Entrevista sobre o livro "Evocações, o elo perdido" com o autor Gilberto Allievi
Entrevista sobre o livro "Evocações, o elo perdido" com o autor Gilberto Allievi Live especial de fim de ano. Domingo, 14 de dezembro de 2025 das 19h30 às 21h30, ao vivo no Youtube pelo canal "Kardectube" Link para comprar o livro: https://nobilta.com.br/destaques/evocacoes-o-elo-perdido Sobre o autor do livro: Advogado e empresário, Gilberto Allievi iniciou sua caminhada espírita em 1977, na Mocidade do Centro Espírita Luz Eterna, em Curitiba. Desde então, adquiriu ampla experiência em estudos e práticas mediúnicas, sendo também um dos fundadores do Centro Espírita Vivenda de Luz, em Toledo. Atuou como redator de jornais espíritas, coordenou grupos de estudo no Paraná e hoje é palestrante e Diretor do IDEAK. Sobre o livro "Evocações, o elo perdido": Neste livro, Gilberto Allievi revisita com profundidade a prática das evocações dos Espíritos, mostrando sua importância doutrinária, segurança e valor consolador, conforme ensinava Allan Kardec. Com base em experiências reais realizadas dentro de instituições espíritas ao longo de mais de 15 anos, a obra demonstra que a evocação respeitosa e consciente dos Espíritos é não apenas possível, mas indispensável ao pleno aproveitamento da revelação espírita. Um chamado à reflexão e ao reencontro com as bases da doutrina, para que o Espiritismo não se transforme em um Espiritismo sem Espíritos. Evocações — O Elo Perdido é leitura fundamental para todos que desejam compreender e praticar a mediunidade com fidelidade às orientações de Kardec. Entrevistadores: Michel Macedo (Canal Kardectube) Conteúdos diários! Curta nossos vídeos, se inscreva no canal e seja membro. Seja membro e tenha acesso ao estudo de O Livro dos Médiuns, toda sexta, ao vivo pelo Youtube no Kardectube das 20h às 21h. Participe pelo chat. Os vídeos ficam gravados. Você pode assistir todos quando quiser. Link para assinar e virar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join Siga o Kardectube nas demais redes sociais: Tiktok, Facebook, X e Instagram. Lauro Rodrigues (Canal "Estudar Kardec") José Paniago __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #espírita #ciênciaespírita #revistaespirita 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5475458764308480
Boa noite a todos, sejam bem-vindos. Eu sou Michel Macedo aqui do Kardec Tube. Sejam bem-vindos a mais uma live, nossa live de final de ano, esse presente para todos nós. Chegamos a mais um final de ano aqui em nossas lives e temos alegria neste domingo, 14 de dezembro, de termos uma live com um amigo, uma pessoa tão querida e um assunto tão importante pra gente que se dedica a estudar a obra de Kardec. Então, é com muita alegria que a gente encerra mais um ano de estudos o ano inteiro, sempre focados na obra de Kardec e com uma live com um assunto extremamente relevante para todos os que têm Kardeco, Kardecre, né, toda sua obra. A gente tem as nossas lives diárias, sempre focadas em Kardec, que todos aqui, a maioria que já estão presentes, nos acompanha o ano inteiro. Então esse é um momento de comemoração, de alegria, de mais uma etapa vencida, de se preparar para mais um ano de estudos, de divulgação. E eu gostaria já de agradecer a todos que estiveram aqui conosco o ano inteiro. você, quem estiver chegando agora, já aproveita, dá uma curtida, se inscreva no canal, é uma maneira também de nos incentivar, de nos ajudar. Como sempre, eu tenho ao meu lado os meus os meus amigos, os meus irmãos, o José Paniago e o Lauro Rodriguez. Ele, o Lauro, tá, tava na estrada. assim que ele chegar, ele já vai conseguir entrar, já vai tentar participar aqui conosco, se der tempo, mas eu passo pro José que esteve aí também conosco nas lives o ano todo para que que dê as suas boas-vindas e depois a gente passa pro nosso convidado da noite dar dar suas boas-vindas e a gente já vai apresentar ele e iniciar a nossa a nossa pequena entrevista. José, >> muito boa noite a todos. Boa noite, Michel. Boa noite, Gilberto. Uma alegria muito grande estar aqui para entrevistar o autor do livro, né, o livro Evocações, o elo perdido. Ah, vamos falar sobre o livro do Gilberto, que o motivou a escrever, ah, todos os temas relacionados, os assuntos relacionados a esse tema das evocações, que é um tema que sobre o qual nós
lo perdido. Ah, vamos falar sobre o livro do Gilberto, que o motivou a escrever, ah, todos os temas relacionados, os assuntos relacionados a esse tema das evocações, que é um tema que sobre o qual nós falamos muito, né, nos nossos estudos de quarta-feira. Quem nos acompanha sabe que a gente fala bastante sobre esse tema, porque ele é um tema fundamental, como como o próprio subtítulo da obra diz, né? A obra aqui do Gilberto, eu tô com meu eu estou com o meu exemplar aqui em mãos, evocações ou elo perdido, né? Ah, ou seja, é algo que se perdeu e que o elo ele ele liga, né? Então, a gente precisa se conectar de volta ao de Kardec. Eh, e nessa conexão o tema da das evocações é fundamental, né? Então, vamos conversar um pouco sobre isso. Já damos aí as boas-vindas também aos nossos amigos que sempre nos acompanham, já estão colocando os comentários aí, ã, perguntas, né, podem surgir ao longo da live também. Nós temos muitas perguntas sobre o eh pro Giba sobre o tema, né? Então, vamos ver se vai dar tempo da gente conseguir congregar todas as perguntas aí. Ah, e a gente se conta sempre com os comentários do dos nossos do público, né, que que tá nos assistindo e ouvindo. Então, vamos lá. A gente passa a palavra pro Giba para ele dar o boa noite dele e em seguida a gente continua com a entrevista. Não, boa noite a todos. É uma alegria e uma satisfação ter a possibilidade de nós fazermos alguns comentários sobre esse livro, realmente que é uma grande motivação e que marca certamente para mim uma importante etapa nessa lida com o trabalho do espiritismo e de Allan Kardec. >> Isso aí. Então, primeiramente, eu quero mais uma vez aqui em público agradecer o Gilberto pela disponibilidade, a parabenizar ele por essa excelente obra e que a gente tenha aí uma ótima conversa, como o Gilberto já comentou um pouquinho, como é que vai funcionar, a gente vai fazer algumas questões aqui que a gente procurou recolher com os amigos mais próximos, a gente lê o livro, a gente formulou algumas questões
omentou um pouquinho, como é que vai funcionar, a gente vai fazer algumas questões aqui que a gente procurou recolher com os amigos mais próximos, a gente lê o livro, a gente formulou algumas questões sobre o tema. Ah, eventualmente também o pessoal vocês podem mandar as perguntas de vocês e assim a gente vai conversando, tirando dúvidas. O bom é que aqui sempre falta tempo, Gilberto. A gente sempre vai precisar de uma segunda, de uma terceira conversa, porque a conversa rende, né? Então, que a gente tenha uma uma ótima uma ótima noite com a participação de todos aí. Eh, bom, como a maioria das pessoas que estão aqui presentes devem saber, foi lançado agora, acho que foi, eu não lembro se foi em outubro ou foi em novembro, né? Agora já tô perdido nas datas, mas agora entre outubro e dezembro foi lançado o livro do Gilberto, a gente falou bastante aqui em diversas lives, o livro Evocações, o elo perdido, né, que a gente tratou logo aí de adquirir e incentivar as pessoas, a o nosso grupo lá do WhatsApp praticamente eu acho que todo mundo comprou e todo mundo é unânime em dizer, né? Primeiramente é uma obra linda, né? Esteticamente assim, as cores, a diagramação, é uma obra bonita. E claro que o mais importante é o conteúdo, né? Alguém que se dedicou a pesquisar, se a fundamentar, argumentar, comparar, tendo Kardec e toda a sua obra, né? A obra de Kardec. Então é uma obra muito profunda que remete a Kardec e ao mesmo tempo é uma obra simples que a gente lê aí com sem nenhuma dificuldade, a gente lê com prazer, né? Então, parabenizar o Gilberto, mas para aquelas pessoas que não conhecem Gilberto, antes da gente entrar propriamente na obra, eu acho importante a gente entender um pouco sobre o autor, né? Porque isso também eh chega até as pessoas, assim como o autor um dia conheceu Kardec, despertou paraa importância das evocações, muitas vezes a pessoa que tá nos ouvindo se identifica ouvindo como é que foi o processo de chegar até aqui, né? Então, por isso que a gente julgou importante
espertou paraa importância das evocações, muitas vezes a pessoa que tá nos ouvindo se identifica ouvindo como é que foi o processo de chegar até aqui, né? Então, por isso que a gente julgou importante também, antes de tratar da propriamente da obra, pedir permissão pro Gilberto para que ele falasse um pouquinho dele, né? Quem é o Gilberto, aonde ele mora, qual é um pouco da sua história e como é que ele chegou, ouviu falar pela primeira vez no espiritismo. E às vezes ouvir falar pela primeira vez espiritismo não significa na prática ouvir falar em Kardec, né? Então, quando é que chegou a primeira ida na Casa Espírita? quando é que conheceu as obras de Kardec e quando é que nesse processo todo entendeu, olha, é Kardec o o o meu a minha referência, né? É Kardec aquilo que eu quero estudar, seguir e aprofundar. Eu começaria então pedindo pro Gilberto falar um pouquinho dele nessa história. >> Muito bem. Na verdade, o meu contato com a questão espiritual foi a partir dos 13, 14 anos, quando a minha mãe me levou numa médium, eh, que era uma médium de Umbanda, mas uma pessoa com uma mediunidade extraordinária. ela tinha uma grande eh digamos o que você pode falar hoje, né? Fala um médium de incorporação, seria a possessão, onde ela tinha uma linguagem eh indígena que eu nunca entendi e sempre havia uma assessoria pra gente entender como que eh o que o espírito falava. Ela se transformava totalmente, não lembrava nada de tudo que acontecia. E aí, por alguns 4, 5 anos, eu acabei eh tendo experiências semanais de comprovação de elementos importantes que me davam a certeza que de fato era um espírito que estava falando. E nessa mesma, nesse local, o espírito que era, digamos, lá da Umbanda sempre dizia: "Não, você é mesa branca". Eu pouco entendi o que era mesa branca. Não sabia que que que as que as mesas tinham cour, né? E aí quando eu fui então com 18, 19 anos para Curitiba, eu tive a felicidade de encontrar um grande centro espírita chamado Centro Espírita Luz Eterna, que aonde nasceu
s que as mesas tinham cour, né? E aí quando eu fui então com 18, 19 anos para Curitiba, eu tive a felicidade de encontrar um grande centro espírita chamado Centro Espírita Luz Eterna, que aonde nasceu aquele modelo Coem, né, Centro de orientação, educação mediúnica, e que a época ele tinha uma grande importância, uma grande relevância e é um grande centro a espírita até hoje, tenho amigos até hoje lá, no entanto, eh, Eh, todo toda a sistemática, ela seguia o que todos os centros espíritas de alguma forma seguem, que a pessoa entra no desenvolvimento mediúnico e acaba, então, tendo a opção, a única opção de atender espíritos, digamos, eh, sofredores. É uma coisa que eu questiono muito, né? Na hora que você mais precisa de um carinho, de um apoio, de um abraço, né? A lembrança que eu tinha daquele espírito amo que sempre consolava, chego no centro espírita, eu não encontrei nada disso. E aí para você, digamos, se equilibrar, você é levado a aprender a mediunidade no modelo tradicional. E esse modelo tradicional faz com que você só eh tenha contato com espíritos dessa natureza, espíritos sofredores, espíritos agressivos. Na verdade, olhando retrospectivamente, é algo que aconteceu, mas que me serviu, digamos, de alguma forma para ter alguma experiência eh mediúnica, talvez além dessa inicial coletiva. Então, ali em que pés de tudo isso, eu comecei a conhecer Kardec. E aí eu comecei de fato eh ler a obra de Kardec, ainda também aquela questão que todos passamos, né, lendo outras obras eh que se achavam, digamos, coerente com a doutrina espírita. E acabamos então entendendo que eh quando conhecemos Kardec mesmo, quando nós começamos a a nos aproximar das de alguns grupos de encontros que tínhamos há isso há 15 anos atrás, eh quando o Cov fazia encontros em feriados especiais, eh, onde vários conhecidos do Brasil, Pine o próprio Shibenio, Alexandre e tantos outros Eh, haviam essas reuniões de aprendizado de Kardec, era aprofundamento de Kardec, só que o não é só o quê? à noite, então,
rios conhecidos do Brasil, Pine o próprio Shibenio, Alexandre e tantos outros Eh, haviam essas reuniões de aprendizado de Kardec, era aprofundamento de Kardec, só que o não é só o quê? à noite, então, se faziam grandes reuniões mediúnicas com evocações e aí vinham espíritos de grande de grande espiritualidade, vinham poesias, vinham questões muito bacanas eh eh nessas reuniões. Então, além disso, nesse grupo, às vezes faziam-se outras também reuniões onde a gente foi começando compreender as evocações, falar com espíritos mais elevados e fomos tendo aquele gosto, né, de perceber que a doutrina espírita tem muito mais profundidade do que a gente supunha. Eu, no meu caso, aquilo que eu supunha. Então, na verdade, eu acabei então eh, digamos assim, tendo esse contato mais forte, né? Aprofundei muito mais Kardec e quando então chegou a pandemia, a nossa casa é uma casa média, uma casa espírita média. Eh, então os grupos como que se desmontaram e no recomeço nós então eh resolvemos fazer as pessoas estudarem sobre as invocações e foi prontamente aceita essa essa possibilidade de estudarmos as evocações e começamos a praticá-las. Então essa prática eh que realmente então acabou dando o resultado de todo esse esse trabalho que nós até agora nós colocamos. >> José, >> eh, a gente queria saber um pouco mais, Giba, sobre os eventos que ocorriam com o Cosm, né? você comentou que anos atrás se realizavam esses eventos em Curitiba que aconteciam as evocações. A gente queria que você contasse um pouquinho como é que como é que se davam esses eventos e qual que foi a importância deles para você. Então, em feriados especiais, que fosse carnaval, que fosse dia dos mortos, duas, três vezes por ano. Então, eh, pessoas de várias partes do Brasil, um número de 30, 40 pessoas com esses personagens que eu falei, tantos outros, né? Eh, nós nos encontrávamos e estudávamos durante o dia inteiro pontos fundamentais de Kardec. interessante. Eu ainda lembro até hoje eh o penúltimo capítulo do Evangelho
ue eu falei, tantos outros, né? Eh, nós nos encontrávamos e estudávamos durante o dia inteiro pontos fundamentais de Kardec. interessante. Eu ainda lembro até hoje eh o penúltimo capítulo do Evangelho segundo Espiritismo lá na chácara do cosmo. Então ficamos três dias estudando eh esse tema e o tema não acaba, não acaba e o tema ele é palpitante. Quer dizer, o C não conseguia fazer a gente estudar muito, aprender muito sobre esse esse tema. Tá aparecendo a Rosana aí agora, a Rosana eh que participava também desse grupo, tantos outros. Fizemos uma grande amizade com várias e várias pessoas. Então essa parte foi fundamental, inclusive com a a aproximação eh digamos que tivemos dessa firmeza kardequena que o C M nos colocava e os argumentos falam por si e como diz o o Kardec, não precisa de defesa, precisa de conhecimento. Então quando nós começamos a conhecê-lo, né, então isso também é um fator que digamos importante. Mas lembrando aqui, eh, já no ano 2010 a gente fazia na nossa casa espírita evocações esporádicas. Então, nós sempre contamos, né, que havia um padre aqui muito conhecido, que alguns católicos o tem como até um santo. E uma pessoa brilhante. que o nosso então presidente é o Rubens Braganhoso, eh foi aluno de filosofia dele e nós começamos evocá-lo. Foi uma experiência muito bonita, muito interessante e os textos e a própria evolução desse sacerdote no espiritual, no conhecimento do espiritismo, foi assim uma coisa impactante. O problema é que nós fazíamos as evocações e nós sabíamos o passo seguinte, o que fazer depois, né? fazia devocação, porque a pauta eração, mas depois faz o quê? Aí continuava o modelo tradicional de espíritos que vinham reclamando, atacando e e resultados que como não são suscetíveis de avaliações, é uma completa incógnita, né? Então a a grande questão foi essa parte de a gente fazer a transição eh entre um modelo e outro. Essa foi a maior dificuldade que nós tivemos. E e aí eh posso dar mais detalhes depois interrompendo aqui, vocês podem fazer
tão foi essa parte de a gente fazer a transição eh entre um modelo e outro. Essa foi a maior dificuldade que nós tivemos. E e aí eh posso dar mais detalhes depois interrompendo aqui, vocês podem fazer perguntas e esse tema posso retomar aí então com mais detalhes. >> É, a gente vai, essa é uma das dúvidas que a gente vai tratar hoje contigo, que é exatamente o que acontece hoje. Já tem pessoas muito interessadas e que já entendem a importância da vocação, mas o que elas mais perguntam é: "Mas e como é que eu faço? como é que eu começo. Eh, e esse livro ele tem tá ajudando muito para esse processo de transição, a pessoa que já entende e a pessoa que vai fazer. Mas antes de nós chegar propriamente nessa parte, eu gostaria de tratar contigo o seguinte. Pelo que eu percebi da tua história, ela é muito parecida com a de muitos que hoje se dedicam a estudar Kardec, que é o antes e depois que passa pela figura do Cosm. Eu acho que a grande maioria de nós teve um antes e um depois do Cosm, quando a gente toma conhecimento dele falando em Kardec e a gente começa a enxergar a importância e a relevância e a grandiosidade de Kardec mais ainda, né? Eu acho que ele tem esse papel. Eu lembro que eh eu lembro que eu ouvia falar dessas reuniões, eu não cheguei a participar, né? Mas a gente sabia desse diferencial, né? que eram reuniões que que as pessoas se encontravam para ficar dias estudando Kardecando as evocações. Eu lembro que eu tive também essa esse essa transição, né? Eu era alguém muito envolvido com movimento espírita. Acabei chegando àqueles grandes eventos que a Federação do Paraná fazia, aqueles encontros estaduais. E eu lembro muito bem que tinham lá a a os grandes oradores participando e aí apareceu um tal de Cosmácia ali falando junto, né, uma terceira pessoa e a gente ficava, eu lembro da gente indo no em em algumas excursões para para Curitiba e um pessoal falava assim no ônibus, mas quem será que é esse CM aí? Podia ter deixado só os outros oradores e eu também não
cava, eu lembro da gente indo no em em algumas excursões para para Curitiba e um pessoal falava assim no ônibus, mas quem será que é esse CM aí? Podia ter deixado só os outros oradores e eu também não conhecia. Eu tinha uns 15, 16 anos. não recordo bem a idade. E eu lembro que a primeira vez que eu sentei para ouvir o Cosm falar, eu fiquei em choque, no bom sentido, né? Porque eu lembro que foi um evento que ele pegou uma uma questão do livro dos espíritos, uma e ficou 3 horas falando. E aí eu tive aquela sensação, e é isso que eu quero devolver para ti a pergunta, se foi, se é também o que aconteceu contigo. Eu tive aquela sensação assim, é isso que eu tava buscando, é isso que eu queria, porque eu tinha aquela, geralmente a gente participava de grupos que as pessoas liam 15, 20 questões em 45 minutos e ele pegou uma questão e foi palavra por palavra. Eu lembro que aquilo me chocou muito. Eu voltei de lá com a cabeça assim, eu preciso saber mais quem é esse homem. E aí depois a gente começou, ele começou a ficar mais conhecido mais aqui pro sul para nós, pelo menos, né? pro pro movimento espírita, embora ele já tivesse há muitos anos, mas foi uma virada de chave que depois veio aí com o IPAC, depois com IDAC, que agora tu faz parte, mas eh eu pediria para te falar um pouquinho mais sobre isso, a importância do Cosm como esse também ajudar nessa transição pra gente dizer: "Olha, vou ter que estudar a obra completa de Kardec. Kardec é o cara. Eu gostaria que tu comentasse mais dessa relação aí, Gilberto Cosmass, >> olha, na verdade, eu até comentava com do começo, né? Ah, eu tinha a sensação que eu que eu sabia tudo de espiritismo. Eu tinha lido todas essas obras aí, eh, passo de centenas. Aí um dia eu até falei com o Cosmo, Cosmo, você veio estragar festa, Cosmo? Eu ach que eu sabia tudo. Agora você vem dizer que eu não sei. Ele não falou isso, né? Mas deduzindo-se exatamente eh da percepção e da forma que nós líamos, né? Eh, a doutrina espírita. Então, na verdade também não
abia tudo. Agora você vem dizer que eu não sei. Ele não falou isso, né? Mas deduzindo-se exatamente eh da percepção e da forma que nós líamos, né? Eh, a doutrina espírita. Então, na verdade também não foi um processo fácil, foi um processo de alguma forma difícil, porque eu também estava muito convicto da do modelo tradicional. E aí hoje eu percebo que aqueles que não têm esta possibilidade ou esta abertura de de ter este conhecimento, a dificuldade que tem de mudar o modelo é algo certamente impactante porque as pessoas estão naquela mesma linha que a gente foi acostumado, né, naquela visão dos grandes médiuns que também tiveram grande trabalho, sem dúvida nenhuma. Mas no entanto, essa mudança ela não foi fácil, mas só que eh o argumento principal que eu tinha e era o seguinte: é muito lógico, né? Até em função da gente tá na área do direito, eh o argumento dele não tinha como combatê-lo. Isso me incomodava. ou eu ou eu combato o argumento dele ou eu vou com ele. E aí eu vi fui com ele porque os argumentos dele eram absolutamente consistentes. >> Só antes do José aqui tem a Rosana comentou: "Olha, o Mote sempre foi estudar Kardec, entender o espiritismo. As evocações aconteceram de maneira a ajudar na compreensão dos textos. Estudávamos com os espíritos. Evocar era um meio, não é isso, Gilberto? Exatamente. Exatamente. Ela lembrou bem, esse também era um dos fatores, né? Eh, tantas dúvidas que se tinha, pegavase alguns textos lá do Evangelho. Eh, eu lembro um agora, não sei qual o conteúdo, tem uma questão lá no no nesse capítulo eh 27 do livro dos espíritos, os chamados preconceitos de rotina, que consta lá como uma um dos obstáculos eh para as pessoas, digamos, se aproximarem, digamos, de Deus. Então, esses temas eram perguntados e sempre eram respostas muito importantes, muito inteligentes, né? Muito focadas. Usana lembroua certinho. Ela era uma tão ativa participante quanto eu. Então, e exatamente nós aprendíamos com os espíritos, né? No caso do livro, eu não
tantes, muito inteligentes, né? Muito focadas. Usana lembroua certinho. Ela era uma tão ativa participante quanto eu. Então, e exatamente nós aprendíamos com os espíritos, né? No caso do livro, eu não fiz questão de fazer esta abordagem, já que eu quis trazer para um terreno assim mais eh acessível às pessoas, mas mesmo esse tipo de de comun de de de aprendizagem com esses com esses espíritos, nós também fazemos, mas não foi objeto do nosso livro. José, >> é, eu acho que para todos nós o Cosm a conhecer o trabalho do Cosm de muitas outras pessoas também, né? Mas o Cosmo é um marco mesmo para pra nossa trajetória dentro do movimento espírita e e realmente depois dele a gente passa a estudar de forma mais aprofundada a a obra em si de Kardec e perceber várias várias ideias equivocadas que a gente tinha sobre o espiritismo, né? Depois a gente vai corrigindo. Bom, mas agora já entrando, né, Michel, diretamente no texto, em todo esse debate sobre sobre as evocações, etc., o Giba já comentou um pouco sobre essa essa ideia do modelo tradicional, como se realiza as reuniões mediúnicas e a a como Kardec propõe que se realize, né? Então, Giba, eu queria saber um pouco mais de você, eh, entrar um pouco mais em detalhes o que seria, como se, como se dá esse modelo tradicional, a maneira como se fazem as, as reuniões mediúnicas no modelo tradicional dentro do movimento espírita e quais seriam as principais diferenças com relação à maneira como o próprio Kardec propõe que se pratique a mediunidade? É, e como eu coloco de forma bastante clara, né, no livro, e o modelo tradicional, eh, falando rapidamente, é aquele modelo onde as pessoas acreditam que o mundo espiritual tudo coordena e que os médiuns, que a mesa, na verdade, tem que aceitar tudo da forma que vem, com pouca capacidade, digamos assim, de de indagação. Então, uma vez que o espírito ali estando e vindo pelo mundo espiritual, os médiuns que estão aí estão em uma missão. No entanto, os resultados não são suscetíveis de avaliação.
ssim, de de indagação. Então, uma vez que o espírito ali estando e vindo pelo mundo espiritual, os médiuns que estão aí estão em uma missão. No entanto, os resultados não são suscetíveis de avaliação. Exatamente. A ciência espírita eh não não faz uma pesquisa, digamos, para saber da eficácia desses resultados. E eu diria até que seria impossíveis por uma razão muito simples. Como você, quando você tem um espírito, digamos, desses espíritos mais difíceis, eh, ele vem à mesa mediúnica, começa muitas vezes agredindo o grupo, falando eh horrores, e aí com meia meia hora ou menos de palavras doces, ele já se converte. você não tem elementos para saber, para evocar ele numa próxima reunião para saber se de fato ele foi auxiliado ou não. Então, uma coisa bastante eh eh difícil de se avaliar, até porque quando o quando Allan Kardec fala nos trabalhos da da obsessão, a obsessão é um trabalho bilateral, um trabalho não é uma situação em que envolve o encarnado e o desencarnado, correto? normalmente por situações que tm a ver com o passado. Então o trabalho normalmente ele não é feito para uma pessoa, para ajudar uma pessoa, ele é feito de uma forma muito genérica. E os espíritos que estão aí, os maus espíritos, eles estão a todo canto e nem por isso são necessariamente espíritos eh obsessores. Pode ser com grande potencial de ser obsessores, mas não são necessariamente obsessores. Então, eh esse tipo de de situação é o que eu chamo de modelo tradicional. E aí que eu pergunto, se ele é dirigido pelo mundo espiritual, como não vem eventualmente um conselho, um amigo, um anqu, um parente, um amigo dar um estímulo às pessoas? Será que as pessoas não precisam do amparo, de um apoio, de um colo, de um carinho? desencarna um parente da pessoa à mesa e a pessoa eh não evoca o espírito, fica lamentando, fica chorando, ah, ele está se recuperando. Quando o Kardec fala que você pode evocá-lo no dia seguinte até para ajudá-lo. Mas o ponto de virada, como eu disse no início, que nós fazíamos, eh, evocações
ca chorando, ah, ele está se recuperando. Quando o Kardec fala que você pode evocá-lo no dia seguinte até para ajudá-lo. Mas o ponto de virada, como eu disse no início, que nós fazíamos, eh, evocações esporádicas, né? eu citei esse sacerdote e alguns outras outras comunicações também. Foi quando veio um espírito eh bastante difícil, muito inteligente e o então digamos eh dialogador, né? Não sei exatamente o evocador, né? como a o Kardec utiliza a palavra, se desdobrou eh de toda maneira, falou em Jesus e foi uma coisa assim bastante difícil e o resultado foi nenhum. Como nós estávamos já nessa busca, nessa transição, nós eh optamos na mesma reunião para pedir para evocar o seu anjo de guarda. O anjo de guarda do espírito veio. E então o dialogador se dirigiu, falou assim: "Mas do que que eu errei? Do que que eu errei?" Daí o espírito, eh, o anjo de guarda com aquela bondade falou: "Meu querido, né, aquela educação, aquela firmeza, você fez o seu melhor?" Sim, meu amigo. Estou há milhares de anos com esse espírito. Estou há milhares de ano com esse espírito. Não é assim que nós vamos eh ficou subentendido, não falou claro, não ia dizer: "Olha, vocês terceira hora e não tenho essa pretensão". E aí, então, eh, foi a virada de chave, onde nós entendemos que a, a, essa, esse tipo de espontaneidade, esse tipo de espontaneidade para atender espíritos relatariamente não produzia resultados, não dava satisfação. E aí então nós resolvemos dizer, né, então estudando Kardec, que até podem vir espíritos eh digamos em sofrimento, em dificuldades, como vieram, mas por evocação, especialmente suicidas, pessoas conhecidas, né, e que são foram trabalhos maravilhosos de auxílio. Então não se diga que estaríamos eletizando, não. No caso concreto, nós fizemos evocações. Coincidentemente, eh, houve três, quatro situações de suicídio que foram evocados, eh, o ano de quadro, orientações importantes, tirando toda aquela imagem, né, cabulosa que se fez, o espírito suicida que estaria nos vales. Nós não vimos nada disso, como
suicídio que foram evocados, eh, o ano de quadro, orientações importantes, tirando toda aquela imagem, né, cabulosa que se fez, o espírito suicida que estaria nos vales. Nós não vimos nada disso, como também Kardec, você vê quando Kardec fala isso, você não vê nada dessas coisas assim totalmente eh, digamos assim que seriam até digamos contra a justiça divina. E nesse ponto aí veio a dificuldade dos próprios médiuns da mesa no modelo então tradicional que diziam: "Não, mas se tem um espírito aqui do lado, ele tem que dar comunicação". Então, teve médiuns que não conseguiram ficar à mesa porque estavam acostumados aquela forma, aquele modelo e eles então acabaram saindo. E a surpresa é que médiuns jovens começaram a vir, então, algo muito importante, extremamente importante, e que ninguém do modelo tradicional, quer dizer, no modelo tradicional faz que a formação dos médiuns com os anos de guarda. Esse é fundamental. As pessoas ainda têm aquela imagem, né, eh, de alguma forma que nós somos inacessíveis, né, à espíritos superiores. E quem sou eu para receber um ano de guard, quem sou euou para receber determinado espírita? Isso é corrente no modelo tradicional. Eu sei que eu estava lá. Eh, então, eh, e a formação dos médiuns, né, o modelo tradicional de seguir Kardec, mas a questão se não sequer a formação dos médiuns, que é a base, é o início, é a parte estruturante não é feita com anjo de guarda, no capítulo fala seis vezes o anjo de guarda. Como nós estamos seguindo Kardec e tendo esta esta digamos essa formação? E a formação com anjo de guarda, ela é belíssima, porque você imagina, né, o médium chega a casa, eh, no modelo tradicional e a primeira reunião que ele vale, né, quando se propõe, de repente são aqueles espíritos agressivos e que assustam as pessoas, como já aconteceu, muitas pessoas vão embora, nunca mais voltam. pessoas às vezes com excelente mediunidade porque no fundo sente que aquilo não está certo. Não estamos dizendo que no que no modelo, então com as evocações tais
pessoas vão embora, nunca mais voltam. pessoas às vezes com excelente mediunidade porque no fundo sente que aquilo não está certo. Não estamos dizendo que no que no modelo, então com as evocações tais espíritos podem não possam ser atendidos, não é isso. Mas a questão é que a formação dos médiuns eh não é feita como Allan Kardec eh ensinou. E então todos os capítulos sequentes perdem quase que é o sentido. Eh, se o trabalho é para receber apenas espíritos eh sofredores qual é o sentido do capítulo identidade dos espíritos? Qual o sentido do capítulo evocações? Qual o sentido das perguntas que se podem fazer os espíritos? que eh no modelo tradicional fica absolutamente restrito o campo de o campo de conhecimento em relação aos espíritos. Então essa assim grosso modo e eu não sei se eu certamente não respondi que é muito mais amplo, né? Podem acrescentar alguma questão para eu para eu responder, >> certo? Não, com certeza. A gente vai pegando alguns pontos do que tu já comentou e vamos tentando desenvolver. Antes disso, eu quero mostrar para todos que estão aqui excelente, um excelente presente de Natal, né, seja pra gente mesmo ou para algum amigo, para algum parente. É justamente essa obra do Gilberto, né? Eu quero mostrar aqui rapidinho para todos, caso quem esteja aqui eh ainda não adquiriu. Então, para adquirir o livro do Gilberto, eu vou colocar aqui na tela para vocês verem. o site onde vocês podem encontrar. Vamos colocar aqui. Aí, ó. Não sei se tá tá bem claro. Deixa eu tentar ampliar um pouco. Acho que agora tá melhor, né? Então vocês vão, ó, Kardec Books, né? Books, no plural mesmo.com. Aqui vocês vão encontrar os livros que o pessoal lá do IDEAC, principalmente a gente tem aí eh as obras de Kardecidas, tem as obras do Cosm, mas agora, claro, evidentemente, olha aqui, ó, você vai em cardecbooks.com, também pode ser nobilt.com.br. Tem as duas maneiras de chegar no site. É só colocar no Google, né? Quem não quer colocar no site, escreve lá no Google que vai achar rapidinho. Ou
i em cardecbooks.com, também pode ser nobilt.com.br. Tem as duas maneiras de chegar no site. É só colocar no Google, né? Quem não quer colocar no site, escreve lá no Google que vai achar rapidinho. Ou coloca o nome do livro, o nome do Gilberto, vai aparecer o link lá. Você vai entrar nessa tela aqui, ó. Então aqui fala um pouco sobre o livro, sobre o autor. Adquiram, porque realmente eu digo isso com toda segurança, não é só pelo pelo carinho e admiração com o autor, mas é pela obra mesmo. A gente tem muitas e muitos, muitos livros lançados agora com uma obra que tem uma pesquisa tão extensa dentro da obra de Kardec, de um assunto tão importante, é realmente um um movimento espírita. Eu sempre digo aqui pro conversando, Gilberto, com o José, com o pessoal, eu digo assim: "Olha, os livros, isso inclui o teu livro, né? Os livros que estão lá no no Kardec Books, eles deveriam ter uma uma vendagem extraordinária do movimento espírita, com todo respeito aos demais autores, mas pela qualidade do das obras, né, sejam as do Cosm e agora a tua, o movimento espírita em geral teria uma obrigação quase moral de ter que adquirir uma obra com tanta qualidade, porque são obras que remetem a Kardec, que ajudam a entender e praticar mais e melhor. melhor Kardec. Então, a gente tem tanta obrinha mal escrita ou às vezes que a gente vê que o interesse é só de de vender, lançar e essas essas são obras com feitas com tanta seriedade, né? Então você que tá assistindo aqui, adquira, porque realmente vai contribuir para o seu conhecimento e a aplicação da obra de Kardec, né? Dito isso, eu quero explorar mais um pouco e eu já vou atender aqui daqui a pouco algumas perguntas que o pessoal já tá mandando, mas eu quero antes eh explorar um pouco mais algumas questões dentro disso que tu comentou, né? Há um exclusivismo no modelo tradicional, né? como tu comentou, essa ideia de só receber espírito eh sofredor, violento ou dito obsessor, como tu mesmo comentou, as pessoas acham que não são dignas de
Há um exclusivismo no modelo tradicional, né? como tu comentou, essa ideia de só receber espírito eh sofredor, violento ou dito obsessor, como tu mesmo comentou, as pessoas acham que não são dignas de conversar com os espíritos superiores e os parentes e amigos, então nem se fala, né? Os espíritas, às vezes com 50 anos de casa espírita, nunca conversaram com seus parentes mortos, o que é uma coisa que chega a ser surreal. Os espíritas não conversam com os espíritos, né? Então, eu queria já vou fazer duas em uma que é para para aproveitar. Primeiro, o que eu vejo muito, eu gostaria que tu tratasse, é a questão do lugar, o mito, né, de que determinado local é protegido, é sagrado e que você não poderia evocar os espíritos eh no seu própria casa, na sua intimidade. Essa é uma questão que eu gostaria que tu tratasse do lugar, né? E outra é algo que tu enfatiza muito de uma maneira inclusive bonita, né? eh no teu livro, que é sobre a importância da gente conversar com os nossos entes queridos, que muitas vezes ficam esquecidos dos próprios espíritas, né? >> Não, exatamente. Eh, as pessoas, o o Kardec chama, né, os romances da vida sem a ficção. Veja como o contato com os parentes de amigos, ele tem transformado pessoas. Eh, e como que nós temos feito isso? Já dando uma uma forma como nós temos feito isso na nossa casa espírita. Eh, são duas formas, uma nós fazemos no lar, que é uma situação, né? Daí é um grupo mais íntimo, né? Não são todos familiares no sentido jurídico, né? são famílias de atinidades. Daí fazemos algumas reuniões na casa, em algumas nossas casas e temos tido comunicações muito importantes. Mas aí como nós fazemos como casa espírita, as pessoas que tenham eh uma afinidade ou que já frequentam a casa e que de fato a gente sente a autenticidade em querer falar com parentes e amigos, nós os temos convidados. E aí, e por acréscimo tem acontecido algo mais extraordinário que nós sugeremos o seguinte: "Meu amigo, você fale com o seu anjo de guarda e com seus parentes e seus amigos". Então,
temos convidados. E aí, e por acréscimo tem acontecido algo mais extraordinário que nós sugeremos o seguinte: "Meu amigo, você fale com o seu anjo de guarda e com seus parentes e seus amigos". Então, como o nosso grupo não é tão grande, nem teria tempo hábil, né? normalmente máximo duas pessoas, eh, normalmente também pessoas que têm afinidades, né, entre si, e vem e falam com seus parentes e falam com o anjo de guarda. As comunicações com o anjo de guarda, elas são extraordinárias. Todos têm tido uma grande, um grande resultado e uma grande repercussão, mas você perguntam todos parentes e amigos. Na verdade, se cria um ambiente somado, né, com parentes e amigos, onde então as pessoas vêm e falam com o seu parente, com o seu amigo. E aí acontecem tantos detalhes, tantas situações que as pessoas têm absoluta certeza de que estão falando com seu parente, com seu amigo, que há muito tempo não tinham falado. Isso eh tem tido tem sido uma emoção constante para nós que paramos participamos da da mesa mediúnica, porque nós vemos assim a emoção sincera, digamos, o choro, as lágrimas de alegria que acontece. E é muito interessante porque as pessoas falam: "Não, mas como que fica essa questão da da da autenticidade da da comunicação? Eh, tem detalhes, tem datas, tem o perfume que você usava, o espírito fala isso. Não. Normalmente as pessoas são, já tem a sua própria mentalidade e relatam o seguinte: quando aquela médico, aquele médico começou a falar, eu já sabia que era meu pai, já sabia que era minha mãe. E aí o contexto, às vezes a primeira palavra que pra gente que escuta diz, não tem nenhuma autenticidade, a pessoa já cai no choro. choro de satisfação. É o seu parente que tá falando. Então, anos e anos de casa espírita, tantas pessoas que nunca falaram com um parente e com um amigo. Mas eu não preciso falar, não sei, eu preciso. Eu gostava de falar com a minha mãe em vida três vezes por semana. Não tinha assunto novo. E daí é a questão da satisfação, a questão da alegria e os espíritos
não preciso falar, não sei, eu preciso. Eu gostava de falar com a minha mãe em vida três vezes por semana. Não tinha assunto novo. E daí é a questão da satisfação, a questão da alegria e os espíritos eles quando vê os parentes, eles vêm porque t prazer e voltam com satisfação. Espíritos que estão bem, espíritos que estão alegres. Veja só, se haveria alguma proibição, algum impedimento, esses [risadas] espíritos bons e amigos, parentes, seriam cúmplices, então, de algo antidoutrinário, o que seria incabível, correto? Então, as coisas se repetem de uma forma bastante significativa e tem sido assim algo eh encantador. Eu lembro que nas reuniões mediúnicas, no modelo tradicional, os médiuns, né, eh já no domingo, no nosso caso é da segunda, né, no domingo já começava sentir um peso aqui nas costas, tal, e também não saí bem da reunião mediúnica. E hoje as pessoas têm satisfação, inclusive a opção do grupo, porque a gente aprende quando vem um de guarda impressionante. A comunicação se dirige à pessoa, mas todos nós aprendemos. É algo assim espetacular. Então, nós temos uma, eh, digamos um leque de de situações que o mundo espiritual vai criando eh situações que nós todos vamos tendo uma grande satisfação e um comprometimento. Um comprometimento. Então, e basicamente essa questão dos parentes e amigos é algo assim muito encantador. Não, não é por outra razão que o Kardec chamava essas comunicações de ducíssima consumação. Kardec não era homem retórico no sentido eh de fazer espuma, não era consistente, era lógico, porque ele fundamenta, ele fundamenta o que é a dulcíssima consolação e mostra que a questão da imortalidade da alma, outro fato importante, né, eh, eu faço a pergunta, qual a missão da mediunidade? Eu diria que a primeira é a prova da imortalidade da alma. Você podia dizer: "Não, mas é instrução". Mas se você não tem a premissa da imortalidade da alma, como que você vai eh entender e querer a que os espíritos eh falem? Então essa é muito importante. Importante que a gente
Não, mas é instrução". Mas se você não tem a premissa da imortalidade da alma, como que você vai eh entender e querer a que os espíritos eh falem? Então essa é muito importante. Importante que a gente tenha essa saber que o uma das questões muito grandes e significativas da missão da mediunidade é é a inmortalidade da alma. Tanto é que o espírito de verdade, o espírito de verdade chega em dizer que uma das missões é a conversão dos incrédulos. Como seguir um com como seguir uma orientação do espírito de essa orientação sem que a mediunidade tenha essa especificidade? Como fazer isso no modelo tradicional? Mas quem que você vai converter um incrédulo para que ele chegue à melanúnica, eh, escutando só espíritos sofredores, como que você vai converter? Então, a coisa está antes, né? Está na missão da mediunidade. A a missão da mediunidade em primeiro lugar, é a prova da imortalidade da alma, que é a premissa primeiro. O resto vem instrução de espírito, autoaperfeiçoamento, como o Kardecoloca. E eu pergunto, onde você acha isso? dessa forma, né, que a ciência prática, eh, o espiritismo prático, o espiritismo prático foi ensinado por Kardec exatamente para isso, para que não ficasse só uma teoria pendurada, mas não, que ela tivesse essa soma entre a experiência e a teoria. Isso aí. Antes do José fazer a pergunta dele, chegou aqui o nosso amigo de sempre, Lauro Rodriguez. O eu tenho, eu tenho dois amigos de ferma, uns camaradas, viu, Gilberto? Aqui o José um e agora chegou o segundo. >> É, eles t a >> a expiação deles é me aguentar, viu, nessa nessa encarnação. Agora chegou. Então eu passo pro Lauro dar o boa noite dele, se apresentar aí. Acredito que o Gilberto já o conheça também. Mas só para dar as boas-vindas, depois o José faz a pergunta dele. Depois o Lauro já pode encaminhar dele, depois a do José. Tá bom? Passo para ti, Lauro. >> Obrigado, Michel. Boa noite para você, pro José Gilberto. É um prazer enorme conhecê-lo de forma virtual, mas estamos nos conhecendo, né? E quero aqui
epois a do José. Tá bom? Passo para ti, Lauro. >> Obrigado, Michel. Boa noite para você, pro José Gilberto. É um prazer enorme conhecê-lo de forma virtual, mas estamos nos conhecendo, né? E quero aqui aproveitar e parabenizá-lo por esse livro, né, no qual nós estamos aqui juntos hoje a a tratar, que é o Evocações, o erro perdido é uma obra que vai fazer toda a diferença, com certeza. eh eh pensando no futuro, né, o resultado que essa obra vai dar, eh, a apresentando a evocação como algo natural, né, que você trata muito bem no seu livro e que o movimento espírita, infelizmente, desconhece. Então, eu tenho certeza que a divulgação eh dessa obra, ela vai fazer toda a diferença. E mais uma vez quero parabenizá-la aí por esse trabalho maravilhoso. E passo para pro José. E quero aqui me desculpar pelo atraso, mas o mineiro quando atrasa tem desculpa, viu gente? >> É isso aí. Vamos, Gilberto. Então, a gente queria eh continuando aqui a conversa, né? Eh, a gente queria saber, o Michel tinha comentado sobre a questão do local das reuniões mediúnicas, né? Esse é um ponto que no Brasil a verdade que os espíritas eh quando a gente observa todo o contexto em que foi construído o movimento espírita no Brasil, a relação com os espíritos, ela acabou sendo ah restringida ao contexto do centro espírita, né? Além de todos os outros problemas que a gente já sabe, existe esse problema. Queria saber na sua visão se de fato isso é um problema sobre a a as reuniões serem feitas apenas no centro espírita. Para alguns para alguns espíritas é quase que uma heresia você falar que vai se comunicar em casa com os espíritos, né? Então a gente queria saber, você comenta isso no no seu livro, né? Ah, qual é a visão de Kardec sobre essa questão dos locais para se fazer a reunião mediúnica, para se comunicar com os espíritos e como é que você vê isso na na prática de vocês no centro espírita ou mesmo em casa? >> Eu vou ler inicialmente só rapidamente o que o Kardec disse, aí eu faço meu comentário na revista de junho de 62.
como é que você vê isso na na prática de vocês no centro espírita ou mesmo em casa? >> Eu vou ler inicialmente só rapidamente o que o Kardec disse, aí eu faço meu comentário na revista de junho de 62. Isso Kardec falando também só podemos aplaudir ideia de vários mundos de organizar reuniões particulares de saudades. Elas têm a vantagem de estabelecer relações mais íntimas, conhecendo uma opinião em relação aos grupos particulares. Então, Kardec era absolutamente afirmativo em relação à reuniões, eh, digamos no lar. Mas aí tentando responder a questão, a nossa proposta do livro foi a seguinte: desmistificar na casa espírita essa questão do risco de se fazer reuniões na própria casa. Mas aonde você começa? Veja bem, se você está no modelo tradicional, eu diria, né? Os médicos estão acostumados a chegar e já darem passividade a espíritos pesados. Nessa visão tradicional, talvez até tenham razão, mas acontece que o modelo tradicional está errado na casa espírita, ele não segue Kardec. Então o que nós fizemos, nós estamos fazendo é exatamente trazer a ao modelo das evocações com reuniões com pautas onde tem definição de temas. Nós fazemos as definições do temas dos objetivos, correto? E então a nó, esse tipo da reunião praticamente afasta quase que todas as comunicações de espíritos, digamos, eh, obsessores, mas o médium acaba sendo eh como que se adestrado, se a palavra certa, né, ou ter a sensibilidade, melhor melhor a palavra do não receber mais esses espíritos que não estejam no contexto das evocações. Então, quando você quebra isso dentro da casa espírita, que você faz as reuniões e elas elas são hoje inclusive da luz acotamente eh não 100%, mas uns 70 a luz, digamos assim, uma luz clara. Eh, são as reuniões que nós fazemos, não é mais aquela luzinha azul que tínhamos, que nós praticamente não víamos sequera a fisionomia das pessoas. Então nós nessa modalidade o risco fica totalmente eh a palavra totalmente talvez não caba, mas praticamente não há mais eh comunicações dessa ordem, porque o
víamos sequera a fisionomia das pessoas. Então nós nessa modalidade o risco fica totalmente eh a palavra totalmente talvez não caba, mas praticamente não há mais eh comunicações dessa ordem, porque o médium tem a sensibilidade de saber que não é para aquele momento. E se for para trazer um espírito dito sofredor, ou será por evocações. Quando você então limpa essa pauta na casa espírita, correto? que aí que é a grande proposta que nós fazemos que vê que não tem mais problemas de vir espíritos de surpresa dos médios. Claro, tem um um certo conhecimento na casa esp na na no lar, aonde é onde acontecem as melhores reuniões pela intimidade. Veja, eh, na casa espírita ainda tem pessoas que têm uma certa divergência de pensamentos, modos de ver o mundo, que é absolutamente normal. Mas se você vai para a casa espírita com membros, digamos, com afinidade familiar, num numa proposta e num propósito de fazer reuniões familiares, falar com parentes e amigos, começa pelo ano de guarda, o risco é nenhum. Claro, depende sim da sinceridade das pessoas, depende que elas queiram a coisa séria. Claro, se você não quer a coisa séria, eh, em qualquer lugar nada funciona, né? Até para dirigir um carro você precisa ser cero, fazero a coisa seriamente. Então, fazendo a coisa seriamente na casa espírita, fazendo seriamente na no lar, realmente você vê que são as grandes reuniões, as ótimas reuniões, porque o que se acresce nisso é o seguinte: os adolescentes, as crianças participam da reunião, falam com seu anjo de guarda. É uma menina de de 7 anos, amiga da Médium, chama Médium pelo nome, incorpora, a palavra não tá certa. Eh, mas eh o de guarda se comunica dizendo ser o de guarda. A menina não chama o anjo de guarda pelo nome da sua amiga, chama o anjo de guarda. Eh, consegue diferenciar o que é o anjo de guarda e o que é o o e o que é. Aí a criança diz: "Eu tenho anjo de guarda". Eu falo: "Ho de guarda". E tantos adolescentes hoje que estão perdidos por aí e os adolescentes têm grande capacidade, digamos, de recepção,
o o e o que é. Aí a criança diz: "Eu tenho anjo de guarda". Eu falo: "Ho de guarda". E tantos adolescentes hoje que estão perdidos por aí e os adolescentes têm grande capacidade, digamos, de recepção, de não tem aquela dúvida cruel, eh acabam falando com o seu andarda. Isso é algo que é determinante para sua vida, porque o ano de guarda tem uma capacidade impressionante de pegar no ponto no ponto que a pessoa precisa, não tem como ela não reconhecer. Então, as reuniões no no lar, elas são realmente o grande aconselhamento de Kardec. E fazendo um adendo, né, as pessoas que seria exatamente a razão pela qual eu escrevi o livro. Quando nós começamos eh começamos a comentar que estamos fazendo aqui na na em na em nossa casa, as evo ocações, pessoas de outros centros diz: "Ah, não, se vocês estão fazendo de acordo com Kardec, eu quero ver. Eu for de acordo com CAD que eu quero ver. E aí eu me dediquei, comecei a pegar um resumo aqui, outro resumo lá e daí quando vi a coisa começou a volumar e daí os amigos iam com mais argumentos, mais argumentos. Eu tinha já a oportunidade na pandemia de terido toda revista espírita, já tinha minhas anotações lá sobre vocações, que já é um termo que me chamava atenção. E aí então foi a motivação, né, das pessoas ah se for, se Kardec disse, eu concordo. Então eu imagino que o livro tenha esse objetivo de dizer que Kardecirmativo. E digo que se não se fizer acação, não se está fazendo espiritismo. Essa que é a questão, porque são os argumentos do Kardec. Eh, no final do livro dos espíritos, no item sete, diz Kardec que a suprema consolação, o contato com os entes queridos. Suprema Consolação é que não há algo superior a ela, é suprema. E como que nós não lemos isso, né? As pessoas perguntam. Nós temos um amigo que começou então no modelo novo, né? Tem uma grande capacidade intelectual e fala: "Mas como vocês não lerem isso? Lam que tava escrito isso?" Aí fica aquela questão, é, a gente leu, né? Mas leu, mas não fez. Então essa é a grande questão, né? Dizer que Kardec
de intelectual e fala: "Mas como vocês não lerem isso? Lam que tava escrito isso?" Aí fica aquela questão, é, a gente leu, né? Mas leu, mas não fez. Então essa é a grande questão, né? Dizer que Kardec [risadas] foi absolutamente afirmativo. E tem um dado que me parece aí uma opinião, não é uma prova, não é uma pesquisa, né? Se vi na última no último begiete aumentaram o número dos urbandistas e os evangélicos neopentecostais. Aí tem um fenômeno mediúnico. No segundo parágrafo do livro dos médiuns, Kardec diz que é natural o desejo de nós nos comunicarmos com os espíritos, tirarem-se de nós. Onde estão os espíritos? Na doutrina dos espíritos. Que doutrina é essa aqui? Mas eu tenho dos espíritos e não tem os espíritos. Então essa linha, né, que nós estamos aí seguindo e na esperança que as pessoas reflitam sobre Kardec. Eu suponho que nem o argumento do que eu coloquei no livro fuja de Kardec. >> Laurinho, tua pergunta. Bom, eu eh uma vez que você falou sobre as reuniões, né, no lar, na na na intimidade, Gilberto, na pela primeira vez, um grupo que pela primeira vez a pessoa que deseja pela primeira vez, né, eh se além de se comunicar com seu o seu anjo de guarda com o familiar, qual quais seriam as primeiras perguntas que se poderia fazer, uma vez que Cadeec trata disso no livro dos médiuns, mas se trata tratando de algo muito íntimo, um parente, um pai, um amigo, sei lá, um irmão, uma mãe, um filho. Qual seria as primeiras perguntas que eu poderia fazer ao espírito eh na na na nessa primeira comunicação, Gilberto? Não, evidente que valia, né? Valia de caso a caso, né? Normalmente aquelas pessoas querem saber é meio padrão. Como é que você tá, você tá bem? como é que foi a sua a sua partida mundo espiritual? Você sofreu, você ficou dormindo? Mas da mesma forma que nós começamos uma conversa com um amigo, né? A a coisa flui quando ambos quando, quer dizer, quando o evocador seríamos nós, né, o parente, né, que estaríamos evocando, estamos com, digamos, com desejo sincero, as coisas acontecem de
amigo, né? A a coisa flui quando ambos quando, quer dizer, quando o evocador seríamos nós, né, o parente, né, que estaríamos evocando, estamos com, digamos, com desejo sincero, as coisas acontecem de uma forma muito fluente, não é burocrático, é muito tranquilo, não existe, não existe um padrão para você seguir. você percebe que é algo, é como se você encontrasse um parente de 10 anos atrás. você conversa aquilo que, digamos, vem naquele momento e muitas vezes o espírito faz certas abordagens, né, que você eh acaba indo por aquela linha de pensamento. Mas o que mais importa no o que mais importa não exatamente o conteúdo no sentido é é saber que de fato é o seu parente. E nisso esses espíritos são muito habilidosos em trazer esta comprovação, porque quando você tem essa comprovação, a conversa flui melhor. Inclusive, como diz Kardec na segunda, terceira vez, é que flui mais ainda, porque você tá mais eh você você tá mais tranquilo, você tá mais de uma forma muito melhor no sentido de de seguir esse esse trabalho que você faz com a com as pessoas. Então eu diria que é de uma simplicidade impressionante, sem burocracia, sem dificuldades, né? Porque são amigos, né? O que que você vai falar com amigo seu? Você não faz uma pauta, a coisa flui porque flui, né? >> Muito bom. Obrigado. >> Eu vou começar agora com com algumas questões que o pessoal tá mandando, mas antes eu quero reforçar mais uma vez para que todos adquiram o livro, né? é muito importante. Vocês estão vendo aí a profundidade do assunto, o quanto o Gilberto estudou, pesquisou, refletiu, sem falar na experiência da prática, né, que ele ele tem para dividir conosco. Ele que está também envolvido com a prática das evocações. Então, você adquira o livro, se dê de presente agora no final do ano, ou dê para alguém, né, ou dê para si e para outra pessoa também. Você vai entrar em cardecbooks.com ou noobilta.com.br, no bt com l, né?com.br. Você tem aqui as obras, inclusive as de Kardec, tem as obras do Cosm e em
, né, ou dê para si e para outra pessoa também. Você vai entrar em cardecbooks.com ou noobilta.com.br, no bt com l, né?com.br. Você tem aqui as obras, inclusive as de Kardec, tem as obras do Cosm e em especial hoje a gente tá entrevistando o Gilberto, que é a obra mais recente, agora lançada por eles. Evocações, o elo perdido. Aqui você tá vendo a capinha azul, você entra no site e adquira. É um excelente presente e um excelente livro pra gente ler aí. O pessoal às vezes nas férias, viaja no final do ano, pega uns minutinhos, é muito bom de ler. Mas vamos agora para as perguntas da nossa audiência aqui. O pessoal primeiro eu quero resgatar, eu vou fazer duas que são curtinhas. Aí já aproveita Gilberto para comentar. A da, a própria Rosana, ela fez uma pergunta aqui, ela diz assim: "Existem médiuns que não são de evocação ou todos podem?" E eu já emendo como a segunda, se tu me permite, que é uma do Rui, o nosso amigo Rui também, que faz parte lá do grupo do Ideac, essa alma Kardequiana, tão estudioso de Kardecos hoje. Ele pergunta: "Gilberto, como vocês fazem o treinamento de dos novos médiuns?" Então eu colocaria primeiro essas duas perguntas do nosso público aqui pro Gilberto, né? Se todos são de educação e como é que é o treinamento? >> É, sim, de fato tem médiuns que não são, digamos eh eh específicos para evocações, mas essa é uma dificuldade que quando você vai paraa prática, existem tantas situações em que praticamente e essa dificuldade como que fica superada. né? Existe o médio de vocação, aquele daquela precisão da data, do número tal, esses de fato são mais raros, mas em nosso contexto tem ocorrido, digamos, eh, comprovações de toda a natureza com vários tipos de de médiuns. Então, na verdade, nem todos os médiuns, claro, como fala Kardec, são específicos para essa especificidade de de vocações, mas não tem faltado médiuns e em nenhuma situação. Aí o Rui pergunta e a questão de como nós fazemos a formação dos médiuns, estudo do livro dos médiuns, formação dos médiuns com o anjo de
e vocações, mas não tem faltado médiuns e em nenhuma situação. Aí o Rui pergunta e a questão de como nós fazemos a formação dos médiuns, estudo do livro dos médiuns, formação dos médiuns com o anjo de guarda, começa pela psicografia, correto? Um treinamento pela psicografia, correto? se orienta que afastem qualquer pensamento ou possibilites, violentos que queiram vir. Então, esse é essa é a sistemática. E aí o que acontece é que as grandes surpresas têm acontecido, né, nesse sentido, porque tem tido resultados muito interessantes, principalmente dos médiuns não viciados e jovens, eh, e jovens que têm vindo, tem dado comunicações muito interessantes, inclusive de poesias, né, não é objeto nosso poesias, mas tem vindo poesias muito bonitas de vários autores, né, e que a gente a falta de um conhecimento ente específico, exclui o nome, coloca na inteligência artificial e consegue perceber a inteligência diz: "Não, de fato, esse estilo é parecido com o fulano e tal, pega outra inteligência e diz a mesma coisa". ainda acaba sendo uma uma comprovação, mas eu diria que o o processo de da formação dos médicos ele é muito mais sutil, ele é muito mais leve, correta, o médico o médico não fica em pânico em nenhum momento porque a coisa flui de uma forma eh eh impressionante. Às vezes, na primeira vez já vem comunicações pelo de guarda. tirar essa ideia de que nós não temos acesso a espíritos superiores, espíritos superior, a espíritos elevados, né? Quem é o anjo de guarda? Todos temos. É um espírito segunda ordem e é um grande espírito que está sempre conosco. Então, a formação rei, eh, exatamente é com o anjo de guarda. Não se não se contempla hoje em nosso modelo, né? Estamos seguindo o Kardec, que é o que nós deduzimos, correto? nós não fazemos, digamos, reuniões, então, para voltar ao modelo tradicional. E aí temos agregado muitas pessoas, muitas pessoas fazem questão de estudar, porque é algo interessante também até para atrair essa atrair n o sentido dar a experiência
a voltar ao modelo tradicional. E aí temos agregado muitas pessoas, muitas pessoas fazem questão de estudar, porque é algo interessante também até para atrair essa atrair n o sentido dar a experiência e principalmente todos que usam que estão começam a estudar a a o livro dos médiuns, nós já os convidamos, né, como fazemos com a com todas as pessoas da casa, trabalhadores, para participar da reunião mediúnica e poderem falar com seu de guarda. O teu áudio caiu. Tá sem áudio, Gilberto. >> Fechou o microfone, né? Fechou o microfone. Acho que ele tá arrumando ali. Ele tá fechado no sistema aqui. Tem que abrir. Vamos só aguardar um pouquinho ele o o Gilberto arrumar lá o microfone. Ele tá, ele aparece com o cortezinho ali, como se ele tivesse fechado. Ainda não voltou. Ainda tá como como se tivesse fechado o microfone no sistema embaixo ali. Não voltou >> ainda. Fechado. >> É, ele aparece fechado. Como se tem que ver se no microfonezinho ali embaixo ele não tá com aquele risco vermelho cortando, ele não tá identificando. É como se tivesse fechado no sistema ali na tela. Quando mexe aparece o desenhinho do microfone embaixo. Sem problema, bem tranquilo. >> Agora >> já já voltou. >> Voltou, >> voltou. Pode seguir. >> Tá onde que eu falei? >> Pessoa da casa. >> Ah, sim. As pessoas da casa. Eh, o Marx me ajudou aqui. Eh, as pessoas da casa, do grupo mediúnico, são convidadas, né, a participarem das uniões, né, eh, para terem a experiência de falar com seu parente, com seus amigos, o e já tem acontecido uma demanda de voltar. Eles querem voltar, né? É muito bom falar com parentes e amigos. Então, se cria um ambiente que eu entendo que tá muito coerente com o que Allan Kardex ensinava. Quer dizer, que veja bem, eu nunca vi, quer dizer, fora nos modelos que nós estudamos, você às vezes tá, as pessoas dizem o seguinte: "Olha, a pessoa chega meio perturbado na casa, tem que desenvolver." Isso é muito clássico, né? Tem que desenvolver. Mas se a pessoa já é meio perturbada, correta, coloca ela num tipo de trabalho
nte: "Olha, a pessoa chega meio perturbado na casa, tem que desenvolver." Isso é muito clássico, né? Tem que desenvolver. Mas se a pessoa já é meio perturbada, correta, coloca ela num tipo de trabalho onde só se recebe espíritos pesados, fluidos pesados. Mas que terapia é essa, né? me parece eh não que não se possa atender espíritos, digamos, de alta de de alta dificuldade, sempre põe e vocação. É como se colocasse a pessoa no início do do seu curso de medicina fazendo uma operação neurológica, né? Então realmente a coisa não combina. É por isso que eu acho que há um grande desestímulo, inclusive no Brasil, eh, de muitas casas não terem relias mediúnicas, porque o único modelo que se apresenta é esse, não o modelo de Kardec. Então, uma das uma das questões que nós vemos é que se voltarmos à Kardec, fazendo reuniões como Kardec ensinou, eh, formação dos médiuns através do anjo de guarda, eu me parece que a coisa irá para uma outra para um outro campo. E formação dos dos médicos com anos de guarda não é nada miraculoso. Quando você estudou a teoria, você vai para uma mesa, inicia a psicografia, como Kardec, evoque o seu ano de guarda. O que vem de bom, você coloca na você coloca no papel. Então é uma coisa de uma simplicidade muito grande. Só que daí a coisa, quando a pessoa de fácil é médium, a coisa ela já tem outras repercussões, o médio tem outra sensibilidade, é algo que realmente dá um impacto importante pra pessoa. Isso. Então, Rui, é aonde a forma que nós começamos e mostrar, não, a formação diferente do que se fazia antigamente, não é através de com espíritos sofredores. >> José >> só pra gente continuar nesse tema do anjo guardião, que ele é muito importante, né? você comentou um pouco agora sobre isso, a importância do anjo guardião no início ali do do desenvolvimento da mediunidade, né? Mas depois, com o decorrer a das reuniões, com o passar do tempo, a gente deixa o anjo guardião do lado ou o médium continua evocando? Eh, como é que como é que se utiliza
lvimento da mediunidade, né? Mas depois, com o decorrer a das reuniões, com o passar do tempo, a gente deixa o anjo guardião do lado ou o médium continua evocando? Eh, como é que como é que se utiliza esse instrumento do anjo guardião ao longo das reuniões? Qual que é o papel prático do anjo guardião pensando nas reuniões que vocês fazem aí no Centro Espírita? Eh, ele dá, ele dá comunicações morais de instrução ou vocês pedem esclarecimentos sobre alguns casos que possuiam alguma dúvida sobre outros espíritos? Como é que funciona essas essa relação da parte prática com o anjo guardião? Então, assim, quando eh nós temos uma pauta, né, uma pauta feita de comunicações, eh, devocações, normalmente temos uma pauta de vocações. Aí o próprio médium, né, aquele que tem mais o médium, digamos, ostensivo, ele tem por hábito e é uma necessidade que ele mesmo evoque o seu próprio ano de guarda, que fale com ele. E isso tem acontecido, por que pareça ou não é incrível, né? Ele tem ouvido anig essa comunicação não é para você dar essa comunicação o outro médium vai dar e tem todo uma orientação. Então assim, não é que nós falamos direto com o nosso anjo de guarda de forma ostensiva, mas o que acontece quando nós eh digamos já falamos com o anjo de guardar através de outro médium, o que tem acontecido é uma aproximação e uma certeza que de fato esse amigo eh eh está junto com você, cria uma conexão. Então, de guarda que nós falamos eh quando eu disse da reunião mediúnica, é quando vai são convidadas pessoas para ir lá falar com parentes e amigos. Normalmente muitas dizem: "Não, eu só quero falar com o meu ano de guarda, não quero falar com nenhum parente." Então a pessoa vai e fala com aniguarda, então através de médium. Daí a outra parte, digamos, como não tem pessoas de fora e a gente tem assim mesmo a pauta, o médium ele evoca, ele pede ao seu anjo de guarda se é para ele dar aquela comunicação, ele pede uma orientação de como proceder. Então aí só que daí isso acaba repercutindo em todo o grupo.
a pauta, o médium ele evoca, ele pede ao seu anjo de guarda se é para ele dar aquela comunicação, ele pede uma orientação de como proceder. Então aí só que daí isso acaba repercutindo em todo o grupo. Todos que estão no no grupo já com qualquer dúvida, qualquer instabilidade que houver, ele pede para ser o ano de guarda e não quer dizer que ele, digamos necessariamente se manifeste, mas esta conexão que você aprendeu, porque se tirou aquela ideia de que quem somos nós para falarmos com espíritos elevados, tirando essa ideia, eles são muito presentes. Isso tem um resultado bastante e significativo nas relações e na eficiência da reunião mediúnica. Então, duas formas. Uma forma então é quando vem um guarda que fala, digamos, a a pessoa querem buscar. E aí o que eu disse que é muito interessante que esses nós aprendemos muitíssimo com ele hoje, não sendo nós objetos, digamos, da a o destinatário direto. Esse espírito tem uma capacidade de passar orientações que têm um aprendizado geral aí que nos dá uma imensa alegria. Então essa é uma situação bastante significativa, falar com anos de guarda. Então são duas formas. falar a comunicação extensiva para quem visita a casa e a comunicação ostensiva, a não ostensiva na individualidade. E aí, aí é muito comum falar, não ia falar o meu, o espírito falou que não era para dessa comunicação. O disse assim: "Olha, aquele espírito é fulão de cal e várias coisas acontecem ali que dão uma digamos assim uma estabilidade maior ao próprio médium porque o anjo de guarda de fato se aproxima. O Kardec não colocou de guarda também como retórica. Ele se aproxima e você tem a orientação e os médiuns refletem isso. Isso não é médiuns assim espetaculares. Eu diria que são médiuns pessoas comuns como todos somos, e que acabam então tendo essas eh respostas, essas afirmativas. Lauro, pode fazer a tua pergunta. Bom, eh, uma vez, eh, Gilberto, quando a gente fala em reunião eh na intimidade, então é fácil até compreender que nós vamos fazer perguntas muito ligadas a
rmativas. Lauro, pode fazer a tua pergunta. Bom, eh, uma vez, eh, Gilberto, quando a gente fala em reunião eh na intimidade, então é fácil até compreender que nós vamos fazer perguntas muito ligadas a questões íntimas, né, numa reunião como a Vivenda de Luz, na casa espírita, no qual vocês fazem eh, né, tem a a habitualmente as reuniões, as evocações, quais são os assuntos mais tratados? tem assim com mais frequência um tipo de assunto eh que, por exemplo, eh, estudo relacionado aos princípios da doutrina sobre moral, sobre a parte eh eh eh eh eh prática do do espiritismo, o que que numa reunião de grupos onde há pessoas que são amigos, né, não não não familiares, o que que comumente eh se trata para os espíritos? Olha, o que mais tem acontecido na nossa casa? Eh, são dúvidas eh feitas pelo próprio grupo para para situações nossas, eh, que acabam tendo grandes aprendizados para para um número muito grande, muito grande de pessoas. Eu diria que esse essa parte que também é contemplada por Allan Kardec com bastante eh foco de nós pegarmos um tema, digamos, um tema filosófico, fazermos um estudo específico, eh eu diria que temos até feito pouca demanda, porque a demanda que nós temos para atender as pessoas que querem falar comos seus parentes, comos seus amigos, é tão grande que nós entendemos que essa é é uma é a grande caridade que nós fazemos. Mas em relação a temas eh morais, eh comentando sempre concordo, ele fala algo bastante interessante, que não há comunicações de nenhum médium que você conheça, nem o nosso grupo, nenhum lugar, de maior profundidade do que aquelas que vieram no tempo de Allan Kardec. Mas é claro que nós podemos fazer eh eh digamos assim reuniões específicas para a nossa instrução, mas elas têm acontecido, mas mais focadas aos nossos interesses ou dúvidas que temos. Qual que meu papel nesse grupo aqui, o que que eu devo fazer? Eh, algumas questões e que t a ver com o nosso agrupamento para orientar a eficácia dos do nossos resultados. Essas não têm faltado. Elas
Qual que meu papel nesse grupo aqui, o que que eu devo fazer? Eh, algumas questões e que t a ver com o nosso agrupamento para orientar a eficácia dos do nossos resultados. Essas não têm faltado. Elas têm vindo até de forma espontânea muitas vezes e muitas vezes nós fazemos reuniões temáticas nesse sentido de aprendizagem. Então essas nós temos bastante. Quando nós precisamos um tema, os espíritos desenvolvem de uma forma assim maravilhosa. >> Obrigado, Gberto. >> Eu vou pegar aqui mais duas questões do pessoal que tá nos assistindo. Inclusive, foram duas questões da mesma pessoa, foi da Angelie Delcore. Ela diz assim, ó, primeiro ela faz uma pergunta curiosa, né, Senhor Gilberto, a ideia de lançar o livro foi do senhor ou foi uma sugestão do seu anjo da guarda? E a segunda, tá ligado ainda ao anjo da guarda, se tu quiser tratar um pouquinho mais, Gilberto, ela diz assim, ó: "Quantas comunicações são suficientes para saber se pertence ao anjo da guarda? Sei que a identidade dos espíritos vem pela linguagem, mas como chegar à conclusão dessas comunicações analisadas? Então eu acho que ela quer saber, bom, a gente deve começar pelo anjo da guarda, mas como saber que é ele, né? Eu acho que essa é a pergunta dela e sobre a ideia do livro, né? Como é que surgiu a ideia para escrever o livro? E aí vem o tema da identidade, né, Michel, que a gente também queria perguntar pro Gilberto. >> Isso. Isso. Olha, eh, quando vem a comunicação eh do Anarda, ela tem eh tal profundidade, tal especificidade, eh, que pessoas que nem tm profundidade espírita dizem: "Olha, eh, ele pegou no ponto certo." Há pessoas que nós orientamos assim, olha, no caso das comunicações, digamos, de parentes amigos, é necessário que a pessoa antecipe pequenas perguntas, né, a questão do perfil, mas quando você trata do ano de guarda, nós falamos assim: "Olha, faça as perguntas para você mesma, as que as que você quer falar com ante guarda." A pessoa faz uma lista de uma lista de perguntas, ela monta as perguntas para ela mesmo e
, nós falamos assim: "Olha, faça as perguntas para você mesma, as que as que você quer falar com ante guarda." A pessoa faz uma lista de uma lista de perguntas, ela monta as perguntas para ela mesmo e quando o anjo de guarda capa de falar, ela fala assim: "Você já respondeu tudo, todas minhas perguntas já respondeu. Então você quer, quer dizer, você tá de boa fé, de boa intenção, você quer mais eh consistência do que as responder coisas da sua intimidade a pessoas que com 10 minutos mudaram a vida. pessoa queria ir pro estrangeiro, tinha uma profissão e de repente eh do nada a pessoa não fez pergunta nenhuma, ela acabou tendo respostas que deu um definiu a vida dela mesma. Então a questão da Então não é a questão de primeira, de segunda, é a questão de do conteúdo dela sempre elevado. Porque veja bem, se um espírito elevado dá uma comunicação elevada, conteúdo elevado e diz que é onde guarda, você não teria nenhuma razão para dizer que não é. Mas não é só a questão dele dar o nome e o son de guarda. O conteúdo da mensagem, o conteúdo da mensagem é que realmente faz com que você tenha essa validação. E na verdade a questão saber se foi o me de guarda ou não foi, a ideia do livro, na verdade eh eu sempre fui um questionador, né? E como eu disse, quando veio o cass, né? Tirou meu chão, né? tava tão bem, tão confortável no modelo tradicional. E aí, eh, foi uma sequência que foi acontecendo, não foi uma coisa específica. O meu de é mais sutil, ele não grita na minha vida, é mais sutil. Vou sentindo, vou sentindo. Eu acho que ele fica aí fazendo, sabendo se de fato eu quero escutar, não quer interferir no meu livre arbítrio, né? Então eu acho que certamente se a coisa é boa sempre tem a sugestão do mundo espiritual. Agora se for ler específicamente eu não posso falar. >> É o José agora, né? >> Ah. Ô Giba, então você comentou um pouco atrás sobre o tema do do atendimento aos espíritos sofredores, né? que a gente percebe lendo o seu livro e também conhecendo alguns alguns grupos que
a, né? >> Ah. Ô Giba, então você comentou um pouco atrás sobre o tema do do atendimento aos espíritos sofredores, né? que a gente percebe lendo o seu livro e também conhecendo alguns alguns grupos que existe essa essa prática, esse hábito nos modelo tradicional sobre de atendimento aos espíritos sofredores, né? E e o o o parece que na transição para o modelo de Kardecos sofredores que vão ser evocados, né? Ah, o movimento espírita parece que ele se habituou a fazer uma um atendimento em série de espíritos e parece que se preocupa mais com a quantidade do que com a qualidade em si, né? Eu queria que você falasse um pouco sobre isso, o tema do atendimento dos espíritos sofredores. Eh, se no modelo de Kardecimento qualquer espírito sofredor ou inferior e sobre a qualidade do atendimento a esses espíritos e a eficiência que eh que ocorre isso no modelo de Kardec, >> não? Então, na verdade, assim, eh, o Kardec ele contempla e fala mais de uma vez, inclusive no capítulo sobre as obsessões, que nós podemos e até vivemos, né, atender espíritos e em sofrimento ou obsessores, mas a premissa são as evocações. Eh, sem as evocações, você não tem controle de qualidade, você não sabe se é esse de fato esse espírito. Então, eh, citado na revista espírit citado no livro e eh há casos em que o Kardec época orientava o tratamento de de de obsessões e que, na verdade, foram 8, 10 reuniões e alguns até sem resultado. Então, o que nós eh vemos que o modelo tradicional ele faz um trabalho em série, mas em série em quantidade. Mas como eu disse, como você não tem elementos de validação, como você supõe que tudo é o mundo espiritual que dirige, então vem espíritos, vem, vem espíritos e acaba você não tendo, você não sabe se de fato eles foram atendidos, você não tem uma resposta, pelo menos no no nos modelos que eu participei, que que como eu disse veio, que é um modelo muito conhecido, que era do co lá do centro espírita luz Eterna em Curitiba. Então, e esse modelo não te dá validação. Então, nós, eh, como eu
u participei, que que como eu disse veio, que é um modelo muito conhecido, que era do co lá do centro espírita luz Eterna em Curitiba. Então, e esse modelo não te dá validação. Então, nós, eh, como eu disse, não temos nenhuma, eh, nenhum impedimento, nenhuma orientação para não atender espíritos em sofrimento, eh, ou mesmo obsessores. Mas lembrando que quando você fala em espírito obsessor, você tem uma pessoa que é obsidiada, uma pessoa que é atendida. Então você atende a pessoa e atende então o espírito obsessor quando for o caso. No entanto, teve uma situação até que eu acho que que eu acabei citando no livro em que uma pessoa não estava bem e evocou-se então esse espírito obsessor por várias sessões. final ele veio, digamos assim, convertido, mas com um conselho. Disse o seguinte: "Olha, eu não estou lá, mas tem outros lá". E aí o anjo de guarda em seguida disse o seguinte: "Olha, o problema é que ela precisa se transformar, a pessoa precisa ser transformada. Ela é o mel que está atraindo esses espíritos. Então, espíritos dessa natureza tenham outros. E e no caso que era para ajudar determinada pessoa, você não ajuda porque a obsessão até tem, se você Kardec é um processo bilateral. Então, na verdade, nós acabamos assim tendo pouca demanda até agora, porque a verdade nós temos lá 5 se anos, né, se você se for observar, e ainda, digamos, uma reunião por semana e com tanta demanda só pro pessoal da casa espírita, quantas reuniões nós estamos fazendo para dar oportunidade de falarem com parentes, falarem com amigos, falarem com anti guarda e já tá tendo uma demanda para as pessoas pessoas repetirem essas comunicações e todas relatam coisas assim maravilhosas, mas de fato pode ser atendidos, mas sempre por evocação. Eh, existe, claro, daí já é a questão da teoria lá que existe as comunicações espontâneas, mas neste modelo de atender espíritos sofredores no modelo sem evocações, é um modelo que nós achamos que não é um modelo contemplado por Kardec. Lauro, antes da tua questão, eu vou
ações espontâneas, mas neste modelo de atender espíritos sofredores no modelo sem evocações, é um modelo que nós achamos que não é um modelo contemplado por Kardec. Lauro, antes da tua questão, eu vou aproveitar mais uma vez para falar sobre o livro, mostrar o site do livro e pedir a todos que estão aqui assistindo a live que curtam o vídeo e quem quem puder também se inscreva no canal. Dessa maneira você ajuda esta live também a ser a chegar a mais pessoas. Então curta. e se inscrevam no canal. E eu vou mostrar aqui agora a página inicial do site lá do Kardec Books para quem quer agora adquirir o livro e também as demais obras, né, todas pautadas no estudo de Kardec. Deixa eu colocar grande aqui. Olha aqui, ó. Quando você abre, então você para adquirir os livros, você vai em cardecbooks.com. Aqui você tá vendo esse aqui é um é um livro de Kardec pouco conhecido, o Espiritismo na sua mais simples expressão, que agora o pessoal do IDAC eh fez aí uma revisão da tradução e reeditou e relançou, né? É um é um pequeno livreto que a pessoa é um livreto escrito por Kardec, né? Lançado aí pelo pelo pessoal do IDEAC, da qual o Gilberto faz parte, né? da qual o o Cosm é também um um dos fundadores. Então você pode adquirir aqui um livreto de Kardec. Você tem também, é muito legal, eles estão fazendo agora pro Natal os combos, né? Olha aqui, ó. Você pode comprar dois dois livros, né? Um do Cosm, Os Espíritos e Os Homens, que trata da segunda parte do livro dos espíritos. São reflexões em formas de diálogo. O próprio livro do Gilberto aqui, ó, da capinha azul e ainda ganha grátis o livreto de Kardec, né? Então também tem o kit pra gente dar de presente agora a você. Então, além de adquirir o livro do Gilberto, tem os do Cosm e tem obras de Kardec. E como eu falei, além da qualidade do conteúdo, o capricho das das edições, né? aqui o livro do Gilberto. Então você vai em cardecbooks.com ou nobilt.com.br e você adquire o livro. É o que tem de melhor aí no movimento espírita. Na minha
conteúdo, o capricho das das edições, né? aqui o livro do Gilberto. Então você vai em cardecbooks.com ou nobilt.com.br e você adquire o livro. É o que tem de melhor aí no movimento espírita. Na minha opinião, que se refere a Kardec são os livros que estão aqui, né? em especial o livro do Gilberto que nós estamos tratando agora à noite. Então não deixe de adquirir porque realmente vocês estão vendo aí isso tudo que o Gilberto tá falando é um um pequeno pedaço de tudo que o livro apresenta, né, dando as referências, tudo completinho. Então é muito bom. Então visite o site, adquira os livros, compre o livro do Gilberto, que realmente não é não é simplesmente qualquer presente, é algo de conteúdo pra gente aprender e refletir. Agora então é a vez do Lauro, pode fazer sua pergunta. Eu quero aproveitar aqui eh e também, né, a pessoa adquirir esse livro Evocações e levar para a casa espírita, né, mostre para o seu dirigente, faça uma proposta de estudo desse livro, quem sabe é um é um motivador para se estudar o livro dos médiuns e retomar essa prática da evocação na casa espírita. também é uma sugestão que acredito que seria excelente. Eh, eh, Gilberto, ainda dentro da da questão aqui da da do que tratar com os espíritos, né, do anjo guardião, enfim, eu perguntaria para você sobre a a questão dos espíritos sofredores. Ah, nos grupos no tempo de Kardec se evocavam muito espíritos de pessoas que haviam morrido, haviam falecidos ali muito recente. O próprio Kardec fez isso em várias ocasiões, né? Eh, eu pergunto para você, no grupo de vocês, isso já aconteceu? Acontece, por exemplo, de um amigo que morreu, uma pessoa que suicidou, um acidente, enfim, e que vocês interessaram em invocarem esse espírito? Eh, qual foi o resultado, se isso ocorreu, se teve um resultado positivo, enfim, gostaria aí também que você falasse um pouco sobre isso, >> não? Perfeito. Até muitas até muitas vezes nós temos feito isso, né? Inclusive é interessante quando, por exemplo, teve um caso de um suicida, eh,
ia aí também que você falasse um pouco sobre isso, >> não? Perfeito. Até muitas até muitas vezes nós temos feito isso, né? Inclusive é interessante quando, por exemplo, teve um caso de um suicida, eh, naturalmente nós usamos a seguinte metodologia, nós evocamos o ano de guarda, né? eh, pedindo se pode o espírito ser evocado. E muitas vezes eh vem o vem o espírito dando de guarda e vem o próprio espírito evocado. Então, no caso de dificuldade, como na como é previsível no caso de de suicídio, claro que as dificuldades são imensas do espírito. E tem várias outras situações que nós fizemos devocações, né? eh assim até particulares. Por exemplo, a minha mãe eh desencarnou, nós 48 horas depois nós nós evocamos ela, tá impedido no livro, né? E foi um fato também mostrou uma lucidez extraordinária. E tem outras pessoas que nós evocamos e que de fato não estão bem. Então, é uma multiplicidade de situações e temos sim evocados eh pessoas logo após a morte no sentido que coincida com o dia da reunião. Nunca fizemos assim como que especificamente eh fora da data, mas na data, né, se fosse na sexta-feira, na segunda-feira, nós já temos evocado. e sim, sempre tem elementos muito importantes e conforme na situação a evolução do espírito, ele mesmo vem dar comunicação ou o homos de guarda vem dar um suporte e tantas vezes agradecer eh pelo apoio, pela ampar que está se dando. E acaso, inclusive que eles têm dito o seguinte: "Olha, neste momento agora e uma semana depois, como foi o caso, no caso que me recordam, ele não pode dar comunicação, mas aqui alguns dias você pode novamente, nós fizemos, evocamos novamente e o espírito já estava numa outra situação melhor." Então, eh, cada situação, claro, como em tudo, é uma situação diferente. Nós temos feito isso e tem tido sempre resultados bastante importantes e interessantes. Só lembrando também, pessoal, que na descrição aqui da live vocês vão encontrar também o link para comprar o livro, tá? Então o pessoal aí de repente abaixo do vídeo tem a a descrição da
nteressantes. Só lembrando também, pessoal, que na descrição aqui da live vocês vão encontrar também o link para comprar o livro, tá? Então o pessoal aí de repente abaixo do vídeo tem a a descrição da live, você encontra ali também os sites, o link do site para achar os livros que a gente mostrou aqui. Se alguém for comprar e tiver dificuldade, deixa no comentário, olha, tô tentando comprar e não consegui, que daí a gente ajuda, tá? Eu vou ler aqui mais a a pergunta do do pessoal que tá nos assistindo agora, do nosso amigo Ebert, que faz parte aí do nosso grupo que estuda conosco. Ele fez duas perguntas, eu vou ler a primeira aqui. Ele diz assim: "Como entender a sutileza entre médium de eh intuído e inspirado? Tenho essa dificuldade de extinguir, faço treinamento e escrevo o que vem na cabeça, mas temo estar tirando da minha própria imaginação. É uma das perguntas que geralmente as pessoas fazem. Gilberto, eu estou iniciando a prática, tenho ali a mediunidade de inspiração, mas a pessoa fica na dúvida, será que é coisa da minha cabeça? Como é que eu faço para distinguir se é do espírito? se tu puder tratar, >> não. Na verdade, assim, eh, eu diria que isso aí é o traquejo mesmo. É, mas a a o médium ele precisaria cada vez mais ter mais confiança e e na sua na sua faculdade, no seu ano de guarda e treinando, escrevendo, porque aí ele vai percebendo as diferenças e as e as sutilezas quando é o pensamento dele ou quando não é, quanto a forma certamente que a dele, porque eu, principalmente na intuitiva ou essa ou inspirada, se é a capacidade ade intelectual do médium que que é colocada. Então que ele faça sempre um digamos assim, tenha mais confiança, tenha mais fé e se entregue mais, porque aí a coisa fluirá mais. e que não da e no momento em que está acontecendo a a comunicação, que ele não seja crítico, não fica pensando na minha cabeça, escreva, que é só você e você, o espírito mesmo ou você e você mesmo. Então, escreva, vai escrevendo, depois você faça uma análise. É, e normalmente
ão seja crítico, não fica pensando na minha cabeça, escreva, que é só você e você, o espírito mesmo ou você e você mesmo. Então, escreva, vai escrevendo, depois você faça uma análise. É, e normalmente se você fizer esse treinamento e e lembrando sempre na hora que vai fazer a a comunicação, concentre-se no anjo de guarda. Tente fazer a sintonia com o anjo de guarda, não só no momento eh durante quando você for dormir, você peça para que para que ele oriente você especificamente nessa parte. Isso vai criando uma leveza maior e ele vai saber distinguir exatamente o que é dele e o que não é dele. Gilberto, só para aproveitar o gancho aqui, já passo pro José, mas a é uma pergunta da Estela que tem a ver também, né? A Estela pergunta assim: "Gilberto, pode-se fazer sozinho esses contactos também?" Que é uma pergunta que tá ligado a isso, né? A pessoa pode fazer sozinho? >> O Kardecenta exatamente eh que a pessoa faça o treinamento até sozinho, né? eh 15 minutos por dia e de preferência em horas em determinados horários. E sempre lembrando então que na hora que faça isso tente invocar o seu ôn de guarda ele está 24 horas conosco, ele sempre está conosco. Nós precisamos só abordá-lo. É isso que eles insistem. Eu não posso interferir no seu líder bíor, mas se nós nos propusermos a conhecer, ele estará ali. Então, sem dúvida nenhuma, esse é o caminho que nós orientamos. José, tem uma pergunta da Miriam também, Michel, que eh se você puder colocar na tela, eu posso ler. Tá em cima da pergunta do Ebert, Miriam Montin ela pergunta sobre essa parte mais prática também da comunicação, né? Ah, ela disse, ela diz o seguinte, Gilberto, os médiuns se comunicam por psicografia e ou também verbalmente? Nesse caso, vocês gravam para acompanhar a continuidade de determinadas comunicações? >> Perfeita, perfeito. Aman, aí faz parte do IDEAC. Eh, os médiuns se comunicam por pografia, claro, bem então escrito e verbalmente, né? E aí o que acontece? Todas elas são gravadas. São gravadas. Depois nós avaliamos e nós fazemos a
z parte do IDEAC. Eh, os médiuns se comunicam por pografia, claro, bem então escrito e verbalmente, né? E aí o que acontece? Todas elas são gravadas. São gravadas. Depois nós avaliamos e nós fazemos a transcrição dela. Então todas as comunicações estão gravadas. Isso não cria nenhum nenhum constrangimento a ninguém. O o telefone o gravador fica ali na frente e todos temos então essa a gravação. Eh porque nós fazemos então um dos trabalhos que nós fazemos que eu eh que eu acho que nós não comentamos é a validação, né? Essas mensagens eh quando não são puramente pessoais ou são instrutivas, nós aproveitamos em cada período, cada dois meses mais ou menos, nós fazemos uma avaliação das mensagens e certamente então eh porque são gravadas é que são transcritas. que hoje tá mais fácil de transcrever pelos sistemas eletrônicos que temos. Então todas são gravadas e aí claro nas psicografias aí elas são são colocadas então depois lá no Word e tal, a gente faz também um arquivo de todas as mensagens que nós temos. Lauro, Gilberto, e essas reuniões, hum, que acontecem, é, quantas vezes na semana e qual o tempo de duração de cada reunião? >> Ah, normal, é só e na casa espírita é toda segunda-feira, começa às 20 horas e acaba aí próximo das 10 horas. Não é uma não é exato nunca depois das 10 horas. Então é esse o tipo de reunião que nós fazemos aí quando há uma certa demanda de fazer reuniões familiares, daí normalmente o pessoal do grupo faz domingo eh na na casa de quem for escolhido ou eventualmente conforme a situação também eh no dia de semana, mas não são assim de alguma forma são mais esporádicas. A tradição nossa é na segunda-feira. Muita gente falando aqui que adquiriu o livro, que tá comprando o livro. Legal. Pessoal vai, eu posso dar certeza que o pessoal vai adorar. Eu já li o livro, já li duas vezes o livro e e cada vez que a gente relê, a gente vai tirando mais entendimento e noções práticas, né? Aqui tem uma pergunta da Lígia que é a mãe do do José. Quando a mãe
já li o livro, já li duas vezes o livro e e cada vez que a gente relê, a gente vai tirando mais entendimento e noções práticas, né? Aqui tem uma pergunta da Lígia que é a mãe do do José. Quando a mãe pergunta, a gente tem que colocar a pergunta na tela, né, José? Senão depois tem puxão de orelha. A mãe do José pergunta assim, ó. >> Gilberto, pode nos dizer se já evocaram espíritos que estão encarnados no momento em que o corpo dorme, que é uma coisa comum. H, na revista, né, Gilberto Kardec tinha também em alguns momentos de que eles narram evocações de pessoas encarnadas e se a evocação parece que ficou também na as pessoas acabaram abandonando essa prática mais ainda, né? Não se tem mais o hábito de evocar os encarnados. Vocês chegaram a ter alguma experiência assim? Sim, na verdade foi uma experiência eh havia há uma pessoa na que tem um problema, digamos, mental, não consegue se manifestar, eh, digamos, acamado, né, na casa de derrota, digamos assim, a pessoa tem grandes deficiências. No encontro se apresentava muito uma pessoa muito revoltada, agressiva, especialmente com a mãe. E o que que foi feito? começou-se pedir ao anjo de guarda se poderia evocá-lo quando ele dormisse. E aí foi feito um preparo, isso tá no livro inclusive, eh foi feito um preparo, né, um preparo desse, digamos assim, dessa pessoa, porque claro, ela não conseguia responder, mas falar com ele, olha, nós vamos evocar você, o seu angrientando feito um trabalho de preparação dessa pessoa encarnada para que ela fosse invocada. E o que acontece? O que aconteceu então quando foi feita a invocação, né? Eh, no caso foi feito no reduzo familiar, certamente o rapaz estava dormindo na faixa nos 40 anos. E ele então foi evocado e disse que a a raiva que ele tinha e que que que na verdade apresentava uma raiva inclusive com a mãe dele, na verdade era a incompreensão, a raiva do que realmente ele escolheu. E aí depois dessa comunicação, ele mudou completamente o seu estágio mental, passou aquela revolta. E aí também houve
a mãe dele, na verdade era a incompreensão, a raiva do que realmente ele escolheu. E aí depois dessa comunicação, ele mudou completamente o seu estágio mental, passou aquela revolta. E aí também houve uma orientação de que continuasse a família eh fazendo orações com ele, conversando com ele, mesmo que ele não tenha uma resposta assim objetiva verbalizada. Isso deu foi um fator de bastante transformação. Então, eh, foi algo que foi uma necessidade, talvez uma intuição, né, do pessoal nosso que que acabou fazendo essa evocação. Então, uma evocação de de uma pessoa encarnada porque tinha um objetivo, né? E fazer uma evocação desencarnada que talvez não tivesse um objetivo, talvez não tivesse lá muito sentido e talvez não tivesse sido produtivo, mas no caso foi feito com a orientação do ano de guarda desde o começo e várias vezes ele foi orientado de como fazer. Então é um fato que nós temos e que também se comprovou e a grande comprovação é que a pessoa mudou o comportamento. Isso que foi importante, a família ter mais pais porque uma pessoa já doente em casa revoltada é um problema e muito mais assim afetiva é outra situação que melhorou muito, inclusive o ambiente da própria família. José Gib, eu queria que você falasse um pouco sobre evocar um espírito a pedido de alguém, né? Ah, Kardec chega a comentar sobre isso no livro dos médiuns. Quando a gente começa a participar de um grupo ah de vocações e começa a conversar com as pessoas, familiares, logo vem os pedidos, né? Ah, vocês poderiam evocar tal espírito para mim, etc. Eh, como é que funciona isso na dinâmica do grupo de vocês e como que Kardec vê isso, né? Eh, eh, é recomendável, não é? Existe alguma alguma recomendação para se fazer evocação quando a pessoa que está pedindo não está presente no grupo, né? É, o Kardec sempre eh menciona claramente que é melhor que a pessoa esteja presente por uma questão de validação. Eh, houve casos, é bom saber que a pessoa não estava presente e no caso e a comunicação não correspondeu.
eh menciona claramente que é melhor que a pessoa esteja presente por uma questão de validação. Eh, houve casos, é bom saber que a pessoa não estava presente e no caso e a comunicação não correspondeu. No entanto, muitas outras corresponderam quando a pessoa pediu. Mas como que nós levamos à mesa? Nós não levamos por simples curiosidade no sentido curiosidade é é importante, mas se nós não validarmos o interesse da pessoa, né? Não não não é uma uma entrega de vocações a domicílio, né, em domicílio, como as pessoas possam imaginar, não. Nós, todo mundo tem um certo critério saber por a pessoa quer evocar, porque não quer evocar, correto? e temos tido bastante resultados bem positivos nesse sentido. Um caso que me recordo agora, eh, a irmã evoca o irmão e ele diz na carta eh que ele ficava muito feliz quando ela sentia as velas para ele. Claro, o elemento de identificação, né? Então, a distância. Mas então, quando a pessoa não tá presente, a gente eh quando faz isso sempre coloca com as reservas. Olha, a gente não tem certeza, realmente a gente não não conseguiu validar se é ou se não é, mas eu diria que a a as negativas foram minoritárias, mas o ideal sempre é que a pessoa esteja presente. Daí o resultado ele tem uma avaliação muito mais próxima. Então assim que nós fazemos. Lauro, eu gostaria de fazer uma pergunta agora, Gilberto, um pouco mais eh sobre o grupo de modo geral. Bom, eh a nesse formato, né, que que hoje vocês usam, que a evocação, eh o que que mudou entre os componentes do grupo? Ah, há algum problema de fazer uma avaliação, uma crítica de determinada comunicação? Como que os médiuns se comportam diante dess dessas análises? Gilberto, >> olha, em relação às comunicações, eh, nós nós o nosso discurso é é tipo assim, a comunicação entre o espírito e até quando vem bons espíritos, eh, até uma questão espíritos elevados que se comunicam, às vezes por vários médiuns, por exemplo, e aí não temos tido problema no sentido de o médium, né, ficar ofendido quando você avalia aquela
os, eh, até uma questão espíritos elevados que se comunicam, às vezes por vários médiuns, por exemplo, e aí não temos tido problema no sentido de o médium, né, ficar ofendido quando você avalia aquela comunicação. caso em que ele mesmo mede fala: "Olha aqui, tá incoerente, o texto tá incoerente e vamos ter essa comunicação como eh descartável e o mesmo apócrifa, né? Porque esses espíritos são muito habilidosos, né? O espírito mal, né? Eu eu eu defendo inclusive no livro que a intenção de cessar as comunicações eh é uma proposta das sombras, né? aonde eu faço uma análise crítica que o movimento espírita está abandonando as comunicações, as comunicações que trazem a prova da imortalidade da alma. O que é importante, né, como eu disse no começo, onde estão os espíritos na na doutrina dos espíritos. Então, acho que essa parte da é muito relevante a gente ter e essa questão de os espíritos poderem se comunicar, de nós darmos a oportunidade desses espíritos falarem, deles dizerem, porque nos aproxima, porque esta é a doutrina de Kardec. Eh, a evocação, digamos, é um ensinamento novo que Kardec trouxe. Digamos que antes elas não existiam como um conhecimento formulado, né? N por outra razão, lá no Evangelho inclusive cito, né, no no livro, quando os espíritos dizem graças às relações estabelecidas doravante e permanentemente, dizendo que de agora em diante permanentemente entre o homem e o entre os homens e o mundo invisível, a lei evangélica que os próprios espíritos ensinaram a todas as nações, já não será a letra morta, Porque cada um a compreenderá e se verá incessantemente compelido a pô-lo em prática aconselha de seus guias espirituais. Isso está na introdução do Evangelho Segundo Espiritismo para dizer que os espíritos estão aí para se comunicar e nós não podemos eh romper esse canal. Isso é a profecia da mediunidade. Não foi só para a época de Kardec para que os espíritos viessem, mas não. Ela é para transcender e para o futuro. Então as comunicações com os espíritos
r esse canal. Isso é a profecia da mediunidade. Não foi só para a época de Kardec para que os espíritos viessem, mas não. Ela é para transcender e para o futuro. Então as comunicações com os espíritos é a linha central do ensinamento de Kardecito do Espiritismo. esse retrato da origem, natureza, destino dos espíritos e suas relações com o mundo espiritual. Como contemplar esse conceito? Limitando a comunicação dos espíritos exclusivamente no chamado modelo tradicional? Como compatibilizar? Onde estão os espíritos, como eu disse, na doutrina dos espíritos. Então, acho que temos que realmente fazer uma reflexão muito importante sobre o que nós estamos fazendo com a doutrina espírita. Eu tenho por mim que a doutrina espírita atingirá os objetivos que Kardec sonhou previ quando ela foi praticada como ensinada. Enquanto nós não não não avisarmos, não praticarmos como ensinada, vamos ver estatísticas estagnando o número de espíritas no Brasil. E quantos jovens gostariam de falar com seus amigos espirituais, com seu anjo de guarda? Que poderiam falar? Quantas famílias que hoje, né, os pais espíritas sonham com seus com seus filhos que pudessem seguir o espiritismo, mas não falaram com os espíritos. E os espíritos estão aí abertos, né, a falar conosco. E esta é a doutrina que o Kardec trouxe. É isso que nós precisamos refletir, isso que nós precisamos buscar entender. A doutrina dos espíritos com os espíritos. Lembrando que conhecido o tema texto que tá na revista espírita, Kardec fazia uma severa crítica, né? Eh, aqueles que já pregavam a época o espiritismo sem os espíritos, mostrando que isso era uma atitude incompreensível, que os críticos que não entendem de doutrina espírita não espírit se compreendem. O que não se compreende, já dizia Kardec nós podemos dizer hoje é que os espíritas que conhecem a doutrina espírita não querem os espíritos. Onde estamos? Então, esta é a doutrina sonhada ou construída por Kardec, que certamente, como está nas leis da natureza, um dia será
espíritas que conhecem a doutrina espírita não querem os espíritos. Onde estamos? Então, esta é a doutrina sonhada ou construída por Kardec, que certamente, como está nas leis da natureza, um dia será implementada. Sabe-seá quando, mas será fatalmente à medida em que essa doutrina poderá trazer então as esperanças das consolações que estão na doutrina espírita, estão no conteúto da doutrina espírita, esperanças e consolações. Mas adianta dizer a alguém que uma mãe que pede um filho de 15 anos que estava na hora de desencarnar, adianta ou adianta e será muito mais produtivo? Não, o seu filho está aqui, tá dando comunicação, ele está dizendo que está feliz, que chegou a hora de mundo espiritual, ele está aqui, está vivo. Então, esta é a doutrina que é a doutrina de Kardec. Por isso que o tema, né, do livro, né, o olho perdido é o olho que precisa ser encontrado, mas que ele é é fácil, é facilmente encontrado porque está na obra de Kardec. Então, a nossa posição, o conhecimento que temos é que nós precisamos voltar a Kardec, conhecer Kardec, entender Kardec, porque ali está a solução. Então, que essa doutrina realmente repercuta e leve o consolo às pessoas. Leve a filosofia, sim, mas leve a parte prática, que é a certeza da imortalidade da alma. É isso que nós precisamos. Então, esse esse é o desafio que nós fazemos, né? e que gostaríamos e sonhamos que um dia cheguemos lá. Sabemos as dificuldades, sabemos os bloqueios do modelo tradicional, mas a verdade, a verdade de Kardec de vencer. >> A gente vai fazer aqui uma última rodada bem rapidinho para depois se despedir e fazer os as considerações finais. Então, a maneira bem rápida. Só antes, mais uma vez, antes da gente fazer a última rodada e encerrar, a essa é uma época que todo mundo se pergunta, né, que que que pode dar de presente paraas pessoas, né? Não tem nada melhor do que livros, né? O conhecimento fica para sempre. Às vezes a gente dá tanta coisa que que nem dura, às vezes a pessoa nem dá bola. O conhecimento é a melhor coisa. E no caso
né? Não tem nada melhor do que livros, né? O conhecimento fica para sempre. Às vezes a gente dá tanta coisa que que nem dura, às vezes a pessoa nem dá bola. O conhecimento é a melhor coisa. E no caso aqui eu tô mostrando para vocês cardecbooks.com, onde você vai encontrar as obras do Cosm e essa do Gilberto. Você pode comprar por combo. Tem obra que você compra duas, ganha uma. Então vai em cardecbooks.com, adquire o livro para você e para dar de presente, né? Não, não tem presente melhor. Bom, para fazer rapidinho aqui a última rodada, eu vou fazer eh no livro Gilberto, tem tu comenta que eh uma coisa que eu achei muito interessante e eu queria saber de ti o resultado que isso tá dando ou não, né? Mas tu comenta que tá convidando lideranças do movimento espírita tradicional, né, dirigentes dos centros tradicionais para participar das reuniões de evocações de vocês, justamente para eles eles sentirem ali na prática o benefício, o quanto isso não tem nenhum perigo, o quanto eh eh isso é é o melhor método, né, que é o método de Kardec. esses dirigentes, né, eles têm recebido isso, eh, t sido receptivos, eles têm frequentado, t levado a prática paraos centros deles? Como é que tá essa essa essa dinâmica? >> Não, perfeito. Eh, na verdade, temos trazido muitas pessoas, né, do modelo tradicional que tem assentido, concordado, eh, tem achado importante e alguns locais estão se criando grupos. Eh, já nessa proposta, temos um grupo aqui, temos aqui em Cascavel, temos em Curitiba, eh, outros grupos estão se reunindo, digamos assim, que nós temos tido a possibilidade de até trocar, passarmos alguma orientação e nós nos dispomos a isso, né, particularmente quando as pessoas quiserem, às vezes dúvidas que parecem mínimas, né, nós estamos à disposição para responder, porque na verdade a coisa é muito simples. A maior dificuldade é ser simples, como o Carl mostrou. Então é isso que nós estamos aí dispostos a orientar tanto quanto possível. José, >> na verdade eu não, eu as perguntas eu
oisa é muito simples. A maior dificuldade é ser simples, como o Carl mostrou. Então é isso que nós estamos aí dispostos a orientar tanto quanto possível. José, >> na verdade eu não, eu as perguntas eu fiquei bem satisfeito. Só queria comentar em cima do que o Giba falou na última fala dele sobre o fato de que a comunicação com os espíritos, ela se tornando mais natural e o e o movimento espírita retomando isso, eu também acredito que o espiritismo ele vai voltar a ter uma relevância muito importante na sociedade, né? O Giba comentou sobre os últimos dados do IBGE, que que o Espiritismo perdeu adeptos, né? E a gente nota isso no dia a dia, muitos migrando para Umbanda, por exemplo, que tem exatamente esse contato mais direto com os espíritos, porque as pessoas querem se comunicar, as pessoas querem eh conversar com os espíritos, receber comunicações do anjo guardião ou de espíritos familiares. E eu acho que o movimento espírita, se retomar essa prática natural, a gente só tem a ganhar. E o espiritismo ele vai ele vai se fortalecer novamente para o futuro, eh, retomando esse esse tema das das evocações, né? Então, na verdade, não é uma pergunta, é mais uma concordância com o que o Giba comentou anteriormente. José, eh, Lauro, >> eh, eh, eh, eh, sempre tem eu, e eu ouvi muito no, nesse modelo tradicional a ideia de que no dia da reunião não se pode fazer isso, nem aquilo, por exemplo, tem que se abster de comer carne, não pode ter uma intimidade, eh, não deve beber, não deve fumar. Na prática, Gilberto, o grupo de vocês, como que é a vida de cada um naquele dia da reunião? O que é que é habitual? O que que muda? >> Absolutamente nada. Vida normal, vida que segue do jeito que é. Se você tem um comportamento normal na vida, você vai ter na casa espírita, não vai ser no dia que você vai ser diferente. Então, totalmente normal, sem nada de diferença nenhuma. Ótimo. Obrigado, Belo. >> Bom, pessoal, a gente, evidentemente que a gente é um assunto eh que interminável, né? Um assunto excelente
iferente. Então, totalmente normal, sem nada de diferença nenhuma. Ótimo. Obrigado, Belo. >> Bom, pessoal, a gente, evidentemente que a gente é um assunto eh que interminável, né? Um assunto excelente com alguém que estudou muito o assunto e vive esse assunto na prática, né? Mas por isso adquiram o livro, né? Vocês viram aí a quanta quanto ensinamento a gente tem e e vai encontrar nessa obra. Eu quero eh primeiramente e depois eu passo pro José e o Lauro também fazer as considerações finais e por fim o o Gilberto, né? Eh, eu quero agradecer ao Gilberto, quero mais uma vez eh parabenizar ele pela pesquisa que fez, pelo livro corajoso também. É um é um livro corajoso, né? porque enfrenta aí um um uma cultura muitas vezes contrária. Ele se propôs a pesquisar, argumentar, comparar. Então, quero eh agradecer e parabenizar. Quero agradecer aqui por se disponibilizar a estar aqui conosco nessas 2 horas, dizer que a nossa admiração eh é é muito grande pelo IDAC como um todo, mas também eh a tua pessoa, ao teu trabalho. A gente tá aí eh toda semana a gente tá falando da do do teu livro, incentivando as pessoas a comprar. Agradecer também o nosso amigo que tá aí te ajudando na parte técnica, né? O pessoal de repente acha que é o anjo guardião do Gilberto que tá ali, mas não, é um amigo, né? que tá ajudando, [risadas] dizer para ti que as portas aqui eh eh do canal estão abertas. Toda vez que tu quiser falar algum assunto, eh, se futuramente tu for escrever novas obras, vai ser sempre bem-vindo. Vou retomar essa conversa numa outra oportunidade, desejar para ti toda a felicidade, para ti, pros teus, um excelente final de ano e e que Deus e os bons espíritos te abençoem e que a gente se vê aí nessas nessas caminhos de divulgação e de internet e um dia a gente ainda vai aí cheg se aproximar mais presencialmente no no Paraná, se se rever, se dar um abraço. Então, muito obrigado, até uma próxima vez. Agradecer também aos meus fiéis amigos de sempre, ao Lauro José pela companhia, pro mais
r mais presencialmente no no Paraná, se se rever, se dar um abraço. Então, muito obrigado, até uma próxima vez. Agradecer também aos meus fiéis amigos de sempre, ao Lauro José pela companhia, pro mais um ano de toda a semana a gente tá aqui, né? A quem quem grava conteúdo sabe o quanto é trabalhoso a gente tá aqui já há alguns alguns anos, toda semana. Agradecer o nosso público, as pessoas novas que aqui vieram, eh, sejam todos bem-vindos. Esse é um canal que se propõe a falar e seguir Kardec, né? Então, você que tá aí, muito obrigado também. Eu desejo tudo de bom e um ótimo final de ano para você. Adquira o livro do Gilberto. Eh, curta essa live, se inscreva no canal e voltem sempre aqui. A gente tem programações diárias, né, tratando sempre de Kardec. Eu passo pro José, pro Lauro se despedir e depois a gente deixa pro Gilberto as considerações finais. Também queria agradecer a presença do Giba. Foi muito boa, muito boa conversa. Muito obrigado por ter aceito o convite para pra gente conversar sobre esse livro tão importante. Ah, eu não conheço outro livro no movimento espírita que tenha se dedicado de forma tão precisa e rigorosa ao tema especificamente das evocações, né? Você tem comunicações de espíritos, você tem vários outros temas, romance, mas um livro dedicado a isso desta maneira, colocando todos os argumentos de Kardec, eh defendendo as evocações, realmente a gente não conhece. Então, eh, a gente diria que é um marco, né, pro para o movimento espírita a publicação desse livro e ficamos muito felizes de poder, de poder participar do de forma a contribuir aí com essa história. Muito obrigado, Giva. Uma boa noite a todos. Muito obrigado pelas perguntas. Comprem o livro. O meu já tá aqui, já tá lido. É um livro realmente muito agradável e fácil de ler, como o Michel já comentou. Então, a gente agradece os comentários, perguntas e desejamos uma boa noite a todos. >> É isso aí. Também quero agradecer ao José, ao Michel, agradecer a galera toda. Gilberto, em especial a você,
ou. Então, a gente agradece os comentários, perguntas e desejamos uma boa noite a todos. >> É isso aí. Também quero agradecer ao José, ao Michel, agradecer a galera toda. Gilberto, em especial a você, desejo de coração que essa obra Evocações, né, o elo perdido possa penetrar nas casas espíritas. na nas casas dos espíritas para que as pessoas possam tomar conhecimento, né, eh, de como Kardec, como o grupo do século XIX, eh, praticava o espiritismo e como de fato é o que vai dar resultado. Então, desejo do fundo coração que isso aconteça e desejobber que você aí tenha um ótimo final de semana, você família, boas festas. o pessoal que tá conosco, né? Nós ainda temos essa semana de estudos ainda. A gente ainda tem muita água para passar debaixo da ponte, mas você Gilberto e família tudo de bom aí. sucesso nessa jornada aí do grupo bom, eu também agradeço muito, né, o tempo de vocês. A nossa intenção é que esse livro, na verdade, seja um ponto de reflexão importante para todos nós. Mas eu quero concluir lendo eh a um trechinho bem curto da introdução eh do Evangelho, que diz o seguinte: "O espiritismo não tem nacionalidade, não faz parte de nenhum culto existente, nenhuma classe social impõe, visto que qualquer pessoa pode receber instruções de seus parentes e amigos de qualquer pessoa cumpre assim seja para para que ele possa conduzir todos os homens à fraternidade. É esse meu desejo e o meu agradecimento a vocês por essa oportunidade que vocês me deram de falar sobre esse tema. >> Obrigado. Então, boa noite a todos e lembrando que amanhã, segunda-feira, às 20 horas, no canal Estudar Kardec, a gente está no canal do Lauro, estudando o livro dos espíritos. Um ótimo fim de domingo a todos. Boa noite,
Mais do canal
42 - Falsas explicações dos fenômenos: Fluido Magnético e Reflexo do Pensamento | O cético - (14)
1:08:00
52 - Cap. I: A nova era - Erasto (item 10) - PARTE 2 | O Evangelho Segundo o Espiritismo
1:08:36
74 - Capítulo 19: A jovem desencarnada | "Nosso Lar" segundo o Espiritismo | com Michel Macedo
1:33:25
Reprise: O Que é o Espiritismo? - 28 ao 31
3:33:20
53 - Cap. I: A nova era - Erasto (item 10) - PARTE 3 | O Evangelho Segundo o Espiritismo
1:15:19
É racional acreditar na existência dos Espíritos?
2:45