Como Kardec definiu o que poderia ser peguntado aos Espíritos?
até o surgimento do livro dos médiuns de 61, essas questões eh de descoberta, de ciências, Kardec fazia pros espíritos. Então a gente vai ver muito na revista espírita, Kadec, principalmente quem ler a revista, sabe bem disso. Ele falar sobre Júpiter, várias eh eh o texto sobre Júpiter, tem essas questões das invenções, tem um outro movimento que ele trata das pirâmides e a gente vê Kardec evocando espíritos tratando disso. É graças a essas evocações e outras coisas que ele recebeu por carta de pessoas que evocavam os espíritos do inteiro que ele poôde chegar a essa conclusão do que a gente tá tratando aqui. Ele percebeu que todas as vezes que foi submetido aos espíritos estas questões sobre invenções descobertas e pesquisas científicas, a coisa não saía do lugar. não se obtinha resultado quando ele levava as comunicações com os espíritos para esse lado. Então, por isso que a gente vai encontrar um monte de textos que depois Kardec abandona. Depois, o livro dos médiuns, ele abandona. Aí na revista a gente vê ele concentrado nos temas espíritas, que justamente quando ele apresenta o livro dos médicos, ele já tem a teoria pronta, porque ele vai, por isso que ele vai dizer perguntas que se podem fazer pros espíritos. Mas como é que ele descobriu as perguntas que se podem fazer para os espíritos? Experimentando. É por isso mesmo que há esse capítulo porque ele percebeu que há certas perguntas que não saem do lugar. ou eu tenho diversos sistemas e hipóteses que se contradizem, que não solucionam o problema, ou eu tenho mistificações. Então ele chega a essa conclusão pela experiência. Não é que Kardec decidiu o que que pode, o que que não pode, botou no livro médico. E esses exemplos são como esses que a tá colocando, né? Nessa de 59 que ela tá citando. É isso. Tava se tentando tirar alguma coisa do espírito que no final a gente olha e diz assim: "Bom, o espírito acabou não dizendo nada, né? nada do que já não era sabido. Claro, justamente isso é uma prova empírica de que eles não resolvem
isa do espírito que no final a gente olha e diz assim: "Bom, o espírito acabou não dizendo nada, né? nada do que já não era sabido. Claro, justamente isso é uma prova empírica de que eles não resolvem essas questões. Então isso é uma é muito importante esses detalhes e tem a ver com o que já que ele já que Kabec definiu o espiritismo como ciência, é importante a gente eh refletir sobre isso. Então ele é uma ciência, mas que a gente não se muda, que ele invade o espaço das outras ciências e tenta com os espíritos entrar nas questões das outras ciências. Não se conseguir. Da mesma forma com os quantos espíritos da época de Kardec e ainda hoje a gente ouve casos aqui no interior do Rio Grande do Sul. Isso é muito comum de pessoas que receberam um sonho ou através de algum médium a notícia de que tinha algum tesouro enterrado. Quantas pessoas já foram atrás desses tesouros enterrados? Muitas se acidentaram, perderam tudo, se prejudicaram e nunca encontraram. Então percebe? Não adianta tentar tirar dos espíritos algo que não é da competência dele. Aí Kardec vai dizer quando é espontâneo, seja não foi uma coisa que alguém buscou por interesse, por imoralidade, por nada, mas alguma coisa espontânea que tem intervenção dos espíritos, é porque estava nos planos de Deus acontecer. Mas a gente usar a vocação para isso, esqueça os espíritos não vão dizer, embora eles saibam, né? É óbvio que o espírito, muit os espíritos eles conseguem muitas vezes saber de coisas que mas eles não falam justamente por causa das questões de ética, de provações. E claro, é espíritos que nem sabem. Os inferiores e eles sabem muito pouco, só que o inferior ele pode inventar uma resposta.É, Então, não tente ocupar, achar que o espiritismo vai se ocupar com isso ou que você, através da vocação vai se ocupar
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