Prece pelos que tiraram a própria vida.
Para o espiritismo, aquele que atenta contra a própria vida comete um crime moral. Porque para o espiritismo, o corpo físico não é uma propriedade absoluta do espírito. O espírito recebe esse corpo de Deus emprestado para passar pelas suas provas, espiar o seu passado. O corpo não pertence totalmente ao espírito. É um empréstimo divino. Portanto, ele não tem direito de acabar com a própria vida. É evidente que a pessoa tem o direito de defender a sua vida, procurar o bem-estar, eliminar as dores, as doenças, os problemas, se defender de uma maneira geral, mas não justifica ela terminar com a própria vida. Aquele que sofre ou num ato de desespero comete esse equívoco, muitas vezes tentando escapar do próprio sofrimento, encontra um sofrimento pior. Portanto, jamais a gente deve recorrer a essa fuga, porque não irá eliminar o problema e nós iremos consumir outro. Claro que não nos compete julgar quem fez isso. Isso somente cabe a Deus. A nós cabe ajudar tanto a pessoa que fez quanto os entes queridos, os amigos. A nós cabe evocar esse espírito, conversar com ele para que ele tenha mais força, para que ele se arrependa, para que ele repare o que fez, para que ele tenha uma nova oportunidade que Deus sempre dá. E também não é uma regra as consequências que esse ato tão infeliz causa pro espírito. Vai depender de de espírito para espírito. A mesma ação tem consequências diferentes, porque Deus leva em conta diversos fatores, embora sempre seja um mal. Então, que a gente saiba eliminar os problemas, ser forte, pedir ajuda, mas jamais recorrer. E se alguém cometeu isso, que se arrependa, que peça ajuda a Deus, os bons espíritos, que repare e aos entes queridos que se tranquilizem para poder ajudar quem fez isso. E tenho a certeza que essas obras que vieram pós Kardec, colocando zonas infernais para pessoas que tiram a própria vida, dores físicas, tortura, tudo isso é uma bobagem, uma covardia, uma ignorância. A pessoa sofre moralmente e a gente deve orar e tentar evocá-la, conversar com ela, ajudá-la e
que tiram a própria vida, dores físicas, tortura, tudo isso é uma bobagem, uma covardia, uma ignorância. A pessoa sofre moralmente e a gente deve orar e tentar evocá-la, conversar com ela, ajudá-la e tranquilizar o nosso coração o máximo que puder.
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