#91 - Item 122 - Progressão dos Espíritos | O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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Olá, pessoal. Boa noite. Sejam bem-vindos para o nosso estúdio do livro dos Espíritos. Nós estamos na parte segunda do mundo espírita ou mundo dos espíritos, no capítulo um que trata dos espíritos, né? E o assunto é progressão dos espíritos. Eh, vamos analisar a partir do do item 122, tá? Então, se você quer eh acompanhar esse estudo em especial Progressão dos espíritos, vaiá em nossas playlists do Kardec Clube e do Estudar Kardec que você vai encontrar esses estudos lá. A a pedido do nosso colega de de estudos aqui, Kardequiano, José José Alves, daqui a pouco a gente vai apresentar ele aqui. José Dias, eu já falei, José Alves, ótimo para isso. Eh, nós vamos apresentar ele pr pra galera, né? Eh, vamos dar mais detalhes aqui, mas enfim, a pedido dele eh criarmos uma playlist com o estudo da progressão dos espíritos. Se você tiver vontade ou interesse em estudar esse item especial, você vai encontrar então também na playlist eh esse estudo que é a progressão dos espíritos. Mas quero pedir a você aí se inscrever em nossos canais do Kardec Turb da Kardec, curtir, comentar e compartilhar, divulgar, convidar pessoas eh a a em assinar, principalmente assinar o Cadec Turb, se tornar membro e também aí quem sabe para o livro dos médiuns, você eh procurar lá amigos do Carecube e se tornar um assinante para participar do estudo do livro dos médiuns que acontece às sextas-feiras, às 20 horas no Careclue. Então, não perca essa oportunidade, o estudo tá muito bom. E eh o estudo do livro dos médiuns está no está no início, fácil de você ir lá pegar os vídeos anteriores e acompanhando, né, ao vivo. Daqui a pouco você está com tudo em dia. Bom, tem aqui ao meu lado, antes de passar pro Michel José Dias, que veio diretamente de Juiz de Fora para participar do estudo aqui com a gente, tá bom? Eh, depois ele ele dá o alô pra galera aí, Michel, passo para você. Depois o o o Zé dá a palavra também aqui. Passo para você, chefe. >> Boa noite, Lauro. Boa noite, José. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais
ele dá o alô pra galera aí, Michel, passo para você. Depois o o o Zé dá a palavra também aqui. Passo para você, chefe. >> Boa noite, Lauro. Boa noite, José. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais uma live aqui no canal do Lauro, Estudar Kardec. Estamos aí no item 122 do livro dos espíritos. E como Lauro falou, a gente vamos criar uma uma playlist aí só com esse tema, né, desde o início aí, quando a gente começou a tratar das questões do do livro dos espíritos que tratam da progressão. Esse é um tema muito importante, né? É um item que fundamenta toda a ideia do progresso do espírito que Kardec trata. Ele vai nortear toda a lógica da construção do restante da doutrina espírita. Por isso são por isso que são itens tão importantes e não é à toa que vem depois da escala espírita, né? Eh, a gente ainda tá no capítulo dos espíritos, isso é importante lembrar porque é o capítulo justamente que fundamenta o objeto do espiritismo. Então, por isso que ele é um capítulo de fundamentação. Kardec apresenta como são os espíritos. Depois agora Kardec tá explicando, bom, como que os espíritos então progridem para se encaixar aí nesses nesses tipos que ele apresentou na escala espírita. Então é muito importante. Eu sei que tem muita dúvida e muita confusão no meio espírita. A gente tem falado aí desde o início que as pessoas elas leem esses trechos, passam muito rápido e depois elas acabam a pensando, raciocinando um espiritismo que não é baseado na lógica da progressão dos espíritos apresentada o nível dos espíritos. Então é muito importante. Hoje a gente vai prosseguir, como disse o Lauro, nós estamos aí já no hoje é o estudo 91, são 91 semanas estudando o livro dos espíritos e já boas semanas estudando esse tema progressão dos espíritos. Então é importante que você pelo menos o assunto veja desde o início para entender, né? Então participem aqui pelo chat, tragam dúvidas, tragam comentários, questões e reforçando o que o Lauro comentou, nós lá no Kardec Tube temos, o Lauro
o assunto veja desde o início para entender, né? Então participem aqui pelo chat, tragam dúvidas, tragam comentários, questões e reforçando o que o Lauro comentou, nós lá no Kardec Tube temos, o Lauro participa da maioria deles, me ajuda. A gente tem aí lives todos os dias, duas vezes por dia, né? Das 14 às 15 a gente tem a live do Evangelho Segundo Espiritismo, diário, sempre de segunda a sexta. E aí à noite nós temos cada noite um estudo diferente. Hoje é aqui, toda segunda é no Estudar Kardec, mas depois eu reposto lá no Kardec Tube o livro dos espíritos. Amanhã às 19:30 tem lá no Kardec Tube o estudo crítico da obra Nosso lar. Na quarta-feira às 20 horas tem o estudo do que é o espiritismo. Na quinta o estudo da revisespírita.net e na sexta o estudo do livro dos médiuns às 20 horas. Então é muito conteúdo para quem quer acompanhar conteúdo sobre Kardec. Aí a gente tem bastante coisa. E o Lauro lembrou, o Kardec Tube no estudo do livro dos médiuns, é para assinantes. Se você quer participar lá, assine o Kardecub e você vai poder assinar, vai poder assistir e participar conosco do estudo do livro dos médiuns. A gente tem uma meta aí de chegar em 100 assinantes. Já estamos indo paraa metade da meta, a recé em março. Quando a gente chegar em 50 assinantes, a gente vai começar a sortear livros espíritas entre os assinantes. Então, assine o Kardec Tube. E para você que tá chegando agora, algo muito simples, muito fácil, né? você se inscreve e curte o vídeo, isso já ajuda muito. Então, se você não se inscreveu ainda no canal do Laur no Cardecube, se inscreva, curta, compartilhe o vídeo. E uma notícia nova, essa a gente inaugurou aí ontem no e tá começando a divulgar hoje. Eu criei um grupo no WhatsApp do Kardecup, então a gente tá criou um grupo aberto para todas as pessoas que querem estudar o espiritismo, um grupo no WhatsApp, participe desse grupo. Eu vou deixar o link aqui nos comentários, é só clicar no link e já vai cair lá no grupo e aí aparece para eu autorizar.
que querem estudar o espiritismo, um grupo no WhatsApp, participe desse grupo. Eu vou deixar o link aqui nos comentários, é só clicar no link e já vai cair lá no grupo e aí aparece para eu autorizar. Então, às vezes pode levar uns minutos até você entrar porque eu tenho que autorizar, porque é mais seguro a gente fazer assim para não entrar qualquer pessoa, às vezes uma pessoa que quer entrar lá só para brincar. Então você clica no link e entra no grupo, lá você vai poder conversar sobre espiritismo, divulgar projetos espíritas, livros, conteúdo, fazer perguntas e acompanhar toda a programação que a gente tem aí sobre a obra de Kardec. Então a gente quer aí trazer o máximo de pessoas para esse grupo. Podem compartilhar o link em outros grupos, podem convidar quem vocês quiserem, não precisa ser a pessoa já que conhece o espiritismo. Qualquer pessoa que se interesse, você pode chamar. Eu vou colocar aqui nos comentários agora o link e daí se alguém tiver dificuldade é só, ah, eu não consigo, eu vou mandar pro Lauro no whats, daí o Lauro pode eh colocar nos comentários, porque o YouTube só deixa quem quem é o dono da live colocar links, né? Então eu vou mandar pro Lauro, daqui a pouquinho ele coloca. E tem o Qcode também, eu vou mandar para ti, Lauro, dá para deixar depois um uns 5 segundos na tela o Qcode, porque aí as pessoas depois pausam o vídeo se quiserem com QRCE trazemos no canal. Já vou fazer isso, mas antes eu quero, para passar já para vocês, eu quero agradecer a presença, vocês não conhecem, mas a presença de um grande amigo nosso que está do lado do Lauro hoje, o José. É um grande amigo, um grande ajudante do dos nossos projetos. principalmente do Kardec Tube. É, é o irmão, são pessoas incríveis que Deus colocou no meu caminho, que sem elas o Kardec Tube não seria nada do que é. Então assim, é um grande amigo fiel, um grande estudioso, uma pessoa que é é realmente aquele amigo das horas boas, mas também das horas difíceis, que é aí que se mostram os verdadeiros amigos. Então eu quero
sim, é um grande amigo fiel, um grande estudioso, uma pessoa que é é realmente aquele amigo das horas boas, mas também das horas difíceis, que é aí que se mostram os verdadeiros amigos. Então eu quero agradecer muito a presença dele. Ele e o Lauro estão tendo a oportunidade aí de se encontrar. Eu ainda, como eu sou um espírito que tô em expiação, né, eu tô mais isolado aqui pro sul do país, mas logo logo a gente vai poder se encontrar. Então é uma alegria nessa noite a gente ter a presença dele e que a gente tenha um ótimo estudo, um abraço. Já quero deixar o abraço e o agradecimento ao José e sempre que sempre que a a nossa família aí cardequiana se encontrar em qualquer lugar do mundo, que possa ter esses momentos de confraternização e registrar isso. Então, uma boa noite para todos nós e obrigado à presença aí do José. Passo para você, José, dá um alô pra galera aí, ó. >> Muito obrigado, Michel, pelas palavras. Boa noite a todos. Eh, vou participar aqui porque a gente tem esse projeto, né? A gente se fala muito através das redes. Eu já sigo o Michel há mais tempo no Kardec T Clube. A gente foi se aproximando, né? E depois veio o Lauro e a gente tem grupo de WhatsApp onde a gente troca muita ideia. E eu vim até a cidade do Lauro a serviço e falei: "Não vou perder oportunidade". Eu tô fazendo inveja nos outros amigos que a gente tem, que a gente é cada um de um canto e eu tô aqui sozinho. Eu vou aproveitar um minutinho, ó Michel, se você e o Lauro me permitem, para contar algumas coisas e pedir, reforçar os pedidos do Michel, né, e do Lauro. Eu no caminho aqui pra cidade do Lauro, que é Uberaba, eu parei na numa parada comum dessas que a gente faz lanche, né? E observei assim na entrada do restaurante eh uma estante cheia de livro de de autoajuda, os valores eh entre 20 e R$ 30. E eu fiquei observando umas duas, três pessoas passaram, compraram e compram lembranças e compram de tudo. Mas esse caso específico me chama atenção, Michel, porque você aí falou e sempre divulga no
. E eu fiquei observando umas duas, três pessoas passaram, compraram e compram lembranças e compram de tudo. Mas esse caso específico me chama atenção, Michel, porque você aí falou e sempre divulga no início das lives que são 10 lives semanais que dão muito trabalho. Elas são de extrema qualidade para quem acompanha. Se você tá pela primeira vez, você volte nas playlists dos dois canais, tanto do Kardecube quanto do Estudar Kardec, você vai achar conteúdo de muita qualidade para você para você acompanhar eh estudos sequenciais dos livros que eles se propõem a fazer estudo é muita coisa boa e aí vale muito a pena dar o apoio ao canal. a gente a gente compra tanta coisa, eu não vou nem eh entrar na na no mérito da qualidade do do dos produtos que o pessoal compra, mas aqui com certeza é de extrema qualidade. Kardec é de extrema qualidade. Então incentivar o pessoal a se inscrever no canal e assinar para dar apoio a esse projeto, porque com recurso financeiro tudo isso vai mais longe, os recursos ficam melhores, né? eh com mais eh poder aquisitivo. A gente tá num num planeta que isso é necessário, a gente vai mais longe. Então, não perder essa oportunidade de de fazer isso. Estudar Kardec e tá ao lado dos amigos, isso é uma coisa muito boa que a gente precisa reforçar. Eu só vou falar mais uma coisa para todo mundo, que é uma coisa que eu percebo no Kardec Tube, que é o à medida que o estudo avança em cada live. Eh, o Michel e o Lauro, eles fazem comparação do que está do que está sendo estudado com aquilo que o movimento espírita tradicional enxerga. Eh, eu até voltei hoje no na no prefácio do do livro Céu e o Inferno ou A justiça divina segundo o Espiritismo. E tem um parágrafia específico que Allan Kardec falando do que ele ia fazer no livro. Ele diz que ele vai fazer uma comparação do que o espiritismo diz e que as outras doutrinas da época diziam. E ele gasta 11 capítulos, é a metade do livro fazendo comparação. Porque às vezes as pessoas ficam assustadas de ver
uma comparação do que o espiritismo diz e que as outras doutrinas da época diziam. E ele gasta 11 capítulos, é a metade do livro fazendo comparação. Porque às vezes as pessoas ficam assustadas de ver comparação e ficam criticando, não se deve comparar. Vão lá nesse prefácio, vocês vão ver um parágrafo específico Allan Kardec dizendo que há comparação. E ele faz isso durante 11. Eu digo 11 capítulos, são muitas páginas, para quem tem o livro impresso vai ver é muita coisa de comparação e que isso precisa ser feito porque clareia para nós o pensamento e eles fazem com maestria. Então, parabenizando mais uma vez vocês dois e agradecendo a oportunidade de estar aqui. Michel, ele é realmente um grande cara, viu? Imagina, imagina. >> Segue vocês aí, viu? Então tá, Michel, ó, vou colocar aqui no início. Então, se você quer, tem interesse em entrar no grupo no WhatsApp no qual o Michel eh eh se referiu agora a pouco, fique à vontade para você virar a câmera nesse Qcode que ele vai te levar para lá e você pede para entrar, aguarda que o Michel vai dar a permissão. No final a gente coloca de novo, viu, Michel? Caso pessoas cheguem depois, tá? Bom, Michel, passa. Vou passar para você enquanto você eh prepara aí, só para mim trocar aqui esse QR code, que eu fiz uma bagunça danada para variar. >> Tá bom? É isso aí. O pessoal depois volta no vídeo, pausa e aponta a câmera pro celular e depois o Lauro coloca nos comentários o link também, que eu acho que é mais fácil o link que eu mandei ali, daí já entra direto lá. Esse é pro grupo do WhatsApp, tá? Esse é Não, não tem curso nenhum. a pessoa entra lá, assinatura é lá no Cardecube, não seja membro. Mas vamos lá, vamos estudar hoje a questão 122. A gente tá tá tratando aí do da origem dos espíritos e por que os espíritos, né, vão escolher o caminho do bem, o caminho do mal. Então, vamos ler o item 122. Então, pergunta Kardec, como podem os espíritos em sua origem, quando ainda não tem consciência de si mesmos, gozar da liberdade de escolha entre o
bem, o caminho do mal. Então, vamos ler o item 122. Então, pergunta Kardec, como podem os espíritos em sua origem, quando ainda não tem consciência de si mesmos, gozar da liberdade de escolha entre o bem e o mal? Há neles algum princípio, uma tendência qualquer que os encaminhe para uma senda de preferência a outra? Então, os espíritos respondem: "O livre arbítrio se desenvolve à medida que o espírita adquire consciência de si mesmo." Já não haveria liberdade se a escolha fosse determinada por uma causa independente da vontade do espírito. A causa não está nele, está fora dele, nas influências a que sede em virtude da sua livre vontade. É o que se contém na grande figura emblemática da queda do homem e do pecado original. Uns cederam a tentação, outros resistiram. Então ele tá entrando mais no detalhe aqui sobre a origem da escolha do bem e do mal que o espírito vai fazer desde que ele é criado. E realmente há muita confusão sobre isso e a gente tem reforçado mais de uma vez. Aqui está a visão espírita do progresso dos espíritos. Então, se você vai ter, você vai ter várias propostas tentando explicar a origem dos espíritos, aqui está a proposta do espiritismo. Muitos autores que falam e escrevem muitas vezes em nome do espiritismo não entenderam ou não conhecem o princípio do progresso dos espíritos que está aqui. Aí eles colocam uma visão que não é necessariamente a do espiritismo. Então é muito importante a gente a gente entender o que que ele tá querendo fazer. Primeira pergunta, olha, olha como Kardec tá querendo eh eh explicar na na questão anterior, ele explicou que os espíritos escolhem o bem e o mal por livre arbítrio, certo? Então, por que os os uns espíritos escolhem o bem, outros espíritos escolhem o mal? Aí os espíritos vão dizer: "É por causa do livre arbítrio". Então a gente estudou isso semana passada. O que que vai fazer com que exista espírito que escolha o mal? O livre arbítrio. Os espíritos, portanto, têm a liberdade de escolher entre o bem e o mal. Por que
o a gente estudou isso semana passada. O que que vai fazer com que exista espírito que escolha o mal? O livre arbítrio. Os espíritos, portanto, têm a liberdade de escolher entre o bem e o mal. Por que que ele tava tratando disso? Porque, lembra, para o espiritismo, os espíritos não são criados com qualidades e tendências. Para o espiritismo, os espíritos são criados simples e ignorantes. Isto é, sem saber, sem conhecimento, sem nada. Deus cria os espíritos sem nada, todos assim. Então, isso demonstra que ele é justo e cria todos iguais. A medida que o espírito desenvolve o livre arbítrio, o próprio espírito começa a escolher entre o bem e o mal. Então é uma escolha sua. Então isso é muito importante. Não, o mal não é uma escolha de Deus. Os espíritos não são criados com maldade ou com tendência paraa maldade e nem com tendência pro bem e nem com bondade. Deus cria os espíritos e eles mesmos se constróem. Por isso que o mérito é de cada um. Então, vejam, é a justiça de Deus que faz com que cada um possa construir a si mesmo. Cada um vai ter a liberdade de escolha de se construir. Deus cria todos iguais e cada um, com a sua liberdade se constrói rumo à perfeição. Aqueles que só escolhem o bem chegam mais rápido. Aqueles que escolhem o mal vão chegar também, mas vão chegar depois, porque ao escolher o mal tem que reparar o mal para poder chegar a perfeição nesse progresso todo. Então é através do livre arbítrio. É o primeiro ponto. Então você separa o bem e o mal de Deus. É uma escolha do espírito. E você mostra que os espíritos têm a liberdade para fazer isso. São os próprios espíritos que se constróem. Esse é o primeiro, é o ponto de partida. E ele mostra algo muito importante que a gente viu semana passada. O mal não é nem uma criação de Deus. O mal não é criar. Deus não cria os espíritos maus. Então Deus não cria os espíritos imperfeitos. Porque lembra a característica do espírito imperfeito lá na escala espírita? É ter o desejo do mal. Ora, se ele fosse criado imperfeito,
s espíritos maus. Então Deus não cria os espíritos imperfeitos. Porque lembra a característica do espírito imperfeito lá na escala espírita? É ter o desejo do mal. Ora, se ele fosse criado imperfeito, então Deus já criaria ele com o desejo do mal? Não. Então ele é criado simples e ignorante. Não é Deus que cria o mal e nem bota o mal nele. E não é uma necessidade o mal. O mal é um atraso. É um atraso que a gente escolhe por livre arbítrio. Aqueles que só escolhem o bem chegam mais rápido. E se a gente que já escolheu o mal, já tá atrasado, quanto antes a gente largar do mal, a gente tá adiantando a nossa chegada na perfeição. E tudo depende do livre arbítrio. Que que é livre arbítrio? Entendam sempre assim. Livre arbítrio é vontade, a sua vontade livre. Ela é livre para escolher. É uma lei de Deus. Então, parte daí, claro, aí Kardec muito sabe que é, vai perguntar o que na 122. Bom, se é o livre arbítrio que faz com que o espírito escolha entre o bem e o mal, como é que isso acontece antes dele ter liv? O que que escolhe? Como é que se dá o processo? O que que vai fazer ele ter livre arbítrio e aí ele escolher entre o bem e o mal? Por isso que ele diz, ó, como podem os espíritos, em sua origem gozar da liberdade entre o bem e o mal? Como é que nasce o livre arbítrio? Eu já sei que é o livre arbítrio que faz eu escolher entre o bem e o mal, mas como é que nasce o livre arbítrio? Essa é a pergunta seguinte, por isso que ele tá fazendo isso, ó. Quando ainda não tem consciência, gozar da liberdade, há neles algum princípio, uma tendência? Como que nasce o livre arbítrio? Agora é essa questão. A gente já sabe que o livre arbítrio é responsável por fazer a gente escolher entre o bem e o mal. Então a gente que escolheu e que escolhe. Mas como é que nasce o livre arbítrio? Essa é a grande questão da 122 pra gente entender como é que vai nascer o livre arbítrio. E aí ele responde: "Agora é muito importante a gente pegar cada frasezinha, o livre arbítrio se desenvolve". Então, primeira coisa que
da 122 pra gente entender como é que vai nascer o livre arbítrio. E aí ele responde: "Agora é muito importante a gente pegar cada frasezinha, o livre arbítrio se desenvolve". Então, primeira coisa que tá muito clara, se o livrearbítrio se desenvolve, ele não é uma coisa pronta. Esse é o primeiro ponto. Então, o que que vai determinar a nossa escolha? Livre arbítrio. Tá, mas o nosso livre arbítrio não foi uma coisa que eu já nasci com livre arbítrio. Deus criou o espírito com livre arbítrio. Não. Ele vai nascer sem nada e vai desenvolver o livre arbítrio. Esse é o primeiro ponto. Como que se desenvolve o livre arbítrio? A medida que o espírito adquire consciência de si mesmo. Então, a causa do livre arbítrio é a consciência de si mesmo. A causa da escolha entre o bem e o mal é o livre arbítrio. A causa do livre arbítrio é a consciência de si mesmo. Olha como ele vai voltando, regredindo para chegar no âmago do problema. Então, o espírito é criado sem nada. vai adquirindo consciência de si mesmo. Ao adquirir consciência de si mesmo, desenvolve o livre arbítrio. Ao desenvolver o livre arbítrio, começa a fazer escolha. A partir daí, mérito próprio. Ele responde pelas suas ações. Por quê? Porque ele teve liberdade para escolher. Você só escolhe depois que desenvolve a consciência e você responde por isso porque você escolheu. Se não fosse você que tivesse escolhido, haveria injustiça. Deus seria injusto. Se você tivesse que escolher algo, responder por algo que você não escolheu, Deus seria injusto. Então tem que depender de você. Isso depende do livre arbítrio que depende da consciência de si mesmo. E aqui vem agora um outro ponto. O além do livre arbítrio se desenvolver, a gente descobre que a consciência também se desenvolve. Porque a medida que o espírito adquire a consciência de si mesmo. Bom, se ele adquire, ele não tinha. Então, eu não nasço com livre arbítrio e não nasço com consciência de mim mesmo. Olha só, deixa eu ver até a palavra que ele botou no francês, ó. O livreabit se desenvolve,
ele adquire, ele não tinha. Então, eu não nasço com livre arbítrio e não nasço com consciência de mim mesmo. Olha só, deixa eu ver até a palavra que ele botou no francês, ó. O livreabit se desenvolve, desenvolve, ele usa eh que o espírito adquire a lacons adquire. Então foi bem traduzido, né? Então, tanto a consciência de si mesmo quanto o livre arbítrio não é algo que nasce no momento da criação. Vejam o que que eu vejam o que que a gente chega na conclusão de tudo isso. A para até chegar ou se chegar a ser um espírito imperfeito que a gente estudou, tem muita coisa antes. O espírito imperfeito já é uma coisa bem desenvolvida. e que não é obrigado a passar, né? Que lembra por que que não é obrigado a passar? Porque o o imperfeito tem desejo do mal. O mal não é uma necessidade. Então entrou por livre arbítrio, mas não precisava. Tá atrasado. É tipo um aluno que repete de ano, né? Tá perdendo um ano que ele podia est fazendo outro, mas ele tem que repetir tudo de novo. Tá perdendo tempo, vai se formar mais tarde. E qual é o problema de se formar mais tarde? Alguém poderia perguntar, né? É que quando você se torna espírito bom para cima, você é sempre feliz. Então você tá trazendo a sua felicidade. Esse é o problema. Esse é o problema de a gente escolher o mal e se tornar espírito imperfeito. É que a gente atrasou a felicidade, porque o mal necessariamente traz consequências dolorosas e de sofrimento. E aí agora ele continua, ó, preste atenção. já não haveria liberdade se a escolha fosse determinada por uma causa independente da vontade do espírito. Então, olha, olha o conceito que ele tá dando. Se não é a vontade do espírito que escolhe, não se não não teria livre arbítrio. Tudo aquilo que não é a minha vontade que escolhe está acima do meu livre arbítrio. Tudo aquilo que depende da minha vontade é meu livre arbítrio e eu vou responder por isso. E além de responder por isso, como é escolha minha, é construção minha. Eu não posso reclamar de ninguém, nem de Deus. Não foi Deus que colocou uma coisa
eu livre arbítrio e eu vou responder por isso. E além de responder por isso, como é escolha minha, é construção minha. Eu não posso reclamar de ninguém, nem de Deus. Não foi Deus que colocou uma coisa dentro de mim que fez ser como eu sou. Não, não, não. Você escolheu. Por isso que você tem, por isso que é todo, por isso que é justo você responder, porque você escolheu. Ninguém forçou, ninguém criou nada. Se não fosse assim, não haveria livre arbítrio. É o que ele tá dizendo. Não haveria livre arbítrio se a escolha fosse determinada por uma causa independente da vontade. Então tudo que depende da sua vontade é livre arbítrio e, portanto, é escolha sua. Você não pode reclamar. Sempre quando você vai analisar alguma coisa, tem que assim: eu escolhi ou não escolhi? Se eu escolhi escolha minha, responsabilidade minha, não posso reclamar de ninguém, nem de Deus. Claro que o Espiritismo mostra, você não lembra de todas as escolhas, por isso que você pode achar que tem certas coisas que você não escolheu, mas você tá raciocinando como espírito encarnado. Esse é o erro. Você não pode raciocinar como espírito encarnado, porque quando você escolheu, você escolheu como espírito e o espírito era mais livre do que você agora. Ele sabia mais do que você agora, porque ele tinha acesso a todas as memórias. Você não, você agora é uma é um espírito com a memória parcial, bloqueada, mas você escolheu antes de ter essa memória bloqueada. Então, Deus continua sendo justo. Você escolheu as provas, o contexto e você segue fazendo escolhas agora mesmo sem lembrar. Claro que muitas coisas você está sofrendo as consequências porque você não lembra quando escolheu, mas o espiritismo informa que você escolheu, mas você segue podendo fazer escolhas, mesmo com a a memória limitada. Basta a gente analisar toda a nossa vida quanta coisa depende da nossa escolha. Tem coisas que não dependem mais da nossa escolha. Depois que encarna tem coisas que eu já tô preso naquele contexto, mas e as coisas que dependem
a a nossa vida quanta coisa depende da nossa escolha. Tem coisas que não dependem mais da nossa escolha. Depois que encarna tem coisas que eu já tô preso naquele contexto, mas e as coisas que dependem ainda da minha vontade? É nessa que você tem que focar. Eu sempre brinco, se você senta para ler a obra de Kardec, vem alguém e coloca uma arma na sua cabeça e diz: "Não vai ler não, né?" Então você não lê porque você não quer. Então a gente tem que focar, foque no que depende da sua vontade. Mas aí ele explica como é que se dá então o nascimento do livre arbítrio. Olha só, agora vem o pulo do gato. Bom, antes de entrar nessa segunda parte da da da pergunta, que é é justamente aí que ele entra no que Kardec quer saber, como é que nasce o livre arbítrio, eu vou passar pro Lauro e pro José e pros demais que estão aí no chat para participar, trazer comentários. >> Muito bom, Michel. Então, eu vou te fazer uma pergunta aqui e depois o José fica à vontade, caso ele tenha algo que ele queira comentar ou perguntar. Então, se a pessoa eh ela ela afirma que há espíritos que são criados com propensão para o bem ou para o mal, ou seja, foram fatalmente criados assim por Deus, que a gente tem que levar em consideração que Deus pelo onipotente. Então, se ele criou o espírito eh com tendências para o mal, obviamente ele, Deus já sabia que aquele espírito foi criado por ele com tendência para o mal. Então, se a pessoa imaginar eh afirmar dessa forma, significa que ela desconhece os atributos de Deus. Essa é uma pergunta muito lógica, né? Eh, né? Não poderia ser de outra forma, mas para tentar fazer com que as pessoas pensem quando afirmam é dessa forma, né? Então, se ela desconhece os atributos de Deus, faz sentido ela afirmar que Deus cria o espírito com propensão para o bem ou para o mal, né? E outra, essa vontade, ou seja, o livre arbítrio que vai se desenvolver, é unicamente a a depende do espírito unicamente dele ou tem a influência de Deus aí sobre essa vontade, Michel? Exatamente. Se a pessoa, se a pessoa
, ou seja, o livre arbítrio que vai se desenvolver, é unicamente a a depende do espírito unicamente dele ou tem a influência de Deus aí sobre essa vontade, Michel? Exatamente. Se a pessoa, se a pessoa atribuir que Deus cria os seres com alguma tendência, seja boa ou ruim, a pessoa primeiro não está com a opinião do espiritismo. Essa não é a opinião do espiritismo. Espiritismo deixa muito claro que Deus não cria os espíritos com nenhuma tendência. vai ser a escolha dele, do próprio espírito. Então esse é o primeiro ponto. É muito parecido com a ideia católica, por exemplo. Só que o qual é o problemão disso? É que você tá colocando Deus como parcial, né? Toda teoria que tenta dizer que Deus nos criou com alguma tendência, ela tá dizendo então que Deus é parcial, porque ela deu tendências. Já já me fez nascer com certas tendências. Olha, se ele me fez nascer com certas tendências, é culpa dele, não minha, né? Ele que me criou assim. Como é que ele pode me castigar se ele me criou assim? Esse é o problema dessas outras doutrinas, como foi, por exemplo, a doutrina católica que coloca a ideia do pecado original, né? Então, as pessoas, por que que as pessoas nasciriam, nascem com pecados segundo a igreja? Porque Adão e Eva pecaram e Deus então amaldiçoou a humanidade pro resto da eternidade. Todo mundo nasce com pecado por consequência daquilo que Adão e Eva fez. Olha, é uma proposta, mas é uma proposta que coloca Deus como injusto, né? Uma porque foi outros outras pessoas que errarem, eu tenho que pagar. E ele tá criando então seres já com pecado. Para o espiritismo não é assim. Para o espiritismo, Deus cria a alma simples e ignorante. Ela vai desenvolver o livre arbítrio e escolher. Então é mérito dela. Um espiritismo coloca Deus como como de uma maneira muito mais justa, né? E a vontade, a vontade é justamente uma lei de Deus que diz o seguinte: "A escolha é sua, é você que escolhe. Não é, não são os espíritos, não é Deus, é você que escolhe. Por isso que é mérito seu, se é o bem. E por isso que é
ustamente uma lei de Deus que diz o seguinte: "A escolha é sua, é você que escolhe. Não é, não são os espíritos, não é Deus, é você que escolhe. Por isso que é mérito seu, se é o bem. E por isso que é castigo seu, se é o mal, você escolheu. Você escolheu. Por isso que é liberdade, livre arbítrio. Nesse sentido, atenção paraas minhas palavras, nesse sentido é uma liberdade absoluta. Você escolheu, é sua vontade. Ela só não é totalmente absoluta porque você escolhe aquilo que é resultado que você já escolheu e construiu de si mesmo. Por isso que ela não é absoluta. Mas no ato de escolher, o ato em si de escolher é a liberdade absoluta. Você escolheu porque quis se fez assim. Então, todo mérito seu. Para você fazer escolhas diferentes, você tem que mudar o que você é. Eu escolho a partir do que eu sou. E para eu mudar o que eu sou, eu tenho que escolher coisas diferentes que vão mudar o que eu sou, que vão fazer eu ter escolhas diferentes, que vão mudar o que eu sou, que vão fazer eu ter. É um círculo até se tornar puro. Aí quando eu me torno puro, eu só escolho o bem. Aliás, quando eu me torno espírito bom, eu já escolho só o bem, né? Por quê? Porque eu me fiz 100% bom e aí eu só escolho o bem. Por que que a gente escolhe o mal? Porque a gente lá no início, quando não tinha nada, começou a escolher o mal, criou o desejo do mal e agora a gente tem tendências pro mal. A gente criou. É que a gente olha pra gente a partir do momento que a gente já tem a tendência, né? Como a gente não tem acesso momentaneamente no corpo, todas as noites quando a gente sai do corpo, a gente lembra, mas momentaneamente quando a gente tá no corpo, a gente esquece do momento que começou o processo. Então parece que a gente já parece que a gente já nasceu assim, né? Mas a gente já nasceu assim agora nessa existência. Mas essas tendências que a gente tem dentro da gente são construções das nossas próprias escolhas desde lá do início. E Deus não participou disso. Deus participou no sentido, ele lhe criou
existência. Mas essas tendências que a gente tem dentro da gente são construções das nossas próprias escolhas desde lá do início. E Deus não participou disso. Deus participou no sentido, ele lhe criou e lhe deu a capacidade de escolher a depois que você desenvolve a capacidade de escolher. Nesse sentido que Deus participou. Daí em diante, a escolha é sua, por isso que é mérito seu. José, Lauro, pessoal, mais questões? >> Isso, José. >> Comentários. >> Tem algo sem querer perguntar. Posso >> aberto. Ô Michel, eh, mas para deixar mais claro ainda, né? Eh, o que podia, você podia falar um pouco mais é que então o espírito é criado simples e ignorante, vai adquirindo conhecimento das coisas, mas há escolhas que elas são morais e as há escolhas que são amorais. Você já falou isso outras vezes, por exemplo, vamos dar um exemplo aqui a título de didático. Quando ele conhece a cor azul e a cor vermelha e ele faz essa escolha, ela não tem uma consequência direta para ele. Mas existem outras escolhas que são entre o bem e o mal. Por exemplo, entre conquistar a comida sem ferir outro ser, por exemplo, conquistar o que comer sem ferir outro ser ou conquistar o que comer eh fazendo mal ao outro ser. Talvez não seja melhor exemplo, mas vai ter uma escolha que é moral, né, que é a distinção entre o bem e o mal, e vai ter outras que são amorais. Quando ele sofre a consequência daquela escolha que tem esse viés moral e ele faz a escolha para o mal, ele sofre já a consequência. Mas por outro lado, ele também sente o o algum tipo de prazer e é por isso que ele adquire essa tendência de ir também pro lado fala um pouco sobre isso para nós. >> Exato. Conhecer e fazer escolhas, que ele começa a falar aqui, conhecer e fazer escolhas. Dentro dessas escolhas estão também as escolhas morais. Então, muito bem lembrado, cuidado para não achar que fazer escolha, que toda escolha é moral. Claro que ele vai falar também da escolha moral, porque aí quando você fala da escolha moral, escolha moral,
ão, muito bem lembrado, cuidado para não achar que fazer escolha, que toda escolha é moral. Claro que ele vai falar também da escolha moral, porque aí quando você fala da escolha moral, escolha moral, você falou de todos os tipos de escolha. Então ele começa mostrando assim: "Olha, como é que o espírito faz escolha?" Quando ele conhece, a partir do momento que eu conheço, eu posso escolher. Se nessa escolha que eu fizer isso provocar alguma coisa contra o outro ou contra mim mesmo ou contra Deus, feri de alguma maneira as leis divinas nessa escolha, eu tenho como consequência um mal. E como consequência do mal, eu vou ter algum tipo de dor, sofrimento e limitação, que é justamente para me mostrar essa escolha que você fez está errada. Veja, se você escolhesse o bem e escolhesse o mal e não tivesse consequências diferentes, como é que você saberia que uma coisa é boa e outra é ruim lá no início? Então você tem que ter, justamente quando você faz uma escolha boa, você tem que ter prazer, senão você não saberia que ela é uma escolha boa. E quando você faz uma escolha ruim, você tem que ter algum tipo de dor e sofrimento para saber que aquilo ali não é o o bom. Agora, claro, você pode quando escolhe alguma coisa má, quando você escolhe alguma coisa má, você pode ter prazer também. O problema é que você não tem só prazer. Esse é o problema do mal. A gente vai ver que o espírito pode sentir prazer na hora que faz o mal. O problema é que ele não sente só prazer, ele sente prazer. Pode sentir prazer, mas ele vai ter também em algum momento alguma limitação, alguma dor, algum sofrimento. Então esse vai ser o problema do mal e esse vai ser o indicativo de que você escolheu o mal. O bem é algo que só vai ser prazeroso. O mal não. O mal ele pode trazer prazer, mas ele vai trazer também como consequência desse prazer algo muito parecido com exemplos práticos, né? Você vai comer alguma coisa, é prazeroso e aí você come além do que precisa. Na hora que você tá comendo é uma coisa
ambém como consequência desse prazer algo muito parecido com exemplos práticos, né? Você vai comer alguma coisa, é prazeroso e aí você come além do que precisa. Na hora que você tá comendo é uma coisa deliciosa. Aí depois você se sente mal, você sentiu prazer, mas logo veio a consequência. Você fica mal do estômago, você fica mal do intestino, você sente ânsia, você sente mal-estar, você sente dor de cabeça. Aí você diz: "Opa, foi prazeroso, mas a consequência depois desse prazer foi negativa. Algo de errado eu fiz." Então é assim, para tudo, né? Para tudo. Ah, só que às vezes o que que acontece? O que que às vezes acontece que a gente sente muito prazer e demora para para aparecer o sofrimento e a dor. A consequência demora para aparecer. Daí parece que eu não tô fazendo mal, né? Às vezes demora com aí eu dei um exemplo aqui que é quase imediato. Eu como muito e já me sinto mal, mas a eu posso fazer o mal que demora para aparecer a consequência. E aí a pessoa fica mais tempo fazendo mal, que é o exemplo. Eu tô usando exemplos físicos porque são exemplos bons da gente entender a lógica, né? Por exemplo, a pessoa que fuma às vezes vai demorar anos para aparecer o problema do cigarro. Então ela passa muitos anos sentindo prazer, né? Só que o que que os espíritos vão mostrar? Você não precisa esperar sentir os efeitos do mal para parar de fazer o mal. Você já pode usar a razão antes de ter a sensação. Esse é o caminho mais inteligente. Imagina, eu não preciso esperar o meu pulmão começar a falhar, o meu coração começar a dar problema para eu parar de fumar. Eu já sei pelo conhecimento que se eu continuar vai aparecer e isso vai acontecer, então eu paro antes. Então eu eu não preciso esperar a dor, o sofrimento e as consequências para já mudar a atitude. Eu não preciso esperar a sensação, porque eu posso usar a razão. Claro que no início, quando eu ainda sou espírito muito primitivo, que eu tenho pouco conhecimento, eu aprendo mais com a sensação, né? Eu tenho que esperar ter a sensação, mas
eu posso usar a razão. Claro que no início, quando eu ainda sou espírito muito primitivo, que eu tenho pouco conhecimento, eu aprendo mais com a sensação, né? Eu tenho que esperar ter a sensação, mas depois que eu tenho a sensação, eu já tenho a informação intelectual. Ah, se eu fizer assim, eu tenho talens tal sensação. Então eu não preciso ficar esperando eu sentir para já progredir e mudar. Essa vai ser a sacada do espiritismo. O conhecimento serve para quê? Antes da consequência, você já escolhe o bem através da razão. Antes de esperar, ter que sentir todos os males físicos e morais. Então essa vai ter que ser ter que ser a sacada. Claro que no início o que que é atrativo? O prazer, tanto bem quanto o mal provocam prazer de início. Aí depois você aprende aquele prazer que gera dor e aquele prazer que gera mais prazer. Só que a gente tá numa fase em que muita coisa a gente já sabe, mesmo na hora que tá sentindo prazer, que aquilo ali depois vai gerar dor. Então você tem que já mudar antes. E aí você é mais cobrado, porque quando você sabe antes, consciência cobra mais ainda, porque você sabe, você tá sentindo prazer, mas você sabe, ih, daqui a pouquinho vai dar o estouro. Então, você já sabia antes da consequência? Claro, aquela pessoa que não sabia antes, a hora que dá o problema, ela diz: "Ah, agora aprendi, agora eu já sei que esse não é uma boa escolha". Ela sofre igual a consequência, mas ela não sabia antes. Mas ao sentir a consequência, agora ela já sabe. Então a gente aprende por experiência e por conhecimento. Só que o conhecimento é mais rápido, né? O conhecimento é mais rápido. Eu não preciso fazer todo o caminho para depois fazer o caminho de volta, não. Antes mesmo eu já fico sabendo qual é que vai ser o o o fim lá, né? E aí eu progrido mais rápido. Por isso que o espiritismo trouxe uma ciência para mostrar para você através do conhecimento para você evoluir mais rápido. Olha, se você não fizer isso, isso, isso, isso, olha como é que você vai estar no futuro. Então já
ismo trouxe uma ciência para mostrar para você através do conhecimento para você evoluir mais rápido. Olha, se você não fizer isso, isso, isso, isso, olha como é que você vai estar no futuro. Então já faça agora. Eu não preciso esperar eu chegar lá na vida futura, sofrer as consequências para dizer: "Ai, aprendi". Não, você já muda antes aprendendo com exemplo dos outros. É um jeito mais rápido de aprender, né? Então você tem que sempre cuidar. O prazer serve para aquilo virar, para aquilo ser atrativo. Só que agora você vai aprender com a experiência e com a razão se mesmo sendo prazeroso, você pode ou não pode ou até que ponto você pode ir naquele prazer. Mas tu já adiantou a segunda parte da resposta. O prazer é que vai tá presente no início. É, é o prazer vai ser a tentação. Você ceder vai ser cair no pecado. Esse é o processo. É assim que nasce o livre arbítrio, né? Mas é é exatamente essa a lógica. Vem a tentação, você vê, analisa com o que você conhece, analisa as consequências e aí você já sabe se deve ou não ceder. Aí você escolhe através da sua livre vontade. Esse vai ser o processo. Até que tem um momento que você só escolhe aquilo que é prazeroso, mas não gera um mal. Você aprende a distinguir o que que é prazer do bem e o que que é prazer do mal e vai abandonando o prazer do mal e fica escolhendo só o prazer do bem. Aí você só vai ter prazer. Por isso que por isso que o espírito bom é feliz 100%. Porque ele só escolhe o prazer que gera prazer. A gente escolhe o prazer que gera que gera o desprazer depois, né? Por isso isso e é isso que eu chamo de prova. Que que é prova? é eu experimentar as coisas e descobrir aquilo que é a medida certa de tudo, aquilo que pode, aquilo que não pode. Depois que eu já sei, se eu fizer, daí não é mais prova, é expiação, porque eu já sabia, por isso que eu sou penalizado. Certo, Lauro, José, pessoal, tem um pessoal acho que tá fazendo uma pergunta ali, >> tá? Eu vou eu vou colocar aqui, mas para não só para não perder o a o que o José
a, por isso que eu sou penalizado. Certo, Lauro, José, pessoal, tem um pessoal acho que tá fazendo uma pergunta ali, >> tá? Eu vou eu vou colocar aqui, mas para não só para não perder o a o que o José eh eh pediu para você comentar, Michel. Então, vamos lá. O o vamos imaginar um espírito, ele encarna e ele eh comete um crime. Então, ele se arrepende, se arrepende já encarnado e depois como espírito ele resolve falar: "Vou vou reparar isso e e vira que serve". Então ele vem, repara aquele mal, não comete mais um eh um um um tipo de crime qualquer e ela avança, né? Então o malestar quando ele comete o crime, aí ele vive com aquilo ali, pratica outros crimes, ou seja, aquilo se torna um hábito, ele se condiciona a a cometer crimes. Ou seja, ele ele agora adquiriu uma imperfeição. É por é por aí que a gente deve raciocinar? É, só tem que tomar cuidado porque esse exemplo que tu deu já é do espírito imperfeito. Por exemplo, quando tu diz assim, ó, nós, um homem que faz isso, faz isso, faz aquilo, a gente tá a gente tá raciocinando sobre alguém que já tem um conhecimento, que já tem uma liberdade desenvolvida, que já se tornou espírito imperfeito. E aí a análise é uma aí essa análise que tu tá fazendo é assim mesmo. Por exemplo, quando a gente um espírito imperfeito na nossa condição agora a gente já tem conhecimento de que matar é errado, que não deve ser feito, aí a pessoa mata. É óbvio que se ela se arrepende ela deu, ela tá na frente daquele que ainda não se arrependeu. Embora não basta só arrependimento, né? Mas ela já tá na frente. Você tem, mas você tem dois assassinos. Um tá dizendo assim: "Eu não me arrependi de nada. Se precisar eu faço de novo". E outro diz assim: "Eu me arrependi". Claro que o que você arrependeu tá na frente, né? Mas ele vai ter que reparar tudo que ele causou por ter assassinado outra pessoa. Mas o primeiro passo, ele fez, ele se arrependeu e aí ele vai ter que ele vai ter que reparar tudo que ele fez pro outro e ainda vai ter que eliminar de
ue ele causou por ter assassinado outra pessoa. Mas o primeiro passo, ele fez, ele se arrependeu e aí ele vai ter que ele vai ter que reparar tudo que ele fez pro outro e ainda vai ter que eliminar de dentro dele o desejo do assassinato, que ele só vai ter certeza o dia que ele tiver numa situação em que o contexto provoque aquelas emoções dele e ele não assassine. Então ele sente tudo aquilo que fez ele assassinar e já controla a ação. Sente, começa assim, você sente vontade de fazer e já não faz. Esse é o primeiro caminho. Eu sinto vontade, mas não faço. Mas eu ainda sinto vontade. Ou seja, dentro de mim ainda tá lá o bichinho. Até o dia que eu escolho, tantas vezes eu escolho não fazer, que eu começo a mudar o que eu tô sentindo. Quando é que o espírito se livra totalmente do processo? Quando ele nem sente mais vontade, não? traballihar, vou usar a palavra correta. Ele não sente mais desejo. Quando ele não sente mais nenhum desejo, não é que ele tem que se esforçar, ele já não sente desejo, ele eliminou o desejo ruim. Olha como o processo é demorado. Por isso que a gente tem que evitar criar o desejo, né? Agora, como eu falei, esse exemplo que eu tô dando agora aí que tu perguntou, a gente tá falando da gente, espírito imperfeito. O item 122 não tá falando do espírito imperfeito. O item 122 tá falando lá no início, quando tava começando o processo de conhecer, de saber, de escolher. Ele tá analisando o início, o espírito antes. Nós já somos velho de guerra. Tanto que a gente é velho de guerra, que a gente mente, engana, faz escondido, planeja, tenta fugir. Olha como a gente já sabe. É diferente do do ser totalmente primitivo que agrediu o outro por instinto quase animal. É outra coisa. Percebe? Vejam que mesmo o nosso chamado crime passional hoje em dia é diferente do do crime passional de um ser primitivo. O nosso crime passional, a gente agiu no calor da emoção, tem mais desconto. A própria lei divina, não é só a lei humana, dá desconto porque foi no calor da emoção.
rime passional de um ser primitivo. O nosso crime passional, a gente agiu no calor da emoção, tem mais desconto. A própria lei divina, não é só a lei humana, dá desconto porque foi no calor da emoção. Mas a gente já tem bem mais responsabilidade. Por quê? Porque a gente já tinha criado aquelas emoções, a gente já tinha pedido aquela provação para ser para enfrentar essa tentação. A gente alimentou aquilo, é outro contexto, entende? Então eu diria, o raciocínio que tu criou é perfeito, desde que se aplique já o espírito imperfeito, mas não é a mesma coisa do espírito no início do seu processo. No início do seu processo aqui o que o item tá colocando é o início. Ele, por isso que eu digo, ele não tá tratando da gente aqui. A gente já é, nós já somos velhos espíritos. Aqui é o, ele tá analisando o espírito da infância, né? começou a ter conhecimento, começou a fazer escolhas, começou a ter hábitos que aí vão criar desejos. Se nessa fase aqui ele não escolher o mal a ponto de criar um desejo, ele vai avançar mais rápido. A gente não, a gente já criou o desejo. Olha o quanto a gente, o espírito imperfeito é muito é muito já mais velho e e comprometido, porque a gente já além de escolher o mal, a gente se habituou e criou desejo. Não foi só uma escolha no mal. Uma escolha no mal é simples. Eu escolho, daqui a pouco eu já me arrependo, já reparo, não escolho mais. Não crio o vício, a gente viciou, esse é o problema. Então a gente vai demorar muito mais, muito mais. Aqui não, ele tá tratando o início. Tanto que ele diz assim, ó, eu vou explorar pra gente não ficar sem terminar de ler a questão, né? Daí a gente já vai paraas pro que vocês quiserem colocar e pra questão da Meri, né? Mas, ó, a causa não está nele. Vamos entender o que que ele tá querendo dizer. Que causa é essa? Até deixa eu ver se no francês, como é que ele colocou aqui, se ele botou bem nessa ordem, né? É, ó, a causa não está nele, tá certo? Ela está fora dele nas influências a que cede em virtude da sua livre vontade. Que que ele tá
cês, como é que ele colocou aqui, se ele botou bem nessa ordem, né? É, ó, a causa não está nele, tá certo? Ela está fora dele nas influências a que cede em virtude da sua livre vontade. Que que ele tá querendo dizer? O espírito encarna num contexto material. O espírito simples ignorante, tá? Esquece a gente o espírito imperfeito. espírito lá no início, ele encarna no mundo material, tem uma vida toda animal em busca da preservação, da sobrevivência, sem conhecimento, sem capacidade de escolha, mas ele vai sofrer uma série de influências, de tentações, de pedidos ao tomar contato com a matéria. ao tomar contato com a matéria, ele ele sente essas influências. Então, começa pelo sentir, por isso que é paixões. Ao sentir, ele conhece e ao conhecer ele vai começar a poder fazer escolhas. Nessa hora que ele sentiu e conheceu que ele começa a ter livre arbítrio e agora ele tem responsabilidade. Então é assim que surge o mal. Você vai sentindo, sentindo, vai conhecendo e agora você já sabe o que que você escolhe, o que que depois que você sente, agora você já, ó, você sentiu, agora você já sabe. E a partir de agora você escolhe sabendo. Olha como agora é liberdade moral, agora é escolha do bem e do mal. As primeiras vezes você só sentiu e não conseguiu fazer uma relação entre sentir e saber como é que a coisa funciona. Daí vai repetindo, né? Até que você sente tantas vezes que você adquire consciência. Ah, então é assim. Esse sentir tem ligação com isso. Então, para eu não sentir isso, eu não posso fazer isso. Agora você sabe, agora você pode escolher. É, é como a gente usa metáforas nossas para tentar entender os espíritos lá no início, né? É como se eu desse para você, você comesse algum várias coisas. Imagina que você se alimenta de várias coisas e passa mal. Se alimenta de várias coisas, passa mal. Se alimenta de várias coisas, passa mal. Até que você começa a pensar, pô, eu tô passando mal quando eu como. Opa, agora você já sabe. Eu eu passo mal porque eu como. Então, o que está causando esse
. Se alimenta de várias coisas, passa mal. Até que você começa a pensar, pô, eu tô passando mal quando eu como. Opa, agora você já sabe. Eu eu passo mal porque eu como. Então, o que está causando esse mal é a comida. Ó, surgiu uma consciência. Eu estou sofrendo porque eu como. Aí você vai para um segundo momento, tá? Mas o que será que é que eu tô comendo que tá fazendo eu me sentir mal? Aí você come tal coisa, repete, repete, repete, não passa mal. Você diz, ó, novo conhecimento, não é essa coisa. Pega outra, come, come, não passa mal. Pega uma terceira, come, passa mal. Opa, agora eu já sei. Essas duas eu como, e não passo mal. Essa eu como e passo. Nota que toda vez que você teve consciência a partir da experiência, aí agora você sabe e pode escolher, né? E mais, você sabe escolher para você e ir pro outro. Tem mais esse detalhe. Porque ao saber que aquilo faz mal para você, você já sabe que faz mal pro outro. E vice-versa. Se você observou o outro e fez mal para ele, você já sabe que faz mal para si. Olha como o conhecimento, a experiência vai levando ao conhecimento e o conhecimento vai ampliando as escolhas e a responsabilidade. Mas nota que primeiro você tem que experimentar, sentir, depois conhece, depois escolhe. Por isso que ele diz, é o que se contém na grande, olha o espiritismo aqui, figura emblemática da queda do homem do pecado original. Então, para o espiritismo é uma figura emblemática que representa todos os espíritos que ao tomar conhecimento escolheram o mal, ou seja, agora cedeu a tentação, escolheu por vontade própria fazer já sabendo. E aí agora ele se torna o pecador, porque ele escolheu sabendo. É essa a ideia da queda. Ou seja, você sentiu, conheceu e aí agora sabendo você escolheu. Bom, agora é pecado, você sabia. Por isso a metáfora lá da Gênesis de Moisés, né? Foi a partir do momento que ela que eles tiveram acesso ao fruto do conhecimento que nasceu o pecado. E esse fruto do conhecimento veio da tentação, da figura da serpente, né? Ou seja, das influências do meio,
tir do momento que ela que eles tiveram acesso ao fruto do conhecimento que nasceu o pecado. E esse fruto do conhecimento veio da tentação, da figura da serpente, né? Ou seja, das influências do meio, você sentiu, conheceu e escolheu. Nasceu o pecado. E quando você tava escolhendo sem saber, não era pecado, era só prova. Depois virou pecado, aí nasce expiação. Você fez sabendo. Então tudo que você faz sabendo, pecado, expiação. Se você faz sem saber, provação. Nos dois, você sofre consequências, mas num você só sofre as consequências da experiência. Na outra não, você tem as consequências da experiência e a consequência de ter escolhido sabendo. Por isso que a a a expiação é uma prova nova e além da experiência, você gera ainda uma nova prova, porque você escolheu aquela experiência sabendo. Então você tem um adendo, tá? Não sei se tá dando para entender ou tá muito prolixo, né? Mas eu passo para vocês e também pro pessoal do chefe. >> Não, tá ótimo. Tá ótimo. Eu vou eu vou eu vou trazer aqui a a primeira participação, Michel, e você fica à vontade para ler aí, tá? Aqui a M diz assim: "Caberia aqui uma reflexão sobre os pais que recebem um espírito que acaba de reencarnar". Acho que tem mais um um aqui, ou seja, as diversas responsabilidades dos pais com as crianças. Pode ser. É isso que eu digo, né? A gente pode refletir sobre isso, mas nota, a 122 não tá tratando disso. Veja quando a gente fala dos pais, das crianças, nós já estamos falando mundo de prova expiação, espírito imperfeito, que já tem um conhecimento adiantado, já desenvolveu o desejo do mal. Nota por isso que aqui, por isso que depois ele vai tratar, nota que aqui ele não puxa esses assuntos, porque aqui ele tá tratando da origem, que é uma fase que a gente já passou, mas claro, ele tá, ele tá tratando pra gente entender como é que a gente chegou até aqui. Nós hoje que nós somos pais ou vamos ser pais e que a gente escolhe, que a gente fala que acontece, a gente já é espírito velho. Não é o que tá tratando a 122,
nder como é que a gente chegou até aqui. Nós hoje que nós somos pais ou vamos ser pais e que a gente escolhe, que a gente fala que acontece, a gente já é espírito velho. Não é o que tá tratando a 122, que é lá no início, né? Essa essa reflexão caberia para nós, mas não pro espírito primitivo, né? Imagina o espírito, primeira vez que o espírito é pai, imagina. Vamos imaginar esse espírito lá primitivo, as primeiras experiências como pais nem tem, não tem essa coisa de tenho que educar meu filho. Nossa, não é, é tudo mais instintivo. Que claro que ele vai, a partir desses atos instintivos e das experiências, ele vai desenvolvendo toda até nós chegar. Veja, a nossa noção de educação, ela é ela é nova, né? Até para nós, se pegar a história da humanidade, a noção de educação é a filosofia nasceu pouco antes do Cristo. Olha, compara a quantidade do tempo que o homem já tem uma ideia de homem na Terra e e até surgir a filosofia, até chegar o cristianismo, até chegar a ciência, até chegar o espiritismo. Mas ainda assim, mesmo que tenha sido um tempo longo, é um tempo curto, perto de toda a história, né? Nossa, aqui então são processos demorados. Kardec explica lá na revista espírita, nunca imagine assim, ó, esse início da evolução do espírito com assim: "O espírito encarna, encarnação número um, aprendeu, encarnação número dois, começa a fazer a escolha". Não é assim. Isso é um processo que nem a gente explicou no estudo passado, que você não consegue ter um dia, uma hora, uma encarnação específica que começou. É, natureza, é processo, é movimento. Não é como um desligar ou não um botão, né? Ah, um dia apertou um botão, ah, livre arbítrio. Não é assim, né? Mas você consegue entender a lógica. Nem eu falei, semana passada, a gente comentou muito isso, né? A gente não sabe diferenciar o exato momento que termina o dia e começa a noite, mas a gente sabe que há dia e que à noite, né? Isso a gente consegue entender, isso é lógico, isso é faco. Então, claro, quando a gente tenta pegar o momento
omento que termina o dia e começa a noite, mas a gente sabe que há dia e que à noite, né? Isso a gente consegue entender, isso é lógico, isso é faco. Então, claro, quando a gente tenta pegar o momento exato de cada coisa que a gente escolheu, descobriu, experimentou, aí fica muito mais difícil. Mas a gente consegue entender a lógica que os espíritos estão colocando aqui e consegue perceber que é uma lógica que é coerente com a toda a ideia dos princípios espíritas e coerente com a justiça de Deus. E muito melhor que as outras propostas. As outras propostas quais são? Materialismo. Tudo é matéria. Não, não adianta, porque o espiritismo já mostrou que é uma premissa errada. E ainda assim o materialismo ele tem um problemão com a própria moral. Você como é que você faz? Você vai responsabilizar alguém que é fruto do do seu próprio cérebro? É um problema. Aí você tem qual a outra opção? A opção da igreja. [risadas] Deus que criou. Deus quis assim. Criou você já com pecado por causa de Adão e Eva. E agora cabe você se salvar desse pecado original aceitando Jesus. Mas já tá colocando um Deus criando você com tendências, né? E você tem a proposta espírita. Opa! Você é criado simples, ignorante. Você tem um processo que primeiro você experiencia, conhece, aí você escolhe qual que é a melhor das proposta, que nem o o José iniciou ali o estudo, né? Compara o exercício que Kardec faz, compare as doutrinas. A do espiritismo é a melhor. E eu diria, você pode fazer esses exercícios com todas as doutrinas. pega, pega as psicologias modernas aí, né, que tentam explicar tudo através do meio. Você fere vários princípios de ética, de moral, de livre arbítrio, de atributo de Deus. Veja que tem doutrinas que chegam ao ponto de dizer que todo mundo é vítima. Todo mundo é ví. Veja que hoje quando você fala, por exemplo, um assassino, ah, é um transtorno, ele deve ter algum transtorno ou ou então alguma falha no cérebro ou alguma falha física ou química. Mas daí, qual é o problemão que essas
do você fala, por exemplo, um assassino, ah, é um transtorno, ele deve ter algum transtorno ou ou então alguma falha no cérebro ou alguma falha física ou química. Mas daí, qual é o problemão que essas doutrinas enfrentam, né? Aí você vai lá e dá o remédio pro cara e ele continua. O espiritismo não, ele consegue resolver todo o problema da das escolhas da justiça, do livre arbítrio. Impressionante, né? Tem um último texto aqui do a gente já passou da hora, né? O Daniel pergunta: "Uma comparação poderia ser feita a partir da repetição. Somos conduzidos à consciência". Exatamente. Você vai tendo consciência, mas nota e ela vai com novas repetições ampliando, né? Então é um processo. Você faz, você sente, você conhece, você adquire consciência, depois você escolhe mais coisas, você vai ampliando o livre arbítrio, vai ampliando a consciência, vai fazendo escolhas novas, até que você se torna puro, que a gente não consegue imaginar o que que é isso. Ele tem uma consciência plena, né, de tudo, mas não é Deus também. Olha, ol, a gente começa a entrar nas zonas que a razão não consegue solucionar, né? A reencarnação é isso, né? Ela é uma repetição para você fazer o quê? Escolhas novas através de conhecimentos novos. Você vai tendo escolhas novas, vai criando hábitos novos até que chega o momento que você não precisa mais reencarnar, né? Só reencarna em missão. Bom, eu vou já agradecer o Lauro, a todos que estiveram presentes. Mais uma vez agradecer a presença do José. Eu não sei quanto tempo ele fica por aí. que se tiver oportunidade, participe mais vezes. Sempre que todo mundo que tiver nos assistindo, tiver a oportunidade de se encontrar, mande fotos, mandem vídeos, participem. É uma alegria. Se a gente não se vê mais assim por vídeo como hoje, tem aí um bom retorno. Siga firme aí, cada um com as suas dificuldades e com as suas lutas. Mas eu sempre digo, a gente tá nesse ambiente de lutas, mas a gente tem Kardec, tem gente que nem isso tem, né? Imagina a gente passar pelo que a gente
um com as suas dificuldades e com as suas lutas. Mas eu sempre digo, a gente tá nesse ambiente de lutas, mas a gente tem Kardec, tem gente que nem isso tem, né? Imagina a gente passar pelo que a gente passa sem Kardec. A gente ainda tem as nossas provações, claro, mas temos Kardec, né? Isso aí faz uma diferença enorme. Então, agradecer a todos, desejar a todos uma boa noite. Lembrem, tem o link ali, Lauro, quiser colocar de novo, faz favor, nos comentários o link para participar do grupo do WhatsApp, cliquem ali no link que depois eu autorizo a entrada de todos e participem lá à vontade. Amanhã às 14 horas estamos no Kardec Tube estudando o Evangelho. E quem tiver interesse assinar o Kardec Tbeub, clica lá em seja membro ou deixa lá nos comentários que a gente ajuda. Então, muito obrigado a todos e uma boa noite eu passo para vocês também se despedir e fazer comentários. >> Passar pro José aqui mais enquanto José vai eh faz os comentários e e pessoal e aproveitem. Olha, o QRCode tá aqui. Caso você queira entrar no grupo lá no WhatsApp, dá uma pausa no vídeo aí, mira a câmera e entra que o Michel logo autoriza você participar, tá? Vou passar aqui pro pro pro Zelão, famoso zelão. Aí depois que eu entendi porque Zelão, quando eu vi o tamanho do homem, falei: "Ah, agora já sei que que é Zelão". Pass para você, meu amigo. >> Tá desligado o microfone, Lauro. >> Ah, desculpa. Desculp. >> Vocês ouviram o Lauro antes? Deu para ouvir o Lauro antes, Michel? é porque eu eu travei é o hábito. >> Então, quero agradecer ao Michel e ao Lauro pela oportunidade de tá aqui. A gente que tem um conversa aí pelas redes, mais particularmente, é, a gente sempre tem essa promessa de quando estivermos próximos da gente tentar fazer os encontros. Eu tive essa felicidade de vir trabalhar na cidade do Lauro, falei, não vou perder a oportunidade e aqui estou e agradeço por todos os estudos que vocês proporcionam pra gente. Eu tô sempre acompanhando, sempre dando pitaco aí por trás das câmeras para tentar melhorar ainda mais
der a oportunidade e aqui estou e agradeço por todos os estudos que vocês proporcionam pra gente. Eu tô sempre acompanhando, sempre dando pitaco aí por trás das câmeras para tentar melhorar ainda mais o que chega pro público todo e sempre fazendo essa propaganda aí. Quem puder assine ao canal porque faz esse espiritismo segundo Allan Kardec muito bem colocado, muito bem explicado, chegar para mais gente, tá? Muito obrigado a todos. Boa noite. Vou passar pro Lauro. >> É isso aí. Recado dado, né, pessoal? Olha, amanhã às 14 horas nós temos o Cadecube o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Depois, como o Michel falou, eu não sei se ele já definiu o horário do da da do projeto Nosso Lar Segundo o Espiritismo. E também tem aqui no estudo da Kardec estudo da revista espírita. Geralmente conflita um pouco o estudo da revista espírita aqui no da CADEC com o CADECB, o projeto nosso laço do Espiritismo. Eu sugiro que vocês assistam o projeto, assistam que é ao vivo, vocês podem podem acompanhar na íntegra. Depois, como fica tudo na playlist, vocês vêm aqui para dar CADEC, se quiserem assista o nosso o a revista espírita, tá bom? Já vou me despedir. Quero agradecer a presença do meu meu novo amigo, né, que já era amigo de virtual, agora é amigo, vamos diz, presencial, físico, né, podemos eh tivemos aí o privilégio de nos abraçar e e quero, né, eh, e na certeza de que no futuro isso vai ocorrer com todos nós, com Michel, vamos nos encontrar em grupo para que a gente possa confraternizar, falar de espiritismo, outros assuntos, mas principalmente falar de espiritismo, tá bom pessoal? Então, um abraço a todos e nos vemos aí amanhã, então, a partir das 14 horas, tá bom? Um abraço. Fique em paz.
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