As mães segundo o Espiritismo.

CanalFEP 11/05/2025 2:30
Transcrição

Nós aprendemos com espiritismo que quis Deus que os espíritos progredissem através da conquista do seu livre arbítrio, através das suas escolhas e que conquistassem esse progresso em corpos materiais e que estando em corpos materiais nós progredíssemos em sociedade, convivendo uns com os outros. E nessa sociedade nós temos um ser que escolhe receber os espíritos e dar um corpo para esse espírito que vai progredir, que pretende progredir. São as mães. E Deus colocou nessas mães um instinto do amor, do cuidado, para que a gente aprendesse através desse exemplo de como a gente deve cuidar, educar, desenvolver. Daí a missão dos pais, a missão das mães em saber que recebe um espírito que cabe a esses pais, que cabe a essa mãe, educá-los, dar o seu melhor, o seu máximo, protegê-los, desenvolvê-los em todos os aspectos possíveis e estimulados por esse instinto materno, que serve de exemplo a todos nós, de como mesmo o espírito imperfeito, recebendo auxílio desse instinto que Deus colocou nas mães, pode melhor educar aquele espírito que está recebendo. Mas é evidente que esse instinto, esse exemplo serve para todos nós, não só para a figura específica da mãe. É evidente também que o espírito imperfeito que está no corpo dessa mãe, mesmo com o estímulo desses instintos, pode errar e com certeza vai errar muitas vezes, porque somos ainda imperfeitos. Mas mesmo imperfeitos, nós devemos realizar nossas missões, procurar dar o melhor, usar a razão para avaliar o que estamos fazendo. Daí as mães fazerem o seu melhor, os pais fazerem o seu melhor, a sociedade fazer o seu melhor como um todo, apesar das nossas perfecções. E se alguma mãe não estiver cumprindo com o mínimo que esteja indo contra esses instintos, que reflita, que saiba que irá responder duramente por isso, porque é uma missão de muita responsabilidade. E para aqueles filhos que têm excelentes mães, que saibam valorizar, porque a ingratidão também trará consequências de muito sofrimento para aquele que não valoriza os excelentes pais, a excelente

de. E para aqueles filhos que têm excelentes mães, que saibam valorizar, porque a ingratidão também trará consequências de muito sofrimento para aquele que não valoriza os excelentes pais, a excelente mãe que teve, que cuide também quando tiver condições dos seus pais, da sua mãe e também aqueles filhos que não tiveram boas mães, que mesmo assim não usem isso como desculpa e procurem se desenvolver de outras maneiras a que não tiveram auxílio das mães, que perdoem, que não retribuam o mal com o mal. Então, parabéns a todas as mães, mas a todos aqueles que cumprem esse papel de mãe e aqueles que também cuidam das suas mães, aqueles que também perdoam ou aqueles também, parabéns aqueles que se desenvolvem apesar das mães ruins. M.

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