"O Espiritismo com os Espíritos", com Cosme Massi - lançamento do livro "Evocações: o elo perdido"

CanalFEP 01/11/2025 1:22:43

"O Espiritismo com os Espíritos", com Cosme Massi - lançamento do livro "Evocações: o elo perdido" do autor Gilberto Allievi. Evento ocorrido em 01/11/2025 (sábado) das 15h às 18h30 no auditório da ACIT (Associação Comercial de Toledo) em Toledo/PR. Promovido e transmitido pelo Facebook pelo Centro Espírita Vivenda de Luz. Conheça os projetos de Cosme Massi: ideak.com kardecpedia.com kardecplay.com kardecbooks.com Siga Cosme Massi e seus projetos no Instagram: @cosmemassi @kardecpedia @kardecplay @editora_kardecbooks Se inscreva nos canais de Cosme Massi e seus projetos no Youtube: ‎@cosmemassi @KARDECPlayCanal

Transcrição

Deixa essa com você para pergunta depois que me pediu para usar essa. É lá que olha o Costa. >> Boa tarde a todos. Que alegria, né? Tão bom rever amigos, estarmos aqui juntos para conversarmos sobre o pensamento e a obra de Kardec no momento especial, né? Um momento de muita alegria poder estar aqui prestigiando o lançamento do livro do nosso amigo Gilberto, amigo de tantos anos, e que soube muito bem estudar o espiritismo e praticá-lo nessa casa espírita aqui de Toledo, que tem o Rubens como presidente, em que eles procuraram ao depois de estudarem com profundidade a obra de Kardec, botar estar em prática, isto é muito importante, fazer a prática mediúnica nos moldes que Allan Kardec apresenta nas suas diversas obras. Então, quero parabenizar a casa, ao Gilberto por esta iniciativa e me sinto honrado. Isso para mim é uma honra estar aqui, uma alegria poder estar aqui compartilhando deste momento tão especial do lançamento do livro aí do nosso querido Gilberto. Bom, eu fiquei encarregado de falar algumas coisas, né? Gilberto pediu aí que eu deveria participar desse lançamento, embora a solenidade é dele, porque ele é que está lançando o livro, mas nós vamos dividir aí o tempo, como o Rubens explicou, eu vou falar durante um tempo, não tem jeito para provocar vocês. Depois o Gilberto assume e fala mais um pouco. A seguir, faremos o intervalo e voltamos para um tempo maior com questões, fazer essa interação, esse diálogo entre vocês e nós. Eu acho que o diálogo é muito proveitoso. Então vocês anotem questões durante as nossas falas ou que já tenham questões, vocês terão oportunidade depois do cafezinho fazerem as questões. Bom, como o Rubens organizou com o Gilberto, nós estamos aqui até meia-noite. Isso, Jé? Então vocês não precisam se assustar, tem água pra gente poder eh conversar. Escolhemos esse tema espiritismo com esse os espíritos, porque Allan Kardec tem um artigo notável na revista espírita chamado Espiritismo sem espíritos. Então, copiando de Kardec, eu só troquei o sem pelo com. Então, os o

espiritismo com esse os espíritos, porque Allan Kardec tem um artigo notável na revista espírita chamado Espiritismo sem espíritos. Então, copiando de Kardec, eu só troquei o sem pelo com. Então, os o espiritismo com os espírit e a importância da gente não esquecer disso, lembrar isso sempre. Espiritismo não é uma doutrina filosófica, moral, apenas de discurso ou que pudesse ser substituída simplesmente por textos. Não há espiritismo sem espíritos, nem pode haver. Então é isso que a gente vai tentar provocar para você com vocês essas reflexões. Eu vou mostrar inicialmente, obviamente, que não só não podia ter espiritismo sem espíritos na sua origem, na sua forma de construção, que é óbvia, sem os espíritos não teriam espiritismo, mas mesmo assim na sua execução, na sua continuação, na sua prática. Então, os espíritos não foram importantes simplesmente para dar origem a esta ciência, a esta filosofia. Eles são importantes para continuar todo o trabalho, não apenas de esclarecer, não apenas de estimular novos estudos, novas ideias, mas principalmente desempenhando nos papéis que eu diria mais importante de todos o espiritismo, que é o papel de consolador. Não foi à toa que o espírito de verdade Jesus, quando no Evangelho de João promete o envio futuro do espírito de verdade, ele usa a expressão enviar o consolador. Porque no mundo de provas e expiações que vivemos, sabemos que é necessariamente, por ser de provas e expiações, um mundo de dor, de sofrimento, de alegria, mas também de dor e de sofrimento. Nesse contexto que vivemos neste planeta, nós precisamos ser consolados. natural. O corpo físico, denso, grosseiro, bloqueia várias percepções da alma, impede a alma de ter um contato direto, permanente com o mundo espiritual. Isso é próprio da natureza física dos nossos corpos. É fundamental que a gente tenha alguma forma de encontrar ajuda, apoio na superação das dificuldades que fazem parte desse mundo de próxpiações. Por isso Jesus já no evangelho de João, portanto,

rpos. É fundamental que a gente tenha alguma forma de encontrar ajuda, apoio na superação das dificuldades que fazem parte desse mundo de próxpiações. Por isso Jesus já no evangelho de João, portanto, há 2000 anos, já previu a necessidade de que ele voltasse numa doutrina eminentemente instrutiva e consoladora, mas que não ficasse apenas no nível da instrução, mas que tocasse profundamente o coração humano para que o indivíduo tocado nos seus sentimentos possa então Então, viver mais feliz o tempo que ele tenha na Terra. Então, este papel de instrução e consolação é fundamental e caracteriza o próprio Espiritismo, como o Espírito de verdade vai dizer no capítulo sexto do Evangelho Segundo Espiritismo, quando ele diz: "Venho instruir e consolar os pobres deserdados. instruir e consolar a todos nós. Então, esse duplo papel, como eu vou tentar provocar com vocês, exige necessariamente a presença constante dos nossos amigos espirituais junto de nós, no dia a dia, na nossa vida, nos ajudando a passar pelas experiências de provas, expiações que necessariamente temos que passar. Então, esse apoio permanente, constante dos nossos entes queridos que partem antes de nós, do nosso anjo guardião, desses espíritos familiares que querem nos impulsionar para o caminho do bem. Nós precisamos disso. Então, o espiritismo é essa doutrina especial, porque não é simplesmente um discurso teórico, mas uma fundamentação teórica para uma prática permanente da boa convivência entre todos nós, encarnados do lado de cá, desencarnados do lado de lá. E eu começo então com algumas frases, com alguns pequenos trechos da obra de Kardec. Eu escolhi alguns trechos que se encontram aí, seja na revista espírita, seja no livro dos médunos ou em outras obras. Eu escolhi uns pequenos textos pra gente poder provocar aqui as reflexões. Kardec revista espírita aí de do ano de 1866, ao falar do espiritismo sem os espíritos, daí inspirou, como eu disse, a palestra espiritismo com os espíritos, ele diz o seguinte: "Quem fez o

reflexões. Kardec revista espírita aí de do ano de 1866, ao falar do espiritismo sem os espíritos, daí inspirou, como eu disse, a palestra espiritismo com os espíritos, ele diz o seguinte: "Quem fez o espiritismo? É uma concepção humana, pessoal. Todo mundo sabe, é o contrário. O espiritismo é o resultado do ensinamento dos espíritos, de tal sorte que sem as comunicações dos espíritos não haveria espiritismo. Bom, não é à toa que ao dar o título da obra mais completa do Espiritismo, a obra que contém, como vai dizer Allan Kardec, todos os princípios fundamentais do Espiritismo, o livro dos espíritos, o título é o livro dos espíritos, mostrando que ali se tratava de apresentar o conhecimento acerca dos espíritos. E, portanto, essa doutrina, essa ciência, essa filosofia só poderia ser escrita nesta interação com os espíritos, diferentemente de todas as doutrinas espiritualistas que existem na humanidade há muito tempo, filósofos espiritualistas, pensadores espiritualistas, religiões espiritualistas, que quando iam falar da alma de Deus, usou da vida futura, falavam sem o apoio da experiência, não conseguiram fazer ciência natural, porque Platão já vai descrever em algumas de suas obras sobre o Tartro, sobre o que acontece com espíritos. Há vários textos antigos que tentam descrever o mundo dos espins, mas aí você vai fazer leitura, você vê que essa descrição é incompleta, muitas vezes figurada, desfigurada. Por quê? Porque não havia aquela época uma metodologia apropriada, nem uma pessoa competente para perceber como se poderia construir uma genuína ciência da alma que não fosse mera especulação da imaginação. Então, nós vamos encontrar em diversas correntes religiosas essa especulação. Alguém fica imaginando o que acontece com o sujeito após a morte. Aí alguém criou um céu, um inferno, um purgatório, um limbo, um táro. Na cultura pagã, as pessoas imaginavam, mas o fato de imaginarem isso já é uma evidência de que algo deve ter. é aquela aquela [risadas] aquele ditado

éu, um inferno, um purgatório, um limbo, um táro. Na cultura pagã, as pessoas imaginavam, mas o fato de imaginarem isso já é uma evidência de que algo deve ter. é aquela aquela [risadas] aquele ditado popular onde há fumaça, há fogo. Se esses pensadores, esses homens já de muito tempo sempre começaram a refletir sobre uma possível existência após a morte, descrevendo-a, já é um indício de que deveria haver alguma coisa que levou tantas pessoas ao longo da história da humanidade e homens brilhantes, pensadores notáveis, Platão, Aristóteles, Sócrates, para citar a Grécia antiga, um Renê Decart, o Emmanuel Kant, pensadores que refletiram sobre Deus e sobre a alma, mostrando que como uma evidência de que deve haver alguma coisa. E Kardec, convidado aí pelo espírito de verdade num momento apropriado, que foi o século XIX, em que os fenômenos espíritas aconteciam no mundo inteiro numa intensidade jamais visto em toda a história da filosofia ou da história da humanidade, porque era chegado o momento e como era a doutrina dos espíritos Eles tomaram a iniciativa disso. Então, quando Kardec vai na no livro a Gênese, no seu primeiro parágrafo, primeiro capítulo, caráter da revelação espírita, ele vai dizer que o espiritismo tem um duplo caráter. Ele tem um caráter de uma revelação divina, por um lado, e científica por outro. O que difere certamente das outras ciências que o homem construiu, né? Por que diz Kardec que o espiritismo tem um caráter divino? Porque diz Kardec, a iniciativa foi dos espíritos, não foi dos homens. Não foram os homens que tiveram a iniciativa de produzir determinados tipos de fenômenos e então fazer como se fez o homem fez em várias outras ciências ou observaram o fenômeno e se preocupar em explicá-lo. Não. A iniciativa foi dos espíritos. Eles se manifestaram em todas as partes do planeta. As pessoas hoje às vezes não caem a ficha. Eu tenho amigos materialistas, filósofos. Eu falo: "Vão ao século XIX, procura os jornais. Os jornais estão aí, vai à Biblioteca Nacional de Paris, pega

eta. As pessoas hoje às vezes não caem a ficha. Eu tenho amigos materialistas, filósofos. Eu falo: "Vão ao século XIX, procura os jornais. Os jornais estão aí, vai à Biblioteca Nacional de Paris, pega jornais da França, jornais da Inglaterra, dos Estados Unidos do século XIX, para você ver. Eram centenas, milhares de relatos em todos os jornais. E não eram jornais espíritas. Eu tô falando antes do próprio Espiritismo, está consolidado como como doutrina por Allan Carl. Os jornais estão repletos de fenômenos. Os jornais estão repletos de manifestações dos espíritos em toda parte. Século XIX, principalmente a os fenômenos se intensificam na década de 40 do século XIX, 1840. dessa década e vai até durante um bom tempo do século XIX e depois quando a ciência espírita surgiu, a filosofia espírita surgiu, se percebeu que agora você não precisava de tanta provocação, a ciência tava pronta, você podia fazer as experiências agora na casa espírita, no centro espírita ou na sua própria casa. Mas aquele b de fenômenos para provocar o interesse, para chamar a atenção do homem foi importante para a construção dessa ciência, embora os fenômenos continuavam, porque é um fenômeno natural, ele continua sempre. Nunca deixar os espíritos de atuar no nosso mundo corporal. Então, Allan Kardec chamado aí pelos espíritos para esta construção. Então, Kardec diz, ela é divina por duas razões. Primeiro, a iniciativa veio dos espíritos, não veio dos homens. E segundo, os pontos fundamentais foram dados pelos espíritis. Isso é algo novo em termo de revelação científica. Foram os espis que desde o começo do processo de manifestação do mundo inteiro. E quando alguém percebeu que podia comunicar-se com eles de alguma forma e perguntou: "Quem são vocês?" A resposta era: "Somos as almas dos que morreram." Não foi Kardec que inventou essa hipótese. A hipótese foi dada pelo próprio fenômeno, diferentemente do processo ordinário de construção de uma ciência. que quem formula a hipótese em geral ao cientista a baseado nos

ue inventou essa hipótese. A hipótese foi dada pelo próprio fenômeno, diferentemente do processo ordinário de construção de uma ciência. que quem formula a hipótese em geral ao cientista a baseado nos fatos e ele procura ver se essa hipótese é coerente com os fatos apresentados, mas a formulação da hipótese é do próprio cientista. Neste caso não, porque era uma ciência sobre os espíritos e não sobre a matéria. Então eles já deram de cara ao recado. Somos as almas dos que morreram. E vários outros princípios fundamentais foram ditados, dados pelos espíritos. Não foi Kardec que ficou imaginando. Isso é um ponto muito importante. Um exemplo que eu conto muitas vezes que é genial desta, desse princípio fundamental foi a explicação do próprio fenômeno mediúnico. A explicação do próprio fenômeno foi dada pelos espíritos. Porque você imagina que um objeto começasse a se mover, né? né? O copo em cima da mesa começasse a se mover, pancadas na parede ali, arranhando de unha, como se fosse um barulho de unha arranhando a parede. Era natural que quando isso aconteceu, ó, são almas dos homens. Então, o sujeito deve estar batendo na parede com a mão, deve estar arranhando com os dedos, deve estar pegando o copo com a mão e levando daqui para lá. A mesa levantou no ar, deve estar levantando com a mão, jogando a mesa no chão para quebrar. Natural. Essa deveria ser a explicação. Mas os espíritos disseram: "Não é assim". E aí apresentaram a explicação pela combinação dos fluidos, né? Existe um tipo de matéria que o médium possui seu perespírito, seus fluídos, que combinado com os fluidos do espírito, permite que os corpos materiais sejam envolvidos por esses fluidos e eles obedecem a vontade do espírito. Então, o espírito pode estar aqui onde eu estou movendo um copo lá na mesa ou fazendo um arranhão naquela parede. Não é o dedo dele, a mão dele que tá fazendo isso. Essa explicação vai observar Kardec. Ninguém foi capaz de propor, mostrando que certos pontos fundamentais foram ditados. Por isso Allan Kardec vai

. Não é o dedo dele, a mão dele que tá fazendo isso. Essa explicação vai observar Kardec. Ninguém foi capaz de propor, mostrando que certos pontos fundamentais foram ditados. Por isso Allan Kardec vai dizer que a doutrina espírita tem esse duplo caráter. Ela é uma revelação divina, porque a iniciativa foi dos esfis, os pontos fundamentais foram ditados, mas a sua elaboração, elaboração como ciência, como filosofia, é fruto do trabalho dos homens. Por isso eu sempre digo, o espiritismo foi construído a quatro mãos, as mãos dos espires e as mãos dos homens, em especial a mão de Allan Kardec, que soube pegar princípios fundamentais, organizá-los, selecioná-los, perceber outros princípios nas comunicações, selecionar aquilo que era razoável, aquilo que não era, aquilo que era coerente, aquilo que tinha base nos fatos. E daí ele é o principal construtor desta ciência espírita com ajuda aí dos espíritos. Então por isso que ele lembra que o ensinamento veio de lá para cá. Ele teve que interagir, ouvir, selecionar, porque ele vai dizer em obras postas, a primeira coisa que ele percebeu quando ele começou a a tomar conhecimento dos fenômenos é que se são as almas dos homens, tem almas de todo tipo, né? Tem os sábios, tem os ignorantes, tem os mentirosos, tem os falsários, tem os sérios. Então diz ele, bom, se tem, eu tenho que tomar todo cuidado nesse diálogo, porque se eu faço uma pergunta sobre uma situação dos espíritos no mundo espiritual, eu posso ter respostas diferentes. Como selecionar a resposta mais adequada? Como saber se aquela opinião está bem fundamentada? Então, olha que trabalho que ele teve gigantesco, bem preparado para saber identificar o que ele deveria considerar nessas opiniões, o que ele deveria rejeitar como sendo uma opinião de uma pessoa que não dominasse o conteúdo de que tava falando. É muito parecido, né? Se a gente chegar para uma pessoa que não é formada em física ou em química e fizer uma pergunta sobre um fenômeno natural qualquer, ela às vezes

o conteúdo de que tava falando. É muito parecido, né? Se a gente chegar para uma pessoa que não é formada em física ou em química e fizer uma pergunta sobre um fenômeno natural qualquer, ela às vezes vai dar uma explicação, você fala: "Mão, não é bem assim". Porque ela tá falando aquilo que ela acha que ela aprendeu e às vezes ela acha que ela aprendeu alguma coisa que não tem fundamento nas ciências bem construídas. Então, Kardec teve essa habilidade de observar, selecionar, indagar, organizar, questionar, perguntar se houvesse dúvida. Então, ele foi construindo em suas 22 obras uma ciência muito bem fundamentada com todas as suas consequências filosóficas. Esse é o trabalho de elaboração dos homens que tá lá no item 13 desse primeiro capítulo, caráter da revelação espero que não tenha errado no número, mas pessoal que tá me ouvindo aí pode pegar na Kardec Pede e lá ver se é o item 13 do primeiro capítulo em que ele coloca isso. Se não for, corrijam, né, que não há nenhum problema. O importante é que o conteúdo tá lá, o negócio aqui tá piscando. Isso aqui não é espírito, não. É mau contato mesmo, viu? Bom, e Kardec continua agora. Se a doutrina espírita fosse uma simples teoria filosófica nascida de um cérebro humano, ela não teria senão o valor de uma opinião pessoal, como aconteceu antes que eu falei na história. Platão fala do Tarta, vários pensadores descrevem na história da filosofia oriental ou ocidental, espiritualista, descrevem o mundo, o estado da alma após a morte. Era mera opinião pessoal, opinião daquele que escreveu, que colocou ali o texto. E Kardec observa, a saída da universalidade do ensino dos espíritos tem o valor de uma obra coletiva. E é por isso mesmo que em tão pouco tempo se propagou por toda a terra, cada um recebendo por si mesmo ou por suas relações íntimas instruções idênticas e a prova da realidade das manifestações. Olha a força que essa doutrina teve no século XIX. E ele chega a dizer que se você olhar e ele faz uma análise do espiritismo, da origem compara com 10

nticas e a prova da realidade das manifestações. Olha a força que essa doutrina teve no século XIX. E ele chega a dizer que se você olhar e ele faz uma análise do espiritismo, da origem compara com 10 anos depois. E ele vai dizer: "Em 10 anos, não há exemplo de uma ciência, de uma filosofia que tenha se propagado tão rápido. O espiritismo em 10 anos já estava em todos os continentes. Não tô dizendo em todas as pessoas estar em todos os continentes, principalmente na sociedade mais culta ou esclarecida que conhecia o espiritismo e aqueles que faziam até as experiências, mostrando que a pessoa podia repetir, né? qualquer pessoa podia se reunir para se comunicar com os escritos e receber as informações que Kardec estava colocando. Por isso, ela ganhava cada vez mais força, aprovação de cada grupo espírita que resolvesse então dialogar com os espíritos. Essa universalidade a partir daí é o que as casas espíritas provam todo dia nas suas reuniões mediúnicas quando conversam com os espíritos. Bom, agora comecemos a andar mais na direção do Gilberto, que daqui a pouco eu tenho que passar a palavra para ele. Eu quero só preparar o gancho para ele. Diz Kardec é o seguinte: "Os espíritos podem comunicar-se espontaneamente ou acudir ao nosso chamado, isto é, vir por evocação." Então você tem as duas formas, eles podem vir sem ser chamados. E eles podem vir quando eles são chamados. Kardec chama, usa uma palavra muito própria, ele chama de evocação. Cuidado que ele também usa na obra a palavra invocação. E ele com todo cuidado já no seu primeiro dicionário, o dicionário que está na obra produzida em 1859, Instruções Práticas sobre as manifestações espíritas, que depois vai virar o livro dos médiuns em 61, no seu vocabulário, ele já coloca essa distinção. Invocar é fazer um chamamento geral, como aqui foi feito pelo Rubens. Vamos pedir a assistência dos bons espíritos, que nos ajudem, que nos inspirem. Isso é uma invocação, é um chamamento em geral, enquanto evocação é um chamamento específico, particular,

o pelo Rubens. Vamos pedir a assistência dos bons espíritos, que nos ajudem, que nos inspirem. Isso é uma invocação, é um chamamento em geral, enquanto evocação é um chamamento específico, particular, dirigido a um determinado espírito. Então, eu vou evocar o meu anjo guardião e não os anjos guardiães. Este meu anjo guardião. Eu quero evocar Santo Agostinho. Eu quero evocar Allan Kardec. Então, na evocação, você se dirige particularmente a um espírito que você vai designar, seja por um nome, seja por uma expressão que possa identificar quem você, com quem você deveria conversar. E agora Kardec já começa a preparar para responder e já era do seu tempo, não é de hoje. Aquelas pessoas que achavam que era melhor, que o melhor caminho era a comunicação espontânea. Então ele já vai preparar o terreno aqui para mostrar que isto é um equívoco. Diz ele assim: "Pensam algumas pessoas que todos devem abster-se de evocar tal ou tal espírito e ser preferível que se espere, que queira comunicar-se?" Então, veja que essa questão é tão velha, viu? Kardec depou com essa questão lá atrás e já respondeu. OK? Agora ele vai dar o argumento dessas pessoas fundam-se em que chamando determinado espírito, não podemos ter a certeza de ser ele quem se apresente, ao passo que aquele que vem espontaneamente de seu modo próprio, melhor prova a sua identidade, pois que manifesta assim o desejo que tem de se entreter conosco. Então, aí está o argumento daqueles que propõem que deveria ser só comunicação espontânea, porque seria uma garantia melhor de de identidade, porque se ele vê espontaneamente, seria ele mesmo que vê e não o outro. Bom, antes de apresentar o argumento contrário, Kardec. Em nossa opinião, isso é um erro. Então, ele não usa meio as palavras, é um erro. aqueles que acham que a comunicação espontânea é preferível, que é o que tá sendo usado no texto, preferível do que a evocação. Ele vai dizer isto é um erro e ele vai mostrar, ele vai dar o argumento por isto é um erro, que este

nicação espontânea é preferível, que é o que tá sendo usado no texto, preferível do que a evocação. Ele vai dizer isto é um erro e ele vai mostrar, ele vai dar o argumento por isto é um erro, que este sempre é Kardec. Kardec, tudo que ele apresenta, ele dá o fundamento, a explicação, o argumento. Ele não pronuncia simplesmente uma frase, ele não para aí. Imagina que ele parasse aqui é um erro e você ficaria assim, mas onde tá o erro? Ele vai dizer porque é um erro. E nós vamos encontrar em sua obra esse a forma especial de construir uma ciência. Um grande escritor de ciência. você tem que apresentar os fundamentos. E ele vai então explicar, ele vai dar dois argumentos que eu destaquei com primeiramente, em segundo lugar. Primeiramente vai dizer: "Por que que é um erro?" Porque há sempre em torno de nós espíritos, as mais das vezes de condição inferior que outra coisa não querem se não comunicar-se. Então você imagina, olha, nós estamos no mundo de provas e expiações. A esmagadora maioria dos espíritos encarnados ou nós nós encarnados ou desencarnados, porque também nós somos espíritos, é formada de espírito da terceira ordem. Espíritos de ordem inferior somos nós. Seja encarnados, seja desencarnados. Claro que aqui ele tá falando da da comunicação com os espíritos, ele quer dar ênfase no mundo espiritual. Então, se a gente está aqui, estamos rodeados de espíritos inferiores, porque a maioria da população do mundo espiritual na Terra, não adianta a gente seir quanto a isso. Isso aqui não é um mundo feliz, não. Isso aqui é um mundo de provas, expiações. É um mundo para os espíritos inferiores ou imperfeitos aprenderem, se desenvolverem, crescerem. Se vocês têm dúvida, eu sempre brinco, se você duvida disso, é só você perguntar para você mesmo quantos seres humanos vocês conhecem que nunca tem ciúme, tristeza, inveja, mágoa, raiva, ódio. Vocês conhecem algum que nunca tiveram esse tipo de emoção? Vocês conhecem? me apresenta, porque até hoje eu tô querendo achar um desses.

cem que nunca tem ciúme, tristeza, inveja, mágoa, raiva, ódio. Vocês conhecem algum que nunca tiveram esse tipo de emoção? Vocês conhecem? me apresenta, porque até hoje eu tô querendo achar um desses. E como os espíritos nada mais são do que as almas dos homens, o que que você acha [risadas] que tem do lado de lá? A maioria são espíritos imperfeitos. Então, deixa a porta aberta, quem entra? Ah, não. Comunica quem quiser. Quem você acha que já correu pro começo da fila? esfoniado, até porque os imperfeitos eles não são educados, né? O mais o superior ele fica esperando ser convidado. Ou você, uma pessoa abre a porta ali da casa, as pessoas educadas vão entrando. Para pensar quem são aqueles que mais querem se meter nos nossos afazeres por iniciativa própria. São os inferiores. Então você não vai ter nenhuma garantia de identidade, porque se os inferiores metem, falsificam, ele pode chegar lá e mentir do mesmo jeito. Então, o primeiro ponto, Kardec Lúcido, estamos rodeados de espíritos inferiores que querem comunicar-se. Então eles costumam tomar iniciativa rapidinho se você não convidou outro no lugar. Segundo lugar agora mesmo por essa e mesmo por essa última razão, aí vem o bom senso cardequiano. Não chamar a nenhum em particular é abrir a porta a todos os que queiram entrar. Gente, são as almas dos homens. Se você na sua casa não faz isso, abre a porta, entra quem quiser. Você faz isso na sua casa. Ah, não, mas no mundo espir mundo espiritual tá cheio. Tem mais espíritos fora do corpo do que no corpo. E a maioria é inferior. Tem os montes. Aí você abre a porta, entra quem quiser entrar. E Kardec continua agora com uma metáfora inteligente. Numa assembleia, não dar a palavra a ninguém é deixá-la livre a toda a gente. E sabe-se o que daí resulta. Nós vamos correr esse risco daqui a pouco do intervalo, viu? Nós vamos dar a palavra a qualquer um. o risco. Eu já vivi situações de risco numa numa quando a gente abriu a palavra dá a palavra aqui não, que aqui só temos

e risco daqui a pouco do intervalo, viu? Nós vamos dar a palavra a qualquer um. o risco. Eu já vivi situações de risco numa numa quando a gente abriu a palavra dá a palavra aqui não, que aqui só temos amigos, pessoas queridas, né, espíritas interessados no conhecimento, mas você não você não sabe o que pode vir, né? A chamada direta. Agora vem um outro detalhe de autoridade que a gente não pode esquecer, que Kardec lembra e eu fiz questão aqui de negritar. A chamada direta de determinado espírito constitui um laço entre ele e nós. Chamamos-lo pelo nosso desejo e opomos assim uma espécie de barreira aos intrusos. Olha a lógica psicológica. Se você faz uma festa para convidados, convidados, entrou uma pessoa que não é convidado, que você disse para ela: "Meu filho, o senhor não é convidado, retire-se. Você tem autoridade. Ou se você chamou a pessoa, chamei você, não se comportou como deve, retire-se. Olha a lucidez. Quando você chama, você tem um vínculo com ele e que se ele não se portar direito, retire-se. Kardec descreve algumas vezes na sociedade espírita de Paris, em que um espírito se mete na comunicação de outro e ele percebe pela qualidade da escrita, pelo texto, pela mudança até da caligrafia, se for o médico psicólogo, e ele vai interferir. Que que história é essa? Você não foi chamado. Gente, os espíritos são como os homens sobre Kardec. Às vezes a gente fica tontinho, né? A gente acha que tá lidando com seres extraordinários que vão fazer tudo certinho, que vão ser bem comportados. Como ingenuidade, disse Kardec. Isso é ingenuidade. Não é assim. Temos que lidar como nós lidamos com homens que tem maravilhosos que você respeita e se inclina deferência pelo grau evolutivo, pela qualidade. E tem aqueles vulgares grosseiros, malcriados, deseducados, malvados, perversos, que você tem que ter uma postura educada mais firme. Caridade não abre mão da firmeza a caridade. E Kardec demonstra isso na revista o tempo inteiro. Firmeza, com educação, com caridade, mas firme, estabelecendo

m que ter uma postura educada mais firme. Caridade não abre mão da firmeza a caridade. E Kardec demonstra isso na revista o tempo inteiro. Firmeza, com educação, com caridade, mas firme, estabelecendo para aquele que fora chamado ou que não fora limite. Espera aí. Aqui é uma reunião séria. Nós estamos aqui para tratar de coisa séria. Se você veio com outra intenção, por favor, retire. É assim, é o bom senso. A eficiência, a qualidade da reunião cresce porque ali é um ambiente de seriedade, não é de brincadeira, não é tudo pode. Então esse vínculo que estabelece quando você chama a tal espírito, chamando-nos pelo nosso desejo e opomos assim uma espécie de barreira aos intrusos. Se numa chamada, sem uma chamada direta, um espírito nenhum motivo terá muitas vezes para vir conformular conosco, a menos que seja o nosso espírito familiar. Você imagina, você vai chamar um estranho, ele pode chegar, como acontece, Kardec relata na revista Caso em que o espírito cham fala: "Que que vocês me chamaram aqui? Qual foi o propósito?" Por isso ele ensina muito bem que a evocação tem que ser preparada, pensada, planejada antes. Porque imagina vai chamar qualquer, ele vai dizer assim: "Mas qual o seu propósito? Qual o seu objetivo? Por que que você me chamou aqui?" Não, chamei aqui porque o seu parente, o seu amigo levantou uma questão nobre, justa e ele gostaria que você o auxiliasse. Ah, bom. Não chamei aqui porque nós temos uma dúvida séria de estudo que nós preparamos e gostaríamos que você nos desse a sua opinião a respeito. E Kardec nos ensina como estudar com os espíritos. E ele fala, às vezes você pega um texto moral de um ensinamento moral em que o grupo tá discutindo, conversando e de repente surge ali uma dúvida ou alguém quer ouvir uma um posicionamento mais profundo, mais sério e pede a um espírito. Será que você poderia? A um espírito que a casa já gosta, já recomenda ou hoje o guardião do médium? Qual você, o que que você poderia nos dizer, nos ajudar nesta compreensão? E

e pede a um espírito. Será que você poderia? A um espírito que a casa já gosta, já recomenda ou hoje o guardião do médium? Qual você, o que que você poderia nos dizer, nos ajudar nesta compreensão? E eles vêm e ajudam, porque a missão deles nos ajudar no nosso processo de crescimento espiritual. E Kardec continua mais um pouco. Cada uma dessas duas maneiras de operar tem suas vantagens e nenhuma desvantagem haveria senão na exclusão absoluta de uma delas. As duas têm vantagens. Onde tá o problema? Quando eu excluo, eu digo só comunicação espontânea, não, só evocação. Aí eu estou errado. Eu tenho que saber usar as duas. E de que maneira vou fazer o bom uso. Kardec ensina na revista espírita, no livro dos médicos, como fazer esse bom uso de ambas as maneiras para que você sabendo, dominando o processo, tire o melhor possível disso, consiga realizar uma reunião mais eficiente, muito mais produtiva. E a gente vê exemplos na revista curiosos, né, em que um espírito às vezes se manifesta espontaneamente, narrando o seu estado após a morte, às vezes com problemas, com angústias, com tristezas profundas. E muitas vezes nós vamos encontrar o anjo guardião por outro médium, dando instruções daquilo que devia ser dado, de como deveria agir com aquele espírito, mostrando a eficiência, né? Porque se só eu, como alguém que está ali dialogando com o espírito, fosse dar orientação e eu estou ouvindo aquela aquela informação do estado dele pela primeira vez, provavelmente eu só conseguiria dar conselhos genéricos do tipo, ore, tenha fé em Deus, tenha confiança, nenhum mal nisso, mas eu só consigo ficar no conselho genérico, porque eu não conheço com profundidade aquela alma, aqueles fic está se comunicando. Mas quando eu peço auxílio ao anjo guardião pela evocação, ele sabe e ele vai poder traçar orientações mais precisas. Tem um caso curioso na revista quando Kardec narra o processo de tratamento de uma obsessão grave em que vão dialogando com esse espírito que estava ligado a uma jovem, produzindo sofrimento para

sas. Tem um caso curioso na revista quando Kardec narra o processo de tratamento de uma obsessão grave em que vão dialogando com esse espírito que estava ligado a uma jovem, produzindo sofrimento para ela. E tem um momento em que o anjo guardião diz: "Avisa as pessoas que estão tratando para não darem passe na na jovem. Isso não está ajudando, está atrapalhando o processo, porque o espírito está aproveitando disso que está sendo passado para ela, para prejudicá-la mais ainda. Então veja quem que podia supor, mas que mal faz o passe, você pensaria, né? e o espírito como tratar melhor. Então esse é o bom senso. Quando você combina evocação com comunicação espontânea, o resultado tende a ser muito mais eficiente, você ganha mais. Por isso Allan Kardec vai dizer: "O problema é quando eu excluo uma das modalidades, eu tenho que saber trabalhar as duas. Há dificuldades, há tropeços em nos dois modos. Há problemas na comunicação espontânea, dificuldades como há na evocação. E ele ensina como lidar com ambas. De tal maneira você fazer uma prática mediúnica o mais segura possível, o mais eficiente possível, que é o objetivo. Allan Kardec quando apresentou o livro dos médiuns, ele deu um título primoroso ao livro. Já pararam para observar? O livro dos médiuns ou o quê? Guia dos médiuns e dos evocadores. Guia, gente. Guia é para quê? Guia é para ser seguido. É um manual para você seguir. Não, quer fazer uma reunião mediúnica adequada com sucesso, extraindo o melhor possível, evitando o problemas, as dificuldades que ocorrem com qualquer prática, em qualquer ciência, você segue o guia, segue o manual. Ele ensina desde o começo como você faz evocação, até modelos de prece para você fazer. Como você se dirige ao anjo guardião nesse processo, como você enfrenta o problema da identidade que é grave, que ocorre sempre, quer seja numa comunicação espontânea, quer seja numa comunicação evocada. Problema da identidade está presente. Como você vai enfrentá-lo? Isso é muito importante. Ele faz esse

ve, que ocorre sempre, quer seja numa comunicação espontânea, quer seja numa comunicação evocada. Problema da identidade está presente. Como você vai enfrentá-lo? Isso é muito importante. Ele faz esse manual, esse guia. Que pergunta eu vou fazer aos espíritos? Se eu evoquei o espírito, que que eu posso perguntar para ele? Ele tem lá explicações precisas de quais perguntas você pode fazer, quais você não deve fazer. Olha, eu não conheço guia prático tão bom. explicando como você vai proceder. O que fez o Gilberto no seu livro foi aproveitar todo esse conhecimento de Carl, aplicar na casa espírita deles com sucesso e relatar no livro como é que a gente aplicou seguindo Kardec, quais foram os resultados que a gente obteve. Então, é um exemplo prático daquilo que Kardec relata na revista espírita como devia praticar, no livro dos médicos, como se devia praticar. E eles simplesmente seguiram o guia, seguiram o guia que estava lá elaborado já por Allan Kardec e estão aí com sucesso. Lembrando que, como o próprio Kardec vai alertar, somente nessa prática de interação permanente com os espíritos, seja por comunicação espontânea e especial por evocação, que você vai aprendendo a praticar cada vez melhor. Toda a ciência prática é assim. Quando eu entrei pela primeira vez num laboratório de física, depois de ter estudado teoria, eu não sabia direito como fazer nada. Você vai aprendendo. Na medida que você vai aprendendo, você vai identificando certas características que a prática te mostra. Você, ah, teoria falando, você não dava tanta importância, mas a hora que você vai pra prática, você vai aprendendo, olha aquele detalhezinho lá. E você vai aprendendo a botar em prática, praticando com fundamentos teóricos, com o guia. Então, o que a equipe do Vivenda de Luz, o que o Giba fez, foi refletir esse trabalho prático a partir do fundamento colocado por Kardec. Eles não inventaram nada de novo. Eles tiveram a coragem de praticar as orientações que Kardec colocou, nos moldes que Kardec colocou, seguindo o

ho prático a partir do fundamento colocado por Kardec. Eles não inventaram nada de novo. Eles tiveram a coragem de praticar as orientações que Kardec colocou, nos moldes que Kardec colocou, seguindo o guia que Kardec apresentou. e viram: "É que legal, né? Tá dando muito certo". E foram aprendendo, foram vendo detalhes na prática que só quem pratica que vê. Então, por isso é muito importante que a gente se depare e preste atenção na importância da gente fazer essa prática mediúnica. Não só Kardec fez no começo, ele orientou como fazer e todos os grupos da época, centenas, milhares de pessoas com que ele com quem ele correspondia, ele vai dizer na revista que correspondia com milhares de grupos, todos praticavam segundo a sua orientação. Não era algo dele, porque não era uma prática só paraa construção da doutrina, é uma prática para continuar estudando, se consolando com os espíritos. Eu às vezes fico assim assustado quando eu vejo um espírita que perde a mãe, que perde o filho, que perde o pai, que perde o ente querido, se desespera e mais assustado ainda quando ele é um médium que frequenta uma casa espírita, fala: "Meu Deus do céu, mais esquisito. Ele é médium ou tem lá um grupo de médicos com ele, ele frequenta a casa espírita, está desesperado para saber como é que tá o filho que desencarnou recentemente o pai. Esquece do consolador que era o espiritismo de levantar lá pro grupo da casa. Será que eu poderia ouvir uma palavra amiga do meu pai que desencarnou do meu filho? Aí o anjo guardião pelo médico vai dizer: "Pode sim. Ele pode, ele já está aqui. Porque se você pensou antes, é a equipe planejou e ele vem e dá aquela palavra de consolo. Meu filho, não se desespere. Estou muito bem. Minha mãe, eu tinha que ir mais cedo, fazia parte da minha experiência. Mas eu estou ao teu lado o tempo inteiro. Eu falo nos seus ouvidos e você não me presta atenção. Às vezes quando você sente saudade de mim, sou eu te abraçando. E aí a pessoa sente um consolo que nenhuma teoria

ou ao teu lado o tempo inteiro. Eu falo nos seus ouvidos e você não me presta atenção. Às vezes quando você sente saudade de mim, sou eu te abraçando. E aí a pessoa sente um consolo que nenhuma teoria sozinha é capaz de dar. E aí você valoriza esse trabalho permanente, dialogar com os espíritos. São os nossos entes queridos que vem voltam, que estão conosco, que nos abraçam, que sentem felizes de conversar conosco. Eu não deixo de evocar as pessoas que eu amo e não sou médium no sentido sensível. Evoco a minha mãe e sinto a presença dela. Não sou médium no sentido ostensivo. Evoco o meu anjo guardião quando estou com dúvidas e vem ideias, sugestões. Como eu não sou médium, se mistura com o meu pensamento. Se eu não fosse espírita há muitos anos já, eu diria que é só o meu pensamento. Mas o médium que tem a faculdade ostensiva da psicografia, da psicofonia, esse tem uma possibilidade muito maior de ser consolado, de ser instrumento de consolo. Olha que coisa linda, né? Quantas pessoas espíritas ou que se dizem espírita se desesperam diante da perda de um ente querido, né? E às vezes na própria casa espírita que ela frequenta tem lá um grupo mediúnico, mas aí vai conversar no grupo, fica esperando, quem sabe espontaneamente aquele espírito vem. Enquanto bastava chamá-lo, perguntar ao anjo guardião se poderia consolar. E você vai perceber algo muito especial, né? Quando Jesus fala que nós devemos amar ao próximo como a nós mesmos, o primeiro próximo que nós devemos amar são os próximos. A gente não parou para pensar nisso. Quando eu amo alguém mais próximo, além de amar, eu tô tendo outra virtude, que é a virtude da gratidão para com aquela pessoa que foi meu amigo, que foi meu parente, que conviveu comigo. E a gente não para para pensar, né? Por isso, os bons espíritos atendem aquelas pessoas mais próximas, aqueles que frequentam o grupo, os trabalhadores da casa. Nós vamos ver isso na revista espírita. Allan Kardec evocando os parentes daqueles que trabalhavam ali na

endem aquelas pessoas mais próximas, aqueles que frequentam o grupo, os trabalhadores da casa. Nós vamos ver isso na revista espírita. Allan Kardec evocando os parentes daqueles que trabalhavam ali na sociedade, outras casas espíritas fazendo o mesmo. É uma atitude de gratidão. O indivíduo trabalha, tá ali dando a sua contribuição, está vivendo um momento de dificuldade e e não vai ter ajuda. Então a gente tem que pensar com seriedade, né? O espiritismo não é só uma doutrina de instrução, é uma doutrina que fala o coração. E é tão bom, né, a gente saber que os nossos entes queridos estão ao nosso lado, que sentem uma alegria profunda quando nós os chamamos. E se tiverem oportunidade de falar, eles vão se manifestar e dizer o seu estado, nos convidar a continuarmos firmes, a nos desesperarmos, a não nos entregarmos ao desespero, ao desânimo. Então, este apoio que a gente recebe de um amigo encarnado, nós vamos receber desse amigo, desse parente fora do corpo. Então, a importância de se praticar o espiritismo a todo momento, porque essa doutrina consoladora que nos instrui fala ao nosso coração. E eu sempre quando lembro de uma mensagem belíssima para encerrar da revista espírita do ano de 1858, se não me falha a memória, quando Kardec fala do lar de uma família espírita. Ai meu Deus, quando eu leio essa mensagem bem baixinho, eu fico até com inveja, mas a gente não pode ter inveja porque a inveja é um vício ruim. Então, mas eu fico com vontade de fazer o mesmo. Eu não vou entrar aqui no detalhe, eu sugiro que quem não conhece entre gratuitamente na Kardec Ped, é de graça. Bote lá assim: "O lar de uma família espírita". E você vai ver o que é uma festa de Natal. Coisa mais linda. Os avós desencarnados se manifestam para receber um presente dos netinhos que faziam poesias para os avós que já estavam fora do corpo. Que coisa mais linda. E você vê aquela interação natural dos dois lados da vida. os espíritos e a família e os amigos confabulando o tempo inteiro entre eles.

ara os avós que já estavam fora do corpo. Que coisa mais linda. E você vê aquela interação natural dos dois lados da vida. os espíritos e a família e os amigos confabulando o tempo inteiro entre eles. O pai da família avisa antes, meus filhos, minha esposa, eu estou prestes a ir embora, a deixar o mundo corporal. Minha vida está se esvaindo, mas eu vou avisar vocês. Eu vou continuar vindo aqui, vou acompanhar vocês. Quero que vocês respeitem sua mãe, porque estarei de olho em vocês. E é lindo ver, passado um tempo, ele se manifesta na família e diz para um dos filhos: "Eu te acompanhei hoje, vi que hoje você não se comportou bem. E aquela criança pedir desculpas. A coisa mais linda essa interação permanente, a mulher, as crianças, os avós, os parentes encarnados interagindo com naturalidade. Esse é o espiritismo consolador em que mortos e vivos se dão os braços para prosseguirem juntos nessa escalada de enfrentar a nós mesmos, de passar por esse mundo de provas, expiações de forma mais feliz, com mais fortaleza moral, com mais ânimo, com mais disposição, acreditando em Deus, acreditando que a vida futura, que ninguém morre. E a gente às vezes esquece disso, mesmo nós espíritas que estudamos toda essa teoria nas obras de Kardec, que vemos todos os exemplos que Kardec dá em suas obras. Então fica aí o nosso convite. Vamos estudar essa obra de Kardec. Vamos ver a experiência, prática que o Giva nos traz para que a gente possa perceber na prática o quanto o espiritismo nos consola. Muito obrigado. E eu passo a palavra pro Giba. Pensa que eu chamo de Giba. A Lila puxa o meu orelha. Mas é Gilberto. Mas Giba é o amigo querido. E é claro, Giva que quando eu morrer, já disse para você, o cara que vocês me evocam e você vai saber quem me evocou que eu vou começar assim. Oi, Giba. Eu digo mesmo. Eu subir daqui, eu fiquei muito preocupado com uma advertência do cosmic. Tem um aparelhinho aqui que se a gente sair de Kardec ele apita. Então eu fiquei muito preocupado com essa com essa divertência

u subir daqui, eu fiquei muito preocupado com uma advertência do cosmic. Tem um aparelhinho aqui que se a gente sair de Kardec ele apita. Então eu fiquei muito preocupado com essa com essa divertência e vou tentar ser fiel o máximo possível, né? Eh, brincadeiras à partes. a nossa a nossa experiência, aonde chegamos até aqui na elaboração desse livro, é o fruto de uma experiência coletiva, de uma ansiedade também em relação à nossa história com o espiritismo. Tendo em vista que desde praticamente a adolescência, nós falávamos com os espíritos semanalmente. Falávamos com os espíritos, recebíamos conselhos, puxão de orelha. Poderiam perguntar aonde isso acontecia? acontecia na Umbanda, que curiosamente a estatística do IBGE deu um crescimento expressivo da Umbanda, onde falam com os espíritos, mas a teoria espírita é o que consolida a nossa convicção. E nós então participamos e participávamos desde 18, 19 anos dos trabalhos mediúnicos. num centro muito grande até hoje, Centro Espírita Luz Eterna em Curitiba, onde nasceu uma apostila que se divulgou para todo o Brasil chamado Coen, onde agora até curiosamente me atualizou Márcio Cruz, expressaram claramente serem contra as evocações. Logo quando da adolescência ou praticamente quando fomos estudar em Curitiba, com alguma perturbaçãozinha mediúnica, éramos convidados para participar de trabalhos mediúnicos onde só se recebiam espíritos sofredores inferiores, como se isso fosse uma terapia para as angústias e para as ansiedades. Então esse trabalho é amplamente difundido no Brasil todo. É um modelo que até alguns anos atrás, 5 se anos atrás, sete que fosse, era o modelo da nossa casa espírita. Mas como eu vinha com esta como que ansiedade e inconformismo em relação a esse tipo de trabalho que fazíamos, começamos a conversar muito sobre como iniciar um trabalho de vocações. E basicamente as conversas foram consolidadas. Inicialmente entre e o Júlio, que conversávamos muito, aproveitamos a pandemia para reiniciar um trabalho,

to sobre como iniciar um trabalho de vocações. E basicamente as conversas foram consolidadas. Inicialmente entre e o Júlio, que conversávamos muito, aproveitamos a pandemia para reiniciar um trabalho, como Kardecinou. Mas para quem estava acostumado, como nós estávamos acostumados, nesse tipo de trabalho, não basta dizer, vou fazer como fazia Kardec, tendo em vista o vício que tínhamos naquela modalidade de recebermos então só os espíritos inferiores em conversas improdutivas, espíritos que agriguem e que na verdade aquilo estava nos dando uma insatisfação. Mas permeado a isso e talvez simultâneo a isso, nós participávamos de eventos duas, três vezes por ano junto com o Cosmass, que promovia eventos em feriados especiais, dois, tr dias, onde de dia nós estudávamos e à noite se faziam evocações até em mesas grandes. E aconteciam comunicações muito produtivas. Dizer que vinha espíritos como Erasto, como Santo Agostinho e mesmo como Kardec era um fato que acontecia. Mas claro, aí viemos para Toledo, quer dizer, somos de Toledo, voltando à nossa mesa mediúnica, fazíamos evocações esporádicas. Ah, vamos invocar uma pessoa tal conhecida aqui de Toledo. Ah, vamos invocar talvez um parente. Mas a coisa não andava. E por que que não andava? Porque ainda nós estávamos fazendo as evocações de forma então esporádica. Não era uma metodologia. Não fazíamos como Kardec. E essa foi a maior dificuldade, tendo em vista que os nossos médiuns somos orientados a que basta que o médium esteja em uma mesa mediúnica, sinta o espírito, tenha que dar comunicação, porque é isso que foi ensinado. Nós aprendemos desta forma e dizer para o médium, então, que ele deveria entrar na metodologia onde tentasse de alguma forma identificar que fosse o espírito evocado, não foi fácil. Aí fazíamos um modelo que na verdade era uma imprecisão, eu diria um modelo misto. Deixávamos comunicações espontâneas aquelas que se destinavam ou invocações, melhor corrigindo, de forma espontânea, sem qualquer pauta, a

que na verdade era uma imprecisão, eu diria um modelo misto. Deixávamos comunicações espontâneas aquelas que se destinavam ou invocações, melhor corrigindo, de forma espontânea, sem qualquer pauta, a então ainda sem qualquer pauta. E eventualmente fazíamos as evocações dos espíritos. Então esse modelo não deu certo porque você faz um você faz o modelo adequado, o modelo como a Carnec ensinou, você propõe as evocações, você precisa de uma pauta, você precisa de uma organização. E neste contexto, então é que ocorriam eventualmente as comunicações espontâneas, mas aí quando feito dessa forma, a qualidade das comunicações espontâneas tem outra característica. Elas parece que como se adequam a sistemática proposta. Então, quando vier eventualmente um espírito nas comunicações espontâneas que de repente também perturbar o ambiente em propostas diferentes, logo de início ele é indagado e se não atender aos objetivos, ele é gentilmente convidado a se retirar. Então essa foi a grande dificuldade e a grande alegria é que médiuns novos sem esses vícios tiveram imensa facilidade de adotar esta metodologia. não estavam acostumados a receber aquelas influências pesadas que vêm dos espíritos inferiores e que às vezes começam perturbar as pessoas um dia antes. E a gente lia isso como se fosse os espíritos do bem nos preparando para no dia seguinte darmos uma comunicação. Então, aquele sofrimento que que tínhamos da pressão dos espíritos era tido como algo que estava adequado e necessário para ajudar os espíritos. Só que quando fizemos então a ruptura do modelo, adotamos precisamente as evocações, reuniões programadas, reuniões onde nós estabelecemos, por exemplo, hoje nós vamos evocar parentes e amigos, mas de acréscimo, algo importante aconteceu quando despertamos para a importância de nessas reuniões evocarmos o nosso anjo de guarda. É claro que Allan Kardec nos ensina que o anjo de guarda deve ser evocado largamente, predominantemente na individualidade a todo momento. O anjo guardião, o termo

es evocarmos o nosso anjo de guarda. É claro que Allan Kardec nos ensina que o anjo de guarda deve ser evocado largamente, predominantemente na individualidade a todo momento. O anjo guardião, o termo mais técnico que o Cosmos chamou atenção. E há uma especificidade em relação a esse nome, anjo guardião, que em outros momento certamente irá explicar com detalhes. Então, a invocação do anjo guardião tem resultado em alegrias muito importantes. Não só alegria, digamos, uma alegria fácil, mas é aquele espírito que penetra profundamente na intimidade do ser, que diz exatamente aquilo que temos necessidade de ouvir e identificamos nele alguém que nos conhece profundamente, porque entra exatamente em nossa intimidade de uma forma muito precisa. Então, muitas pessoas dizem quando nós propomos que que seria então a o convite que fazemos inicialmente fizemos as pessoas da nossa casa, que as pessoas participem das reuniões mediúnicas. Nós acendemos as luzes porque antes eram só luzes azuis que quase você não identificava a fisionomia da outra pessoa. Um médium pode escrever em psicografia e ler na hora sem dúvida, porque está enxergando o que está acontecendo. Então, o que ocorre é que a evocação do anjo de guarda traz esta abertura espiritual de nós entrarmos em contato com esse amigo que é o amigo permanente de nossas vidas. Então, quando nós convidamos as pessoas para que participem da reunião e que então evoquem o seu anjo de guarda, há uma mudança em tantas pessoas, tantas delas, até radical em sua vida, porque precisavam ouvir aquilo para saber tantas vezes se estão no caminho certo. é algo muito transformador e uma ferramenta extraordinária que a doutrina espírita nos coloca e nos traz e que nós não aprendemos ou abandonamos esta extraordinária possibilidade de entrarmos em contato com o mundo espiritual. E o que acontece é que nós, todos nós, mesmo conhecedores da teoria, quando acostumamos-nos a entrar em contato, principalmente a nós da mesa mediúnica, semanalmente

em contato com o mundo espiritual. E o que acontece é que nós, todos nós, mesmo conhecedores da teoria, quando acostumamos-nos a entrar em contato, principalmente a nós da mesa mediúnica, semanalmente com os espíritos e deles ouvir tantos ensinamentos, perceber a diferença de capacidade cultural ou de conhecimento espírita entre o médium e o tipo de comunicação, é um atestado inequívoco da certeza, da imortalidade da alma, premissa para que nós possamos ter uma lógica da existência. Então, uma das questões muito bem postas, especialmente no item nove do último capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo, é que a missão da mediunidade é provar a imortalidade da alma, significando que a missão dos médiuns, a primeira é provar, ajudar a provar a imortalidade da alma. Há algo mais espetacular do que isso? Religiões, filosofias se debateram ao longo da história na questão da transcendência, tantas boas filosofias trazendo esperanças, mas precisamente de uma forma concreta, como a ciência prática, que é o espiritismo, que são esses tipos de trabalho nos trazem. Só a doutrina espírita nos traz essa certeza da imortalidade da alma. Então eu não vejo em tantos discursos daqueles que falam sobre mediunidade, da missão da mediunidade, instruções, aprendizagem, OK? Mas sem a premissa da imortalidade da alma, sem sabermos que de fato o espírito existe e mais ainda nós vivenciarmos com os espíritos na conversa que fazemos com os espíritos diretamente. Só a doutrina espírita nos dá nesta metodologia que são as evocações. Então, há uma uma diferença extraordinária comparativamente no trabalho que fazíamos anteriormente, de uma forma sem pauta definida, cuja tese que está por trás é a de que o mundo espiritual tudo coordenaria. Mas se tudo coordenaria, porque quando há uma necessidade de um ensinamento, de uma comunicação, pessoa da mesa mediúnica em desespero, pessoa que tem um parente, que tem um amigo, por que os espíritos bons não vem aí dar a comunicação? A minha tese é que é um bloqueio a pela proposta

omunicação, pessoa da mesa mediúnica em desespero, pessoa que tem um parente, que tem um amigo, por que os espíritos bons não vem aí dar a comunicação? A minha tese é que é um bloqueio a pela proposta que as pessoas aprendemos ao longo da nossa história. Então, basicamente, dado o tempo realmente bem curto, mas isso foi combinado, né? Eh, basicamente o livro ele se propõe a fazer questionamentos, trazer fundamentação sobre essas questões. O primeiro título que eu tento responder, por que calaram os espíritos? Segundo, onde estão os espíritos? Na doutrina dos espíritos. A doutrina espírita é a doutrina dos espíritos. E onde estão os espíritos? na doutrina dos espíritos estão por toda parte, mas nós precisamos conversar com eles. Nós precisamos sentir esta realidade. E essa esta realidade se dá certamente inequivocamente nas invocações. E é a nossa experiência. Temos duas amigas aqui, 30 e poucos anos de casa espírita. Propomos, vamos lá pra reunião, desde criança, na mocidade, na evangelização infantil. Vamos lá. Que tal você falar com o seu anjo de guarda? Mas será ainda a ideia depois me falar você que ensinou a gente colocar o trabalho tradicional como uma coisa assim meio mágica, meio difícil. Mas então vamos lá. Tivemos assim que elaborar, que conversar e dissemos o seguinte: "Bom, na questão quando se trata de on de guarda, obviamente nós pedimos, orientamos que a pessoa faça as perguntas que quer fazer ao seu anjo de guarda para si próprio. Não precisa escrever como ocorre eventualmente na identificação de um parente e de um amigo. Mas tudo bem. As duas foram à mesa mediúnica e a surpresa que tiveram é que quando uma semana antes preocupadas, né, preocupadas em que pergunta eu faço do meu de guarda? Qual foi a surpresa? A pergunta era feita e recebia a resposta na hora. Eram médiuns e não sabiam. É vocês mesmo que estão me olhando. Eram médiuns e não sabiam. eram médiun e não sabiam. E claro, então, muito interessante, quando foram à mesa mediúnica, queriam

na hora. Eram médiuns e não sabiam. É vocês mesmo que estão me olhando. Eram médiuns e não sabiam. eram médiun e não sabiam. E claro, então, muito interessante, quando foram à mesa mediúnica, queriam invocar a vozinha e a vozinha chegou e elas, pela própria mediunidade identificaram claramente que se tratava da avó. Nem precisou dar muitos elementos. Claro que foram dados, muitos elementos. O contexto, o momento foi dado e foi um choro só. 35 anos na doutrina dos espíritos, sem falar com os espíritos e o morrer sem falar com os espíritos e com medo dos espíritos. aonde nós chegamos e vejamos a oportunidade que a doutrina espírita nos dá através das invocações para chegarmos a ter a certeza e a vivência da imortalidade da alma. Fosse eu fazer um texto sobre a minha convicção há 6, 7 anos atrás sobre a imortalidade da alma, talvez o meu texto não fosse diferente daquele que eu faria hoje. Mas se fosse constatar a minha certeza emocional, a minha intimidade, a minha certeza da transcendência hoje seria totalmente diferente, porque isso foi a experiência que tivemos a oportunidade de ter. Então é uma construção que foi feito lá na casa espírita para mudar uma modalidade de trabalho feita de um outro modo e que na verdade é uma opção. Jamais diria que aquilo está errado. Diria sim que nós fazemos hoje e procuramos fazer e ao modo de Kardec. Mas o modelo que fazemos é o nosso modelo, não é uma um modelo que deve ser universalizado, porque cada grupo tem a sua característica, tem o seu jeito, tem a sua metodologia, mas no entanto, o que deve prevalecer é a linha da certeza de que as evocações acabam sendo a maior caridade. Quantas pessoas chegam à casa espírita e tantas pessoas chegam à casa espírita desesperados pela morte de seus parentes, de seus amigos e simplesmente um atendimento fraterno que poucas respostas dá sem uma possibilidade, não digo eventualmente no curto prazo, mas sem dado uma esperança de que essas pessoas possam conversar com seus parentes e com seus amigos.

nto fraterno que poucas respostas dá sem uma possibilidade, não digo eventualmente no curto prazo, mas sem dado uma esperança de que essas pessoas possam conversar com seus parentes e com seus amigos. E esta metodologia é a metodologia ensinada por Allan Kardec. Talvez a maior dificuldade das evocações seja a sua extrema simplicidade. As pessoas, eu vejo comentários de tantos estudiosos da doutrina espírita que dizem: "Não, Allan Kardec fato disse do começo ao fim das invocações, eu sou a favor das invocações." E as pessoas não se propõem a começar a fazer as evocações, porque de tão simples parece difícil. Que que são as evocações? Quer dizer, claro, um conhecimento teórico, isso é óbvio, um conhecimento teórico. E se propor sentar à mesa e dizer, vamos evocar o anjo de guarda. O anjo guardião corrigente, o anjo guardião. Curioso que no capítulo formação dos médiuns, seis vezes são citados o anjo de guardião para auxiliar no desenvolvimento da mediunidade. Não conheço nos trabalhos que participei e tanto outros que eu vi, quem começou o desenvolvimento da sua mediunidade com o auxílio do anjo guardião. Desconheço e está literal, está claro de uma forma impressionante. e um item mencionado pelo Cosmo 2009, dizendo que quando Kardec diz que é um erro preferir as comunicações espontâneas, porque as comunicações, as evocações é um são propósito que nós fazemos para que nós possamos chegar aos nossos objetivos. Então essa extrema passividade que era que é a modalidade ainda predominante não condiz com a proposta da doutrina espírita que coloca o homem para usar a sua razão e a sua inteligência para que ele faça a construção da sua história. Eu busco acharás pedir o interê faz parte do processo da evolução. Essa busca para mim é o exercício pleno do livre arbítrio. Conforme nós evoluím, nós sabemos que a evolução nós utilizamos mais ainda o nosso livre arbítrio. E as evocações é o pleno exercício do livre arbítrio. E esta é a proposta que a doutrina espírita nos coloca.

nós evoluím, nós sabemos que a evolução nós utilizamos mais ainda o nosso livre arbítrio. E as evocações é o pleno exercício do livre arbítrio. E esta é a proposta que a doutrina espírita nos coloca. Tanto tinha falar, mas o tempo urge. Então vamos para o intervalo, tem um cafezinho e depois nós voltamos com as questões. Aí qualquer coisa o CMO responde. Obrigado. V.

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