61 - "Nosso Lar" segundo o Espiritismo - Capítulo 6: Precioso Aviso

CanalFEP 24/12/2025 1:37:25

FASE 2: Bibliografia: Vamos estudar toda a obra "Nosso Lar", ditada pelo Espírito André Luiz e psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Editada, vendida, divulgada, priorizada e idolatrada pela Federação Espírita Brasileira (FEB). Uma das obras mais conhecidas e influentes da história do movimento espírita. Iremos analisar frase por frase, usando as 23 obras de Kardec para demonstrar os erros, os absurdos, os estragos e os perigos que "Nosso Lar" apresenta. Evidenciaremos que somente a ignorância das 23 obras de Kardec, somente o fanatismo e os interesses foram capaz de tornar essa obra aceita e admirada. Vídeos semanais. Curta, comente e compartilhe. Se inscreva em nosso canal. De tempos em tempos iremos fazer lives para responder as dúvidas e objeções. Nos siga nas demais redes sociais: Instagram: @allan_kardec_tube Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao nosso estudo de O Livro dos Médiuns. __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5475458764308480

Transcrição

Boa noite a todos, sejam bem-vindos. Eu sou Michel Macedo e você está no Kardectubo do projeto Nosso Lar, segundo o Espiritismo. Já inicio lembrando a todos que na semana passada, como vocês devem ter percebido, o estudo encerrou pela metade. Na verdade não a metade, já tava no finalzinho, né? A nossa internet caiu e não voltou mais. Então o que que eu vou fazer? Eu vou continuar exatamente da onde eu parei no 60, naquele trecho, vou comentar e já entro no capítulo novo. Então você você não perde nada. Já para tranquilizar, porque muitas pessoas me perguntaram, né? Vai ter continuação? Com certeza, né? para não deixar faltar nada. A gente vai começar da onde a gente parou. E aí no final eu dou os recados, tá? Paraa gente não perder mais tempo. Vamos lá. Então, lembrando eh o que que a gente tava lendo, o capítulo C da obra Nosso Lar, do Espírito André Luiz. Vocês sabem já, eu só comento rapidinho porque pode ter alguém pela primeira vez. Nós estamos fazendo um projeto chamado nosso Lar Segundo Espiritismo, que nós iniciamos no início de 2024. Início de 2024, né? Então a gente já tá quase dois anos aí fazendo e a gente ficou um ano e meio fazendo a introdução desse projeto. Um ano e meio na introdução. Foram eh mais de 50 vídeos. E agora a gente começou há pouco tempo, aí em torno de dois meses, a gente começou a segunda fase do projeto, que é entrando na obra propriamente dita. A gente pegou a obra do André Luiz, tá lendo juntos. E como vocês sabem, é uma é um estudo crítico da obra do André Luiz. A gente usa a obra de Kardecar a obra do André Luiz e a gente defende aqui várias várias afirmações que a gente aí nesses 60 vídeos já gravado já deu bastante argumentos, questionamentos e mostrou textos. Então você que tá aqui pela primeira vez, no mínimo assista a partir da segunda fase, que é o vídeo 52 ou 53, agora me não lembro, que quando eu começo na obra propriamente dita, para você então ter já um um pouco de base do que que a gente tá fazendo, já que é um projeto que vai na contramão

vídeo 52 ou 53, agora me não lembro, que quando eu começo na obra propriamente dita, para você então ter já um um pouco de base do que que a gente tá fazendo, já que é um projeto que vai na contramão de tudo o que o movimento espírita faz, já que o movimento espírita idolatra essa obra, vê ela ela como uma obra eh espírita que não tem contradição com Kardec, que evoluiu Kardec, que descreve como é o mundo dos espíritos. André Luiz é um espírito maravilhoso, superior e todo esse pensamento. As pessoas têm uma ideia de espiritismo que vem desta obra. O que que a gente tá mostrando? O André Luiz não é um espírito superior. André Luiz é um espírito pseudos. André Luiz contradiz Kardec. André Luiz contradiz a ciência. André Luiz, contradiza moral, essa obra não pode ser considerada de acordo com Kardec e mais, ela além de ter contrariedades com a obra de Kardec, ela tem coisas ruins de todos os pontos de vista, desde a forma da escrita até o conteúdo. É o que a gente tá tentando mostrar. Então, a gente tava no capítulo C recebendo assistência. A gente tava vendo ali o Lízias conversando com o André Luiz, foi quando caiu a nossa internet. Então, eu vou começar da onde eu parei. Você assista. o vídeo anterior e de preferência os vídeos anteriores. E aí a gente segue depois pro capítulo sexto, certo? Vamos trocar aqui. Aqui então aqui tá no finalzinho do capítulo, né? Capítulo 5 da obra Nosso Lar. Notando minha admiração, interrogoume. Vocês lembram que eu encerrei falando mais ou menos isso, né? durante toda a obra, André Luiz tá sempre com admiração, com espanto, com surpresa. A gente já comentou bastante sobre isso, só para salientar mais uma vez. Eh, é algo que não faz sentido, né? É como se fosse a primeira vez dele para tudo ali. Ele é tudo ele tá admirado, sendo que a gente já morreu muitas e muitas vezes, sendo que o mundo dos espíritos é a nossa verdadeira casa. Nós somos espíritos. O o que é estranho para nós, o que não é o nosso habitate natural, é a Terra, é o

gente já morreu muitas e muitas vezes, sendo que o mundo dos espíritos é a nossa verdadeira casa. Nós somos espíritos. O o que é estranho para nós, o que não é o nosso habitate natural, é a Terra, é o mundo material. E o André Luiz, ele inverte isso, né? A toda a obra do André Luiz coloca a Terra e o mundo material como foco, como principal. Ele vai, eles estão o tempo todo falando da terra, da encarnação e e transformando o mundo dos espíritos igualzinho à terra. Então eles são is na verdade espíritos muito materializados que chegaram ao ponto de materializar o mundo dos espíritos. A gente já mostrou nos vídeos anteriores que não tem eh eh sentido o mundo dos espíritos ter necessidades materiais, ter doenças, ter órgãos, ter hospital, ter casa, cama, móveis, comida. A gente já tratou bastante sobre isso, mas ele insiste nisso. Então aqui ele tá sempre admirado. Ele, como eu falei, como se ele tivesse sido criado. A primeira encarnação dele foi junto com o corpo na encarnação de André Luiz. Não faz nenhum sentido isso, né? Sendo que a gente já morreu várias vezes e todas as noites quando a gente sai do corpo, todos nós, a gente tá no mundo dos espíritos, né? Então por que que o André Luiz não conhece nada e nem ninguém? Ele não, ele não conhece nada e nem ninguém. É isso que não faz muito sentido. E a gente sabe, a velha desculpa do movimento espírita é sempre dizendo, não, mas é que é um espírito inferior, apegado à terra. A gente sabe que isso é falso. Mesmo os espíritos inferiores, eles têm noção das coisas, se lembram do passado, né? Só num período curto de perturbação é que ele não tem noção, mas depois ele tem. Só que o André Luiz nunca volta ao estado normal, né? Ele nunca entende nada. Ele dá, ele mostra como se ele já tivesse saído da perturbação, mas continua aí. Não tem anjo guardião, não tem parentes, não conhece ninguém, não conhece nenhum lugar, não entende nada, não lembra do passado, das outras existências, não tem isso em André Luiz. Então, mostrando uma coisa completamente

, não tem parentes, não conhece ninguém, não conhece nenhum lugar, não entende nada, não lembra do passado, das outras existências, não tem isso em André Luiz. Então, mostrando uma coisa completamente sem sentido. Mas aí o o Lízias continua, né? Acreditaria, porventura que a morte do corpo nos conduziria a plano de milagres? Somos compelidos ao trabalho áspero, a serviços pesados e e não basta isso aqui. Tá uma coisa que eu quero salientar bastante e nós vamos tratar disso também no capítulo novo que a gente vai entrar. Essas frasezinhas aqui é exatamente aonde o André Luiz ele, além de ele não tratar de coisas lógicas, essas frases aqui é que tem a ver com moral, que tem a ver com comportamento, né? Essas frases aqui que têm a todo o caráter da perversidade, da inferioridade do espírito, né? Porque a gente passa por essas frases e não nota a consequência do que ela carreta. e acarretou. Muitas pessoas eh espíritas vão ter um uma vida muito complicada por seguir espíritos pseudosábios como esse que é o André Luiz. A gente sabe que há uma parte do movimento espírita que tem um um apreço pela dor, pelo sofrimento, pela dificuldade, eh porque ela acha que isso é serve para pagar os pecados. Há uma veneração no movimento espírita tradicional, ao sofrimento, tudo que é ruim, tudo que é problema, tudo que envolve mais dificuldade, o movimento espírita eh aplaude e tem como algo lindo. E se for algo que remeta à felicidade, prazer, facilidade, eles colocam como algo perigoso ou pecaminoso, que é próprio dos espíritos pseudosábios religiosos, né? A gente sabe que há muitas culturas religiosas do passado que pensam que o sofrimento purga, né? Então, eh quantas eh correntes aí religiosas e filosóficas as pessoas pregavam até mesmo a tortura, a tortura física, até mesmo a auto eh a a a mutilação, a as pessoas ferir o próprio corpo para fugir do pecado, né? A gente não para para pensar que esses espíritos continuam no mundo dos espíritos e eles estão aqui. Nota, nota que ele

eh a a a mutilação, a as pessoas ferir o próprio corpo para fugir do pecado, né? A gente não para para pensar que esses espíritos continuam no mundo dos espíritos e eles estão aqui. Nota, nota que ele diz, somos compelidos a trabalho áspero. Nota que tem que ter a palavra áspera, serviço pesado e não basta. Então você vê um exagero, sempre um exagero para o que é pesado, pecaminoso, ruim, triste, dor. Veja, sempre essa conotação na obra, né? André Luiz é um suicida. o o qualquer movimento, pensamento, intenção que o André Luiz demonstre é fortemente criticado. Tudo é perigoso, tudo é pecado, é tudo é trabalho demais no sentido áspero. Então é uma um convite ao sofrimento. O que a gente vê já conversando no estudo passado que para o espiritismo em Kardec não faz o menor sentido. Vejam, a dor e o sofrimento, ela é uma consequência da inferioridade e uma consequência dos atos maldosos dos espíritos, mas ele não é uma necessidade. A gente focou muito nisso no estudo passado. A dor e o sofrimento tem que desaparecer. Ela é algo presente entre os espíritos inferiores, mas porque são inferiores, mas a tarefa do espírito, que Deus quer de nós é que a gente deixe de ser inferior. Então, a gente não tem que criar problema, buscar problema, buscar a dor, ficar abraçado na dor, tornar tudo mais difícil na nossa vida. não faz o menor sentido. A dor, que é o o ponto central da nossa conversa passada, a dor ela não quita as nossas dívidas de existências passadas. Parem de se enganar com esse papo que o movimento espírita criou. A dor não repara nada, ela é só uma consequência. Ela vem para mostrar que algo está errado, mas cabe a você arrumar esse algo. Não é para você ficar abraçado na dor e até aumentando, valorizando ela, achando: "Ó, eu tô pagando meu pecado." Quantas pessoas no movimento espírita estão passando por muitas dificuldades e não buscam a solução porque elas acham que têm que passar. Quantos livros e quantas palestras e quantos espíritas a gente ouve, né? Eu tenho que passar. A

rita estão passando por muitas dificuldades e não buscam a solução porque elas acham que têm que passar. Quantos livros e quantas palestras e quantos espíritas a gente ouve, né? Eu tenho que passar. A gente tem que passar. A gente tem que nada. Se a gente pode evitar, se a gente pode solucionar, se a gente pode resolver, se a gente pode ter um caminho mais fácil que não fira a ética, moral, a justiça, o bom senso. É óbvio que a gente vai procurar o caminho mais simples, mais fácil, mais feliz, mais prazeroso. É como se eu dissesse que para se alimentar eu tenho que ter a comida cheia de pimenta. faz nenhum sentido. Então a gente vai ver no verdadeiro espiritismo ou no espiritismo de Kardec que não tem essa valorização do sofrimento. O sofrimento pode acontecer como consequência, mas foi consequência de algo que você mesmo construiu ou o conjunto de espíritos que está ali vivendo naquele contexto construiu. não é a vontade de Deus. O mal não é a vontade de Deus. Então eles têm essa coisa de colocar na cabeça do André Luiz que enquanto ele não decidir por se entregar ao trabalho cego e sofrido, ele ainda não evoluiu espiritualmente. Veja que essa primeira fase do livro é exatamente sobre isso. Eles estão tentando a todo custo convencer o André Luiz de que ele precisa aceitar. Eles estão, eles estão numa fase que eles estão domando o André Luiz, fazendo uma lavagem cerebral no André Luiz. Eles precisam convencer o André Luiz de que ele é um pecador terrível e que ele precisa obedecer o que eles vão dizer pro André Luiz. E André Luiz precisa fazer tudo que eles mandarem. Aí sim, o André Luiz evoluiu e vão conseguir porque o André Luiz vai se tornar um escravo do nosso lar. O que que o André Luiz agora tá tentando fazer depois que ele se tornou um escravo? Nos escravizar. Ele passou a ser funcionário do nosso lar. Então ele tem a mesma missão. Ele passou a ser mais um robozinho que quer que quer captar mais robôs e ele achou um médium para conseguir executar esse plano e a gente

a ser funcionário do nosso lar. Então ele tem a mesma missão. Ele passou a ser mais um robozinho que quer que quer captar mais robôs e ele achou um médium para conseguir executar esse plano e a gente não percebe. É sempre uma ideia de dominação, escravidão e trabalho cego que eles colocam que é em nome de Deus, de Jesus, do bem e da caridade. Porque aí é um jeito de você aceitar. Eles não precisam do chicote. O chicote deles é a lavagem cerebral. Você é pecador e tem que servir ao Cristo. Mas servir ao Cristo é o quê? Trabalhar para eles em nosso lar e fazer tudo que eles querem. Então eles têm muito medo que o a gente nota todo o tempo, eles têm muito medo que o André Luiz não aceite, comece a questionar demais, porque eles vão perder o controle. Como todo local de controle e manipulação, você tem que manter a pessoa ocupada, distraída e não deixar ela pensar, porque senão ela pode se libertar ou se revoltar e eles podem perder mais um escravo. André Luiz podia fugir dali embora. Então, toda vez que ele tá começando a questionar, se queixar, eles dão um jeito de calar o André. Nós estamos vendo isso e vamos ver mais adiante. Aí veio uma frase terrível. Olha a ideia que eles incultem na cabeça do André Luiz e o André Luiz tenta incultir na nossa. Olha a frase. Se temos débitos no planeta, olha agora, por mais alto que acendamos, é imprescindível voltar para retificar, lavando o rosto no suoro, desatando algemas de ódio e substituindo-as por laços sagrados do amor. Aí ele bota um um laço sagrado do amor, que é para depois dessa barbaridade você aceitar. Essa é a tática dos espíritos fascinadores, obsessores. A Kardec já havia alertado para isso no capítulo 23 do livro dos médiuns, quando ele vai falar da fascinação. Leia lá. E a gente não presta atenção no Eva serem que Kardec diz. Esse os espíritos fascinadores, eles dizem ao absurdo e junto eles colocam e termos como caridade, amor, Jesus, Deus, que é para você aceitar aquilo. Então, ele acabou de falar um absurdo e

ardec diz. Esse os espíritos fascinadores, eles dizem ao absurdo e junto eles colocam e termos como caridade, amor, Jesus, Deus, que é para você aceitar aquilo. Então, ele acabou de falar um absurdo e coloca substituindo por laços sagrados de amor. Daí parece que é uma coisa linda, é um absurdo. Por mais alto que a gente acenda, a gente tem que voltar pra prisão, pra terra, tem que sofrer. Isso é falso. Se você evoluir muito, você se livra da Terra. Aliás, esse é o objetivo. Quanto mais a gente evoluir, mais rápido a gente se livra da Terra. A gente vai encarnar em mundos melhores. Mas vejam, ele quer convencer o André Luiz. Eles têm uma fixação pela terra. Por quê? Porque são espíritos presos à terra. Eles não querem que você alce voe, que você porque aqui o que eles estão querendo por trás é que você não queira voar, porque ele não tá dizendo que por mais alto você vai ter que voltar, então a pessoa vai dizer: "Ah, então eu vou ficar por aqui mesmo, já que eu vou ter que voltar, eu fico aqui, não vou querer ir mais alto." Não, mas você pode e deve ir mais alto. Não seria aí é as contradições. Vamos começar com o jogo das contradições, né? Não seria justo impor a outrem a tarefa de moldar o caminho que semeamos de espinhos com as próprias mãos. É de uma, vamos tentar pensar que palavra eu vou usar. É de um deboche isso que ele tá dizendo aqui. Olha o que ele tá dizendo. Não seria justo impor a outrem a tarefa. Então, olha a lógica do que ele tá dizendo. Não é justo você impor ao outro uma tarefa que cabe a você. Então, ele tá falando de responsabilidade individual. Pois, meus amigos, é exatamente isso que eles ferem o tempo todo. O tempo todo a obra coloca um sendo responsável pelo erro do outro. A gente tratou disso semana passada. Eles estão o tempo inteiro impedindo que você pense na sua evolução individual. Você tem que sempre tá cuidando de estranho, sempre tá fazendo alguma coisa para uma pessoa estranha. Você tá sempre comprometido com os erros dos outros na

que você pense na sua evolução individual. Você tem que sempre tá cuidando de estranho, sempre tá fazendo alguma coisa para uma pessoa estranha. Você tá sempre comprometido com os erros dos outros na obra do André Luiz. Você não pode cuidar da sua vida, tocar sua vida. Olha, eu vou tocar minha vida aqui, vou decidir progredir. O tempo todo eles não deixam. Todo mundo no nosso lar tem que ficar que nem um escravo cuidando sempre de pessoas estranhas, porque ninguém é amigo, ninguém é parente, ninguém se conhece. Cadê os parentes e amigos? Você na obra do André Luiz, eles estão sempre separados. Ele não explica por que os os parentes não estão juntos, as pessoas que se amam. A todo momento você tem que conviver com pessoas estranhas que mandam em você e mandam você cuidar de outras pessoas estranhas pelas escolhas que as outras pessoas fizeram. Agora ele me diz debochando aqui que não seria justo impor a outrem, mas eles impõem. O André Luiz quer porque quer cuidar da família dele. Diz: "Não, você tem que ir lá pro porão do nosso lar varrer e cuidar de pessoa que você não tem nem noção de quem é. Eles estão sempre colocando que progredir é cuidar do outro, sendo que a gente tratou bastante disso semana passada, que ninguém é responsável pelo outro, a não ser em contextos relativos. Por exemplo, na terra, na terra encarnado, você tem contextos específicos e passageiros momentos em que você é responsável por algumas pessoas, mas nunca de maneira absoluta você é responsável pelos seus filhos. Mas é momentâneo, não tem filho no mundo dos espíritos. Todo mundo é irmão. A gente não cria espírito. E mesmo assim é relativo, porque como você não tem controle total sobre o livre arbítrio do seu filho, você não vai responder por tudo que ele escolher, a não ser que passe pela sua responsabilidade. Então eles estão sempre colocando uma ideia de que você não pode pensar na sua evolução, porque se eu pensar na minha evolução, eu tô sendo egoísta, sendo que é o contrário. Pensar em si

onsabilidade. Então eles estão sempre colocando uma ideia de que você não pode pensar na sua evolução, porque se eu pensar na minha evolução, eu tô sendo egoísta, sendo que é o contrário. Pensar em si não é sinônimo de egoísmo. Cuidado com a manipulação que as obras desses espíritos fazem. Claro que eles vão dizer para você que é errado pensar em si, porque se você começar a pensar em si, você se liberta deles. Esse papo que eles criaram é para você ficar preso a eles, porque eles ficam mandando você fazer qualquer coisa. Se você diz não, ele diz: "Ó, cuidado com o egoísmo." Daí você, ah, não, tá bom, então eu obedeço bom. O próprio Cristo deixou claro que a gente devia amar o próximo como a si mesmo, como a si mesmo. Se a gente não pudesse pensar na nossa evolução, nas nossas responsabilidades, na nossa vida, ninguém progredia, não existiria progresso, porque eu cuido do outro, o outro cuida do outro, o outro cuida do outro. Bom, então não tem responsabilidade individual. A gente deve ajudar as pessoas, deve, mas quando é necessário, quando a pessoa pede, quando eu tenho condições, há várias condições que você tem que raciocinar. Se eu simplesmente resolver ajudar todo mundo cegamente, eu nem vou ajudar o outro e nem vou evoluir. Eu dei vários exemplos semana passada, basta você ver o vídeo. Então, vejam num parágrafozinho, é muito, é muito absurdo as coisas que ele diz aqui, mas ele vai continuar. Estamos terminando o capítulo 5 da semana passada. A banana a cabeça acrescentava. Continuo lises. Caso dos muitos chamados, meu caro. O senhor não esquece homem algum. Todavia, raríssimos homens o recordam. Acabrunhado com a lembrança dos próprios erros. O que que a gente tem visto aqui? Eh, são três capítulos seguidos em que o André Luiz tá no quarto entre altos e baixos. Ele tá lá na cama deitado, atormentado, daí ele fica alegre, daí ele fica esperançoso, daí ele fica revoltado, daí ele sente saudade, daí ele fica com ele tá que nem uma montanha russa e ele fica recebendo visitas. A gente tá

, atormentado, daí ele fica alegre, daí ele fica esperançoso, daí ele fica revoltado, daí ele sente saudade, daí ele fica com ele tá que nem uma montanha russa e ele fica recebendo visitas. A gente tá vendo essa repetição em todos os capítulos e cada visita que vem atormenta mais a cabeça dele ainda. E eles chegam e enquanto o André Luiz não fica chorando ou desequilibrado, eles não param. Então agora depois de tudo que o Liisias falou, isso que o Liisias foi mais amigão, né? A gente comentou semana passada. O Las é inferior ao Clarêncio, ajudou mais do que o Clarêncio. São as contradições da obra. Mas aí depois de tudo que ele insistiu falando pro André Luiz, pronto, começou o André Luiz agora. Ele começa a meter um monte de coisa na cabeça do André Luiz. Aí quando o André Luiz absorve aquilo, aí eles vêm com uma nova reclamação crítica ao André Luiz. Não dá para entender aqui no, a gente já viu isso no capítulo 3, que Lísias e o simpático Henrique de Luna entraram lá. André Luiz tava bem, eles acabaram com André Luiz, aí o André Luiz ficou mal. Daí eles já criticaram André Luiz porque André Luiz não podia ficar mal. Aí veio Lises, mais ameno e mais amigão dando respostas. Aí falou, falou, falou, falou. O André Luiz tá ficando mal. Ah, daí também não pode, porque lá quando o André Luiz começou a chorar, o Clarêncio não quer que ele chore. Aí aqui, claro, o Lis começou a falar um monte de coisa. Olha como é que ele fica acabronhado com a lembrança dos próprios erros diante de tão grandes noções de responsabilidade individual. Olha como ele fala da responsabilidade individual, mas ao mesmo tempo a história contradiz a noção de responsabilidade individual. Impressionante. Como fui perverso? Aí quando você vê o André Luiz pensando que ele foi perverso, ele já foi convencido que foi um suicido. Agora ele foi convencido que foi perverso. Aí você vai ver a história dele. É sempre um exagero, porque quando você vê a vida do André Luiz, ele era um canalha, um um cara que vivia paraa sensualidade,

gora ele foi convencido que foi perverso. Aí você vai ver a história dele. É sempre um exagero, porque quando você vê a vida do André Luiz, ele era um canalha, um um cara que vivia paraa sensualidade, pra vida material, pro gozo da vida material, mas perverso. Pera aí, o André Luiz não era perverso, ele era um irresponsável, um mimado, mas ele sempre fazem o André Luiz pensar que ele é o pior de todos, porque é a melhor maneira de eu dominar alguém, né? Eu destruo a sua cabeça e você passa a ser meu. É a tática dos espíritos inferiores. E a gente usa esses espíritos para cuidar da nossa cabeça. O movimento espírita usa esses espíritos para tratar dos seus problemas íntimos. É óbvio que o mundo não vai melhorar assim, as pessoas vão ficar do mesmo jeito ou pior. Mas aqui eu vejo André Luiz tá desse jeito. Contudo, antes que me alongasse noutras exclamações, o visitador colocou a destra carinhosa em meus lábios murmurando. Então é sempre assim, eles fazem você cair para ficar para baixo. Quando você começa a ficar para baixo, daí eles censuram você por ter ficado para baixo. Eu digo, é uma sessão de de tortura psicológica, né? Ele vem, lhe destrói mentalmente, aí quando você se sente destruído, ele vem, ele critica por estar daquele jeito. E aqui é, ah, é muito lindo as palavras. Ele tá mandando, André Luiz, calar a boca. O André Luiz começou a, ai, como fui perverso, começou a entrar numa onda e olha o que ele diz. Cálice. E ele colocou ali a destra carinhosa em meus lábios. Ele tá mandando calar a boca. Esses são os espíritos que a gente usa para aprender sobre a vida, sobre o futuro, sobre a moral. Eles te destróem. Eles falam barbaridades pesadas. Eles fazem uma alusão ao sofrimento, ao pecado, a perversidade. Tudo é feio, tudo é ruim, tudo é pecado, tudo você tem que pagar com de uma maneira bem eh eh áspera, severa. E aí quando você fica mal, eles não deixam você nem reclamar. Cálice. Então não tem livre arbítrio, não tem nada em nosso lar. Meditemos no trabalho a fazer. Eles têm

maneira bem eh eh áspera, severa. E aí quando você fica mal, eles não deixam você nem reclamar. Cálice. Então não tem livre arbítrio, não tem nada em nosso lar. Meditemos no trabalho a fazer. Eles têm a fixação para por trabalho, né? É, é, é bem é bem papo de de escravidão, né? Que você só tá preocupado com o trabalho dele. Não, olha, não reclama, não pensa, não questiona, só trabalha. E trabalhar é: faça o que eu mandar. No arrependimento verdadeiro é preciso saber falar para construir de novo. E a gente vê isso, isso aqui se reproduz no movimento espírita. Eu conheci, eu conheci e conheço as pessoas do movimento espírita. Quantas pessoas que eu conheço que estão passando por problemas familiares, conjugais, com filho, com no trabalho, no próprio centro espírita. E a pessoa, ela fica ali por anos aguentando barbaridades. Por quê? Porque ela aprendeu com André Luiz que não pode reclamar, não pode pensar, não pode questionar, não pode nada, só tem que trabalhar. Eles fizeram isso com o Chico. O Chico morreu, defininhou nas mãos desses espíritos, porque era só trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho. Ah, pera aí. O trabalho é importante, mas a gente vai ver lá no livro dos espíritos que tem o limite e eu dou esse limite, não são os outros. E espírito superior não tá preocupado se você eh eh não tá preocupado em controlar a sua vida. Ele lhe orienta, se você não escuta, ele deixa você com seu livre arbítrio. Não há respeito ao livre arbítrio em nosso lar o tempo todo. Por isso que não há respeito ao livre arbítrio na casa espírita, porque a casa espírita é um reflexo do nosso lar, porque segue nosso lar. Por isso que não, eu já convivi com o movimento espírita. O movimento espírita um cuida da vida do outro, um se mete na vida do outro. Com quem que o fulano tá, o que que o fulano tá fazendo? O que que o fulano tá comendo? O que que o fulano tá bebendo? O lugares que ele tá indo? Que música ele tá ouvindo? Que roupa ele tá

do outro. Com quem que o fulano tá, o que que o fulano tá fazendo? O que que o fulano tá comendo? O que que o fulano tá bebendo? O lugares que ele tá indo? Que música ele tá ouvindo? Que roupa ele tá fazendo? Com que ele tá se relacionando? A gente sabe que a casa espírit é uma fofocaiada sobre a vida aleia, mas tá aqui a origem. E eu que caí nas garras do movimento espírita muito jovem, eu vivi isso na maior intensidade. Eu era escravo do movimento espírita numa idade em que eu tinha que estar estudando, começando um um trabalho profissional, cuidando da família, tendo momentos de lazer com os amigos, imagina 14, 15 anos de idade, eu ficava s dias por semana enfurnado na casa espírita e ainda tava ruim. A diretoria do centro que eu frequentava me criticava. A gente limpava a parede do centro, varria o centro, fazia comida no centro, ajudava criança no centro, ajudava pessoa necessitado no centro, ajudava no estudo do centro, ajudava no passo, ajudava na mediunidade, ajudava no na palestra, ajudava fora, ajudava, ajudava, ajudava, ajudava, ajudava, ajudava. E era sempre uma fofocaiada, uma reclamação e todo mundo com a vida complicada, deixar de lá. Claro, ninguém cuida da sua vida, tá preocupado com a vida do outro e todo mundo com a vida complicadíssima. Mas ninguém cuida da sua vida porque o André Lu disse que não pode cuidar da minha vida. É egoísmo. Eu tenho que cuidar da vida do outro. Aí ficava todo mundo um em função da vida do outro e ninguém progredia. e estão achando que estão fazendo caridade. Em seguida, aplicou-me passes magnéticos, atenciosamente fazendo os curativos na zona intestinal. Mais uma vez, ele insiste que o André Luiz tem intestino no mundo dos espíritos, mas ele não fala do André Luiz indo no banheiro e nem de fralda, mas tem que ter, né? sem tem intestino, aí ele esclarece enquanto dá o passe, não observa o tratamento especializado na zona cancerosa. Então tem câncer no intestino, no corpo espiritual. A gente já viu isso. Quem não viu aqui, volte a

ino, aí ele esclarece enquanto dá o passe, não observa o tratamento especializado na zona cancerosa. Então tem câncer no intestino, no corpo espiritual. A gente já viu isso. Quem não viu aqui, volte a há poucos vídeos atrás. Não há órgãos no mundo dos espíritos, não há câncer, não há doença física. Pois note bem, toda medicina honesta é serviço de amor. É uma frase que não faz a menor a menor noção. São frases soltas. O o André Luiz, ele cospe frases. Ele só mete um amor no meio ali que tá bom. A medicina honesta é serviço de amor. Toda medicina honesta. atividade de socorro justo, mas o trabalho de cura é peculiar a cada espírito. É muito interessante porque ele tá insistindo na responsabilidade individual, que é justamente o que eles não vão deixar o André Luiz fazer. A gente vai ver na história. Ninguém fazer, não é só André Luiz, ninguém na colônia. Mas o trabalho de cura era meu irmão será tratado carinhosamente. Ô, a gente já tá vendo nos últimos dois capítulos o carinho que eles dão pro André Luiz, né? Eh, perverso, eh suicida, eh eles enchem o André Luiz de defeito, mas é é muito carinho. Sentir-se forte como nos tempos mais belos da sua juventude terrena. Fixação pela terra, trabalhará muito, ó, e creio será um dos melhores colaboradores em nosso lar. Isso aqui parece, eu sei que às vezes vocês acham que eu tô só que eu falo só brincando, mas é uma brincadeira que serve pra gente refletir o ridículo. A função do do humor é essa, né? Você pega algo que as pessoas acham que é muito sério e mostra o lado ridículo. Isso aqui parece papo. Sabe aqueles vendedores de de pirâmide que te encontra na rua e diz assim: "Olha, eu tenho um negócio para você aqui que eu acho que você vai você vai progredir, hein? Você vai ganhar muito dinheiro". Aí a pessoa, por que que ela eles fazem, qual é a tática? Eles põe o eles te dão uma expectativa lá em cima que é para prender a sua atenção e eles enfiarem a bucha em você. Aqui me parece muito isso, né? Ó, você vai trabalhar muito. Acho que vai ser um

ica? Eles põe o eles te dão uma expectativa lá em cima que é para prender a sua atenção e eles enfiarem a bucha em você. Aqui me parece muito isso, né? Ó, você vai trabalhar muito. Acho que vai ser um dos melhores, hein? Acho que vai ser um dos melhores aqui do nosso lar, André Luiz. And eu não sou qualquer um, hein. Eu faço parte dos melhores. O que que eu preciso fazer? É o típico da da do papo do do picareta que quer enganar, né? Eu digo para você, você, olha, eu te vi aqui passando, fulano. Senti que você é especial, hein? Não, todo picareta não começa assim com a fala. Olha, eu acho que você, hein, notei aqui, eu acho que você é o cara. Aí a pessoa te dá algum, algum produto, algum serviço, alguma proposta que é golpe. É igual aqui. Eles estão convencendo o André Luiz que, ó, você é o cara. Óbvio que o André Luiz vai dizer: "Bom, então o que que eu preciso fazer?" E passa a fazer o que eles querem. Entretanto, a causa dos seus mares persistirá em si mesmo até que se disfaça dos germes de perfeição da saúde divina. Germes de perversão da saúde divina. Olha as expressões. Germes da de perversão da saúde divina. Olha o linguajar prolixo, cheio de de metáfora que não faz nenhum sentido, que agregou ao seu corpo sutil de novo colocando coisas no perespírito. Ele não tá preocupado em você se tornar bom, em você eh conquistar virtude, se tornar um espírito bom, sair da terra. Eles estão preocupados sempre com coisas materiais. Então, André Luiz tem que trabalhar para arrumar o corpo perespírito, tem que trabalhar para ganhar moeda, porque daqui a pouco vai vir a tal da ideia da moeda, que é uma das coisas mais o dia que esse capítulo veio à tona pelo Chico, o Chico devia ter parado de psicografar e colocado no lixo a obra, mas isso foi publicado, vendido, virou bestseller, virou filme e comanda o movimento espírita. Então, veja, sempre ele tá associando eh as causas morais e ele tá trazendo coisas materiais misturadas. Sempre assim. Ele poderia dizer: "Olha, você precisa eh se melhorar moralmente,

mento espírita. Então, veja, sempre ele tá associando eh as causas morais e ele tá trazendo coisas materiais misturadas. Sempre assim. Ele poderia dizer: "Olha, você precisa eh se melhorar moralmente, progredir, nós vamos lhe ajudar". Não, você tem que trabalhar para limpar o seu perespírito. É focado sempre na matéria. Eles são muito materializados, né? que agregou o seu corpo sutil pelo descuido moral e pelo desejo de gozar mais que os outros. Bom, se o descuido é moral, a solução é moral. Lízias, esquece a matéria. Não é matéria. Foque na moral. Se melhora enquanto espírito, progrida. Você não precisa voltar paraa terra. Esquece per espírito, órgão, comida, energias, se melhora moralmente, muda os pensamentos. Isso, esse é o importante. Porque o que que ele faz? Ele faz, em vez de você tá preocupado em se melhorar moralmente, o André Luiz faz você, já disse isso, faz você ficar preocupado com questões materiais que não existem no mundo dos espíritos. As pessoas ficam falando disso. Tanto, tanto que o papo do movimento espírita é sempre falando dos problemas do perespírito, dos órgãos do perespírito no mundo dos espíritos. O movimento espírita tá tá fixado nisso, em vez de tá preocupado em desenvolver as virtudes, em progredir moralmente. A carne terrestre onde abusamos é também o campo bendito onde conseguimos realizar frutuosos sabores de cura radical quando permanecemos atentos ao deverj justo. Vejam, é uma fixação em nosso lar a vida terrestre. Eles não deixam você se desapegar da matéria. Eles não deixam. Eles criam toda uma estrutura com forma terrena. Eles colocam órgãos até intestino. Eles colocam comida, água, eles ficam só falando da terra. Mas quando a gente não a gente tem que desapegar da terra, é o contrário. Já aqui na Terra a gente já tem que ir desapegando. A gente tem que sair desse corpo e esquecer da terra, porque o nosso destino não é se preocupar e ficar preso à terra. O nosso destino é evoluir e procurar cada vez mundos melhores. Esquece a Terra. A obra inteira do André

esse corpo e esquecer da terra, porque o nosso destino não é se preocupar e ficar preso à terra. O nosso destino é evoluir e procurar cada vez mundos melhores. Esquece a Terra. A obra inteira do André Luiz, os 15 livros do André Luiz, é uma fixação pela terra. Mas é claro, meus irmãos, porque eles são espíritos inferiores presos à terra. Eles não têm outra coisa para pensar e falar. Só que se você escolhe aprender com eles e seguir eles, você vai ficar sempre preso e escravizado à terra, porque é o que eles querem. A cada dois parágrafos, ai porque a terra, ai porque a terra, ai porque a terra, ai porque a terra, ai porque a terra, esquece a terra. Mas aí quando André Luiz fala da terra preocupado com os paredes, aí é esqueço a terra. Eles falam terra, terra, terra, terra, terra, terra, terra, terra. Daí quando André Luiz fala de algo da terra, que é a família dele que tá encarnado, ah, André Luiz, desapegue, André Luiz, não podemos ficar apegados ao plano terreno. É ou não é uma obra com sérios problemas? É ou não é? Eles estão o tempo inteiro falando do mundo material. Aí quando André Luiz se preocupa com algo da vida material, muito mais nobre, porque ele não tá preocupado com a matéria em si, mas com pessoas que estão encarnadas, aí do nada ele diz: "Não, não, não, não, não, não". André Luiz, desapegue da terra, André Luiz, e os valores da alma? Parece papo de louco. E é, meditei os conceitos, ponderei a bondade divina e na exaltação da sensibilidade chorei. Eles adoram fazer André Luiz chorar. Lises, contudo, terminou o tratamento do dia. Mais um baita tratamento, tá deixando, André Luiz? Muito bem. Com serenidade falou: "Quando as lágrimas não se originam da revolta, sempre constituem remédio depurador. Chore, meu amigo, desabafe o coração e abençoemos aquelas beneméritas organizações. Olha, olha, olha. E abençoemos aquelas beneméritas organizações microscópicas que são as células da carne, da terra. Olha a fixação. Ele quer que o André Luiz chore e pense nas beneméritas organizações

lha, olha, olha. E abençoemos aquelas beneméritas organizações microscópicas que são as células da carne, da terra. Olha a fixação. Ele quer que o André Luiz chore e pense nas beneméritas organizações microscópicas que são as células. Me me expliquem se isso tem sentido. É uma fixação na matéria. Em vez de dizer para André Luiz pensar em Deus, pensar na família, orar, pensar na libertação dele, da matéria, não pense e nas peneméritas organizações microscópicas. E mais uma aqui, ele tá dizendo: "Chora meu amigo". No capítulo passado, o Clarence diz que ele não podia chorar. Agora pode chorar. Aí aqui nesse parar o Lias disse para ele desabafar o coração. Há dois paráficos atrás. O André Luiz começou a desabafar. O Les mandou ele calar a boca. Vocês estão lendo comigo? Eu tô, eu tô inventando. Vocês estão lendo comigo. Há dois parágrafos atrás eles mandaram o L, o Les mandou André Luiz calar a boca. Agora ele diz: "Chore". Desabafe assim, é muito difícil. A gente ainda tem que chegar até o capítulo 50 dessa obra. É muito desgastante, a gente faz pelo compromisso do projeto, mas é muito ruim, é muito absurdo e muito ruim essa obra nosso lar, que as pessoas amam e idolatram, tão humildes e tão preciosas, tão detestadas e tão sublimes pelo espírito do serviço. Sem ela, é, lembra que eu falei, parece o mestre dos magos falando, né? Lembra do mestre? é o é o mestre Yoda do Star Wars, né, que a gente não entende muito bem o que ele fala, é o pessoal no nosso lar. Pessoal do nosso lar tem sério problema de comunicação, né? Porque se eu tô na frente do L, ele começa tão humildes e tão preciosas, tão detestadas e tão sublimes pelo espírito de serviço. Eu ia ficar a cada momento dizendo: "Hã, como é que é?" sem elas que nos oferecem templo a retificação, quantos milênios gastaríamos na ignorância? Mas Líia, eu não preciso estar em mundo de provas de expiação. O mundo de provas de expiação é uma necessidade que eu criei pelo meu livre arbítrio. Não preciso, Lízias, eu posso ir para mundo melhores se eu me

eu não preciso estar em mundo de provas de expiação. O mundo de provas de expiação é uma necessidade que eu criei pelo meu livre arbítrio. Não preciso, Lízias, eu posso ir para mundo melhores se eu me melhorar. Assim falando, afagou-me carinhosamente a fronte abatida e despediu-se com um ósculo de amor. Aqui vem o texto que agora sim de Kardec, né, que mostra rapidamente um pouco a ideia do que eu comentei no estudo cinco e agora no início do no estudo passado do capítulo 5 e agora nessa continuação. Vejam, a expiação consiste, a expiação, isso aqui é Kardec no céu e inferno, consiste nos sofrimentos físicos e morais que são a consequência da falta cometida. Para todos que estão me ouvindo, pessoas que aí estão acompanhando o vídeo, talvez tenham pouco estudado a doutrina ou tenham dúvidas, prestem atenção na frase de Kardec. A expiação é uma consequência da falta cometida. Ela não é reparação, ela não é aquitação, ela é a consequência. Você causa o mal. e automaticamente sente a consequência. Aí, por que que você sente a consequência? Porque ao sentir a consequência, que é a expiação, você diz: "Opa, errei". É o modo de você reconhecer que errou quando você erra, quando você comete o mal. É o clássico exemplo, né? Quando a gente tem a dor de dente. Por que que tem a dor? pra gente descobrir que o dente tá estragado. Mas eu precisava deixar o meu dente apodrecer. Claro que não. A partir do momento que ele apodrece, vem a dor. É a consequência. Mas eu não precisava ter chegado nesse ponto. Eu não preciso deixar meu dente apodrecer para aprender a cuidar dos dentes. Tão percebendo a metáfora analogia? Ah, não. Eu para aprender a cuidar dos meus dentes, em vez de só eh escovar e e higienizar todos os dias, eu primeiro tem que deixar ficar podre, não, né? Então, claro, a dor veio para mostrar que tem algo errado, mas eu não preciso deixar chegar na dor. Eu posso fazer o correto antes. E quando vem a dor, ela não é reparadora, percebe? Imagina que eu tivesse com dor de dente e dissesse:

rar que tem algo errado, mas eu não preciso deixar chegar na dor. Eu posso fazer o correto antes. E quando vem a dor, ela não é reparadora, percebe? Imagina que eu tivesse com dor de dente e dissesse: "Agora, ah, tô com uma dor horrível, mas não vou no dentista porque eu tenho que quitar o débito de não ter cuidado dos dentes." Alguém fala isso. Imagina você com uma dor, um precisando fazer um tratamento de canal, você não, não vou no dentista, porque se eu for no dentista, ele vai solucionar o problema. Eu preciso ficar com a dor, porque quanto mais doer, mais eu vou quitar a dívida de não ter cuidado dos dentes. Alguém pensa assim? Claro que não. Então, por que por que pro resto a gente raciocina assim? Não, eu tenho que ficar com a dor porque é a necessidade do meu passado. Eu pequei muito na vida passada. A dor, a dor não repara, a expiação não repara o passado. Ela é só a consequência. Ó o que ele diz. Consequência da falta cometida, seja desde a vida presente, seja após a morte, na vida espiritual, seja numa existência corpórea, até que os traços da falta sejam apagados. A expiação dura até que eu apague o que causou a expiação, tá? Eu vou lá no dentista, faço um tratamento de canal, pronto, passou a dor. Agora eu só não posso deixar de novo o dente ficar desse jeito. Eu não preciso ficar com a dor e eu não preciso chegar no dentista: "Ah, eu não quero anestesia porque eu estou em provação." Não. Aí, olha o que ele diz. A reparação consiste em fazer bem aquele que se faz mal. Aquele que se faz mal. Então, expiação não repara. E a reparação é só no bem. É só o bem que eu faço que repara. Não é sofrimento. E o bem tem que ser, tem que ter relação com aquilo que causou o mal. Tão entendendo? Eu vou continuar usando o exemplo do dente. Imagina que o meu dente apodreceu, começou uma dor horrível. Aí eu digo assim, não vou fazer assim, eu tô indo no centro espírita todo dia e estou ajudando a distribuir alimentos aos mais pobres. Uma hora a dor de dente vai passar. Tem algum sentido isso?

ível. Aí eu digo assim, não vou fazer assim, eu tô indo no centro espírita todo dia e estou ajudando a distribuir alimentos aos mais pobres. Uma hora a dor de dente vai passar. Tem algum sentido isso? Não faz sentido. Para eu resolver a dor de dente, eu tenho que atacar o dente. Não adianta pegar e fazer uma coisa boa para uma outra pessoa. Não vai tirar dor de dente. Não tem relação causal. Percebe? Se eu tenho um problema e não ataco com esse problema, ele não vai ser apagado porque eu fiz o bem para em outro lugar. Imagina um marido que trata mal os filhos e a esposa. Aí ele, bom, eu vou, para eu pagar os meus pecados, eu vou começar a fazer palestra espírita, vou ser palestrante espírita. Porque o Emân me disse que a maior caridade que podemos fazer é divulgar o espiritismo. A maior caridade que podemos fazer pelo espiritismo é divulgá-lo. Veja o que que isso tem a ver com o mal que ele faz pra família dele, pra esposa e pros filhos. Nada. Nota, a gente criou, e isso é culpa de quem? Doé Luiz. A gente criou a mesma lógica da igreja da, lembra? A igreja antigamente você pecava e até o padre se confessava e ele dizia: "Olha, ore tantos Pai Nosso e tantas Ave Maria e você estará perdoado." A gente fez o a gente faz assim. O André Luiz vai ser assim. O André Luiz ele ele é considerado um suicida. Aí ele tá proibido de ver a família dele. Aí ele tem que ficar trabalhando nos porões do nosso lar para conseguir bônus hora, que aí esse dinheiro que ele faz lá ajudando pessoas, pessoas doentes, cria um crédito para ele para ele ter acesso a coisas boas. A gente criou um comércio do da virtude, sendo que não é assim. Se ele fez mal pra família dele, ele devia estar lá ajudando. Se ele acabou morrendo por irresponsabilidade dele, deixando a a a uma viúva na mão com dois filhos, ele devia estar lá ajudando. Não, ele não pode. Ele tem que ficar varrendo o chão para mostrar que é humilde lá no nosso lar. Não tem relação causal. Você não progride assim. Você não vai progredir porque você faz

ar lá ajudando. Não, ele não pode. Ele tem que ficar varrendo o chão para mostrar que é humilde lá no nosso lar. Não tem relação causal. Você não progride assim. Você não vai progredir porque você faz palestra espírita, porque você ajuda no centro espírita, porque você fala em Jesus. Você só progride quando você ataca o mal que causa as coisas que você faz você fazer mal. Se você é preguiçoso, se você não atacar a preguiça, não vai deixar de ser preguiçoso. Se você é orgulhoso, você não vai deixar de ser orgulhoso se não atacar o orgulho. Um, um bem não apaga outro mal. Eu continuo, eu posso ser uma pessoa vaidosa, orgulhosa e vou fazer palestra. E ainda isso estimula minha vaidade, inclusive, porque aí eu virou o palestrante. Ah, não, mas daí vou chegar no nosso lar, o Clarence vai dizer: "Ó, tô vendo aqui que você fez 5.000 palestras. Ah, então você quitou a sua dívida de orgulhoso". Tem nada a ver. Você vai continuar igual. Você não melhora se você não ataca a causa do mal. Então esse negócio de achar que vai ficar rezando, vai ficar falando em Jesus, vai ficar indo no Santo Espírita, vai ficar fazendo coisas aleatórias, vai fazer você evoluir. Não vai fazer você evoluir. Só vai fazer você evoluir quando você ataca o problema. É como eu dei o exemplo, se você tá com dor de dente, meu querido, você tem que aonde tratar o dente no dentista. Ah, eu tô com dor de dente. Eu vou fazer um uma cirurgia no pé. O que que vai adiantar? Então, a gente criou isso. A casa espírita é assim, as pessoas estão na casa espírita, elas acham que elas estão fazendo coisas lá que vão fazer ela reparar o passado, mas se ela não atacar o a causa daquilo que ela fez no passado, não vai melhorar. Não é uma conta matemática, não é uma dívida em dinheiro em que eu eu pago, ah, eu tenho aqui um dinheiro, uma dívida, eu vou pagar metade em dinheiro, outra metade eu pago com um imóvel de garantia. Não é assim. Então, para de se iludir. Bom, quase uma hora para terminarmos e vamos agora pro capítulo novo, né? Agora

eu vou pagar metade em dinheiro, outra metade eu pago com um imóvel de garantia. Não é assim. Então, para de se iludir. Bom, quase uma hora para terminarmos e vamos agora pro capítulo novo, né? Agora o capítulo 6, no capítulo 6, vai continuar a mesma coisa, vocês vão ver. É o André Luiz dentro. O André Luiz não sai daquele quarto, não sai daquele quarto e fica só recebendo visita. E sempre a história mesmo. É uma visita que vem, sempre tem alguém que ele não conhece, que vai falar umas barbaridades que ele vai ficar mal. É sempre assim. Pois pasmem o seis vai repetir isso. Vai repetir. Nós vamos ler agora capítulo se no dia imediato. Porque lembra em nosso lar tem dia e tem noite. Como a gente não sabe, né? Eu já expliquei nos vídeos passados como é que tem dia e noite em nosso lar. Se o dia e a noite ela eles são fruto da rotação da terra. Então como é que tem dia e noite no nosso lar? Vai lá tem. No dia imediato após a oração do Crepúsculo, Clarêncio me procurou em companhia do atencioso visitador. Eu não sei você, mas se eu sou André Luiz, quando o Clarenço entra pela porta, eu já fico. Qual é a bucha que vem agora? Pois vai vi toda vez. É sempre a mesma. Eu faço três capítulos que o André Luiz tá no quarto, entra alguém, fala alguma coisa, ele fica mal, é criticado por ficar mal. O próximo capítulo é: entra alguém, fala alguma coisa, faz ele ficar mal, critica ele por ficar mal. Agora de novo, o Clarence voltou. Sir Mier Clarence, o homem do cajado luminoso, adentra o quarto e vamos ver qual é a a bucha, a pegadinha, a crítica que ele vai fazer pro André Luiz. sempre assim. E é engraçado que ele narra essas coisas que esses espíritos fazem, mas ele coloca adjetivos positivos. Vocês já notaram? O Henrique de Luna era simpático, Lízias era carinhoso, o e o olha o clarêncio, fisionomia, irradiar generosidade. Então ele tá fazendo barbaridades e o André Luiz tá colocando adjetivos. Por que que ele tá fazendo isso? Atenção para você se acostumar na sua cabeça. Lembra? Ele é um espírito manipulador,

rosidade. Então ele tá fazendo barbaridades e o André Luiz tá colocando adjetivos. Por que que ele tá fazendo isso? Atenção para você se acostumar na sua cabeça. Lembra? Ele é um espírito manipulador, pseudo sábio, fascinador. O André Luiz quer botar na sua cabeça que essas barbaridades são boas. Por isso que ele associa barbaridades que esses espíritos dizem e fazem sempre com adjetivos positivos, que é paraa sua cabeça ficar associando isso a coisas boas. Não é, não é, tá? Não deixem isso entrar. na cabeça de vocês. Como vai melhorzinho? Eu tenho uma certa desconfiança de quem fala as coisas no diminutivo. Sempre me soa uma coisa meio, não me soa verdadeiro. E coincidentemente o Clarêncio fala no diminutivo: "Como vai melhorzinho?" Mas o André Luiz não sabe que é mais um uma armadilha. Sempre é uma armadilha. Que o André Luiz não tem resposta certa pro Clarence. Sempre vai ser algo para ele lhe dar algum pontapé, porque ele lembra, ele é o mestre dos magos do nosso lar. Nunca é a resposta certa. esboceia o gesto do enfermo que se vê acariciado na terra, amolecendo as fibras emotivas. No mundo, às vezes o carinho fraterno é mal interpretado. Sinceramente, eu não sei porque que o André Luiz fez esse comentário aqui, mas ele se sentiu eh ele sentiu da parte do Clarence assim: "Ah, posso me abrir, né?" Obedecendo ao velho vício, comecei a explicar-me enquanto os dois benfeitores se sentavam comodamente. Ô, gente, para gostar de ficar sentado, né? Meu Deus do céu. Todos os capítulos eles não dá 2 minutos que eles estão ali, eles já vão sentar. E eu não sei por que benfeitor espiritual precisa sentar, porque ele cansa. Ele tem corpo que cansa, mas ele é espírito evoluído. Para que que espírito benfeitor que ele diz no livro que o clarêncio é tudo dá a entender que o o clarêncio é um espírito mais evoluído, mas ele cansa. Ele precisa centrar. Olha, na terra quando um médico visita a gente do quarto, nem ele senta, nem ele senta. Mas o Clarência, ele chegou no quarto do André

é um espírito mais evoluído, mas ele cansa. Ele precisa centrar. Olha, na terra quando um médico visita a gente do quarto, nem ele senta, nem ele senta. Mas o Clarência, ele chegou no quarto do André Luiz, ele tem que logo se sentar. É cada uma. Olha o movimento espírita 100 anos, né? Com essa obrinha. Com essa obrinha. Tô falando que nem o Clarence, obrinha. Aí agora o André Luiz vai desabafar, né? Olías não falou que ele, dependendo do caso, ele poderia desabafe o coração. Uísias não falou agora a pouco para ele desabafar o coração. Ele vai desabafar, né? Porque o o Clarenço perguntou para ele como é que você tá. Não, não podia. Quer ver? Não posso negar que esteja melhor. Entretanto, sofre intensamente. É para enlouquecer, né? Eu acho que isso é proposital, tá? Essa contradição na nas mesmas frases e parágrafos, eu acho que é para para desestabilizar a capacidade racional da gente. Isso aqui deve ser tática de espírito obsessor, pseudo fascinador. Ele precisa tornar sua cabeça confusa para poder penetrar nela. Ele tá melhor, mas ele sofre intensamente. Ou ele tá melhor, ou ele sofre intensamente. Mas ok. Achei que ia espirrar. Muitas dores na zona intestinal. Então, a o primeiro sofrimento do o primeiro sofrimento do André Luiz é que tá doendo o intestino, mas não há intestino. Mas isso aqui eu já tratei nos primeiros vídeos daqui da segunda fase, mas vai, vai além. Nunca supus estranhas sensações de angústia no meu coração. Então, vejam que é o sofrimento, é um sofrimento físico, segundo ele, né? E um sofrimento moral, porque a dor no intestino e uma angústia no coração. A gente sabe que, na verdade, só tem a parte moral, não tem a parte física. Mas ele tá se abrindo pro Clarence. Nunca supus fosse capaz de tamanha resistência, meu amigo. Ah, como tem sido pesada minha cruz. Agora que posso concatenar ideias, creio que a dor me aniquilou todas as forças disponíveis. Uma coisa que eu quero chamar atenção para vocês aqui é que do nada, do nada o André Luiz aqui, ele tá com um papo

ue posso concatenar ideias, creio que a dor me aniquilou todas as forças disponíveis. Uma coisa que eu quero chamar atenção para vocês aqui é que do nada, do nada o André Luiz aqui, ele tá com um papo realmente exagerado. Realmente ele tá com ele tá exagerando aqui. Ele não ele não vinha tendo esse essa fala exagerada anteriormente. Isso vai fazer com que o Clarence critique ele. Agora, tem duas coisas que me chamam atenção nessa mudança para exagero que o André Luiz entra aqui no capítulo. Primeiro no sentido literário, no sentido de escrita. Me parece que o autor forçou esse novo estado psicológico do André Luiz para poder criar o capítulo, porque tem uma quebra, né? O André Luiz não tava assim e do nada ele ficou. Então é meio que forçado no ponto de vista aqui, como nós estamos falando da forma da escrita, né? ele sai um pouco do psic da linha psicológica do do personagem. Mas o outro ponto que é mais importante é não me não também não me surpreenderia o André Luiz ter ficado desequilibrado assim, porque ficaram dois capítulos eh também exagerando para cima dele. Então eles vêm exageram para cima do André Luiz. Agora que o André Luiz tá exager desequilibrado, exagerado, eles vão criticar o que eles mesmos alimentaram. Curioso, né? Eles mesmos alimentaram pro André Luiz ficar nesse estado. Eles mesmos. E agora eles vão usar isso para criticar o André Luiz. Por isso que eu digo, parece uma, você sabem esses filmes em que eh um grupo de pessoas sequestra outras e convence elas que elas estão loucas e fazem de tudo para enlouquecer elas? Vocês já viram o filme assim? Nosso lar me lembra muito isso. Tem um filme do Leonardo de Capo chamado A Ilha do Medo. Vocês já viram esse filme? Me lembra muito esses filmes assim, porque eles insistiram para André Luiz ficar desequilibrado. Depois que André Luiz ficou, isso vai virar crítica. Clarence ouvia atencioso, demonstrando grande interesse pelas minhas alimentações. Então, André, o o Clarence foi dando corda. É a segunda vez que ele dá corda pro

Luiz ficou, isso vai virar crítica. Clarence ouvia atencioso, demonstrando grande interesse pelas minhas alimentações. Então, André, o o Clarence foi dando corda. É a segunda vez que ele dá corda pro André Luiz. E o André Luiz então abriu o coração, né? Mas não, isso é um pega ratão, é uma armadilha. sem o menor gesto que denunciasse o propósito de intervir no assunto. Encorajado. Com essa atitude continuei. Então, André Luiz tá mostrando, olha, o próprio Clarence foi me deixando a a abertura para eu ir falando tudo isso, né? Além do mais, meus sofrimentos morais são enormes e inexprimíveis. A mais nada tormenta exterior com os socóos recebidos. Volta agora às tempestades íntimas. que vem mais uma vez, é, é o terceiro capítulo que o André Luiz se queixa da saudade da família. E aí a gente vê o que nosso lar tem de mais contraditoro, contraditório e cruel. Precisa ser dito isso, meus amigos. Precisa ser dito isso pra gente enterrar de vez no lixo essa obra que fez tanto mal pro movimento espírita. Tem ar de crueldade o que a história, porque mais uma vez é um marido e um pai sofrendo por não ter notícia da família. E qualquer pessoa que está me vendo sabe que não existe dor mais angustiante. E ele que terá sido feito de minha esposa, de meus filhos? Teria o meu primogênito conseguido progredir segundo o meu velho ideal? E as filhinhas? Vejam aqui, sim, é o que tem de mais eh nobre no sentido de alguém que abre o coração, porque agora é o pai falando, é o esposo falando, mas a gente vai ver que isso vai ser colocado como algo ruim, porque afinal de contas agora André Luiz pertence ao Clarcio. O André Luiz é um prisioneiro de nosso lar. Essa história dessa colônia em que você não tem acesso a quem você ama, a seus familiares. É errado, é pecado, é minha desventurada Zélia muitas vezes afirmou que morreria de saudade se um dia eu lhe faltasse. Ó, isso mostra que ele não era uma pessoa perversa e tão horrível como Pintam, né? Senão a mulher ia dar graças a Deus, né? Mas ok.

tas vezes afirmou que morreria de saudade se um dia eu lhe faltasse. Ó, isso mostra que ele não era uma pessoa perversa e tão horrível como Pintam, né? Senão a mulher ia dar graças a Deus, né? Mas ok. Admirável esposa, ainda lhe sinto as lágrimas dos momentos derradeiros. Não sei desde quando vivo o pesadelo da distância. Olha o sofrimento. Continuadas dilarações roubaram minha noção de tempo. Onde estará a minha pobre companheira? Olha como ele insiste. Chorando junto às cinzas do meu corpo ou nalgum recanto escuro das regiões da morte. Ele não sabe nem se ela tá viva. Ó, minha dor é muito amarga. Que terrível destino o do homem piorado no devotamento à família. Creio que raras criaturas terão padecido tanto quanto eu aqui que ele dá forçada que eu digo que não faz muito sentido. Parece que essas frases é só para poder justificar o que o Clarence vai fazer, né? No planeta, vicissitudes, desenganos, doenças, incompreensões e amarguras, abafando escassas notas de alegria depois os sofrimentos da morte do corpo. Então ele tá falando todos os problemas que a gente tem no mundo material. E é verdade, tá? Em seguida, martirizações de além túmulo. O que será então a vida? Sucessivo desenrolar de misérias e lágrimas. Sem querer aqui, sem querer aqui. O André Luiz mostra o quanto a obra dele é terrível. Ele mesmo tá mostrando como a obra dele é terrível. Porque olha o que ele tá dizendo. Já não bastava todo o sofrimento da vida terrena, aí eu morro e agora descubro que tudo isso continua aqui. Será então da vida sucessiva desenrolar de misérias e lágrimas? Ele mesmo tá dizendo que é horrível isso, mas é exatamente isso que o livro dele fez para o espiritismo em Kardec. A vida na Terra é terrível porque é o mundo inferior, miserável, egoísta, o mundo de expiação, o mundo de espíritos imperfeitos. A terra é um mundo terrível porque são, ela é composta de espíritos terríveis. O próprio Cristo já havia dito: "No mundo só tereis aflições". Só que qual é o consolo do Espiritismo

íritos imperfeitos. A terra é um mundo terrível porque são, ela é composta de espíritos terríveis. O próprio Cristo já havia dito: "No mundo só tereis aflições". Só que qual é o consolo do Espiritismo em Kardec? É que primeiro você tá aqui porque você merece. Então já não é uma injustiça. Segundo, você pode progredir progredir o máximo possível para não precisar voltar. E terceiro, você continua vivendo e depois da morte você se liberta disso. A morte é uma libertação, é uma bênção. Quem transformou a morte na continuação do inferno foi André Luiz. Ele que trouxe de volta as ideias de que o sofrimento continua, a prisão continua, as necessidades materiais continuam, a distância, a separação continua. Ele trouxe com a sua obra isso. Então aqui ele mesmo tá admitindo que essa ideia é terrível, mas foi ele que trouxe pro movimento espírito e o movimento espírita aceitou, sendo que a teoria de Kardec é muito mais justa e consoladora. Por mais que deseje eh não haverá recurso à semeadura da paz, por mais que deseje firmar-me no otimismo, sinto que a noção de infelicidade me bloqueia o espírito como terrível cárcere do coração. Que desventurado destino, generoso, benfeitor. Vocês imaginam você procurar o seu anjo guardião ou procurar um médico ou procurar um psicólogo em que ali é o momento de você se abrir. Ali é exatamente aonde você vai colocar tudo de podre para fora. É exatamente no colo do seu anjo guardião, na sua prece a Deus, que você vai abrir o seu coração e vai colocar tudo para fora, que é o que o André Luiz tá fazendo, que é o que o Liízias disse para ele fazer, mas ele vai ser censurado e criticado pelo próprio benfeitor Clarence. Olha agora, chegado a essa altura, o vendaval da queixa me conduzira o barco mental ao oceano largo das lágrimas. Tudo isso é para dizer que ele chorou de novo. Clarêncio, contudo, levantou-se sereno e falou sem afetação. Então o Clarence chegou, perguntou como é que ele tava, deixou ele se lamentar para agora dar um sermão. Meu amigo, deseja você de fato a cura

rêncio, contudo, levantou-se sereno e falou sem afetação. Então o Clarence chegou, perguntou como é que ele tava, deixou ele se lamentar para agora dar um sermão. Meu amigo, deseja você de fato a cura espiritual? ao gesto afirmativo continuou. Aprenda então a não falar excessivamente de si mesmo, nem comente a própria dor. Não, meus amigos, não é exatamente o que o Emânniuel fazia com o Chico. O Emânel transformou a vida do Chico no inferno. O Chico tava doente, tava mal. Toda vez que o Chico ia se lamentar pro Emanuo, o Emmanu fazia o quê? te vira. Tô ocupado. E o trabalho e a psicografia? Ele não tá nem aí. O Clarence aqui faz a mesma coisa. Nem comente a própria dor. Meus amigos. Se eu não se eu não comentar minha própria dor, eu vou eu vou comentar o quê? A dor do outro. A a única maneira de eu expurgar o que há de mais ruim e podre é olhando para esse abismo. Ah, mas é que aqui nesse caso ele tá falando pro André Luiz não se fixar nisso. Ah, você tem que me explicar o que o Clarence tá querendo dizer. Ele é tão claro, tão superior, que você tem que me explicar o que o Clarin tá querendo dizer. Você não percebe isso? Claro que há causos em que é melhor a pessoa parar de reclamar, que é melhor a pessoa parar de se queixar. Claro que há, mas há casos em que a única fuga que a pessoa tem é chorar, se queixar, reclamar, porque é o início do momento em que ela vai romper com o problema. Então, essa coisa de botar que isso é negativo, isso é cruel, porque às vezes a pessoa ela tá desesperada por dentro, mas ela aprendeu na casa espírita que ela tem que ficar quietinha. Aí a pessoa adoece, a pessoa aceita ser maltratada, porque o André Luiz proibiu ela de reclamar, porque o Clarence proibiu o André Luiz de reclamar. E aqui o André Luiz tá no hospital falando com o benfeitor dele. Não é o contexto que ele pode colocar para fora tudo que ele tá sentindo e pensando, sendo que nem precisaria, né? Porque o Clarência não, o espírito superior não sabe da nossa vida, não lê

itor dele. Não é o contexto que ele pode colocar para fora tudo que ele tá sentindo e pensando, sendo que nem precisaria, né? Porque o Clarência não, o espírito superior não sabe da nossa vida, não lê nosso pensamento. Mas ele poderia fazer, o que que ele poderia dizer agora? Explicar por onde é Luís as coisas. Consolar. Não, ele não vai consolar e explicar. Ele vai dizer para And Luiz que And Luiz não deve fazer aquilo. Lamentação denota enfermidade mental, enfermidade de curso laborioso e tratamento difícil. Deixa eu explicar uma coisa pro Clarêncio. A pessoa que só vê coisas boas, que nunca reclama, que para tudo sorrir, também é enferma mental. A pessoa que acha tudo lindo, tudo belo, sempre também é enferma mental. O que táens? Se você acha tudo lindo, tudo belo, tudo maravilhoso, tudo positivo, você é doente mental. Você é doente mental. Jamais você vai encontrar isso nas obras de Kardec. Mas que que tá por trás disso? É a tática do espírito pseudo sábio. Eu ensino para você que você não pode reclamar. Por quê? Porque reclamar é ver o mal. Se você começar a ver o mal, daqui a pouco você descobre que eu estou lhe fazendo mal e você foge de mim. É por isso que o Emmanuel não deixava o Chico estudar. É por isso que o Emânu não deixava o Chico pensar. É por isso que o Emmanuano não deixava o Chico fazer o que ele queria, porque daqui a pouco ele ia se acostumar com livre arbítrio e o Emanuel ia perder o escravo dele. O o Clarence tá fazendo a mesma coisa. É indispensável criar pensamentos novos e disciplinar os lábios. Somente conseguiremos equilíbrio, abrindo o coração ao sol da divindade. O que que quer dizer essa frase? Mais uma frase do Mestre dos Magos. Somente conseguiremos equilíbrio abrindo o coração ao sol da divindade. Que orientação é essa? O que que é abrir o coração ao sol da divindade? Pelo amor de Deus. Ah, mas falou em sol e divindade e coração. Então é lindo. Esse é o conselho de um espírito superior. Ele não tem nada melhor para me dizer. ele não tem nada melhor para me

vindade? Pelo amor de Deus. Ah, mas falou em sol e divindade e coração. Então é lindo. Esse é o conselho de um espírito superior. Ele não tem nada melhor para me dizer. ele não tem nada melhor para me oferecer. E esse tipo de fala do Clarêncio aqui, eu conheço isso porque eu conheci as entranhas do movimento espírita. É por isso que o movimento espírita não critica ninguém, não critica obra nenhuma. As pessoas quando vem um projeto como esse meu, elas se sentem mal. Sabe por quê? Claro, elas foram envenenadas pelo clarência, que tudo tem que ser lindo, belo. A gente não pode criticar isso. Criticar é desequilibrar, eh, sintonizar com as ondas do mal. Aí a pessoa fica batendo palma e achando lindo tudo, mas ela tá sendo enganada, achando que quem tá querendo abrir os olhos dela é do mal. Olha a tática. Quem critica, quem pensa, quem reflete, quem escancara as barbaridades, o iludido acha que ele é o vilão e passa a defender o que está lhe iludindo. É a tática. O Chico, toda vez que alguém criticava ele, ele continuava. Por quê? Porque ele achava que eram pessoas inimigas de Jesus, inimigas da missão dele, que não compreendiam Emanuel, mas ele não percebia que eram as pessoas que queriam ajudá-lo, que estavam fazendo isso. O vilão era o Emanuel. O vilão não é quem desmascara a maldade, meus amigos. Se o conteúdo do nosso lar segundo espiritismo desse projeto aqui está lhe incomodando, a culpa não é minha. A culpa é porque você está vendo as barbaridades de um espírito que você estava acostumado a idolatrar. E ele vai lhe inspirar a ver quem está abrindo seus olhos como vilão para você continuar preso a ele. Classificar o esforço necessário de imposição esmagadora. Enxergar padecimentos onde há luta edificante. Só identificar, sói identificar indesejável cegueira da alma. Só quanto mais utilize o verbo por dilatar considerações dolorosas no círculo da persona, eu não consigo entender nada que o Clarence fala. O espírito superior da obra de nosso lar não fala lecé. a gente não consegue entender. A gente

dilatar considerações dolorosas no círculo da persona, eu não consigo entender nada que o Clarence fala. O espírito superior da obra de nosso lar não fala lecé. a gente não consegue entender. A gente tem que ler três vezes. Quanto mais utilize o verbo por dilatar considerações dolorosas no círculo da personalidade, mais duro se tornarão os laços que o prendem a lembranças mesquinhas. Então não é para reclamar, não é para pensar no num mal erro no passado, mas eles a primeira coisa que eles fizeram no dia que seguinte que o André Luiz chegou no nosso lar, eles foram lá falar do passado, dos erros. Eles fizeram isso e agora que o André Luiz tá fazendo, eles estão reclamando de algo que eles fizeram. E agora vem o clarêncio. É muito o clarêncio. Ele é igual o Emanuel. O Clarência é igual ao Manu. Ele é muito Emanuel. Ele é muito perverso. Porque agora aquela dor do André do André Luiz pai, do André Luiz marido, olha o que ele vai dizer. O mesmo pai que vela por sua pessoa, oferecendo-lhe teto generoso nesta casa, atenderá os seus parentes terrestres. Devemos ter nosso agrupamento familiar como sagrada construção, mas sem esquecer que nossas famílias são sessões da família universal sob a direção divina. Aqui é o epicentro da maldade da obra nosso lar e de todas as que vieram depois. É convencer você de que pensar em quem você ama é errado, é egoísmo. Porque a gente tem que amar todos. A gente tem que ter o mesmo sentimento que a gente tem pela família, a gente tem que aprender a ter pelos estranhos. Aqui tá a crueldade. Por que que é crueldade? Porque é óbvio que do ponto de vista teórico, isso é verdade. Um dia a gente vai amar todos. E a gente tem que começar a exercitar agora. É óbvio que o egoísmo familiar é um defeito, mas aqui tá a tática desses espíritos. Eu não posso pegar um erro e ir pro outro oposto. É claro que a pessoa que só é boa para seus, pros seus, só olha, olha o que eu tô dizendo, só é boa pros seus, só pensa nos seus. inclusive prejudica os outros para

egar um erro e ir pro outro oposto. É claro que a pessoa que só é boa para seus, pros seus, só olha, olha o que eu tô dizendo, só é boa pros seus, só pensa nos seus. inclusive prejudica os outros para ajudar os seus. É óbvio que essa pessoa está equivocada. Mas agora isso é uma coisa. Agora eu simplesmente ter que esquecer e ficar longe da minha família, porque eu tenho que cuidar de estranhos, porque afinal todos somos irmãos. E aí eu tenho que viver sempre uma eterna vida de recomeçar a conviver com estranhos para começar amá-los um dia para quando tiver amando eles, ser afastado deles para para conseguir novas pessoas estranhas. É uma coisa maluca e noentia quando a gente pode. Então ele diz pro pro André Luiz que o pai que vela por ele é o mesmo que vai velar pela família dele. Então eu digo assim: "Olha, ele o André Luiz tá sofrendo por causa da família dele, né? Eu digo assim: "Olha, Deus, Deus não cuida de você, ele vai cuidar da sua família". Isso aparentemente é bonito, né? Aliás, é isso que eu preciso que vocês entendam aqui. É isso que eu preciso que vocês entendam. É dizendo coisas aparentemente verdadeiras e bonitas que eles enganam. Por isso que é difícil de não cair na armadilha desses espíritos. Parece algo lindo que ele tá dizendo. Só que por que que isso não vale quando é quando eu tenho cuidado problema dos outros? Então, o André Luiz tá preocupado com a família dele e tá quer tá preocupado com a esposa e com os filhos. Aí o Clarocio diz: "Olha, Deus cuida de todos. Se ele cuidou de você, vai cuidar dos seus filhos, deixa para Deus". Mas aí quando chega problemas pro André Luiz que não tem nada que ver com ele, aí essa lógica não vale. Aí quando o Clarenço manda ele cuidar de espíritos estranhos, o o André Luiz podia dizer podia dizer pro Clarence: "Clarêncio, eu não preciso cuidar desses estranhos. Deus cuida. Percebe? Por que que não vale a mesma lógica quando é para estranho, só quando é para parente? Por na obra Nosso Lar não tem parentes e amigos.

cio, eu não preciso cuidar desses estranhos. Deus cuida. Percebe? Por que que não vale a mesma lógica quando é para estranho, só quando é para parente? Por na obra Nosso Lar não tem parentes e amigos. Todos estão separados. Uma das principais questões do livro dos espíritos é essa. É justamente a questão que mostra que os seres amados estão conosco e nos recebem quando a gente morre. a todos, só por algum período que não, período de perturbação, sofrimento, mas mesmo assim eles estão ali na volta, não é que eles estão longe. Aqui não tem isso. O André Luiz tá num lugar, não tem parente, não tem amigo, não tem ninguém, é só gente estranha. estaremos ao seu lado. Aí ele vai dizer, ó, aqui vem o ponto. Ele quer que o André Luiz entenda que olha, a gente vai, a gente lhe deu casa, comida e roupa lavada. É como se fosse isso. Esqueça o resto, seja grato e sirva a nós, porque nós somos agora a sua família. Se isso não é uma prisão, estaremos ao seu lado para resolver dificuldades presentes e estruturar projetos de futuro. Mas não dispomos o tempo para voltar às zonas estéreis da de lamentação. Lembrando que eles foram que quem quem começaram a trazer o passado para André Luiz, tá? Eles foram. Além disso, temos nessa colônia compromisso. Olha aqui, ó. Aqui vem aonde que o Clarence queria chegar. Temos nessa colônia o compromisso de aceitar o trabalho mais áspero. Tá aqui. Aqui tá a causa de toda a prisão. Ele não quer que o André Luiz saia dali ver a família. Ele quer que o André Luiz trabalhe para ele. Só que ele diz de uma maneira bonitinha, né? como bênção de realização. Mas por que que não é bênção de realização ele trabalhar para continuar ajudando a família dele próximo da família? Por que que não é bênção de realização? para trabalhar pro nosso lar para estranho. Considera, considerando que a providência desborda amor. Nota que ele sempre bota palavrinha amor em todas as frases que não tem sentido. Enquanto nós vivemos honerados de dívidas. Se deseja permanecer nesta casa de

iderando que a providência desborda amor. Nota que ele sempre bota palavrinha amor em todas as frases que não tem sentido. Enquanto nós vivemos honerados de dívidas. Se deseja permanecer nesta casa de assistência, aprenda a pensar com justeza. Ó ele domando, o André Luiz, controlando até o que ele pensa. Você quer ficar aqui, tem que obedecer. Eu nessa hora eu tava fazendo minhas malinhas indo embora. Nesse intering secaram o pranto parou de chorar, né? Claro. Ó, o o Clarence deixou muito claro para ele, né? E chamado abrios pelo generoso instrutor, mas numa generosidade assumi diversa atitude, embora envergonhado da minha fraqueza. Tá de novo o André Luiz envergonhado, viu como é que ele sempre deixa o André Luiz quando ele saem da da visita? Depois a gente vai ver daqui uns capítulos mais para frente. Uma mãe também vai pedir, vai implorar pro pro mãe vai implorar pro Clarêncio, capítulos mais para frente para ver o filho na terra. E o Clarência pede dinheiro para ela para poder fazer isso. Essa é a obra que o movimento espírita se emociona, chora, segue e idolatra. Compreendeu a diferença? As almas débeis ante o serviço deitam-se para se queixarem aos que passam. Os fortes, porém, recebem o serviço como patrimônio sagrado, na movimentação do qual se preparam a caminho da perfeição. Quando eu leio esse trecho aqui, eu lembro muito Niet, né? Quem já leu a obra do Niet, o anticristo? Quando eu transformo o escravo no virtuoso e eu transformo o liberto no vilão. É a maior pervicidade do cristianismo que foi feita. E claro, o Clarence, como representa essa esse cristianismo da igreja antiga, eles não são espíritas, ele reproduz isso, né? O forte é o que obedece cegamente o que o Clarência quer. Quem fica reclamando, questionando é o Débel. É exat é é totalmente uma fala de dominação, né? Ninguém lhe condena ao saudade justa, nem pretende estancar sua fonte de sentimentos sublimes. Acresce notar, todavia, que o pranto da desesperação não edifica o bem. Tem nada a ver essa, não tem nada a ver

m lhe condena ao saudade justa, nem pretende estancar sua fonte de sentimentos sublimes. Acresce notar, todavia, que o pranto da desesperação não edifica o bem. Tem nada a ver essa, não tem nada a ver essa frase do clarinho. Se ama em verdade a família terreno, é preciso bom ânimo para lhe ser útil. O É preciso bom ânimo para lhe ser útil. Mas o ser útil do Clarêncio é ficar em nosso lar varrendo o chão. Mas aqui nota não nota claramente que o medo do Clarêncio é que a saudade do André Luiz faça ele ir embora, liberte ele. Por isso que ele precisa ele precisa domar o André Luiz, mas ao mesmo tempo ele precisa dar uma atenção e dar uma satisfação sobre essa saudade do André Luiz, né? Então ele ele joga pro futuro, né? Não, se você obedecer, trabalhar, se você se aquiietar, pode ser. É exatamente a tática de dominar pela esperança. Eu fico lhe dando esperança, não, amanhã vai ser melhor, mas eu estou impedindo que você tenha um hoje melhor e fico jogando para amanhã, né? Fez-se longa pausa, a palavra de Clarência levantara-me para elucções mais sadias. Uá! Enquanto meditava a sabedoria da valiosa advertência, meu benfeitor, qual o pai que esquece a leviandade dos filhos para recomeçar serenamente a lição, tornou a perguntar com um belo sorriso, que para mim soa como sarcasmo, né? Para mim é sarcasmo isso, mas o André Luiz acha que é algo maravilhoso. Então, como passa melhor? Olha, ele refez a pergunta lá do início para ver se agora o André Luiz vai responder que nem um bichinho domado para ver se ele foi doutrinado, se ele vai responder o que o Clarência quer. Isso aqui para mim tem uma uma perversidade por trás, mas contente por me sentir desculpado à maneira da criança que deseja. Mas é que tu não é criança, André Luiz. Se tu tá se sentindo criança e o e o Clarêncio tá tá te tratando assim, tem um detalhe que tu não esqueceu, tu não é criança. É isso que tu não enxerga. Se o Clarência faz se sentir uma criancinha, esse é o problema. Tu não é? A gente é adulto responsável com livre

assim, tem um detalhe que tu não esqueceu, tu não é criança. É isso que tu não enxerga. Se o Clarência faz se sentir uma criancinha, esse é o problema. Tu não é? A gente é adulto responsável com livre arbítrio. Ele mesmo se entrega e ele não percebe, né? Imagina, não é, não há, não tem criança no mundo dos espíritos que vem o papai bravo e me dá um sermãozinho e eu fico chorando e não existe isso. Há livre arbítrio e a responsabilidade. Vou bem melhor para melhor compreender a vontade divina. Olha, ô que resposta, hein? muito último do progrediu. André Luiz, só porque agora você tá dizendo que o o Clarence quer ouvir. É isso, né? Esses, esse foi o capítulo sexto. Vocês estão lendo comigo. Mais uma vez eu digo, vocês estão lendo comigo, eu estou mostrando os textos, eu tô refletindo, tô questionando. Já mostrei já várias coisas de Kardec, ainda vou mostrar mais, mas vocês estão vendo. São 61 vídeos. Se você ainda tem uma achando que, bom, você tá vendo o contrário disso, bom, aí é questão de livre arbítrio, né? de livre escolha, de livre pensamento, de livre interpretação. Agora eu quero ver como é que você resolve os problemas que eu coloquei aqui. E você vai encontrar um outro espiritismo, outros espíritos falando bem diferente na obra de Kardec. Lá eles explicam o porquê das coisas, fundamentam, dizem coisas diretas, racionais, claras, não desrespeitam o seu livre arbítrio, não tem espírito mandando você calar a boca, mas você escolhe o que que você prefere, né? Dito isso, lembrando a todos que se tiver internet, tiver luz, terça-feira que vem a gente tem de novo indo pro capítulo 7, tá? Não vai parar. Então agora vamos aos recados. Amanhã, quarta-feira, teria o estudo do que é o espiritismo. Não vai ter. Não vai ter. Quinta teria o estudo da revista espírita.net? Não vai ter. Então quarta e quinta não vai ter. 24 e 25 não tem nada. Mas eu vou postar uma palestra, tá? para gravada para para as pessoas assistirem. Dia 26, sexta, tem o estudo do livro dos médiuns. Esse vai ter às 20

uarta e quinta não vai ter. 24 e 25 não tem nada. Mas eu vou postar uma palestra, tá? para gravada para para as pessoas assistirem. Dia 26, sexta, tem o estudo do livro dos médiuns. Esse vai ter às 20 horas. Então aqui o estudo do livro dos médiuns, tá? E no domingo, no domingo tem a minha última live especial do ano, tá? Agora próximo domingo, eu vou colocar aqui na tela para vocês, ó. Já se programem aí quem puder assistir. Colocar o cartazinho aqui, ó. Domingo agora, dia 28 às 19:30, aqui no YouTube, no Kardecube ao vivo. É a nossa última live do ano em que não a gente não vai tratar, claro, óbvio que eh é sobre doutrina, mas é sobre o Kardec Tube, né? A gente vai falar sobre o passado, contar muita história, contar muito do que aconteceu pra gente chegar até aqui, contar muito sobre 2025 e projetar 2026 para vocês. Inclusive, eu vou anunciar domingo dois projetos novos. Quem tiver assistindo vai dois projetos novos para já começar em 2026. Então, estejam domingo às 7:30 aqui, que enquanto tiver internet, luz, computador, prédio, a gente vai falando em Kardec, né? E não saiam daqui sem curtir o vídeo esse aqui, e se inscrever no canal se você não é inscrito. Não saiam daqui sem fazer isso. Faça isso agora que é rapidinho. E aqueles que desejam assinar o canal, vai e seja membro no Cardecube aqui, assine o canal e você tem acesso ao estudo de sexta-feira, que é o estudo fechado, só para senantes. dados recados. Quero desejar para vocês amanhã um ótimo Natal. Seja você que vai estar sozinho, que vai estar com amigos, que vai estar com parentes, que vai ter que trabalhar, independente do contexto que você tem aí com bom Natal, o melhor Natal possível. Pessoal tá dizendo que travou. Vamos ver aqui. Não, não travou. Tá OK. Tem um ótimo final de ano. Sexta-feira a gente se vê de novo para quem assina. É o estudo do livro dos médiuns. Sexta e domingo a live especial. Uma boa noite a todos.

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