"Comunicabilidade dos Espíritos", com Cosme Massi - lançamento do livro "Evocações: o elo perdido"
"Comunicabilidade dos Espíritos na obra de Kardec ", com Cosme Massi - lançamento do livro "Evocações: o elo perdido" do autor Gilberto Allievi. Evento ocorrido em 02/11/2025 (domingo) das 9h30 às 11h30 na Sociedade Espírita Amor e Caridade (SEAC) em Cascavel/PR. Transmitido pelo Facebook pelo Centro Espírita Vivenda de Luz de Toledo/PR Conheça os projetos de Cosme Massi: ideak.com kardecpedia.com kardecplay.com kardecbooks.com Siga Cosme Massi e seus projetos no Instagram: @cosmemassi @kardecpedia @kardecplay @editora_kardecbooks Se inscreva nos canais de Cosme Massi e seus projetos no Youtube: @cosmemassi @KARDECPlay 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352
e sobretudo além da parte teórica, as partes práticas do espiritismo prático realizada em uma casa espírita. Então, para iniciarmos, quero lembrar aqui a importância de termos hoje, além do lançamento desta obra, a presença do pósm que para resumir eh, eu coloco aqui muitas vezes minha opinião, mas todos que o conhecem sabem da sua capacidade, do conhecimento que ele tem da doutrina espírita. Eu diria até que mais tem conhecimento da doutrina espírita divulga o espiritismo no mundo. Alinan, sua esposa que auxilia nesse trabalho também no IDAC, Kardec Pédia, olha só, nove idiomas. Então, estão oferecendo esses recursos, essa tecnologia, esse instrumento para todo mundo. Então isso é algo maravilhoso, algo fantástico e de graça através da Kardec, né? Então é muito importante isso, mas só lembrando, Paul Mas é físico, doutor e mestre em lógica e filosofia pela pela Unicamp, escritor, consultor do ensino superior, palestrante, estudioso das obras do pensamento de Allan Kardec há mais de 40 anos. Então, é com satisfação que nós temos aqui o cómo para nos falar. E hoje, mudando um pouco o horário da rotina dos domingos, nós teremos o horário um pouco estendido, né? Eh, uma hora do seminário, fala dos presentes aqui, nossos palestrantes e depois teremos um pequeno intervalo para um cafezinho aqui nos fundos da sala mesmo, né? E é o momento também para a assinatura, para o o autor do livro da obra aqui, eh, fazer uma dedicatória e havendo os livros, uma obra importantíssima que retrata para todos nós, que resgata na verdade, né, a prática ensinada por Kardec através das evocações. Então assim, damos início a essa programação convidando para se pronunciar, por favor. >> Um bom dia a todos. Que Deus nos abençoe. É uma alegria estarmos novamente nessa casa para conversarmos sobre o pensamento e a obra de Kardec. Como é que nós vamos fazer? Eu vou falar no máximo aqui 30 minutos. Depois o Giba, o nosso querido Gilberto Alieve, que eu chamo de Giba, eh falará sobre a sua obra. A seguir, faremos então o
Kardec. Como é que nós vamos fazer? Eu vou falar no máximo aqui 30 minutos. Depois o Giba, o nosso querido Gilberto Alieve, que eu chamo de Giba, eh falará sobre a sua obra. A seguir, faremos então o intervalo com autógrafos e voltamos logo depois para responder questões, OK? Então esta é a nossa a nossa proposta. Aí eu vou falar do tema da comunicabilidade dos espíritos e o Giba vai entrar propriamente aí no seu livro falando desse trabalho admirável que ele fez junto aos amigos lá da casa espírita Vivenda de Luz em Toledo. Bom, esse é um tema muito importante, falar sobre a comunicabilidade dos espíritos. Eu começo lembrando algo que a gente não pode esquecer jamais, essa frase admirável do Espírito de verdade que se encontra no capítulo sexto do Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo chamado Cristo Consolador. Lá nas instruções dos espíritos, nós encontramos várias mensagens do espírito de verdade. E numa de suas mensagens, ele começa com esta frase que representa o papel do próprio espiritismo e aquilo que ele vem fazer, espírito de verdade, como espírito que comandou o surgimento do espiritismo na Terra. E ele diz textualmente: "Venho instruir e consolar os pobres deserdados." Que somos nós pobres deserdados somos os espíritos da terceira ordem que abandonamos o caminho reto e largo, como ele vai dizer em uma de suas mensagens, o caminho reto e largo que conduz ao reino do meu pai, que era o caminho do bem. e enveredamos pelas ásperas sendas da impiedade ou da falta de devoção a Deus. Deixamos de seguir a Deus e acabamos entrando aí nesses mundos de provas e expiações, resgatando os erros dos caminhos que escolhemos, procurando crescer e aprender e quem sabe voltarmos para esse caminho reto e largo que conduz ao reino de Deus, que é o caminho que os espíritos bons e os puros seguem. Então ele lembra bem o papel que ele veio e que o espiritismo veio, instruir e consolar. Não só instruir, porque não cabe ao espiritismo apenas como ciência, como filosofia, dar o conhecimento, mas que este
ele lembra bem o papel que ele veio e que o espiritismo veio, instruir e consolar. Não só instruir, porque não cabe ao espiritismo apenas como ciência, como filosofia, dar o conhecimento, mas que este conhecimento espírita, uma vez praticado, ele é fonte de consolo. E esse é um papel fundamental que Kardec vai observar em todas as suas obras. Embora o espiritismo como teoria seja um deleite intelectual, um prazer intelectual estudar o pensamento de Kardecis, mas não é esse o único propósito. Nós temos que botar este pensamento, essa ciência, essa filosofia em prática. E ao fazer isso, a gente percebe esse caráter consolador do espiritismo, principalmente, como Gilberto vai tratar mais dessa questão, no processo aí de comunicação com os espíritos, o papel que a consolação surge no momento em que você pode interagir com seus entes queridos, com seus amigos, com seus familiares, com o seu anjo guardião. o que isso representa para cada um de nós em termo de consolo. E eu vou tentar aqui mostrar a importância dessa comunicação, o que ela trouxe para nós, o que que significou essa interação de Kardec? Qual foi o resultado disso? E qual foi o resultado que a gente continua ganhando cada vez que nós fazemos essa interação? Então, vejamos aqui alguns dos resultados dessa interação dos espíritos, sejam por meio das comunicações espontâneas, seja por meio da evocação. Vejamos aqui é um texto de Kardec. Eu escolhi trechos desse texto para mostrar que resultados que a comunicação com os espíritos geram, trazem para nós. Kardec formula isso, tá aqui a referência, depois vocês podem buscar na revista espírita lá esse texto. E começa dizendo, inicialmente, ele dá, como sabe a todos, a prova cabal da existência e da imortalidade da alma. Podíamos parar aqui quando o espiritismo, por meio da interação com os espíritos, dar a prova cabal, a prova que não se questiona de que nós somos uma alma imortal, que os espíritos nada mais são do que as almas dos homens, portanto não há morte. De forma alguma.
com os espíritos, dar a prova cabal, a prova que não se questiona de que nós somos uma alma imortal, que os espíritos nada mais são do que as almas dos homens, portanto não há morte. De forma alguma. Somos uma alma imortal. Somos, como eu brinco sempre, um superhomem sem a criptonita. Isto é algo especial. Eu costumo brincar dizendo que todas as vezes que eu olho no espelho, eu agradeço a Deus. Eu oro agradecendo a Deus, porque estou cada dia pior quando olho no espelho. Mas eu me consolo e meu Deus, eu sou uma alma imortal. Esse corpo é uma mera ferramenta de trabalho que vai se desgastar, que vai embora a qualquer momento e a gente fica feliz. Graças a Deus, nós não somos o Eu imagino a angústia do materialista que todo dia olha no espelho e se desespera. Porque por mais que a gente tente esticar daqui, esticar de lá, usar toda a tecnologia hoje das eugenias, as tecnologias de aperfeiçoamento do corpo, não adianta. É claro, não tô dizendo que não deva fazer isso. A gente tem que conservar a ferramenta, mantê-la da melhor forma possível, porque esta é uma ferramenta de trabalho importantíssimo para o crescimento do espírito. Mas a gente não pode ter a ilusão de achar que vai ficar pra semente, que não vai morrer. Todos vamos morrer amanhã. Eu costumo brincar, temos a passagem no bolso. Eu olho a minha de vez em quando. As mulheres presentes pode olhar na bolsa que vocês têm a passagem aí, né? Só os homens não. Eu olho paraa minha de vez em quando, vejo que a data está apagadinha, mas uma hora a data vai ficar nítida. A data dá volta para o mundo normal, primitivo, para o nosso verdadeiro mundo, o mundo da alma. Então a gente se tranquiliza. Só esse item já bastaria para dizer do papel consolador do espiritismo, porque aí você não tem medo de nada, você se tranquiliza, chega uma doença de Senhor, seja feita a sua vontade. A hora que o senhor achar que eu devo ir embora, eu vou feliz. Então o espiritismo só nesse primeiro item já seria altamente consolador. Ele instrui consola. Mas Kardec lembra
eja feita a sua vontade. A hora que o senhor achar que eu devo ir embora, eu vou feliz. Então o espiritismo só nesse primeiro item já seria altamente consolador. Ele instrui consola. Mas Kardec lembra também outras coisas. Ele diz: "Pela pela firme crença que desenvolve, ele exerce uma ação poderosa sobre o moral do homem. leva ao bem, consola-o nas aflições e dá-lhe força e coragem nas provações da vida e o desvia do pensamento do suicídio. Quantas pessoas diante das aflições, dos desesperos, perdem o desejo de viver, perde a confiança em Deus, se são espiritualistas, ou então se desesperam buscando resolver aquele conflito, aquela dor, aquele sofrimento pelo caminho do suicídio. Com o espiritismo, a gente viu que é a pior escolha possível. A melhor escolha é a escolha da virtude da resignação, que é essa virtude que diz para você mesmo, diga graças a Deus com o coração. É o consentimento do coração que alegremente, mesmo nas piores aflições da vida, você diz: "Seja feita a vossa vontade, Senhor". Então veja esse papel importante de instrução e consolo. Mas Kardec não para, ele diz ainda retifica todas as ideias falsas que se tiveram que se tivessem feito do futuro da alma, do céu, do inferno, das penas e recompensas. Destrói radicalmente, pela irresistível lógica dos fatos, os dogmas das penas eternas e dos demônios. numa palavra desvela-nos a vida futura e nula mostra racional e conforme a justiça de Deus. Nós tínhamos visões equivocadas da vida após a morte, porque eram visões de opiniões, de pessoas que tentavam relatar o que acontecia após a morte do corpo. Nós vamos encontrar desde a filosofia antiga, Platão, já relatando o Tártaro, o lugar para onde o indivíduo ia após a morte, nas tradições espiritualistas, a noção de céu e inferno. O espiritismo mostra que não é nada disso, mas ele não mostra como uma mera opinião de uma pessoa. Ele vai ouvir os próprios espíritos. Kardec vai ali no céu inferno, na segunda parte, nos exemplos da revista espírita, conversar
é nada disso, mas ele não mostra como uma mera opinião de uma pessoa. Ele vai ouvir os próprios espíritos. Kardec vai ali no céu inferno, na segunda parte, nos exemplos da revista espírita, conversar evocando os espíritos para que eles narrassem a sua situação. E você vai perceber o mundo real tal como ele é. Esse mundo espiritual relatado pelos próprios espíritos, os suicidas contando como estão, os homicidas, as pessoas de bem. E você vai compreendendo então a realidade da vida espiritual, não mais como mera opinião, mas agora ouvindo aqueles que estão nessa própria vida. Continua Kardec, dá a conhecer o que se passa no momento da morte. Esse fenômeno até hoje insondável, não mais tem mistérios. As menores particularidades dessa passagem tão tem hoje conhecidas. Ora, como todo mundo morre, tal conhecimento interessa a todo mundo. Então, eu brinco comigo sempre assim, constantemente eu vou ao livro O Céu Inferno, o primeiro capítulo da segunda parte chamado passagem para alguns tradutores, passamento para outros. ou vocês entram na Kardec Pídia e coloca lá passagem, vocês vão localizar esse capítulo. Esse capítulo é uma aula primorosa do que ocorre ao longo da passagem, que a gente pensa que a morte é abrir uma porta, não é? A morte é um processo, é um percurso que em média, diz Allan Kardec na revista espírita, o fenômeno da perturbação espiritual que ocorre com todo mundo após a morte em média 8 dias. Em médio, tem espíritos que muito evoluíram na Terra, que se desprenderam, não se apegam à matéria e essa passagem é quase instantânea. E você vai percorrendo a revista espírita, vendo Kardec evocar alguns homens, alguns que desencarnaram, que participavam ali da sociedade espírita, que já davam comunicação imediatamente após a morte, não passando por aquele período de perturbação. Há outros que demoram meses no período de perturbação, até anos no período de perturbação. Mas na média para criaturas mais ou menos normais como a gente, né, que não tem assim tanto pecado, nem
ação. Há outros que demoram meses no período de perturbação, até anos no período de perturbação. Mas na média para criaturas mais ou menos normais como a gente, né, que não tem assim tanto pecado, nem tanta virtude, na média 8 dias. Então é uma passagem, um processo. O que ocorre durante essa passagem? Como se dá esse fenômeno? Os detalhes? Vão sentir dor? Não vão sentir dor? O que ocorre com cada um? Leiam com atenção os relatos dos espíritos na revista espírita e e os relatos que Kardec apresenta aí nesse capítulo, passagem de céu inferno. Então, algo inédito. Ninguém antes do Espiritismo apresentou isso. Ninguém descreveu a passagem com detalhes. Então veja como essa interação com os espíritos foi fundamental para que eles narrassem como se dá esta passagem. Kardec continua: "Pela lei da pluralidade das existências, abre um novo campo à filosofia. O homem sabe de onde vem, para onde vai, com que objetivo está na Terra, explica a causa de todas as misérias humanas, de todas as desigualdades sociais, dá as próprias leis da natureza como base dos princípios de solidariedade universal, de fraternidade, de igualdade e de liberdade, que se assentavam apenas na teoria. enfim, lança a luz sobre questões mais árduas da metafísica, da psicologia e da moral, com a ploridade das existências, como Kardec observou, questões que a filosofia nunca respondeu, nunca explicou, como ele lembra aqui, as causas das misérias, dos sofrimentos, porque estou na terra. Nenhum filósofo conseguiu dar um sentido à vida, chegando alguns a dizer que a vida não tem sentido. E nós vamos encontrar pela comunicabilidade aos espíritos um sentido paraa existência, uma explicação paraas nossas dores, pros nossos sofrimentos, pelo conflito existencial, pelas questões sociais, as guerras, as desigualdades. Tudo isso o espiritismo justifica e mostra. Por que tudo isso? E como entender tudo isso? Veja como é importante essa interação com os espíritos pela teoria dos fluidos perespirituais. Algo inédito. A
Tudo isso o espiritismo justifica e mostra. Por que tudo isso? E como entender tudo isso? Veja como é importante essa interação com os espíritos pela teoria dos fluidos perespirituais. Algo inédito. A humanidade não havia pensado nisso. Os espíritos falaram acerca do perespírito, desse tipo de matéria que envolve a alma. A alma não é um puro pensamento, como pensava Renê Decart, espiritualista. Não era uma ideia. A alma é uma realidade concreta. Ela ocupa lugar no espaço. Ela interage com a matéria. Então, esse papel fundamental que só o espiritismo foi capaz de colocar para você compreender o processo de interação do espírito com a matéria. Dá a conhecer o mecanismo das sensações e das percepções da alma que ninguém conseguia explicar. Mesmo nos casos de sonambulismo, de emancipação da alma, em que o indivíduo no corpo, no estado sonambúlico, enxergava sem os olhos, coisa que a ciência não conseguia entender como era possível uma pessoa no estado sonambúrgico ver através da parede, ver a distância. Então, o espiritismo consegue dar explicações, porque ele explica de que maneira a alma percebe. Ela não percebe por órgãos como nós, por um olho. Ela tem uma percepção por toda a sua estrutura perespiritual. É por meio desses fluidos que a alma percebe o mundo fora dela. Então ele explica essas percepções, explica os fenômenos da dupla vista, da visão à distância, do sonambulismo, do êxtase, dos sonhos, das visões, das aparições. Abre um novo campo a fisiologia e a patologia. Veja quanta coisa o espiritismo nos mostra a partir dessa interação muito bem feita por Allan Kardec espíritos. Provando as relações existentes entre o mundo corporal e o mundo espiritual, mostra neste último, neste último, uma das forças ativas da natureza, algo que a gente não sabia. Os espíritos atuam o tempo inteiro nesse universo que estamos vivendo. E a gente às vezes não dá conta. Não é à toa que Kardec ao perguntar aos espíritos no item 459, influem os espíritos em nossos pensamentos e atos
am o tempo inteiro nesse universo que estamos vivendo. E a gente às vezes não dá conta. Não é à toa que Kardec ao perguntar aos espíritos no item 459, influem os espíritos em nossos pensamentos e atos muito mais do que imaginais. Influ a tal ponto que frequentemente são eles que vos dirigem. E a gente não se dá conta nisso, né? De repente a gente tem um desejo que veio, a gente não sabe de onde, uma sugestão que a gente não sabe de onde. A gente encontra com uma pessoa que a gente não esperava encontrar, decisões, situações mesmos do nosso dia a dia, das nossas atividades profissionais. A gente não tem ideia de como os espíritos atuam no nosso mundo corporal. E o espiritismo revelou isso. É uma realidade atuante. E Kardec vai comparar com a descoberta, com a invenção do microscópio que revelou pro mundo o mundo do infinitamente pequeno que a gente não tinha ideia quantas doenças, infecções, estados patológicos que não eram compreendidos antes da invenção do microscópio. E a gente percebeu que esses esse mundo pequeno causava muitos problemas e causa para a nossa saúde. E o espiritismo de Kardec fez a mesma coisa por meio da mediunidade, ele revelou o mundo invisível atuante o tempo inteiro em nossas vidas. E a gente não se dava conta. E Kardec, num dos discursos que ele vai fazer em suas viagens a Lion abordou, ele vai dizer que os maiores inimigos dele não eram os homens, eram espíritos que queriam atrasar o progresso da humanidade e que era o inimigo deles porque ele revelou a existência deles. Revelou que eles existem, que eles atuavam na surdina, escondidos. E mais ainda, não somente revelou a existência deles, mas revelou a maneira, o método de enfrentar a influência perniciosa, maléfica desses espíritos. Então, é claro que eles que trabalhavam na surdina, escondidos como os micróbios, eles foram agora revelados. E mais que isso, dado meio de interferir nesse processo, evitando que a gente caísse na tentação, enfrentando esse mundo espiritual formado de entidades como os homens,
os, eles foram agora revelados. E mais que isso, dado meio de interferir nesse processo, evitando que a gente caísse na tentação, enfrentando esse mundo espiritual formado de entidades como os homens, também cheia de defeitos, como revelou os as entidades elevadas, o nosso anjo guardião que nos atende, que nos assistem, os espíritos bons, mostrou que esse mundo espiritual é composto de uma realidade tão complexa quanto o mundo corporal, em que aqui nós temos pessoas boas, pessoas ruins, pessoas de bom caráter, pessoas de mau caráter. E como os espíritos nada mais são do que as almas dos homens, nós encontramos a mesma coisa no mundo espiritual, revelando o fato das obsessões, faz conhecer a causa até aqui desconhecida, de numerosas afecções sobre as quais a ciência se havia equivocado em detrimento dos doentes e dá os meios de curá-los. Quantas pessoas que estão em hospitais psiquiátricos, que procuram consultórios, poderiam ser tratadas de forma muito mais rápida se a cultura dominante não fosse a cultura materialista. Se a ciência reconhecesse a existência da alma, a interferência dos espíritos, vários problemas poderiam ser resolvidos de forma muito mais rápida. Mas ainda insistimos na tese materialista de que somos apenas um corpo que pensa e todos os distúrbios são apenas de natureza cerebral e desconhecendo que muitos dos problemas podem ter como causa interferências espirituais que às vezes até podem provocar problemas no corpo, mas a causa que vai dar origem a isso, na verdade era apenas uma causa obsessiva. E o espiritismo revelou isso e mostrou como tratar, de que maneira curar, dando-nos a conhecer as verdadeiras condições da prece e seu modo de ação, revelando-nos a influência recíproca dos espíritos encarnados e desencarnados, ensina-nos o poder do homem sobre os espíritos imperfeitos para moralizá-los e arrancá-los aos sofrimentos inerentes à sua inferioridade. Então, Kardec lembra algo que a gente havia esquecido de certa maneira, embora as religiões praticassem a prece, era
itos para moralizá-los e arrancá-los aos sofrimentos inerentes à sua inferioridade. Então, Kardec lembra algo que a gente havia esquecido de certa maneira, embora as religiões praticassem a prece, era muito comum praticar a prece de forma maquinal, decorada, pronunciando palavras. E o espiritismo mostra que a prece verdadeiramente sentida, pronunciada com o coração, no desejo sincero de solicitar ajuda, de agradecer a Deus, de evocar os bons espíritos, que essa prece produz um valor extraordinário em nossas vidas. Por isso, a recomendação dos espíritos que a gente ore muito. Eu brinco sempre, gente. Vamos orar várias vezes por dia. Não acorde sem a oração, sem abrir o seu coração, pedindo a Deus e ao seu anjo guardião, que te auxilie nesse dia que você vai viver, nos problemas que você vai enfrentar, nas dificuldades do percurso, ao longo do dia, diante de uma decisão difícil, de um problema, seja no trabalho, seja na família, pare um minuto, ore, peça ajuda a esse anjo guardião e você vai ver como ideia suja. Você se acalma, você se tranquiliza no calor das paixões, na raiva, no ciúme, da vontade de agredir. Pare um pouco e or. E você vai ver, como diz Santo Agostinho, que a prece é o orvalho divino, que a placa é o calor excessivo das paixões e você vai sentir mais tranquilidade, vai ter mais cabeça limpa, aberta para tomar decisões, porque no calor excessivo das paixões, da raiva, do ciúme, da indignação, da revolta, da mágoa, você acaba fazendo escolhas equivocadas. E quando você ora, você se sente confortado, tranquilo, as ideias surgem com mais tranquilidade, com mais sabedoria e você faz melhor as suas escolhas e decisões. Então é Kardec lembrando junto com os espíritos a importância da prece, seja para cada um de nós, seja para atender os espíritos imperfeitos, para afastar os maus espíritos, porque o espiritismo mostra que só há um jeito de afastar maus espíritos atraindo os bons. Não tem outro jeito. Não tem nenhuma fórmula material, nenhum objeto, nenhum cheiro, nenhuma prática
píritos, porque o espiritismo mostra que só há um jeito de afastar maus espíritos atraindo os bons. Não tem outro jeito. Não tem nenhuma fórmula material, nenhum objeto, nenhum cheiro, nenhuma prática exterior. Só há um caminho para afastar os maus espíritos, diz Kardec, atraindo os bons. E como é que você atrai os bons? Atrai os bons pelos bons sentimentos, pelos bons pensamentos, pela prece. Ao atrair os bons, os maus se afastam. E o poder da prece nesse processo é extraordinário. As religiões falavam da prática da prece. O espiritismo prova a sua importância pelos efeitos que ela produz, mostrando a necessidade de fazer a prece com o coração, com o sentimento e fazê-la regularmente, porque os efeitos cada vez ficam melhores. E você vai aprendendo a realizar esta sintonia com o seu anjo guardião. Quantas pessoas têm dificuldade de dormir, vão deitar, não conseguem, tem sonos perturbados, tem sonhos horríveis, estão orando sinceramente antes de dormir, pareinhos, eleve o pensamento sincero ao anjo guardião, peça a ele que te conduza ao longo do sono, que te leve para lugares em que você possa aprender, que você possa ficar melhor e você vai ver o resultado. Só quem pratica regularmente a prece sabe desses resultados, mas praticá-la com sinceridade, abrindo o coração, porque esse anjo guardião sabe profundamente das nossas vidas. Não tenhamos vergonha, porque ele já sabe de nós. Ah, você pode ter cometido durante o dia algo que você tem vergonha, você fraquejou na sua imperfeição. Não tem importância. Ele sabe disso. E quando você abre o coração pedindo para que no dia seguinte você possa enfrentar aquela tentação agora com mais equilíbrio, que você possa corrigir o erro que tenha feito e você vai perceber o resultado. Então veja Kardec lembrando da importância dessa prece. Para encerrar o 10o resultado da comunicação com os espíritas, Kardec, dando a conhecer a magnetização espiritual que era desconhecida, abre ao magnetismo novo caminho e lhe traz um novo e poderoso elemento de
rrar o 10o resultado da comunicação com os espíritas, Kardec, dando a conhecer a magnetização espiritual que era desconhecida, abre ao magnetismo novo caminho e lhe traz um novo e poderoso elemento de cura. Porque o magnetismo, que já existia antes do espiritismo, ele considerava apenas os fluidos humanos, em que o magnetizador, com o seu pensamento, com a sua vontade, manipulava fluidos que serviam para tratar doentes, para atender pessoas, mas eles não tinham ainda reconhecido a existência dos fluidos espirituais que eram manipulados pelos espíritos e não pelo magnetizador. Então, abre um novo caminho para o próprio magnetismo, em que o magnetista agora, o magnetizador agora compreende que ele pode contar com a assistência desses espíritos. Então ele não vai magnetizar pura e simplesmente, ele vai orar, pedir assistência dos bons espíritos para que possam secundá-lo naquele processo de magnetização. E como vai dizer Kardec, esse magnetismo misto, humano, espiritual é muito mais poderoso do que apenas o magnetismo humano. Considerando que a maioria de nós, humanos, ainda é um espírito inferior, imperfeito, da terceira ordem. Somente um espírito altamente evoluído, como Cristo não precisava de magnetismo espiritual, porque o magnetismo humano dele era o mais poderoso de todos. Mas isso é exceção. No nosso caso, nós precisamos conjugar as nossas próprias forças com as forças desses espíritos, do nosso anjo guardião, dos bons espíritos que nos ajudam. Então veja como Kardec nos legou junto com os espíritos, conhecimentos que a humanidade nunca teve com tanto rigor, com toda a precisão. Por isso, gente, vamos estudar esse espiritismo com Kardec, levar a sério, ler os textos, acima de tudo para botar isso em prática, porque se a gente não bota em prática, fica uma instrução sem consolo, uma instrução sem realização. Então vamos botar em prática o conhecimento espírito, porque eu digo sempre, botar em prática aquilo que Kardec nos trouxe é seguir o ensinamento de Jesus naquilo que há de mais puro.
sem realização. Então vamos botar em prática o conhecimento espírito, porque eu digo sempre, botar em prática aquilo que Kardec nos trouxe é seguir o ensinamento de Jesus naquilo que há de mais puro. Muito obrigado e que a gente possa agora ouvir o nosso amigo Gilberto. >> Bom dia a todos. resultado das evocações e das das comunicações espontâneas, como nesse belíssimo texto onde o CM M fez uma referência. Então, evidentemente, uma bela construção, excelente construção, excepcional construção de Allan Kardec, demonstrando os resultados das comunicações com os espíritos. Mas aí você, frequentador da casa espírita há muito tempo, quantas vezes você teve oportunidade de falar com os espíritos? Quantas vezes você pode falar na casa espírita com um anjo de guarda? Os trabalhos aos quais é um modelo consolidado, o qual participei há muitíssimos anos. chamado modelo tradicional, predominam as comunicações espontâneas para atendimento de espíritos inferiores ou sofredores. E na verdade fica uma questão, por que ali não aparecem os espíritos orientadores, instrutores? Porque quando há uma necessidade de um familiar, de uma pessoa que participa da mesa mediúnica, >> não vem uma comunicação de um anjo de guarda. Na verdade é uma prática estabelecida, é uma prática consolidada e que certamente tem lá o seu sentido, mas ela não atinge os objetivos mencionados nesse belíssimo texto que o código Mass buscou explicar. E veja-se que a primeira consequência do primeiro item mencionado refere-se à certeza da imortalidade da alma. A imortalidade da alma realmente é a grande resposta que o Espiritismo vem dar para todos nós, para a humanidade, uma vez que esta questão foi objeto de questionamentos por todas as doutrinas e por todas as filosofias. E a doutrina espírita, através do ato mediúnico, traz essa comprovação. Mas aí eu pergunto a todos vocês, quem já teve a oportunidade de ter essa comprovação, de falar com os espíritos, de falar com amigo espiritual na hora das suas dificuldades,
o, traz essa comprovação. Mas aí eu pergunto a todos vocês, quem já teve a oportunidade de ter essa comprovação, de falar com os espíritos, de falar com amigo espiritual na hora das suas dificuldades, de falar com seu filho, com a sua mãe, com o seu pai? que já se foram. Então, esta é a prática que é objeto do nosso livro que entendemos ser um resgate dos ensinamentos de Allan Kardec, uma vez que toda a obra está permeada e consolidada no sentido de demonstrar que a ciência prática ou o espiritismo prático se consolida com as evocações. as evocações é o chamado que fazemos aos espíritos, é a nossa iniciativa para falar com os espíritos, é a nossa busca espiritual. Então nós na nossa casa espírita vínhamos ao longo tempo questionando essa prática, uma vez que a prática tradicional, uma vez que nós vínhamos questionando o confronto ou o conflito intelectual que havia entre tudo o que Allan Kardec menciona, tudo que Allan Kardec diz a respeito da certeza das invocações. E vimos lá que estávamos em descompasso, mas além do descompasso, havia a necessidade de nós quebrarmos a estrutura, a prática que vínhamos fazendo ao longo do tempo. E essa prática não foi fácil. Essa prática não foi fácil, porque você está habituado num sistema de apenas receber espíritos dito sofredores ou inferiores, que como disse tem a sua função e finalidade, nada falando mal do passado, mas sentimos que a doutrina espírita davam outras esperanças. Então, as mesas mediúnicas, composta por participantes, por médiuns, que estavam habituados ou estão habituados a receber os espíritos da modelo tradicional. E como que um bloqueio então para receber espíritos amigos elevados? E esse bloqueio faz com que fez com que nós começássemos a estudar o que estava acontecendo. Então, quando chegou a pandemia, que os grupos de alguma forma como que se desorganizaram, nós optamos a casa espírita como um todo, a vivendo de luz em Toledo, é um trabalho coletivo, nós optamos em começar o trabalho das evocações. E quanto mais você busca argumentos na
se desorganizaram, nós optamos a casa espírita como um todo, a vivendo de luz em Toledo, é um trabalho coletivo, nós optamos em começar o trabalho das evocações. E quanto mais você busca argumentos na doutrina espírita, você percebe o quanto nós deixamos de lado os próprios ensinamentos. Daí nós vemos lá no primeiro, na introdução do livro dos espíritos, todos os espíritos podem ser evocados. Na questão 935, Allan Kardec diz uma palavra, uma poesia, é uma dulcíssima consolação. Na conclusão do livro dos espíritos, as relações com o mundo espiritual, com os parentes e amigos, é a suprema consolação. Suprema Consolação significa que não há mais nada além disso. Falar com o mundo espiritual. saindo de uma teoria que nós sabemos existir, mas que precisávamos ir para a prática e o conhecimento desta modalidade que Allan Kardec fazia, que os espíritos faziam, os grupos da época faziam de uma forma muito intensa. Em todos os lugares existiam as evocações dos espíritos. E essas evocações são as respostas que os espíritos nos trazem para as grandes questões que nós precisamos. Então, nós temos eh tantos e tantos casos que são de uma grande importância quando nós já fizemos esta transição de uma forma da forma tradicional para essa forma onde nós adotamos as evocações. E você podia perguntar, mas para que servem as evocações? Eu já já sei que existe a imortalidade da alma. Sim, você sabe, mas você é um dirigente, você é um líder. E os outros que vem à casa espírita já falaram com os espíritos? Então nós começamos na na nossa casa primeiro trazer todas as pessoas da casa espírita para falar com os espíritos, para falar com o seu anjo de guarda. E é um fato curioso de o de duas jovens irmãs que desde a mocidade, aliás, desde o jardim de infância, participavam da casa espírita. E quando abordamos, as abordamos para que elas fossem então falar com seus parentes, falar com o seu anjo de guarda, a mesa mediúnica, primeiro veio um certo temor, mas nossa, mas precisamos convencê-las
uando abordamos, as abordamos para que elas fossem então falar com seus parentes, falar com o seu anjo de guarda, a mesa mediúnica, primeiro veio um certo temor, mas nossa, mas precisamos convencê-las de que poderiam falar com o seu anjo de guarda, poderiam falar com os seus parentes. E algo curioso aconteceu, muito curioso. Então, o que nós fazemos, especialmente quando nós pedimos que a pessoa então na próxima reunião fale com seus parentes e com seus amigos, ou especialmente, mais particularmente com seu ano de guarda, orientamos o seguinte: faça as perguntas que você queira fazer para você mesmo, não precisa trazê-las ao médium. Pergunte as respostas que você quer do ano de guarda. A grande surpresa. Conforme faziam as perguntas, de pronto já recebiam as respostas. Eram médiuns e não sabiam. Eram médiuns e não sabiam. Mas aí foram à mesa mediúnica evocando a avó. avó e os seus anjos de guarda. Foi muito interessante porque logo que começou, após então o anjo de guarda ter falado com elas, então elas mesmos tendo relatados que além daquelas respostas, tantas outras questões foram apontadas na intimidade que as fizeram ver o mundo mais profundo. E quando foi evocada a avó, ela já sendo médium, praticamente antes de começar, já sabiam que por aquela médium especificamente iria vir a comunicação da sua avó. Na verdade, na prática, foi um choro só, mas um choro de emoção, um choro de alegria, o que teria de mal nisso? Como imaginar que falar com os amigos espirituais, com parentes e amigos e como diz Kardec, os espíritos vêm com prazer e satisfação e nós constatamos, voltam com mais satisfação ainda. Se são nossos amigos, se são os amigos espirituais, são familiares, como essa prática poderia ser proibida? Como na verdade eles estariam então caso estivéssemos fazendo algo antes do tronário compactuando com erro, o que seria impossível de imaginar. Impossível de imaginar. E nós, então, é uma experiência prática que ela reflete exatamente os ensinamentos de Allan Kardec. Todo o texto belíssimo que foi
com erro, o que seria impossível de imaginar. Impossível de imaginar. E nós, então, é uma experiência prática que ela reflete exatamente os ensinamentos de Allan Kardec. Todo o texto belíssimo que foi mencionado, as consequências disso é o que nós sentimos na vida. fosse lá há 6 anos atrás escrever um texto sobre a minha certeza da imortalidade da alma pelo tempo que eu tenho de doutrina, talvez o texto fosse o mesmo de hoje, mas o meu sentimento, a minha certeza, o meu envolvimento é incomparável. É uma emoção realmente que ela surge da intimidade, porque você tem certeza e como nós participamos então da mesa mediúnica e acompanhamos as comunicações, semanalmente nós sentimos pulsar a alegria das pessoas quando falam especialmente com senor de guarda. É uma experiência que não conseguimos palavras para dizer o que as pessoas seguem. E muito interessante como o anjo de guarda. Todos são espíritos de segunda ordem, espíritos elevadíssimos. Todos nós aprendemos algo novo e importante em uma reunião mediúnica. Então, o que eu tento e trago no livro são questões. O primeiro capítulo, por que calaram os espíritos? Por que se calá dizer: "Não, mas eles estão em todo lugar. Eles sempre se comunicam. Mas temos que saber que a doutrina espírita inaugurou um novo conhecimento, algo que não existia. uma particularidade de ensinamento. Tanto é que na introdução do Evangelho Segundo o Espiritismo, há um há um marco temporal doravante e permanentemente as relações com os espíritos deverão ser constantes. E o espírita por conhecer tem algo a mais, não porque tem a preferência, mas porque conhece, porque vem conhecer. E aí nós fizemos outra questão, outro capítulo. Onde estão os espíritos na doutrina dos espíritos? uma doutrina cujo nome é doutrina dos espíritos, não é um uma doutrina da filosofia, é uma doutrina dos espíritos. Então essa doutrina dos espíritos tem que ter espíritos. Então claro, como disse, não há uma condenação ao modelo tradicional ao qual participei mais de 30 anos. Mas há algo
ma doutrina dos espíritos. Então essa doutrina dos espíritos tem que ter espíritos. Então claro, como disse, não há uma condenação ao modelo tradicional ao qual participei mais de 30 anos. Mas há algo além que foi esquecido, um elo perdido, como eu coloco metaforicamente no livro Evocações, o elo perdido, alguma coisa que ficou e que agora precisa ser resgatada, precisa ser trazida para a nossa prática. Essa é a essência do espiritismo, porque nós precisamos do consolo, nós precisamos de uma palavra, nós precisamos de uma orientação. Você poderá falar: "Mas você é médium". Sim, todos somos. Mas quando, por exemplo, você ouve pela boca de um médium se guarda, pegando intimidades que você nunca imaginou, por médiuns até que eles conhecem, por sutilezas que nem um amigo poderia identificar, que são coisas lá no seu do seu íntimo, de repente um novo horizonte se abre, de repente algo surge. E aí que eu entendo que há uma necessidade de nós falarmos com os amigos espirituais. Fizeste uma pesquisa aqui e de na seguinte pergunta: "Quem de vocês gostaria de falar com o seu anjo de guarda? Quem de vocês gostaria de falar com seu avô, com a sua avó, um ente querido? A resposta ela é dada por uma obviedade. Todos gostaram. Por quê? Eu visitava a minha mãe de 95 anos três vezes por semana. Não tinha nada de novo que eu queria falar com ela. Era emoção de ser a minha mãe. E agora então desencarna e some do mapa. Como que é isso? Então, nós temos essa necessidade dessa emoção, desse relacionamento. E isso a doutrina espírita nos dá. É um processo da evolução que quanto mais evoluirmos, mais nós conseguiremos entrar em relação com o mundo espiritual. E claro, todas as questões que se faz estão no livro dos médiuns. É claro que a prática sempre tem desafios, mas por isso é um trabalho coletivo, não precisa ser um trabalho individual. E, aliás, tem que ser por definição, um trabalho mediúnico, um trabalho coletivo. E nós vimos então lá no último item do Evangelho Segundo Espiritismo, número
, não precisa ser um trabalho individual. E, aliás, tem que ser por definição, um trabalho mediúnico, um trabalho coletivo. E nós vimos então lá no último item do Evangelho Segundo Espiritismo, número 9, capítulo 28. É o último capítulo, né? 28 e tem nove. A função da mediunidade é a prova da imortalidade e da alma. Aí você tá sentado aqui, fala: "Mais como? Cadê os médiuns? Como é que eu faço para provar a imortalidade da alma?" Então nós que viemos ao longo do tempo num trabalho mediúnico, hoje vemos que a maior missão da mediunidade é a prova da imortalidade, como tá na premissa colocada por Allan Kardec, que com Allan Kardec, porque sem que você tenha a certeza da imortalidade da alma, há outras coisas que a mediunidade pode nos dar, por exemplo, como instruções dos espíritos, um aprendizado que realmente é algo extremamente importante, como foi refletido no texto, você poderá não ter a valoração necessária para nós no sentido desse conhecimento. O espírito de verdade que sabemos ser o próprio espírito de Jesus, num texto do livro dos médiuns, diz que a relação entre com os espíritos deve ser para converter os incrédulos. Quem nos trabalhos habituais nossos que eu fiz, participei, não esconderam, acho que aprendi muito. Quem aonde você encontra isso nos trabalhos mediúnicos? Essa possibilidade da conversão dos incrédulos. Converter os incrédulos é a primeira premissa é trazer a certeza da imortalidade da alma. Então, esse livro busca trazer a fundamentação teórica, mostrando que Allan Kardec foi afirmativo no sentido da certeza de que devemos fazer a invocação em todos os livros, inclusive no Evangelho Segundo Espiritismo, várias colocações em relação a que nós devemos falar com os espíritos, mas é falar com os espíritos. E aí, claro, a grande questão, talvez alguns médiuns, pessoas aqui que participem dos do modelo tradicional, é aonde eu abordo como fazer esta superação, continuando, se for o caso, atender os espíritos inferiores, os sofredores, mas por processos mais elaborados, como a
participem dos do modelo tradicional, é aonde eu abordo como fazer esta superação, continuando, se for o caso, atender os espíritos inferiores, os sofredores, mas por processos mais elaborados, como a evocação. Porque se você atende um espírito inferior uma vez só, como você vai constatar e saber que ele foi atendido? Então, há uma metodologia ensinada por Kardec para ter esse tipo de trabalho de atendimento a espírito sofredor, sem a menor dúvida. Mas é muito pouco. Nós precisamos de um colo, uma hora dos espíritos. Isso nosso faz muito bem. Quem não tem angústias, as pessoas às vezes perguntam: "Ah, mas eu gostaria de saber se a minha para o anjo de guarda se o procedimento que eu estou andando na fazendo em minha vida está de acordo? Está tudo certo? e recebem a resposta. Interessante esta presença do mundo espiritual em nossas vidas, onde nós sentimos que os espíritos estão conosco. E quando você fala, então, o que tem muito acontecido com o anjo de guarda, que a pessoa diz, mas será que era ele mesmo? Será que não é? quando ela fala ela por si própria, que é o falar muito mais ainda com o seu anos de guarda, porque ela começa a ter a certeza, porque nesse porque como com o anjo de guarda todos nós somos médiuns, todos somos médiuns. E nós conversamos então com o mundo espiritual. Então, a proposta desse livro, exatamente, relatar a nossa experiência, trazer os fundamentos de Allan Kardec, que são absolutamente consistentes e sabemos ser então o resgate do pensamento e da obra de Allan Kardec. Nós faremos um intervalo e certamente a gente sente que tem muitas questões à mente e responderemos as questões logo após então o intervalo. Se eu não souber, o meu professor Márci vai responder por mim. Muito obrigado. Vamos lá então para o intervalozinho, depois voltamos. Muito bom, Ja. Parabéns. Agora vai lá pros ortógrafos. Eu vou lá assim. Bom, gente, como falamos antes, vamos às perguntas depois dos esclarecimentos, palavras estão boas aí das explicações. Vamos começar aqui com uma questão que
a vai lá pros ortógrafos. Eu vou lá assim. Bom, gente, como falamos antes, vamos às perguntas depois dos esclarecimentos, palavras estão boas aí das explicações. Vamos começar aqui com uma questão que eh foi suscitada, foi levantada por um participante da casa aqui nesse momento. quanto ah aos cuidados sobre agação cosmico. Então, é uma pergunta feita nesse sentido. Existia aquela questão da chamada proibição, entre aspas, né? Eh, porque aconteceram inclusive abusos, algumas coisas assim. Então, eh, gostaria que explicasse um pouco sobre esse aspecto dos cuidados que se devem ver em relação à evocações. Ver se aqui. Alô, alô. >> Agora deu. >> Deu ouvindo bem. E agora? >> Muito boa questão. Na verdade, todos os cuidados que a gente tem com uma reunião mediúnica, seja para receber comunicações espontâneas ou evocações, os cuidados são os mesmos, são os cuidados que Kardec ensina em Oreo dos Médios. Não tem nenhuma diferença do ponto de vista dos cuidados. Uma primeira recomendação de Kardec, o que atrai os espíritos são os boas intenções, os bons pensamentos, bons desejos. Então, toda reunião mediúnica, as pessoas têm que ter isso presente. Bons pensamentos, bons sentimentos. Isso é fundamental para a atração dos bons espíritos, seja para comunicação espontânea ou para evocação, não tem diferença. Então, por isso ele sempre recomenda que o grupo mediúnico devem ser formado de pessoas afins que se gostam, que se respeitam, para que não hajam problemas de sintonia entre os próprios encarnados. em primeiro lugar, porque isso é um problema grave. Pessoa que fica com inveja um do outro, que tem ciúme, brigou com o outro, que tipo de espírito vai estar presente? É o primeiro ponto. Então isso vale para qualquer tipo de comunicação. O segundo ponto, saber como produzir uma reunião, seja de comunicação espontânea, seja de vocação. Para isso, tem que estudar o livro dos médiuns para entender como Kardec explica, de que maneira a reunião deve ser começada. Esse Kardec dá toda uma
, seja de comunicação espontânea, seja de vocação. Para isso, tem que estudar o livro dos médiuns para entender como Kardec explica, de que maneira a reunião deve ser começada. Esse Kardec dá toda uma orientação precisa, lembra? Livro dos médiuns tem como título guia dos médiuns e dos evocadores. Esse é o título da obra. Sei que teve uma tradução portuguesa que eu acho que nem existe mais, que traduziu guia dos médiuns e dos doutrinadores. O tradutor inventou a palavra. A palavra em francês é literal, é dos evocadores, não é dos dos doutrinadores, como uma tradução colocou. As principais traduções mantém o título correto, livro dos médiuns ou guia dos médiuns e dos e dos evocadores. Então, os cuidados são os mesmos. Não há nenhuma coisa diferente entre receber uma comunicação espontânea e uma evocação do ponto de vista do que você deve fazer. Porque se você não toma os mesmos cuidados, você pode ter numa comunicação espantânea só espíritos perturbados, mentirosos. Vale a mesma coisa. Então, qual é o perigo? A pessoa fala perigo. Que perigo? O perigo que tem numa tem na outra. É o perigo da falta de preparo na equipe que não estudou, que não conhece, que não aprendeu a conversar com o anjo guardião, a pedir ajuda dos bons espíritos. Então, esse é o caminho. E Kardec fazer reunião desde o começo. Começa evocando o anjo guardião. Basta olhar na revista. O anjo guardião era a peça chave na reunião mediúnica, segundo Allan Kardec. Então, o começo era vamos conversar com os anjos guardiães para que eles possam dar orientações. Até quando há havia uma comunicação espontânea no diálogo com esse espírito. Se fosse um espírito que se manifestasse com dificuldades, com angústias, com sofrimentos, era muito comum que o anjo guardião desse instruções de como atender melhor aquele espírito. Então era evocado o anjo Bão, que é mais apropriado para esclarecer do que quem tá ali só ouvindo pela primeira vez o espírito. Se coloca na situação, chega uma pessoa que você não conhece, que não é de sua
era evocado o anjo Bão, que é mais apropriado para esclarecer do que quem tá ali só ouvindo pela primeira vez o espírito. Se coloca na situação, chega uma pessoa que você não conhece, que não é de sua convivência, chega para você e começa a narrar certos problemas, angústia. O que que você vai dizer para ela? Ó, tenha fé, ore, tenha confiança. Você consegue dar orientações gerais, boas. tem nada errado nessas orientações. Mas se vem o anjo guardião e diz mais coisas, porque ele sabe, ele sabe do real estado daquele espírito que tá se que tá se comunicando, ele sabe exatamente das causas daquela angústia, daquele sofrimento. Então a orientação que o anjo guarda passa é muito mais precisa, muito mais eficiente. A orientação geral é ótima, não faz nenhum mal, pode ser dada, mas se você quer ser mais eficiente no tratamento daquele espírito, nada como você evoca o anjo guardião para lhe ajudar. Então é o bom senso. Kardec relata isso na revista, vários exemplos. Então, os cuidados, estude Kardec, leia o livro dos médiuns, olha a revista espírita, bote em prática o que está lá e você vai perceber como é que você vai lidar, seja com evocações, seja com comunicação espontânea. Abusos, abusos tem daqueles que não estudaram, que não conheceram, que não se prepararam, que não leram o livro dos médicos, que não botaram em prática aquilo que Kardec colocou. Mas como é que você combate um abuso com educação? Educação ensina como fazer. Tem pessoa que fala: "É perigoso". É perigoso dois casos, comunicação espontânea e vocação. Os dois tem perigos. Como tem perigo andar de bicicleta? Você sabia que andar de bicicleta é muito perigoso? Andar de carro é perigoso. Como é que a gente faz? Proíba todo mundo de andar de carro. todo mundo já não. A gente educao tomar injeção. Sabe que tomar injeção não é perigoso. Se a pessoa não que foi ali que vai te aplicar errou, é perigoso. Se você tem alguma alergia específica daquele medicamento e você, então como é que se faz? Não existe essa história dizer que tal coisa é perigosa.
ão que foi ali que vai te aplicar errou, é perigoso. Se você tem alguma alergia específica daquele medicamento e você, então como é que se faz? Não existe essa história dizer que tal coisa é perigosa. Isso é que a gente chama em filosofia de falácia do perigo. Você diz: "Tal coisa é perigosa". Tudo é perigoso. Eu não conheço nada que não tenha risco ou perigo. Como é que você faz? Educa para fazer da melhor forma. Quando você faz seguindo toda a educação que Kardec suas obras, não tem risco nenhum. Você, segundo Kardec, só encontrou bons resultados porque seguiu o guia dos médiuns e dos evocadores. Então, diante de qualquer contexto prático, educação não proibição. Até porque você não pode proibir os espíritos se comunicaram, eles vão se comunicar de qualquer jeito. Ou você faz de forma adequada para tirar proveito ou vai fazer de outro jeito, porque os espíritos se comunicam. Pronto. É da lei natural essa comunicação. OK. Muito bom. Quem mais fazer alguma pergunta? F à vontade. O código falou o seguinte: "Se vocês não fazem pergunta, ele vai falar". Posso canar vocês também? >> Ó o João lá >> fala para nós sobre a evocação mental do evocador paraess. >> Eh, bom, eh, veja o o primeiro que tem que caracterizar bem o que é re evocação do que é invocação. São dois termos usados. Aí eu sugiro que entre na Kardec Pédia ou peg o livro instruções práticas sobre manifestações do dos espírit em que Kardec coloca lá o dicionário nas instruções práticas tem um grande dicionário. Ele produziu um outro dicionário que tá na primeira edição francesa do Rio de Américos que a que o IDE que conseguiu traduzir em breve vai estar lá que é mais completo ainda se dicionar. La card é caracteriza invocar é fazer o chamamento em geral. Você invoca os bons espíritos no começo da reunião. Ora Deus, gostaríamos que os bons espíritos assistissem à reunião, nos ajudassem, etc. Isso é invocação espírito em particular. Se souber o nome, com o nome. Se não souber o nome, é o avô da fulana. Você tem que identificar. Evocar é um
píritos assistissem à reunião, nos ajudassem, etc. Isso é invocação espírito em particular. Se souber o nome, com o nome. Se não souber o nome, é o avô da fulana. Você tem que identificar. Evocar é um apelo direto ao espírito. Então você pode fazer a evocação mental, desde que seja um apca, senão você tá fazendo uma invocação, né? Quando você o pensamento pede a assistência dos espíritos. Isso é invocação. Agora não. Eu gostaria que o meu anjo guardião, não precisa saber o nome, mas já identifiquei que o meu anjo guardião se manifestasse por algum médium eh do grupo. Pode ser até mental, mas o ideal é se você tá no grupo é você falar, porque como os médos não leem seu pensamento, né? Então, é, mas você pode fazer mental, mas cuidado. Em geral a gente faz invocação, que é muito comum e não há nenhum problema nisso. A gente tem que fazer as duas coisas. Evocação, que é o apelo geral, e evocação, que é o convite, o pedido para o espírito. Só para concluir, tem muita gente que fala: "Ah, mas eu vou evocar?" Tanto na evocação quanto na comunicação espontânea depende do espírito. Você pode evocar um espírito e ele não pode comparecer ou ele não queira comparecer. Você não pode obrigar o espírito a vir porque você o chamou. Não pode obrigá-lo. Ele tem livre arbítrio. Ele tem livre arbítrio. Às vezes ele não pode, até querendo, até desejando e ele não pode. Lá no livro dos médicos, Kardec coloca esses casos. Careca explica tudo isso mostrando como funciona todo o detalhe do processo de evocação, até a pressa que você faz. Quer dizer, é um manual briaprático, tão bem construído, o livro dos médios que eu diria é melhor que receita de bolo, é só seguir. Aí você vai ver o resultado positivo, correto, como eles estão fazendo lá e estão tendo resultados. Porque estão seguindo o guia. Olha a lucidez de Kardec, guia dos médicos e dos invocadores, guia. Guia para ser seguido. E ele com todo cuidado, que visão que esses que esse Kardec Espíritos tiveram do futuro, né? Porque ele pensa em
a a lucidez de Kardec, guia dos médicos e dos invocadores, guia. Guia para ser seguido. E ele com todo cuidado, que visão que esses que esse Kardec Espíritos tiveram do futuro, né? Porque ele pensa em coisas, ele fica imaginando assim, ele abarca todas as possíveis dificuldades, os tropezos e já antecipa você nesse guia. Então, tá nas nossas mãos seguir o guia. OK. OK. Ele tá querendo só que eu fale Vocês perceberam, gente. Uma pergunta ali. >> Tem mais uma pergunta. Vamos lá. É, uma comentário sobre ação familiares a disponibilidade, >> como que nós fazemos? Eh, quando há um pedido de evocação de um familiar, nós primeiro evocamos o anjo de guarda dele para saber da disponibilidade desse espírito para se comunicar. O que acontece na prática? Quando o espírito já está apto, está bom, bem, né? Eh, certamente porque já foi mentalmente evocado, ele já vem de pronto, mesmo sem que o anjo de guarda eh venha dar o OK. Na verdade, o OK já é dado no sentido espiritual, já há uma concordância. Então, a disponibilidade eh, por exemplo, o espírito não está em condições. Isso tem muito acontecido. Olha, espírito tal não está em condições, eh, espere um tempo, faça prece a ele. E tem casos que posteriormente, eh, dado uma informação do ano de guarda, a gente evoca então o espírito. Perguntamos novamente, agora podemos evocar o espírito? OK. Aí nós evocamos o espírito familiar posteriormente. Então na verdade é uma coisa, as vocações é de uma imensa simplicidade, não tem nenhuma sofisticação. A dificuldade que temos é quebrar em nossa mente o modelo que nós ficamos amarrados a ele, o modelo que tinha prioritariamente a questão de atendimento do espíritos sofredores. Mas a grande questão, né, dos parentes e amigos que nós observamos é que a verdadeira ou imensa há uma imensa caridade, né, quando você atende as pessoas que vem buscar a casa espírita, quando você consegue, digamos, dar essa certeza da comprovação da imortalidade, as pessoas mudam. E há caso de pessoas que não são espíritas, eh, que estão em
s pessoas que vem buscar a casa espírita, quando você consegue, digamos, dar essa certeza da comprovação da imortalidade, as pessoas mudam. E há caso de pessoas que não são espíritas, eh, que estão em muito desespero, especialmente quando são jovens que morrem, e tem tido casos concretos de uma grande transformação. Pessoas não precisam se tornar espírita, mas no mínimo tem um grande respeito à própria doutrina espírita. Então, essa prática nós temos feito. Eh, sempre, claro, existem eh nada é perfeito, né? Há há frustrações muitas vezes, mas isso faz parte dos ensinamentos de Kardec, mas de modo geral essa metodologia tem dado resultados e tem sido consoladora para as pessoas que têm procurado a casa espírita. Então, esses receios que existem, na verdade, eles são da nossa mente, da nossa construção cultural, mas que Allan Kardec mostrava que nós poderíamos fazer as evocações. A grande questão é essa. Ele insistia, ele chegava a dizer que essas comunicações eram os romances da vida sem aficção. Quando você fala com parentes e amigos, aquela coisa boa, né, da vida, mas sem a ficção, quer dizer, é a verdade que pulsa como se fosse o ou sendo, né, um retorno à família. E isso vem dando uma certeza, porque principalmente as mães, olha, sempre tô com você, você muitas vezes quando a minha sobrinha diz: "Nossa, pensei na avó agora". Ela já disse para nós era eu que estava lá. E a pessoa pensou, então acaba tendo uma aproximação e as pessoas sente mais avó, avô, né? Eh, que às vezes a neta tinha aquela aquele aquela aquela ligação emocional. Isso dá muito prazer e muita satisfação às pessoas e essa certeza de que nós não estamos sozinhos. Então, é uma prática que nós precisamos é começar. Eh, os embaraços existem, como eu disse, porque nós estamos acostumados de forma diferente. Não existem esses embaraços quando os médiuns são orientados desde o início, como o livro dos médiuns ensina formação dos médiuns com o anjo de guarda. Tem seis citações na formação dos médiuns.
ente. Não existem esses embaraços quando os médiuns são orientados desde o início, como o livro dos médiuns ensina formação dos médiuns com o anjo de guarda. Tem seis citações na formação dos médiuns. Eu nunca vi isso nos ensinamentos convencionais de onde eu vim esta fixação começar o desenvolvimento da mediunidade pelo anjo de guarda. Então, os médiuns novos, os médiuns que nós estão, digamos, eh, naidade muito rapidamente, porque não estão pressionados ou com medo de de receber um espírito pesado, que dá pânico. Quantas vezes, quantas vezes pessoas numa mesa mediúnica eh saem, se não correndo não voltam mais, porque espíritos começaram a fazer barulho, bater na mesa, ameaçar. Vou te pegar. Coisas acontecem. Quem quem participou como eu de tantos trabalhos sabe que é assim. E aí o trabalho mediúnic é uma suavidade, uma coisa tranquila, uma coisa eh positiva, né? Aí até contou no livro uma situação em que uma médium eh com a boa mediunidade sentiu um espírito muito pesado e ela foi orientada pelo ôniba não precisava receber daquele espírito e não recebeu. Depois da nova modalidade voltou e agora está muito feliz nessa nova modalidade. Curiosamente, tínhamos uma amiga nossa, psicóloga, eh, de conhecimento muito grande na doutrina espírita que desencarnou. E aí as evocamos, né, e perguntamos quais que eram as dificuldades que ela tinha, né, em se comunicar. O que ela disse? Olha, eh, a minha dificuldade em algumas alguns grupos que eu quero me comunicar é que o médium não me dá passagem porque ele não se sente mal, porque o o o modelo tradicional é que a pessoa tem que se sentir mal. Se ela se sentiu o médium não dá comunicação porque não conseguiu se sentir mal. No outro houve um um médium falou: "Não, eu não vou receber um espírito mau, um espírito inferior, digamos assim". Então, é um uma uma modalidade que está muito expressa na doutrina espírita, no conhecimento espírita e que é exatamente transformadora. Então, nós estamos fazendo espiritismo. No começo, muitas
sim". Então, é um uma uma modalidade que está muito expressa na doutrina espírita, no conhecimento espírita e que é exatamente transformadora. Então, nós estamos fazendo espiritismo. No começo, muitas vezes, quando abordávamos com algumas pessoas, ah, mas se Kardec falou, se Kardec isso aí, por isso que eu comecei a estudar na pandemia. Ali toda a revista espírita, todas as referências que eu pude anotar, anotei para fazer essa síntese teóricoprática, que éonde nós tentamos mostrar a nossa experiência. Mais alguma? Dá para uma última pergunta. Saber, sou levuns, não sei nada. Tô começando agora. Queria saber por que tem essa resistência das pessoas à evolução e não aração. E por que que se são coisas separadas? você tem uma hora para para você porque tem muito você ter de ajuda e tal e numa outra numa outra ocasião vai ser tratada essas ou se faz tudo junto ou se prejudica um educando um outro que se manifestar. Então não sei como que fica assim. >> Muito boa. Primeiro a minha recomendação para você, né? Estude livro dos médiuns e a revista espírita. E se você quiser usar Kardec Pédia, que é de graça, ela liga os dois. Então você tá lendo o livro dos médiuns, aí tem lá um tema, quando você vai baixo, ele remete a outros artigos da revista. Então você pode, ao mesmo tempo ler o livro dos médicos e a revista espírita. Isso é muito importante para que cada pessoa entenda o processo e veja como Kardec e os espíritos foram lúcidos ao escrever esse guia. OK? Bom, com respeito agora ao detalhe que você colocou, o que Kardec recomenda o tempo inteiro que a reunião mediúnica já começa com evocação, como o Giba mesmo deu exemplo, vai evocar um outro espírito que não é comum, que não está comumente presente já na casa, que já não se manifestou, é a primeira vez, é mais eficiente já perguntar pro anjo de guarda, olha, queremos evocar tal espírito com esse objetivo e tá e ele costuma já dizer, ó, pode, não pode? E às vezes até às vezes sugere até por qual médium. Então você tem os dois no mesmo momento
guarda, olha, queremos evocar tal espírito com esse objetivo e tá e ele costuma já dizer, ó, pode, não pode? E às vezes até às vezes sugere até por qual médium. Então você tem os dois no mesmo momento e quando há uma comunicação espontânea na mesma reunião, aquele exemplo que eu dei, às vezes é necessário ouvir também um o anjo de guarda sobre aquela comunicação. Se foi um espírito que necessita de um de algo um pouco mais preciso e não de ideias gerais, você vai fazer a evocação. Então ambas acontecem. Se você planejar hoje, nós temos dúvidas do grupo. O grupo estudou determinada temática, tem alguma dúvida moral, alguma dúvida no texto, então nossa reunião já vai começar atacando essas dúvidas. Então você vai comar, quem é que a gente acha que tá frequentemente num grupo? A gente gostaria de ouvir tal espírito que nos ajudasse? Então você planejou antes, qual quais perguntas vai fazer, aí você vai pra reunião. Kardecenda esse planejamento antecipado para que até o espírito possa possa de antemão ser avisado. Aí você vai lá pra reunião e às vezes você começa ali com as perguntas, aquele espírito respondendo. Daqui a pouco você tem uma comunicação espontânea de um outro espírito que resolve também dar opinião sobre aquilo. Então, não tem essa história separada, essas coisas quase juntos numa boa reunião mediúnica em que se usa simultaneamente as duas formas. Você se sente mais seguro e é a forma mais adequada. O que é muito importante, que o Giba lembrou bem, gente, e Kardec recomenda isso o tempo inteiro, é o papel do anjo guardião. Isso é que a gente tem esquecido muito. Seja no desenvolvimento da mediunidade, como lembrou o Giba, Kardec é explícito para aquele que vai desenvolver, evoque o seu anjo guardial, que é o espírito que está a fim com você, às vezes de muitas existências, que te conhece bem, que tem facilidade e ele vai te orientar. E nas reuniões, sempre esses espíritos vão estar presentes e vão ser chamados a conversar, opinar, seja de um tema, seja de um assunto, ou seja, de ajudar
em, que tem facilidade e ele vai te orientar. E nas reuniões, sempre esses espíritos vão estar presentes e vão ser chamados a conversar, opinar, seja de um tema, seja de um assunto, ou seja, de ajudar você a atender um espírito que está precisando de um esclarecimento mais preciso e não apenas de um aconselhamento. Então essa reunião é é uma só. Você vai praticar segundo Kardec. Agora veja a importância da evocação na reunião. Você começa por ela, percebe? Você começa evocando o anjo guardião e ele pode até dar sugestões sobre o próprio andamento da reunião, o que vai acontecer, o que pode até poderá alertar, olha, nós vamos ter uma comunicação para ajudar determinado espírito. Quer dizer, o anjo guardião é o fundamento da reunião. Quando você vai ler na Sociedade Espírita de Paris era a mesma coisa. eram os anjos guardiães dos médunos que estavam presente o tempo inteiro. Santo Agostinho era o anjo guardião de vez, Erast era o anjo guardião de Dambel. E assim vai. Aí você vai ler a revista, vê esse espírito se manifestando ali, respondendo questões. São Luís tinha lá o médium que era que ele era o espírito protetor. Então e o anjo gardião é a peça chave na reunião mediúnica. Eu diria que o grande prejuízo foi a gente ter deixado isso de lado, o anjo guardião de lado. Então tá na hora da gente olhar a cartilha, o guia e seguir esse guia. Então as duas ocorrem ao mesmo tempo e será mais eficiente se ocorrer sempre juntas. Pode ser que nem tenha uma comunicação espontânea, mas a evocação vai tá presente porque você começa por ela e pode ser que você comece com ela e a reunião inteira só foi de evocação. Pode ser. Agora, reunião só de comunicações espontâneas poderá acontecer, mas o recomendável é que você comece com evocação do anjo guardião para que até a reunião de comunicação espontânea seja mais proveitosa, tenha melhores resultados. OK? Quer acrescentar por >> a última? Falei que aquela era a última, mas vamos fazer a Ah, você tem lá ali. Ele não tem s chefe aqui, ó. É amigo
ntânea seja mais proveitosa, tenha melhores resultados. OK? Quer acrescentar por >> a última? Falei que aquela era a última, mas vamos fazer a Ah, você tem lá ali. Ele não tem s chefe aqui, ó. É amigo nosso. >> É, é. Quero usar aqui porque eu tô com a voz meia. Nós tivemos uma reunião pública em que foi falado do assunto da muitos que participaram são espíritas frequentadores aqui da casa e não trabalhadores. A nossa casa não tem reunião mediúnica pública. Como é que nós vamos atender daqui pra frente as pessoas que chegam aqui em clamor dos seus mortos e querendo falar com eles e que se nós não temos uma reunião pública, como é que nós vamos atender essas pessoas? muito boa. É até aconselhável que você não tenha a reunião pública. Nós vamos aqui agora fazer por várias razões. A primeira razão é que a gente sabe que o processo de sintonia com os espírit depende de uma certa harmonia. Para dar um exemplo, a sociedade espírit Paris, que nunca era pública, que Kardec tinha que autorizar o comparecimento de uma pessoa que não era frequentadora regular, tem uma comunicação muito curiosa que ele descreve na revista que São Luís tá respondendo uma pergunta, no meio começa umas coisas esquisita, Kardec percebe que que não é São Luís e vai questionar São Luís. Então ele dá um pito no São Luís, tá no livro dele, vai dar um pito em São Luís. São Luiz, dá um pito no Kardec, veja quem estava na assembleia e que espíritos trouxeram. Então não é nem a não é isso que está dizendo. O que o que acontece é que você tem pessoas na casa que ao serem atendidas precisam muito daquela assistência e aí você leva para o grupo mediúnico o problema para ver se pode ser atendido. Não, ninguém tá se falando em você fazer reunião pública, seja de evocação, nem de comunicação espontânea. Por quê? Porque imagina quantas pessoas estão aqui, as pessoas têm seus pensamentos, seus interesses. Fica difícil esse processo de você ter afinidade. Até que chega a deixar muito claro, as reuniões sérias tem que ser de
na quantas pessoas estão aqui, as pessoas têm seus pensamentos, seus interesses. Fica difícil esse processo de você ter afinidade. Até que chega a deixar muito claro, as reuniões sérias tem que ser de pessoas afins, com o mesmo objetivo, com os mesmos ideais, com grandes propostas e e é claro, numa reunião pública você não sabe o que quem tá presente. Então, não é isso que tá se tratando aqui. Tá se tratando de atender as pessoas, mas quem vai decidir de que maneira vai fazer o atendimento vai ser o grupo mediúnico lá. Não vai ser fazer uma reunião pública para poder todo mundo que tá aqui, eu quero meu pai, o outro, eu quero a minha mãe, eu quero meu tio, nada disso não, não pode ser entendido assim. Nem lá eles fazem isso. A reunião lá é reservada, tem o grupo de pessoas. Quando resolve que deve atender uma pessoa que precisa muito conversar com seu parente, é recomendável que a pessoa vá à reunião, esteja presente, se ela puder estar presente. Até isso Kardec diz, quando for uma comunicação particular, tando a pessoa presente, ela pode ajudar a identificar melhor, mas não é obrigatório, mas é mais recomendado que esteja presente até para você não correr o risco da farça. Kardec lembra isso. Alguém que resolve testar os médiuns, por exemplo, tivesse uma reunião aberta, a pessoa resolve testar, inventa um nome e é o cachorro dela. Ó, tem o fulano de tal, o Rex, que você pensa que uma pessoa tá doente assim, tá com isso, queria orientação. Olha, Kardecra isso. Olha o a pegadinha que quer fazer com o grupo. Aí imagina, vem um médic e começa a recomendar. O Rex precisa ler mais o livro dos espíritos. Tem muita gente que vai querer assistir reunião, não é a pessoa querer assistir. O processo é quem tem que comandar é a equipe que vai saber escolher quem quem deve atender, de que maneira atender, quando atender, não é isso? E nem nem lá em Vena de Luz eles fazem isso. Isso é muito importante. >> Partilhar experiência nossa até agora. Nesse caso >> é o Gilberg costuma falar sobre essa
atender, quando atender, não é isso? E nem nem lá em Vena de Luz eles fazem isso. Isso é muito importante. >> Partilhar experiência nossa até agora. Nesse caso >> é o Gilberg costuma falar sobre essa experiência que nós tivemos. Eh, eu conheci uma professora colégio e ela falou do problema na sua família que tinha perdido o filho e tal. O problema em relação ao pai desesperado pela perda do filho e tal. E aí nós conversamos, eu conversei com isso, que é importante isso desse protocolo, dessa organização para um primeiro contato, para conversar, a gente vai tem o atendimento fraterno, tem as conversas, diálogos e aí sim nós podemos, então não é como o código disse, uma reunião pública, então a gente encaminha dependendo da situação para que ela possa participar ou nós fazemos a consulta, Gilberto já falou sobre isso aqui, ao anjo guardião para ver a o que ele diz em relação ao atendimento ou não daquela pessoa. Então, e tem muitos casos, a diversidade é imensa, então há muitas situações assim, mas com certeza nós estabelecemos critérios para o atendimento. Então, não é público, então nós eh as pessoas precisam, não deixamos de atender as pessoas, mas há situações que são mais necessárias ou menos necessárias e assim a gente estabelece critérios para o atendimento dessas pessoas. também gostaria de partir falar um pouquinho da experiência de Curitiba. >> Fica de pé aí, fica de pé. Enquanto não tínhamos enquanto não tínhamos o nosso grupo estruturado, recorremos algumas vezes ao grupo de venda de uso. Então casos identificávamos ali tanto dos participantes quanto daqueles que chegavam no atendimento fraterno, por exemplo, casos grave, um passeio a gente tem um caso de suicídio de um jovem assim assim assim formada de ensino que todos matam tal desafiador inclusive, né? É possível fazer a evocação do antigo árvore desse jovem para saber o estádio dele ser possível ecar? Não tem aí a resposta não. Nesse caso o espírito não está em condições e vai levar. Em outros casos, sempre assim, o
evocação do antigo árvore desse jovem para saber o estádio dele ser possível ecar? Não tem aí a resposta não. Nesse caso o espírito não está em condições e vai levar. Em outros casos, sempre assim, o protocolo, a gente identifica ali dentro público, né, na população do centro espírita, situações mais graves, leva o grupo e aí o grupo revoca de guarda vamos conseguir daqui a duas semanas mamos à família, né, os interessados no grupo e aí se dá o processo de comunicação. Então há um protocolo e uma pauta e uma organização que é levado a cé. Então não é um trabalho público, mas ele sim se presta ao atendimento eventualmente dessas mais graas e elas chegam eu chego aqui é aí o grupo faz trabalho, mas com essa com esse protocolo de guardar como é que vai dizer que é possível não é possível é hoje que é daqui a três semanas tudo certo que chave ela ensinou que o telefone toca de lá para cá né >> eu eu conversei Arnaldo se conviveru com Chico 40 anos. O Arnaldo morou inclusive do quarto Chico que disse: "Olha, o contexto aí foi não foi dentro, não foi uma frase dita idolatamente, foi dentro de um contexto de uma outra função da impossibilidade do espírito se comunicar e tal. E acabou que nós adotamos isso como uma verdade, né? Tudo contrariando a própria posição ativa da Kardec. Nós podemos tocar aqui para lá, lá para cá, é na espontaneidade, na invocação. O Arnaldo, o Arnaldo falou que não é bem assim. E é fácil dar um contexto em que essa frase possa ser verdadeira, porque você imagina, poderia acontecer até no grupo redesículo a pessoa quer que determinado espírito se comunique. Ah, eu quero, eu quero que se chame tal espírito. Bom, não depende do livre arbítrio espírito. Então você poderia interpretar o telefone toca do lado de lá, porque não adianta você só evocar. Evocar não é garantia absoluta de que ele vai poder se comunicar. Ó, depende dele. Vamos chamar, mas se ele não puder ou se ele não quiser, não vai dar. Então tô dando um contexto em que a frase poderia ser dita. Se é ou
a absoluta de que ele vai poder se comunicar. Ó, depende dele. Vamos chamar, mas se ele não puder ou se ele não quiser, não vai dar. Então tô dando um contexto em que a frase poderia ser dita. Se é ou não esse contexto, não sei. Jovem foi isso que aconteceu. Queria falar, ele disse, não quero falar. Sim. Exatamente. Ou seja, a evocação é um procedimento mais adequado para fazer via anjo de guarda. Mas você nunca pode garantir qualquer que seja o espírito evocado, como vai explicar Kardec no guia, que tô reproduzindo aqui, tá tudo no guia. Tem tudo isso lá no guia, ó. Ele pode não querer vir e não pode ser obrigado. Ele tem livará. Não, ele pode não poder vir. Ah, ele está encarnado agora em atividade, não tem como deixar. Ele está muito doente na cama agora, precisando de uma atenção lá. Ele tá lúcido, mas ele não pode deixar o corpo agora. Ou ele está numa atividade que agora não pode. Ou seja, careca explica tudo isso. Quer dizer, depende do espírito, ou seja, o telefone tem que ter autorização do lado de lá. O espírito que poder e desejar fazê-lo. Mas isso não significa que você não liga o telefone do lado de cá. Você liga o telefone do lado de cá. O sujeito lá pode ou não atender. Então frasesadas, eu não conheço o contexto, como o Márcio falou. Eu sou novo bastante, nunca participei desses contextos, mas eu diria, não vem nenhum problema você fazer nenhuma. Toda frase fora de contexto é fácil criar um contexto em que ela fica converg. Por isso que eu sempre digo, ó, frases fora de contexto, cuidado, porque você não sabe o contexto que foi dito. Então, é importante a gente entender o processo. processo é o anjo guarda é a figura, o anjo guardião que eu gosto mais, Kardec usa mais essa expressão, porque a expressão, só para explicação, a expressão anjo guardião, ela remete mais ao grau evolutivo do espírito e não a função, a atividade. Anjo de guarda se concentra mais na guarda. O anjo da guarda, que é mais comum ainda eh na tradição religiosa, era anjo da guarda. mais a função de
u evolutivo do espírito e não a função, a atividade. Anjo de guarda se concentra mais na guarda. O anjo da guarda, que é mais comum ainda eh na tradição religiosa, era anjo da guarda. mais a função de guardar. da condição de guardar poderia ser feito também pelos familiares que nos atendem, enquanto o anjo guardião remete mais ao grau evolutivo do espírito. Ele é um espírito elevado. Você se concentra mais na qualidade dele do que no ato de guardar, embora essa qualidade seja de espírito protetor que vai te proteger, que vai te guardar, que vai acompanhar. Então, Kardec até faz a distinção. familiares também podem te ajudar e te ajudam, te acompanham no dia a dia, te guardam também os espíritos familiares que são os amigos, os conhecidos, a pessoas simpáticas a você. E o anjo, o guardião, o espírito protetor, ele tem a missão. É missão. Ele tem uma missão especial de te acompanhar no processo evolutivo. Então é esta figura anjo guardião que nós estamos falando, que é a peça chave, porque é necessariamente um espírito elevado, porque você pode evocar um espírito familiar e ele não é elevado. É imperfeito como você tem suas imperfeições, seus vícios. sua ignorância. Hã, então você vai invocar o anjo guardião. Este sim, você sabe ser um espírito no mínimo da segunda ordem, portanto na escala espírita, segunda ordem, tá lá no livro dos espíritos, vai ler o a partir do item 100, que que é o espírito da segunda ou primeira ordem. Então essa é a figura chave. o anjo guardião para segue o guia. Mas é muito importante a sua pergunta para deixar claro que não se trata de fazer reunião pública. É disso contraria exatamente a necessidade da comunhão dos pensamentos, da afinidade de um grupo menor de pessoas que são afins, que tm o mesmo objetivo, que tá bem preparado para isso. OK. Jorge, pergunta Jorge foi respondida. A ideia era perguntar exatamente sobre ele, sobre a gente teve uma experiência de uma perda pessoal, eh, e procurou uma comunicação, ainda nem éramos espírit:
OK. Jorge, pergunta Jorge foi respondida. A ideia era perguntar exatamente sobre ele, sobre a gente teve uma experiência de uma perda pessoal, eh, e procurou uma comunicação, ainda nem éramos espírit: "Olha, filho, a comunicação, o telefone toca de lá para cá". fazer você não tem como pedir essa publicação. Então eu perguntaria, eu com certeza o Gilberto tá respondendo no livro aqui, por que é que houve esse rompimento? Por que se é elo perdido se tá tão claro na obra do trajeto segundo você o já mostrou 10 itens aí são claros e que a publicação tem o seu objetivo, inclusive tá ainda daqui para lá, não cons >> Então essa pergunta, o que que houve esse arrompimento que teria sido essa essa ideia de que o telefone toca dela para cá que rompeu e quebrou esse essa ideia. Primeiro eu acho que é o desconhecimento da obra de Kardec, né? Nós não lemos Kardec, porque se se você considerar que todo os grupos mediúnicos do qual eu participei, inclusive eh muitos conhecem aqui um Centro Espírita Luz Eterna, que é um grande centro em Curitiba, o qual se criou aquele Coem, nunca se fez o desenvolvimento da mediunidade com o anjo de guarda. Então, no livro eu faço algumas hipóteses, né? Uma das hipóteses é que o mundo espiritual inferior, isso também dito por Kardec, não tem interesse que as pessoas tenham autonomia na comunicação com os espíritos. Tanto é que ele escreveu um capítulo, um texto chamado espiritismo sem os espíritos, que era uma pretensão das pessoas da época. E há outras outras perguntas que diziam eh que para evitar estes riscos deveriam se eliminar todos os tipos de comunicação. E eu questiono como que o Allan Kardec época já tinha conhecimento disso, inclusive colocando no livro dos médiuns uma questão desta natureza e ele tem as respostas mais duras no sentido de rechaçar essa pretensão, dizendo que alguns até se encarniçam, achei uma palavra pesada, mas o Kardecniçam em querer não difundir as comunicações com os espíritos. Então, atrás disso se utiliza muitas vezes essas frases
nsão, dizendo que alguns até se encarniçam, achei uma palavra pesada, mas o Kardecniçam em querer não difundir as comunicações com os espíritos. Então, atrás disso se utiliza muitas vezes essas frases soltas ou um texto ou outro. Atrás disso existe o desejo do mundo espiritual inferior que nós não tenhamos a nossa autonomia, a nossa liberdade de falar com os espíritos. Porque o Kardec demonstrava que o Espiritismo deixou o inimigo as claras. Antes eles estavam as escondidas. Então, o enfrentamento é o conhecimento. Então, é isso que eu analiso. E na verdade às vezes os processos culturais vão se repetindo, repetindo, viram verdades, uma mentira repetida várias vezes vira verdade e por um comodismo, falta de aprofundamento, a coisa acaba ficando nesta natureza. >> Bom, eu só quero agradecer a vocês pela atenção, pelo carinho. Obrigado aí pela paciência. Mas o relógio manda a gente parar. Até passamos do tempo. Tenha um bom dia. Não sei se o Rubens, por favor, quer fazer encerramento. Giba quer dar alguma palavra de bom dia. Vamos encerrando. >> Só agradecimento à casa espírita, casa que eu em 1977 conheci, conheci o seu Remi, a dona, a dona Neusa, todo esse povo aqui, um monte de gente que eu conheço, o Jorge, o Celsão, uma casa que sempre me acolhido. Eu agradeço muito essa confiança que nos deram. Então nós agradecemos o quórum por estar aqui nos trazendo tantos esclarecimentos. Isso é muito importante. Parabenizar o Gilberto por essa obra e liberdade um pouco dessa realidade, dessa prática realidade a propõe e agradecer a presença de todos vocês. Tenham um bom domingo e uma boa semana. Que Deus abençoe sempre. É isso. Foi bom, né? Bom, Gibinha, muito bominha. Bom, cara, >> missão cumprida.
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