REPRISE: O Evangelho Segundo o Espiritismo - estudos 01 ao 04
Faça parte do nosso grupo do Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/FsCW4lq8TENKxFkg3srIJw?mode=hq2tcla Estudo diário da obra de Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, de segunda à sexta, ao vivo às 14h no Youtube, canal Kardectube com Michel Macedo e Lauro Rodrigues (Canal Estudar Kardec) Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao estudo exclusivo! Link para se tornar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join KardecTube - Michel Macedo (criador e diretor) Canal sobre o Espiritismo segundo as 23 obras de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec. Nos siga nas demais redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/kardectube/ Instagram: https://www.instagram.com/allan_kardec_tube/ @allan_kardec_tube Tiktok: kardectube Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #allankardec #kardectube #estudo #espírita #movimentoespirita #centroespirita #cienciaespirita #espiritismonaoereligiao 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352
Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos. Segunda-feira, 12 de janeiro de 2026. 14 horas. Mais uma vez o Kardec Tube faz história. Estamos estreando mais um estudo de mais uma obra de Kardec. Dessa vez a obra O Evangelho Segundo o Espiritismo. Sejam todos bem-vindos. Eu sou Michel Macedo e agora com mais esse projeto, o Kardec Tube completa 10 programas semanais. aqui no YouTube sobre a obra de Kardec. Nós temos agora de segunda a sexta-feira, todos os dias às 14 horas ao vivo aqui o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo, que ficará gravado se você não conseguir assistir todos os dias ao vivo. E temos segunda-feira à noite às 20 horas o estudo do livro dos espíritos no Estudar Kardec, no canal do meu amigo Lauro. Depois eu reposto aqui no Kardec Tup. Terça-feira à noite, nós temos o estudo crítico da obra Nosso Lar. Quarta-feira à noite, das às 20:30, ao vivo aqui no Kardec Tube, nós temos o que é o Espiritismo. Quinta-feira às 20 horas nós temos a revista espírita.net e sexta-feira às 20 horas nós temos o estudo do livro dos médiuns. Então, portanto, duas lives diárias, cinco dias da semana, 10 programas exclusivamente em torno da obra de Kardec. O Kardec Tube optou por tentar ao máximo ser fiel a Kardec e só crescer na condição de se manter fiel a Kardec. Muitos canais que usam o nome de Kardecirismo estão crescendo, mas muito se vendendo, né, fazendo tudo. Sendo fiéis a Kardec. Então são 10 programas semanais. Começa hoje o estudo Evangelho Segundo Espiritismo. Ajudem a compartilhar e a convidar as pessoas para todos esses estudos, a compartilhar o Kardecube. Quem está aqui assistindo, seja ao vivo ou depois, curta o vídeo e se inscreva no canal. É importantíssimo isso. E também aqueles que puderem, quiserem, assinem o Kardec Tupar manter os nossos custos e também a crescer cada vez mais. Você assina se tornando membro. Vá aqui no canal, no canal e seja membro e se torne membro. Assim você ajuda o canal e tem acesso ao estudo de sexta-feira às 20 horas. O estudo completo do livro dos médiuns.
sina se tornando membro. Vá aqui no canal, no canal e seja membro e se torne membro. Assim você ajuda o canal e tem acesso ao estudo de sexta-feira às 20 horas. O estudo completo do livro dos médiuns. Você pode assistir ao vivo ou gravado, inclusive aqueles que já passaram. E os demais estudos são todos abertos, como não poderia deixar de se de ser. Além, ah, inclusive antes de eu falar isso, além dos 10 programas semanais, nós temos todos os dias uma postagem de um texto de Kardec, um recorte do Cosmass e um recorte dos meus vídeos antigos. Então, são ao todo aí eh muita programação em torno de Kardec diariamente de segunda a sexta. Como não poderia ser diferente, mas esse projeto eu conto com o meu amigo, meu irmão de todas as lutas aí, o meu amigo Lauro Rodrigue do canal Estudar Kardec para me acompanhar nessa nova empreitada aí. Então, mais uma vez agradeço ao Lauro e todos aqui que estão sempre aqui e aqueles que estão chegando e seja bem-vindo, Lauro, para mais um projeto aí em torno de Kardec. >> Obrigado, Michel. Boa tarde. Obrigado pelo convite, né? um convite hiper especial. Boa tarde a galera do chat, a você que está nos assistindo. Participem a a assim, participem do estudo. É um estudo eh eh como eu disse mais que especial, porque eh talvez ouso dizer aqui com certeza que vai ser um dos estudos mais aprofundados que vocês vão encontrar aqui nas redes, eh, a na nas vias da internet aqui no YouTube, né? O horário é um horário bom, ficará gravado, como o Michel bem mencionou. E essa data, 12 de outubro, Michel, pessoal, é uma data muito marcante para mim, né? acontecimentos muito bons na minha vida e em especial hoje esse que é inaugurar o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo e logo após às 20 horas o retorno do nosso estudo da obra que é o Espiritismo. Então, só tenho agradecer aí, Michel, pelo convite e o apoio de todos, pedindo sempre aí o apoio também dos bons espíritos para que nós possamos conseguir concluir tudo isso aí que o Mão falou, que é um trabalho árduo e a
ecer aí, Michel, pelo convite e o apoio de todos, pedindo sempre aí o apoio também dos bons espíritos para que nós possamos conseguir concluir tudo isso aí que o Mão falou, que é um trabalho árduo e a gente precisa muito, muito, muito, muito que vocês nos apoiem, pessoal. Então, que tenhamos aí um bom estudo, Michel. É, é muito importante conscientizar as pessoas de do quanto é difícil e trabalhoso manter tudo que a gente vem fazendo, né? As pessoas às vezes, por a gente não expor os bastidores, as pessoas não imaginam o trabalho e as dificuldades, né, que a gente tem que vencer para conseguir colocar tudo isso no ar. Então, por isso a gente conta aí com a ajuda de vocês, seja para assistir, para compartilhar, para curtir, para se inscrever e aqueles que puderem para assinar. É muito importante, né? Bom, já temos aqui nossos amigos de sempre também, o Luciano que é é assinante do canal, temos aqui o Flávio, o Ne também assinante, o Herbert, o nosso José Ozelão, também assinante. Temos aqui a Renata Dominguez, seja bem-vinda. Pessoal que tá vindo aí pela primeira vez, por favor, curtam e se inscrevam no canal. E se gostarem do nosso conteúdo e quiserem assinar o canal e participar dos estudos de sexta do livro dos médiuns, assinem aí, se tornem membro. Basta aí seja membro. E aqui na descrição do canal tem um link para ser membro também, se a pessoa não conseguir achar. Aqui a Luciana, seja bem-vinda. A Enriete também, nossa amiga de sempre, assinante. Boa tarde a todos. Então, eh, esse projeto ele tem, todos eles são especiais, mas esse ele tem um uma dinâmica um pouco mais especial por duas razões. Primeiro porque se trata da obra em que quando Kardec fez, ele fez ela num momento muito especial, é quando a doutrina chegava no auge da sua maturidade. é o grande momento, né, desse reencontro entre Kardec, o espírito de verdade, né, Kardec Jesus. E também é justamente o livro que vai tratar da moral espírita, que é o grande objetivo do espiritismo, promover o progresso da moral.
reencontro entre Kardec, o espírito de verdade, né, Kardec Jesus. E também é justamente o livro que vai tratar da moral espírita, que é o grande objetivo do espiritismo, promover o progresso da moral. Em segundo lugar, em segundo lugar é especial esse estudo que as pessoas, muitas pessoas pediam pro Kardec Tube já há muito tempo, né? diziam, "Por favor, a gente quer ver você falando do evangelho, da moral, a gente quer ver". E eu já senti essa necessidade e finalmente chegou o momento, né? A gente conseguiu se organizar para isso. E a gente vai ter uma dinâmica muito especial, porque esse não é uma vez por semana, esse é diário, né? Então, a gente vai ter mais tranquilidade ainda para poder olhar com calma. Quem nos acompanha já sabe que estudar conosco também é um exercício de paciência, porque a gente não tem absolutamente pressa. A gente vê tudo, procura ver tudo no máximo do detalhe possível, que é um diferencial, né? Aí dos nossos trabalhos a gente tenta esmiuçar o máximo para entregar para vocês o máximo que a gente consegue tirar dos textos. E sendo diário, a gente vai poder ter mais calma ainda, né? Por isso que hoje eu escolhi e conversei com o Lauro para tratar com vocês sobre os bastidores dessa obra. Antes da gente entrar propriamente no no estudo da obra que a gente vai fazer, eh, a gente vai ver a o riquíssimo bastidor que essa obra passou até ela ficar pronta. A gente às vezes não tem noção e isso faz toda a diferença saber como ela foi feita e o trabalho riquíssimo que Kardec teve para fazer. As obras de Kardec não são obras psicografadas que ele simplesmente serve como médium e depois publica. As obras de Kardec são trabalho dele, de autoria e mérito dele e de uma profundidade, de uma riqueza e de um trabalho monumental. Só para vocês terem ideia, vocês vão perceber aqui o no nosso estudo de hoje que levou em torno de 4 anos para essa obra ficar pronta. Enquanto o movimento espírita aí muitas vezes lança 10 obras por ano, Kardec para escrever uma, ele levou 4 anos.
ui o no nosso estudo de hoje que levou em torno de 4 anos para essa obra ficar pronta. Enquanto o movimento espírita aí muitas vezes lança 10 obras por ano, Kardec para escrever uma, ele levou 4 anos. Tamanha era a riqueza e a profundidade dessa obra, né? Então, a gente vai ver um pouco disso, um pouco desse histórico. Vocês sabem que a gente sempre procura aí no no quanto possível no nossos estudos a também mostrar um pouco da história da obra, já que hoje também a gente tem mais acesso a essa história que até bom tempo a gente há um bom tempo a gente não tinha, né? Então hoje como a gente tem acesso a isso, a gente pode esmiçar. Eu vou colocar aqui na na tela pra gente começar a ver um pequeno material. E aí já ou vocês estão vendo aí, não é à toa que a gente colocaria como capa desse projeto o próprio Jesus e Kardec juntos, né? Já que vocês, a maioria de vocês sabem, o guia espiritual de Allan Kardec era o próprio Jesus, né? É uma impressionante a o vínculo que esses dois espíritos tinham. Não é à toa que Kardec foi o grande espírito responsável por trazer justamente o espiritismo, construir todo ele e trazer de volta essa essência do ensino do Cristo através do consolador prometido, que é o Jesus, né? Então, a partir do momento que ele vai escrever Evangelho Segundo Espiritismo, é esse ninguém, não existe o espírito mais preparado para explicar para nós os textos do Evangelho do que Allan Kardec. Nós vamos ter em Kardecito e a melhor teoria pra gente poder entender. Então isso faz todo sentido. Mas vamos agora então entender a cronologia das coisas. Bom, como vocês sabem, em abril de 1857, Kardec lança a primeira obra, O Livro dos Espíritos, a primeira edição. E em 1860 ele lança a segunda edição do livro dos espíritos definitiva. Portanto, a gente tem 3 anos para a elaboração da primeira obra, o livro dos espíritos. 3 anos. Então, de 57 a 60, ele se concentra em fazer o que ele vai chamar de parte filosófica da doutrina, né? Onde ele vai através da ciência espírita construir
primeira obra, o livro dos espíritos. 3 anos. Então, de 57 a 60, ele se concentra em fazer o que ele vai chamar de parte filosófica da doutrina, né? Onde ele vai através da ciência espírita construir toda a filosofia espírita e apresentar ela de uma em em todos os seus princípios no livro dos espíritos. O que ele vai fazer depois é desenvolver tudo que já está no livro dos espíritos no decorrer do resto da vida dele. Em 1860 a 62, ele se dedica a fazer a obra O Livro dos Médiuns, onde ele vai apresentar a parte experimental da doutrina. Então ele conclui aí também fazendo as edições até a edição definitiva do livro dos médiuns, que foi a segunda entre 60 e 62. Pois bem, quando ele vai fazer a o que que ele vai fazer de 62 em diante? A parte vai desenvolver a parte moral, a parte moral da doutrina. Ele começa já a partir de 62 a trabalhar nisso, né? Eh, como é que a gente vai descobrir tudo isso? Primeiramente, eu quero dar o crédito às pessoas, embora isso, os documentos que a gente tirou, essas referências eu vou dar aqui para vocês, mas em nome da justiça a gente tem que dar crédito a quem realizou esse trabalho. Primeiramente, né? Todo esse trabalho de pesquisa histórica, ela foi feita pelo Carlos S Bastos, pela Luciana Farias e pelo Adair Ribeiro. Então vocês eh pesquisem tanto no YouTube quanto nos sites, nas redes sociais, Carlos S Bastos, Luciana Faria e Adai Ribeiro. Consumam os os produtos, artigos, palestras deles. são grandes pesquisadores. O Carlos 7 tem vários livros, é o criador da página no Facebookai do Espiritismo. Pesquisem lá também e vejam, hoje a gente tem eh nesses nessas três pessoas os maiores historiadores aí da OP de Kardec, né? Claro que há dois pontos que eu quero deixar aqui muito claro. Eh, eles são o que a gente tem de melhor para você saber sobre a história do espiritismo. Não significa que todas as interpretações que eles possam fazer ou opinar sobre as pesquisas necessariamente a gente concorda, mas eles são o que tem de melhor, são
er sobre a história do espiritismo. Não significa que todas as interpretações que eles possam fazer ou opinar sobre as pesquisas necessariamente a gente concorda, mas eles são o que tem de melhor, são pessoas muito sérias, né? Isso tem que ficar registrado também. O segundo ponto que eu quero deixar registrado é que eh é fundamental eh a gente tem que apoiar, tem que seguir, tem que consumir, tem que dar os créditos e tem que parabenizar e ser grato eternamente por todo o trabalho que eles fazem. Embora muitas vezes eu reconheça, e essa é uma opinião minha, que às vezes também há uma supervalorização eh eh na descoberta histórica, eh às vezes que passa do ponto, muitas vezes é colocado como se as descobertas históricas também fizessem uma diferença crucial para aquilo que Kardec já havia deixado em suas obras. E às vezes não é, às vezes é um certo exagero também. É importante também colocar isso para ser justo e sincero nas nossas análises, mas é o que a gente tem de melhor. A gente tem que ser grato, tem que dar o crédito que eles fizeram essa pesquisa. Dito isso, e já vou falar um pouquinho aqui, já passo pro Lauro também, mas eh em janeiro de 62, então, eh Kardec lança uma pequena obra chamada O Espiritismo, em sua mais simples expressão, onde era um resumo do resumo do resumo da doutrina. ele resolve, ele vai dizer isso, que ele quer criar uma obra que seja curta, barata e tão simples a ponto de ser a obra de entrada para quem quisesse conhecer minimamente a doutrina. Ele cria três obras durante a sua vida para introdução ao estudo. Ah, ele cria essa obra, O Espiritismo, uma simples expressão. Depois ele cria o resumo da lei dos fenômenos espíritas e o que é o Espiritismo. São três livros pequenos e curtos para a introdução. Desses três livros, nós já estudamos aqui no Kardec Tube três del dois deles de maneira completa. A gente tem estudo completo aqui na playlist. A gente já estudou toda essa obra. O espiritismo. Isso é uma mais simples expressão. Então você pode conferir os vídeos aí que eles
s de maneira completa. A gente tem estudo completo aqui na playlist. A gente já estudou toda essa obra. O espiritismo. Isso é uma mais simples expressão. Então você pode conferir os vídeos aí que eles estão disponíveis gravados. Basta escrever aí Kardec Tube Espiritismo são mais simples expressão ou ir na playlist. Já estudamos toda a obra Resumo da Lei dos Fenômenos Espíritas e estamos estudando agora toda a quarta que é o espiritismo. Então a gente tem aqui em parceria aí com o Lauro e com o José o estudo dessas três obras que ele criou introdutórias. Então, em 62, ele criou essa do espiritismo, mais simples expressão. E tem uma curiosidade, quando Kardec publicava uma obra, dentro dessa obra ele fazia anúncios, propagandas das suas obras, das demais obras que ele tinha escrito e também fazia propaganda de obras que viriam. Então, as obras, ela ele apresentava as obras. Se você pegar as obras originais em francês, junto tem a propaganda das demais obras que ele já tinha escrito e muitas vezes daquela que ele pretendia lançar. Infelizmente, e esse, infelizmente, eu digo em letras garrafais, os nossos tradutores não traduziram essa toda a obra. Eles traduziram só a obra em si, mas esses detalhes de propaganda e e tudo mais que Kardec colocava junto com a obra, eles não traduziram. Então, se você pega as obras em português, você não tem essa riqueza aí das propagandas. Só que isso é um erro, porque os tradutores teriam que traduzir tudo, porque do ponto de vista da história e da pesquisa, você tem que ter tudo. E anos depois, tomando conhecimento das obras originais, a gente vai ver como fez falta a tradução dessas propagandas, porque elas também contam doutrina e de Kardec. Pois vejam bem, num desses na propaganda que Kardec colocou nessa edição de janeiro de 62 da obra O Espiritismo e sua mais simples expressão, ele anunciou uma obra em janeiro de 62. Ele anuncia uma obra que viria a aparecer e ele dá um nome para essa obra. lá no na contracapa da do original em
bra O Espiritismo e sua mais simples expressão, ele anunciou uma obra em janeiro de 62. Ele anuncia uma obra que viria a aparecer e ele dá um nome para essa obra. lá no na contracapa da do original em francês do espiritismo São Marcin Expressão, ele anuncia que viria uma obra chamada As Vozes do Céu. Então, Kardecuncia que vai lançar uma obra As vozes do céu lá em janeiro de 62 e ainda diz assim que essa obra trataria da moral segundo o espiritismo. Então, vejam que em janeiro de 62 ele já pensava em escrever a obra sobre a moral e ela iria se chamar As vozes do céu. Aí, se você continuar acompanhando esses anúncios das demais obras que os brasileiros não traduziram, e olha a importância delas, se você pegar em setembro de 62 a terceira edição do que é o espiritismo, porque o que é o espiritismo foi lançado em em 59, em 62 já estava na sua terceira edição. Se você pegar o anúncio que está na terceira edição do que é o espiritismo, a obra original, ele anuncia de novo uma obra que trataria sobre a moral, só que dessa vez ele muda o nome. Meses depois ele mudou. Ele diz que a obra se chamaria As vozes do mundo invisível. E em setembro de 63, um ano depois, olha no trabalho de Kardec, Kardec decide fazer um retiro, se isolar. Ele vai ir para o norte, ele vai ir paraa região norte da França, numa comuna, numa espécie de vila que tinha praia que se chamava, que se chama Santa Dr. E Kardecja para lá. E a gente ficou sabendo isso pelas cartas de Kardec. e também pelas informações que depois apareceu em obras póstumas dos documentos que foram publicados quase 20 anos depois da morte de Kardec. Ele foi para essa praia, primeiramente ele foi com a Ameli Budê, sua esposa. Depois ela volta para Paris e fica cuidando do do escritório de Kardec, das obras espíritas, e ele fica isolado. Então ele aluga uma casinha eh na beira da praia e lá ele vai se retirar para escrever essa nova obra dele, que ele vai mostrar que ele precisava e os espíritos vão mostrar para ele que ele precisava
Então ele aluga uma casinha eh na beira da praia e lá ele vai se retirar para escrever essa nova obra dele, que ele vai mostrar que ele precisava e os espíritos vão mostrar para ele que ele precisava primeiro por uma questão de saúde. Kardecente, né? Ele ele vivia doente e depois por uma questão de recolhimento e concentração para escrever essa obra tão importante. Então, Kardec vai escrever essa obra retirado na praia em Santo André, em que lá tinha duas amigas espíritas, a conhecidíssima Vilva Fulon, que vai aparecer na revista espírita, que é um, depois a gente fica sabendo que era um espírito superior, era amiguíssima de Kardec e mais depois a gente vai ver uma outra, uma médium. Kardec fica lá e a gente vai ver essas cartas, algumas curiosidades dele narrando a estadia dele lá nesse período em que ele estava escrevendo o Evangelho Segundo Espiritismo. A gente vai ver que ele vai trocar cartas com a Melibud informando como é que ele está, o que que ele tá fazendo. Ela também vai responder, mas ela ele também vai pedir paraa Meli para que ela mande comunicações dos espíritos para ele. Os médiuns lá de Paris recebiam os espíritos, mensagens e mandavam, entregavam para Melia. Ela mandava ver a carta para Kardec lá em Santand. E a gente vai ver também a alguns lugares que ele esteve aí durante a viagem. E um e uma curiosidade que o o famoso pintor Monetê esteve também nesse local alguns anos depois e pintou um quadro dessa praia. Então ele pintou o mesma a mesma visão que Kardecu. A gente vai ver esse quadro que são coisas interessantes, a gente já vai ver daqui a pouco. Então é muito importante as pessoas saberem que foi descoberto aí agora recentemente milhares de cartas de Kardec. Essas cartas estão sendo compradas, analisadas, eh escaneadas, digitalizadas, colocadas na internet e traduzidas pela equipe da Universidade Federal do Juiz de Fora. Então, para vocês terem acesso a todo esse arsenal de cartas íntimas de Kardec, que é da onde a gente vai tirar essas informações, vocês vão, basta
pela equipe da Universidade Federal do Juiz de Fora. Então, para vocês terem acesso a todo esse arsenal de cartas íntimas de Kardec, que é da onde a gente vai tirar essas informações, vocês vão, basta vocês colocarem na no Google Cartas de Kardec, eu até posso fazer aqui e mostrar para vocês. Eu vou colocar aqui a tela, Lauro, só para mostrar pro pessoal como é que entra no site. Deixa eu OK. Deixa eu tirar aqui. Aqui, ó. Se você col, deixa eu ampliar a agora tá bom. Se você colocar no Google Cartas de Kardec, já aparece ali, ó. Projeto Allan Kardec. Deixa eu clicar mais. Acho que agora tá bom. Aí você clica. Aqui, tá o site, ó. que tá o site. Se você for ali no ladinho, tá escrito assim, eh, ano do documento, você clica ali. Aqui, ó, você, cada númerozinho desse é uma carta de Kardecaram e já traduziram. Olha assim, olha de coisa que tem já disponível para você ler. É daqui que a gente vai tirar o texto que nós vamos mostrar daqui a pouco. Essas cartas que Kardec trocou no período da em que ele estava na em Santo André, a gente tirou daqui. Então fica aqui também os créditos para esse trabalho importantíssimo pra história do Espiritismo de Kardec, né? Então, seguindo, daqui a pouco a gente já vai pular lá para ver o essa essa estadia dele lá em Santo André, mas eu só quero terminar a cronologia até chegar na edição definitiva da do Evangelho. Em torno de 63 ainda, 64, portanto ele já estava de volta em Paris. Se você pegar de novo a sexta edição do livro dos médiuns e a 11ª edição do livro dos espíritos, ele continua anunciando nas propagandas a chamada obra que trataria as vozes do mundo invisível. Ele segue chamando de vozes do mundo invisível ainda em 64, iniciozinho de 64. Aí quando chega em março, abril de 64, ele anuncia na revista. Se você pegar lá março de 64, ele vai anunciar na revista espírita a obra Imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. Então ele chamou primeiro de vozes do céu, depois ele chamou de vozes do mundo invisível, ficou um bom tempo divulgando
i anunciar na revista espírita a obra Imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. Então ele chamou primeiro de vozes do céu, depois ele chamou de vozes do mundo invisível, ficou um bom tempo divulgando que seria esse o nome. E aí quando ele lança em março de 64, ele lança com o terceiro nome, Imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. E ele ainda diz lá na revista, isso que eu coloquei entre parênteses, eh, plano primitivo foi radicalmente mudado. Agora, com esse passado que eu mostrei aqui, você entende porque ele e houve duas modificações, basicamente. A primeira modificação é o nome. Vocês viram que ele mudou três vezes de nome. E a segunda modificação, e essa é a mais importante, é que no início ele iria falar apenas da moral espírita. Mas ele não ia tratar do dos trechos dos evangelhos falando de Jesus. Ele ia falar só da moral, sem citar Jesus e os seus ensinamentos do evangelho. E ele muda nesses dois anos que ele ficou trabalhando na obra, ele decide falar da moral espírita fazendo uma conexão e uma interpretação dos evangelhos de Jesus Cristo. Então foi um plano realmente que durante 2 anos mudou r ele levou 2 anos para mudar e e entregar a obra e entregou com esse nome Imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo. Essa esse termo imitação para que a gente entenda, ele tem o significado de prática. Então, imitação aqui depois a gente vai ver quando a gente entrar na obra, embora já se sabia no contexto intelectual da época, isso já se sabia, mas depois a gente vai ver, eu vou mostrar para vocês quando a gente entrar lá na na introdução da obra, ele vai mostrar imitação aqui é sinônimo de prática, tá? Então é prática do evangelho segundo o Espiritismo, ou seja, é uma obra que vai ensinar você a praticar os ensinamentos morais. do Cristo. Então é nesse sentido a palavra imitação. Bom, eu vou parar um pouquinho de falar, Laura. Eu vou passar para ti, se tu quer fazer perguntas, colocações, o que tu quiser, fica à vontade aí sobre tudo que foi dito até agora. Michel, eu queria, bom, só fazer um
r um pouquinho de falar, Laura. Eu vou passar para ti, se tu quer fazer perguntas, colocações, o que tu quiser, fica à vontade aí sobre tudo que foi dito até agora. Michel, eu queria, bom, só fazer um comentário por enquanto, eh, de algo que eu julgo importante, que é relacionado ao site, né, a a as cartas de Kardec, o projeto Alan Kardec, que é a garantia que esses documentos agora, né, t de existência, porque esses documentos poderiam desaparecer, ter desaparecido e nunca saberíamos de tudo isso. hoje digitalizando e colocando isso na rede, né, na internet. Então eu acredito que está assegurado a a permanência desses documentos, ou seja, qualquer pessoa que se interesse por por Kardec, pelo espiritismo, já tem esses documentos aí, né, eh, disponíveis a qualquer momento. Quem tem internet, né, e pode baixar até baixar esses esses manuscritos e essas informações. Veja, Michael, eu não sabia dessas informações que eu ainda confesso para você que alguma coisa desses manuscritos que estão lá na na no projeto Allan Kardec, alguma coisa eu achei, mas eu confesso que nem li tanto, né? São informações que a princípio pessoa fala: "Ah, mas o que que tem isso de peso? Tem muito peso". E você disse bem aí que é o trabalho de Kardec, o esforço desse homem que eh realmente é um equívoco muito grande quando atribuímos a ele o nome de quantificador, né? E a gente tem aqui agora um panorama do trabalho do esforço que esse homem Allan Kardec teve para o desenvolvimento de suas obras, né, do espiritismo de modo geral. Então, esse é um comentário que eu queria fazer por enquanto. Tá, tá tranquilo. É muito, muito bem lembrado. Primeiro que essas pessoas que a gente citou e várias outras que a gente não citou salvaram os documentos importantíssimos paraa história de Kardec, né? e que fique gravado paraa eternidade. Não foram os líderes do movimento espírita que em nenhum momento se preocuparam com isso. Foram pessoas na periferia, aleias ao movimento espírita tradicional, da mesma forma que o Cosm
aa eternidade. Não foram os líderes do movimento espírita que em nenhum momento se preocuparam com isso. Foram pessoas na periferia, aleias ao movimento espírita tradicional, da mesma forma que o Cosm com Kardec Pédia disponibilizou toda a obra de Kardec para o mundo. esses historiadores também com esses documentos, né? Esses documentos eles vieram tanto de um porão da França lá que estava num baú e também de outras entidades que possuíam documentos e não tinham sido revelados ainda. É uma junção de lugares da onde vem o Adair Ribeiro, que é uma pessoa que a gente deve toda a gratidão ao que o Adair fez por todos nós, porque o Adair tirou do próprio bolso para comprar essas cartas que não são baratas, trazer da França. Então, visitem também o museu AOL, da qual ele é o responsável. Deixa eu ver se aparece aqui museu ACOL, que é o Allan Kardecine, né? Deixa eu colocar aqui o site que lá também tem as as cartas, os manuscritos de Kardec, né? Então visitem lá qual é a a K, né? de Allan Kardec ou L, porque a gente deve muito aí, graças a essa documentação salva e aí digitalizada. O segundo ponto, muito bem que tu lembrou, é as pessoas entenderem, conhecendo a história dos bastidores, por que é um erro chamar Kardecador. Isso vai ficar mais claro ainda aqui no decorrer da nossa fala, porque ele é o autor, a última palavra era dele. Ele tem o mérito de tudo, né? Ele foi auxiliado pelos espíritos, mas o trabalho foi dele, né? E é muito interessante a gente ver esses bastidores que a gente não sabia antes, que vai vendo justamente o trabalho dele. E e o interessante aqui, se você vê eh a gente vai ver daqui a pouco quando ele anunciar a edição definitiva, como ele tinha esse trabalho. Todas as obras de Kardeceram alterações. A única que não teve alteração, segundo esses historiadores, foi a viagem espírita de 62. O resto, todas, ele ele modificou, ele ampliou, porque ele trabalhava, ele lapidava as obras, né? Mas então aí ele lança em abril aí de 64 a primeira edição do Evangelho que
i a viagem espírita de 62. O resto, todas, ele ele modificou, ele ampliou, porque ele trabalhava, ele lapidava as obras, né? Mas então aí ele lança em abril aí de 64 a primeira edição do Evangelho que chamado imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. Só que muitos espíritas e principalmente o editor das obras de Kardec, o senhor Didier, eles vão reclamar para Kardec do título da obra. Porque ele ele vai dizer que as obras lembram muito algumas obras famosas na época que eram obras católicas e eles começam a dizer sugerir paraa Kardec que mude o nome. Então a gente vai ver que em 5 de março de 1865, então nossa, a gente já tem um ano na primeira edição, começa essa, como tava sendo preparada a segunda edição, começou essa, esse murmúrio aí para trocar o nome da obra. E Kardec vai levar isso para as evocações. Ele vai evocar o Dr. Demer, esse grande espírito que cuidava dele. E depois a gente vai ver que ele vai invocar o próprio Cristo. Ele vai invocar o espírito de verdade para tratar do nome da obra, justamente levando essa questão que é o que a gente vai ver agora. Acho que é o próximo, né? Aqui eu tentei colocar o máximo possível a letra. Acho que vai dar para ver pelo tamanho. Deixa eu ver se eu mudar aqui se fica melhor. Ã, de repente não, não fica. Vamos deixar assim mesmo que eu vou lendo, o pessoal vai me Mas então, o que que a gente vai ver agora? Um, ah, nesses manuscritos que eu falei, nessas cartas que foram descobertas, estão sendo traduzidas, a gente vai ver uma delas que é de 5 de março de 65. Eu não peguei a carta inteira, só vou pegar esse trecho do qual tô me referindo. Vocês vão ver o que que Kardec vai falar na invocação para o Dr. o Dr. Demir. Eh, diz então, Kardec, meu editor, o senhor Didi, insiste fortemente para que eu mude o título da imitação do Evangelho. Ele afirma que a palavra imitação tem algo de muito místico e lembra por demais as obras católicas da imitação de Jesus Cristo, da imitação da Virgem e outras. Então essa era a reclamação do
vangelho. Ele afirma que a palavra imitação tem algo de muito místico e lembra por demais as obras católicas da imitação de Jesus Cristo, da imitação da Virgem e outras. Então essa era a reclamação do editor de Kardec, né, que isso prejudicaria a venda para o público a lei ao espiritismo. Então essa é a reclamação do editor. Editor pensa como editor, né? ele tá preocupado na venda e corretamente. E ele pensava que esse nome ela ela ela iria prejudicar a venda da obra porque ela estaria muito vinculada a outras obras que não eram espíritas. E aí ele pede para Kardec, inclusive ele diz que a obra lembra muito, a palavra eh imitação traria uma ideia muito mística, ela não é tão eh eh direta assim, né? Então ele pede para trocar e Kardec tá levando essa questão pros espíritos, né? Aí segue Kardec. Por outro lado, outras pessoas consideram esse título excelente e me pede para mantê-lo. Olha como tinha opiniões dos dois tipos. A questão é importante porque diz respeito ao sucesso da obra. E é sobre esse ponto que gostaria de uma opinião. Olha só, então Kardec preocupado com o sucesso da obra, ele submete então essa dúvida aos espíritos. E a gente vai ver o Dr. Mer eh respondendo primeiro. Ele diz: "Olha o que que diz o espírito: "Meu constrangimento é tão grande quanto o seu. Vejo que você gostaria de poupar os devotos, mas bá! Eles virão a seu tempo para se unir à fé do Espiritismo. Não é preciso se se preocupar muito com eles. O título da sua obra dá certamente uma certa marca de misticismo que muitas pessoas temem encontrar. Não seria melhor chamá-lo estudo moral do evangelho do ponto de vista do espiritismo, mas para as outras obras, né, que você tem que publicar estudos filosóficos e religiosos sobre este ou aquele assunto sempre do mesmo ponto de vista. Esses são apenas conselhos amigáveis. Aceite-os como tal. Então o o o Dr. Demel, ele dá a sugestão de se chamar estudo moral do evangelho do ponto de vista do Espiritismo, porque como a gente vai ver daqui a pouco, havia um projeto de Kardec
ite-os como tal. Então o o o Dr. Demel, ele dá a sugestão de se chamar estudo moral do evangelho do ponto de vista do Espiritismo, porque como a gente vai ver daqui a pouco, havia um projeto de Kardec para lançar várias obras segundo o Espiritismo, como ele fez depois. É tal obra segundo o espiritismo. Tal obra segundo o espiritismo. Sempre algum assunto segundo o espiritismo. Ele tinha esse projeto e algumas não deu tempo, como a gente vai ver. E aí, Kardec vê que o espírito Dr. Nemer não tá não tá dando a resposta que ele quer, ainda não tá tirando a dúvida dele. E aí ele vai insistir. Ele diz assim: "Meu caro Demer, você se equivoca ao crer que eu desejo poupar os devotos. Insisto na propagação da obra, no interesse da doutrina. Então, Kardec não tava preocupado com com em em poupar os devotos, né? Ele tá preocupado é com a doutrina, com a obra. O que quero saber é se esse título pode realmente prejudicar e ter um conselho categórico sobre a mudança a ser feita. Sua opinião não tem nada que seja capaz de fixar minhas ideias. Então, olha só, Kardec não tá preocupado muito com a reação das pessoas, ele tá preocupado com o sucesso da obra. Isso ele deixa muito claro. E ele tá pedindo, e ele tá pedindo para que o Dr. Dem seja categórico, porque ele não foi muito direto se troca ou se não troca, ele não tá muito claro e Kardec quer algo direto. Isso é muito importante, não é o nosso tema aqui, mas é pra gente ver como é que se deve comunicar com os espíritos, mesmo superiores, né? Vejam que ele tá exigindo algo muito claro. Às vezes a gente acha que não pode questionar e nem exigir coisas, mas a gente deve em nome da seriedade, né? Mas isso é assunto para outra hora. Mas veja um exemplo aqui. E aí a resposta do Dr. Dem, né? Parece-me difícil uma mudança no momento. Olha como ele tá indeciso. Se fossem feitas algumas modificações na obra ou se fosse acrescentado acrescentados alguns estudos, seria um pretexto que salvaria tudo. Pois pensando bem, embora eu considere a
como ele tá indeciso. Se fossem feitas algumas modificações na obra ou se fosse acrescentado acrescentados alguns estudos, seria um pretexto que salvaria tudo. Pois pensando bem, embora eu considere a mudança útil, temo que seja no oportuna. Olha só, ele ele tá muito indeciso. Ele acha que seria útil, mas ao mesmo tempo ele acha que não deve mexer. Aí vocês vão ver agora. Bom, olha, aprendam com Kardec. Kardec vê que Dr. Demo não vai ajudar, ele não sabe o que opinar, tá, ele tá indeciso. Então, Kardec agora diz assim: "Então, agora eu vou, eu preciso trocar de espírito, né?" Ó que Kardec diz: "Não estou avançando nesse assunto. Vou, se me permitir, dirigir-me diretamente ao espírito de verdade, que em geral é sempre categórico em suas respostas." Olha que interessante, Dr. Meu erro não foi direto. Ele tava indeciso, assim como Kardec. Kardec, digo, então eu vou direto pro para Jesus, pro espírito de verdade, para porque ele sim é direto e categórico e ele precisava de uma resposta. Sim. Isso aqui é uma aula de como é que se evoca, que se conversa com os espíritos, né? Mas não é propriamente nosso tema. Aí o Dr. Demé, como não é um espírito imperfeito, não é um pseudo sábio, ele é um espírito superior, ele vai dizer: "Meu amigo Chameio, ele tem mais experiência do que eu. Ele o guia em seus trabalhos há muito tempo. Se é um espírito orgulhoso aqui, a ia reclamar, tentar desviar Kardec, né? Ele não vai chama ele porque ele tem mais competência que eu. Olha a humildade, né? E aí Kardec vai pro chefão, né? pro chefe maior. Aí pergunta: "Apelo ao espírito de verdade". Resposta: agora é o próprio Jesus respondendo, né? Também estou aqui. Ouvi as perguntas e as respostas que nosso excelente amigo Demor deu. Serei explícito. Ó a diferença. Ele vai ser direto, né? Ele é, porém, franco e amigo da verdade, mas não ousou se pronunciar. Veja, ele não se achava digno de decidir isso, Dr. Dam. Então, a questão ficou pros mais evoluídos, ficou para Kardec e para espírito de verdade, né? Aí o
migo da verdade, mas não ousou se pronunciar. Veja, ele não se achava digno de decidir isso, Dr. Dam. Então, a questão ficou pros mais evoluídos, ficou para Kardec e para espírito de verdade, né? Aí o espírito de verdade é direto. É preciso alterar o título da sua última obra direto. É preciso alterar. Esse foi o conselho do espírito de verdade, do guia de Kardec, do próprio Cristo. E aí vem um ponto aqui que eu quero chamar atenção, que inclusive eu quero ver se consigo entrar em contato com com os historiadores que eu citei. Os historiadores dizem que então o espírito de verdade sugeriu o nome A moral do Evangelho Segundo o Espiritismo. Só que pelo que a gente lê na carta, não fica muito claro que foi ele que sugeriu, que aqui dá a entender no próximo parágrafo que é Kardec falando. Mas de qualquer maneira, o que que diz a carta? A carta diz assim: daí tá entre entre colchetes ali, né? Iegível, porque as cartas são muito difíceis, vocês t que ver a letra de Kardec não é fácil. Categórico, provavelmente ele disse algo categórico, né? Por isso que eu digo que é, pode ser que seja Kardec falando, mas ó o que diz agora. Ao instituí-la, por exemplo, a moral do Evangelho Segundo Espiritismo, aqui é uma nova ideia. Vejam que é a quarta ideia de nome, né? as vozes do céu, a voz, as vozes do mundo invisível, a imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo. Teve a ideia do Dr. Demerra, a moral, a moral, eh, o estudo da moral do ponto de vista do Espiritismo e agora aqui um novo nome, a moral do Evangelho Segundo o Espiritismo. Olha quantos nomes, né? Ela se enquadrará melhor com o que está por vir e que terá como título Os milagres e as perdições do Evangelho Segundo o Espiritismo, será mais bem compreendido em sequência. A série de trabalhos doutrinários também será composta do seguinte modo. Para vocês entenderem o que que ele tá falando aqui, Kardec tinha o plano de escrever, como eu falei, várias obras tal assunto segundo o espiritismo. Então era a moral do Evangelho Segundo o Espiritismo.
a vocês entenderem o que que ele tá falando aqui, Kardec tinha o plano de escrever, como eu falei, várias obras tal assunto segundo o espiritismo. Então era a moral do Evangelho Segundo o Espiritismo. Depois aqui ele fala os milagres e as perdições segundo o espiritismo, que depois virou a Gênese e o milagre e as perdições segundo o Espiritismo. Então ele lançou, só que ele acrescentou a Gênese, ele não cita aqui, mas Kardec vai lançar o céu e inferno ou a justiça divina segundo o espiritismo. Então como ele tava para lançar essa série de livros segundo o espiritismo, ele dá a ideia da moral do evangelho segundo o espiritismo. Mas aqui não dá, não fica claro se quem teve essa ideia foi Kardec ou o espírito de verdade. Mas ele fala aqui, ó, o do plano que eles tinham, que Kardec não conseguiu fazer tudo, ó, para a parte científica, o livro dos speeds, o livro dos médiuns, o livro dos magnetizadores. Esse o livro dos magnetizadores não saiu. Quando Kardec morre, o Camil Famarion diz na no num discurso no túmulo de Kardec, no velório, que Kardec tava escrevendo esse dos magnetizadores, mas não saiu. Agora, ó, para a aplicação da doutrina, a gênese segundo Espiritismo, esse saiu junto com os milagres e as predições, né? A moral do Evangelho segundo o Espiritismo, é esse que eles iam fazer o novo nome que antes era imitação. O céu e inferno segundo espiritismos. Esse saiu e olha aqui, ó. A religião segundo o espiritismo não saiu. Kardec não teve, ele morreu antes. O estado social e o reinado de Deus segundo o espiritismo. Então a dos magnetizadores, a da religião e do estado social não saiu. A gente não sabe aí que que como é que seriam essas obras, né? A gente tem algumas pistas nas, mas não é assunto para agora, né? Pois bem, feita essa conversa, ainda em 65, Kardec considera lançar a segunda edição com um nome, a moral do Evangelho Segundo o Espiritismo. Como é que a gente sabe disso? Se você pegar a contracapa da sexta edição do que é o Espiritismo que saiu em 65, ele
ra lançar a segunda edição com um nome, a moral do Evangelho Segundo o Espiritismo. Como é que a gente sabe disso? Se você pegar a contracapa da sexta edição do que é o Espiritismo que saiu em 65, ele anuncia com esse nome que vai vir uma obra chamado uma nova edição da Imitação agora chamado A moral do Evangelho Segundo Espiritismo. Então ele ele realmente ia lançar com esse novo nome. Adivinhe em novembro de 65. Novembro de 65. Lembra que tudo isso começou lá em janeiro de 62. Ele lança, ele lança a segunda edição e olha o nome, o Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, de todas essas discussões, ele Kardec decide, vai ser o Evangelho Segundo o Espiritismo, que aí vai ser o nome que vai ficar, né? Só que curiosamente, se você pegar a segunda edição do Evangelho, a original, na capa nova, tá? O Evangelho Segundo Espiritismo, segunda edição. Dentro da obra, em cima do primeiro capítulo, continua escrito Imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, mudou só a capa e dentro lá na em cima do primeiro capítulo não mudou. Isso é uma outra curiosidade. Na aí em 66, finalmente em 66, então já tinha o céu e o inferno. Olha que interessante. Depois do céu e o inferno, Kardec Evangelho Segundo Espiritismo, que aí é a definitiva, que é essa que a gente estuda agora. Em 66 ele lança a terceira edição. E aí a terceira edição ele modifica ela muito. A primeira paraa segunda da segunda edição só mudou o nome. Na terceira manteve o nome, o segundo nome, o evangelho, né? Depois daquele monte de nome que seria. Só que aí ele muda a estrutura da obra, ele amplia a obra e revê toda ela. Se você pegar as duas primeiras edições, ela tem 25 capítulos. A última edição definitiva tem 28, que é a tradução que a gente tem agora. Então, vejam, em janeiro de 62 começou a ideia da obra e foi concluída em em no início de 66 com a terceira edição daí definitiva, nome evangelho segundo espiritismo e aí com 28 capítulos e aí não aparece mais nada referente à imitação do evangelho, que é a obra que a gente tá tem
nício de 66 com a terceira edição daí definitiva, nome evangelho segundo espiritismo e aí com 28 capítulos e aí não aparece mais nada referente à imitação do evangelho, que é a obra que a gente tá tem traduzido agora. Com Kardec em Vida teve ainda uma quarta edição, mas não mudou nada da terceira. Então essa é a história. Vejam que interessante tudo isso. E é para vocês entenderem então qual obra nós estamos, esse Evangelho Segundo o Espiritismo, que é a obra mais lida do movimento espírita junto com o nosso lar, essa obra de Kardec, o Evangelho Segundo Espiritismo, veja todo o processo que ela passou até chegar nessa edição definitiva em 66. Certo? Nós vamos ver agora três cartas daquele período que eu falei que Kardec tava lá isolado escrevendo a obra lá na praia em Santo Andrés. É isso que nós vamos ver agora. Mas antes, mais uma vez eu passo pro Lauro aí, se ele quiser tercer comentários, fica à vontade. Al, >> não, Michel, tá tranquilo, tranquilo. Eh, eh, como eu disse, são informações importantíssimas mesmo, mas sem comentários assim, não quero um um comentário. Eh, naquela comunicação, nas primeiras perguntas que foram dirigidas, Dr. Denisão, né, como Kardec ele se posiciona, ele não teve problema nenhum. e falar assim: "Olha, eu vou chamar outro aqui porque, né, esse passe não tá resolvendo". E aí, então a gente vê o CADEP se posicionando e e vê o Dr. Demor aí, né? Você lembrou bem lá que como não é um espírito orgulhoso, já é um espírito bom, ele não teve problema nenhum e falar assim: "Não, chama outro que sabe mais que eu, o espírito da verdade, né? É de verdade." Então a gente vê eh aí é preciso o quê? Ah, para para compreender isso, que a gente tenha em mãos, tenha em mente e em mãos a escala espírita para entender isso aqui, né? Porque você lembra lá, você não não é um espírito orgulhoso. Se fosse, não estaria na condição de espírito bom da escala espírita. Por isso Kardec, ele não tinha problema nenhum, né? E falar assim: "Olha, você não tá resolvendo o meu problema, né? Eu tô
ulhoso. Se fosse, não estaria na condição de espírito bom da escala espírita. Por isso Kardec, ele não tinha problema nenhum, né? E falar assim: "Olha, você não tá resolvendo o meu problema, né? Eu tô aqui ainda com o problema. Vou chamar outro que possa me resolver". Olha, eh como que se, se a gente conseguisse no nosso dia a dia agir dessa forma, o quanto que a gente, né, viveria e evitaria tantos problemas, né, como carec conseguiu resolver entre aspas, né, porque foi um processo, como a gente poôde ver, um processo que ele ele durou um tempo, essa indecisão, tudo isso, né, mas que se resolveu eh com a palavra do espírito de verdade, né, que ainda Kardec nem adotou bem a, né, a ideia da moral segundo o evangelho, né, a moral, eh, segundo o evangelho, não, a moral segundo, como seria a o título é >> a moral do evangelho segundo o espiritismo. >> A moral do evangelho. Isso. Então, veja que, né, nem assim ainda com o espírito de verdade, dando essa, Kadec ainda não adotou a ideia. Então, veja que realmente ele se posicionava sem problema nenhum, Michel. É, é uma maneira muito muito diferente do que acontece hoje em dia, que as pessoas acham que tem que ser passivas, né, e ser mandadas pelos espíritos. E e você vê que e e que chamam ele, né, de codificador, como se ele simplesmente tiveram os espíritos, ordenaram coisas, ele só juntou e publicou negativo. Vejam que ele tá primeiro que a a preocupação dele é o resultado das coisas. Ele quer respostas, ele quer resultados, ele quer coisas lógicas e verdadeiras e e ele quer bons motivos para cada ideia, né? Não é simplesmente ai, imagina se fosse hoje, não. Jesus veio e disse: "Não, então temos que para ele não." E ele tinha todo toda a liberdade de escolher e tanto que ele fez do jeito dele, né? Até eu na palestra que a Luciana Farias, ela fala, ela fala sobre isso, ela dá a opinião dela dizendo que, infelizmente Kardec não ouviu os espíritos. Eu discordo dela. Discordo. Eh, o jeito dele foi o melhor. Sim. O jeito dele foi o melhor, porque as
ela fala sobre isso, ela dá a opinião dela dizendo que, infelizmente Kardec não ouviu os espíritos. Eu discordo dela. Discordo. Eh, o jeito dele foi o melhor. Sim. O jeito dele foi o melhor, porque as pessoas dizem: "Ah, ele tirou a palavra moral do Evangelho Segundo o Espiritismo, deixou só o Evangelho Segundo o Espiritismo. Se deixasse a moral, ficaria mais claro." Essa é a o argumento, né, da Luciana. Só que a gente vai ver que quando a gente abre a obra no item um da introdução, que se chama objetivo dessa obra, ele explica. Então ele explicou no no na já no na no primeiro item da obra, ele explica. Então para que um título que até comercialmente um título muito longo não é bom, né? Ele ele deixou enxuto pensando do ponto de vista comercial, mas não deixou de explicar dentro da obra. Então eu eu acho que ele acertou sim em em ter feito do jeito que ele fez. Não não prejudicou em nada. Mas vamos lá, vamos pegar aqui agora. Eu acho para mim é muito emocionante o que nós vamos ler agora, porque é uma carta íntima dele trocada com a esposa. E aí a gente vai ver um Kardec que muitas vezes não se vê falar no movimento espírita, né? É muito bonito. Vejam a data. Depois eu quero mostrar imagens desse lugar. Porque eu nesses dias que tava fazendo essa pesquisa, parei muito para ficar olhando para as imagens, pensando: "Meu Deus, ele era a imagem que ele viu, é o lugar que ele andou, né? E se um dia, o dia que eu consegui ir paraa França, eu preciso visitar essa praia, porque Kardec andou por ali, né? E foi o grande momento dele com o espírito de verdade. Então é um lugar histórico e praticamente não se fala, né? O movimento espírita não desconhece. Mas vamos ver aqui, tá? A data, ó. Santo Andrés, domingo, 6 de setembro de 1863. E aí ele diz, eu, pessoal, eu não peguei toda, tá? Só o trecho, mas vocês podem ler tudo lá no no projeto Kardec. Aqui é Kardec. Então, almocei aqui. Isso aqui ele falando para Meli por carta, né? almocei aqui e no momento de partir começou uma chuva violenta que me forçou
podem ler tudo lá no no projeto Kardec. Aqui é Kardec. Então, almocei aqui. Isso aqui ele falando para Meli por carta, né? almocei aqui e no momento de partir começou uma chuva violenta que me forçou a tomar um transporte coletivo. Imagina o transporte coletivo. Aquela época era cavalo, né? Ou talvez um trem. Ele pegou. Era o prelúdio de uma terrível tempestade que continua ainda. Não se pode fazer ideia do barulhão dia e noite é de levantar os mortos, ainda mais os vivos. Começo a habituar-me com as sacudidas no meu casebre. É realmente um belo espetáculo ter isso sobre sua janela e estar protegido. Então, vejam, vamos se transportar paraa época, para esse dia. Ele está numa casinha alugada na praia, uma grande tempestade. E a gente sabe tempestade em praia como é aterrorizante, né? Porque tem aquela visão do horizonte. Ah, chega a chacoalhar o Casebre que ele alugou, mas ele disse que é um espetáculo porque tá protegido. A casa era de segurança, mas pela janela ele podia ver tudo isso. Então, imaginemos o nosso mestre lá sentado olhando a janela, vendo essa imagem e ao mesmo tempo meditando ali para escrever a obra Evangelho Segundo o Espiritismo. É uma coisa fantástica imaginar que ele viveu esses dias lá isolado, né? Aí ele segue na carta, né? Não, aqui não tá em ordem. Só peguei trechos. Tu mostrarás essa resposta ao Senr. Dbell e lhe dirás que eu ficaria muito grato se Erasto, a verdade ou outro bom espírito quisessem me dar uma comunicação em meu retiro. Então ele pede nessa mesma carta para Meli para que peça para o senor Del que era um médium da Sociedade Parisiense de Sus Espíritos e secretário de Kardec. trabalhava para Kardec nessa época como secretário e e Kardec pede que um desses espíritos aí mande um recado para ele lá para onde ele tá para ver como ele sempre queria tá em contato com esses espíritos, né, e ter orientações deles. Aí segue na carta, com exceção do bom e do mau tempo, as novidades de minha parte são bem restritas e por isso termino minha
mpre queria tá em contato com esses espíritos, né, e ter orientações deles. Aí segue na carta, com exceção do bom e do mau tempo, as novidades de minha parte são bem restritas e por isso termino minha carta dizendo-te que estou bem e trabalhando sempre intensamente. E a gente vê que ele nunca parava de trabalhar, né? A tempestade parece acalmar-se um pouco. O sol aparece, mas o horizonte ainda está carregado de nuvens de mal aouro. Adeus, querida Meli. Eu te abraço com todo o coração, pedindo que me escrevas com frequência e recomendando que te poupes. Olha que interessante, ele tá vendo o horizonte, né? E diz que tá trabalhando. E aí você a gente vê aqui o carinho dele com a Meli e aí as iniciais, né? e Politon Denizar Revile, né? O H o HLD. Bom, dias depois, veja que aquela era do dia 6, agora uma carta do dia 11 de setembro. O que que ele vai dizer paraa Meli? Almocei uma vez na casa da senhora Fulon. Então ele foi almoçar na casa da senhora Fulon, que também tava morando lá. E quando lá estive, na quarta-feira à tarde, aquelas senhoras quiseram de todo jeito me segurar para o jantar. A senhora Lombar me fez uma deliciosa torta de ameixas. Olha só que interessante, né? Imagina você receber Kardec. Quem é que não vai querer segurar o homem, né? Segurar ele lá para ficar conversando. Imagina que era passar uma tarde numa cidade de praia e a senhora Lombá junto com a senhora Fulum fizeram um bolo de amecha pra car. Agora que é uma coisa assim eh emocionante, né? Pensar nesses dias que isso aconteceu, vai saber onde é que a gente tava nessa época, né? Fazendo o quê? E aí ele segue, diz ao senhor Dbel que sinto também parte da tristeza que ele naturalmente experimentou. Todavia, penso que como verdadeiro espírita ele a terá suportado com resignação. Que que ele tá falando aqui? Só para vocês saberem, o gatinho do senhor Dbell caiu da janela do prédio lá em Paris. E na numa das cartas a Meli conta para ele que o o gatinho ficou sobreviveu à queda, mas teve que ser sacrificado
Só para vocês saberem, o gatinho do senhor Dbell caiu da janela do prédio lá em Paris. E na numa das cartas a Meli conta para ele que o o gatinho ficou sobreviveu à queda, mas teve que ser sacrificado porque ficou todo quebrado. E o Senhor Dbell e a esposa ficaram muito eh sofridos com a morte desse gatinho. E Ameli conta para Kardec. E vejam, por isso que eu digo, as pessoas colocam a imagem de Kardecisudo, né? Como alguém sem sentimento. O que ele diz, eu também sinto parte dessa tristeza por causa de um gatinho Kardec e se se compadece do gatinho do senhor Dbell e ainda ainda dá uma lição, né? Todavia, penso que como verdadeiro espírita ele terá suportado com resignação. Olha que interessante. Isso aqui é uma carta íntima, gente. Não para para pensar. Não, Kardec não tá falando algo aqui para pro público. Então, vejo como ele era na intimidade, né? No último domingo aqui, para mim eu fico mais impressionado com que ele vai dizer. Imagina, por isso que eu preciso ir para essa cidade um dia, né? No último domingo fiz uma excursão aos faróis, onde peguei um pé d'água seguido de bom tempo. Olha como chovia, né? Lá jantei no restaurante, tem uma bela vista, mas pouco diferente daquela dos sinais. Imagina Kardec sentado num restaurante à beira da com vista pro mar jantando, né? Perto dos faróis lá de Santo André. É impressionante, né? Adeus, querida Meli. O tempo do meu retiro está terminando e logo poderei te abraçar todo teu. Seja um Kardec romântico, né? E por fim aqui a letrinha tá mais pequena, né? Não sei se a gente consegue para encerrar. Não tem como dar mais um zoom, Lauro? Será? Ou vai cortar? >> Vai, vai ficar meio cortado. Que Deixa eu tentar aqui. Ela vai querer ver. Opa. ao contrário. >> Aí, ó, pouquinho, uma menos. Tentar. Aí, aí eu já consigo eu enxergar. Então, agora a última carta, que para mim também é impressionante. Vocês perdoem aí a letra, mas me escutem, eu vou ler com calma para vocês ouvirem, quem não consegue ler. Então, aqui é quatro dias depois dessa última,
ma carta, que para mim também é impressionante. Vocês perdoem aí a letra, mas me escutem, eu vou ler com calma para vocês ouvirem, quem não consegue ler. Então, aqui é quatro dias depois dessa última, terça-feira, 15 de setembro de 63. Diz Kardec na carta: "Quanto a mim, estou muito bem. Os últimos banhos que tomei me fortaleceram de uma maneira incrível. Kardec tomava, fazia banhos medicinais lá na praia. Não tenho mais aquela fraqueza nas pernas que eu vinha sentindo há muito tempo. Pude provar isso no domingo. O tempo estava muito bom e eu estava bem tranquilo, ou seja, quase não tive trabalho. Após meu banho, fiz um longo passeio no mar em um pequeno bar com a vela. Olha isso. Kardec foi passear de barco a vela. E embora o mar estivesse calmo, pensei que tu não irias gostar de acompanhar-me naquela casca de nozes balançando sobre a zona. Então veja, Ameli, pelo jeit teria medo, né? Imagina Kardec lá num num barquinho. Depois do almoço, saí para fazer um passeio até a até a beira do mar, descendo por entre as rochas que formam o cabo logo abaixo de onde ficam os sinais e os faróis. Então ele tava na praia caminhando, né? Depois de uma de num passeio de barco. Depois de chegar perto do mar, olha essa cena, subir até o pequeno vale que antecede os sinais, escalando as rochas e as falésias. E surpreendentemente não fiquei nem cansado, nem sem fôlego. Então essas rochas que tem na beira do mar, Kardec escalando, né? Imagina visitar esse lugar, né? Claro, diszse que tá muito diferente hoje, mas ele esteve lá eh sem como eu costumava ficar quando subia uma simples escada. Vejam como fez bem paraa saúde de Kardec. Tá ali, né? Voltei passando pela capela de Notredam de Flu. Essa igreja existe ainda, depois nós vamos ver imagens. Ele passou por uma capela muito bonita, né, de Notredam de Flu, Nossa Senhora das Ond. E desci novamente até a beira do mar para jantar no Parque das Ostras. Olha só. Voltei para casa às 19:30. Estava um pouco cansado e fui deitar. Dormi até às
de Notredam de Flu, Nossa Senhora das Ond. E desci novamente até a beira do mar para jantar no Parque das Ostras. Olha só. Voltei para casa às 19:30. Estava um pouco cansado e fui deitar. Dormi até às 8 da manhã. Olha só, dormiu quase 24 horas. Nesses últimos dias o tempo está excelente. Sem nuvens no céu. Um sol esplêndido, um mar tranquilo, como um lago repleto de navios e embarcações de vários tamanhos. É um espetáculo encantador. Olha só ele vendo o mar extenso. Olha o que ele diz agora. Isso para mim é o mais bonito. O mar extenso é para mim uma grande distração. Constato a beleza disso a cada dia. Não há um ponto distante no horizonte que eu não explore e frequentemente me dou conta de observações interessantes e instrutivas que me fazem meditar. Por isso tudo é instrução para quem quer refletir. Então ele ficava vendo o mar e refletindo. Imagina esse momento, quem tava por lá enxergar isso. Eu falei que 24 horas é 12 horas, né? Tá certo. O José me corrigiu aqui. Ele dormiu quase 12 horas. Mas vejam um Kardec, imagina a cena ele na no mar, na frente da do mar, olhando o horizonte e meditando, né? Que momento especial esse em que ele escreveu essa obra que a gente vai estudar aqui todos os dias. né? Para, eu acho muito emocionante isso que que tá aqui. E eu quero mostrar agora para vocês a imagem dessa praia, porque alguns anos depois, 4 anos depois, em 67, o Monê ficou lá também nesse mesmo lugar e fez um quadro, pintou aquela imagem. Então, a gente vai ver mais ou menos o que Kardec devia ver nesses dias em que ele escreveu o evangelho. Eu vou colocar aqui na tela para vocês verem a imagem, porque a imagem tem disponível no Google, tá? A praia de Santo André é o nome do quadro. Deixa tá abrindo aqui. Olha só, seu quadro pintado pelo Monê. Ó, vejo que tá a praia ali, os barcos, o horizonte, as casinhas que ficavam no entorno ali, que foi uma delas que Kardec ficou, alugou, né? Olha só essa imagem, que impressionante, né? E eu fiquei eu fiquei imaginando toda tudo
os barcos, o horizonte, as casinhas que ficavam no entorno ali, que foi uma delas que Kardec ficou, alugou, né? Olha só essa imagem, que impressionante, né? E eu fiquei eu fiquei imaginando toda tudo que ele descreveu, olhando essa imagem aí, né? Tentando imaginar que ele caminhou por aqui e ele diz que caminhou, né? Eu quero mostrar agora a a a capela que ele fala, eh, notame de flow, né? Sant André, tô vou abrindo aqui, já vou mostrar para você. Eu quero achar a imagem aqui. Eu vou mostrar para vocês a imagem da capela que Kardec esteve, né? Deixa eu ver se eu consigo baixar ela para mostrar para vocês. Eu tava sem internet, até por isso que eu tô num local diferente hoje. Por isso que eu não tenho as coisas baixadas aqui. Mas eu vou baixar para vocês. Opa, baixando. Deixa eu ver como é que eu posso fazer tentar dar um zoom. Bem bem grande aqui pro pessoal ver. Não vai ficar ruim. Que pena que não tá abrindo. Vamos ver se essa outra abre. Que coisa. Só que eu queria não vai abrir. Uhum. Vamos fazer assim. Eu vou pegar aqui no celular, vou baixar pelo celular e eu coloco na tela para vocês verem. Só pra gente encerrar. Eh, vocês vão ver agora. Acho que aqui eu vou pelo celular eu vou conseguir. Pelo celular eu consigo pelo menos colocar o print, né? Impressionante saber que Kardec teve ali. Agora eu vou conseguir. Tô mandando aqui pro Whats. Eu já repego no >> Vamos pegar aqui para vocês verem, pra gente não terminar sem vocês verem. Axand. Baixar. Uhum. Agora vai dar. Deixa eu retirar essa aqui e botar outra. Imagem. Agora vai dar aqui, ó. Essa é a capela que Kardec viu. Provavelmente deve ter entrado, né? Essa é uma das das que ele viu. É impressionante imaginar. Esse é um dos lugares e ela fica, ela fica aí a noroeste de Paris, essa cidade, né? Ela tem até hoje, claro, ela tá modernizada, né? Mas tá aí. Se algum dia alguém for, se um dia alguém for paraa França, visite aí, faça imagens. A gente pretende um dia fazer isso, lugares que Kardec passou, viveu e tem tudo a ver,
modernizada, né? Mas tá aí. Se algum dia alguém for, se um dia alguém for paraa França, visite aí, faça imagens. A gente pretende um dia fazer isso, lugares que Kardec passou, viveu e tem tudo a ver, tem tudo a ver com o que nós vamos fazer, né? pra obra que nós vamos fazer, porque ela foi escrita nesse clima, né, Lauro. Então, é muito emocionante ver esses bastidores, reviver tudo isso. E eu queria trazer tudo isso para vocês, esse ambiente todo, para vocês viajarem conosco, para a partir de amanhã a gente entrar na obra propriamente dita, lembrando sempre desses momentos aí, desse trabalho e desses momentos históricos. E já quero aproveitar aqui para agradecer todos que estiveram presentes. Tem aqui o Marcondes Moreira também, ele é paulista. Pedindo vocês que estão aí, olha, vai ser diário o estudo, tá? Amanhã tem de novo, então de segunda a sexta às 14 horas. Amanhã a gente vai pegar aí a folha de rosto da obra para analisar e vamos seguir o estudo daqui agora até o fim. Certo? Então, estejam aqui amanhã e curtam. É muito importante. Se tiver pessoas para repassar o o link, repassem e se inscrevam no canal. As duas coisas mais importantes é se inscrever no canal. Quem não é inscrito, é só um clique. E quem quiser aqui na no seja membro ou na descrição aqui da live tem o link para se tornar assinante. Você vai ajudar muito o nosso projeto. Então eu quero agradecer a todos. Hoje à noite no canal do Lauro, às 20 horas a gente tem mais um estudo do livro dos espíritos. Estejam lá também e amanhã à tarde, às 14 a gente volta aqui. Foi uma alegria para mim trazer para vocês essas questões, compartilhar isso com o Lauro e eu passo pro Lauro também fazer as considerações e a despedida dele. >> Realmente, Michel, muito eh emocionante. Depois eu quero ler esses manuscritos na íntegra. Eh, e assim como seria o de inspiração pro próprio Monetê, né, de fazer aquele quadro, pintar aquele quadro, eu acredito que isso de inspiração para Kardec, né, para poder produzir uma obra fenomenal como é
assim como seria o de inspiração pro próprio Monetê, né, de fazer aquele quadro, pintar aquele quadro, eu acredito que isso de inspiração para Kardec, né, para poder produzir uma obra fenomenal como é o Evangelho Segundo o Espiritismo e uma obra muito mal estudada, muito mal compreendida. eh, na verdade, eh, até eu digo ignorada do ponto de vista que ficam abrindo essa obra aleatoriamente, tratando-a como se fosse um livro sagrado, sem compreender isso aqui, ter ter ter essas informações da grandeza, do trabalho, né, o esforço que foi, né, de eh de Kardec para poder produzir essa obra e deixar aí paraa humanidade algo grandioso, que é o estudo da moral, né? e que, infelizmente, como eu disse, ainda estudado de forma eh mal, né? Tratado como uma obra mística. Diga-se de passagem, aquele medo, né? Que que que abriram os olhos de Kardec, o pessoal falou: "Olha, o pessoal pode interpretar essa obra como ela sendo mística, uma obra católica, acabou que aconteceu não, né? no nosso movimento atual, isso acabou acontecendo. Veja, mesmo com todos esses cuidados que foram tomados aí para que isso não acontecesse. Michel, quero te agradecer mais uma vez, meu irmão. Daqui a pouco estaremos juntos aí às 20 horas, você já falou, para o estudo do livro dos Espíritas e claro, a participação dessa galera bonita aí que tá sempre prestigiando aí o CADEC Clube, prestigiando o estudar CADEC, eh, eh, para o estudo das obras de AN CADEC. Então, nos vemos daqui a pouco, pessoal. Obrigado. Obrigado mesmo. Até mais à noite. >> Boa tarde a todos, sejam bem-vindos. Eu sou o Michel Macedo, você está no Kardec Tube. E sejam bem-vindos ao nosso segundo estudo do projeto que visa estudar de maneira completa a obra O Evangelho Segundo o Espiritismo. Nós estreamos ontem, segunda-feira, dia 12, fizemos um passeio histórico nos bastidores da criação dessa obra. Para quem não assistiu, todos os estudos aqui do Evangelho ficarão disponíveis. Você pode assistir quantas vezes quiser. Vá aqui na nossa playlist do canal
tórico nos bastidores da criação dessa obra. Para quem não assistiu, todos os estudos aqui do Evangelho ficarão disponíveis. Você pode assistir quantas vezes quiser. Vá aqui na nossa playlist do canal ou digite o Evangelho Segundo Espiritismo Kardec Tube. Vai vai dar o resultado aqui no YouTube. Você assiste o nosso estudo de ontem em que a gente mostrou aí Kardec levou em torno de 4 anos para concluir essa obra. Ela passou por diversas modificações, a gente mostrou diversas curiosidades. Kardec praia, Kardec andando de barco, Kardec eh, passeando pela praia, meditando. Muito emocionante, muito bonito a pesquisa que a gente trouxe ontem sobre os bastidores da criação dessa ópera. E hoje vamos pro segundo estudo. Hoje a gente vai analisar a chamada folha de rosto. Allan Kardec, todas as obras que ele lança, ele faz um resumo da obra na folha de rosto. Você vira a página da capa, a primeira página que você vê é o nome da obra e um resumo embaixo ali do que a obra contém. E é tão importante e tão completo esse resumo que Kardec faz, que vale a pena a gente reservar um estudo para essa folha de rosto, né? Então, hoje é o que a gente vai estudar. Lembrando a todos que esse estudo do Evangelho Segundo Espiritismo é diário. Todos os dias de segunda a sexta às 14 horas nós estaremos aqui sempre seguindo esse estudo. Então vocês estão todos convidados. O Kardecube agora com esse estudo tem 10 lives semanais. é um dos canais que mais produz conteúdo sobre Allan Kardec, com certeza. E a gente faz essa pesquisa e todo esse trabalho por vocês e para vocês, né? Então, a gente conta com a audiência de vocês e com auxílio. Como que você pode ajudar o Kardec Tube a se manter e a crescer e fazer Kardec chegar para mais pessoas? Primeiro é curtindo os vídeos. Você tá aqui assistindo agora, por favor, curta o vídeo e também se inscreva no canal. É, não custa nada você fazer isso e é rapidinho. Então curta o vídeo e se inscreva no canal se você não é inscrito. Assim você está ajudando o
, por favor, curta o vídeo e também se inscreva no canal. É, não custa nada você fazer isso e é rapidinho. Então curta o vídeo e se inscreva no canal se você não é inscrito. Assim você está ajudando o projeto. E se você pode e quer ajudar mais, você pode assinar o canal aqui no YouTube. Você vai em Seja Membro ou vai aqui na descrição desta live que tem o link lá que você clica para assinar o canal e ajudar o canal a se manter e a crescer. Junto com essa assinatura, você tem acesso ao estudo de sexta-feira. Sexta-feira às 20 horas a gente estuda a obra O Livro dos Médiuns. Se você assinar você consegue assistir e consegue assistir gravado também, caso não consiga ver ao vivo. Então nós temos programação de segunda a sexta, todo dia às 14 horas, o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo, segunda-feira, o Livro dos Espíritos. Terça-feira, hoje às 17:30 ao vivo, a gente tem um estudo crítico do nosso lar. Quarta-feira, amanhã às 20:30, nós temos o estudo do que é o Espiritismo. Quinta-feira, às 20 horas, nós temos o estudo da revista espírita.net. E sexta-feira, que é o único estudo fechado, o estudo do livro dos médiuns. Então, estão todos convidados a participar de todos esses projetos. E eu conto com meu amigo, meu irmão para todos esses projetos. Eu conto com Lauro Rodrigues do Sudar Kardec e já passo para ele também dar as boas-vindas para esse estudo. Lauro, >> obrigado, Michel. Boa tarde para você, boa tarde a ao pessoal do chat, a você que está nos assistindo. E dentro do que o Michel falou sobre assinaturas, pessoal, se vocês olharem nas redes sociais, vocês vão ver muita gente que tá grande em em números de inscrições, de visualizações, que tem um poder econômico realmente que faz toda a diferença e que alcança milhares e milhares de pessoas, porque o número de visualizações são muitoes. Por que que eu tô dizendo isso? que muit das vezes essas pessoas, na sua grande maioria, não é fiel à a Kardec, apresenta o espiritismo todo distorcido, todo falso, com muitos erros e que
são muitoes. Por que que eu tô dizendo isso? que muit das vezes essas pessoas, na sua grande maioria, não é fiel à a Kardec, apresenta o espiritismo todo distorcido, todo falso, com muitos erros e que realmente precisa que alguém venha e mostre o verdadeiro espiritismo, que é através de Kardec. E se você julga que o que os conteúdos, que os estudos, que o conhecimento que o Kardec Clube é tem é relevante, então esse apoio é realmente é considerável no sentido de que para que possamos competir, por assim dizer, entre aspas, com esses que já têm um destaque tão grande aí nas redes sociais. Então esse eu acho que é um objetivo muito importante que é levar Kardec, mas Kardec seriedade, não como estão fazendo aí com tanta leviandade, sabe, pessoal? Então esse é o nosso apelo aí. Eu tô fazendo isso em nome do CADEC Públic porque, é claro, eh eh eh é valorizar o conhecimento que nos eh apresentar, né? Então, que pensemos nisso aí e que os bons espíritos nos inspirem no estudo de hoje. Michele, >> é isso aí, bem lembrado. Crescer nas redes sociais é relativamente fácil, mas crescer sendo fiel a Kardec, esse é o grande desafio. há muitas páginas usando o nome de Kardecirismo, mas colocando junto coisas que não são de Kardecirismo, tudo por interesse, né? Então você vê páginas falando de política, porque o dono da da página ele tá mais preocupado com o seu ideal político e ele usa Kardec e o meio espírita para disseminar os seus ideais. a gente vê pessoas usando uma mistura de diversas correntes espiritualistas, chamando de espiritismo. Então, cada pessoa aí com seus interesses, elas buscam seguidores, curtidas, fama, algumas eh eh dinheiro e simplesmente e em troca disso elas não são fiéis a Kardec, né? E a nossa página, ela procura ser fiel à Kardec. Então a gente não se vende apenas pelo pelo número ou pela pelos seguidores. A gente quer que as pessoas sigam Kardecube por Kardec, pela fidelidade a Kardec. Mas vamos lá, então. Vamos. Eu quero mostrar antes da gente mostrar a versão
elo pelo número ou pela pelos seguidores. A gente quer que as pessoas sigam Kardecube por Kardec, pela fidelidade a Kardec. Mas vamos lá, então. Vamos. Eu quero mostrar antes da gente mostrar a versão em português, eu só quero mostrar para as pessoas visualizarem como é que é a tal da folha de rosto, tá? Eu fiz aqui um print da obra original do Evangelho que a gente encontra lá no Kardec Ped. Então eu vou mostrar para vocês aqui. Quando vocês pegam o livro e abrem a capa dele, a primeira página que você vê se você pegar a obra original da época de Kardec, que é o que eu vou mostrar aqui, que é essa aqui, você vai ver isso. Isso é a folha de rosto, tá? Então você vai enxergar, evidentemente que tá em francês porque é a obra original, né? Então você vê levangelho selon espiritism e ali tem exatamente ali, ó, o tá muito pequenininho, eu vou ler aqui no no celular conteno, né? Aí ele explicação de Maxime Moral do Crist. Então, esse textinho que vocês estão vendo ali embaixo, pequenininho, é o chamado resumo, que a gente vai ler agora traduzido. Eh, esse é o melhor resumo da obra. Impressionante como Kardec consegue resumir o livro inteiro em três frases. É isso que a gente vai conversar hoje. Aí vocês estão vendo ali par Allan Kardec, né, que é por Allan Kardec, evidentemente, né, o autor de o livro dos speís. E em BAF tem uma outra frase ali que a gente já vai ver a tradução, ela é conhecidíssima. E ali no meio vocês estão vendo, né, quase M edition, que é a terceira edição, que é realmente a edição definitiva, embora tenha uma quarta que veio depois em 68, 67, 68, mas essa é de 66. Lá embaixo vocês vem 66 é a terceira edição, que nem a gente viu ontem, que é a definitiva. E embaixo tá assim, ó, terceira edição, revista corrigida e modificada. Por quê? Porque essa terceira edição Kardec modificou, ampliou ela realmente, que é a edição que a gente tem aí traduzido nas casas spí. Então quando vejam que Kardec mexia na obra, ele mesmo anunciava na na folha de rosto, né? Revista, corrigida e modificada, né?
la realmente, que é a edição que a gente tem aí traduzido nas casas spí. Então quando vejam que Kardec mexia na obra, ele mesmo anunciava na na folha de rosto, né? Revista, corrigida e modificada, né? Então ele fala: "Revi, corriger e modifie". E é curioso que é a mesma expressão que ele usa na quinta edição da Gênese, porque ele fez a mesma coisa na Gênese. Na quinta edição ele revu, corrigiu e modificou, que é, aliás, uma das coisas que os os defensores da ideia de que a obra, a Gênese foi adulterada, uma das coisas ridículas que eles não percebem é eles dizem que a que a quinta edição foi adulterada, né? Só que o adulterador, se isso fosse verdade, é de uma burrice sem tamanho, porque ele colocou na na folha de rosto, ele anunciou, ele cometeu um crime e anunciou na folha de rosto, né? Não faria nenhum sentido. Se você pegar a quinta edição da Gênese, tá lá escrito: "Revista corrigida e e modificada". Então, se fosse um um uma adulteração, que é um crime, por que quem fez iria colocar na folha de rosto anunciando o que fez, né? é umas umas coisas que eles também não percebem, mas ok, isso é importante só pra gente ter um contexto histórico aqui, né, da obra. Agora a gente vai ver traduzido. Infelizmente na tradução alguns detalhezinhos os tradutores não colocam, né? O, tem mais um detalhe que o Kardec Pédia fez que eu quero comentar agora quando a gente for ler, eh, que também é uma questão histórica importante. Na segunda edição do Evangelho, embaixo aqui, ó, levangelho selone, espiritismo, embaixo tá escrito assim, parte moral, porque no livro dos espíritos ele colocou parte. No livro dos médiuns ele colocou parte experimental. E aqui no evangelho ele coloca parte moral. Na terceira edição, que é essa capa que vocês estão vendo aqui, essa folha de rosto, foi tirado a a o escrito ali parte moral. A gente não sabe se foi Kardec que tirou, se foi editor, se foi uma falha, mas a mas na no Kardec Ped, na na hora de traduzir, o Kardec Ped acrescentou de volta a parte moral,
escrito ali parte moral. A gente não sabe se foi Kardec que tirou, se foi editor, se foi uma falha, mas a mas na no Kardec Ped, na na hora de traduzir, o Kardec Ped acrescentou de volta a parte moral, escrito, a escrita, a parte moral, como a gente vai ver, porque é importante que aparecia na segunda edição pra gente entender do que que trata o evangelho. Segundo o Espiritismo, é da parte moral, como ele vai explicar dentro da obra também, né? vai deixar bem claro e a gente vai refletir um pouco sobre isso, porque isso é muito importante, porque é uma confusão muito grande sobre isso. Tá feito essas ressalvas, se surgir dúvidas, o pessoal pode ir perguntando, mas a gente vai retomar isso tudo que eu falei rapidinho agora com calma no traduzido do Kardec Pédia, né, em português. Lauro, alguma coisa até aqui? Podemos seguir. >> Vamos lá, então. Então, agora é a tradução do Kardec Pédia, né? Aliás, não é que seja a tradução do Kardec Pédia, o Kardec Pédia se utilizou das traduções, mas ele faz alguns ajustes que eles já viram que são necessários, né? Então, óbvio, né, que a tradução do levangí eh selone espiritismo é o evangelho segundo espiritismo. Isso aí não tem mistério nenhum. E aí vocês estão vendo ali, ó, parte moral, tá vendo? Escrito ali. E essa frase aqui, parte moral, só aparece na segunda edição. E aí o Kardecédia recuperou, porque é importante. Por que que é importante isso? E nós vamos retomar isso depois do prefácio da obra, quando a gente entrar no item um da introdução. O Evangelho segundo o Espiritismo trata da moral. Ponto. Kardec já explica no início da obra sobre o que que ele vai tratar. Por que que isso é importante? Porque eu posso analisar as coisas sobre diversos pontos. Eu posso olhar paraa mesma coisa. Atenção paraas minhas palavras. Eu posso olhar paraa mesma coisa sobre diversas perspectivas, diversos pontos. Uma coisa só pode ser vista de diversas maneiras. Então, não confundam isso. Às vezes os diferentes autores ou até o mesmo autor, ele pode pegar a
a coisa sobre diversas perspectivas, diversos pontos. Uma coisa só pode ser vista de diversas maneiras. Então, não confundam isso. Às vezes os diferentes autores ou até o mesmo autor, ele pode pegar a mesma coisa e olhar ela por diversos pontos de vista. aqui na obra o Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec vai deixar claro, vocês vão ver ele dizendo isso para não achar que é invenção. Mas aqui com essa frase parte moral, ele já deixa, depois ele vai explicar melhor dentro da obra. O evangelho segundo o Espiritismo vai analisar o evangelho do ponto de vista moral, porque eu posso analisar o evangelho de diversos pontos de vista. É isso que a gente tem que entender. E é por não entender isso que as pessoas fazem confusão. Elas acham que o Evangelho Segundo Espiritismo, o livro que Kardec escreveu, só porque tá falando do evangelho, quer dizer que e aí elas tiram uma conclusão, mas ele deixa claro, é uma análise moral do evangelho. Tem gente que acha que o Evangelho Segundo Espiritismo é a Bíblia dos Espíritas. Tem, eu já vi muito movimento espírita dizer: "Ah, o Evangelho Segundo o Espiritismo é quando Kardec vai falar da religião espírita". Da parte religiosa não é verdade. É da parte moral. Imoral não é a mesma coisa que religião. Não é a mesma coisa. dentro da religião, ela também estuda moral, mas não significa que a moral em si seja uma religião. Mas eu posso olhar do ponto de vista científico, religioso, filosófico, moral, político, econômico, social, olha, tudo isso são maneiras de olhar a mesma coisa histórico. Eu posso olhar o evangelho do ponto de vista da história, da política, da filosofia, da ciência, da religião, da moral, da biologia, da química, da física, da geologia, da astronomia. Vejam, todos esses termos que eu estou usando são maneiras de olhar a mesma coisa. E Kardevec tá deixando claro aqui, ele vai tratar da parte moral. Então você não pode fazer uma interpretação com um outro olhar. Você sempre tem que seguir o que ele disse. É a parte moral.
ma coisa. E Kardevec tá deixando claro aqui, ele vai tratar da parte moral. Então você não pode fazer uma interpretação com um outro olhar. Você sempre tem que seguir o que ele disse. É a parte moral. Ah, Michelão, mas o que que é a tal da parte moral? A gente vai explicar isso um pouquinho hoje e desenvolver isso no item um da introdução, logo logo, provavelmente essa semana ainda, o dia recém é terça. Então é muito importante. Toda vez que nós estivermos falando aqui do Evangelho Segundo o Espiritismo, não adianta você trazer reflexões de outras áreas. Elas são possíveis, são. Mas Kardecou claro aqui, ele vai tratar exclusivamente do ponto de vista moral. É isso que nem um movimento espírita. Os espíritas entendem? Os espíritas pegam assuntos que Kardec tratou, não entendem que eu posso tratar desse assunto sobre diversas maneiras e fazem confusão. O grande exemplo foi o que eu citei agora a pouco. Por que que tem espírita que acha que pode falar de política e misturar política e espiritismo? Porque eles não entenderam que os assuntos que Kardec trata nas obras, que também podem ser tratadas do ponto de vista da política, esses autores não entendem que aqui na obra de Kardec ele ele está tratando do ponto de vista moral, não político. E eles não entendem essa diferença. Isso em filosofia se chama confusão de ordem. Quando eu olho para uma coisa com um uma perspectiva, sendo que o autor tá dando outra perspectiva, a gente vai entender. Eu vou explicar tudo isso com detalhe no decorrer da obra. Eu vou mostrar para vocês Kardec, primeiro Kardec dizendo isso para vocês não acharem que é uma invenção minha e depois eu vou mostrar como eu posso ver as coisas, tanto do ponto de vista moral como, por exemplo, político, mas mostrando que são coisas diferentes. E o espiritismo não trata do ponto de vista político, ele trata do ponto de vista moral. Ah, Kardec fala do progresso, Kardec fala da sociedade, Kardec fala do trabalho, Kardec fala da igualdade. Sim, mas ele fala do ponto de vista moral.
vista político, ele trata do ponto de vista moral. Ah, Kardec fala do progresso, Kardec fala da sociedade, Kardec fala do trabalho, Kardec fala da igualdade. Sim, mas ele fala do ponto de vista moral. Você pode também até deve estudar do ponto de vista político, mas não é o espiritismo que vai tratar do ponto de vista político. O espiritismo trata do ponto de vista moral. E o Evangelho Segundo Espiritismo é uma obra sobre moral. é a moral do evangelho. Tanto que, só para dar mais um exemplo, lá na Gênese, a obra Gênese, Kardec trata também do evangelho, mas ele trata do de outro ponto de vista que não o moral. Ele lá ele vai analisar os milagres e as predições do Cristo. Aí ele não tá analisando a parte moral. Veja que ele tá analisando o mesmo evangelho. Aqui ele pegou a parte moral, lá ele pega a parte dos milagres e das predições. Então se atentem para isso e repitam isso sempre pra gente sair da confusão que 99% do movimento espírita faz. Por exemplo, tem pessoas que acham que é religião porque tá falando de Jesus e do evangelho. Não é a parte moral, não é uma avaliação religiosa. A gente vai ver Kardec dizendo isso, mas eu já tô adiantando por causa dessa frasezinha que ele colocou na segunda edição e o Kardec Pédia colocou aqui de volta. Então atentem para isso. Agora a gente vai trabalhar um pouco mais isso, mas antes eu quero passar pro Lauro também. fazer as considerações deles. >> Ah, desculpa, desculpa, Michel. Diante de tudo isso que você acabou de trazer aí sobre a ideia que que é religião, religião trata de moral, mas não significa que a moral seja uma religião. Eu poderia pensar assim para talvez tentar ajudar, eu poderia falar assim: moral igual ética. Então eu olho para um ateu, um ateu, então não acredito em nada, um materialista, mas ele ético, logo ele cuida dessa parte moral. Seria por esse caminho. Veja que aqui não não implicou nada de religião. Por isso que eu trouxe a a ideia de um materialista, de um ateu. Eu poderia pensar dessa forma, é
ele cuida dessa parte moral. Seria por esse caminho. Veja que aqui não não implicou nada de religião. Por isso que eu trouxe a a ideia de um materialista, de um ateu. Eu poderia pensar dessa forma, é uma pessoa ética, logo ela cuida dessa parte moral. Seria válido pensar assim? É assim, vamos vamos lá, vamos por partes. Na época de Kardec não havia a separação teórica entre moral e ética. É, na obra de Kardec, quando ele falar em moral, ele vai tá se referindo tanto à moral quanto a chamada ética, tá? Então, na aula de Kardec vai, isso vai servir para as duas coisas. Mais tarde, na filosofia, houve aí um eh eh houve um um as pessoas falam mais dessa divisão e ela tem um certo sentido didático de ser separado, tá? A a moral ela tá ligado a algo universal, a regras universais. E a ética, ela tá ligado à busca da felicidade. Os filósofos costumam dizer o seguinte: o eu tenho que buscar ser correto e tenho que buscar ser feliz, mas ao buscar ser feliz não vale tudo. Por isso que é importante a moral. Eu tenho que buscar o prazer e tem que buscar a felicidade. Mas para buscar o prazer e a felicidade, que é o que a ética se preocupa, eu não posso ferir certas regras. Eu não posso, em nome do prazer e da felicidade, descumprir determinadas regras, ou seja, descumprir a moral. Então, a moral, o que que a moral se preocupa? A moral se preocupa com o que eu devo fazer. É ação. A moral é uma ação que eu devo fazer. É uma regra para todos universal, geral. Eh, não é uma escolha, uma opção, é uma regra, é uma lei, ou seja, serve para todos nós. Ninguém pode deixar de respeitar e seguir essa lei. E ela tá no plano da ação, não tá no plano do desejo, do pensamento, não. É uma ação. Como você deve agir? Deve, não é opção. Isso é a chamada regra ou lei moral. Aí, bom, isso você é obrigado. Aí vem uma segunda pergunta: Como eu posso ser feliz? Aí isso vai mudar de indivíduo para indivíduo. Cada um vai ter coisas que lhe dão prazer e lhe fazem feliz, que aí ele vai ele ele vai conforme o seu mundo íntimo procurar
ta: Como eu posso ser feliz? Aí isso vai mudar de indivíduo para indivíduo. Cada um vai ter coisas que lhe dão prazer e lhe fazem feliz, que aí ele vai ele ele vai conforme o seu mundo íntimo procurar coisas que lhe deixam feliz, que lhe trazem prazer. Claro que o materialista ele vai dizer que as duas são importantes e eu não posso eliminar nenhuma das duas. Eu tenho que buscar a felicidade e o prazer e eu tenho que seguir a moral. Só que para o o espiritismo dá um passo além, porque o espiritismo vai mostrar que o a medida que o espírito vai evoluindo, chega o momento que aquilo que lhe dá prazer e lhe torna feliz é a mesma coisa que aquilo que você deve fazer. Ou seja, a moral e a ética se encontram. Porque cumprir a moral, ser moral, seguir a lei moral à medida que o espírito evolui, é também aquilo que lhe faz feliz e lhe dá prazer. No início, elas são separadas, depois elas se encontram. Para o o materialista, isso é meio utópico, porque ele só vê essa vida. Ele ele enxerga a humanidade e diz assim: "A humanidade é tão imperfeita que essas coisas são meio tópicas. Elas não vão necessariamente acontecer. Elas são importantes, mas elas são relativas. Para o espiritismo, não, não há relativismo, porque chega um momento em que o ser humano, aquilo que lhe faz feliz é a mesma coisa que a lei de Deus manda. Uma coisa é igual à outra. Até que chega o ponto que inclusive ele abandona a moral porque ele incorporou nele aqueles valores que não é mais uma regra, uma lei, é um ato espontâneo dele. Então no início eu começo obedecendo, depois se torna espontâneo. No início eu faço mesmo que aquilo não me dê prazer. depois é espontâneo e automaticamente também me gera felicidade, tá? Então, eh, por exemplo, há certas coisas que eu devo fazer enquanto sou espírito imperfeito. Devo fazer porque a lei moral impõe que eu faço, mas eu não sinto prazer nisso. Eu faço por obrigação. Mas mesmo que a gente não sinta prazer, a gente deve fazer. A gente não pode fazer tudo o que quer. Essa é a essência
lei moral impõe que eu faço, mas eu não sinto prazer nisso. Eu faço por obrigação. Mas mesmo que a gente não sinta prazer, a gente deve fazer. A gente não pode fazer tudo o que quer. Essa é a essência da moral. Eu não posso fazer tudo que eu quero. Por quê? Porque se eu fizer tudo que eu quero enquanto espírito imperfeito, muitas coisas que eu quero trazem mal para mim e pros outros. Por isso que é necessário a lei moral, porque ela controla a busca da felicidade do prazer. Ou seja, você pode buscar a felicidade e o prazer, mas dentro de certos limites, porque você ainda quer, deseja e sente prazer e alegria em coisas que vão trazer mal para você e pros outros, ou seja, que são imorais. Então, a moral regula a ética, controla a ética. Só que quando você começa a seguir a moral, ou seja, você se você faz um esforço para fazer o que é correto, muitas vezes você tá com vontade de fazer o contrário, mas você faz o que é o correto. Chega um momento que você fica tão habituado a fazer isso que agora não é mais um esforço, não é uma coisa que eu faço por obrigação, se torna espontâneo e dessa espontaneidade começa a vir o prazer e a alegria e por fim a felicidade. É o momento que a moral se junta com a ética e os filósofos vão dizer: "A moral começa a sumir, porque agora não é mais uma lei me obrigando, faz parte do meu ser. É quando eu me torno espírito bom da escala espírita". O espírito bom, ele é feliz fazendo o bem. E ele não faz o bem porque é uma obrigação, um esforço. Ele ele faz o bem porque aquilo é o é a própria felicidade dele. É e é espontâneo. Não tem ninguém mandando ele fazer ou ele não tem que ficar eh controlando para fazer, pensando. É é automático, espontâneo e traz prazer. Pode falar logo. >> Então seria o mesmo que pensar. O espírito imperfeito, ele ainda precisa agir pelo dever. O espírito bom é natural para ele. Ele não, ele não, ele não age pelo dever. porque já faz parte do seu circo. É isso. >> É o o dever vira espontaneidade, a obrigação vira automatismo
agir pelo dever. O espírito bom é natural para ele. Ele não, ele não, ele não age pelo dever. porque já faz parte do seu circo. É isso. >> É o o dever vira espontaneidade, a obrigação vira automatismo e e consequentemente vira prazer, alegria e felicidade. É quando a moral se encontra com a ética e a própria moral some, porque ela deixa de ser lei, regra e passa a ser algo natural do ser. Mas antes da gente virar isso, por isso que a gente precisa de uma obra sobre moral. Até se tornar espontâneo, a gente precisa de uma teoria que nos controle, porque se a gente fizer tudo que a gente quer, a gente vai fazer o mal. Não só o mal, mas muitas vezes o mal. Por isso que eu preciso de uma teoria moral, porque ela ajuda a dizer como eu devo agir. Isso é a moral. como você deve agir e como ao agir assim você vai se tornando feliz com o tempo e vai tornando a sociedade feliz com o tempo. Percebe? Então, eh eh quer ver? Eu vou colocar aqui pra gente fazer um link com o próprio texto. Baixa um pouco para nós, para nós ver o texto de Kardec. Para nós ver agora o texto, ó. Contendo. Então é o que a obra contém. Deixa bem aí no contendo mesmo. Desde no conto. Aí ó. Então o que que contém a obra o Evangelho Segundo o Espiritismo? Vejam que a última frase é sua aplicação às diversas circunstâncias da vida. Ou seja, vai ter uma teoria dentro dessa obra em que você vai poder aplicar essa teoria em todas as situações da sua vida. Ou seja, como você deve agir em todas as situações da sua vida. Essa obra vai lhe orientar. Como é que eu devo agir? é ação, proceder em todas as circunstâncias. Claro que a gente vai ver que a obra, como ela é completa, ela vai dar todas a aplicação para todas as circunstâncias. Então, por isso que é uma boa obra de teoria moral, porque ela vai, porque eu posso ter uma teoria moral que seja incompleta, ou seja, ela me dá orientações como eu devo agir, mas não dá para todas as situações. O Evangelho Segundo o Espiritismo é uma obra completa. Ela vai dar ensinamentos para
ia moral que seja incompleta, ou seja, ela me dá orientações como eu devo agir, mas não dá para todas as situações. O Evangelho Segundo o Espiritismo é uma obra completa. Ela vai dar ensinamentos para eu aplicar. Por isso que aplicar tá ligado à ação em todas as circunstâncias. Por isso que ela é completa. Agora veja, eu já mostrei uma primeira utilidade do que que vai ter na obra evangélica com espiritismo. Eu tô começando de baixo para cima, mas não tem problema. Então ela serve para dizer como você deve agir e ela vai dar uma noção completa desse como, que ela vai pegar todas as situações. Então todas as situações, se você quer saber como é que você deve agir, você pode encontrar isso no Evangelho Segundo Espiritismo. Então ela é uma obra completa, mas além de dela ser completa nesse sentido, ela tem mais uma vantagem. Essas orientações que ela dá foram desenvolvidas, foram feitas por quem já atingiu a evolução. Isso é outra coisa importante, porque veja, eu poderia criar uma teoria para dizer assim, ó, como que a gente deve proceder no dia a dia. Mas eu poderia criar essa teoria usando as minhas ideias. que são incompletas, que são eh com problemas, com contradições, com deficiências. Eu poderia criar uma teoria e vários autores criaram. Qual é a diferença da teoria moral do espiritismo? é que ela, além de ser completa, ela foi criada cientificamente. É uma ciência que criou a teoria moral. Mas, Michel, qual é a diferença? A diferença é que a ciência ela se baseia nos fatos, nos resultados. Então eu tenho uma uma garantia de que as orientações morais de como eu devo proceder que essa obra dá, essas orientações vieram justamente de quem atingiu o resultado. Então é eficaz. É como se dissesse assim: "Eu vou lhe dar um remédio paraa sua doença que esse remédio foi testado e comprovado que ele dá resultado." Então, a teoria moral espírita, ela é especial. Por quê? Por que que ela é a melhor teoria? Porque ela é completa e porque ela vem baseada nos resultados. A teoria dela garante que aquilo que ela
do." Então, a teoria moral espírita, ela é especial. Por quê? Por que que ela é a melhor teoria? Porque ela é completa e porque ela vem baseada nos resultados. A teoria dela garante que aquilo que ela recomenda dá resultado, é o melhor resultado. Porque a gente tem diversas teorias de moral ao longo da história da humanidade. Os filósofos fizeram várias. A gente pega aí Sócrates, Platão, Aristóteles, Santo Agostinho, Kante, Renê Decarte, Jesus. Todos eles propuseram ensinamentos de como você deve proceder e diversos outros. Vou dar outros exemplos. Os próprios espíritos através da mediunidade de diversos médiuns também propõe teorias morais de como você deve agir. Por exemplo, vamos pegar os espíritos do século XX do movimento espírita brasileiro. Joana de Angeles escreve livro dizendo como é que você tem que agir. Emanuel escreve vários livros dizendo como é que você tem que agir. André Luiz escreve livros dizendo como você tem que agir. Então veja, você a as religiões, as diversas religiões têm a sua doutrina moral. Elas dizem como você tem que agir, por a do espiritismo é especial do Espiritismo. Por que que a teoria que está no Evangelho segundo o Espiritismo é melhor que Sócrates, Platão, Santo Agostinho, os filósofos e também esses espíritos que eu citei? Porque aqui, repito, ela apresenta uma teoria completa, os outros não apresentam. E segundo, vou repetir, ela apresenta uma teoria completa fruto de uma ciência, ou seja, ela é baseada nos resultados práticos, nos fatos. Então ela garante o resultado. Se você pegar, por exemplo, uma obra do Emmanuel ou da Joana de Angeles ou do André Luiz, são pensamentos individuais deles de como que eles acham que é melhor você agir, mas é um pensamento individual, não é baseado numa ciência. Por isso que a obra Evangelho Segundo Espiritismo é melhor. Você não pode trocar o evangelho que é baseado numa ciência por uma opinião pessoal. Claro que todas as religiões, filosofias e até mesmo esses espíritos que eu citei podem recomendar coisas
é melhor. Você não pode trocar o evangelho que é baseado numa ciência por uma opinião pessoal. Claro que todas as religiões, filosofias e até mesmo esses espíritos que eu citei podem recomendar coisas que coincidam com o que está no Evangelho Segundo Espiritismo, porque eles não eles não produziram só erros e mentiras. Só que qual é o problema? é que eles apresentam uma noção incompleta e misturada com opiniões pessoais. Por que que é melhor o evangelho? Porque é completo e não é baseado em opiniões pessoais. Ela é baseado numa ciência que tem uma ideia coletiva, universal e baseada em fatos e em resultados práticos comprovados. Por quê? Porque são os próprios espíritos evoluídos, os espíritos bons da escala espírita, que vão dar as recomendações, as recomendações morais. E por que que é melhor eles? Porque eles já atingiram a evolução moral. Então eles são quem melhor pode falar disso. Então por isso que é o diferencial do que contém no Evangelho Segundo Espiritismo. Você trocar o que tá aqui por outra coisa. é não entender que você tá trocando algo melhor e muito mais completo por algo capenga incompleto ou com misturado com erros. Esse é o primeiro ponto. Claro, ainda eu tenho que analisar duas frases, né? a explicação das máximas morais do Cristo e sua concordância com o espiritismo. Mas antes de falar dessas duas frases, eu passo para ti, Lauro, se tu quiser tratar de mais questões. >> Não, por enquanto tá bacana. Eh, eh, eu trouxe essa questão, né, também com aquele viés de de tentar explicar ou apresentar aqui um uma argumentação que a moral ela não tem nada a ver com religião, ou seja, a moral faz parte somente da religião. Logo, como o evangelho trata da parte moral, logo o Evangelho Segundo o Espiritismo que trata da parte moral, logo esse Evangelho Segundo Espiritismo eh eh está ligado à parte religiosa, por assim dizer, o espiritismo é uma religião porque tem o evangelho no espiritismo. Eu acho que, né, seria importante fazer essa separação, como você acabou de fazer aí. Acho que ficou
rte religiosa, por assim dizer, o espiritismo é uma religião porque tem o evangelho no espiritismo. Eu acho que, né, seria importante fazer essa separação, como você acabou de fazer aí. Acho que ficou bem claro, Michel. >> É, esse é um equívoco, porque é ele é um equívoco por dois motivos. Primeiro é achar que moral é igual à religião. Esse é um primeiro equívoco das pessoas. A moral, a religião também fala da moral. Tem moral dentro da religião, mas a moral é uma partezinha da religião. Mas a moral também não pertence só à religião. Porque, por exemplo, os filósofos que não fizeram religião também escreveram muitos, muita teoria moral. Então esse é o primeiro equívoco. E o segundo equívoco das pessoas é achar que ao falar de religião, porque veja, Kardec vai falar da moral, mas ele também vai falar da religião. Ele também vai falar da religião. Isso, isso também é, isso também é um fato que alguém poderia estar assistindo e dizer assim: "Ah, tudo bem, Michel, moral e religião não é a mesma coisa." Mas Kardec fala da religião. Sim, ele fala. Mas aqui vem o segundo equívoco. Falar da religião, estudar a religião, escrever sobre a religião não significa que seja ser uma religião. Da mesma forma que eu falei antes, eu posso estudar a religião de diversas maneiras. Da mesma maneira que eu posso estudar o evangelho de diversas maneiras, eu posso estudar religião de diversas maneiras. Por exemplo, eu posso estudar religião religiosamente. Parece uma redundância, mas não é. Por exemplo, eu posso estudar a religião segundo a minha religião. Isso é estudar religião religiosamente. Mas eu posso estudar religião filosoficamente. Quem é da área da filosofia sabe que existe filosofia da religião e eu posso estudar a religião cientificamente. Então, estudar a religião, falar da religião, comentar a religião, não é se tornar uma, esse é um equívoco que o movimento espírita comete. Então, como Kardec falou da religião e como Kardec falou da moral, e a religião e a moral sempre estiveram
comentar a religião, não é se tornar uma, esse é um equívoco que o movimento espírita comete. Então, como Kardec falou da religião e como Kardec falou da moral, e a religião e a moral sempre estiveram muito unidas, embora não sejam a mesma coisa, olha o olha a conclusão que tirou os palestrantes, escritores e dirigentes do movimento espírita. Bom, então o espiritismo é uma religião, não. O espiritismo analisa a religião e a moral do ponto de vista da ciência espírita. Então, falar da religião, gravem isso, não é ser uma religião. Kardec vai falar muito da religião, inclusive aqui dentro da obra, o Evangelho Segundo o Espiritismo. Por que que ele vai falar? Porque a, como a religião é uma das que mais trata da moral e ele tá escrevendo uma obra sobre moral, evidentemente que ele tem que tratar e comentar sobre a religião. E como as religiões falam de Jesus, inclusive se baseiam em Jesus para criar suas religiões, e ele tá falando do evangelho, é claro que ele vai ter que comentar sobre religião, mas as pessoas confundiram achando que ao fazer o evangelho ele tava criando uma religião. Não, ele vai falar do ponto de vista espírita. Por isso que o texto diz, olha aqui, ó, sua concordância com o espiritismo. Então ele vai pegar aquilo que a religião e a moral fala que está de acordo com o espiritismo, com a ciência espírita. Mas em concordância, não é que o espiritismo virou uma religião. A gente vai ver no capítulo um, por exemplo, que muitas pessoas me mandam, eu recebo isso. Ah, você diz que o espiritismo não é religião, mas lá no capítulo um do Evangelho, Kardec fala: "Aliança da ciência e da religião." Vê como ele tá falando que o Espiritismo é uma religião. A pessoa não entendeu o capítulo. Veja o que se ele tá dizendo. Olha, se ele tá dizendo que o espiritismo é o elo, a ligação, a aliança entre a ciência e a religião, ele tá dizendo que o espiritismo é a ligação. Ele não tá dizendo que o espiritismo é a ciência ou é a religião. Ele tá dizendo que é a ligação.
elo, a ligação, a aliança entre a ciência e a religião, ele tá dizendo que o espiritismo é a ligação. Ele não tá dizendo que o espiritismo é a ciência ou é a religião. Ele tá dizendo que é a ligação. Então, se eu digo objeto C liga objeto A objeto B, Caiu a conexão, L. É, você congelou, você deu uma congelada agora normalizou. Parece >> foi rapidinho. >> Foi assim alguns segundos, >> tá? Então não, se precisar eu coloco o cabo aqui que eu tô só no Wi-Fi. Se der mais uma trancadinha, tu me avisa que eu coloco o cabo, >> tá? >> Mas então, eu não sei se qual foi a última coisa que saiu da minha fala. Eu falei que A e B e C apareceu isso na minha fala. >> Isso, isso você falou. É B não é A e B C não é A e C não é B. O espiritismo é o C aqui, ó. C liga A e liga B. O espiritismo é aliança entre ciência e religião. Daí a pessoa vai dizer: "Tá, mas o espiritismo não é uma ciência. É, mas ele não tá falando da cientificidade do espiritismo". Nesse texto. A gente vai ver. Eu só tô aqui comentando pra gente entender. Então são são equívocos que as pessoas repetem por não raciocinar. Então moral não é a mesma coisa que religião. E falar de religião não significa se tornar uma, tá? Mas só para puxar mais um assunto aqui, a primeira frase, que que contém o evangelho? a explicação das máximas morais do Cristo. Então, ele tá dizendo pra gente, ele pegou toda a vida do Cristo e tirou somente atenção paraas minhas palavras. Ele não vai falar de toda a vida do Cristo, ele vai falar só das máximas morais. Por isso que o Evangelho Segundo o Espiritismo é uma obra sobre moral. Se eu pegar toda a vida do Cristo, eu não tenho só máximas morais, eu tenho outras coisas também. E ele está dizendo para você, leitor, eu peguei apenas as máximas morais. Ele vai pegar os ensinamentos morais do Jesus. Ele não vai pegar tudo. Por isso que muita gente não entende. Ai, por que que a obra Evangelho Segundo Espiritismo tem certos trechos lá da do Novo Testamento que Kardec não pegou? Tem gente que pergunta isso. Por que que
o. Por isso que muita gente não entende. Ai, por que que a obra Evangelho Segundo Espiritismo tem certos trechos lá da do Novo Testamento que Kardec não pegou? Tem gente que pergunta isso. Por que que tem certos trechos que Kardec não citou? É porque ele só tá tratando daqueles trechos que tratam da moral, que essa é esse é o objetivo da obra. Por não entender isso, o movimento espírita, que é sempre muito ignorante, raciocinou assim, ó, Kardec não pegou todas as frases do Cristo, logo Kardec é incompleto, falta coisa. Olha o raciocínio equivocado do movimento espírita que não entendeu porque que Kardec não pegou tudo. Aí o que que o movimento espírita raciocinou? Veio o espírito X ou Y, pegou aquela frase que Kardec não tratou, que que raciocinou o espírita que não estudou direito. Ó, esse espírito completou Kardecis que Kardec não pegou. Ele não entendeu que não é isso. Kardec não tratou de tudo porque Kardec era sábio. Não é porque ele é incompleto, é porque ele só vai tratar da parte moral. Aquilo que não é moral, eu não posso tornar moral. Eu não posso, não tem, eu não posso ler tudo como moral ou imoral, porque há coisas que são amorais, que não são morais. Quando eu tento ler tudo com a moral, isso é um equívoco filosófico. A gente vai entender melhor isso mais para frente. Como Kardec entendia a filosofia, ele não era um ignorante, como é o movimento espírita, ele viu, eu não toda a vida do Cristo, eu não posso dividir entre moral ou não moral. Eu não posso pegar, achar que todas as falas do Cristo eu posso fazer, tirar dali um ensinamento moral. Nada a ver, não existe isso. Então ele pegou só a parte moral. Quem não entende dessas coisas sutis da filosofia faz essa confusão. E essa confusão a gente acha que é complementar Kardec, não é confusão. A gente vai ver que quando eu vou analisar as ações que moral trata de ação, aquilo que você, como você deve agir. Há várias ações que a gente tem que são que não podem ser analisadas se elas são ações morais ou não. É o que a
eu vou analisar as ações que moral trata de ação, aquilo que você, como você deve agir. Há várias ações que a gente tem que são que não podem ser analisadas se elas são ações morais ou não. É o que a gente chama de a moral. Então eu não divido todas as ações entre moral ou imoral. Tem uma terceira opção, a moral. Ou seja, não tem nada a ver com a moral. Da mesma forma, o Cristo, eu não posso pegar todas as falas dele e achar que são ensinamentos morais. Não tem uma parte que é essa que Kardec pega e é dessa que ele vai tratar no evangelho. Olha a clareza e a sabedoria de Kardec. Os espíritas por não entender e os espíritos do movimento espírita por não entender, porque são pseudos sábios, pegam tudo que o Cristo falou e tudo querem tirar ensino moral. O movimento espírita acha que tudo eu posso dividir entre imoral ou imoral. Da mesma maneira que tem pessoas que confundem tudo com política. Veja, tudo isso é fruto da mesma ignorância. é não entender a diferença das ordens, não entender o que que é da economia, o que que é da política, o que que é da história, que que é da ciência, que que é da filosofia, que que é da religião, que que é da moral. Achar que eu posso definir tudo num conceito só é só a pessoa que não estudou filosofia que faz, Kardec. Nota que ele tá dizendo, eu peguei uma parte que é a máxima moral. O livro vai tratar disso e vai explicar isso, porque ele vai, Kardec vai mostrar o seguinte: as máximas morais do Cristo, elas foram ao longo dos séculos interpretadas de maneiras diferentes. Qual é a diferença do espiritismo? É que a interpretação que o espiritismo vai dar, por que que é uma interpretação especial? Porque agora vai ser uma interpretação baseada numa ciência. Ou seja, ela não é algo focado em ideias particulares, pessoais, culturais da época, do país. Não, elas são, é uma versão universal, racional, coerente e para uso de todos, baseada em fatos e em resultados. Olha como é especial o Evangelho Segundo o Espiritismo. E a gente achava que era
país. Não, elas são, é uma versão universal, racional, coerente e para uso de todos, baseada em fatos e em resultados. Olha como é especial o Evangelho Segundo o Espiritismo. E a gente achava que era uma obra de Tem gente que acha que é uma obra religiosa de Kardec. Tem espíritas do movimento espírita que acham que é Kardec europeu querendo agradar os cristãos europeus para ter mais adepto. Não entenderam. Eu sei. Existe essas vertentes aí no movimento espírito. Ah, Kardec tem tem muitos que dizem assim: "Eu sou científico para mim. Kardec se perdeu quando falou em em evangelho, não entendeu. Ele não entendeu como Kardec fez isso cientificamente. Ele não entendeu como eu não posso fugir da moral paraa ciência espírita. Nós vamos trabalhar isso no decorrer do estudo da obra. Todos esses mitos e essas ignorâncias a gente vai desfazer um por um. A gente tá desfazendo alguns hoje, vocês estão vendo? E claro, ele vai mostrar que as explicações da parte moral do Cristo vai ser em concordância com o espiritismo. Ou seja, ele vai mostrar que eu posso eu posso entender e explicar o que o Cristo disse da parte moral, vendo que eu posso tirar, sem ter contradição, a mesma conclusão que a ciência espírita chegou. Então elas têm uma concordância, uma semelhança, uma coincidência que a gente também vai explicar por que há uma coincidência entre a moral do Cristo e a moral que a ciência espírita descobriu. A gente vai ver que essa explicação que a primeira pessoa que deu foi Cosmo e Mass, por isso os créditos é porque a ciência estuda as leis da natureza, as leis naturais. Toda ciência estuda as leis naturais. Jesus era um espírito puro. O espírito puro tem por característica somente seguir e falar das leis naturais. Então, obviamente teria uma coincidência. Se Jesus é um espírito puro e só expressa a lei natural e o espiritismo é uma ciência, estuda a lei natural, eles chegariam no mesmo local, na mesma conclusão. Por isso que há uma concordância. Então, vejam como se amarram todas as
ó expressa a lei natural e o espiritismo é uma ciência, estuda a lei natural, eles chegariam no mesmo local, na mesma conclusão. Por isso que há uma concordância. Então, vejam como se amarram todas as pontas, vejam como a teoria no Evangelho é a melhor e mais completa. Vejam por que a gente enfatiza Kardec que é especial, porque que tem mais qualidade a obra e não se compara com outras. Nenhuma outra teve essa qualidade. As outras fazem confusão de ordem, não são tão completas, não coincidem com as leis que o espiritismo descobriu. Por isso que elas são mais incompletas. Não quer dizer que os espíritas são melhores. A teoria espírita é a melhor. Não os espíritas, os espíritas são são imperfeitos e até mais imperfeitos que muitas pessoas. A gente tá falando aqui da teoria. A de Kardec é a melhor e mais completa que qualquer uma, inclusive desafio alguém que me mostre tudo isso que eu fundamentei hoje em outras obras que eu mostro as falhas. Lauro, passo para ti. >> Muito bom. Bom, Michel, então vamos lá. Quando Kardec produz o evangelho segundo o espiritismo, não quer dizer que ele produziu o evangelho segundo o espiritismo por causa das máximas do Cristo. chega no evangelho segundo o espiritismo, porque aquilo que você acabou de dizer, porque coincide com aquilo que a ciência espírita, com com a as consequências morais das comunicações, enfim, eh produziram eh eh eh eh chegaram, convergiram para o mesmo ponto. Seria mais ou menos isso? Eh, você acabou de dizer, né, olha Jesus, por ser um espírito puro, então ele a aplicação das leis naturais é algo natural mesmo, né? Baseado naquilo que nós conversamos lá atrás, que o espírito bom, ele não age mais pelo dever, mas sim porque é natural, né? Então, baseando nisso, é a mesma a ideia. Kardec deve, acredito, depois você me corrige aí, ele deve ter, por exemplo, analisado a doutrina maometana, né, de Maumé, percebeu que ali ela ela, né, essa doutrina não tinha essa moral, né, ou não estava coerente com as leis morais ou coerente com aquilo que o
por exemplo, analisado a doutrina maometana, né, de Maumé, percebeu que ali ela ela, né, essa doutrina não tinha essa moral, né, ou não estava coerente com as leis morais ou coerente com aquilo que o espiritismo observou. Logo, a que mais, né, a que que realmente caminha no mesmo sentido seria a as máxima do Cristo. Eh, eu não sei se você entendeu, o raciocínio seria mais ou menos isso. >> É, e a gente vai ver isso com detalhe, tá? Como hoje a gente tá vendo a o resumo, eu também tô resumindo tudo. Depois eu vou voltar em tudo isso com detalhe, porque quando a gente for estudar as revelações lá no capítulo um do Evangelho, aqui do Evangelho, eu quero tratar disso, que também é uma é um outro equívoco que eu sei que o movimento espírita, inclusive kardequianos, cometem. Muitos cardequianos dizem assim: "Por que que Kardec só analisou o evangelho? Por que que ele não pegou outras teorias morais e religiosas?" Então, muita gente usa essa esse questionamento para tentar fundamentar que que Kardec foi parcial, foi preconceituoso. De novo, é não entender o Kardec. Primeiro, primeiro, o primeiro ponto é que essa, a, essa, esse questionamento ele é falso. A afirmação dele não é verdade que Kardec não analisou outras teorias morais de outras religiões. Esse é o primeiro erro dos críticos, porque ele analisou, Kardec vai analisar teorias morais de outros autores, inclusive ele vai analisar a teoria moral do próprio islamismo, do judaísmo. Ele analisa, ele ele trata também de de disso. ele vai analisar também outras religiões, não? Então é falso, só que ele vai perceber o seguinte, as as demais religiões elas têm pontos em comum com que a ciência espírita descobriu, mas tem também contradições. Ele vai perceber isso e vai mostrar isso. O judaísmo tem pontos em comum, mas tem pontos em contradição. O islamismo tem pontos em comum e tem pontos e em contradição. As doutrinas orientais t pontos em comum, mas tem pontos em contradição com a ciência espírita. O próprio catolicismo tem
em contradição. O islamismo tem pontos em comum e tem pontos e em contradição. As doutrinas orientais t pontos em comum, mas tem pontos em contradição com a ciência espírita. O próprio catolicismo tem pontos em comum, mas tem pontos em contradição. Mas o que que ele vai perceber de todo esse estudo? Que a moral do Cristo não se contradiz com a ciência espírita. Por isso que ele pega essa. E não é à toa que também essa é a mais conhecida do mundo. Veja, se você tá querendo fazer um estudo, você tem aqui a você vai pegar um um uma teoria para analisar, você pega aquela que é a mais seguida para analisar, faz todo sentido. Mas não que ele desprezou as outras ou não que ele falou que as outras são todos os pontos são contrários ou não que ele tenha dito. E a gente vai mostrar isso, tá? Tem gente que diz assim: "Ai, por que que Kardec colocou só três revelações? Quem é que disse que ele colocou só três revelações? São as pessoas para criticar Kardec Partem de premissas falsas. Elas criticam Kardec, mas as premissas são falsas. E eu vou mostrar isso. Aliás, um dos motivos que eu quis logo estudar o Evangelho Segundo o Espiritismo é pela quantidade de bobagem que as pessoas dizem. E pessoas com ar de seriedade, pessoas que estão escrevendo o livro e vendendo o livro porque elas falam aquela aquilo, aparentemente tem lógica e as pessoas compram a ideia. O que as pessoas não sabem por ignorância e por preguiça, porque elas deveriam ir pesquisar mais a fundo antes de seguir batendo palma para para autor que que não estuda direito. Então, elas não são vítimas também. Mas o que a gente vai mostrar é que essas coisas que essas esses autores estão dizendo para criticar Kardec são falsos. Se fossem verdadeiras tinham sentido. É que o autor coloca como se as premissas forem verdadeiras, porque aí a conclusão vai parecer verdadeira. O que a gente vai mostrar no nosso estudo aqui é que são falsas. E eu cito nomes, eu quero deixar o nome aqui, vou dar o nome de um autor que escreve livros, que faz vídeos e que é e
recer verdadeira. O que a gente vai mostrar no nosso estudo aqui é que são falsas. E eu cito nomes, eu quero deixar o nome aqui, vou dar o nome de um autor que escreve livros, que faz vídeos e que é e que é muito seguido no movimento espírita, que é o é o Elias Moraes. Este senhor, as a as coisas que ele fala tem muito sentido. Por isso que ele é ouvido, seguido, aplaudido. Só tem um probleminha, que é isso que nós também vamos mostrar aqui. As premissas que ele parte são falsas. Se você ser e somente ser as premissas que ele diz fossem verdadeiras, ele tinha razão. Como as pessoas acham que as premissas dele são verdadeiras, é por isso que as pessoas dizem: "Nossa, esse senhor é um excelente estudioso do Espiritismo. As críticas que ele faz são muito pertinentes. Não são. As premissas dele são falsas. Ele tem diversos vídeos e livros criticando Kardec, só que é falso as premissas que ele usa. Veja, eu tô falando das premissas. Não tô dizendo que ele é falso, desonesto. As premissas que ele usa na sustentação da tese dele são falsas. Se ele faz isso sabendo ou não sabendo, eu não sei. Mas o que eu sei é que as premissas dele são falsas. Então, há várias críticas que eu já vi ele fazendo e as pessoas batendo palma, eu digo: "Meu Deus, ou ele não estudou devidamente, que eu acho que é o caso, então ele acha que tá contribuindo, ou ele é desonesto, o que eu acho que não é, porque todo mundo é inocente até que se prove o contrário, mas o que eu sei é que as premissas dele são falsas. Ele tá errado. Se fossem verdadeiras, teria sentido. Ele seria o melhor crítico do movimento espírito. O problema é que são falsas as premissas. E ele faz críticas desse desse tipo de a três revelações, desprezou outras religiões, ele não entendeu, ele não leu direito. Nós vamos mostrar aqui. Então Kardec analisou todas as teorias existentes, todas. E ele vai mostrar porque que a do espiritismo é melhor. Ele Kardec e porque a do Cristo foi a única que a Por que que a do Cristo foi a única
Então Kardec analisou todas as teorias existentes, todas. E ele vai mostrar porque que a do espiritismo é melhor. Ele Kardec e porque a do Cristo foi a única que a Por que que a do Cristo foi a única que a parte moral saiu pura? Isso a própria coerência da teoria mostra. Claro, porque Jesus era puro, mas o Kardec não foi preconceituoso com as religiões ou ou estabeleceu uma guerra de religiões, porque ele vai dizer que todos são reveladores. Kardec vai dizer: "O erro vai ser o exclusivismo e o abandono da razão." A gente vai ver. Então, tudo isso a gente vai ver, vai tratar. Bom, como a gente estourou o tempo, Lauro, pode baixar um pouquinho. Amanhã quando a gente iniciar eu falo sobre a frase, essa frase que Kardec escolheu para colocar aqui na folha de rosto. Eu não vou analisar profundamente a frase porque ela vai aparecer de novo dentro da obra. Quando a gente chegar lá, eu analiso ela mais profundamente, mas eu vou explicar um pouco o que que ela significa e por Kardec escolheu colocar ela aqui. Então, amanhã a gente vai ver essa frase e já vamos entrar no prefácio. E aí, meus amigos, o prefácio, eu não sei quantos dias a gente vai ficar no prefácio. O prefácio tem pouquinha, pouquíssimos parágrafos, só tem um problema, entre aspas, é problema. O autor é o espírito de verdade. Isso significa que ela é de uma profundidade que eu não sei quantos dias nós vamos ficar, mas eu não quero passar correndo por essa frase. Então por isso que eu eu não vou adiantar aqui o porque que ele escolhe ela para colocar aqui. Certo? Então eu deixo se tem mais alguma coisa sobre o que a gente tratou para te trazer, senão a gente deixa o resto já para amanhã. Esse é o bom de estudo diário, né? Amanhã a gente já segue. >> Exato, Michel. Exato, né? como se diz, não dá tempo nem de esfriar nas ideias, né? Tá sempre fervilhando. Não, Michel, por enquanto eu acho ficou claro, claro que isso aqui precisa de mais desenvolvimentos, né? São informações eh muito novas eh e que ao longo do estudo da obra, como
Tá sempre fervilhando. Não, Michel, por enquanto eu acho ficou claro, claro que isso aqui precisa de mais desenvolvimentos, né? São informações eh muito novas eh e que ao longo do estudo da obra, como você já bem o disse, você vai novamente abordar tudo isso e vai falar com mais profundidade e isso vai com certeza nos ajudar a compreender melhor, né? Eh, bom, quero te agradecer, Michel, mais uma vez, né, pelo estudo, pelo por estar aqui ao seu lado e agradecer a você que está conosco aí no chat, que eu tenho certeza que ainda tá todo mundo meio tímido, né, quando adentrarmos a obra aí que que for falar mais sobre a obra mesmo aí, os itens, acredito que o pessoal vai ficar mais assanhado aí, vai participar mais. Beleza, Michel? Obrigado. Obrigado a todos. >> Isso aí. aqui o eh o anúncio do pessoal que queira assinar o canal para ajudar o canal e estudar o livro dos médiuns. Vai, seja membro ou aqui na descrição do vídeo, clique lá e assine. Hoje às 17:30, daqui a pouco eu entro ao vivo de novo para fazer hoje analisar o capítulo nove da obra Nosso Lar, tá? E aqui quem participou, né? o Luciano Alves, o Nei, Henriete, Aine, o Ebert e os demais que participaram aí ou que vão assistir depois que que não comentaram. Lembrando pessoal, surgiu dúvidas, deixem nos comentários ou trago aqui no chat e a gente vai aí durante os dias e aprofundando. Espero que tenha sido útil para vocês. Então, hoje estarei ao vivo às 17:30 e amanhã estamos aqui de novo às 14 horas. Uma boa tarde a todos. Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo da obra Evangelho Segundo Espiritismo. Nós inauguramos esse projeto segunda-feira agora, dia 12. Estamos, portanto, no terceiro estudo da obra Evangelho Segundo Espiritismo. Lembrando a todos que esse estudo do Evangelho Segundo Espiritismo é diário de segunda a sexta. Todos os dias às 14 horas nós teremos o estudo completo e sequencial da obra Evangelho Segundo Espiritismo. Começamos segunda-feira tratando dos bastidores e da história da obra. Analisamos ontem
xta. Todos os dias às 14 horas nós teremos o estudo completo e sequencial da obra Evangelho Segundo Espiritismo. Começamos segunda-feira tratando dos bastidores e da história da obra. Analisamos ontem alguns elementos da folha de rosto da obra, onde Kardec resume o que a obra contém. Ainda falta a gente analisar uma frase que Kardec usou. Eh, Kardec coloca uma frase na junto, ele escolheu uma frase de tantas frases, ele escolheu uma para colocar na folha de rosto, né? Eu quero comentar um pouquinho sobre ela e aí a gente já entra no prefácio propriamente dito. Antes da gente entrar no estudo, deixando o aviso de sempre, já que tem muita gente nova chegando, o Kardec Tube tem conteúdos diários sobre a obra de Kardec. Então você estuda de segunda a sexta às 14, como eu disse, o Evangelho Segundo Espiritismo, às 14 horas. Segunda à noite, nós estudamos o livro dos espíritos no canal Estudar Kardec do Lauro, mas depois eu reposto aqui na segunda mesmo o estudo. Terça-feira às 17:30 nós estudamos criticamente a obra Nosso Lar. Hoje à noite, às 20:30, nós estudamos o que é o Espiritismo. Quinta-feira, às 20 horas, nós estudamos o site revistaespespírita.net. net e sexta-feira nós estudamos o livro dos médiuns. Então, a gente tem live de tarde e live de noite todos os dias de segunda a sexta. Você está convidado aí a assistir toda essa programação. Quem não pode assistir ao vivo, todos os nossos programas ficam gravados, inclusive estudos que a gente já fez. você entra aqui na playlist, você tem acesso. O único estudo que é fechado para assinantes é o de sexta-feira do livro dos médiuns. Então, se você quer assistir, você assina o Kardec Tube a quem seja membro ou então no link que tá na descrição do vídeo, você assina por mês e tem acesso ao estudo do livro dos médiuns e da e da mesma forma ajuda o canal contribuindo com ele. Então esses esses são é a grade de programações que o Kardec Tube agora tem duas lives por dia, mas a as postagens dos recortes que a gente faz aí do Cosmass e de vídeos
o canal contribuindo com ele. Então esses esses são é a grade de programações que o Kardec Tube agora tem duas lives por dia, mas a as postagens dos recortes que a gente faz aí do Cosmass e de vídeos meus antigos que a gente faz também durante o dia. Então é muita coisa, você pode acompanhar e você nos ajuda ou assinando o canal ou simplesmente você tá assistindo aqui agora, curta o vídeo e se inscreva no canal, você já vai estar ajudando. E também se você divulgar o link do canal, você vai estar ajudando. São maneiras de você ajudar. E também em troca a gente tenta oferecer o máximo de conteúdo referente a Kardec possível. dentro dos nossos estudos, a gente compartilha aquilo que a gente sabe, aquilo que a gente entendeu, aquilo que a gente pensa. Dito isso, antes de entrar no estudo do prefácio e ainda analisar um pouquinho da folha de rosto, eu passo pro meu amigo Lauro para que ele também dê as boas-vindas. >> Boa tarde, Michel. Boa tarde, pessoal. Sejam bem-vindos para mais esse estudo, como o Michel colocou, um estudo semanal diário, né, de segunda a sexta, e que vai fazer toda a diferença para o entendimento dessa obra, desse estudo moral que Kardec apresenta, que é o Evangelho segundo o Espiritismo. Isso é muito importante. Acredito que o Michel vai abordar esse título aí, eh, para que a gente entenda porque Kardec usou esse título, mas é muito importante a gente já ter esse mente. Então que tenhamos aí um bom estudo, Michel. >> Isso aí. Já já vejo aqui os nossos amigos de sempre. O José Braga, boa tarde. Nosso assinante. A Eline assinante também, boa tarde. Obert também é assinante. Boa tarde. Temos o Luciano também, nosso amigo, o outro Luciano. Temos dois Lucianos aí que nos acompanham. Boa tarde a todos, inclusive quem não comentou e quem vai nos ver depois. Sejam bem-vindos. Sim, vamos então analisar aí mais um trecho. Estamos bem no iniciozinho da obra, então a gente ainda vai pegar um pouquinho da folha de rosto. Ontem a gente viu aí os o resumo de
is. Sejam bem-vindos. Sim, vamos então analisar aí mais um trecho. Estamos bem no iniciozinho da obra, então a gente ainda vai pegar um pouquinho da folha de rosto. Ontem a gente viu aí os o resumo de Kardec e aí vejam aqui ele Kardec vai escolher esta frase que depois vai aparecer de novo dentro da obra. Lá no final do Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo da fé, a gente vai ver que ele vai repetir essa frase e evidentemente que lá ele vai desenvolver o assunto. Mas aí escolheu essa frase para ficar como uma frase de abertura da obra. Eu não quero aprofundar hoje a frase, embora eu tenha que tratar dela para tentar explicar um pouco porque que ela tá aqui. Mas claro que quando a gente chegar lá na no capítulo, eu vou procurar aprofundar mais, porque lá tem os textos juntos, né? Mas veja qual é a ideia de Kardec aqui de colocar a frase a e uma uma frase famosa, né, do movimento espírita. A gente costuma repetir essa frase dita por Kardec, fé inabalável. Sol é a que pode encarar frente a frente razão em todas as épocas da humanidade. Bom, por que que ele coloca essa frase aqui? Vejam, é a primeira vez que Kardec vai fazer uma obra quando ele chega no Evangelho Segundo Espiritismo. É a primeira vez que ele vai fazer uma obra em que ele vai tratar propriamente de um assunto que tá intimamente ligada à questão da fé, da fé religiosa, né? que é justamente, vejam, ele vai propor uma obra onde ele vai pegar uma parte dos ensinamentos do Cristo e dá uma nova interpretação, uma interpretação segundo o espiritismo. Então, evidentemente que para falar da fé, aliás, para falar da moral, que é o objetivo central da obra, Allan Kardec vai ter que passar também pelo assunto da fé. Já que a gente sabe que todo o cristianismo, todo o cristianismo está vinculado à ideia de fé, religião. A própria moral cristã daqueles que seguem os ensinamentos de Jesus está vinculado a alguma ideia de fé. Então, há um vínculo muito forte entre e histórico, entre fé e moral, entre fé e Jesus. Vejam como ele vai começar a
ã daqueles que seguem os ensinamentos de Jesus está vinculado a alguma ideia de fé. Então, há um vínculo muito forte entre e histórico, entre fé e moral, entre fé e Jesus. Vejam como ele vai começar a falar de Jesus de uma maneira muito específica e profunda. Ele vai ter que tratar da fé. E depois a gente vai aprender dentro da obra, por isso que eu não quero me alongar muito nisso hoje. A gente vai aprender dentro da obra que a fé é a base da moral. Isso é uma coisa interessante que a gente vai aprender quando a gente for estudar a obra, que a moral precisa de um fundamento. Se esse fundamento não for sólido, ela compromete a moral. É como se para você entender a moral, se motivar a praticar a moral e aprender a praticar a lei moral, você precisa de bons argumentos. Esses bons argumentos a gente vai ver que estão calcados na fé. Então, vejam, a fé é um assunto que Kardec vai ter que passar, seja porque ela tá intimamente ligada historicamente com a questão do cristianismo e com a própria moral, e porque a gente vai precisar da fé para ela ser uma espécie de base motivacional para o entendimento e aplicação da moral. Tudo isso a gente vai ver com mais riqueza no decorrer da obra. Então, por que que ele deixa isso aqui já na capa? O que ele quer mostrar o seguinte: se eu tenho uma crença que serve como um guia para as minhas ações, para o meu modo de vida, se eu tenho uma crença que ela é a norteadora, ela que me conduz na maneira como eu vou pensar e agir, portanto, ela tá ligada à moral também. Vejam, se esta crença, se esta fé ela for irracional, toda vez que ela se deparar com a razão, ela pode vacilar, ela pode levantar dúvidas, ela pode não ser firme o suficiente. E você pode ter dúvida daquilo que você deve fazer, naquilo que você deve acreditar, no caminho que você deve seguir. Então, qual é o problema da crença que não é baseada em bons argumentos racionais? É que ela é frágil. Como ela é frágil, ela pode mexer com a sua conduta, porque imagina que você está fazendo algo, você está
ual é o problema da crença que não é baseada em bons argumentos racionais? É que ela é frágil. Como ela é frágil, ela pode mexer com a sua conduta, porque imagina que você está fazendo algo, você está praticando algo consequência de uma crença que você tenha. Se essa crença for abalada ou se essa crença ficar em dúvida, evidentemente vai abalar e deixar em dúvida a prática que você realiza. Vejo como uma como uma coisa está vinculada à outra. E tudo aquilo que a razão não pode entender, ou aquilo que contraria a razão, ela mexe fortemente com as nossas crenças e com as nossas atitudes. Vejam que a nossa ação e as nossas ideias na vida, elas estão intimamente ligadas com as crenças que a gente tem. Se a gente não entende bem ou se é colocado algum problema na crença que a gente tem, isso mexe com toda a estrutura. Por isso que ele vai dizer, eu preciso ter uma crença, uma fé que esteja aliada a razão e que não deixa a razão de lado e que não contraria a razão, porque aí sim eu vou ter uma uma fé inabalável. Por por quê? Porque ela, como ela tá calcada no entendimento, na argumentação, no raciocínio, não tem nada que possa colocar ela em cheque, colocar ela ela em dúvida. Então, ela é inabalável porque você tem um componente de força, de certeza, de segurança. E assim você segue baseado nessa fé, nessa crença, você segue firmemente nos seus propósitos. E é, e claro, ele vai mostrar que essa razão tem que ser em todas as épocas da humanidade, ou seja, tem que ser uma razão, não apenas um raciocínio pessoal limitado alguma época, ou seja, tem que ser algo que que seja uma razão universal, ou seja, é aquilo que a gente aprendeu chamar na verdade, né? Se eu tiver uma crença que é apoiada na verdade, ela se torne inabalável. Se eu tiver uma crença em que a verdade possa trazer dúvidas para ela, ela é abalável. Percebe? E e por que então ele usa essa frase aqui? para mostrar que o espiritismo conseguiu isso. Esse sempre foi o grande problema da fé no decorrer da história.
er dúvidas para ela, ela é abalável. Percebe? E e por que então ele usa essa frase aqui? para mostrar que o espiritismo conseguiu isso. Esse sempre foi o grande problema da fé no decorrer da história. Ela trazia crenças, ela trazia conhecimentos, ela trazia informações, ela trazia recomendações, mas ela sofreu muitos problemas ao encarar a razão durante a história da humanidade, a ponto da gente ter aí as diversas filosofias que vão combater as crenças, que vão combater a fé, que vão combater as coisas espirituais, que vão vão combater a própria moral. Há filósofos que vão dizer que a própria moral é uma invenção, uma ilusão, uma coisa sem necessidade. E eles usaram a razão para argumentar isso. Então, se a fé não consegue enfrentar essa razão, ela fica abalada. E a gente vai ver que o espiritismo é o mais poderoso auxiliar da fé. Por quê? Porque ele leva a fé através da sua ciência. Por isso que ela é inabalável. Então essa frase ser colocada aqui é uma espécie de aviso ao mesmo tempo de é uma uma bandeira que o espiritismo vai levantar porque ele conseguiu resolver o problema. A grande discussão entre fé e razão que sempre existiu aí nas religiões e na filosofia. O espiritismo conseguiu resolver esse conflito, porque agora ele vai mostrar que através da ciência espírita eu não preciso negar a fé, pelo contrário, eu vou fortalecer a fé sem precisar abrir mão da razão, da argumentação, dos fatos, da ciência. Então, é um é uma ferramenta, é um elemento poderosíssimo que o espiritismo oferece, já que ou você tem o uso da razão, colocando problemas e até negando a fé e também negando a moral, ou então você tem pessoas que vão apoiar a fé e a moral, mas elas têm problemas com a razão. O espiritismo, ele não tem problema com nenhum dos dois. E, portanto, você tem agora algo inabalável, eterno, que é justamente, a gente vai ver depois, algo que coincide com a promessa do Cristo, quando ele diz que enviaria um consolador que ficaria eternamente conosco. Veja como fecha,
go inabalável, eterno, que é justamente, a gente vai ver depois, algo que coincide com a promessa do Cristo, quando ele diz que enviaria um consolador que ficaria eternamente conosco. Veja como fecha, né? Ou seja, para ficar eternamente conosco tem que ser algo inabalável, algo eterno. Portanto, tinha que ser uma fé calcada no uso da razão. Então, por isso que é muito especial ele ter escolhido essa frase, porque ele já quer deixar, ele quer mostrar o qual é o papel do espiritismo para contribuição desse conflito da humanidade. Ou seja, o espiritismo resolve o conflito. Aquilo que sempre separou a humanidade, a fé e a razão, agora ela está unida sem precisar jogar fora nenhuma das duas. E, portanto, você tem a mais poderosa ferramenta e base para que você entenda a moral, pratique a moral e conquiste os resultados que a prática da moral vão lhe vão lhe fornecer, que é se tornar um espírito bom da escala espírita, que a gente vai ver depois, que é onde você encontra a verdadeira felicidade e é o que Kardec vai chamar de salvação. Então, tudo vai se encaminhar para a unidade, para a união, para a evolução da humanidade. Agora, de uma maneira geral, de uma maneira completa. É por isso que os espíritos vão dizer: "Gravitai para a unidade divina". É por isso que eles vão dizer que o espiritismo vai, ele veio para abalar a humanidade, ou seja, ele vai derrubar as divisões que impedem com que a gente evolua enquanto humanidade. Vai unir a humanidade numa só crença e vai fazer tudo isso sem precisar jogar fora a ciência e a razão. Por isso que é algo inabalável e por isso que são chegados os tempos, porque agora eu tenho tudo que eu precisava para atingir uma nova era pra humanidade, que é o que a gente vai ver no prefácio, o espírito de verdade anunciando tudo isso que essa frase sintetiza e que antes do espiritismo o conflito não tinha solução. E depois do espiritismo, o conflito continuou, porque as pessoas passaram a ignorar Kardec, porque é só na obra de Kardec que você vai encontrar isso
antes do espiritismo o conflito não tinha solução. E depois do espiritismo, o conflito continuou, porque as pessoas passaram a ignorar Kardec, porque é só na obra de Kardec que você vai encontrar isso da maneira como ele coloca, clara, profunda e universal. A gente vai ver ao longo da obra que essa união e essas barreiras que o espiritismo veio derrubar na humanidade para fazer com que a humanidade avance inteira, pós Kardecam a fazer divisões. Vejam que hoje as pessoas continuam divididas na sua fé religiosa, assim como também nas suas crenças sociais, políticas. As divisões voltaram, aquilo que o espiritismo em Kardec solucionou. As pessoas, por ignorar Kardec e seguir outras propostas, outros autores, outros palestrantes, outros espíritos, a gente voltou pro caminhos das divisões. Mas o importante, o que que a gente vai descobrir com esse estudo? Existe uma obra que solucionou o problema da humanidade. Essa obra é a obra de Kardec. O que elas, a única coisa que ela precisa é ser conhecida. Ao ser conhecida, ela vai rapidamente mudar o planeta. Por isso que a tática dos inimigos do Espiritismo foi esconder a obra de Kardec, porque rapidamente a obra de Kardec. Como a gente vai ver, a gente vai ver isso agora no prefácio e na introdução. A gente vai ver como encolheram, podaram, aleijaram, esconderam o verdadeiro e grandioso espiritismo. A gente vai ver o poder que a obra de Kardec e em especial o Evangelho Segundo o Espiritismo tem. para o progresso da humanidade. E isso só não aconteceu porque as pessoas passaram a esconder Kardec e a usar essa obra de uma outra maneira, desvirtuando o entendimento dela. Aí, claro, esconderam um remédio, a doença continuou, né? ou ela pouco curou porque ofereceram para as pessoas somente partes deste remédio, mas não a ponto de curar a humanidade inteira, embora ele tenha esse poder de curar a humanidade inteira. Então, basicamente, sucintamente essa é a ideia. Claro, como eu falei, eu quero deixar para aprofundar quando nós entrar, né?
nidade inteira, embora ele tenha esse poder de curar a humanidade inteira. Então, basicamente, sucintamente essa é a ideia. Claro, como eu falei, eu quero deixar para aprofundar quando nós entrar, né? Lauro, alguma questão, algum comentário sobre isso antes da gente entrar no prefácio? Poderia perguntar para você, Michel, uma vez que você disse que o espiritismo ele é essa crença que vai fortalecer a fé baseada na ciência, eu poderia perguntar para você assim: "Tá, Michel, então quais são os elementos que que vai ser norteador, vai ser essa bússola para que eu tenha essa fé inabalável?" Eu poderia perguntar, seria a comunicação com os espíritos? Só isso? ou teria outros elementos baseados na ciência que poderia fortalecer essa fé. Michel, >> é, a gente vai ver logo logo, né? O prefácio já anuncia isso e depois Kardec vai comentar no item um do objetivo da obra aqui na introdução e no item dois quando ele vai falar da do famoso texto do controle universal que todo mundo cita, mas eu acho que 99% das pessoas que eu vejo citar esse texto o citam de maneira incompleta, né? a gente vai estudar ele todinho. Aliás, tanto o prefácio quanto a introdução, a gente vai ficar bons dias, né? Mas a ideia é a seguinte, o que que eles vão mostrar é que a crença que o espiritismo traz, qual é o diferencial dela? É que ela, primeiro, ela é baseada em fatos, por isso que ela é uma ciência. E o que que quer dizer isso para as pessoas entenderem? é que ela não é resultado de uma vontade pessoal, de uma opinião pessoal, de um momento da história, de um povo. Porque vejam, sempre foi assim que os conhecimentos das coisas espirituais ou morais vieram pra gente. Sempre foi assim que foi tratado a a moral e as coisas. espirituais. Era sempre através de um profeta, um povo, algum livro, alguma pessoa ou algum grupo de alguma época. Era sempre assim, sempre foi assim até o espiritismo. E agora você tem as verdades espirituais. sendo trazidas, como a gente vai ver na no próprio prefácio, as verdades
ou algum grupo de alguma época. Era sempre assim, sempre foi assim até o espiritismo. E agora você tem as verdades espirituais. sendo trazidas, como a gente vai ver na no próprio prefácio, as verdades espirituais agora são trazidas em todos os cantos da humanidade, ao mesmo tempo através dos espíritos que vão trazer isso através da evocação. Então, não se trata agora de um conhecimento que pertence a uma pessoa, a um grupo, a um país, a um contexto histórico, cultural. é universal, que é justamente a melhor ideia que a gente tem de construção do conhecimento. Quanto mais universal ele for, menos ele tem a influência das imperfeições humanas. A verdade tem que ser universal, ou seja, a mesma coisa que é verdade aqui tem que ser verdade em qualquer lugar do mundo. E as grandes brigas na história da humanidade sempre foi essa. Cada um tinha sua crença, a sua doutrina e acreditava que cada um tava com a verdade. Agora eu tenho uma doutrina que ao mesmo tempo atinge toda a humanidade, porque os espíritos não são pessoas presas num corpo ou presos numa época. Por isso que eles são as vozes do céu, ou seja, eles estão em todos os lugares ao mesmo tempo, em todas as épocas. Então você tem esse primeiro diferencial, é algo universal e vem dos espíritos através da evocação. E depois, que é o segundo elemento, é que isso que eles trazem para todos ao mesmo tempo não contraria a razão. Está de acordo com a razão. que vejam, a razão é um tipo de pensamento que nós temos e todos têm, que ela que orienta exatamente aquilo que a gente pensa, aquilo como a gente vai agir. A razão é justamente a inteligência do espírito, compreendendo as coisas. organizando pensamentos e ideias e nos norteando. Vejam, para tudo que a gente faz, não há como eu fugir da razão, não tem como eu deixar de pensar e raciocinar. Isso também é algo universal. Olha que interessante. Ao mesmo tempo que eu tenho ideias universais sendo trazidas ao mesmo tempo para toda a humanidade, esta faculdade que todos têm e a gente
iocinar. Isso também é algo universal. Olha que interessante. Ao mesmo tempo que eu tenho ideias universais sendo trazidas ao mesmo tempo para toda a humanidade, esta faculdade que todos têm e a gente não consegue fugir, ninguém consegue fugir de raciocinar. Uma vez que a gente raciocina a gente e e entende, a gente não consegue voltar atrás. Você não consegue deixar de pensar. E agora você tem uma doutrina que não contraria a essa ferramenta, que também é universal, que tá em todas as pessoas. Então, por isso que ela é muito forte, porque ela derruba as divisões, ela derruba as discussões de quem é que tá com a posse da verdade ou não. E, portanto, ela une as pessoas num objetivo só. E por isso que o ser humano evolui mais rápido. É por isso que esses elementos vão ser atacados pelos inimigos do espiritismo. Você tem que fazer as pessoas pararem de se comunicar com os espíritos para perder essa esse caráter de generalidade. E voltam as divisões e as disputas, que é o que a gente vive hoje. Que que a gente vive hoje? disputa. Cada grupo humano, isso pode ser no mesmo país, isso pode ser até mesmo dentro da mesma casa. Cada pessoa, o grupo humano, ela está disputando o que ela entende que é o certo, que é errado, que é verdadeiro, que é o falso. E as pessoas estão brigando, lutando por causa dessa disputa que o Espiritismo veio terminar com essa disputa. É por isso que não é interessante para quem vive desse conflito que o espiritismo seja conhecido, tal como ele é em Kardec. Porque aí a gente vai ver na própria mensagem do prefácio do espírito de verdade, que o espiritismo ele fere frontalmente o orgulhoso, porque agora aquele que sustentava a ideia de que a verdade pertencia a ele, ele era o dono da verdade. O espiritismo vem agora e diz o seguinte: "A verdade vai ser dada a todos ao mesmo tempo". Então, a pessoa, a a pessoa que se dizia dona da verdade pede perde poder, perde prestígio, porque ela ela não passa a ser só agora a única detentora da verdade. Todos têm
ada a todos ao mesmo tempo". Então, a pessoa, a a pessoa que se dizia dona da verdade pede perde poder, perde prestígio, porque ela ela não passa a ser só agora a única detentora da verdade. Todos têm acesso à verdade. Por isso que as essas pessoas não querem que o espiritismo, como Kardecou, seja conhecido e divulgado, porque as pessoas gostam delas se sentirem importantes, líderes, chefes, eh, detentoras da verdade, porque isso alimenta o orgulho da pessoa. Ela se sente, ela é a especial melhor que todos. E o espiritismo acaba com isso, porque a mesma mensagem que uma pessoa altamente intelectualizada ou poderosa pode receber no seu palácio, uma pessoa num casebre miserável pode receber também o mesmo conhecimento através dos espíritos. Não há mais privilégios, não há mais povos escolhidos, não há mais países escolhidos, não há mais religião escolhida, filosofia escolhida, acabou. Então, é por isso que o espiritismo é muito combatido, porque ele não dá holofote para ninguém específico, porque a verdade é universal, assim como a moral. Então, não é à toa que as pessoas, o próprio, os próprios líderes do movimento espírita vão combater essa ideia do espiritismo. Por quê? Porque eles querem holofote, eles querem destaque, que foi o que aconteceu na nossa história. Espíritos que vieram substituir essa universalidade e dizer: "Eu sou o missionário, eu sou a liderança, eu sou o guia, eu sou o mentor." Olha o eu, eu, eu, eu. Sendo que pro espiritismo todos têm acesso à verdade através da evocação e do uso da razão, que também é universal. Então, vejam, é uma revolução muito grande e é natural que a gente tivesse interesses combatendo esse espiritismo. Muito natural que acontecesse com espiritismo tudo que aconteceu, porque ele vai acabar com todos os os aqueles que viviam dessas divisões e desse orgulho, né? >> Muito bom. >> Muito bom. E e só para fechar, Michel, esse esse bom, então, uma uma vez que, né, também, como você disse, os espíritos se comunicam em toda a humanidade, todos, né, sem
orgulho, né? >> Muito bom. >> Muito bom. E e só para fechar, Michel, esse esse bom, então, uma uma vez que, né, também, como você disse, os espíritos se comunicam em toda a humanidade, todos, né, sem distinção, pode estabelecer relação com os espíritos, então a a o livro dos médiuns, então, seria, claro, esse guia, como o próprio Kardec intitulou, o o livro, para poder eh fazer uso disso com conhecimento. Isso seria isso. >> É, o livro dos médiuns é para ensinar esse método, né? Como é que você vai ter acesso a essa verdade universal? Praticando a evocação. E aí o livro dos médiuns ensina você a praticar evocação, certo? Assim. E você vai ver estudando o livro dos médiuns, que ele é muito simples. Então, eh eh qualquer pessoa poderia pegar ali o livro dos médiuns e aplicar. E acontecia isso na época de Kardec. Por isso que o Espiritismo avançou muito rápido, porque o mundo inteiro evocava os espíritos. Não era à toa que Kardec era hegemônico. Kardec era o líder. Eles chamavam chefe da doutrina espírita porque as pessoas seguiam o que a obra dele ensinava. Mas por que ele? Porque ele representa essa ciência que é impessoal. Ele representa essa universalidade. É por isso que a gente fala tanto Kardec, Kardec, Kardec, Kardec, porque a obra dele representa essa universalidade que você não vai encontrar fora da obra dele. Você não vai encontrar uma teoria igual a obra dele foi construída. A gente vai ver isso. As pessoas confundiram o fora da caridade não há salvação. E elas usaram esta frase para relativizar a importância da teoria espírita. Elas não entenderam o que Kardec vai dizer com a frase fora da caridade. Aliás, nem é assim a tradução, tá? A gente tem uma uma bandeira que foi uma tradução criada. A tradução literal é sem caridade, sem salvação. Essa é a tradução eh mais literal. Mas a ideia desta frase que o próprio movimento espírita repete é o seguinte. É claro que se você não tomar o remédio, usando a analogia do remédio, se você não tomar o remédio, você não vai curar a doença.
ideia desta frase que o próprio movimento espírita repete é o seguinte. É claro que se você não tomar o remédio, usando a analogia do remédio, se você não tomar o remédio, você não vai curar a doença. É isso que quer dizer. Mas veja bem, o melhor remédio é o espiritismo. Olha, olha a sutileza. Se você não toma, você pode ter o melhor remédio. Se você não tomar, você não vai se curar da doença. Então é isso que quer dizer, sem caridade, sem salvação. Não basta ter o remédio ali na mão, não basta conhecer o espiritismo. Agora as pessoas confundiram esta verdade, achando que isso menosprezaria o espiritismo. Não, o espiritismo continua sendo o melhor remédio. O espiritismo não é os espíritas. O espiritismo é a melhor teoria para a evolução moral e espiritual da humanidade. Mas não existe nem perto, mas não é nem perto, nem longe uma teoria que tenha sido construído com a mesma qualidade. Não. Ah, Michel, como é que você tá afirmando isso? A gente vai ver no item dois da introdução, a gente vai ver como foi construído o espiritismo. E eu quero que alguém me diga qual outra teoria que foi construída. Assim é um desafio que eu faço aqui. Por que que o movimento espírita erradamente concluiu? Ah, se o que o que importa é a caridade, então o espiritismo não tem tanto valor assim, porque o não é o conhecimento que salva. Olha o a conclusão equivocada. Ah, então vale qualquer remédio. Vamos trocar Kardec por qualquer outra coisa, porque o que importa é a caridade. Olha como não entenderam. Eles confundiram uma coisa com outra coisa. E é isso que a gente vai ver. E a gente e é isso que a gente tanto insiste, que as pessoas entendam. E muitas pessoas acham que esse tipo de pensamento significa ser ortodoxo ou fanático. Justamente a teoria que é a menos fanática, a, aliás, nem é menos fanática, a teoria que, exatamente, a teoria que é totalmente contrária ao fanatismo, porque ela é a mais baseada nos fatos, na razão e na universalidade. Ou seja, ela não tem ela não tem as influências do fanatismo. É
que, exatamente, a teoria que é totalmente contrária ao fanatismo, porque ela é a mais baseada nos fatos, na razão e na universalidade. Ou seja, ela não tem ela não tem as influências do fanatismo. É justamente quem defende ela que é chamado de fanático. E as pessoas que dizem que quem segue uma teoria como essa é fanático, seguem um espírito só. Olha que coisa interessante. A gente tem uma obra que foi construída universalmente e a gente é taxado de fanático por defender essa obra. E a pessoa que taxa a gente de fanático por defender essa obra universal segue um espírito só de um país, de uma época. Olha que coisa maluca. Ela segue um espírito só, as ideias de um espírito só, seja de um médium ou seja de um espírito. E quem segue uma obra que é universal e racional, ela diz que é fanática. Olha a inversão da coisa. Ou pior, tem gente que diz assim: "Ah, mas é a mesma coisa. Um é igual ao outro". Meu Deus, ela tá comparando uma um patinete com um avião a jap e ela acha que é a mesma coisa, só que aí com o patinete ela não consegue muito longe, né? Ela tá sempre ali naquela limitação com um avião a jato, ela percorre o mundo usando analogia. Esse é o intuito da gente entender o que que é o evangelho segundo o espiritismo, que as pessoas precisa cair a ficha. Tem gente que deixa de estudar o Evangelho Segundo Espiritismo para ler o pão nosso do Emanuel. Tem gente que deixa de estudar a obra de Kardec para ler Joana de Angeles. E a pessoa acha que é a mesma coisa. E não é que ela acha que é a mesma coisa. Pelo inclusive ela acha que esses autores que eu citei são melhores. Ela tá trocando um patinete com uma roda quebrada. por uma nave espacial. E ela não enxerga isso. Por quê? Porque ela não usou a razão, que é a ferramenta que Deus lhe deu para descobrir a verdade. Então, ela, como ela não usou a razão, a fé dela é uma fé abalável, frágil. Como a fé dela é frágil, ela foge da razão, porque o orgulho dela não deixa ela quebrar essa fé frágil, porque vai ferir o orgulho dela. Ela vai ter que dizer:
ão, a fé dela é uma fé abalável, frágil. Como a fé dela é frágil, ela foge da razão, porque o orgulho dela não deixa ela quebrar essa fé frágil, porque vai ferir o orgulho dela. Ela vai ter que dizer: "Meu Deus, eu construí algo de vidro frágil, eu sou fraco, eu fui ignorante". Então, para não admitir que é frágil e ignorante, que sustentou ideias falsas, ela prefere se abraçar na falsidade e sair correndo da verdade. Só que como a verdade é inevitável, ela vai lhe perseguindo ao longo das encarnações, né? Porque ela é inevitável. Então, se a gente chegar no final do estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo com as pessoas entendendo, se a gente não usar Kardec, a gente não vai ter algo melhor. Não vai ter. Enquanto a gente não se concentrar na obra dele, a gente tá perdendo tempo ou perdendo eficácia. Ah, mas antes de Kardec as pessoas não atingiam a salvação, não praticavam a caridade? Claro que atingia a salvação e praticava a caridade, mas por que que você acha que era um número reduzido de pessoas? Não é a humanidade inteira. Porque é muito mais difícil sem ele. Não é que é impossível, mas é muito mais difícil. Tanto é que pouquíssimas pessoas da humanidade conseguiram dar o salto evolutivo. Agora, com ele, a humanidade toda está pronta. A humanidade toda não é os 20 senhorzinho que frequenta a casa espírita no interior da cidade. É a humanidade toda, não é o Brasil. Não é o Brasil o país escolhido, segundo a FEB, a FEB diz que o Brasil é o país escolhido, mas nem no Brasil o espiritismo é lidera. A FEB diz que o Brasil é o coração do mundo, pátria do evangelho. O espiritismo com todo o poder da FEB e todo o poder de influência do Chico não conseguiu se tornar primeira nem no Brasil. Planozinho ruim, hein? Eu digo que eu sou o cara e nem na dentro da minha casa eu consigo hegemonia e o pessoal não percebe. Opa, pera aí. O cara, os caras prometem uma coisa e não conseguem chegar lá. Claro, são falsos profetas. Aí vai ver Kardec. Kardec atingiu o mundo. Kardec atingiu o mundo. O espiritismo é
não percebe. Opa, pera aí. O cara, os caras prometem uma coisa e não conseguem chegar lá. Claro, são falsos profetas. Aí vai ver Kardec. Kardec atingiu o mundo. Kardec atingiu o mundo. O espiritismo é para o mundo. Quem matou, escondeu, sufocou e tornou o espiritismo a uma religiãozinha de quinta categoria para meia dúzia de de pessoas num paísinho de terceiro mundo, foram os espíritas. Quem transformou o espiritismo nisso foram os espíritos, porque tem a cabeça desse tamaninho. Agora, os verdadeiros espíritos superiores colocaram o espiritismo pro mundo para para revolucionar a humanidade. Qual grande cientista ou grande filósofo do mundo pode enfrentar os argumentos de Kardec? Qual? não consegue. É impressionante quando a gente pega os grandes filósofos e cientistas e vê Kardec argumentando nos livros dele do século XIX, a gente fica: "Meu Deus do céu, o dia que esse homem foi conhecido". Porque não é que a a briga seja de igual para igual. Kardec dá um banho. Eu costumo brincar, Lauro, que ano passado eu resolvi ler Freud. resolvi ler mesmo, pegar a obra do Freud e ler, que é assim uma das personalidades que, meu Deus, assim, todo mundo rende homenagem pro Freud, assim, os intelectuais, claro, ele também não é unanimidade, mas é visto como um dos revolucionários da humanidade. Aí eu fui ler Freud e disse assim: "Meu Deus do céu, o Freud fazendo ciência não dá a unha do dedão do pé de Kardec. Basta ler os dois e comparar." Aí eu digo: "Então imagina quando esse esse Allan Kardec for conhecido?" Porque se as pessoas já ficam maravilhadas com alguém de muito menos qualidade, imagina quando se depararem com Kardec. Agora, claro, como Kardec mexe nas estruturas dos interesses humanos, é óbvio que ele seria até ser conhecido, ele seria atacado. Mas aí os espíritos vão dizer, nós vamos ver logo logo isso, os espíritos vão dizer: "Se queimarem todos os livros, não poderão queimar os espíritos e nós ditaremos tudo de novo." A gente quase chegou nesse ponto que graças à FEB,
nós vamos ver logo logo isso, os espíritos vão dizer: "Se queimarem todos os livros, não poderão queimar os espíritos e nós ditaremos tudo de novo." A gente quase chegou nesse ponto que graças à FEB, a obra, a obra original de Kardec tava sumindo. várias instituições espíritas no nosso país que tinham acesso às obras originais de Kardec e não disponibilizavam. A gente chegou num ponto perigoso que a gente quase perdeu a obra original de Kardec, ou seja, as obras iam sumir, os espíritos iam ter que fazer tudo de novo. E que se registre pra história que quem salvou foi o Cosm junto com o pessoal do IPAC, que no início estavam era era o mesmo grupo. Eles salvaram que fique registrado pra história, não foi a federação. Assim como hoje, 2026, a FEAL não libera os documentos de Kardec. Aliás, todos os espíritas deviam se unir para criar uma comoção nacional e internacional. Libera, FEA, os documentos que você tem, que você não deixa a humanidade conhecer. que a gente não sabe qual é o interesse da FEA de não disponibilizar, não deixar as pessoas conhecer os documentos. Libera FEAL, por que você quer esconder a obra dos documentos de Kardec? Isso devia ser motivo de união pros espíritos, mas como os espíritos estão mais preocupados com partido político, né? Não tá na moda agora falar mal de Kardec e defender política no meio espírita. Nem os cardecistas se unem para isso. Mas é bom que as pessoas saibam, a FEAL hoje detém do originais de Kardec se sem que se saiba o motivo, ela não libera para para as pessoas conhecerem. Ela começou a liberar um pouquinho e trancou. Então veja, há um Kardecendo censurado e escondido, porque ele mete, veja tudo que a gente viu aqui, ele mete demais, né, Laudo? Bom, eh, esse é o motivo eh para que a gente pense, né, porque Kardec tanto defendeu, ah, negou o espiritismo ser uma uma religião, uma vez que eh eh os espíritos se comunicaram no mundo todo para toda a gente, para todos os povos, para todas as crenças, todas as religiões, ou seja,
u, ah, negou o espiritismo ser uma uma religião, uma vez que eh eh os espíritos se comunicaram no mundo todo para toda a gente, para todos os povos, para todas as crenças, todas as religiões, ou seja, todos sem distinção, obviamente, né, qualquer pessoa pessoa sensata vai compreender que não é uma religião, é uma ciência que pode ser a ferramenta de todas as religiões, que é algo fantástico, né, Michel? É algo grandioso você conseguir eh eh você ter uma teoria, uma doutrina que ela soluciona os problemas que a sua religião não consegue responder, que os seus teólogos, os seus estudiosos não conseguem resolver, né? Então é um é um passo gigantesco. E aí as pessoas precisam pensar muito nisso, em vez de ficar fazendo do espiritismo, como diz você, nessa religião tão frágil, tão pequena, enquanto temos uma doutrina grandiosíssima, né, para poder aí estudar. E mais uma vez, Michel disse que, né, a a verdade é para todos, mas a verdade ela não vai cair de paraquedas. Para se conhecer essa verdade, essas essas verdades universais, é preciso estudar e somente com Allan Kardec é que você vai conhecer essas verdades. Não tem outro caminho, Michel. É, é porque a a verdade para você acessar ela, você precisa da razão. A ferramenta para você acessar a verdade é a razão. É o uso da razão. Ela é a ferramenta. Então, se você não usar, você não acessa. E veja a essa verdade que o espiritismo traz, ela está presente em todas as crenças, só que ela tá fragmentada. Ela tá fragmentada e misturada com opiniões locais, culturais, temporais, pessoais. Percebe? Ela sempre foi assim. O que o Espiritismo fez foi unir tudo isso numa grande unidade universal e racional. É isso que o Espiritismo fez. E como tu comentou, se eu transformo o espiritismo numa religião, numa nova religião, o que que eu faço? Eu eu volto a fazer divisão. Aquilo que ela veio combater e eliminar, o movimento espírita criou de novo, transformou ela numa nova religião. Bom, então agora é mais uma competindo com as outras,
aço? Eu eu volto a fazer divisão. Aquilo que ela veio combater e eliminar, o movimento espírita criou de novo, transformou ela numa nova religião. Bom, então agora é mais uma competindo com as outras, sendo que a gente vai ver Kardec falando. Quem acha que tudo isso eu tô tirando da minha cabeça, a gente vai ver os textos. A gente vai ver Kardec falando: "O espiritismo não tem nacionalidade, ele é para todos". Não é para nenhuma seita específica. Qualquer religião pode se apoiar no espiritismo. Agora, se eu transformar ela em mais uma, daí não, né? Ou eu sou da religião espírita, ou eu sou da outra. E uma compete com a outra. E nessa competição a gente perdeu. Olha que ridículo. Transformaram o espiritismo numa coisa que ele não é e ainda perderam. Ó o que a Feb, a proeza que a FEB conseguiu, que dissesse: "Não, pelo menos criou aí uma religião espírita, mas tá bombando, né?" Não. A casa espírita hoje, as casas espíritas hoje pedem a mofo. Mofo. As casas espíritas hoje têm eco porque estão vazias. E o mofo que as casas espíritas fedem é da cabeça dos dirigentes e não só dos móveis. faliu. É um movimento espírita falido que ficou 100 100 anos idolatrando uma personalidade de um espírito só e agora não sabe para onde correr porque tá órfão de líder e abrir o espaço para qualquer picareta ficar disputando esse espaço de liderança, sendo que se a gente tivesse se unido nas obras de Kardec, a gente tem o norte, a gente tem o farol, é a obra de Kardec, não é uma pessoa pessoa, um médium, um espírito, um palestrante. Mas como eles eles passaram a adorar espíritos e palestrantes e médiuns, a hora que esses espíritos sumiram e que os médiuns morreram e os palestrantes morreram, ficou todo mundo órfão, né, sem saber agora quem é que a gente vai seguir. E aí tá esse bando de picareta aí no movimento espírita e agora na internet também tentando ocupar o espaço, né? O trono está vazio. E agora o que que tá acontecendo? Novos líderes estão surgindo, que também são líderes de barro.
a aí no movimento espírita e agora na internet também tentando ocupar o espaço, né? O trono está vazio. E agora o que que tá acontecendo? Novos líderes estão surgindo, que também são líderes de barro. Estão fazendo a mesma coisa, a mesma coisa que as lideranças passadas fizeram, que é defender ideias próprias. Em vez de focar em Kardec, eles estão fazendo. Então eles são amanhã o que é o movimento espírita tradicional. Hoje eles fazem igualzinho. E é curioso que eles criticam o movimento espírita, né? Eles criticam o movimento espírita tradicional, mas o que eles estão fazendo agora no futuro vão ser eles os criticados e ridicularizados, porque eles ficam defendendo ideias pessoais. Eles não vão paraa universalidade que está em Kardec. É engraçado como as coisas se repetem. Os acadêmicos estão fazendo igualzinho os acadêmicos fizeram no século XIX. Kardec não é bom. Kardec não fez ciência. Ainda temos que desenvolver ciência. Estão fazendo igualzinho os doutores do movimento espírita. O pessoal que era da religião, agora é o pessoal da política. Então, na no século XX transformaram o espiritismo em discussão religiosa, agora é política, é a mesma coisa, só mudou a cara, a casca, a mesma coisa. Mas a gente pode escapar de tudo isso, fazendo o quê? Vá para Kardec, vá beber direto na fonte, saia. das divisões, essas divisões de disputa, de verdade, de poder, vá para aquilo que é universal que o Espiritismo trouxe, que é para todos. Espiritismo não tem barreiras. A caridade não tem barreiras, embora as pessoas que queiram construir, né? Porque claro, por que que elas constróem? porque elas querem construir o seu palácio e o seu trono para ficar ali sentadas e serem idolatradas, seguidas, admiradas. Então as pessoas, esse é o essa essência que está no Evangelho Segundo o Espiritismo, que as pessoas não tratam disso. Eu agora para pra gente começar esse novo projeto, eu passei semanas assistindo vários grupos aí na internet que estudam evangelho, espiritismo. Ninguém trata disso que a gente tá
as não tratam disso. Eu agora para pra gente começar esse novo projeto, eu passei semanas assistindo vários grupos aí na internet que estudam evangelho, espiritismo. Ninguém trata disso que a gente tá tratando. Ninguém estuda o prefácio, ninguém trata da introdução, que é onde justamente o momento mais especial, onde Kardec vai mostrar porque o Espiritismo é o consolador e veio para revolucionar a humanidade. Não vejo ninguém tratar. O pessoal adora citar o cu, o cu, o cu. Ai, porque o cu ai o controle universal do ensino dos espíritos, todo mundo que eu vi citando errado. A gente vai ver e vai mostrar. O pessoal acha que controle universal do ensino dos espíritos é uma espécie de democracia de número por número, né? Então, por exemplo, se tem vários espíritos falando uma mesma bobagem, ó, isso é universalidade, a gente vai ver que não tem nada a ver com isso. Nada a ver. Isso a gente vai ver logo, porque tá aqui na introdução, né? No fim, hoje a gente só refletiu um pouco sobre ainda sobre a folha de rosto. Não entramos no prefácio, mas não tem problema. Como o estudo é diário, amanhã a gente já entra direto no prefácio, né? E o prefácio, meus amigos, o prefácio, olha, cada palavra e cada frase desse prefácio é uma é um livro. É impressionante. E por que que tem essa essa densidade, essa profundidade no prefácio? vai ver o autor do preváo. Quem abre o evangelho segundo o espiritismo é o próprio Cristo. As pessoas não parar, Laura, as pessoas não pararam para pensar nisso. Ele de volta vem agora explicar tudo de novo, desenvolver e ele vai escolher um ser para essa tarefa que se chama Allan Kardec. Ele vai escolher Jesus, o espírito puro, vai escolher Kardec. para fazer essa tarefa. E a gente gosta da Joana, da psicologia, a série psicológica do Joana. A gente gosta do Emanuel, no consolador. A gente gosta do André Luiz bebendo caldinho no nosso lar. Jesus escolheu Kardec. E o povo adorando esses espíritos que não querem nem saber, nem citam Kardec, nem citam Kardec.
manuel, no consolador. A gente gosta do André Luiz bebendo caldinho no nosso lar. Jesus escolheu Kardec. E o povo adorando esses espíritos que não querem nem saber, nem citam Kardec, nem citam Kardec. E quando citam, mentem, como faz o Emânuel lá no Consolador. O Emânuel mente quando fala de Kardec no Consolador, não tem outra palavra. Ele mente porque ele diz que Kardec evocava porque ele era um missionário, então ele podia naquela época. Isso é uma mentira, porque todo mundo evocava os espíritos no mundo todo na época de Kardec. Não era só Kardec. Então, a gente trocou o diamante pela lavagem e tem gente que vem nos nossos vídeos debochar porque ela acha que quem tá perdendo somos nós. Teve uma pessoa que comentou nos meus vídeos: "Ah, Tásio, Emmanuel é obsessor, Emmanuel, me obsedi, Emanuel, eu quero você." E dava risada. Ela acha que é eu que tô perdendo. Ela acha que é eu que tô perdendo. É isso, né? Bom, já fechamos uma hora, Lauro, se tu quiser trazer mais alguma coisa e aí amanhã a gente entra no prefácio, >> não é? Isso aí. É isso aí. muitas reflexões. Eh, eu acho que com o andamento do estudo dessa obra, eu tenho certeza que muitas pessoas vão se reposicionar, vão meditar, vão ver que talvez as suas ideias não estão tão coerentes como imaginavam, né? e e e e e vai tomando um novo curso. Essa é a esperança. Mais cedo ou mais tarde a semente a semente jogada. Mais cedo ou mais tarde ela há de dar fritos, com certeza. Porque a verdade é a verdade. E quem estuda o espiritismo de verdade com certeza tá com a verdade. Ô Michel, eu já te agradeço. Agradeço aí a galera toda aí, você que está nos assistindo agora. E e amanhã, né, nós entramos aí no prefácio. Vou fazer a pergunta ao vivo aqui. 20:30 tá firme que é o espiritismo, hein, pessoal? >> Tá sim. Hoje, hoje às 20:30 ao vivo aqui, nós vamos voltar ao estudo do que é o espiritismo. Vamos, vamos, vamos continuar assim. Então, hoje às 20:30 a gente se vê de novo e amanhã, como disse o Laura, às 14 horas a gente tá aqui. E aí vamos entrar
os voltar ao estudo do que é o espiritismo. Vamos, vamos, vamos continuar assim. Então, hoje às 20:30 a gente se vê de novo e amanhã, como disse o Laura, às 14 horas a gente tá aqui. E aí vamos entrar finalmente no prefácio da obra Evangelho Segundo Espiritismo. Lembrando a todos, curtam e se inscrevam no canal, né? Isso é muito importante, você que tá aí. Dito isso, agradeço ao Lauro, agradeço a todos que aqui estiveram. Até à noite. E para quem vai estar amanhã aqui de novo, até amanhã. Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo da obra Evangelho Segundo Espiritismo aqui do Kardec Tube. Eu sou o Michel Macedo e estamos hoje no nosso quarto encontro. Lembrando que a gente iniciou esse projeto segunda-feira. Começamos nesta segunda-feira, dia 12, o estudo da obra Evangelho Segundo Espiritismo. Esse projeto será diário todos os dias de segunda a sexta às 14 horas. Então, hoje já nós já estamos no nosso quarto estudo. O Kardec, o Kardec Tube hoje é um dos canais que com certeza mais produz conteúdo sobre a obra de Kardec, já que nós produzimos duas lives por dia de segunda a sexta. São 10 programas, fora os recortes que a gente posta diariamente do Cosmass, recortes de vídeos meus antigos e também uma postagem diária de algum trecho da obra de Kardec. Então são três postagens por dia mais duas lives. São cinco conteúdos por dia. Durante cinco dias da semana são 25 conteúdos semanais sobre a obra de Kardec. E uma vez por mês a gente ainda lança o Kardec em voz, que é uma mensagem da obra de Elan Kardec, narrada por um dos nossos amigos aí, o Mateus ou o Marco. E a gente lança. Lembrando também que o Kardecube está em outras redes sociais, então você pode nos acompanhar pelo TikTok, pelo Ex, pelo Facebook e pelo Instagram. Então nos sigam lá também, porque a gente reposta tudo lá. É muito conteúdo. Isso é a maneira que a gente encontrou de dividir aquilo que a gente estuda com vocês. E a maneira que vocês podem retribuir é assistindo, seguindo as redes, seguindo o canal,
do lá. É muito conteúdo. Isso é a maneira que a gente encontrou de dividir aquilo que a gente estuda com vocês. E a maneira que vocês podem retribuir é assistindo, seguindo as redes, seguindo o canal, compartilhando os links. E quem estiver aqui, curta o vídeo e se inscreva no canal. Isso também é muito importante, é de graça. Você se inscreve aqui no canal, basta basta inscr clicar aqui embaixo em inscrever-se, você vai estar inscrito no canal. Isso ajuda, não faz nenhuma diferença. É rapidinho para você fazer, mas para nós faz toda a diferença. Então, por favor, curta o vídeo e se inscreva no canal se você não é inscrito. E você pode também assinar o canal. Aí sim você assina mensalmente, tá aqui no YouTube e você ajuda o os custos e também os investimentos desse canal. Basta se tornar membro, você vai aqui em seja membro ou vai no link da descrição aqui da live que ali tem o link que vai direto na na parte em que você assina. Lembrando que você assina com o YouTube, né? Não tem nada a ver comigo. Você ajuda o canal diretamente com o YouTube. Então tem toda a segurança do YouTube. Além dos vídeos diários das 14 horas do Evangelho Segundo Espiritismo, então a gente tem às 14 à as às 20 horas da segunda-feira o estudo do livro dos espíritos. Na terça-feira às 17:30 o estudo crítico da obra nossoular. Quarta-feira à noite, o estudo às 20:30 da obra O que é o Espiritismo. Hoje, quinta-feira, às 20 horas, a gente estuda a revistaespespírita.net, um dos sites mais importantes sobre a obra de Kardec. E na sexta nós estudamos às 20 horas aqui ao vivo a obra O Livro dos Médiuns. Lembrando que o estudo do livro dos médiuns, que a gente vai inaugurar agora e estrear o segundo capítulo da obra, faz pouco que a gente começou. A obra O livro dos, o estudo do livro dos médiuns é fechado para os assinantes. Então, para você assistir, você assina aqui o canal e você tem acesso. Tudo que a gente fala aqui fica gravado, então você tem acesso para assistir a qualquer hora, mesmo que você
para os assinantes. Então, para você assistir, você assina aqui o canal e você tem acesso. Tudo que a gente fala aqui fica gravado, então você tem acesso para assistir a qualquer hora, mesmo que você não possa assistir no ao vivo. Essa é a programação do Kardecbe e as maneiras que você tem de interagir e nos auxiliar. Dito isso, o meu amigo Lauro, ele já vai entrar. Eu vou mandar aqui, ele já está entrando para também dar as boas-vindas, porque hoje a gente vai estudar, a gente vai estudar o prefácio. Então, o Lauro já está entrando ali e já vai também dar as boas-vindas pra gente dar sequência no estudo. Enquanto o Lauro está entrando, vocês podem ir curtindo e se inscrevendo no canal. Basta clicar aí embaixo do vídeo aqui. Chegou, chegou o Lauro. Agora ele tá com a a logo nova, né? Uma logo bonita, nova logo do canal dele Estudar Kardec, que é o canal do Lauro, que vocês podem aí também assistir a programação dele e se inscrever. Boa tarde, Lauro, seja bem-vindo. Já dei os meus recados, já dei as boas-vindas e agora tu chegou, pode dar as boas-vindas pro pessoal aí. Obrigado, Michel. Boa tarde para você. Boa tarde a todos. Desculpe pelo atraso, mas deu tempo. Deu tempo aqui. Deixa eu compartilhar aqui já de uma vez, Michel. Pronto. Não vou me alongar muito não, porque eu já tô atrasado. Quem tá atrasado não tem direito de reclamar, né? Certo? Então vamos estudar hoje o prefácio e a gente já tem aqui os nossos amigos de sempre, né? O Luciano Sagiouro que é assinante do canal, o Luís Conte, seja bem-vindo. Se você ainda não é inscrito no canal, pode curtir e se inscrever. O outro Luciano, temos vários Lucianos aí, né? Luciano Alves e a Elane também assinante aí, membro do canal. Sejam todos bem-vindos, inclusive quem tá assistindo aí que não comentou e o pessoal que vai assistir depois, né? Uma coisa que eu sempre acho legal, eh, se você puder, quiser, comente aqui de qual cidade, estado você é, que lugar, do planeta você é, pra gente saber o pessoal que nos acompanha, né? A
depois, né? Uma coisa que eu sempre acho legal, eh, se você puder, quiser, comente aqui de qual cidade, estado você é, que lugar, do planeta você é, pra gente saber o pessoal que nos acompanha, né? A gente sabe que tem pessoal aí do Brasil e do mundo todo que nos acompanha, então é legal. e participe, né? tire dúvidas, deixa aí seu comentário e a gente vai estudando. Bom, sem mais delongas, como se diz, a gente vai então para o prefácio da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo. Esse prefácio que Kardec escolheu colocar aqui, ele é uma mensagem de um espírito e não é de qualquer espírito, né? Kardec vai na obra Evangelho Segundo Espiritismo colocar uma mensagem do Espírito de verdade para abrir a obra. E aqueles que estão já mais familiarizados e estudam com mais profundidade a obra de Kardec sabem de duas informações muito relevantes. Primeira é que o espírito de verdade é o próprio Jesus, o espírito mais evoluído, o espírito puro, o mestre de todos nós, o governador espiritual, líder espiritual, guia espiritual do planeta, o próprio Jesus em espírito agora assinando o espírito de verdade, mas se trata do mesmo ser, da mesma individual Então, vejam que importante a própria obra, o Evangelho Segundo o Espiritismo, que vai tratar dos ensinamentos do Cristo, ele próprio vem participar dessa obra e abre a obra. A segunda informação relevante é que o espírito de verdade, Jesus era o guia espiritual de Allan Kardec. Vejam o tamanho também desse espírito Allan Kardec que tinha como guia espiritual esse vínculo especial com o próprio Jesus. Claro que se eu digo que Jesus deu uma mensagem através da mediunidade, não basta simplesmente que assine a mensagem com o nome de Jesus ou de espírito de verdade. Não é o nome, assinatura que vai determinar que é ele realmente. Evidentemente que o que vai provar sua identidade é o conteúdo da obra. Houve muitas psicografias na época de Kardec que que o espírito assinou espírito de verdade e Kardec rejeitou porque não é a assinatura que define, é
ue vai provar sua identidade é o conteúdo da obra. Houve muitas psicografias na época de Kardec que que o espírito assinou espírito de verdade e Kardec rejeitou porque não é a assinatura que define, é o conteúdo. E quanto mais alto é o nome, mais exige, se for ele mesmo, que o conteúdo seja a altura do nome que assina. Então vocês vejam, se a gente tem uma mensagem assinada por Jesus, ela tem obrigação de ser absolutamente profunda, rica e não pode conter uma vírgula que não ateste, comprove a evolução desse desse espírito. E é o que a gente vai ver nessa obra. Ela é muito profunda. Cada palav palavra ela é de uma riqueza que a gente não consegue extrair toda a profundidade. A gente fica dias, semanas, meses, anos e sempre consegue tirar mais. Porque claro que é uma mensagem do espírito puro. O que a gente vai fazer aqui é tentar tirar dentro das nossas possibilidades e limitações o máximo que a gente consegue para trocar com vocês. Se alguém aqui também vê mais alguma coisa que a gente não tá vendo também pode colaborar. Mas nem pensem que a gente se propôs a esbotar a mensagem, que a gente não consegue. Então, a gente vai tentar tirar o máximo, refletir o máximo sobre ela. E se daqui uns anos a gente voltar a ela, a gente tira mais coisas. é assim mesmo, provando que é um espírito puro da mais alta evolução o autor dessa obra, provando a identidade, provando que é ele mesmo. Outro fato curioso e muito importante, vocês vão ver que a mensagem ela tem quatro parágrafos, ela é muito pequena. E aqui vem um outro ponto muito, mas muito importante. Quanto mais evoluído é o espírito, mais curtas são as mensagens. Porque quem fala bastante, quem gosta de escrever muito é espírito inferior. O espírito superior quando ele fala, ele é suscinto, direto, claro e profundo. Então, se a gente tem uma mensagem em que se identifica como maior de todos os espíritos, ela tinha que ter todas essas características e ela tem, ela é extremamente curta. e absolutamente profunda e rica.
, se a gente tem uma mensagem em que se identifica como maior de todos os espíritos, ela tinha que ter todas essas características e ela tem, ela é extremamente curta. e absolutamente profunda e rica. E isso é muito importante. Já aqui no movimento espírita a gente se acostumou com ditos e espíritos superiores que ditam 400 obras, centenas de obras, dezenas de obras, enquanto Jesus, que é o espírito puro, é uma mensagem de quatro parágrafos. E todas as vezes que a gente vai encontrar mensagens de Jesus, o espírito de verdade, na obra de Kardec, são coisas curtas, porque a gente não pode imaginar um espírito evoluído, prolixo, falastrão, exibido, vaidoso. Então, também que isso fique de lição. Claro que o nosso objetivo aqui não é estudar a mediunidade, mas que fique de lição para os estudiosos do espiritismo. Parem de achar que espírito superior dita livro. Nenhum livro Espírito Superior raramente vai ditar quanto mais dezenas e centenas. Isso é coisa de espírito pseudo sábio, vaidoso, como prova as próprias mensagens do espírito de verdade. Então, vamos ver. É muita coisa. O Lauro vai me ajudar também a tentar tirar o máximo o que ele vai dizer aqui e vocês também podem ajudar e questionar. É muito bonito, é muito emocionante a obra. Nós não temos pressa, o estudo é diário. Se a gente ficar hoje só no primeiro parágrafo, não tem problema. Mas vamos seguir assim. Antes de entrar no texto, eu passo pro Lauro, se ele quiser também já ir colocando alguma questão, algum comentário. >> Não, Michel, por enquanto tá tranquilo. Eu acho que à medida que for desenvolvendo a leitura e os comentários, se for surgindo dúvidas, eu vou perguntando, tá? Certo? Aqui, ó, chegou o José Braga. Boa tarde. Nosso assinante também. E a Ilane comentou, ela é de Porto Alegre. Olha, uma gaúcha, uma conterrânea minha em Porto Alegre, né? Muito bem. Ainda há gaúchos interessados em Kardec, viu? Que bom, que bom. Então vamos ao texto. Diz então o espírito de verdade, os espíritos do Senhor, que são as virtudes do céu,
Porto Alegre, né? Muito bem. Ainda há gaúchos interessados em Kardec, viu? Que bom, que bom. Então vamos ao texto. Diz então o espírito de verdade, os espíritos do Senhor, que são as virtudes do céu, qual o imenso exército que se movimenta ao receber as ordens do seu comando? espalham-se por toda a superfície da terra e semelhantes a estrelas cadentes, vem iluminar os caminhos e abrir os olhos aos cegos. Preciso nem dizer que a gente para aqui, né? Porque essa linguagem poética já vai já vai justamente mostrando as características desse espírito que a gente já conhece um pouco através dos próprios evangelhos, né? as expressões da mensagem, a maneira de dizer alguma coisa, sempre com essa linguagem poética, transcendente, profunda, já vai mostrando as características daquele que a gente já conhece através dos evangelhos, né? Então, vejam, primeiramente, os espíritos do Senhor, ele começa mostrando de quem que ele tá falando aqui, quem é que está se movimentando, se espalhando pela terra, quem que vai iluminar os caminhos, quem que vai abrir os olhos do cego. Atentem para isso, os espíritos do Senhor. Então, é óbvio que a própria linguagem do Cristo, a gente já sabe disso, quem tá acostumado a estudar os evangelhos sabe. O Senhor aqui é Deus. Lembra quando ele vai dizer: "Nem todo aquele que disser: "Senhor, Senhor", entrará no reino dos céus. Senhor aqui representa Deus. Então são os espíritos de Deus, os no plural. O que que ele tá querendo dizer? Quem são os espíritos de Deus? Evidentemente que todos os espíritos são criados por Deus. Óbvio que todos são de Deus porque são criados por Deus. Mas não é o que ele tá querendo dizer aqui. Aqui ele tá querendo falar que um grupo específico são aqueles espíritos que seguem a ordem de Deus, que seguem a lei de Deus, que cumprem a lei de Deus. Portanto, são os espíritos mais evoluídos. Nós somos filhos de Deus, mas nós somos imperfeitos. Nós nem conhecemos toda a lei de Deus e muito menos praticamos toda a lei de Deus. Os espíritos que vão vir aqui se
ão os espíritos mais evoluídos. Nós somos filhos de Deus, mas nós somos imperfeitos. Nós nem conhecemos toda a lei de Deus e muito menos praticamos toda a lei de Deus. Os espíritos que vão vir aqui se espalhar pela terra, iluminar os caminhos e abrir os olhos dos cegos. São esses espíritos. Então, lembra, são um é no plural, não é um, são os, não é qualquer espírito, são os mais evoluídos, porque são os os espíritos do Senhor. E ele diz que são as virtudes dos céus. Aqui ele explica então quem são esses espíritos do Senhor, as virtudes dos céus. O que que quer dizer as virtudes dos céus? É justamente os espíritos que seguem a lei de Deus. Por isso que eles são as virtudes. A virtude é justamente aquela característica de quem deseja e age no bem, sempre de acordo com a lei de Deus. Então, não são não são quaisquer espíritos. Vejam bem, são espíritos da segunda ordem. para cima, remetendo aqui a escala espírita, porque a partir da segunda ordem da escala espírita, os espíritos são todos virtuosos, todos seguem a lei de Deus. E virtude não é apenas desejo, é ação. Então eles desejam e seguem, realizam a vontade de Deus. E a expressão dos céus é porque eles não estão presos ou sujeitos a algum tipo de limitação física, local. Eles são dos céus, eles têm a liberdade, eles estão em todos os lugares. Então, olha que o que eu quero que a gente reflita junto. Olha o que Jesus, o espírito de verdade, está dizendo. Ele não tá dizendo que é uma turminha meia boca que vai aí se espalhar pela terra. São os mais altos espíritos evoluídos que cumprem a lei de Deus. Por que que eu tô já salientando isso? que a gente tem que começar a desconstruir a ideia de que nós estamos na Terra rodeados apenas de espíritos mentirosos e inferiores e e que a gente não é digno dos espíritos superiores e que eles estão distantes, que que é uma coisa difícil e até proibida da gente se aproximar deles. Vejam como que o espírito de verdade já inicia. Ele diz o contrário. Os maiores espíritos da escala evolutiva
s estão distantes, que que é uma coisa difícil e até proibida da gente se aproximar deles. Vejam como que o espírito de verdade já inicia. Ele diz o contrário. Os maiores espíritos da escala evolutiva foram mandados pelo próprio Deus para se espalhar por toda a terra. Vejam a gravidade e a profundidade disso. Nós não estamos sozinhos e eles não estão longes. Ah, eu não sou digno. Eles foram mandados por Deus esses altos espíritos. E quem está anunciando isso é o líder deles, o espírito de verdade Jesus. Eu vou comentar só mais um pouquinho e já passo pro Lauro, tá, Lauro, só mais uma uma linha aqui. E vejam esses espíritos que ele começa primeiro dizendo que espíritos são esses, né? São as virtudes dos céus, os espíritos do Senhor. Qual o imenso exército que se movimenta? Então, o que que ele quer dizer aqui? Por que a a ideia de exército? Porque eles são unidos num objetivo só, numa missão só. Eles são coerentes e eles têm um comando, uma liderança. Então eles não são espíritos que cada um diz uma coisa, cada um fala alguma coisa, há uma desordem, uma desunião. Não é um exército, é uma, são espíritos unidos no mesmo fim, com a mesma linguagem, com as mesmas ideias, com os mesmos objetivos, sem contradições e divisões entre eles, comandados pelo Espírito de verdade sobre ordens do próprio Deus. Olha que momento especial que a gente vive desde o século X. Deus enviou para a Terra os espíritos dele, um exército que tem um objetivo claro, iluminar os caminhos e abrir os olhos dos cegos. Porque claro, o que que nós somos, nós que vamos receber essa visita gigante e ilustre, nós somos os que estamos na escuridão, na treva da ignorância, do desequilíbrio, da imoralidade. E estamos cegos pelo orgulho, pelo egoísmo. Então, por que que Deus enviou eles? Justamente porque a gente precisa. A gente tá tão mergulhado, tão mergulhado na ignorância, na miséria moral, no desequilíbrio, na vaidade, no orgulho, no egoísmo, na violência, na mentira que eles vêm nos socorrer. Como eles são os mais evoluídos.
o mergulhado, tão mergulhado na ignorância, na miséria moral, no desequilíbrio, na vaidade, no orgulho, no egoísmo, na violência, na mentira que eles vêm nos socorrer. Como eles são os mais evoluídos. Eles têm o poder e a capacidade de rasgar essa escuridão, iluminar, trazer o conhecimento, trazer ajuda, iluminar os caminhos. Ou seja, eles vão dar o caminho, eles vão orientar, eles vão dizer como a gente tem que agir, proceder. E aqueles que estão cegos nesse caminho, eles vão abrir os olhos, eles vão tirar a pessoa daquela treva, daquele daquele orgulho em que ela não enxerga mais a verdade e o bem. Olha o poder dessa mensagem que a gente não parou para pensar do século XIX para cá. Não é qualquer espírito, não é qualquer missão, não é qualquer coisa. E por fim espalham-se por toda a superfície da terra. Eu não deixei essa frase aqui por último à toa. Tudo isso que eu falei não é pros espíritas, paraa casa espírita, pro Brasil.
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