#92 - Itens 122 à 123 - Progressão dos Espíritos | O Livro dos Espíritos de Allan Kardec

CanalFEP 17/03/2026 1:15:12

Entre em nosso grupo do WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/FsCW4lq8TENKxFkg3srIJw?mode=hq2tcla Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao estudo exclusivo! Link para se tornar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join O Livro dos Espíritos - Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos - Capítulo I — Dos Espíritos - Progressão dos Espíritos - itens 122 à 123 Toda Segunda das 20h às 21h Transmitido pelos canais: Estudar Kardec - Lauro Rodrigues kardectube - Michel Macedo __________________ Para todos que desejam conhecer de fn̈orma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec

Transcrição

Olá, boa noite. Sejam bem-vindos para o nosso estudo do de O livro dos Espíritos. Nós estamos na parte segunda do mundo espírita ou mundo dos espíritos, no capítulo um, que trata dos espíritos. O tema é progressão dos espíritos. Então, estamos dando continuidade ao estudo a partir do item 122. Se você quer assistir o estudo relacionado à progressão dos espíritos, vai em nossas playlists, tanto no Estudar Kardec quanto no Kardec Tube. Você vai encontrar lá estudo do livro dos espíritos, você vai achar lá a progressão dos espíritos, tá pessoal? Então fica aí a dica e pedindo a você que nos apoie se inscrevendo, curtindo, comentando, compartilhando os nossos conteúdos. Tem aqui meu lado como sempre para o estudo dessa noite meu irmão de fé aí, meu irmão camarada Michel Marcelo, que eu passo para ele. Michel, boa noite, meu amigo. >> Boa noite, Lauro. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos. Estamos aí caminhando a passos calmos, estudando o livro dos espíritos. Esse assunto é muito importante, né? Bem filosófico também sobre como os espíritos progridem. Estamos ainda na 122 tentando compreender esses princípios que os espíritos colocam. É importante que todos vejam pelo menos o início do assunto, né? Então, recorram aí a playlist do canal para assistir desde o início e principalmente comentar, né, através dos comentários, das perguntas, a gente consegue saber se a gente tá sendo entendido ou se a gente não tá esquecendo de abordar algum ponto, né? Então não fiquem tímidos em participar, claro, procurem sempre trazer questões que tenham a ver com o tema, porque é o momento da gente tentar aprofundar, né? Mas são questões muito importantes pra gente entender como é que o espiritismo pensa o progresso do espírito, que é o nosso progresso, né? Já que nós somos espíritos, a gente entendendo como é que é o processo desse progresso da gente mesmo, vai facilitar inclusive paraa gente trabalhar o próprio progresso, né? Então, que a gente tenha um ótimo estudo e não esqueçam aí de se inscrever nos

é que é o processo desse progresso da gente mesmo, vai facilitar inclusive paraa gente trabalhar o próprio progresso, né? Então, que a gente tenha um ótimo estudo e não esqueçam aí de se inscrever nos canais, não esqueçam de curtir. O o Lauro colocou aí o link também do nosso grupo do Whats. Clique no link, participe do nosso grupo do Whats, compartilhem o link também. Vocês podem compartilhar esse link com quem vocês quiserem. Esse grupo do ATS aí é aberto para todos que se interessam por espiritismo. Tem também a opção de estudar o livro dos médiuns conosco aí lá no no Kardecube na sexta-feira, aí você assina lá o canal. Então são várias maneiras de você interagir com com a gente aí, né? Estamos eh eh produzindo duas lives por dia e agora começamos hoje, algumas pessoas já devem ter percebido que pela manhã agora a gente tá manhã inteira ao vivo porque a gente tá reprisando pro estudos antigos, né? Então agora a gente tá o máximo de tempo possível, ainda não é o a aonde eu quero estar, mas um já é mais tempo ainda ao vivo no YouTube falando sobre Kardec, né? Vamos ver se um dia a gente consegue ficar aí umas 12 horas diárias produzindo, colocando conteúdo para de acesso para todos aprender com Kardec, né? Não que a gente tenha um ótimo estudo. >> Beleza? Vamos lá. Bom, eh, antes de iniciarmos aqui, então, nós temos aqui o nosso amigo Luciano, tá sempre conosco, a minha irmã, a Lucimar e tenho aqui, né, o Kardec, o Estudar Kardec e o meu perfil aí saudando vocês e convidando a se a a participar do estudo, né? E mais uma vez lembrando que sempre é importante que vocês se inscrevam e que curtam e também que vocês compartilhem, tá? É, é sempre muito importante. Michel, quer fazer algum algum algum recordatório ou já vamos direto pra questão? >> Pode ser direto. E aí eu já com a questão na tela, eu já comento mais ou menos pro pessoal lembrar que nós estamos tratando aí como é que se dá o princípio da escolha do bem e do mal. o princípio do livre arbítrio, né? E é muito importante a gente, cada

já comento mais ou menos pro pessoal lembrar que nós estamos tratando aí como é que se dá o princípio da escolha do bem e do mal. o princípio do livre arbítrio, né? E é muito importante a gente, cada estudo que passa, a gente ir, eu uso expressões como a gente tem que ir mastigando o conhecimento, né? O conhecimento é é uma coisa que a gente tem que ir cada dia mastigando um pouquinho, digerindo. Aí daqui a pouco um a gente mastida mais um pouco e o conhecimento anterior que a gente engoliu começa a fazer sentido. O conhecimento, como qualquer outra coisa, ele exige hábito para começar a fazer sentido, né? Então, claro que todo conhecimento que é novo, ele exige um certo esforço na nossa atenção, repetição, né? As pessoas dizem assim: "Aí eu vou ler um livro, leio, quando eu tô na metade da página, parece que eu tenho que voltar de novo." Isso é é claro, é a falta do hábito. Então é normal isso. Só que a pessoa tem que persistir. Então o conhecimento também demanda esforço. Agora, qual é a vantagem? Depois que você entende, você tá mais lúcido, você tá mais sábio, você tá menos ignorante e você consegue ter atitudes diferentes. Então, primeiro a gente conhece, aprende, pensa, se esforça, repete, até que isso vai influenciar nas nossas ações. Então, às vezes a pessoa quer mudar, ah, eu quero mudar minha vida, quero mudar as minhas atitudes, quero mudar muita coisa. Mas você tem que passar pelo processo do amadurecimento, do conhecimento. E mais, você tem que tá conhecendo, né? Se você estuda pouco, lê pouco, se concentra pouco em coisas importantes da alma, você vai ter muita dificuldade, né? Então, faz parte também do estudioso saber priorizando coisas. Às vezes a gente perde muito tempo com coisas, até mesmo com leituras e textos a gente perde muito tempo que não vão trazer resultado. Então, às vezes você, ah, eu tô lendo uma coisinha facinho, tudo bem, você vai ficar 10, 20 anos lendo essa coisa facinho, mas você não vai, não vai dar um passo adiante, né? não vai ter resultados melhores. Então,

s você, ah, eu tô lendo uma coisinha facinho, tudo bem, você vai ficar 10, 20 anos lendo essa coisa facinho, mas você não vai, não vai dar um passo adiante, né? não vai ter resultados melhores. Então, como nós somos imortais, pense como espírito, né? Ah, eu tô muito velho para aprender. Ninguém tá velho para aprender porque ninguém morre. Então, se você tem 99 anos e decidiu começar, comece. Ah, pode ser que eu morra daqui uma semana, não tem problema. já é uma semana de estudo, então não, nunca é tarde, sempre é hora de começar, recomeçar, persistir. Então isso é muito importante. E nós estamos vendo isso, tem a ver com isso, né? Como é que a alma progride. E aí a gente tá colocando cada semana algum algum uma peça a mais nesse quebra-cabeça para que fique claro para vocês, né? E a gente tá tentando entender o princípio, como é que começa ali o livre arbítrio, né? A gente sabe que a gente tem livre arbítrio, basta que a gente se observe, né? A gente sente ao se observar, a gente percebe ao se observar que a gente tem livre arbítrio. Você sabe, ah, eu poderia ter falado e e poderia não ter falado. Eu sei que eu escolhi falar ou não falar, levantar ou não levantar, mexer ou não me mexer. A gente sabe que a gente comanda a a a nossa vida, que a gente tem vontade própria, né? Isso é uma experiência muito pessoal. Agora, como é que começa esse processo? É isso que a gente tá estudando, que os espíritos vão mostrar que começa ali com o livre arbítrio não existe no espírito, no início que a gente viu isso e ele nasce com o tempo e a gente viu que e como é que ele nasce com a consciência de si mesmo. Como é que se dá a consciência de si mesmo? Nota que a gente vai e de degrau em degrau, né? A consciência é quando a pessoa começa a experimentar, sentir, perceber, olhar, ver, entender, pensar. A partir do momento que ela vai criando conhecimentos, percebendo esses conhecimentos, ela começa a ter consciência das coisas e a partir da consciência das coisas, ela começa a escolher.

der, pensar. A partir do momento que ela vai criando conhecimentos, percebendo esses conhecimentos, ela começa a ter consciência das coisas e a partir da consciência das coisas, ela começa a escolher. Então, como é que nasce o livre arbítrio para o espiritismo? Lembrando que isso é uma teoria espírita. Você vai ter várias teorias que vão tentar explicar isso, inclusive teorias que vão dizer que não existe livre arbítrio. Então é preciso que você entenda como é que você faz para entender tudo isso. Bom, primeiro se concentre em entender uma, né? Porque para você entender por completo, você vai ter que comparar as teorias. Mas se você não entender uma, como é que você vai comparar com outra, né? Você não entendeu nenhuma ainda. Então, a maneira de você começar é primeiro se concentre em entender bem uma boa teoria, uma só. Depois que você aprender a entender bem uma teoria, acontece uma coisa muito curiosa. Você consegue aprender qualquer outra, mas primeiro você tem que aprender bem uma, que é um defeito nosso hoje, né? Hoje a gente não se fixa numa coisa só com qualidade, né? Todo mundo fala um pouquinho de tudo, mas o conhecimento é sempre superficial, né? Então a gente tem alguma coisa que a gente tem que aprofundar, né? Escolha. Esse é um ponto. Outro ponto é o seguinte. Toda vez que a gente tá falando de conhecimento do princípio das coisas, como é que as coisas começaram, né, lá no passado espiritual, porque como as coisas começaram nessa vida, a gente sabe, né? Basta a gente perguntar pros nossos pais, pros nossos avós, paraas pessoas que nos viram nascer. Mas essas questões que nós estamos estudando aqui são questões que estão falando do nosso passado espiritual, o início da criação e da evolução dos espíritos. Então, é uma coisa muito mais complexa. Que que é importante a gente saber? A gente já tratou disso, mas eu tô retomando. Quem tem memória boa aí sabe que lá no início dos nossos estudos do livro dos espíritos, eu comentei bastante isso, só que eu tenho percebido uma coisa e

A gente já tratou disso, mas eu tô retomando. Quem tem memória boa aí sabe que lá no início dos nossos estudos do livro dos espíritos, eu comentei bastante isso, só que eu tenho percebido uma coisa e por isso que eu tô repetindo tudo isso. Eu tenho reparado que as pessoas estudam mesmo as que estudam conosco às vezes que elas depois de meses elas esquecem o que a gente viu lá atrás. E aí quando a gente tá aqui na 122 a gente esquece o que a gente viu lá nas primeiras 10, 20, 30, 40. É natural. Não se preocupem que isso é natural, né? Eh, não é todo mundo e não é de início que você vai decorar tudo, mas esquecer as questões que se passaram também dificultam às vezes o entendimento. Então, se você tem um tempinho, sempre é bom dar uma retomada, né? Por que que eu tô dizendo isso? Porque, se vocês lembrarem comigo agora, quando a gente foi estudar o princípio das coisas no início lá do livro dos espíritos, os espíritos disseram que o espírito imperfeito, que somos nós, não temos condições de entender de maneira profunda o princípio das coisas. Por que que isso é importante de lembrar? Porque se a gente agora tá tratando do princípio das coisas e tá tendo dificuldade, sim, os espíritos disseram que isso ia acontecer. Percebe? é que a gente esqueceu. Então, é bem difícil pro espírito imperfeito entender o início de um processo. Então, você tem que entender logicamente o processo na sua cabeça, mas tem muita coisa que a gente não vai entender. Eles já avisaram lá no início do livro dos espíritos. Então aquilo que os espíritos dizem que não dá pra gente entender, você leva, eu sempre digo isso, tome como verdadeiro e leve a sério. Quando os espíritos dizem que não dá para entender, não adianta você ficar quebrando a cabeça numa coisa que eles disseram que não dá para entender. E não pense que isso é defeito da doutrina espírita, que também é outro equívoco das pessoas achar que é um defeito a doutrina espírita ter algumas questões que ela não responde. Pelo contrário, do

r. E não pense que isso é defeito da doutrina espírita, que também é outro equívoco das pessoas achar que é um defeito a doutrina espírita ter algumas questões que ela não responde. Pelo contrário, do teorias boas, teorias boas deixam claro que não vão explicar tudo. Teorias ruins querem explicar tudo. Então tem muitos críticos que que querem dizer que o espiritismo tem uma falha porque certos pontos dos princípios ela não respondeu. Não, não é uma falha. Primeiro que ela deixou isso claro na sua teoria. Eu não respondo de maneira satisfatória sobre o princípio das coisas. A própria teoria deixou isso claro. Então você não pode culpar a teoria quando ela lhe oferece um conhecimento limitado sobre aquilo. Ela avisou que ia ser assim. E segundo que você devia parar para pensar, se os espíritos superiores estão dizendo que não dá, a limitação é minha, não é da doutrina. E se eles dizem que não dá, não dá mesmo. Não é uma proibição teológica, religiosa, dogmática. é uma é uma proibição no sentido de dizer que a gente não tem condições mesmo. Então não adianta você tentar escrever livro ou ficar quebrando a cabeça para entender. Então essas questões que a gente tá vendo é pra gente entender assim de maneira genérica e racional, claro que com limitações. Olha, todos nós somos criados sem nenhum conhecimento. Ponto. Por que que todos nós somos criados sem nenhum conhecimento? Porque se a gente tivesse sido criado com algum conhecimento, Deus não seria justo. Simples assim, gente. Não é um uma coisa complexa que eu tenho que fazer um doutorado. Porque se Deus nos criasse já com conhecimento, significa que esse conhecimento que a gente tem foi ele que deu, não foi mérito meu. E aí Deus criaria seres, cada um com conhecimento diferente. Tá, mas daí eu poderia dizer: "Por que que Deus deu o conhecimento pro Lauro e não deu para mim?" Nota, Deus seria parcial. Por isso que a teoria espírita vai dizer: "Todos nós somos criados zerados, sem conhecimento". Nota por isso, por causa da justiça de

hecimento pro Lauro e não deu para mim?" Nota, Deus seria parcial. Por isso que a teoria espírita vai dizer: "Todos nós somos criados zerados, sem conhecimento". Nota por isso, por causa da justiça de Deus, mas vai depender de cada um através da sua livre escolha adquirir o seu conhecimento. Então aí sim eu sou criado, zerado, todos são criados do zero. E o que cada um tem é mérito seu. Foi você que construiu, você que buscou, você que adquiriu. Olha a justiça de Deus aí. Então, como é simples. Ah, mas se eu eu sou criado com zero conhecimento, vai depender das minhas escolhas. Como que eu começo fazer escolhas? Essa é a pergunta da 122. Aí os espíritos dizem: "Você começa a fazer escolhas depois que você adquire conhecimento." Então Deus larga, entre aspas, todos nós em mundos materiais e a gente vai começar a conhecer as coisas. E a partir do momento que a gente conhece, a gente começa a fazer escolha aí para a partir daí é escolha nossa, mérito nosso, responsabilidade nossa. Viu como é? É simples assim. Só que claro, o a pessoa que quer aprofundar vai tentar imaginar como é que é o primeiro conhecimento, a primeira escolha. Esse é o erro. Nota que quando eu falo assim, como eu expliquei antes, é simples de entender o processo, é simples, é lógico, é justo. Agora, quando você tenta imaginar a cena, o momento, como é que começa o primeiro, quando é que eu tive o primeiro conhecimento e eu fiz a primeira escolha, essa busca você entrou naquelas questões que os espíritos sos não t entrar, porque você não vai conseguir imaginar usando a sua razão e sua imaginação. Então, a gente só sabe que foi assim e foi e é e a gente aceita. Por quê? Porque tem lógica e coerência e justiça. Porque se eu falar diferente disso, aí sim eu crio um problemão de contradição com Deus, com livre arbítrio, com a própria ética. Então o espiritismo oferece a melhor resposta, embora algumas coisas não consegue saber como é que são as primeiras encarnações, tentar imaginar. Aí tem gente que tenta criar analogia.

própria ética. Então o espiritismo oferece a melhor resposta, embora algumas coisas não consegue saber como é que são as primeiras encarnações, tentar imaginar. Aí tem gente que tenta criar analogia. Veja, a partir do momento que você começa a tentar ficar criando analogia, exemplo, imaginação, você não está levando a sério o que os espíritos disserem. Disseram: "Não vades além". Então você vai até onde a razão dá. E qual é o importante? Olha, isso que a doutrina ofereceu é racional. Ponto. Qualquer outra teoria explicativa não oferece a mesma coerência que essa. Ótimo. O resto é criar sistema. E aí sim os sistemas são contraditórios, incompletos, não fazem sentido. E a gente sabe que tem muitas pessoas aí no meio espírita tentando criar livro para explicar coisas que a obra disse você não tem como saber. E a maior prova que os espíritos estavam certo é que quando essas pessoas tentam fazer teorias para explicar aquilo que os espíritos disseram que não dá para fazer teoria, essas mesmas pessoas acabam provando que os espíritos estavam certos. Porque a o resultado da que sai da dessas pessoas que teimam em tentar fazer é sempre desastroso. É sempre uma gororoba confusa e incoerente e que não soluciona, provando que os espíritos disseram que não tem como ir adiante. Então esse é o primeiro passo pra gente entender aí a 120, a 122. Eu já tinha visto, mas eu fiz essa retomada geral para nós ver a 122a. Mas antes de ver de ver a 122, eu passo pro Lauro, se ele quiser também fazer comentários, questões. >> Ô Michel, não, por enquanto acho que você se quiser ir para para 122. Então vamos, vamos lá, porque a outra, essa, a 122 a gente já viu semana passada, então agora a gente começa daqui. Então a gente sabe que o espírito sofre influências, dessas influências ele vai adquirindo conhecimento, passa a fazer escolhas e alguns escolhem o bem, outros escolhem o mal. O mal que ele escolha por livre escolha, mas não precisava escolher. Não é uma necessidade imposta por Deus. Ele

do conhecimento, passa a fazer escolhas e alguns escolhem o bem, outros escolhem o mal. O mal que ele escolha por livre escolha, mas não precisava escolher. Não é uma necessidade imposta por Deus. Ele escolheu por que quis. Agora Kardec quer saber de onde vem as influências que sobre ele se exercem dos espíritos imperfeitos que procuram apoderar-se dele, dominá-lo e que rejubilam com o fazê-lo sucumbir. Foi isso que se intentou simbolizar na figura de Sat na figura de Satanás. Então aqui eles estão explicando a origem da escolha do mal. A 122a é a origem na escolha do mal. Não é a origem de qualquer escolha, porque senão seria contraditório. Você só tem espírito, espírito imperfeito lhe influenciando. Claro que não, né? Por isso que você tem que ver o contexto. A pergunta 122 termina com ele falando sobre o a o pecado original. Por isso que a 122 aire quer saber porque que alguns escolheram mal, né? E aí ele ele mostra, são espíritos imperfeitos. Os espíritos imperfeitos vão lhe influenciar e você vai através do seu livre arbítrio ceder ou não a essa influência. A decisão de ceder ou não é sua. A decisão de ser tentado não cabe a você. Isso ocorre naturalmente, não depende de você. Mas a decisão de cair na tentação é sua. Percebe a diferença? Você tem espíritos inferiores que querem que você caia no mal, mas você sofre a influência deles. Sofrer influência é diferente de ceder a influência. Atenção. Então você não perde o livre arbítrio. Você cede ou não? Mas aí a a influência você vai sentir querendo ou não. A tentação, a provocação, a sugestão, o sentimento, pensamento, esse vai vir. E aí você vai ter livre arbítrio para escolher se você cede ou não. Claro que graças a Deus a gente vai aprender com o espiritismo que não, Deus não colocou só os espíritos inferiores nos tentando pro mal. Você tem contrapartida para equilibrar a balança os espíritos bons que vão lhe influenciar pro bem. Então você não pode dizer assim: "Nossa, como Deus é injusto. Ele só colocou espírito

tando pro mal. Você tem contrapartida para equilibrar a balança os espíritos bons que vão lhe influenciar pro bem. Então você não pode dizer assim: "Nossa, como Deus é injusto. Ele só colocou espírito imperfeito e aí então quer dizer que tem uma tendência maior de eu cair no mal do que pro bem". Isso não é espiritismo de Kardec. Para o espiritismo de Kardecências sempre. O seu livre arbítrio é que cede para um ou pro outro. Percebe a diferença entre sofrer a tentação, sofrer a influência e ceder? São coisas diferentes. A gente tá o tempo todo sendo tentado. Às vezes a gente cede, às vezes a gente não cede. Mas quando a gente cede, a gente cedeu porque quis. Ah, a tentação foi forte. Ah, a tentação foi boa. Sim. Mas você cedeu porque quis. Você é corresponsável. Claro que o espírito que o influencia também vai ser penalizado, mas você não é vítima. Tão percebendo a diferença? Tão percebendo como assim fica mais lógico e mais justo? Claro que por não entender esse processo no passado, as pessoas interpretaram isso como uma figura, né, do demônio tentando, ó, foi isso que se tentou simbolizar na figura de Satanás. É por isso que a gente tem em todas as culturas a ideia de um ser maléfico que nos tenta nos levar pro mal e tá brigando com o bem. Tem uma briga entre o bem, os anjos e os demônios. Um tem, lembra os desenhos animados quando a gente era criança, né? Tinha lá o desenhinho do anjinho e do diabinho. Olha como até os desenhos já intuíram isso. Você tinha, lembra? A a geração de agora eu não sei, mas a minha geração lembra aquele desenho que tinha Tom Tom Jerry que aí o o eles iam fazer a maldade, vinha o anjinho, vinha o Diabinho, né? E aí o livre arbita que cedia, né? Tão notando como é simples? Claro, agora agora vou deixar um pouco mais complicado. Claro que a pessoa mais filosófica vai olhar para essa questão e vai fazer a pergunta: "Bom, mas como é que era lá no início os primeiros espíritos?" Olha a lógica do cara que é mais filósofo, né? Ele vai dizer assim: "Tá,

s filosófica vai olhar para essa questão e vai fazer a pergunta: "Bom, mas como é que era lá no início os primeiros espíritos?" Olha a lógica do cara que é mais filósofo, né? Ele vai dizer assim: "Tá, mas os primeiros espíritos criados por Deus não tinha espírito imperfeito já para influenciar ele. Então, como é que começou o negócio? Não é uma pergunta que uma pessoa mais filosófica faria? Sabe o que que os espíritos vão dizer? É que você tá imaginando o início, porque a sua razão não consegue entender o que que é eternidade. Deus sempre criou. Vocês conseguem, se lembram lá das questões lá do início do livro dos espíritos? a gente não consegue entender isso. Então não tenta criar sistema, explicação, livro ou criticar Kardec. Vejam que do jeito que a gente explicou, tá simples, tá lógico. Se você complicar, problema é seu. Você vai complicar, não vai conseguir responder e vai esquecer o mais importante, que é o que a gente tava explicando antes, que aí sim é simples de entender. Então, a gente tem as tentações, a gente tem a influência dos dois lados e a gente que escolhe por livre arbítrio. Olha como é simples de entender. Agora quando você me pergunta, tá, mas no princípio, ah, não, mas eu quero entender. Bom, aí você vai tentar, não vai conseguir e vai começar a ser influenciado por espírito pseudo sabe, que vai fazer você criar 15 livros achando que tá explicando e você tá se perdendo num labirinto e vai esquecer aqui o principal. Nota que o principal é o mais prático, né? Olha, eu tenho livre arbítrio, os espíritos me influenciam o dia todo, mas eu escolho qual que eu vou ceder. >> La >> muito bom. Ah, bom. Aqui eu eu acho, eu vou fazer essa pergunta que talvez alguém poderia pensar ou ou é muito comum, né, a gente até ouvir falar muito sobre obsessão. Há uma grande diferença aqui, né, Michel? entre influência. Então, é uma coisa que é algo que nós sofremos constantemente entre eh por meio dos espíritos, seja ele qual for o espírito, bem, bom ou não, é diferente de obsessão. Que Kardec

hel? entre influência. Então, é uma coisa que é algo que nós sofremos constantemente entre eh por meio dos espíritos, seja ele qual for o espírito, bem, bom ou não, é diferente de obsessão. Que Kardec não tá tratando disso, não é isso? >> É o, a obsessão é um tipo específico de influência, né? Aqui quando ele fala influência, ele tá falando de todos os modos, né? Mas a lembrança do Laura é boa. A obsess nem toda influência é uma obsessão. A obsessão é um tipo de influência. Então você tem a influência no sentido genérico e um tipo de influência que se chama obsessão. Muito parecido com o que Kardec faz com a noção de prova, né? Eu tenho as provas, eu tenho um tipo um tipo específico de prova que se chama expiação. Kardec teoria dele assim, né? Então, por exemplo, para nó para para nós explicar a diferença para quem tá nos ouvindo, influência você sofre o tempo todo. Tempo todo. E vou repetir dos dois lados, tanto dos bons quanto dos maus. Por que que eu tô repetindo isso? Porque eu sei que as obras que vieram pós Kardec não colocam assim. Elas colocam muito mais poder pro mal do que pro bem. Isto não é Kardec. Qual é a diferença da influência do bom paraa influência do mal? dos bons espíritos pros espíritos imperfeitos. É que os bons espíritos não insistem, eles influenciam. Se você pelo seu livre arbítrio não os escuta, eles respeitam. Os espíritos inferiores não respeitam, eles insistem. Aí agora eu entro no conceito de obsessão. Que que é obsessão? É um quando um espírito insiste muito, que naturalmente se insiste é inferior, né? Então obsessão só pode ser de espírito inferior. A obsessão é um tipo de influência onde o espírito insiste muito além da sua vontade. Então ele vem, ele influencia. Você diz não. Ele diz: "Ah, não. Agora, enquanto Michel não ceder, eu não paro de influenciar. Na influência normal, quando você diz não, o espírito vira as costas e vai fazer outra coisa, vai procurar outra pessoa. Na obsessão não, ele fica obstinado em você. Aí eu tenho uma obsessão. Então nota que

luência normal, quando você diz não, o espírito vira as costas e vai fazer outra coisa, vai procurar outra pessoa. Na obsessão não, ele fica obstinado em você. Aí eu tenho uma obsessão. Então nota que não é qualquer influência que é uma obsessão. Aí a obsessão é mais grave, porque agora o espírito vai persistir, ele vai se dedicar a você. E aí você tem que fazer duas coisas. Só há duas coisas possíveis que você pode fazer. Só duas. Ser mais forte que o espírito até ele cansar. ou então convencer o espírito a parar de insistir. E se você não conseguir convencer o espírito a parar de insistir, só tem um caminho, fazer o espírito cansar, desistir. Ou seja, você diz não, depois vocês diz não, depois você diz não, você diz não. Até que você diz mais não do que ele insiste, ele cansa. Ele diz assim: "Ah, não tem jeito". Ou então você convence ele através da conversa, né? Com a mediunidade, você pode conversar com ele, dizer assim: "Para de insistir, me dá uma chance". Você não percebe que você insistindo você tá fazendo mal para você também? Você pode tentar, que é o que vulgarmente se chamou de desobsessão, né? Mas o espírito pode dizer: "Não, vou continuar existindo". Aí você nascer no teu caminho. É só cansar o espírito até que um dia ele para. Ou você evolui a tal ponto que agora o espírito pode insistir, persir, persistir, querer, não querer. Você já adquiriu tal evolução que não faz diferença nenhuma. Ele não tem mais acesso a você. É quando você se torna espírito superior. Quando você se torna espírito superior, o espírito pode querer o que ele quiser. Não tem mais acesso ao seu mundo íntimo. Aquilo que ele aquilo que ele tenta lhe influenciar não encontra mais eco em você, que é a 122B. É o que trata 122. Ó, tal influência só se exerce sobre o espírito em sua origem. Acompanham na sua vida de espírito até que haja conseguido tanto império sobre si mesmo, que os maus desistem de obsediá-lo. Então, chega o momento que você se torna espírito bom, espírito superior,

. Acompanham na sua vida de espírito até que haja conseguido tanto império sobre si mesmo, que os maus desistem de obsediá-lo. Então, chega o momento que você se torna espírito bom, espírito superior, que aí os espíritos nem tentam, né? Ele sabe, ah, que que adianta eu tentar insistir, influenciar aquele espírito lá sendo que ele nunca vai ceder? Nunca. A gente não, né? Não, de vez em quando a gente dá uma cedida, mas essa cedida cinques, né, que é quando a gente quer, quando o que ele propõe a gente gosta, isso não é obsessão. Infelizmente hoje no meio espírita chamam tudo de obsessão. Não. A obsessão é quando há a insistência além da sua vontade, que é diferente da influência. A influência às vezes você tá querendo, né? você até quer, gosta e aí você cede o que você gosta do que ele tá propondo. Aí nesse caso basta você parar de dizer não, né? Na obsessão não. Obsessão é dá mais trabalho. Lauro, >> beleza, Michel? Podemos seguir. >> Bom, podemos ler a 123? >> Sim, sim. Deixa eu ver como é que tá aqui no chat. Tá quietinho, >> pessoal? Tá quietinho, né? >> Quietinho. Podemos seguir. >> Bom, como Kardec é muito lógico, né? Ele vai dizer assim: "Por que a Deus permitido que os espíritos possam tomar o mau caminho?" Que a gente acabou de aprender com as questões que a gente pode escolher o mal e pode escolher influenciar os outros pro mal, né? Por que que Deus permite? Vejam aqui a ideia de permitir, que é diferente de querer. Nós vamos trabalhar isso agora. Eu vou ler a a resposta e nós vamos trabalhar isso. Olha a resposta dos espíritos. Como ousais pedir a Deus contas de seus atos? Supondes poder penetrar-lhe os desígnios? Podeis, todavia dizer o seguinte: a sabedoria de Deus está na liberdade de escolher que ele deixa a cada um, porquanto assim cada um tem o mérito de suas obras. Vamos entender a 123. Kardec quer saber porque que Deus permite que os espíritos escolham o mal. E eu havia dito, né, agora a pouco, permitir é diferente de querer. Vamos explicar. Aquilo que Deus quer

amos entender a 123. Kardec quer saber porque que Deus permite que os espíritos escolham o mal. E eu havia dito, né, agora a pouco, permitir é diferente de querer. Vamos explicar. Aquilo que Deus quer é sempre o bem. Sempre. Significam que as suas leis naturais são sempre para o bem. Eu já havia dito em outros estudos, para o espírito, teoria espírita, o mal não é necessário. O mal é uma escolha que o espírito faz por livre arbítrio e Deus permite, mas não é necessário. Aquilo que é necessário é o que Deus quer, ou seja, está na sua lei. é necessário, não tem outro jeito, tem que ser assim, mas tem aquilo que Deus permite, que é diferente da do que aquilo que ele quer. Deus nunca quer o mal, mas ele permite que você escolha o mal. Estão vendo a diferença? O mal não é necessário. Você pode ser criado por Deus, nunca passar pelo mal, se tornar espírito puro. Então não é necessário, mas Deus permite. Então a diferença entre ser necessário, Deus querer e Deus permitir. Deus quer sempre o bem, mas ele permite que você escolha o mal. A pergunta é: por que que ele permite? Tudo bem, já entendi. Deus quer sempre o bem, mas por que que ele permite o mal? E os espíritos dão três respostas muito inteligentes. Muito inteligentes. Primeiro eles vão falar da incapacidade de você entender as coisas. A incapacidade é sua, não é de Deus. A limitação intelectual, racional é sua, não é de Deus. Quando você olha pro universo e acha que algo tá errado, a limitação é sua, não é de Deus. A gente tem que se acostumar com isso, porque isso é uma premissa para o espiritismo. Se você tá achando que tem algo errado na natureza, nas leis de Deus, no universo, o erro está na sua capacidade de entendimento, no seu julgamento, na sua interpretação. Isso é uma premissa espírita que as pessoas não levam a sério. Eu tenho acompanhado os espíritas estudando Kardec. O espírita tá lendo Kardec, ele não entende e ele acha que o problema é Kardec. Ele não entende a teoria. E aí ele tem duas opções. Olha, eu não devo tá

enho acompanhado os espíritas estudando Kardec. O espírita tá lendo Kardec, ele não entende e ele acha que o problema é Kardec. Ele não entende a teoria. E aí ele tem duas opções. Olha, eu não devo tá entendendo direito a teoria, mas ele prefere dizer assim: "Não, deve ter um problema na teoria, não vai ser eu, né? Olha o orgulho. Olha o orgulho. Olha o que o orgulho faz. Eu olho para uma coisa, acho que tem um problema na coisa, mas será que o o problema não é a minha interpretação da coisa e não a coisa? A gente devia pensar, né? Olha, eu olho pro universo e digo assim: "Olha, eu acho que Deus devia ter feito diferente esse universo, porque tem um problema aí. Será que realmente tem um problema no universo ou tem um problema no meu entendimento que acha que tá havendo um problema? Qual que é mais racional a gente pensar? Mas por incrível que pareça, a gente tem escritores, filósofos, estudiosos que raciocinam assim: "Se eu não entendi, então o problema tá na coisa, não tá no meu entendimento. Eu tenho entendimento perfeito. Olha o o orgulho cegando, né? É muito comum, muito comum. É que nem eu brinco com o pessoal que é da o pessoal que é que é adepto da tese da adulteração das obras de Kardec. Eles têm um raciocínio que eu acho muito interessante. Eu li a obra e não entendi. Então, se eu não entendi, alguém deve aí a pessoa, ela não quer dizer que Kardec errou, mas ela também não quer dizer que ela errou na leitura. Então ela diz assim: "Então alguém adulterou a ób". Tem dois tip tem dois tipos de espíritas. Tem um espírita que lê Kardec e não entende. Aí ele diz assim: "O problema está em Kardec". Em vez de dizer que o problema tá na limitação dela, o problema está em Kardec. Eu não entendi. Então o problema é Kardec. E tem um outro tipo que já é uma é uma pessoa que já respeita Kardec, porque ela diz assim: "Eu não entendi, o problema não pode ser Kardec Kardec é um gênio." Então alguém adulterou a obra de Kardec. Nota que o orgulho ainda tá falando, né? Porque ela ainda não

Kardec, porque ela diz assim: "Eu não entendi, o problema não pode ser Kardec Kardec é um gênio." Então alguém adulterou a obra de Kardec. Nota que o orgulho ainda tá falando, né? Porque ela ainda não admitiu que o problema é a interpretação dela. Mas pelo menos ela tá respeitando Kardec, né? Porque ela tá tentando jogar o problema para um terceiro, mas as duas tus o orgulho não deixa ela ver que é ela que não tá sabendo ler. Ela não cogitou nessa terceira hipótese. Será que o problema não sou eu? Ela acha que ou é Kardec ou é um terceiro, mas ela nunca acha que é ela, né? A gente faz assim com Deus também. Olha, tem alguma coisa errada no universo. Deus devia ter feito diferente. Supondes poder penetrar-lhe os desígnios? Não, não tenta. Então o raciocínio do espiritismo é Deus é perfeito. Se eu não tô vendo perfeição, onde é que tá o problema? Em mim. Ponto. Isto é espiritismo e é perfeitamente racional. Isso é uma premissa. Ah, mas eu quero mudar a premissa. Tudo bem, não tem espiritismo. Tudo bem. Quero mudar a premissa. Pode mudar. Não tem espiritismo. Você prefere não ter nada ou ter uma teoria com uma premissa boa que explica muita coisa? Então esse é o ele começa a responder mostrando o nosso, a nossa incapacidade para tentar entender por que Deus fez assim. Mas aí ele não para aí porque os espíritos são muito bons para nós. Os espíritos, mesmo a gente sendo ignorante e orgulhoso, os espíritos são bons para nós, porque eles são superiores, né? Porque eles não nos deixam sem resposta. Aí eles vão dar uma que a gente pode entender. A sabedoria de Deus está na liberdade de escolher que ele deixa cada um. Por que que Deus permite que o espírito escolha o mal? porque senão não haveria livre arbítrio. Aí a pessoa diz assim: "Mas por que que deu por que que precisa ter livre arbítrio? Porque senão não haveria justiça. Olha a resposta. Sabe? Cada um tem um mérito de suas obras. Ó a justiça. Então por que que Deus permite o mal? Porque senão não haveria livre arbítrio.

ivre arbítrio? Porque senão não haveria justiça. Olha a resposta. Sabe? Cada um tem um mérito de suas obras. Ó a justiça. Então por que que Deus permite o mal? Porque senão não haveria livre arbítrio. Por que que tem que ter livre arbítrio? Porque senão não haveria justiça. Por que que não haveria justiça? Porque se eu não escolho, não tem responsabilidade. Se não tem responsabilidade, não tem benefício, recompensa ou punição e consequência. Não sou eu que escolho. Então não tem mérito. O que quer dizer não tem mérito? Não tem justiça. Bom, se não tem livre arbítrio, não tem justiça, não tem moral, né? Por que que adianta eu criar uma teoria moral e dizer assim: "Seja bom, mas como assim seja bom se eu não tenho livrebito para escolher ser bom?" Olha o problema. Olha como eles resolvem de maneira simples. E se eu tirar o que eles deram, eu tenho um problemão. Se eu coloco da maneira que eles que eles responderam, ah, aí faz sentido, porque eles são mais sábios. Não, não é a gente que é mais sábio. Tá claro, Lauro? Bom, eh eh na primeira parte do livro aqui do livro dos espíritos, a gente estudou, né? Isso é sabido por todos que já leram o livro dos espíritos. A primeira questão é colocando Deus como a inteligência suprema e depois vem, né, mais adiante ali a partir da questão 11, 12, 13 ali, a a os atributos de Deus. Talvez, Michel, e aqui eu tô no campo da conjectura, talvez por muitas pessoas ou quem estuda não se atentar nessas primeiras questões, porque você acabou de trazer para, ao meu sentir dois dois itens ou alguns itens que tem que ser levado em consideração. Deus é a inteligência, a inteligência suprema. Ponto. Então, se nós somos as suas criaturas, então estamos longe, muito longe da nossa inteligência, poder sequer eh assim falar, não é um eh dá para se assemelhar, sou muito longe disso. Ah, é próximo a inteligência de Deus. Não, não, a gente não tem essa, essa forma de medir. Então, esse é o primeiro ponto. E o segundo, uma vez que eu entendo os atributos de Deus, então, por exemplo,

Ah, é próximo a inteligência de Deus. Não, não, a gente não tem essa, essa forma de medir. Então, esse é o primeiro ponto. E o segundo, uma vez que eu entendo os atributos de Deus, então, por exemplo, Deus é soberanamente justo e bom. Aí eu acredito que isso vai de encontro com tudo que você trouxe. Então, Deus sendo a inteligência suprema, então nós não temos, a nossa inteligência é limitada, por mais que nós conheçamos a pessoa mais inteligente aqui na face da Terra, que já passou e aí é claro, tô exentuando, tô colocando espírito de terceira ordem, por mais inteligente que seja, a inteligência inteligência dele é limitada a um espírito superior, superior da escala espírita, que já reúne todos os conhecimentos. das demais classes da segunda ordem, né? Então, se eu já imagino dessa forma, essa resposta que os espíritos dão aqui, ela fica muito lógica. Que que você pensa desse raciocínio, Michel? Mas é isso, é isso que eu digo, os chamados críticos espiritismos não entenderam, tá? Eu já tenho conversado muito em off sobre isso com Lauro. Eles não entenderam. que toda a teoria, toda a teoria parte de premissas. Que que são premissas? São verdades que eu parto delas para construir qualquer conhecimento. Todas as teorias têm. Então, quando o cientista, o filósofo, teórico que for, tá fazendo uma teoria, olha, ele tá mostrando o seguinte, ó. Baseado nessas premissas, eu tenho isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso. Ah, mas eu quero mudar as premissas. Posso? Pode. Mas daí você vai ter outra coisa, outra teoria. Ou pior, com essas premissas você tem uma teoria. Mudou as premissas, você não tem teoria nenhuma. Que que você prefere? Ah, mas a essas premissas aqui para como é que eu verifico se elas são verdadeiras ou não? Você não verifica, meu querido. Se é que se você não partir delas ou tirar elas, você não tem nada. Então, por exemplo, vamos fazer um raciocínio aqui. Imagina que a gente tentasse construir uma teoria espírita onde eu não admitisse a premissa que Deus é

artir delas ou tirar elas, você não tem nada. Então, por exemplo, vamos fazer um raciocínio aqui. Imagina que a gente tentasse construir uma teoria espírita onde eu não admitisse a premissa que Deus é inteligência eh suprema. Tenta criar uma teoria espírita onde eu colocasse que Deus não é inteligência suprema. tira isso. Não tem espiritismo, porque todo espiritismo é baseado nessa premissa. Aliás, agora eu lembrei, eu tava tentando evitar não dar nomees, só que agora eu lembrei que eu tava lendo essa noite no livro do Carlos, que ele chega a dizer isso, né, que a crença em Deus no espiritismo é uma opção que é indiferente crer ou não crer em Deus, no espiritismo, que é uma opção e que todo eu posso ter todo o espíritismo sem a crença em Deus. Aí eu comento até uma uma redundância. Meu Deus, ele não entendeu mais pataina nenhuma da teoria que ele se propõe a criticar, né? Ele não entendeu. Como ele não estudou direito a primeira parte do livro dos espíritos, ele saiu com essa pérola. Ele não entendeu. Sem as premissas de Deus que o Espiritismo coloca, não tem, não tem teoria espírita. Tira Deus como inteligência suprema. Bom, tudo bem, Deus não é inteligência suprema. Bom, então quem que que é o ser supremo? Ah, é outra coisa. Então, essa coisa é Deus. Olha como não tem. A razão corre para isso. Eu digo assim: "Não, Deus não é um ser, não é inteligência suprema, é outra coisa. Essa outra coisa é Deus. A razão corre, você não consegue separar isso da razão. Ah, não. Então não há supremo, não há hierarquia no universo. Bom, aí você cometeu uma uma contradição brutal, né? que a gente sabe que há, a gente sabe que há factualmente, a gente sabe que há supremo, acima, baixo, médio, alto. A gente sabe que há. Então, nota, se eu tirar isso, não tem nem lógica, não tem nem conhecimento. Que eu digo, tudo é uma pecinha. Os espíritos colocam: Deus é inteligência suprema. Bom, se Deus é inteligência suprema, eu não posso olhar pro universo e corrigir o universo e reclamar de

nhecimento. Que eu digo, tudo é uma pecinha. Os espíritos colocam: Deus é inteligência suprema. Bom, se Deus é inteligência suprema, eu não posso olhar pro universo e corrigir o universo e reclamar de Deus, né? Que ele é supremo. Nota a consequência desse princípio e fora os outros atributos. Aí você vai ver para todos os princípios do Espiritismo, Kardec usou a crença em Deus como base. Não tem como separar. Só que o que que eu quero mostrar para quem tá nos ouvindo? Não caiam na lábia de Pseudo filósofo que agora tá enchendo no movimento espírita. O cara fala um pouquinho mais difícil, cita uns filósofos, cita um cientista, cita moléculas, cita neutro. eletro e parece que o cara é intelectual. Não caiam nisso. Os caras não entenderam o espiritismo. Quando você vê alguém falando difícil sobre espiritismo, primeira coisa que você se lembrem de mim, ó, o Michel falou que se falou difícil não é porque não entende nada do espiritismo. Falou difícil não entendeu Kardec. Lembrem sempre disso. Falou difícil. Eu não tô conseguindo entender, não entendeu o Kardec, porque quando a gente fica com Kardec é simples. E não é só simples, é racional, coerente. E eu tenho uma doutrina maravilhosa. Quando eu fico com eles, que são os sabichões que estão corrigindo Kardec, eu só tenho confusão e não tenho teoria nenhuma. Sabe por quê? É porque Kardec é sábio de verdade. Eles estão tentando ser uma coisa que eles não têm capacidade. É óbvio que eles vão falhar. Então é, imagina toda a teoria assim, não pense que isso é só pro espiritismo, que eles falam isso também, né? Eles eles fazem críticas ao espiritismo que os gênios da lâmpada não param para pensar que esse raciocínio serve para qualquer teoria. Toda teoria é assim. Toda é um conjunto harmônico, como se fosse um monte de tijolinho, formando um castelo. Se você tirar um, meu filho, cai tudo. Toda a teoria é assim. Eles ficam usando crítica só pro espiritismo, que serve para que essas que são críticas ruins, que essas críticas servem para qualquer teoria,

ocê tirar um, meu filho, cai tudo. Toda a teoria é assim. Eles ficam usando crítica só pro espiritismo, que serve para que essas que são críticas ruins, que essas críticas servem para qualquer teoria, mesmo as as teorias materiais que eles colocam sempre essas teorias como teorias modelo e Kardec. Mas Kardec fez igual, igual é que eles não entenderam porque eles são preconceituosos. Eles acham que Kardec não é ciência. Física é ciência, mas espiritismo não é. Mas foi feito igual com os mesmos critérios. Os mesmos critérios. Das coisas mais simples é que a gente tem noções que a gente não para para pensar. A gravidade, por exemplo, a gente acha que a gravidade é uma coisa simples, né? Ai, a gravidade é uma coisa simples. É só eu largar o objeto, o objeto cai, viu? Provei a gravidade. Vai ler a teoria da gravidade para você ver se é simples. Você que acha que tá provando, você não tá provando nada. Você que tá fazendo uma ligação que você não sabe justificar. Ah, mas é a gravidade é aquilo que o Newton falou. Como é que você sabe? Nota, eu eu sei que isso que eu tô falando é uma uma coisa, mas é porque as pessoas usam esse raciocínio com Kardec, mas elas não percebem que se eu fizer esse raciocínio casado com Kardecutor, o autor não existe ciência, não existe conhecimento. Aliás, isso tem um nome na filosofia, tá? Até a burrice de quem tá criticando Kardec, a filosofia já estudou. Isso se chama ceticismo radical. Cicismo radical é assim, você critica tanto a construção do conhecimento que você chega conclusão que não é possível conhecer nada. Há certas teorias filosóficas diz assim: "Não é possível, não é possível conhecer nada, nenhuma verdade é possível". Sabe como é que os outros filósofos respondem ao cético radical? Bom, se não é possível conhecer nada, dizer que não é possível conhecer nada não é um conhecimento. Então esse conhecimento é possível, é uma contradição lógica. Então, lembrem sempre disso. É um quebra-cabeça. Vão entendendo as pecinha, vão vendo a lógica.

sível conhecer nada não é um conhecimento. Então esse conhecimento é possível, é uma contradição lógica. Então, lembrem sempre disso. É um quebra-cabeça. Vão entendendo as pecinha, vão vendo a lógica. Se eu tirar essa pecinha, ah, não. Se eu tirei essa pecinha aqui, ih, complicou. Então, bota a pecinha de novo. Esse povo que tenta reinventar a roda, pessoal que acha que vai revolucionar a filosofia, o espiritismo, é tudo gente ignorante. Só que agora o povo tem dinheiro para publicar livro, né? Como ficou barato publicar livro, como ficou barato produzir conteúdo, gravar vídeo e e publicar livro. Qualquer ignorante lança livro agora, né? La >> é isso. Não. E e tem esse comentário do Luciano que ele vai dizer, né? Os 100 anos sem as revistas do Brasil fez um grande estrago. Não tem como compreender a doutrina apenas apenas os cincos eh mais eh livros mais conhecidos. Eu diria. Depois aí o Michel complementa ou corrije a minha fala. Eu diria que ainda não há as cinco obras mais conhecidas, viu? Eu diria que a Gênesis, o céu e inferno é no movimento espírita ainda uma obra desconhecida e muito. O livro dos médiuns é uma obra desconhecida. Quando eu digo desconhecida, não senti assim mal estudada. Agora imagina essas duas outras que pouco se fala, pouco se estuda nas casas espíritas, viu, Luciano? a, o seu comentário, né? Perfeito. Mas ainda eu acrescentaria aí no seu comentário essa observação, Michel. É, concordo contigo, Lauro. Eh, são as cinco mais conhecidas comparada a revista espírita, mas entre as cinco, as pessoas leram geralmente aí uma boa parte do livro dos espíritos, o Evangelho aberto ao acaso, nunca leram inteiro. Algumas leram um trechinho do livro dos médiuns. E é isso. Mas com certeza a dificuldade sem a revista espírita, a gente f a gente construiu todo o movimento espírita sem a revista espírita, sem 12 livros de Kardec, mais da metade. É óbvio que a gente ia construir alguma coisa ruim, né? E e detalhe, enquanto não tinha revista espírita, foi justamente a época

pírita sem a revista espírita, sem 12 livros de Kardec, mais da metade. É óbvio que a gente ia construir alguma coisa ruim, né? E e detalhe, enquanto não tinha revista espírita, foi justamente a época que a Feb, o Emânel André Luiz tava a todo vapor, né? Então eles eles já tinham feito um estrago depois que chegou a revista. E ultimamente, Luciano, eu tenho chegado à conclusão que até esse povo que que quer ler as 23 obras, eu tem gente já fazendo confusão lendo as 23 obras, porque é o espírito, é o espírito imperfeito. O orgulho é um vício terrível. Você, o orgulho ele não te deixa aprender. Você quer o tempo todo ensinar, você quer o tempo todo ter razão, você não consegue mais aprender nada por causa do orgulho. Hoje mesmo a gente tive uma discussão com uma pessoa que não leu sobre o assunto que que ele queria discutir comigo. Não leu. como que eu vou discutir com uma pessoa que decidiu discutir comigo e ela não leu e hoje e é curioso, né? Eu já comentei isso aqui só para encerrar. Ah, sabe o que que as pessoas têm feito agora quando vem discutir comigo? Elas mentem que leram porque elas já me conhecem dos meus víos. Eu já tô ficando, já tô há dois anos gravando vídeo, né? Então, o pessoal já sabe que quando for discutir comigo, a primeira coisa que eu falo é: "Já leu?" Então ela já sabe. Claro que se se ela disser não não li, ela sabe que vai ficar feio para elas, né? Então agora as pessoas têm feito o seguinte, mentido. L Sim, só que claro que eu sei, com duas, três perguntas eu já sei se a pessoa leu ou não leu. Por uma razão muito simples. Eu li, não é mágica, é porque eu li. Então, se eu conversar com alguém que não leu, é claro que eu vou saber. Aí perguntei pra pessoa, você leu? Sim. Aí fiz três perguntas. Eu dea respondeu, eu digo: "Não, eu que que a gente vai fazer?" Não tem, você percebe, não tem o que ser feito. Kardec comenta sobre isso nas suas obras. Kardec diz assim: "Não há o que ser feito". Ela não leu, mas ela quer debater, mas ela não leu. Percebe? Não tem o que eu fazer.

ebe, não tem o que ser feito. Kardec comenta sobre isso nas suas obras. Kardec diz assim: "Não há o que ser feito". Ela não leu, mas ela quer debater, mas ela não leu. Percebe? Não tem o que eu fazer. Não existe milagre que eu vou falar de uma coisa que ela não conhece, mas ela não quer ir conhecer. Então, que que a gente diz assim? Fique com Deus, né? Aí, sabe o que que a pessoa diz? orgulhoso. Eu sou orgulhoso. Eu li, você não quer ler. Não é que a pessoa, a pessoa não quer ler. E eu sou orgulhoso. Eu vou opinar tendo lido. Ela vai opinar sem ter lido e não quer ler. E o orgulhoso sou eu, porque eu não quero debater. É um hospício, né? A gente vive num hospício a céu aberto, né? Somos espíritos imperfeitos. Bom, é isso, Lauro. >> É isso. É isso. E eu ainda diria ainda, né, dentro desse comentário do Luciano, eh, que há a há um grande problema ainda, Luciano, na maioria dos estudos que foram feitos, que são feitos, né, as apostilas, o que que o que que fazem? Ah, vamos pegar uma apostila com estudo do livro dos médiuns. Pega um pequeno trecho de de Kardec, pinçam lá e manda um trecho lá de Emanuel, de André Luiz, né, da obra Jonas, Jonas de Anjos, Embora que eu não posso falar Jonas de Anjos, que nem nunca vi, mas aí já é um outro grande problema. Então você não estuda careca, não lê, quando lê lê mal e tem o problema de ter eh eh sofrer a influência das ideias desses espíritos, né, que que vieram aí distorcendo o espiritismo. Aí nós temos, parece aqui o comentário do Daniel. Michel, fica à vontade aí, ó. Vamos ler. Pode-se dizer que as obras pós Kardec somadas ao movimento espírita cultiva a vaidade e o orgulho nos adeptos ou seria apenas exultante? As obras pós Kardec e a principal delas, que é a que causou mais mal, que é um osular e que é uma das que eu mais me aprofundei, né? Olha que orgulho meu, né? Eu me aprofundei para falar na obra. Ah, elas desprezam o uso da razão e do conhecimento. E aí que tá a maldade desses espíritos, né? O tempo todo na obra do Emânel do André

Olha que orgulho meu, né? Eu me aprofundei para falar na obra. Ah, elas desprezam o uso da razão e do conhecimento. E aí que tá a maldade desses espíritos, né? O tempo todo na obra do Emânel do André Luiz, ele sempre, eles que colocaram isso na cabeça do movimento espírita, que quem estuda é orgulhoso, quem não estuda é humilde, quem criou essa tese completamente sem sentido, né? No movimento espírita foi Emânimo e André Luiz. Quem estuda é orgulhoso, quem não estuda é humilde. Então as pessoas têm, chega a ser paradoxal, as pessoas têm orgulho em ser ignorantes, porque segundo elas ser ignorante as faz humilde. Então, toda vez que aparece alguém no movimento espírita que estudou mais, o movimento espírita entra em parafuso. para ver quem estuda como um inimigo, porque elas foram ensinadas pelo André Luiz e pelo Emmanuel, que quem estuda é inimigo. Por quê? que é orgulhoso. Então, o o André Luiz e o Emmanuel fizeram uma massa, um exército de ignorantes e convenceu esses ignorantes que ser ignorante é bom, que é o que a gente chama de fanatismo. É um exército fanático, porque eles acham que é bom ser ignorante e como eles acham que é bom ser ignorante, eles não saem da ignorância. e ainda vem como inimigo. Quem sabe. É uma técnica de dominação que eles ganharam. O único jeito de quebrar esse elo é a pessoa parar para pensar, mas pera aí, eu eu preciso estudar, eu preciso aprender. Faz muito mais sentido eu aprender com quem estudou do que com quem não estudou, né? Aí a pessoa percebe: "Meu Deus, eu tava cego, eu tava opinando, mas eu não estudei." Como é que eu vou opinar se eu não estudei, meu Deus? Como é que eu vou ser superior se eu não estudei? Como é que eu vou praticar uma doutrina que eu não estudei? Aí a pessoa, meu Deus, mas demora, né? Demora para pra pessoa acordar, né? geralmente ela vai ter que morrer. Aí ela chega no mundo dos espíritos. No mundo dos espíritos a verdade se apresenta muito mais intensa. Aí ela não consegue fugir. Aí ela vai perceber que ela é que ela

ralmente ela vai ter que morrer. Aí ela chega no mundo dos espíritos. No mundo dos espíritos a verdade se apresenta muito mais intensa. Aí ela não consegue fugir. Aí ela vai perceber que ela é que ela era orgulhosa e precisa estudar, né? Mas aí já perdeu tempo. Vai ter chance de reparar, vai. Mas daí perdeu um tempão, né? Podia ter aprendido antes, Lauro. >> Isso equivale pensar assim, eu vou conversar com alguém que está estudando medicina, que já tá lá no quarto, quinto período já tá aí essa pessoa mostra o conhecimento que já tem. Eu vou dizer assim, é orgulhosa. Eu vou discutir com ela. Ela vai dizer assim para mim: "Você estuda medicina?" Eu vou ter que responder que não. Ela fala: "Mas como é que você tá discutindo comigo? estudo. Aí eu vou dizer assim, não, você é orgulhosa, você é tá vaidosa demais. Veja, eu acho que que vale pensar uma questão até de lógica. E tem aqui mais esse esse essa participação aqui do Daniel. Ó, Michel, ó, >> as pessoas que conheci que dizem sou humilde ou praticam sem dizer, já pensam que são orgulhosos em exercício. Um erro meu em pensar é muito estranho, né, a a pessoa se atribuir humilde, né? É muito estranho, porque a própria humildade faz a pessoa duvidar da própria humildade. Não que a pessoa não possa reconhecer aquilo que sabe e aquilo que não sabe, mas o humilde sempre tem muita cautela porque ele sabe que o conhecimento que ele tem é limitado, que tem pessoas que conhecem mais. Claro que ele não é um relativista, porque aí é um outro problema, né? você achar que nada pode ter certeza, nada pode saber também não é isso, né? Mas o humilde ele ele ele enxerga as coisas, mas ele sempre tem prudência, cuidado. Ele vai dizer assim: "Eu sei, mas o que eu sei também não é tudo". Então não é que eu não vou saber que eu sei, isso é uma coisa que também não faria sentido, mas ele tem cuidado, né? Agora, a pessoa que tem muita certeza que é humilde, ó, tá faltando prudência, é um é um indício de que a humildade tá tá com rusgas, né? Porque o humilde ele

o faria sentido, mas ele tem cuidado, né? Agora, a pessoa que tem muita certeza que é humilde, ó, tá faltando prudência, é um é um indício de que a humildade tá tá com rusgas, né? Porque o humilde ele sempre tem um um porém, um uma um cuidado. Ó, pessoal, vamos estudar, vamos ver, vamos comparar, vamos comparar. Eu eu quero tanto comparar e as pessoas não sempre quero, quem me acompanha sabe, primeira coisa que eu faço, digo, vamos comparar e a pessoa não. Eu digo: "Ah, meu Deus, eu já sei que não vai ser possível construir um diálogo com a pessoa, porque sem comparar não tem como a gente argumentar, né? Mas faz parte. Ainda bem que a gente responde pela gente, né? A gente também não tem que se perder muito, ficar prestando muita atenção em quem age assim. A gente tem que prestar atenção na gente e procurar não agir assim, né? Se você se fixar muito também no outro, você vai alimentar coisas que são do outro. É perda de tempo também, né? Então você rapidinho, você vê que, ó, o fulano tá agindo muito errado e ele não quer ajuda. Você diz: "Bom, então fica nas mãos de Deus, deixa eu cuidar da minha vida". Aí você sai daquela vibração, gosto muito dessa palavra, mas você sai da dessa dessa nuvem, né? Porque senão também você começa a alimentar sentimentos ruins, né? Porque é a vida do outro. Não, não é muito inteligente se concentrar demais na vida do outro, porque é a vida do outro. >> Não, >> é isso aí. É isso aí. Bom, pessoal, então a partir da semana que vem, né, na na próxima segunda melhor aqui a partir do item 124. Eh, lembrando, manhã às 14 horas no CADEC Tub estudo do Evangelho Segundo do Espiritismo. O Michel, o Michel vai falar sobre projeto nosso lar segundo espiritismo e depois às 20 horas aqui no CADEC a gente tem um estudo da revista espírita. Mas eu vou passar pro Michel que ele já fala o horário em que vai ser o projeto, tá? E nos encontramos aí no próximo estudo, pessoal. Obrigado. Passo para você, Michel. >> Amanhã às 14 horas tem o estudo do Evangelho. A

ro Michel que ele já fala o horário em que vai ser o projeto, tá? E nos encontramos aí no próximo estudo, pessoal. Obrigado. Passo para você, Michel. >> Amanhã às 14 horas tem o estudo do Evangelho. A gente vai estudar lá o item cinco da do primeiro capítulo, que trata sobre o espiritismo, sobre a revelação espírita. E às 19:30 eu tenho mais um episódio lá da crítica à obra nosso larma e a gente vai criticar a o capítulo 18. o capítulo 18, que ainda é um um jantar na casa da mãe do Lísias, né? E amanhã de manhã, das 8 ao meio-dia, vocês vão ver que vai tá aberto aí o Kardec Tube com reprise dos dos episódios anteriores do projeto nosso lar, né? Cada dia é uma reprise diferente referente à live daquele dia, né? Então, como terça é o dia da live do nosso lar, de manhã, das 8 ao meio-dia tem reprises dos episódios do nosso lar. Então é isso, curtam, compartilham e se inscrevam no canal, assinem lá o Kardec Tube e participe do nosso grupo no Whats, né, que o Lauro colocou o link aí e até amanhã.

Mais do canal