Podemos julgar a ação do outro?

CanalFEP 29/08/2025 2:37
Transcrição

E é importante quando a gente for estudar os textos de Kardec e agora em específico o Evangelho Segundo Espiritismo, que a gente preste atenção no que o texto tá dizendo, que a gente veja como ele é simples, direto, racional. A gente tem que procurar quando for estudar um texto e principalmente os textos da moral espírita, não tornar complexo aquilo que é simples. Às vezes a gente mais complica do que ajuda fazendo comentários que muitas vezes inclusive o texto não disse, né? Então, por isso a importância de se ater a simplicidade para entender aqui o que o autor tá querendo dizer. Então, vejam que ele tá falando da conduta do outro. O foco aqui é, será que a gente pode censurar? Aqui ele usa o termo reproche, né, que o que o tradutor escolheu. Será que a gente pode censurar a conduta do outro, né? Será que a gente pode pegar a outra pessoa, analisar a conduta dela e censurar, criticar essa conduta? Essa é a pergunta já que a gente tá analisando justamente esse ensino do Cristo do não julgueis. E aí ele vai dizer que essa censura, essa crítica, esse reproche, ele tem dois móveis, tem duas intenções que movem essa censura. Uma é reprimir o mal, a pessoa que censura a conduta da outra porque ela tá reprimindo o mal. Ela tá, de uma certa maneira criticando, censurando o mal e não a pessoa em si. E a outra, o outro móvel, né, é o desacreditar a pessoa cujos os atos se criticam. Então veja, notem que aqui Cadeec vai deixar claro que o problema quando se analisa a conduta de outra pessoa não é o ato em si de analisar, reprochar, censurar, mas é o móvel. Vejam que ele deixa muito claro aqui, porque ele dá dois exemplos. Uma, eu estou, o que está me movendo, a minha intenção é criticar justamente a o ato maldoso da pessoa e o outro não é o ato maldoso, é a pessoa em si. Eh, eu tô muito mais focado em querer criticar a pessoa do que o app equivocado dela. E esse tipo de móvel, quando eu vou focar na pessoa e não na conduta ruim que ela possa ter tido, ele vai dizer que nunca

tô muito mais focado em querer criticar a pessoa do que o app equivocado dela. E esse tipo de móvel, quando eu vou focar na pessoa e não na conduta ruim que ela possa ter tido, ele vai dizer que nunca esse último propósito ele vai ter escusa, ele vai ter desculpa, ele vai se justificar, porquanto aí a pessoa só tá sendo maledicente e até maldosa. Então, a pessoa que tá mais preocupada em atacar a pessoa e não em criticar uma atitude maldosa, isso mostra que ela se preocupa mais em em realmente desmoralizar, humilhar, criticar. Ela tá sendo movida mais por atitudes maldosas, por intenções maldosas, do que realmente preocupada com a conduta equivocada.

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