As Ciências Acadêmicas não podem provar o Espiritismo.

CanalFEP 17/07/2025 2:49
Transcrição

Então, vejam, Kardec aqui começa examinando justamente a diferença entre as chamadas ciências ordinárias, ou seja, aquelas que que tratam da matéria. Então, agora ele vai falar da diferença do objeto de estudo, né? Ele tá explicando porque que um não tem competência para falar do outro. Porque os cientistas acadêmicos em geral, eles têm como objeto a matéria. E Kardec diz que se pode experimentar e manipular livremente. Então eu posso manipular a matéria em laboratório. Mas o objeto da ciência espírita são seres inteligentes que têm vontade, que t eh eh liberdade. Então já é um objeto diferente de eu analisar. Eu posso aplicar o mesmo método. Então ele mostra que a diferença do objeto, e a gente vai tratar nos próximos estudos, é a diferença do objeto. O espiritismo trata dos espíritos que pensam, que têm vontade, que se comunicam, que têm a característica de saber. Uns sabem mais, outros sabem menos. Uns são honestos, outros são desonestos. Agora, eu quando eu tô manipulando elementos químicos na no laboratório de química, vejam, as substâncias, elas não têm vontade própria. É outro tipo de análise de de funcionamento. Por isso que diz: "As observações não podem, portanto, ser feitas da mesma forma. requer condições especiais e outro ponto de partida. Então aqui ele tá explicando porque que um não pode tratar do outro ou tentar avaliar. Eu não posso querer pegar os as metodologias da física da química da biologia e tentar com isso provar se o espírito existe ou não, porque eles têm que trocar de metodologia, senão não dá certo. Ah, então que metodologias eles têm que usar aqui? Kardec desenvolveu. É isso que ele tá querendo mostrar. Por isso que ele diz, a ciência provavelmente dita é incompetente para se pronunciar na questão do espiritismo. Não tem que se ocupar com isso. Exatamente. Por quê? Porque não é o objeto de estudo dela. Ah, mas o químico pode ser espírita, pode. Ele é químico e vai estudo espiritismo. Ele sabe duas ciências. Percebe? A pessoa pode ter a sua o seu

amente. Por quê? Porque não é o objeto de estudo dela. Ah, mas o químico pode ser espírita, pode. Ele é químico e vai estudo espiritismo. Ele sabe duas ciências. Percebe? A pessoa pode ter a sua o seu conhecimento de uma ciência e ir lá estudar mais uma ciência. Qual? o espiritismo, mas ele não pode com o conhecimento de química usar isso para conhecer espiritismo, porque são coisas diferentes para avaliar o espiritismo. Por isso que ele diz que Kardec é tão eh genial e certeiro que ele diz que a opinião mesmo a favorável não tem nenhum peso e ele é muito coerente. O que não é não não significa se um físico disser: "Olha, o espiritismo tá errado, ele não tem competência para ele." Se um físico disser: "Olha, o espiritismo é uma verdade, ele também não tem competência para". Por quê? Porque a física não dá competência para ele analisar a ciência espírita. Ele vai ter que para julgar o espiritismo e estudar a teoria do espiritismo. E aí, por isso que Cadeec diz assim, tem uma parte que ele diz assim, de secando, lá no finalzinho, de secando o corpo humano, o anatomista procura a alma e porque não a encontra debaixo do seu escapelo, como encontra o nervo, ou porque não a veivolar-se como gás, conclui que ela não existe. Aqui é um exemplo clássico da metodologia. O jeito que um anatomista estuda a sua ciência analisando os cérebros, os nervos, as partes do corpo, ele não vai achar alma ali. Então ele não tem como provar se a alma existe ou não. Da mesma forma, os estudiosos do cérebro não tem como provar se a alma existe ou não, porque eu não acho a alma analisando o cérebro, o órgano. Eu preciso de outro método, pau, que o espiritismo oferece. M.

Mais do canal