Os nomes do médium e do Espírito não importam. - Michel Macedo

CanalFEP 30/12/2025 1:52

Recorte do estudo #15 - "Nosso Lar" segundo o Espiritismo - 06/06/2024 Podemos analisar uma obra? Texto estudado: Revista Espírita 1863, Maio, Exame das comunicações espíritas que nos enviam

Transcrição

Eu posso sustentar o médium como uma pessoa boa, como uma pessoa honesta e ao mesmo tempo mostrar que a obra é ruim. Eu posso fazer isso, a gente vai ver isso, né? Se o nome do espírito já não era garantia, que dirá o médium, né? Que o médium não é o autor. É uma coisa eh incrível como as pessoas tratam como se o médium fosse o autor, né? E o médium não é o autor, por isso que ele é médium. Se ele fosse o autor, não era uma obra mediúnica, era uma obra autoral, mas as pessoas fizeram isso. E aí ele mostra, né, quanto mais alto o nome, mais obriga, né, a nobreza obriga, né, a famosa frase. Então, quanto mais alto é aquilo que eu digo que a obra é, mais ela tem que provar que é. Percebam a lógica? Se a obra se apresenta como algo extraordinário e eu vou ver o conteúdo e o conteúdo é pobre, portanto eu tenho uma contradição e não é. E a gente vai ver isso. Essas obras que vieram no século XX, elas se apresentam como obras especiais, como obras que fazem parte de uma missão, de uma revelação. Mas aí a gente vai ver o conteúdo. Ué, mas se a obra se coloca como tão importante, por que que o conteúdo é ruim? Por que que tá mal escrito? É porque na verdade não é. Por isso que eu digo, são espíritos psossábios, não são espírito superior. E como que a gente prova que não são espírito superior? Pelo conteúdo. É o conteúdo que vai mostrar o valor da mensagem da obra. É o conteúdo, o nome, quem psicografou, o objetivo que apresentou. Isso não é garantia. A garantia é o conteúdo.

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