REPRISE: "Nosso Lar, segundo o Espiritismo" - 53 ao 56

CanalFEP 17/03/2026 3:43:00

REPRISE Faça parte do nosso grupo do WhatsApp: https://www.youtube.com/live/AyYp_cVCyQs?si=zY9BxD6GP08jxSIe Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao nosso estudo de "O Livro dos Médiuns". Basta clicar no link abaixo: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join FASE 2: Bibliografia: Vamos estudar toda a obra "Nosso Lar", ditada pelo Espírito André Luiz e psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Editada, vendida, divulgada, priorizada e idolatrada pela Federação Espírita Brasileira (FEB). Uma das obras mais conhecidas e influentes da história do movimento espírita. Iremos analisar frase por frase, usando as 23 obras de Kardec para demonstrar os erros, os absurdos, os estragos e os perigos que "Nosso Lar" apresenta. Evidenciaremos que somente a ignorância das 23 obras de Kardec, somente o fanatismo e os interesses foram capaz de tornar essa obra aceita e admirada. Vídeos semanais. Curta, comente e compartilhe. Se inscreva em nosso canal. De tempos em tempos iremos fazer lives para responder as dúvidas e objeções. Nos siga nas demais redes sociais: Instagram: @allan_kardec_tube __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5475458764308480

Transcrição

เฮ Boa noite. Boa noite a todos. A espera acabou. Estamos hoje reestreando dia 28 de outubro de 2025. Estamos reiniciando, retomando um projeto tão esperado, tão aguardado por todos. Nosso lar. Segundo o Espiritismo. Vídeo de número 53. Chegamos finalmente na parte que mais nos interessa e que todos tanto nos pediam ansiosos. Quando que vai retomar o projeto e vai iniciar e vai entrar na obra. Chegamos nesse dia. Para aqueles que não sabem, o Kardec Tube tem um projeto que iniciou em janeiro de 2024, em que nós resolvemos criar um projeto em vídeos em que a gente se propõe a criticar da maneira mais completa que nos é possível, que é possível para nós do Kardec Tube. criticar a obra Nosso Lar de André Luiz, com certeza uma das obras mais conhecidas, famosas, vendidas e idolatradas e seguidas na história do movimento espírita. Uma obra que é vista como uma continuadora da obra de Kardec, uma obra que evoluiu o Espiritismo segundo a crença tradicional do movimento espírita tradicional. Esta obra guia o pensamento do movimento espírita. As ideias e práticas e modos de ver o espiritismo são totalmente fruto dessa obra nosso lar. Os próprios livros que vieram depois, por outros autores, outras editoras, há centenas e milhares de livros e romances e toda uma forma de pensar e entender o que seja espiritismo, tem essa obra como obra mãe que depois acabou indo pro cinema, está ainda, né, agora vai sair o terceiro filme. Então é uma obra muito conhecida, muito vendida e que tem muita autoridade. E a gente se propôs, então, a fazer uma crítica completa da obra, mostrando que ela não é uma evolução da teoria de Kardec, do Espiritismo, segundo as obras de Kardec. Primeiro ponto. O segundo ponto é que ela está em contradição com as obras de Kardec e além de estar em contradição, ela deturpa, estraga, se colocando como espiritismo, e ela traz sérios problemas de lógica, de ciência, de espiritismo e de moral. Então, esse projeto que a gente resolveu fazer desde o início, ele era muito

urpa, estraga, se colocando como espiritismo, e ela traz sérios problemas de lógica, de ciência, de espiritismo e de moral. Então, esse projeto que a gente resolveu fazer desde o início, ele era muito pretencioso e naturalmente ele iria provocar nas pessoas algumas reações. Então, desde janeiro de 2024, nós iniciamos uma longa introdução que durou 1 ano e meio só a introdução do projeto. São 52 vídeos. Você acessa e assiste esses 52 vídeos na playlist do Kardec Tube. E agora a gente vai inaugurar a segunda fase, que é analisando a obra em si. Claro que aqueles que assistem os 52 vídeos da introdução vão perceber que bastava a introdução pra gente ver que essa obra não faz sentido. Todas as pessoas nesse um ano e meio que nos procuraram, seja nos comentários dos vídeos ou em off, defendendo a obra, demonstraram que não assistiram os 52 vídeos, não leram a obra de Kardec, ou pior, algo curioso que nós descobrimos, elas defendem uma obra que nem elas conhecem. Muitos dos defensores da obra do André Luiz, da obra Nosso Lar, pasmem, não leram nosso lar, porque a gente citava coisas que bastava ler a obra da obra para ver que estava lá e essas pessoas nos acusavam de alguma coisa, sendo demonstrando que elas não conheciam nem a obra que elas estavam defendendo. Não é que elas estavam discordando apenas da gente, elas estavam discordando sem conhecer o que elas tá estavam tentando defender o que é mais surreal e sem sentido. Mas como é ambicioso o objetivo do do projeto, por isso que a gente tá fazendo uma coisa bem longa, demorada, tentando sempre nós apresentamos textos. Todos os nossos vídeos nós apresentamos os textos na íntegra. Nós sempre fundamentamos aquilo que nós falamos mostrando textos de Kardec e agora a gente vai fazer o mesmo. Então, sejam bem-vindos. São 50 capítulos a obra no solar, mais dois prefácios, porque tem o prefácio do Emanuel, que abre a obra, e o prefácio do próprio André Luiz. Então, a gente tem aí 52 partes. E o que que a gente vai fazer hoje?

ítulos a obra no solar, mais dois prefácios, porque tem o prefácio do Emanuel, que abre a obra, e o prefácio do próprio André Luiz. Então, a gente tem aí 52 partes. E o que que a gente vai fazer hoje? Antes de falar do André Luiz e do nosso lar, a gente precisa e é obrigado a falar do Emanuel, já que ele abre a obra e já que o Emanuel tem um papel fundamental na produção dessa e de todas as obras que vieram através do seu médium. Então ele tem esse papel fundamental, porque ele está por trás de tudo. Ele é o grande chefe daquilo que foi feito no século XX com o Espiritismo. Então, a gente tem que falar dele. Vejam que o qual é o entendimento que se tem hoje pra grande maioria da massa espírita e não espírita, que Emanuel é um espírito superior, um dos trabalhadores do Cristo, guia espiritual do médium Chico Xavier e o seu médium é um espírito também evoluído. o maior médium que já existiu, uma das maiores figuras que representam a caridade e a vivência cristã que já existiram. E ele é visto como um santo. A soma dessa autoridade espiritual Emanuel mais o santo Chico Xavier fizeram que com que o que viesse através desta dupla fosse considerado sagrado. Representa Deus Jesus o bem, a verdade. E como a editora é a Federação Espírita Brasileira, ela, por sua vez, por associação, também representa tudo isso. Qualquer pessoa que ouse discordar ou questionar todo esse processo, ela é no mínimo ignorante, fascinada, interesseira, desequilibrada, das trevas. do mal não deve ser ouvida, não é ninguém, não tem o direito de falar. Esse é o retrato que se tem. O que que a gente vai fazer aqui? A gente vai tentar inverter tudo isso e para tentar fazer algo tão difícil. A gente vai tentar mostrar como a gente sempre faz os textos para que as pessoas comparem e pensem. O que que a gente defende? Primeiro que o Emmanuel não é superior. Portanto, ele não é o verdadeiro guia espiritual do do Chico. Por quê? Porque para a teoria kardequiana, para um espírito ser guia espiritual do outro,

defende? Primeiro que o Emmanuel não é superior. Portanto, ele não é o verdadeiro guia espiritual do do Chico. Por quê? Porque para a teoria kardequiana, para um espírito ser guia espiritual do outro, ele tem que ser no mínimo espírito superior, espírito bom, espírito da segunda ordem da escala espírita que Allan Kardec apresenta. Nenhum espírito pode seguir espiritual sendo de terceira ordem. E a gente defende que o Emmanuel é de terceira ordem. Baseado em quê? no que a escala espírita de Kardec, a partir do item 100 do livro dos espíritos, nos ensina. Eu reconheço a que ordem da escala espírita pertence o espírito pelas suas obras, por aquilo que ele diz e como ele age. O que que a gente vai fazer? pegar exemplos do que de como ele age, do que ele diz e comparar com aquilo que Kardec diz, inclusive a própria escala. E a gente vai perceber à medida que os textos vão avançando que ele é um espírito de terceira ordem. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto que nós defendemos, o Emmanuel não seria ouvido se não fosse a santidade do seu médium. Aqui vem um segundo ponto muito importante. Ele só tem essa autoridade que foi construída porque ele fez com que o seu médium tivesse uma postura que ele iria usar. como ferramenta para justificar sua autoridade. Então, ele obriga e influencia o seu médium a ter uma vida incomum extremo sacrifício e sofrimento, para que isso desse carta branca, para que o que ele dissesse fosse ouvido e visto com autoridade. Esse é o segundo ponto. O terceiro ponto é que ele não é superior. Ele usou o médium de uma maneira para poder ser ouvido e ter autoridade. E terceiro, o médium só foi reverenciado, idolatrado e e só teve todo esse poder que ele adquiriu por causa da sua faculdade mediúnica. Esse é o terceiro ponto que a gente defende, terceiro ponto da tese, que eu estou querendo dizer para ser mais claro? Se o Chico não fosse médium, se ele não tivesse a faculdade que ele tinha faculdade incomum e extraordinária que ele tinha, mesmo que ele fosse o santo que ele

stou querendo dizer para ser mais claro? Se o Chico não fosse médium, se ele não tivesse a faculdade que ele tinha faculdade incomum e extraordinária que ele tinha, mesmo que ele fosse o santo que ele fosse, as pessoas não dariam bola. Porque há muitas pessoas tão ou mais devotadas à humanidade que ele, que não tiveram a mesma repercussão e idolatria que ele. É que ele além disso, teve a mediunidade, que as pessoas vinham como um milagre, um poder. Se ele não fosse médium, ele não teria conquistado esse espaço. Então, as pessoas deram a ele esse espaço e essa idolatria por interesse, porque elas queriam tirar alguma coisa do mágico, do mago, do milagroso, do santo. Se fosse só pelo bem, como as pessoas dizem, não é porque ele era extraordinariamente bom. As pessoas isso, usam isso como capa, mas na essência elas tinham interesse em tirar alguma coisa da mediunidade dele, informações dos espíritos. informações dos seus espíritos queridos ou revelações que pudessem revolucionar ou abalar ou chamar atenção da humanidade. E por fim, a sua mediunidade também os seus conteúdos que vieram através sempre da tutela do Emanuel, só ganharam o respeito que ganharam porque tinha uma instituição trabalhando na venda e propaganda disso. É o quarto ponto da nossa tese, que é a FEB. Se não fosse a FEB, que conseguia fazer isso justamente com a venda dos livros, como vendeu muito, mas muito mesmo, a FEB conseguiu poder material para poder ao mesmo tempo, fazer propaganda daquilo que mais lhe dava lucro. Então, ela conseguia disseminar o espiritismo de Emanuel através do próprio poder que as obras que ele chefeava davam a quem fazia essa divulgação. Se você tirar tudo isso, ninguém tá nem aí. E eu cito exemplos. Muitos espíritos fizeram exatamente as mesmas coisas que Emanuel fez. E ninguém tá nem aí. As obras não são nem conhecidas e famosas e nem idolatradas. Se fosse pelo conteúdo, as pessoas também iriam venerar essas outras obras igual que é o mesmo comportamento. Vários espíritos tentaram fazer a mesma

ão são nem conhecidas e famosas e nem idolatradas. Se fosse pelo conteúdo, as pessoas também iriam venerar essas outras obras igual que é o mesmo comportamento. Vários espíritos tentaram fazer a mesma coisa que o Emanuel e não foram ouvidos. Por quê? Por que que a FEB não deu atenção para outros autores e só pros que coincidentemente eram os que ela editava e vendia livros? Muitos espíritos escreveram coisas igual ao nosso lar e igual Emanuel. E a FEB nunca se importou em divulgar elas, em tratar elas com respeito ou com importância. só as que vinham através daquele que dava direitos autorais para ela. E e mais, ela sempre colocou uma certa antipatia e crítica a essas obras, porque elas não estavam sobre a sua tutela. Então, não interessava dizer que elas eram também divinas e missionárias e e eram de autoridade. Então, se você desmantelar tudo isso que eu expulso, nada disso existiria. Porque se você ficar só na ideia e comparar a ideia com a razão, com a ciência, com o espiritismo e com a ética, o conteúdo dessas obras são muito pobres e muitas vezes comprometedores. Então, há uma estrutura que mantém tudo isso, mas não é uma estrutura baseada na ciência, na reflexão, na razão. Então, vamos começar essa desconstrução. Agora, indo pros textos. Vamos entrar no mundo de Emanuel, mas a gente vai fazer um exercício juntos aqui muito interessante, que os defensores de Emanuel e de André Luiz, à medida que a gente for lendo o que a gente vai ler, tem duas possibilidades, talvez três possibilidades. Primeira, a pessoa vai ficar muito incomodada, inquieta e reflexiva. Quem assistir a partir de agora o que a gente vai apresentar aqui, se realmente busca usar a razão, vai ficar no mínimo mexida, se não ficar convencida. Ou então a pessoa vai fugir, à medida que eu avançar o texto, a pessoa vai sair correndo, que ela não vai suportar o que a gente vai mostrar. Ou então a ter uma terceira opção possível, a pessoa vai jogar fora a racionalidade e vai se abraçar no que ela sempre acreditou.

vai sair correndo, que ela não vai suportar o que a gente vai mostrar. Ou então a ter uma terceira opção possível, a pessoa vai jogar fora a racionalidade e vai se abraçar no que ela sempre acreditou. Direito de todas as pessoas têm o direito de tudo que eu falei aqui. Nossa parte é expor o que a gente pensa e entende e argumentar. O resto é com cada um, é direito de cada um, reflexão de cada um. Lembrando que depois que esse projeto terminar, a gente vai ter em torno do quê? 54, 60 vídeos até terminar. Vamos tentar ver um capítulo por vídeo. Então, a gente tem mais aí, mais ou menos umas 60 semanas. Quando terminar vai vir a terceira fase. Qual é a terceira fase? As pessoas que se inscreverem, elas vão poder falar aqui defendendo a obra. defendendo a obra e contra e expondo a opinião contrária de tudo que eu defendi para que quem acompanha possa comparar os argumentos. E o quarto momento do projeto, a gente vai transformar tudo isso num livro que a gente pretenda que seja o livro mais completos feito até o momento, criticando a obra do André Luiz, nosso lar. E somente essa obra. Por quê? Porque ao desmontar ela, todo o resto que é de vem dela cai. Então vamos agora pros textos. Antes de apresentar texto sobre o Emmanuel, eu vou apresentar trechos de Kardec e vocês vão começar por dedução e por similaridade através do raciocínio, associar os textos ao Emanuel. E se a pessoa for terra e dizer: "Não, esse texto não pode ser aplicado ao Emmanuel, depois eu vou mostrar ações do Emanuel e vocês tirem as conclusões." Vamos então começar por um texto que está no livro dos espíritos, no item 104, aonde Kardec está estudando a escala espírita. Dentro das três ordens, Kardec divide todos os espíritos em três. Primeira ordem, segunda ordem e terceira ordem. A terceira ordem são os espíritos inferiores, são os espíritos imperfeitos, só que dentro da terceira ordem ele subdivide em classes. Vamos ver o que Kardec fala sobre a oitava classe. Vejam a característica desse espírito da

spíritos inferiores, são os espíritos imperfeitos, só que dentro da terceira ordem ele subdivide em classes. Vamos ver o que Kardec fala sobre a oitava classe. Vejam a característica desse espírito da oitava classe e comecem a ver quem que lembra. Vamos lá. Então, diz Kardec: "Espíritos pseudossábios dispõe de conhecimentos bastante amplos, porém crem saber mais do que realmente sabem. Tendo realizado alguns progressos sob diversos pontos de vista, a linguagem deles apresenta um cunho de seriedade, de natureza iludir com respeito às suas capacidades e luzes. Mas em geral isso não passa de reflexo dos preconceitos e ideias sistemáticas que nutriam na vida terrena. é uma mistura de algumas verdades com erros mais absurdos, através dos quais penetram a presunção, o orgulho, o ciúme e a obstinação de que ainda não puderam despir-se. Então, vejam que interessante esse tipo de espírito que Kardec diz que existe, o pseudo sabe, ele tem conhecimento amplo. Então ele tem conhecimento, atenção, vamos começar a associar o Emanuel, hein? É innegável, tem conhecimento, tem cultura, basta ler as obras do Emanuel. Então, fechou. Mas esse conhecimento que eles têm faz eles acreditar que sabem mais do que realmente sabem. Ele tem um conhecimento amplo, mas ele acha que é mais amplo do que realmente é. Então, o próprio espírito acredita que sabe mais que na verdade ele não sabe. Então aquilo que ele diz tem um cunho, uma aparência de seriedade. E como ele ele mistura, olha só, ele mistura verdades. Então tem verdades no que ele tá dizendo, mas ele mistura com coisas até mesmo absurdas, porque ele ainda está apegado a ideias terrenas. A gente vai ver tudo isso no Emanuel. Tem conhecimento amplo, mas ele se predispõe a falar sobre tudo porque ele acha que sabe mais do que ele realmente sabe. Aí você pega trechos que ele diz coisas lindas e daqui a pouco ele diz ou faz coisas absurdas. E é um comportamento justamente terra a terra, exatamente como ele é. A gente vai ver isso. O que que os defensores do Emanuel

que ele diz coisas lindas e daqui a pouco ele diz ou faz coisas absurdas. E é um comportamento justamente terra a terra, exatamente como ele é. A gente vai ver isso. O que que os defensores do Emanuel fazem? Lembra que Kardec tá dizendo aqui que tem uma mistura de verdades. O povo que defende o Emanuel pega essas verdades e diz: "Olha aqui, que coisa linda ele tá dizendo. Como você pode dizer que ele não é um espírito superior?" Mas é porque você tá pegando só as verdades. E para analisar o espírito você tem que pegar tudo que ele disse, não só o que o que é agradável. Esse é o erro dos defensores. Não adianta vir me mostrar coisas lindas e verdadeiras que ele falou, porque eu sei que ele falou, mas vejam que o item tá dizendo. É óbvio, o pseudo sábio tem verdades, mas e por que que você não pega o resto, a mistura, os absurdos? Você só pega as verdades. O superior só tem verdades. Então não adianta você só me mostrar. Quando você só me mostra as coisas verdadeiras e não mostra as outras. Isso me mostra que você sabe, você acusou o golpe, né? Se você tem que esconder uma parte para não ser desmentido, é porque você percebeu que tem partes que não são boas. Então, o superior só tem coisas boas. O pseudo sábio tem coisas verdadeiras e absurdos juntos. Qual é o caso do Emanuel? Basta a gente ler. A gente vai ver que ele tá no caso em que tem mistura. Se tem mistura, não é superior, é pseudo sabe? É simples. Não precisa fazer um uma volta numa teoria complexa. É simples. Se você pegar tudo, tem coisa boa e coisa ruim. Tem. Pronto. Tem mistura, não é superior. Ah, e como é que a gente vai saber se ele realmente tem coisa ruim? Só ler a obra dele e ver como é que ele agia. Pronto, denunciou que tem uma coisa ruim. mistura não é superior, é preciso do sábio. Bastaria isso, é que as pessoas são teimosas. Vamos continuar com os textos agora é do livro dos médiuns, tem 239, lá do capítulo da obsessão. Olha o que Kardec tá falando sobre o que alguns espíritos fazem. Para chegar a tais fins,

são teimosas. Vamos continuar com os textos agora é do livro dos médiuns, tem 239, lá do capítulo da obsessão. Olha o que Kardec tá falando sobre o que alguns espíritos fazem. Para chegar a tais fins, preciso é que o espírito seja destro, ardiloso e profundamente hipócrita, porquanto não pode operar a mudança e fazer-se acolhido senão por meio da máscara que toma e de um falso aspecto de virtude. Os grandes termos, caridade, humildade, amor de Deus, lhes servem como que de carta de crédito. Deixa passar, porém, através de tudo isso, sinais de inferioridade que só o fascinado é incapaz de perceber. Por isso mesmo, o que o fascinador mais teme são as pessoas que vem, claro. Daí eu consistir a sua tática quase sempre inspirar ao seu intérprete o afastamento de quem quer que lhe possa abrir os olhos. Por esse meio, evitando toda a contradição, fica certo de ter razão sempre. Então aqui Kardec tá falando da característica do espírito que fascina, o fascinador que engana. Ele usa um aspecto de virtude. Ele fala em Deus, ele fala da caridade, ele fala da humildade. Mas por que que ele fala isso? Para as pessoas o aceitarem. Junto com isso, lembra que a gente falou da mistura? Ele coloca suas ideias porque ele quer dominar, porque ele acha que sabe, é ele que sabe, é ele que tem que explicar. Olha, mais um exemplo, tá? A gente remonta o Emanuel. O Emânuel fala de Deus, fala. Fala da caridade, fala. Fala da humildade, fala. Mas junto com isso, ele quer domínio. Ele quer ser ouvido a qualquer custa. Ele briga, ele ameaça, ele é ríspido. Ele quer ser aceito, ele quer ser ouvido. E junto ele coloca ideias dele absurdas, contraditórias, mentirosas. A gente vai ver característica do espírito fascinador. Por isso que a gente defende que o Emmanuel é um pseudo sábio fascinador. E só o fascinado não vê. E toda vez que o fascinado tá para abrir os olhos, ele age. O fascinador ele conspira para fazer com que o fascinado não escute quem vai lhe abrir os olhos. Então ele tem um caráter de dominador,

vê. E toda vez que o fascinado tá para abrir os olhos, ele age. O fascinador ele conspira para fazer com que o fascinado não escute quem vai lhe abrir os olhos. Então ele tem um caráter de dominador, exatamente a postura do Emmanuel, a vida toda em que ele esteve com Chico. E a pessoa pode estar olhando isso aqui, dizendo: "Não, esses textos são verdadeiros, mas não se aplica a Emmanuel". Meus amigos, basta a gente conhecer a história e ler as obras dele, a história de como ele lidava com o Chico e o que ele vai dizer nas obras dele, vai configurar o que tá aqui. Então, não basta o espírito falar sobre caridade, humildade, amor, Deus. Veja que não basta, porque pode ser um fascinador querendo usar isso para que você diga: "Ah, olha só, falou de Deus, de amor, de caridade, de humildade, então é o espírito superior, vou aceitar." Não, ele tá arquitetando para você baixar a guarda e aí ele vem com seus sistemas. Vamos prosseguir agora o item 250 continua falando do fascinador. Kardec pode ser tal o ascendente do espírito que torne fascinado surdo a toda sorte de raciocínio, podendo chegar até quando o espírito comete alguma grossa heresia científica, a pô-lo em dúvida sobre se não é a ciência que se ache em erro. Como já dissemos, o fascinado geralmente acolhe mal os conselhos. A crítica o aborrece, irrita e o faz tomar quisila dos que não partilham da sua admiração. Suspeitar do espírito que o acompanha é quase a seus olhos uma profanação. E outra coisa, não quero o dito espírito, pois tudo o que aspira é que todos se curvem diante de sua palavra. Então, o espírito pode dizer qualquer absurdo que você chega a dizer assim: "Não, mas quem sabe é a ciência que tá errada, não é o espírito." Ele não é um absurdo que ele tá dizendo, é a ciência, a lógica, a razão, os fatos que estão errados. Olha o ponto que chega o fascinado. Ele não, ele fica surdo porque ele acredita e segue fielmente aquele espírito. E o espírito se aborrece se começarem a criticar ou questionar ele. O dito superior.

Olha o ponto que chega o fascinado. Ele não, ele fica surdo porque ele acredita e segue fielmente aquele espírito. E o espírito se aborrece se começarem a criticar ou questionar ele. O dito superior. Pois meus irmãos, mais uma vez o exercício. Quantas vezes passa a ler as biografias? Daqui a pouco a gente vai fazer isso junto. Quantas vezes as pessoas criticaram o que o Emmanuel, aliás, o que o Chico estava fazendo sobre ordens do Emanuel, quantas vezes? E o Chico achava que eram pessoas que eram estavam contra o trabalho com Jesus. Ele não ouvia mais. Ele achava que qualquer pessoa que criticasse os espíritos que ele psicografava, no caso Emanuel, que era o chefe, essas pessoas eram das trevas. Então ele só ouvia o Emanuel. E você via vários momentos, começava a questionar o Emanuo, o Emanu já, a gente diz na linguagem gaúchesca, dava uma patada. É o espírito ficando irritado. Você tá ousando me contrariar. é o fascinador. A gente vai ver, não é o Michel que tá inventando. A gente vai ver daqui a pouco textos dos seus biógrafos em que o Emano chega a me assal. Característica do fascinador. Basta ligar uma coisa com a outra. Vejam os trê, tá pouco ainda os três que a gente apresentou. Vamos seguir então, ó. Qualificando de instru é Kardec, tá? Tudo é Kardec, tá ali a referência em amarelo. Qualificando de instrutivas as comunicações, supômoas verdadeiras, pois o que não for verdadeiro não pode ser instrutivo, ainda que dito na mais imponente linguagem. Nessa categoria não podemos consequentemente incluir certos ensinos que de sérios apenas tem a forma, muitas vezes empolada e enfática com que os espíritos que os ditam mais presunçosos do que instruídos, contam iludir os que a recebem, os recebem, mas não podendo suprir a substância que lhes falta, são incapazes de sustentar por muito tempo o papel que procuro desempenhar. A breve trecho traem-se pondo a nu a sua fraqueza, desde que alguma sequência tenham os seus ditados ou que eles sejam levados aos seus últimos redutos. Olha

ito tempo o papel que procuro desempenhar. A breve trecho traem-se pondo a nu a sua fraqueza, desde que alguma sequência tenham os seus ditados ou que eles sejam levados aos seus últimos redutos. Olha o que Kardec tá falando. A mensagem para ela ser instrutiva, para ela conter ensinamentos, ela tem que ser verdadeira. Que algo que é falso não ensina porque é falso. Mas muitos espíritos fazem o quê? Eles dão a aparência, a forma de algo sério. Então você olha diz assim: "Nossa, olha a olha o linguajar, olha as palavras que esse espírito usa. Deve ser algo muito sábio, muito lindo, muito superior, mas por trás daquelas quantidade de palavras empoladas, enfáticas, não tem nada, não tem conteúdo. E quanto mais esse espírito escreve, mais ele vai se mostrando que ele é limitado. Ele fica tentando sim, ele fica tentando enganar que é superior pela forma. Então, por isso que ele exagera na forma, porque ele não tem conteúdo verdadeiro. E à medida que você vai acompanhando o conjunto do que ele do que ele vai fazendo, você vai descobrindo, ih, esse espírito não tem muito conteúdo, por isso que ele tem que exagerar na forma. Mais uma vez eu vou repetir, a gente vai pegar aqui a a introdução do nosso lar. A introdução do nosso lar é feita pelo Emmanuel. A gente vai ver isso na prática. Você lê os parágrafos e frases do Emanuel, ele não consegue ser claro e direto nunca. Ele nunca consegue dizer uma frase reta direto ao ponto. Ele sempre vai empolando. Você lê uma, duas, três, cinco vezes, você fica: "Meu Deus, eu não consigo entender direito o que que ele quer". Porque no meio do caminho ele dá uma volta, ele ele sobe, ele desce, ele vem. Por que isso? Claro, porque ele não tem conteúdo verdadeiro. Por isso que ele força a prolixidade. E o movimento espírita lê que ele diz: "Olha que lindo, que superior, não entendi nada". E a pessoa pensa assim: "Como eu não entendi nada, é superior a mim, né? Não é que o espírita é assim, porque ele não tem algo melhor para oferecer. é um falso sábio.

que superior, não entendi nada". E a pessoa pensa assim: "Como eu não entendi nada, é superior a mim, né? Não é que o espírita é assim, porque ele não tem algo melhor para oferecer. é um falso sábio. A gente vai ver isso. A gente vai ler o texto, mano. Eu quero ver a pessoa que vai insistir lendo o texto, que não é isso que tá dizendo aí. Ele nunca consegue ser claro e objetivo. Aí ele diz coisas, qual é a tática da pessoa que quer enganar e iludir? Eu digo um monte de coisas subjetivas. Por quê? Porque aí qualquer um dá a interpretação que quer. Então é um jeito de sempre ter razão, né? Mas quem busca a verdade não é subjetivo, é objetivo. Claro. Então o que que faz o movimento espírita para defender Emanuel? Fica cada um. Não, mas é que aqui ele quis dizer, mas meu querido, se ele quis dizer, por que que ele não disse? Por que que ele falou dessa forma? Ele quis dizer não, mas se ele quisesse dizer, então dissesse, é que ele não tem o que dizer. Ele precisa enrolar na linguagem de hoje. A gente diria. Ainda não tá bom. Esses textos pra gente remeter o Emanuel ainda não se convenceram. Vamos além e daqui a pouco nós vamos ver os próprios os próprios textos dele, né? E a gente vai lembrar disso aqui que a gente viu de novo. Kardec, cumpre, não esqueçamos que entre os espíritos há como entre os homens falsos sábios e semábios, orgulhosos, presunçosos e sistemáticos. Como só os espíritos perfeitos é dado conhecerem tudo, para os outros há do mesmo modo que para nós, mistérios que eles explicam a sua maneira, segundo suas ideias e a cujo respeito podem formar opiniões mais ou menos exatas que se empenham levados por amor próprio, porque porque prevaleçam e que gostam de reproduzir em suas comunicações. O erro está em ter em alguns de seus intérpretes exposado muito levianamente opiniões contrárias ao bom senso e se haverem feito os editores responsáveis delas. Ele volta a falar aqui no livro dos médiuns do pseu do sábio. De novo, ele fala que eles misturam verdades com

mente opiniões contrárias ao bom senso e se haverem feito os editores responsáveis delas. Ele volta a falar aqui no livro dos médiuns do pseu do sábio. De novo, ele fala que eles misturam verdades com ideias próprias. Então eles querem explicar tudo à sua maneira. E nesses se tentar explicar tudo à sua maneira, eles vão falando bobagens, misturado com verdades. Que diz Kardec nosso erro foi a gente levar isso como algo superior e ainda ter pessoas que publicassem o que fez a FEB. Na minha opinião, e é apenas uma opinião, porque a gente não tava lá, mas na minha opinião, a FEB, a partir do momento que as obras começaram a vender e fazer sucesso, ela não ia mais ficar botando crítica ou negando os textos, né? Pode vir mais. Quanto mais vender, melhor vai ajudar o espiritismo. Então, ela não tinha nenhum, não tinha análise crítica. Quem é que iria fazer análise crítica ou vetar algo que tá dando muito sucesso e dinheiro? E veja, eu não tô falando aqui no dinheiro no sentido de usarem eh de maneira ilícita o dinheiro, não é com boa intenção. Pessoa diz: "Meu, a gente tá ganhando muito dinheiro, a gente vai poder divulgar mais o espiritismo". Então, se diminuiu o rigor da análise, porque essas obras não deveriam ter sido publicadas, não por uma proibição no sentido de censura, mas justamente pelo entendimento de que não são boas e que tem ali uma intenção que não é falar de espiritismo, é expor as suas próprias ideias. Ele quer expor as suas próprias ideias e que elas sejam ouvidas. E ainda tá fazendo sucesso a pessoa aí que a pessoa não para, né? Eu tô falando qualquer coisa e ainda assim e ainda assim as pessoas estão amando. Eu não eu vou falar mais e mais e mais e mais. E e quanto mais eu falo, mais as pessoas idolatrem e mais me seguem, mais compram o livro. Mas vamos seguir. Vejam que eu quero ver alguém pegar todos esses textos, comparar com o que a gente vai ver do Emmanuel e dizer que não é o caso. Vamos lá. Segue Kardec. Aqui é uma pergunta que ele faz no livro dos médiuns. Como é

quero ver alguém pegar todos esses textos, comparar com o que a gente vai ver do Emmanuel e dizer que não é o caso. Vamos lá. Segue Kardec. Aqui é uma pergunta que ele faz no livro dos médiuns. Como é que os espíritos, como é que espíritos que parecem desenvolvidos em inteligência podem ter ideias, evidentemente falsas sobre certas coisas? resposta é que tem suas doutrinas. Os que não são bastante adiantados e julgam que o são, tomam suas ideias pela própria verdade, tal qual entre vós. Pergunta boa. Essa pergunta é genial de Kardec, né? A pessoa parece ter uma inteligência bem desenvolvida, lembra? É o caso de mas mesmo assim diz coisas falsas. Como é que explica isso? Os espíritos estão dizendo aqui, ele julga que a sua opinião é a verdade. Ele não tá procurando a verdade. Ele acha que a sua opinião é a verdade. Então, se a sua, se ele julga que a sua opinião é a verdade, ele fica dando opinião sobre tudo. Então, esse é o perigo. Aí você vai ver as obras do Emanuel. E o André Luiz vai fazer a mesma coisa, porque o André Luiz se encaixa na mesma situação do que a gente tá vendo aqui. Esses textos servem tanto pro Herman quanto para André Luiz. A gente vai ver isso. A gente vai ver o Amando André Luiz falando sobre tudo e explicando. Não é assim, assim, assim, assim, assim. Eles não dizem não sei tudo eles responderam. Vamos além. Segue o livro dos médiuns. Não sabeis também que alguns espíritos se comprazem em conservar os homens na ignorância, aparentando instruí-los e que aproveitam da facilidade com que suas palavras são acreditadas. Podem seduzir os que não descem ao fundo das coisas. Mas quando pelo raciocínio são levados à parede, não sustentam por muito tempo o papel. Então tem espírito que ele faz de conta que tá te instruindo, né? Mas enquanto ele tá te distraindo com aquele monte de baboseira, você tá deixando de aprender, você tá na ignorância. E aí você diz: "Não, mas eu quero ajudar." Não, aqui, ó. Fica aqui comigo, ó. Porque ele quer te dominar e te manter

com aquele monte de baboseira, você tá deixando de aprender, você tá na ignorância. E aí você diz: "Não, mas eu quero ajudar." Não, aqui, ó. Fica aqui comigo, ó. Porque ele quer te dominar e te manter na ignorância para você ficar seguindo ele. E eles só seduzem os que não descem a fundo. Ora, qual foi a tática desses espíritos? A gente vai ver isso. Nós vamos ver já na introdução do Emanuel na obra. O Emanuel vai fazer isso o tempo inteiro. André Luiz vai fazer isso o tempo inteiro. Eles vão fazer o quê? Estimular as pessoas a não descer a fundo. Eles vão colocar: "Olha, estudar, criticar, analisar, refletir, é ruim, é perigoso, é errado, é pecado." Claro. Por quê? Porque eles querem justamente que você enfraqueça a sua capacidade crítica para eles continuarem enfiando bobagem na sua cabeça. Por isso que eles só seduzem os que não descem a fundo e ainda estimulam as pessoas a não descer a fundo. Óbvio, porque senão eles vão ser descobertos. Mas aí, atenção, quando pelo raciocínio são levados à parede, não sustentam o papel por muito tempo. O que que esse projeto tá fazendo? tá botando o André Luís, o Emanuel na parede, algo que ninguém fazia no século XX, que era proibido na casa espírita. Se você fizesse isso na casa espírita, você era expulso da casa espírita, só que agora a gente tá na internet, né? A gente vai botar eles na parede e vamos ver se eles aguentam o tranco. Não aguenta. Veja, eu tô pegando alguns trechos de Kardec e e remetendo a eles. E você tá vendo como fecha, como encaixa, como serve o chapéu. Nós vamos continuar. Ainda nem mostramos o lado deles, né? que ainda vai ficar mais claro ainda. Vamos seguir. Diz Kardec em se submetendo todas as comunicações a um exame escrupuloso em se lhes perscutando e analisando o pensamento e as expressões. Como é de uso fazer-se quando se trata de julgar uma obra literária, rejeitando-se sem hesitação tudo o que peque lógica e o bom senso, tudo o que desminta o caráter do espírito que se supõe ser o que se está

e uso fazer-se quando se trata de julgar uma obra literária, rejeitando-se sem hesitação tudo o que peque lógica e o bom senso, tudo o que desminta o caráter do espírito que se supõe ser o que se está manifestando. Leva-se o desânimo aos espíritos mentirosos que acabam por se retirar, uma vez que fiquem bem convencidos de que não lrarão iludir. Repetimos, esse esse meio é único, mas é infalível, porque não há comunicação má que resista a uma crítica rigorosa. Os bons espíritos nunca se ofendem com esta, pois que eles próprios a aconselham. E porque nada tem que temer do exame. Apenas os maus se formalizam e procuram evitá-lo porque tudo tem a perder. Só com isso provam que são. De novo, os espíritos superiores aconselham. Pegue a mensagem, analise, critique. Por quê? Porque eles não têm nada esconder os bons espíritos. Agora, aquele que está mentindo, que é um espírito superior, ele diz: "Opa, opa, opa, que isso, fulano? Sem crítica, hein? Que que esses espíritos vão fazer? Não critiquem, hein, pessoal. A gente tem que fazer a caridade. Não critiquem, pessoal. Temos que trabalhar no bem. Não critiquem, pessoal. Temos que amar. Olha a malandragem. Aí você diz realmente e as pessoas dizem isso. As pessoas dizem aqui nos comentários: "Temos que amar. Pare com isso. Caiu na lábia dos espíritos mentirosos. Os bons recomendam. Vocês estão vendo aqui fala? E não se ofendem. A gente vai ver. O Chico ensava questionar, não é nem discordar. O Emano já vinha dando voadora. A gente via ele claramente incomodado. E claro, imagina perder o médium se o Chico acordasse ainda não. Tá bom. Então lá vai mais Kardec. Estamos chegando no fim dos trechos de Kardec, tá? Aí a gente vai começar uma segunda parte muito interessante. Os espíritos superiores se exprimidade, sem prolixidade. Tem um estilo conciso, sem exclusão da poesia, das ideias e das expressões. Claro. Inteligível a todos, sem demandar esforço para ser compreendido. tem a arte de dizer muita coisa em poucas palavras, porque cada palavra é

, sem exclusão da poesia, das ideias e das expressões. Claro. Inteligível a todos, sem demandar esforço para ser compreendido. tem a arte de dizer muita coisa em poucas palavras, porque cada palavra é empregada com exatidão. Os espíritos inferiores ou falsos sábios ocultam sob o empolamento ou a ênfase, o vazio de suas ideias. usam de uma linguagem pretenciosa, ridícula ou obscura, a força de querer e pareça profunda. Meu Deus, parece que Kardec tava adivinhando. André Luiz, Joana deângeles, Emanuel, olha o que ele tá dizendo. Os espíritos superiores se exprimem com simplicidade, sem prolixidade. Eles não demandam esforço para ser compreendido. Essa frase para mim é trucial. Eu estou há 2 anos lendo a obra nosso lar e há do anos eu leio, leio, leio, leio, leio, leio, leio. Eu tenho que fazer esforço para tentar entender o que que eles estão querendo dizer. A gente vai ver isso junto. Todo mundo sabe. Pega os livros do Emmanuel, pega os livros do André Luiz, pega os livros da Joana de Angeles. Tô citando os principais que fizeram essa desgraça no movimento espírito. Todo mundo que está vendo eu falar sabe disso, que você tem que ler uma, duas, três e fica sempre, cada um fica Não, mas eu acho que ela quis dizer isso. Não, mas eu acho que ele quis dizer que porque eles não são claros. E tá aqui o texto. Claro, porque são inferiores, são falsos sábios. É simples. É que a gente quer acreditar naquilo que eu iniciei falando. A gente quer acreditar na na lenda, né? O espírito superior, o médium santo, a FEB, representante de Deus na terra, a igreja nova. Tudo perfeito, tudo vem de Deus. A gente quer acreditar nessa lenda. Mas quando a gente aperta e bota para pensar e ler os textos de Kardec, vamos lá, mais um. Kardec de novo. Os bons espíritos nunca ordenam, não se impõe, aconselham. Se não são escutados, retiram-se. Os maus são imperiosos, dão ordens, querem ser obedecidos e não se afastam, haja o que houver. Todo espírito que impõe trai a sua inferioridade. São exclusivistas e absolutos em suas

ados, retiram-se. Os maus são imperiosos, dão ordens, querem ser obedecidos e não se afastam, haja o que houver. Todo espírito que impõe trai a sua inferioridade. São exclusivistas e absolutos em suas opiniões. Pretendem ter o privilégio da verdade. Exigem crença cega e jamais apelam para a razão por saberem que a razão os desmascararia. Não é um Emânel. Todo mundo sabe que o Emanu mandava no Chico. Todo mundo sabe que a Joana mandava no de volta. Não é conselho. Eles mandavam, dominavam, tudo passava por pela vista deles que eles não apelam à razão. É muito curioso. A gente vai ver isso. O mais interessante, como eu tô eu tô mergulhado nisso, estudando há muito tempo, fazendo pesquisa, todo tempo eles dão a entender que que a pessoa que é muito racional, ela não é de Jesus, só quem ama. Toda vez que eles vão falar: "É aí são as flores, o Deus, é sempre palavras assim místicas, eles não apelam à razão, porque claro, a razão os desmascararia". Mais um, acho que é o último, tá? É o último. Os bons espíritos não lhes onongeiam, aprovam o bem feito, mas sempre com reserva. Os maus prodigalizam exagerados elogios, estimulam o orgulho e a vaidade, embora pregando a humildade e procuram exaltar a importância daqueles a quem desejam captar. Eles elogiam e estimulam a vaidade, mesmo pregando a humildade. Percebe? Porque eles querem pegar a pessoa que eles querem dominar nisso. Não, fulano, temos que ser humildes. Mas você é missionário, hein? Você tem uma missão na terra que você não pode abrir mão. Você tem uma important, temos um trabalho a fazer. Aí a pessoa, nossa, eu sou eu, eu sou escolhido para isso. É exata. A gente vai ver agora, a gente vai ver agora o dia que o Chico conheceu o Emanuel. Ele vai fazer isso. Temos uma tarefa a fazer. Então você é o escolhido. Aí a pessoa nunca mais para para criticar o espírito, porque ele disse que eu sou especial, eu sou escolhido, mesmo pregando a humildade. É muito curioso como o Chico vai fazer isso a vida inteira. Ele vai dizer: "Eu

a mais para para criticar o espírito, porque ele disse que eu sou especial, eu sou escolhido, mesmo pregando a humildade. É muito curioso como o Chico vai fazer isso a vida inteira. Ele vai dizer: "Eu não sou ninguém. Eu não sou ninguém." Mas é, ele ia na TV Tupi, ele ia na Globo, ele dava entrevista, ele falava. em nome do Espiritismo. Mas ele não disse que não era ninguém. Se não era ninguém, por que que ele falava? Não, mas eu estou aqui para representar o Emanuel ou inventando. As pessoas vão negar os fatos. Todo mundo sabe o que é isso. Todo lugar que o Chico ele dizia: "Eu estou aqui representando o Emanuel". As respostas que eu estou dando vem do Emanuel. E o Emanu dizendo: "Não, temos que ser humildes, mas todo mundo vai escutar. Jo, tão duvidando? Vamos lá. Então, agora a gente vai ver trechos de um biógrafo do Chico, considerado um dos principais e que diz que a biografia é autorizada. Com Chico em vida ainda ele fez essa biografia e publicou. é um jornalista que teve autorização e publicou com Chico em vida. E todo mundo conhece essas histórias vendo aí as entrevistas do Chico. Olhem como é que o Emmanuel chega na vida do Chico. A primeira conversa, o que que ele vai dizer? Vamos lá. Agora vocês vão lembrar de tudo que a gente viu Kardec falando. E aí agora a gente vai ver. Bom, primeiro eu fiz só, eu só fiz um exercício de raciocínio tentando mostrar que isso aqui que ele tá dizendo se encaixa com o caso do Emanuel. A pessoa pode ser teimó dizer: "Não, não é verdade, agora a gente vai ver a prova". Agora eu vou dar exemplos do lado do do lado. Agora a gente sai de Kardec e vamos pro para nós vamos analisar duas coisas do Emmanuel, as ações dele e depois os textos dele, que é a maneira como a gente descobre que que o espírito é na escala espírita. Vamos agora primeiro às ações, a vida durante a vida, como é que ele agia, o que ele dizia. E eu estou pegando a referência do principal biógrafo autorizado com Chico em vida. Isso tá no livro As Vidas de Chico

a primeiro às ações, a vida durante a vida, como é que ele agia, o que ele dizia. E eu estou pegando a referência do principal biógrafo autorizado com Chico em vida. Isso tá no livro As Vidas de Chico Xavier, que é do escritor Marcel Marcel Solto Maior. Vejam ele narrando três momentos no intervalo aí de 20, 30, 40, 60 anos. A gente vai vendo aí como é que o Emmanuel agia com o Chico. Aqui é quando o Chico conheceu o Emanuel, aquela famosa história que tá no filme inclusive. Então, olha o aqui o Marcel solto maior descrevendo o recém-chegado foi direto ao assunto. Recém-chegado é o Emanuel, tá? Só pegar o livro e ler, tá? Entre aspas aqui. O recém-chegado foi direto ao assunto. Está mesmo disposto a trabalhar na mediunidade? O Chico responde: "Sim, se os bons espíritos não me abandonarem, Cai Emmanuel diz: "Você não será desamparado, mas para isso é preciso que trabalhe, estude e se esforce no bem". O Chico pergunta: "O senhor acha que eu estou em condições de aceitar o compromisso?" responde o emano perfeitamente, desde que respeite os três pontos básicos para o serviço. Diante do silêncio do desconhecido, Chico perguntou: "Qual o primeiro ponto?" A resposta veio seca: disciplina. E o segundo? Disciplina. E o terceiro? Disciplina. É claro. Chico Xavier concordou e o estranho aproveitou. Deixa, temos algo a realizar. 30 livros para começar. Olha como é que chegou o Emanuel na primeira conversa com o Chico. Ele já disse que o Chico tem uma missão. É um missionário. A gente não acabou de ler que que o Espírito inferior faz. Ele vai na vaidade, né? Olha, você é um missionário. Aí vem essa babo, essa história bab todo mundo acha linda. Uma babo, uma baboseira. Is disciplina, disciplina, disciplina. Você não é exatamente essa característica do espírito que não é claro, né, no que que ele quer dizer. E aí o Chico diz: "Se os bons espíritos não me desampararem, não me abandonarem, eu vou trabalhar na mediunidade". E aí o Emanu se coloca como esse espírito, né? como um bom espírito.

ele quer dizer. E aí o Chico diz: "Se os bons espíritos não me desampararem, não me abandonarem, eu vou trabalhar na mediunidade". E aí o Emanu se coloca como esse espírito, né? como um bom espírito. Mas veja, ele chega de cara e diz: "Para começar 30 livros, 30 na primeira conversa, um espírito superior chegaria para um méd assim: "Viu, você tem uma missão, você tem que psicografar 30 livros." Ah, mas opa, você não disse que ia ter disciplina, que ia me que ia me ouvir? Mas é que 30 livros não questione, não discuta, trabalhe. Um espírito superior faria isso. Ia fazer você ficar 15 anos escrevendo 30 livros sem questionar. Escreva e publique. É sua missão. Kardec escreveu 23. Kardec escreveu 23 e o Emânel de cara já pediu 30. Os maiores escritores do mundo escreveram um pouco. Jesus não escreveu nada, mas o Emmanuel pediu 30 na primeira conversa. Não fecha com o pseudo sábio. Aí depois que o Chico termina as 30, a gente vai dar um salto no tempo. Olha o papo que o Emanuel vem. Isso está no livro em 1947. Então isso aqui é a a primeira conversa foi lá em 31, agora 47. Veja, passou 15, 16, 17 anos. Olha só, na primeira conversa ele já pegou o Chico por 15 anos. Você imagina alguém lhe dar uma ordem por 15 anos? Em 1947, conseguiu pintar, pingar o ponto final no 30º título. Então, quando chegou em 1947, Chico tinha acabou o 30º livro, aquilo que eles tinham combinado na conversa que a gente acabou de ver. Volta, Bocage. Um alívio tomou conta dele, do Chico. Ó, cheguei. O Emanuel lá me pediu 30, 15 anos depois eu concluí. Eufórico viu Emmanuel se aproximar e perguntou se a tarefa já estava encerrada. O guia sorriu e anunciou: "Começaremos uma nova série de 30 volumes." Chico respirou fundo e obedeceu desanimado. Ele pediu 30, que já é um absurdo. Terminou os 30 em 15 anos. Tô arredondando. Assim que terminou as 30, ele pediu mais 30. Quem é que vai olhar pros meus olhos e vai ter a capacidade de dizer que isso é normal, que isso é coisa de superior. Mas meus irmãos, não terminou. Vamos dar

im que terminou as 30, ele pediu mais 30. Quem é que vai olhar pros meus olhos e vai ter a capacidade de dizer que isso é normal, que isso é coisa de superior. Mas meus irmãos, não terminou. Vamos dar um salto no tempo. Em julho de 58, 11 anos depois, quando ele pediu mais 30, então já tava em 60. O o livro número 60 já estava no prelo. Então vejam, de 31 a 58, Chico 60 livros obedecendo ao Emanu Chico comemorou. A maratona literária tinha terminado, então chegou no 60. Já é surreal, absurdo. Mas a alegria durou pouco até Emanuel comunicar. Os mentores da vida maior, perante os quais devo também estar disciplinado, me advertiram que nos cabe chegar ao limite de 100. 100. Não para, não para. O médium se submeteu cegamente a ele e ele não ia parar até o médium morrer. Foi assim até o Chico morrer. E foi assim, ele não parou. De 30 foi para 60, de 60 agora vem 100. incisa mais para as pessoas entenderem o absurdo que foi o século XX e o que esse espírito submeteu ao Chico e o Chico aceitou porque tinha medo e porque achava que era um trabalho, que era uma missão. Isso vai ficar no registro da história da humanidade, o que esse espírito fez no século XX. E as pessoas vendo isso acontecer, amando, idolatrando, consumindo, comprando, pagando, livros, a febre engordando de poder e ninguém para dizer, gente, quem sabe de repente a gente para, tá, coisa tá demais, mas não, a ambição, ela é um buraco negro e E as pessoas achando lindo. Hoje as pessoas destróem a gente porque a gente diz assim: "Assine o canal por 1999 para ajudar o canal pequeno a crescer. Sem livros as pessoas compraram. Você pode falar, é absolutamente quase impossível sem livros ter qualidade do mesmo autor, do mesmo grupo. Mas vocês acham que parou aí? Agora vocês vão ver a coisa ficar séria. Em 1969, Chico Xavier pingou finalmente o ponto final em seu centésimo livro. Poetas Red Vivos. Sentiu vontade de correr pelas ruas, de gritar, de festejar. tinha cumprido o acordo assumido com Emmanuel 10 anos antes.

vier pingou finalmente o ponto final em seu centésimo livro. Poetas Red Vivos. Sentiu vontade de correr pelas ruas, de gritar, de festejar. tinha cumprido o acordo assumido com Emmanuel 10 anos antes. Aos 59 anos, estava pronto para diminuir o ritmo. O Chico ficou de 1931 a 1969, psicografando o livro sem parar. 40 anos. Vocês têm ideia o que é 40 anos psicografando livros? Chegou até avisar o amigo Ranieri. Já escrevi muito livros, livros, livros. Agora é preciso o povo executar. A mensagem já está dada. O anúncio foi precipitado. O próprio Interessante que o próprio Chico tinha bom senso, né? Olha, Táal, eu já não escrevi, já não psicografei 100 livros agora. Não é importante as pessoas absorverem e viverem a mensagem. Não é melhor agora a gente concentrar na prática do que ficar ampliando a quantidade de livros? Até o Chico tinha bom senso, mas continua a história, hein? Chico ouviu uma contraordem de seu guia e ficou perplexo. Preste atenção agora no que o Emmanuel vai dizer. Estou na obrigação de dizer a você que os mentores, sempre isso, né? Os mentores da vida superior, que é para dar autoridade, justamente pro Chico não ter força de de ir contra, né? Porque ele tá dizendo que foi os mentores da vida superior que nos orientam expediram uma instrução. Ela determina que sua atual reencarnação seja desapropriada em benefício da divulgação dos princípios espírit cristãos. Sua existência do ponto de vista físico, fica à disposição das entidades espirituais que possam colaborar na execução das mensagens e livros enquanto seu corpo se mostre apto para as nossas atividades. Vocês estão vocês estão parando para prestar atenção no absurdo que tá sendo dito aqui? Ele passou a dizer que a partir de agora o Chico não era mais dono dele, por isso que é desapropriação. Vão usar o corpo do Chico até ele aguentar como fizeram. Olha, enquanto o seu corpo se mostre rápido até não aguentar mais, você vai ser usado pelos espíritos. E ele falou isso já tendo 40 anos com 100 livros.

o corpo do Chico até ele aguentar como fizeram. Olha, enquanto o seu corpo se mostre rápido até não aguentar mais, você vai ser usado pelos espíritos. E ele falou isso já tendo 40 anos com 100 livros. Vocês vão me dizer que isso não é coisa do que a gente leu nas orientações de Kardec. Mas aí é mais grave ainda, porque vai continuar, ó, não terminou o diálogo, porque o próprio Chico fala do livre arbítrio. A gente não viu agora a pouco que os superiores não impõem, eles aconselham, que só os inferiores é que se impõe, cara. O Chico vai dizer: "Tá, mas e meu livre arbítrio?" Vocês vão ver o que que o Emmanuel vai dizer. Chico não se conformou. Devo trabalhar na recepção de mensagens em livros até o fim da minha vida atual? Sim, não temos outra alternativa. O autor dos 100 livros insistiu: "E se eu não quiser? E se eu não quiser?" A doutrina espírita ensina que somos portadores do livre arbítrio para decidir sobre os nossos próprios caminhos. Olha, eu fico para um bom senso. E se eu não quiser, eu tenho livre arbítra. Doutrina espírita insiste. Prestem atenção agora. Prestem atenção. Não sou eu que tô dizendo. Esse texto não é meu. Eu não tô dizendo. Não é o Michel que tá dizendo. É o texto. É o texto que tá dizendo. É o Michel. Emanuel sorriu e deu o veredito. A instrução a que me refiro é semelhante a um decreto de desapropriação quando lançado por autoridade na terra. Perceba a prolixidade, o empolamento que a gente falou, ele não consegue. Se você recusar, é o Emânuel falando aqui, não é o Michel, tá? Se você recusar o serviço a que me reporto, os orientadores dessa obra de nos dedicarmos ao cristianismo rede vivo, terão autoridade bastante para retirar você do seu de seu atual corpo físico. Se você recusar, você vai morrer. Se você recusar, você vai morrer. É o que o Emanu tá dizendo pro Chico. Depois de já ficar 40 anos psicografando 100 livros, ele diz: "Agora você não é mais dono de você e até você aguentar o seu corpo aguentar, você vai ter que servir a mediunidade aos espíritos". E o

o. Depois de já ficar 40 anos psicografando 100 livros, ele diz: "Agora você não é mais dono de você e até você aguentar o seu corpo aguentar, você vai ter que servir a mediunidade aos espíritos". E o Chico diz: "Meu livre arbítrio, se você recusar, você vai ser tirado do corpo." Isso é coisa de espírito superior. Tudo que a gente leu antes em Kardec, alguém vai ter a cara de dizer o quê? O mais que a pessoa pode dizer que esse esse texto não é verdadeiro. Agora, se você toma esse texto como verdadeiro, se você toma esse texto como verdadeiro, ali a fonte, ó. Biografia autorizada pelo Chico e publicada com Chico em Vida. Percebo o absurdo. Mas se ainda não tá bom, porque isso aqui bastaria, né? O que eu tudo que eu trouxe aqui não bastou. A pessoa tem que ser muito, lembra os fascinados que ficam surdos. Então vamos mostrar mais aqui. São vários momentos em que o Emmanuel se relaciona com Chico, que tá lá na biografia. Chico, você conhece um passarinho chamado Sofrer? Não. O sofrer é um pássaro que imita os outros. Você nasceu com a vocação desse passarinho entre os poetas. Não acredite em espíritos. Esses poemas que você julga psicografar são seus. Somente seus. Então isso era um era um alguém que tava tentando convencer o Chico que ele não era médium, que aquilo que ele psicografva na verdade era dele. Nesse momento, o Emanuel apareceu com um de seus trocadilhos. Sim. Volte a Pedro Leopoldo e procuremos trabalhar. Você não é um sofrer, mas precisa sofrer para aprender. Um guia espiritual, espírito superior, um espírito de amor e caridade, dizendo pro seu, pro seu guia que ele precisa sofrer também. Não tá bom, que nunca tá bom, né? Paraa pessoa que não quer admitir, nunca tá bom. Vamos mais então. Outra situação. Um dia diante de uma mulher quase de joelhos a seus pés, ele apelou: "Não me elogia assim, é desconcertante. Não passo de um verme no mundo." Então, Chico, as pessoas iam até ele lá, se ajoelhavam, tratavam ele como um ser superior, um santo milagreiro. E

, ele apelou: "Não me elogia assim, é desconcertante. Não passo de um verme no mundo." Então, Chico, as pessoas iam até ele lá, se ajoelhavam, tratavam ele como um ser superior, um santo milagreiro. E ele diz: "Não, não, eu sou um verme". No mesmo instante ouviu a voz de Emanuel. Não insulte o verme. Ele funciona ativo na transmutação dos detritos da Terra com extrema fidelidade ao papel de humilde e valioso servidor da natureza. Ainda nos falta muito para sermos fiéis a Deus em nossa missão. Daí em diante, Chico preferiu se definir de vez em quando subverme. E as pessoas acham lindo isso. Espírito superior falando assim: "Mas se você acha lindo isso, eu vou lhe dar uma dica. Trate assim as pessoas que você ama. Você não acha que o Emânuel tá certo e que ele é superior? Ora, espírito superior você tem que imitar. Ou eu não posso imitar espírito superior? Espírito superior a gente imita. Então, faça o que Emanuel fazia com Chico. Faça com seu filho, faça com a sua mãe. Digo mais, você não acha lindo o que o Emmanu fazia? Faça com seu chefe. Ah, que interessante. Daí quando a gente diz isso, a pessoa não, mas veja bem, a gente acha lindo ele fazendo pro Chico, mas por que que você não faz na sua vida igual? Se você acha que é superior, seja coerente. Chegue pro seu filho e diga assim: "Você é menos que um verme, porque eu lhe amo, hein?" Diga pros seus filhos, você é mesmo menos que um verme. Isso é amor. Ah, não, Michel, mas é um absurdo. É, o Emânio falava assim com Chico, meu querido. Então, não tem desculpa. Não tem desculpa, meus amigos. Como eu falei, o máximo que as pessoas podem fazer no seu fanatismo é negar o texto, que você tem que negar, né? Porque se você admitir, ou você se faz de louco ou você diz: "Meu Deus, pera aí, mas tem algo estranho". Isso foi a vida inteira. Eu tô pegando aqui várias etapas. Leia a biografia. E muito do que tá aqui na biografia, a gente tem o próprio Chico contando. Vamos mais. Para se acalmar, se lembrou de um dos mandamentos

da inteira. Eu tô pegando aqui várias etapas. Leia a biografia. E muito do que tá aqui na biografia, a gente tem o próprio Chico contando. Vamos mais. Para se acalmar, se lembrou de um dos mandamentos ouvidos ali, tá com uma digitação. Um dos mandamentos ouv dos de Emanuel, ouvidos de Emmanuel, né? Sua missão é formar livros e leitores. Formar leitores é suportar suas exigências sem censuras. Formar livros é se esquecer de você. Olha, por que que eu peguei esse trecho? Lembra que a gente tava comentando agora a pouco no mesmo vídeo? Volta lá no vídeo. Ele estimulando o Chico a ser cego, surdo, a obedecer cegamente. Olha as olha as frases. Suportar sem censura, esquecer de você. Ou seja, ele quer submissão absoluta do Chico. A gente acabou de ver que os superiores eles aconselham a crítica e o questionamento e o estudo. O eman tá fazendo o contrário. Ele tá dizendo: "Sofra e não reclame, obedeça, seja cego. Também não tá bom a quantidade de textos que a gente já mostrou? Por isso que eu digo lá no início do vídeo, ou você vai fugir daqui e vai eh começar a a ser irracional, ou você vai ter que botar a cabeça no travesseiro e começar a pensar, porque eu tô mostrando, eu tô compando, mas tem mais ainda. Estamos chegando no fim, mas tem mais ainda. E começa a, o que eu chamo já de, já não é mais questão de ser fascinador, ser pseudo sábio, é crueldade. Seu olho às vezes sangrava durante uma das crises, ele ficou dois dias em casa deitado no fim de semana teve o repouso interrompido pela aparição de Emanuel. Por que você está aí parado? O Chico responde, né? O senhor não vê que meu olho está doente? Qual é a resposta do guia de amor da humanidade? O o exemplo maior de de autoridade, benevolência entre os espíritos do nosso século XX, do movimento espírita. E o que o outro está fazendo? Teris olhos é um luxo. O Chico tava com olho sangrando e o seu guia espiritual que devia amá-lo e ajudá-lo. Ter dois olhos é luxo. Vai trabalhar. Ainda tem uma aí que que tá fazendo parado?

á fazendo? Teris olhos é um luxo. O Chico tava com olho sangrando e o seu guia espiritual que devia amá-lo e ajudá-lo. Ter dois olhos é luxo. Vai trabalhar. Ainda tem uma aí que que tá fazendo parado? Se você defende isso e vem com um papo para mim. que isso tem algum tipo de fundamento, seja coerente. Vou repetir. Faça isso com os seus. Faça com a sua mãe, faça com seu pai, faça com seus avós, com seus irmos. Faça. Se você defende isso, ou você pratica isso na sua vida igualzinho ou você não tá sendo coerente. Aí quando a gente diz isso, a pessoa, não, não, mas pera aí. Não é que não é que veja, é que é que o Chico o Chico é uma uma exceção. É uma exceção. Ele pode sofrer nas mãos de um espírito. Queira para o outro que você quer para si. Se você tá achando isso bonito pro outro, então é porque você quer para você. Não é assim. É a regra de ouro da moral do Cristo. Ainda não tá bom. todos os textos que a gente falou. Primeiro a gente deu argumentos através do raciocino. Agora a gente tá mostrando a história de quem foi Emanuel. E a gente ainda não pegou a parte dos textos dele, né, que aí é a parte da lógica. Olha agora a bexiga enchou. Aqui é sobre o Chico, tá? E o doente, como simples mortal, procurou um médico em vez de recorrer aos céus. O diagnóstico não foi nada animador. Se a retenção urinária se prolongasse por mais 24 horas, o ataque de uremia seria inevitável e fatal. Diante da perspectiva da morte, Chico pediu ajuda ao Emanuel. Dessa vez nem seuou um pedido de cura. Queria apenas ser recebido por ele no outro mundo. Nada feito. Emanuel tinha mais o que fazer. O Chico tava morrendo com algo terrível. Quem já teve alguma ficção urinária, o que diria, o que dirá um ataque de uremia, que é muito pior. E o anjo protetor, o senhor do amor e da caridade, diz pro Chico: "Eu tenho mais o que fazer do que lhe receber aqui. Precisa mais. Que mais que a gente tem que fazer? Argumentar, mostrar, ler, falar para as pessoas abrirem os olhos? Que mais? Peguem os textos de quando Kardec ficou

que fazer do que lhe receber aqui. Precisa mais. Que mais que a gente tem que fazer? Argumentar, mostrar, ler, falar para as pessoas abrirem os olhos? Que mais? Peguem os textos de quando Kardec ficou doente lá na revista espírita, como é que os espíritos trataram ele com amor, carinho, diziam sabe o que para ele? Descanse, repouse, se cure. O opusto. Se você tem um pingo de racionalidade, você bota o dentro da consciência. Esse foi o espírito que guiou o movimento espírito no século XX, tido como superior. Estamos nos encaminhando pro final, tá? Outro trecho. Me dói, me dói ler esses textos, viu? De saber o que este homem passou com o aplauso do movimento espírita. Logo após escrever no lar, seu 19º livro, o próprio Chico quis estudar psicografia, né? A gente a gente leu há alguns minutos atrás sobre o os espíritos verdadeiramente superiores. Ele quer que você estude, né? Pediu a opinião do Emanuel. Achei que queria estudar. De opinião do Emmanuel foi atendido com uma metáfora bucólica. Se a laranjeira quisesse estudar o que se passa com ela na produção das laranjas, com certeza não produziria fruto algum. Vamos trabalhar como se amanhã já não fosse possível fazer nada. Para nós o que interessa agora é trabalhar. Se isso não é escravidão, que me diga o que é com esse papinho. Ah, que essa laranjeira não pop, né? O Chico não é um pé de laranja. É um espírito, é um foi um ser humano como qualquer outro que quer estudar. O que que tem de errado nisso? O próprio dito guia dizer: "Não, não, não, não vai trabalhar". E o trabalhar era o quê? fazer o que eu quero. Me obedeça. Uma hora e meia praticamente mostrando textos. Ou você raciocina ou você tema. Mostrei os textos e dei as fontes. Mostrei o texto e dei as fontes. Fiz os argumentos. É o máximo que eu posso fazer. O resto é com você. Meus amigos, terça que vem entramos. Vou mostrar para vocês aqui, ó, o texto. Aqui já é o texto da obra no nosso lar, que quem abre é o Emanuel. Por isso que a gente falou hoje sobre o Emanuel.

você. Meus amigos, terça que vem entramos. Vou mostrar para vocês aqui, ó, o texto. Aqui já é o texto da obra no nosso lar, que quem abre é o Emanuel. Por isso que a gente falou hoje sobre o Emanuel. Esse é o espírito. E a partir da terça que vem nós vamos ver os textos dele, como é que ele fala. A gente viu ele durante a vida, né? as ações. Não precisa nem dizer as coisas terríveis que a gente leu aqui. Semana que vem a gente vai pegar os textos, a gente vai ver a lógica dele. Quero agradecer a vocês. Peço que curtam o vídeo, compartilhem. É muito importante esse projeto tem que ser visto. A pessoa pode pegar: "Ah, deu 1 hora e meia, mas você pode ver 10 minutos por dia, meia hora por dia, ver pausando". Essa é a maravilha do YouTube. E você tem isso de graça, hein? Se inscreva no nosso canal, curta o vídeo, compartilhe, se torne membro do nosso canal. É R 19$,99. Para quem escreveu 400 livros e as pessoas compraram, não é nada o que a gente tá pedindo e é para divulgar Kardec. Assim, seja membro do canal, assine o canal, nos siga nas demais redes sociais. E lembrando que amanhã às 11:30, 11:30 da manhã até o meio-dia, meia hora a gente tem Kardec meio-dia aqui no Kardec Tube e amanhã de noite às 20:30 a gente estuda o que é o espiritismo. Então retornem aqui, um bom resto de semana. Muito obrigado pela participação de todos e para você que ainda vai ver depois, né? você vai ouvir quem? O quê? Porque para eu chegar nessa espiritualidade ou na caridade, eu preciso de um meio, eu preciso alguma orientação. Eu sei que a caridade é mais importante do que a simples crença no espiritismo, mas como é que eu chego nessa caridade se eu não tiver uma crença? Sem teoria a gente não. Teoria é meio para chegar a um fim. Eu não posso dizer para você, chegue num fim e não lhe dá os meios. Ou eu digo para você, chegue no fim, mas não valorize os meios. Ó, é preciso além do espiritismo, a espiritualidade. E como é que eu chego na espiritualidade com o espiritismo? Então esse é o jogo que o Emanuel faz,

você, chegue no fim, mas não valorize os meios. Ó, é preciso além do espiritismo, a espiritualidade. E como é que eu chego na espiritualidade com o espiritismo? Então esse é o jogo que o Emanuel faz, ele diminui, porque no fundo ele tá dizendo o seguinte: "Aí você deixa de lado o espiritismo porque o mais importante é a espiritualidade e daí a espiritualidade, quem é que vai dizer para você como chegar lá?" ele. O mais importante é você desenvolver sua espiritualidade, não é estudar o espiritismo. Aí você deixa de estudar o espiritismo, mas daí para você praticar essa espiritualidade que ele tá falando, você segue ele. 400 livros. A gente não precisa tanto do espiritismo, mas daí dos 400 livros precisa. Eu não preciso de 23 obras, mas de 400 eu preciso. Veja uma contradição. É porque ele quer que você, em vez de ouvir Kardec, escute ele. Não, a mediunidade é importante, mas sirva o bem. O que que é servir o bem? É o que o Emanuel disse. Então, daí você não pratica a mediunidade, mas ouve um espírito através da mediunidade, que é ele. Olha o contracenso, meus amigos. Olhem a contradição. Ele inicia a obra que vai desfigurar todo o espiritismo fazendo tudo isso que eu mostrei aqui e que na época ninguém percebeu. Porque você olhando superficialmente e sem saber tudo que acontecer depois, você não ia conseguir ver isso que eu tô mostrando aqui agora, porque é o espírito ardiloso, esperto, que conseguiu ludibriar e agora o tempo proporcionou que a gente enxergasse isso pelo comportamento dele. Porque o mesmo espírito que diminuiu a importância do espiritismo, da teoria, dos livros, da mediunidade, ele tá usando a mediunidade para falar que a mediunidade é secundária. Olha a contradição, eu insisto nisso. Aí ele diz que o espiritismo, o mais importante, é espiritualidade, não o espiritismo. Mas daí só o André Luiz vão ser 15 livros. Mas pera aí, você não diz que o mais importante é a espiritualidade? Ah, não, mas é que eu vou ensinar a espiritualidade nos meus livros. Tá aí.

espiritismo. Mas daí só o André Luiz vão ser 15 livros. Mas pera aí, você não diz que o mais importante é a espiritualidade? Ah, não, mas é que eu vou ensinar a espiritualidade nos meus livros. Tá aí. O espiritismo ensina o quê? Nos seus? Vejam, é sempre a contradição. Esse é o prefácio. Só o prefáciil. Eu já levantei questionamentos que você poderia dizer que no mínimo são razoáveis. Eu já fiz 52 vídeos que você tem os textos e pode dizer que são no mínimo razoáveis. Agora eu fiz uma análise levantando questões do prefácio que você diz que é razoável. Você não percebe que a todo momento eu a gente tá mostrando o fato de que o Emanuel não era um espírito superior, mas você tá sempre esperando a próxima prova, né? Então essa pessoa que os 52 vídeos não convenceu, o vídeo 53 não convenceu, o vídeo 54 não convenceu, a pessoa ela fica sempre negando, né? Então a gente vai continuar. Vejam, eu mostrei. Você pode dizer: "Não, eu acho que esses argumentos que o Michel colocou são forçados, não se enquadram. Faz 54 vídeos que você fica relutando e dizendo isso. Pois a gente vai continuar. Tem mais ainda 51 para você assistir e você Não, não, não, ainda não, ainda não me serviu. Vou, vamos pro próximo." A pessoa, ela fica sempre esperando. É a pessoa que não quer acordar, né? Mas ok, o intuito do estudo é realmente cansar todo mundo de tanta argumentação. A pessoa que fosse honesta intelectualmente ou no mínimo abrisse a cabeça, ela já ia no mínimo dizer: "Não, dá para se pensar, mas tudo bem, é na teimosia que a gente ganha, né? Ainda foi recém o prefácio e a gente colocou argumentos aqui para você pensar, mas eu quero ver a gente chegar depois dos 50 capítulos analisados se você ainda vai teimar. Já tem 52 da introdução que já serviria. Já tem o 53 que é muito forte. 54, eu apresentei e tentei mostrar o emano sendo ardiloso e contraditório e empolado. Agora, semana que vem, vamos analisar o prefácio do André Luiz. Reflita, curta, se inscreva, deixe seus comentários. Uma boa noite a todos e até a semana que

sendo ardiloso e contraditório e empolado. Agora, semana que vem, vamos analisar o prefácio do André Luiz. Reflita, curta, se inscreva, deixe seus comentários. Uma boa noite a todos e até a semana que vem nesse projeto. Os demais amanhã tem mais no Kardecub. Sejam bem-vindos ao Kardec Tube. Eu sou Michel Macedo e este é o projeto Nosso Lar Segundo Espiritismo. Vamos estrear hoje o nosso estudo de número 55 deste projeto. projeto onde a gente se propõe a estudar a obra completa nosso lar, famosíssima obra do movimento espírita, do espírito André Luiz e tecer considerações críticas a essa obra, tendo como base a obra de Allan Kardec. Então é um estudo da obra noular, um estudo crítico usando a obra de Kardec para que você compare, reflita junto e pense sobre as reflexões que a gente faz. Nós ficamos um ano e meio fazendo a introdução desse projeto. Eu aconselho você que assista. Foram 52 vídeos de introdução. Está tudo gravado na playlist nosso Lar Segundo Espiritismo aqui do Kardecube. E agora iniciamos a fase dois do projeto. Então a gente fez uma primeira abordagem da nossa visão e entendimento de quem é o espírito Emanuel. Já que Emanuel abre a obra nosso lar. a gente tem que falar nele devido ao papel que ele teve nesse processo todo, tanto dessa obra quanto do controle de toda a vida do médium que recebeu essa obra. Então assista, é o vídeo 53, o vídeo 54. Nós entramos na obra nosso lar propriamente dita. Fizemos isso semana passada. Então você pode lá conferir em que nós analisamos, refletimos sobre o prefácio que o Emanuel faz da obra nosso lar, que se chama Novo Amigo. Agora nós vamos analisar o segundo prefácio, essa introdução que é feita pelo próprio André Luiz, que se chama Mensagem de André Luiz. É isso que a gente vai ver hoje. Antes de a gente iniciar a leitura e as considerações, curta este vídeo, se inscreva em nosso canal, você que não é inscrito, e também seja membro. É uma maneira de você ajudar o canal e ter acesso a conteúdos exclusivos. O Kardecbe produz conteúdos

ções, curta este vídeo, se inscreva em nosso canal, você que não é inscrito, e também seja membro. É uma maneira de você ajudar o canal e ter acesso a conteúdos exclusivos. O Kardecbe produz conteúdos diários de manhã e de noite aqui no YouTube que você pode acompanhar abertamente de graça. E nós temos um projeto que é fechado para os assinantes, para aquele que é membro do nosso canal, que é o estudo do livro dos médiuns. Toda segunda estudamos das 11:30 ao meio-dia. A gente tem um programa chamado Kardec meio-dia, das 11:30 ao meio-dia. Isso é diário, de segunda a sexta. E aí, segunda à noite, às 20 horas, estudamos o livro dos espíritos. A terça-feira a gente grava e publica esse projeto aqui nosso lar segundo espiritismo. Na quarta à noite estudamos às 20:30 a obra o que é o Espiritismo. Na quinta-feira estudamos o site revistaespírita.net net. E na sexta, das 20 às 21as, estudamos o livro dos médiuns. Esse estudo do livro dos médiuns é somente para membros. Como, como você faz para ser membro? Você abre o canal doc do Kardec Tube aqui no YouTube, vai em seja membro, procura a opção amigos do Kardec Tube por R$ 19,99 e assim você ajuda o canal e em troca a gente disponibiliza o estudo do livro dos médiuns. É ao vivo toda sexta. Ah, mas já teve estudos que eu perdi, eles ficaram gravados. Se você assinar, você vai ter acesso. Não consigo assistir ao vivo na sexta, vai ficar gravado e você tem acesso depois. E se você puder assistir ao vivo, você pode tirar dúvidas, trazer comentários através do chat. Então, vejam que o Kardecube produz muita coisa durante a semana, sempre tendo por base a obra de Allan Kardec. Vamos então entrar no estudo deste prefácio da obra, desse prefácio da obra de André Luiz. Peço vocês um segundo para arrumar a luz aqui e eu já volto em menos de 30 segundos. Otamos. Vamos analisar então aqui. Você já está vendo na tela o texto da obra de André Luiz. Lembrando que é o livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier, ditado pelo Espírito André Luiz.

egundos. Otamos. Vamos analisar então aqui. Você já está vendo na tela o texto da obra de André Luiz. Lembrando que é o livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier, ditado pelo Espírito André Luiz. Portanto, o conteúdo é do espírito André Luiz. E este livro foi aí publicado, editado pela FEB, Federação Espírita Brasileira. Este é o segundo prefácio da obra antes do capítulo primeiro, que se chama Mensagem de André Luiz. Aqui fica a minha dica para você entrar nas, principalmente no site da FEB, você consegue comprar a obra no nosso lar para você também estudar conosco, né? Então aqui esse texto que vocês estão vendo é do espírito André Luiz. Vamos lá. Então, ele começa assim: "A vida não cessa, a vida é fonte eterna e a morte é jogo escuro das ilusões. O grande rio tem seu trajeto antes do mar imenso. Copiando-lhe a expressão, a alma percorre igualmente caminhos variados e etapas diversas. também recebe afluentes de conhecimentos aqui e ali. Aoluma-se em expressão e purifica-se em qualidade antes de encontrar o oceano eterno da sabedoria. A gente já havia comentado isso no estudo passado. Então, você que assistiu o estudo passado, você nos perdoe por sermos repetitivos, mas isso é necessário que faz parte da própria análise da obra. Nós já havíamos falado sobre a dificuldade que Emanuel e o André Luiz t de ser claros. de ter um texto limpo, direto. Eles são muito prolixos. Eles falam de uma maneira que você tem que ler uma, duas, cinco vezes e mesmo assim fica subjetivo exatamente o que eles querem dizer. Então você tem que fazer uma espécie de adivinhação ou tirar uma conclusão sua do que ele quis dizer. E é curioso que até mesmo aqueles que defendem a obra, eles explicam para você a obra. Não, mas é que aquele quis dizer. Vejam, a pessoa que diz isso não percebe que ela está admitindo que o texto não é claro, porque ela tem que me explicar o texto, mas é curioso que ela não percebe que a explicação que ela dá, eu poderia tirar do texto uma outra, ou seja, é subjetivo, é prolixo, não é claro que o

é claro, porque ela tem que me explicar o texto, mas é curioso que ela não percebe que a explicação que ela dá, eu poderia tirar do texto uma outra, ou seja, é subjetivo, é prolixo, não é claro que o espírito quer dizer. A gente já viu isso no Emanuel e começa aqui já no início do da fala do André Luiz a perceber isso. E lembrando que Kardeco, muito claro, como a gente viu no estudo passado, eu mostrei o texto lá, não quero precisar mostrar aqui. Eu eu tô pressupondo que você assistiu o estudo passado. São 55 vídeos, mas o passado é importante que você tenha assistido, né? pelo menos anterior, porque ali eu mostrei o texto literal de Kardec dizendo que esta falta de clareza já é um indício da inferioridade do espírito. Os espíritos superiores são claros, diretos como Kardec era, como os espíritos na obra de Kardec eram, os superiores. Toda a alma superior é clara, direta, simples. O maior exemplo de todos, sempre digo isso, se a pessoa é teimosa com relação à obra de Kardec, então a gente cita o maior exemplo, Jesus, o espírito mais evoluído que por aqui passou. Ele conversou com pessoas simples e passou os seus ensinamentos através de pequenas histórias. Um espírito puro se fez entender, não quis falar difícil. E aí um espírito como André Luiz e o Emmanu querem falar difícil. Isso não é qualidade, isso é defeito. É muito interessante porque eu estou lendo e relendo essa obra no nosso lar há 2 anos sem parar devido a esse projeto. E toda vez que eu releio, eu tenho que fazer um esforço para entender o que que o espírito tá dizendo. Então isso é uma falha. Isso já denuncia que o espírito tem pouco pouca profundidade, por isso que ele fala difícil, que é para esconder o vazio das ideias. Eu vou sempre chamar atenção para isso. Mas claro, como eu sempre digo, se isso é pouco para aquele que ainda acha que André Luiz é um espírito superior, se isso ainda não basta a gente mostrar Kardec falando sobre isso e trer essas razões, vamos analisar ou tentar tirar o que tá por trás do

aquele que ainda acha que André Luiz é um espírito superior, se isso ainda não basta a gente mostrar Kardec falando sobre isso e trer essas razões, vamos analisar ou tentar tirar o que tá por trás do texto pra gente ir vendo como tem alguns problemas. Isso significa, volto a repetir, que tudo que o André Luiz vai escrever é ruim. Não, não, não é isso que se trata. O que a gente defende é que é uma mistura de coisas boas com coisas sem sentido ou com coisas ruins. E isso prova que ele não é um espírito superior, é um espírito pseudosábio, que a gente mostrou também nos vídeos passados o que que isso significa. Então, a gente tem procurado provar lendo o texto com você, tentando provar a nossa tese de que realmente é um espírito poo sábio. Então não basta você dizer: "Ah, mas aqui ele disse algo bonito". Ele disse algo bom. Sim, mas a gente admite isso. O problema é que a junto com esse algo bonito, esse algo bom, ele diz coisas sem sentido ou ele diz coisas que não dá para entender, ou ele diz coisas contraditórias. É isso que a gente tá vendo. E isso faz ele não ser um espírito superior. E se não é um espírito superior, o valor da mensagem, a confiança da mensagem, você diminui e você liga o alerta. você passa a saber que se trata de uma opinião do espírito inferior. Então, não quer dizer que você vai levar totalmente a sério ou que não vai ter coisa que você vai precisar excluir. Então, isso que é muito importante. Na obra de Kardec, ele deixa claro quando se trata dos espíritos superiores e quando não se trata. que não foi colocada a obra como trazendo uma verdade, uma verdade nova ainda por cima, porque a gente viu no estudo passado o Emanu dizendo que muitos já haviam escrito sobre a vida após a morte, mas que ele agora o André Luiz traria algo novo, traria detalhes. Então ele apresenta como algo novo e como verdadeiro. E aí quando a gente vê que é um espírito inferior falando e que isso que ele apresenta como novo e verdadeiro é falso. A muitas coisas que são falsas. Você tem que mudar o modo

novo e como verdadeiro. E aí quando a gente vê que é um espírito inferior falando e que isso que ele apresenta como novo e verdadeiro é falso. A muitas coisas que são falsas. Você tem que mudar o modo como entende essa obra. Você não pode achar que essa obra representa o espiritismo de Kardec, que essa obra evolui Kardec ou que ela é melhor que Kardec. Esse foi o nosso erro, trocar a excelente obra e coerente obra de Kardecura verdades com mentiras. Se eu tenho um livro que só traz verdades e coisas boas, por que eu vou idolatrar, seguir, estudar e preferir uma obra que tem coisas boas com coisas ruins? Se eu tenho uma que só tem coisas boas, que é de Kardec, esse foi o nosso erro. Mas vejam que ele começa dizendo, a vida não cessa. A vida é fonte eterna e a morte é jogo escuro das ilusões. Vejam de novo o que que ele quer dizer com isso. O Emmanuel disse que ele traria novas verdades e verdades detalhadas. O que que ele quer de, onde é que tá a verdade nova e a verdade detalhada? Ele fala algo completamente subjetivo. A vida não cessa. Como assim? Em que sentido a vida não cessa? Aí vem alguém diz assim: "Ah, ele tá falando que o espírito não morre, o corpo é que morre". Mas veja, você teve que vir me dizer isso, porque eu posso tirar muitas dúvidas ou conclusões dessa dessa frase. Até uma contradição. Como assim a vida não cessa? Porque a vida no corpo, a vida biológica cessa. A morte é jogo escuro das ilusões. Ah, mas aqui ele tá querendo dizer que a morte é só uma ilusão. O que morre é o corpo, mas o ser espiritual passa a continuar existindo. OK? Sendo isso, não tem nenhum problema. Mas o que eu tô mostrando para você, para você, não é isso. Eu já tenho insistido nos últimos dois estudos. O problema é que você tem que tirar isso do texto, porque o texto não tá dizendo isso claramente. Esse é o problema. Mas vamos prosseguir aí no segundo parágrafo, ele de novo, né? O grande rio tem seu trajeto antes do mar imenso. Então veja, ele não sai das metáforas. é um espírito que passa o tempo inteiro

roblema. Mas vamos prosseguir aí no segundo parágrafo, ele de novo, né? O grande rio tem seu trajeto antes do mar imenso. Então veja, ele não sai das metáforas. é um espírito que passa o tempo inteiro falando em metáforas, só que ele se propõe a detalhar uma realidade nova, como ele prometeu no prefácio da Emanuel. Mas para eu falar algo em detalhe, eu tenho que sair da metáfora. Ele não sai da historinha. A história ela tem que ter uma parte dela. Eu conto uma história e depois explico o que eu tô querendo dizer, mas ele nunca sai da história. Ele tá sempre falando metaforicamente. Por que que ele não fala direto? O a primeira vida não cessa, a morte é um jogo escuro. Agora o grande rio tem seu trajeto antes do mar imenso. É próprio do espírito enrolão. Aqui no meu estado a gente diz encher linguiça. Aí olha, copiando-lhe a expressão, então copiando a expressão do rio que vai pro mar, a alma percorre igualmente caminhos variados e etapas diversas. OK? também recebe afluentes de conhecimentos aqui e ali, OK? E purifica-se em qualidade, tá bom? Aí vem uma frase mais estranha ainda. Então, a alma faz todo esse percurso, assim como o rio faz o percurso até chegar ao mar. Aí o mar ele coloca como o oceano eterno da sabedoria. Então, na metáfora dele, a alma é o rio. O mar é o oceano eterno da sabedoria. E ele coloca em letra maiúscula oceano eterno da sabedoria. Então, ele tá se referindo a Deus. A alma percorre um longo caminho até chegar a Deus. E aí ele faz a metáfora do rio que desaga no oceano. É isso que ele tá querendo dizer? Mas veja, essa ideia de que a alma cai no oceano eterno da sabedoria, ela lembra mais o panteísmo. Então é uma metáfora ruim, porque ela dá mais, ela dá impressão que o espiritismo ou que ele aqui é panteísta. Qual é a ideia do panteísmo? Você que leu lá a obra de Kardec, que Kardec nega o panteísmo. E aqui ele parece ser panteísta, né? A ideia do panteísmo é que depois que você morre, você chega à perfeição e você se funde com Deus, exatamente como o rio se funde

dec, que Kardec nega o panteísmo. E aqui ele parece ser panteísta, né? A ideia do panteísmo é que depois que você morre, você chega à perfeição e você se funde com Deus, exatamente como o rio se funde com o mar. Então nota que a metáfora dele é uma metáfora ruim. Não, mas a Kir de novo, você tendo que me explicar o texto. A Kiri quis dizer que é chegar à perfeição como espírito puro. Mas então porque ele não falou isso? Você tá sempre tendo que me dizer que ele quis dizer, então porque ele não disse? Então ele já começa prolixo e com uma metáfora ruim. E você tem que ficar forçando interpretações para salvar o texto. Mas o Emânu me prometeu que ele ia trazer detalhes novos, verdades novas. Mas ok, como eu sempre digo, o teimoso continua achando que não tem problema na obra e no espírito, né? A gente segue cerrar os olhos carnais constitui operação demasiadamente simples. Permutar a roupagem física não decide o problema fundamental da iluminação. Como a troca de vestidos, nada tem que ver com as soluções profundas dos destinos do ser. Meu Deus do céu, ele não para. O André Luiz não consegue fazer uma frase escrevendo diretamente que não seja através de metáfora. Cerrar os olhos carnais constitui operação demasiadamente simples. Peguem essa informação. Então ele tá dizendo que a pessoa morrer do ponto de vista biológico. Agora ele pelo menos botou um carnal ali, então ficou mais claro. É uma coisa simples, é uma operação. E ele diz demasiadamente simples. Então o que que tá dizendo André Luiz? Morrer é simples. E aí de novo ele vem com uma metáfora. Permutar a a roupagem física não decide o problema fundamental da iluminação. Aí vem você de novo me explicar. Não, ele tá querendo dizer que a pessoa deixar o corpo físico é como alguém trocar de roupa. Isso não muda a pessoa. Da mesma maneira que você troca de roupa e você continua sendo você mesmo, morrer, ou seja, deixar o corpo físico faz você continuar sendo você mesmo de novo. OK. Mas você, por que que ele não diz isso diretamente?

ra que você troca de roupa e você continua sendo você mesmo, morrer, ou seja, deixar o corpo físico faz você continuar sendo você mesmo de novo. OK. Mas você, por que que ele não diz isso diretamente? Por que ele não diz? Por que que ele tem que dizer problema fundamental da iluminação? Soluções profundas do destino e do ser. Então, vejam, a gente tá analisando a forma e ainda assim dá para salvar, forçando uma interpretação, dá para salvar o texto. A forma é ruim, mas dá para salvar. Mas daqui a pouco a gente vai começar a ver contradições. Porque lembrem, ele falou que morrer é algo simples, que não muda o problema fundamental da eliminação e nem dá soluções profundas dos destinos do ser. A gente vai aprender na obra de Kardec, é claro que morrer não faz você se tornar espírito superior só porque você morreu. Mas e aqui é o que ele não fala, a morte ela causa impacto no espírito que ele pode sofrer uma grande mudança com esse acontecimento, porque ele sai do jogo das ilusões materiais, sai do jogo social e passa a ver as coisas com mais clareza, mesmo os espíritos inferiores. Então, não é 100% verdade que morrer é algo simples e que não causa nenhuma diferença pro espírito. Causa sim. O espírito muitas vezes se arrepende, muda o seu comportamento, porque ele viu que saiu do do jogo da matéria. Então é mais um detalhe, tem o problema da forma que eu estou mostrando e aqui ele dá uma meia verdade que é próprio do espírito inferior, né? Mas ainda não tá bom para você ver problema na obra. Vamos prosseguir o pessoal tá dizendo que tá sem áudio. >> Me confirma se tá saindo o áudio direitinho. Mas a princípio aqui aparece tudo OK. Que bom, que bom que alguém confirmou que para mim tá normal, né? Eu vou conferir no meu também aqui. Deixa eu conferir no meu porque para mim aparece OK o áudio. Conferi no meu. >> Isso. Tá OK. O áudio deve pode ser um problema aí no seu no seu aparelho aqui para mim, para outras pessoas e eu abri aqui no meu celular, tá? OK. Tá OK. Vamos prosseguir. Segue André Luiz.

no meu. >> Isso. Tá OK. O áudio deve pode ser um problema aí no seu no seu aparelho aqui para mim, para outras pessoas e eu abri aqui no meu celular, tá? OK. Tá OK. Vamos prosseguir. Segue André Luiz. Ó caminhos das almas, misteriosos caminhos do coração, é míst percorrer-vos antes de tentar a suprema equação da vida eterna. É indispensável viver o vosso drama, conhecer-vos detalhe a detalhe no longo processo do aperfeiçoamento espiritual. Seria extremamente infantil a crença de que o simples baixar do pano resolvesse transcendentes questões do infinito. Mais uma vez aqui tem de novo um parágrafo que ele fica, ele continua na metáfora, ele não sai. Caminhos das almas, misteriosos caminhos do coração. De novo, o que é isso? Ele tá se referindo de novo à trajetória de evolução do da alma, o caminho de progresso. É isso que ele tá se referindo? Talvez seja. Aí ele diz: "É mister percorrer-vos esse caminho antes de tentar a suprema equação da vida eterna. E ele coloca vida eterna em maiúsculo também. O que que ele tá querendo dizer? Antes de eu tentar suprema equação, eu tenho que percorrer o caminho. Esse misterioso caminho. Por que misterioso caminho? Porque a gente não conhece de novo. Isso não é verdade. A gente não conhece tudo. Há muita coisa que a gente não conhece. Há muita coisa que a gente não conhece, porque a gente é espírita inferior. Então, no decorrer do nosso progresso, se é esse caminho que ele tá falando, há muita coisa que a gente não sabe. Mas Deus possibilita que o homem tenha o conhecimento necessário para realizar o seu progresso, senão seria uma coisa, uma coisa maluca. Deus seria um ser injusto, né? Ele nos obriga a evoluir, mas a gente evolui no mistério com os olhos fechados. Não, Deus nos dá as ferramentas possíveis pra gente realizar esse progresso. Pra gente trilhar esse caminho, ele não é totalmente misterioso. Algumas coisas a gente não sabe porque a gente tem que conquistar ainda. Mas não é um caminho misterioso, obscuro. Aí ele diz, né, que a suprema equação da

se caminho, ele não é totalmente misterioso. Algumas coisas a gente não sabe porque a gente tem que conquistar ainda. Mas não é um caminho misterioso, obscuro. Aí ele diz, né, que a suprema equação da vida eterna eu consigo depois de percorrer o caminho. Será que ele tá falando sobre chegar na perfeição? Então ele tá querendo dizer para eu chegar na perfeição, antes, eu tenho que percorrer o caminho da evolução. É isso que ele quer dizer. Olha que obscuro. Ah, digamos que seja isso que ele quer dizer. Mas esa aí, enquanto eu percorro o caminho, eu já soluciono os mistérios. Percebe? Enquanto eu percorro o caminho, eu já tenho conhecimento. Aí ele diz, e olha, é muito interessante. Primeiro ele, olha a contradição. Primeiro ele diz que é misterioso o caminho, mas ele diz que é indispensável viver o drama e conhecer detalhe a detalhe. Mas se eu tenho que conhecer detalhe a detalhe do caminho, ele não é misterioso. É contraditório. Ele diz que é um caminho aí misterioso e depois ele diz que eu tenho que passar pelo caminho conhecendo os detalhes. Olha, é contraditório. É, é uma gororoba teórica que não diz nada. ou que diz muita coisa que a gente não consegue entender direito. Olha, ó o tempo que eu tenho que ficar num parágrafo. E agora vem e é uma coisa interessante, só prestem atenção nisso. Olha que coisa interessante. Ele diz que o caminho é misterioso, né? É indispensável viver o vosso drama. Por que que ele tá querendo dizer por viver o vosso drama? Ah, daí vem de novo o explicador, né? Não, mas ele tá querendo dizer aqui que você você tem que viver a sua história, construir a sua história. Mas de novo, por que então que ele não diz de uma maneira clara? Porque eu posso entender aqui que é indispensável viver o drama. Como muitas pessoas interpretam, eu tenho que buscar dor e o mistério. É um caminho de dor e mistério que eu tenho que passar para evoluir. E isso é falso para a obra de Kardec. Como eu já falei, durante o caminho a gente aprende. Então não é só mistério.

r e o mistério. É um caminho de dor e mistério que eu tenho que passar para evoluir. E isso é falso para a obra de Kardec. Como eu já falei, durante o caminho a gente aprende. Então não é só mistério. E durante o caminho eu não preciso procurar a dor, o sofrimento. Não é porque eu não cheguei na perfeição, que é o que ele chama de suprema equação da vida eterna, que só lá eu vou ter felicidade e alegria durante o caminho é só dor e sofrimento. Isso é falso. Durante o processo de progresso, o espírito já pode ser feliz. Claro que não é a felicidade completa. Então ele faz aqui uma propaganda de um caminho obscuro e de dificuldades que a gente tem que passar. Mas é curioso ele falar isso porque foi exatamente o que aconteceu com ele. Quando a gente, você que já conhece a história, a gente vai ver. Foi o que aconteceu com ele. Ele percorreu um caminho de sofrimento e ignorância em que ele não entendia nada do que tava acontecendo. E toda vez que ele questiona, a gente vai ver isso a obra inteira, toda vez que ele tá naquele processo ali questionando os espíritos sobre tudo que ele tá vendo, ouvindo, experimentando, sempre tem uma aura de mistério. Nunca pode ser respondido agora. sempre um dia você saberá. Todo livro vai ter essa conotação. Um dia nós saberemos. E aí tudo que pergunta pros espíritos nosso lar é um mistério. Agora não dá para saber. Aquiiete o seu coração. Tudo que o André Luiz, a ânsia que ele tem de aprender, de buscar respostas, é sempre com uma censura. Não, agora não pode. Agora não é momento, é um mistério. Um dia saberemos. É engraçado que educaram ele nesse comportamento e agora aqui na introdução ele reproduz, né, dizendo pra gente que é um caminho misterioso e de drama. Não é não, André Luiz, espíritos sujeitaram você a isso e você aceitou por livre arbítrio. O caminho não precisa ser assim, dramático, sofrido, difícil, misterioso, sem respostas. Esses espíritos que você achou que eram mestres, que você submeteu a sua vida a eles, esses espíritos que têm esse

aminho não precisa ser assim, dramático, sofrido, difícil, misterioso, sem respostas. Esses espíritos que você achou que eram mestres, que você submeteu a sua vida a eles, esses espíritos que têm esse comportamento. Mas os verdadeiros espíritos superiores, os verdadeiros espíritos superiores, eles não não são adeptos dessa ideia. Os espíritos superiores querem que você tenha o máximo de clareza, conhecimento e felicidade possível. E é interessante que é o mesmo comportamento que o Emanuel dava pro Chico, né? Veja como é, é do comportamento desses espíritos tratar as pessoas assim. Veja que o Chico não podia estudar, o Chico não podia ter respostas e ele tinha que viver um monte de dificuldades porque era a missão dele. Então eles impõem essa ideia e reproduzem para as pessoas. Isso é falso. Claro que há dores, sofrimentos e e mistérios que a gente acaba passando, mas não que a gente seja obrigado. Se você tem condições de se esclarecer, de ter respostas, de ter ajuda, de ter facilidades, de ter alegrias, de resolver o problema, você recorre a isso. Aliás, é para ir. Por isso que o espiritismo é o consolador. É para facilitar a sua vida. Não é para dizer que você não tem direito a saber e que você tem que aceitar o sofrimento. Então é é curioso, ele foi submetido a isso e submete as pessoas a isso também, mas o espiritismo é muito mais libertador do que isso que o André Luiz tá fazendo aqui. E no segundo parágrafo, no segundo parágrafo, ele repete algo que ele já falou. Ele já falou nos parágrafos passados o que ele tá dizendo aqui. Por que que ele repete. Nota que é próprio do mau escritor, né? ficar repetindo. Ele já falou no slide passado aqui, ó, que a morte não muda. A gente viu que não é bem assim, né? Mas olha que ele repete, seria extremamente infantil a crença de que o simples baixar do pano resolvesse transcendentes questões do infinito. Ele tá repetindo que não é a morte que vai definir o destino do espírito, mas ele repete, né? Curioso ele repetir, ficar repetindo

imples baixar do pano resolvesse transcendentes questões do infinito. Ele tá repetindo que não é a morte que vai definir o destino do espírito, mas ele repete, né? Curioso ele repetir, ficar repetindo isso é próprio do pseudo sábio, né? do prolixo, porque é claro, o baixar de pano, que é a morte do corpo físico, não resolve e de novo, né, as transcendentes questões do infinito, os misteriosos caminhos do coração, o processo de a equação da vida eterna. Por que sempre essas expressões? Mas prossigamos aqui. Vem o poeta. Segue, André Luiz. Uma existência é um ato. Um corpo, uma veste. Um século, um dia. Um serviço, uma experiência, um triunfo, uma aquisição, uma morte, um sopro renovador. Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda de novo? A poesia, né? Mas pelo menos aqui ficou poético, né? Segue prolixo, mas pelo menos é poético. Só que esse poético dele traz alguns problemas, né? Traz alguns problemas. que são contradições com a obra e a gente não percebe por quê? Porque quem é que analisou a obra criticamente, né? Ele diz que a existência é um ato. Então é uma coisa, é um ato só, é uma coisa rápida. Isso é verdade. Diante da eternidade, uma existência é um ponto no infinito. Ele não tá falando uma mentira. O problema é que isso que ele tá dizendo aqui entra em contradição com a obra. Eu já vou dizer porê. Mais uma vez ele faz a analogia do corpo como uma veste. Então um corpo é uma simples veste. É como se fosse uma roupa, né, que eu deixo que que que eu deixo e troco. Onde é que tá a contradição com o restante da obra? Para quem tem memória e para quem estuda a obra. que a gente lê que acha lindo, né? Depois não vê que lá na frente tá contradizendo. Ele diz que a existência é um ato. Ou seja, uma existência no corpo é uma é um ponto, é um ato, é uma coisa rápida, não representa o todo, porque a gente tem várias existências, diversas encarnações. Então, uma delas é só um ato. Mas na obra dele ele fica, ele edita 15

uma é um ponto, é um ato, é uma coisa rápida, não representa o todo, porque a gente tem várias existências, diversas encarnações. Então, uma delas é só um ato. Mas na obra dele ele fica, ele edita 15 livros em que ele só fala dessa existência que ele teve como André Luiz. Você não vê André Luiz falando das vidas passadas, você não vê porque o espírito no mundo espiritual você lembra das suas vidas passadas. É curioso que na obra nosso lar os espíritos que ali estão não se lembram. como se aquela vida fosse única. A gente vai acompanhar isso na história. Em nenhum momento eles vão falar da lembrança da vida do passado. E quando eles vão falar, eles vão dizer que precisa de uma espécie de cirurgia para se lembrar. Mas pera aí, ele não disse aqui na introdução que a existência é um ato? Então, se a existência é um ato, por que que a obra inteira? O que que é um ato? O ato é uma parte de uma obra. Mas por que que a obra inteira só falou de uma existência se ela é um ato? Outra contradição, ah, o corpo é uma veste. Ele volta a insistir nisso. Mas por que que se o corpo é apenas uma veste, ele vai criar toda uma ideia de que quando a gente morre, a gente continua com um corpo que é igual a essa veste. Então, é, o corpo é uma veste, mas segundo a obra dele mesmo, essa veste vai nos perseguir pro resto da eternidade ou por um bom período no mundo espiritual. Então, é contraditório. Aqui ele diminui e durante a obra ele aumenta. É a contradição do mau escritor, do espírito. Pseudo sáb. E por fim, a contradição escancarada. Essa aqui eu deixei por último para falar. uma morte, um sopro renovador. Ele acabou de dizer nos últimos parágrafos que a gente viu que a morte não muda nada. Ele repetiu isso mais de uma vez. Agora aqui ele diz que a morte é um sopro renovador. Ele tem que se decidir ou a morte renova ou a morte não representa nenhuma diferença. Nota que é contraditório. Ele acabou de dizer aqui, ó, seria extremamente infantil a crença de que o simples baixar de pano resolvesse o oos

a morte renova ou a morte não representa nenhuma diferença. Nota que é contraditório. Ele acabou de dizer aqui, ó, seria extremamente infantil a crença de que o simples baixar de pano resolvesse o oos transcendentes questões do infinito. No outro ele falou: "Cerrar os olhos carnais constitui operação demasiadamente simples." Permut, a hora que permutar a roupagem física não decide o problema fundamental. Aí aqui ele diz que é um sopro renovador. Ou renova ou não renovam. André Luiz, a morte representa uma renovação ou não. Você tem que se decidir. Então ele se contradiz no mesmo texto. Por quê? porque ele é um espírito inferior. Mais uma aqui, ele faz uma questionamento, né? Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda. Então, ele tá mostrando a pluralidade das existências, o ir e vir. A gente já morreu várias vezes. É isso que ele tá mostrando aqui com esses questionamentos, né? Mas se isso já aconteceu muitas vezes, porque ele repete a palavra quantas, quantas, quantas, quantas, quantas, porque ele quer dar ideia de que a gente já passou muitas vezes por isso. Olha a contradição com a obra. Se ele mesmo tá dizendo que isso é em quantidade enorme, por isso quantas quantas por que todo mundo que morre na história da obra nosso lar é como se fosse a primeira vez. A pessoa chega lá, nada ela conhece, nada ela entende, tudo é surpresa. Olha a contradição. Se a gente já morreu várias vezes, olha o que ele diz. Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos ele tá dizendo. Mas aí todo mundo que morre na obra nosso lar chega lá e hã precisa que alguém apresente o lugar. Mas eu já fui para lá várias vezes. Ele mesmo tá dizendo aqui por que que é novidade? Aí o André Luiz tem que passear pro nosso lar para alguém apresentar para ele a cidade. Mas ele tá dizendo aqui no prefácio que isso já aconteceu várias vezes. Contradição do espírito pseudo sábio. A gente tá recém no prefácio. Essa é a obra que tomou conta do

resentar para ele a cidade. Mas ele tá dizendo aqui no prefácio que isso já aconteceu várias vezes. Contradição do espírito pseudo sábio. A gente tá recém no prefácio. Essa é a obra que tomou conta do movimento espírita, que a gente achou lindo, maravilhoso, superior e que é melhor que Kardec. Essa é a obra. Prossigamos. Tava demorando pro André Luiz começar a fazer a mesma coisa que o Emânuel. Eu já denunciei isso no estudo passado. E aqui de novo, ó. E o letrado em filosofia religiosa fala de deliberações finais e posições definitivas. Ai por toda parte os cultos em doutrina e os analfabetos do espírito. É preciso muito esforço do homem para ingressar na academia do evangelho do Cristo. Ingresso que se verifica quase sempre de estranha maneira. Ele só na companhia do mestre, efetuando o curso difícil. recebendo lições sem cátedras visíveis e ouvindo vastas dissertações sem palavras articuladas. Meu senhor, e dificuldade esse espírito. Esses são 50 capítulos daqui paraa frente. Cada parágrafo a gente tem que rachar a cabeça para entender o que o André Luiz quer dizer. Mas notem que ele vai fazer a mesma coisa que o Emanuel. Sempre que o Emânuel e o André Luiz podem, eles dão uma diminuída, uma criticada em quem tem conhecimento. Eu já falei e expliquei isso no último estudo. Agora de novo, sempre isso. E o letrado, então ele vai falar de pessoas com capacidade intelectual. Ele está criticando a pessoa. Então ele tá dizendo: "A pessoa tem muito conhecimento, mas fala algo errado." Então, vejam, ele tá falando do letrado em filosofia religiosa, mas que ele fala de deliberações finais e posições definitivas. Então ele tá tentando mostrar uma contradição. A pessoa é letrada, mas acredita em céu e inferno eterno. Então ele tá criticando a pessoa aletrada. Mas deixa eu dar uma informação pro André Luiz que talvez ele não saiba. Talvez o André Luiz não saiba, mas você vai raciocinar. Se a pessoa tem conhecimento e fala bobagem mesmo assim, André Luiz, a pessoa que não tem conhecimento vai

André Luiz que talvez ele não saiba. Talvez o André Luiz não saiba, mas você vai raciocinar. Se a pessoa tem conhecimento e fala bobagem mesmo assim, André Luiz, a pessoa que não tem conhecimento vai falar mais bobagem ainda. Se até quem estuda diz bobagem, imagina quem não estuda, André Luiz. Então você não pode criticar quem estuda só porque ela tá falando algo errado. Você critica o algo errado que ela falou, mas você não critica o fato dela ser letrada, porque isso é algo positivo. Não posso desprezar o conhecimento só porque alguém está usando mal o conhecimento. Mas ele e o Emmanuel sempre estão criticando quem tem conhecimento. Por quê? Porque eles são espíritos pseudosábios. Eles não querem que você pense, estude, por isso que eles não valorizam o estudo, porque se você valorizar o estudo, você não vai ouvir eles. Aí, olha, o segundo parágrafo ali, ele de novo, por toda parte, os cultos em doutrinas e os analfabetos do espírito, olha, olha o que ele faz. Ele pega o culto e chama de analfabeta. Então ele tá querendo dizer, a pessoa é muito culta, mas com relação às coisas do espírito é analfabeta. Tá, isso é verdade. Tem muita gente que é muito culta e com relação às coisas do espírito é analfabeta. É verdade. Mas eu não vou criticar o fato dela ser culta. Por que esse deboche, esse deslecho com o a instrução? Eu tenho que incentivar o conhecimento das pessoas. Tem que ler muito, tem que conhecer muito, sim. Ah, mas o fulano lê e é arrogante. O fulano lê e não é caridoso. O problema é dele. Ele tá errado, mas você tem que estudar igual. Você não consegue crescer espiritualmente sem estudo. E eu sempre afirmo, vou repetir aqui de novo que eu falei na no outro estudo semana passada. O Emanuel e o André Luiz, eles ficam criticando os letrados, os cultos, mas eles ditaram, só o André Luiz ditou 15 livros. Então daí quando eles são os cultos, os que estão produzindo conhecimento, aí tudo bem. Quando é outro daí não tem conhecimento, mas são analfabetos do espírito.

aram, só o André Luiz ditou 15 livros. Então daí quando eles são os cultos, os que estão produzindo conhecimento, aí tudo bem. Quando é outro daí não tem conhecimento, mas são analfabetos do espírito. E o André Luiz é o quê? produzindo livros com contradição, mal escrito, falando coisas que não são verdades. Não é o analfabeto do espírito. Então eles criticam os outros, mas eles ficam enfiando o livro na gente. É sempre assim. E aí esse último parágrafo aqui é suco de André Luiz e Emânuel, né? É preciso muito, olha só, aliás, prestem atenção porque eu vou voltar a repetir isso no decorrer do estudo da obra. A gente sempre vai ver na fala do André Luiz um peso, um exagero que é próprio do espírito pseudo sábio. Ó, é preciso muito esforço. Olha a ideia. Se eu falar esforço, esforço já é uma palavra pesada, porque precisa de esforço. Então é força, já é uma palavra pesada. Ó o que ele coloca. É preciso muito esforço. Então ele quer botar um peso do homem para ingressar na academia do evangelho do Cristo. De novo, essas expressões toscas que ele, o que o André Luiz, o Emmanuel sempre criam, né? Academia do Evangelho do Cristo. Mas ok. Mas então, olha o que ele tá dizendo de novo. É o equívoco desse espírito, porque ele viveu isso e ele não entendeu que não é verdade isso. Gente, vamos parar para pensar. Botem a mão na cabeça, na razão. Olha o que ele tá dizendo. É preciso muito esforço para ingressar na academia do evangelho do Cristo. E aí Jesus nos ensinamentos dele diz: "Eu vim para o simples. Deixai vir a minhas criancinhas. São os doentes que precisam de médico. Eu falo com o pescador, eu falo com a mulher adúltera, eu falo com as pessoas que ninguém quer falar. Ele fala daquele da parábola do do bom samaritano que ninguém queria ajudar. O Cristo diz: "Vinde a mim e eu vos aliviarei, pois o meu julgo é leve. Então, tudo que for para nos aproximar do Cristo é leve, é simples, porque esse espírito Jesus é puro, ele nos ama, ele quer nos ajudar, ele não é arrogante.

eu vos aliviarei, pois o meu julgo é leve. Então, tudo que for para nos aproximar do Cristo é leve, é simples, porque esse espírito Jesus é puro, ele nos ama, ele quer nos ajudar, ele não é arrogante. Mas pro André Luiz, na cabeça dele, é preciso muito, isso, é difícil poder entrar na academia do Cristo e se aproximar dele. Olha que triste pensamento, André Luiz. E ele pensa isso porque ele foi ensinado assim. Você vai descobrir isso lendo a história. Tudo que ele vai fazer é difícil. O André Luiz tem que passar anos no umbral. Depois ele tem que passar meses nos porões de nosso lar limpando vômito de espírito. Depois ele tem que passar meses fazendo mais não sei o quê. Ele passou por isso. Então ele, olha a lógica dele, precisa muito esforço, é difícil realmente, mas no verdadeiro espiritismo não. Jesus falou pro simples, Jesus não falou pros fariseus, os doutores da lei. Ele falou pro simples. Allan Kardec falou pro simples. André Luiz, o o André Luiz, Allan Kardec falava para os espíritas de Lyon, que eram analfabetos, que não sabiam ler. Allan Kardec dedicou sua vida a ajudar as pessoas a entender o espiritismo. Tudo que é conforme o Cristo não é mais difícil. Pelo contrário, é mais fácil. O André Luiz quer ensinar para você que você tem que fazer o mais difícil e trabalhoso e mais longo e complicado para fazer parte da academia do Cristo. Mas é o contrário. A vida longe dos ensinamentos do Cristo é mais difícil, mais pesada, mais complicada. E ele diz, ó, o ingresso para entrar na academia do Cristo se verifica quase sempre. Olha o exagero de novo, de maneira estranha, efetuando curso difícil. Então, a gente tem um espírito puro que em vez de de facilitar, dificulta. Olha para Imagina Jesus, ó, para você entrar na minha academia, o vestibular é difícil, hein? Não é qualquer um que entre. Que Jesus é esse? Que Jesus é esse? Aí vem sempre os advogados do André Luiz. Não, mas aquele quer dizer que a porta da perdição é larga e fácil, enquanto a porta da virtude é difícil.

r um que entre. Que Jesus é esse? Que Jesus é esse? Aí vem sempre os advogados do André Luiz. Não, mas aquele quer dizer que a porta da perdição é larga e fácil, enquanto a porta da virtude é difícil. Por que que não diz então? E nota aqui nas entrelinhas, ele tá de novo depreciando o conhecimento, porque ele diz, ó, recebendo lições sem cátedras visíveis e ouvindo dissertações sem palavras articuladas. Então ele tá de novo querendo dizer: "Olha, o conhecimento para entrar na academia do Cristo não é um conhecimento dos livros. Então ele tá sempre desprezando o conhecimento dos livros. O mesmo espírito que ditou 15 livros, sendo que o livro é o que facilita o conhecimento. O livro é uma das coisas mais benditas da humanidade. O conhecimento é um atalho para você aprender mais rápido. Não é o contrário, André Luiz. Mas de novo, não basta a gente falar, falar vamos prosseguir. Muito longa, portanto, nossa jornada laboriosa. Nosso esforço pobre quer traduzir apenas uma ideia dessa verdade fundamental. Grato, pois, meus amigos, só lembrando que aqui ideia tá com acento porque eu peguei da edição antiga, né? Mas ideia não tem mais assento. Mas ok. Eu acho muito, eu acho muito interessante mais uma contradição na obra que ele diz aqui, ó, nosso esforço pobre. Nosso esforço pobre. Então, é é sempre a mania de colocar a humildade como algo depreciativo, que é a mesma coisa que o Emmanuel ensinou o Chico e o e o André Luiz tá reproduzindo aqui. Eh, a mim muito provavelmente isso aqui é é produto da própria cabeça do Chico, né? Porque é a próprio jeito do Chico falar. Nosso esforço pobre. Sempre esses espíritos colocam a humildade como autodepreciação. Sempre. A gente não vai ver isso na de Kardec. Humildade não é se se depreciar. Humildade é saber o tamanho do seu conhecimento e das suas potencialidades. O orgulhoso, ele acha que é mais do que ele é. O humilde, ele sabe o que ele é e o que ele não é. Não é ficar se achando que é menos. Isso não é humildade. Então ele vem com ai nosso esforço

alidades. O orgulhoso, ele acha que é mais do que ele é. O humilde, ele sabe o que ele é e o que ele não é. Não é ficar se achando que é menos. Isso não é humildade. Então ele vem com ai nosso esforço pobre. Se tu acha que teu esforço é pobre, por que que tu dita 15 livros? É sempre assim. Ele se deprecia, mas tá sempre lá, né? Ai nosso, a meu esforço, eu não sou digno. Se tu não é digno, por que que tu ditou 15 livros? Então não adianta ficar se depreciando e mesmo assim fazendo, que mostra uma contradição, né? Se você acha que você não é digno, você não faz. Então, primeiro você se torna digno. Ah, eu não tenho competência para isso. Então, não faça. Primeiro se torne competente. Mas não é só essa contradição que eu quero mostrar. A contradição que eu quero mostrar é o que ele diz no restante da frase, traduzir apenas uma ideia dessa verdade fundamental. Meus amigos, eu tenho memória, não sei como é que é a memória de vocês. Ele tá dizendo aqui que o que ele vai trazer no livro é apenas uma ideia de um esforço pobre. É uma coisa assim bem simples, sutil. É o que ele vai trazer no livro. Mas pera aí, eu tenho memória. Um capítulo antes. Basta você ir lá no estudo 54 que a gente leu ou você fleia aí, volta lá no prefácio do Emmanuel. O Emmanuel diz assim que o objetivo deste livro é o André Luiz trazer verdades novas em detalhe. O Emanuel afirmou isso no capítulo anterior. Essa obra vai trazer verdades novas em detalhe. Então ele vai trazer algo detalhado. Agora aqui ele diz que ele vai dar uma apenas uma ideia. Ou ele vai trazer em detalhe ou ele vai trazer uma apenas uma ideia. Se decidam. Então, nota sempre contradições a cada página. Eu acho que eu coloquei aqui para mostrar. Deixa eu ver se tá aqui. Eu vou mostrar, tá? No próximo. Eu vou ler mais um. A gente já tá terminando, tá, pessoal? Aqui segue André Luiz. Manifestamos-nos junto a vós outros no anonimato, que obedece a caridade fratern fraternal. Só que ele já tinha, o Emânio já tinha dito isso no prefácio anterior, que o

pessoal? Aqui segue André Luiz. Manifestamos-nos junto a vós outros no anonimato, que obedece a caridade fratern fraternal. Só que ele já tinha, o Emânio já tinha dito isso no prefácio anterior, que o André Luiz não ia falar a verdadeira identidade dele para não ferir a suscetibilidade das pessoas que ainda estavam encarnadas, que eram envolvidas com a história dele. Aqui ele tá repetindo, aí ele segue. A existência humana apresenta a grande maioria de vasos frágeis que não podem conter ainda toda a verdade. Ele volta a fazer metáfora, agora ele faz a metáfora do vaso, ele não consegue parar de fazer metáfora. Então ele tá dizendo: "Olha, eh, eu expor toda a história como ela aconteceu, citando nomes reais, ela pode, essas verdades pode acabar ferindo muitas pessoas que ainda estão aí no jogo." OK, tá tranquilo. Isso aqui não tem nenhum problema, mas vamos refletir em cima sobre o que ele segue dizendo. Aliás, não nos interessaria agora senão a experiência profunda com os seus valores coletivos. Não nos interessaria agora senão a experiência profunda com seus valores coletivos. Então ele tá focado não nas identidades, mas na experiência que ele vai contar. Então não precisa dizer o n os nomes, mas ele quer contar a experiência. Tem algum problema nisso? Nenhum. Só que tem uma contradição de novo. Ele não acabou de dizer no parágrafo anterior que ele tem um esforço pobre que vai dar apenas uma ideia. Aí agora no próximo texto ele fala em experiência profunda. Ou é uma vaga ideia ou é uma experiência profunda. André, mas segue essa próxima frase para mim é surpreendente. Não atormentaremos alguém com a ideia da eternidade. de volta pros vasos, que os vasos se fortaleçam em primeiro lugar. Não atormentaremos alguém com a ideia da eternidade. Então, a ideia da da da eternidade para ele é uma coisa que pode atormentar, atormentar. Bom é o materialismo, André Luiz. útil paraa humanidade é o materialismo. Então, ele ficou tão preocupado em não levar as coisas paraa família dele.

ra ele é uma coisa que pode atormentar, atormentar. Bom é o materialismo, André Luiz. útil paraa humanidade é o materialismo. Então, ele ficou tão preocupado em não levar as coisas paraa família dele. Ele detinha a verdade, detinha o conhecimento, mas ele não vai levar pra família dele porque ele não quer atormentar, ele ele não quer forçar nada. Mas deixar a família na ignorância sobrenças e até mesmo do materialismo, que é muito mais danoso, aí não tem problema. Vejam de novo, é um espírito inferior que não refletiu porque fizeram isso com ele. A lógica dos espíritos do nosso lar é o seguinte: quanto menos eu der conhecimento, melhor. Quanto mais você fica no mistério, na apreensão, na ignorância, melhor, porque você ainda não está pronto para isso. Você ainda não está apto para essa verdade. Daí você fica na ignorância. O livro inteiro é assim. Toda vez que o André Luiz questiona, quer saber alguma coisa e quer ver a família e quer ajudar a família. Não, não, não, não, não, não, não, não é o momento. André Luiz. Aí passa um tempo, ele fica lá, olha que coisa útil. Em vez dele tá ajudando a família, ele fica limpando vômito num porão. Extremamente útil a troca. Em vez de você ajudar sua família, você fica ajudando espírito estranho que fica vomitando no mundo espiritual. Essa é a lógica, porque é muito melhor. Você não está preparado para ajudar sua família. Aí quando ele vai encontrar a família dele, a família tá desequilibrada. Mas, Senhor Deus, se ele tivesse anos antes ido cuidar da família, pode ser que essa família não tivesse desequilibrado. Então, ele ficou anos querendo ajudar a família e os nobres espíritos superiores do nosso lar diziam que não podia. Aí depois que a família já tá toda ferrada, aí o André Luiz pode visitar e diz: "Ó, minha família está toda desequilibrada." Sim, os espíritos que deviam estar ajudando não tavam. Você tava lá fazendo não sei o quê, sem nenhuma utilidade por causa de bônus hora. Aqui ele coloca a mesma ideia. Não atormentaremos

quilibrada." Sim, os espíritos que deviam estar ajudando não tavam. Você tava lá fazendo não sei o quê, sem nenhuma utilidade por causa de bônus hora. Aqui ele coloca a mesma ideia. Não atormentaremos alguém com a ideia da eternidade. É. Daí você não dá ideia da eternidade para as pessoas e ela vira materialista. Aí isso não vai trazer prejuízo. Aí vem os advogados dizendo: "Não, mas aqui ele está querendo dizer que por mais que se algo seja verdadeiro, a gente não deve forçar nunca. De novo, primeiro, por que que não disse isso?" Então, segundo, mas ninguém tá falando em forçar. Você não tem a opção de ou não diz a verdade ou força a verdade. Não existe só essas duas opções. Há muitas coisas que a gente diz para quem a gente ama que às vezes ali no primeiro dia, no primeiro momento, até na primeira semana, a pessoa passa uma semana emburrada. Mas quem é pai, quem é educador, quem é mãe sabe disso. Fala algo pro filho que ele fica emburrado no quarto um dia inteiro, dois dias. Mas era necessário que você falasse, porque é muito pior se você não falasse. Mas o André Luiz não sabe isso, porque ele foi educado com o pensamento de que você não pode ajudar. Deixe ela na ignorância. Ela não está preparada. Como é que eu vou saber se ela não tá preparada se eu não tentar? Porque ah, o André Luiz não podia sair do nosso lar porque era arriscado. Mas vale a pena o risco se é pela família. E outra, quem disse que tem risco, né, a gente ajudar quem ama. Mas ok, é, vejam que é a lógica do livro que as pessoas amaram e que não tem lógica, né? Forneceremos somente algumas ligeiras notícias. Olha só, de novo, forneceremos somente, atenção, advogados do André Luiz, que ficam fazendo malabarismo teórico para defender a obra. Olha o que ele tá dizendo, forneceremos somente algumas ligeiras notícias, mas o Emânuel disse que ele ia dar detalhes. O Emmanuel disse que ele ia dar detalhes, mas ele disse que vai dar ligeiras notícias, né? ao espírito sequioso dos nossos irmãos nacenda da realização espiritual e que

disse que ele ia dar detalhes. O Emmanuel disse que ele ia dar detalhes, mas ele disse que vai dar ligeiras notícias, né? ao espírito sequioso dos nossos irmãos nacenda da realização espiritual e que compreendem conosco que o espírito só para onde quer. Olha, entender isso que ele quis dizer é difícil, mas de novo, o espírito tá sequioso, ou seja, ele tá com vontade de aprender e ele vai dar só ligeiras notícias. É o mesmo comportamento que vão, que eu já repeti aqui do Clarêncio com ele, do Emânio com Chico. Eu quero aprender, me dê conhecimento. Não, apenas ligeiras notícias. Esses espíritos funcionam sempre assim, esses espíritos da obra do André Luiz. Você quer aprender, você quer fazer, você quer ajudar. Não, você não está preparado. É muito curioso. Nós vamos ver uma coisa que chega a ser cômica para não dizer que é trágica. Vocês vão perceber na história durante o nosso lar. Quem já leu vai lembrar e a gente vai ver isso junto. A obra nosso lar parece um deboche, porque é assim, se você não quer fazer nada, se você não quer fazer nada, aí vem um espírito e ele critica, vem os clarêncios da vida. Não, irmão, você está aqui para nobre tarefa. É preciso trabalhar, é preciso servir. Daí ele lhe critica, porque você não quer fazer nada. Aí você diz: "Carêncio, quero fazer alguma coisa". Não, meu irmão, isso é vaidade, isso é orgulho. Quem é você para querer fazer alguma coisa? Você ainda não está preparado aqui. Você é mero aluno. Parece conversa de louco. A gente vai ver isso na obra inteira, mas tá aqui, ó. A gente vê isso na hora, mas tá aqui. Ele tá dizendo ao espírito sequioso. Ou seja, a pessoa tá querendo alguma coisa, mas ele vai dar ligeiras notícias. Eu quero muito, mas recebo pouco. E na e como eu citei agora a pouco e durante a obra a gente vai ver, você não quer fazer nada, o Clarêncio puxa a orelha. Você quer fazer alguma coisa, o Clarência diz que você ainda é mero aluno, não tá preparado. Aí você fica assim: "Mas então eu faço o quê? Vejam, é a loucura de uma obra de um

Clarêncio puxa a orelha. Você quer fazer alguma coisa, o Clarência diz que você ainda é mero aluno, não tá preparado. Aí você fica assim: "Mas então eu faço o quê? Vejam, é a loucura de uma obra de um pseudo sábio, mal escrita, com contradições o tempo inteiro, mas ele tá dizendo que vai dar a ligeiras notícias e e o Emânio prometeu detalhes. Aqui eu coloquei, ó, para vocês não dizerem que eu tô inventando, eu trouxe de volta. Isso aqui é o texto do Emanuel no capítulo anterior. Olha ali, ó. Entretanto, de muito desejamos trazer ao nosso círculo espiritual alguém que possa transmitir a outrem o valor da experiência própria com todos os detalhes possíveis. Meus amigos, isso tá no capítulo anterior intitulado Novo Amigo. O Emanuel diz que o André Luiz vai trazer a experiência com todos os detalhes possíveis. Aí o André Luía aqui diz que vai dar ligeiras notícias no capítulo seguinte. É a contradição dos espíritos, porque eles não combinaram entre eles, né? O que que a gente vai dizer lá através do médium? Aí tem contradição que é espírito inferior, é espírito enganador, é espírito fascinador, é espírito pseudosábio. E a gente parou de ler Kardec para ler isso, que a cada frase, a cada parábola, a gente se depara com alguma coisa estranha, esquisita, ruim, contraditória. Vamos prosseguir aí ele encerra. E agora, amigos, aqui eu acho muito interessante esse esse final, que meus que meus agradecimentos se calem no papel, recolhendo-se ao grande silêncio da simpatia e da gratidão. Atração e reconhecimento, amor e júbilo moram na alma. Crede que guardareis semelhantes valores comigo a vosso respeito no santuário do coração. Que o Senhor nos abençoe, André Luiz. Por que que eu acho interessante isso? Porque é outra tática que o André Luiz e o Emmanuel vão sempre repetir. Eles falam uma pataquada de bobagem. E aí, aí no momento que você ia começar a acender a crítica, eles vêm com essas palavras que é para você baixar a bola, né, amigos? Encolando-se ao grande silêncio da

s falam uma pataquada de bobagem. E aí, aí no momento que você ia começar a acender a crítica, eles vêm com essas palavras que é para você baixar a bola, né, amigos? Encolando-se ao grande silêncio da simpatia e da tridão, atração, reconhecimento, amor e júbilo. Moro na alma. Isso é típico de espírito pseudo sábio, fascinador. Ele acaba de dizer um monte de bobagem. E para você não ter coragem de enfrentá-lo, questioná-lo, desmascará-lo, ele pega e mete esses textos aqui falando do amor, da simpatia. É típico, típico. Deixa eu ver se eu coloquei o texto aqui. Aqui, ó. Esse aqui é um texto de Kardec. Kardec dizendo literalmente o que eu estou falando. As pessoas dizem: "Quem é você para dizer isso?" Meu meu meus amigos, é Kardec falando, não é o Michel. Para chegar a tais fins, preciso é que o espírito seja destro, ardiloso e profundamente hipócrita, porquandoo não pode operar a mudança e fazer-se acolhido senão por meio da máscara que toma e de um falso aspecto de virtude. Os grandes termos, caridade, humildade, amor de Deus, lhe servem como de carta de crédito. Deixa passar, porém, através de tudo isso, sinais de inferioridade que só o fascinado é incapaz de perceber. Olha, o Kardec acabou de dizer isso no livro dos médiuns, item 239. Esses espíritos para ter uma carta de crédito para você aceitar o que ele tá falando, ele fica falando dos grandes termos humildade, amor de Deus, caridade. Vamos voltar ali, ó. E agora, amigos, que meus se calhendo o grande silêncio da simpatia e da gratidão, atração e reconhecimento, amor e júbilo. Eu tô mostrando ele fazendo e eu tô mostrando Kardec falando o que mais precisa para você enxergar. Eu mostrei todos os problemas de escritas, contradições só desse pequeno texto e mostrei os textos de Kardec e já é o segundo capítulo que a gente faz isso. A gente já viu um semana passada e tá vendo esse e fora os 52 vídeos anteriores, você ainda não se convenceu que André Luiz tem problema. Ainda temos mais 50 capítulos. Semana que vem

gente faz isso. A gente já viu um semana passada e tá vendo esse e fora os 52 vídeos anteriores, você ainda não se convenceu que André Luiz tem problema. Ainda temos mais 50 capítulos. Semana que vem nós vamos estrear o primeiro capítulo. Você que tá aqui, tá vendo esse vídeo, não curtiu, curta. Se inscreva no canal se você não é inscrito, se torne membro. Se você não é membro, vai lá, seja membro, escolhe a opção 19,99 para que o YouTube faça o canal do Kardecbe crescer. Participe dos nossos demais estudos e até o nosso próximo estudo. segundo o espiritismo, as predições segundo o espiritismo, porque não é a o os evangelhos ou a Bíblia, mas não é que ele sejam a nossa base. E aqui eles não citam Kardec e não cita as obras de Kardec. Ele fala: "De fato, conhecia as letras do Velho Testamento e muitas vezes folha o evangelho. Entretanto, era forçoso reconhecer que nunca procurara as letras sagradas com a luz do coração." Então, ele tá dizendo que ele ele tá agora, o sofrimento dele pós morte fez pela primeira vez ele pensar na importância de ler a Bíblia com a luz do coração. Mas por que ler a Bíblia com a luz do coração e não as obras de Kardec? Porque mesmo que eu leia a Bíblia com a luz do coração, se eu não tiver uma ciência para me ajudar a interpretar, eu sigo na dúvida, eu sigo nas milhares de interpretações possíveis e eu sigo na confusão. Ele dá a entender que bastava eu querer de coração olhar paraa Bíblia que a gente entenderia os ensinamentos profundos da alma. Se fosse isso, a gente não teria centenas de religiões, cada uma interpretando de maneiras diferentes. Quem acabou com a confusão foi a ciência espírita. Porque em vez de ser mais uma que fica interpretando a Bíblia, que é como eles querem, ela tem uma ciência e uma filosofia que aí sim interpreta pontos da Bíblia. Só que é diferente uma interpretação de mais uma religião do que uma interpretação científica, que não é uma simples opinião pessoal. Então é muito mais importante você interpretar os evangelhos, a Bíblia, o Velho

rente uma interpretação de mais uma religião do que uma interpretação científica, que não é uma simples opinião pessoal. Então é muito mais importante você interpretar os evangelhos, a Bíblia, o Velho Testamento, o Novo Testamento, a luz da ciência do Espiritismo que está nas obras de Kardec é muito melhor, é muito mais eficaz, é muito mais vantajoso pra alma que tá em sofrimento, que é o caso do André Luiz, do que ler a Bíblia direto. O livro inteiro e todas as obras do André Luiz do Hermano, eles fazem referência sempre à Bíblia e não à obra de Kardec. Por quê? Porque se eu seguir, se eu interpretar essa a Bíblia segundo as obras de Kardec, eu vou ter que ser racional, eu vou ter que pensar, eu vou ter espírito crítico, eu vou ter método científico. Esses espíritos querem que você volte pro período pré-cardec da confusão, da interpretação, e siga a interpretação deles. Por que que eles desviam você de estudar a obra de Kardec e falam diretamente de Jesus e a Bíblia o tempo todo? Porque aí você cai no campo da interpretação e aí você vai ter a interpretação deles porque eles querem dominar e eles querem ser ouvidos. É o pseudo sábio é o fascinador. O tempo inteiro a gente vai ver, eles não vão citar os obos de Kardec. Sempre a Bíblia e Jesus. Mas com Bíblia e Jesus eu não tenho espiritismo. Ou dentro do espiritismo, eu tenho uma parte que tem condições científicoofilosóficas de interpretar pontos da Bíblia. Mas dentro do espiritismo não é diretamente um estudo solto interpretativo da Bíblia. Isso é opinião do André Luiz e do Emânel. Só que é muito melhor você ter uma opinião de uma ciência que não é pessoal, que é baseada em fatos e na razão, do que ler diretamente a Bíblia e seguir só o que pensa o André Luiz emano ou as centenas de religiões, uma mais confusa ou contraditória ou em guerra ou disputa que a outra. Então, o espiritismo foi inteligente porque ele foi além disso. As questões da religião do Espiritismo estão acima de qualquer uma. Ele estudou isso cientificamente. É muito melhor

isputa que a outra. Então, o espiritismo foi inteligente porque ele foi além disso. As questões da religião do Espiritismo estão acima de qualquer uma. Ele estudou isso cientificamente. É muito melhor paraa união dos povos, paraa caridade, para uma boa interpretação do que você lê diretamente. Mas André Luiz coloca aqui diretamente Bíblia e Jesus. Nós vamos ver isso no resto, na obra inteira. Eles não falam da obra de Kardec, que justamente veio pra gente aprender a reler e reinterpretar os evangelhos. Aqui ele diz que aqui ele coloca, né, a vida dele que ele foi uma vida de um egoísta. Foi aqui a parte moral fecha. Ele teve a vida de um egoísta, agora ele sofre as consequências, ele se arrepende, né? A gente leu isso lá no início e aquele e aí ele termina clamando as pessoas, né? Buscai a verdade antes que a verdade vos surpreenda. Mas ele diz para você buscar a verdade, mas aí ele apresenta a verdade dele. Mas uma verdade, a verdade dele é pobre, contraditória, sem método, sem critério, sem razão. Então ele diz para você buscar a verdade, mas desvia você da verdade, porque não diz para você estudar uma ciência, não diz para você usar razão. Ele fala em fé e leitura do coração dos textos da Bíblia. Percebe a contradição? Vejam, meus irmãos, esse foi o primeiro capítulo, a quantidade de argumentos, de textos, de análise, de reflexões que a gente proporcionou para você. Em tudo que a gente falou, como sempre a gente tem feito nesse projeto, a gente apresentou textos e argumentos e mostrou os dois lados para você comparar. Você não encontra isso em nenhum outro lugar. Então, reflita, leia, pense com tudo que a gente ofereceu para você. Deixa aqui nos comentários e não sai daqui sem curtir, sem se inscrever no canal. Semana que vem a gente analisa segundo capítulo da obra do nosso lar. Comente aqui o que você tá achando, deixe suas dúvidas, deixe comentários para eu saber o que que vocês estão entendendo. Mas olha a quantidade de textos e reflexões que a gente fez hoje, hein? Onde

. Comente aqui o que você tá achando, deixe suas dúvidas, deixe comentários para eu saber o que que vocês estão entendendo. Mas olha a quantidade de textos e reflexões que a gente fez hoje, hein? Onde mais você encontra isso? A FEB não tá fazendo. A FEB só quer que você compre, leia e aceite até semana que vem. Boa tarde, boa noite. Estamos aí no final da tarde, início da noite de terça-feira. Eu sou o Michel Macedo. Você está no canal Kardec Tube no projeto Nosso Lar Segundo o Espiritismo. Vamos iniciar hoje o vídeo de número 57 desse projeto. Você que está chegando agora, é importante que você saiba do que se trata, né? Esse é um projeto em que a gente tem como objetivo fazer uma análise crítica da obra Nosso Lar. do espírito André Luiz. Como que a gente se propõe a fazer essa crítica? Usando as obras de Kardec. O que que a gente defende nessa crítica que a gente faz a obra? E é o que a gente tá tentando mostrar e argumentar, que a obra Nosso Lar, ela não está de acordo com a obra de Kardec, ela contradiz obra de Kardec. Ela tem erros comparado à obra de Kardec, portanto ela não pode ser considerada uma obra que dá continuidade à obra de Kardec e muito menos que tenha evoluído a obra de Kardec, como muitas pessoas entendem. Nosso objetivo é mostrar que essa obra contradiz Kardec, traz falsidades do ponto de vista doutrinário, científico e também moral. traz informações que o espiritismo em Kardec são mais confiáveis e são mais consoladoras. Então são os pontos que a gente tenta mostrar. Como a gente faz isso? usando textos de Kardec, interpretando esses textos, propondo questões, refletindo, comparando, analisando, lendo texto por texto, frase por frase e deixando a quem assiste que tire suas conclusões. O que é importante, nós ficamos 1 ano e meio, de janeiro de 2024 até o meio de 2025, a gente gravou em torno de 54 vídeos, que foi a primeira fase do projeto, que é só introdução. Então você tem aí 54 vídeos para assistir, que é a introdução do projeto, em que a gente justifica, será que a

te gravou em torno de 54 vídeos, que foi a primeira fase do projeto, que é só introdução. Então você tem aí 54 vídeos para assistir, que é a introdução do projeto, em que a gente justifica, será que a gente pode criticar, como é que é a questão do médium, como é que é a questão do guia espiritual, como é que é a questão do espiritismo poder progredir. Será que a o argumento que as pessoas usam, que é a obra do André Luiz, é porque Kardec não disse tudo? Será que a gente é ortodoxo, dogmático, fanático, religioso, que só admite Kardec? Tudo isso a gente vai respondendo na introdução. E iniciamos na fase dois, no vídeo 54, nós iniciamos a fase dois em que a gente entra na obra propriamente dita nosso lar. No vídeo 54 a gente comentou sobre o Emanuel, já que ele é o guia espiritual do médium e abre no prefácio essa obra. No vídeo 55 nós analisamos o prefácio do Emânuel. no vídeo. Na ver, o número não é bem exato esse, mas a gente analisou num Emmanuel, no outro prefácio do Emmanuel, no outro prefácio do André Luiz e no estudo passado, no 56, nós analisamos o primeiro capítulo da obra Nosso lar. É muito importante que você veja tudo para você poder ter todos os argumentos, todos os textos, até para você discordar. É importante que você veja tudo onde você acha isso. Entra no canal Kardecube, vai na playlist, procura lá nosso lar segundo Espiritismo ou digita aqui no no YouTube nosso lar segundo Espiritismo e você vai ter você vai ter aí todos os vídeos de no mínimo você tem que assistir desde aí do vídeo 53, né? Desde o vídeo 53 você tem que assistir porque você já pega a fase dois por inteiro. Isso é muito importante. Assim que terminar essa segunda fase, que é onde a gente vai estudar toda a obra, são 50 capítulos, né, mais dois prefácios. Então a gente tá tentando fazer um capítulo por vídeo. Então vai, a gente tá hoje no capítulo dois, ainda tem mais 48 semanas de estudo, né? Na terceira fase, a gente vai abrir espaço para quem quer contraargumentar o que a gente falou. Então, a pessoa que

ntão vai, a gente tá hoje no capítulo dois, ainda tem mais 48 semanas de estudo, né? Na terceira fase, a gente vai abrir espaço para quem quer contraargumentar o que a gente falou. Então, a pessoa que acha que a gente tá errado e que quer defender a obra do André Luiz, a gente vai ceder o espaço do canal para que ela fale contra o que a gente falou, justamente para fazer um debate franco, justo, e quem nos acompanha poder tirar suas conclusões. A quarta fase do projeto, ele vai virar um livro. Então, vejam como ainda tem muita coisa pela frente. Importante é você nos acompanhar. E para isso é importante que você que tá assistindo esse vídeo curta e se inscreva no canal. Isso é muito importante para que você possa nos acompanhar. O Kardecbe é hoje um dos canais que mais produz conteúdo exclusivo sobre Kardec. Então você tem conteúdo diário, estudos diários. De segunda a sexta às 11:30 meio-dia a gente tem o Kardec meio-dia. São pequenas reflexões sobre temas diferentes baseados no espiritismo. Segunda noite, a gente estuda o livro dos espíritos. Terça noite, é esse essa análise da obra nossoular. Quarta à noite a gente estuda o que é o Espiritismo. Quinta à noite a gente estuda o site revistaespírita.net. Se você não conhece, acesse o site revistaespírita.net. Na sexta, nós estudamos o livro dos médiuns. O livro dos médiuns, exclusivamente, o estudo do livro dos médiuns é fechado para assinantes. Toda sexta, das 20 às 21 horas no YouTube, aqui no Cartecube, nós estudamos a obra o livro dos médiuns. Você quer participar, quer assistir, quer participar pelo chat, quer tirar dúvidas, quer entender mediunidade, quer aprender a praticar mediunidade, não há nada melhor do que a obra de Kardec. Então você pode estudar conosco, passa você assinar. Como é que faz para assinar? Você entra no canal do KardectTube, vai em seja membro, procura a opção amigos do Kardecube, custa R$ 19,99 por mês, você assina o canal. Os demais programações diárias durante a semana são gratuitas.

Você entra no canal do KardectTube, vai em seja membro, procura a opção amigos do Kardecube, custa R$ 19,99 por mês, você assina o canal. Os demais programações diárias durante a semana são gratuitas. Não consigo assistir. Assinei e não consigo assistir na sexta ao vivo. Fica gravado. Você pode assistir tudo a hora que quiser, inclusive os estudos que você perdeu, que a gente já tá aí no indo pro terceiro, quarto estudo. Sem perder mais tempo, vamos então entrar no assunto de hoje, né? Porque tem muita coisa. O que que eu aviso você que tá me acompanhando, esses vídeos vão ser mais longos, né? 1 hora, 1 hora meia, 2 horas, 2 horas pra gente completar o capítulo em cada vídeo. Então eu sugiro a você que se você cansar, você pausa o vídeo, você vai vendo durante a semana, pausado, achea um jeito aí caso você canse de ficar aí 2 horas ouvindo a gente falar, né? Mas é o jeito, é um é um estudo que a gente tenta fazer o mais completo possível. E já comentem, né? É muito importante que as vocês possam ir comentando se tem alguma coisa que a gente tá esquecendo de abordar, que a gente esqueceu de detalhar no capítulo. A gente pode aí, se for necessário, fazer algum adendo, né? Isso é muito importante porque a ideia é explorar ao máximo a obra, é tentar chegar no final do projeto e ter tudo respondido. Então isso é muito importante. E você que ainda está na dúvida sobre essa tese que a gente defende, né, de que a obra contraria Kardec, que é melhor ficar com Kardec, que André Luiz é um espírito pseudo sábio, toda essa ideia, por favor, não se ofenda. Eh, se você tá na dúvida, ouça os argumentos, assista todo o projeto. Se você tiver outros argumentos melhores, você pode expor, pode até participar no futuro aqui do do espaço que eu vou abrir. E se no final do projeto você ainda seguir com as ideias que você tem, direito seu, seja feliz. E a gente segue também com as nossas. E é assim que se dá o livre debate e a e a busca do conhecimento, né? a gente defende as teses, apresenta os textos e

deias que você tem, direito seu, seja feliz. E a gente segue também com as nossas. E é assim que se dá o livre debate e a e a busca do conhecimento, né? a gente defende as teses, apresenta os textos e os argumentos. Qual é a diferença? É que poucas vezes você vai ver alguém fazer o que a gente tá fazendo, né? Ou seja, a gente tá pegando tudo bem completinho, tudo que a gente defende, a gente procura argumentar, mostrar os textos, analisar frase por frase e apresentar de maneira honesta e aberta o que a gente pensa. Isso é mais difícil de você encontrar. Então nos dê esse crédito de mesmo que você não concorde, acompanha aí o nosso trabalho. Mas vamos lá, então. A gente vai iniciar. Então, eu pressuponho que a maioria das pessoas já conhecem a obra nosso lar, já leram a obra nosso lar. A gente vai estudar o capítulo dois. Se você pegar o capítulo dois da obra no celular, você vai ver que o título é clarêncio. E e aqueles que estão mais familiarizados com a história sabem, né, que o Clarêncio é o espírito lá que vai resgatar o André Luiz e levá-lo para nosso lar pela primeira vez na história, né, na história ali do livro. Que que eu vou fazer? Eu vou ler um trecho do capítulo. Não, eu não vou ler todo ele na no outro eu li todo, né? Nesse eu vou ler só uma parte, aí eu vou trazer aí comentários e textos de Kardec e aí a gente reflete um pouco, depois vê a última parte, reflete mais um pouco e encerra. Então vamos lá. Agora é André Luiz no capítulo, tá? suicida, suicida, criminoso, infame. Gritos assim cercavam-me de todos os lados, onde os sicários de coração empedernido. Por vezes enxergava-os de relance, escorregadios na treva espessa, e quando meu desespero atingiu o auge, atacava-os, mobilizando extremas energias. Em vão, porém, esmurrava o ar nos paroxismos da cólera. Gargalhadas sarcásticas feriam-me os ouvidos enquanto os vultos negros desapareciam na sombra aqui. Então, André Luiz inicia com a clássica discussão que o André Luiz vai iniciar, né, na no movimento espírita

das sarcásticas feriam-me os ouvidos enquanto os vultos negros desapareciam na sombra aqui. Então, André Luiz inicia com a clássica discussão que o André Luiz vai iniciar, né, na no movimento espírita em que ele era considerado um suicida. Então, você que já viu semana passada o primeiro capítulo, ele está num lugar, ele sabe que está morto. Ele só perdeu a noção de tempo e espaço. Ele não sabe quanto tempo está ali naquele lugar e nem que lugar é aquele. Ele só sabe dizer que é um lugar em que ele anda, anda, anda e é um lugar trevoso, com pouca luminosidade, em que criaturas o perseguem e que criaturas dão risada e que criaturas o assustam. Ele relata também que tem algumas características aí físicas, inclusive sono, e sem falar em em momentos que ele lembra da vida dele, né, enquanto estava encarnado e ele começa a reconhecer que ele foi egoísta, ele não se preocupou com as coisas do espírito. A gente tratou bastante disso no estudo passado, em que a gente dividiu, né, as falas do André Luiz sobre o que ele está sentindo moralmente e as falas em que ele coloca lugar e principalmente características físicas após a morte. A gente trabalhou bastante isso no vídeo passado, em que a gente demonstrou que não há lugares específicos, circunscritos, fechados, de sofrimento no mundo dos espíritos e nem de bem-aventuranças, né? Não há nem o céu, nem o inferno. E a gente também procurou mostrar diversos textos em que Kardec mostra que não há nada físico no mundo dos espíritos, como há aqui na Terra, né? Então a gente vê que as questões morais, as angústias que ele tá sofrendo, elas batem com a teoria de Kardec. Agora, o que ele acrescentou, que são as questões físicas, a gente trabalhou bastante isso, não tem por a gente repetir tudo aqui. Basta que você assista o vídeo 56, né? Mas é interessante porque ele eh continua narrando algumas particularidades, né, da situação dele e algumas coisas novas ele traz aqui. Mas antes de entrar nas questões novas e a primeira que chama atenção é chamarem

te porque ele eh continua narrando algumas particularidades, né, da situação dele e algumas coisas novas ele traz aqui. Mas antes de entrar nas questões novas e a primeira que chama atenção é chamarem ele de suicida e de criminoso, né? Eh, alguns pontos que a gente sempre relembra que mostram a dificuldade do André Luiz e porque ele é um espírito inferior, né? Primeiro, ele segue com umas frases que não tem muito sentido. A gente tem falado isso em todos os vídeos. O André Luiz em diversas, tem diversas frases dele que não faz nenhum sentido, nada. Você tem que adivinhar o que ele tá querendo dizer. Ele não consegue ser claro, ele não consegue ser direto, ele é prolixo. Isso é próprio de um espírito inferior, né? Então ele se propõe a passar o ensinamento, mas ele não tem essa capacidade, né? E aí isso gera um monte de confusão. Basta ver que cada pessoa que lê a obra dá uma interpretação diferente, porque ele não é claro, né? Então você vê quando ele diz assim: "Onde os sicários de coração impedernido"? Veja essa uma frase que ele usa uns termos que a gente não sabe exato o que ele queria com isso, né? demonstrar vocabulário, não sei, mas isso é uma característica que a gente já criticou bastante, mas vale a pena ressaltar que porque continua no texto. É um texto muito empolado. Outra coisa que vale chamar atenção, eh, ele é repetitivo, que é próprio também de um escritor ruim, né, e óbvio que de um espírito inferior. Tem várias parágrafos e até frases que ele repete o que ele já falou, então não precisaria, né? Então você vê que também teve uma falha da edição do livro, porque poderia ter tirado isso. Então você vê como não é uma obra bem escrita. E aqui a gente tá falando da forma, né? A gente sempre começa falando da forma para depois atacar o conteúdo em si. Mas o conteúdo o tempo todo você vê que ou é prolixo ou é repetitivo, né? A olha em vã, porém esmurrava o ar nos paroxismo da da cólera. Ele usa esses termos, né? Aí toda vez eu sempre digo, tem que alguém ficar

údo o tempo todo você vê que ou é prolixo ou é repetitivo, né? A olha em vã, porém esmurrava o ar nos paroxismo da da cólera. Ele usa esses termos, né? Aí toda vez eu sempre digo, tem que alguém ficar dizendo: "Ah, mas ele quis dizer, mas ele quis dizer, então por que que ele não disse então, né? Se ele quis dizer, é porque ele não consegue ser claro. E é muito comum assim, ó, o fato dele não ser claro demonstra algo muito revelador. Ele não pode ser claro porque justamente se ele se ele for claro, ele vai ter que explicar as coisas. E ao ter que explicar as coisas, ele seria desmascarado, né? Então é natural que ele busque uma linguagem subjetiva, interpretativa, confusa, porque aí você foge da clareza e do questionamento, né? Então isso é próprio também numa tática tanto do mau escritor quanto do espírito que quer, é o pseudo sábio, né? Ele quer enganar. Não no sentido, ele quer enganar no sentido que ele quer construir uma narrativa e ser ouvido. Não que ele esteja totalmente mal intencionado, mas é que como ele quer ele falar através da mediunidade, ele dizer, explicar as coisas e ele não tem essa capacidade porque ele é inferior, para suplantar a a o vazio das ideias e das explicações boas, ele tem que ficar enchendo nesses termos difíceis, né? Então isso tá sempre presente. Mas o que que tem de novo aqui? Ele já havia falado que tem que ele vê vultos perseguindo ele, que ele foge, que ele tem medo. E a gente comentou na semana passada uma coisa curiosa. Ele foge, foge, foge, foge, mas ele nunca diz claramente por que ele foge, porque o qual é o risco que ele tá correndo se ele não fugisse. Você já morreu, você tá no mundo dos espíritos, você não tem corpo. O que que vai acontecer se você não fugir? Por que que ele fica sempre fugindo, né? Em nenhum momento ele diz que pegaram ele, bateram nele, torturaram, machucaram uma. Ele não diz porque que ele foge, ele só diz, ele só dá a ideia que ele tá assustado e correndo e há um tempo muito longo. E aqui ele repete, né? ele repete de

bateram nele, torturaram, machucaram uma. Ele não diz porque que ele foge, ele só diz, ele só dá a ideia que ele tá assustado e correndo e há um tempo muito longo. E aqui ele repete, né? ele repete de novo que tem eh que ele ouvia vozes e aí ele diz que a primeira vez que ele vai falar num confronto entre essas vozes que o perseguiam, eh, ele fala que é ele que tentou atacar, né? Veja o que ele diz ali. E quando meu desespero atingiu o auge, atacava-os. Então, aquelas pessoas gritando em volta dele, assustando ele, ele fugia, fugia, fugia, mas no auge do desespero ele atacava. Então, vejo que o único momento que a gente vê um confronto parte dele, né? E e esse atacar aqui pressupõe que ele tentava bater, agredir essas vozes, porque ele diz, esmurrava o ar, porque aí quando ele tentava atacar ele, ele não atingia nada. E é curioso, né? Também há uma contradição, porque se ele vai colocar aqui o mundo dos espíritos, todo mundo tem um corpo espiritual com órgãos, que as coisas são como são aqui na terra, por que quando ele vai dar o soco, ele não acerta o soco? Por que que ele acerta o ar? ele meio se contradiz mostrando que, claro, não tem corpo para dar soco. Mas o que mais chama atenção e que o mais se destacou, porque isso vai guiar o restante do livro, por isso que eu tô me detendo bastante nesse primeiro parágrafo, é a questão dele ser chamado de suicida. Isso ainda não, no primeiro capítulo não fala disso. E aqui ele traz a informação que ele ouvia os gritos de suicida, que vai ser algo que ele vai tratar, né? Porque suicida, ele vai dizer: "Eu não me suicidei." Ele sabia que estava morto, lembrava da vida terrena, porque ele comenta sobre a vida terrena e lembrava como tinha morrido. E no entanto ele ouvia vozes gritando suicida. Essa é uma, esse esse ponto a gente vai trabalhar, tá? sobre o fato de ele ser considerado um suicida, a gente vai tratar, e o fato de ele ouvir gritos dos outros sobre isso. É o que a gente vai procurar abordar na nossa análise de hoje, né? Eu vou ler

á? sobre o fato de ele ser considerado um suicida, a gente vai tratar, e o fato de ele ouvir gritos dos outros sobre isso. É o que a gente vai procurar abordar na nossa análise de hoje, né? Eu vou ler mais um pouco já para eu vou voltar nessa questão, né? Para quem apelar torturava-me a fome, a sede me escaldava. Comezinh os fenômenos da experiência material patenteavam-se aos olhos. Crescera minha barba. A roupa começava a romper-se com os esforços da resistência na região desconhecida. As circunstâncias, a circunstância mais dolorosa, no entanto, não é o terrível abandono a que me sentia votado, mas o assédio incessante de forças perversas que me assomavam nos caminhos ermos e obscuros. Vejam, ele começa nesse desespero todo a pensar para quem ele vai pedir ajuda, né? ele já não aguentava mais toda essa situação que ele tá narrando. E ele começa então a ideia de pedir ajuda. Ele já não aguenta mais aquilo. Ele tanto não entende o que tá acontecendo. Vejam, vamos pegar os elementos. Ele não, ele sa sabe que morreu. Ele lembra da vida dele porque ele comenta, ele sabe como morreu, mas ele não sabe exatamente que lugar é aquele e o que que está acontecendo, né? Por que que ele tá ali? Por que que estão gritando suicida para ele? Por que que ele tá naquela situação e ele não sai dela? E de tanto refletir sobre as coisas nesse desespero, ele começa a pensar a quem pedir ajuda, né? Para quem apelar. E aqui ele volta mais uma vez a falar daquilo que marcou a obra do André Luiz e depois se tornou normal no movimento espírita. botar a característica física no mundo dos espíritos, fome, sede, a barba, roupa, a roupa começou a a a rasgar, ficar suja. Vejam, a gente já tratou disso na na no vídeo 56, por isso que eu não vou repetir. A gente sabe que não pode ser assim. O espírito não tem fome, não tem sede, é algo psicológico. Ele pode realmente tá sentindo aquilo, mas não é real. Cuidado. Ele pode tá sendo sincero, ele sente aquilo, mas é uma reminiscência da vida física, não é

o tem fome, não tem sede, é algo psicológico. Ele pode realmente tá sentindo aquilo, mas não é real. Cuidado. Ele pode tá sendo sincero, ele sente aquilo, mas é uma reminiscência da vida física, não é uma necessidade. Não é que ele tenha um estômago no perespírito. É uma fase de perturbação, como a gente viu semana passada, em que o espírito pode ter o desejo. O desejo tá na alma, é uma coisa moral, mas não é algo real. Assim que ele sai da perturbação e as ideias voltam ao normal, ele sabe que não precisa comer, que não precisa tomar água, que não tem barba, que não tem no mundo dos espíritos. Então a gente já sabe que isso não é real. Pode ser sincero, ele pode naquele momento ali de perturbação tá sentindo isso, mas não é provocado por órgãos, não é uma necessidade física no mundo dos espíritos. Mesmo pros inferiores, a gente comentou isso semana passada, mesmo os inferiores, eles não têm necessidade disso, mas no seu momento de apego, de confusão, de perturbação, ele ainda pode sentir isso. Mas é um sentimento da alma que assim que ele muda os pensamentos e entende a sua situação, ele já sabe que não precisa daquilo. A gente viu bastante isso. O que que é interessante a gente entender na obra do André Luiz, que foi os um dos principais erros do movimento espírita. O fato dele focar muito nas questões físicas fez com que as pessoas não prestassem atenção naquilo que é o mais importante. Esse é o um dos principais males que a obra do André Luiz trouxe. como ele foca muito em falar no lugar, na escuridão, na fome, no umbral, no cabelo, na sede, na dor, na doença física, nos na como ele vai focar demais no físico. Foi isso que pegou no movimento espírita. O movimento espírita passou a focar nisso. E a parte mais importante, que é a parte moral, que é a que causa essa ilusão, os pensamentos, os sentimentos, a vontade do espírito, é que causa essa ilusão, que é o mais importante de você trabalhar, de você progredir, que é o que vai lhe fazer não ter essas ilusões. Esse é o mais importante, porque ela é a

a vontade do espírito, é que causa essa ilusão, que é o mais importante de você trabalhar, de você progredir, que é o que vai lhe fazer não ter essas ilusões. Esse é o mais importante, porque ela é a causa. as pessoas se fixaram nas questões físicas. Então, quando você fala com os leitores do movimento espírita que segue André Luiz, eles estão preocupados preocupados com o quê? Com as questões físicas, não com as questões morais. O que que vai fazer o André Luiz? Ele vai atrelar as questões do espírito, as questões morais, ele vai atrelar a questões físicas no mundo espiritual. Então, todo sofrimento causado pelo por ser um espírito inferior, ele vai focar nos em efeitos que ele vai descrever como físicos, fazendo com que toda uma geração do movimento espírita se preocupasse com isso. Então, hoje as pessoas estão preocupadas com o quê? com a cidade no mundo dos espíritos, com a colônia, com o transporte, com a comida, com o umbral, com a corrente, com a tortura, com o obsessor, com a casa, com o bônus hora. E elas não estão focadas em trabalhar a alma. E essa foi a a principal culpa disso é a obra do André Luiz, porque ele foca nisso. Vejam que ele fala um pouco do estado interno dele, desespero, raiva, cólera, mas aí ele já fala em fome, sede, dor, doença, barba crescida, cansaço. Ele sempre atrela questões espirituais, sofrimentos a sofrimentos físicos que a gente sabe que não é real. e acabou se tornando mais importante. Então ele desvia você do mais importante. É o que aconteceu com o movimento espírito. As pessoas não estão preocupadas em tratar a alma, elas estão preocupadas com as descrições físicas do mundo dos espíritos. Essa essa é um dos principais prejuízos que a obra e todas as que vieram depois do André Luiz e até mesmo por outros espíritos passaram a focar nisso. Por quê? Porque isso vende livro, isso faz filme, faz série, isso encanta os olhos. É uma espécie de ficção científica, né? É uma espécie de Harry Potter. Então, toda essa visualizar todo esse mundo fictício é

Porque isso vende livro, isso faz filme, faz série, isso encanta os olhos. É uma espécie de ficção científica, né? É uma espécie de Harry Potter. Então, toda essa visualizar todo esse mundo fictício é agradável para uma narrativa. Só que qual é o problema? é que essa obra ela se coloca como sendo a realidade. E aí as pessoas focam mais na ficção do que na realidade e não focam no principal que é trabalhar a alma. Se você falar hoje com o movimento espírita, ele tá todo preocupado com perespírito, colônia, umbral, fluido, tudo que é matéria, mas não tá preocupado com a alma, que é a causa e a solução, que é o que tem que ser trabalhado, que é o que a gente é. Então ele materializou o mundo dos espíritos e as pessoas passaram a levar pro mundo dos espíritos as preocupações que tem aqui. Aqui a nossa vida não é toda de preocupação material, são os móveis da casa, limpeza da casa, a casa em si, reforma, comida, alimentação, higiene, transporte, cansaço, sono, relações eh físicas, pode ser de agressão ou de amor ou a relações sexuais. a nossa sociedade, né? Tem roubo, tem trabalho, tem bater ponto, tem transporte, tem carro, tem rua, tem esgoto, tem nichos, tem economia, tem dinheiro, tudo isso que é preocupação nossa na terra, que faz a gente ter que se preocupar com a vida material, mais a vida espiritual, só que a gente acaba se dedicando mais à vida material. André Luiz, a morte acaba com isso. E o André Luiz levou tudo isso pra vida depois da morte. Então agora, enquanto o espiritismo tinha feito as em Kardec, né, tinha feito você focar nas coisas do espírito e da alma, que são as mais importantes, e colocar em segundo plano as questões materiais e no mundo dos espíritos, esquecer as questões matárias. O André Luiz agora reavivou tudo isso porque ele levou para lá tudo. Então as pessoas estão preocupadas com as mesmas coisas que elas estavam preocupadas aqui. Esse é o principal mal que a obra do André Luiz fez e que os defensores da obra não percebem que eles acabam seguindo André Luiz e se

reocupadas com as mesmas coisas que elas estavam preocupadas aqui. Esse é o principal mal que a obra do André Luiz fez e que os defensores da obra não percebem que eles acabam seguindo André Luiz e se preocupando com o que não é o principal. Então, a obra, além de trazer algo falso, ela lhe desvia do bom caminho, porque você vai se preocupar com práticas que são secundárias, que são as práticas materiais, porque você acha que lá continua tendo isso, percebe? Então, esse é o principal mal dele. E ele tá colocando aqui, veja que ele volta a falar em fome, em sede, em ele bota barba e tudo mais. Mas assim, qual é o centro da da narrativa dele nesses dois primeiros capítulos que ele tá nessa região? Que aí a partir do terceiro ele já vai tá na colônia? Eh, eles, lembrem sempre disso, é um espírito que sabe que morreu, que lembra da vida encarnado, que lembra como morreu, só que ele não sabe onde é que ele tá. Ele não sabe por quanto tempo tá naquela situação e ele não sabe por ele tá passando por aquilo. Esses são os conflitos. E ele tá abandonado, se sentindo sozinho, desesperado, com medo e na dúvida. Então essas são todas questões que estão por trás da narrativa. Junto com tudo isso, ele apresenta questões físicas. que a gente já colocou. E aqui tem mais um exemplo. E além das questões físicas, ele bota mais o lugar e mais outros outros personagens que são essas almas que ele não, esses vultos, essas vozes que estão ali atormentando ele. Não tem ninguém ajudando ele, é sempre alguém rindo, agredindo, xingando. E por fim, agora o xingamento que mais se sobressai é suicida. Ele chega a dizer, né, que a a a circunstância mais dolorosa não não é o terrível abandono, porque ele tá sozinho e quando tem companhia é só para xingá-lo e assustá-lo, né? Mas o que incomoda ele é justamente isso, esse assédio, essa gritaria sempre em volta dele, essa perseguição chamando ele de suicida, mas ele não sabe onde é porque ele tá ali e porque aquilo tá acontecendo, embora ele saiba que morreu

isso, esse assédio, essa gritaria sempre em volta dele, essa perseguição chamando ele de suicida, mas ele não sabe onde é porque ele tá ali e porque aquilo tá acontecendo, embora ele saiba que morreu e lembre da vida que ele teve. E aí esse sofrimento vai fazendo ele pensar na vida que ele teve. E aí ele vê que ele nunca tinha pensado na na vida após a morte. Ele nunca tinha pensado em Deus. E agora ele começa a pensar em pedir ajuda porque ele não aguenta mais. Então vejam, se ele não tivesse ido pro lado das questões físicas, que foi o que o pessoal mais prestou atenção, a parte do sofrimento moral dele seria muito, seria muito instrutiva, né? Mas ele colocou junto questões físicas que a gente viu que não pode ser assim. E quando ele tá narrando, isso, isso é uma outra coisa que as pessoas não falam, quando ele tá narrando isso para você, ele não tá narrando ao vivo, ou seja, ele não tá narrando enquanto acontece, ele tá lembrando de quando ele esteve. Então, ele podia narrar isso e já explicar. Veja, ele podia narrar. Eu quando estava lá, eu sentia fome, embora depois eu fosse descobrir que isso não é real, que era uma ilusão. Ele não corrige, ele coloca como um fato, mas ele já tá falando como o André Luiz equilibrado aqui. Ele só tá contando a história que a gente poderia dizer, não, aqui ele tá narrando quando na hora que aconteceu, né? Não, mas ele não corrige. É o André Luiz já equilibrado, fora da perturbação, já numa situação boa, mas ele confirma que isso tudo aconteceu exatamente assim. Ele não corrige, ele não põe eh parênteses, ele não põe aspas. Então ele coloca isso como um fato ocorrido e que acontece. E é isso que a gente tá tentando mostrar para as pessoas, que não é assim. A parte física não pode ser assim. A gente explicou na no vídeo passado o que que a gente vai tentar mostrar agora. Que também essa questão aí desses gritos que ele ouve e o que gritam para ele é que a gente vai trabalhar também para ver como a coisa não fecha muito bem com aquilo que tá na teoria espírita

r agora. Que também essa questão aí desses gritos que ele ouve e o que gritam para ele é que a gente vai trabalhar também para ver como a coisa não fecha muito bem com aquilo que tá na teoria espírita cardequiana. irritavam-me, aniquilavam-me a possibilidade de concatenar ideias. Desejava ponderar maduramente a situação, esquadrear razões e estabelecer novas diretrizes ao pensamento. Mas aquelas vozes, aqueles lamentos misturados de acusações nominais desnorteavam-me irremediavelmente. Que buscas, infeliz, aonde vai suicida? Primeiro que aqui ele repete o que ele já repetiu no capítulo. É interessante, eu comentei isso, né? A repetição do André Luiz, ele repete que ele não conseguia pensar direito. Ele já tinha dito isso. Ele já tinha dito que ele não conseguia pensar direito. Nota, ele eles repetem frases que estão em outros capítulos. A gente não sabe exatamente se isso não tem a ver com a a questão do médium, né? De repente, num dia, numa semana, o Chico psicografava uma coisa, depois na outra ele acabava repetindo coisas que ele lembrou do da narrativa do outro capítulo. Não sabe, mas ele repete. Ele não precisava repetir. Ele já tinha repetido que ele não conseguia concatenar ideias. lá no primeiro capítulo, vejam no vídeo passado que a gente fez aqui, ele repete. Então, esse essas esse parágua aqui não precisava nem existir, porque ele já tinha nos dito que ele não conseguia pensar direito por causa daquela confusão. E ele já tinha nos dito agora no início do capítulo que as vozes chamavam ele de suicido. Aqui ele repete. E ele quer, o que que parece que ele quer? Ele quer reforçar para você chamar sua atenção para essa questão dele ser considerado suicida. Por isso que ele fica repetindo, ele quer que isso seja algo relevante na história e vai ser. E é por isso que a gente tem que trabalhar essa questão dele ser considerado um suicida, como ele colocou aqui. E é como as pessoas passaram a tratar disso no movimento espírita. Vamos seguir. Eu já vou entrar nessas

a gente tem que trabalhar essa questão dele ser considerado um suicida, como ele colocou aqui. E é como as pessoas passaram a tratar disso no movimento espírita. Vamos seguir. Eu já vou entrar nessas questões do suicídio ainda. Já tô chegando lá. Tais objulgatórias incessantemente repetidas perturbavam-me o coração. Infeliz sim, mas suicida. Nunca. Essas increções, a meu ver, não eram procedentes. Eu havia deixado o corpo físico a contragosto. Atenção para o que ele tá dizendo aqui. Agora ele vai explicar porque para ele não fazia sentido ser chamado de suicido. E ele diz: "Eu havia deixado o corpo físico a contragosto." Então ele deixa claro que ele não queria morrer e deixa claro que ele lembrava, né? Para ele dizer isso é porque ele lembrava. Recordava meu perfiado duelo com a morte. Então, olha, ele lembrava ainda julgava ouvir os últimos pareceres médicos enunciados na casa de saúde. Lembrava a assistência desvelada que tivera, os os curativos dolorosos que experimentara nos dias longos que se seguiram a delicada operação dos intestinos. Então aqui a gente começa a ter informações de como morreu André Luiz. E são duas coisas importantes. Ele lembra e ele deixa claro. Eu eu havia deixado a contragosto. E por que que eu tô salientando para isso? Para vocês pegar essa informação que ela vai ser importante no estudo que a gente vai fazer. Ele não morreu porque ele queria morrer, que é exatamente a característica do suicídio. Por isso que ele não entende porque chamam ele de suicído. E ele deixa claro aqui que ele passou por um uma operação nos intestinos. Teve um problema grave nos intestinos enquanto estava vivo. Sentia no curso dessas reminiscências o contacto do termômetro, o pique desagradável da agulha de injeções e, por fim, a última cena que precedera o grande sono. Minha esposa ainda jovem e os três filhos contemplando-me no terror da eterna separação. depois o despertar na paisagem úmida e escura e a grande caminhada que parecia sem fim. Então, olha que interessante ele

osa ainda jovem e os três filhos contemplando-me no terror da eterna separação. depois o despertar na paisagem úmida e escura e a grande caminhada que parecia sem fim. Então, olha que interessante ele construindo a a narrativa, né? Ele lembra de ter morrido no hospital depois de uma cirurgia da família tá ali presente. Ele lembra que morreu e já acordou nesse lugar que ele tá agora, que ele deixa claro que para ele é outro lugar, não é nem o hospital e nem onde ele vivia. Ele não sabe que lugar é, o que que aconteceu na hora que ele morre e como é que ele foi parar ali. Esse lapso ele não tem. Vamos prosseguir. Por que a pecha de suicídia quando fora compelido abandonar a casa, a família e o doce convívio dos meus? Então aqui você, ele vai deixando claro que ele não queria morrer, que ele não entende porque que estão chamando ele de suicida e que ele tinha apego pela família. Então ele não era um um alguém que desprezava a família. Atenção, hein? O homem mais forte conhecerá limites à resistência emocional. Firme e resoluto, a princípio, comecei por entregar-me a longos períodos de desânimo e longe de prosseguir na fortaleza moral, por ignorar o próprio fim, senti que as lágrimas longamente represadas visitavam-me com mais frequência, extravazando do coração. Então ele começa a, ele tá no fundo do poço, né? né? Ele já não aguenta mais aquela situação, aquele desespero, aquela perseguição, aquelas acusações. E ele realmente tá exausto. Claro que ele coloca aqui exausto fisicamente e da alma. E a gente sabe que é só da alma. Toda a questão física é justamente reflexo do que a alma estava passando. Só que ele não sabia disso e mesmo agora parece não saber porque ele não ele não explica isso. Ele não ele poderia botar uma frase, né? Depois eu viria saber. não faz isso. Mas vejo que ele tá caminhando para mostrar pra gente o momento, o ápice desse momento que vai ocorrer a ajuda que ele vai receber para poder sair dali. Então, por isso que ele quer construir a narrativa

vejo que ele tá caminhando para mostrar pra gente o momento, o ápice desse momento que vai ocorrer a ajuda que ele vai receber para poder sair dali. Então, por isso que ele quer construir a narrativa para demonstrar como isso foi um um período longo que ele teve que chegar no ápice do desespero, perder toda a vaidade, entrar numa profunda estado de miséria para então ele abrir a alma para algo novo, né? Isso é bonito, isso é interessante, mas infelizmente ele não fica nisso, né? Ele foca mais nas questões físicas e aí que o espírito se perde, né? Aqui. Bom, agora a gente vai refletir um pouco sobre o que a gente leu, tá? São duas partes só de leituras, uma já foi. Agora eu quero usar textos de Kardec para nós tratar tudo que a gente viu aqui nessa primeira parte, no segundo capítulo. Então, vejam algumas coisas, a situação em que ele se encontra, as características do que ele tá sofrendo, aquilo que ele lembra e aquilo que ele não sabe explicar. E esses gritos que ele não entende também a causa de suicida, tá? Aqui começa a nossa comparação com a obra de Kardec. E aqui agora vocês têm que prestar atenção porque agora vem a parte argumentativa, né? A gente refletiu bastante. Vamos tentar agora o o refletir usando Kardec. O que que você precisa saber? mesmo você que estuda na casa espírita, que muitas vezes acha que entende de espiritismo, né? Você tem que entender que na obra de Kardecos, as palavras que Kardec usa, ele tem muito cuidado com as palavras que ele vai usar. Kardec não usa palavras em vão. Como ele é um bom escritor e ele tá escrevendo uma teoria muito muito bem feita, muito clara, ele não usa qualquer palavra em vão. Cada palavra tá no seu lugar certo. Ele explica o que ele tá querendo dizer. Não há ambiguidade. Na obra de Kardec é tudo muito claro, muito correto com as palavras certas. Então, quando Kardec fala alguma coisa, se ele vai falar do mesmo assunto em todas as obras, ele vai usar o mesmo linguajar. Então, quem tá acostumado a estudar Kardec sabe disso. Kardec vai tratar de

Então, quando Kardec fala alguma coisa, se ele vai falar do mesmo assunto em todas as obras, ele vai usar o mesmo linguajar. Então, quem tá acostumado a estudar Kardec sabe disso. Kardec vai tratar de um assunto. Se você pegar esse assunto em toda a obra dele, são 23 livros, ele vai usar a mesma linguagem, as mesmas palavras quando for o mesmo assunto, porque isso deixa tudo muito claro. Você sabe a lógica do que ele está construindo. André Luiz não é assim. Nunca está claro na obra do André Luiz. O que que ele tá exatamente querendo dizer? As coisas sempre estão envoltas no André Luiz num ar de mistério. Você nunca tem a informação completa. E é curioso que vocês vão perceber que nem ele, o personagem, os personagens. Não é uma questão só que ele tá fazendo isso com você, leitor. Ele e os outros personagens da história também sofrem isso. Isso é uma coisa que vocês vão perceber lendo, lendo a obra conosco. Os personagens também, eles nunca têm as informações e as respostas completas. É sempre algo vago, misterioso. Eles estão sempre agindo na dúvida, nunca com certeza se eles estão entendendo ou fazendo a coisa certa. Isso que o personagem passa, o André Luiz passa pra gente que é leitor. A gente nunca sabe exatamente do que se trata. E eu já vou dar exemplo e vou dar dois aqui, que é onde a gente vai entrar no assunto, ó. Quando você lê a obra de Kardec, Kardec percebeu o seguinte: os espíritos são diferentes. Uma coisa básica, né? Os espíritos são diferentes. Os espíritos não são todos iguais, tá? Você tem espíritos se manifestando, mas eles são diferentes. Cada espírito tem um grau de conhecimento, de poder, de sabedoria, de bondade, de mal. É um infinitos tipos de espíritos. Então, o que quec vai fazer? Bom, ele vai criar uma classificação para que quando você converse com qualquer espírito, você saiba, bom, pelo que esse espírito tá falando, pelo modo dele falar, pelas suas ideias, pelo seu modo de agir, essas características dele eu posso encontrar nessa classificação

qualquer espírito, você saiba, bom, pelo que esse espírito tá falando, pelo modo dele falar, pelas suas ideias, pelo seu modo de agir, essas características dele eu posso encontrar nessa classificação feita por Kardec, que tipo de espírito é. Então ele criou uma classificação que é chamado dentro da teoria espírita de escala espírita, que você começa a ver isso no item 100 do livro dos espíritos, que inclusive a gente tá estudando no estudo de segunda, né? Então você tem uma classificação na obra de Kardecos que existem e as características dele. Qualquer espírito, então qualquer espírito, inclusive você, porque você é um espírito encarnado, você pode pegar as características e achar onde é que você tá na escala espírita. Então isso facilita para você saber o tipo de espírito. Por que que é importante saber o tipo de espírito? para saber o grau da confiança que você pode ter naquilo que o espírito tá falando ou não. Porque quando um espírito diz alguma coisa, como é que você sabe se o espírito tá dizendo a verdade? Quando o espírito diz alguma coisa, como que você sabe se ele está dizendo a verdade, se você não tem acesso ao mundo que ele vive? Percebe isso? Se você não tiver um parâmetro, um critério, você não sabe distinguir. Ou você acha que basta o espírito dizer: "Eu estou falando a verdade", que aí é verdade. Então você você precisa de um parâmetro, por isso a escala espírita. Mas tem outras escalas, outras classificações que Kardec também deu agora. E é aqui que eu vou ligar os pontos. Se você lê a obra céu e inferno, obra pouco lida pelo movimento espírita. Pouco lida pelo movimento espírita. E ainda tem a bobagem dos que pensam que a obra foi adulterada, que é uma bobagem. O pessoal nem lê e ainda tem um bando de ignorante aí no movimento espírita dizendo que a obra foi adulterada. Mas ok, não foi. Mas na obra do céu e inferno, se você pegar a segunda parte da obra do céu e inferno, Kardec dá exemplos. Kardec dá exemplos dos tipos de situação em que os espíritos que morreram podem estar.

ão foi. Mas na obra do céu e inferno, se você pegar a segunda parte da obra do céu e inferno, Kardec dá exemplos. Kardec dá exemplos dos tipos de situação em que os espíritos que morreram podem estar. Então é uma outro tipo de classificação. Cada espírito vai estar numa determinada situação depois que morrer. Morrer o corpo. Eu me encontro numa situação X outros espíritos na situação Y. Kardec construiu uma classificação lá no céu e inferno em que ele numera todas as situações possíveis que os espíritos podem estar depois da morte. Então, vejam, ele construiu uma escala espírita de todos os tipos de espíritos e uma classificação de todos os estados possíveis do espírito depois da morte do corpo. Se tem dois exempos.

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