64 - "Nosso Lar" segundo o Espiritismo - Capítulo 9: Problema de Alimentação | com Michel Macedo

CanalFEP 13/01/2026 2:08:50

Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao nosso estudo de "O Livro dos Médiuns". Basta clicar no link abaixo: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join FASE 2: Bibliografia: Vamos estudar toda a obra "Nosso Lar", ditada pelo Espírito André Luiz e psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Editada, vendida, divulgada, priorizada e idolatrada pela Federação Espírita Brasileira (FEB). Uma das obras mais conhecidas e influentes da história do movimento espírita. Iremos analisar frase por frase, usando as 23 obras de Kardec para demonstrar os erros, os absurdos, os estragos e os perigos que "Nosso Lar" apresenta. Evidenciaremos que somente a ignorância das 23 obras de Kardec, somente o fanatismo e os interesses foram capaz de tornar essa obra aceita e admirada. Vídeos semanais. Curta, comente e compartilhe. Se inscreva em nosso canal. De tempos em tempos iremos fazer lives para responder as dúvidas e objeções. Nos siga nas demais redes sociais: Instagram: @allan_kardec_tube __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/6314475084906496

Transcrição

Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui do projeto Nosso Lar, segundo o Espiritismo. Eu sou o Michel Macedo e hoje nós vamos para o nosso estudo de número 64. Vamos analisar, vamos refletir juntos, vamos propor questões sobre o capítulo 9 da obra do Espírito André Luiz Nosso Lar. O projeto Nosso Lar Segundo Espiritismo nasceu em janeiro de 2024. Nós ficamos um ano e meio fazendo a introdução desse projeto com 52 vídeos introdutórios. Foi muita coisa, mas já que a gente decidiu criticar essa obra justamente por respeito a uma boa crítica e por respeito àquelas pessoas que admiram ou seguem ou entendem essa obra como uma obra boa. a gente não podia fazer qualquer meia dúzia de vídeos. O número de vídeos e a quantidade de coisas que nós estamos fazendo é justamente para tentar mostrar que os nossos apontamentos não são superficiais, mas frutos de um longo e laborioso estudo. Por isso é importante que você, primeiramente conheça as obras completas de Kardec, que você conheça a obra também do André Luiz, porque muitas pessoas que defendem a obra do André Luiz não a leram ou leram rapidamente, ouviram falar em trecho. Então é importante que você conheça Kardec, não somente as cinco obras divulgadas pelo movimento espírita tradicional, mas também a obra completa, as 23 obras de Kardec, que infelizmente a maioria dos escritores, produtores de conteúdo, médiuns e dirigentes espíritas não conhe conhecem a obra completa de Kardec e mesmo aquelas obras mais divulgadas, as pessoas às vezes não leem profundamente com a devida atenção, da mesma forma que as pessoas também não leem com atenção a obra do André Luiz. Então, prestem atenção no que a gente tá dizendo. A gente está propondo que você conheça por completo sobre tudo que a gente tá tratando aqui. E antes de você formar uma opinião também assista todo o nosso projeto. Somente nessas condições você poderá ter uma opinião séria, profunda e completa. Não tire conclusões apressadas antes de conhecer tudo. Então, são 52 vídeos introdutórios.

ssista todo o nosso projeto. Somente nessas condições você poderá ter uma opinião séria, profunda e completa. Não tire conclusões apressadas antes de conhecer tudo. Então, são 52 vídeos introdutórios. A partir do vídeo 53, a gente iniciou a avaliação da obra propriamente dita. Estamos agora no vídeo 64, onde já analisamos oito capítulos da obra nosso lar mais os dois prefácios, o primeiro prefácio do Emanuel e o segundo prefácio do André Luiz. Então, já analisamos aí 11 partes, lembrando que ainda faltam 41 capítulos. Nós vamos analisar tudo e depois que a gente analisar tudo, mesmo assim a gente vai abrir espaço para algum especialista na obra de André Luiz que queira fazer contraargumentos sobre tudo que a gente falou. A gente vai disponibilizar esse espaço e deixar a pessoa produzir os seus contraargumentos. E quem nos assiste, nos assiste, vai poder comparar os argumentos prós e contras. Claro que a gente está procurando nesses dois anos de projeto, a gente está procurando, se você tiver assistindo e conhecer alguém que seja especialista na obra do André Luiz, por favor nos indique nos comentários, porque a gente quer muito conversar com um especialista que defenda a obra, já que a gente critica a obra, mas até agora a gente não encontrou, infelizmente. nesses do anos de projeto, as pessoas que comentam os vídeos, nenhuma assistiu todos os vídeos do projeto. Então, ela reclama, critica, muitas nos xingam, sem ter estudado tudo, até mesmo sem ter estudado a própria obra do André Luiz. Isso é muito curioso. Então, é importante que você, primeiramente, passe por essas etapas, a fim de que você tenha uma opinião séria, que a gente possa realmente dar importância, relevância. Antes de entrar no capítulo eu peço a todos que curtam e compartilhem esse vídeo e que também se inscrevam no canal, caso vocês não estejam inscritos. Isso é muito importante para que o Kardec Tube se mantenha e cresça e possa levar mais Kardec para as pessoas. O Kardec Tube tem atualmente, nós

e inscrevam no canal, caso vocês não estejam inscritos. Isso é muito importante para que o Kardec Tube se mantenha e cresça e possa levar mais Kardec para as pessoas. O Kardec Tube tem atualmente, nós iniciamos essa semana um projeto novo. O Kardec Tube hoje tem 10 lives semanais, fora as postagens diárias que a gente faz. é muito conteúdo. Isso dá um trabalho imenso que muitas pessoas não tm noção. E a maneira que vocês têm de ajudar é curtindo, compartilhando e se inscrevendo no canal e também assinando o canal aqueles que podem e aqueles que querem. O canal pode ser assinado. Você vai aqui no Kardec Tubing Seja Membro e você assina mensalmente ajudando o canal e você tem acesso ao assinar o estudo do livro dos médiuns que nós estamos fazendo toda sexta-feira às 20 horas aqui ao vivo. Aqueles estudos que você perdeu, você pode assistir ao assinar porque ficaram gravados. E aqueles estudos que você não pode ver ao vivo, se você assina, você também pode assistir depois a hora que quiser. E os demais conteúdos e são muitos, todos eles são gratuitos e abertos e todos ficam gravados. Você pode ter acesso, assistir tudo. Aqui na segunda-feira de noite a gente estuda o livro dos espíritos às 20 horas. Na terça, às 17:30 é o estudo crítico da obra Nosso Lar. Na quarta-feira, às 20:30, é o estudo do que é o Espiritismo. Na quinta-feira é o estudo da revistaespesespírita.net, Net, que é um site muito importante. E na sexta às 20 horas o estudo do livro dos médiuns. Então, de segunda a sexta à noite a gente tem conteúdo. E de segunda a sexta às 14 horas nós estreamos essa semana o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo. Todos os dias às 14 horas nós estamos ao vivo aqui estudando o que é o Evangelho Segundo Espiritismo. Então se você perderu o estudo de hoje, de ontem, você também acessa aqui na playlist do Kardec Tup. Dados os recados, acho que não esqueci de nada, vamos refletir um pouco sobre o capítulo 9 intitulado Problema de alimentação da obra Nosso Live. Como é que eu quero fazer hoje esse estudo com

ec Tup. Dados os recados, acho que não esqueci de nada, vamos refletir um pouco sobre o capítulo 9 intitulado Problema de alimentação da obra Nosso Live. Como é que eu quero fazer hoje esse estudo com vocês? Eu tenho percebido, deixa eu molhar a garganta, água mineral com gelo, tá, pessoal? Daqui a pouco alguém vai dizer que eu tô bebendo alguma outra coisa aqui ao vivo. Eu tenho percebido nos vídeos, nos comentários dos vídeos, o comportamento daquelas pessoas que discordam do que a gente fala aqui. Evidentemente que a gente escolheu fazer um projeto para ir contra a esmagadora maioria do movimento espírita. E evidentemente que se paga um preço por isso. Quando a gente dstoa da maioria, a gente é, evidentemente ou escanteado ou esmagado pela maioria, criticado e até xingado pela maioria. Imagina a gente pegar uma das obras mais lidas, vendidas, seguidas e idolatradas do movimento espírita e ousar criticá-la, falar coisas duras contra ela. Evidentemente que isso causa um uma reação, mas a gente julga de coração que é necessário isso. Algumas correntes cardecistas pensam que isso é desnecessário e que isso é errado. Nós até esse momento, usando os nossos conhecimentos atuais, usando a nossa consciência, avaliando as coisas, a gente não julga assim. Até esse momento a gente julga que é necessário fazer um trabalho crítico. Lembrando que Kardec fez esse trabalho crítico, o que nos serve também como um modelo, já que o mestre fez. Evidentemente que a gente não tem nenhum 1% da capacidade dele, mas evidente que aquilo que ele fez serve para nós como modelo. A gente tem que procurar imitar. Kardec vários momentos vai criticar diversos autores e obras durante a revista espírita. Então, no nosso entender, o problema não é criticar, é como criticar. Claro que a gente não pode criticar dizendo mentiras e não pode criticar ofendendo pessoas, mas a crítica muitas vezes é necessária. É assim que a gente entende e procurou fundamentar isso no início do projeto lá, os 16 primeiros livros, usando a

ntiras e não pode criticar ofendendo pessoas, mas a crítica muitas vezes é necessária. É assim que a gente entende e procurou fundamentar isso no início do projeto lá, os 16 primeiros livros, usando a obra de Kardec para mostrar que é possível fazer a crítica. Mas mesmo a gente fazendo a crítica com todo o rigor, usando o conhecimento, a razão, reflexão, questionamento, mostrando os textos, comparando os textos, lendo junto, as pessoas não aceitam muitas. Infelizmente essas que não aceitam não estudam, não vem todos os vídeos, não ouvem todos os argumentos. Mas diante do que muitas pessoas falam, lembrando que a maioria apoia o projeto, a imensa maioria apoia o projeto, mas eu resolvi refletir um pouco sobre as pessoas que não aceitam ou não concordam com as coisas que a gente afirma. Eu quero tentar fazer uma um estudo hoje do capítulo 9 me colocando no lugar dessas pessoas. para tentar entender o que se passa na cabeça ou nos pensamentos dessas pessoas, o que faz elas acreditarem na obra, amarem a obra, defenderem a obra, a ponto de pedir que a gente pare com projeto ou nos xingar, nos ameaçar ou debochar ou simplesmente discordar. Eu entendo que quem assistiu 63 vídeos, a gente nem precisaria continuar o projeto, porque eu já entendo que foi devidamente mostrado diversos absurdos nesta obra, mas como eu disse, aqueles que discordam disso não se dão ao trabalho de assistir. Eles querem nos convencer do contrário, mas eles não oferecem argumentos. Eles nem sequer assistem e ouvem tudo como que eles querem que a gente mude opinião se eles não oferecem o mínimo. Eles não conhecem, eles não estudam, eles não leem tudo, mas eles ousam opinar e discordar. E mais, além de discordar, nos xingam. A gente que procurou fazer uma coisa extremamente trabalhosa é xingado por pessoas que nem leem o mínimo do mínimo e elas querem nos convencer que nós é que estamos errados. Então você que tá assistindo, primeiro leia tudo e veja tudo e depois formule. Se você não se convencer, não mudar de ideia com tudo

o mínimo e elas querem nos convencer que nós é que estamos errados. Então você que tá assistindo, primeiro leia tudo e veja tudo e depois formule. Se você não se convencer, não mudar de ideia com tudo que nós já apresentamos aqui, formule os seus argumentos. Mas só pelo comentário eu já sei se a pessoa leu e e viu tudo. E todas até agora não leram e não viram tudo porque pela fala delas elas não conhecem o assunto por completo. Então tá muito claro para mim que os defensores da obra são ignorantes da própria obra e são ignorantes de Kardec e são ignorantes do nosso projeto. elas vêm um trecho e já formam uma opinião e já sa em defesa da obra e contra nós. Então, já tá muito claro que a primeira causa é a falta de estudo. Mas como eu falei, eu tô tentando raciocinar o que faz a pessoa não querer ler, não querer estudar, não querer assistir todos os vídeos e mesmo assim defender algo que ela não conhece os argumentos contrários, nem os argumentos a favor. Por que que ela sai em defesa da obra e por que ela escolhe não aprofundar o estudo? É isso que eu quero entender. E refletindo, eu penso duas coisas, basicamente. Primeiro, que a pessoa é apaixonada pela obra porque ela gosta do médium, como ela gosta, venera, respeita, admira. idolatra, ama o que for, automaticamente ela cria o seguinte pensamento. E alguém, ainda mais um desconhecido, aparecer falando dessa obra que veio através desse médium, eu atacarei, eu revidarei, eu negarei. Então esse provavelmente é o grande motivo, porque muitas obras que vieram, que dizem a mesma coisa que nosso lar, mas vieram por outros médiuns, essas mesmas pessoas que defendem com unhas e dentes nosso lar, não estão nem aí demonstrando que elas não estão preocupadas com a obra, elas estão preocupadas com aquilo que o médium fez ou representa. E embora a gente já tenha dito isso aqui, eu vou repetir mais uma vez. E se é um erro, assim como é um erro, a pessoa formar opinião sem ouvir tudo e ler tudo, é um erro a pessoa achar que o fato da gente criticar duramente o

dito isso aqui, eu vou repetir mais uma vez. E se é um erro, assim como é um erro, a pessoa formar opinião sem ouvir tudo e ler tudo, é um erro a pessoa achar que o fato da gente criticar duramente o livro nosso laro médium e não gostar do médium. Isso é um erro. Se você tivesse visto todo o projeto, você veria que a gente explicou isso diversas vezes. Eu gosto muito da pessoa Chico Xavier, embora algumas pessoas não acreditem. Durante todos esses dois anos, enquanto eu preparei e venho preparando o projeto, eu penso muito nele, eu oro muito para ele. E aqui não é uma oração no sentido de querer ajudá-lo, mas é uma oração no sentido de conversar mentalmente com ele. Eu invoco várias vezes em pensamento a figura o espírito Chico Xavier, porque eu realmente penso que se ele tivesse sido ajudado por verdadeiros cardecistas, ele teria sofrido menos e teria aproveitado mais a sua mediunidade. Então aqui vai um ponto que os adversários precisam entender. A nossa crítica beneficia Chico Xavier também é por ele, não é contra ele. Porque se ele tivesse conhecido Kardec, muitas das coisas que ele sofreu, porque ele acreditava que os espíritos que estavam com ele estavam certos, então ele se submetia, ele não teria sofrido os horrores que ele sofreu e que os defensores nem sabem que ele sofreu. e nem sabem que ele sofreu por causa desses espíritos que elas julgam superiores. Então a pessoa precisa entender que o projeto nosso lar segundo o espiritismo também é por Xavier e para que ninguém mais sofra o que ele sofreu. O segundo ponto que faz as pessoas defenderem mesmo sem ter estudado a obra, é porque aquilo que a obra traz, aquilo que a obra traz, traz um conforto e uma fé, uma esperança. um consolo muito grande nas pessoas. Então, quando você critica a obra, a pessoa sente como se tivesse atacando e tirando dela aquela fé, aquela esperança, aquele consolo. Por isso, ela reage até com violência. O que eu quero que essas pessoas entendam que isso é outro erro, porque ao criticar a obra nosso lar,

e tirando dela aquela fé, aquela esperança, aquele consolo. Por isso, ela reage até com violência. O que eu quero que essas pessoas entendam que isso é outro erro, porque ao criticar a obra nosso lar, nós queremos que você enxergue que aquilo que está na obra de Kardec é melhor. para você. Então, nós não estamos tirando a crença de nosso lar e deixando você sem nada, no vazio, perdida. Nós estamos dando algo melhor que é o que está em Kardec. É isso que essas pessoas precisam entender. E que se elas se dispusessem a estudar e ouvir, elas entenderiam. As coisas que a obra diz geram consequências que trazem prejuízo para você. é que você não enxerga isso. Por isso que existe esse projeto para você perceber que a obra traz erros que lhe prejudicam e que, pelo contrário, ao entender isso, você é beneficiado. Você não é prejudicado. Então eu quero fazer uma reflexão. Tudo o que vai aparecer agora no capítulo 9 nós já respondemos, já está respondido. Quem viu o projeto sabe. É apenas uma repetição das coisas que a gente já falou. Mas hoje eu faço questão de repetir certas coisas, mas agora tentando conversar com você que ainda defende a ópera. Se você tivesse assistido, você já saberia as respostas. Mas agora eu quero fazer, tentar fazer você entender como não faz sentido o que vai ser dito, não está de acordo com a obra de Kardec, basta você ler e comparar. E não adianta você pensar, como muitos dizem, ah, mas Kardec não disse tudo. A gente não pode ficar só com Kardec, muita coisa veio depois e continuou a evolução. A gente não pode ser ortodoxo, ficar só com Kardec fanatizado. Vejam, pensem primeiro. A gente nunca disse que não poderia vir algo depois de Kardec. Nunca a gente disse isso. O que nós afirmamos é que este algo que é apresentado não pode ser considerado esse avanço. Então, a gente não nega que pode haver avanço. A gente nega que isso aqui não pode ser considerado avanço. Por quê? Porque tem contradições, tem coisas que não têm lógica e tem coisas que lhe

avanço. Então, a gente não nega que pode haver avanço. A gente nega que isso aqui não pode ser considerado avanço. Por quê? Porque tem contradições, tem coisas que não têm lógica e tem coisas que lhe fazem mal, só que você não percebe. É isso que você tem que entender e a gente vai tentar mostrar, embora a gente já tenha mostrado. Vamos então à leitura do capítulo 9. Diz então André Luiz, problema de alimentação é o nome do capítulo. Só o nome do capítulo já é um problema, né? Porque nós estamos falando de alimentação no mundo espiritual depois da morte, que é o que André Luiz coloca na obra. E a gente já viu que para a obra de Kardec não há alimentação. Os espíritos não comem, não sentem fome, não precisam se alimentar. A gente já explicou isso na obra. Então, vejam, é uma contradição, porque a obra de Kardec diz que não há e a obra do André Luiz diz que há. E aí você que tá defendendo a obra pode dizer assim: "Mas mesmo que uma diga que não há e André Luiz diga que há, quem garante que não é André Luiz que tá com a razão?" É uma boa pergunta. E para isso você tem que fazer o quê? comparar, refletir e conhecer as consequências disso e ver qual que atende melhor a ciência e a razão e também é o coração. Vamos ver então o que que ele vai dizer. Em levado na visão dos jardins prodigiosos, pedia ao dedicado enfermeiro para descansar alguns minutos num banco próximo. Lízias anuu de bom grado. Agradável sensação de pasme felicitava o espírito. Caprichosos repuxos de água colorida zigu-zagueavam no ar, formando figuras encantadoras. Quem observa esta colmeia imensa de serviço ponderei é induzido a examinar numerosos problemas e o abastecimento. Não tenho notícia de um ministério da economia. Então, vejam o primeiro problema que eu quero que você entenda. André Luiz pede para descansar alguns minutos num banco próximo. Aqui vem um problema que você precisa entender. espírito não pode cansar fisicamente e nem necessita de um banco. Porque a gente na Terra cansa e precisa sentar num banco porque

tos num banco próximo. Aqui vem um problema que você precisa entender. espírito não pode cansar fisicamente e nem necessita de um banco. Porque a gente na Terra cansa e precisa sentar num banco porque a gente tem um corpo físico que gasta energia, que sofre, por exemplo, a influência da gravidade, que cansa os músculos, os ossos, que cansa o corpo. E para descansar essa musculatura, esse corpo, a gente tem que sentar, a gente tem que recobrar as energias gastas. Mas o espírito não tem corpo. Se ele não tem corpo, ele não cansa. Se ele não cansa, ele não precisa de banco. Mas e o corpo espiritual? Nós já explicamos isso. O corpo espiritual, o perespírito, só tem a forma. Ele não tem as necessidades e limitações do corpo físico. É só forma. Só forma. Ah, mas e os espíritos inferiores ainda ainda apegados à matéria? Eles não cansam, eles não têm doenças, eles não têm limitações, eles não precisam sentar. Vejam, isso não tem Kardec. Alguns espíritos logo depois da morte ainda tem a ilusão das questões físicas, mas são alguns, mesmo alguns inferiores não têm essas ilusões, mas alguns têm. Só que essas ilusões não são necessidades reais. E mais, essas ilusões são causadas pelos pensamentos do espírito, não são causados por um corpo que tem aqueles efeitos. Percebem a diferença? Quando a gente tá no corpo físico, a gente cansa, sente dor, tem doenças, porque isso é causado pelo corpo físico que a gente tem. A alma ao perceber isso, quando ela está no corpo, ela sente aqueles efeitos que vem do corpo. Quando a gente perde o corpo e morre, veja, não tem mais um corpo causando a doença, causando a fome, causando a sede, causando cansaço. Alguns espíritos logo depois que morrem tem a ilusão psicológica disso. Então agora a causa daquela sensação que é ilusória não é um corpo que tá causando, é a sua cabeça que tá causando. Ou a gente diria melhor, porque cabeça ainda é algo físico, são as suas ideias, os seus pensamentos enquanto espírito. Então ele pode achar que tá sentindo

tá causando, é a sua cabeça que tá causando. Ou a gente diria melhor, porque cabeça ainda é algo físico, são as suas ideias, os seus pensamentos enquanto espírito. Então ele pode achar que tá sentindo dor, que tá sentindo cansaço, pode achar que ainda tem aquela doença física, pode achar que ainda tem aquela deficiência física, pode achar que tem algum membro amputado, algum câncer, alguma doença, algum cansaço. O espírito pode achar. Mas não é que tem um corpo causando aquilo, é os seus próprios pensamentos desequilibrados que estão causando. Então essa é uma diferença muito importante. E logo depois que ele equilibra os pensamentos, mesmo os inferiores já não tem mais essas sensações ilusórias. E a maneira que os espíritos e os encarnados também podem fazer isso através da prece e da evocação. A maneira que você tem para tirar o espírito dessa ilusão não é dando um banco imaginário, se ele se sente cansado, uma cama imaginária para ele deitar ou uma cama fluídica, não é dando uma comida fluídica. Como a causa é o pensamento, você ajuda ele a mudar o pensamento. Ao mudar o pensamento, ele para de sentir aquilo. Então, não precisa criar uma cidade, não precisa criar móveis, não precisa criar cama, não precisa criar comida. Passa que você elimine a ilusão mudando os pensamentos do espírito. E não há móveis e objetos no mundo dos espíritos. justamente porque como eles não têm corpo, não tem necessidade de ter móveis e objetos. Estão percebendo a diferença do que diz Kardec em contradição com a obra do André Luiz? Os espíritos podem criar alguns objetos, mas são temporários. Ele parou de pensar, não existe mais objeto. Então, se tivesse que existir um banco no mundo dos espíritos para ele sentar, se alguém parar de pensar no banco, o banco some. E mesmo quando os espíritos criam objetos que são temporários, não é com a função de usar o objeto, como a gente vai ver no laboratório do mundo invisível, é com o objetivo de chamar atenção para alguma coisa. ou é um pensamento inconsciente do

e são temporários, não é com a função de usar o objeto, como a gente vai ver no laboratório do mundo invisível, é com o objetivo de chamar atenção para alguma coisa. ou é um pensamento inconsciente do espírito que ele era, por exemplo, tava na guerra enquanto vivo, ele desencarnou, ele mentalmente, faz ali a forma do do da metralhadora, da arma, mas não que ele possa dar um tiro em alguém, ele não usa o objeto, mas ele pode achar que usa nesse momento de desequilíbrio, mas é tudo uma ilusão. Então, não tem como eu criar um objeto e dar para outro espírito, porque ele não tem existência sem o meu pensamento, além de não ter utilidade, porque o espírito não precisa de objetos, porque ele não tem corpo. Aí você diria: "Bom, mas então o que que é o mundo espiritual?" É um é um vazio? Não sabemos. A obra de Kardec vai dizer fisicamente nós não sabemos. A gente só sabe que não pode ser assim pelas razões que a gente explicou aqui. Então você pode ficar tranquilo. Vejam agora como eu disse como Kardec é melhor, porque os seus parentes queridos que partiram antes de você não tem mais doença física, não tem mais limitação física. Isso não é melhor do que ele ainda ter. Ele não tá preso num lugar porque não há lugares, não tá distante de você, ele tá na sua volta perto de você e livre materialmente falando. Isso não é mais consolador do que imaginar ele ainda sofrendo fisicamente. Outra contradição que a obra faz, observem aqui, vocês vão ver no decorrer do capítulo que a obra ela tenta mostrar que existem coisas semelhantes a à Terra ali, porque o local foi criado como uma espécie de transição. Então, a ideia da obra é essa. Por que que existe o nosso lar com coisas iguais à Terra? Porque espíritos ainda apegados à Terra precisam de uma transição até se adaptar ao mundo dos espíritos. Então eles ainda precisam por o tempo daquelas coisas. Essa é a ideia. Então ali em nosso lar eles é a ideia que o livro dá, tá? Eles criaram tudo isso para você ter o básico, ideia do livro. Você vai ter o básico das coisas

m por o tempo daquelas coisas. Essa é a ideia. Então ali em nosso lar eles é a ideia que o livro dá, tá? Eles criaram tudo isso para você ter o básico, ideia do livro. Você vai ter o básico das coisas que você tinha na Terra. para você não ter uma mudança muito brusca. Você tava acostumado com as coisas da Terra, agora você ainda sente as necessidades dela. Se você não tivesse alguma coisa para lhe atender, você eh ficaria mal, doente, correria algum risco. Então, tem nosso lar como uma transição para você ir desapegando. Então, a nosso lar seria uma espécie de lugar que você vai deixando as coisas da terra, desapegando até viver as coisas só do espírito. Essa é a ideia que eles passam na obra. Só que a contradição, meus amigos, dessa ideia que parece parece lógica, né? Não parece lógica essa ideia, mas por que que ela não é verdadeiramente lógica? Porque primeiro a verdadeira vida do espírito é o mundo dos espíritos. Nós viemos de lá, nós passamos muito mais tempo lá. Lá é a nossa verdadeira casa, a nossa verdadeira natureza. a exceção e os momentos de os momentos temporários é que são na matéria e no corpo. Então é o contrário. A alma precisa de um tempo para se acostumar com a matéria, não para se libertar da matéria. Porque por essência o espírito é do mundo dos espíritos. Aqui não é a nossa verdadeira casa. Nós passamos pouquíssimo tempo aqui, mesmo que sejam 100 anos. Isso é pouquíssimo tempo. E todas as noites quando a gente dorme, a gente tá fora do corpo. Então, vejam como é mínimo o tempo que a gente passa no corpo. E a gente já morreu várias vezes, então a gente conhece todo esse processo. A obra apresenta como se o André Luiz tivesse sempre surpreso e sem entender que lugar é aquele, mas ele veio de lá. Essa é a contradição. E você não tem que se é muito mais fácil desapegar da matéria do que se acostumar com a matéria. Por isso que essa ideia não faz sentido. Quer ver outra contradição que essa ideia não faz sentido? Eles dizem que a ideia é ter aquele

is fácil desapegar da matéria do que se acostumar com a matéria. Por isso que essa ideia não faz sentido. Quer ver outra contradição que essa ideia não faz sentido? Eles dizem que a ideia é ter aquele ambiente igual a Terra ali para você ir desacostumando. Só que se a ideia é você ir desacostumando, por que que eles colocam ali coisas desnecessárias que só vão aumentar o seu apego? Porque então você teria que ter simplesmente o básico, mas eles colocam ali detalhes que fogem essa lógica do lugar de transição para desapegar da matéria, porque eles acabam alimentando o apego. Um exemplo é isso aqui. Agradável sensação de paz me felicitava o espírito. Caprichosos repuxos de água colorida. Olha esse essa descrição. Zigu-zagueavam no ar formando figuras encantadoras. O que que quer dizer isso? Qual é a necessidade disso? Então, não é um lugar que tenha só o básico para você ir desapegando. Pelo contrário, eles dizem isso, mas ao contrário, a realidade da cidade fica estimulando. É como se eu dissesse assim, para você, para você perder o vício do doce, eu mando para você para uma cidade que tudo é feito de doce. Faz sentido isso? Então eles dizem que é para desapegar da matéria, mas tudo ali fica alimentando. Então a própria ideia que eles pregam é contraditória, porque eles dizem que é para desapegar e mostra uma realidade que tá o tempo todo alimentando o apego. E lembrando, mais um problema, desapegada da matéria é a coisa mais fácil que tem. para os espíritos. Por eu já falei, porque nós somos espíritos. A matéria é que é uma exceção e a gente já não tem mais o corpo para ficar causando aquele desejo. Então é muito mais fácil pro espírito de se desapegar das coisas da matéria, mesmo os inferiores, porque ele já não tem mais o corpo que ficava alimentando aqueles desejos. Enquanto o André Luiz faz você ficar preocupado com essas coisas da matéria que são simples de de desapegar, aí as verdadeiras coisas que são as mais importantes, que são as questões morais, você não para para pensar.

Luiz faz você ficar preocupado com essas coisas da matéria que são simples de de desapegar, aí as verdadeiras coisas que são as mais importantes, que são as questões morais, você não para para pensar. Esse é o problema dessa obra. Outro problema para você pensar mesmo na terra, mesmo na terra. mesmo na Terra, no auge da vivência da matéria, se a gente ficar um mês sem consumir alguma coisa, a gente já, o corpo já se acostuma sem aquela coisa. Olha que um mês eu tô forçando, porque duas semanas, mesmo no corpo, se a gente ficar duas semanas sem ter contato com alguma coisa material, a gente desapega dela. Quanto mais no mundo dos espíritos que nem corpo a gente tem mais. Então, reflitamos sobre essas contradições conceituais e narr Acho que para variar a gente teve uma queda aí, né? né? Mas acho que agora tá tudo OK, né? Acho que voltou o sinal. Se tiver algum problema aí, vocês me avisem. Deixa eu só confirmar aqui se tá tudo OK. Tá, por enquanto tá tudo OK. E aí, cara? O o André Luiz quer saber do Lisas a questão do abastecimento, né? Porque se tem toda uma cidade funcionando, uma cidade aqui na Terra não precisa de abastecimento, não precisa que as pessoas cuidem da produção, da indústria, da distribuição. Se ele está dizendo que lá é igual, se ele está dizendo que lá é igual, então faz todo sentido a pergunta do André Luiz. Como é que funciona a questão do abastecimento? Se foi dito para ele que ali a cidade funciona igual uma cidade na Terra, comida, com água, com prédios, com ruas, com trânsito, com muros. Então deve ter esgoto com necessidades físicas, com doentes, com transporte. Se tem tudo isso, como é que é feito esse abastecimento das coisas? Da onde vem a comida? Aqui a gente precisa de produção, né? A gente tem quem produz o alimento, a gente tem quem industrializa o alimento, a gente tem quem transporta, quem vende, quem comercializa, que tem toda uma cadeia, porque toda vez que eu puxo uma coisinha, eu tenho que puxar toda a outra, porque uma é consequência da

o alimento, a gente tem quem transporta, quem vende, quem comercializa, que tem toda uma cadeia, porque toda vez que eu puxo uma coisinha, eu tenho que puxar toda a outra, porque uma é consequência da outra. Se ele tá dizendo que isso tem lá, tem que ter toda aquela aquela cadeia de relações. E aqui vem mais uma contradição, porque em alguns momentos a obra dá a entender que as coisas são uma criação através do pensamento. Mas não explica direito, então, por que que os habitantes mesmos não podem criar as coisas? Como é que um não cria em cima da coisa do outro ou não transforma a coisa do outro? Não, por que que não tem esse conflito? Eu não explica, não explica como é que as coisas se mantém naquela forma, já que eu tenho que ficar sempre pensando nela. E se, ah, são os espíritos superiores que mantém, bom, mas então o espírito superior ficaria preso num pensamento só. Então, seria ruim se tornar espírito superior, porque eu teria que virar um escravo mental, onde eu só pensasse numa cidade espiritual para pessoas viverem dentro. Olha os problemas que ele não responde, mas ao mesmo tempo, às vezes ele dá a entender que é criação mental, mas às vezes ele dá a entender que não é criação mental, que é se tornam são produtos realmente que não tem árvore. Se tem árvore tem plantação, tem plantação de comida. Então tem zona rural em nosso lar, tem agronegócio em nosso lar. Olha os problemas que eu vou gerando e eu tenho que responder. Claro que ao dizer essas coisas, o André Luiz viu que ele ia ter, quando ele colocou uma coisa, ele viu que ia ter que explicar toda a consequência dessa uma coisa. Só que é óbvio que ele não ia conseguir explicar, ele ia se perder. É por isso que você tem várias coisas que não são respondidas por uma razão muito simples. Ele não tem como responder. Ele colocou, mas não tem como responder. É muito parecido quando a gente inventa alguma coisa. Quando a gente inventa alguma coisa, para sustentar aquela coisa, a gente tem que inventar outra.

ponder. Ele colocou, mas não tem como responder. É muito parecido quando a gente inventa alguma coisa. Quando a gente inventa alguma coisa, para sustentar aquela coisa, a gente tem que inventar outra. Que para sustentar essa coisa, tem que inventar outra. Esse é o problema da mentira. Como ele quis colocar um lugar igual à Terra, agora ele tem que explicar como é que se dá tudo lá igual à Terra. E aí vem os problemas que ele não explica. E meus amigos, se ele não explica, a gente não pode aceitar cegamente uma coisa que não é explicada racionalmente nem cientificamente. Só porque ele falou, esse é o nosso erro. Então você nega ou no mínimo abstém o juízo. Olha como ele apresentou uma coisa que ele não explicou devidamente, eu não posso aceitar. É o que a gente aprende com Kardec e que a gente não fez, mas ele vai tentar explicar esse abastecimento e a gente vai ver as contradições, os problemas. E mais, se tudo fosse igual à Terra, por a gente precisaria reencarnar? Por que a gente não lembraria do mundo dos espíritos, viu? São questões que a gente tem que parar para pensar. Nós vamos ver a continuação. Agora o Ulísias vai responder, tentar responder a questão do abastecimento pelo André Luiz, né? Antigamente, explicou o paciente interlocutor, os serviços dessa natureza assumiam a feição mais destacada. Deliberou, porém, o atual governador atenuar todas as expressões de vida que nos recordassem os fenômenos puramente materiais. As atividades de abastecimento ficaram assim reduzidas a simples serviço de distribuição sob o controle direto da governadoria. Aliás, a providência constitui medida das mais benéficas. Rezam os anais que a colônia há um século lutava com extremas dificuldades para adaptar os habitantes as leis da simplicidade. Bom, tem muito problema aqui, a gente vai ver junto. Então, Liisias vai explicar aqui que atualmente a governadoria cuida da questão do abastecimento. Ela tem o controle. Então, ela tem o controle exatamente de como as pessoas vão receber

vai ver junto. Então, Liisias vai explicar aqui que atualmente a governadoria cuida da questão do abastecimento. Ela tem o controle. Então, ela tem o controle exatamente de como as pessoas vão receber os produtos materiais. É isso que ele tá dizendo, mas ele diz que no passado não foi assim. Mas vamos ver os problemas dessa dessa afirmação do Lises, os problemas lógicos. Primeiro, a gente tem um um uma contradição escancarada aqui, porque ele diz assim: "Deliberou, porém, o atual governador atenuar atenuar todas as expressões devida que nos recordassem os fenômenos materiais". Meus amigos, desde que a gente começou a estudar a obra, cada milímetro True. Acho que deu mais uma oscilada, né? Cada milímetro de nosso lar lembra a vida material. Vocês estão vendo isso comigo? E agora ele afirma que o governador atenuou as expressões que possam lembrar a vida material. Mas se a gente tá vendo que tudo lembra, a gente tá vendo isso que tudo lembra a vida material. Então é uma contradição porque ele tá narrando cada detalhe, tem até água, comida, móveis. Detalhes mínimos. Aí aqui ele tá dizendo que o governador atenuou as expressões. Isso não é verdade. Pelo que ele mesmo narrou. Então a gente tem uma contradição grosseira. Mas aí ele diz: "Rezam os anais que é colônia há um século". Então ele fala, outro problema, ele fala aqui como se para saber da história passada do nosso lar, são os anais. Então ele teve que ler aí nos livros, nos arquivos há um século. O que que é 100 anos pros espírits, para nós 100 anos é muita coisa no corpo, mas pros espíritos não é nada. para ter que recorrer a livros, como se Liisias não tivesse ali ou não tivesse contato com pessoas que estavam ali há um século. Isso é pouquíssimo pros espíritos. Ele fala como a gente fala aqui na terra, né? Então, eu tenho que recorrer a livros. Dizem que no século XIX, mas é ontem, mas ele vai dizer que havia uma luta no passado. Ele afirma que no presente isso mudou, mas ele não explica como como é que se dá esse controle da governadoria,

. Dizem que no século XIX, mas é ontem, mas ele vai dizer que havia uma luta no passado. Ele afirma que no presente isso mudou, mas ele não explica como como é que se dá esse controle da governadoria, como que a governadoria cuida dos alimentos, do abastecimento das coisas materiais. Como é que se dá esse controle? Como é que não tem roubo, furto, assalto, abuso dentro de nosso lar? Como é que isso é controlado? Como que isso é controlado? Como é que não tem uns comendo mais do que os outros? Vejam, quando eu reúno espíritos imperfeitos numa cidade, eu tenho como característica todos os conflitos sociais de uma cidade. Por quê? Porque a causa é a divergência intelecto, moral dos habitantes daquela cidade. É isso que produz o o caos que a gente vive. Se eu tenho um uma cidade gigante como nosso lar, habitada por espíritos inferiores ditos por eles próprios, como é que eu não tenho esses conflitos lá dentro? É outra contradição. E ele afirma, mais uma contradição, ele afirma que houve conflitos, como ele vai narrar agora. Mas se a causa permanece, por que que só teve conflito no passado, agora não teve? Porque segue sendo uma cidade com espíritos inferiores habitando. Se no passado essa reunião de espíritos inferiores causou naturalmente por por consequência conflitos, porque onde você juntar uma multidão de espíritos inferiores, vai ter conflito, vai ter guerra, vai ter briga, vai ter luta, vai ter roubo, vai ter assalto, vai ter violência, vai ter corrupção. segue a cidade tendo esses espíritos, por que que só teve problema no passado? Como é que se dá no presente que isso não acontece mais? São contradições que ele não explica, porque é óbvio que ele não tem como explicar porque ele está inventando. É isso que você precisa entender. É a mesma, é a mesma coisa quando a gente pega uma obra, um filme, um livro de ficção científica e a gente tenta discutir ele como se fosse realidade. Vocês já brincaram disso? Naturalmente eu vou gerando contradições e coisas que eu não consigo explicar,

, um filme, um livro de ficção científica e a gente tenta discutir ele como se fosse realidade. Vocês já brincaram disso? Naturalmente eu vou gerando contradições e coisas que eu não consigo explicar, claro, porque o livro é de ficção. Então, mesmo que eu tente o que que o que que o leitor e o escritor tenta fazer numa obra de ficção, ele tenta tornar a obra verossímil. Ou o que que isso quer dizer? ele tenta tornar a obra eh com uma lógica possível de existência daquela ficção. Por isso que todas as grandes obras de ficção científica têm as suas teorias próprias. Mas claro que tem sempre um limite, porque se você levar a sério, cientificamente, filosoficamente, gera um monte de contradição. Mas como a gente sabe que é só uma ficção, a gente entende os limites. Mas pro nosso lar, a gente não usa a o a mesma o mesmo critério. A gente quer admitir que ela é realidade, que ela traz um avanço na obra de Kardec. Mas se você agora tá dizendo que não é ficção, que é realidade, agora exige que você prove e tenha rigor científico. E se não conseguir dar conta, não tem validade. É a mesma coisa. Eu sei que Star Wars é ficção. Eu sei que Harry Potter é ficção. Eu sei que Stranger Things é ficção e não e não tem nenhum problema. Agora, se alguém viesse dizer que essas obras evoluem a física, aí é outros 500. Aí a pessoa ou seria chacota, piada, ou ela não seria aceita no mundo acadêmico. Porque aí sim, quando eu tento transformar aquilo em algo sério e verdadeiro, eu gero uma série de contradições científicos e lógicas, pois o nosso lar é a mesma coisa. A gente tenta dizer que é algo sério, mas não apresenta daí o rigor que algo sério exige. Então não adianta você dizer: "Ah, é possível só por causa da imaginação". Na imaginação tudo é possível. Basta você ver os filmes e séries de ficção. Então você não pode usar o raciocínio de que, ah, é possível porque a imaginação é possível. Não, não. Se eu afirmo que é verdade, não basta simplesmente eu usar o critério da imaginação possível para

Então você não pode usar o raciocínio de que, ah, é possível porque a imaginação é possível. Não, não. Se eu afirmo que é verdade, não basta simplesmente eu usar o critério da imaginação possível para dizer que deve ser possível. Ah, deve ser possível, a gente só não sabe. Bom, se deve ser possível, a gente não sabe. Então, eu ainda não posso aceitar até saber. Ou você fundamenta e explica, ou eu não aceito, nem que seja até você me explicar. Então, a gente não pode usar esse critério como as pessoas usam, as pessoas raciocinam assim pro nosso lar. Ah, na minha imaginação é possível. Então, deve ter uma explicação. Eu só não sei qual é. Aí ela aceita a obra. Só que ela não entendeu que esse raciocínio que ela está fazendo tá equivocado. Porque se eu levar a sério como realidade, eu tenho que exigir a explicação. E se a explicação não vier, eu não posso aceitar. Então, ou você trata como uma ficção e se e se você tornar uma ficção, ela é uma ficção ruim. Como verdade, ela tem problemas também, ela não serve. E como ficção, as obras de ficção que a gente tem são muito mais ricas que nosso lar. Então, ela perde dos dois jeitos. Mas vamos prosseguir. Então segue o Lises dizendo muitos recém-chegados ao nosso lar. Agora ele vai falar desse passado, né? Muitos recém chegar. Pessoal, eu tô olhando aqui porque eu tô toda hora conferindo, tá, a internet se tá tudo OK. Muitos recém-chegados ao nosso lar duplicavam exigências. Por que que os atuais chegados em notular não fazem o mesmo? Sendo que é a mesma categoria de espíritos inferiores? Queriam mesas lautas, bebidas excitantes, dilatando velhos vícios terrenos. Apenas o ministério da união divina ficou imune de tais abusos pelas características que lhe são próprias. Então ele, olha só o que ele tá dizendo. Os espíritos chegavam em nosso lar e queria, se a lógica do livro diz que você continua precisando se alimentar, as pessoas chegavam lá querendo. Então eu quero alimento mesmo, eu quero mesas lautas, que nem ele diz, né? O gaúcho

o lar e queria, se a lógica do livro diz que você continua precisando se alimentar, as pessoas chegavam lá querendo. Então eu quero alimento mesmo, eu quero mesas lautas, que nem ele diz, né? O gaúcho iria pedir um churrasco, já que é para continuar se alimentando. Então eu quero o melhor alimento possível, quero mesa farta. E aí ele diz que isso acontecia, mas não explica porque que não acontece mais, porque continua chegando o espírito ainda inferiorizado na na cidade. Mas ele diz que o ministério da União Divina ficou de fora. Então ele tá dizendo para você que o ministério da união divina é um é é ele não entrou nessa onda de querer coisas grosseiras, materiais, porque ele é composto de espíritos mais evoluídos. Só que a gente leu no estudo passado, a gente leu juntos no estudo passado que o governador se alimentava e dormia. Então é uma contradição. Tem horas que ele diz que tem, tem horas que ele diz que não tem, tem horas ele diz que é superior, tem horas que é inferior. Contradições e contradições. No entanto, os demais viviam sobrecarregados de angustios problemas dessa ordem. O governador atual, todavia, não poupou esforços. Tão logo assumiu obrigações administrativas, adotou providências justas. antigos missionários daqui puseram-me a ocorrente de curiosos acontecimentos. Bom, então, diante da crise espíritos querendo comer de maneira demasiada, mesas robustas, eles queriam comidas pesadas e suculentas em nosso lar, o governador vai agir para isso não acontecer. Aqui vem algum mais problemas que a obra traz. Primeiro, se isso realmente acontece, se é possível, vejam que pro governador atuar é porque era possível comer no mundo dos espíritos, segundo a obra, era possível comer dessa maneira. Ninguém proíbe, controla ou age se isso não fosse possível. Questão de lógica. Se o governador teve que agir, é porque era possível fazer isso. Se era possível comer dessa maneira, por que que os espíritos que queriam isso não foram para lugares onde isso era liberado?

e lógica. Se o governador teve que agir, é porque era possível fazer isso. Se era possível comer dessa maneira, por que que os espíritos que queriam isso não foram para lugares onde isso era liberado? Por que que o governador não deixou essas pessoas que olha, quem quer comida vai paraa outra cidade. Aqui é lugar para desapegar da comida. Não tem livre arbítrio, não tem lei de liberdade em nosso lar. Se você tem alguém que quer uma coisa diferente de você, ela que vai procurar isso no outro lugar. Eu não posso interferir no livre arbítrio. Ah, mas é que por como ele amava muito aquelas pessoas, alguém pode dizer assim, ele se esforçou para fazer elas deixarem de querer comer muito para elas se espiritualizarem e evoluírem mais rápido. Mas e a parte de quem tava querendo comer muito, elas não podiam ir embora. Imagina que eu sou alguém viciado em comida, chego numa cidade onde eles dizem: "Não, aqui tá proibido comer bastante". Eu digo: "Bom, então eu vou procurar uma que tá liberado a comer bastante." Aqui a gente vê esse problema da lei de liberdade, porque ele dá a entender que é um presídio. Mas como que pode haver um presídio? Como que Deus e os espíritos evoluídos prenderiam outros espíritos? E a lei de liberdade? E a lei de liberdade? Outra coisa que também é um problema da obra que a gente tem que pensar, se era possível comer à vontade, por que que o governador não podia deixar as pessoas comerem à vontade? Ah, porque daí elas ficariam muito muito apegadas à matéria ainda. Elas não iriam evoluir da maneira correta. Mas vou, deixa eu entender a lógica. Para algumas coisas, em osso lar, tudo é igual à Terra, porque não pode ser mudado bruscamente. Para outras, a mudança tem que ser brusca. Veja uma contradição para algumas coisas, não. Isso aqui tem em nosso lar porque é uma região de transição, mas para outras tem que abandonar rapidamente, senão o governador tem que atuar. Vejam, nova contradição. Não poderia dizer assim, ó, vocês vão ficar comendo, comendo, comendo,

ma região de transição, mas para outras tem que abandonar rapidamente, senão o governador tem que atuar. Vejam, nova contradição. Não poderia dizer assim, ó, vocês vão ficar comendo, comendo, comendo, comendo, comendo. E aqueles que forem decidindo abandonar a comida, vão ter um lugar melhor para viver, uma casa melhor ou vão ir para um plano superior. Vejam que o governador tá mais preocupado com a comida do que com a moral. Porque se ele poderia dizer assim: "Olha, se todo mundo viver em harmonia, todo mundo se respeitar, cada um, não houver violência, roubo, a gente respeita esse tempo em que a pessoa ainda quer comida". Mas não, ele ele tá mais preocupado com a questão da do apego à comida do que com a questão moral das relações entre as pessoas. De novo, por isso que a obra não faz sentido, porque os espíritos estão mais preocupados com as questões materiais do que com as questões morais. Porque se as pessoas comessem demais, isso é problema individual de cada um, né? Por que que ele se preocupa com isso? Mas e as questões morais de relação, de egoísmo, de inveja, de violência, de desigualdade injusta, de agressividade, essas coisas que um afeta o outro, que aí sim é relação sua para com do outro. Essas ele não tá, eles não estão tratando, eles estão preocupados com o que você come. Mais um problema. Veja, eu sempre vou colocando vários. Quem disse que ter boa mesa e comer à vontade significa ser glutão. Se eu tô num lugar onde a comida não é um problema como é na terra, porque aqui a gente tem escassez. Aí eu tô no mundo dos espíritos, onde tudo é fluídico. Então eu tenho tudo em abundância. Se as pessoas, tô usando a lógica do livro para mostrar como a própria lógica do livro traz problemas. Se as pessoas querem se alimentar com coisas gostosas e saborosas, que mal tem? O problema não é o excesso. Quando eu tô na terra, eu posso comer comer bem, não é comer pouco ou comer menos. Essa é uma confusão que o André Luiz, por não ser um verdadeiro espírito superior, faz.

? O problema não é o excesso. Quando eu tô na terra, eu posso comer comer bem, não é comer pouco ou comer menos. Essa é uma confusão que o André Luiz, por não ser um verdadeiro espírito superior, faz. Comer bem não é imoral, comer errado é imoral. Então, a comida pode ser a mais saborosa, suculenta e gostosa possível. Não é isso que causa o apego ou desapego, porque as pessoas extremamente saudáveis não deixam de comer bem. Então, olha a confusão de ordem que eles fazem. O governador não sabia disso, mas ele é governador. Ele não sabe que o que determina a moral ou a imoralidade de alguma coisa não é a qualidade da coisa. Como se para eu não ser apegado à matéria, eu tenho que ter tudo ruim da matéria. Não. O espírito à medida que avança, ele preza pelo capricho. Pelo contrário, o progresso faz a gente querer ter as melhores coisas. O nosso problema não é ter as melhores coisas, é quando a gente conquista as melhores coisas de maneira ilícita ou quando a gente exagera. Então, por que que eles não poderiam ter mesas, em vez de ter só sopinha fluídica sem gosto, eles não poderiam ter uma boa mesa com coisas saudáveis? Porque não é isso que constitui o apego. Então, há vários problemas de contradição lógica interna obra e de contradição com a própria teoria moral. Veja, eu coloquei vários problemas, vários, mas ele vai seguir com a história. Disseram-me que a pedido da governadoria vieram 200 instrutores de uma esfera muito elevada, a fim de espalharem novos conhecimentos relativos à ciência da respiração e da absorção de princípios vitais da atmosfera. Veja, reflitam. Primeiro que quem está acompanhando todo o projeto, desde que a gente tá estudando, lendo a obra, vocês já notaram que na obra ele gosta muito de focar em números grandes, que é uma tentativa, quem lida com literatura sabe disso, é uma tentativa do autor de passar a ideia de grandeza, de urgência paraa cena. Então, lembra quando o Liisias falou que o Liízias falou que cuidava de não ter 70 e poucos espíritos? Aqui o governador

é uma tentativa do autor de passar a ideia de grandeza, de urgência paraa cena. Então, lembra quando o Liisias falou que o Liízias falou que cuidava de não ter 70 e poucos espíritos? Aqui o governador mandou chamar 200 instrutores porque como ele quer passar uma ideia de urgência paraa cena que ele tá descrevendo, então ele quer mostrar para quem é mais desavisado, destreinado na literatura, ele quer passar pra pessoa que tá lendo a ideia: "Meu Deus, foi tão grave que o governador mandou vir 200 espíritos". Aí você fica com aquela sensação de grandiosidade do acontecimento. Só que, meus amigos, não se iludam pelas palavras. Raciocinem por trás das palavras. Por que precisaria de 200 espíritos? Pensem, o governador não basta. Vejam que ele ele dá evolução pro governador, dá autoridade pro governador, mas as consequências da evolução e da autoridade, ele não dá. De novo, é uma contradição. Se o espírito é muito evoluído, ele dá conta. Por que que ele precisa de ajuda se ele já é superior? Não é como aqui. Aqui, mesmo que você seja superior aqui na terra, se você é superior, se você tiver sozinho, a multidão pode lhe prender, lhe matar, lhe torturar, lhe espancar. Então você precisa de número para estabelecer, nem que seja uma autoridade à força, mas nós estamos falando do mundo espiritual de espíritos contra um dito governador. O governador tem medo, não tem poder suficiente para dar conta da cidade inteira. Então, o espírito evoluído tem limitação, corre risco, pode sofrer um golpe, contradições e problemas não respondidos. Mas aí ele diz que esses 200 espíritos vieram pro nosso lar naquela época para ensinar as pessoas a absorver nutrientes do da atmosfera através da respiração. Então tem pulmão, porque para respirar tem que ter pulmão. A gente viu que o espírito não tem órgãos. E mais, se você podia ensinar os espíritos ali a absorver a comida através da respiração, vejam a contradição que ele cria aqui. Escutem e prestem atenção na história. No período de crise, onde as pessoas

is, se você podia ensinar os espíritos ali a absorver a comida através da respiração, vejam a contradição que ele cria aqui. Escutem e prestem atenção na história. No período de crise, onde as pessoas queriam mais comida, a decisão do governador foi ensinar todos a absorver o mínimo possível de nutrientes da própria atmosfera no momento de crise e apego. E agora no presente, que segunda a obra todo mundo tá equilibrado, aí tem sopinha fluídica. Aí tem comida na mesa, mas é contraditório porque no período de equilíbrio, o que é dado é mais material e no período de crise o que é dado ou exigido é algo menos material. Mas não devia ser o contrário, porque a história podia dizer assim: "Não, naquele período de crise, o governador autorizou então que fosse dado comida fluídica para atender aquele povo faminto, ainda pegado a terra. Agora que todos estão mais equilibrados num período de paz, basta simplesmente absorver do arico nutritivo. Lembrando que nada disso existe para Kardec, porque não tem sistema digestivo, não tem fome, não tem pulmão, mas entrando na lógica da obra também é contradição. E aí ele vai dizer que alguns colaboradores técnicos de nosso lar vão vão realizaram-se assembleias numerosas. Alguns colaboradores técnicos de nosso lar manifestavam-se contrários, alegando que a cidade é de transição e que não seria justo nem possível desambientar imediatamente os homens desencarnados mediante exigências desse teor sem grave perigo para suas organizações espirituais. Então, vejam mesmo, alguns colaboradores, ou seja, pessoas que trabalhavam em nosso lar foram contra o governador, usando a própria lógica que o próprio governador criou e existe em nosso lar. O tempo todo a gente tá vendo que tudo que existe em nosso lar é porque você não pode desambientar imediatamente as pessoas das coisas da terra. A gente tá vendo isso o tempo todo, desde que começou a obra, mas com relação à comida, o governador quer desambientar imediatamente. Por que que com relação à comida ele

pessoas das coisas da terra. A gente tá vendo isso o tempo todo, desde que começou a obra, mas com relação à comida, o governador quer desambientar imediatamente. Por que que com relação à comida ele quer desambientar imediatamente e com o resto não? É curioso essa contradição. Mas aqui vem mais um problema que para mim é mais grave. O que ele diz no final, sem grave perigo para suas organizações espirituais. Meus amigos, se a pessoa já morreu, porque aqui a gente tá falando de mundo espiritual, pessoas mortas, desencarnadas, o espírito tá dizendo que deixar de comer do jeito que aqueles espíritos queriam é um perigo para as organizações espirituais. Que perigo, meus amigos. Então o espírito morre de fome, fica desnutrido, tem hipoglicemia, mas não tem corpo, meus amigos. E mais uma vez, se chegava ao ponto daqueles espíritos, tá sendo negado para eles comida, certo? tava sendo negado pelo governador do jeito que eles queriam. E isso representava um perigo. Por que que esses espíritos não foram para outra cidade, para outro lugar, para um lugar mais inferior onde descem comida? Eles não disseram que existem inúmeras colônias para cada etapa da evolução. Então não tem uma colônia que sirva comida à vontade para aqueles que ainda são muito apegados, ainda mais que tá oferecendo perigo. Então por que que o governador não disse não? Então levem eles paraa cidade X. Lá eles poderão comer até se se desapegarem. Não, o governador deixou eles presos ali, passando fome e com risco, que a gente não sabe bem que risco é, porque se já tá morto, vai acontecer o quê? Vejam, vejam os absurdos. E eu fico me perguntando, eu fico me perguntando, eu tô conversando com você? Eu não tô nem conversando com quem já é a favor do nosso projeto. Vocês me perdoem. Vocês são quem estão aqui sempre, são meus amigos, são meus apoiadores, mas tenham esse ato de benevolência pra gente conversar com quem é contrário a ao projeto e defende a obra. Será que não, em nenhum momento, diante dessas falas aqui, a Federação Espírita

apoiadores, mas tenham esse ato de benevolência pra gente conversar com quem é contrário a ao projeto e defende a obra. Será que não, em nenhum momento, diante dessas falas aqui, a Federação Espírita Brasileira não teve o mínimo de vontade de pelo menos questionar o André Luiz sobre as coisas que ele tava dizendo. mesmo que eu amasse o médium, amasse o espírito, mesmo que eu quisesse publicar a obra, que eu fosse a favor dela, mas a eu mesmo, se fosse dirigente da FEB aquela época, eu mesmo ia dizer: "Mas vamos perguntar mais pro André Luiz sobre isso aqui, porque tá, essa história tá muito fantástica. Por que que nenhum momento independente do que o André Luiz diz na obra? Eles não sentiram um pontinho de curiosidade. Eles tinham o médium à sua disposição. Eles tinham o Chico Xavier à sua disposição. Por que que eles não fizeram perguntas pro André Luiz explicar o que ele tá dizendo aqui? Por que que o André Luiz não tem um livro onde aqui estão as mil perguntas que a gente fez durante o processo de produção do nosso lar das dúvidas que surgiram? Simplesmente ele falou tudo isso. A federação achou normal, o Chico achou normal e vamos publicar. É assim mesmo. A federação vai me desculpar, mas isso dá a entender, me faz pensar que a ganância de vender e lucrar com a obra me parece que era o que importava. Porque você tá vendo essas coisas que qualquer ser humano normal diria: "Nossa, mas is eu tenho várias perguntas para fazer para André Luiz e tinha um médio de disposição. Será que os defensores da obra do André Luiz que estão me ouvindo agora, até nisso vocês vão discordar de mim?" No mínimo pedir esclarecimentos, tirar dúvidas, não podia ter nem isso a gente pode ser fiel a Kardec. Não era o que Kardec fazia, questionar, pedir explicações. O André Luiz é tão inquestionável assim a esse ponto. Olha tudo que ele tá dizendo aqui nesse parágrafo. Não dá para pelo menos a dúvida eu ter. Até isso é pecado. É isso que vocês querem me convencer. Eu sou fanático, obsidiado, ortodoxo e das

se ponto. Olha tudo que ele tá dizendo aqui nesse parágrafo. Não dá para pelo menos a dúvida eu ter. Até isso é pecado. É isso que vocês querem me convencer. Eu sou fanático, obsidiado, ortodoxo e das trevas. Por isso aqui eu no mínimo levantar dúvidas. E quem aceita isso aqui cegamente é que tem bom senso. Até nisso vocês vão discordar de mim. que tem alguma coisa estranha acontecendo, que aconteceu nesse século XX aí com quando essa obra tava sendo escrita. Mas assim como André Luiz não foi questionado e não explicou, ele só narra, narra, narra e não explica, a federação não tá nem aí para responder as nossas angústias e dúvidas. E provavelmente, mas provavelmente a federação nunca vai fazer isso. Se um dia na história um grupo de pessoas novas assumirem a direção da federação e reverem todo esse passado, a gente vai ter um momento histórico. Eu acho que isso nunca vai acontecer. a federação vai acabar sumir sem ter feito isso. Cabe a gente criar projetos paralelos para fazer essas questionamentos. O governador, contudo, não desanimou. Prosseguiram as reuniões providenciais e atividades durante 30 anos consecutivos. 30 anos consecutivos numa briga entre querer comer muito e o governador controlar a comida. Mas eu não sei. Só que parece um casamento que o casal não quer acabar, né? Se um quer uma coisa e o outro quer outra, por que que não se separa? Eu eu não consigo entender porque que eles não se separaram. É uma prisão nosso lar. Quer dizer que você tá preso em nosso lar, não há mais livre arbítrio. E vocês vão ver que a obra vai passar essa ideia. A obra vai passar. Não é o Michel falando, a obra vai passar essa ideia, porque senão raciocíem comigo. Senão era só eu dizer assim: "Ah, eu tô nesse lugar aqui há mais de uma década, o governador não quer deixar a gente comer, eu vou para outro lugar onde deixem eu comer." Mas por que que eles não saíram de lá, os que estavam sofrendo? Olha só, algumas entidades eminentes. Emininentes. Então, quer dizer que espírito superior

u vou para outro lugar onde deixem eu comer." Mas por que que eles não saíram de lá, os que estavam sofrendo? Olha só, algumas entidades eminentes. Emininentes. Então, quer dizer que espírito superior briga com espírito superior na obra do André. Chegaram a formular protestos de caráter público reclamando. Então, mesmo espírito mais evoluído briga com espírito mais evoluído. Olha a ideia que a obra passa. Ah, mas é que é um lugar de espíritos inferiores. Mas aqui a gente tá falando dos líderes. A gente não tá falando da população que poderia ser inferior que briga, mas entre os líderes eles brigam. Olhem o o a o o aonde chegou essa obra. Eu fico impressionado como que as pessoas não reagiram a isso. Por mais de 10 vezes o Ministério do auxílio esteve superlotado, olha isso, de enfermos onde se confessavam vítimas do novo sistema de alimentação deficiente. As pessoas estavam parando no hospital e nos lar por falta de comer bem. E o governador não, tem gente passando mal, passando fome, mas eu não deixo comer porque eu sou espírito superior, amo vocês e vocês vão aprender desapegar na matéria a força, meus amigos, isso é a ideia de mundo espiritual superior, de ação de espírito superior, forçando, forçando mesmo com as pessoas indo parar no hospital. Ah, mas é em nome do bem. Então, os fins justificam os meios na obra de nosso lar. Aí os opositores do projeto que eu estou fazendo dizem que eu me comporto como um fanático religioso. Meus amigos, fanatismo religioso é o que o governador tá fazendo. Em nome do bem, eu vou obrigar todo mundo a comer o tanto que eu quero, porque é o que Deus quer, porque é o bem, porque é o melhor. Isso é fanatismo. É quando eu causo dor pros outros para que os outros façam o que eu quero em nome do da minha crença. Eu sou ortodoxo porque eu acho que a gente tem que seguir Kardec, questionar essas obras, usar o critério cardequiano, mas isso que o governador tá fazendo é virtude. Vejam as contradições que vocês estão fazendo, meu Deus. Nesses períodos, os opositores da

Kardec, questionar essas obras, usar o critério cardequiano, mas isso que o governador tá fazendo é virtude. Vejam as contradições que vocês estão fazendo, meu Deus. Nesses períodos, os opositores da redução multiplicavam acusações. O governador, porém, jamais castigou alguém. Aqui a gente vai ver o porque ele quer dar a entender que o governador foi muito virtuoso nesse momento de conflito, né? Então, as pessoas estavam acusando o governador do que ele tava causando. Os defensores dizem: "Não, mas é para o bem de todos, mas os fins não justificam os meios". A gente vai ver no aula de Kardec que os espíritos superiores não nos forçam a nada. E vejam, mais uma vez eu lembro, mais uma vez eu lembro. O governador não tá aqui forçando uma coisa, por exemplo, ah, tinham pessoas querendo fazer mal para outras, não. Ele tá causando todo esse reboliço por um problema individual, que é o problema do da gula. O governador fez uma guerra com as pessoas de nosso lar por causa da gula. Você não tá falando aqui de uma história de espíritos querendo fazer mal para outros. E a parte moral e a liberdade, o livre arbítrio e os outros e e as outras colônias. E outra, como é que as pessoas estavam ficando doentes sem comida? se o governador tava dando básico através da respiração e outra, não tem corpo, não tem organismo, fica mal por quê? E outra, se eles dizem que tudo lembra a Terra porque é uma transição, por que que ele não podia criar comida igual? Tudo pode ser igual, menos a comida. Vejam, são vários problemas. E o mais grave, ele diz aqui que o governador não castigou ninguém, né? A gente vai ver daqui a pouco que o governador vai chegar a prender pessoas. O governador vai mandar prender pessoas. convocava os adversários da medida a a palácio e expunha-lhes paternalmente. Ó, como ele quer forçar para nós a ideia de que o governador é virtuoso, porque o André Luiz percebe que ele não, ele percebe o perigo de gerar contradição aqui. Ele viu que ele tá contando uma história, mas ao mesmo tempo ele quer

s a ideia de que o governador é virtuoso, porque o André Luiz percebe que ele não, ele percebe o perigo de gerar contradição aqui. Ele viu que ele tá contando uma história, mas ao mesmo tempo ele quer salvar o governador. Mas não dá para salvar o governador e manter a história. Ou é uma coisa ou é outra. Ele fica dizendo: "O governador não, paternalmente o governador não penalizou ninguém porque ele ele sabe que ele precisa manter paraa história a superioridade do governador, mas ao mesmo tempo ele já gerou um problemão pro governador ao narrar sua história. Os projetos e finalizados do regime, destacava a superioridade dos métodos de espiritualização. Mas isso é problema de cada um. O espírito não pode forçar o outro a evoluir. Nem aqui na terra. Nem aqui na terra. A moral espírita, ela trata daquilo que é do plano individual ou no mínimo da relação com o outro. Eu devo respeitar a liberdade do outro. O meu direito termina onde começa o direito do outro. Agora, coisas que são problemas pessoais, cada um responde por si. Nem aqui na terra alguém governa totalmente a nossa individualidade. E lá o governador quer cuidar de até de da individualidade das pessoas, como se ele fosse dono. Facilitava aos mais rebeldes e inimigos do novo processo variadas excursões de estudo em planos mais elevados que o nosso, ganhando assim maior número de adeptos. Então, olha a ideia. O governador levava aquelas lideranças que eram contrárias, que já é uma contradição brutal, espíritos líderes brigando entre eles, é uma coisa que não faz sentido, mas aí o governador levava eles para esferas superiores para, ó, meus adversários, vejam como isso que eu tô fazendo vai gerar isso aqui, ó, dele mostrava uma cidade em situação melhor. Mas meus amigos, se o governador aplicou isso para comida, por que que ele não aplicou isso para tudo? Se o governador forçou uma coisa para todo mundo se espiritualizar o mais rápido possível, mas ele pegou só a questão da comida, por que que ele não fez pro resto aí? Pro resto não. Daí tem

para tudo? Se o governador forçou uma coisa para todo mundo se espiritualizar o mais rápido possível, mas ele pegou só a questão da comida, por que que ele não fez pro resto aí? Pro resto não. Daí tem tudo igualzinho a Terra. Mas por que que só para isso não? O André Luiz não explica. Ant pausa mais longa, reclamei interessado. Continue, por favor, meu caro Liízias, como terminou a luta edificante. Veja, é luta, mas é edificante. Depois as pessoas brigam comigo quando eu digo que isso é papo de espírito fascinador. Você diz uma um absurdo, mas junto você coloca palavras paternalmente luta etificante. Eu uso termos positivos para esconder uma violência. É isso que ele tá fazendo aqui. E aí as pessoas querem brigar comigo, que denuncio isso e mostro que Kardec mostrou que os espíritos fascinadores usam termos bons para deixar passar coisas ruins. Mas aí os opositores dizem que eu sou o problema, mas tá aqui no livro. Depois de 21 anos de perseverantes demonstrações por parte da governadoria. Então, olha os a quantidade de anos que o governador insistiu. Aderiu o Ministério da Eleevação, passando a abastecer-se apenas do indispensável. Então, depois de um tempo, o ministério da elevação se uniu à ideia do governador. Mas meus amigos, como é que pode ter conflito entre entre ministérios, espíritos elevados não entram em conflito? Mas ok. Então, depois de um tempo, o Ministério da Eleevação começou a aderir à ideia do governador. A história também não explica se a maioria dos ministérios era contra o governador, porque que eles não derrubaram o governador? Não explica, né? Por que que todo mundo estava sofrendo com as decisões do governador, mas não derrubaram o governador. Não explica, né? Por que que eles não poderiam fazer isso? Se ele já disse que pode ter luta, que pode ter gente passando fome, indo pro hospital, se pode ter ministério em conflito, por que que não pode ter também golpe de estado? Nota, o André Luiz, ele quer construir um paraíso entre aspas, mas ele não ele

te passando fome, indo pro hospital, se pode ter ministério em conflito, por que que não pode ter também golpe de estado? Nota, o André Luiz, ele quer construir um paraíso entre aspas, mas ele não ele não percebe a contradição. Se eu puxo características iguais à Terra, algumas, por que que as outras que não convém a história eu não puxo? Percebe? O mesmo não aconteceu com o Ministério do Esclarecimento. Então ainda tava rachado o governo de nosso lar, que demorou muito a assumir compromisso em vista dos numerosos espíritos dedicados às ciências matemáticas que ali trabalham. Eram eles os mais teimosos aniversários, mecanizados nos processos de proteínas e carboidratos imprescindíveis aos veículos físicos, não cediam terreno nas concepções correspondentes daqui. Aqui para mim tem algo assim também que é típico de espírito pseudo sábio. A quem assiste todos os vídeos já sabe que eu já mostrei em outros trechos. Todas as vezes que André Luiz vai falar do intelecto, ele coloca de uma maneira pejorativa, negativa. Tudo que é relacionado ao sentimento, ao sentimentalismo, é positivo, divino, superior e sagrado. Tudo que é relacionado ao intelecto é vaidade, orgulho, perdição, rebeldia, pecado. Sempre assim, na obra do André Luiz inteira, na obra do Emmanuel também, porque isso é exatamente a tática do espírito obsessor, fascinador, pseudo sábio. Tudo que possa fazer você pensar, raciocinar, ele vai pintar como ruim. Porque é claro, se você raciocinar, pensar, usar a razão, você não vai acreditar mais nele, não vai mais ser dominado por ele. Então ele sempre pinta os intelectuais como pecaminosos. Aqui ele faz a mesma coisa. Ele mostra que os as principais lideranças desse desse desta guerra civil em nosso lar se dava pelos matemáticos, os ligado à ciência, os matemáticos. Eles são vistos como os vilões. Olha a construção da ideia por trás, que é o que o movimento espírita tem. O movimento espírita tem antipatia por quem estuda, por quem reflete. Muitas pessoas que questionam aqui o

os como os vilões. Olha a construção da ideia por trás, que é o que o movimento espírita tem. O movimento espírita tem antipatia por quem estuda, por quem reflete. Muitas pessoas que questionam aqui o projeto dizem assim: "Quem é você para falar? Onde estão suas obras?" Veja, o pessoal quer ir para esse lado do do da caridade. Quem é você para falar? Elas não, os argumentos, a lógica, a reflexão, as comparações que a gente faz, elas ignoram, porque elas vão para esse lado que não é o lado da razão. O que elas não param para pensar é que não se trata de as minhas obras ou não as minhas obras. A gente tá fazendo um exercício lógico. É como se eu dissesse, é como se alguém dissesse assim, 1 + 1 é 3. E eu dissesse assim, não, gente, 1 + 1 é 2, porque duas unidades somadas formam dois. E aí a pessoa diz assim: "É, quem é você? Onde estão suas obras?" Mas veja, não tem nada a ver o campo da lógica não tem nada a ver com o campo da moral. Eu não posso justificar erros da lógica recorrendo à moral. Isso é prova de que a pessoa não tem argumento. A pessoa fala isso porque ela não tem argumento. Mas isso vem da influência do André Luiz, do Emmanuel, sempre colocando quem pensa, quem reflete, quem usa razão como vilão. E Kardec diz isso. Não sou eu que estou dizendo. E você abrir o capítulo 23 do livro dos médiuns, pegar quando ele vai falar dos vacinadores, Kardec diz: "Qualquer um que possa abrir os olhos do fascinado, o vacinador inspira antipatia, que é justamente para ele não ouvir os argumentos". Mas vejam que quem quem tá quem tá criando rebuliço lá em nosso lar são os cientistas matemáticos. E aqui no finalzinho ele diz, eh, mecanizados nos processos de proteínas e carboidratos imprecidíveis aos veículos físicos. Sim, é os veículos físicos, mas não tem mais veículo físico, não tem mais corpo. Per espírito, não tem órgãos, então ele não precisa de proteína e carboidrato. Então a discussão não faz sentido pra obra cardequiana. Ah, nas concepções correspondentes daqui não há concepções correspondentes. O

, não tem órgãos, então ele não precisa de proteína e carboidrato. Então a discussão não faz sentido pra obra cardequiana. Ah, nas concepções correspondentes daqui não há concepções correspondentes. O perespírito não é correspondente ao corpo físico. Vamos lá. Semanalmente enviavam ao governador longas observações e advertências repletas de análise e numerações, atingindo, por vez imprudência. E olha que interessante, os matemáticos estão tentando usar dados, elementos, eh números, apontamentos lógicos para tentar convencer o governador. O governador só usa a força, deixando os outros passar fome e ir pro hospital. Mas o vilão é o matemático. Interessante isso, né? Mesmo que os matemáticos estivessem errados, mas pelo menos eles estão, olha, eles enviavam relatórios tentando convencer, pelo menos eles estavam usando métodos de convencimento racional. O governador só dizia: "É assim pro bem de vocês". E fazia as pessoas passar fome ir pro hospital. O velho governante, contudo, nunca agiu por si só. Ó como ele quer salvar a ideia do gover do do governador. Mas ele já criou vários problemas, requisitou assistência de nobres mentores que nos orientam através do Ministério da União Divina e jamais deixou o menor boletim de esclarecimento sem exame minucioso. Então ele diz que ele dá a ideia de que o o governador respondia aos relatórios dos matemáticos. Ou seja, o governador mostrava pro pros matemáticos que os relatórios deles estavam equivocados e que o governador tinha razão. Por que que o André Luiz não mostra a comparação dos relatórios? Então, pra gente saber qual é esse argumento que o governador apresentava, ele não mostra, ele só diz que o governador respondia. Aí fica a sensação, viu? O governador não deixou de responder. Por que que ele não mostra a resposta? Porque não há resposta. Isso aqui é uma narrativa para salvar a história do lado que ele quer defender. Porque eu gostaria muito de ouvir os argumentos do governador enfrentando os argumentos dos matemáticos.

ão há resposta. Isso aqui é uma narrativa para salvar a história do lado que ele quer defender. Porque eu gostaria muito de ouvir os argumentos do governador enfrentando os argumentos dos matemáticos. Se ele ganhou em argumentos, por que que o André Luiz não apresenta? Ele só diz que tem. É como se eu dissesse assim para vocês: "O fulano a discutiu com o fulano B. O fulano A ganhou, hein? Mas eu não apresento discussão. Aí fica fácil para eu defender o A. Eu só digo que ele ganhou e que ele foi melhor, mas me apresente o melhor. Mas ele não apresenta porque é uma farsa a história. Enquanto argumentavam cientistas e a governadoria contemporizava, formaram-se perigosos distúrbios no antigo departamento de regeneração, hoje transformado em ministérios. Então agora ele vai mostrar o que que a história quer mostrar que começou a gerar coisas graves essa rebelião, né? Essa guerra, coisas graves vindas do do lado, entre aspas, do mal, dos apegados à matéria, do que dos que queriam comida. Agora ele vai tentar mostrar isso, porque ele precisa salvar a narrativa, né? Encorajados pela rebeldia dos cooperadores do esclarecimento, os espíritos menos elevados que ali se recolhiam entregaram-se a condenáveis manifestações. Então ele ele não diz o que que são as condenáveis manifestações. É violência. Que tipo de violência é? Mas esa aí, é violência contra quem? Contra espírito superior. Mas como é que um espírito inferior consegue ser violento com outro espírito superior a ele? Como? Como? Aqui na terra tudo bem. Eu posso ser espírito superior. Se o espírito inferior tiver num corpo mais forte que o meu, ele me quebra. Mas e no mundo dos espíritos? Os espíritos superiores, então, correm o risco de sofrer violência dos inferiores. Ah, não, Michel, mas é que são outros inferiores atacando outros inferiores. Mas aí o governador que controlava a comida não podia proteger quem tava do lado dele. São as contradições, contradições, contradições. Tudo isso provocou enormes cisões nos órgãos coletivos de nosso lar, dando em

rnador que controlava a comida não podia proteger quem tava do lado dele. São as contradições, contradições, contradições. Tudo isso provocou enormes cisões nos órgãos coletivos de nosso lar, dando em seja perigoso assalto das multidões obscuras do umbral, que tentaram invadir a cidade, aproveitando brechas no serviço de regeneração, onde grande número de colaboradores entretia certo intercâmbio clandestino em virtude dos vícios de alimentação. Vejam que vai aumentando os absurdos. Olha a ideia. aquilo que os revoltados estavam fazendo começou a dar brecha para que espíritos do umbral invadissem nosso lar. Pergunto, mas se a cidade já tava em guerra pelos próprios que estão ali? Olha a contradição. Vamos proteger nosso lar para que ninguém venha aqui fazer coisa ruim. Mas já tava acontecendo uma guerra dentro da cidade. Os de dentro já estavam fazendo. Qual é a diferença dos de dentro pros de fora? Qual é a diferença? Se os de dentro e o de fora, os de fora são iguais, por que que o governador não botou os de dentro para fora? Porque aí é a lógica da moral. Se eles não querem isso, então eles vão para um lugar onde eles possam ter isso. Aqui eles não vão conturbar. Ah, não, mas o governador amava muito esses espíritos. Ele queria, ele queria convencê-los através do amor. Tá, mas então por que que ele não podia convencer através do amor os os do Umbral? Os do Umbral ele tinha que fechar as portas. Os que estavam ali dentro, ele podia deixar ali fazendo rebelião, porque aí ele os amava. Não, mas é que os do Umbral eram mais perigosos. Mas mais perigosos, como o que que eles poderiam fazer de novo, como é que espírito inferior pode fazer algo contra espírito superior ou por que os espíritos superiores não poderiam proteger os inferiores que estavam do lado do bem? E mais ele fala que tava tendo um intercâmbio clandestino. Então aqueles que estavam lá em nosso lar, que queriam comer e o governador não liberava comida, eles estavam conseguindo comida clandestina. É o que

le fala que tava tendo um intercâmbio clandestino. Então aqueles que estavam lá em nosso lar, que queriam comer e o governador não liberava comida, eles estavam conseguindo comida clandestina. É o que dá a entender, né? Mas se eu tô num lugar onde eu tô morrendo de fome, o governador não quer liberar a comida, por que que eu não vou então para esse lugar da onde tá vindo a comida clandestina? Só faz sentido essa lógica se nosso lar for uma prisão, porque daí nem quem tá lá dentro poderia ir embora dali para ir atrás do que queria. E aí a gente tem uma berração. Se você admitir que o nosso lar é uma prisão, bom, aí se você admite isso, que espírito superior criou um lugar para prender espírito, bom, aí você vai admitir qualquer coisa. Porque se os espíritos podem prender outros, por que que eles não terminam com um brau e não prendem todo mundo? Ah, não é que tem um livre arbítrio e dentro do nosso lar não tem livre arbítrio. Vejam os problemões, os os problemas morais, éticos e contraditórios que você cria com essa história. Dado o alarme, olha, agora é para mim é o ápice. O governador não se perturbou porque nota ele tem que salvar o governador. O governador tá uma guerra do Todo mundo ali se matando. Uma confusão, gente passando mal, mas o governador ele é joia. Terríveis ameaças pairavam sobre todos. Eu queria entender que ameaças são essas, o que que poderia acontecer. Ele, porém, solicitou audiência ao Ministério da União Divina e depois de ouvir o nosso mais alto conselho, porque ele quer uma saide que o governador não é um ditador, ele ouviu o conselho. Mas e por que que precisaria ouvir o conselho? O conselho já não era a maioria contra ele. Aí agora ele, daí ele resolveu agora ouvir. Não, mas era o conselho daqueles que tá estavam do lado dele. Bom, então continua sendo um ditador, né? Mas ok. Ah, mas é que ele é mais superior, ele sabe o que é melhor para todos. Mas vamos ver a decisão que eles tomaram em conselho. Mandou, lembra que lá nos parágas parágrafos

sendo um ditador, né? Mas ok. Ah, mas é que ele é mais superior, ele sabe o que é melhor para todos. Mas vamos ver a decisão que eles tomaram em conselho. Mandou, lembra que lá nos parágas parágrafos atrás a gente viu que o governador não castigou ninguém, né? Olha o que que o que que o o santo governador vai fazer com quem agiu contra as ideias dele. Mandou fechar provisoriamente o Ministério da Comunicação, determinou funcionassem todos os calabolços da regeneração para isolamento dos recalcitrantes. Gente, isso aqui é história de ditadura. Isso aqui é história de ditador. A gente viu ele dizendo nos parágrafos atrás que o governador não puniu ninguém diante desta guerra. Ele tá mandando fechar Ministério da Comunicação e prender os adversários. É exatamente o que se faz num governo ditatorial. Você controla os meios de comunicação e prende os adversários políticos. Mas se ele é tão evoluído assim, ele não tinha outros métodos. Ele não tinha outros métodos. advertiu o Ministério do Esclarecimento, cujas impertinências suportou mais de 30 anos consecutivos. Proibiu temporariamente os auxílios às regiões inferiores. Um espírito mais devoluído do local, que é o governador, proibiu auxílio espírito superior proibido de ajudar outros. e pela primeira vez na sua administração mandou ligar as baterias elétricas da muralha da cidade para a emissão de dardos magnéticos a serviço da defesa comum. O governador de nosso lar mandou dar tiro se alguém tentasse invadir nosso lar. Mas é tudo em nome do bem. Aqui é tudo em nome do bem, porque ele representa o bem. Como ele representa o bem, ele pode fazer o que ele quiser contra os maus. Os maus não podem. Então os fins olha, é exatamente a ideia de todo governo ditatorial. Os fins justificam os meios, não tem liberdade. Ou faz o que o governador quer ou vai ser preso, não tem comunicação, é controle absoluto do governo e inclusive mandou ligar muralha, baterias elétricas da cidade. É ou não é a ideia das guerras santas, das guerras religiosas

quer ou vai ser preso, não tem comunicação, é controle absoluto do governo e inclusive mandou ligar muralha, baterias elétricas da cidade. É ou não é a ideia das guerras santas, das guerras religiosas que o fanatismo diz: "Em nome de Deus, você pode matar, você pode prender, você pode forçar o outro?" Olha a obra que o pessoal diz que eu sou o fanático ortodoxo, eu sou o das trevas, eu sou obsidiado, eu sou orgulhoso. E essa história aqui é a história do bem. Como uma vez comentaram aqui, nosso lar é uma obra ditada pelo próprio Jesus. Jesus comandou André Luiz para ditar nosso lar. Já me disseram isso. Olha a história que vocês estão vendo aqui. Então é um Jesus da violência, da guerra, da força, da da Não tem livre arbítrio, não. Não. Para proteger, ele tem que usar a força. Essa obra que vocês acham que é melhor que a de Kardec, que evoluiu Kardec. E eu sou fanático. Estamos no fim quase, tá? Não houve combate, mas é claro que não houve combate, né, pessoas? Vocês já viram eh num num país onde assume um governo ditatorial ter combate, se o inimigo é preso ou eliminado, não tem oposição. Claro, se eu elimino oposição, não tem combate, né? Ele mandou prender e e e fechar a comunicação e soltar dardo magnético. Como que não teve combate nem ofensiva da colônia, mas resistência resoluta? Por mais de 6 meses, os serviços de alimentação em nossular foram reduzidos à inalação de princípios vitais da atmosfera através da respiração. Veja que ele já tinha dito isso. É o que eu digo, a OB, ela repete parágrafos como se ele esquecesse, né, da continuidade da história. E água misturada a elementos solares, elétricos e magnéticos. Vejam isso aqui. Água misturada, elementos solares, elétricos e magnéticos, princípios vitais da atmosfera através dessa respiração. Eu sou fanático e obsediado por achar isso aqui uma coisa no mínimo questionável, que contraria o bom senso, a ciência, a lógica. Fora todos os problemas morais que a gente viu, que o governador, a gente não tá falando de espíritos inferiores, o

ui uma coisa no mínimo questionável, que contraria o bom senso, a ciência, a lógica. Fora todos os problemas morais que a gente viu, que o governador, a gente não tá falando de espíritos inferiores, o que o governador fez, como ele agiu em nome do bem. E Jesus, que era um espírito puro e se deixou crucificar, ser torturado e ainda perdoou os inimigos. Não tem. Aqui é o espírito da, é o espírito do Velho Testamento, é o Deus que faz guerra em nome da de Deus. A colônia então ficou então sabendo o que vem a ser a indignação do espírito manso e justo. Olha ele tentando suavizar e tornar virtuoso a ação do governador. É como se eu dissesse a ira de Deus. Olha a ideia do Velho Testamento. É um Deus que mata o ser humano, mas é em nome de um bem maior. Então, a o governador fez o que fez, mas foi a indignação do espírito manso e justo. O espírito manso e justo do André Luiz prende pessoas, controla a comunicação e joga dardos magnéticos contra os inimigos. Fim do período mais agudo, a governadoria estava vitoriosa, como é claro, o próprio Ministério do Esclarecimento reconheceu o erro e cooperou nos trabalhos de reajustamento. Será que reconheceu ou foi vencido pela força e pelo medo? Aí agora ele vai tentar humanizar o governador. Quer ver? É, é exatamente a história de alguém que defende um ditador. Vocês já viram alguém defendendo um ditador? Ele vai justificando tudo que o ditador faz. O André Luiz tá fazendo o mesmo com os líderes de nosso lar. Por isso que eu digo que é uma história de dominação. Da mesma forma que os espíritas defendem o Emmanuel. Os espíritas defendem os absurdos que o Emmanuel fez com o Chico. Os espíritas defendem. Vejam que ele conseguiu o domínio porque ele ele ele implementou na cabeça dos encarnados espíritas o mesmo pensamento de nosso lar. O o os comandados pelo ditador governador defendem ele e colocam ele como um ser virtuoso. Exatamente. Como um fanático quando defende um ditador. Da mesma maneira que as pessoas defendem André, o Emmanuel.

comandados pelo ditador governador defendem ele e colocam ele como um ser virtuoso. Exatamente. Como um fanático quando defende um ditador. Da mesma maneira que as pessoas defendem André, o Emmanuel. Ele fazia coisas absurdas com o Chico e as pessoas defendem. Olha que como é um plano de dominação de espíritos fascinadores e pseudos sábios. Houve nesse com menos regozijo público e dizem que em meio da alegria geral o governador chorou sensibilizado, declarando que a compreensão geral constituir o verdadeiro prêmio ao seu coração. Meus amigos, o governador geral, o governador chorou. que ser bondoso, né? Se não faz o que ele quer, ele te prende e se precisar ele atira em você. Mas já que todo mundo concordou, ele chorou sensibilizado, declarando a compreensão geral. Não houve compreensão geral, houve uso da força do governador. A cidade voltou ao movimento normal. O antigo departamento da regeneração foi convertido em ministério. Desde então, só existe maior suprimento de substâncias alimentícias que lembram a terra nos ministérios da regeneração e do auxílio, onde há sempre grande número de necessitados. Então, a história é tão maluca que no final ele liberou a comida para determinados ministérios. Se no final ele liberou a comida para determinados ministérios, por que que ele já não fez isso lá no início? Olha, quem quer comida vai para esse ministério, quem não quer ficar nesse. Ele ficou 30 anos fazendo guerra para no final dividir quem queria, quem não queria, quem precisava, quem não precisava. Por que que não fez isso no início? Olha a contradição de novo. A contradição de novo. E mais, eu já falei, mas eu preciso repetir. Se o nosso lar continua recebendo espíritos inferiores, por que não teve mais rebelião? Do nada todo mundo ficou bonzinho e aceitou. Vejam por que que a Terra, o tempo inteiro, a a Terra tem guerras, porque novas gerações surgem, as causas da guerra continuam e de vez em quando inrompe de novo uma nova guerra. Nosso lar juntava espíritos inferiores,

a Terra, o tempo inteiro, a a Terra tem guerras, porque novas gerações surgem, as causas da guerra continuam e de vez em quando inrompe de novo uma nova guerra. Nosso lar juntava espíritos inferiores, houve conflito. Mas por que que depois não teve conflito de novo se continua tendo espíritos inferiores? Então eles romantizam a história, mas ela não tem lógica, porque enquanto tiver espírito inferior apegada à matéria, eu sempre vou ter o risco de rebeliões. Por que que só teve uma? Porque o governador chorou. Vejam a e lembrando que nada disso faz sentido para Kardec, que não tem corpo físico, não precisa de comida, mas eu estou entrando dentro da obra para mostrar como dentro da lógica dela não faz sentido. Eu estou lendo junto com vocês, eu estou fazendo argumentos com vocês. Por isso que eu digo que os os críticos ao projeto não assistem o projeto. Eu não consigo acreditar que se eles assistirem eles não vão no mínimo dizer: "É, tem alguma coisa estranha aí". No mínimo, mas eles não assistem porque os espíritos fascinadores não deixam eles assistirem, porque aí eles iriam se libertar. Nos demais, há somente o indispensável. Isto é, todo serviço de alimentação obedece a inexcível sobriedade. Presentemente, todos reconhecem que a suposta impertinência do governador representou medida de elevado alcance. A conclusão do pessoal foi que tudo que o governador foi foi bom que ele fez para nossa libertação espiritual. Então, vale tudo porque ele nos libertou. Os fins justificam os meios. Eu posso agredir em nome do bem. Reduziu-se a expressão física e surgiu o maravilhoso coeficiente de espiritualidade. Então, na lógica, André Luizista, eu posso agir através da força, porque o que vale é eu levar as pessoas paraa libertação espiritual. É exatamente papo de fanático. Lízia silenciou e eu me entreguei a profundos pensamentos sobre a grande lição. Grande lição. Meus amigos, 2:06. Mais uma vez eu digo, eu tentei, tentei conversar com quem me ataca, com quem debocha, com quem critica, com quem

treguei a profundos pensamentos sobre a grande lição. Grande lição. Meus amigos, 2:06. Mais uma vez eu digo, eu tentei, tentei conversar com quem me ataca, com quem debocha, com quem critica, com quem me xinga. Eu estou aqui a 64 vídeos tentando argumentar, mostrar Kardec, refletir, questionar abertamente. E o lado de lá só ataca, debocha e não produz o argumentos sérios. Cada um que compare e veja se prefere ficar com bom senso de Kardec, que não tem nada disso, ou abraçar tudo isso aqui e jogar fora o raciocínio, a razão. O nosso papel, a nossa consciência, a gente está fazendo abertamente e apanhando e tendo trabalho para fazer tudo isso. O resto agora é com a liberdade de cada um. Eu não sou governador, eu estou aqui criando o projeto. Se as pessoas não querem aceitar, elas que sejam felizes com essa obra. Eu fiz a minha parte daquilo que eu entendo, aquilo que eu penso. O resto é liberdade de cada um. Ao contrário do governador de nosso lar, eu não eu não quero forçar ninguém. Cada um é livre para crer no que quiser. Eu apresentei aqui abertamente os argumentos e sigo procurando crítico sério, alguém que leia André Luiz e contra argumente que eu estou dizendo. Até agora eu não ninguém, só xingamento e deboche. Seguimos com Kardec, né? Agradeço a vocês. Quem está aqui, por favor, curta e se inscreva no canal. E quem puder, assine o canal. Terça vera que vem nós voltamos com esse projeto. Amanhã às 14 horas tem estudo do Evangelho Segundo Espiritismo ao vivo aqui. Eu conto com vocês. Uma boa noite a todos.

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