Podemos divulgar o mal alheio?

CanalFEP 02/09/2025 2:57
Transcrição

E aí agora ele vai dar uma noção para nós de parâmetros de como que a gente faz para saber se em determinado caso eu devo desvendar o mal do outro ou não. Ele começa com uma condição, né? Se se as imperfeições de uma pessoa só a ela prejudicam, nenhuma utilidade haverá nunca em divulgá-lo. Então, percebam que ele tá mostrando aqui a condição. A gente tem que ver se aquele mal, se aquela imperfeição, se aquelas atitudes da pessoa prejudicam a quem? Somente a ela ou a mais pessoas? Esse é o primeiro ponto e ele fala aqui sobre a questão da utilidade. Então, notem, eu tenho que ver o contexto e a utilidade para tomar uma decisão. A gente já tinha visto isto no estudo passado. E eu chamo a atenção de novo para quem quer estudar o Evangelho Segundo Espiritismo e moral espírita. Notem que eles deixam muito claro nos textos do Evangelho, que não é a coisa em si, a atitude em si e o problema. A questão sempre é com que sentimento eu tô fazendo aquilo, com que intenção, com em que contexto eu tô fazendo aquilo, qual é a situação e qual é a utilidade, o que que vai decorrer disso? Quais vão ser as consequências? Notem que não é a coisa em si. Quando eles foram falar lá do julgamento da conduta do outro no nosso passado, vejam, eles falaram do o que que move a as ações da pessoas, qual é o sentimento, a intenção que eu tenho por trás disso, quais as consequências que vai ter essa minha atitude. Agora que eles voltam a repetir para que a gente aprenda, para que a gente aprenda a estudar a moral espírita e a praticar a moral espírita, que eu repito, muitas vezes a gente entende, pratica de forma ingênua e equivocada. A gente acha que acha que é uma atitude em si que é boa ou que é ruim. E a gente tá vendo aqui que não é tanto a atitude em si, mas tem o contexto. Ele tá dizendo aqui, se as imperfeições da pessoa só atingem a ela, só prejudicam ela, é problema dela. A gente sabe o quanto muitas vezes o ser humano tá preocupado em cuidar da vida aleia, da conduta aleia. Porque às vezes a gente fica cuidando da

só atingem a ela, só prejudicam ela, é problema dela. A gente sabe o quanto muitas vezes o ser humano tá preocupado em cuidar da vida aleia, da conduta aleia. Porque às vezes a gente fica cuidando da vida leia porque aí a gente não cuida da nossa, porque aí a gente não olha pra gente mesmo. Nem sempre todo mundo que cuida da vida leia está preocupado de fato em ajudar. Às vezes a pessoa ela está criticando ou cuidando da vida leia justamente para não se preocupar com as suas imperfeições. Então olha o ensinamento que ele deixa aqui. Se as imperfeições da pessoa só prejudicam a ela, não há utilidade nunca em divulgá-la. É problema dela. Ela vai responder, vai, mas é o problema dela que não nos compete, que a gente não tem que ficar se metendo na vida lei em todos os casos, julgando, analisando e até mesmo aqui, como diz, como é o contexto da questão, querendo divulgar e falar da da vida lei. Eu tenho que analisar se prejudica mais pessoas, como ele vai colocar no restante da questão. Então, nota como ele é claro e como ele é prático para nos orientar sobre essa situaçã

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