter um método, eu tenho que ter análise, eu tenho que ter conhecimento. E é, então, vejam, ele começa a mostrar como foi feita a escala espírita. E aí ele diz, ora, no agora aqui ele entra no que eu tô falando. No mundo dos espíritos, o no mundo dos espíritos, os que possuem limitados conhecimentos são como os ignorantes desse mundo, inaptos a aprender um conjunto, a formular um

e entra no que eu tô falando. No mundo dos espíritos, o no mundo dos espíritos, os que possuem limitados conhecimentos são como os ignorantes desse mundo, inaptos a aprender um conjunto, a formular um sistema. Olha, Kardec dizendo, os espíritos que são tão ignorantes como nós são inaptos, não tem capacidade de fazer uma classificação, de formular uma teoria. Eles não têm capacidade porque eles não, eles são como a gente, são ignorantes. Então que a gente não pense que a escala espírita foi feita assim. Kardec perguntava pros espíritos qual tipo de espírito que existe. Aí o espírito dizia primeira ordem, segunda. Não. Kardec teve que analisar todo o conjunto de comunicações e tipos de espíritos do mundo inteiro para poder perceber as características e classificá-los. Então, vejam mais uma vez como esse trabalho dá mérito à Kardec. A gente precisa perder essa ideia de achar que há um espiritismo sem Kardec ou que o papel de Kardec é pequeno de alguém que só perguntou e escreveu e publicou. Não foi assim. Porque que nem ele tá mostrando aqui, se eu pegar determinados tipos de speeds, eles não conseguem dar uma classificação boa, eles são inaptos. E só para antes para passar já pro pro Lauro e para pro pessoal que tá nos acompanhando, é muito curioso porque como eu tô fazendo paralelo a esse estudo aqui, um estudo da do primeiro capítulo da obra Nosso Lar para preparar o o a gravação, é muito curioso porque a gente tem no André Luiz e no Emmanuel disso. A gente vai ver que o André Luiz, quando ele tenta explicar os tipos de espíritos que existem em nosso lar, então ele faz uma classificação hierárquica, a gente vê as contradições que o André Luiz produz, contradições, porque daqui a pouco ele tá falando de um espírito muito elevado, segundo ele, mas aí ele ele narra esse mesmo espírito que ele disse que era muito elevado, tá agindo de maneira inferior. Aí você vê, pera aí, ele é elevado ou ele é inferior? Mas por que que o André Luiz comete essas essas contradições? Porque o André

o que ele disse que era muito elevado, tá agindo de maneira inferior. Aí você vê, pera aí, ele é elevado ou ele é inferior? Mas por que que o André Luiz comete essas essas contradições? Porque o André Luiz é inapto, ele não tem capacidade para fazer uma classificação. E a gente vai ver que na escala que Kardec apresenta não tem contradições porque Kardec era apto. Mas por que Kardec era apto? Porque só por causa do nome dele, não, é porque ele sabia que tinha que ter método, análise e conhecimento aprofundado. Então ele desenvolveu isso. Porque parece que quando a gente tá elogiando Kardec tá se usando o argumento da autoridade. Não, a autoridade vem da qualidade do que ele fez e não o contrário. Eu não digo que Kardec é qualificado para depois apresentar a qualidade. apresenta a qualidade para confirmar que ele era qualificado. Basta a gente comparar uma classificação do André Luiz com a classificação de Kardec e outros espíritos fizeram também mesmo na época dele, né? Eu passo pro Lauro, >> Michel. Bom, traz, eh, refletindo aqui sobre a questão de que, né, o os espíritos eh entre os espíritos há aqueles que t conhecimentos limitados em toda a área do conhecimento. Eu poderia até perguntar para você, tá? Mas se defende uma ideia, Michel, pessoal, que eh o médium sendo bonzinho, peridoso, humilde, ele jamais deixará de ser assistido pelos espíritos superiores. Então, a minha pergunta é, Michel, para que isso fique bem justado para quem tá nos assistindo aqui, isso é uma verdade? A pessoa, ela ela ela pratica caridade, ela tem todas as qualidades de bondade, vamos assim dizer. Eh, isso é uma garantia de que somente espíritos elevados vão se comunicar por meio dela. Passo para você. >> É, essa é a confusão. Essa é a confusão base de toda a fala do movimento espírita, né? O movimento espírita pensa o seguinte: "Bom, o médium era caridoso, bonzinho, eh era uma pessoa a absolutamente abnegada. Logo, ó, a conclusão, logo ele estava assistido pelos espíritos superiores e

? O movimento espírita pensa o seguinte: "Bom, o médium era caridoso, bonzinho, eh era uma pessoa a absolutamente abnegada. Logo, ó, a conclusão, logo ele estava assistido pelos espíritos superiores e os espíritos superiores não deixariam que ele fosse enganado e nem que ele escrevesse obras transmitindo mentiras". Essa é a tese do movimento espírita. Qual é o problema dessa tese do movimento espírita? É que os fatos mostram que não é assim. Os fatos vão mostrar que não basta a bondade para você estar prevenido de algo. Basta que a gente faça uma reflexão muito simples. Vamos fazer uma reflexão juntos aqui, tirando de lado a mediunidade. Tirando de lado a mediunidade. Depois a gente usa o mesma o mesmo pensamento para mediunidade. Fica muito claro. Imaginar que uma pessoa extremamente bondosa, a pessoa é uma pessoa extremamente bondosa, ela é incapaz de fazer uma maldade para alguém, incapaz de fazer uma maldade para alguém. Ela é humilde, ela não tem interesse material, então tudo que ela tem ela doa. Vamos imaginar essa figura. Eu pergunto para você, se você precisar fazer uma cirurgia, você vai preferir o médico e a equipe especialista ou esse esse ser bonzinho? E não adianta pegar o meu exemplo e e enxertar não, mas suponha que essa pessoa bonzinha tenha conhecimento. Não, não, não. A gente tá falando que a pessoa ela é ignorante, mas é extremamente boazinha. Para quem você vai submeter uma cirurgia no cérebro, um tumor no intestino, você vai procurar o especialista, os especialistas e a equipe especialista ou a pessoa boazinha. Vou dar um outro exemplo. Você tá no Você tá no aeroporto, Lauro, e tem duas pessoas, essa pessoa boazinha e tem um cara lá num campo extremamente arrogante, extremamente antipático, mas aí você descobre que ele é especialista em pilotar avião e você tá presto a pegar um avião aí da tua cidade para Paris. Você quer que quem pilote o avião lá? O bonzinho ou o antipático? A gente quer que o antipático vai lá tu mesmo com essa antipatia, pelo amor de Deus, você que

ar um avião aí da tua cidade para Paris. Você quer que quem pilote o avião lá? O bonzinho ou o antipático? A gente quer que o antipático vai lá tu mesmo com essa antipatia, pelo amor de Deus, você que entende de aviação. O bonzinho deixa aquele aqui do meu lado. Veja, eu dei dois exemplos absolutamente imbecis pra gente ver que bonzinho não basta. Há determinadas áreas da vida em que não basta ser bom. É por isso que inclusive fazendo um gancho, fazendo um gancho com a escala espírita, Kardec sabia disso. Kardec é tão genial e não era ingênuo como eu falei, que ele sabia disso. Por isso que ele vai botar os espíritos bons na segunda ordem, não na primeira. Olha que coisa curiosa. Por que que Kardec colocou os espíritos bons na segunda ordem e não na primeira? Porque a pessoa fica pensando, mas o que que tem que ter então para ser da primeira? Adivinha o que tem que ter conhecimento. Claro que pra pessoa ser da primeira ordem, ela não pode na primeira ordem, ela não pode ter só conhecimento, ela tem que ser boa também. Então é extrema bondade e extremo conhecimento. Essa é a pessoa ideal. Mas só a bondade não basta. Basta que a gente veja isso. Eu citei exemplos do dia a dia, do dia a dia em que a pessoa ser boa não basta. Se ela não tiver conhecimento. Outro, vamos dar outro exemplo. Quantas pessoas boas a gente conhece, boas que são enganadas, que caem golpes, o que não basta ser bom. Então não adianta você achar, agora vamos lembrar da mediunidade, que se você for bom, você tá imune aos espíritos mentirosos. Ah, mas então vamos vamos aprofundar. Mas então por que que os espíritos superiores deixam a pessoa boa ser enganada? Porque senão ela nunca aprenderia a distinguir por ela própria. Ela nunca aprenderia. Os espíritos superiores não tiram as nossas provas, porque se eles tirassem as nossas provas, a gente não aprenderia. Se a gente não aprender a distinguir a verdade da mentira pelo nosso próprio esforço e trabalho, a gente vai continuar sendo enganado pelos espíritos mentirosos. Porque os

vas, a gente não aprenderia. Se a gente não aprender a distinguir a verdade da mentira pelo nosso próprio esforço e trabalho, a gente vai continuar sendo enganado pelos espíritos mentirosos. Porque os espíritos bons não nos tiram do aprendizado, porque senão a lei de Deus não seria justa. Significa que se eu fosse só bom, eu ia precisar a vida e a eternidade inteira que os espíritos superiores me protegessem dos mentirosos. Porque se eu fosse só bom e nunca adquirisse o conhecimento junto com a bondade, eu ia precisar a vida inteira daqueles que já sabem me protegendo da mentira. Então eu nunca aprenderia. Então, os espíritos superiores não nos livram dos problemas, não nos livram das provas. Mas qualquer educador, qualquer pai decente sabe disso. Imagina se se você tivesse um filho de 20 anos que você tivesse que ajudar a caminhar, ir no banheiro, se alimentar. Alguém tem? Ao menos que seja doente? outra questão. Imagina um filho com 30 anos nas costas, não soubesse ir no banheiro sozinho, não soubesse fazer comida, se servir. Algum pai concorda com isso? Todos os qualquer pessoa de Bonzenso sabe que uma hora a criança tem que aprender. Aí o pai vai ensinando a ir no banheiro, a tirar a fralda, a escovar os dentes, a tomar banho sozinho. Vai ensinando a pessoa a ser gente. Tanto é que a sociedade sabiamente critica. Se a gente tiver pessoas que não deixassem, como tem pessoas doentes a esse ponto, que que não deixam os filhos crescer. Então, vejam, eu tô usando exemplos absolutamente banais para as pessoas verem a simplicidade do argumento que eu tô usando. Então, não adianta dizer que o Chico era bom. E tem mais um ponto. Todas essas reflexões que a gente tá fazendo é pressupondo que a pessoa é boa. Quando Kardec pergunta no livro dos médiuns sobre isso pros espíritos, eles têm uma resposta muito interessante. Vocês julgam que a pessoa é boa? Por acaso conheceis o interior da pessoa? Sabeis a os sentimentos que animam aquela pessoa? Que tem mais essa. Vejam que mesmo se

têm uma resposta muito interessante. Vocês julgam que a pessoa é boa? Por acaso conheceis o interior da pessoa? Sabeis a os sentimentos que animam aquela pessoa? Que tem mais essa. Vejam que mesmo se verdadeiramente a pessoa fosse boa, não basta. A gente já viu racionalmente. Mas e quem garante que a pessoa é esse poço de bondade que você tá colocando pelas aparências? Quem não garante que no fundo tem vaidade, orgulho? interesse. Quantas, quantas pessoas na humanidade a gente tem relatos que eram pessoas santíssimas, 50 anos depois descobrem que elas eram abusadoras, bandidas, corruptas, doentes no sentido de pessoas terríveis na intimidade. Quantas pessoas esse e e quantas morrem sem a gente descobrir que elas não valiam nada? A gente tem documentários, a gente tem a televisão, a gente tem filmes, a gente tem 500 exemplos. A pessoa é um poço de santidade. Aí por trás a pessoa tem capanga. Eu convivi, eu convivi com os os bastidores do movimento espírita. Eu convivi, não foi ninguém que me contou. E eu vi coisas que a lei não me permite falar porque eu teria que provar, mas eu sei o que que rola, o que que acontece. E no entanto, milhões de pessoas achando que muitas que estão lá são santíssimas, caridosas, são recebidas por Jesus, abraçadas no mundo espiritual. Eu sei quem são essas pessoas de verdade no movimento espírita. Isso que a gente pode pegar exemplos de movimentos religiosos, qualquer tipo de assunto. Então, a gente tem que parar com essa mania de achar que tem santo na terra. A pessoa é muito santa, sabe? Esse esse sinal, abre o olho. Mas mesmo que fosse, como a gente viu, não basta. a pessoa vai ser enganada como o Chico foi. A gente não precisa nem entrar na discussão se Chico era ou não era tudo aquilo. Não precisa nem entrar nessa discussão. Mas a questão é que ele foi enganado. Foi enganado pelo Emmanuel e pelo André Luiz. Ah, as pessoas perguntam por que que o a os espíritos não fizeram nada. Quem disse que os espíritos não fizeram nada? Há pouco tempo eu tava comentando com,

i enganado pelo Emmanuel e pelo André Luiz. Ah, as pessoas perguntam por que que o a os espíritos não fizeram nada. Quem disse que os espíritos não fizeram nada? Há pouco tempo eu tava comentando com, acho que com Lauro, com José, a pesquisa que eu tô fazendo agora sobre a obra Nosso Lar e eu tô descobrindo coisas interessantíssimas sobre os bastidores das obras psicografadas pelo Chico. Dezenas de pessoas que tentaram alertar o Chico do que tava acontecendo e ele não quis ouvir essas pessoas. Então a gente diz que os espíritos superiores de verdade não fizeram nada. Quantos tentaram dizer pro Chico para com isso que você tá fazendo? E ele achava que ele não podia porque era uma missão. Porque o Emanuel disse que era uma missão. Ele era dominado pelo Emmanuel. As pessoas vão ter que entender isso. Fascinado pelo Emanuel, extravizado pelo Emanuel. Tu qualquer pessoa que tentasse parar o Chico para que ele percebesse a loucura que ele tinha entrado, o Emmanuel não deixava e o Chico obedecia. Então a gente tem que analisar essa história com esse olhar mais crítico que eu coloquei aqui, porque as pessoas gostam de puxar o lado bom, né? As mãezinhas consoladas, os pobres e os doentes ajudados. Maravilha. Mas se isso, filho, na hora de psicografar a obra, não garante. O movimento espírita tinha que ter pego essas obras e ter dito assim: "Chico, esse espírito ao comparar o que esse espírito tá falando com a escala espírita, olha, se a gente tivesse estudado escala espírita lá, esse espírito não é um espírito superior de verdade, Chico. Não dê mediunidade para esse espírito. Ele é um pseudo sábio, mas ele não estudou. O movimento espírita não estudou e só cresceu o olho de quem tava à volta, né? Porque eu sempre digo, Chico era a galinha dos ovos de ouro, né? Todo mundo queria tirar uma lasquinha da fama, do poder, do dinheiro. Foi isso que aconteceu no século XX e que agora com esse distanciamento que a gente tem histórico e até pessoal, né, as pessoas estão percebendo graças a

uma lasquinha da fama, do poder, do dinheiro. Foi isso que aconteceu no século XX e que agora com esse distanciamento que a gente tem histórico e até pessoal, né, as pessoas estão percebendo graças a esses grupos cardequianos que têm surgido. E aí muita gente tá começa a dizer assim: "Eu não tinha parado para pensar nisso. Faz sentido, meu Deus. Outras se revoltam. E é natural esse processo. Por que que as pessoas se revoltam? Porque elas são apaixonadas por por tudo que elas aprenderam sobre essa história no século XX. E a gente agora vem e estoura o balão, né? As pessoas, é natural que algumas vão se revoltar, mas outras começam a botar a cabeça para pensar e diz assim: "Hum, pera aí, faz sentido." É um processo natural. Então, a gente pode amar a pessoa, gostar da pessoa, admirar a pessoa, mas não pode achar que a pessoa é perfeita e que ela tudo que ela recebeu presta, porque não tem nada a ver. Lauro, >> não. Perfeito, perfeito. Essa pergunta eu fiz porque ela é importante até devido a um, né, um react que a gente estava conversando, que foi feito sobre a fala de determinado espírita, até alucinado, né, até o fanático. E que realmente essa ideia é predominante. Cara bom, faz caridade, é humilde. Logo, todo espírito que cerca ele é espírito superior. Isso é um equívoco muito grande. Vamos pegar mais um, eu quero pegar mais um, um trechinho que aí ele fala no final do parágrafo aqui, ó. Não inventamos. Ver se tu acha aí. Vai descendo. Pode indo. Vai mais um pouquinho. Pode indo que eu quero pegar a parte que ele fala. >> Ah, não. É, foi assim que também nós procedemos. É, passou um pouce mais uma frase ali que aí vejam que ele tá dizendo. Foi assim que nós procedemos. Então, vejam, eu tô mostrando aqui para vocês o que eu tenho falado nas duas últimas, nos últimos estudos, né? Como o item 100, onde ele tá mostrando como foi feita a escala espírita. Vejam o que ele tá dizendo. Foi assim que procedemos. Como tá ali, ó, não inventamos os espíritos, nem seus caracteres. Então,

Como o item 100, onde ele tá mostrando como foi feita a escala espírita. Vejam o que ele tá dizendo. Foi assim que procedemos. Como tá ali, ó, não inventamos os espíritos, nem seus caracteres. Então, isso é óbvio. Os espíritos existem, isso é um fato. Não foi uma invenção de Kardec. Agora, o que que ele vai fazer? Vimos e observamos, julgamos-los pelas suas palavras e atos. Depois os classificamos pelas semelhanças. Tá aqui. Tá aqui como é que ele fez a escala espírita. E é assim que você faz qualquer método de classificação. Você observa todo aquele conjunto que você quer classificar. Aqui no caso, como é a escala dos espíritos, então ele observou os espíritos, evidentemente, por isso que ele citou em cima ali o exemplo da botânica, mas é um exemplo, né? O espiritismo não trata disso, mas ele procedeu da mesma maneira. Da mesma forma que em quem classificou a botânica não inventou as plantas. Você observa o conjunto das plantas no mundo, compara e vai classificando pelas semelhanças. Qualquer classificação é assim. Qualquer classificação é assim. Kardec fez isso com os espíritos. Julgamos-los pelas suas palavras e atos. Então, Kardecva aquilo que o Espírito dizia, mas não só o que o Espírito dizia, como o espírito se comportava. Isso também é fundamental, porque o espírito pode dizer uma verdade, mas aí quando você observa o comportamento dele, você vê que ele tá usando verdades para tentar fazer alguma maldade. Exatamente como na terra, né? Na terra não tem pessoas assim. Tem pessoas que dizem verdades, mas elas têm uma intenção por trás. Elas estão tentando te pegar de algum de algum jeito. Qualquer pessoa que já caiu num golpe sabe como é que é. A pessoa que dá golpe, ela é simpática, ela é querida, ela tem um papo legal, ela começa falando coisas atraentes e a gente vai se abrindo, né? Daqui a pouco ela, ó, dá a rasteira. Kardec observou isso nos espíritos, os espíritos pseudosábios, que é um exemplo que a gente tá citando, que a gente vai ver mais para frente, é

vai se abrindo, né? Daqui a pouco ela, ó, dá a rasteira. Kardec observou isso nos espíritos, os espíritos pseudosábios, que é um exemplo que a gente tá citando, que a gente vai ver mais para frente, é esse tipo de espírito. Ele é um tipo de espírito que tem algum conhecimento, mas junto com esse conhecimento, ele quer afirmar mentiras, ele quer dominar. Então, Kardec, alguns espíritos, Kardec chamava atenção e eles cediam, aceitavam, admitiam, outros teimavam. Kardec, por isso que Kardec observou o comportamento. Opa, por que que esse espírito teima e o outro não? Aí Kardec vai ver. Bom, essa teimosia, ela tem como característica o orgulho. Então, o espírito pode ter um algum conhecimento junto com o orgulho. Então, ele separa, ó, eu tenho espíritos que tem um certo conhecimento com orgulho. Esse vai ser um tipo de espírito. Eu tenho espíritos que tem muito conhecimento e humildade. Opa. Ele então não pode ficar na mesma categoria daquele que tem muito conhecimento e orgulho, porque ele tem agora um componente diferente, ele tem humildade e assim ele vai classificando. Kardec percebeu a espíritos e humildes, mas são ignorantes. Opa, então eu tenho aqui uma classificação. Olha a sabedoria dele. Daí pegando no detalhe pra gente e quando e por que que ele fez isso aqui? Ele já vai colocar. Eu tô só adiantando que agora ele tá mostrando como fez. Ele vai no item 100 também explicar por fez. Então ele mostra como fez a escala espírita e ele mostra por fez. Qual a utilidade da escala, qual é a utilidade da escala espírita? Quando a gente for analisar qualquer espírito, a gente vai tentar ver pelas características desse espírito em qual categoria ele tá. Eu posso fazer isso comigo e posso fazer isso com os outros. O que que eu faço lá no meu projeto nosso lar segundo espiritismo lá no Cardecube? Eu tô tentando usar a escala espírita para mostrar para as pessoas que André Luiz e Emanu são espíritos inferiores e que, portanto, aquilo que eles disseram e fizeram 100% de garantia

lá no Cardecube? Eu tô tentando usar a escala espírita para mostrar para as pessoas que André Luiz e Emanu são espíritos inferiores e que, portanto, aquilo que eles disseram e fizeram 100% de garantia de verdade e nem de bondade. Nós vamos ver isso. Então eu tô aplicando o uso do porque existe a car espírita, que é o que todos deviam ter feito, né? Mas as pessoas as pessoas no século XX, principalmente na da primeira metade, não tinham essa esse nem conheciam Kardec Direito. Nem conheciam Kardec Direito. Então tinha muito a ver com ignorância e várias coisas do que aconteceu. E é nesse contexto que surgiu Emmanuel. Por isso que o Emmanuel foi esse sucesso e o André Luiz, porque eles surgiram num contexto em que as pessoas não sabiam direito o que que era espiritismo, Kardec, escala espírita, classificação, análise. As pessoas foram fazendo, é bem o bem a cara do brasileiro, né? Vai fazendo depois vê como é que é. As pessoas foram fazendo espiritismo assim agora no século XX, com as facilidades, por exemplo, que a gente tá tá tendo aqui do YouTube, das redes sociais, agora tá mais fácil da gente analisar todo esse passado, separar o joio do trigo. Ainda tem pessoas que não querem largar o osso. Ainda tem pessoas que estão presas no século XX achando que eu a gente tem que ser queimado na fogueira em praça pública, chicoteado. Há pessoas que tem que espumam de ódio com os carnecistas. E é uma pena, porque embora a gente saiba que ao dizer as coisas que a gente diz pode provocar isso, mas a gente não pode não dizer, é uma pena que a pessoa, em vez de pensar, ela se entregue para esse ódio, mas acontece. Então, vejam toda a a riqueza com que ele fez. essa escala espírita. Então ele mostrou como foi feita. Agora no próximo parágrafo, ele vai tratar o que foi feito. Ele dá um esboço da escala, depois ele mostra para que que ela foi feita. E aí a partir do item 101, ele entra na escala em si. Ele vai pegar todos os detalhes e vai começar a destrinchar. Passo para ti, Lauro.

esboço da escala, depois ele mostra para que que ela foi feita. E aí a partir do item 101, ele entra na escala em si. Ele vai pegar todos os detalhes e vai começar a destrinchar. Passo para ti, Lauro. Enquanto você falava, eh, a gente, eh, sobre, né, não aceitar nada que venha dos espíritos de forma cega, eu eu tava lendo eh hoje na revista espíritos de 1863, até quero trazer aqui porque é uma comunicação que depois eu vou apresentar o nome aqui pra gente ver a diferença, pessoal, disso que o Michel tá falando de um espírito quando era sério, de um espírito senhor sabe, aquele que quer impor as suas ideias, o seu sistema. Depois eu trago o nome aqui. Isso aqui é só um trecho, tá? Já tá no final. Ele vai se comunicar pela primeira vez com esse médium, embora ele preferia que fosse um outro médium, mas não foi possível. Então ele se comunica por esse médium pela primeira vez. Ele vai dizer assim: "Se esta primeira homilia, então percebam que foi a primeira vez que ele se comunica, deixa água algo a desejar, quanto à forma não eh atribua senão à minha inexperiência da minha dignidade." Isso aqui, Michel, pessoal, me lembrou lá do Consolador, aquela obra psicografada pelo Chico Manâno, tudo que pergunta, ele responde. Quando ele vai falar da da da das almas gêmeas, que ele é questionado sobre isso, o que que ele vai dizer? Que o médium não filtrou bem. Esse aqui me foi assim fantástico. Olha, quando a gente vê um espírito sério e um espírito realmente eh tanto quanto orgulhoso, né? que é esse caso. Esse aqui me chamou atenção. Eu queria compartilhar com vocês. O espírito é Françis Nicolás Madelene, que assim ele atuou aí, né, no Evangelho segundo espiritismo em vários em alguns momentos. E a revista espírita é essa aqui, pessoal, ó. 1863, abril, dissertações espíritas, sedes severos para convosco, indulgentes para com os outros. A primeira homelia. Então isso me chamou atenção para quem quer defender, porque vamos lembrar aqui que o Michel a gente estudou eh lá no item 99

severos para convosco, indulgentes para com os outros. A primeira homelia. Então isso me chamou atenção para quem quer defender, porque vamos lembrar aqui que o Michel a gente estudou eh lá no item 99 sobre os espíritos bons só pensam, só agem. O desejo deles é no bem. Um espírito que não assume o seu erro, no caso aí germânico, ele pode se ser classificado como espírito bom. Essa é uma questão. Essa é uma questão. Então, eh, isso, isso, isso me pôs muito a pensar. Michel, te devolvo aí caso você queira falar alguma coisa sobre isso aqui. >> A escala espírita é rica disso, né? Eh, são exemplos na prática durante a mediunidade sendo praticada, como é que Kardec procedia. Por isso que as pessoas têm que ler a revista espírita. precisam ler a revista espírita, porque esse exemplo que o Lauro trouxe é um de dezenas de exemplos que tem. Tem vários momentos em que os espíritos erram, erram. E sabe o que que Kardec faz? Chama atenção do espírito. Sabe o que que o espírito fazia depois que Kardec chamava atenção? É o exemplo que o Lauro tá dizendo aí. O o o espírito admitia o erro, pedia desculpas, pedia para corrigir o que ele havia dito e dizia que da próxima vez faria melhor, que é o exemplo que o que o Lauro acabou de trazer para nós. Aí Kardec percebia, bom, esse é um espírito humilde, porque ao chamar atenção, ele admitiu o erro e pediu para corrigir. Então ele é um espírito humilde. Agora há espírito que se você corrigir, ele lhe ameaça, ele fica bravo. Aí, por isso você tem que conhecer a escala espírita, porque aí na escala espírita você aprende. Ah, mas pera aí, esse espírito tá ficando, o espírito tá zangado porque eu tô questionando, o espírito está estressado porque eu tô chamando atenção para um erro. Então, é um falso sábio. Então, é isso que a gente tem que observar. Eu sempre lembro, sempre lembro porque é um fato documentado, não é uma invenção do Michel, que todo mundo que pesquisar um pouquinho sabe o modo como o Emanuel tratava o Chico. É público o relato. Os relatos são públicos

pre lembro porque é um fato documentado, não é uma invenção do Michel, que todo mundo que pesquisar um pouquinho sabe o modo como o Emanuel tratava o Chico. É público o relato. Os relatos são públicos das barbaridades que o Emmanuel fazia com o Chico, principalmente quando o Chico o questionava, mas é claro, ele dominava o Chico. Se o Chico começasse a questionar muito, ele ia perder o domínio. Por isso que ele agia violentamente. Mas os espíritos verdadeiramente superiores que estão nas obras de Kardecam assim. Os espíritos não ficam bravos, os superiores, da gente questionar, da gente apontar erros. Quem fica são os inferiores. Porque tem muita gente que tem medo dos espíritos superiores, porque é dominado nas suas casas espíritas por esses espíritos. Quantos espíritos eu sei e não é um, dois, três, não é em poucas casas espíritas espalhados pelo Brasil. Eu sei porque eu recebo relatos e eu convivi muito tempo com essa gente. E o médium tal da casa e os espíritos e os espíritos que ali se comunicam mandam nas pessoas da casa espírita. E eu não tô falando de centro pequeno, eu não tô falando de eu tô falando de centros que muitas vezes tinha pessoas influentes do movimento espírita. Aqui no interior do Rio Grande do Sul tinha casa espírita que o o médium recebia um espírito que proibia o pessoal da casa espírita ir pra praia, não podia ir pra praia e o pessoal da casa espírita não ia porque tinha medo do espírito. Então, há muitos relatos e médiuns que depois iam paraa capital liderar federações. É esse o nível das pessoas que a gente tem, liderando o movimento espírita. Liderando o movimento espírita. Mas ninguém pode falar nada, não. Não, não pode mexer na na nos deuses, na deidade, no panteon do movimento espírita. Ninguém pode falar. Eles se protegem entre eles. Por isso que eles fazem eventos e eles só fazem eventos entre eles, porque um protege o outro. E a cambada da espiritada vai achar lindo, bate palma, compra livro, chora. E eles estão rindo da cara desse povo

que eles fazem eventos e eles só fazem eventos entre eles, porque um protege o outro. E a cambada da espiritada vai achar lindo, bate palma, compra livro, chora. E eles estão rindo da cara desse povo nos bastidores. Aí a gente surge e vem e fala essas a as as coisas sem nenhum interesse, apanha que nem um condenado na internet. Essa é a realidade do nosso planeta ainda. Essa é a realidade do nosso planeta. Tem uma a tem a pergunta da Tânia ali, né? Onde estão esses relatos do Emmanuel, né? Ela perguntou esses relatos que eu tô colocando. É, qualquer pessoa que conheça um pouquinho da história do Chico conhece esses relatos, né? Mas se a Tânia não conhece nem um pouquinho, tem na própria internet o Emmanuel contando ou o Emanuel, o Chico contando em alguns vídeos, entrevistas, ele conta alguns exemplos disso, mas tem um livro escrito pelo, é o Marcel Solto Maior, que escreveu uma biografia sobre o Chico, né? Essa biografia tá lá, é uma biografia que que é engraçado porque é muito interessante as coisas. O Marcel quando escreveu o livro, é, olha só que interessante lá, o Marcel quando escreve a biografia do Chico, ele não escreve com a intenção que a gente tá falando aqui, que é de denunciar o que o Emânuel fazia. Ele simplesmente faz uma biografia relatando o os acontecimentos que ele teve acesso. Só que ele mesmo várias vezes quando vai citar o comportamento do Emanuel para com Chico, ele diz que eh o Emanuel usava o chicote. Olha que interessante. Olha que interessante isso. Ele ele não fez isso de maneira consciente, o Marcel, no sentido de criticar o Emmanuel, mas ele mesmo para descrever o comportamento do Emanuel com Chico usa o termo chicote. Quem é que chicoteia o outro? Quem é o chicoteado é o escravo, né? É muito interessante como a verdade ela transborda até inconscientemente, né? Porque e quando você vê o Emanuel, o o Emanuel ameaçando o Chico de morte, o Emanuel não deixando o Chico eh eh estudar, o Emanu não deixando o Chico parar de psicografar, o Emmanuando o Chico

te, né? Porque e quando você vê o Emanuel, o o Emanuel ameaçando o Chico de morte, o Emanuel não deixando o Chico eh eh estudar, o Emanu não deixando o Chico parar de psicografar, o Emmanuando o Chico questionar e todo o inferno que virou a vida do Chico de sofrimento físico e moral, você diz assim: Esse é o protetor desse cara, um protetor que causa toda essa dor e essa confusão na vida dele. O Chico sofrendo, mas sofrendo horrores, mas ele não podia parar com aquela loucura porque o Emmanuel não deixava e sempre ameaçava, né, Michel? Ameaçava, >> ameaçava. Isso tá no livro. E e Tânia, pessoal, eh eh o Michel já citou o autor Marcel Marcel Sto Maior. A obra vocês vão encontrar em PDF As vidas de Chico Xavier. Vocês vão ver um capítulo lá onde Emmanuel ameaça literalmente o Chico se ele não sei, né? E sem contar relatos de morte de morte >> de morte de morte. sem contar relatos do do do Chico Ramando da bronca nele Chico, por medo de estar no avião. Pensem se isso dentro da escala espírita, espíritos bons, se isso é condizente. Pensem vocês mesmos. Michel, desculpa, passo para você. >> Não, mas é muito bom. Eu ia, eu ia até pesquisar aqui, mas tu já falou o nome do livro, né? Mas o filme, só pegar os filmes. É só pegar os filmes que fizeram sobre o Chico. É só pegar os documentários que fizeram sobre o Chico. É só pegar as entrevistas que o Chico dava. Pega lá a famosa entrevista da TV Tupi lá, o Pingafogo. É só pegar qualquer livreto que fala da vida do Chico que vai saber as coisas que o Emmanuel fazia. Só que o movimento espírita até então relatava isso com humor, com uma certa dose de dose de humor e normalidade, como se fosse um simplesmente um pai mais severo. A o movimento espírita romanceou as barbaridades do Emânel. A gente, quando digo a gente, os cardecistas que começaram a a dizer, gente, para para pensar nas coisas que ele tá dizendo e obrigando o Chico a fazer, não é bonito, mas isso é muito comum, isso é um problema social. Eh, vários casos de abuso

s que começaram a a dizer, gente, para para pensar nas coisas que ele tá dizendo e obrigando o Chico a fazer, não é bonito, mas isso é muito comum, isso é um problema social. Eh, vários casos de abuso foram foram tratados assim como uma coisa pequena pela sociedade em diversos momentos na história. A gente só percebe que aquilo era um abuso depois. Há quantos casos de pessoas abusadas que defendem o próprio abusador? A gente sabe disso que a gente vê o o a gente vê quando o Chico conta, o Chico não conta se se queixando, o Chico conta até com humor, né? E as pessoas também achavam lindo. Só que eu sempre digo, já para encerrar, Laura, eu sempre digo que os tiquistas são hipócritas. Osquistas são hipócritas. Porque eles me dizem que admiram muito toda essa história. Aí eu sempre digo: "Então, por que que você não imita?" Que interessante, né? É lindo pros outros. Se você acha lindo, pega um espírito e deixa esse espírito fazer com você que o Emânio fazia com o Chico. Por que que você não imita? Eu acho engraçado que eu não vi nenhum chiquista imitar o Chico. Todos os chiquistas que eu conheço que defendem ferozmente essas coisas não imitam. Que coisa curiosa isso, né? Porque é bom pros outros, né? É bom pros outros. Se o Chico é tão maravilhoso assim a história dele, por que ninguém imita? Eu não conheço um chiquista que emite, que a gente tem que ser coerente. Por exemplo, eu sempre digo, eu sou um cardecista, eu procuro traçar paraa minha vida Kardec modelo. Eu considero ele o melhor professor, então eu tento imitar todos os caminhos que ele deixou. Lo, é óbvio que eu não consigo 100%. É óbvio, mas é a minha linha, é o meu modelo. Por que que a pessoa não imita o Chico se ela achar linda a história dele? A gente tem isso na sociedade, né? É que nem o povo. Agora tem um povo no movimento espírita que defende que só leia Kardec, não precisa eh estudar ciência, filosofia, não precisa fazer universidade. Tem esse povo. Todos os que eu vi falando isso até hoje tem doutorado.

no movimento espírita que defende que só leia Kardec, não precisa eh estudar ciência, filosofia, não precisa fazer universidade. Tem esse povo. Todos os que eu vi falando isso até hoje tem doutorado. Então ele vai lá, ele faz universidade, ele ele conquista títulos, ele conquista conhecimento, ele conquista tudo, né? Ele vai lá e diz pros outros: "Não precisa, vamos ler só Kardec". Quer dizer, os outros podem continuar burro, porque ele já garantiu dele, né? É isso que a gente tá vivendo hoje no nosso movimento espírita. Ninguém para falar nada, porque aí quem fala não é caridoso. Sem caridoso é eu usufruir o conhecimento e incentivar o outro a continuar ignorante. É claro que a pessoa que tem pouco conhecimento e não tem acesso à alta filosofia, alta ciência, pode estudar Kardec, deve estudar Kardec e pode entender e praticar Kardec. Mas se você tem condições, estude, leia os grandes autores, se emancipe intelectualmente. A gente não pode fazer campanha paraa ignorância dos outros, mas tá cheio no movimento espírita de doutores dizendo que não vale a pena nem graduação, mas eles fizeram, né? É a mesma coisa pro Chico. Acho o Chico lindo, então você imita. Bem simples. Passo para ti, Lauro. >> Não é isso aí. É isso aí. Eh, nós temos o nosso modelo, né, o modelo e eh espírita que é o que é Kardec, mestre, né? E não vamos abrir mão disso até pela coerência, pela pela inteligência da daquele ser, pela genialidade daquele ser, né? E a gente tá vendo isso aqui na própria escala espírita, como isso foi construído. E olha que a gente nem o Michel nem aprofundou ainda, né? lá no início, o quão foi genial a escala espírita e o quanto ela nos ajuda. Gente, é a partir da escala espírita, um pouco que eu estudei da escala espírita e agora me aprofundando mais com Michel pessoal, que eu consigo hoje identificar um pouquinho desses espíritos que no movimento espírita são tidos como espíritos de luz e que com certeza para pela grande maioria, né, eh eh ignorar essa escala espírita ou estudá-la de forma muito

r um pouquinho desses espíritos que no movimento espírita são tidos como espíritos de luz e que com certeza para pela grande maioria, né, eh eh ignorar essa escala espírita ou estudá-la de forma muito superficial, não compreenderam não não tiveram uma boa base para poder fazer uma uma crítica, uma análise sobre esses espíritos que se comunicaram atualmente, né, no esses líderes do movimento espírita no mundo espiritual atualmente, né, que que vão perder força. Claro, isso aí a verdade ela sempre vai sobrepor a tudo. Mas é, olha o quanto tempo de atraso nós, o o espiritismo não movimento espírita melhor sofreu com esse domínio, com essa fascinação que vem perdendo força. Vai demorar, mas vai chegar. Michel, vou devolver para você já, pessoal. Já quero agradecer a a você que está nos assistindo, a a aos que participaram no chat, que deram Alo Boa noite a Tânia, enfim, a todos, né, a todos que participaram do chat. Lembrando que amanhã às 20 horas temos o estudo da revista espírita. Na quarta-feira no no Kardec Tube temos o nosso estudo às 20:30, o nosso estudo do que é o espiritismo. Tá bom, pessoal? Obrigado, Michel. Obrigado a você também. passo para você, meu amigo. >> Agradeço, Lauro. Só um parênteses para deixar uma questão pro pessoal pensar. Eu pensei, eu eu esperei para ver se alguém ia falar alguma coisa, ninguém falou, porque eu falei que o Kardec é o modelo, né? Sempre tem alguém para dizer assim: "Ah, mas lá no livro dos espíritos diz que o modelo guia é Jesus". Só para deixar um um um nós vamos estudar isso. Nós estamos na questão 100 e isso é a questão 625. Então vai demorar. Quando a gente chegar lá, eu vou retomar esse assunto. Percebam que esse item está no capítulo da lei moral. Jesus é modelo e guia moral. Pra gente estudar a ciência, fazer ciência e praticar ciência, o modelo é Kardec. Muito cuidado com com com as essas diferenças. Porque Jesus não fez ciência. Jesus não não tava preocupado com a questão intelectual. Ele deixou isso para Kardec.

praticar ciência, o modelo é Kardec. Muito cuidado com com com as essas diferenças. Porque Jesus não fez ciência. Jesus não não tava preocupado com a questão intelectual. Ele deixou isso para Kardec. Tanto que ele vai dizer: "Estou convosco e meu apóstolo vos instrui". Por que que ele não diz eu vos instruo? Porque ele deixou essa parte da ciência do estudo para Kardec. Então, se a gente quer estudar, se a gente quer fazer ciência, praticar ciência, a gente tem como modelo Kardec. E como exemplo moral, a gente tem Jesus e também Kardec, mas é que aí Jesus é mais só para pr as pessoas se ligarem, né? Quero agradecer ao Lauro, agradecer a todos que participaram. Semana que vem a gente tá reunido aí. Amanhã tem o estudo do Lauro, quarta tem lá no Kardec Tube do que é o Espiritismo junto com José. E a gente segue. Vamos ficar aí mais uma semana, na semana que vem, no item 100, estudando e compartilhando esse conhecimento com todos. Uma boa semana a todos. Olá, boa noite. Sejam bem-vindos para o nosso estudo de O Livro dos Espíritos. Nós estamos na parte primeira do mundo espírita ou mundo dos espíritos. no capítulo um, que trata dos espíritos. Adentramos já essa hoje, hoje é o nosso a terceira parte desse estudo que é a escala espírita, o item 100. Então, se você se interessar pelo estudo da escala espírita, vai lá em nossa playlist que você vai encontrar tanto o estudo de O livro dos Espíritos quanto a na playlist, uma destinada somente à escala espírita, tá? A gente pede a você aí o apoio, caso Pedro ainda não se inscreveu aí no nossos canais, que é o Kardecube do Michel, o estudar Kardec, curtir, comentar, compartilhar, participar dos estudos, convidar mais pessoas para que venha eh somar a nós aí para o estudo do Espiritismo, em especial aqui o estudo de O livro dos Espíritos. Tem aqui ao meu lado, claro, Michel Macedo, é ele que está desenvolvendo o estudo de um livro dos espíritos. Passo para você, meu amigo. Obrigado mais uma vez. Uma boa noite para você. >> Boa noite, Lauro. Boa noite a todos.

aro, Michel Macedo, é ele que está desenvolvendo o estudo de um livro dos espíritos. Passo para você, meu amigo. Obrigado mais uma vez. Uma boa noite para você. >> Boa noite, Lauro. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo da obra O Livro dos Espíritos. Como disse o Lauro, estamos na segunda parte desse livro, num assunto muito importante, no item 100. Lembrando que o livro dos espíritos tem 108 questões, 1018 itens, na verdade, e nós estamos aí no item 100, é ainda o início da obra, né? Estamos tratando do assunto escala espírita, esse assunto importantíssimo que resume e passa por toda a teoria espírita, por isso ele é muito importante. E é um estudo que nos ensina a identificar os tipos de espíritos que existem, inclusive a gente, já que nós somos espíritos, a gente consegue, usando essa escala espírita, saber em que grau dessa escala nós nos encontramos. Então, é uma importantíssima e útil escala que Kardec construiu com os espíritos e nós estamos vendo ela com detalhe. O que nós temos feito no nos estudos anteriores é analisado o item 100, o que é onde Kardeca, explica como ele fez a escala espírita. Esse como ele fez a escala espírita que ele explica nesse item 100 mostra a credibilidade e a qualidade dessa escala, já que existem diversas escalas, diversas classificações, porque a escala espírita da obra de Kardec, ela é a melhor, mais completa, mais racional, mais coerente e que tem maior utilidade para todos nós. Então é isso que a gente tá vendo no item C. É muito importante que quem não assistiu os estudos anteriores assista, porque há muitos conceitos, muitas ideias que a gente já apresentou e refletiu que vai ser importante que você veja. Então, lembrando que isso fica gravado tanto no canal do Lauro, aqui no estudo AR Kardec, quanto no Kardec Tube. Então, uma boa noite a todos, que a gente tenha um ótimo estudo. Quem não curtiu, curta o vídeo. Quem puder, compartilhe aí com os amigos, com os grupos e nos siga nas demais redes sociais, né? nos sigam nas redes

a noite a todos, que a gente tenha um ótimo estudo. Quem não curtiu, curta o vídeo. Quem puder, compartilhe aí com os amigos, com os grupos e nos siga nas demais redes sociais, né? nos sigam nas redes sociais, se inscrevam nos canais também, é importante, e participem pelo chat, éonde vocês podem tirar as dúvidas e entrar em contato conosco. Então, que tenhamos um bom estudo. É isso aí, né? É o nosso estudo de número 67, pessoal. Então, tem muita coisa para trás aí, eh, para ser estudado, tá? Então, quem quer realmente aprofundar no livro dos espíritos, fique à vontade aí, vai na playlist e na em nossas playlists e e e aproveite o estudo. Michel, te devolvo. >> Isso. Eu acho que é o o parágrafo anterior, né, Lauro, ainda tem um antes desse aí que tu colocou, é os espíritos em geral aí. Então agora ele ele nós estamos no meio do item 100, como a gente falou nos estudos passados, a gente estudou o início, agora vamos continuar. Diz Kardec, então nesse item 100, na continuação desse item 100, né? Os espíritos em geral admitem três categorias principais ou três grandes divisões. Na última a que fica na parte inferior da escala, estão os espíritos imperfeitos, caracterizados pela predominância da matéria sobre o espírito e pela propensão para o mal. Os da segunda se caracterizam pela predominância do espírito sobre a matéria e pelo desejo do bem. São os espíritos bons. A primeira, finalmente, compreende os espíritos puros, os que atingiram o grau supremo de perfeição. Então, vejam que ele agora resume aqui a escala espírita. Ele mostra que a escala espírita tem então três categorias principais ou três grandes divisões ou três ordens. Então, quando a gente falar nas três ordens da escala espírita, você já sabe o que que tá se referindo. Ele pegou todos os espíritos e colocou numa dessas ordens e apresentou as características dessas ordens. São essas características que a gente vai estudar a fundo quando a gente entrar nas próximas questões a partir da 101. Então, vejam de novo um resumo. A

e apresentou as características dessas ordens. São essas características que a gente vai estudar a fundo quando a gente entrar nas próximas questões a partir da 101. Então, vejam de novo um resumo. A gente já abordou um pouco disso, mas vejam de novo o resumo dessas três categorias. Na última, na parte inferior. Então, lembremos, quando eu falar a terceira ordem, eu sempre vou falar de ordem inferior ou espíritos inferiores. A palavra inferior vai tá ligada à terceira ordem, porque ela é a mais inferior da escala, está mais abaixo da escala da classificação dos espíritos. estão os espíritos imperfeitos. Então, o nome dos espíritos que formam essa escala da da escala inferior, a terceira ordem, são os espíritos imperfeitos. Quem estiver dentro da terceira ordem é chamado espírito imperfeito. O que que a gente vai ter que ver? O que que quer dizer espírito imperfeito? O que que quer dizer esse imperfeito? A gente vai ter que estudar isso. Que quer dizer imperfeito? Porque muitas pessoas vão dizer como como pode haver algo imperfeito se Deus é perfeito? Como que um Deus perfeito cria algo imperfeito? É uma boa questão filosófica. Então, a gente tem que entender o que que significa imperfeito, o nome desses espíritos que formam a terceira ordem. Será que os espíritos são criados imperfeitos? Outra boa questão, nós vamos ter que estudar isso. Mas aí ele vai mostrar além do nome, ele vai mostrar as características desses espíritos que estão na terceira ordem. Lembra? ordem inferior, caracterizados pela predominância da matéria sobre o espírito. Olha que informação que ele tá dando aqui. Todos os espíritos da terceira ordem, os espíritos imperfeitos, tctominância da matéria sobre o espírito. Nós vamos ter que entender o que que é isso. Eu por muitos anos eu lia isso e ficava dizendo: "Meu Deus do céu, o que que é isso que Kardec tá querendo dizer aqui? Predominância da matéria sobre o espírito." E nota que a palavra espírito ali tá em E minúscula. E o nome dos espíritos da escala tá em E

us do céu, o que que é isso que Kardec tá querendo dizer aqui? Predominância da matéria sobre o espírito." E nota que a palavra espírito ali tá em E minúscula. E o nome dos espíritos da escala tá em E maiúscula, espíritos imperfeitos. E aqui na matéria sobre o espírito tá com E minúscula. Então nós vamos ter que estudar o que que é isso, entender o que que é isso. E tem mais uma característica, olha, e propensão para o mal. Então, todos os espíritos da terceira ordem, os espíritos imperfeitos, têm como característica propensão para o mal. Vamos entender também o que que é esse mal e porque ele usa a palavra propensão. Ele não diz assim: "São maus". Ele diz propensão para o mal. Olha quanta coisa a gente vai ter que estudar só na terceira ordem pra gente entender. Aí vamos paraa segunda agora, ó. Evidentemente que eu tô colocando as questões e não tô respondendo porque nós vamos ver isso aí item por item depois. Ó, os da segunda ordem se caracterizam pela predominância do espírito sobre a matéria. Pera aí, percebeu que é o contrário da terceira? O da terceira tem predominância da matéria sobre o espírito. Da segunda tem predominância do espírito sobre a matéria. Inverteu. Olha como vai ser importante entender o que que é essa tal de predominância, o que que é esse espírito sobre a matéria e matéria sobre o espírito. E vejam que tem mais um oposto aqui. Os espíritos da terceira ordem tem a propensão para o mal e os da segunda eles têm o desejo do bem. O que que é esse desejo do bem? E de novo, embora a gente já tinha já tenha tratado um pouco disso em alguns estudos passados, porque ele usa a palavra desejo do bem. Vamos ter que ver isso também com detalhe. E aí ele dá o nome da escala, espíritos bons. O que que quer dizer esse bons? Porque o da terceira ordem é imperfeitos e aqui o da segunda é bons. Será que espíritos bons é qualquer espírito que tenha bondade? Olha que questão boa. Aí ele vai paraa primeira. A primeira finalmente compreende os espíritos puros. É o nome então dos espíritos que estão

á que espíritos bons é qualquer espírito que tenha bondade? Olha que questão boa. Aí ele vai paraa primeira. A primeira finalmente compreende os espíritos puros. É o nome então dos espíritos que estão na primeira ordem. Qual é a característica? atingiram o grau supremo de perfeição. Olha outra classificação, caracterização que a gente vai ter que entender, né? Mas como assim? Um espírito atinge o grau supremo de perfeição, mas então ele se iguala a Deus. Será que os espíritos da primeira ordem eles se tornam um com Deus? O espiritismo é panteísta? Será que é isso que quer dizer? Olha questões que a gente pode colocar e nós vamos ter que responder. Mas se os espíritos o atingir o grau supremo de perfeição, não significa se tornar perfeito igual a Deus? Porque ele usa a palavra grau supremo. Então, chega uma etapa em que o espírito para de evoluir. A evolução não é infinita. Olha que questões boas. Aí eu faço uma uma conexão com uma outra frase muito conhecida, né? Vocês sabem que na lápide, na na no túmulo de Kardec lá em Paris, no Perlaches, tá escrito, né? Eh, como é que é? Nascer, morrer, renascer, progredir sempre. Tal é a lei. E muitas pessoas acham que essa frase é de Kardec, né? E Kardec nunca disse ela. Já vi várias páginas postando essa foto entre aspas e colocando o nome de Kardec. Nunca disse ela. Curioso isso. Mas olha o que que essa frase diz: "Progredir sempre, tal é a lei." Mas pera aí, aqui Kardec tá dizendo que o espírito tem um grau supremo de perfeição que os puros atingem. Então ele não progride sempre. Então nós vamos ter que entender o que que é o dicho do atingir o grau supremo de perfeição que os puros da primeira ordem atingiram, que é a característica deles. Bastante coisa pra gente estudar isso que ele nem apresentou ainda, as classes que a gente vai ver que são subdivisões dentro das ordens. Mas isso a gente vai deixar para depois, né? A gente nem resolveu o problema ainda das ordens. Nós vamos falar das classes, mas só para as pessoas entenderem o projeto de estudo

ões dentro das ordens. Mas isso a gente vai deixar para depois, né? A gente nem resolveu o problema ainda das ordens. Nós vamos falar das classes, mas só para as pessoas entenderem o projeto de estudo que a gente vai ter que desenvolver nas próximas questões. E que, infelizmente, eu vejo todo mundo falando sobre a escala espírita e eu não vejo ninguém explicando esses pontos que eu coloquei aqui. Antes de eu ir pro próximo parágrafo, eu quero passar pro Lauro, se ele tiver alguma questão, algum comentário. durante o tempo que você estava eh falando, me veio um um uma pergunta. Bom, ã, aqui nós temos a escala espírita, que ela apresenta a três ordens, né? E dentro dessas ordens aí, claro, exetuando a primeira ordem, as duas, a terceira e a segunda, as suas classes, as suas subdivisões, a minha pergunta seria, talvez pergunta de muitos, Michel, como Kardec, como Kardec chegou à escala espírita e como ele conseguiu fazer essa classificação? Ele ele foi simplesmente ouvindo os espíritos, né? os espíritos chegar e falar assim: "Não, Kardec, ó, coloca três três ordens aí, a primeira é o espírito puro ou será que Kardec ele usou um outro elemento, se é que eu posso usar essa palavra, para poder eh criar e estabelecer essa escala espírita." Michel, >> primeira coisa que fica evidente é que quem fez a escala espírita era um gênio. É o primeiro ponto. Quando você tiver a noção completa da teoria espírita, você fica abismado com a lucidez que Kardec teve para elaborar esse tipo de divisão, porque aparentemente parece simples eu dividir, criar três escalas, dar características, mas é aquela pergunta que que exatamente a pergunta que tu fez, por que três? Por que não cinco? Por não sete, porque não 10. como é que ele escolheu isso? Como é que ele formatou isso? Por que essa maneira de distribuição, tá? Ele comenta aqui no item 100, ele faz um comentário que ele diz assim, a gente viu, chegou a ver alguns estudos passados, né? Não inventamos os espíritos e nem seus caracteres.

ra de distribuição, tá? Ele comenta aqui no item 100, ele faz um comentário que ele diz assim, a gente viu, chegou a ver alguns estudos passados, né? Não inventamos os espíritos e nem seus caracteres. Vimos e observamos, olha ele dando a pista. vimos e observamos, julgamos-los pelas suas palavras e atos. Depois os classificamos pelas semelhanças, baseando-nos em dados que eles próprios nos forneceram. Então, partiu da observação do diálogo com os próprios espíritos, porque ao conversar com os próprios espíritos, e ele conversou e teve acesso a centenas e milhares de conversa com espíritos, ele poôde observando características neles que depois ele dividiu essas caracterí todas essas características que ele observou nesses milhares de espíritos que ele teve acesso às comunicações, ele dividiu em três. Então esse é um primeiro, uma primeira pista de como foi feita a escala. Mas você só percebe que isso faz sentido ele ter dividido dessa, você já sabe que ele usou a observação e os fatos para fazer a escala. Então isso a gente já sabe pelo item 100, mas depois que a gente estudar toda a escala espírita e a pessoa que estudar toda a teoria espírita vai perceber que a escolha dele de pegar tudo e dividir em três e caracterizar dessa maneira. Porque como é que ele caracterizou? Ele caracterizou por propensão ao mal, desejo do bem, predominância do espírito sobre a matéria e da matéria sobre o espírito. Nota que ele dividiu em quatro. São quatro elementos que ele usou para classificar os espíritos. Na terceira é predominância da matéria sobre o espírito, propensão pro mal. Da segunda é o contrário, predominância do espírito sobre a matéria, desejo do bem. E aí o primeira ordem é o grau supremo, perfeição. Veja que isso sintetiza toda a escala. Aí depois que você descobrir o que que ele vai perceber, depois que ele desenvolve toda a teoria espírita e ele já tinha, impressionante, como ele já tinha lá no início toda a visão da teoria espírita na cabeça dele, evidentemente que apoiado por fatos,

er, depois que ele desenvolve toda a teoria espírita e ele já tinha, impressionante, como ele já tinha lá no início toda a visão da teoria espírita na cabeça dele, evidentemente que apoiado por fatos, porque o espiritismo não é só uma especulação racional de Kardec, ele ele ele ele percebeu tudo isso observando os fatos e raciocinando. você vai ver que essa divisão que ele usou, esses elementos, ela é genial. Mas como é que você chega nesses elementos que ele usou? Quando você compreende o que é o espírito, como o espírito evolui, o que é mais fácil e o que é mais difícil de modificar. É impressionante quando você descobre, isso é chamada psicologia, você descobre o que é a alma, como ela evolui e ao descobrir como ela evolui, você sabe dizer eh qual o caminho que ela precisa percorrer para evoluir e o que que é prioritário, o que que vem primeiro na evolução. Por exemplo, você tem que evoluir, você é um espírito e você tem que evoluir. Mas por onde eu começo? Então, como ele pode responder todas essas questões que eu coloquei aqui? Ele soube, ele conheceu todo o processo evolutivo dos speits na nos estudos dele. Ele poôde fazer então essa essa escala. Ele disse: "Ah, agora eu já sei como é que é." Então, ao saber como é que é o final, a trajetória e o final, agora eu sei como classificar. Eu sei a origem, eu sei o processo, o caminho e eu sei o objetivo através dos estudos. Então agora eu sei como classificar. É muito interessante porque são resultados que você chega depois de estudar os espíritos, tá? E você tem uma noção completa do processo, como ele era quem tinha acesso a esses estudos, porque todas as outras pessoas tinham isso fragmentado. Ele era o centro no mundo que recebia todos. Então ele tinha a visão do todo mundial. Ele foi quem melhor pode analisar o processo inteiro. Por isso que ele fez a melhor escala. Depois que a gente estudar toda a teoria, por exemplo, quando nós a gente, quando a gente estudar todo o livro dos espíritos, a gente chegar lá no final, o

teiro. Por isso que ele fez a melhor escala. Depois que a gente estudar toda a teoria, por exemplo, quando nós a gente, quando a gente estudar todo o livro dos espíritos, a gente chegar lá no final, o dia que nós tiver aqui falando 101, a gente vai ver, meu Deus, Kardec sabia disso, por isso que lá atrás ele falou isso, isso, isso, isso. É engraçado que muitos princípios que Kardec apresenta, isso é uma boa teoria. Uma boa teoria é assim, ó, Lauro, eu apresento para ti os princípios e quanto mais você aprofunda a teoria, eu vou confirmando os princípios que você me deu lá atrás. Então você vê que ela é um todo um homogêneo coerente. Então é muito interessante. Por exemplo, retomando um pouco do que a gente já viu até aqui. Se você pega o capítulo um lá da primeira parte sobre Deus, você vê Kardec fazendo perguntas sobre Deus. Aí você olha aquelas respostas e diz assim: "Tá interessante, interessante a resposta". Não, não. As respostas têm têm uma racionalidade. É uma coisa que você observa, tem uma racionalidade nessas respostas. Outra coisa que você percebe nas respostas sobre Deus, tá tudo bem. Essas respostas aqui são interessantes, mas elas não são novas. Os filósofos já haviam falado. Aí você fica assim. Aí vem uma pergunta natural. Tá, mas se isso aqui já havia sido tratado pela filosofia, por que que Kardec e os espíritos escolheram essas respostas e não outras? Essa é uma boa questão. Por que que eles falaram desse jeito sobre Deus e deram essas respostas? Aí é curioso, você vai aprofundando a teoria, aprofundando a teoria, aprofundando a teoria, aprofundando a teoria, aprofundando a teoria. E aí de novo, quando você completa a teoria, você entende porque que eles deram aquelas respostas lá no início, porque o transcorrer da teoria confirma as respostas. O que que isso quer dizer? é que Kardec ele não partiu das respostas e daí depois foi procurando a fundamentação. Foi o processo contrário do próprio estudo dos fenômenos espíritas que ele fez, ele foi chegando nas respostas. Então o

Kardec ele não partiu das respostas e daí depois foi procurando a fundamentação. Foi o processo contrário do próprio estudo dos fenômenos espíritas que ele fez, ele foi chegando nas respostas. Então o processo é o contrário. Ele não tinha as respostas, eu não tinha assim, ó, resposta dos espíritos, agora vou procurar confirmar. Não, não. Quando ele chegou nas respostas, ele já tinha confirmado. Por isso que ele escolheu aquelas respostas. Então, o livro dos espíritos, às vezes as pessoas se equivocam ao ler o livro dos espíritos. O livro dos espíritos já é o a o a teoria pronta. Aí no decorrer da teoria entender como que ele chegou naquela resposta, porque aí a teoria vai confirmando. Aí você, ah, tá. Então ele escolheu, por exemplo, ele escolheu definir Deus como inteligência suprema e causa primária. Tem um motivo. Ah, tá, agora eu entendi. Ah, ele falou que eu não podia entender o princípio das. Ah, agora eu entendi. Então, é interessante como é o a ciência espírita. À medida que você avança na ciência espírita, você confirma os pontos que a ciência espírita deixou para trás. Por isso que a pessoa que tá estudando a a ciência espírita precisa conhecer a teoria completa. Então é isso que a gente tá fazendo aqui. A gente tá vendo, a gente vai ver a escala espírita. O primeiro momento é assim, quando você tá estudando, o primeiro momento é assim, ó. O que é a coisa? É sempre assim, o que é a coisa? Me defino a coisa. Mesmo que ela não exista ou eu não creia. São duas possibilidades. Ou a coisa não existe ou eu não creio nela, eu ainda não estou convencido. Mesmo que a até para eu dizer se eu concordo ou discordo, acredito ou não, você tem que me apresentar a coisa. Então, toda ciência, a primeira vez que você tá estudando, preste atenção no que o autor tá dizendo. Não é a hora de você discutir com autor. Você discute com o autor depois. Primeiro você ouve o que o autor tá dizendo. E no caso ouvir aqui é ler. Você lê o que Kardec tá dizendo. Depois vem o segundo ponto. Leu. Agora você tem

ir com autor. Você discute com o autor depois. Primeiro você ouve o que o autor tá dizendo. E no caso ouvir aqui é ler. Você lê o que Kardec tá dizendo. Depois vem o segundo ponto. Leu. Agora você tem que entender os conceitos que ele tá apresentando. Então, por exemplo, vou dar vou dar um exemplo prático do que eu tô falando. Ó, a gente viu, existem três ordens, ó. Isso é o quê? Existem, que que é a escala de espita? tem três ordens, três divisões grandes. Ó, é uma primeira informação do quê? Outra informação do quê? Olha, a ordem, a terceira ordem são os espíritos imperfeitos, que tística a predominância do da matéria sobre o espírito e a propensão pro mal. Ó, ele tá me dando as informações, eu tenho que ir anotando. Ah, tá. Ele ele tá me falando de uma escala espírita, tá dizendo que foi dividido por três. A terceira ordem tem tal nome, tem tais características. Ah, segunda se chama ah os espíritos bons. Tem qual característica? Ah, predominância do espírito sobre a matéria e desejo do bem. Ah, tal. Ah, tem o espírito público que é da primeira ordem e ele tem atingiu o grau supremo da perfeição. Isso eu estou lhe dando o que é a coisa. Eu não vou ficar assim dizendo para Kardec, mas por que que não tem a quarta? Calma, calma, calma, calma. Primeiro você tá vendo o que é a coisa. Aí o segundo momento é: bom, eu já sei que a escala espírita é isso. Agora eu tenho que entender o que que é os conceitos, que que é espírito sobre a matéria, matéria sobre espírito, desejo do bem, propensão pro mal, por que é espírito imperfeito, que que é espírito bom, por que que é grau supremo do Isso é a segunda parte. A terceira parte é quando você vai começar a a ter condições de comparar com alguma outra teoria para dizer qual que você acha que é a melhor e mais completa. Então, geralmente o que que fazem os estudos das casas espíritas? Os ruins estudos das casas espíritas, a pessoa pega um como é que é hoje um estudo numa casa espírita tradicional. Se você for hoje lá, é assim, você chega, você senta

os estudos das casas espíritas? Os ruins estudos das casas espíritas, a pessoa pega um como é que é hoje um estudo numa casa espírita tradicional. Se você for hoje lá, é assim, você chega, você senta numa mesa, senta em volta da mesa, né, e as pessoas abrem o livro. Isso supondo que ela tá lendo a obra de Kardec, né, que a maioria nem tá lendo a obra de Kardec, mas supondo, ela abre o livro de Kardec e lê umas cinco questões seguidas ou ela pega o item 100, digamos que você chegou no dia que a pessoa tá estudando o item 100, que nem a gente, a gente já tá três semanas estudando esse item 100. Na casa espírita, o pessoal leu o item 100 em 5 minutos inteiro. Aí fecha o livro. Meia dúzia de gato pingado que mora na casa espírita, sete dias por semana, vem e começa a dar umas explicação sem pé e nem cabeça do que que quis dizer o item sempre. Aí a pessoa fica assim, se a pessoa é um pouquinho mais crítica, inteligente, ela fica assim: "É, não tá bem respondendo tudo que o texto falou, mas não sou eu aqui no meio desse pessoal aqui que vou começar a ser o antipático de discordar, questionar, vai ficar até mal para mim." Aí a pessoa aceita. Assim é a formação do estudo espírita nas casas espíritas. Não lê, lê rápido, não entende as questões, não explica os conceitos. A pessoa diz assim: "Entendeu, fulano?" "Entendemos, vamos pra próxima". A pessoa lêu o livro dos espíritos em dois meses na casa de espírit e essa pessoa vira palestrante, essa pessoa vira médium, essa pessoa vira escritora, essa pessoa vira divulgadora do espiritismo, presidente do centro. Essa foi a formação dela. Então, eu fiz essa essa janela aqui, mas para responder a tua pergunta, ele ele explicou um pouco a forma ali para cima, como eu citei. E o segundo momento é para você entender porque ele escolheu essa forma, é quando você tem uma noção total da teoria espírita, que é o que eu vou querer mostrar. Quando a gente chegar no final da escala espírita, eu vou eu quero mostrar para todos como e a Kardec foi

orma, é quando você tem uma noção total da teoria espírita, que é o que eu vou querer mostrar. Quando a gente chegar no final da escala espírita, eu vou eu quero mostrar para todos como e a Kardec foi genial em dividir assim. Aí eu vou mostrar, ó. Vocês entenderam? Agora a gente já sabe o que que é cada conceito, que que ele quer dizer. Percebe agora como faz todo sentido ele ter feito a escala assim? Depois que a gente entender o que que é predominância do espírito sobre a matéria ou predominância da matéria sobre o espírito, propensão do mal, desejo do bem e grau supremo de perfeição, depois que a gente entender isso que caracteriza toda a escala espírita, esses pontos que eu falei, você vai ver: "Meu Deus, Kardec é um gênio de ter dividido assim". Nó já vamos ver porque que ele divide assim, não divide de outra maneira. Por que que ele escolheu fazer assim, né? passo para ti. >> Muito bom. Eh, eh, quando a gente vai paraa segunda parte da obra céu e inferno, onde lá tem os exemplos, né, Kardec começa trazendo então espíritos felizes. O que é curioso é que depois quando ele encerra esse aquela quantidade de espíritos felizes, ele traz espíritos em condição mediana. Alguém talvez poderia perguntar, mas por que que Kardec não fez dentro da escala espírita uma escala destinado ou destinada a esse tipo de de espíritos, né? Talvez essa pudesse ser uma questão e e dentro da da da dessa quantidade de espíritos em condições medianas, o que me chamou atenção e do que você falou, a última comunicação ou o último espírito lá que Cadec traz é a senhora Ana, Ana, não sei o quê, é a última dos espíritos em condição mediana. E aí, careca, em dado momento, já no finalzinho, ele vai dizer assim que aquele espírito está a um passo de se tornar um espírito feliz, né? Então, como que ele pode chegar a essa conclusão? A pergunta, seria usando a escala espírita como comparação ou porque ele veio observando? ele vai dizer que ele acompanhou essa pessoa que foi uma conhecida, alguém que ele

de chegar a essa conclusão? A pergunta, seria usando a escala espírita como comparação ou porque ele veio observando? ele vai dizer que ele acompanhou essa pessoa que foi uma conhecida, alguém que ele conheceu, né, durante a vida e e a no momento de doença até a morte. E depois, como escrita, ele foi acompanhando um dia após a morte, um mês depois, 3 meses depois, seis meses depois esse espírito sendo evocado. Então, quer dizer, acompanhou fase a fase a progressão desse espírito mundo dos espíritos. Então, a questão é, será que Kardec chega a essa conclusão? porque ele tem a escala espírita porque realmente ele poôde acompanhar esse processo e chegou essa conclusão. Michel, não sei se essa pergunta ela tem algo a ver, mas eu passo para você. >> Não, ela é uma ótima pergunta porque assim, eh, vamos tentar ver por onde que eu começo para ficar mais assim. Eu posso pegar os espíritos que ele citou lá na segunda parte do céu inferno. Eu posso pegar eles e fazer o exercício de localizar onde eles estão na escala espírita. Isso eu posso fazer. Por quê? e que a escala espírita, ela sempre vai poder ter essa utilidade. Qualquer espírito que eu quiser, eu posso, através da comunicação dele, das características dele, localizá-lo na escala espírita. A gente vai ver que isso é, depois que eu entendo a escala espírita, eu posso fazer isso com qualquer espírito. Por isso que eu disse, inclusive com a gente, eu posso me pegar, me analisar e ver onde é que eu tô aqui na Escara Espírita. Então a escala espírit serve para isso. Só que então lembrando, eu posso usar aqueles espíritos que estão lá e localizá-los na na escala espírita, só que aqueles exemplos que estão lá na no céu e inferno, eles não foram feitos com esse objetivo. O os exemplos do céu e inferno, aqueles tipos que ele apresenta, eu abri aqui, né? espíritos felizes, espíritos em condição média, espírito sofredor, espírito suicida, espírito criminoso, espíritos eh eh endurecidos e expiações terrestres. Essas classificações que ele apresenta,

né? espíritos felizes, espíritos em condição média, espírito sofredor, espírito suicida, espírito criminoso, espíritos eh eh endurecidos e expiações terrestres. Essas classificações que ele apresenta, ele não tá aqui preocupado com a escala espírita, ele tá preocupado com outra coisa. Eu já digo o que que é outra coisa, mas é claro, eu posso pegar os speeds aqui e localizá-los na escala speed. E até bem fácil de localizar. Os felizes são os bons. Para baixo é tudo terceira ordem. Porque porque se a pessoa fizesse associação entre os exemplos e a escala espírita, uma associação direta, ela podia achar que o espírito em condição mediana é o da segunda ordem, né? Porque é mediano, não tá nem na terceira e nem e nem na primeira. Mas não, cuidado, é mediano dentro da terceira ordem. Por isso que eu digo, não é uma, não tem uma relação direta dos exemplos do céu e inferno com a escala espírita, embora eu possa localizá-los na escala espírita. E o que que ele, o que que ele tá preocupado em fazer no céu e inferno, que é outra coisa que não é relacionar com a escala espíida. No céu e inferno, Kardec quer apresentar todas as situações possíveis em que nós, espíritos encarnados aqui, porque assim, antes dessa informação, o que que ele Kardec descobre pela observação e pela própria fala dos espíritos? Uma coisa que até a gente pode concluir facilmente, a terra é povoada pela esmagadora maioria de espíritos imperfeitos da terceira ordem. Então, a grande maioria da da dos habitantes da Terra, os encarnados, nós somos da terceira ordem da escala espírita, aquele ali que ele classificou como predominância da matéria sobre o espírito, propensão pro mal. Então ele observou isso. Uma vez observado isso, Kardec quer mostrar pra gente no céu e inferno todas as situações possíveis em que a gente pode se encontrar, a gente que eu digo, os espíritos imperfeitos, pode se encontrar depois da morte. Então a aqui é um é como se fosse um outro tipo de escala. é uma escala lá no céu inferno, eh, em que eu posso

ontrar, a gente que eu digo, os espíritos imperfeitos, pode se encontrar depois da morte. Então a aqui é um é como se fosse um outro tipo de escala. é uma escala lá no céu inferno, eh, em que eu posso identificar em qual dessas situações eu posso me encontrar depois da morte. Eu espírito imperfeito. Então, ou eu posso ser quando eu morrer, espírito em condição média, espírito sofredor, espírito suicida, criminoso, endurecido. Um desses cinco tipos eu vou ser se eu sou espírito imperfeito. Então, como ele tá querendo mostrar pra gente o que que a gente pode sofrer e como a gente vai tá depois da morte, é um estudo muito importante. E por que que ele bota os felizes? Porque é o é o próximo passo que como o objetivo do espiritismo é fazer você eh atingir esse nível de feliz, ele coloca ele vai colocar por duas razões. Uma pra gente ver o o passo que a gente tem que se esforçar para chegar, porque é o próximo passo possível pra gente chegar. Notou que ele não dá aqui nos exemplos, ele não mostra a ele não tem conversa dele com espírito puro. Por que que ele não conversa com espírito puro? Por que que ele bota só os felizes? Ele bota só os felizes da segunda ordem e o resto é só exemplo da terceira. É porque aqui ele tá preocupado em mostrar pra gente a tendência do que que a gente vai passar e sofrer e como a gente vai est. E ele mostra o caso que é aonde a gente deve o objetivo, né? a gente pode chegar, porque é isso que ele tá preocupado aqui, preocupado em mostrar como você vai estar e qual é o próximo estágio que você pode estar e por isso que você tem que mirar nele. Por isso que ele bota o caso dos espíritos felizes. Então essa é a preocupação do céu inferno. Por isso que ele fez essa divisão. Então essa aqui é uma outra avaliação. pessoa poderia dizer assim: "Bom, eu sou espírita imperfeito, OK, como que eu posso, em que situação eu vou estar?" A pessoa que diz assim: "Como é que eu vou estar depois que eu morrer?" Isso é uma boa pergunta que eu podem fazer pros

u sou espírita imperfeito, OK, como que eu posso, em que situação eu vou estar?" A pessoa que diz assim: "Como é que eu vou estar depois que eu morrer?" Isso é uma boa pergunta que eu podem fazer pros espíritos. Se alguém um dia perguntar assim para ti, Lauro, tu que conhece o espiritismo, como é que eu vou saber o estado em que eu estarei depois que eu morrer? Aí tu vai dizer assim: "Olha, pressupondo que você também é um espírito imperfeito, existem cinco situações possíveis e tá descrito lá em Kardecéu e Inferno." Então, se você lê lá, você já pode saber. Ou você vai estar em condição mediana, mediana, sofredor, suicida, criminoso, arrependido ou endurecido. Uma dessas ciclos você vai tá. E se você for, se você usar bem o espiritismo durante a sua vida e se tornar um verdadeiro espírita, você vai est muito próximo de se tornar um espírito feliz. Por isso que é importante ele descrever também o espírito feliz, porque se você usar bem a teoria espírita, você vai est bem próximo de se tornar um espírito feliz. ou pode ser até que se torne um espírito feliz. Aí você se tornou um espírito bom. Então é por por isso que ele coloca também o espírito feliz, porque ou você tá indo para ela, se você usou bem a teoria espírita, ou você vai se tornar ela. E na maioria dos casos, os outros exemplos que ele coloca lá. Então é uma outra divisão com um outro fim, mas você pode usar aquela lá e e comparar com a Scar Spit sem nenhum problema. Como eu falei, os felizes são os bons e o resto é tudo da terceira ordem. Por então o da condição mediana a gente vai ver que ele tá muito identificado com dentro da terceira ordem tem de subdivisões, tem cinco subdivisões dentro da terceira ordem que a gente vai ver que são as classes. Tem um lá que são os espíritos neutros. O da condição mediana tá muito ligada ao espírito neutro. Percebe? Aí você tem os o o os espíritos endurecidos, tá muito ligado a a os espíritos impuros, que é a quinta classe da terceira ordem. Então esse exercício pode ser feito, mas só lembrando que tem

. Percebe? Aí você tem os o o os espíritos endurecidos, tá muito ligado a a os espíritos impuros, que é a quinta classe da terceira ordem. Então esse exercício pode ser feito, mas só lembrando que tem objetivos diferentes. A classificação que ele fez, né? Uma é mais para nossa realidade que é lá no céu, inferno. E aqui não, aqui ele tá apresentando todos porque aqui ele tá iniciando o assunto dos tipos de espírito. Depois ele concentra, depois a gente vai ver que ele vai concentrar só no bom e no imperfeito, na segunda e na terceira, e mais ainda na terceira. Por quê? Porque é onde a gente tá. Por isso que ele dá enfoque para isso. Toda a teoria moral espírita vai ser construída pro espírito da terceira ordem. Por quê? Porque a maioria de nós e é e é porque é da onde a gente tem que sair, porque a gente tem que ir para segundo o mais rápido possível. >> Passo para ti. >> Beleza. Beleza. Bom, você você deixa eu ver aqui como é que tá o nosso tempo. Você quer dar um andamento lá no no outro item? Ainda não. Ainda tem 15 minutos. Ainda >> tem uma pergunta só da Irleia. Irleia Portugal. Ela perguntou assim: "Subdivisão da terceira ordem, assim eh o que, ó, o que que a gente vai ver daqui a pouco dentro das três ordens? Primeira, a gente viu aqui características da primeira ordem, segunda ordem, terceira ordem. a gente vai ver que dentro das ordens elas também são divididas em pedaços, que são as classes, são as subdivisões. Então, por exemplo, a terceira ordem tem cinco classes ou cinco subdivisões. A segunda ordem tem quatro subdivisões e a primeira ordem, a gente vai entender isso também, tem só uma classe, classe única que ele chama, a gente vai entender também. Então, eh, a gente vai se concentrar em entender primeiro o que são as ordens, depois a gente vai descer para o que são as classes. Que que a gente vai descobrir? Eu não posso me misturar em de uma ordem para outra. Não se mistura. Ou eu sou da terceira, ou eu sou da segunda, ou eu sou da primeira. Não tem como eu ser meio da

ses. Que que a gente vai descobrir? Eu não posso me misturar em de uma ordem para outra. Não se mistura. Ou eu sou da terceira, ou eu sou da segunda, ou eu sou da primeira. Não tem como eu ser meio da segunda e meio da terceira. Isso não tem, mas dentro da ordem, as subdivisões, aí sim eu posso ter um pouco de uma característica de um, pouco doutra, um pouquinho. As classes se misturam, as ordens não. Nós vamos ver isso também, certo? Podemos ver mais do texto? E, e assim, eu poderia aqui, assim, adiantando um pouquinho o que você disse aí, eh, pela pelas próprias características ou definições que ele dá de respeito de terceira ordem, de segunda ordem, eu já posso pensar: "Ah, por isso não se misturam, porque um tem propensão ao mal, ã, predominância da matéria sobre o espírito, o outro é o contrário, né? Predominância do espírito sobre a matéria e o desejo do bem." Por isso não se mistura. Eu poderia pensar dessa forma. >> Isso é é por definição, eu não posso ter uma parte minha numa ordem, uma parte noutra, porque elas são radicalmente opostas. Então não tem como eu ter predominância do espírito sobre a matéria ou predominância da matéria sobre o espírito ao mesmo tempo. Ou é uma ou é outra. Da mesma forma, ou eu tenho o desejo do bem ou eu tenho propensão para o mal. Ou é uma ou é outra. Não tem como ter as duas ao mesmo tempo. Então as ordens são definidas. Eu não tenho como tá misturado nas ordens. As classes, sim. Quando a gente for ver as classes, aí sim. Eu posso ter característica de todas as classes, mas as ordens não, porque por definição as ordens são opostas. Então eu não tenho como como ter uma mistura, né? E mas mas por que que isso é importante? porque dá a clareza da definição. Então, o Kardec foi sábio até nisso, porque não adianta eu ter dar uma definição que se eu tornar ela muito subjetiva, você não sabe onde é que você tá. Se eu começo a tornar muito subjetivo as características de cada ordem, daqui a pouco você olha e diz assim: "Mas meu Deus, eu não sei qual que eu tô, porque

bjetiva, você não sabe onde é que você tá. Se eu começo a tornar muito subjetivo as características de cada ordem, daqui a pouco você olha e diz assim: "Mas meu Deus, eu não sei qual que eu tô, porque eu olho para uma". Sabe que parece questão de concurso federal, né? Quem já fez prova de concurso aí federal, a gente tá a gente lê o enunciado, aí vai paraas alternativas, parece que tem duas que, mas parece que tem duas aqui que serve, né? Mas a gente olha assim: "Meu Deus, tem duas respostas possíveis aqui, mas é óbvio que é uma só que tá certa, né? É a pior questão que tem, aquela que você diz: "Meu Deus, por eliminação sobra duas e agora". Mas claro, a prova tem o objetivo de ser confusa assim, justamente para lhe testar. Mas Kardec não tá querendo lhe testar, ele tá querendo lhe esclarecer. Então ele não pode deixar um bigo. Eu não posso olhar pra segunda ordem, pra terceira e ficar assim: "Mas pera aí, parece que eu sou da segunda, parece que eu sou da primeira, parece que eu sou da terceira". Não, não. Por isso que ele tem que dar definições rígidas e contraditórias, porque eu não posso estar numa e noutro ao mesmo tempo. Já as classes não. A gente vai ver que as classes elas são mais são mais eh maleáveis. Eu posso ter característica da da quinta classe misturado com da terceira classe. Aí é diferente as classes, né? E e isso fica fácil, entre aspas, de analisar, por exemplo, atualmente algumas comunicações, algum algumas obras, porque veja, né? Então, uma vez que se o espírito é bom, ele é bom, não tem nem termo, né? Porque o desejo dele é no bem. Então, como a gente vê, houve relatos, né, da da, por exemplo, aqui do próprio Chico, quando o Emânuel se impõe mandando ele escrever mesmo com o olho doendo, sangrando, pera aí. Então, vamos paraa escala espírita. O que que é escala espírita? Desejo do bem. Aqui tá mostrando uma arrogância, tá mostrando uma maldade, tá mostrando uma imposição, castigo. Isso é característica de um espírito bom. Então fica bacana se a pessoa usar a escala

a? Desejo do bem. Aqui tá mostrando uma arrogância, tá mostrando uma maldade, tá mostrando uma imposição, castigo. Isso é característica de um espírito bom. Então fica bacana se a pessoa usar a escala espírita com essa ideia, ele pode muito bem falar: "Bom, então esse tal de Emanuel, segundo a escala espírita, não pode ser um espírito bom." E aí por aí sucessivamente. Michel, >> foi muito bom tu trazer esse exemplo, porque é exatamente para isso que foi feita a escala espírita. Kardec criou a escala espírita para isso, para você identificar o espírito conforme o comportamento e a linguagem dele. O movimento espírito não usou a escala espírito. Veja que a gente teve eh centenas de espíritos no século XX comunicando e ninguém pegou a escala espírita para identificar esses espíritos onde é que eles estão na escala espírita. Não usou a escala espírita e por isso que foi enganado por esses espíritos. E, por exemplo, se você, e é curioso porque esses espíritos, eh, além dele, deles, se a gente usasse a, por exemplo, se a gente usasse a escala espírita para analisar o Emanuel, se você pegar a escala espírita e analisar o Emanuel, as coisas que ele fez e escreveu, veja, tô usando dois exemplos. O que ele fez, como é que ele era com o Chico e as ideias dele, aquilo que ele escrevia. Se você usar escala espírito, você vai descobrir que o emano não é superior, ele é da terceira ordem. Olha que interessante. Aí você vai descobrir que espírito da terceira ordem não pode ser guia. Só os da segunda são. Então ele se apresentou como guia, mas ele não era guia. Então olha a importância de ter usado a escala espírita. Mas tem mais uma coisa curiosa. Quando você fica ouvindo espíritos, tipo o Emmanuel e o André Luiz, ambos são da terceira ordem e o movimento espírita acha que são superiores. Quando você ouve esses espíritos, eles tentam criar outras classificações de espíritos. E é muito curioso porque a classificação que eles dão não são coerentes como a classificação de Kardec. Lembra que eu

o você ouve esses espíritos, eles tentam criar outras classificações de espíritos. E é muito curioso porque a classificação que eles dão não são coerentes como a classificação de Kardec. Lembra que eu acabei de falar que em Kardec ambiguidade? Então fica fácil de você identificar onde é que tá cada espírito dentro da escala. Se você vai vendo os relatos que o André Luiz faz dos espíritos, você não consegue e identificar as características, porque o o André Luiz, ele mistura o mesmo espírito, tem características eh eh da segunda e da terceira ordem. Aí você vê que é uma má definição dos espíritos feitos por André Luiz e uma boa feita por Kardec. Mas claro, André Luiz é de é de terceira ordem. não sabe explicar direito, por isso que ele faz essa confusão. A gente vai é próprio da da terceira ordem fazer confusão. E ele fez por quê? Porque ele era da terceira ordem. Então você vai ver ele narrando os espíritos lá no nosso lar. Tem horas que tem horas que ele fala de um espírito tal, que é um espírito extremamente evoluído. Daqui a pouco você vê ele descrevendo coisas que o espírito que ele acabou de dizer que era extremamente evoluído. Ele começa a narrar esse mesmo espírito falando ou fazendo coisas de espírito de terceira ordem. Aí você fica, ô cara pálida, ele é superior ou não é superior? Mas por que que ele faz essa confusão? Porque ele é um espírito confuso. E por que que ele é um espírito confuso? Porque ele é da terceira ordem. O erro foi seu de ficar lendo e perdendo tempo com esse espírito. Então foi muito bom esse teu exemplo. A gente deve sempre pegar, a gente deve sempre pegar o o o espírito pelo que ele fala e como e como ele age e comparar com com a escala espírita. Aí você fica: "Hum, então quer dizer que a maioria desses espíritos que se apresentaram no século XX era tudo da terceira ordem." Sim. E você ficou idolatrando, lendo, se guiando por esses espíritos que são tão ignorantes quanto você. Aí o pessoal fez livro, fez homenagem, fez sede espírita.

éculo XX era tudo da terceira ordem." Sim. E você ficou idolatrando, lendo, se guiando por esses espíritos que são tão ignorantes quanto você. Aí o pessoal fez livro, fez homenagem, fez sede espírita. Pessoal homenageou esses espíritos. A gente, a gente homenageou espírito de terceira ordem. No no no século XX, no movimento espírita, tem gente que rende homenagem a espírita de terceira ordem. Por exemplo, eu sou espírito de terceira ordem, eu já deixo aqui em vida, Lauro, gravado. Tá gravado aqui, ó. Dia 8 de setembro de 2025, às 20:53, horário de Brasília. Se um dia eu morrer e tiver alguém me homenageando, eu vou vir puxar o pé. Eu vou, eu vou ser obsessor da pessoa, porque render homenagem para espírito de terceira ordem é tolice. Ficar escrevendo sobre, homenageando, falando. Não perca tempo com espírito de terceira ordem. Então, não tem uma um uma curiosidade aqui só para eh para compartilhar cultura com todos. E agora eu falei isso, eu me lembrei. Vocês sabem que eu sou da cidade que é a terra natal de um dos maiores escritores de literatura do Brasil e do mundo, que é o Érico Veríssimo, né? E o Érico Veríssimo sempre falou nos escritos dele que jamais ele ia querer virar nome de praça e nem ter nenhum busto ou estátua em homenagem a ele. Ele deixou isso escrito. Aí se você vai na cidade dele, a a principal praça da cidade se chama praça Érico Veríssimo. E sabe o que que tem na Praça Érico Veríssimo? uma estátua dele. Eu digo, ele deve estar indignado no mundo espiritual, porque ele pediu, ele disse, eu não quero virar nome de praça e nem ter estátua em minha homenagem. Fizeram as duas coisas. Aqui tem rua com o nome dele, bairro com o nome dele, shopping com o nome dele, praça com o nome dele, edifício com o nome dele, evento com o nome dele, tudo com o nome dele. Ele não queria. É as coisas do ser humano, né? Então eu lembrei agora, eu tava falando, não venho se tiver centro espírita Michel Macedo, não sei o que lá Michel Macedo, eu vou obsediá espiritual porque eu não

ueria. É as coisas do ser humano, né? Então eu lembrei agora, eu tava falando, não venho se tiver centro espírita Michel Macedo, não sei o que lá Michel Macedo, eu vou obsediá espiritual porque eu não quero é pé espírito de terceira ordem, tem que a gente tem que estudar com os da segunda. Então se eu fizer homenagem para Espírito e segunda ordem, tá OK? São nossos mestres. Homenagei Kardec, homenagei Jesus, que é de primeira ordem, homenagei São Luís, Santo Agostinho, Sócrates, Platão, Paulo, Erasto, agora vim homenagear espírito de terceira ordem. É perda de tempo, né? passo para ti. Eh, eh, é aquela foto até que você se você até tir ao lado da da da estátua, né? A Tânia faz aqui até já um exercício de localizar o Emânuel na escala espírita, dizendo é de terceira ordem e da classe de seu sábio. É isso aí. Bom, nós temos aqui, né, cego guiando cego, diz a a aia que é uma opinião dela. Op, é de fato. É de fato. Quando você acredita que tem um espírito guia, que você vai saber que ele é, na verdade, um espírito de terceira ordem, é um cego guia no outro, né? E a Tânia achou bom, viu? Ela gostou de você puxar o pé da galera lá. Vamos ver aqui que disse a Iia. Eh, que todo espírito de terceira ordem eh possa ser igual a vocês dois amigos. Olha, nem sei, viu? Porque eu tô bem numa terceira ordem segunda mesmo. >> Laura, sabe por que que ela tá dizendo isso? Porque ela não convive com a gente, né? julgar a gente por pela uma hora de estudo aqui. Irleia, vai conversar com quem convive comigo para te ver se acha a mesma coisa. Vai vai conversar com quem convive. Se tu conversar com quem convive, a pessoa disser isso aí eu tô bem, né? Mas eu acho que tu vai mudar de ideia. Não, a gente a gente julgar eh quem fala de espiritismo é naquela hora que tá falando espiritismo. É uma maravilha, né? Me pega para conviver comigo para ver se não muda bem rapidinho de ideia, né, Laura? Mas tudo bem, tirando a brincadeira. Mas é isso mesmo. O espírito de terceira ordem que todos somos.

maravilha, né? Me pega para conviver comigo para ver se não muda bem rapidinho de ideia, né, Laura? Mas tudo bem, tirando a brincadeira. Mas é isso mesmo. O espírito de terceira ordem que todos somos. Quando você encontrar uma pessoa que é muito santa, muito coitadinha, ó, você já lembra da teoria espírita. Pera aí. Kardec falou que todos são espíritas de terceira ordem, a maioria, né, que estão aqui na terra. Aí você vai ler as características do espírito de terceira ordem. Aí você olha para as pessoas, ela tá muito santa, você diz assim: "Algo não tá fechando". Então, nunca se iluda com as pessoas achar que ela é muito coitadinha ou que ela é muito santa. E toda vez que alguém se apresentar assim, ou muito coitado ou muito santa, desconfie, porque nós somos espíritos imperfeitos. Eu vejo isso no movimento espírita. O movimento espírita. Eu passei muitos anos viajando, né, no movimento espírita e e às vezes mais de uma cidade no mesmo dia. Meu Deus do céu, o povo faz voz mansa, o povo fala, já viu espírita fazendo prece em casa espírita? Meu Deus do céu. E faz voz, espíritas, ai para cima de Moque nem diz o ditado. É tudo espírito de terceira para de fingir. É claro que você não vai ser mal educado. É claro que a polidez social é importante. Você não vai ser um mal educado, desbocado, violento, agressivo. você é apolhido até por uma questão de respeito social, mas se dá uma segurada quando a pessoa quiser ser muito santa diz assim: "Funa baixa um pouquinho a bola porque a gente não é isso tudo." Só para vocês não acharem que eu tô falando é bobagem, isso é importante porque a gente usa às vezes o humor e a pessoa acha que a gente tá eh esquecendo Kardec. Só para vocês verem como isso tá em Kardec, peguem lá no Evangelho Segundo Espiritismo. Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 17, sede perfeitos. Tem uma comunicação lá de um espírito que se chama As Virtudes. Vão ler essa comunicação. Sabe como é que o espírito termina a comunicação dizendo? Eu vou até pegar a frase. Eu

ulo 17, sede perfeitos. Tem uma comunicação lá de um espírito que se chama As Virtudes. Vão ler essa comunicação. Sabe como é que o espírito termina a comunicação dizendo? Eu vou até pegar a frase. Eu não sei, Lauro, se é muito, se tu conseguir abrir aí, eu acho que fecha o nosso estudo de hoje com chave de ouro. Só para vocês verem que não é o Michel inventando. Evangelho segundo Espiritismo, capítulo 17, sede perfeitos. Já vou até dar o item aqui para vocês verem o que que o espírito fala, para vocês não achar que é o que tô inventando. Sede perfeitos, instrução dos espíritos, a virtude tá no, tá no singular, item oito. Aí você abre e vai no último parágrafo do item oito. O Lauro vai colocar na tela. Eu vou mostrar as duas últimas frases do espírito François Nicolá Madeleine. O que que esse espírito vai dizer na no capítulo das virtudes? Só pra gente encerrar, pro pessoal ver que a gente brinca, mas a gente tá falando sério. Esse negócio aqui, ó. caracteres da da perfeição. Homem de bem, os bons >> vai é vai isso. Vai descendo porque é no no instrução dos espíritos. A virtude. >> Ah, tá aqui a virtude. Achei. É o item oito, né? >> Isso daí. Abre e vai lá no último parágrafo. Deixa >> vamos botar na tela pro pessoal. Eu vou mostrar as, eu vou mostrar paraas pessoas que não é o Michel que inventa as coisas, que às vezes eu tô falando as coisas que a pessoa diz assim: "Mas ele tá inventando, olha o que o espírito diz e que não é o Michel. Vai descendo, pode descendo que a hora que tiver que parar eu digo aí. Sobe agora que passou no nome. Passou do nome. Ah, desce um pouco aí, ó. Voz todos. Desce mais um pouquinho. Só mais um pouquinho. Que é na frase do meio ali, ó. Contudo, ali onde diz com tudo, ô Laura, olha só o que o espírito tá dizendo. Contudo, dir-lhes, ei, olha agora. Mas vale pouca virtude com modéstia do que muita com orgulho. Pelo orgulho é que as humanidades sucessivamente se hão perdido pela humildade é que um dia elas se hão de redimir. Olha a frase. Mas vale

Mas vale pouca virtude com modéstia do que muita com orgulho. Pelo orgulho é que as humanidades sucessivamente se hão perdido pela humildade é que um dia elas se hão de redimir. Olha a frase. Mas vale pouca virtude com modéstia do que muita com orgulho. Olha essa frase e reflete sobre ela. Então, a pessoa que quer aparentar muito orgulho, ela é a salvadora da pátria. Ela é a reencarnação de Francisco de Assis na Terra. Desconfie, porque é falsa virtude. É a virtude com orgulho. A pessoa tá se exibindo, se fazendo de santa para ganhar aplauso, mas vale pouca virtude com modéstia. É muito profundo isso. Então eu quis mostrar para vocês verem que eu não invento. Olha Kardec nas obras dele ensinando isso. E a gente vai aprender isso com a escala espírita. a pessoa de terceira ordem e tá querendo conversar comigo como se fosse de segunda, mas eu sei que você é de terceira, não precisa fingir para mim. Então isso é muito importante. Nós vamos trabalhar essas questões pra gente não se iludir, ficar achando: "Ah, e tem gente que olha ou movimento espírita e o pessoal acha que tá enganando o quem?" Mas é isso, eu quero da minha parte aqui agradecer o Lauro e todos que participaram com questões, com comentários. É sempre um aprendizado muito, muito grande a gente aí refletindo junto. Vamos continuar semana que vem o item 100. Vamos paraa quarta parte do item 100, mas procurando extrair o máximo que a gente pode dessas questões, né? Uma boa semana a todos. Amanhã o Lauro tem o estudo dele que ele vai falar e quarta tem o nosso estudo lá no Kardec Tube do que é o espiritismo às 20:30. Todos estejam lá. Uma boa noite a todos. >> É isso aí. Nossa, foi muito bom, né? Eh, acredito que quem eh eh vocês que estão conosco aqui nesse momento, né, já tem uma uma compreensão até de como poder analisar qualquer comunicação ou ou suposta comunicação que chegar até vocês lendo e comparando na escala espírita, mas com esse com esse viés, com esse olhar bem crítico mesmo, né? Não não não ficar entusiasmado com belas palavras

u ou suposta comunicação que chegar até vocês lendo e comparando na escala espírita, mas com esse com esse viés, com esse olhar bem crítico mesmo, né? Não não não ficar entusiasmado com belas palavras que o espírito vai trazer, né? Eh, quando, principalmente quando fala sobre Michel acabou de falar de virtudes, fala mansa, ah, Deus, nosso Senhor Jesus, pula essa parte e vai para o que importa, que é analisar com mais profundidade. Michel, lembrou, amanhã às 20 horas nosso estudo aqui no canal da revista Espírita de 1858, na quarta-feira às 20:30 no Kardec Tube, o canal do Michel. nós temos eh o estudo do que é o espiritismo. Michel, José Paniago e eu, né, estaremos aí juntamente com vocês. Então, já fica o convite para todos estarem conosco nesses estudos e quero aqui também agradecer a a você que está nos assistindo agora a participação, os comentários, enfim, sempre é muito válido. Migel, obrigado. Obrigado a todos e nos vemos aí então amanhã para os nossos estudos aí e assim vai, tá? Um abraço a todos. Olá, boa noite. Sejam bem-vindos para o nosso estudo de O Livro dos Espíritos. Estamos na parte segunda do mundo espírita ou mundo dos espíritos, no capítulo um dos espíritos. Estamos aí, né, já algumas semanas tratando da escala espírita. Michel está eh dentro desse estudo do item 100, já alguns, se eu não me engano, esse é o quarto estudo, terceiro ou quarto estudo, esqueci de olhar. Eh, observações preliminares, né? Então, n é muito importante que se você tem interesse em conhecer a escala espírita com profundidade, vá é nossa playlist, seja lá no CADEC Clube, seja aqui no estudar CEC, você vai encontrar a a na na playlist eh a escala espírita diretamente ou o estudo do livro dos espíritos até aqui na sua totalidade, tá? até que ah são aí praticamente uns 80 estudos visto que esse é o nosso estudo de 68 a partir das questões. Me corrija se não for 68, for menos ou mais, que eu sempre troco os nomes aqui, Michel. Bom, antes de eu passar pro Michel, quero contar com o seu apoio aí,

o nosso estudo de 68 a partir das questões. Me corrija se não for 68, for menos ou mais, que eu sempre troco os nomes aqui, Michel. Bom, antes de eu passar pro Michel, quero contar com o seu apoio aí, se inscrevendo em nossos canais, eh, dando seu like, o seu joinha, se inscrevendo, compartilhando, participando do estudo. É muito importante a participação e a divulgação dos nossos estudos. Quero relembrar, tem o Michel Macedo, tem o canal o KadecTube, que tem lá uma saga, uma um um número muito grande de vídeos, de estudos, pequenos vídeos, shorts, eh vídeos que foram gravados, como, por exemplo, o projeto Nosso Lar, Segundo o Espiritismo. E temos aqui no no no canal IS da CADEC os nossos estudos que nós fazemos de segunda a quarta, tá bom, pessoal? Eh, eu acho que é mais ou menos isso aqui. Michel, você acaba de interar alguma coisa aí, meu amigo. Boa noite, obrigado e passo para você. >> Boa noite, Lauro. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais esse estudo da obra O Livro dos Espíritos, essa obra de Allan Kardec tão importante, onde a gente tem aí todos os princípios do Espiritismo apresentados, né? Como o Lauro falou, nós estamos aí no item 100. estudando o assunto Escala Espírita, um assunto muito importante. Estamos na quarta semana seguida, então completando um mês, estudando eh esse item 100, né? A gente tá procurando eh fazer um o máximo que a gente pode extrair, o máximo que a gente pode nesse momento das questões, né? É óbvio que o máximo que a gente pode não é o máximo que a questão tem a oferecer. Evidente que a medida que a gente aprofundar, a gente sempre vai poder tirar mais, porque os textos são muito ricos, né? Então, estamos aí a um mês no tem 100. Quem não assistiu as outras três partes, é importante que assista, porque tem assuntos que a gente não pode gastar tempo retomando, a gente já tem como algo dado, né, pra pessoa entender. Como o Lauro bem lembrou, nós temos aí os nossos projetos lá no Kardec Tube. A gente convida as pessoas a a a se

ão pode gastar tempo retomando, a gente já tem como algo dado, né, pra pessoa entender. Como o Lauro bem lembrou, nós temos aí os nossos projetos lá no Kardec Tube. A gente convida as pessoas a a a se inscrever no canal, a buscar os nossos conteúdos nas demais redes. A gente tem aí conteúdos diários, além das lives, né? A gente estuda o livro dos espíritos aqui na segunda e a gente estuda na quarta-feira a obra que é o Espiritismo. E como o Lauro falou, tem o projeto Nosso Lar Segundo o Espiritismo, onde a gente vai analisar criticamente a obra do Espírito André Luiz. E a gente já fez a introdução desse projeto que são 52 vídeos que durou mais de um ano e que a pessoa pode assistir lá. Agora a gente tá quase, quase terminando o primeiro vídeo da segunda parte, que aí sim é entrando na obra nosso lar, né? Então a pessoa procura lá nosso lar segundo espiritismo no Cardectuba, ela pode assistir e diariamente a gente posta recortes de assuntos que a gente já tratou, às vezes de assuntos novos, né? Como uma provocação, como uma reflexão rápida aí, vídeos de 3 minutos. Agora eu estreiei eh ontem também uma nova uma nova divulgação. Eu tô colocando no meu canal Kardecube e vou continuar fazendo isso, algumas palestras do Cosmasse. Então, algumas palestras do Cosm que tão, entre aspas, meio escondidas e perdidas aí pelo YouTube, ou seja, são excelentes palestras do Cosm que praticamente ninguém vê. Então eu quero usar o Kardec Tube também para que isso chegue em mais pessoas, né? Então, tem uma série de palestras antigas do Cosmo que são muito boas também. E eu quero ver se recupero isso e vou e vou e vou postando. Eu eu coloquei ontem ontem de noite no Kardec Tube a palestra que ele fala que ele fez lá na jornada de história do Espiritismo na Universidade Federal de Juiz de Fora, sobre a argumentação do por espiritismo não é ciência. e ele é um dos melhores e mais capacitados para falar disso. Então, não lembro dele falar disso em outra ocasião. É um é um vídeo quase que

Fora, sobre a argumentação do por espiritismo não é ciência. e ele é um dos melhores e mais capacitados para falar disso. Então, não lembro dele falar disso em outra ocasião. É um é um vídeo quase que inédito e exclusivo. Então, eu coloquei lá, as pessoas também podem assistir porque é muito importante o que ele fala. Então, é isso, que as pessoas sigam os nossos conteúdos aí que vão aumentar, vem mais coisa nova pela frente. Em breve a gente vai estrear mais dois programas, um terça de noite e um na sexta, né? Esse o da terça vai ser gravado, que é para não atrapalhar a live do Lauro. Então, a pessoa pode olhar a live do Lauro e depois assisti-lo. Da terça, nas terças-feiras, daqui uns tempos, a gente vai fazer react, né, analisar vídeos de outros de outras pessoas que falam em nome do espiritismo e vamos comentar. E também na sexta a gente vai começar a falar da revistaespesprírita.net, net, né, que é uma revista espírita da atualidade, que é uma revista espírita online feita pelo pessoal lá de Curitiba, onde tem evocações e temas, é uma prática do espiritismo kardequiana, né, na qualidade a gente vai começar a ler artigos dessas revistas, então a gente vai ampliar consideravelmente aí o conteúdo do Kardec Tube. Então, as pessoas podem nos acompanhar e acompanhar também o canal do Lauro. Dito isso, nessa nossa pequena longa introdução, participem pelo chat, é muito importante, né? E tragam comentários e questões que isso também vai enriquecer o estudo. >> Eh, eh, eu, eu só queria complementar no que você falou da revista.net ou da minha opinião, a o quão eh há pessoas, grupo de pessoas, né? E a Teresinha é uma de que está à frente, Teresinha Colin, desse grupo, que para eh usam a prática da evocação, né, como feito nos moldes deixados por Kardec, que era uma prática comum naquele século XIX. Então, vejam que não é impossível, basta que tenhamos estudo, estudo das obras de CADEC e aqui no caso em especial dos médiuns e a revista espírita e claro, né, vontade. aliado,

um naquele século XIX. Então, vejam que não é impossível, basta que tenhamos estudo, estudo das obras de CADEC e aqui no caso em especial dos médiuns e a revista espírita e claro, né, vontade. aliado, esses dois elementos e juntar e e a e juntar pessoas que tenham esse mesmo objetivo, como a gente já tem alguns grupos que nós damos notícias que já praticam dessa forma e que tem belíssimos resultados, né, Michel? >> É isso aí. que a nossa intenção é incentivar as pessoas a estudar mediunidade e praticar a mediunidade. Praticar inclusive na sua intimidade sozinhas, com a família ou com ou com amigos e da maneira como Kardec queria, não como um centro espírita ensina, né? Maneira de Kardec é mais segura e mais eficaz. Então, a gente também em breve vai tratar dessa questão. O Cosm eh, prometeu um livro até dezembro. A gente vai ter um livro do Cosm sobre mediunidade também que vai auxiliar muito. Mas dito isso, >> Michel. E e eu ouso dizer a além de ser seguro, né, ser produtivo, é é interessante. É interessante, né? É algo gostoso você eh dialogar com com enteram eh eh instruções e coisas que assim agregam demais demais demais na nossa vida. Eh, talvez por isso nós temos aí uma queda tão absurda, ou eu sei que eu posso usar assim essa palavra do movimento espírita, porque caiu numa monotonia, não tem nada que possa prender ou que seja interessante, né? É, é um movimento espírita baseado em uma religião que a gente vê que religião com religião tem muitas por aí. >> Agora te devolvo de verdade, Michel. >> É, as casas espíritas tornaram a mediunidade uma coisa proibida e fechada. afastaram as pessoas da mediunidade. Você tem espíritas, eh, milhões de espíritas que nunca tiveram contato com, nunca conversaram com um parente morto e são espíritas. E enquanto Kardecva a mediunidade, né, todas as pessoas, Kardec chega a dizer, difícil é o grupo ou a família que não tem o médium. Imagina quantas pessoas são médium médiuns e não sabem e poderiam estar conversando com os parentes. E essa conversa não é uma

ardec chega a dizer, difícil é o grupo ou a família que não tem o médium. Imagina quantas pessoas são médium médiuns e não sabem e poderiam estar conversando com os parentes. E essa conversa não é uma conversa leviana, mas é uma conversa tanto para pro coração para matar a saudade, quanto para se ajudar mutuamente, porque a gente pode ajudar eles e eles podem nos ajudar, sem falar na evocação dos espíritos superiores para nos orientar para questões morais no dia a dia, que é como Kardec queria, né? Então, quem está nos vendo agora, estude o livro dos médiuns. Não é nada complexo. Você vai gastar aí alguns, dependendo da sua capacidade de leitura, em um mesmo você lê livros dos médiuns e pode praticar, né? Não tem mistério, mas claro, tem que praticar conforme tá a teoria, né? Mas é isso, a gente ainda tem aí dois parágrafos do item 100 da escala espírita. A gente viu semana passada um resumo da escala espírita. Kardec eh definiu a escala espírita como três ordens, né? A gente viu a terceira ordem dos espíritos imperfeitos, onde a matéria predomina sobre o espírito e eles têm a propensão pro mal. A gente tem a segunda ordem que são os espíritos bons, que o espírito predomina sobre a matéria e eles têm o desejo do bem. E tem os espíritos puros, que é da primeira ordem, que eles, como vai dizer, como vai dizer Kardec, são os espíritos puros o que atingiram o grau supremo da perfeição. Então, a gente viu essas três divisões e a gente comentou sobre esses conceitos que a gente vai ter que entender cada um deles, o que que eles querem dizer. E agora ele vai dizer, né, continuando essa discussão agora de Kardec, essa divisão nos pareceu perfeitamente irracional e com caracteres bem delimitados. Só nos restava pôr em relevo, mediante subdivisões em número suficiente os principais matizes do conjunto. Foi o que fizemos com o concurso dos espíritos, cujas benévolas instruções jamais jamais nos faltaram. Já vou ler também a segunda pra gente entender. Com o auxílio desse quadro,

matizes do conjunto. Foi o que fizemos com o concurso dos espíritos, cujas benévolas instruções jamais jamais nos faltaram. Já vou ler também a segunda pra gente entender. Com o auxílio desse quadro, fácil será determinar-se a ordem, assim como o grau de superioridade ou de inferioridade dos espíritos com os quais podemos travar relações. E por consequinte, o grau de confiança ou de estima que mereçam é, de certo modo, a chave da ciência espírita, porquanto só ele pode explicar as as anomalias que as comunicações apresentam, esclarecendo-nos acerca das desigualdades intelectuais e morais dos espíritos. Faremos todavia notar que eles não ficam pertencendo exclusivamente a tal ou tal classe, sendo sempre gradual o progresso deles e muitas vezes mais acentuado num sentido do que em outro. pode acontecer que reúnam em si os caracteres de várias categorias, o que seus atos e linguagem tornam possível apreciar-se. Então, vejam que ele conclui aqui, lembrando o que é o item 100 da escala espírita, é a fundamentação da escala espírita, para que ela serve e como ela foi feita. Isso é a escala espírita. Então, depois de dividir a escala espírita em três ordens e essas ordens estão, como ele diz ali, com caracteres bem delimitados, significa que aquilo que eu comentei semana passada, você quando olha para uma ordem, você não pode confundir uma com a outra. Elas têm caracteres bem delimitados. Você não tem características que se misturam, que podem fazer você se confundir, não. Elas são bem delimitadas as classificações. Quem tá na terceira, tá na terceira, quem tá na segunda, tá na na segunda, quem tá na primeira tá na primeira. Então é uma é uma divisão racional, porque ela tem ela é coerente, ela não pode ter contradições. Lembra que a gente comentou sobre isso? Eu não posso colocar características numa ordem e colocar na outra. Bom, mas então se duas ordens têm características iguais, como é que eu diferencio? Não, ela é racional, ela é delimitada, então ela é ela não é subjetiva. Você

rísticas numa ordem e colocar na outra. Bom, mas então se duas ordens têm características iguais, como é que eu diferencio? Não, ela é racional, ela é delimitada, então ela é ela não é subjetiva. Você objetivamente quando olha paraa escala espírita sabe a diferença entre as ordens, essas três ordens. Então você vai pegar, a gente tava falando agora h pouco sobre se comunicar com espírito, você vai se comunicar com qualquer espírito e você vai pegar essas três ordens e identificar em qual dessas três ordens o espírito está. Isso para isso que serve a escala espírita. Mas dentro de cada ordem eu tenho as subdivisões. Então as três ordens, primeira ordem, segunda ordem, terceira ordem. Dentro da terceira ordem eu vou ter de subdivisões, que ele vai chamar de classes. Dentro da segunda ordem também eu vou ter subdivisões que ele vai chamar de classes. Então são três divisões genéricas. primeira, segunda ordem e as classes. As classes estão dentro das ordens. Dentro da mesma ordem, as classes se misturam, as ordens não se misturam, mas as classes dentro de cada ordem se misturam. Então, por exemplo, dentro da terceira ordem, a gente vai ver que tem cinco classes. O mesmo espírito pode ter características que toquem essas cinco classes. Eu nunca vou ter um espírito que toque duas ordens, mas as classes, sim. Dentro da terceira ordem eu tenho cinco classes. E aí eu posso ter um pouquinho da característica de uma classe, um pouquinho de outra. As classes dentro da ordem se misturam. Então você vai pegar o espírito que você conversa, vai analisar a linguagem, o comportamento dele, vai por essa linguagem, comportamento, olha, ele tá nessa ordem e tem característica dessa, dessa e dessa classe. Para isso que serve a escala espírita, que ele mostra foi o que fizemos com o concurso dos espíritos. Então, a escala espírita foi feita por Kardec. Não, isso por que que isso é importante? Porque os espíritos auxiliaram Kardec, mas não foram os espíritos que tiveram o trabalho de fazer as coisas. Foi Kardec,

escala espírita foi feita por Kardec. Não, isso por que que isso é importante? Porque os espíritos auxiliaram Kardec, mas não foram os espíritos que tiveram o trabalho de fazer as coisas. Foi Kardec, o mérito é dele. Os espíritos auxiliavam Kardec, mas quem trabalhava e fazia e transformava isso em texto era ele, né? E aí ele diz, com o auxílio desse quadro, esse quadro é o quê? A escala espírita, né? Se fácil será determinar-se a ordem, assim como o grau de superioridade e inferioridade dos espíritos, com os quais podemos travar relações. Então fica fácil. Você, como eu falei, você vai ter uma relação com o espírito, você vai conversar com ele, ele vai se comunicar com você através da mediunidade. Ou então você vai receber um, vai pegar um livro, um texto que foi editado por um espírito. Que que você vai fazer com todos? Você vai ver, bom, eu tenho aqui a mensagem do espírita. Vamos ver onde é que ele tá. Na na escala espírita. Então essa é uma regra, atenção, isso é uma regra para quem pratica a mediunidade ou para quem vai avaliar o que o espírito disse. Você pega o que o espírito disse e tenta enquadrar ele em alguma ordem da escala espírita e depois nas classes. Mas para que que serve isso? Aqui vem o ponto importante. Por que que ele, por que que tem essa escala e por que eu devo fazer isso? Aqui vem o grau de confiança ou de estima que mereçam. Aqui tá o ponto X da função da escala espírita. Por que existe a escala espírita? Porque Kardec fez a escala espírita? Porque ao identificar onde o espírito se encaixa nessa escala, isso vai determinar o grau de confiança que você vai dar para esse espírito. Então, se você perceber que o espírito é inferior, ou seja, ele pertence à terceira ordem, o grau de confiança vai ser um. Se você perceber que o espírito é da segunda ordem, o grau de confiança é outro. Da mesma maneira, a estima que eu vou ter pelo espírito, a estima que eu vou ter por ele depende do grau da escala espírita que ele está naquele momento. Porque eu não posso ter um grau de

ça é outro. Da mesma maneira, a estima que eu vou ter pelo espírito, a estima que eu vou ter por ele depende do grau da escala espírita que ele está naquele momento. Porque eu não posso ter um grau de confiança e uma estima além do que o espírito merece, porque senão eu vou quebrar a cara, eu vou me enganar, eu vou ser enganado por ele, eu vou cair no erro, na mentira. Qual é o problema do movimento espírita? O movimento espírita confia e estima espíritos que não deveriam ter esse grau de estima e de confiança e aí são enganadas. Por isso que a gente tem obras que as pessoas amam, confiam, acham lindas, rendem homenagem pro espírito, mas ela não botou o espírito na escala espírita para ver se ele merece toda essa estima. Aí você vai aprender espírito inferior. A gente comentou isso semana passada. Não fique rendendo homenagem para espírito inferior. Você pode amá-lo, respeitá-lo, mas isso não significa que o conteúdo que você tira dele, você já sabe que é limitado. Se for espírito de terceira ordem, você já sabe que é limitado, que ele pode mentir e errar, que ele tem conhecimento que que tem os seus limites. você já você já cria uma série de prevenções. Olha, esse aí, esse é inferior, então já sei até onde eu posso ir com ele. É por isso que a gente vai ver na obra de Kardec ele fazendo isso, né? Quando ele percebia que o espírito era inferior, o que que ele fazia? Ele tinha uma conversa normal, mas daqui a pouco ele queria tirar uma dúvida mais profunda. Sabe o que que ele fazia? Chamava outro. Há muitos espíritos que Kardec conversou mais de uma vez, que ele não deu nenhuma ou pouquíssima importância pra mensagem, mesmo um espírito dizendo coisas boas. Eu não estou falando aqui de um espírito que disse absurdos, espíritos que disseram coisas bonitas, boas, interessantes. A gente vai ver na revista espírita assim, quem ler a revista espírita vai saber na hora que eu tô falando. Por isso que a pessoa tem que ler a revista espírita, porque é o espiritismo na prática.

es. A gente vai ver na revista espírita assim, quem ler a revista espírita vai saber na hora que eu tô falando. Por isso que a pessoa tem que ler a revista espírita, porque é o espiritismo na prática. Há espíritos que que ditam grandes e belas mensagens na revista. Aí termina o texto, Kardec não fala nada. Nunca mais fala, nunca mais dá importância para aquilo. Há outras que ele faz belíssimos comentários, há outras que ele usa em outras obras, ele tira da revista e coloca em outras obras. Ora, é a prática mostrando o grau de estima que Kardec tá dando pra mensagem. O, o, modernamente, agora que se descobriu as cartas, os manuscritos de de Kardec, se descobriu, as pessoas tiveram eh acesso aos originais, né? Então, há mensagens que Kardec recebeu dos espíritos e lá no cantinho ele escrevia com a caneta ou com lápis Trom, Trbom ou TB. Que que quer dizer TB ou tré bom no francês? O tré em francês é muito muito bom. Ele já marcava as mensagens mais profundas. Tem horas que ele escreve assim: Tr bom, aí ele coloca utilizar na obra tal, publicar na revista. Tem outras que não, tem umas que ele não dá bola, tem umas que ele deixou na gaveta. Há várias mensagens que surgiram agora com esses manuscritos de Kardec que ti as os historiadores estão tendo acesso acesso e Kardec não chegou nem publicar na revista em lugar nenhum porque ele aplicava isso que tá aqui. Ele tem que pegar o que o espírito tá falando e submeter a escala espírita. E tem uma coisa curiosa que o movimento espírita fala e você vai aprender mais tarde, quem ainda não estudou. Quanto mais o espírito fala, menos confiança Kardec tinha, mais a probabilidade dele ser um espírito inferior, quanto mais ele fala e escreve. Por isso que a gente não vai ver quase nenhuma obra na na época de Kardec, nenhum livro psicografado. A gente não praticamente não vai ver porque são pouquíssimos os livros psicografados. A gente tem mensagens de uma, duas, três páginas e olhe lá. As mensagens mais profundas e ricas da história do espiritismo que estão nas

te não vai ver porque são pouquíssimos os livros psicografados. A gente tem mensagens de uma, duas, três páginas e olhe lá. As mensagens mais profundas e ricas da história do espiritismo que estão nas obras de Kardec tem uma, duas, no máximo, e olhe lá três páginas. Não vão, a gente não vai ter livros. E aí Kardec vai dizer: "São os livros, essas obras mais extensas que mais os espíritos mentirosos e obsessores adoram fazer". Exatamente o que fez o movimento espírita no século XX. Uma enchurrada, um livro atrás do outro, um livro atrás do outro, um livro atrás do outro. É óbvio que quanto mais eu escrevo, menos qualidade eu vou ter. Mas é óbvio, porque quanto mais qualidade, mais trabalho, menos tempo. Se eu exagerar, é evidente que vai perder a qualidade. Como por isso que a gente tem um lixo de literatura espírita enriquecendo editoras no século XX. Os editores amam, né? Então tudo milionário e os espíritas botando dinheiro no bolso dessa gente que não tem nenhum comprometimento com a verdade, com a qualidade, com o critério. Passo pro L. O o que me chamou atenção aqui, eh, e você ainda nem leu ainda, mas Carec vai dizer que eh eh essa escala espírita, né? Olha, o o tamanho da importância da escala espírita, é porque ela é a chave da ciência. E e aí eh eh Michel, bom, se nós hoje temos aí, né, se for somar a imensidade de romance de obras espíritas aí no movimento espírita ali desde o início do século XX, eh, e se se trouxesse essa toda essa essa enchurrada, né, de romances para dentro da escala espírita, vamos vamos tentar tentar localizar o espírito aqui. Vamos localizá-lo. Olha, nós teríamos aí uma uma minoria de publicações, mas uma minoria muito, mas muito significativa. Poderia até publicar para uma análise, mas não para para vender como bestseller. Eh, eh, se eu não me engano, no Evangelho Segundo o Espiritismo, há seis mensagens do espírito de verdade, da verdade. E a gente vê lá que são mensagens muito curtas, mas muito profundas, né? Então, veja que quanto mais o

engano, no Evangelho Segundo o Espiritismo, há seis mensagens do espírito de verdade, da verdade. E a gente vê lá que são mensagens muito curtas, mas muito profundas, né? Então, veja que quanto mais o espírito ele ele chega num grau de perfeição, como é o espírito puro Jesus, né? a gente realmente entende isso que você acabou de falar, um espírito que está numa condição de inferioridade e ele fala, fala fala, fala fala eh muito prolipito, demais em fadonho, né? E ele tem que usar termos que enchem os olhos, como a gente tem falado, como Deus, Jesus, caridade, Maria, amor ao próximo, perdão, porque aí ele precisa enfeitar o pavão para que o restante passe eh despercebido, né? Então veja que quando carec fala da escara espírita, é porque ela tem uma importância muito grande. E você disse bem, muitas comunicações que parece belíssimas, adecu ele pôs lá no céu e inferno, ele pôs em várias no evangélico do Espiritismo, ele pôs, né, porque realmente tinha uma importância está na revista espírita e você encontra depois ela republicada em outras obras aí de cadec. Então veja que Kardec usou isso aqui. Ele ele além de usar a teoria, ele fez na prática, fez acontecer, né, Michel? >> Exato. É muito interessante esse esse trabalho de observar eh como ele procedeu, né? Eh, tem algumas coisas que são históricas na na história do movimento espírita, né? Por exemplo, Kardec trabalhou aí em torno de 15 anos, em torno de 14, 15, 14, 12 anos, vamos colocar assim. Ele publicou 23 livros em 14 anos. Agora, se você contar de 57, 69, são 12 anos. Ele publicou 23 obras. O Chico chegou a psicografar oito livros por ano e deixou mais de 400 obras. Significa que oito livros por anos em por ano em 3 anos, o Chico lançou o mesmo número de obras que Kardec lançou na vida. E se você pegar o total, todo mundo sabe disso, que o Chico deixou mais de 400 livros. 400 livros. Você não precisa ter nem metade do cérebro para fazer um raciocínio de de pensar que não pode ter a mesma profundidade e a mesma qualidade.

be disso, que o Chico deixou mais de 400 livros. 400 livros. Você não precisa ter nem metade do cérebro para fazer um raciocínio de de pensar que não pode ter a mesma profundidade e a mesma qualidade. Eu não sei se você pegar as 400 e torcer se dá uma que presta, não sei. 400, o Divaldo mais de 200 e fora os outros médiunzinho de menor escala.

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