A caridade espírita é racional.

CanalFEP 26/04/2025 1:52
Transcrição

Outro ponto muito importante que nós temos comentado nas redes do Kardecub é que o espírita ele deve praticar a caridade nos mais diversos contextos. O espírita deve cumprir com as suas obrigações, mas são várias obrigações que a gente tem que cumprir enquanto está encarnado. Nós temos obrigação enquanto esposa, esposo, pais, filhos. a gente desempenha um papel na sociedade também com o nosso trabalho, nosso trabalho que traz o nosso sustento material. Nós temos diversas áreas de obrigações, de atuação. Por isso, o espírita, ele não é a lei, a sociedade, ele cumpre aquilo que é dever de cumprir. Ele não estuda também somente o espiritismo, porque o espiritismo não trata de tudo. Para cada assunto. Ele busca a ciência própria daquele assunto que ele está tratando. Então, eu progrido intelectualmente, é o que o espiritismo ensina, mas não só estudando espiritismo. Eu tenho que progredir moralmente em diversos contextos, não apenas na casa espírita ou no grupo espírita. Há circunstâncias em que eu devo ajudar os outros, sejam os meus próximos ou pessoas estranhas, mas também não significa que eu devo deva ser irracional. A ajuda não pode ser irracional. O sacrifício não pode ser irracional. Não faz nenhum sentido eu parar de trabalhar ou eu dar tudo que eu tenho, porque isso não é a virtude por completo. Então, o espírita tem que saber que ele faz parte de uma sociedade, que ele tem compromissos com relação ao espiritismo, mas também com demais setores da sociedade e que na hora de ajudar ele não faz isso de uma maneira ingênua e irracional, porque eu não posso parar a minha vida ou as minhas obrigações tentando fazer o bem num ponto e não cumprindo com deveres do outro. A caridade é completa, é justa. Então, que a gente raciocine sobre isso para que a gente compreenda a prática da caridade verdadeiramente, como nas obras de Kardec.

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