Kardec sonhou com a invenção do pneu de borracha.
todo aquele contexto dos fenômenos das mesas girantes, das batidas, tudo que tava acontecendo naquela época de Kardec e já existia um movimento aí da um movimento de estudiosos realmente escutando isso, prestando atenção, intelectuais escutando essa questão ali no próprio período de Kardec, mas percebo que nem ninguém conseguiu fazer e tirar dali uma ciência como Kardec. Ele olhou para aquilo e e ele chega a dizer que ele ele chega a dizer, né, eu percebi que ali havia uma coisa. Nossa, que o que que é esse eu percebi que ali havia? Por que que outros estão percebendo? O que tem a ver com a inspiração, com a missão que a pessoa que é preparada encarnou para aquilo. O exemplo que o José deu, né, do Newton, né? Quantas quantas vezes as coisas caíram na frente das pessoas? Ninguém. Mas aí a pessoa que tá envolvida com a crise, que tem competência, é a ação dos espíritos, né? Mas nota, sempre passando pelo contexto do trabalho, da dedicação, da competência. Eh, isso é é o mais importante. Existe um texto muito interessante da R, tá em junho de 66, que se chama Um sonho instrutivo, que Kardec vai contar um sonho que ele teve num período que ele passou muito doente, ele tava de cama. E Kardec sonha com algo que ele diz que não tinha nem pé nem cabeça, ele tá sonhando com aquilo. E ele fica e curioso do por que aquele sonho aconteceu. Ele narra o sonho que ele teve, né? E aí ele fala das que sonhou com um grupo de pessoas que ele observava que tava numa espécie de reunião e aí ele vê algumas coisas escritas que à medida que ele tenta ler vão se apagando. E aquilo chama muita atenção porque ele diz assim: "Eu não estava pensando naquilo". E aí ele vai evocar o Dr. o Dr. Demer e perguntar. E e é muito interessante, leiam isso. É junho de 1866, um sonho instrutivo. E o Dr. diz assim: "Eu não sei o que que é, mas prometo que vou ir atrás e amanhã eu volto e lhe digo: "Olha que interessante isso, né? essa mediunidade real que tem nas obras de Kardec para o que a gente viu depois na literatura, né? O próprio
mas prometo que vou ir atrás e amanhã eu volto e lhe digo: "Olha que interessante isso, né? essa mediunidade real que tem nas obras de Kardec para o que a gente viu depois na literatura, né? O próprio doutor diz assim para ele, ó, o doutor espírito, né? Que era um doutor que ajudava Kardec, cuidava da saúde de Kardec, né, um médico no mundo dos espíritos. E aí no outro dia ele, Kardec evoca, ele diz: "Olha, fiquei sabendo, o sonho que você teve é realmente aconteceu, você tava diante de de pesquisadores encarnados que estavam tratando de uma nova maneira, uma forma de uma forma de evoluir a locomoção das máquinas." E aí Kardec narra o o a próprio surgimento do pneu de borracha que veio depois. E aí ele comenta, quando alguma coisa tem que ser descoberta, inventada, os espíritos encarnados estudam no mundo espiritual sobre isso, se reúnem. Por isso que muitas descobertas, invenções, pesquisas, várias pessoas ao mesmo tempo no mundo inteiro tem quando é chegada a época, aquela coisa vinha toda. Então é muito interessante esse texto. Ele é muito, evidentemente, muito mais río do que eu falei, mas eh eh pra gente ver. Então os espíritos participam disso, mas isso não quer dizer que seja papel do espiritismo através das reuniões com os espíritos, as reuniões mediúnicas, eu submeter aos espíritos questões de ciência que aí eles não vão responder. Isso tem que é uma coisa natural para as pessoas que tratam disso e que vão receber isso como intuição, inspiração, até para elas terem o mérito da obra, né? E aqui é diferente de eu usar a mediunidade justamente para descobrir essas coisas. M.
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