67 - Capítulo 12: O Umbral | "Nosso Lar" segundo o Espiritismo | com Michel Macedo

CanalFEP 03/02/2026 2:41:56

Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao nosso estudo de "O Livro dos Médiuns". Basta clicar no link abaixo: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join FASE 2: Bibliografia: Vamos estudar toda a obra "Nosso Lar", ditada pelo Espírito André Luiz e psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Editada, vendida, divulgada, priorizada e idolatrada pela Federação Espírita Brasileira (FEB). Uma das obras mais conhecidas e influentes da história do movimento espírita. Iremos analisar frase por frase, usando as 23 obras de Kardec para demonstrar os erros, os absurdos, os estragos e os perigos que "Nosso Lar" apresenta. Evidenciaremos que somente a ignorância das 23 obras de Kardec, somente o fanatismo e os interesses foram capaz de tornar essa obra aceita e admirada. Vídeos semanais. Curta, comente e compartilhe. Se inscreva em nosso canal. De tempos em tempos iremos fazer lives para responder as dúvidas e objeções. Nos siga nas demais redes sociais: Instagram: @allan_kardec_tube __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5475458764308480

Transcrição

Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos a mais um vídeo aqui do Kardec Tube. Eu sou o Michel Macedo e você está no projeto Nosso Lar Segundo o Espiritismo. Esse projeto que tem como objetivo analisar criticamente toda a obra Nosso Lar do Espírito André Luiz. Estamos aí há 2 anos com esse projeto. Foram 52 vídeos introdutórios que estão aí nas nossas playlists. E agora a partir do vídeo 53 nós adentramos na obra propriamente dita. É importante que você assista todos os vídeos. Esse é o vídeo de número 67, mas nem que seja a partir do 53. você assista para você acompanhar aí as nossas reflexões e argumentações. Evidentemente que o melhor estudo possível seria você assistir todos os vídeos, ler todas as obras de Kardec, ler todas as obras aí do espírito André Luiz para depois tirar uma conclusão, porque é óbvio que esse projeto ele nada contra a corrente, ele faz afirmações muito chocantes para algumas pessoas que discordam, mas o que a gente tem presenciado aí nesses do anos de projeto, infelizmente, porque a gente está à procura de um crítico sério, mas até agora ou as pessoas debocham, as pessoas xingam, ou as pessoas eh ficam irritadas, reclamam, querem que a gente pareindo argumentos e aquelas que tentam produzir argumentos dão provas de que não assistiram todos os vídeos, porque elas tratam de questões que nós já rebatemos. Ou senão, pior ainda, elas além de não ter terem visto todos os vídeos, elas não leram todas as obras de Kardec e nem mesmo as obras do André Luiz. A gente sempre comenta isso. Muitos dos defensores da obra do André Luiz nem leram a própria obra do André Luiz. Então, é importante que você tenha paciência. Se você realmente for um estudioso sério, você vai primeiro ouvir todos os argumentos e depois, sim, tirar suas conclusões. Lembrando que quando a gente chegar no capítulo 50, que é o último da obra, estamos hoje no capítulo 12, a gente está à procura de pessoas sérias que queiram rebater o que a gente falou aqui. A gente vai abrir espaço inclusive

te chegar no capítulo 50, que é o último da obra, estamos hoje no capítulo 12, a gente está à procura de pessoas sérias que queiram rebater o que a gente falou aqui. A gente vai abrir espaço inclusive para os críticos, mas até agora não apareceu ninguém sério. Aliás, se vocês conhecerem, por favor, me indiquem aqui nos comentários. Eu procuro alguém que seja especialista na obra de André Luiz, mas até agora não encontrei. Então, se vocês souberem, nos indiquem, porque a gente quer ouvir os contagumentos para ver se a gente conseguiu realmente responder tudo. Depois dessa terceira fase de abrir espaço para os para as contraargumentações, aí a gente tem a ideia de transformar todo o projeto num livro e aí sim encerrar essa nossa contribuição com com relação a isso pra história do movimento espírita. O Kardecbe tem lives diárias, então você tem de segunda sexta às 14 horas o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo. Você tem na segunda-feira à noite o livro dos espíritos, o estudo. Na terça-feira aqui à tardinha o estudo crítico do nosso lar. Na quarta-feira às 20:30 a gente estuda o que é o espiritismo. Na quinta-feira às 20 horas nós estudamos algum artigo do site revistaespesespírita.net, do NET, com exceção da primeira quinta de cada mês, que a gente não realiza o estudo. E na sexta-feira às 20 horas nós estudamos o livro dos médiuns. Esse livro dos médiuns, o estudo, ele é ao vivo no YouTube, mas é somente para quem assina o canal Kardecube. Então, se você quer acompanhar o nosso estudo livro dos médiuns, você assina se tornando membro aqui do canal. Você clica no botão seja membro ou no link que está aqui na descrição da live, né? E você pode assinar, você vai tá nos ajudando e ao mesmo tempo pode assistir o estudo do livro do livro dos médiuns. Se alguém quiser assinar e tiver dificuldades, chame aqui nos comentários que a gente ajuda. De outra forma para você nos ajudar, é você se inscrevendo no canal. Se você tá aqui, não é inscrito, por favor, se inscreva no canal. É

ver dificuldades, chame aqui nos comentários que a gente ajuda. De outra forma para você nos ajudar, é você se inscrevendo no canal. Se você tá aqui, não é inscrito, por favor, se inscreva no canal. É rapidinho. E deixando sempre o aviso que tudo que a gente faz aqui fica gravado. Você, se não consegue ver ao vivo, pode ver sempre tudo na playlist do canal Kardecupe. Bom, estamos no capítulo 12 de 50 capítulos. Já estamos nos já estamos no 12º da obra nosso lar. E esse é um capítulo muito especial. é um capítulo muito especial, porque inclusive por isso a gente iniciou mais cedo, que talvez a gente precise de mais tempo, né? Ele é um capítulo especial porque ele é justamente o capítulo que vai tratar de um assunto central do movimento espírita e, curiosamente também dos movimentos espiritualistas. É interessante que hoje o o movimento, as casas espíritas, os livros espíritas, tudo que envolve aí o espiritismo e até mesmo correntes aí espiritualistas que não são propriamente espíritas, todos falam de umbral. Vejam que todos falam de umbral. O umbral é um assunto que tá na boca de todo mundo que lida com espiritualidade, espiritismo, espiritualismo, mediunidade. A gente vai ver as mais diversas correntes tratando do umbral, diversos livros. E é aqui que nasceu, exatamente nesse capítulo que a gente vai ver hoje, nasceu para esse assunto. Vejam, não aparece um Brau na obra de Kardec em nenhum momento nas suas 23 obras. Claro que os defensores da obra do André Luiz vão dizer que a palavra não aparece, mas que o princípio, a ideia já estava lá na obra de Kardec. a gente vai, a gente sabe e sempre procura demonstrar que isso é falso. Nem a palavra aparece e nem a ideia aparece. O que o André Luiz vai trazer e definir como umbral é algo diferente da ideia que Kardec vai dar pro destino dos espíritos após a morte. Então é algo que nasceu com o André Luiz, principalmente usando esse termo umbral, que a partir de então todos os que vieram depois passaram a adotar. Embora seja curioso, cada pessoa vai

pós a morte. Então é algo que nasceu com o André Luiz, principalmente usando esse termo umbral, que a partir de então todos os que vieram depois passaram a adotar. Embora seja curioso, cada pessoa vai acrescentando aí confor conforme os livros e a e as linhas que tratam de desses assuntos, cada um vai acrescentando mais coisas, né? Mas eles eles tudo nasceu basicamente aqui. Eu digo, a caixa de Pandora que foi aberta para essas loucuras e fantasias em nome dos espíritos, o espiritismo, da mediunidade, começou aqui nesse capítulo chamado o umbral. Então ele é um capítulo muito especial, porque ele marca uma era do que viria depois compor essa enchurrada de ignorância e loucura e pseudo ciência e e tudo que a gente tem na literatura espiritualista como um todo. E inclusive pessoas que são contra até contra até próprio André Luiz ou que são contra Kardec, elas se utilizam também da ideia de umbral. Você vai perceber que a ideia de mundo espiritual que o André Luiz coloca, ela existia eh antes de Kardec, mas não em Kardec. Você vai ver, claro, se você pegar aí as próprias teorias eh eh do paganismo, você vai ver um toda uma realidade material após a morte, né, de punição, de lugares. Depois você vai ter o cristianismo nas suas diversas igrejas também colocando uma visão sempre materializada do destino dos espíritos após a morte. E depois algumas doutrinas espiritualistas, você vai ter algumas doutrinas aí esotéricas, teosóficas, que vão tentar criar esses lugares eh de transição e materiais com sofrimentos e punições físicas, necessidades físicas no mundo espiritual. Eh, isso já existia. Então, eh eh mas não em Kardec. O André Luiz, o que que ele faz? ele traz já essa cultura, mas ele solidifica, ele eh sedimenta, ele passa a ser o o o líder desta desta desta linha de pensamento que vai hoje comandar aí todas as frentes espiritualistas. E o que vão fazer os espíritas do movimento espírita, os chiquistas? Eles vão tentar mostrar que isso está de acordo com Kardec, que nada mais é que

hoje comandar aí todas as frentes espiritualistas. E o que vão fazer os espíritas do movimento espírita, os chiquistas? Eles vão tentar mostrar que isso está de acordo com Kardec, que nada mais é que um desenvolvimento. O que que a gente procura a o que que a gente procura mostrar é que isso não eh não só não está em Kardec, como contraria Kardec e é pior em vários sentidos essa ideia, muito menos ela é menos racional. e também menos consoladora e bondosa essa ideia. Então, é por isso que ela contradiz Kardec em todos os sentidos possíveis, né? E e é curioso, as pessoas preferem uma ideia pior que traz menos consolação do que a ideia de Kardec. Há pouco tempo uma pessoa comentou assim: "Eu entendo que o nosso lar é não existe" e contradiz Kardec, mas eu entendo que as pessoas aceitam a ideia porque ela é confortadora. Seria bom se fosse, se existisse. Vejam, a pessoa não entendeu, ela não entendeu que não é confortador. Não é que a gente tá indo contra uma ideia que seria uma boa ideia e a gente tá tirando essa esperança e essa consolação das pessoas. A pessoa não entendeu a ideia que está nas obras de Kardec, além de ser mais racional e científica, ela é também mais bondosa e consoladora e esperançosa. É melhor até nesse ponto sentimental que é do André Luiz. É isso que as pessoas precisam se entender. Então elas não precisam dizer assim: "Ah, eu tenho uma ideia, uma, eu tenho uma história tão maravilhosa que eu tenho que abandonar e ficar o quê? com a frieza ou com a falta de consolo, não é justamente isso. Não só a gente está provando que isso não está em Kardec, que não tem lógica, que não é baseado em fatos, como a gente também quer mostrar que essas ideias são ruins, elas não são consoladoras. As ideias de Kardec são mais consoladoras paraa nossa esperança e sentimento. Um minuto. Então isso é muito importante. Mas vamos ver então como é que nasce a tão poderosa doutrina que tomou conta de tudo do umbral. não é o assunto principal do dos espíritas, é um foque

imento. Um minuto. Então isso é muito importante. Mas vamos ver então como é que nasce a tão poderosa doutrina que tomou conta de tudo do umbral. não é o assunto principal do dos espíritas, é um foque principal dos espíritas e é impressionante porque não tem nenhum sentido e é o que a gente vai ver hoje. Então a gente tá vendo aqui agora, atenção, nós estamos aqui diante do capítulo que deu origem a esse assunto. Olha como é um capítulo especial, porque ele é culpado por toda a fantasia e ignorância e loucura que permeia o movimento espírita e para além do movimento espírita. Porque hoje você tem doutrinas espiritualistas aí nas redes sociais que são mais malucas ainda do que as próprias ideias do movimento espírita. Então, a loucura e a ignorância e os espíritos mentirosos, eles estão realmente infiltrados em todos os lugares. E aqui tá o início de tudo. Por isso que é muito sério esse capítulo. Eu espero conseguir a a me fazer entender, porque realmente é muito difícil mergulhar nessa lama. E agora num capítulo que é tão importante para os espíritos mentirosos, que esse capítulo se mantenha firme, né? e eu vou tentar usar argumentos para destruir essa ideia. Então, realmente não é fácil, mas eu espero que a gente consiga, que a gente consiga ser claro e produzir bons argumentos, né? Embora a gente não nutra a esperança de convencer todo mundo, né? eh, nem os espíritos superiores conseguir, não vai ser a gente. E a ignorância e o fanatismo não tem limites, né? A gente pode passar, veja, já produzi 67 vídeos e a pessoa continua muitas vezes repetindo a mesma coisa, que ela é incapaz de abandonar uma ideia, principalmente porque ela acha que ir contra o livro é ir contra o médium. E como ela gosta do médium, ela não ela não se dá o direito nem de questionar a obra. O que ela precisa ficar é tranquila, porque não tem nada a ver uma coisa com a outra. Você pode amar e gostar e admirar o médium, mas o médium não é o autor da obra. Então você pode negar a obra, criticar e abandonar as

icar é tranquila, porque não tem nada a ver uma coisa com a outra. Você pode amar e gostar e admirar o médium, mas o médium não é o autor da obra. Então você pode negar a obra, criticar e abandonar as ideias falsas da obra. Então vamos lá para o início. Eu vou mostrar também no decorrer do do texto alguns textos de Kardec, né, pra gente refletir junto e perceber as contradições que elas ficam mais escancaradas quando a gente analisa as duas coisas juntos. Embora algumas coisas a gente vai repetir, né? Mas é assim mesmo, a obra é ruim, a gente tem que ficar repetindo os argumentos, né? Vamos lá. Então, vai dizer André Luiz, o nome do capítulo é Umbral, tá? Capítulo 12 de 50. Faltam 38. Vamos lá. Após receber tão valiosas elucidações, aguçava sem o desejo de intensificar a aquisição de conhecimentos relativos a diversos problemas que a palavra de Elise sugeria. As referências a espíritos do umbral mordiam minha curiosidade. A ausência de preparação religiosa no mundo dá motivo a dolorosas perturbações. Que seria um umbral? Conhecia apenas a ideia do inferno e do purgatório através dos sermões ouvidos nas cerimônias católico-romanas a que assistira obedecendo a preceitos protocolares desse umbral, porém nunca tiveram notícias. Então é a a esse início do André Luiz aqui, ele é muito revelador, né? Porque é engraçado que ele mesmo faz algumas reflexões que ele se entrega, né, que isso é típico do espírito, é típico do espírito mentiroso, né? Todo mentiroso é assim, quanto mais você deixa ele falar, ele acaba uma hora se entregando, né? O André Luiz, ele tem isso, né? Porque claro, só para contextualizar, quem tá vendo todos os vídeos sabem, ele fala aqui do Lisas, porque Lisas é quem é o melhor amigo dele, é quem acompanha ele e é quem explica tudo para ele. A gente já tratou diversas vezes sobre isso. O Les apresenta para ele tudo ali e a gente sempre diz: "Bom, mas e o o André Luiz nunca morreu antes? Por que que pro André Luiz tudo é novo?" Né? Isso nunca é explicado na obra. pro

ezes sobre isso. O Les apresenta para ele tudo ali e a gente sempre diz: "Bom, mas e o o André Luiz nunca morreu antes? Por que que pro André Luiz tudo é novo?" Né? Isso nunca é explicado na obra. pro André Luiz, tudo é novo, tudo é novidade, nada ele sabe, ele precisa que alguém conte para ele. E o Lisas é esse grande eh palestrante que fica explicando tudo sobre o nosso lar para ele, né? Mas e o André Luiz não teve já várias, já já não morreu várias vezes, não teve um passado contra espírito, parece que tudo é novo para André Luiz, mas e antes, o espírito André Luiz não existia antes da atual encarnação. Então essa é uma a uma das principais contradições da obra, que óbvio, óbvio que não é explicado, mas então ele quer continuar perguntando coisas pro Lises e agora ele tá curioso sobre o Umbral, né? E aí ele diz aqui, eh, primeiro só um detalhe, ele ele usa aqui espíritos com e minúscula, né? Vejam que nem esse cuidado ele eles tiveram, porque Kardec nunca vai usar a palavra espírito com e minúscula para se referir a nós, espíritos encarnados ou desencarnados. E aqui na obra ele usa, né, mostrando uma falta de cuidado, de capricho na obra, eh, como ela foi eh feita, eh, sem nenhuma preocupação, com com rigor, qualidade, né? Simplesmente pegaram um texto ali, viram que tinha uma história que poderia vender muito e jogaram. Então, ele usa, né, as referências a espíritos do umbral mordiam minha curiosidade espíritos com minúscula. Isso aqui é um erro. Eu mantive esse erro porque é como a obra apresenta a palavra, né? Mas então a obra ela é ruim em conteúdo, ruim em forma. a gente vê que foi que quem cuidou de todo o processo não tinha o menor preparo, mas aí ele diz: "Ah, o curioso, a ausência de preparação religiosa no mundo dá motivo a dolorosas perturbações. De novo, a gente já tratou disso em outros vídeos e aqui de novo a gente tem que repetir, todas as vezes que o André Luiz vai falar de vida futura, de vida após a morte, ele sempre faz uma conexão disso com a religião.

á tratou disso em outros vídeos e aqui de novo a gente tem que repetir, todas as vezes que o André Luiz vai falar de vida futura, de vida após a morte, ele sempre faz uma conexão disso com a religião. Ele sempre conecta com a religião, como se a religião tratasse disso. Em nenhum momento ele se refere ao espiritismo. Ele sempre fala da religião e da igreja, mas ele não fala do espiritismo. A gente tem uma doutrina que não é religiosa, é uma ciência que explica isso, que trata exatamente disso, da vida após a morte. O o Emmanuel diz lá no prefácio da obra, aqui no no prefácio da obra, que justamente o André Luiz vem para evoluir e contribuir com o Espiritismo, mas ele não cita o Espiritismo em nenhuma parte. Ele só toda vez que ele vai falar de Deus, da vida futura, ele sempre fala da religião, como se só a religião tratasse disso, e sempre se refere à igreja. Então, é muito curioso isso. Ele na própria obra ele esconde o espiritismo e e Kardec nenhum momento foi citado. Então esse é um primeiro ponto. O outro ponto que chama atenção é ele ele dá a entender que ele não sabe o que que é umbral. E isso tem a ver com a falta de preparo religioso durante a vida. Como ele não se aprofundou na religião, ele acaba agora sem saber o que que é umbral. Mas ao mesmo tempo, ele mesmo diz no mesmo parágrafo, que a religião que ele frequentava não trata do umbral. Então, mesmo que ele fosse alguém afeita religião, o umbral, a ideia de umbral não está presente, não é tratado nas religiões. Mas aqui eu digo, ele acaba fazendo uma espécie de confissão, né? Porque ao falar de umbral, ele fala de inferno e purgatório. Isso é muito interessante, porque o próprio André Luiz, ao falar de umbral, cita e lembra a ideia de inferno e purgatório. Ele tá fazendo isso. Por que que eu tô chamando atenção para isso? Porque é exatamente o que a gente diz que o André Luiz faz. O André Luiz nada mais faz do que reproduzir a ideia católica de inferno e purgatório. Quando o André Luiz vai falar de umbral,

o para isso? Porque é exatamente o que a gente diz que o André Luiz faz. O André Luiz nada mais faz do que reproduzir a ideia católica de inferno e purgatório. Quando o André Luiz vai falar de umbral, ele simplesmente muda as palavras, mas ele cria no imaginário da gente. Ele cria no imaginário da gente a ideia de inferno e purgatório. Então ele mesmo eh tá colocando, tá mostrando que a proximidade das ideias mostrando que ele não tá fazendo espiritismo. O que o André Luiz faz em nosso lar não é espiritismo. Ele reproduz as ideias católicas com alguns ingredientes novos, mas ele nada mais faz do que reproduzir uma ideia católica, porque essa obra não é espírita. E é engraçado que ele mesmo citou isso, porque ao citar umbral ele fala de inferno e purgatório. Então ele o que que ele faz? Como emanam esses espíritos, eles não, eles não eram espíritas, não são espíritos superiores que conhecem as leis naturais. Ele vai reproduzir ideias religiosas, porque é um espírito inferior preso a essas ideias. Só que o espiritismo não compactua com essas ideias. Pelo contrário, o espiritismo vem justamente mostrar que não é assim. Então ele mesmo já dá uma ideia aqui, eu digo, ele se entrega, né, de que ele vai falar de algo que aproxima da ideia de inferno e purgatório, mostrando que ele tá mais próximo do catolicismo do que do espiritismo. Ele mesmo eh confessa isso. E isso é próprio dos espíritos mentirosos. Kardec chega a dizer que você pega o espírito pseudo sábio justamente dando linha para ele. Você vai dando corda e daqui a pouco ele se entrega. É óbvio que o André Luiz escrevendo muito como ele fazia o médium escrever, uma hora ele ia entregar, né? Claro, ele tá reproduzindo isso. O que o a obra Nosso lar e essas obras que vieram no pós Kardec fazem não é apresentar o pensamento do espiritismo, pelo contrário, é apresentar o pensamento religioso, católico, tradicional, só que vestido de outras palavras. Então você tá reproduzindo uma ideia que é justamente que o espiritismo

o do espiritismo, pelo contrário, é apresentar o pensamento religioso, católico, tradicional, só que vestido de outras palavras. Então você tá reproduzindo uma ideia que é justamente que o espiritismo verdadeiro de Kardec vai consertar. É uma prova justamente com uma confissão de que ele está indo contra o que Kardecou, né? Mas ele diz que não entende muito bem, ele não entende muito bem o que é esse umbral. Então ele quer que o Lisas explique para ele, né? Ao primeiro encontro com o generoso visitador, minhas perguntas não se fizeram esperar. Lízias ouviu me atencioso e replicou: "Ora, ora, pois você andou detido por lá tanto tempo e não conhece a região. Recordei os sofrimentos passados, experimentando arrepios de horror." Então aqui eles fazem uma conexão, né? com o início do livro, porque o Lisas vai dizer: "Ora, você passou muito tempo lá e não e e quer que explique como é que é lá. Você já esteve lá no umbral?" Então, deixando claro que a aquilo que a gente viu no início da obra, a própria obra está dizendo que era umbral. Então, a gente vê, a própria obra coloca que o André Luiz estava no umbral. Então, tudo aquilo que a gente vê lá nos dois primeiros capítulos é o que ele chama de umbral, certo? Só que claro, essa pergunta do Lises, do ponto de vista científico, filosófico, ela é uma pergunta que tem, contém um erro, porque o Lisas dá a entender assim: "Como é que você não sabe o que é um brau se você esteve lá?" Só que qual é o problema dessa dessa dessa disso que o Lises está dizendo? É que não é quem vive num lugar ou experimenta alguma coisa que tem condição de explicar aquele lugar ou aquela coisa. Isso é um erro. Isso é um erro de lógica. É um erro científico, porque eu posso viver num lugar e experimentar alguma coisa e não saber explicar, não entender aquela coisa. Isso é uma ingenuidade que a gente acha que experimentar algo nos dá mais habilidade de falar sobre esse algo do que outra pessoa. Isso é um equívoco. Eu posso morar 50 anos num lugar e não saber explicar nada sobre aquele

que a gente acha que experimentar algo nos dá mais habilidade de falar sobre esse algo do que outra pessoa. Isso é um equívoco. Eu posso morar 50 anos num lugar e não saber explicar nada sobre aquele lugar, assim como eu posso experimentar uma vida inteira alguma coisa e não saber explicar. Então não basta a por isso que a pergunta do Luiz não faz sentido. Ora, ora, ora, você andou detido por lá tanto tempo e não conhece a região. Por quê? Porque não é assim que funciona. Vejam, vou dar exemplos muito simples e vocês vão entender o que eu estou dizendo. Eu já dei esse exemplo em outros vídeos, né? Quando você tá doente, quem tá sentindo a doença? Você. Quem tá experimentando a doença? Você. Mas no entanto você precisa buscar ajuda de uma outra pessoa que é o médico. E ela que não está sentindo o que você está sentindo é capaz de dizer que doença você tem e dar o remédio. Veja, você tá sentindo, você tá experimentando, mas você procura uma outra pessoa, um terceiro para lhe explicar sobre o que você tá sentindo, experimentando e lhe dar o remédio, o tratamento. Não é assim que a gente faz, porque sentir, experimentar não nos dá condição de entender e explicar isso para qualquer coisa. Experimenta parar na praça dessa cidade e perguntar pra pessoa sobre a história daquela cidade, sobre para ela explicar alguma coisa. A gente não sabe explicar. Por exemplo, a gente respira, a gente pensa, a gente olha, a gente vê, a gente ouve, a gente vive, a gente sente fome, a gente caminha, mas a gente não sabe explicar essas coisas. A gente precisa de um especialista naquilo para explicar. Então, conviver, viver, morar, experimentar alguma coisa, não nos dá condição de explicar aquela coisa. Então, não bastaria a pergunta do Luiz, o André Luiz ter passado anos a no Umbral para que ele pudesse entender ou explicar o umbral. Então, a pergunta não tem muita muita profundidade, mas o André Luiz com essa fala do Lías lembrou, né, da experiência que ele teve, que a gente viu a a narrativa lá

sse entender ou explicar o umbral. Então, a pergunta não tem muita muita profundidade, mas o André Luiz com essa fala do Lías lembrou, né, da experiência que ele teve, que a gente viu a a narrativa lá nos primeiros capítulos e ele diz que experimentou um arrepio de horror e lembrar. Embora se você voltar lá no nos primeiros capítulos, o André Luiz tenta passar uma ideia de horror, mas também não é uma coisa tão horrível assim, que a única coisa que ele fazia era fugir de figuras assustadoras e que ficavam gritando. Se a ideia é produzir um quadro de horror pra gente, tem coisa pior que isso. Então é meio fraco essa ideia. Ele tenta criar sempre uma ideia de horror quando fala de umbral. Mas a narração que ele faz do Umbral é uma coisa desagradável, mas também não é uma coisa assim terrível. Ele só corria no escuro. Mas ok, isso aí eu digo, isso são falhas do da narrativa da obra, né? Vamos tentar analisar o que é principal. Então agora o Liisas vai tentar explicar pra gente e pro André Luiz o que que é o tal do umbral. Entende? Vamos lá então. Atenção para as explicações, porque a gente vai ter aqui a explicação oficial do que que é umbral. Por que que eu tô salientando isso? Porque os próprios defensores da obra do André Luiz e as próprias pessoas que falam do umbral, muitas vezes mudam a definição que o próprio André Luiz deu de Umbral para tentar salvar a ideia de umbral. Isso é muito interessante. Às vezes a gente faz críticas à obra do André Luiz e aí há aqueles que querem salvar a obra dando uma outra interpretação. Só que a interpretação que a pessoa quer dar para salvar a obra vai contra o que a própria obra tá dizendo. Ao fazer isso, a pessoa está provando que ela admite que o que a obra diz é ruim. Porque se a o que a obra diz fosse bom, ela não contrariaria a própria obra. Percebe? É muito interessante isso. Tem gente que diz: "Não, mas veja bem, o umbral". Daí ela me dá uma explicação do umbral que não é a explicação que tá aqui mostrando que nem eles entenderam.

obra. Percebe? É muito interessante isso. Tem gente que diz: "Não, mas veja bem, o umbral". Daí ela me dá uma explicação do umbral que não é a explicação que tá aqui mostrando que nem eles entenderam. É muito interessante quando as pessoas vêm dar explicações para defender a obra e acabam contrariando a própria obra, elas mostram que nem elas entenderam o que prova que a obra é ruim. Eu já vi uma vez na na na internet o próprio Haroldo Dutra tentando salvar a ideia de Umbral. E aí ele cria uma uma significado para Umbral, só que não é o significado que a obra dá. Tem gente que diz assim: "Não, não é um lugar". Por que que tem gente que diz isso? Porque a gente vai ver na ordem de Kardec ele deixando muito claro que não há lugares circunscritos e absolutos. Então ela para tentar salvar o André Luiz, ela tenta desdizer o que o André Luiz disse para tentar fazer como se a obra concordasse com Kardec. Mas a obra é muito clara, ela coloca umbral como um lugar específico. Olha, vou voltar aqui, ó. Olha o que diz o Ulías. Não conhece a região, andou por lá. Vamos discutir que nem pessoas racionais e adultas, né? Querer desdizer o que a obra tá dizendo para salvar a obra. Só para você não admitir que a obra tá dizendo coisas estranhas e contraditórias. Tá aqui, ó. A obra tá dizendo o que que você diz por lá e região é um lugar. Região. Eu digo assim: "Você conhece a região sul do país? Você conhece a região tal de tal cidade? de tal estado é um lugar. Tanto que eu digo é lá. Ele tá dizendo detido por lá. Ora, lá é o oposto de aqui. Então é um lugar. Então não me venham com essa que a obra do nosso lar não coloca umbral como um lugar. A gente vai ver que no capítulo do umbral escrito pelo André Luiz, ele fazendo isso. Então não tentem desdizer o que André Luiz disse só para salvar a contradição dele com Kardec. Agora vem. Bom, vejam, ele vai tentar explicar o que que é umbral, certo? Porque é o capítulo intitulado o Umbral. Você espera ter uma explicação do que é o Umbral e você espera terminar

e com Kardec. Agora vem. Bom, vejam, ele vai tentar explicar o que que é umbral, certo? Porque é o capítulo intitulado o Umbral. Você espera ter uma explicação do que é o Umbral e você espera terminar o capítulo sabendo que é o umbral. Vejam que é um capítulo central da obra, porque toda a obra permeia em torno disso. Então eu preciso entender o que que é isso. Vejam que todo movimento espírita e espiritualista, como eu citei, vai passar em função disso. Então é preciso que eu entenda exatamente o que é isso. Pois, senhoras e senhores, vocês vão ver lendo comigo que a gente não consegue entender o que que Olísias diz. Eu, olha, poucas vezes vi alguém dar uma explicação tão ruim sobre algo que é um ponto central de toda a fundamentação da obra no lar e das obras subsequentes. Aquilo que é basilar para toda a teoria que veio no século XX em diversas obras psicografadas, a gente não tem uma explicação clara. que é prófa maior do que é isso aqui é uma fraude espiritual. A gente vai ver porque eu eu pensei assim: "Nossa, agora eu vou, mesmo que seja para discordar, eu vou entender o que que ele quer dizer por um bral". A gente não consegue entender. A gente vai fazer esse exercício juntos. Claro, por que que ele vai ter dificuldade? Toda vez que você espera do André Luiz objetividade e clareza para uma coisa simples, ele tá dizendo que existe um lugar chamado Umbral. É só me explicar como é que é. Da mesma maneira que se vocês me perguntarem como é que é a cidade que você mora. Olha como eu vivo aqui e é real. Eu sei dizer para você todas as características porque é simples de escrever um lugar. Pois a gente só quer uma explicação clara do André Luiz, do que que é o tal do umbral, que é o que baseia toda a obra dele. A gente não vai ter essa explicação. O André Luiz me lembra muito aquele personagem da escolinha do professor Raimundo, lembra? Vocês lembram do Rolando Lero? que ele ficava inventando uma resposta que não, ele fica inventando e você quer uma objetividade, não tem, porque claro,

agem da escolinha do professor Raimundo, lembra? Vocês lembram do Rolando Lero? que ele ficava inventando uma resposta que não, ele fica inventando e você quer uma objetividade, não tem, porque claro, ele tá inventando. Tudo aquilo que você tá inventando não tem objetividade, tem subjetividade. Porque claro, todo mentiroso, ele não, o mentiroso, ele não pode ser claro e certeiro, porque senão eu tenho meios de verificar se o que ele tá dizendo é verdade. E aí ele é pego na mentira. Todo mentiroso é vago, é subjetivo. Por quê? Porque se precisar ele vai adaptando a mentira. Ex, a gente vai ver agora isso porque quando ele pergunta o que é umbral, repito, me perdoem pelo excesso da repetição, mas é que geralmente quem acompanha essas ideias não é muito ligeiro das ideias. A gente tá numa num num momento culminante da história. Agora eu vou entender que é o umbral e a gente não vai ter uma explicação. Vejam. Olha só, umbral continuou ele solícito. Ele tá sol. Se isso é o Líia solícito, imagina se ele não fosse solícito, que quer dizer que ele vai explicar com boa vontade, né? Olha a explicação dele que você começa a ler, parece que você tá entendendo, né? daqui a pouco ele dá uma um um um cavalinho de pau na cabeça da gente que a gente fica assim: "Ah, aliás, a obra do André Luiz do Emmanuel é assim: você tá lendo daí quando você acha que vai entender, a gente ele ele coloca mais duas frases que você fica, hã, pera aí, deixa eu voltar de novo." Aí você lê de novo, diz assim: "Acho que vou entender escapou". Quando você vai pegar o bicho, o bicho foge. Você não consegue entender. Claro, eles, isso é uma tática. Eles nunca são claros e diretos até por uma simples descrição de um lugar que eles estão afirmando que existe. Olha como é que começa e como é que termina. O umbral continuou o el solisto, começa na crosta terrestre. É a zona obscura. Vejam, não venham depois me dizer que ele não está colocando o umbral como um lugar delimitado. Porque se ele tá dizendo que começa,

ntinuou o el solisto, começa na crosta terrestre. É a zona obscura. Vejam, não venham depois me dizer que ele não está colocando o umbral como um lugar delimitado. Porque se ele tá dizendo que começa, é porque tem um ponto começa. Então não me ven com o papo depois que não. Ele não quis dizer, ele tá dizendo. começa na crosta. Então é literalmente um lugar, porque começa, é como eu digo, a cidade tal começa em tal ponto, a casa, o pátio, a rua começa, é um lugar, tem começo. E ele diz que começa na crosta terrestre. Bom, eu não sei se vocês sabem, mas a crosta terrestre é exatamente onde a gente vive. É exatamente onde a gente vive. Então quer dizer que o umbral começa e faz parte do nosso meio. Nós estamos mergulhados no umbral. Assim como umbral está mergulhado no nosso meio, mas ele diz onde começa, mas não diz onde termina. Só que quando você liga outros pedaços da história, inclusive porque a gente já viu, a gente já viu, é só você usar uma coisa chamada raciocínio. Eu sei que quem segue as obras do André Luiz não tá muito acostumado com essa coisa chamada raciocínio. Mas deixa eu explicar para vocês, pensar não dói. Raciocinar não faz nenhum mal paraa cabeça. Não tem nenhum perigo, não tem contraindicação, podem fazer sem perigo. Ele diz que a o umbral começa na crosta e nos capítulos passados ele diz que as partes inferiores de nosso lar tem contato com o nosso lar, com o umbral. Então quer dizer que o umbral está entre a terra e nosso lar, a parte de baixo de nosso lar. Então ela é um espaço delimitado até chegar lá na parte de baixo de nosso lar, tem um brau que vai até a crosta da Terra. Então é como se fosse uma zona, uma região que está em torno da Terra e tem uma certa dimensão, altura. Então tá delimitado. O que que é umbral? É esse lugar que tem começo e fim. Começa na costa da terra e ele vai até uma certa altura do espaço, um pouco abaixo do da colônia espiritual. A obra deixa claro que isso é um brão. Então não me veiam dizer que a obra não diz que ela diz.

ça na costa da terra e ele vai até uma certa altura do espaço, um pouco abaixo do da colônia espiritual. A obra deixa claro que isso é um brão. Então não me veiam dizer que a obra não diz que ela diz. Mas aí ele diz que é uma zona obscura, é uma zona obscura, só que como que o umbral é uma zona obscura e ele tá no nosso meio na Terra. Vejam, ele diz que nosso lar tem dia e tem noite, e que a mesma lua e o mesmo sol nosso é o que banha nosso lar. Então, o nosso lar, segundo André Luiz, palavras dele, tem o mesmo sol e é iluminado pelo mesmo sol que a terra. O umbral está na terra e é uma zona obscura. Mas e quando bate o sol? Aí alguém que tá me vendo? Não, mas aqui ele tá querendo dizer zona obscura num sentido moral. Não, senhor. Ele diz lá no capítulo inicial, os dois primeiros capítulos, quando o André Luiz narra onde ele estava, que aqui ficou confirmado que é um bral, ele diz que lá é escuridão mesmo, escuridão de você não enxergar as coisas. Mas por que que no nosso lar o sol ilumina e no umbral que é na terra não ilumina? Mas meus amigos, a descrição que ele faz do umbral termina aí, porque agora ele vai fazer uma salada de palavras que você não vai conseguir entender nada. Olha o que ele diz que é umbral. é a zona obscura de quantos do no mundo não se resolveram atravessar as portas dos deveres sagrados, a fim de cumpri-los, demorando-se no vale da indecisão ou no pântano dos erros numerosos. Vocês estão conseguindo entender? Eu digo assim, agora ele vai me explicar o que é que umbral. É a zona obscura de quantos no mundo não se resolveram atravessar as portas dos deveres sagrados a fim de cumpri-los, demorando-se no vale da decisão ou no pântano dos erros numerosos. Que definição é essa, Santo Deus? Vocês conseguem entender? Vamos ler de novo agora devagar pra gente entender o que que é que ele tá querendo dizer. Nota, quando você era só ele descrever o que que é umbral, por que ele começou a falar desse jeito. A gente sabe por quê? É porque como é que ele vai inventar um lugar que não

e ele tá querendo dizer. Nota, quando você era só ele descrever o que que é umbral, por que ele começou a falar desse jeito. A gente sabe por quê? É porque como é que ele vai inventar um lugar que não existe sendo objetivo? Não tem como, né? Ele precisa fazer isso aqui. Zona obscura de quantos no mundo não se resolveram atravessar as portas dos deveres sagrados. Então vamos tentar entender. Então a pessoa que escolheu não cumprir com seus deveres vai pro umbral. Então são espíritos imperfeitos, inferiores, que durante a vida no corpo, em vez de cumprir os seus deveres, progredir, vão ter ações imorais. Então, elas vão pro umbral, elas vão para o umbral. Bom, se é essa definição que ele tá querendo dizer aqui, a gente viu até agora que os espíritos que habitam o nosso lar também estão nessa situação. são espíritos inferiores, muitos num estado de desequilíbrio gigantesco. Se quem não cumpre com os deveres sagrados tem que ir pro umbral, por que que pessoas que também não cumpriram os deveres sagrados vão pro nosso lar? Vocês estão conseguindo entender a questão? Eu digo assim: "Vai pro nosso pro umbral quem faz isso?" Aí eu digo: "Ah, tá. Então quem faz isso vai pro umbral. Mas daí daqui a pouco eu vejo quem faz isso em nosso lar. Por que que as mesmas causas produzem efeitos diferentes?" Outro problema, se quem não cumpre os seus deveres vai para o umbral. E lembra que o umbral é aqui no nosso meio. O que que acontece com a pessoa que cumpre com os deveres? Porque se o umbral é aqui, mesmo a pessoa que cumpriu seus deveres ao morrer está no umbral. Percebe? Ele disse que o umbral é na crossa da terra. Então o espírito superior encarnou aqui. A hora que ele desencarna, ele tá onde? No um brau. Aí ele tem que fazer o quê? Pegar uma nave, voar, um foguete, ser resgatado. Mas ele morreu. Ele tá no brau. Ah, mas daí ele fica rapidinho, logo logo vem alguém, já socorre e foge com ele daqui. Essa é a ideia. Mas ele diz, a fim de cumpri-los deveres sagrados, a fim de cumpri-los demorando

Ele tá no brau. Ah, mas daí ele fica rapidinho, logo logo vem alguém, já socorre e foge com ele daqui. Essa é a ideia. Mas ele diz, a fim de cumpri-los deveres sagrados, a fim de cumpri-los demorando ou no pântano dos erros numerosos. Por que que ele tem que falar assim? Então, ele tá querendo dizer que aquela pessoa que errou muito, não cumpriu com seus deveres, vai pro umbral. E por que vários espíritos cumprir os seus deveres estão em nosso lar? O que que faz a pessoa sair do umbral? Qual é o critério pra pessoa sair do umbral? Ah, o critério pra pessoa sair do umbral é quando ela se arrepende e aí ela já está preparada, amadurecida para ir para a colônia. A gente viu que na colônia teve até motim, revolta, guerra civil. A gente viu que tem espírito que tenta fugir de lá. Fora o que a gente vai ver que tem espírito que tá lá. Porque o parente tinha bônus horas. Então quer dizer que eu não cumpro meus deveres, morro, vou para um brau. Mas daí a minha avó tem bônus horas lá e ela paga para alguém me tirar do umbral. Mas e a justiça de Deus que dá cada um segundo as suas obras? Então eu não tenho mérito para ir pro nosso lar. Eu mereço ir para umbral. Mas porque eu tenho um parente que tem mais dinheiro que o outro que tá no umbral, eu saio do umbral. Mas ele segue, ele lembra? Ele tá explicando pra gente o que que é umbral. Quando o espírito, de novo, espírito com minúscula, quando o espírito reencarna, promete cumprir o programa de serviços do pai. Então a gente quando reencarna a gente promete que vai cumprir com as leis de Deus. Entretanto, ao recapitular experiências no planeta, é muito difícil fazê-lo para só procurar o que lhe satisfaz o egoísmo. Então, ao entrar na terra, a gente esquece as promessas de segundo o que o Lisa está dizendo, então a gente vai pro umbral, só que vocês notam que mais uma vez essa definição que ele está dando é uma definição muito subjetiva e genérica, porque ao interpretar o que ele tá dizendo, todo mundo vai para um brão. Todo mundo vai para umbraco,

tam que mais uma vez essa definição que ele está dando é uma definição muito subjetiva e genérica, porque ao interpretar o que ele tá dizendo, todo mundo vai para um brão. Todo mundo vai para umbraco, mas ao mesmo tempo você ver narrando a história onde nem todo mundo vai para umbral. Então, afinal de contas, qual é o critério para ir ou para não ir num br? Mas todas as definições que a obra dá são sempre assim, é sempre genérico. Veja, o André Luiz foi considerado um suicida. E a gente viu quando tratou disso que pela definição que eles dão de suicídio, todo mundo é suicida. Agora ele tá dando uma definição de o que que vai fazer a pessoa ir pro umbral. pela definição dele, todo mundo vai pro umbral, mas ao mesmo tempo, isso já isso já é um problema na obra, mas ao mesmo tempo ele mesmo narra nas obras espíritos vivendo todas essas situações e um indo para umbral, outro não indo, um sendo considerado suicida, outro não sendo. Veja, é uma incoerência total. E mais, atentem para uma coisa. O André Luiz perguntou o que é umbral. Ele tá falando o que faz você ir pro Umbral. Nota, ele não tá respondendo o que André Luiz perguntou. Eu quero saber o que que é umbral. Não quero saber o que o que que faz eu ir pro umbral. Isso é uma outra pergunta. Ele só ele só diz duas duas frases respondendo que é umbral. Começa na crosta terrestre, é a zona obscura. O resto ele tá dizendo o que faz você ir para umbral. Vamos seguir, né? Aqui eu coloquei exatamente o texto a gente já havia citado, mas lembra que a gente tem que repetir as coisas porque as pessoas esquecem. Está no livro dos médiuns de Allan Kardec, não sei se vocês conhecem um tal de Kardec. E tem 267, questão 9, diz assim: "Os espíritos superior, isso aqui é Kardec, tá? Não é o Michel falando. Os espíritos superiores se exprimem com simplicidade, sem prolixidade. Tem um estilo conciso, tem exclusão da poesia, das ideias e das expressões. Claro, inteligível a todos, sem demandar esforço para ser compreendido. Vocês estão vendo a definição que Kardec

rolixidade. Tem um estilo conciso, tem exclusão da poesia, das ideias e das expressões. Claro, inteligível a todos, sem demandar esforço para ser compreendido. Vocês estão vendo a definição que Kardec dá para como que é quando os espíritos superiores se comunicam sem demandar esforço para ser compreendido. São claros, simples, concisos. Vocês estão vendo a definição que Kardec tá dando? Vou ler de novo para vocês agora. É zona obscura de quantos no mundo não se resolveram atravessar as portas dos deveres sagrados, a fim de cumpri-los, demorando-se no vale da decisão ou no pântono dos erros numerosos. Quando o espírito reencarna, promete cumprir o programa de serviços do pai. Entretanto, ao recapitular experiências no planeta, é muito difícil fazê-lo para só procurar o que lhe satisfaz o egoísmo. Isso aqui é claro de entender. Olha agora. Os espíritos inferiores ou falsos sábios ocultam sobre o empolamento ou a ênfase, o vazio das suas ideias. usam de uma linguagem pretenciosa, ridícula ou obscura a força de querer impareça profunda. É exatamente o Liízias explicando o umbral. O André Luiz fez uma pergunta simples. O que que é umbral? Ele começou com um rodeio de palavras. É claro, é porque ele é pseudo sábio. Ele tá inventando um lugar que não existe e é um lugar segundo ele. Vamos prosseguir. Olha a pergunta 1012 do livro dos espíritos. Haverá no universo lugares circunscritos para as penas e gozos dos espíritos, segundo seu merecimento? Olha a pergunta exatamente sobre o que a gente tá tratando. Há no universo lugares circunscritos para as penas e gozos dos espíritos segundo seu merecimento? Já respondemos essa pergunta. As penas e os gozos são inerentes ao grau de perfeição dos espíritos. Cada um tira de si o princípio da sua felicidade ou de sua desgraça. E como eles estão por toda parte, nenhum, nenhum nenhum lugar circunscrito ou fechado existe, especialmente destinado a uma coisa, a uma ou outra coisa. é exatamente o oposto do que o André Luiz está afirmando nesse capítulo.

a parte, nenhum, nenhum nenhum lugar circunscrito ou fechado existe, especialmente destinado a uma coisa, a uma ou outra coisa. é exatamente o oposto do que o André Luiz está afirmando nesse capítulo. Ele tá dizendo que há um lugar para é há um lugar, uma zona obscura que tem começo e tem fim, onde os espíritos ficam lá. E aqui diz: "Nenhum lugar circunscrito ou fechado existe especialmente destinado a uma ou outra coisa. Circunscrito e fechado." Aí tem gente que diz assim: "Ah, mas ele não tá aqui se referindo". Ele coloca barreira, muro na obra nosso lar. Ele coloca uma delimitação de onde começa, onde termina. Ah, mas não é fechado. É sério que a pessoa vai me largar essa? É um lugar circunscrito que tem começo e tem fim, que é a definição que ele tá dizendo do umbral. É um local onde vão as pessoas que pecaram. A internet tá oscilando, né? Eu vou ter que pegar o cabo. Se se ela oscilar de novo, eu vou colocar o cabo. Que a minha internet, ela só falha na terça quando eu tô falando no celular. Mas ok. Então, vejam, o livro diz o contrário no livro dos espíritos, mas a gente vai continuar, a gente vai continuar vendo o que que Lisas diz do Umbral. Mas lembrem-se sempre nas descrições do Lisas dessa resposta do livro dos espíritos. Não há nenhum lugar. Tira de si mesmo. É isso que eu tava falando. Que que é tirar de si mesmo? Como é que funciona para o Espiritismo das Obras de Kardec? Quando você morre, não é que você vá para algum lugar específico, pagar seus pecados ou que você vá para um lugar determinado ser feliz. Cada um tira de si mesmo. Que que isso significa? Você pode ter no mesmo lugar dois espíritos. Vamos pegar dois espíritos na crosta terrestre, que pro nosso lar é a umbral. Você tem dois espíritos. As limitações, o sofrimento, a perturbação, as percepções que um está tendo é completamente diferente do outro. Mas eles estão no mesmo lugar, porque não é o lugar. Entenderam a diferença? O André Luiz coloca o lugar como consequência. Você como consequência dessas ações vai para algum

mente diferente do outro. Mas eles estão no mesmo lugar, porque não é o lugar. Entenderam a diferença? O André Luiz coloca o lugar como consequência. Você como consequência dessas ações vai para algum lugar, para o Espiritismo da Ora de Kardec. Para onde você for, você carrega aquilo que você construiu em você mesmo. Então não é o lugar, é você mesmo. Por isso que ele diz, cada um tira de você mesmo, o que é muito mais lógico. Porque se eu sou um espírito egoísta, invejoso, que alimenta o ódio, que sou ignorante, que sou perturbado, eu vou ser isso em qualquer lugar que eu vá, porque tá dentro de minha causa para eu Vou pegar o cabo lá. Deixa eu só concluir a frase. Na obra noária, eu continuo tendo isso dentro de mim. Vou para um lugar específico e aí um dia alguém me resgata de lá. Mas nota que o própria a a própria a obra mostra que ao me resgatar de lá eu continuo sofrendo. Vejam, o André Luiz mesmo depois de ser resgatado de nosso do umbral, continuou perturbado e com doenças e com limitações e ignorâncias e vários sofrimentos. Claro, porque a causa tá dentro dele. Então, veja como é indiferente o lugar. Veja que há muitos espíritos que estão em nosso lar que continuam perturbados e em desespero, porque não é o lugar. A própria obra contraria a ideia de lugar que ela coloca. Um minuto que eu vou pegar o cabo lá para nós não ter mais problema de oscilação. Так. Vamos ver se agora não vai falhar. Vamos prosseguir. Vai seguir então o Lisas explicando, né? Eu só quero abrir o sinal aqui pro YouTube para ver se como é que tá, se tá tudo OK. Uhum. Então vai seguir o Lisas. Assim é que mantidos são o mesmo ódio aos adversários e a mesma paixão pelos amigos. Mas nem o ódio é justiça, nem a paixão é amor. Tudo que excede sem aproveitamento prejudica a economia da vida. Pois bem, todas as multidões de desequilibrados permanecem nas regiões nevoentas que se seguem aos fluidos carnais. O dever cumprido é uma porta que atravessamos no infinito rumo ao continente sagrado da união com o

as multidões de desequilibrados permanecem nas regiões nevoentas que se seguem aos fluidos carnais. O dever cumprido é uma porta que atravessamos no infinito rumo ao continente sagrado da união com o Senhor. Olha o palavreado que a gente acabou de ver que é coisa de espírito inferior. É natural, portanto, que o homem esquivo a obrigação justa já tenha essa bênção indefinidamente adiada. Então, vejam que ele volta a usar uma linguagem complicada para definir pra gente o que que é umbral e volta a dar uma classificação que eu repito nessa nessa classificação, todo mundo desde o assassino a pessoa neutra na sociedade vai para um BR. Quando eu dou uma classificação muito genérica, porque é óbvio que ele tem que dar algo genérico, eu já expliquei, porque se ele for muito preciso, ele é pego na mentira, porque ele tá inventando uma coisa que não existe. Quando eu dou uma classificação muito genérica, eu boto todo mundo no mesmo balaio. Vejam, pra obra de Kardec, alguns alguns espíritos vão ficar presos a vida, a vida terrestre. Mas vejam, primeiro, não é um lugar com características terrestres no mundo dos espíritos, não. Os espíritos ficam presos à terra mesmo, ao nosso mundo material. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é que alguns ficam, e aí Kardec explica, aqueles que são apegados à matéria. Claro, você é apegado à matéria, você quando morre você fica preocupado com as coisas da matéria. Mas são somente esses. Os outros vão viver normalmente no mundo dos espíritos com a sua os seus sofrimentos morais porque está dentro deles. Mas não tem a ver com o lugar. Pra narração do André Luiz, todo mundo vai penar no umbral, porque ele coloca ali, desde aquele que nutre o ódio, aquele que tem paixão pelos amigos, aquele que excede em alguma coisa, todos nós temos algum desequilíbrio. Então, todo mundo vai ficar num bral. Ele é mais genérico. Percebe? O André Luiz, o André Luiz sempre coloca na obra dele que estar bem no mundo dos espíritos é uma coisa rara. Vocês já notaram isso? Tudo que é bom e

o vai ficar num bral. Ele é mais genérico. Percebe? O André Luiz, o André Luiz sempre coloca na obra dele que estar bem no mundo dos espíritos é uma coisa rara. Vocês já notaram isso? Tudo que é bom e positivo e alegre e feliz na obra nosso lar é raro. Tudo que é tragédia, horror, sofrimento, punição, aí é a lei comum para todo mundo. É essa obra que as pessoas dizem que é consoladora. Tudo que é positivo na obra do André Luiz é uma dificuldade para todo mundo conquistar. Mas para ficar em lugar terrível, sofrendo, aí é facinho. Esse é o Deus da obra no nosso lar. É um Deus que não diferencia cada um segundo as suas obras. Deus olha assim: "Tudo imperfeito, vão tudo para umbral". Só não vai quem é santo. Então, vejam, é um Deus com uma ideia exagerada. Ele é infinita justiça, infinita bondade. Ele é perfeito. A infinita perfeição. Não, para André Luiz é uma coisa genérica. Nota que ele coloca umas frases genérica aqui para falar de quem vai pro umbral. E aí você lendo, você diz: "Bom, como é que eu separo quem vai, quem não vai?" Todo mundo vai por essa definição. Mas vejam que ele por vocês perceberam que ao perguntar o que é um bral, ele foi para esse lado na conversa. Ele parou de falar o que é um brau para ficar falando isso sobre o ele fica falando numa linguagem polada sobre quem é que vai para umbral. Mas não foi isso a pergunta. Eu quero que você me fale sobre o lugar. Vocês estão conseguindo entender isso que eu tô dizendo? Eu fico muito preocupado se eu tô conseguindo ser claro ou eu tô sendo tão prolixo quanto o André Luiz. Vocês conseguem entender as a contradição que eu tô mostrando? Vocês precisam comentar nos vídeos para eu saber se vocês estão entendendo. Não ten receio de perguntar ou de dizer: "Olha, não entendi muito bem". Mas ele não explica bem o que que é um brau, mas ele tá dizendo quem é que vai para lá. Ao descrever as características que fazem você ir para lá, ele fala de um jeito que todo mundo vai. Mas ao mesmo tempo essas características

e que é um brau, mas ele tá dizendo quem é que vai para lá. Ao descrever as características que fazem você ir para lá, ele fala de um jeito que todo mundo vai. Mas ao mesmo tempo essas características que ele coloca dizendo que todo mundo vai também está presente nas pessoas que estão no nosso lar. Em nenhum momento eles fal ele fala de da ajuda dos bons espíritos, do anjo guardião. Nenhum momento ele Voltamos. Estamos de volta seguindo na cina, né? Só para vocês terem uma ideia. A empresa que fornece energia já veio com uma equipe, segundo eles, né, especializada. É bem isso. Eita mesmo, né? Vamos tentar então. Vamos tentar continuar, né? E ainda faltam 38 capítulos. Vamos ver on que a gente parou aqui. A gente já tá no finalzinho, tá? Então vamos seguir a leitura aqui, né? Notando-me a dificuldade para aprender todo o conteúdo do ensinamento. É interessante que ele mesmo, né, vocês estão percebe que o próprio André Luiz, sendo que a obra é dele, né, porque ele tá descrevendo, ele mesmo não entendeu o que o Elízias falou. Notando minha dificuldade, eu também tive dificuldade, André Luiz, para entender o que você quis dizer. A dificuldade para aprender todo o conteúdo do ensinamento com vistas à minha quase total ignorância dos princípios espirituais, Lises procurou tornar a lição mais clara. Nota essas frases que o André Luiz fala, de novo, não faz sentido, né? com vistas à minha quase total ignorância dos princípios espirituais. Mas como assim, André Luiz? Vejam, o André Luiz fala como se ele fosse um espírito simples e ignorante lá das primeiras encarnações que o livro dos espíritos coloca. Mas a pessoa que é simples ignorante lá das primeiras encarnações, ela não tem eh eh uma ela não é médico na atual encarnação. Então, mostra que André Luiz tem capacidade de raciocínio. Se ele tem capacidade de raciocínio, ele já é um espírito mais adiantado de terceira ordem. Como é que ele desconhece a quase total ignorância dos princípios espirituais? Mas ele é um ele é um espírito.

ele tem capacidade de raciocínio, ele já é um espírito mais adiantado de terceira ordem. Como é que ele desconhece a quase total ignorância dos princípios espirituais? Mas ele é um ele é um espírito. E as encarnações anteriores, quantas vezes ele já morreu? Como é que ele não conhece nada do que ele trata? como se isso tivesse sendo dito para ele pela primeira vez, como se ele não existisse antes da da última encarnação dele. Não faz sentido isso o tempo inteiro na obra. E é engraçado que as pessoas dizem: "Ah, mas é que é um romance". Ele não coloca em nenhum momento tem, ele coloca a obra dele como romance. Isso a gente que inventou. Ele coloca como algo real. como algo real. Pessoal tá dizendo que caiu de novo. Deixa eu ver aqui pelo link. Eu vejo não, agora tá normal. Até até quando eu não sei, mas ele se coloca como isso, né? como alguém totalmente ignorante. Imagine que cada um de nós aqui é muito interessante agora pro lado que ele vai, porque esse lado que ele vai é exatamente o que ele faz a obra inteira. Então, esses pontos, esses pontos que ele coloca, esses pontos que ele coloca como gerais na obra, dizem muito sobre aonde que você pega os erros. André Luiz, olha, olha a explicação que ele vai dar. Só tem gente me dizendo que tá OK e tem gente dizendo que caiu. Não, mas aqui para mim tá OK. Eu tô conferindo. Imagine que cada um de nós renascendo no planeta somos portadores de um fato sujo para lavar no tanque da vida humana. Essa roupa imunda é o corpo causal. tercido por nossas mãos nas experiências anteriores. De novo, o André Luiz acabou de dizer que tem que teve dificuldade, assim como todos nós tivemos, de entender o que que ele tá querendo dizer por uma pergunta tão simples. O que é umbral? Ele criou todo um linguajar de metáforas e analogias e não foi claro. Aí o André Luiz reforça, demonstrando que teve dificuldade de entender e ele começa criando de novo uma analogia. Qual é a dificuldade que tem da obra de ser direta e clara? Olha o que que ele

claro. Aí o André Luiz reforça, demonstrando que teve dificuldade de entender e ele começa criando de novo uma analogia. Qual é a dificuldade que tem da obra de ser direta e clara? Olha o que que ele come acabou de dizer que não conseguiu entender. Aí ele diz: "Imagina que cada um de nós renascendo no planeta somos os portadores de um fato sujo para lavar no tanque da vida humana. Essa roupa imunda é o corpo causal tecido por nossas mãos nas experiências anteriores. Mas é impressionante como essa obra escancara o que ela é. Ele não consegue ser simples e direto. Por quê? Porque é uma farsa. A descrição que ele tá fazendo não existe, por isso que ele tem que fazer isso aqui. Portadores de um fato sujo para lavar no tanque da vida humana. Mas é pior que isso, porque aí ele coloca a roupa imunda é o corpo causal tecido por nossas mãos nas experiências anteriores. É, é, chega a ser difícil pra gente comentar essa frase porque ela é tão maluca que é próprio do espírito que ele é tão enganador, fascinador, que a gente precisa de de a gente precisa de um esforço para tirar a névoa que ele tá tentando colocar na cabeça da gente. Porque assim, ele tá tentando criar uma analogia de novo para explicar por que tem umbral e por que a gente vai para lá, que não é a pergunta do André Luía. Aí deixa passar. E aí ele cria uma analogia de que tem ali algo sujo que ao encarnar tem como objetivo ser limpo. Já não faz nenhum sentido criar uma analogia para isso, mas ele cria. Só que dentro da própria analogia, ele fala algo que não tem sentido. O corpo causal. Então, a sujeira, a roupa imunda que tem que ser eh purificada, limpa, é o corpo. Mas que corpo, André Luiz? O que tem que o que entra na matéria para se depurar usando a analogia dele? é a alma, é o espírito. Então, dentro da analogia, se eu quisesse dizer: "Olha, tem algo que é sujo e precisa encarnar no tanque da vida para ser limpo." É a alma, não é o corpo. Ele diz: "Essa roupa imunda é o corpo causal". Mas que corpo, André

gia, se eu quisesse dizer: "Olha, tem algo que é sujo e precisa encarnar no tanque da vida para ser limpo." É a alma, não é o corpo. Ele diz: "Essa roupa imunda é o corpo causal". Mas que corpo, André Luiz? Corpo não é causa. Corpo é efeito. O corpo só é causa pro materialista. O corpo só é causa para o materialista. Como assim? Aquilo que precisa ser depurado, limpo, é o corpo. A roupa suja é o corpo, é a alma que tem imperfeições. A alma é a causa dos pensamentos, das ideias, das ações. A moral é a causa que é do espírito, não é da matéria, não é do corpo. O corpo é efeito, não é causa. Isso é base do espiritualismo, não é nem do espiritismo. O André Luiz diz que a causa é o corpo, mas isso é materialismo. Só que como é que pode uma obra que fala de vida depois da morte ter um espírito falando de uma tese materialista? E outra mais ainda. Então dentro da loucura tem mais uma loucura. Corpo tecido por nossas mãos nas experiências anteriores. Mas desde quando? Desde quando? Desde quando o espírito pece o corpo nas experiências anteriores? Veja, o aquilo que eu faço na minha vida anterior não tem nada a ver com a minha vida, com o meu próximo corpo da existência posterior. Não tem nada a ver. Então ele já erra falando que a causa que tem que ser limpa é o corpo, porque é a alma que tem que ser purificada. E depois ele fala de uma relação em que o corpo atual, através das nossas ações, vai moldar o nosso próximo corpo, mas não tem nada a ver uma coisa com a outra. Claro que aqui ele tá querendo iniciar uma tese que ele mesmo vai colocar. É claro que eu sei o que que ele tá querendo fazer aqui, que a obra vai colocar uma tese que também tomou conta do movimento espírita de que eu faço algo nesse corpo aqui, marco o perespírito, na próxima encarnação vou encarnar num outro corpo e meu perespírito vai moldar o novo corpo e passar aquelas informações pro corpo novo. Só que não existe isso em Kardec. Não existe isso em Kardec. O corpo passado não tem nada a ver com o corpo presente, porque o perespírito não

o novo corpo e passar aquelas informações pro corpo novo. Só que não existe isso em Kardec. Não existe isso em Kardec. O corpo passado não tem nada a ver com o corpo presente, porque o perespírito não fica marcado com nada pra obra de Kardec, porque não há órgãos. O perespírito é um aglomerado de fluidos que muda conforme o pensamento do espírito. E vejam que muda conforme o pensamento do espírito, porque a alma é a causa, o a forma do perespírito é efeito da alma. Então, mesmo que fosse para modificar o perespírito, tem que mudar a alma. O que regula os corpos físicos são as leis biológicas. Não tem nada a ver com perespírito, espírito. Então é é uma é um é uma linguagem confusa dando informações falsas que contrariam Kardec. Não existe em Kardec a tese de que a pessoa que prejudicou o corpo nessa vida, o próximo corpo vai ser marcado por isso. Não existe isso em Kardecão que a gente já explicou aqui. E a obra faz a gente ter que retomar incessantemente as coisas. Porque se tudo que eu faço de errado, o meu corpo futuro sofre as consequências, essa é a tese que o André Luiz vai colocar. Basta que a gente pense, raciocíe. Meus amigos, primeiro que você não vai encontrar isso na obra de Kardec. Primeira coisa, você não vai encontrar. E segundo, é só você olhar que tem pessoas extremamente extremamente maldosas, desequilibradas, perversas, que tem uma saúde de ouro. Eles são saudáveis. Se as imperfeições da alma nas vidas passadas refletem no perespírito, que reflete no corpo novo, por que tem pessoas malvadas que têm o corpo perfeito? E tem pessoas que são boas e equilibradas e tem um monte de doença. Raciocíem. Então, eu posso ser perverso, maldoso, ter prejudicar o meu corpo atual. Não significa que na próxima vida eu vá ter um corpo defeituoso. Aí tem gente que já comentou nos meus vídeos: "Ah, mas então como é que a pessoa vai ficar impune do que fez com o corpo passado?" Não, mas e quem é que disse que pagar os pecados de ter prejudicado o corpo numa vida passada

ntou nos meus vídeos: "Ah, mas então como é que a pessoa vai ficar impune do que fez com o corpo passado?" Não, mas e quem é que disse que pagar os pecados de ter prejudicado o corpo numa vida passada necessita ser um corpo estragado na próxima? Quem é que disse que esse é o único jeito de resgatar esses erros? Esse é o nosso equilíbrio. Ah, mas e as pessoas que já nascem? As pessoas que já nascem com defeitos, isso não tem explicação em vida passada. Vejam de novo erro. Primeiro, é um preconceito seu achar que todo mundo que nasce com um defeito físico é porque fez algo errado na vida passada. É muito feio isso, porque significa que eu tô dizendo que todo mundo que tem alguma deformidade ou doença física que ela já nasce, ela é um espírito culpado. Muito cuidado. Pode ser um espírito superior, pode ser um espírito equilibrado que tem aquela deformidade, aquela doença por provação, mas ela não fez nada no passado. Mas digamos que tenha um espírito culpado, pecador de outras vidas, que não cuidou do seu corpo, que agora reencarna num corpo novo com deficiências. Pode ter, pode. Mas não é que ela moldou com perespírito aquele novo corpo defeituoso. Não. Ela sabia pelas leis biológicas que aquele corpo teria problemas. E aí ela escolheu aquele corpo para encarnar, para ter aquelas limitações. Percebem a diferença do que eu tô dizendo? Não tem a ver com perespírito causando alguma coisa. Porque o perespírito não é causa. O perespírito ele é reflexo do pensamento do espírito. O problema tá no pensamento do espírito. E o espírito pode mudar de pensamento e pode resgatar aquele passado num corpo são, justamente para trabalhar bastante, mas não necessariamente num num e quando ele pegar um corpo limitado, você pode dizer assim: "As emoções do espírito, os pensamentos do espírito podem prejudicar o feto, podem. Mas veja, são as emoções do espírito. Não, não, não é o perespírito que ficou marcado, é o espírito, as suas emoções, as suas ideias. Vamos prosseguir compartilhando de novo as e segue ele

eto, podem. Mas veja, são as emoções do espírito. Não, não, não é o perespírito que ficou marcado, é o espírito, as suas emoções, as suas ideias. Vamos prosseguir compartilhando de novo as e segue ele sendo prolixo, né? Compartilhando de novo as bênçãos da oportunidade terrestre. Esquecemos, porém, o objetivo essencial e ao invés de nos purificarmos pelo esforço da lavagem, ele tá usando aqui a metáfora, né, que ele mesmo criou. Manchamo-nos ainda mais contraindo novos laços e encarcerando-nos a nós mesmos em verdadeira escravidão. Ora, se ao voltarmos ao mundo, procurávamos um meio de fugir a sugidade pelo desacordo de nossa situação com um meio elevado, como regressar a esse mesmo ambiente luminoso em piores condições? Olha que coisa difícil de entender esse texto. Impressionante como ele não e o modo como ele escreve. Chega a dar, chega a dar, chega a cansar, ter que ler de novo, contraindo novos laços e encarcerando-nos a nós mesmos em verdadeira escravidão. Então, esse aqui você entende, ele tá usando analogia. A gente nasce para se purificar, para se limpar e acaba se sujando ainda mais, OK? Tirando a parte que ele diz que é o corpo que causa, não é o corpo, é a alma. Isso pode acontecer. A gente reencarna com o objetivo de reparar o passado e acaba cometendo mais erros ainda. Mas eu pergunto, o que que isso tem a ver com um bral? Mas aí ele diz assim: "Se voltarmos ao mundo, procurávamos um meio de fugir a sujidade pelo desacordo de nossa situação com um meio elevado? Como regressar a esse mesmo ambiente luminoso em piores condições?" Então, eu tô em desacordo com o meio elevado, reencarno para ficar de acordo e voltar pro meio elevado. Só que isso é regredir Andreus. Se eu estava no meio elevado, percebam, eu estava num meio elevado, me sujei. Aí reencarno para me limpar, me sujo mais ainda, não posso voltar pro ambiente elevado. Qual é o erro dessa frase? Se eu tivesse no meio elevado, eu não iria me sujar. And Luiz, como é que alguém que tá no meio elevado

me limpar, me sujo mais ainda, não posso voltar pro ambiente elevado. Qual é o erro dessa frase? Se eu tivesse no meio elevado, eu não iria me sujar. And Luiz, como é que alguém que tá no meio elevado vai se sujar? Ela vai decair, então não há retrocesso na teoria espírita. Não há retrocesso. Mas vamos pegar outra ideia que ele quer colocar. Bom, ele tá querendo justificar porque que tem um umbral. Você tá muito sujo, então você não pode ir para um lugar elevado. Essa é a ideia que ele quer colocar. Você tem que ficar num lugar sujo. É isso que ele tá querendo dizer. Só que aqui tem outro problema, um outro erro no texto. Ele tá tomando a analogia por um fato. Ele não, ele tá levando a analogia como fato, não como analogia. Ora, se eu estou sujo, usando a analogia dele, é a alma que é suja. Então não interessa o lugar, porque ele tá usando a ideia de justificar o lugar pelo defeito da alma. Mas se é a alma que está suja, não interessa o lugar. Aonde a alma for, ela leva a sujeira junto. Então eu não preciso criar um lugar. Ah, tem que criar um lugar lá pro pro espírito ficar porque ele tá sujo. E mais, se a sujeira, olha, eu tô usando a própria analogia do L. Se a sujeira é o que faz eu ter que ficar naquele lugar chamado umbral, a gente vai ver os espíritos que habitam nosso lar também estão cheio de sujeira. André Luiz, então você diz que a causa é a sujeira, mas tem pessoas que têm sujeira e tão no nosso lar, não tão no umbral. Ah, não, mas é porque são sujeiras diferentes. São sujeiras diferentes. Aquele que pode tá no nosso lar tem uma sujeira menor do que a sujeira daquele que tá no umbral. Então, a sujeira de mais faz você ficar no umbral. A sujeira de menos já dá condição de você ficar no nosso lar. Olha que explicação boa. Explicação boa, né? Qual é o problema dessa explicação? Os exemplos que ele dá em nosso lar, os exemplos que ele dá, entra em contradição com essa lógica. Por quê? Porque ele colocou para nós e vai colocar em diversos momentos pessoas em

dessa explicação? Os exemplos que ele dá em nosso lar, os exemplos que ele dá, entra em contradição com essa lógica. Por quê? Porque ele colocou para nós e vai colocar em diversos momentos pessoas em nosso lar muito sujas. Tão percebendo? Então, mesmo que a gente tente salvar o raciocínio da obra, ela se contradiz em outro capítulo, em outro trecho. Vamos seguir. E e para o espiritismo é muito mais simples. Paraa obra de Kardec é muito mais simples que tudo isso. Você carrega em si o problema aonde você for. Não, não é questão do lugar. Você tá com aquela, com aquele sofrimento ou com aquela felicidade aonde você tiver. E depende de você eliminar aquelas causas que estão dentro de você para ser feliz e eliminar o sofrimento. Olha, é muito mais simples e racional o que diz na obra de Kardec. Muito mais simples. Percebe? Eu posso estar aqui na terra, eu posso ir para outros mundos, eu posso ir para outros lugares e eu carrego os meus vícios e as minhas virtudes em mim. Enquanto eu não elimino os vícios, eu ainda tenho sofrimento. Mas não tem a ver com o lugar, tem a ver com uma causa interna de felicidade ou sofrimento. Dois espíritos podem conviver no mesmo lugar. Mas como cada um tem uma intimidade diferente, eles têm sensações e percepções diferentes. Olha como é muito mais simples em Kardec e não entra em contradição, né? Como entra o André Luiz dizendo que é o lugar, mas ao mesmo tempo quem é do mesmo jeito tá em outro lugar. E aqui vai piorando, vai piorando. Meu Deus, o umbral funciona, portanto, como região, ó, de novo ele repete. Destin olha agora. destinada a esgotamento de resíduos mentais. Esgotamento de resíduos mentais. O umbral funciona como região destinada a esgotamento de resíduos mentais. O que que é esgotamento de resíduos mentais? Meus amigos, primeiro Kardec não usa expressão mental, mas o pensamento não é matéria. O pensamento é a essência do espírito. Não pode ser destruído, tirado. Não tem como eu esgotar pensamento. Para o espiritismo, você muda os

ec não usa expressão mental, mas o pensamento não é matéria. O pensamento é a essência do espírito. Não pode ser destruído, tirado. Não tem como eu esgotar pensamento. Para o espiritismo, você muda os pensamentos ao evoluir. Mas não é como uma coisa material que eu tiro. Não é como uma máquina, não é como um exatamente a ideia do banho, né? Eu tenho uma sujeira em cima da pele, eu entro embaixo d'água e tiro aquela sujeira e fico limpinho. Então ele faz uma analogia material e leva o pé da leta pro espírito. Então o espírito tem várias imperfeições. Aí ele fica no umbral para essas imperfeições irem saindo dele. Mas não é assim que funciona eu ficar num lugar para ali eu ir tirando como se fosse uma sujeira. Percebe? Não. A única maneira do espírito se livrar dos das suas imperfeições morais é se habituando a ter novos pensamentos e novas ações. E aí ele cria uma novos pensamentos e novos hábitos e se purifica através do esforço próprio. Não é só eu ficar num lugar lá sofrendo e aí nisso vai derretendo como se fosse uma gordura, vai dissolvendo como se fosse uma uma sujeira minhas imperfeições. Daí eu fico aquele tempo ali, fica no chão ali, olha só, aqui em volta de mim ficou no chão as as minhas imperfeições. Agora eu me livrei de algumas, posso ir para um lugar melhor. Veja, ele tá colocando o pensamento como matéria, como um produto físico, químico. Ó, uma espécie de zona purgatorial onde se queima a prestações o material deteriorado das ilusões. Material deteriorado das ilusões que a criatura adquiriu por atacado, menosprezando o sublime ensejo de uma existência terrena. Queima a ilusão. Como é que eu queimo ilusão? Nota, ele confunde o que é moral, o que é pensamento com material. Porque era assim que os espíritos religiosos pensavam que é uma coisa material, mas não é. É espiritual. O espírito é imaterial. Ele tem os seus pensamentos que ele só muda aprendendo novos pensamentos e se habituando a eles. Mas não tem como eu ficar num lugar lá do universo onde lá

não é. É espiritual. O espírito é imaterial. Ele tem os seus pensamentos que ele só muda aprendendo novos pensamentos e se habituando a eles. Mas não tem como eu ficar num lugar lá do universo onde lá derrete. Olha a ideia que André Luiz tá colocando. É parecido com a ideia materialista em que eu vou tomar um remédio que vai mudar meu cérebro e aí vai mudar o meu caráter. Isso é materialismo. Isso é colocar a matéria como causa. Mas para o espiritismo, o espírito é causa. Olha o André Luiz fazendo materialismo e é um espírito falando de vida após a morte. E ele coloca o umbral como um lugar onde eu purgo. E a gente vai ver na obra de Kardec que a ideia metafórica de purgatório para o espiritismo é a terra. Porque aí sim eu estou no mundo material, onde eu vou enfrentar as provações materiais e as provações materiais vão provocar com que a minha alma mude de sentimentos, de pensamentos. Percebe? A imagem não poderia ser mais clara, tá? É um deboche, né? Vejam que ele diz: "A imagem não poderia ser mais clara e mais convincente". Isso é um deboche. Isso é uma tática do espírito mentiroso. Porque ele diz assim: "A imagem não poderia ser mais clara". E você diz assim: "Não, mas se o André Luiz tá dizendo que a imagem poderia ser mais clara, eu não vou dizer que eu tô achando difícil, né? É uma maneira de induzir você a não questionar a quantidade de bobagens que foi dita aqui. Não havia como disfarçar minha justa admiração. Compreendendo o efeito benéfico que me traziam aqueles esclarecimentos, Lías continuou. Tem mais aqui. Eu só de continuar botei, ó, item 1013 do livro dos espíritos. Item 1013 do livro dos espíritos. Olha só o que o homem chama purgatório. Ol, ó. Por que que eu botei isso aqui? Ele não acabou de dizer no item anterior, ó. É uma espécie de zona purgatorial. Ele não disse isso aqui. Acabou de dizer. Agora eu vou mostrar o livro dos espíritos dizendo o que o homem chama purgatório é igualmente uma alegoria que ele não coloca como alegoria. devendo se entender como tal, não um

qui. Acabou de dizer. Agora eu vou mostrar o livro dos espíritos dizendo o que o homem chama purgatório é igualmente uma alegoria que ele não coloca como alegoria. devendo se entender como tal, não um lugar determinado. Olha o livro dizendo o contrário do que a gente acabou de ler. Porém, o estado dos espíritos imperfeitos que se acham em expiação até alcançarem a purificação. É um estado da alma o purgatório. Por isso que é interior, não é o lugar. e que para eu mudar, já que a causa é interior, eu tenho que modificar interiormente. Não é um efeito material externo que vai derreter os meus defeitos. Olha o final. Operando-se essa purificação por meio das diversas encarnações. O purgatório consiste nas provas da vida corporal. Então, nota, eu vou purificar a alma. Não é nobral no mundo dos espíritos, é em provas materiais reencarnando. E aí eu mudo os meus sentimentos e os meus pensamentos. Tão vendo a diferença? Mas ele segue. O umbral é região de profundo interesse. Olha isso. O umbral é região de profundo interesse para quem esteja na Terra. Concentra-se aí tudo o que não tem finalidade para a vida superior. Então, olha só, ele tá dizendo, é, esse capítulo é muito difícil porque ele desgasta muito. Como a gente tem que ficar cavocando diversas camadas de absurdos, ele cansa muito, muito, muito difícil esse capítulo, porque cada palavra, cada frase é muita soma de de coisa sem sentido. A gente tem que ficar cavocando e explicando aqui. Vejam que ele tá no auge da manipulação que ele fez com o médium, né? O umbral concentra-se aí tudo que não tem finalidade para vida superior. Meus amigos, a gente viu juntos aqui que ao chegar em nosso lar, que não é mais umbral, os espíritos continuam com doença, com fome, com cansaço. Se ele tá dizendo que é num bral que isso aí se concentra e que você fica lá para purgar isso, ele narra ao mesmo tempo vários espírit todos os moradores do nosso lar, a gente viu, eles têm fome, tem sede, tem doença, tem cansaço, tem limitação, não

oncentra e que você fica lá para purgar isso, ele narra ao mesmo tempo vários espírit todos os moradores do nosso lar, a gente viu, eles têm fome, tem sede, tem doença, tem cansaço, tem limitação, não tem memória, tem conflito, passam mal, tem que ser preso, tem que tomar injeção, tão gritando, estão vomitando. em nosso lar. E agora aqui nesse capítulo ele diz que essas coisas são do Umbral, mas tem nosso lar. E note que a providência divina agiu sabiamente, permitindose criasse tal departamento em torno do planeta. Primeiro que aqui ele comprova que o umbral tá em torno da Terra. Então nós estamos dentro do umbral. Você já pararam para pensar nisso? Segundo a obra do André Luiz, nós estamos mergulhados dentro do umbral. Se ele tá em volta da terra, a gente tá dentro, né? E foi um departamento criado que Deus permitiu um departamento criado que Deus permitiu em torno do planeta. Mas o que Deus quer da gente é a mudança de pensamento, de atitude, que a gente reencarne, repare o passado. Qual é o sentido ter um lugar onde eu fico lá sofrendo e ao ficar sofrendo eu vou purgando e derretendo os meus defeitos? Vejam, isso não é nem moral, porque bastaria eu ficar nesse lugar para tá quit com a lei. E de novo, eu repito, ele mesmo coloca que quem saiu do umbral continua devendo o passado, continua desequilibrado, continua sentindo fome, continua tendo eh eh doenças, continua perturbado, continua ignorante. O maior exemplo é ele. Há legiões compactas de almas irresolutas e ignorantes que não são suficientemente perversas para serem enviadas a colônias de reparação mais dolorosa. Vocês estão entendendo o que ele tá dizendo aqui? Que há lugares piores que umbral? Vejam, ele colocou todo esse desenho. Olha, ele acabou de dizer que o Brau era um lugar para quem se entregava o egoísmo, para quem se entregava ao ódio, para quem tava sujo. Ele acabou de dizer tudo isso aí. Agora ele diz que tem um lugar pior para onde vão as as almas perversas para uma reparação mais dolorosa.

goísmo, para quem se entregava ao ódio, para quem tava sujo. Ele acabou de dizer tudo isso aí. Agora ele diz que tem um lugar pior para onde vão as as almas perversas para uma reparação mais dolorosa. Então tem um lugar pior para onde vão as almas perversas. Que lugar é esse, André Luz? Porque se ele tá dizendo que o umbral é uma espécie de purgatório e ele diz que tem um lugar pior para onde vão as almas perversas para terem uma reparação mais dolorosa, ele tá falando do inferno. Então, Deus tem lugares de punição dolorosa. O Deus do André Luiz pune igual o Deus da igreja. E diante do que ele descreve que umbral é, que ele mesmo descreveu que se arrepiou ao lembrar dos horrores do umbral e ele tá dizendo que tem lugares onde é mais doloroso, então ele tá colocando exatamente a ideia de locais igual o inferno. Essa doutrina, essa obra é o que vocês chamam de obra consoladora. dizer que Deus vai pegar as almas e vai colocar num lugar para ser o quê? Torturadas. O que que é a reparação mais dolorosa para as almas perversas? Que lugar é esse? Tem um outro lugar da obra, nós vamos chegar lá, que ele vai dizer que tem almas que ficam nas entranhas da terra, como se a terra fosse um lugar oco. O André Luiz, o André Luiz, ele ele chega ao ponto de esquecer que a ciência já comprovou que a Terra não é o centro do universo, não é plana e não é oca. Ela tem as suas camadas geológicas. Não, ele coloca como a ideia de inferno da da ideia mais antiga da igreja que os as almas vão para lá numa espécie de de abismo dentro da terra. Mas olha as ideias que ele tá colocando nessa obra e as pessoas simplesmente, ah, não é assim, evoluiu Kardec. sendo que para o espiritismo em Kardec, eu repito, a punição que o espírito sofre, primeiro não é física, porque ele não tem corpo, não tem órgãos e também não é em lugares, porque ele não tem corpo, não tem órgãos, então não tem lugares específicos onde eu possa torturar, prender, sentir dor, castigar. O espírito sofre pela sua condição íntima.

e também não é em lugares, porque ele não tem corpo, não tem órgãos, então não tem lugares específicos onde eu possa torturar, prender, sentir dor, castigar. O espírito sofre pela sua condição íntima. Então não é não tem não é que tenham espíritos destinados a castigar, torturar ou que seja Deus fazendo isso. Não. A pessoa simplesmente tá sentindo o efeito de ter praticado mal. Isso é mais conforme a justiça e a vontade de Deus. Essa é a ideia que tá na obra de Kardec. aqui na obra do André Luiz não. Ele tá colocando lugar de tortura, punição. Se ele tá dizendo que há lugar de tortura, punição, e que Deus permitiu, então Deus é cruel. Mas aí ele diz que vai pro umbral a alma que não é nem muito boa para ir pro céu e nem muito mal para ir pro inferno. Ele tá dizendo isso com outras palavras, ó, que não são suficientemente perversas para serem enviadas a colônias mais dolorosas, nem bastante nobres para serem conduzidos a planos de elevação. A ideia do céu e do inferno. E de novo contraditório, porque quando ele fala das almas que estão em nosso lar, elas continuam com defeitos, que a impressão que ele dá é a pessoa evolui e aí vai pra colônia. Mas lá na colônia ela continua com os sintomas do umbral. Estamos terminando, tá pessoal? Tá difícil. Representam fileiras de aqui, ó. representam fileiras de habitantes do Umbral, companheiros imediatos dos homens encarnados, separados deles apenas por leis vibratórias. Então, olha o que André Luiz tá dizendo. Os nossos companheiros imediatos, de nós, homens encarnados são os seres do umbral. Nós estamos mergulhados na treva do umbral, na obscuridade, no desequilíbrio. As nossas principais companhias são eles. O que difere só é a lei vibratória. É o que ele tá dizendo aqui. É exatamente a doutrina do céu e inferno da igreja, em que o que que tá na terra? Os demônios. Os demônios estão na terra e os anjos estão no céu. Nós estamos abandonados na terra no meio dos demônios. Mas isso vai completamente contra a teoria cardequiana.

e o que que tá na terra? Os demônios. Os demônios estão na terra e os anjos estão no céu. Nós estamos abandonados na terra no meio dos demônios. Mas isso vai completamente contra a teoria cardequiana. A teoria cardequiana é muito mais lógica e justa. Ela diz que Deus, como é soberanamente justo e bom, não nos deixa entregue simplesmente aos espíritos maus, mas para contrabalançar, eles nos fornecem também os bons espíritos. E aí o nosso livre arbítrio decide qual espírito que nós vamos seguir. Olha a ideia do espiritismo em Kardec. Nós estamos com todos os tipos de espíritos à nossa volta. E o nosso livre arbítrio é que escolhe qual que a gente vai ouvir, seguir, se inspirar. Não é isso mais consolador, mais bonito? Não é isso um exemplo maior de amor? A obra do André Luiz diz que não. A gente tá aqui mergulhado nas trevas, entrega aos espíritos inferiores. Aliás, é essa justificativa, é essa construção teórica que ele faz aqui que vai fazer ele e o Emmanu justificar porque eu não posso evocar os espíritos. Claro, se eu tô mergulhado nas trevas, é até bom que eu não evoque os espíritos, porque eu vou ser atacado por quem? Se eu tô aqui tendo como companhia imediata os espíritos trevosos, é até bom que eu não evoque, porque eu vou ser atacado por eles. Vejam a ideia toda que eles constróem. Os anjos estão lá longe, de vez em quando eles intervém igual a ideia da igreja, como era antigamente. Mas não é assim para o espiritismo em Kardec. O André Luiz não está representando opinião do espiritismo e nem evoluindo ela como as pessoas pensam. Ele tá voltando na na ideia de um Deus vingativo, cruel, na ideia dos demônios do inferno. Como é que as pessoas podem ter achado que esta obra evoluiu Kardec ou representa Kardec que está de acordo? Ele tá fazendo com caminho contrário. Olha o que ele diz. os represent fileiras de habitantes do umbral, companheiros imediatos dos homens encarnados. A gente já vai ver aqui o texto Kardec mostrando que não é verdade isso. Nós temos todos os tipos de espíritos à

present fileiras de habitantes do umbral, companheiros imediatos dos homens encarnados. A gente já vai ver aqui o texto Kardec mostrando que não é verdade isso. Nós temos todos os tipos de espíritos à nossa volta. Vejam que aqui aqui ele ele ignora a teoria do anjo guardião. Ele coloca a gente mergulhado com os espíritos do umbral. Ele não fala do anjo guardião, que o livro dos espíritos, a obra de Kardec mostra que todos nós temos um espírito superior que tem a missão de nos cuidar. Isso diz a obra de Kardec. A obra dele ignora. Não há anjo guardião. Só há os espíritos do umbral. E só pessoas santas podem se comunicar com os anjos que estão lá no céu. Olha a ideia. Isso é espiritismo. Não é de estranhar, portanto, que semelhantes lugares se caracterizem por grandes perturbações. Olha a fixação do André Luiz de colocar coisa ruim pra gente. Lá vivem, lá vivem, agrupam-se os revoltados de toda espécie, formam igualmente núcleos invisíveis de notável poder pela concentração das tendências e desejos gerais. Muita gente da terra não recorda, que se desespera quando o carteiro não vem, quando o comboio não aparece. Olha, vejam essa última frase que não tem nada, não tem nenhum sentido essa última frase aqui, mas vamos pegar antes. Nota que ele coloca, ele ele pinta tudo como horrível. E o anjo guardião, cadê o anjo guardião para nos proteger? Eu já vou mostrar os espíritos dizendo o contrário. E as pessoas de bem que vivem aqui e as pessoas que se esforçam por ser melhores e as famílias que se amam. Tá todo mundo mergulhado nessa lama de perturbações que ele coloca aqui. Isso é uma obra consoladora do bem espírita. A obra de Kardec é muito mais simples, meus amigos. Nós temos todos os espíritos à nossa volta. Nosso livre arbítrio decide com que a gente sintoniza. Não é muito mais justo, lógico e conforme a bondade de Deus? Não é muito mais esperançoso. E aí ele termina com essa frase: "Muita gente da terra não recorda, que se desespera quando o carteiro não vem, quando o comboio não aparece. Tem, ele

a bondade de Deus? Não é muito mais esperançoso. E aí ele termina com essa frase: "Muita gente da terra não recorda, que se desespera quando o carteiro não vem, quando o comboio não aparece. Tem, ele joga uma frase no meio que não tem nada a ver com o que ele tava falando. Isso é um espírito superior. Pois o umbral está repleto de desesperados, lembrando que é o meio onde a gente vive. por não encontrarem o Senhor à disposição dos seus caprichos após a morte do corpo físico. E sentindo que a coroa da vida eterna é a glória intransferível dos que trabalham com o Pai, essas criaturas se revelam e demoram em mesquinhas edificações. Nosso lar tem uma sociedade espiritual, mas esses núcleos possuem infelizes, malfeitores e vagabundos de várias categorias. é zona de verdugos e vítimas de exploradores e explorados. E ele tá falando do umbral e ele acabou de dizer no parágrafo lá que a gente viu que tem lugar pior, mas ele não fala que esses essas almas, por mais perversas que sejam, todas têm um anjo guardião, tem espíritos superiores cuidando delas, tem as almas familiares cuidando delas. Não, para essa obra, essa ajuda até existe, mas eles estão lá na colônia, de vez em quando eles fazem excursões para mergulhar nesse lugar aqui. Ah, pera aí, se eles são bondosos, nos amam e são superiores, qual é o perigo que tem deles ficarem aqui para nos ajudar? como que a treva dos ignorantes, como que os vícios dos ignorantes do e dos maus pode atingir os espíritos superiores que eles não podem ficar aqui? E por que que os espíritos superiores iriam nos abandonar aqui? Se eles são superiores, eles nos amam. Imagina que você é pai, mãe, amigo. Por amor, você vai abandonar a pessoa nesse lugar. Você quer estar lá para ajudar ela? Não, você deixa ela lá e só de vez em quando você visita e só visita, mas nem aparece pra pessoa. Por que que eu não posso aparecer, convidar ela a se a se arrepender, a mudar os pensamentos? E esse final aqui é zona de verdugos e vítimas de exploradores explorados. Ele

mas nem aparece pra pessoa. Por que que eu não posso aparecer, convidar ela a se a se arrepender, a mudar os pensamentos? E esse final aqui é zona de verdugos e vítimas de exploradores explorados. Ele acabou de botar no umbral também a vítima, o explorado. Prestem atenção. Vejam que ele vai soltando, soltando freio para falar qualquer coisa, que ele chega a esse ponto. O André Luiz tá dizendo que no umbral tem vítimas e explorados. Mas e a justiça de Deus? Meu Deus. Como que vai, num lugar terrível como esse vai ter vítimas inexplorados? Ainda que ele colocasse os exploradores e os verdugos, ainda tem uma coerência, mas a vítima e o explorado também vão para um brau. Então, alguém vai me fazer mal, vai me explorar, eu vou ser vítima de alguém e eu vou ter que ir para umbral. O que que esta obra? Olha o que essa obra tá dizendo. E esse capítulo serviu de referência para todo mundo. Depois esse capítulo mal escrito, eh, cheio de absurdos, norteia o pensamento espírita e espiritualista do século XX e agora do século XX. Como é que num umbral vai ter pessoas que são vítimas? Que Deus é esse? Aí a obra de Kardec diz a cada um segundo as suas obras. Quem é vítima tá livre. Quem se compromete com a lei é quem cometeu o crime. Não faz nenhum sentido dizer que a vítima vai ter que pagar comigo. E agora o texto tá terminando. Valendo-me de da pausa que se fizer espontânea, exclamei impressionado. Capaz que ele não ia tá impressionado. Como explicar então? Não há por lá defesa e organização? Sorri o interlocutor esclarecendo. É muito engraçado tudo isso. É muito engraçado, organização é atributo dos espíritos organizados. Que quer você? A zona inferior a que nos referimos é qual a casa onde não há pão? Todos gritam e ninguém tem razão. O viajante distraído perde o comboio. O agricultor, olha, ele não, ele não para de fazer metáfora e analogia que a gente fica sem entender o que ele tá querendo dizer. O viajante distraído perde o comboio. O agricultor que não semeiou não pode colher. Uma certeza, porém,

não para de fazer metáfora e analogia que a gente fica sem entender o que ele tá querendo dizer. O viajante distraído perde o comboio. O agricultor que não semeiou não pode colher. Uma certeza, porém, posso dar-lhe. Não obstante as sombras e as angústias do do umbral, nunca faltou lá a proteção divina. Cada espírito lá permanece o tempo que se faça necessário. Para isso, meu amigo, permitiu o Senhor se erigissem muitas colônias como esta, consagradas ao trabalho e ao socorro espiritual. Creio. Então, observei que com essa esfera se mistura quase com as esferas dos homens. Ele acabou de dizer isso, André Luiz. Ele acabou de dizer André Luiz. O André Luiz, ele faz umas umas reflexões três parágrafos depois do que o Les falou, três parágrafos antes. Várias vezes acontece isso. O André Luiz, ele parece aquele programa de computador que travou. Depois que você clicou cinco vezes, ele dá o resultado. Ele acabou de falar lá atrás que o o o umbral se mistura com a esfera dos homens. Daí meio parágrafo depois o André Luiz, ah, creio, então observei que a esfera se mistura quase com as esferas dos homens. O André Luiz, ele tem um comportamento infantil, quase débil mental, né? Mas aqui em cima, então, ele tenta, ele coloca, ele pinta a coisa como algo horrível e depois diz assim: "Mas lá a proteção divina nunca faltou, só fica quem merece". A pessoa fica lá só o tanto que merece. Mas a gente já falou de faz 2 horas e meia que a gente já repetiu que isso na história é contraditório, porque ele mostra que quem saiu do umbral continua sofrendo. Porque se eu digo assim, não, Deus não falha. A pessoa fica no umbral o tempo que é necessário, depois ela sai de lá e tá livre. Não, ela sai de lá, ela continua. Veja, pro André Luiz, a o sofrimento, a dor, o desespero, ele nunca passa. Veja, o André Luiz diz que você morre e continua sofrendo. Daí ele diz que você tá no umbral, daí você sai do umbral, você continua sofrendo. Daí você vai pra colônia, daí você continua sofrendo. Aí você faz na

dré Luiz diz que você morre e continua sofrendo. Daí ele diz que você tá no umbral, daí você sai do umbral, você continua sofrendo. Daí você vai pra colônia, daí você continua sofrendo. Aí você faz na sai da colônia e vai para um lugar onde você precisa sofrer. É uma ódia ao sofrimento. A obra do André Luiz. Então é contraditório porque se ele diz que eu fico o tempo necessário, mas eu mostro que a pessoa saiu de lá e continua sofrendo. Então qual é a diferença do lugar e qual é a diferença de eu ter saído de lá? Ah, não, porque lá era pior. Lá era pior. Você continua sofrendo, mas pelo menos agora você tá num lugar melhor. Você já merece estar num lugar melhor. E qual é o critério para eu estar nesse lugar melhor? Se tem gente que tava em nosso lar e queria fugir, essa é a que tá preparada. Ah, mas é que a pessoa pode ter uma recaída. Veja, então você tá me dizendo que o problema não é o lugar. Toda vez que eu falo do mesmo comportamento em lugares diferentes, você diz: "Ah, mas é que o problema é o comportamento". Bom, então o problema não é o lugar. Então não tem qual é a necessidade do lugar. Sim, confirmou o dedicado amigo. E é nessa zona que se estendem os fios invisíveis que ligam as mentes humanas entre si. Então, olha só, nossas mentes estão ligadas com o os umbralinos. O plano está repleto de desencarnados e de formas pensamentos dos encarnados. Porque em verdade todo espírito esteja onde estiver é um núcleo irradiante de forças que criam, transformam ou destrói, exteriorizadas em vibrações que a ciência terrestre presentemente não pode compreender. Quem pensa está fazendo alguma coisa a lures. Então tem os desencarnados umbralinos ligados com os encarnados. E os encarnados têm formas, pensamentos. Forma, pensamento. Mas o desencarnado não tem forma pensamento. E o que que tem a ver a forma pensamento? Se a causa é o pensamento, não é só mudar o pensamento. Que que vai dizer a obra de Kardec? Quando você pensa, você pode modificar o fluido à sua volta e as pessoas podem enxergar como num

pensamento? Se a causa é o pensamento, não é só mudar o pensamento. Que que vai dizer a obra de Kardec? Quando você pensa, você pode modificar o fluido à sua volta e as pessoas podem enxergar como num espelho o que você tá pensando. Mas se você mudar de pensamento, isso muda também. É só um reflexo. A causa está no pensamento, na alma. Não é que eu penso numa coisa, daí eu construo essa coisa no no ar e ela fica lá. Aí vem outro espírito e junta com Não é assim na obra de Car. E mais por que que ele coloca uma ligação entre as mentes? E ele usa a palavra mente que Kardec não usa com os espíritos das trevas e o anjo guardião e os bons espíritos e os seres que nos amam. Onde estão? Eu só posso ter acesso a eles quando eu for santo. Mas que Deus é esse que eu sou imperfeito e eu só tenho acesso ao bem quando eu for santo? Então eu não tenho ajuda para sair do lodo da lama. E é pelo pensamento que os homens encontram no umbral os companheiros que afinam com as tendências de cada um. Então, que que ele tá mostrando aqui? A nossa relação com os espíritos do umbral. Mas por que que ele não mostra a nossa relação com os espíritos superiores? Por que que é valorizar? É que nem as igrejas, é valorizar o demônio, o mal, o ruim, a treva. Se eu pensar e desejar coisas ruins, eu vou me afinizar com espíritos que são assim. Mas por que que eu só Ele só trata disso aqui e as coisas boas? E quando eu quero ser melhor, e quando eu quero amar? E quando eu quero me modificar? E quando eu estou arrependido? E quando eu quero me desenvolver? E quando eu sinto saudade de quem eu amo? E quando eu quero ajuda dos espíritos superiores para deixar de ser inferior. Por que que ele não trata disso, que é o mais importante? Não. Ele fala das nossas relações com as trevas e a nossa relação com a luz. Onde está a luz? Por que a treva é mais forte que a luz na obra do André Luiz? Toda a alma é um ímã poderoso. Sim, é um ímã poderoso, mas se eu se eu atrair coisa boa, então eu eu atraio poderosamente coisas boas, porque só

e a treva é mais forte que a luz na obra do André Luiz? Toda a alma é um ímã poderoso. Sim, é um ímã poderoso, mas se eu se eu atrair coisa boa, então eu eu atraio poderosamente coisas boas, porque só valorizar o ruim. Há uma extensa humanidade invisível que se cega a humanidade visível. As missões mais laboriosas do Ministério do Auxílio são constituídas por abnegados servidores no Umbral. Porque se a tarefa dos bombeiros nas grandes cidades terrenas é difícil, pelas labaredas e ondas de fumo que os os defrontam, os missionários do umbral encontram fluídos pesadíssimos emitidos sem cessar por milhares de mentes desequilibradas na prática do mal ou terrivelmente flageladas nos sofrimentos retificadores. É necessário muita coragem e muita renúncia para ajudar a quem nada compreende do auxílio que se lhe oferece. Vejam, ele coloca toda uma facilidade pro mal e pra ajuda do bem. Não, aí é difícil, é complicado, é pesado. É, é. Por que que ele faz isso? Ele faz uma analogia com um bombeiro, né, que tem que enfrentar as labaredas, a fumaça. Mas essa analogia é falsa, meus amigos. Por que que essa analogia é falsa? Porque você tá atribuindo limitações e dificuldades para espírito superior. Ah, eles encontram fluidos pesadíssimos. Não existe fluido pesadíssimo, existe pensamento ruim, o pensamento bom. O fluido é efeito. A obra de Kardec mostra que os fluidos são neutros. Eles adquirem as características e qualidades dos pensamentos. Eu posso ter fluidos extremamente pesadíssimos, mas o espírito superior ao entrar em contato com a gente aqui não sofre nada porque ele é superior. Como é que eu posso dizer que o espírito superior tem dificuldade de alguma coisa? Então ele não é superior de verdade. Os espíritos superiores podem vir à terra, ficar na terra, nos amar, nos ajudar quando quiserem, porque os fluidos maus sãos, os fluídos negativos não os atingem, porque como eles são fonte, causa de bem, de amor, de superioridade, quando eles entram em contato com os fluidos, esses fluidos ganham as

ue os fluidos maus sãos, os fluídos negativos não os atingem, porque como eles são fonte, causa de bem, de amor, de superioridade, quando eles entram em contato com os fluidos, esses fluidos ganham as características deles. Então, não tem como um espírito mal, um espírito desequilibrado, fazer mal. trazer dificuldade para espírito superior. Isso é irracional. Por isso que eles podem estar no nosso meio. Por isso que não existe dificuldade. Por isso que nós não estamos abandonados na terra só com os espíritos trevosos que de vez em quando os bons fazem uma atitude muito difícil, corajosa de vir aqui no salvar da Lama. Não, eles são superiores e por ser superiores eles dominam a matéria. Por por dominar a matéria eles não sofrem a influência dos maus. Não tem perigo, não tem esforço, não tem dificuldade. A dificuldade tá pro inferior, mas para eles não. E como eles nos amam, eles vêm aqui, estão aqui sempre. E para eles não é penoso, difícil, como ele tá colocando aqui no texto. Para eles é pazeroso. Por quê? Porque eles não sofrem a influência dos maus. Eles não precisam nem ver os maus. Então eles podem ficar aqui, nos auxiliar, nos amar, ajudar a gente a progredir. E não é para eles penoso e difícil. Essa é a doutrina de Kardec. Você não está abandonado ou a mercê do mal que o mal tem mais força. Não. É o bem que tem mais força. É a luz, é o amor. E os espíritos verdadeiramente superiores não t dificuldade em estar no meio do do pecado, porque eles não têm mais pecado. Isso é coerência. Isso é a bondade de Deus. Por isso que a gente tem o anjo guardião. Eles estão conosco e não sofre nenhum perigo e nem é para eles pesado estar aqui. Porque eu repito, eles não sentem esse peso. Vejam a lucidez da obra de Kardec e o contraste com esta obra que fica colocando essas bobagens na nossa cabeça. Tá aqui, ó. Tá aqui o texto, item 495 do livro dos espíritos. Tá aqui o texto. A gente acabou de ler o André Luiz falando uma coisa. Eu estou mostrando na hora o texto contrário no livro dos

a cabeça. Tá aqui, ó. Tá aqui o texto, item 495 do livro dos espíritos. Tá aqui o texto. A gente acabou de ler o André Luiz falando uma coisa. Eu estou mostrando na hora o texto contrário no livro dos espíritos. Eu estou mostrando. As pessoas precisam acordar. Olha tudo que ele falou de negativo. E a gente vai pegar o item 495 do livro dos espíritos e vai ver essa essa beleza. Olha a diferença quando o Kardec é lindo, é bom, é positivo, é consolador. No André Luiz é treva, dificuldade. Só quem tem facilidade é o mal. Vejam, eu vou ler esse trecho para vocês. É uma doutrina essa dos anjos guardiães, que pelo seu encanto e doçura deveria converter os mais incrédulos. Olha a diferença. Encanto e doçura. Anjo guardião. Olha o que ele diz. Não vos parece grandemente consoladora a ideia de ter de sempre junto de vós seres que vos são superiores? Ele tá dizendo aqui, eles estão dizendo na 495, eles no item 495, não é o Michel que é doce, que é encantadora, que é consoladora a ideia de ter sempre junto de nós, ele tá falando para nós encarnados, espíritos superiores, completamente diferente do que a gente acabou. acabou de ler no nosso lar agora que ele coloca a gente ligado só às trevas e de vez em quando com dificuldade os bons vem. Vocês estão lendo Kardec? Pronto, sempre a vos aconselhar e amparar. Olha o texto. Sempre pontos aconselhar a vos ajudar na na ascensão da brupta montanha do bem. Mais sinceros e dedicados amigos do que todos o que mais intimamente se vos ligam na terra. Olha que consolador a gente tem esse ser superior que nos ama, que tá sempre conosco e disposto a nos ajudar. Só depende do nosso livre arbítrio. O André Luiz acabou de dizer que não, que a gente tá ligado nas teias invisíveis doos espíritos do umbral e que de vez em quando, como os bombeiros que têm dificuldade com as labaredas, para com tá aqui Kardec dizendo o contrário. Eles se acham ao vosso lado por ordem de Deus, os espíritos superiores. Olha a diferença de discurso, meus amigos. Vejam a diferença de discurso,

abaredas, para com tá aqui Kardec dizendo o contrário. Eles se acham ao vosso lado por ordem de Deus, os espíritos superiores. Olha a diferença de discurso, meus amigos. Vejam a diferença de discurso, enaltecendo Deus, os espíritos superiores, o bem, a ajuda, o amor. O André Luía enaltecendo o quê? Treva, ignorância, perturbação. Nós temos no nosso lado esses espíritos. Não é como o André Luiz quer que você acredite que você tá abandonado nas trevas, porque ele é das trevas, porque ele quer lhe enganar e lhe dominar. Ele quer que você não saiba que existem esses seres que Deus ordenou estarem conosco, porque ele sabe que se a gente recorrer a eles, a gente não vai ser dominado por ele, pelo Emmanuel. Esses espíritos são das trevas, por isso que eles mentem e fazem você achar que você tá abandonado nas trevas. Você tem espíritos superiores junto de você, sempre por ordem de Deus. É a questão 9 495 que está dizendo, não foi Michel. Foi Deus quem aí os colocou. Tô lendo aqui. E aí permanecendo por amor de Deus. Olha que lindo. Desempenham bela, porém penosa missão. Sim. Onde quer que estejais, onde quer que estejais, estarão convosco. Nem nos cárceres, nem nos hospitais, nem nos lugares de devacidão, nem na solidão estais separados desses amigos. Vejam, olha como ele enfatiza que eles estão em todos os lugares. Não interessa. Mesmo nos lugares de devacidão. Não tem lugar das trevas, como coloca o André Luiz. Todos os lugares são de Deus. Em todos os lugares Deus ajuda e envia os seus anjos. amigos a quem não podeis ver, mas cujo branfluxo vossa alma sente ao mesmo tempo que houve os ponderados conselhos. Então, nós não estamos abandonados, nós não estamos, eu vou botar mais texto aqui, é o próprio Jesus falando. Você prefere seguir Jesus ou André Luiz? Você prefere seguir Jesus ou Emana? Você prefere seguir Jesus? Ou para você prefere seguir a FEB, porque as pessoas ficam falando me xingando nos vídeos. Então não escutem a mim, escutem o espírito de verdade falando.

ir Jesus ou Emana? Você prefere seguir Jesus? Ou para você prefere seguir a FEB, porque as pessoas ficam falando me xingando nos vídeos. Então não escutem a mim, escutem o espírito de verdade falando. Os espíritos do Senhor, que são as virtudes do céu. Qual imenso exército que se movimenta ao receber as ordens do seu comando, espal espalham-se por toda a superfície da terra. É o espírito de verdade falando, não é o Michel, é Jesus falando que os espíritos do Senhor, que são as virtudes do céu, estão espalhados pela terra para iluminar os nossos caminhos. Então, nós não estamos mergulhados nas trevas e abandonados e eles estão longe numa colônia. Olha o final ali, homens. É Jesus falando, é o espírito de verdade. Irmãos, a quem amamos, aqui estamos junto de vós. Aqui estamos junto de vós. É um espírito puro falando. E o André Luiz nos coloca mergulhado nas trevas e de vez em quando os espíritos bons com alguma dificuldade vem aqui nos ajudar. É mentira. Nós temos eles conosco. O espírito puro disse: "Irmãos, a quem amamos aqui estamos juntos de vós." Estamos juntos de vós. É o contrário. As pessoas que dizem assim para mim: "Vá, você fica." Eu nunca vi nada em na obra do André Luiz que não concorde com Kardec. Tá aqui. Eu tô mostrando. Tem mais. Livro dos médiuns, item 46, questão 8. Que direis de um pai que deixasse o filho a mercê dos exemplos e dos conselhos perniciosos e que o afastasse de si, que o privasse do contato com as pessoas que o pudessem desviar do mal? Você nos há lícito supor que Deus procede como um bom pai, não procederia e que sendo ele a bondade por excelência faça menos do que faria um homem. Olha o raciocínio de Kardec. Se aqui na Terra que a gente é imperfeito, a gente não deixaria um filho nosso entregue às trevas ao mal? Vocês acham que Deus seria pior que nós? Como coloca a obra do André Luiz, que a gente tá mergulhado nos com os espíritos do umbral, das trevas, que os nossos parentes estão presos e distantes numa colônia, que não podem ter contato

que nós? Como coloca a obra do André Luiz, que a gente tá mergulhado nos com os espíritos do umbral, das trevas, que os nossos parentes estão presos e distantes numa colônia, que não podem ter contato conosco, a gente não pode saber deles. Mas que doutrina é essa que o André Luiz tá trazendo? Olha Kardec mostrando. Então Deus seria pior que a gente. A gente que é imperfeito, ama um filho e é capaz de ir ao fim do mundo para proteger, ajudar um filho. Não. Segundo André Luiz, os seres que se amam ficam distantes. A gente tá mergulhado num umbral. É impressionante. Impressionante. E agora para terminar, graças a Deus, interromper a Silíia. sumamente impressionado, exclamei. Tá sempre impressionado, Andelis. Ah, como desejo trabalhar junto dessas legiões de infelizes, levando-lhes o pão espiritual do esclarecimento. Ajudar pão espiritual do esclarecimento. André Luiz, o que tu fez foi trazer uma obra falsa, colocando noções falsas, desviando as pessoas de Kardec, escondendo Kardec, escondendo o anjo guardião. Você não trouxe pão espiritual de esclarecimento. Para de se fazer de bonzinho. Nós descobrimos que vocês são espíritos pseudos sábios enganando as pessoas. As obras de vocês não foi para esclarecer, foi para desviar do que a gente acabou de ver em Kardec, que é maravilhoso. Ele fala essas frases para parecer que ele é bonzinho, que quer ajudar. Não, você tá trazendo um livro que contraria a obra de Kardec, que contraria mensagens como a do espírito de verdade. O enfermeiro amigo fixou-me bondosamente, depois de meditar em silêncio por largos instantes, acentuou despedir-se. Será que você se sente com preparo dispensável, semelhante serviço? Nota, é sempre esse papo. É sempre esse papo. Será que você tem que ter um preparo? Prepare para amar. Tudo tem que ter um preparo, um curso, uma autorização, um carimbo. Os espíritos estão junto com a gente. Os seres que se amam estão junto com a gente, não caiam nessa ladaainha. Os espíritos desencarnam e estão ao nosso redor. E não é nas trevas.

rização, um carimbo. Os espíritos estão junto com a gente. Os seres que se amam estão junto com a gente, não caiam nessa ladaainha. Os espíritos desencarnam e estão ao nosso redor. E não é nas trevas. Continuam pensando na gente, a gente deve pensar neles, amá-los, pedir ajuda e ajudá-los. E os espíritos superiores estão conosco. Não caiam nesse papo dessa dificuldade do bem, nessa dificuldade de ajuda que eles colocam aqui nessa obra. Não caiam. Isso é falso. E este capítulo é uma das caixas de Pandora que destruiu o movimento espírita, que destruiu a chance das pessoas chegarem em Kardec na verdadeira consolação. E nós estamos denunciando a 67 vídeos por horas e horas e horas que fique pra história que nós, com todas as dificuldades que a gente enfrenta, estamos denunciando pela primeira vez, deixando um trabalho completo para mostrar que é Kardec, são os verdadeiros espíritos superiores, é Jesus que a gente deve seguir e que a gente não deve mais se enganar com esses espíritos. Não escutemos mais, não idolatremos mais, acordemos para esses falsos espíritos que trouxeram ideias que não são como a gente tá vendo juntas da obra de Kartec. É um sacrifício que a gente tem enfrentado para denunciar essa obra. É um é um sacrifício, mas que a gente vai ir até o fim e que a gente conta com vocês para que você pense, para que você acorde, para que você compartilhe, para que você leve para mais pessoas, porque finalmente a gente tá tendo oportunidade de poder escancarar isso, escancarar esta farça que foi construída. É isso, meus amigos. 2:44, que capítulo difícil. E ainda faltam 38. A gente precisa da ajuda de vocês. Só com a ajuda de vocês. Curtam o vídeo, se inscrevam no canal. Quem puder, assine o canal, compartilhe, reflitam. Cada pessoa que acordar desta doença que é esta obra, a gente estará um pouquinho melhor e estará estará atingindo o objetivo desse projeto que vai ficar enquanto for possível aí paraa posteridade. Vamos juntos refletir, retomar Kardec, buscar os verdadeiros bons espíritos que

inho melhor e estará estará atingindo o objetivo desse projeto que vai ficar enquanto for possível aí paraa posteridade. Vamos juntos refletir, retomar Kardec, buscar os verdadeiros bons espíritos que estão conosco e eliminar de vez essas mentiras que foram que tomaram conta do movimento espírita. Para cada mentira que eles disserem que a gente tem a coragem de mostrar a luz. Uma boa tarde a todos e até terça que vem.

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