Possibilidade ou dever de condenar a conduta do outro?
Então, o primeiro móvel é quando a gente analisa a conduta da outra pessoa e a gente tá preocupado, sinceramente, aquilo que tá nos movendo nessa censura, a conduta do outro é a atitude equivocada, é o mal que a pessoa tá tá causando. Então, pode ser louvável. Aqui ele deixa a ideia da possibilidade. Então, quando ele deixa claro a ideia da possibilidade, quer dizer que nem sempre a gente tem que entender a palavra. Quando eu digo que algo é possível, significa que é é diferente de possibilidade e de dever. Dever é sempre é obrigatório fazer. possibilidade, não. Eu tenho que ver mais alguns ingredientes, eu tenho que raciocinar melhor, eu tenho que analisar melhor, eu tenho que ver o contexto. Então, notem que ele diz que pode ser louvável. Então, nem sempre, mesmo quando a intenção é censurar a atitude, a conduta errada da pessoa e não a pessoa em si, mesmo nesses casos, pode ser louvável, mas a ideia do pode dar que nem sempre mesmo nesse caso é louvável. Por isso que a gente tem que ver a circunstância. Então, notem que primeiro ele tá falando da conduta, ele tá dizendo que quando é para analisar o mal em si, há possibilidade. Então, ele tá deixando claro que existe a possibilidade de eu censurar a conduta do outro. Então, há um tipo de censura da conduta do outro que é possível. O texto deixa claro, o primeiro pode ser louvar. Então, ele não diz aqui como no no na no segundo móvel ali que ele diz que nunca o propósito é e é tem excusa, né? No segundo caso, não há nenhum caso que é louvável e no primeiro há casos que pode ser louvável. Então ele abre a possibilidade. Então a pessoa que achasse que a gente nunca poderia reprimir e censurar o mal do outro, ela está equivocada do ponto de vista da teoria moral espírita. Há casos em que pode, claro que não são todos os casos. Então nota que ele analisa a os dois extremos, né? E aí ele dá uma informação em certas ocasiões. Então dependendo da ocasião, então a gente vai ter que ver a ocasião, é um dever. Então, há casos em que eu posso
que ele analisa a os dois extremos, né? E aí ele dá uma informação em certas ocasiões. Então dependendo da ocasião, então a gente vai ter que ver a ocasião, é um dever. Então, há casos em que eu posso censurar a atitude, a conduta do outro e eu tenho que para isso, primeiramente visar o mal e não a pessoa. Então, tem a minha intenção, o meu interior tem que ser esse o móvel, porque se não for aí a maldade, a melicência. Então, há casos em que eu posso, mas há casos em que é um dever. aqui é diferente. Há casos em que eu posso e tem casos que é um dever, ou seja, eu não posso deixar de censurar e depende da ocasião. Então ele coloca basicamente paraa possibilidade de eu julgar a conduta de outra pessoa, ele coloca o móvel da ação, ou seja, aquilo que tá na minha intenção, no meu interior e a ocasião, o contexto. Então, nota que eu vou ter que analisar esses dois casos, mas ele deixa claro que existem casos em que isso eu posso fazer em casos que inclusive é um dever. Então, aquela pessoa que achasse que eu nunca poderia fazer isso, ela está equivocada, como o texto deixa muito claro, de uma maneira muito simples. E ele desenvolve isso pra gente entender. Ele diz: "Porque um bem deverá dair resultar e porque a não ser assim, jamais a sociedade na sociedade se reprimiria o mal". Então, imagina que se a gente nunca criticasse, visse, criticasse e censurasse o mal a lei, né? Imagina o caos que seria a vida das pessoas e os maus poderiam fazer qualquer coisa absurda com a nossa vida ou com a vida de qualquer um. E seria uma coisa completamente irracional. a gente nunca eh enxergar o mal e censurar o mal de outro.
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