Cosme Massi: Camille Flammarion não entendeu a Ciência Espírita feita por Kardec.

CanalFEP 29/09/2025 3:00

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Transcrição

Mas claro que algumas pessoas já no século XIX, no meu entender, não compreenderam que Kardec já tinha construído uma ciência da alma. E eu vou dar exemplo de uma que não compreendeu isso. E eu entendo até por quê, porque ele não tinha talvez compreendido qual era o objeto de estudo do espiritismo. Talvez eles a ele achasse que o espiritismo tinha que entrar nessa parte de natureza física da alma e talvez isso tenha levado ele a dizer que a ciência ainda precisava ser construída. Então ele vai dizer os fenômenos físicos sobre os quais a princípio não se insistia. Ele não percebeu porque que Kardec não insistia nos fenômenos espíritos. Ten espírit faziam parte do conjunto de fenômenos, como daqui a pouco vou mostrar, que foram fundamentais para que Kardec pudesse ter na explicação da existência dos espíritos a melhor explicação possível. Então eles fazem parte do conjunto, mas a melhor forma de você estudar a ciência da alma são os fenômenos intelectuais e não os fenômenos físicos. Não se trata de estudar a mecânica do processo. E se a gente esperasse isso, nós não teríamos a ciência espírita até hoje. Porque se naquele século XIX era impossível estudar a mecânica do processo de interação dos espíritos com os homens, impossível no século XIX, porque eles usam esses recursos que Kardec e os espíritos deixaram muito claro, que são recursos fluídicos, cuja matéria fluídica é desconhecida, ainda não foi investigada. Até hoje nós estaríamos esperando, pelo pouco que eu acompanho da física, estamos longe ainda, no meu entender, de chegar nesse tipo de concepção de física ou de matéria especial para poder compreender o processo de interação dos espíritos com a matéria. Então ele, claro, como homem de ciência daquela época, ele tentou ver o espiritismo a partir dos olhos da própria ciência que Kardec já alerta já na própria introdução do livro dos espíritos, quando ele vai dizer: "O químico vai querer fazer tudo usando a química, o físico vai querer tudo usando a física". E assim vai. Enquanto a

c já alerta já na própria introdução do livro dos espíritos, quando ele vai dizer: "O químico vai querer fazer tudo usando a química, o físico vai querer tudo usando a física". E assim vai. Enquanto a ciência espírita, ela é uma ciência própria, independente dessas ciências, embora ela tenha zona de contorno, ela tenha uma zona de fronteira entre a ciência espírita e as outras ciências. Para usar uma metáfora que o Silvio usou num dos seus artigos sobre metodo, a excelência metodológica do Espiritismo, a metáfora do ovo frito, né? Eu costumo dizer Kardec produziu ovo frito completo, tanto a gema quanto a clara, sobre o objeto de estudo que a gente tá dizendo aqui. Mas é claro que você vai ter regiões de de fronteira, por exemplo, regiões de fronteira com a biologia, com o estudo do corpo humano. Se a gente quiser entender melhor, por exemplo, diagnosticar, quem sabe a faculdade mediúnica, já que ele diz que é um alguma coisa que tem a ver com o organismo, pode ser que a gente chegue melhor a fazer um diagnóstico, mas aí cabe a biologia, as ciências do corpo avançar para chegar nisso. Pode ser que um dia a gente compreenda melhor e faça ajustes e aperfeiçoamentos na fronteira deste ovo, usando, por exemplo, a física e a química. Se ela chegar nesse tipo de matéria que reage, que tem propriedades dadas pelo mundo moral da alma. Imagina o que é isso. Uma matéria que reflete o mundo moral, que adquire propriedades do mundo moral. Isso é algo muito especial que Kardec vai tratar, por exemplo, no capítulo dos fluídos da Gênese. Então, é claro que o espiritismo tem uma região de fronteira e na medida em que essa fronteira com as ciências avançarem, nós poderemos ter alguns aperfeiçoamentos. ajustes na ciência espírita. Mas quando a gente olha pro objeto de estudo, essa ciência, no meu entender, está totalmente pronta. Todas as leis fundamentais e suas consequências que regulam essas seis fases que eu coloquei já estão estabelecidas na obra de Allan Kardec. Yeah.

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