REPRISE: O Livro dos Espíritos: #61 ao #64
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Olá, pessoal. Boa noite, sejam bem-vindos para o nosso estudo de Ori dos Espíritos. Esse é o nosso estudo de número 50, né? Nós estamos na parte segunda do mundo espírita ou mundo dos espíritos no capítulo um. Ainda tratando dos espíritos, hoje hoje vamos iniciar um novo tema, um novo assunto que é diferentes ordens de espíritos. Tenho ao meu lado o Michel Macedo, mas antes de passar para ele, pedimos a você aí o apoio e se inscrevendo em nossos canais, tá bom, pessoal? Cuida, comente, compartilhe, divulgue os nossos estudos. Michel, obrigado mais uma vez aí por estarmos juntas aqui, né, para mais um estúdio, meu amigo. Passo para você. >> Boa noite, Lauro. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais esse estudo da obra O Livro dos Espíritos. Hoje nós vamos iniciar um assunto novo, um assunto muito importante, um assunto longo. Então é mais um daqueles estudos que a gente vai iniciar que é muito importante esclarecer muitas dúvidas. É muito importante que aqueles que estejam aqui conosco tirem as suas dúvidas, perguntem, porque é um tema essencial da doutrina espírita. Esses assuntos que nós temos tratados aí desse capítulo primeiro, ele é um assunto que se a gente entender bem a lógica e os conceitos desse primeiro capítulo, todo o resto é uma consequência. Todo o resto do desenvolver, dos temas são consequências dos princípios que Kardec vai desenvolver aqui. Então, é muito importante que todos prestem atenção e tirem suas dúvidas e sempre que possível, né, compartilhem esse estudo aí com amigos em grupos, às vezes grupos espíritas no WhatsApp, grupos de centro, porque às vez muitas vezes questões que nós vamos trazer aqui não são tratadas nem nos grupos de estudos dos centros espíritas. Então, o nosso intuito é ajudar a entender a base da teoria espírita, porque como eu falei, entendendo a base, a gente tem condição de entender o todo, porque uma coisa é consequência e desenvolvimento. Então, que a gente tenha um ótimo estudo. Curtam o nosso vídeo, sigam os nossos
eu falei, entendendo a base, a gente tem condição de entender o todo, porque uma coisa é consequência e desenvolvimento. Então, que a gente tenha um ótimo estudo. Curtam o nosso vídeo, sigam os nossos canais, nos sigam nas demais redes sociais e participem para tornar o nosso estudo mais dinâmico. >> Muito bom. Muito bom. Vamos lá. Então, nós entramos agora ainda no capítulo um da segunda parte, que é o capítulo exatamente dos espíritos. Kardec entra no assunto diferentes ordens dos espíritos. Da questão 76 que abre o capítulo até agora, foram 20 questões aí. A gente viu noções conceituais sobre os espíritos, aquilo que todos os espíritos têm, características gerais que definem esse ser espiritual, o seu conceito, a sua natureza, a sua forma, a sua origem, são noções gerais que todos os espíritos do universo possuem. Agora, naturalmente, Kardec quer saber das diferenças, das características particulares ou de grupo ou de tipo ou de ordens dos espíritos. Por isso que esse capítulo faz todo sentido aqui nesse capítulo primeiro da segunda parte do livro dos espíritos. Então ele vai perguntar no item 96, são iguais os espíritos ou há entre eles qualquer hierarquia? A resposta, uma resposta curta, são de diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado. Então, vejam que é muito natural que Kardec fizesse a pergunta. Há uma igualdade entre os espíritos ou eles têm diferenças? Há uma hierarquia entre os espíritos. E ele ainda pergunta uma uma hierarquia qualquer, né? Algum tipo de hierarquia, algum tipo de diferenciação de um pro outro, alguma escala, alguma diferença entre os espíritos ou eles são todos iguais? Então é uma pergunta absolutamente natural. Se você tá conhecendo um ser novo, né? Você estuda o que é esse ser, as características gerais e depois você pergunta: "Bom, mas eles são todos iguais ou eles são diferentes?" Né? E os espíritos já são diretos, né? são de diferentes ordens, segundo o grau de perfeição que tenham alcançado, né, ou conforme o
pergunta: "Bom, mas eles são todos iguais ou eles são diferentes?" Né? E os espíritos já são diretos, né? são de diferentes ordens, segundo o grau de perfeição que tenham alcançado, né, ou conforme o grau de perfeição que tenham alcançado. Então, a gente precisa entender o que são essas ordens, porque é o que diferencia os espíritos. O que que é esse grau de perfeição que vai determinar a ordem em que o espírito vai estar? E a gente vai ver claro que esse grau de perfeição e essa ordem que o espírito vai estar e que vai diferenciar um o espírito do outro é uma conquista do próprio espírito. É resultado do próprio espírito. Ele é que vai ser o artífice, o autor, o responsável por esse grau em que ele se encontra, por essa ordem em que ele se encontra. Por isso que é o grau de perfeição que eles tenham alcançado, né? Porque vai depender do espírito alcançar este grau. Vai depender do espírito a ordem que ele vai se encontrar. não vai ser algo determinado por um outro fator que não o próprio espírito. Então, a gente vai ver que a noção de como o espírito vai ter a sua individualidade, como cada um de nós tem a sua individualidade, cada um de nós está numa etapa, num grau. Isso é uma construção da gente mesmo. Nós mesmos nos construímos e estamos no ponto que estamos. E para nós continuarmos mudando de grau ou de ordem também vai depender da gente mesmo. A construção individual do espírito é ele mesmo que faz. Ele é o artífice da sua própria história, da sua própria individualidade, da sua própria construção, da sua própria evolução. Isso é uma coisa muito importante no espiritismo, porque dá a noção de responsabilidade individual para cada um de nós. Então, toda situação que a gente venha a ter e viver é resultado deste grau, dessa ordem que a gente está. Mas foi a gente mesmo que se colocou nesse grau e nessa ordem. E depende da gente mesmo trocar de grau e trocar de ordem. Então, vejam a noção já que o espiritismo vai dar para estabelecer as nossas diferenças. As nossas diferenças não poderão ser
e nessa ordem. E depende da gente mesmo trocar de grau e trocar de ordem. Então, vejam a noção já que o espiritismo vai dar para estabelecer as nossas diferenças. As nossas diferenças não poderão ser resultado que não das nossas próprias escolhas, senão Deus não seria justo. Se a diferença de um espírito pro outro não fosse uma escolha do próprio espírito, fosse Deus quem escolhesse as diferenças, ele seria parcial. Veja, ele criaria espíritos de um jeito e espíritos do outro. Vejam que isso não faz nenhum sentido. Deus não pode criar espíritos melhores e espíritos piores, espíritos com algumas habilidades que outro não vai ter, senão Deus não seria justo. Então eles afirmam que há uma diferença entre os espíritos. Isso já é uma coisa fácil de a gente observar. Porque basta que a gente observe a nossa sociedade, mesmo que seja uma sociedade encarnada, são espíritos encarnados. E a gente sabe que cada um de nós tem a sua individualidade, o seu grau de conhecimentos, habilidades, virtudes, vícios, erros, imperfeições, força, fraqueza, sabedoria, desequilíbrio, equilíbrio. Veja, cada um de nós, por mais que a gente tenha semelhanças, a gente tem uma individualidade, um eu que é único e que mostra que nós somos diferentes, por isso que nós somos indivíduos. Só que claro que o que o Espiritismo vai esclarecer é que essas diferenças não foi a natureza material que deu e nem Deus. foi nós mesmos ao longo da nossa caminhada nos diversas situações que a gente passou, seja encarnados, seja desencarnados. Então, o Espiritismo dá uma noção muito mais justa do por nós somos como nós somos e como que nós podemos nos modificar, nos melhorar e mudar de ordem e mudar de escala. Claro que a gente ainda não viu muito. Nós vamos ver, evidentemente, o que que são esses graus, o que que são essas horas, mas veja que se trata de nós e dos espíritos desencarnados. Então, os espíritos somos todos diferentes e ocupamos um lugar nessa escala que eles vão apresentar e a gente vai ter que fazer o exercício de se encontrar
trata de nós e dos espíritos desencarnados. Então, os espíritos somos todos diferentes e ocupamos um lugar nessa escala que eles vão apresentar e a gente vai ter que fazer o exercício de se encontrar ali. É um exercício de autoconhecimento. Eu vou me observar e vou ver aonde que eu estou naquele grau, naquela ordem. Eu já sei que fui eu que me construí para ser assim. E se eu quiser mudar de ordem, eu também já sei que depende de mim. E, portanto, eu preciso adquirir os requisitos necessários para mudar de ordem, para para avançar nesse grau de perfeição. Nós vamos entender também, já para concluir essa minha primeira fala, nós vamos entender também o que é esse, e o que que quer dizer essa palavra perfeição que ele tá falando aqui, que também é muito importante a gente esclarecer e a gente vai ver isso, o que que é o grau de perfeição, porque a palavra perfeição que Kardec vai usar. Então, vejam que ele inicia o assunto de uma maneira bem genérica, né, mostrando que há diferenças e já deixando claro que isso depende de que daquilo que cada um alcançou. Passo pro Lauro. >> Não, Michel. E eu até quero já fazer uma provocação aqui, eh, embora que o ideal seria a partir da questão 100 ali do item 100 em diante, mas já para ficar registrado e lá na frente a gente volta a tocar nesse nesse assunto. Eu acho que ele é muito importante. Bom, uma vez que os espíritas estão em diferentes ordens, em diferentes graus de progresso, né? Eh, há uma hierarquia eh entre os espíritos e é muito comum no meio espírita usar o termo espírito de luz ou espíritos de luz. Veja, por que que eu tô trazendo isso? Quando nós eh nos apegamos a a essa forma de de dizer, de se referir a ao grau de de progresso do espírito, sendo um espírito de luz, nós estamos colocando todos no mesmo balaio. Ah, são espíritos de luzes. Então, logo, logo o que eles disserem é preciso ser aceito, porque são espíritos de luzes. Já aqui nessa nesse item 96, já fica muito claro que são de diferentes ordens e nós vamos
espíritos de luzes. Então, logo, logo o que eles disserem é preciso ser aceito, porque são espíritos de luzes. Já aqui nessa nesse item 96, já fica muito claro que são de diferentes ordens e nós vamos ver que dentro dessas ordens terão ali, né, a as suas classes. Então, Michel, eu queria fazer essa provocação aqui para que quando nós chegarmos lá na frente, a gente tenta trazer isso aqui de novo à tona. Michel. >> Exato. É, é esse termo, esse essa expressão espírito de luz, ela é uma expressão que que é muito genérica. Ela não é uma boa expressão para eu ter um conhecimento exato do que que eu tô querendo dizer. Por isso, inclusive que eh Kardec, quando ele vai for definir essas essas ordens e essa e esse grau e essa escala, né, quando ele for classificar os tipos de espíritos, é por isso que ele vai ter que criar as chamadas classes, né? Porque toda definição que é muito genérica, por ser muito genérica, ela não dá uma uma ideia precisa sobre o que eu tô querendo dizer, né? Então, quando eu digo espíritos de luz, isso é é é muito pobre enquanto definição. É claro que ao dizer espírito de luz, eu tô eu tô dando uma pequena informação metafórica de que são espíritos ligados ao bem, a Deus, por oposição a trevas, né? Mas mesmo assim é uma definição muito pobre, porque a gente vai ver que entender as diferentes as diferenças dos espíritos exige eh um conhecimento mais detalhado, porque não é tão simples assim. Eu eu ao me deparar com um espírito ou até para me avaliar classificações genéricas, elas têm a sua importância, mas elas também ela também tem as suas limitações. Então, por isso que Kardec sabiamente, a gente já vai ver daqui a pouquinho, quando ele vai apresentar a classificação dos espíritos, ele vai fazer a classificação genérica. a gente vai ver porque ela é importante, ela tem uma importância a classificação genérica, mas mesmo a classificação genérica, ele vai dar boas explicações e mas ele também dá uma explicação mais restrita que a gente vai ver daqui a
ortante, ela tem uma importância a classificação genérica, mas mesmo a classificação genérica, ele vai dar boas explicações e mas ele também dá uma explicação mais restrita que a gente vai ver daqui a pouco que são as chamadas classes. Eu posso separar os espíritos em ordens e em classes. A gente vai ver isso com bastante cuidado. E o nosso objetivo é quando a gente encerrar esse assunto que é muito extenso, eh, é que as pessoas têm uma uma outra visão de como avaliar os espíritos, não simplesmente dividindo entre bons e maus ou de luzes ou de trevas, né? Porque isso é uma classificação muito pobre. Podemos ler a 97? Sim, pode prosseguir. >> Então, uma vez que ele recebeu a informação que os espíritos são diferent de diferentes ordens eh de grau de perfeição, eh, diferentes, é óbvio que ele perguntaria agora sobre isso, né? Então, pergunta Kardec na 97: "As ordens ou graus de perfeição dos espíritos são em número determinado?" E aí a resposta são ilimitadas em número, porque entre elas não há linhas de demarcação traçadas como barreiras. De sorte que as divisões podem ser multiplicadas ou restringidas livremente. Todavia, considerando-se os caracteres gerais dos espíritos, elas podem reduzir-se a três principais. Pode baixar que tem mais um parágrafo. Agora na primeira colocar-seão os que atingiram a perfeição, os espíritos puros formam a segunda, os que chegaram ao meio da escala, o desejo do bem, a sua preocupação. pertencem à terceira os que ainda se acham na parte inferior da escala, os espíritos imperfeitos, a ignorância, o desejo do mal e todas as paixões más que lhes retardam o progresso, eis o que os caracteriza. Então, vejam que ele começa aqui a apresentar essas diferenças entre os espíritos. Primeiro Kardec quer entender porque veja, se eu vou classificar o seres, classificar, eu vou pegar os espíritos e vou tentar colocar eles em em classificações, eu tenho que tentar achar classificações que eu deixe bem claro o que que o tipo de espírito, o que que cada
res, classificar, eu vou pegar os espíritos e vou tentar colocar eles em em classificações, eu tenho que tentar achar classificações que eu deixe bem claro o que que o tipo de espírito, o que que cada classificação significa. Eu não posso deixar escapar nenhum nenhuma característica, porque senão eu teria algum espírito que não se encaixaria em nenhuma classificação. Então a minha classificação ela tem que ser eh muito abrangente. Por isso que eu começo ela genericamente. Eu toda vez que eu vou classificar alguma coisa, eu começo com classificações genéricas, porque aí eu vou colocando todo mundo, né? Imagina que eu fosse separando tipos de espírito. Eu tenho que tentar pontuar características gerais, onde eu coloque ali um grande número de espíritos, cada um num determinado ponto, né? É como qualquer tipo de classificação que a gente vai fazer, né? a gente começa pela do da parte genérica para ir adentrando as particularidades. Qualquer divisão é assim, né? Então a gente tem é a mesma coisa quando a gente olha um mapa, né? O mapa ele é um bom exemplo de classificação. Eu tenho os continentes, eu tenho os países. Aí dentro dos países eu tenho os estados, eu tenho as cidades. Aí se eu entro no mapa da cidade eu tenho os bairros. Aí se eu entro no no no detalhe dos bairros, eu tenho as ruas. Aí nas ruas eu tenho a o a numeração das casas. E se eu entro dentro de cada casa, eu tenho um número de de peças, né, de cômodos desta casa. Vejam, eu vim de uma classificação genérica e vou indo pro detalhe. A genérica serve para eu, como eu tô lidando com algo muito grande, imagina, são infinitos espíritos, eu tenho que ter classificação, uma classificação bem genérica para colocar todos esses espíritos em em algum ponto dessa minha classificação. Então, os espíritos são muito sábios ao dizer que é ilimitado o número porque são infinitos os espíritos. Então, seria contraditório ele dizer que há um número limitado de classificação, porque como os espíritos são são infinitos e cada uma é uma
que é ilimitado o número porque são infinitos os espíritos. Então, seria contraditório ele dizer que há um número limitado de classificação, porque como os espíritos são são infinitos e cada uma é uma individualidade diferente da outra, se eu fosse eh apontar todas as diferenças, eu teria que ter um tipo, uma classificação para cada espírito, porque cada um é uma individualidade diferente. Então, é evidente que, como qualquer coisa que eu analiso na natureza, ela não tem uma demarcação traçada nitidamente, mas eu preciso criar algumas classificações para poder justamente fazer diferenciações. Mas a gente vai ver que dentro dessas classificações eu tenho pontos semelhantes. Tenho diferenças e tenho semelhanças, como qualquer qualquer classificação. Quanto mais eu entro no detalhe, claro que mais difícil fica classificar, porque eu tenho que aumentar o número de de classificações, né? Como eu dei o exemplo de um mapa, né? Por isso que eles dizem, as divisões podem ser multiplicadas ou restringidas, né, livremente. Mas aí eles propõem para porque a gente precisa ter, embora elas sejam ilimitadas, a gente tem que ter alguma coisa, tem que ter algo para classificar, né? Eh, é exatamente o exemplo do mapa é um bom exemplo. Eu tenho que ter algum tipo de demarcação para poder fazer diferenças. Então eles vão começar com e ele diz, considerando os caracteres gerais dos espíritos, eles podem reduzir-se a três principais. Então, os espíritos criam três divisões para colocar os espíritos. Então, a gente vai imaginar todos os espíritos e a gente vai colocar em alguma dessas três os espíritos que a gente tem, inclusive a gente mesmo, porque isso que é assim é a classificação. Como é que eu classifico cada tipo de espírit? Então, eu tenho três ordens gerais que vão definir todos os tipos de espíritos. E aí ele ele começa a apresentar. Antes de entrar na nessa divisão, tu quer colocar alguma questão? Quer comentar, Lauro? >> Não, Michel, pode prosseguir. >> Então, vejam, a primeira das três, na
tos. E aí ele ele começa a apresentar. Antes de entrar na nessa divisão, tu quer colocar alguma questão? Quer comentar, Lauro? >> Não, Michel, pode prosseguir. >> Então, vejam, a primeira das três, na primeira colocar-seão os que atingiram a perfeição, os espíritos puros. Então, primeira classificação, primeira ordem, espíritos puros característica, atingiram a perfeição. Não tem, vejam que é a definição mais curta. Qual é o nome dessa primeira classificação? Espíritos puros. características deles atingiram a perfeição. Então, eu tenho um conjunto de espíritos que estão na primeira ordem. Eles atingiram o grau máximo de perfeição. Eles atingiram a perfeição. Então não não tem mais nada para subir, para evoluir, para aprender, certo? São os espíritos puros. Essa é uma primeira classificação. Claro que o estudioso vai dizer assim: "Mas pera aí, quando ele tá falando atingiu perfeição, mas não é só Deus que é perfeito? Muito cuidado com as palavras, o significado e o contexto em que as palavras estão. A gente vai ver no decorrer do estudo dessa escala que essa perfeição que ele se refere aqui é a perfeição dos espíritos. Significa que entre eles, os espíritos, tem um tipo que atinge a o máximo de perfeição possível de um espírito atingir. Por isso que é uma perfeição do espírito puro. Ou seja, ele atingiu tudo. Não há nenhum outro espírito acima dele. está acima de todos os outros os outros espíritos. Vejam que aqui a referência não é Deus. Muito cuidado. Aqui ele tá falando da perfeição dos espíritos, ou seja, de todas as ordens que há, ele atingiu e ele sabe e detém tudo acima das outras. é uma perfeição relativa a eles mesmos. Não tem nada a ver aqui com a discussão de Deus. Aí tem gente que que quer corrigir Kardec e fala assim: "Ah, é a perfeição relativa. Muito cuidado para colocar palavras que Kardec não usou. Porque quando eu uso perfeição relativa dentro da escala, eu tô gerando uma contradição. Porque a perfeição que o espírito puro adquire com relação aos outros espíritos
r palavras que Kardec não usou. Porque quando eu uso perfeição relativa dentro da escala, eu tô gerando uma contradição. Porque a perfeição que o espírito puro adquire com relação aos outros espíritos não é relativa, ela é absoluta. Ele não é relativamente mais perfeito que os outros espíritos. Ele é absolutamente perfeito em relação aos outros espíritos da escala. Então, para diferenciar a perfeição do espírito puro, da perfeição de Deus, a pessoa coloca aqui perfeição relativa. Mas é que aqui não, o estudo não tá colocando como referência a relação dos espíritos com Deus. Então, Kardec foi correto ao usar o termo perfeição e não perfeição relativa, porque não, eu a relatividade aqui ela é em relação a Deus, mas aqui não é uma discussão que tenha Deus na discussão. Vejam que é diferentes ordens dos espíritos. E se eu colocar a palavra relativo, está errado, porque ele não é relativamente perfeito em relação aos outros espíritos. Ele é absolutamente perfeito em relação aos outros espíritos. Então isso é, a gente tem que ter muito cuidado. Claro que se alguém perguntar, o espírito puro se torna perfeito como Deus? Não, não. Então, muito cuidado para entender o contexto onde cada coisa tá inserida pra gente não gerar contradição. Porque às vezes na ânsia de querer, porque tem muita gente que acha que vai corrigir Kardec. E quando a gente mexe numa obra de um gênio, a gente quer fazer melhor, dificilmente a gente vai fazer. Então, cuidado para não ficar colocando palavras, porque ele fez muito bem de não usar a palavra relativa aqui, porque aí geraria uma confusão. Mas ele sabia muito bem eh que eu não posso estudar nada sem analisar o contexto. Por isso que é diferentes ordens dos espíritos. Entre os espíritos, eu tenho os espíritos puros, os espíritos perfeitos entre os tipos de espíritos. Depois a gente vai estudar melhor. É claro que ele vai aprofundar o que que é esse espírito puro e vai inclusive dar um exemplo de um espírito puro. Mas importante é primeiro a gente ter
de espíritos. Depois a gente vai estudar melhor. É claro que ele vai aprofundar o que que é esse espírito puro e vai inclusive dar um exemplo de um espírito puro. Mas importante é primeiro a gente ter essa noção. Então há um tipo de espírito, há espíritos que chegaram no na ordem primeira espíritos puros. Eles atingiram a perfeição, mas eu tenho os espíritos que estão no meio da escala, que são da segunda ordem. Daí ele diz: "O desejo do bem é sua preocupação". Olha que interessante o estudioso que que tiver nos vendo agora e não se preocupem porque a gente vai estudar isso, tá? Eu só tô adiantando algumas coisas, mas de repente alguém que tá estudando pela primeira vez pode se perguntar assim: "Bom, se o que tá no meio da escala, o desejo do bem a sua preocupação? Mas qual é a preocupação então no que tá na primeira ordem? Ele não tem preocupação com o bem. Por que que é o da segunda ordem que tem o bem como preocupação? Então, qual é a preocupação do espírito da primeira ordem? Então, vejam que é uma questão que a pessoa novata no estudo de uma filosofia, ela pode se fazer, mas não se preocupem que Kardec vai explicar o que que isso quer dizer. Outra coisa, por que a palavra desejo do bem e não só o bem? Ele ele poderia ter dito o bem e a sua preocupação, mas por que que ele diz o desejo do bem? A gente vai ver isso também. Ele vai explicar depois por que o espírito de segunda ordem tem o desejo do bem como preocupação. E o que é esse desejo do bem? E por o desejo do bem. Mas por enquanto a gente vai pegando aí os conceitos. Tenio o da primeira ordem que atingir a perfeição, o da segunda ordem que o desejo do bem a sua preocupação e eu tenho da terceira os que ainda se acham na parte inferior da escala, os espíritos imperfeitos. Aqui eu tenho duas informações sobre esse nome que ele dá paraa terceira ordem. Primeiro que ele fala que o da terceira é da parte inferior da escala. Que que ele tá querendo dizer? O da primeira e o da segunda ordem pertencem à parte superior da escala
e dá paraa terceira ordem. Primeiro que ele fala que o da terceira é da parte inferior da escala. Que que ele tá querendo dizer? O da primeira e o da segunda ordem pertencem à parte superior da escala e o da terceira ordem pertence à parte inferior da escala. Então, eu tenho duas classificações. Eu tenho os espíritos superiores e eu tenho os espíritos inferiores, tá? Espíritos superiores e espíritos inferiores. Os superiores são quais? Os da primeira e da segunda ordem. E os inferiores são os da terceira. Então, veja que eu tenho uma classificação binária, superior e inferior. E eu tenho uma definição em três. Qual que é? Puro, bom, que é o da segunda ordem. Ele já vai dar o nome de bom e espírito imperfeito. Outra coisa interessante, o nome do espírito da terceira ordem desse grupo é espíritos imperfeitos. Mas vejam que é o nome da escala, não é uma um adjetivo imperfeito, porque o se fosse um adjetivo, eu só teria duas, né? Eu tenho os perfeitos e tenho os imperfeitos. Mas por que que eu tenho no meio ali o segunda? É porque é um nome. Espírito perfeitos é o nome da terceira ordem. Porque a classificação, se eu usar o imperfeito como adjetivo, eu só poderia ter duas ordens. Eu tenho os espíritos perfeitos e eu teria os espíritos imperfeitos, mas não, são três ordens. E que ele, a terceira, ele dá o nome de espírito imperfeito. E aí ele dá as características da terceira ordem desse espírito imperfeito. Ignorância. Tudo isso nós vamos ver depois, tá? Com detalhe aqui. Isso a gente só tá apresentando. Desejo do mal. Opa, eu Ah, Vejam que lá na segunda escala era desejo do bem. Então, a primeira, os espíritos puros é atingir a perfeição. Os da segunda ordem desejo do bem. E agora ele fala que o os espíritos imperfeitos. A terceira tem o desejo do mal e a ignorância. Depois nós vamos ver por quê. Por que que ele de novo tá usando o termo desejo, por que que um tem o mal, o outro tem o bem? Será que o espírito imperfeito que tem o desejo do mal não tem nenhum desejo do
is nós vamos ver por quê. Por que que ele de novo tá usando o termo desejo, por que que um tem o mal, o outro tem o bem? Será que o espírito imperfeito que tem o desejo do mal não tem nenhum desejo do bem? Tudo isso nós vamos ver. E aí ele introduz uma palavra chave para o que a gente vai estudar. E todas as paixões más que lhes retardam o progresso, eis o que os caracteriza. Então o espírito perfeito tem ignorância, desejo do mal e paixões más. E isso retarda, atrasa o progresso do espírito imperfeito, faz com que ele não esteja na segunda e nem na primeira. Então, vejam, ele usou a palavra desejo e ele usou a palavra paixão. Percebe? São duas palavras que a gente vai ter que entender por que ele usou para definir cada ordem dos espíritos. Por que que os espíritos da segunda ordem tesejo? O que que isso quer dizer? Por que que os espíritos da terceira ordem t desejo do mal? E o que que quer dizer paixões más? Porque ele não diz só paixões, ele diz que o da terceira ordem tem paixões. Mas isso então quer dizer que tem paixões boas? Quem que tem as paixões boas? E a gente vai ver por que que é isso que retarda o progresso do espírito. A gente vai ver que eliminar isso, trabalhar isso, essas características do espírito imperfeito é exatamente o que ele precisa para poder mudar de ordem. Ao eliminar a ignorância e o desejo do mal e as paixões más, ele vai poder trocar de ordem. Percebe? A gente ainda não tá entrando no detalhe o que que quer dizer essas características perfeição, desejo do bem, desejo do mal, paixão. Mas a gente a gente já sabe que essas são características de cada ordem. Isso é importante a gente entender. Todos os espíritos eu posso colocar numa dessas três, inclusive é gente, depois que a gente entrar no detalhe, a gente vai poder dizer: será que eu estou na primeira, na segunda ou na terceira? Eu vi aí que alguém comentou perfeição relativa, né? Teve alguém que comentou perfeição relativa. Tá errado. Kardec não usa esse essa expressão. De novo, se eu coloco
meira, na segunda ou na terceira? Eu vi aí que alguém comentou perfeição relativa, né? Teve alguém que comentou perfeição relativa. Tá errado. Kardec não usa esse essa expressão. De novo, se eu coloco aqui perfeição relativa, eu tenho que dizer relativa ao quê? Ah, mas eu é perfeição relativa a Deus. Mas os o item não tá tratando de Deus. é a diferente ordem dos espíritos. Então, Kardec fez muito bem em não colocar a palavra relativo, porque se eu colocar relativo na escala dos espíritos é uma contradição filosófica. Eu, por isso que eu repeti, se eu disser que a perfeição dos espíritos é relativa entre eles, eu gero uma uma contradição filosófica, porque a a perfeição do espírito puro, ela é absoluta em relação aos espíritos. Por isso que dentro do contexto de uma obra de ciência, de filosofia, eu não trago aquilo que o autor não está colocando. Como o autor aqui não tratou de Deus em nenhum momento, eu não posso ficar fazendo esses adendos, porque senão eu gero contradição daí no texto. Mas eu sei porque muitos anos eu acompanhei os estudos nas casas espíritas e sempre tem alguém para trazer a questão do relativo, porque a pessoa ela é é natural do ser humano que a gente sempre fica extrapolando o texto. E essa extrapolação do texto é que atrapalha a gente para estudar. Então aqui vai uma dica para todos que vão estudar uma obra de ciência de filosofia. Não coloquem questões, assuntos e problemas no texto que o autor não colocou, porque para aprender ciência e filosofia eu tenho que fazer isso, senão eu extrapolo. Então, muito cuidado com o uso das palavras e o contexto. Por isso que Kardec vai dizer lá na na introdução do livro dos espíritos, no item oito, para estudar para estudar o o a obra espírita, eu não posso estudar com preconceito. O que que é estudar com preconceito? Eu já fico adiant colocando problemas e e propondo soluções para algo que o autor não tá dizendo. Só que isso faz com que eu não entenda o que o autor tá falando. É por isso que a pessoa eh a pessoa tem
já fico adiant colocando problemas e e propondo soluções para algo que o autor não tá dizendo. Só que isso faz com que eu não entenda o que o autor tá falando. É por isso que a pessoa eh a pessoa tem um ela vai ter um entendimento incompleto. Muitas das confusões que o movimento espírita faz é por causa disso. Porque no momento que ele tá estudando, ele fica colocando coisas que o texto não tá dizendo. E aí ele não, aí usando o termo relativo, né? E aí ele relativiza os conceitos, mas a gente não pode relativizar os conceitos por isso que porque os conceitos eles têm que ser absolutos. Nenhum conceito pode ser relativo na hora que eu for estudar. Por que que nenhum conceito pode ser relativo? porque seria impossível o conhecimento. E vejam que toda vez que a gente senta para construir conhecimento, eu estou pressupondo que o significado daquelas palavras que a gente está tratando tem aquele significado que a gente pressupõe. Se a todo momento eu não soubesse o que que cada palavra tá querendo dizer naquele contexto, seria impossível o conhecimento. Quer ver? A gente faz uma brincadeirinha assim quando tá estudando filosofia. Imagina se eu chamasse na minha casa tudo com o mesmo nome. Imagina, eu tenho, eu olha para o ambiente da sua casa aí. Então você tem uma porta, tem a janela, tem a parede, tem a cadeira e tem a mesa. Vejam que é importante que essas coisas tenham nomes diferentes pra gente poder saber exatamente o que que é uma coisa, o que que é outra. Imagina se eu chamasse tudo de porta, seria impossível qualquer diálogo. Por isso que eu dou nomes diferentes. Agora, quando eu falo porta para alguém, eu tenho que ter um acordo entre eu e essa pessoa que a gente tá entendendo que porta é porta. Porque se cada vez que eu falar porta, ele mudou o que quer dizer porta, vejam, nenhum diálogo seria possível. Então, muito cuidado com a relativização ou tentar levar pro subjetivo as palavras, porque aí o diálogo fica impossível. É por isso que os bons autores não fazem
vejam, nenhum diálogo seria possível. Então, muito cuidado com a relativização ou tentar levar pro subjetivo as palavras, porque aí o diálogo fica impossível. É por isso que os bons autores não fazem isso. Eles dão uma definição e ficam com elas enquanto não muda a referência e o contexto é aquilo ali, porque senão não há nenhuma forma de entendimento possível. É muito curioso que eh e quando a gente vai a discutir alguns erros do movimento espírita, é isso que acontece. O movimento espírita, toda vez que você critica alguma coisa nele, ele muda o significado daquilo que você tava criticando. Ou seja, você nunca consegue acertar o alvo porque ele fica mudando. Não, mas é que aqui ele quis dizer tal coisa. Não, mas se aqui ele quis dizer tal coisa, por que que ele não disse tal coisa? Por que que ele só quis dizer? É muito curioso quando a gente vai, por exemplo, a analisar as obras do Emmanuel, do André Luiz, é assim, eh, como eu tô estudando isso agora, o movimento espírita faz assim, o Emmanuel diz assim, o André Luiz diz assim: "O umbral é um lugar". Aí na obra de Kardec diz que não existe lugar cc escrito aí o movimento espírita para tentar salvar André Luiz. Não, mas é que ele quis dizer que ele disse que é um lugar, mas ele quis dizer que não é um lugar. Bom, pera aí. Ou é um lugar ou não é um lugar. Não vem com essa dele quis dizer. Outra que eu, por exemplo, que as pessoas, eu tô usando aqui para vocês verem que se eu começo a relativizar as palavras, eu não consigo diferenciar e nem estabelecer nada como verdadeiro e falso. Imagina se eu dissesse e outro exemplo que o pessoal diz, eh, água. André Luiz diz que há água no mundo espiritual, água H2O. Aí as pessoas para tentar salvar a obra do André Luiz diz assim: "Não, ele falou que é água, mas é como se fosse água. Não é que seja bem água. Ele chamou de água. Então você não pode ficar relativizando a a a palavra para poder salvar o autor. Se ele disse que é, é. Ah, mas é que não é. Então, por que que ele chamou de?
é que seja bem água. Ele chamou de água. Então você não pode ficar relativizando a a a palavra para poder salvar o autor. Se ele disse que é, é. Ah, mas é que não é. Então, por que que ele chamou de? Então, eu não consigo nem dizer que ele tá certo e nem dizer que ele tá errado, porque toda vez que eu vou dizer que ele tá errado, você me diz: "Não, mas ele quis dizer que é outra coisa". Aí eu pergunto: "O que que é essa outra coisa?" "Não sei." Bom, se tu não sabe, então por que que ele não disse o que que é? Eu entro num círculo que eu nunca consigo explicar nada. Então, quando Kardec usa palavra, por isso que Kardec não é assim. Quando Kardec usa espíritos que atingiram a perfeição, é espíritos que atingiram a perfeição na ordem dos espíritos. A referência aqui são os espíritos. Então você não pode usar, ah, mas é relativo em relação a Deus, mas não tem Deus aqui. Então isso é refinar o nosso estudo de ciência e filosofia. Passo pro Lauro. >> Bom, o Luciano fez esse comentário aqui da escala binária, né, que acredito que depois você ainda vai comentar isso, né? Isso aqui é só daquela questão do, né, da Ordem dos Espíritos imperfeitos e que você chamou atenção, tá? Com muito cuidado, né, com a palavra imperfeitos aqui e tal, né? Mas eh já já você trata disso aqui se você achar oportuno. No que você falou agora, assistindo a live de um de uma determinada pessoa, ele veio dizer que que a André Luiz foi muito feliz quando ele usou o termo umbral. Aí o cara vai explicar que umbral é uma soleira que você passa por baixo, umbral da janela, umbral da porta, que umbral é um que divide um cômodo de outro ou o espaço com outro de outro espaço, tal, né? Ele falou: "Eu, André Luiz foi muito feliz com essa palavra". Aí eu pergunto, tá? Aí ele foi falar assim: "Não, e e essa e esse umbral é o momento em que o espírito não se reconhece?" Ah, ótimo. Tanto que que ela não chamou de perturbação, que é o que tá na na doutrina espírita? Porque a ideia de umbral é é completamente errada. É como se o espírito estivesse
ito não se reconhece?" Ah, ótimo. Tanto que que ela não chamou de perturbação, que é o que tá na na doutrina espírita? Porque a ideia de umbral é é completamente errada. É como se o espírito estivesse no mundo material. Agora ele então vai fazer essa passagem, ou seja, ele vai sair do mundo material, passar por esse umbral, essa soleira, esse umbral para o mundo espiritual. E isso é falso, né? O espírito está no mundo espiritual ligado a um corpo material, corpo físico, né? A gente usa, eu até carec vai dizer isso, né? Pode se dizer que o espírito está em dois mundos estando encarnado, né? Então era só essa observação. E eh para tentar corroborar com aquilo que você disse, para tentar salvar, eles trazem argumentos que muit das vezes eh complica ainda mais. Michel, >> é a tática, a tática desses espíritos é pegar os conceitos e tornar eles subjetivos. Por quê? Porque toda vez que você aperta para saber se é verdade ou se é falso, eles tu não consegue pegar eles. É parecido com a gente brinca, é parecido com discurso de político. O discurso do político, ele fala uma coisa que dependendo se ele precisar ele diz que quis dizer uma coisa. Dependendo se ele precisar, ele diz que quis dizer outra. Ou seja, é exatamente a característica do do picareta. Ele não é claro, ele é subjetivo. Por quê? Porque se ele vê que a coisa entortou de um lado, ele diz: "Não, eu quis dizer outra coisa". Então ele deixa sempre vago, que é para poder enganar. Isso é típico dos espíritos inferiores. Por isso que o próprio fato do espírito fazer isso já denuncia que ele é um espírito superior. Os espíritos superiores, a gente vai ver isso, eles são muito claros. Olha, eu quis dizer isso. Ponto. Aliás, o tempo todo na obra de Kardec, ele vai dizer isso. Eu escrevo de forma clara para não deixar dúvida. Eu não deixo nada com ambíguo, confuso. Eu por muitos anos eu lia isso em Kardec, ficava, mas como é que Kardec diz isso? E o movimento espírita vive em pé de guerra para interpretar as obras de
vida. Eu não deixo nada com ambíguo, confuso. Eu por muitos anos eu lia isso em Kardec, ficava, mas como é que Kardec diz isso? E o movimento espírita vive em pé de guerra para interpretar as obras de Kardec? Até que eu entendi. É porque o movimento espírita não lê. Kardec, esse é o primeiro ponto. E quando lê, não, não toma sério o que ele tá dizendo. Se tu não toma sério o que ele tá dizendo, aí aí aí sim, aí tu nunca tem uma clareza para nada, porque eles ficam sempre relativizando. O Emanuel e o André Luiz sempre tão falando de maneira subjetiva e metafórica. Sempre. Porque aí qualquer coisa que você diz não, daí sempre tem alguém para dizer não, mas ele não quis dizer bem isso pô, mas se ele não quis dizer bem isso, ele quis dizer o quê? Você nunca sabe o que ele quis dizer, porque cada um diz que ele quis dizer uma coisa diferente. Tem gente que tem gente que diz chega a dizer o contrário do que ele disse para salvar o espírito. É muito curioso isso. Tem gente que para salvar a obra do André Luiz chega a dizer o contrário do que o André Luiz disse. Para salvar o André Luiz. É o que eu chamo de método Haroldo Dutra, né? O Haroldo é assim. O Haroldo Dutra para defender o André Luiz. Ele diz o que o André Luiz não disse. Então ele chega a contrariar o próprio André Luiz para salvar o André Luiz. Aí você vê que tem problema no texto do André Luiz, porque você precisa você precisa fazer isso. É costumo sem, ó. É muito, é muito comum, já recebi várias vezes, as pessoas me mandam assim, mas o André Luiz não quis dizer que umbral é um lugar. E agora mesmo eu tô relendo a obra. Ele diz que umbral é um lugar. Então, se você acha que >> questão, Michel, desculpa te interromper, essa pessoa, essa pessoa em questão que eu falei aqui disse isso. André Luiz nunca disse que é um local >> justamente isso. E ele ele diz várias vezes de várias formas, né? Bom, é a é só é a é só ler o texto, né? Tanto que ele diz, foi pro umbral, chegou, foi resgatado de lá, saiu de lá, veio para cá.
l >> justamente isso. E ele ele diz várias vezes de várias formas, né? Bom, é a é só é a é só ler o texto, né? Tanto que ele diz, foi pro umbral, chegou, foi resgatado de lá, saiu de lá, veio para cá. Se não é um lugar, como é que eu vou? Eu digo assim para ti, eu vou até umbral resgatar o Lauro. Isso não é um lugar. Eu vou até um lugar quando o o Clarêncio resgata ele. Bom, resgatar da onde? Aí tem horas que ele diz: "O umbral fica na crostra da terra". Isso não é determinar um lugar. Então é é essa questão das palavras. A gente vai ver que sempre esses espíritos e esses palestrantes eles relativizam as palavras para ganhar discussão. Você nunca consegue ganhar discussão deles. Mas por quê? Porque toda vez que você critica, ele diz: "Não, mas não é isso que eu quis dizer". Daí eles dizem outra coisa. Daí você critica essa outra coisa. Não, mas não é isso que eu quis dizer. Bom, então o que que é que você quer dizer para eu poder dizer se eu concordo ou discordo? Eu me lembro que uma vez, eu eu não lembro se eu já contei isso aqui, faz alguns meses, isso, acho que já faz um ano, teve uma uma senhora que me chamou offline e disse assim: "Você critica as obras do André Luiz porque você nunca discutiu com alguém que é especialista em André Luiz. O dia que você fizer isso, você vai ver como você tá errado e o André Luiz tá certo. E aí eu respondi para ela assim: "Pom, não tem nenhum problema. Você me apresenta o especialista que eu tenho vários questionamentos para fazer pro especialista e várias teses para defender. Não tem nenhum problema. Eu eu quero ouvir o especialista falar, inclusive para ver se eu tô conseguindo sustentar as minhas críticas." E ela disse assim: "Eu sou essa especialista. Se você topar, debater comigo a obra do André Luiz, eu vou lhe mostrar que você tá errado." E se ela me disse? Aí eu disse assim para ela: "Eu topo, mas existem algumas condições para eu topar". A primeira delas é o seguinte: Não pode em nenhum momento envolver ofensas. Eu vou destruir ou tentar destruir o teu
Aí eu disse assim para ela: "Eu topo, mas existem algumas condições para eu topar". A primeira delas é o seguinte: Não pode em nenhum momento envolver ofensas. Eu vou destruir ou tentar destruir o teu argumento, a tua tese, e tu vai tentar destruir o meu argumento e a minha tese, mas não pode ir isso pro campo da da ofensa pessoal. O segundo ponto, eu quero discutir primeiramente no particular contigo. Eu não quero discutir no público. E por que que eu disse isso para ela? Por e eu ainda expliquei para ela, porque no meio do caminho, se a gente for discutir primeiro no público, no meio do caminho, você vai perceber que eu tô certo e você tá errada. Só que como você vai tá publicamente se expondo, aí você vai começar a não dar o para não dar o braço a torcer para todo mundo perceber que você tava errada. Aí você vai começar a teimar e já vai parar de fazer um debate sério. Então a gente conversa primeiro no particular e depois a gente pode fazer essa discussão em público, mas primeiro a gente faz um teste em particular, porque senão vai parecer que você vai se sentir humilhada. E ela topou. Lauro, até hoje eu não consegui entender nem o que ela defende. Olha que coisa curiosa. Por que que eu puxei essa história? que é o exemplo que a gente tá conversando hoje, ela não conseguia explicar o que ela defende. Eu não consegui nem discordar dela, porque eu não conseguia entender o que ela defendia, porque ela ela era tão fascinada e André Luiz, que ela acabou pegando a característica dele. Ela, eu não conseguia entender o que que ela tava defendendo na tese dela para eu poder dizer concordo ou discordo. A gente não conseguiu sair da primeira fase da discussão. Ou seja, como é que é a primeira fase da discussão? eu apresento para ti a minha teoria, tu apresenta a tua e aí a gente vê se concorda ou discorda. Eu não consegui sair disso porque ela ia tentar me explicar e ela não conseguia dizer o que ela tava defendendo. E eu tentei de tudo que a gente entende. Eu chegou um ponto que eu disse para ela
orda. Eu não consegui sair disso porque ela ia tentar me explicar e ela não conseguia dizer o que ela tava defendendo. E eu tentei de tudo que a gente entende. Eu chegou um ponto que eu disse para ela assim: "Eu não quero discordar e nem concordar contigo. Só quero entender o que que tu tá dizendo, porque exatamente por isso, porque como ela era vítima do André Luiz, é isso é típico desses espíritos, eles falam, falam, falam, falam, falam, falam, falam, escreve, escreve, escreve, escreve e tu nunca sabe o que que ele quis dizer, porque eles sempre relativizam as palavras. Então, se eu for, se eu for dizer para ti, olha, esse objeto é azul, mas eu acho que ele deveria ser vermelho. Isso é uma opinião. Aí você diz: "Não, esse objeto é azul, mas ele deveria ser amarelo". Temos aí duas discordâncias, mas os dois partiram do princípio que o objeto é azul. Agora, se eu digo assim, o objeto é azul, deveria ser vermelho. Aí tu diz assim: "Não, o objeto é vermelho, ele devia ser laranja". Eu digo: "Tá, então o objeto é vermelho e deveria ser verde". E você diz: "Não, o objeto é preto, ele devia ser roxo". É conversa de lucro, porque cada hora você muda a referência do objeto que a gente tá tentando analisar. Eu preciso que você diga o que que ele é primeiro. Ele é azul, ele é rosa, ele é preto, ele é branco. E ela não dizia, uma hora ela dizia que era branco, outra hora ela dizer que é azul. o objeto. Tô usando aqui um exemplo. Então, eu não conseguia discordar dela porque ela ela não me dizia o que que é que ela tava defendendo. Então, vejam que para eu até para eu discordar de alguma coisa, eu tenho que ser claro. Então, por isso aqui, perfeição em relação aos demais espíritos. E essa perfeição, então, é perfeição mesmo, é relativa, porque o ponto de referência, toda relatividade tem um ponto de referência. Toda relatividade tem um ponto de referência. Todo mundo se lembra da da física, né, da física básica lá do colégio, quando ia falar da relatividade, né? Eu falava assim:
e tem um ponto de referência. Toda relatividade tem um ponto de referência. Todo mundo se lembra da da física, né, da física básica lá do colégio, quando ia falar da relatividade, né? Eu falava assim: "Você está parado ou você está em movimento? Todo mundo lembra disso no colégio. Aí a professora dizia assim: "Depende, depende do quê? Da referência. Em relação à cadeira, eu estou parado. Mas em relação ao sol, eu estou em movimento mesmo sentado na cadeira. Você você tá dentro do carro e o carro tá em movimento, você tá viajando de carro, você tá em movimento ou você tá parado? A pessoa vai dizer: "Tá em movimento". Mas, mas muito cuidado. Você tá em movimento em relação ao quê? A estrada. Mas em relação ao carro você tá parado ou alguém fica andando dentro do carro. Então, toda relatividade tem um ponto de referência. Por isso que para eu usar o termo relativo, eu tenho que ter a referência. Como aqui a referência são os speeds, é relativo mesmo, relativo absoluto e não relativo relativo. Passo para ti, Laura, pra gente já encerrar. A minha bateria tá acabando aqui. Eu só vou colocar o carregador e trocar o microfone, mas pode ir falando, >> tá bom? Não. Eh, a Rete tem tem aqui, né, algumas colocações do Luciano que aí da semana que vem, né, ou quando chegar na escala espírita eh eh falando, né, da do item 100 em diante, pode tocar nesse ponto. E uma pergunta que foi feita aqui sobre a questão do espírito puro, se todos chegam nessa perfeição, então todos estão no mesmo grau de saber, enfim. Ah, vamos deixar isso também paraa semana que vem ou pros próximos estudos, mas eu acho que esse aqui da Enriete, precisamos conversar, ó, porque somos imperfeitos, mas eh perfectíveis. Por isso, a ordem do meio, eu acho que é importante esclarecer isso para ela, viu, Michel? Tranquilo, tranquilo. >> Tá me ouvindo bem? >> Sim. >> Tá. Deve ter dado uma perder um pouco de qualidade, mas dá para ouvir. A pergunta é: por que somos imperfeitos nas perspectives? Por isso, por isso a ordem do meio, não é? Que
ouvindo bem? >> Sim. >> Tá. Deve ter dado uma perder um pouco de qualidade, mas dá para ouvir. A pergunta é: por que somos imperfeitos nas perspectives? Por isso, por isso a ordem do meio, não é? Que imperfeito vai ser o nome, tá? E imperfeito vai ser o nome da escala. E o que que é essa escala? O espírito que tem o desejo do mal e paixões ruins. Isso é o espírito imperfeito, tá? É nesse sentido de imperfeito. Por isso que não é imperfeito adjetivo. E acho, B, seria bom você tocar um assunto sobre a ordem do meio para ela entender quando o Kardec vai falar que está no meio da >> É. E esse meio, isso, esse meio que é a segunda ordem são os chamados espíritos bons que tem o desejo do bem como preocupação. Então o espírito imperfeito tem o desejo do mal. O espírito bom tem o desejo do bem e o espírito puro a perfeição. Tá? Então não entenda aqui a é a nós somos perfectíveis no sentido que a gente pode se tornar perfeito, entende? Mas o o não é isso que Kardec quis dizer. Ele quis dar um nome para uma ordem, para um grupo, uma classificação. Eu vou chamar de imperfeito aquele espírito que tem o desejo do mal. Porque depois a a a R não precisa se preocupar porque depois nós vamos entender. Quando ele for entrar na escala uma por uma, ele vai detalhar daqui a pouco a partir do do item 100, ele vai explicar o que que ele quer dizer por imperfeito, porque aqui é imperfeição moral. Muito cuidado. A, o espírito, ele só pode ser imperfeito moralmente. Nós vamos ver o que que isso quer dizer. Porque isso filosoficamente é é é bem sutil, tá? Porque do ponto de vista da natureza, o o os espíritos não são imperfeitos. Sabe por que que do ponto de vista da natureza, o espírito não pode ser imperfeito? Porque ele é criado por Deus. Deus não poderia criar algo imperfeito. Deus não poderia criar algo imperfeito, porque ele é a perfeição absoluta. Se ele criou os espíritos, os espíritos não podem ser criados imperfeitos, não pode ter imperfeição no espírito. Por isso que essa imperfeição aqui, nós
imperfeito, porque ele é a perfeição absoluta. Se ele criou os espíritos, os espíritos não podem ser criados imperfeitos, não pode ter imperfeição no espírito. Por isso que essa imperfeição aqui, nós vamos ver, ela é moral. Moralmente a gente pode ser imperfeito, mas a capacidade de se tornar espírito imperfeito está dentro da perfeição de Deus, porque são as suas leis funcionando. O espírito seria imperfeito do ponto de vista da sua natureza se uns evoluíssem e outros não. Aí tem uma imperfeição. De novo, a imperfeição e a perfeição são sempre relativas a algo. E aqui a imperfeição é relativa à moral, a escolha que o espírito faz no mal. Por isso desejo do mal. Nós vamos ver isso com bastante detalhe, que agora eu falando assim fica tão filosófico, o pessoal é capaz de fugir. Mas a gente vai ver do ponto de vista da natureza, os espíritos são todos perfeitos. Não existe espírito imperfeito. Todos são perfeitos. porque são criados por Deus. Até quando o espírito escolhe o mal, é porque as leis estão funcionando. Ou seja, perfeitamente as leis estão funcionando, porque a lei permite que ele escolha o mal moral, mas nunca o mal na da natureza, porque não há mal na natureza. Isso é uma coisa que Kardec vai discutir com mais profundidade depois na na gênese. Pro espiritismo não há mal na natureza, não há nada mal naturalmente. O mal que existe é o mal moral, que é uma escolha do livre arbítrio e do espírito temporária. Então, eh eh eu sei que ficou bem filosófico, mas eu prometo que isso vai ser explicado. Como agora ele só tá dando as doções gerais, a gente parou em qual? Na 97, né? Logo logo na 101, 102 e todos que estão assistindo, a gente vai ver o que que ele quer dizer com imperfeito. Muito cuidado com a Da mesma maneira que eu tenho que ter cuidado com a palavra perfeito, eu tenho que ter cuidado com a palavra imperfeito, porque num certo sentido tudo é perfeito. Por que que tudo é perfeito? Porque a criação de Deus não pode ter imperfeição na criação de Deus.
erfeito, eu tenho que ter cuidado com a palavra imperfeito, porque num certo sentido tudo é perfeito. Por que que tudo é perfeito? Porque a criação de Deus não pode ter imperfeição na criação de Deus. O único tipo de imperfeição que existe é a moral, mas ela existe porque é justamente a perfeição de Deus que permite, que é através da lei de liberdade. Nós vamos ver isso com nós nós vamos ver eh isso com bastante detalhe na nossos próximos estudos, Lauro. >> É isso. E e a o comentário do Luciano sobre a a ordem webinária, a gente com certeza você vai tocar nisso aqui sobre a questão do espírito puro, né? Eh, ah, são todas no mesmo grau de saber. Nós vamos ver que tem que ter uma certa ponderação sobre isso. Enfim, né? O Luciano tocou aqui sobre as paixões, né? Que a gente também as paixões más que nós vamos também aqui tratar ao longo desse estudo, tá? Pessoal, nós vamos encerrando aqui, agradecendo a presença de cada um pelos comentários, pelas perguntas. São sempre muito importantes. Não há perguntas ruins e nem erradas. Há perguntas e toda pergunta ela merece ser eh discutida, né, esclarecida. E quero convidar vocês para amanhã, terça-feira, às 20 horas, o nosso estudo da revista espírita de 1858. E na quarta-feira às 20:30 no canal Cadectube do Michel o nosso estudo da obra O que é o espiritismo. José, o José, a Michel, José Paniago e eu juntamente com vocês, tá bom pessoal? Bom, Michel, eu eu já me despedi primeiro, eu já passo para você aí para você já fazer o encerramento. Um abraço a todos. >> Eu também quero agradecer, agradecer a todos, agradecer a participação de todos, né? E é um assunto muito rico. A gente vai gastar um bom tempo, a gente vai, olha, bons meses nesse assunto aí, se preparem, porque ele é a chave para entender o espiritismo, entender a escala espírita. Então, eh, nos acompanhe pra gente esclarecer ponto por ponto, porque são poucos os lugares que vão estudar a escala espírita assim, tá? Com essa sutileza. Uma boa noite a todos e um bom resto de semana.
ão, eh, nos acompanhe pra gente esclarecer ponto por ponto, porque são poucos os lugares que vão estudar a escala espírita assim, tá? Com essa sutileza. Uma boa noite a todos e um bom resto de semana. Olá, boa noite. Sejam bem-vindos para o nosso estudo de O livro dos Espíritos. Nós estamos na parte segunda do mundo espírita ou mundo dos espíritos, no capítulo um dos espíritos, tratando das diferentes ordens de espíritos. Vamos, né, continuar a partir do item 98 e 99. Bom, antes de passar aqui para o Michel, aquele pedido de sempre e fazendo uma correção, primeiramente, no estudo passado, eu havia dito no início que esse é o nosso programa de número, nosso estudo de número 50. Na verdade, eu errei, tenho era o número de 61, hoje o estudo de número 62. Tá bom, pessoal? Então, feita essa correção e pedindo a você para se inscrever, curtir, comentar, compartilhar, divulgar os nossos canais CADETubar Kardec, tá bom pessoal? Michel, boa noite, meu amigo. Passo para você, passa a tua palavra. >> Boa noite, Laura. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos ao nosso estudo de número 62. Hoje é o 62, né? Não estamos enganado. E vamos estudar aí o item 98 do livro dos espíritos. É uma alegria a gente tá aqui mais uma segunda-feira. Já faz, olha, não sei quanto tempo já que a gente tá nesse, que a gente iniciou esse estudo, né? Estamos entrando na primeira centena aí da das questões do Rio dos Espíritos. que todos eh possam acompanhar nosso estudo, curtir, dê uma curtida no vídeo, isso é importante, compartilhe, se se inscreva nos canais aí, o canal do Lauro Estudar Kardec e o meu Kardec Tup. Nos acompanhe nas redes sociais, no Instagram, no TikTok. É muito importante porque a gente produz conteúdo diário, né, para as pessoas. E também às vezes a gente tira, a gente ajuda a tirar dúvidas, a conversar sobre a obra de Kardec. E aqui também é muito importante que as pessoas participem no chat para que a gente possa esclarecer sobre muitos pontos. Às vezes a gente coloca alguma coisa e a
, a conversar sobre a obra de Kardec. E aqui também é muito importante que as pessoas participem no chat para que a gente possa esclarecer sobre muitos pontos. Às vezes a gente coloca alguma coisa e a pessoa fica com uma dúvidazinha. Se ela não disser, às vezes a gente não vai lembrar de de falar, né? Então, que todos participem do nosso estudo. >> É isso aí. Eh, bom, qualquer pessoa pode pesquisar no YouTube sobre estudos ou estudo de O Livro dos Espíritos que vocês não vão encontrar, pessoal. E eu posso falar isso assim muito tranquilamente, estudos procurando, né, eh, onde o objetivo é aprofundar nos itens, nos temas tratados. geralmente é muito superficial, né? Trata eh de várias de vários itens em um único estudo ou, como eu disse, passa pelos itens de forma muito, mas muito superficial. E aí, né, o estudo perde em qualidade, poderia empregar mais para quem se interessa em estudar o livro dos espíritos. E o objetivo, eu tenho certeza que esse é o objetivo do Michel, o nosso objetivo é tentar entregar aí um estudo de mais qualidade, com muito mais profundidade. Tá certo? Vamos lá, então. Lembrando a todos, a gente tá no assunto diferentes ordens de espíritos, em que primeiro, no início do capítulo, Kardec trata daquilo que faz parte e constitui todos os espíritos. Então, ele trata das semelhanças, por isso que ele tratou da origem da natureza, ele tratou da forma e agora ele vai tratar das diferenças, né? Uma vez que os espíritos são diferentes, eles estão em diferentes graus. E a gente vai ver então Kardec classificando os espíritos. Isso é muito importante, já que a gente vai estudar os espíritos, conversar com os espíritos, saber sobre a vida dos espíritos. E já que nós somos espíritos, é muito importante que a gente saiba como classificar os tipos de espíritos, até pra gente saber que tipo de espírito a gente é. Então, é muito importante esse assunto. A gente viu que Kardec vai fazer com os espíritos uma classificação primeiro genérica. Ele classifica os espíritos em três
saber que tipo de espírito a gente é. Então, é muito importante esse assunto. A gente viu que Kardec vai fazer com os espíritos uma classificação primeiro genérica. Ele classifica os espíritos em três grupos. Então, eu tenho a primeira ordem dos espíritos, chamados espíritos, os espíritos puros ou perfeitos. A gente viu isso segunda passada. A gente viu que a segunda ordem são os chamados espíritos bons e a terceira ordem são os espíritos imperfeitos. Então, todos os espíritos vão estar ou na primeira ou na segunda ou na terceira, inclusive a gente, essa é uma classificação genérica. a gente vai estudar melhor o que que é cada uma dessas ordens. Depois a gente vai estudar também os detalhes dessas ordens que essa esses detalhes Kardec chamou de classes. Então eu tenho as a ordem e eu tenho a classe que o espírito pode pertencer. A gente entendendo isso, a gente vai saber classificar qualquer espírito que a gente estude, converse, caso a gente pratique a mediunidade, ou a gente mesmo, a gente vai poder saber onde é que a gente tá. Isso vai mostrar as nossas características, como a gente funciona e como a gente faz para evoluir nessa classificação, tá? Então, é uma é uma é um a melhor classificação dos tipos de espíritos que existe, que eu conheço, foi essa da escala espírita que Kardec fez, porque ela é muito profunda, muito lógica e muito eficaz para quem quer se conhecer, quem quer se melhorar e quem quer conversar com os espíritos. Então, é muito importante a gente entender o que quer dizer cada uma dessas ordens. E agora na 98 ele vai explorar um pouco. Na 98 e na 99 ele vai explorar um pouco a terceira ordem e a segunda. E claro que não é por por acaso que ele não explora tanto a primeira ordem. A gente vai entender depois porque que a chamada primeira ordem ele explora pouco, ele vai concentrar na terceira e na segunda, né? Mas já adianto que uma das razões para isso é porque a gente está na terceira e o nosso objetivo é chegar na segunda. Então, como a primeira é algo ainda
e vai concentrar na terceira e na segunda, né? Mas já adianto que uma das razões para isso é porque a gente está na terceira e o nosso objetivo é chegar na segunda. Então, como a primeira é algo ainda muito distante, ele ele primeiro foca naquilo que é mais próximo, né? Nós estamos na terceira e temos que ir paraa segunda ordem. Esse é o nosso objetivo, porque nós estamos aqui. Mas a gente precisa entender mais essas ordens para poder eh eh aprofundar nessa justamente nessa evolução dessa ordem, tá? Então vamos ver na 98 a pergunta e a resposta e vamos dando mais uma aprofundada porque se preparem que essa escala espírita a gente vai ficar eu não sei quantos meses nessa escala porque ela é muito profunda. Para vocês terem uma ideia, Kardec e os espíritos chegaram ao ponto de dizer que a escala espírita resume o espiritismo. Tamanha é a importância da escala espírita. Se você entender a escala espírita, você vai entender todo o espiritismo. Então, vejam a importância da escala espírita e a importância de você ter um canal de estudo sério que vai tratar disso, porque como o Lauro falou, a gente tem muitos canais ruins. A grande maioria dos canais que existem sobre espiritismo são ruins. Eu não tô dizendo que as pessoas que desses canais são ruins, porque a maioria são pessoas bem intencionad, muitíssimo bem intencionadas, mas são desqualificadas do ponto de vista do estudo, do entendimento. A pessoa não entendeu direito, não estudou a fundo. Claro que, por mais que a gente se esforce, a gente não sabe tudo e não lembra de tudo. Isso faz parte da nossa limitação. Mas o problema é que a grande maioria dos canais pecam no básico. No básico. Eu vejo as pessoas falando sobre os assuntos. Eu assisto 2, 5 minutos, eu já sei o que que a pessoa leu, o que que a pessoa não leu, o que que ela estudou, o que que ela não estudou, o que que ela não lembra, que que Porque então a importância de você ter um grupo dedicado ao estudo faz toda a diferença, né? porque a gente vai tentar ver no detalhe ao máximo essa
ela não estudou, o que que ela não lembra, que que Porque então a importância de você ter um grupo dedicado ao estudo faz toda a diferença, né? porque a gente vai tentar ver no detalhe ao máximo essa escala espírita. Então vamos pra questão 98 pra gente pra gente já começar a a o assunto em si. Então, na 98, Kardec pergunta: "Os espíritos da segunda ordem que desejam apenas o bem taticá-lo?" A resposta, cada um deles dispõe desse poder de acordo com o grau de perfeição a que chegou. Assim, uns possuem a ciência, outros a sabedoria e outros a bondade. Todos, porém, ainda têm que sofrer provas. Então, vamos lá. Vamos primeiro pra pergunta. Vamos, vamos analisar. Só a pergunta ela é profunda. Tem muita informação nessa pergunta. A primeira coisa que a gente tem que entender é que Kardec está falando dos espíritos da segunda ordem. Então, esqueça a primeira e esqueça a terceira. São os da segunda ordem. Só que dentro da pergunta, Kardec faz uma afirmação. Olha que coisa interessante. Justamente o que está entre as vírgulas não é uma pergunta, é uma afirmação. Ele disse que os espíritos de segunda ordem desejam apenas o bem. Olha a informação que ele dá. Então, é uma característica dos espíritos que estão na segunda ordem. Eles desejam apenas o bem. Quer ver? Se eu tirar essa informação, como é que fica a pergunta? Os espíritos da segunda ordem têm o poder de praticá-lo? Eu tirei a afirmativa, só deixei a pergunta. Então, a ali onde ele diz que desejam apenas o bem, é uma característica dos espíritos da segunda ordem. Então, vejam que ele tá dando uma característica desses espíritos. Então, a gente já sabe o que que são os espíritos de segunda ordem. São os espíritos que desejam apenas o bem. A pergunta quer saber se além de desejar apenas o bem, se eles têm o poder de praticar esse bem. E agora vejam que interessante, antes de ir paraa pergunta, eu ainda estou na afirmação que caracteriza o espírito de segunda ordem. Vejam que ele usa três palavras. Ele fala em desejo,
icar esse bem. E agora vejam que interessante, antes de ir paraa pergunta, eu ainda estou na afirmação que caracteriza o espírito de segunda ordem. Vejam que ele usa três palavras. Ele fala em desejo, ele fala apenas, isso tem um peso muito grande. E ele fala no bem. Então, a primeira coisa que a gente tem que saber, vamos ser didático aqui. O que é o espírito de segunda ordem? É o espírito que deseja apenas o bem. Então, ele tem o desejo do bem, só que ele tem apenas exclusivamente o desejo do bem. Atentem para isso. Ele não tá falando que o espírito de segunda ordem deseja o bem. Ele apenas deseja. Ele só deseja o bem. É diferente. Vamos comparar um pouquinho com uma pessoa normal, comum aqui na terra. A gente na grande maioria do tempo, no nosso dia a dia, a gente deseja o bem. Ninguém deseja o mal. Uma pessoa comum, tá? A maioria do tempo a gente deseja o bem, seja pra gente, seja pros outros, até para quem a gente não gosta muito, a gente deseja o bem. Mas às vezes em alguns momentos de desequilíbrio, de tristeza, de raiva, de diversas de de contexto de dor, de sofrimento, de dúvida, de medo. Em alguns momentos a gente também tem desejos do mal. Por isso que a gente não é perfeito e por isso que a gente não é espírito bom. Olha que informação interessante. O espírito de segunda ordem deseja apenas o bem. Não é que de vez em quando ele tem um desejozinho escondido lá dentro, não. Ele só deseja o bem. Só apenas o bem. E vejam que Kardec coloca ainda uma outra coisa. Ele não disse que os espíritos de segunda ordem só fazem o bem. Ele diz que os espíritos de segunda ordem de só desejam o bem. Por que que em vez de dizer que o espírito do de segunda ordem faz, ele usa o termo desejo. Aqui a gente tem que começar a entender, porque desejar é diferente de praticar. Por exemplo, eu posso desejar uma coisa. Eu tenho dentro de mim o sentimento para um que me dá a intenção, o desejo de uma coisa e eu posso agir ou fazer diferente daquilo que eu tô desejando. Já repararam isso? Eu vou
sso desejar uma coisa. Eu tenho dentro de mim o sentimento para um que me dá a intenção, o desejo de uma coisa e eu posso agir ou fazer diferente daquilo que eu tô desejando. Já repararam isso? Eu vou começar dando exemplos materiais e depois eu vou dar exemplos comportamentais, morais. Quer ver? Eu posso ter desejo de tomar água, eu sinto sede. Então é um desejo, é um sentimento, é algo que eu sinto em mim, mas eu posso sentir sede e até desejo de tomar água. e tomar outra coisa. Eu posso tomar um refrigerante, eu posso contrariar o desejo, eu posso sentir algo e fazer diferente do que eu tô sentindo. Já já já reparou que muitas vezes a gente diz assim: "Ah, eu comi tal coisa, então foi o que você fez, o que você praticou e a gente diz: "Ah, a minha vontade, a que a gente tá querendo dizer o desejo, né? era comer outra coisa, não era bem o que eu queria, porque o desejo e a e ação, elas não andam necessariamente juntas. Quer ver? Vou dar outro exemplo agora, um exemplo mais comportamental. Você já teve numa situação em que você tá num lugar, principalmente, v, vamos pegar um um um exemplo muito bom. O seu chefe, você depende daquele emprego e o seu chefe fala ou ou faz alguma coisa para você que o desejo que você tem é de dizer barbaridades para ele, é de xingar, é de até agredir ou até de pedir para ir embora daquele emprego. E nesse momento você tem esse desejo, é um sentimento forte, vivo, mas como você precisa daquele emprego, você age diferente do seu desejo. Isso é muito comum na vida da gente. Basta a gente observar os exemplos que eu tô dando. Então, há muitos exemplos na nossa vida que a gente sente, deseja algo e age de maneira contrária. Então, desejar é do campo do sentimento, é o é a intimidade, é aquilo íntimo que tá no interior da pessoa. E ação não, ação é algo exterior. Posso estar fazer, eu posso est fazendo carinho em alguém, eu posso estar falando palavras boas para alguém e por dentro eu posso posso estar com raiva, nojo, ódio, medo. Veja que eu estou
o exterior. Posso estar fazer, eu posso est fazendo carinho em alguém, eu posso estar falando palavras boas para alguém e por dentro eu posso posso estar com raiva, nojo, ódio, medo. Veja que eu estou agindo no bem, mas eu estou sentindo algo diferente do que a ação que eu tô realizando. O exemplo que eu dei do chefe é muito bom. Aí eu eu a minha vontade era gritar, xingar, até bater no meu chefe. Mas na ação eu tô falando manso, eu tô falando sorrindo. A ação é boa, mas o desejo não. Agora vejam que interessante. Os espíritos bons, eles só desejam o bem. Olha quão profundo que é a característica desse tipo de espírito, o do espírito de segunda ordem. Não é que o espírito de segunda ordem quando tá fazendo bem, ele tá fazendo bem, mas por dentro ele tá com raiva ou magoado. Não, ele sempre está fazendo bem, só que esse bem que ele tá fazendo sempre é acompanhado do desejo do bem. Então, não há uma luta interna, uma contradição. Ele está fazendo aquilo que ele deseja. A gente não, a gente às vezes tá fazendo algo por obrigação, mas tá desejando fazer outra coisa. Por isso que a gente sofre, porque há uma contradição entre o que a gente sente e aquilo que a gente faz. O espírito da segunda ordem não, ele só deseja o bem e, portanto, ele só faz o bem, mas esse bem que ele faz sempre é com o desejo junto. A gente tem momentos de desejo do bem, mas também, como eu falei, tem desejos do mal. E a gente às vezes age de um jeito e sente de outro. Então, a gente tem a contradição e o desequilíbrio. Por isso que a gente sofre, por isso que a gente tem momentos de infelicidade. O espírito da segunda ordem não. Então, lembrem, quando falar espírito da segunda ordem, lembrem disso. Ele não só faz o bem, ele sente o bem sempre. Isso é muito importante. Então, por isso que Kardec usa o desejo e não a ação, porque o desejo é mais profundo do que ação. E por isso que ele usa o termo apenas, porque o espírito da segunda ordem só sente o desejo sempre de fazer o bem. Por isso ele é feliz, ele é equilibrado,
porque o desejo é mais profundo do que ação. E por isso que ele usa o termo apenas, porque o espírito da segunda ordem só sente o desejo sempre de fazer o bem. Por isso ele é feliz, ele é equilibrado, por isso ele não se desequilibra, ele não ele não perde o controle das ações. Porque a gente perde o controle das ações. Por quê? Porque muitas vezes o desejo ele é mais forte que a E ele é tão forte que ele comanda ação. Aí eu faço a coisa no impulso porque o desejo, o sentimento me fez fazer aquilo. Aí eu faço, assim que eu faço, eu me arrependo. Ou às vezes demora para me arrepender. Já o espírito bom, não. O espírito da segunda ordem, que é a mesma coisa que espírito bom, ele não tem esse o momento que ele se desequilibra, porque ele só deseja o bem. Então, vejam que é difícil pra gente, eu já vou passar pro Lauro, é difícil paraa gente até imaginar o que é isso. Como a gente não sabe o que é só, a gente não sabe nem o que que é só praticar o bem. Só praticar o bem a gente já nem sabe, porque a gente tem momentos que a gente não pratica o bem. Agora imagina, tenta imaginar o que é só desejar o bem. E a gente não consegue nem imaginar isso porque é algo que tá fora da nossa realidade, porque a gente tá assim, a gente tem o desejo, vários desejos durante o dia, vários sentimentos, mas de vez em quando vem uma um desejo ruim, vem um desejo que nos desequilibra, que nos faz mal, que nos que nos incomoda, que nos deixa irritado, que nos deixa triste. A gente não consegue só desejar o bem como é o espírito da segunda ordem. Então, a gente não consegue imaginar porque a gente não não vive essa realidade. O espírito da segunda ordem. Imagina o da primeira, que a gente nem tá tratando aí, mas é importante teoricamente a gente entender. O espírito de segunda ordem só deseja que tá além do fazer o bem. Isso entendido. Agora a gente tem que entender o restante da pergunta. Ele quer saber o seguinte: esse espírito que só deseja o bem, sempre consegue praticar esse bem que ele deseja?
m do fazer o bem. Isso entendido. Agora a gente tem que entender o restante da pergunta. Ele quer saber o seguinte: esse espírito que só deseja o bem, sempre consegue praticar esse bem que ele deseja? tem o poder de praticar, porque desejar fazer o bem, ele deseja sempre, mas será que ele consegue sempre praticar esse bem que ele deseja? Olha que pergunta, por isso que Olha a pergunta sofisticada que Kardec fez pros espíritos. Aí nós vamos ter que entender o que que isso quer dizer. Mas antes de entrar nesse agora na resposta propriamente dita, eu vou passar pro Lauro para ele fazer as considerações e também se tiver comentários até aqui. >> Tenho três perguntas. Acredito que que eh antes de ir pra resposta, essas três perguntas já vai ajudar bastante. Quando dizemos que o espírito da segunda ordem tem o desejo do bem, eu posso afirmar aqui que o seu pensamento é sempre no bem. Essa é uma pergunta. A segunda é para que nós eh conheçamos se um espírito realmente é um espírito da segunda ordem, somente evocando esse espírito pelas ações. Não tem como a gente fazer isso. Você já deixou claro, eu suponho. E a terceira pergunta está relacionada à questão das paixões. O espírito da segunda ordem, ele só tem paixões boas. São essas três perguntas. Eh, você quer que eu vou colocando ou conseguiu aí? Já coloca até nas ideias, Michel. >> Tá, vamos, vamos então pra primeira. Me ajuda só. Eu tava pensando na segunda já esqueci a primeira. Faz a primeira de novo. Vamos ficar na primeira. >> Se o pensa, o desejo do bem, seria como pensar que o pensamento, analisar, o pensamento dele é sempre do bem. Tá? Vamos lá. Então, pra gente ir entendendo o espírito bom, tá? Ele é 100% bom. Por isso, inclusive, que ele tem esse nome. Que quer dizer 100%? Ele sente, pensa e faz sempre o bem, tá? Então, imagina por que que a gente fala sentir, pensar e fazer. Só para as pessoas entenderem, isso é uma é uma divisão eh é uma divisão que a gente faz do do espírito, que são as três dimensões possíveis do espírito. Imagina que a
nte fala sentir, pensar e fazer. Só para as pessoas entenderem, isso é uma é uma divisão eh é uma divisão que a gente faz do do espírito, que são as três dimensões possíveis do espírito. Imagina que a gente vai tentar imaginar o espírito. Só tem três coisas possíveis. Ou eujo ou eu sinto ou eu penso. E essas três dimensões que está no espírito, elas podem se contradizer. Por exemplo, eu dei um eu dei um exemplo antes da contradição entre o sentimento, que aqui você pega como exemplo, como sinônimo de sentimento, não tem problema. O sentimento pode ser contrário da ação. Por exemplo, eu posso sentir uma coisa e fazer outra, que nem o exemplo que eu dei. Eu senti a vontade de apertar o pescoço do meu chefe, mas eu tenho que segurar a esse desejo, esse sentimento e tenho que falar com ele com a voz controlada e educada, porque senão eu vou demitido. Mas eu também tenho o campo do pensamento, do raciocínio. Eu posso raciocinar uma coisa, sentir uma coisa e fazer outra. Essas três coisas podem se contradizer, tá? Então eu posso pensar uma coisa e fazer outra. Isso é muito comum. É muito comum. Alguém vem, me diz uma coisa, eu penso, raciocínio e eu digo, vou fazer assim. a gente vai lá e faz o contrário. E tanto que a gente diz, por que que eu fiz o contrário daquilo que eu pensei? Então eu posso fazer o contrário do que eu pensei e o contrário do que eu senti. Posso fazer, dou um exemplo. O vício é assim. A pessoa tá se sentindo mal, ela já sabe que aquele vício vai matar ela e ela vai lá e faz. Quem tem vício no cigarro sabe o que que é isso, né? A pessoa vai lá e fuma. Ela, mas ela já entendeu, veja que não é um problema de cognição, ela já entendeu que aquilo faz mal, mas ela vai lá e faz porque o desejo, o vício no cigarro é mais forte e comanda ação e contraria o próprio raciocínio que ela já entendeu que ela já entendeu que não que fumar faz mal. Então esse a gente pode pegar todas as ações humanas e ver como eu posso criar vários milhares e centenas de exemplos assim
aciocínio que ela já entendeu que ela já entendeu que não que fumar faz mal. Então esse a gente pode pegar todas as ações humanas e ver como eu posso criar vários milhares e centenas de exemplos assim que eu penso uma coisa, faço outro, sinto uma coisa e e faço diferente e penso a gente é essa contradição. Agora, o espírito bom não, por isso que ele tá na segunda ordem. O espírito bom, ele só pensa o bem, só sente o bem e só faz o bem. Claro que alguém que se a gente tiver uma pessoa que é boa de lógica, que esteja nos assistindo, ela vai dizer assim: "Mas se o espírito da segunda ordem só pensa o bem, só faz o bem e só sente o bem, então ela já é perfeita. Por que que ela não tá na primeira ordem?" É uma pergunta muito boa, é fácil de responder, mas só segura essa pergunta só, mas só para te entender primeiro, então, para responder a tua primeira pergunta. O espírito bom, ele só pensa o bem, só sente o bem e só faz o bem. Ele é por isso que ele é 100% bom. Daqui a pouco nós vamos entender o que que falta pro espírito bom, então para ele ser da primeira, que é justamente a a questão, por isso que Kardec tá perguntando na questão 98. Porque se ele só sente o bem, só pratica o bem e só pensa o bem, que que falta pro espírito bom? Por isso que a 98 tá, ele vai perguntar justamente se tem algum, alguma coisa que falte pro bom. Por isso que ele pergunta se ele tem o poder de praticar. Nós já vamos entender melhor isso. Mas por enquanto guarde essa informação. O espírito bom é 100% bom. Ele não tem pensamento ruim, não tem sentimento ruim e não age no mal. Mas falta uma coisa para ele. Por isso que vocês viram na resposta que ele disse: "Ainda tem que sofrer provas". Por que que o espírito da segunda ordem ainda tem que sofrer provas? A gente já vai entender. Qual que era a segunda pergunta? para que a gente consiga de fato observando ações ações de determinada pessoa aqui, podemos dizer assim: espírito bom da escala espírita ou da segunda ordem da escala espírita. >> Boa, boa. Como é que a gente reconhece
onsiga de fato observando ações ações de determinada pessoa aqui, podemos dizer assim: espírito bom da escala espírita ou da segunda ordem da escala espírita. >> Boa, boa. Como é que a gente reconhece um espírito da segunda ordem? Essa é uma pergunta muito boa, porque veja, eh, só observando as ações não basta. Por que que não basta? Porque eu acabei de dizer antes que eu posso ter uma pessoa que a vida inteira eu vejo ela fazendo bem, mas eu não conheço o mundo íntimo dela. Pode ser que ela esteja fazendo bem, mas de vez em quando ela sente o desejo contrário do que ela tá fazendo. Daí isso faz ela não ser um espírito bom. Ela pode estar fingindo. Tem pessoas que vão conseguir fingir uma vida inteira. Ela tá lá fazendo sempre o bem no campo da ação, mas por dentro ela tá desejando o contrário. Não sempre, mas mesmo que seja só um pouco. E o fato de só um pouco ela desejar diferente do que ela tá fazendo, já faz ela não ser espírita segunda ordem. Claro que eu vou presumir que quanto mais a pessoa só pratica o bem, provavelmente ela seja um espírito bom. Mas lembra, pode ser que não, porque eu não eu não tenho acesso ao mundo íntimo daquele espírito, tá? Então, para reconhecer um espírito bom, saber se ele é bom, tá? a gente não tem como. Por isso que Kardec, quando ele vai, quando Kardec vai eh falar das evocações dos espíritos da segunda ordem, eu vou analisar pela característica da linguagem dele. As coisas que ele diz são sempre boas. Então, como o que me interessa é o que ele está dizendo, não me interessa o que ele está sentindo, porque o que ele está sentindo é um problema dele, é pessoal, é íntimo, aí não me interessa descobrir. Eu não nem tem como eu descobrir. Então, eu só vou ficar com o que ele diz. Se o que ele diz é sempre bom, eu deduzo, hipoteticamente que ele seja um espírito bom. Mas eu não preciso ter 100% de certeza, porque o que me basta é que o que ele diga seja sempre bom. Agora, de fato, saber se um espírito é bom é só se eu tivesse acesso aos
e ele seja um espírito bom. Mas eu não preciso ter 100% de certeza, porque o que me basta é que o que ele diga seja sempre bom. Agora, de fato, saber se um espírito é bom é só se eu tivesse acesso aos pensamentos íntimos dele sempre. Isso a gente não tem aqui. Então, para eu reconhecer um espírito bom, para eu reconhecer, agora a gente não tá falando de caracterizar ou ser um espírito bom, a gente tá falando de reconhecer como é algo que para eu saber, eu só saberia se eu tivesse acesso ao mundo íntimo, eu só posso fazer deduções a partir das ações da pessoa. Mas como eu falei, é o conjunto que vai me dar o indício de que ele é. Mas para eu reconhecer o outro, isso basta. A gente vai ver. Eu não preciso saber do mundo íntimo da pessoa quando o assunto for reconhecer o outro. Agora, quando o assunto é entender o que é o espírito bom e entender como que a gente será quando a gente for espírito bom, isso aí a gente precisa entender. A gente vai ser espírito bom ou da segunda ordem quando a gente só sentir desejo no bem. E claro que ao só sentir desejo no bem, eu vou só pensar no bem e eu vou só fazer o bem, tá? Então, para vou tentar repetir para ser claro, para eu saber o que é o espírito de segunda ordem, eu preciso saber que ele só sente desejo do bem. Mas para eu reconhecer o espírito, saber se ele é bom ou não, aí eu vou só reconhecer por indícios, porque eu não tenho acesso ao que ele tá sentindo. Então, por exemplo, você vai pegar São Luís, Kardec, Santo Agostinho, por que que você deduz que eles eram espíritos superiores? pelas coisas que eles falaram e disseram que sempre foi elevado. Essa constância de sempre ser elevado vai me dando fortes indícios de que eles eram espíritos superiores, que eles nunca se contradiseram, eles nunca mentiram, eles nunca perderam a paciência na fala, nas ações, eles sempre amaram as pessoas, sempre disseram coisas sinceras, coisas boas. Aí eu vou somando aí, por exemplo, Kardec, você pega Kardec passando por dificuldades, por por provações
a fala, nas ações, eles sempre amaram as pessoas, sempre disseram coisas sinceras, coisas boas. Aí eu vou somando aí, por exemplo, Kardec, você pega Kardec passando por dificuldades, por por provações duríssimas, por sofrimento físico, por traições, por calúnias. E você vê Kardecra uma ação ruim qualquer. Aí você deduz, é um espírito bom, que aí quanto mais um espírito sofre, mais você tem chance de deduzir que ele é bom. Porque é justamente nesses momentos de sofrimento que a gente escorrega. Se a gente é espírito perfeito, é nessas horas que a coisa aperta que a gente dá uma escorregada. E esses espíritos nunca escorregam. Aí você deduz que ele é um espírito bom. Agora, de verdade, para eu saber que quem é um espírito bom, é só quando eu já tô no mundo espiritual, porque aí eu tenho acesso aos sentimentos da pessoa, né? A gente pode ler o interior da pessoa, os pensamentos, a gente pode fazer e quando eu for espírito bom. Agora, na terra encarnada a gente só deduz, percebe? Eu só deduzo, porque a única coisa que eu vejo na terra são as ações. Eu só vejo as ações das pessoas. Eu não tenho acesso ao mundo íntimo. Claro que muitas vezes o mundo íntimo da pessoa ela transborda, mas sempre, só pelas ações, pode ser que ela seja uma uma pessoa que segura muito bem o que ela tá sentindo. Eu digo: "Nossa, fulano é um espírito bom". Não sei. Pode ser que ela esteja segurando um desejo ruim e agindo no bem. Então, ela não é da segunda ordem. Mas claro que se o mundo fosse assim, todo mundo só agindo no bem, mesmo que sentisse coisas contrárias, o mundo já seria um paraíso. Se eu só fizesse o bem, mesmo que de vez em quando eu sentisse vontade de fazer o mal, mas eu só fizesse o bem, o mundo já seria o paraíso. É que o espírito bom é além, né? Ele faz só o bem, mas ele só sente o bem. Por isso que por isso que ele troca de planeta, né? Porque ele, esse espírito, ele não oferece perigo nenhum, porque ele só deseja o bem, ele só faz o bem, por mais que façam mal para ele. Então, por isso que esses espíritos,
ele troca de planeta, né? Porque ele, esse espírito, ele não oferece perigo nenhum, porque ele só deseja o bem, ele só faz o bem, por mais que façam mal para ele. Então, por isso que esses espíritos, eles raramente encarnam na terra. Porque se tu colocar uma uma ovelha nessa no meio de um monte de lobo furioso, que são os espíritos imperfeitos, essa pessoa sempre dura pouco, porque ela não vai fazer o mal para ninguém. Então, por isso que elas mudam de planeta, né? E por isso que os mundos onde só tem espíritos bons não precisa nem de lei. Não tem lei, regras, câmeras, vigilância, polícia. Porque se eu só tenho espírito bom, um não vai fazer o bom mal pro outro nunca. Então eu não preciso nem de leis para controlar. Agora a gente experimenta tirar a lei da sociedade, da gente, experimenta tirar a polícia. para ver se a humanidade não não vira bicho, porque a gente ainda tem desejo no mal. Como a gente tem desejo no mal, a gente vai lá e faz o mal. Esses espíritos só tm o desejo do bem, por isso que eles só fazem o bem. Por isso que eles raramente encarnam aqui. É mais como como provação, missão, né? Agora, bom, faz a terceira antes de eu continuar. Qual que era a terceira mesmo? Bom, eh, eh, s, bom, aí fica claro, mas eu vou fazer a pergunta, né, até para para efeito de fixar mesmo a a as ideias. Bom, uma vez que esses espíritos só têm o desejo no bem, então quer dizer que neles só imperam as paixões boas. E dentro dessa pergunta tem aí o Luciano mandou essa aqui, eh, o Luciano Alves, o que significa paixões para Kardec? >> Boa. Tá. Eh, vocês incluíram aí a palavra paixão, que como ele não disse aqui na 98, tu notou que eu não tava tratando, né? Que eu quero, eu tava segurando, mas vamos já ir adiantando. Lembrando a todos tudo isso que a gente tá vendo agora. Eh, a gente vai repetir e voltar cada vez com mais profundidade nas próximas questões, tá? Então, só vão guardando o que a gente tá falando que vai ficando cada vez mais claro no decorrer do estudo. Quando a gente chegar no final da a
ada vez com mais profundidade nas próximas questões, tá? Então, só vão guardando o que a gente tá falando que vai ficando cada vez mais claro no decorrer do estudo. Quando a gente chegar no final da a escala espírita, isso vai estar bem esclarecido, tá? Então, se algo isso, esses conceitos forem muito muito novos para quem tá ouvindo, qual é a dica que eu dou? Reassista o vídeo, reassista esse estudo e vá aguardando as informações que eu vou colocando aqui. Vejam que agora o Lauro e o Luciano trouxeram uma coisa chamada paixão. A paixão ela tá ligada ao desejo, ela tá ligada ao sentimento. Porque a paixão ela é a dimensão passiva do espírito. O spit ele tem a dimensão ativa e tem a dimensão passiva. Por exemplo, eu posso agir, mas eu também recebo o que vem de fora. Por exemplo, exemplo, vou dar, começa sempre com exemplos materiais. Eu estou falando. Falar é uma ação. Falar é uma ação. Eu estou realizando uma ação. Falando. Falar. Ouvir. É uma paixão. Ou seja, você tá recebendo a ação de quem fala. Isso é uma paixão. Quando eu quando eu recebo algo em mim, que não é uma ação minha, é uma coisa que veio de fora, isso se chama paixão em filosofia. Então, a ação é é que é como você pegar uma moeda. De um lado eu tenho ação, de outro lado eu tenho a paixão. No português, a palavra paixão não dá muito a ideia de ser oposto de ação, né? No francês fica mais claro, porque no francês é a passion. Ó, como dá a ideia melhor. Aon, passion, ação, ativo, passividade. Aquilo que eu sinto que vem do mundo exterior, aquilo que a alma sente é paixão. Aquilo que eu faço é ação. Então, por exemplo, vou dar on eu começo sempre com os exemplos materiais, porque os exemplos materiais clareiam as ideias. Imagina que você tá, a gente tá aqui conversando e daqui a pouco alguém que mora com você começa a fazer uma comida lá na cozinha muito gostosa e o cheiro chega até você. Você sente aquele cheirinho de comida, aquele cheiro gostoso de comida e nisso você sente fome. Veja, chegou até você o cheiro, você
r uma comida lá na cozinha muito gostosa e o cheiro chega até você. Você sente aquele cheirinho de comida, aquele cheiro gostoso de comida e nisso você sente fome. Veja, chegou até você o cheiro, você sentiu o cheiro. Isso é uma paixão. Ao sentir o cheiro, você teve vontade de comer, desejo de comer. E aí você pode partir paraa ação de comer. Aí você vai até lá, cozinha. Que que você tá fazendo aí? Ah, tá fazendo tal com. Deixa aqui eu comer um pedaço que me deu fome, viu? Da partir da paixão, eu tive uma ação para tudo é assim. Vocês estão me ouvindo e à medida que vocês vão me ouvindo, novos pensamentos e novas ideias surgem na cabeça de vocês. Esses pensamentos e ideias que vão surgindo a partir da minha fala que vocês estão escutando são paixões, porque elas surgiram passivamente. Não é que vocês escolheram, vocês escolheram me ouvir. ao me ouvir, vai surgindo isso. Vou dar mais exemplos de paixão. Você tá ouvindo alguém falar e à medida que a pessoa vai falando, você vai sentindo alegria, esperança. Veja, você começou a ter sentimentos a partir do que eu falei. Isso são paixões que você tá sentindo em você sem você ter escolhido aquilo. você começou a sentir porque ouviu as coisas que eu tô dizendo. Da mesma forma, alguém que você não gosta começa a falar, começa a vir em você aquele aquela aquele ódio, aquela tristeza, aquela raiva. Veja, a partir do que o outro está falando, desperta em mim sentimentos. Esses sentimentos são paixões porque é passivo. Eu não escolho. Eu não tenho como escolher não sentir. A partir do momento que eu vi e ouvi, eu sinto e a partir do meu sentir eu ajo. Por exemplo, alguém que eu não gosto começou a falar algo, começou a me dar raiva. Começou a me dar raiva, começou a me dar raiva. Tá no campo do sentir. É paixão. é paixão porque eu estou sentindo por causa do que o outro tá falando. Aí eu posso ter uma ação. Se eu obedecer a paixão da raiva ou o sentimento da raiva, eu vou lá e lhe dou um soco na cara. Então eu agi a partir de uma
tou sentindo por causa do que o outro tá falando. Aí eu posso ter uma ação. Se eu obedecer a paixão da raiva ou o sentimento da raiva, eu vou lá e lhe dou um soco na cara. Então eu agi a partir de uma paixão, a raiva. Mas nota que eu posso sentir raiva, sentir vontade de lhe dar o soco e mesmo sentindo raiva, não lhe dar o soco. Eu seguro a ação. Então eu sinto a paixão e controlo a ação. A ação eu controlo. Eu não controlo sentir ou não sentir raiva, mas agir a partir da raiva que eu senti, eu escolho. Aonde que está o livre arbítrio que a gente tanto fala no espiritismo? Tá no agir, tá na dimensão do agir. Eu escolho as minhas ações, mas eu não escolho o que eu sinto. Eu não escolho. Ela simplesmente surge. Por isso que é paixão, é passivo. Agora, como eu vou agir? a partir daquilo que eu sinto. Isso eu escolho, isso eu controlo através da vontade. Que que é a vontade? É aquilo que controla a ação, mas não controla a paixão, porque a paixão é passiva, por isso que ela não tem controle. Então, é assim que a gente funciona. Agora, o espírito da segunda ordem, ele pode ouvir qualquer coisa, ele pode ver qualquer coisa, ele só sente paixão boa ou desejo bom. Por isso que esses espíritos são muito evoluídos. Por isso que eles conseguem ver, por exemplo, por isso que eles se tornam anjos de guarda nossos, porque eles conseguem ver toda a maldade que a gente fala, faz e eles continuam nos amando, porque eles só têm paixão ou desejo no bem. É por isso que esses espíritos evoluídos não devolvem o mal que fazem para eles com o mal, porque por mais que faço mal para esses espíritos, eles só amam. A gente não é assim. a gente dependendo do que fizer. E às vezes não precisa nem ser algo muito eh terrível, pode ser às vezes uma uma pequena escorregada que alguém dá, a gente já sente raiva e já ofende e muitas vezes a gente já se arrepende, né? A gente diz: "Mas por que eu fui brigar daquele jeito?" Olha, olha a contradição. Eu fiz algo impulsionado por algo que eu senti, mas
ente raiva e já ofende e muitas vezes a gente já se arrepende, né? A gente diz: "Mas por que eu fui brigar daquele jeito?" Olha, olha a contradição. Eu fiz algo impulsionado por algo que eu senti, mas ao mesmo tempo o meu pensamento me condena. Olha a contradição. Por isso que a gente sofre. O espírito bom não. Ele só sente paixão boa ou desejo do bem. Então, se acostumem a partir de agora, quando falar desejo ou falar paixão, a gente vai tá falando desse desse desse mundo íntimo do espírito que é passivo. Ele sente, ele sente, é sempre bom e ele vai lá e age no bem. Se ele for da segunda ordem, se ele é da terceira, é um desequilíbrio. Às vezes ele faz uma coisa boa, mas tá sentindo algo ruim. Às vezes ele tá sentindo algo ruim e ele faz algo ruim também, que ele dá, ele extravaza a paixão. A gente ainda é assim. Então, vamos diferenciando os tipos de espírito. Se você sente alguma coisa ruim, de vez em quando, você já é espírito de terceira ordem. O pior tipo de espírito é aquele que sente algo ruim e faz algo ruim. Esse é o pior. Aí eu tenho um melhorzinho. Ele sente algo ruim, mas faz algo bom. Esse já tá melhor, porque ele só sente o impulso de fazer, mas ele não faz a maldade. Ele faz o bem mesmo sentindo vontade de fazer o mal. Já tá melhor que o primeiro. Mas o espírito bom tá além. Ele só faz o bem, mas ele só sente o desejo do bem. Novamente alguém vai dizer assim: "Mas então o que que é o espírito puro se da segunda ordem já é tudo isso? O que que diferencia? Por isso que a gente tem que entrar na agora entender a pergunta e a resposta. Que agora diz o seguinte: ele quer saber se o espí Bom, eu já sei que o espírito de segunda ordem só tem desejo no bem. Eu já entendi que que é desejo, já entendi que é o bem, que é apenas, mas ele quer saber se ele tem o poder de praticar. E agora a gente precisa entender o seguinte. E essa aqui vai para quem o o Lauro que tá valendo, não sei se já terminou de ler o livro do Cosm ou da capinha vermelha, que é lei é é leis morais, se
ar. E agora a gente precisa entender o seguinte. E essa aqui vai para quem o o Lauro que tá valendo, não sei se já terminou de ler o livro do Cosm ou da capinha vermelha, que é lei é é leis morais, se eu não me engano, a verdadeira felicidade, uma coisa assim, né? que, aliás, comprem esse livro do Cosmic, quem puder e ler, porque trata disso tudo que a gente tá tratando aqui, tá? Como é que funcionam as ações? Pra gente entender, as ações, elas podem, elas são estudadas de que maneira? Elas têm uma intenção, um objetivo e um meio. Toda ação é assim. Eu, quando eu vou agir, eu tenho uma intenção, algo que motiva a minha ação, tá? Então, por exemplo, eu tenho sede, isso é o que tá motivando uma ação que eu tô preste a tomar. eu tenho a a o impulso, o desejo da sede. Aí eu quero matar essa sede. Eu preciso de uma ação. Então eu tenho o desejo. Sede. Quero tomar água. Querer tomar água é o objetivo, né? É o objetivo para atender o meu desejo. Então eu tenho o desejo de tomar água e eu tenho um objetivo ir até a torneira, pegar um copo d'água e tomar água. Esse é o objetivo. Nota que o objetivo ele ele pretende atender ao desejo. Mas para eu fazer isso, eu preciso de um meio. Percebe que que é o meio? São os instrumentos que eu utilizo para chegar no fim. Por exemplo, eu quero tomar água. Esse é o desejo. A sede. O objetivo é ir até a torneira da minha cozinha e tomar água. Qual é o meio? Eu me levanto, caminho até a torneira, abro o balcão, pego um copo d'água, abro a torneira, a água cai dentro do copo, fecho a torneira, levo o copo até a boca, engula a água. Ou seja, eu tive o desejo, cumpri com o objetivo usando meios. Todas as nossas ações são assim. Ela tem o que motiva, ela tem um objetivo e ela tem os meios, toda ação, qualquer ação que você pensar aí tem essas três dimensões. Só que olha que curioso, às vezes eu tenho o desejo, o objetivo e eu não tenho os meios. Olha que coisa curiosa. Imagine que esse exemplo que eu dei da água. Já imaginou uma pessoa que mora,
imensões. Só que olha que curioso, às vezes eu tenho o desejo, o objetivo e eu não tenho os meios. Olha que coisa curiosa. Imagine que esse exemplo que eu dei da água. Já imaginou uma pessoa que mora, que morasse sozinho, sozinha, e ela não tivesse pernas? Ela fosse, por exemplo, cadeirante, mas ela não tá ali na sua cadeira não chega até a cozinha ou ela não alcança a torneira, ela não alcança o copo, ela tem o desejo, ela tem o objetivo, mas os meios ela não tem. Ela não tem. Vou dar outro exemplo, um exemplo mais simples. Eu tenho, eu sou, meu corpo é saudável. Eu tenho a sede, eu vou até a cozinha, quando eu abro a torneira, faltou água no meu condomínio, no meu prédio, na minha casa. O meio faltou para eu atingir o objetivo, tomar água. Percebe que várias coisas que a gente quer, então tá no campo do desejo, a gente deseja, tem intenção, tem um objetivo, mas a gente não consegue chegar no objetivo para tudo na vida. Eu imagina, eu digo assim pro Lauro, Lauro, vamos para Paris. Ah, vamos para Paris. Olha, é um objetivo, né? É objetivo de uma ação. Aí o Laur assim, Michel, como é que nós vamos ir para Paris? Ó o meio. Eu preciso de um meio para chegar no objetivo. Aí eu digo assim pro Lauro, olha, ou a gente vai de barco ou a gente vai de avião, né, que não tem como de carro. Veja que tem um meio que não serve. Olha o problema do meio para atingir o objetivo. Aí o Lauro diz assim: "Mas eu não tenho dinheiro nem pro avião e nem pro barco, pro navio. Aí eu vou dizer pro Lauro, bom, então tu vai tu vai ver Paris por foto e por vídeo na internet que tu não vai chegar em Paris". Ou seja, se tu não tem o meio, tu não chega no objetivo. Então percebe, eu posso ter o desejo sempre no bem. Mas eu não tenho os meios de realizar aquele objetivo que o desejo do bem me impulsiona a fazer. É isso que Kardec quer saber na 98. Tem os espíritos a segunda ordem, o poder de praticar o bem. Eu já sei que ele tem sempre o desejo no bem, mas ele consegue praticar em todo o seu poder, em todos
. É isso que Kardec quer saber na 98. Tem os espíritos a segunda ordem, o poder de praticar o bem. Eu já sei que ele tem sempre o desejo no bem, mas ele consegue praticar em todo o seu poder, em todos os objetivos que esse bem eh impulsiona ele, ele consegue sempre chegar no objetivo? Não, o poder de praticar o bem que ele sempre sente depende. Daí ele diz, cada um deles dispõe, olha a resposta aí, ó. Cada um deles dispõe desse poder de praticar o bem que ele deseja de acordo com o grau de perfeição a que chegou. Assim, olha a diferença agora entre os bons. Uns possuem a ciência, outros a sabedoria, outros a bondade. Todos, porém, ainda têm que sofrer provas. Que que isso quer dizer? Que ele sempre vai desejar o bem, ele sempre vai pensar no bem, ele sempre vai agir no bem. Mas essa ação no bem, ela pode ser mínima ou máxima. Para ele ter o poder máximo de ação no bem, ele ainda tem que sofrer provas. Por isso que o espírito da segunda ordem também tem coisas para aprender. Então, ele tem sempre o desejo no bem, mas ele ainda não sabe tudo. Então, ele não ele não tem todos os meios para atingir o objetivo no bem que ele sempre deseja. Olha como a gente deu um passo adiante na teoria. Então, ele sempre tem desejo no bem, ele sempre vai agir no bem. Só que essa ação pode ser um bem limitado, porque ele ainda não dispõe de todos os meios para praticar esse bem. Por isso que ele tem que passar por provas. O que que é o espírito puro? Agora a gente vai entender. O espírito puro só deseja o bem, só pensa no bem, só faz o bem e tem o poder máximo de sempre praticar o bem. Agora a gente entendeu a diferença entre o espírito da primeira e da segunda. A gente tá tão atrasado que a gente não tem só desejo no bem, então a gente tem desejo do mal. E a gente também tem a limitação dos meios. A gente tem, o espírito que mais tem limitação é o espírito da terceira ordem. O da segunda tem só uma, que é o do aprendizado, do conhecimento, o desejo ele já resolveu. E o espírito puro tem tudo. O espírito puro, o que
to que mais tem limitação é o espírito da terceira ordem. O da segunda tem só uma, que é o do aprendizado, do conhecimento, o desejo ele já resolveu. E o espírito puro tem tudo. O espírito puro, o que ele quer, ele realiza e é só o bem. Ah, Michel, ainda não tô entendendo. Aguenta o coração. Depois nós vamos voltar. Kardec vai pegar na escala espírita a primeira ordem, segunda ordem, terceira ordem. Aliás, ele começa pela terceira, não é não é por acaso, ele começa pela mais a mais baixa, que é a que a gente conhece mais, que somos nós. E depois ele vai estudar de novo a segunda com mais detalhes. Mas peguem todos os componentes que eu tô dando. A primeira questão da diferença entre desejo e ação. É o primeiro ponto. Depois o que é paixão? Depois a diferença da ação máxima com todos os meios acessíveis e ação mínima. Vou dar um outro exemplo aqui que vai ficar claro. Agora eu vejo alguém que sofreu um acidente de moto na rua. Pessoa, um carro atropelou, a pessoa caiu toda esbugalhada ali no meio da rua. Eu vi isso. Se eu sou um espírito de terceira ordem e vejo essa ação, pode ser, ó, estamos usando só um exemplo, que eu olhe para aquilo e digo: "Eu não vou me envolver com isso aí, não é problema meu, nem gosto muito de motoqueiro." Certo, fez alguma coisa errada, outras pessoas que chamem aí a que deem uma ajuda para ele e a gente, ó, se manda. Esse é o espírito de terceira ordem. Ele sentiu e pensou coisas egoístas. e agiu egoisticamente. Ele era uma pessoa precisando de ajuda. Ele pensou nos interesses dele e, ó, vazou. O espírito bom vai olhar para aquela cena e vai na, como ele só tem desejo no bem, ele vai dizer: "Tenho que fazer alguma coisa. Preciso ajudar essa pessoa que tá aí acidentada". Então, o desejo do bem tá ali. Só que ele tem o desejo, mas não tem os meios. Ou seja, vamos supor que ele não conheça medicina. Então ele tem o desejo, ele quer ajudar. É, é o desejo sincero, é um sentimento sincero, mas ele não conhece medicina. Então o que que ele pensa? Eu não vou
, vamos supor que ele não conheça medicina. Então ele tem o desejo, ele quer ajudar. É, é o desejo sincero, é um sentimento sincero, mas ele não conhece medicina. Então o que que ele pensa? Eu não vou poder atender a pessoa no meio da rua por eu quero ajudar, mas como eu não conheço medicina, eu não tenho poder, olha só, de praticar uma ajuda imediata, porque eu tenho só o desejo, eu não tenho conhecimento em medicina, eu não posso atuar naquele momento naquele cara acidentado. Mas como ele tem o desejo do bem, ele faz o bem possível, ou seja, ele faz uma ação limitada. Ele não tem o desejo da medicina, mas ele vai lá e liga para uma ambulância. Então ele sentiu vontade de fazer o bem, fez o bem, mas ele não fez o bem em potência máxima, porque ele tinha uma limitação que era o conhecimento de como ajuda uma pessoa acidentada. Percebe? Agora, se ele tem um desejo no bem e ele ainda conhece medicina, ele tem o poder máximo. Ele pode ele mesmo ir ali salvar a pessoa. Não faltou conhecimento. Então o que vai determinar? O espírito bom sempre tem o desejo, mas às vezes ele não tem a competência necessária para fazer, para praticar ou fazer, que é a mesma coisa, todo bem possível. Mas daí ele faz todo bem máximo, mas aí faz o bem possível. Então ele faz o bem impossível. O espírito puro, como ele domina tudo, ele faria o que ele quisesse. Ele poderia eh salvar aquele acidentado ali, porque ele conhece tudo. Ele tem o desejo do bem, ele domina a matéria. É por isso que Jesus, agora já tô aqui adiantando uma Jesus que a gente vai descobrir que é um espírito puro. Por isso que Jesus fazia o que ele queria e era sempre o bem. Então ele quando ele queria a que alguém se curasse, a pessoa se curava, porque o espírito puro, ele já sabe tudo, já ele tem o poder de praticar sempre o bem. O bom não, ele sempre tem o desejo, mas às vezes, como o exemplo que eu dei, eu posso ter o desejo, mas não tenho a competência, quero ajudar e não consigo. Aí eu faço o bem possível. O problema do
m. O bom não, ele sempre tem o desejo, mas às vezes, como o exemplo que eu dei, eu posso ter o desejo, mas não tenho a competência, quero ajudar e não consigo. Aí eu faço o bem possível. O problema do espírito inferior, o da terceira ordem, é que o o inferior ele não faz nem o bem possível. O bom já faz o bem possível sempre. Tá claro esses esses conceitos? Tá ajudando? Tá clareando, lá? Ótimo. Bom, o importante é aquilo que você disse, voltar nesse vídeo novamente para, né, ficar alguma dúvida, tentar fixar, mas eh como nós vamos adentrar a escala espírita aí daqui duas segundas-feiras, eh isso vai ficar mais claro ainda, eu eu penso, né, Michel, a Rosane ela ela manda essa pergunta para você, Michel, nosso anjo guardião está nessa escala da segunda ordem ou a primeira escala na na dessa na primeira ordem, na na segunda ou primeira ordem, né? Dentro da escala. >> Isso de novo, só para situar, porque às vezes a gente vai falando dos termos e tem pessoas que nunca estudaram Kardec, elas podem ficar perdidas. Pra gente entender, a gente vai aprender na obra de Kardec que todos nós temos um espírito que é nosso anjo guardião, que ele tem a missão de nos proteger e nos guiar enquanto a gente tá aqui, tá? O que que vai dizer a obra de Kardec? Eu até tava estudando isso agora de tarde. Eu vou dar até a referência paraa Rosane, para quem tá nos vendo a questão, que essa é fácil de encontrar aqui. Você vai na questão, deixa eu pegar bem certinho a questão aqui que eu tô abrindo. É lá, é aqui no livro dos espíritos mesmo. É a questão 490 do livro dos espíritos. Kardec pergunta assim: "Que se deve entender por anjo guardião?" Resposta bem curtinha. O espírito protetor. Olha agora que que o resto a resposta pertencente a uma ordem elevada. Então o espírito, o anjo guardião da gente é sempre de uma ordem elevada a nossa. Nunca pode ser da mesma ordem. Então, se a gente é da terceira, o nosso anjo é da segunda. Os espíritos de segunda ordem vão ter como anjo o da primeira, porque a gente não precisaria de um da
nossa. Nunca pode ser da mesma ordem. Então, se a gente é da terceira, o nosso anjo é da segunda. Os espíritos de segunda ordem vão ter como anjo o da primeira, porque a gente não precisaria de um da primeira, percebe? Não é que o da primeira não possa, que ele pode tudo, mas que não precisa para nós. O da segunda já dá conta. Então o nosso anjo, que são 490, é sempre de uma ordem superior, que é o que a gente tá falando, primeira ordem, segunda ordem, terceira. Se eu sou da da terceira, qual é a superior? A minha segunda. Então, ninguém, não existe ninguém que vai ter um anjo defeituoso, né? Ah, mas eu tô com um de segundo aqui, mas esse não tá dando conta. Não, não. Todos da terceira ordem podem ter um anjo guardião da segunda, ele dá conta. Aí você vai entender Kardecinha um da primeira. Olha que coisa impressionante. Kardec, a gente vai aprender isso lendo as obras. O anjo guardião dele era o próprio Cristo. E a gente vai aprender que o Cristo é um espírito puro. Depois nós vamos ver isso. Então Jesus, se Kardec tinha um espírito de primeira ordem, ele era de da segunda ordem. E é curioso, só para a gente tá estourando o tempo, mas só para citar exemplos, a momento da revista, a revista espírita, depois que a gente estuda isso aqui, a gente presta atenção nos detalhes, né? Há vários momentos da revista espírita que Kardec diz verbal, ele verbalmente não, porque ele escreve, tá no livro, né? Ele diz assim: "Eu não sinto raiva, eu não sinto medo". Ó, ele tá no campo do sentir, dando provas de que ele é um espírito superior. Ele diz aí em alguns momentos ele fala que tão atacando ele, que estão caluniando, que estão traindo e ele diz: "Eu não sinto algo a ponto de que ele não ofendeu ninguém, ele se manteve equilibrado sempre. Aí você vai descobar, por isso que ele é um espírito da segunda ordem que faziam o que faziam para ele e ele que que ele fazia? continuava trabalhando. Aí, aí as pessoas iam lá, traíam, mentiam, enganavam. Eh, ele tava mal da saúde, o que que ele fazia?
da segunda ordem que faziam o que faziam para ele e ele que que ele fazia? continuava trabalhando. Aí, aí as pessoas iam lá, traíam, mentiam, enganavam. Eh, ele tava mal da saúde, o que que ele fazia? Trabalhava em bem do próo, trabalhava em pelo bem do próimo, trabalhava pelo bem da humanidade. Se não importava o que fizessem, o que ele sofressem, ele só trabalhava a ponto dos espíritos dizerem para ele, trabalhe menos, senão você vai morrer? Você já imaginou espírito dizer para trabalhar menos de tanto que ele trabalhava pela humanidade? Olha a evolução desses espírit desse espírito. Ah, em compensação, meu, eu não dá para deixar faltar, né? Em compensação, vai ver como é que era o Emanuel com o Chico, que a gente inventou que o Emanuel é um espírito da segunda ordem, que é uma bobagem, porque o Emmanuel é um espírito da terceira ordem que se passou por guia espiritual do Chico e escravizou o Chico. A gente vai ver o Emânuel tratando o Chico mal. A gente vai ver o Emano não deixando o Chico estudar. A gente vai ver o Emano não deixando o Chico se curar de doença. A gente vai ver o Emmanu ameaçando o Chico de morte. Olha a diferença. E a gente achou porque não estudou a escala que o Emmanuel era um espírito de segunda ordem, um anjo guardião, mentor do Chico, sendo que ele era um espírito cruel. Então, quando a gente vai comparar aquilo que as obras de Kardec consideram espírito superior e aquilo que o Emmanuel fez, a gente vai ver, meu Deus, o Emanuel não era superior. A gente só ouviu esse espírito por ignorância ou por medo, porque ele ele ele ameaçava as pessoas. Você já imaginou um espírito espírito de segunda ordem ameaçando alguém? Então, vejam a importância de tudo que a gente tá estudando e que a gente vai continuar, vai aprofundar mais, a gente vai gastar um bom tempo. E olha, em poucos lugares você vai achar um estudo da escada espíritim. A primeira pessoa que começou a estudar isso, as duas primeiras pessoas que começaram a nos mostrar tudo isso que a
m bom tempo. E olha, em poucos lugares você vai achar um estudo da escada espíritim. A primeira pessoa que começou a estudar isso, as duas primeiras pessoas que começaram a nos mostrar tudo isso que a gente tá comentando aqui, que estava em Kardec e a gente não percebia, essa profundidade que eu eu sempre digo, a gente tem que passar o crédito, foi o Cosm e o Silvio Shibi. Graças a eles, a gente começou a perceber essas questões, a riqueza de detalhes, né? E aí aprofundando junto com eles, com Kardec, a gente viu a profundidade de tudo isso, né, Lauro? Verdade. Eh, justiça seja feita, né? Não, senão estaríamos aí ainda, como eu disse lá no início, na superfície. Bom, a eu sei que a gente não vai tratar de espírito por aqui, mas aí a gente lembra quando Jesus expulsa aqueles mercadores do templo, né? A gente tem que pegar aquilo. Então, uma vez que se o espírito bom, ele só tem o desejo do bem, imagina o público, né? Então aquela expulsão, aquele quando Jesus se enfurece é muito mais uma parábola, né? Mas não é um fato que vai contrariar a escala espírita. Bom, Michel, eh a gente eh, né, hoje foi analisado aqui, então, o item 98. Ah, na semana que vem vamos analisar o item 99, eh, feche para que a gente entre de fato na escala espírita. Eh, como o Michel sugeriu, pessoal, no nosso estudo, estudos passados, quando foi tratado do perespírito, aqui no canal Estudar Kardec tem na playlist, eu eu criei lá uma playlist de perespírito, onde há esses dois estudos falando unicamente do perespírito, tá? Então, se você quer fazer um estudo do perespírito, vai lá, você vai encontrar na playlist. Da mesma forma, pretendo fazer com a escala espírita, além de ter, né, na playlist do estudo do livro dos espíritos, teremos também a escala espírita. Como Michel disse, esse ano de 2025, provavelmente vai ser pouco para que a gente consiga encerrar aí a escala, tá bom, Michel? Eh, eh, antes de passar para você aqui, quero agradecer o pessoal, a participação, você que está nos assistindo agora, que não quis
pouco para que a gente consiga encerrar aí a escala, tá bom, Michel? Eh, eh, antes de passar para você aqui, quero agradecer o pessoal, a participação, você que está nos assistindo agora, que não quis comentar, mas fique à vontade para assistir, vai ficar gravadinho lá. Faça seus comentários após o encerramento do vídeo lá nas descrições, que aí na semana que vem ou durante todos os estudos eu trago aqui para o Michel para que a gente possa conversar, tá bom? Passo para você, Michel. Obrigado a todos. Amanhã 20 horas, estudo da revista espírita, quarta-feira às 20:30, no canal Kardecube do Michel, o estudo da obra O que é o espiritismo. Um abraço a todos. Michel, >> isso aí. Eh, segunda que vem, eh, eu dou mais uma pinceladinha na 98, porque eu quero explicar ali o que que o que que é ciência, sabedoria e bondade, que ele tá falando ali, e, e explicar um pouco o que que é prova. que ele fala, né, como ele diz que os espíritos de segunda ordem ainda tem que sofrer provas, é importante a gente explicar para as pessoas o que que o que que são essas provas. E vamos estudar 99 também, né? Então, estejam aqui segunda-feira que vem às 20 horas pra gente continuar esse assunto muito importante que vocês vão ver depois que a gente entender escala espita, qualquer coisa que a gente olhar do espiritismo, a gente vai remeter a escala e vai entender tudo direitinho. Quero agradecer o Lauro, agradecer a todos que aqui estiveram, que participaram, que mandaram boas questões, que nos acompanham, que curtem, que compartilham, que convidam pessoas, as pessoas aí que nos nos ajudam e nos nos prestigiam, né? Que a gente tem uma excelente semana. Amanhã o Lauro ainda tem live, na quarta tem a nossa outra live sobre o que é o espiritismo lá no no Kardec Tube. Assista, estejam lá também. às 8:30, daí não é às 8, a gente tá estudando o que é o espiritismo e são todos convidados, né? É muito bom a gente se reunir para falar sobre Kardec. Uma boa noite a todos. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos para
ão é às 8, a gente tá estudando o que é o espiritismo e são todos convidados, né? É muito bom a gente se reunir para falar sobre Kardec. Uma boa noite a todos. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos para o nosso estudo. Deixa eu pôr na tela aqui, de O Livro dos Espíritos. Nós estamos na parte segunda do mundo espírita ou mundo dos espíritos, no capítulo um, que trata dos espíritos. o assunto. Eh, o o Michel ten certeza que ele vai ainda tocar na no item 98 que nós estudamos semana passada e o item 99 para semana que vem muito provavelmente adentrarmos a escala espírito. Então, nós estamos falando das diferentes ordens de espíritos. É, a partir do item 98. H, tem aqui ao meu lado o Michel e e quero pedir aí a você que se inscreva em nossos canais, da Kardec, Kardecube, canal do José Paniago, que curta, comente, participe do estudo à vontade aí perguntando, eh, comentando, isso é muito importante. E também divulgue aí os nossos canais. Michel, boa noite, meu amigo. Bom estar aqui novamente junto com você, com todo especial do chat aí para o nosso estudo. Passo para você. >> Boa noite, Lauro. Boa noite a todos. Digo mesmo, é sempre muito bom a gente estar aqui na segunda-feira no nosso estudo, eh, com pessoas amigas e que tem o mesmo objetivo, que é estudar essa obra tão importante de Kardec, né, que é o livro dos espíritos. Quero também eh mais uma vez reforçar o que o Lauro falou da importância de quem nos assiste, de curtir a live, de compartilhar, de se inscrever nos canais, de nos seguir nas demais redes sociais, que isso sempre nos ajuda, né? E o mais importante, tirar as dúvidas, né? tirar as dúvidas que possam surgir sobre o assunto. Nós estamos numa fase do estudo em que aqueles que perderam os estudos passados precisam assistir, porque como a gente tá construindo uma ideia, a gente tá construindo conceitos, é muito importante, por exemplo, que eh a gente estudou semana passada o item 98, quem não assistiu, assista, né? porque a live fica gravada aqui no YouTube, a pessoa pode assistir pelo
ndo conceitos, é muito importante, por exemplo, que eh a gente estudou semana passada o item 98, quem não assistiu, assista, né? porque a live fica gravada aqui no YouTube, a pessoa pode assistir pelo canal do Lauro quantas vezes quiser e eu também reposto depois lá no meu canal do YouTube, no Kardec Tube. Então é muito importante que agora a gente tá num assunto agora que quem não for acompanhando vai perder muita coisa. Então é imprescindível que pelo menos da do estudo do item 96 para cá que a gente entrou nesse assunto, a pessoa eh vá lá, assista, vá assistindo aos poucos, acelere, faça, acompanhe, nem que demore alguns dias, né? Porque a gente precisa eh a gente tem que partir da ideia que as pessoas já têm muita coisa que a gente falou pra gente não precisar ficar repetindo toda segunda, pra gente poder ir avançando e montando esse quebra-cabeça. Porque como eu falei eh já em outros estudos, esse quem entendeu o assunto que a gente tá estudando agora, vai ter uma compreensão de toda a doutrina espírita. Então por isso que é muito importante, a gente vai ver daqui a pouco o próprio Kardec dizendo isso, né? que a escala espírita ela ela é uma chave, né, do espiritismo. Então, a gente vai pegar mais alguns detalhezinhos a 98, depois a gente já pega a 99 para seguir adiante. Passo para ti, Lauro. >> Simbora. Vamos pro estudo. >> Então, vamos lá. Então, a gente viu já na semana passada, a gente explorou a pergunta 98, né? Os espíritos da segunda ordem que desejam apenas o bem, tem o poder de praticá-lo. Então, a gente explicou o que que é a segunda ordem, por a questão do desejo, por que que ele fala aqui do desejo do bem? Por que que ele fala do desejo apenas do desejo do bem? Que que ele quer dizer com a palavra apenas? a gente viu sobre por que ele pergunta se a além de ter apenas o desejo do bem, se tem o poder de praticá-lo. Então, a gente mostrou que eu posso ter o desejo, eu posso ter a intenção, mas eu posso não ter a possibilidade, aí tá o poder de praticar conforme eu
as o desejo do bem, se tem o poder de praticá-lo. Então, a gente mostrou que eu posso ter o desejo, eu posso ter a intenção, mas eu posso não ter a possibilidade, aí tá o poder de praticar conforme eu desejo, né? Há uma ligação entre a nossa intenção e o nosso desejo com as nossas ações. Então, você pode ter o desejo de fazer uma coisa, mas não conseguir realizar esse desejo. Realizar o desejo é justamente o poder de praticá-lo. Então, é muito importante que as pessoas revejam 98 para ter uma ideia eh eh que a gente tratou disso com mais detalhe, né? E aí eles vão dizer na resposta que o poder para praticar o que se deseja dos espíritos da segunda ordem, ele depende do grau de perfeição que esse espírito de segunda ordem está. Então, entre os espíritos de segunda ordem, eu vou ter uma coisa em comum, que é o desejo do bem. Os espíritos que estão na segunda ordem t apenas o desejo do bem. Mas o que muda entre eles? O que diferencia um espírito da segunda ordem para outro é o poder de praticar esse desejo, de transformar esse desejo em algo prático, em uma ação real, não apenas ficar no campo do desejo. É isso que então os espíritos de segunda ordem t diferenças. E aí, Kardec, a resposta diz: "Uns possuem a ciência, outros a sabedoria e a bondade". Então, a gente vai ver depois quando a gente entrar no, porque nas questões adiante, ele vai ele vai explicar o que que é essa ciência, essa sabedoria, essa bondade. A gente vai estudar mais paraa frente logo logo as diferenças entre os espíritos de segunda ordem com detalhes. Então, dentro da segunda ordem ordem eu tenho pontos em comum. entre todos. Por isso que eles estão todos na segunda ordem, mas eu tenho diferenças e a gente vai estudar essas diferenças. Da mesma forma, os espíritos da terceira ordem. Os espíritos da terceira ordem t pontos em comum, por isso que eles estão caracterizados na terceira ordem, mas eles também têm diferenças que a gente vai estudar no detalhe. O que são essas diferenças? É o que Kardec
erceira ordem t pontos em comum, por isso que eles estão caracterizados na terceira ordem, mas eles também têm diferenças que a gente vai estudar no detalhe. O que são essas diferenças? É o que Kardec vai chamar de classes. Nós vamos ver dentro das ordens eu tenho classes, ou seja, subcategorias que diferenciam os espíritos da mesma ordem. Então, eu tenho primeira ordem, segunda ordem, terceira ordem. Dentro de cada ordem, eu tenho subdivisões, que são as chamadas classes. Somando todas as classes, eu tenho 10 classes distribuídas dentro das três ordens. Então, a gente vai ver o que que ele quer dizer com espírito de segunda ordem. Uns possuem ciência, outros sabedoria, outros bondade. A gente vai ver que isso são classes dentro da segunda ordem. Daí ele termina dizendo: "Todos, porém, ele tá falando aqui dos espíritos de segunda ordem ainda tem que sofrer provas". Então, esse conceito é muito importante dentro do espiritismo e da teoria das obras de Kardec. É muito comum as pessoas conhecem de uma maneira geral a gente falar de provas e expiações no espiritismo. São são conceitos que o espiritismo vai ter um entendimento próprio. É muito importante que as pessoas entendam o que Kardec vai chamar de provas e aquilo que Kardec vai chamar de expiação. Então, resumidamente, porque nós vamos também estudar isso com detalhe depois da escala espírita, mas pra gente entender a ideia, os espíritos, todos nós somos criados por Deus, todos iguais, todos sem conhecimento, sem nenhuma qualidade, como se fosse 0 km, né, todos nós. E aí todos vão passar pelo progresso em que cada um vai construir a sua trajetória. Por isso que o mérito ou o demérito será sempre do indivíduo. Ele não é criado por Deus com nenhuma qualidade, nem com defeitos. Muito cuidado. Deus não cria os espíritos nem com qualidades e nem com defeitos. Porque se Deus criasse espíritos com qualidades ou com defeitos, Deus seria injusto, porque ele daria pra criatura algo que ela não escolheu, não foi ela que construiu nela mesma.
e nem com defeitos. Porque se Deus criasse espíritos com qualidades ou com defeitos, Deus seria injusto, porque ele daria pra criatura algo que ela não escolheu, não foi ela que construiu nela mesma. Então, para a teoria espírita, Deus é justo. Logo, ele não pode dar nenhuma característica pros espíritos, porque tem que ser o próprio espírito que tem que construir a sua história, tem que construir o seu progresso. Por isso que a partir do momento que ele constrói, é mérito dele, do próprio espírito. Da mesma maneira, quando ele construir algo ruim, também vai ser responsabilidade dele. Por isso que eu não posso acusar Deus de injusto. Isso, claro, dentro da teoria espírita. Claro que os próprios filósofos vão colocar uma questão que Kardec vai ter que trabalhar e a gente vai ver quando ele for tratar disso. Uma pergunta que os filósofos fazem é: por que Deus não nos criou perfeitos? Porque aparentemente, né, ele se ele criasse todos os espíritos perfeitos, não existiria dor, não existiria sofrimento, não existiria maldade. Por que que Deus cria o ser humano simples e ignorante e deixa que ele construa sua trajetória? Sendo que para construir essa trajetória, muitas vezes ele vai sofrer, ele vai praticar o mal. Muitos filósofos vão perguntar: "Mas por que que Deus não cria gente eh perfeito?" Já já cria 100% perfeito, feliz, pronto. Não há dor, não há sofrimento, não há maldade no universo. Veja que aparentemente é uma uma boa questão, mas o que Kardec vai ter que atacar, mas pra gente depois a gente vai ver isso, mas pra gente entender a conclusão da teoria espírita. Então, nós somos criados sem nenhuma qualidade, sem nenhum defeito e a gente vai se desenvolvendo ao longo das diversas encarnações. Esse processo de encarnar, aprender, evoluir, encarnar, aprender, evoluir, esse processo natural que todos os espíritos têm que passar pro espiritismo. Não há seres criados eh já em num num estado de perfeição ou a ou espíritos de outra natureza. Não, todos têm que passar.
, esse processo natural que todos os espíritos têm que passar pro espiritismo. Não há seres criados eh já em num num estado de perfeição ou a ou espíritos de outra natureza. Não, todos têm que passar. Esse processo os espíritos e Kardec vão chamar de provas. Então esse processo natural de evolução que se dá encarnando, aqui é outra discussão também, porque algumas algumas filosofias espiritualistas vão propor que não é necessário encarnar para evoluir. Então, por isso a importância da gente entender a visão espírita e depois a gente vai entender quando for estudar porque a visão espírita ela é a mais racional. Mas como a gente não tá discutindo ainda, eu só tô citando. Mas então, paraa teoria espírita, eu tenho que encarnar para evoluir. Esse processo se chama provação ou provas que todos nós vamos passar. Então veja que que ele tá mostrando. Quando o agora entendendo a questão 98, quando o espírito já adquiriu o desejo máximo do bem, então ele tem apenas o desejo do bem, que é a característica do espírito de segunda ordem. E a gente, quem quiser entender melhor, veja o estudo passado. Ele tá dizendo que mesmo esse espírito que já adquiriu o desejo máximo do bem, ele é incapaz de desejar o mal, mesmo esse espírito ainda tem que passar por provas, ou seja, ele ainda tem coisas a aprender. E o que que são essas coisas que ele tem que aprender? É o que vai dar o poder dele desejar o bem e praticar o bem ao máximo. Quando eu me torno espírito bom, eu tenho já o desejo máximo do bem. Me falta o poder máximo de praticar esse desejo. Por isso que eu ainda tenho que passar por provas. O que é o espírito puro de primeira ordem? É exatamente esse espírito que já tem o desejo máximo do bem. e adquiriu agora o poder máximo de praticar esse desejo do bem. Esse é o espírito puro. Então, o espírito puro, aquilo que ele deseja e só pode ser o bem, ele sempre realiza. Olha que coisa fantástico que é um espírito puro. O que ele quer, ele faz, só que o que ele quer é sempre o bem. E
ntão, o espírito puro, aquilo que ele deseja e só pode ser o bem, ele sempre realiza. Olha que coisa fantástico que é um espírito puro. O que ele quer, ele faz, só que o que ele quer é sempre o bem. E o que ele faz é sempre o bem. máximo. O que são os espíritos de terceira ordem? A gente nem tem o desejo máximo do bem, porque a gente também tem desejo do mal e a gente nem tem capacidade máxima de fazer esse bem. Então veja, vamos vendo, vamos, estamos vendo as diferenças entre as ordens e entendendo a ideia de provação. A provação é: eu faço bem, mas ainda me falta conhecimentos para praticar todo esse bem que eu desejo. Mas o que que é a expiação? embora não seja a nossa o nosso tema, mas só para dar um um gostinho do que a gente vai ver lá paraa frente. A expiação é um tipo de prova que o espírito vai ter que passar, mas que não era necessário. É um tipo de prova a expiação que o espírito tem que passar, mas não precisaria. Por que ele não precisaria? Porque é um tipo de provação que só existe quando eu pratico o mal. E nenhum espírito é criado para praticar o mal. Então, quando eu pratico o mal, eu não estou fazendo a vontade de Deus, porque ele não me criou para fazer o mal. E ao praticar o mal, eu crio a chamada expiação, que é uma prova que surge, porque eu tenho que reparar esse mal. Então, além das provas naturais que eu tenho que passar, se eu pratico mal, eu crio mais provas, por isso que eu demoro mais para chegar na primeira ordem. Percebe? Então, esses são os conceitos que a gente tem que guardar. Por isso que eu digo, a gente tá numa fase que ou o pessoal anota ou revê o vídeo quantas vezes precisar para entender os conceitos. Porque a partir de agora, todas as vezes que eu for ir falando esses termos, o ouvinte tem que ter esse entendimento que a gente tá dando para não ter contradição e a gente entender o pensamento espírito. Dito isso, eu passo pro Lauro para ver se tem eh comentários e questões e a gente vai seguindo. Não, a a Alessandra, a Algarve, né, ela
ra não ter contradição e a gente entender o pensamento espírito. Dito isso, eu passo pro Lauro para ver se tem eh comentários e questões e a gente vai seguindo. Não, a a Alessandra, a Algarve, né, ela disse que você já explicou que ela ia te perguntar a diferença entre provas e expiações. Michel, bom, eh, quero aqui agradecer, tá, a presença de todos que já estão chegando aqui, já vão vão fazendo os seus comentários aí, as suas perguntas caso surjam. Pessoal, fique à vontade para participar, tá, Michel? Vamos lá. Eu eu sei que depois você vai abordar isso quando a gente adentrar esse cara espírita propamente falando. Mas não vou na resposta aqui. Bom, aqui na segunda parte da resposta, quando vai dizer assim assim: uns possuem a ciência, outros a sabedoria e a bondade, eu lembro que no estudo passado você falou assim: "Olha, né, qualquer um que lê sobre os espíritos bom vai dizer assim: "Bom, já que eles têm apenas o desejo do bem, logo então são espíritos puros, né? Só que tem algo que diferencia e você acabou de citar agora a pouco que é pleno conhecimento, plena ciência de tudo, não é isso? Aí, Michel, a minha pergunta para você é a seguinte. Segundo que tá aqui, ó, aqui eu poderia eu poderia dizer assim, não. Então, se todos tivessem ciência, sabedoria e bondade, seriam espíritos puros. Poderia, poderia concluir dessa forma, Michel? E a gente vai ver que não. Quando eu reuni ciência, sabedoria e bondade, eu sou o que Kardec vai chamar de espírito superior, que é a classe mais alta dos bons da segunda ordem. Eu tô a um passo de me tornar puro. Então, o que reúne tudo isso? A, porque assim, ó, vamos lá, vou eh eh a gente adianta porque depois nós vamos ver isso de novo, né? Com bastante detalhe. Mas assim, dentro da segunda ordem, eu tenho quatro tipos de espíritos, que são as quatro classes. Eu tenho os que possuem ciência, assim, ó, antes retomando, todos têm o desejo do bem, por isso que são da segunda ordem. Apenas o desejo do bem. Lembra o a importância do apenas? Todos eles para
ses. Eu tenho os que possuem ciência, assim, ó, antes retomando, todos têm o desejo do bem, por isso que são da segunda ordem. Apenas o desejo do bem. Lembra o a importância do apenas? Todos eles para tá dentro da segunda ordem tem que ter o desejo, apenas o desejo do bem. Ponto. Mas entre eles eu tenho quatro tipos. Eu tenho aquele que tem o desejo apenas do bem, mas ele tem junto com isso somado a ciência. Ele é um ele é de uma classe, um tipo de espírito da segunda ordem. Eu tenho aquele que tem apenas o desejo do bem e tem a sabedoria. Eu tenho aquele outro agora, o terceiro tipo, que ele tem apenas o desejo do bem, mas mais a bondade. Que as pessoas vão poder dizer, mas parece redundante, tem apenas o desejo do bem e tem a bondade. Nós vamos ver que é diferente, porque aqui é a bondade de ação, que é diferente da bondade e desejo. Então ele tem a bondade e desejo e tem mais a bondade e ação. É um tipo de espírito dentro da segunda ordem. E eu tenho uma um quarto tipo que é ele tem o desejo do bem e tem as três coisas das outras três classes juntas, mas mesmo esse Kardec não coloca ainda como puro. Nós vamos entender por quando nós estudar a diferença desse espírito superior pro puro, que é mínima, evidentemente, porque ele tá um passo de se tornar puro, mas ele ainda não é puro e a gente vai entender porquê. Mas ele tá no final da evolução, ele tá quase se tornando puro, tá? Aí nós vamos ver com detalhe. Claro que a pessoa tá vendo a gente, mas o que que é propriamente bondade, sabedoria e ciência? Nós vamos ver isso lá nas questões. Já vou adiantar para vocês aqui, ó. Questão 108, 109, 110, 111. Viu como a gente tá pertinho? Nós vamos ver isso. Mas só para responder a pergunta do Lauro, eu já adianto que mesmo somando essas três qualidades que ele coloca na 98, eu ainda não sou puro. Eu vou ser o chamado espírito superior, que é uma classe, a classe mais alta dentro da segunda ordem são os puros. é aquele que tá indo paraa primeira, tá? E a gente vai entender. E só para
sou puro. Eu vou ser o chamado espírito superior, que é uma classe, a classe mais alta dentro da segunda ordem são os puros. é aquele que tá indo paraa primeira, tá? E a gente vai entender. E só para contar uma uma curiosidade para quem tá nos assistindo, para deixar o as pessoas mais eh com vontade de estudar mais. Allan Kardec era esse espírito superior. Ele na classe dos espíritos, Kardec tava nessa classe dos espíritos superiores. Ele tava na classe mais alta da segunda ordem. Há um passo de se tornar espírito puro. Vejam lá o tamanho da evolução desse espírito que reencarnou na Terra e construiu o espiritismo. Tanto que o espírito da da dessa classe dos espíritos superiores, ele vai ter como anjo guardião o espírito puro. Por isso que Jesus, que é um espírito puro, era anjo, guardião, guia espiritual de Kardec. Enquanto nós que somos espíritos imperfeitos da terceira ordem, nós vamos ter como anjo, guardião ou guia espiritual, espíritos da segunda ordem. Então, vejam como tudo se encaixa na natureza, né, Lauro, passo para ti. >> Não, perfeito. É, é porque essa pergunta que eu te fiz e é até para levar pro lado de quando o CADEC vai falar: "Olha, uns têm ciência, outros t sabedoria, outros t bondade". Eh, é porque geralmente, né, até a gente conversou esses dias para trás aqui num dos nossos estudos, quando a pessoa usa o termo espírito de luz ou ela ignora que há uma necessidade de saber, olha, esse espírito ele tem o quê? Segundo o que a gente tá vendo na comunicação, ele tem mais conhecimento, mais ciência, não, ele é tem mais sabedoria, mais bondade, né? Eu acredito que que eh é importante entender essas diferenças. Ou quando você disse, quando é um espírito superior da escala espírita lá na segunda ordem, que é ele reúne todos esses elementos aqui, sabedoria, ciência e bondade, né? Mas que ainda não é escrito público, que depois você vai tocar nesse ponto aí. É só pra gente entender que há necessidade de analisar uma mensagem mesmo quando o espírito diser tal ou tal que aqui foi,
as que ainda não é escrito público, que depois você vai tocar nesse ponto aí. É só pra gente entender que há necessidade de analisar uma mensagem mesmo quando o espírito diser tal ou tal que aqui foi, né, uma pessoa venerada, uma pessoa que demonstrou uma certa qualidade. Ainda assim é preciso fazer essa avaliação. Michele, >> é, tem dois pontos importantes no que tu falou. A primeira, eh, Kardec não usa o termo espíritos de luz porque ela é uma ela é um termo que não diz muita coisa. Então, a pessoa que a o movimento espírita quando ouvi falar, ah, é um espírito de luz, tá? Mas dentro da escala espírita definida no livro dos espíritos, esse espírito de luz que você tá me dizendo se encaixaem aonde? Então, a pessoa tem que refinar mais, ela tem que detalhar mais o que ela tá querendo dizer. Por isso que todas as definições genéricas de mais elas são ruins, porque eu não consigo, se você me disser: "Ah, é um espírito de luz". Por quê? Por que que você considera um espírito de luz? Que que você tá querendo dizer para um espírito de luz? Vejam que as classificações de Kardec são melhores, porque ele vai definir cada classe e vai dar as características. E agora, uma coisa mais importante ainda que o movimento espírita eh peca, o espírito superior, o espírito de segunda ordem em geral, todos eles, inclusive o espírito puro da primeira, quando eles se comunicarem, eles nunca vão dizer: "Eu sou espírito de segunda ordem". Então o espírito que se apresenta dizendo isso é um de terceiro ser passando por um de segundo. O espírito superior ele nunca chega dizendo isso. Você que vai reconhecer as qualidades, a sabedoria e o e e o que esse espírito fala para você analisando o conteúdo. Não faz nenhum sentido. A mesma coisa. O o próprio Jesus Kardec chega na con nessas conclusões analisando o que o Espírito diz. Não é porque o o Jesus chegou e dizer assim: "Ó, eu sou Jesus, eu sou teu anjo guardião, sou espírito puro e agora tudo que eu disser você vai aceitar". Veja que o espírito que fizer
e o Espírito diz. Não é porque o o Jesus chegou e dizer assim: "Ó, eu sou Jesus, eu sou teu anjo guardião, sou espírito puro e agora tudo que eu disser você vai aceitar". Veja que o espírito que fizer isso é um falso espírito superior, tá? Então, lembre sempre o a gente vai ver na a gente vai aprender a reconhecer uma mensagem de um espírito superior. É para isso que serve a escala espírita. A gente vai aprender a reconhecer em que ordem evolutiva está o espírito que está se comunicando. É para isso que serve a escala e a gente tem que usar. Mas muito cuidado. A maneira de reconhecer não é pelo que o espírito vai dizer, não é pela, não é pelo que não é o espírito dizendo. Eu, olha, ele imagina, ele dita a mensagem, no final ele diz assim: "Estou na segunda ordem". Se fizer isso, não é da segunda ordem, porque os espíritos superior superiores, e aqui aqui é importante ressaltar, ã, eu posso usar o termo espíritos superiores para me referir aos espíritos da segunda ordem, todos eles, e o espírito de primeira. E quando eu for falar da classe que se chama espíritos superiores, que é um tipo dentro da segunda ordem, é outra coisa. Então se acostume com esses dois usos. Quando eu falar espíritos superiores de uma maneira genérica, eu estou falando de todos os espíritos da segunda ordem mais o da primeira. Agora, dentro da segunda ordem, eu tenho um tipo de classe que se chama espírito superior. Aí é um tipo específico de espírito. Alguém pode tá se perguntando, mas por que esses dois usos? Porque Kardec fez isso? Quando você for ler a obra de Kardec, tem momentos que ele tá falando de espírito superior, se referindo a todos da segunda e da primeira, e os da terceira são os inferiores. E em alguns momentos ele tá falando do especificamente do espírito da da classe dos espíritos da segunda ordem. Então você só tem que diferenciar vendo o contexto. Mas lembrando, nenhum espírito da segunda e da primeira ordem se identifica dizendo a sua ordem: "Olha, Lauro, aqui é o seu anjo guardião
nda ordem. Então você só tem que diferenciar vendo o contexto. Mas lembrando, nenhum espírito da segunda e da primeira ordem se identifica dizendo a sua ordem: "Olha, Lauro, aqui é o seu anjo guardião falando: "Sou da segunda ordem, escute os meus ensinamentos". Não é assim. Se fizer isso, já sabe. É o espírito de terceira se passando por de segunda. Porque a gente vai descobrir que o espírito da terceira ordem pode se passar pelo da segunda. Ele pode chegar e dizer assim: "Eu sou guia, você tem que me ouvir, eu tenho uma mensagem para passar". Toda vez que faz isso, ou seja, quer dar carteiraço, é espírito de terceira ordem, se passando por espírito da segunda. Então você já vai saber a até isso já vai acusar a ordem do espírito quando ele se comunicar, porque os da segunda não vão fazer isso. Pela grandiosidade do conteúdo que eles vão ditar, é que você vai reconhecer que eles são da segunda ordem. Não, porque ele disse o caso mais famoso do espírito que se passou por da segunda ordem e não era é o Emanuel, que todo uma cambada de milhões de espíritas pensam que é um espírito evoluído. Ele se apresentou a um médium dizendo: "Sou seu guia e a partir de agora você tem que ter disciplina e me obedecer". O médium, que era o Chico, como era alguém que não estudou Kardec e que tinha gravíssimos problemas de submissão e passividade, ele aceitou. Por que que ele aceitou? Porque ele caiu na mistificação de um espírito de terceira ordem que se passa por espírito de segunda. Porque e como ele não tinha conhecimento em Kardec, ele não sabia que o espírito de terceira ordem, alguns eles podem mentir que são de segunda e se passar por guias. E aí eles fazem o quê para enganar? Eles falam coisas bonitas. Então o espírita, como o Emanuel falava em Jesus, falava no amor, falava na caridade, o Chico que desconhecia a ciência espírita achou: "Olha, realmente é um anjo guardião, tá falando de Jesus, né? Então eu vou obedecer tudo que ele fala, porque ele é de Jesus". Olha o a armadilha que o Chico caiu e passou a
a ciência espírita achou: "Olha, realmente é um anjo guardião, tá falando de Jesus, né? Então eu vou obedecer tudo que ele fala, porque ele é de Jesus". Olha o a armadilha que o Chico caiu e passou a vida inteira obsediado pelo Emmanuel e enganado pelo Emmanuel e escravo do Emânuel, achando que ele era um verdadeiro espírito superior. Não cumpriu com a missão dele de ajudar o espiritismo, com a missão, com a com a mediunidade dele e ajudou a trazer centenas de obras terríveis e ridículas, porque acreditou num espírito mentiroso. Esse é o maior exemplo que a gente tem história de um médium que foi enganado por um falso espírito que é o Eman. Por isso a importância da escala espírita. Se o Chico conhecesse a escala espírita e nós vamos estudar, ele saberia que o Emmanuel não poderia ser um espírito superior e não ouviria e nem se submeteria a sua vida, que foi um inferno por culpa do Emanuel, que submeteu ele a coisas terríveis. se ele conhecesse a escala espírita. Então a gente, olha a importância da escala espírita pra gente não cair nesses enganos, né? Isso é muito importante, importante ter tocado nesse assunto que eu lembrei de falar isso, né, Lauro. >> Ótimo. Não, Alessandro faz essa pergunta aqui. Quando você falar da da de Jesus ser o o espírito, né, o o espírito protetor de Kardec. Então, o nosso anjo protetor, eh, guardião, é um espírito da segunda ordem, eh, pertencente à segunda classe. Aí, aí ela conclui aqui colocando assim: "Ã ou os benévolos". Ô Michel, você tá mudo? Aqui tem um botãozinho que é só no toque embaixo aqui que eu aperto sem querer. O anjo guardião é sempre da segunda ordem. Aí pode ser qualquer classe da segunda ordem. Não tem, não tem uma classe da segunda ordem que não possa ser anjo guardião. Todos da segunda ordem podem ser anjo guardião dos da terceira. E os da segunda tem como anjo guardião o da primeira. É sempre uma ordem elevada, mas não tem as classes. Ah, o espírito de tal classe da segunda ordem não pode ser anjo guardando. Não, todos podem.
. E os da segunda tem como anjo guardião o da primeira. É sempre uma ordem elevada, mas não tem as classes. Ah, o espírito de tal classe da segunda ordem não pode ser anjo guardando. Não, todos podem. Todos os espíritos de segunda ordem, independente da classe, podem nos guiar, dão conta da gente. Então, não vamos se preocupar achando assim, será que meu anjo guardião é menos capacitado que o anjo guardião do Lauro? Eu fico pensando bem, eu quando vê o do Não, todos dão conta do da terceira ordem. Eles têm diferenças de hierarquia entre eles, mas todas as hierarquias deles dão conta total. do espírito de terceira ordem. Então, fiquemos tranquilos que todos nós temos um anjo guardião da mesma qualidade para o que a gente precisa. Entre eles tem hierarquia. Por exemplo, vocês vão ver nas obras de Kardecre. Há várias mensagens na revista espírita que os espíritos que a gente sabe que são da segunda ordem, eles vão se referir a Kardecre, mesmo eles estando desencarnados e Kardec Kardec era o mais evoluído. Aliás, para o Espiritismo, o espírito mais evoluído depois do Cristo, que passou pela terra é Kardec. Embora hoje a gente seja apaixonado por espíritos de terceira ordem, né? Hoje, no movimento espírita as pessoas rendem homenagem, seguem, idolatram e levam paraa sua vida espíritos da terceira ordem. o que a gente vai aprender, que é a o maior engano que a gente pode cometer enquanto espiritismo, que o espírito da terceira ordem é que nem eu não posso pegar como professor alguém que é que nem que nem eu. Eu alguém que é que nem eu pode ser meu colega de evolução, mas não posso ser meu professor. A gente tem que escolher como professor os da segunda ordem. Então não adianta eu eu ficar tirando para professor o Emanuel, André Luiz, Joana de Anes Manuel Filomeno de Miranda. E aí vai me lembrando tantos outros que o movimento espírita e idolatra, ama, chora, bota bota nome de casa espírita e aí os de segundo a gente abandona. Então, não perca tempo com espírito de terceira ordem por uma razão muito
s outros que o movimento espírita e idolatra, ama, chora, bota bota nome de casa espírita e aí os de segundo a gente abandona. Então, não perca tempo com espírito de terceira ordem por uma razão muito simples. Você já é um. Então, não adianta eh eh que nem não adianta eu pegar alguém de terceira ordem e achar que é meu professor, ele pode ser meu colega, que a gente pode se ajudar. O que que acontece? A gente pode enquanto de terceira ordem se ajudar, mas se ajudar como um colega ajuda outro, mas não pegar um colega de terceira ordem e passar a tratar ele como professor. Aí você tá sendo burro, que é o que o movimento espírita fez. A gente passou o século XX inteiro idolatrando um A gente chegou ao ponto no século XX que um espírito mandava no movimento espírita que era o emân. Ele ditou absolutamente tudo que a gente devia fazer, pensar, estudar, ler e praticar, porque todos os outros só se só copiavam que ele falava. Olha o ponto que a gente chegou no século XX, que um espírito e ainda de terceira ordem dominou o movimento espírita. Hoje essas pessoas que estão aí nas casas espíritas, nem elas sabem porque elas são ignorantes, porque elas não estudam, estimuladas pelo próprio Emanuel. Nem elas sabe que é o próprio Emanuel que que o que elas estão seguindo e chamando espiritismo éismo. André Luizismo, não é espiritismo. E aí que que vai acontecer? Elas deixam de ouvir o anjo guardião, que é o verdadeiro espírito elevado, e fica e elas estão querendo aprender com um espírito de terceira ordem. Só que como ele não, ele é de terceira ordem, ou seja, ele é limitado, elas não vão conseguir, mesmo seguindo eles, não vão conseguir evoluir. Por quê? Porque ele não é evoluído. Que que vai acontecer? Essas pessoas vão desencarnar, vão chegar no mundo espiritual dizendo assim: "Agora eu vou conhecer o meu mestre Emanuel, que deve ser um espírita assim, que ele ele deve fazer piquenique com Jesus, né? E elas vão descobrir, olha a decepção do tempo perdido." Elas vão descobrir
Agora eu vou conhecer o meu mestre Emanuel, que deve ser um espírita assim, que ele ele deve fazer piquenique com Jesus, né? E elas vão descobrir, olha a decepção do tempo perdido." Elas vão descobrir que ele não tá na turma. Elas vão chegar procurando ele nas na no alto escalão e vão ver que ele não tá lá. Há relatos. Se vocês lerem a revistaespírita.net, net, que é uma revista espírita moderna com relatos de evocações atuais feitas pelo um grupo IPAC do Paraná. Vocês podem ler de graça, vão na no site revistaespírita.net. Há relatos ali de espíritos, de pessoas que morreram e no mundo espiritual descobriram que aqueles espíritos que elas seguiam em vida, elas chegaram achando assim: "Deve est de braço dado com Jesus e Kardec, né? E elas descobrem que eles não eram espíritos superiores. E a e a gente vê a decepção em alguns pode gerar até a revolta, né? Então, cuidado. Você que fica seguindo palestrante, médium ou qualquer espírito, você vai quebrar a cara. Não siga espírito de terceira ordem. Você pode no máximo ser amigo, irmão, colega. Agora tirar para professor, para mestre, você vai quebrar a cara. Então, portanto, para concluir, passar pro Lauro, se você seguir o Kardec Tube e se iludir trocando Kardec pelo Kardec Tube, você tá cometendo um erro. Qual é o papel do Kardec Tube e do Michel Macedo? A, eu estudo Kardec e compartilho com vocês. Ponto. Ponto. Sou espírito de terceira ordem. Não sou evoluído. Não sou guia de ninguém. Não sou guru de ninguém. Vá seguir Kardec e os espíritos que estão com Kardec. Ah, mas eu não tenho tempo de estudar Kardec e acompanhar o Kardec Tube. Não acompanhe o Kardec Tube. Se você só tem tempo para fazer uma coisa, leia e estude Kardec na fonte, porque senão tá errando. A gente transformou os divulgadores espíritas, que são, na grande imensa maioria, péssimos divulgadores. A gente transformou eles em professores e lideranças e gurus. Vai se decepcionar no mundo espiritual. Vai chegar lá e e eu sempre brinco, né? Quem chegar lá, eu sou da terceira
péssimos divulgadores. A gente transformou eles em professores e lideranças e gurus. Vai se decepcionar no mundo espiritual. Vai chegar lá e e eu sempre brinco, né? Quem chegar lá, eu sou da terceira ordem. Não crie expectativa, porque o mestre é Kardec, é ele que você tem que buscar e os espíritos que o seguem. Isso é muito importante, porque no século XX a gente só fez burrada enquanto isso e tá sofrendo as consequência, porque boa parte do que tá acontecendo no país e no mundo é culpa dos espíritas. Porque se a humanidade tivesse conhecido os verdadeiros espíritos superiores, a obra que eles deixaram, a humanidade estaria melhor. Então, o movimento espírita também é culpado pelo que a Terra vem passando, porque a gente escondeu Kardec para seguir espírito de terceira ordem, tipo Emmanuel. Então, lembrem-se disso, porque não é em todo lugar que vocês vão ouvir isso, porque as pessoas, os espíritas não têm coragem de falar isso. Lauro, >> sim, sim. E e como a gente sempre diz, quem ler Kardec, quem estudar Kardec, refletir, vai se sentir seduzida pelos seus escritos, vai ver o quanto é atraente, né, estudar, o quanto você compreende e até para a aplicação na sua vida, na sua rotina, se torna muito mais intenso, mais racional com o conhecimento. Então, estudar Kardec, estudar esses espíritos superiores que editaram essas obras, né, juntamente com Kardec, é toda faz toda a diferença. Bom, Michel, aqui, deixa eu ver como é que está aqui de comentário. Tá tranquilo. Vamos para a questão 99. Passo para você. Eu só, eu acho que só tem uma mais uma pergunta lá pra gente não deixar passar. Acho que é da Henriet. Se apareceu para ti aí. Eh, Kardec diz em evoluir moralmente e intelectualmente. Como evoluir intelectualmente? É só essa, né? Então ela fez em duas partes. Aí ela pôs aqui, né? Moralmente eu já imagino o que é, mas intelectual e aperfeiçoar a inteligência. >> É assim, duas coisas. Deixa eu começar por uma parte. Kardec vai fazer uma divisão e essa, óbvio que Kardec não é o único escritor que fez
ino o que é, mas intelectual e aperfeiçoar a inteligência. >> É assim, duas coisas. Deixa eu começar por uma parte. Kardec vai fazer uma divisão e essa, óbvio que Kardec não é o único escritor que fez isso, né? sobre eh eu uma divisão didática do da evolução e os espíritos fazem isso na obra da evolução moral e evolução intelectual, tá? O o que que isso quer dizer? O intelecto tá ligado à razão, ao conhecimento, ao saber, ao conhecer, né? E a moral aqui é no sentido eh no sentido ético da palavra do bem e do mal, das virtudes, né, contrapondo os vícios morais, tá? Então eu posso ter muito conhecimento, mas junto com esse conhecimento eu posso usar esse conhecimento, aplicar esse conhecimento pro mal. Então veja que não necessariamente eu saber muito garante a minha evolução moral, porque a gente sabe que tem pessoas que têm muito conhecimento e usam esse conhecimento justamente para enganar, para mentir, para fazer o mal. Então aqui é um exemplo de como eu separo a evolução moral da evolução intelectual. E eu tenho às vezes pessoas que têm pouco conhecimento, o entendimento das coisas, mas são pessoas honestas, bondosas, honrosas. Então, primeiro pra gente entender a diferença entre conhecimento intelectual e evolução moral. Então, fica claro para esses exemplos que eu dei como issos a gente encontra isso diariamente, tá? Agora, o que que os espíritos vão dizer? O progresso intelectual ocorre sempre. Você não consegue deixar de aprender, você não consegue escolher. Não vou evoluir intelectualmente, porque sempre você tá aprendendo. Todos os dias, todos os dias você tá pensando e ao pensar você tá aprendendo. Mesmo que seja por repetição, você tá aprendendo. Então, o conhecimento intelectual ocorre sempre. O moral não. O moral ele pode estacionar. nunca baixar, nunca involuir, mas ele pode estacionar. Então, o intelectual ocorre sempre e o moral pode estacionar. Peguem esses conceitos. Outra coisa importante, ah, mas se o o intelectual ocorre sempre, sim, mas eu posso
luir, mas ele pode estacionar. Então, o intelectual ocorre sempre e o moral pode estacionar. Peguem esses conceitos. Outra coisa importante, ah, mas se o o intelectual ocorre sempre, sim, mas eu posso acelerar esse conhecimento intelectual. E aqui tá a chave para eu evoluir mais rápido. Eu sempre aprendo, mas se eu usar as as táticas certas, eu posso aprender mais e melhor de uma maneira mais rápida, porque senão a pessoa pensa assim: "Ah, eu vou, eu não vou estudar, então eu não vou eh ler, estudar, buscar os escrit os escritos, as obras de Kardec, os filósofos, os bons livros, porque o Michel disse que a gente evolui sempre intelectualmente. Então eu vou deixar que a coisa siga o seu ritmo. Só que muito cuidado. O fato da evolução intelectual ocorrer sempre não significa que ela não possa ter um aprendizado mais devagar, mais lento e um mais rápido e mais eficaz. Então, quando você estuda um bom autor, um bom livro, um bom escritor, você tá aprendendo, porque você sempre aprende, só que você tá aprendendo mais rápido e melhor. Por isso, a vantagem de você aprender com o estudo, porque aí você aprende mais rápido, de maneira mais completa e melhor. Porque a gente não para para pensar o que que é um livro. Um livro é alguém que colocou no papel o que ela sabe e aprendeu. E para você não precisar gastar tempo até descobrir o que ela descobriu, ela já contou para você no livro. Então você poupa trabalho. Eu ouço alguém que já aprendeu e assim eu aprendo mais rápido, porque eu não preciso gastar o mesmo tempo que ele gastou. Olha que genial que é o livro. É uma maneira de eu economizar tempo. É a mesma coisa. O o Lauro me diz assim: "Olha, eu tô aprendendo a mexer em alguma coisa no celular. E aí o Lauro vai lá e abre o aplicativo e mexe fuça e tenta e erra. Agora imagina que eu digo assim: "Lauro, eu já sei mexer nesse aplicativo. Pera aí que eu vou te ensinar como é que faço. Pronto, eu pouppei tempo. Agora o Lauro sabe como é que faz porque ele aprendeu comigo mais rápido
digo assim: "Lauro, eu já sei mexer nesse aplicativo. Pera aí que eu vou te ensinar como é que faço. Pronto, eu pouppei tempo. Agora o Lauro sabe como é que faz porque ele aprendeu comigo mais rápido para qualquer coisa. É assim, por que que a gente criou uma sociedade? Olha só que interessante, por que que a gente criou uma sociedade, a gente criou na sociedade escolas? Porque isso é uma demonstração de inteligência da sociedade. Imagina se todo mundo que nasce tivesse que descobrir tudo o que outras pessoas já descobriram, o tempo que gastaria. Não, eu mando pra escola porque lá na escola ele vai aprender o que outros já aprenderam. Então ele não precisa ter que passar por tudo que o outro passou, porque ele ele atalha o caminho, né? Então a gente pega os grandes cientistas, olha, muitos cientistas levaram uma vida inteira para descobrir alguma coisa. Imagina se todo mundo que nasce tivesse que passar por tudo isso para descobrir, não, agora o cara já descobriu, agora eu só leio o livro dele e a parte da descoberta já tá dada. Ele me conta como é que é, como é que faz, como é que descobre, como é que aplica. Isso é evolução intelectual. Por isso que a gente tem escolas, percebe? Eu aprendo com quem já aprendeu e eu pouppo tempo. É a mesma coisa que um mapa, né? Ou um GPS. Eu digo assim: "Olha, eu tenho que descobrir onde é que mora o Lauro." Imagina que eu tiver, olha só, é um exemplo bom da gente refletir. Eu tivesse que, eu queria ir na casa do Lauro, eu quero descobrir onde é que ele mora. Imagina se eu descesse na cidade dele e procurasse de porta em porta. Claro que uma hora eu ia chegar na casa do Lu, mas é só eu pedir o endereço para ele, eu vou direto. Nota? Esse é o exemplo do conhecimento transmitido. O que que a gente tenta fazer aqui? A gente lê o Kardec e lê há mais de 10 anos. Já tem quase 20 anos, tem 18 anos que eu estudo com seriedade a obra de Kardec. Que que eu tô fazendo aqui? Aquelas pessoas que estão começando agora ou começar depois, eu tô transmitindo já
10 anos. Já tem quase 20 anos, tem 18 anos que eu estudo com seriedade a obra de Kardec. Que que eu tô fazendo aqui? Aquelas pessoas que estão começando agora ou começar depois, eu tô transmitindo já para que quando elas forem ler muita coisa que eu demorei tempo para descobrir o que que tava querendo dizer, ela já vai saber. Essa é a ideia do progresso intelectual. Agora, o progresso moral é a mesma coisa. Se eu pegar como modelo e como guia espíritos que já evoluíram moralmente, eu também vou evoluir moralmente mais rápido, porque eles vão me dizer o que que eles fizeram. Por isso que você tem que pegar como professor o espírito da segunda ordem, porque ele já chegou na segunda ordem. Se eu pegar o da terceira não adianta, porque ele tá na mesma que eu. Eu digo assim: Lauro, que que eu tenho que fazer para ser espírito de segunda ordem? O Lauro diz assim: "Eu também não sei." Então não adianta, a gente tem que pedir para quem tá lá na segunda ordem. Aí ele, porque ele tá lá, ele sabe dizer o caminho. Então essa é a ideia do conhecimento intelectual e do conhecimento moral. Agora para finalizar, que ela perguntou como fazer, né? Até para progredir moralmente eu preciso de conhecimento. E aqui vem uma coisa que também é culpa do Emanuel, porque que qual é a tática do Emanuel? Se as pessoas estudassem, o Emânuel não existiria. Então, ele sabia que se o movimento espírita estudasse, ele corria o risco de perder o reinado dele. O que que ele vai fazer a vida inteira? Desviar as pessoas do estudo, desvalorizar o estudo. Por isso que hoje a gente chega na casa espírita, a gente tem um bando de gente ignorante dizendo assim: "Ai, que que adianta saber muito e não praticar os ensinamentos de Jesus? A pessoa caiu na isca do Emanuel. Só que para você praticar os ensinamentos de Jesus, você precisa estudar, porque se você não estudar, você vai demorar mais para aprender. Lembra todo o argumento que eu construí aqui? inclusive moralmente. Então, até para praticar a moral e
de Jesus, você precisa estudar, porque se você não estudar, você vai demorar mais para aprender. Lembra todo o argumento que eu construí aqui? inclusive moralmente. Então, até para praticar a moral e evoluir moralmente, a gente precisa de conhecimento. Se eu pegar um bom conhecimento, eu evolu que o espiritismo é um bom conhecimento? Porque quem construiu a teoria moral espírita é espírito de segunda ordem. Por isso que é o melhor conhecimento, porque quem construiu foi quem já tá lá. Aí eu pego a obra de quem já tá lá. Porque se você perguntar para um espírito de terceira ordem como evoluir moralmente e fazer a mesma pergunta pro espírito que já tá na segunda ordem, é óbvio que o da segunda ordem vai dizer algo muito mais eficaz, porque ele já tá lá. O da terceira ordem ele pode ficar especulando, chutando, adivinhando, imaginando, mas o da segunda já tá lá. Por isso que na questão 919, as pessoas não param para pensar. Na questão 919 do livro dos espíritos, é a última questão que trata no livro dos espíritos das leis morais. É o capítão que encerra as leis morais. Sabe como é que Santo Agostinho inicia a última resposta depois de passar muitos capítulos tratando das leis morais, que é o do progresso moral? Ele diz assim: "Fazei o que eu fazia quando estava na Terra". Olha só, sabe por que que Kardec escolheu essa resposta? Porque ele tá se baseando em alguém que fez e, portanto, já viveu e já conquistou. Por isso que Santo Agostino diz: "Fazei o que eu fazia". Porque ele fez, por isso que ele é o melhor guia para dar a melhor resposta sobre o progresso moral, porque ele pegou alguém que fez, então ele já conhece o caminho. Se eu pegar um de terceira ordem, ele não vai poder dizer fazer o que eu fazia, porque ele não faz, ele é de terceira ordem. Ele vai ficar dizendo: "Ah, não sei. Para te para te evoluir, tem que fazer, tem que frequentar o centro espírita". Olha, ele tá dizendo uma coisa que ele acha. Aí a gente vai pro espírito superior. O superior diz assim: "Não é o lugar".
Para te para te evoluir, tem que fazer, tem que frequentar o centro espírita". Olha, ele tá dizendo uma coisa que ele acha. Aí a gente vai pro espírito superior. O superior diz assim: "Não é o lugar". Percebe? Então essa é a importância da gente ter um bom conhecimento até para evoluir moralmente. Se você acha que você vai evoluir moralmente, distribuindo cesta básica, indo no centro, tomar passe, distribuir copinho d'água, que foi o que o movimento espírita ensinou, porque as religiões ensinaram isso. O espiritismo copiou a igreja católica. Como é que era a noção antes de salvação? Vá na igreja. a gente passou os séculos, vai na igreja, daí as pessoas iam na igreja e fora da igreja eram monstruosas, imorais, corruptas, maldosas. Aí a gente vai ver, é porque não adianta frequentar um lugar para se tornar espírito de segunda ordem. Não adianta eu fazer uma vez por semana eu fingir que eu sou evoluído, sou bom, sou caridoso. Por isso que o espiritismo de Kardec não tem esse papo. Vá num lugar para ser espírita. Por quê? Porque a história já mostrou que isso não é verdade. Não adianta eu frequentar um lugar. Que que fez o movimento espírita do Emanuel? reproduziu a ideia católica. Vá no centro espírito, leia o evangelho, que agora não é mais a Bíblia, né? Leia o Evangelho. A gente repetiu o que não dá certo. Por quê? Porque a gente tá seguindo conceito de espírito de terceira ordem, enquanto os de segunda vão dizer: "Não adianta ler um livro simplesmente ir num lugar, não adianta falar de Jesus simplesmente isso não te torna espírito de segunda ordem". Ah, então o que que precisa? Vai ler na obra de Kardec o que precisa. Vai ler a questão 919 que eu tô falando. Uma longa resposta do Santo Agostinho. Vê se na resposta do Santo Agostinho ele diz que tem que ir no centro espírita. Você vai ver que a resposta é bem diferente. Se ele diz que tem que fazer evangelho no lar, que o povo faça, você não vai ver. Que coisa engraçada. Santo Agostinho não diz isso. É porque ele é
pírita. Você vai ver que a resposta é bem diferente. Se ele diz que tem que fazer evangelho no lar, que o povo faça, você não vai ver. Que coisa engraçada. Santo Agostinho não diz isso. É porque ele é já espírito de segunda hora. sabe o que que funciona e o que não funciona. A gente é que foi enganado e tá perdendo tempo. Então é muito importante essa pergunta e nós vamos estudar com mais detalhe, tá? Para qu a Anriete que fez a pergunta sobre a questão da evolução intelectual e a questão da evolução moral. Lauro, >> isso ela ela faz isso aqui, ó. Então esse esse conhecimento que você comentou agora não precisa ser de tudo, não. Aí ela vai ela vai colocar aqui, ó. de precisar saber tudo, de química, de física, química, medicina, né, etc. Aí ela ela conclui dizendo assim: "Digo precisar saber". Ah, não, já coloquei isso aqui, né? Aqui. Eh, entende minha dúvida? Ou seja, acho que ela quer saber assim: "Ah, então eu não preciso adquirir todo o conhecimento em todas as áreas, né? Eh, eh, eu acredito que você já deve ter respondido, mas você quer dar mais uma acrescentada, uma incrementada aí na resposta, Michel? Quero e muito, porque essa pergunta, olha só, essa pergunta que Henried fez, Kardec fez pros espíritos. Olha que interessante, porque se eu tenho que evoluir moralmente e a vida na Terra é passageira, para que que eu tenho que ficar conhecendo certas ciências, certos certas teorias? E aí a gente é é curioso, Kardec fez essa pergunta que a Riet fez. Eu tô eu vou pegar a questão e vou deixar para vocês lerem para vocês verem que eu não tô inventando. Kardec vai perguntar isso na terceira parte do livro dos espíritos. Vai demorar para nós chegar lá no item 898. Anota aí, enrietão ouvindo. Item 898 do livro dos espíritos. Kardec vai perguntar isso pros espíritos. Não vou falar o que que ele diz que é para você sering ler. Questão 898. Mas eu vou dizer uma uma frase que nós vamos ver daqui a pouco no livro dos espíritos. O espírito para ser puro tem que saber tudo.
vou falar o que que ele diz que é para você sering ler. Questão 898. Mas eu vou dizer uma uma frase que nós vamos ver daqui a pouco no livro dos espíritos. O espírito para ser puro tem que saber tudo. Tudo. Então, todo conhecimento é importante. Claro que a gente vai organizar a nossa vida de acordo com as nossas possibilidades, o nosso tempo, de acordo com aquilo que a gente já tem, aquilo que é a nossa vocação. Mas alguma coisa na nesse período curto que a gente fica em uma encarnação, a gente tem que se dedicar para aprender bem e aprofundar. E junto com o conhecimento eh das demais coisas que a gente vai escolher, isso é de cada um, a gente vai também reservar um tempo importante paraa evolução moral. Essa todos têm que fazer. E do conhecimento apenas intelectual, aí você vai escolher algum para se dedicar. Claro que em uma vida não vai dar tempo de aprender tudo. Por isso que você, por isso que o espírito de segunda ordem ainda tem que sofrer provas, porque agora a parte moral ele já resolveu, mas agora ele tem que aprender tudo. Percebe? Então leiam o item 898, livro dos espíritos, que ele os espíritos vão mostrar a utilidade e a importância da gente também estudar as demais ciências e ir aprendendo tudo, tá certo? >> Muito bom, Michel. E aí você me faz lembrar o livro, o o a obra, o livro O Céu e Inferno, na sua segunda parte, que vai tratar dos exemplos uma comunicação de espíritos em condições mediana até o sobrenome dela é Charu, é a Helene, Helene, me perdoem a forma como vou falar, Helene Michel, que ela ela ela teve uma vida toda fútil, uma vida, né, que não não ela não aproveitou bem a encarnação. rica. Depois a segunda comunicação, que eu não me lembro o nome aqui, a comunicação seguinte é essa da Helena Michel, que ele vai dizer que ele aqui teve uma vida também eh eh que ele não utilizou bem a encarnação dele e que ele precisava reencarnar para reparar, espiar, né? Então, reencarnar para reparar o tempo perdido. Então, vejam que eh para muitos vão dizer assim: "Não, eu vou deixar o
ou bem a encarnação dele e que ele precisava reencarnar para reparar, espiar, né? Então, reencarnar para reparar o tempo perdido. Então, vejam que eh para muitos vão dizer assim: "Não, eu vou deixar o conhecimento de conhecimento para outra encarnação. Eu tenho eternidade, cuidado, como diz o Michel, cuidado com isso, né? Ficar perdendo tempo ali de frente à TV, né? Só isso, só oba obprezando o conhecimento. Conhecimento ele é útil também. Claro, a aplicação é muito importante, o lado moral, mas o conhecimento é muito importante. Diga-se de passagem, Michel. Bom, eu já vou passar para você, vou despedindo aqui da galera. Pessoal, amanhã às 20 horas nós temos o nosso estudo da revista espírita, tá? 1858 nós estamos. E na quarta-feira, às 20:30, no canal Carecube, nós temos o estudo da obra O que é o Espiritismo. Então, já fica o convite aí pra gente se encontrar amanhã e na quarta-feira. Michel, obrigado, foi muito bom. Não avançamos na questão, ficamos na 98, mas foi importante o que foi tratado aqui, tá? Abraço a todos. Michel, passo para você, fique em paz. >> É isso aí. É muito importante isso que o Lauro falou. Se eu deixo de aprender por preguiça ou omissão, aí isso constitui uma imoralidade. Muito cuidado. Então o a gente tem o dever de também cuidar do lado intelectual. Se você escolhe por preguiça, por alguma alguma razão de não querer aprender, sendo que você pode, então cuidado com o que as condições que eu tô colocando, você pode aprender, deve aprender e deixa de aprender, você vai responder perante as leis de Deus. Isso é uma imoralidade. Você está pecando na lei do progresso. Você poderia e deveria progredir mais e por preguiça você não tá fazendo. Então isso também a gente responde. O eu abri aqui, Laura, tem a Helene Michel e o Marquês de São Paulo. Deve ser esse que tu tá falando que é assim. >> Esse mesmo, justamente, >> né? E então eu também eu gostaria de agradecer ao Lauro, agradecer aos que participaram, os que estavam aqui com boas questões, importantes questões. A
lando que é assim. >> Esse mesmo, justamente, >> né? E então eu também eu gostaria de agradecer ao Lauro, agradecer aos que participaram, os que estavam aqui com boas questões, importantes questões. A gente deu mais um pequeno passo no item 98. Na próxima segunda a gente já inicia 99 para finalizar essa introdução da escala espírita e aí a partir da 100, item 100 a gente entra na escala espírita propriamente dito, né? Muito importante que todos tragam as questões pra gente ir lucidando. Então eu quero agradecer ao Lauro, quero agradecer a todos, desejar todos uma boa semana. Amanhã o Lauro tem um estudo dele. Quarta nós estamos juntos de novo com o José para estudar o que é o espiritismo. E que todos tenham uma boa semana. Boa noite, pessoal. Sejam bem-vindos para o nosso estudo de O Livro dos Espíritos. Estamos na parte segunda do mundo espírita ou mundo dos espíritos. no capítulo um, dos espíritos, tratando aí do último item, vamos tratar hoje do último item, diferentes ordens dos espíritos. Eh, quero agradecer mais uma vez a a sua presença e pedir a você aí que nos apoie se inscrevendo em nossos canais do CADEC Clube, do canal da CADEC. Curta, comente e compartilhe os nossos vídeos. Tenho aqui ao meu lado já como, né? Eh, já virou um hábito. Michel Marceiro do canal CFTube. Eh, Michel, boa noite. Obrigado aí pela sua presença, meu amigo. >> Boa noite, Lauro. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo do Livro dos Espíritos. Hoje vamos ver a questão 99. Estamos tratando aí da escala espírita. importante assunto da teoria espírita, importantíssimo assunto do do movimento espírita, pouquíssimo falado, tamanha a importância que tem, onde Kardec aí vai fazer uma escala dos tipos de espíritos, né, para que a gente possa se avaliar e se descobrir em que hierarquia evolutiva nós estamos paraa gente que a gente possa entender as diferenças entre os espíritos. para que a gente possa entender como os espíritos evoluem e pra gente entender também ao se comunicar com os espíritos, como avaliar
gente que a gente possa entender as diferenças entre os espíritos. para que a gente possa entender como os espíritos evoluem e pra gente entender também ao se comunicar com os espíritos, como avaliar os espíritos. Então, é um muito muito importante esse assunto e, como eu disse, infelizmente é pouquíssimo tratado pelas casas espíritas, pelos estudiosos espíritas. a gente tá aí abordando. Eh, é muito importante que que as pessoas que estão nos acompanhando agora elas vejam desde que a gente iniciou pelo menos o assunto. A gente está no estudo aí 64, né? E a gente e vendo o item 99. Eu não sei exatamente em qual que a gente começou o item 96, que é onde inicia o assunto, mas a pessoa pode ver lá depois no no na playlist que as os estudos ficam gravados. É muito importante que a pessoa assista os todos os vídeos para ela poder entender todos os conceitos que a gente tá dando bem direitinho para entender essa teoria da melhor maneira possível, né? Dito isso, uma boa noite a todos, que a gente tem um ótimo estudo. Não se esqueçam de curtir, de se inscrever nos canais, de seguir os nossos os nossos projetos nas demais redes, né? É o Estudar Kardec do Lauro, Kardec Tube, que é meu. E aqui pelo chat é o momento também do pessoal participar, tirar as dúvidas, o que também enriquece o estudo. Que a gente tenha um ótimo estudo. >> É isso aí. Então agora a gente vai ver o item 99, em que ele vai abordar a terceira ordem. A gente viu aí algumas questões da segunda ordem, lembrando que Kardec e os espíritos dividem os espíritos em três ordens, a primeira, segunda e terceira. a gente viu algumas características da segunda, entendeu porque que ele fala em desejos, em ações. A gente viu esses termos todos que envolvem a escala espírita e agora a gente vai ver algumas características gerais da terceira ordem. Então é o último item antes de Kardec, antes de Kardec entrar com mais detalhe nessa escala, ele vai a partir do item 100 analisar é toda ela aí sim com o detalhe, né? Mas agora até a 99 ele ele deu as questões
último item antes de Kardec, antes de Kardec entrar com mais detalhe nessa escala, ele vai a partir do item 100 analisar é toda ela aí sim com o detalhe, né? Mas agora até a 99 ele ele deu as questões gerais sobre a escala espírita. Hoje a gente vai ver então algumas características gerais da terceira ordem e ela é muito importante porque é aonde a maioria de nós, a esmagadora maioria de nós está e aonde e onde a maioria esmagadora dos espíritos aí que podem se comunicar, porque são eles a maioria que que estão aí eh fora do corpo no nosso nosso planeta, que o nosso planeta é inferior, é o são os espíritos inferiores. Então, pra gente saber analisar as comunicações e estudar a nossa própria realidade, como nós somos, como nós funcionamos, como nós vamos progredir, sair da terceira da terceira ordem. Então veja, a terceira ordem é muito especial que a gente preste atenção, porque é onde a grande maioria de nós está, mas a grande maioria mesmo, não é, não é meio a meio, não, não é muito quase a totalidade do planeta são espíritos da terceira ordem. Então, a gente precisa entender só uma coisa que eu tava olhando, o a partir do estudo 61, a gente tá no 64, a partir do 61 você começa a estudar esse assunto que nós estamos. Então é muito importante que quem não assistiu desde o 61, vá na playlist tanto aqui do canal do do Lauro, procure ali playlist, procure no ao vivo também os vídeos da dos estudos passados ou lá no Kardecube tem a playlist do livro dos espíritos. Aí você procura lá a partir do da do estudo 61 em diante, é o assunto que a gente tá tratando para que você possa entender certos conceitos que a gente vai repetir, rever, mas com mais profundidade, né? Então, para para que a pessoa não pegue já de súbito vários conceitos e ache muito difícil, ela acompanha em Dro 61 vai se habituar e entender melhor o que que é cada coisa, né? Então é isso. A o item 99 é onde Kardec pergunta: "Os da terceira ordem são todos essencialmente maus?" A resposta dos espíritos: não.
61 vai se habituar e entender melhor o que que é cada coisa, né? Então é isso. A o item 99 é onde Kardec pergunta: "Os da terceira ordem são todos essencialmente maus?" A resposta dos espíritos: não. Uns a que não fazem nem o mal nem o bem. Outros, ao contrário, se comprazem no mal e ficam satisfeitos quando se lhes depara a ocasião de praticá-lo. Há também os levianos e os estvados, mais perturbadores do que malignos, que se comprazem antes na malícia do que na malvadez e cujo prazer consiste em mistificar e causar pequenas contrariedades de que se rim. Então, vejam, ele vai apontar aqui várias características dos espíritos de terceira ordem, tá? Mas antes, Kardec quer saber o seguinte: será que todos os espíritos da terceira ordem são essencialmente maus? Essa palavra essencialmente maus é muito importante. Mas por que ele pergunta isso pros espíritos? Porque quem acompanha os outros estudos sabe que os espíritos da segunda ordem são todos essencialmente bons. Os espíritos de segunda ordem só têm o desejo do bem. Então, que que significa isso? Para eu estar na segunda ordem, eu tenho que ter 100% do bem como o meu desejo. O espírito da segunda ordem só deseja o bem. Ele não tem momentos de fraqueza ou que ele escorrega e e ele falha. Se ele é só o bem, o espírito da segunda ordem. A gente trabalhou muito isso nos estudos passados. Agora é óbvio, ele quer saber, bom, se eu tenho uma ordem em que eu tenho e lembra, os espíritos da segunda ordem, eles têm diferenças. Eles têm diferenças, a gente já viu isso, mas o que que todos têm em comum? O desejo apenas o desejo do bem, tá? Agora, claro, ele vai tratar da terceira ordem, ele vai tentar fazer a mesma lógica. Será que se eu tenho na segunda ordem espíritos apenas do bem, com o desejo do bem? Será que na terceira ordem eu tenho espírito apenas com desejo do mal, que é o oposto? E aí nós vamos descobrir que, ó, evidentemente, como não poderia ser diferente, não é assim. Então, muito cuidado quando você vai raciocinar ou avaliar as ordens.
as com desejo do mal, que é o oposto? E aí nós vamos descobrir que, ó, evidentemente, como não poderia ser diferente, não é assim. Então, muito cuidado quando você vai raciocinar ou avaliar as ordens. Os espíritos, segunda ordem são todos eles têm apenas o desejo do bem. Os da terceira ordem não é o oposto, tá? Os que estão na terceira ordem, todos têm o desejo do mal. Todos têm essencialmente o mal. Que que é ter essencialmente o mal? Significa que por essência eu sou mal. Eu sou totalmente mal. Da mesma maneira que na segunda ordem eu sou essencialmente bom. Será que é assim também na terceira? E os vão deixar claro, depois nós vamos ver no detalhe, nos demais itens, que não é esse o raciocínio. Então esse é um primeiro ponto muito importante. Não há espíritos, muito cuidado. Não existe paraa teoria espírita em Kardec espíritos essencialmente maus. Essencialmente bons existe, maus não. Então, muito cuidado com os conceitos. E esses que são essencialmente bons, se tornaram essencialmente bons por mérito próprio. Não é que Deus os tenha feito assim, porque senão Deus seria parcial. Imagina, ele cria espíritos que já t qualidades intrínsecas. Não, não. Todos os espíritos são criados iguais e por mérito próprio ele vai construindo a sua evolução até que ele chega numa fase em que ele só tem o bem. Só o bem. Lembra que a gente tem que levar a sério quando diz só? Não é que tem um momentozinho lá, um minuto, um segundo da vida dele escondido num que ele não, não, ele só tem o desejo do Então eu tenho espíritos no universo que são essencialmente bons e eu já expliquei que é por mérito próprio, não é uma parcialidade divina, como muitas teorias vão pregar, algumas teorias religiosas vão dizer que Deus criou determinados espíritos como espíritos especiais, já como anjos pro espírito Não há isso. Eu me torno essencialmente bom por mérito próprio, mas eu nunca vou ser essencialmente mal. Eu nem sou criado essencialmente mal. Muito cuidado. Eu não sou criado com nenhum tipo de mal.
Não há isso. Eu me torno essencialmente bom por mérito próprio, mas eu nunca vou ser essencialmente mal. Eu nem sou criado essencialmente mal. Muito cuidado. Eu não sou criado com nenhum tipo de mal. Eu não sou criado com nenhum tipo de bem. Eu vou conquistar. Mas eu também não sou criado mal para me tornar bom. Muito cuidado para avaliar a teoria espírita e não comparar com doutrinas religiosas. Então, não existe nenhum espírito criado mal para o espiritismo, como é a ideia do demônio, por exemplo, que é um ser que ele é do mal, ele é ele é um ser maligno por natureza, ele é essencialmente mal para o espiritismo. Não há nenhuma criatura criada por Deus que possa ter um pingo de maldade. Porque se Deus criasse algum espírito mal, como que o ser que é infinitamente justo e bom poderia criar o mal? Então veja, muito cuidado para o espiritismo. Deus não criou nenhum ser mal. Esse é o primeiro ponto. Então, não há nenhum espírito essencialmente mau no universo, que ele é só maldade. Esse é o primeiro ponto. Porque por quê? Porque se se isso fosse possível, Deus não poderia ser infinitamente justo e bom. Então, essa não é a característica do espírito da terceira ordem. Isso é essencialmente mal. O espírito pode desenvolver o livre arbítrio e aí sim praticar o mal. Mas mesmo esse espírito que vai praticar o mal por livre escolha na teoria espírita, mesmo esse espírito, ele nunca vai conseguir praticar o mal ao ponto dele ser essencialmente mal, ao ponto dele se transformar num ser maligno. Então ele pode ser o pior tipo de espírito que existe, praticar atrocidades, mas dentro dele sempre vai ter uma uma parte dele que não consegue se tornar absolutamente mal, por mais terrível que ele seja, ele está usando o seu livre arbítrio para cometer para cometer atrocidades. Isso faz ele ser um espírito da terceira ordem, mas ele não se ele não é criado e nem se torna essencialmente mal. Ele pode ser muito mal, mas não essencialmente mal. Porque se o espírito se tornasse essencialmente mal, ele não poderia
ceira ordem, mas ele não se ele não é criado e nem se torna essencialmente mal. Ele pode ser muito mal, mas não essencialmente mal. Porque se o espírito se tornasse essencialmente mal, ele não poderia deixar depois de ser. Então esses são pontos que a gente precisa gravar para depois quando a gente for analisar. O espírito não é criado bom nem ma. Quando ele adquire livre arbítrio, ele pode fazer o mal por livre escolha. Ele não é forçado a isso por nada. Na teoria espírita, nas obras de Kardec. E quando ele pratica o mal por livre escolha, ele cai na escala da terceira ordem dos espíritos imperfeitos. O que que são os espíritos da terceira ordem? São os espíritos que têm o mal em si, que não era preciso ter. Isso é muito importante, a gente vai estudar depois. Ele escolheu porque quis, mas não precisava. Porque se precisasse praticar o mal, Deus seria injusto, porque ele fez algo que era preciso para daí ele mesmo punir. Mas mesmo quando eu começo a praticar o mal, que eu entro na escala da terceira ordem, que não precisava nem passar por ela, então eu pratiquei o mal, eu criei o desejo do mal através do hábito, me tornei espírito imperfeito da escala espírita, mas nunca totalmente mal. Esse é o primeiro ponto. Segundo ponto, o que que tem então em comum todos os espíritos da terceira ordem? Eles têm o desejo do mal. Mas não só o desejo do mal. Cuidado, não compare com a segunda ordem, que eu só tenho o desejo do bem. Então, todos os espíritos da terceira ordem tem o desejo do mal em algum nível. Alguns muito, alguns menos, mas só de ter um pouco você já é espírito imperfeito. E não é prática do mal. Lembra que a gente trabalhou a diferença entre desejo e prática? Só o fato de eu desejar o mal, mesmo que eu não pratique, só deseje, eu já estou na terceira ordem. E mesmo que seja um pouquinho, eu já estou na terceira ordem. Agora, claro, se entre os espíritos bons eu tenho diferenças, entre os espíritos da terceira ordem eu também tenho diferença. Quais as diferenças dos de
ja um pouquinho, eu já estou na terceira ordem. Agora, claro, se entre os espíritos bons eu tenho diferenças, entre os espíritos da terceira ordem eu também tenho diferença. Quais as diferenças dos de terceira ordem? Todos têm algum nível de desejo do mal. Nenhum é essencialmente mal. Mas eu tenho aqueles que têm prazer de fazer o mal. Eles não só sentem o desejo e não só fazem. Eles fazem querendo fazer e com prazer. Esse é o pior tipo de espírito. Mas lembra, ele nunca é essencialmente 100% mal, mas é o pior, é o pior espírito que tem. Por quê? Porque ele tem o desejo do mal. Ele passa maior tempo fazendo mal e ele faz com prazer. Esse é o pior tipo. Mas nem esse pior tipo é essencialmente mau. Ele é o que Kardec vai chamar de espírito impuro. O espírito impuro, que é um tipo de espírito da terceira ordem, é aquele que deseja o mal, faz o mal e sente prazer nisso. É o pior tipo. Não existe espírito pior que esse. É esse. São esses espíritos que foram confundidos na história da humanidade chamados de demônios. Eles eram tão maus que o ser humano, ao tomar contato com eles, imaginou, não, ele é 100% mau, ele é essencialmente mal, logo ele é um ser criado, ele é um ser criado do mal, é uma criatura maligna por natureza. É, é a história dos demônios. O que que o espiritismo vai esclarecer? Mesmo que esses espíritos sejam extremamente cruéis, maldosos e sintam prazer, eles não foram criados assim e eles não são 100% assim, mesmo que eles mintam que seja, porque eles são filhos de Deus e nenhum filho de Deus pode ser essencialmente mal. Então esse espírito ele vai fazer muito mal, mas em consequência ele vai sofrer muito. E esse sofrimento vai fazendo com que um dia ele canse e pare de fazer o mal. Mas isso pode demorar muito tempo, porque ele pode usar o livre arbítrio para teimar. Então lembra só para resumir aqui, já vou passar pro Lauro. Característica dos espíritos da terceira ordem. Todos têm o desejo do mal em algum grau. Uns muito, outros menos. Já faz ser espírito
eimar. Então lembra só para resumir aqui, já vou passar pro Lauro. Característica dos espíritos da terceira ordem. Todos têm o desejo do mal em algum grau. Uns muito, outros menos. Já faz ser espírito imperfeito. Os que têm muito e sentem prazer são o pior tipo, são os impuros. Mas nem esses são 100% ou essencialmente maus. E aí eu tenho os chamados, eu tenho, que nem dizer assim, eu tenho espíritos, uns não faz nem o bem nem o mal. Isso já é um tipo de mal. Mas veja que é um tipo de mal mais leve. Eu não fazer o bem nem o mal. é um tipo de mal. Olha que coisa interessante, porque o fato de eu não fazer o bem já é um tipo de mal, mas é um espírito mais leve do que o impuro. Aí outros se comprazem no mal e ficam satisfeito. Esse é o pior. E aí ele diz: "Há também os levianos estouvados, mais perturbadores do que malignos. Há também aqueles que não são maus, mas eles gostam de perturbar, incomodar". Alguns gostam, outro, ó, outros se comprazem na malícia, gostam mais de brincar, mentir, sacanear, mas não é como o cruel que gosta de machucar e provocador. Mas nota que tudo são características de inferioridade que faz eu ser da terceira ordem, mas eu tenho o mais neutro até o mais maligno, que nós vamos ver, como a gente já explicou antes, essas diferenças dentro de cada ordem é o que Kardec é o que Kardec chamou de classes. Então isso é muito importante a gente ir entendendo o passo pro Lauro. Se tiver questões, >> Michel, você me fez lembrar aqui, eu pesquisei aqui, não encontrei eh quando Kardec vai falar salvo engano na Gênesis, talvez você vai me ajudar a lembrar aí no bem, no capítulo 3, o bem e o mal, quando ele vai falar que o mesmo espírito, por mais mal que seja, né, quando ele ele pratica qualquer coisa eh que seja no bem, né, por exemplo, ele encarna, então ele ele vai ter ali um filho, ele tem a sua mãe, alguém que ele vai desenvolver uma afeição. Eh, esse esse sentimento seria como uma um um um relampejo para ele desenvolver outros valores morais, né? Então, se o espírito
um filho, ele tem a sua mãe, alguém que ele vai desenvolver uma afeição. Eh, esse esse sentimento seria como uma um um um relampejo para ele desenvolver outros valores morais, né? Então, se o espírito fosse essencialmente mal, como você já tratou, ele não teria isso, porque ele não desenvolveria sentimentos por ninguém, né? desencarnado e muito menos encarnado. Esse era um ponto que eu queria chamar a atenção aqui, Michel. Então aqui nesse item 99, eu posso dizer assim que aqui Kardec já começa a apresentar de certa forma as classes do quais nos quais ele vai trabalhar, né, a partir ali da escala espírita em diante. É isso. >> Eu lembro, eu lembro desse, eu lembro que existe esse trecho que tu tá citando, mas eu também não lembro qual que é, mas eu acho que daqui a pouco ou eu me lembro ou mais para frente a gente vai ver. É, eu não sei se tá inferno na gênese, sabe? Eh, eu não lembro aqui. Eu lembro. >> É, eu também não. Mas, mas isso é uma coisa muito curiosa que qualquer pessoa pode perceber. A própria vida prática mostra como o item 99 tá certo. Se você pegar a criatura mais perversa e cruel, alguma coisa ela ama. Olha que curioso. Alguma coisa ela ama. Seja um parente, um filho, uma mãe, uma avó, um amigo, seja alguma coisa, ela tem um afeto. Mas claro que tudo isso é misturado com um desequilíbrio, uma perversidade tremenda, né? Então, mesmo o mais cruel do espírito, você vê que ele tem uma marca divina, porque ele é capaz de amar alguma coisa. Isso já é um um um sinal de que um dia ele pode progredir. Ele não consegue se tornar essencialmente mal. Por quê? Porque ele é filho de Deus. O mal para o Espiritismo é uma é o mal moral, ou seja, é o espírito que tem a liberdade de contrariar as leis de Deus. Mas essa fase em que o espírito pode praticar o mal, que é no início da sua evolução, é uma fase curta da evolução do espírito. O espírito ele passa ao ele, veja, uma vez criado o espírito, ele faz existir para sempre. Ele passa um período muito curto comparado à eternidade
a evolução, é uma fase curta da evolução do espírito. O espírito ele passa ao ele, veja, uma vez criado o espírito, ele faz existir para sempre. Ele passa um período muito curto comparado à eternidade com essa possibilidade de praticar o mal. Depois ele perde isso quando ele se torna espírito bom e ele só pratica o bem e só é feliz. A dor, o sofrimento e a possibilidade do mal paraa teoria espírita é uma fase muito curta que o espírito passa. E o mal ele nem é obrigado a passar. E bem, e como tu falou, Lauro, ele apresentou na 98 as características da segunda ordem e comentou também sobre as classes. Lembra que que são classes? Diferenças dos espíritos da mesma ordem. Ele já trata lá na 98 das classes da segunda ordem e na 99 também ele trata das características da terceira ordem e das diferenças que são as classes. Então ele apresenta aqui nessas primeiras questões um esboço geral do que é a escala espírita. Claro que agora a gente vai ver a partir das 100. A gente vai ver a partir da 100 que a coisa com mais detalhe, né, a ponto de chegar no final da escala espírita e a gente tem uma visão do quadro completo. E alguém poderia estar se perguntando por que, notem que ele não dá muita, ele não fala muito da primeira ordem. Ele fala alguma coisa da primeira ordem, mas não fala muito. A gente vai descobrir depois porquê. A gente vai ver um enfoque muito na na terceira e na segunda. E a primeira ele praticamente não vai tratar. A gente vai entender porquê disso. Mas pra gente já ter uma noção da terceira, é óbvio que ele vai ter que tratar muito, porque somos nós. Nosso planeta é composto na sua maioria por esse tipo de espírito. E a segunda é para onde a gente tem que ir. É o nosso destino sair da terceira ordem e ir paraa segunda. Aliás, nós vamos descobrir depois que se tornar espírito de seg deixar de ser espírito da terceira ordem, se tornar da segunda é o o que o Espiritismo vai chamar de salvação. O conceito de salvação para o espiritismo é deixar de ser da terceira
nar espírito de seg deixar de ser espírito da terceira ordem, se tornar da segunda é o o que o Espiritismo vai chamar de salvação. O conceito de salvação para o espiritismo é deixar de ser da terceira ordem e se tornar espírito da segunda. Então eu tenho que entender como é que é cada um. E como que o espírito faz para chegar lá, que é o que a escala espírita vai mostrar. Então, a importância de eu entender escala espírita. E veja a importância de eu entender esse processo, porque lembra, a máxima do espiritismo é fora da caridade não há salvação. Aí eu vou aprender que salvação é o destino, é eu sair da terceira ordem e ir paraa segunda. E caridade é o meio. A salvação é o fim, é o objetivo, chegar na segunda ordem. Depois nós vamos ver que salvação e segunda ordem é a mesma coisa. E o caminho, o meio para eu chegar nesse fim é a caridade. Então, veja, eu tenho que entender a segunda, a terceira e a segunda ordem, ver as características dela e saber como é que o espírito passa de uma para outra. E a gente vai saber que é através da caridade que ele evolui. Ah, então vejam, a gente tem que entender o que que é a caridade pro espiritismo. Porque a caridade pro espiritismo é um termo técnico dentro da teoria espírita. Embora o movimento espírita tenha banalizado a palavra caridade para a teoria em Kardec, ela é um termo técnico, que é o que me conduz paraa salvação. É o meio que eu vou me utilizar para me tornar espírito bom. Claro que o movimento espírita transformou o a palavra caridade em eu ir no ser espírita e distribuir alimento, eu fazer palestra ou atender espírito obsessor. A gente vai ver que a palavra caridade na teoria cardqua é muito mais completa, complexa, profunda e revolucionária do que simplesmente eu reduzia ao que eu chamo de caridade no dicionário. Por isso que a gente vai entender que entender a a escala espírita é entender todo o espiritismo, porque todo processo evolutivo do espírito. Para que que serve o espiritismo? O espiritismo serve para ensinar
que a gente vai entender que entender a a escala espírita é entender todo o espiritismo, porque todo processo evolutivo do espírito. Para que que serve o espiritismo? O espiritismo serve para ensinar o adepto a se tornar espírito bom, ensinar ele que isso existe, isso é possível e como fazer. Isso para isso que veio o espiritismo. Então o espiritismo ele só existe pro espírito de terceira ordem. Olha que coisa interessante. Então, se eu entender escala espírita, eu vou entender todo o espiritismo, porque ele vai resumir exatamente o processo que eu tenho que passar. A gente tá numa fase que é a fase do espírito imperfeito de terceira ordem que não precisava. Por isso que a gente tem que sair dela. A gente vai descobrir que a fase do espírito de terceira ordem, essa fase evolutiva que a gente tá, não precisa entrar. Ela é uma perda de tempo. A gente tá perdendo tempo aqui por escolha nossa, óbvio. Qual é o papel dos dos espíritos superiores e do e de Jesus, espírito puro? É fazer a gente sair o mais rápido possível nisso, porque é perda de tempo, não tem nenhuma vantagem, não há nenhuma vantagem você tá na terceira ordem. Por isso que nós somos os piores, me perdoem os que estão nos ouvindo, o que que a gente vai descobrir com a teoria espírita em Kardec? Nós somos os piores tipos de espírito que existe, porque é um tipo de espírito que não precisaria existir. A gente criou o desejo do mal e não precisava. Não é uma coisa que seja que Deus tenha criado e que a gente tenha que passar por um tempo para depois. Não, não, não, não precisava. E isso traz sérias consequências. Primeiro, quando eu descubro o tipo de espírito que eu sou e que a maioria de nós é, não existe mais motivo pra gente se fingir de santo. O espiritismo acaba com a hipocrisia. Esse negócio de querer fique de querer ficar aparentando virtude, santidade, de querer se colocar como a pessoa que ajuda, que salva, que faz e que acontece, acabou com o espiritismo. A gente é espírito perturbadinho mesmo.
fique de querer ficar aparentando virtude, santidade, de querer se colocar como a pessoa que ajuda, que salva, que faz e que acontece, acabou com o espiritismo. A gente é espírito perturbadinho mesmo. Então, o espiritismo ele ele dá um balde de água fria no orgulho, no orgulhoso, no vaidoso. Pessoa que tá se achando muito superior, esperta, inteligente, virtuosa, ilusão sua. A gente é a o pior tipo de espírito do universo e não precisava ser. E Deus não nos criou para isso. Então, acaba, o espiritismo acaba com a vaidade, com a hipocrisia. Esse é um primeiro ponto. Outro ponto muito importante, quando você entende que você é um espírito de terceira ordem e entende o que que isso quer dizer, você tem que buscar os mecanismos de como deixar de ser, porque você lembra, não precisava ser. Então essa essa coisa de de ser de achar que o a gente tem que ficar nessa situação, a gente tem não não a gente não tem, porque esse processo que a gente tá agora é perda de tempo, não precisaria. Depois que você sai da terceira ordem, você volta pro trilho normal da evolução. Aí tudo bem você seguir esse trilho, mas agora onde onde a gente tá, a gente não deveria estar. Então, a gente tem que sair o mais rápido possível. Não é aquela coisa, não. Vamos aguardar uma essa paciência na terceira ordem é um erro. A gente vai descobrir. A gente tem que ter calma e paciência quando voltar pro trilho. Agora não. Agora a gente tem que fazer de tudo para mais rápido possível sair desse estado. Porque esse estado não é natural. Ele é uma escolha. equivocada do espírito. O mundo de provas, expiações não tinha que existir. Os espíritos imperfeitos da escala espírita não tinham que existir. Deus permite porque ele permite o livre arbítrio. Então ele permite, mas não é a vontade de Deus, não é o que ele quer, porque ele jamais criaria espíritos para ter o desejo no mal. Então esses são conceitos espíritas kardequianos que está na a de Kardec da obra de Kardec nem os espíritas sabem. Às vezes eu vejo o espírita,
e ele jamais criaria espíritos para ter o desejo no mal. Então esses são conceitos espíritas kardequianos que está na a de Kardec da obra de Kardec nem os espíritas sabem. Às vezes eu vejo o espírita, eu vejo o espírita palestrando, discutindo e eu digo assim: "Meu Deus, eles estão discutindo outra coisa, não é espiritismo, porque eles estão em outras premissas, em outras ideias. Por isso que eu tô trazendo esses pontos aqui e colocando pra gente entender como é que o espiritismo pensa. Porque a gente, eu vejo muito, porque como o movimento espírita faz muita palestra sobre moral, né? Movimento espírita adora ficar falando do evangelho de a Jesus. O anotou? movimento espírita quando fala Jesus é Jesus. Se ele tem uma paixão por Jesus que é tudo hipocrisia, que é tudo espírito de terceira ordem, essa paixão que todo mundo diz ter por Jesus, se a gente tivesse, a gente não era espírito de terceira ordem, né? Aliás, isso é uma característica do espírito de terceira ordem, né? Ele finge ser virtuoso e amar a virtude, mas por trás ele é ele é viciado, ele é orgulhoso, ele tem o desejo do mal. Então, às vezes eu vejo as pessoas discutindo teorias morais dentro do movimento espírita que eu vejo a pessoa não entendeu como é que é pro espiritismo, como é que a banda toca. O pessoal pega conceito da psicologia, o pessoal pega conceito da neurociência, o pessoal pega conceito da psiquiatria, o pessoal pega conceito da medicina, o pessoal pega conceito da filosofia, o pessoal pega conceitos, mas que não são da teoria espírita, porque a teoria espírita ela tem ela parte de determinados pressupostos que eu tô citando aqui. Então, por exemplo, se você pegar doutrinas materialistas de psicologia, elas vão colocar que, por exemplo, determinadas características que o espírito de terceira ordem tem são naturais. Há muitas teorias da psicologia que vão dizer que o que a gente é natural, não tem nada errado. Mas isso não é espiritismo. Para o espiritismo, nós estamos numa fase em que não era para nós estarmos. Ponto. A
s teorias da psicologia que vão dizer que o que a gente é natural, não tem nada errado. Mas isso não é espiritismo. Para o espiritismo, nós estamos numa fase em que não era para nós estarmos. Ponto. A partir daí se desenvolve toda a moral espírita, porque o mal não é uma necessidade. Isso tem que ficar muito, muito bem estabelecido, porque a gente não pode, por exemplo, no espiritismo cair no chamado relativismo. O relativismo é como a própria palavra já diz, ele diz assim: "Não, mas não é bem assim. Dá, mas não dá, pode, mas não pode. Isso aí, esse relativismo que existe para a teoria em Kardec não existe. O mal existe, ele é um mal moral, ele não deveria existir. Você tem que eliminar ele. Você tá aqui para isso. Ponto. Então não tem, na teoria em Kardec, a gente não vai ver nunca meias palavras, né? Não, mas que quem sabe talvez. Não, não, não. Então, se a gente entender esses pontos que eu tô colocando, a gente já tem meio caminho andado, porque o o restante é só eh criar as virtudes, que é o que dá mais trabalho. Mas essa parte de entender é mais fácil, porque quando a gente nem entendeu ainda, a gente nem vai fazer. Então, por isso que você tem que primeiro entender com a cabeça como é que são as coisas, o que que é, o que que não é, como é que funciona para daí montar as estratégias de como sair disso, porque até o espiritismo a gente não sabia isso de maneira muito clara. A gente tinha algumas doutrinas falando disso metaforicamente. Então, você tinha a ideia do anjo caído, do povo que foi expulso do paraíso. Veja, tudo metáforas. que o espiritismo vem esclarecer o que que é. Olha, você era um espírito, você escolheu o caminho do mal. Você entrou na fase do espírito imperfeito, terceira ordem, não precisava, tá perdendo tempo. Toda vez que você tá como espírito de terceira ordem, você tá perdendo tempo, perdendo tempo, porque não era para você tá. Então você vai chegar no objetivo de espírito puro atrasado, você tá perdendo tempo. Então é, esses são os pressupostos. Passo para ti
ê tá perdendo tempo, perdendo tempo, porque não era para você tá. Então você vai chegar no objetivo de espírito puro atrasado, você tá perdendo tempo. Então é, esses são os pressupostos. Passo para ti um pouco, Laura, aí para a gente tratar de mais questões. você me fez lembrar aqui e e quero eh eh dar como sugestão a obra do Cosmo e Marse, espírito e matéria, onde o o Cosmo vai apresentar, inclusive tem uma, né, em dado momento lá, quando está tratando da escala espírita, vai justamente vai tratar disso que o como já falou sobre o espírito desviar, por assim dizer, do da sua rota para cair, né? Porque desenvolveu imperfeições em mundos de provas e expiações, como é o nosso caso aqui. Então, esse livro, né, tem uma um determinado momento lá em que é ilustrativo, você vai ver as imagens, dá para você ter uma ideia clara disso que o Michel falou aqui, Michel. e e e o que chama a atenção. E esse talvez com certeza foi eh eh foi por isso que Kardec ele ele ele tomou todo o cuidado para não aceitar nada dos espíritos sem passar por um controle rigoroso. lá no início da sua fala, né, ficou bem claro que a maioria dos espíritos que estão encarnados ou que estão aqui nesse mundo encarnados e desencarnados, agora vocês vão só aguentar um pouquinho de latido aqui, são espíritos da terceira ordem, ou seja, espíritos que estão nesse mundo para espiar na sua grande maioria, uma vez que, né, com com essa informação em mã mãos. Então, toda a comunicação que advém do mundo espiritual, eu preciso ter certo receio, não aceitar cegamente, porque claro, se a grande maioria são espíritos imperfeitos e que, né, eh eh são espíritos da terceira ordem e e que nós vimos aqui agora a pouco, o Michel leu aqui, espíritos que se dedicam mais ao mal, aqueles outros que são mais levianos, são, né, esse se preocupa muito mais em brincar e mistificar aqueles outros que são neutros, nem o bem nem o mal. Então nós vamos ver tudo isso. Então uma vez que nós temos essa informação, né? Eh, e se tivesse estudado a escala espírita como,
ncar e mistificar aqueles outros que são neutros, nem o bem nem o mal. Então nós vamos ver tudo isso. Então uma vez que nós temos essa informação, né? Eh, e se tivesse estudado a escala espírita como, né, deveria ter estudado, talvez, Michelão, talvez não teríamos essa quantidade de, né, de obras que tem aí obras mediúnicas onde espíritos falam e tratam de tudo sem nenhum questionamento, né, sem nenhum tipo de pera aí, tá estranho isso aqui, preciso verificar aonde? nas obras fundamentais, nas obras de CADE, que são 23 obras e a gente vai sempre repetir isso aqui, né? Então, a escala espírita é essa bússola, esse norte, mas que ela foi não foi estudada em verdade, como deveria. Eu falo isso por experiência própria, porque para mim a grande maioria das informações que está sendo apresentadas são informações novas, né? e que precisa ser estudado, estudado e estudado. Por isso, mais uma vez, pessoal, busquem o livro, comprem e adquiram o livro. Ele eles têm ele em PDF também, o livro físico do Cosmo Mass espírita e matéria. Michel, mas eu devolvo para você por enquanto. Tá tranquilo aqui no chat, meu amigo. >> Não é isso aí. Se se a escala espírita tivesse sido eh melhor estudada, o que que o que que aconteceu no século XX? O o movimento espírita trocou Kardec e os espíritos superiores que fizeram as obras junto com Kardec. a gente trocou por pelos espíritos inferiores. A gente passou a achar que a espíritos que vieram pós Kardec faziam parte dos superiores. A gente achou que eles eram os continuadores do trabalho e a gente passou a adotar o quê? as obras deles, as ideias deles, o a liderança deles e até para muitas pessoas a idolatria deles. A gente passou a seguir, olha o perigo, a gente passou a seguir espírito de terceira ordem e deixou de lado as obras dos espíritos da segunda ordem que fizeram a as obras de Kardec. Então, se a gente tivesse estudado melhor a escala espírita, a gente não teria feito isso. Você lembra aquele programa que tinha na TV? Acho que até
da segunda ordem que fizeram a as obras de Kardec. Então, se a gente tivesse estudado melhor a escala espírita, a gente não teria feito isso. Você lembra aquele programa que tinha na TV? Acho que até era o programa do Silvio Santos, né? Que a pessoa entrava numa cabine, botava um fone no ouvido e aí ele perguntava: "Você troca um carro por uma pelo?" A pessoa não ouvia pergunta, ela só tinha que responder sim ou não, né? A pessoa dizia: "Sim". E a gente que tava ouvindo dizia: "M a pessoa trocou". É a mesma coisa. O movimento espíita fez isso com Kardec, tinha a obra de Kardec e a gente trocou por Emanuel, André Luiz, pela Fé, pelo Divaldo, pela Joana, pelo Chico, por Manuel Flamengo de Miranda, por Mei, por eh Joana de Angeles, por eh vai pegando aí esses que eh se consagraram no movimento espírito, a gente trocou. Esse foi um um um problema. Por exemplo, se você pega a obra do do André Luiz a partir de nosso lar, como o André Luiz é um espírito de terceira ordem e ele não entende a escala espírita, porque ele não estudou, ele não não tem a escala espírita, não existe escala espírita na obra do André Luiz. Por isso que você vai ver contradições o tempo inteiro, porque você vai ver daqui a pouco o André Luiz coloca o espírito lá como superior. Aí daqui a pouco ele narra o espírito fazendo coisa que superior não faz. Aí você fica, mas o espírito é superior, o espírito é inferior, meu Deus do céu. Porque você claro você não tem um parâmetro para saber classificar e identificar quem é superior de verdade, quem não é. Por isso que o André Luiz nem, aliás, André Luiz não cita Kardec, ele fez outra coisa. É muito interessante isso, porque o movimento, porque eu eu já falei isso, eu vou vou repetir mais uma vez, falei várias vezes isso. O próprio movimento espírita que defende a obra do André Luiz não leu o André Luiz. Isso é uma coisa para mim, isso é o o a cereja do bolo da loucura do movimento espírito. Você tem uma cor que eu descobri no último ano de estudo é que a pessoa que defende o André Luiz
o André Luiz. Isso é uma coisa para mim, isso é o o a cereja do bolo da loucura do movimento espírito. Você tem uma cor que eu descobri no último ano de estudo é que a pessoa que defende o André Luiz não leu o André Luiz. Então ela defende o que ela acha que é André Luiz. Já vi muito isso aí. Quando você cita certas coisas que ele diz na obra dele, ele diz, não é o Michel que tá inventando. A pessoa, a pessoa fica assim, não, mas não, mas você que não, mas que ela fica, até ela se surpreende porque é contradição o tempo inteiro. Então tem vários, um exemplo, quando ele vai falar dos espíritos mais evoluídos em nosso lar, que eles são espíritos muito evoluídos, o governador, mas aí daqui a pouco o governador ele ainda precisa de bonus hora, ele ainda precisa se alimentar. Aí você fica, pera aí, mas primeiro o movimento espírita disse assim, não é que o André Luiz tá falando dos speeds inferiores, aqueles que precisam ainda estão muito apegados à matéria e por isso que eles ficam no umbral, é por isso que eles têm que ir pra colônia. Não, ele não tá falando superiores. Aí eu digo: "Você tá defendendo sem ter lido, porque lá na obra dele tem hora que ele bota as características do nosso laros espíritos evoluídos". Porque não tem escala espírita. Percebe? Ele criou essa confusão da da mesma maneira que o espírito imperfeito, lembra que ele lembra o que eu falei no início? Ele tá numa condição que não era para tá. Então ele vai criando bizarrices que vai fazendo ele ficar mais tempo na condição de espírito imperfeito. Por isso que a gente tem que eliminar. O que que veio fazer o espiritismo? Espiritismo veio eliminar esses erros que fazia a gente cavar mais ainda o poço. Imagina que você tá caído num poço, em vez de você sair do poço, você vai cavando mais. Veja, olha o que, ó, olha o que o espírito imperfeito foi capaz de criar, que atrasa a evolução dele. A gente criou, vamos falar primeiro do nosso do nosso meio. O movimento espírita criou André Luiz e Emanuel, que são duas bizarr
e o espírito imperfeito foi capaz de criar, que atrasa a evolução dele. A gente criou, vamos falar primeiro do nosso do nosso meio. O movimento espírita criou André Luiz e Emanuel, que são duas bizarr esmagadora maioria do movimento espírita como deuses. E eu que estou falando isso, tem que ser crucificado, morto e sepultado em praça pública, pregado na cruz por dizer isso. E as pessoas pensam isso. Então, olha, a gente foi capaz de criar teorias patéticas como as a a as do André Luiz, porque isso é característica do espírito imperfeito. Mas vou vou falar coisas piores. Tem coisas piores. O ser humano foi capaz de criar o ateísmo e o materialismo. Olha a a aonde que vai a cabeça do espírito imperfeito. O espírito imperfeito, ele teve a capacidade de criar uma teoria em que ele diz que Deus não existe e que nós somos esse corpo aqui. E mais se você pega, por exemplo, e filósofos eh que vão negar a própria moral. Então, o o espírito imperfeito criou o ateísmo, o materialismo e criou uma ideia de que bem e mal são relativos, é uma criação nossa. Por isso que você vai ter obras, por exemplo, para além do bem e do mal. Ou seja, a moral é um jogo de forças que o ser animal, porque ele é só animal, criou. Então, olha quanta bizarrice na filosofia o espírito perfeito criou. Então, veja, imagina o seguinte, Laura, a gente já tá num estado em que a gente tá perdendo tempo, não deveria estar. E eu ainda crio teorias e a gente tá milênios. A gente tá, vamos pegar o último milênio, vamos pegar eh eh pós pós Cristo, vamos pegar os últimos aí 500 anos, 200, 300 anos de filosofia. Olha o que o ser humano faz. Ele cria uma ideia, ele já tá numa situação que não era para tá. E ele ainda vai criar uma ideia que vai ajudar ele a ficar, porque ele vai criando ideia de que não há uma causa primária, não há Deus. Aí você vai ver o ateísmo, aí você vai ir lá e daqui a pouco tem os os filósofos que vão criar a ideia de que tudo é só matéria. A gente nasce e vai morrer lá com 90, 80, 70 anos, quem
a, não há Deus. Aí você vai ver o ateísmo, aí você vai ir lá e daqui a pouco tem os os filósofos que vão criar a ideia de que tudo é só matéria. A gente nasce e vai morrer lá com 90, 80, 70 anos, quem tiver sorte ou não, ou de repente é azar, a vida é só matéria, não tem mundo espiritual, você não é um espírito, não há verdade, não há sentido na vida. Tudo é um jogo da matéria, uma ilusão. Não há eu, não há alma. Logo, não faz sentido, não há livre arbítrio, não faz sentido nenhum praticar o bem. O bem e mal é uma invenção. Olha aonde que vai indo o espírito imperfeito. Então, vejam que essas coisas, essas teorias, elas vão atrasando, porque aí em vez de eu lutar rapidamente para sair da fase de espírito imperfeito, eu vou cavando o buraco. É por isso que Kardec vai dizer, o maior inimigo do espiritismo é o materialismo. O que? O que que o materialismo vai fazer? Ele aceita. Porque enquanto pro pro espírita vai ter que ter luta, porque eu tenho que lutar para eliminar o desejo do mal, para sair desse planetinha miserável que eu não deveria estar, eu escolhi, mas não precisaria. Então, olha para onde vai o pensamento espírita. O materialista é o contrário, ele vai aceitar. É isso. Não há verdade, não há moral, não há espírito, não há Deus. Viva o quanto você puder, curta o quanto você puder curtir e você vai morrer. Acabou. Olha o que a gente foi capaz de criar enquanto filosofia, ou seja, ideias que o ser humano foi construindo e que norteiam a sociedade. Aí você vai conversar com as pessoas, vai conversar com a juventude, o que que as pessoas estão fazendo? Curtindo a vida. Porque é a fase, né? Olha como é o pensamento materialista. É a fase. Agora eu tenho que aproveitar. As pessoas só falam em adquirir, adquirir, adquirir, adquirir, adquirir, adquirir e aproveitar, aproveitar, aproveitar, aproveitar. Quem aproveita mais que eu, eu fico com inveja. E quem tem mais que eu, que é uma minoria, fica com medo daqueles que têm menos e assim vive a sociedade nesse caos, nessa guerra, nesse ódio, nessa
ar. Quem aproveita mais que eu, eu fico com inveja. E quem tem mais que eu, que é uma minoria, fica com medo daqueles que têm menos e assim vive a sociedade nesse caos, nessa guerra, nesse ódio, nessa inveja. Uma pessoa mata a outra. Olha para onde é que foi a a conversa. Por isso que o espiritismo veio no século XIX na hora certa para dizer: "Ó, você é espírito, espírito imperfeito. Você construiu esse mundo, você construiu essa situação, você tá nela porque quis, não precisava, saia o mais rápido possível, se concentre nisso." Olha como muda completamente o objetivo de vida do espírita. que segue o espiritismo, como Kardec apresentou. Agora, o que que vai fazer o André Luiz? Ele diminui essa essa aceleração. Porque o que que vai fazer o André Luiz? Ele vai materializando o mundo espiritual, né? Não, a coisa é devagar mesmo. A matéria não é bem assim para você se desapegar. Você, olha, se você tá pegado à matéria, você vai ficar numa colônia, vai ter comidinha para você, vai ter bonus horóa, vai ter órgão no perespírito. O André Luiz contribui para o materialismo, que é o maior inimigo do espiritismo. Hoje o espírito mais respeitado do movimento espírita representa o maior inimigo do espiritismo, que é o materialismo. E as pessoas não viram isso, que o maior inimigo é o que se passa por o continuador do espiritismo, que ele vai materializando, né? Não tem a colônia, tem a cidade, tem o almocinho fluído, tem o hospital, tem a prisão, tem o lago, tem os móveis, tem as fábricas. Aí você vai aos pouquinho se desprendendo. Aí a pessoa diz: "Ah, é aos pouquinhos, então eu vou aos pouquinho". E a pessoa vai ficando mais tempo como espírita imperfeito, porque ela acha que é natural, né? O o o André Luiz naturalizou a terceira ordem. Por quê? Porque ele é da terceira ordem. Só para concluir, tem uma uma questão do livro dos espíritos que é quando Kardec termina o a quando Kardec termina o capítulo da lei de liberdade, tem um comentário que Kardec coloca lá que ele diz, ele não diz com essas
m uma uma questão do livro dos espíritos que é quando Kardec termina o a quando Kardec termina o capítulo da lei de liberdade, tem um comentário que Kardec coloca lá que ele diz, ele não diz com essas palavras, mas ele diz assim que a gente tem que se melhorar o máximo que der para sair desse planeta e não precisar mais voltar. Olha a diferença de pensamento. Mas claro, faz todo sentido com as premissas que eu coloquei antes. Agora, se você vai na onda do André, não, a gente vai indo, a natureza não dá saltos, cada um no seu tempo. Essa paciência que o movimento espírita prega, fingindo ser virtude, é para você ficar agarradinho na matéria, no atraso, na terceira ordem. E o povo vai engolindo isso, achando que é coisa boa, né? Ai, realmente, aí todo mundo diz assim, realmente tem que ser devagarinho, não é bem assim. Olha, claro, o espírito imperfeito adora ouvir isso, né? Dizer não tá tudo bem. E o verdadeiro espiritismo diz: "Olha, corra da terceira ordem, porque quanto mais tempo você ficar, mais tempo você tá perdendo." Olha como é outra ideia, é outro espiritismo. assistindo hoje no TikTok um um trecho, um só um recorte que foi colocado no canal, uma moça, ela foi falar sobre a reencarnação e ela foi explicar eh porque que ela deixou de de não quis seguir o espiritismo. Olha só o raciocínio dela. E o raciocínio dela, se você pensar, faz sentido. Vê ela disse assim: "Olha, o que que é reencarnação?" Você tem que nascer nesse mundo aqui. Você vai enfrentar todas as dificuldades. Você vai ter que trabalhar, você vai ter que estudar, você tem vai ter que enfrentar doenças, desafios. Quando morre no mundo espiritual, continua. Lá você você tem que trabalhar, lá você precisa ter tem as mesmas necessidades que aqui, precisa conquistar valores, dinheiro. E aí ela falou assim: "E e essa essa doutrina espírita não me mostrou nada confortável, nada que pudesse me deixar confortável". E aí ela foi buscar, ela falou até o nome de uma doutrina americana, onde ela encontrou respostas, entre aspas, para
espírita não me mostrou nada confortável, nada que pudesse me deixar confortável". E aí ela foi buscar, ela falou até o nome de uma doutrina americana, onde ela encontrou respostas, entre aspas, para ela. Veja, é claro, ela ela ela bebeu na fonte errada, se equivocou, né, porque foi aceitar aquele que está na obra, certamente o nosso lar, né? Então, veja o mal que essa obra causou aqui. Eu vou vou vou isolar todo todos mundo e deixar só ela. O mal que causou essa moça, ela teve uma má impressão do espiritismo. Culpa, né, é claro, de um romance mediúnico completamente desvairado. Então, vejam, pessoal, é isso que o que que o Michel tá falando, o tempo em que eh se nós crescêssemos a escala espírita, estudasse o espiritismo com Kardec, né, e compreendendo e aplicando esses conceitos, esses princípios que estão no na doutrina, seria o atalho, né? Aí o careca vai dizer, você lembrou bem, né, Michel, que aqui é como uma hospedaria ruim que que que não vale nem a pena desfazer as malas, é só mesmo uma uma noitada e e segue viagem, né? Mas, né, eh como o espiritismo é desconhecido e quando se fala em espiritismo tratam de assuntos. Você, Michel, é comum você também tem aí o TikTok, você já viu algum debate dos podcasts em algum outros locais? Isso aí o pessoal também pode aí até colocar onde as pessoas tratam da moral como o espiritismo trata. Você não vê, você vê as pessoas falando de espiritismo, essas loucuras todas, né? Mas aquela assim, olha, o espiritismo apresenta uma moral que ela não é compreendida. Precisamos estudar mais essa moral, compreender o conceito de caridade para o espiritismo, a prática do bem para o espiritismo. Não se vê. se vê falando reencarnação de forma equivocada, eh, de nave espacial, de que fulano era isso, fulano era aquele outro, mas do que precisa ser estudado no espiritismo não se não se não se debate, não se propõe, né, a a a disseminar essa levantar essa curiosidade para quem tá assistindo. O que que é essa moral, né? Por que que o espiritismo combate o materialismo com
ão se não se não se debate, não se propõe, né, a a a disseminar essa levantar essa curiosidade para quem tá assistindo. O que que é essa moral, né? Por que que o espiritismo combate o materialismo com tanta força, né? Eh, qual é o propósito disso? Não, continuam no mais o mesmo tratando como uma religião. Michel, bom, eu acho que já vou até me despedindo aqui porque o horário nosso já tá aí, né? Eh, no, já estamos na hora. Olha pessoal, hoje todo nós quietinho. Você que está nos assistindo agora, caso surja alguma dúvida de tudo isso que foi tratado aqui, abaixo da descrição, no encerramento do vídeo, lá tem os comentários. Deixa seus comentários lá, as suas perguntas, as suas dúvidas, tá bom, Michel? Obrigado mais uma vez. E pessoal, amanhã às 18 horas, às 20 horas, eh, perdão, temos o nosso estúdio da revista espírita na quarta-feira às 20:30 no canal do CADECTube. Liberdade, que é o item 872, que vai demorar para nós chegar, mas olha o que que ele diz a última frase. Amos, pois todos os esforços para este planeta não voltarmos após a presente estada e para merecermos ir repousar em um mundo melhor, em um desses mundos privilegiados, onde o bem reina sem mescla e onde não nos lembraremos da nossa passagem por aqui como senão como de um exílio temporário. Então, olha o pensamento de Kardec para nós, né, para dar um jeito de sair de uma vez da terra, né? E tem gente que quer ficar indo e voltando, indo e voltando, indo e voltando para discutir política, sendo que não vai não vai resolver o problema, né? Então é isso. Eu também quero agradecer, eu quero agradecer o Lauro, quero agradecer a todos que aqui estiveram. Lembrando que esses estudos ficam gravados. É muito importante que as pessoas revejam, anotem, estudem, leiam, porque como eu falei, a gente já tá atrasado e perdendo tempo e a gente ainda criou mais atraso, né? pessoa que ainda não parou para estudar Kardec e a pessoa que não parou para reservar seu tempo, eh, para deixar várias coisas de lado de dizer:
e perdendo tempo e a gente ainda criou mais atraso, né? pessoa que ainda não parou para estudar Kardec e a pessoa que não parou para reservar seu tempo, eh, para deixar várias coisas de lado de dizer: "Olha, vou vou priorizar um tempo aí para estudar, para aprender com Kardec e ainda não tá fazendo o que é para fazer". A Ret perguntou da onde que tá esse trecho, né? É o item 872 do livro dos espíritos. A última frase do capítulo da lei de liberdade lá no livro dos espíritos, na terceira parte do livro dos espíritos é o capítulo 10 da terceira parte, lei de liberdade, no último item, 872, a última frase, ele é essa frase que eu citei aqui. Então é isso, eu quero agradecer ao Lauro, agradecer a todos, desejar a todos uma boa semana. Amanhã tem o estudo do Lauro, assistam. E quarta a gente tá de novo aí no Kardec Tube estudando o que é o Espiritismo. Uma boa noite a todos. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos para o nosso estudo de O Livro dos Espíritos. Hoje já vamos adentrar aquilo, né, que nós temos considerado como sendo eh um uma das partes do livro dos espíritos ou de toda a obra de Carec, por assim dizer, de grande importância, que é a escala espírita, né? Então, nós estamos na parte segunda do mundo espírita ou mundo dos espíritos, no capítulo um dos espíritos. A escala espírita é o item sem observações preliminares. Eh, pessoal, você que está nos assistindo agora e que se ainda não se inscreveu em nossos canais, nos apoia aí se inscrevendo, dando seu joinha lá, curtindo, participando, compartilhando, né, os canais é o Cadeec Clube do Michel que está aqui conosco e o canal Estudar CADEC do qual você está assistindo agora. Lembrando que esse vídeo depois será repostado no canal eh no KnecTube, tá, pessoal?
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