59 - "Nosso Lar" segundo o Espiritismo - Capítulo 4: O Médico Espiritual
FASE 2: Bibliografia: Vamos estudar toda a obra "Nosso Lar", ditada pelo Espírito André Luiz e psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Editada, vendida, divulgada, priorizada e idolatrada pela Federação Espírita Brasileira (FEB). Uma das obras mais conhecidas e influentes da história do movimento espírita. Iremos analisar frase por frase, usando as 23 obras de Kardec para demonstrar os erros, os absurdos, os estragos e os perigos que "Nosso Lar" apresenta. Evidenciaremos que somente a ignorância das 23 obras de Kardec, somente o fanatismo e os interesses foram capaz de tornar essa obra aceita e admirada. Vídeos semanais. Curta, comente e compartilhe. Se inscreva em nosso canal. De tempos em tempos iremos fazer lives para responder as dúvidas e objeções. Nos siga nas demais redes sociais: Instagram: @allan_kardec_tube Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao nosso estudo de O Livro dos Médiuns. __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352
Boa tarde a todos, sejam bem-vindos. Eu sou Michel Macedo e você está no canal Kardec Tube, no projeto Nosso Lar Segundo Espiritismo. Vamos iniciar hoje o nosso estudo de número 59, analisando o capítulo 4, o médico espiritual da obra do espírito André Luiz, nosso lar. Como vocês sabem, o projeto Nosso Lar Segundo Espiritismo tem a proposta de analisar criticamente todo o livro Nosso Lar usando a obra de Kardec. Nós iniciamos em janeiro de 2024 a introdução desse projeto que durou um ano e meio. São mais de 50 vídeos somente com a introdução e você encontra todos esses 50 vídeos aqui na playlist do Kardec Tube. Iniciamos há pouco tempo a segunda fase do projeto, onde a gente analisa propriamente a obra. Entramos na obra e estamos analisando o livro Nosso Lar. Já analisamos aí os dois prefácios, o do Emmanuel e do próprio André Luiz. Analisamos o capítulo 1, capítulo 2, capítulo 3. Hoje vamos analisar o capítulo 4. Lembrando que nós vamos até o capítulo 50. 50. Vamos estudar toda a obra, analisar toda a obra. É muito importante que você assista os 59 vídeos ou no mínimo os vídeos aqui dos 52 em diante, onde a gente entrou propriamente na obra, porque senão a gente teria que se, como a obra é repetitiva, a gente teria que ser repetitivo todos os todos os estudos. Então você assiste aí, eh, claro, a o projeto Nosso Lar Segundo Espiritismo, ele é usado e ele vai na contramão do movimento espírita que ama, idolatra e tem essa obra como uma obra de um espírito superior que continuou, evoluiu Kardec, disse mais que Kardec, o movimento espírita. Ele é totalmente eh baseado nessas obras do André Luiz. Às vezes, nem os próprios espíritas da casa espíritas sabem que aquilo que eles fazem e falam e repetem veio com André Luiz, não veio de Kardec. Qual é a proposta do nosso projeto? Mostrar que essa obra contradiz Kardec, contradiz a ciência, contradiz a moral. André Luiz não evoluiu o Espiritismo. O André Luiz não é um espírito superior. Essa obra é uma obra ruim. Essa é a proposta. Claro que é, como eu
tradiz Kardec, contradiz a ciência, contradiz a moral. André Luiz não evoluiu o Espiritismo. O André Luiz não é um espírito superior. Essa obra é uma obra ruim. Essa é a proposta. Claro que é, como eu falei, e na contramão, por isso a pessoa vai ter que ter paciência. Quem de repente a pessoa que é muito apaixonada por essa obra, eh, tem que ter um pouco de paciência e analisar todo o projeto. Nós estamos apresentando a nossa opinião sincera, clara, dando os argumentos, apontando os questionamentos e mostrando os textos de Kardec. E quando nós chegarmos aí no final, no capítulo 50, a gente vai fazer mais uma live de conclusão e aí vamos paraa terceira fase do projeto, que é a fase em que as pessoas que defendem o contrário, que as pessoas que defendem a obra e que acham ou afirmam que nós estamos equivocados, vão ter espaço para falar. Então é muito importante também que a pessoa que queira ocupar o espaço aqui assista todo o projeto e depois disso tudo, esse projeto vai virar um livro nosso lar, segundo o espiritismo. A gente quer deixar então tudo bem completinho para que as pessoas possam analisar e tirar elas próprias a sua conclusão, que é como Kardec fazia. Kardec e ele apresentava a sua ideia, o seu trabalho, os seus argumentos e a dos opositores. Apresentava na íntegra para que você comparasse e tirasse a conclusão. A melhor forma de você aprender é comparar. A pessoa que não compara não aprende direito. Então não adianta você ser um defensor da obra do André Luiz e você não conhece Kardec profundamente. Mas é claro que para falar da obra do André Luiz, a gente se propôs a conhecer e estudar Kardec e também estudar a obra do André Luiz e proporcionar uma comparação e as nossas conclusões. Você deve fazer o mesmo. É assim que Kardec procede. Por isso também que a gente vai colocar as opiniões contrárias no final do projeto para que você também possa comparar os nossos argumentos. baseados em Kardec das pessoas que defendem a obra. Então vai ser, a gente está tentando fazer uma
as opiniões contrárias no final do projeto para que você também possa comparar os nossos argumentos. baseados em Kardec das pessoas que defendem a obra. Então vai ser, a gente está tentando fazer uma obra mais justa e completa possível dentro das nossas possibilidades, deixando aí a nossa contribuição paraa história do movimento espírita, né? Sejam todos bem-vindos. O Kardecbe, como vocês sabem, é hoje um dos canais que mais produz conteúdo exclusivamente sobre Kardec. Então você que está aqui, você pode nos acompanhar. Nós temos estudos diários todas as noites de segunda a sexta. Segunda, o livro dos espíritos. Terça, o livro nosso lar. Quarta, às 20:30, o que é o espiritismo. Quinta, estudamos o site revistaespespírita.net. Sexta, estudamos o livro dos médiuns. O estudo de sexta-feira é fechado para assinantes. Então você se torna membro, entra no canal do Kardecube, vai e seja membro, escolhe a opção amigos do Kardec Tube por R$ 19,99 por mês. Você ajuda o Kardecube e tem acesso à live de sexta-feira estudando a obra O Livro dos médiuns. Pode assistir ao vivo, participar pelo chat, tirar dúvidas e se não consegue assistir ao vivo, fica tudo gravado. E você que está aqui, não saia sem curtir e se inscrever no canal se você não é inscrito. Isso é muito importante. Então, curta o vídeo e se inscreva agora aí rapidinho para depois a gente continuar. Vocês sabem que esse nosso estudo ele é bem longo, então a gente pede a paciência. Muitas pessoas vêm por pedaços, é uma forma boa de assistir, né, no decorrer da semana. Mas vamos lá, gente, não pode perder tempo para analisar tudo o que a gente tem para analisar desse quarto capítulo da obra do André Luiz. Vamos então ao texto. Então, capítulo 4ro, médico, o médico espiritual é o nome do capítulo. E o livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier, você sabem, editado pela Federação Espírita Brasileira. Aliás, a Federação Espírita Brasileira devia fazer como a gente faz, devia fazer como Kardec ensina, né? A FEB devia apresentar
or Chico Xavier, você sabem, editado pela Federação Espírita Brasileira. Aliás, a Federação Espírita Brasileira devia fazer como a gente faz, devia fazer como Kardec ensina, né? A FEB devia apresentar projetos como esse que são contrários à obra, né? Se ela fosse como Kardec era, ela poderia apresentar os pessoas sérias do movimento espírita que contrariam, que discordam da obra nosso lar. Ela poderia com projetos como esse divulgar, mesmo sendo contra, para que o movimento espírita julgasse e tirasse essas conclusões. Mas a gente sabe que a FEB não é assim, né? A FEB ela teme o debate, ela teme o confronto no sentido de ideias. Ela teme comparar, ela não gosta de pessoas que estudam a obra completa de Kardec. A Feb, ela gosta de dar tudo recortado e editado segundo ela, mas ela não enfrenta críticas, ela não faz comparações porque ela teme, né? A conclusão que eu tiro é que ela teme. Talvez a FEB saiba que se ela enfrentar os argumentos que a gente coloca sobre o livro Nossular, ela sabe que não vai ter argumentos. E talvez ela tem ela tema que a obra deixe de ser vendida, respeitada, idolatrada, já que uma das obras que deixou a FEB poderosa foi a própria obra nosso lar, né? Mas a verdade é que a FEB não enfrenta argumentos, ela foge, ela ignora, ela trata como se não existisse, que é uma pena, né? Porque não é assim que Kardec ensina. A gente tem que mostrar os prós e os contras. Eh, falar só daquilo que nos interessa é muito fácil, né? Quem quer descobrir a verdade ou quem não teme a verdade não tem opinião de expor as ideias contrárias. Justamente se a minha ideia é realmente verdadeira e forte, ela vai aguentar. Então é uma pena que a FEB fuja. A única maneira que a gente tem então de alcançar o grande público, já que a FEB não faz isso, é através de vocês. Quanto mais vocês assistirem, compartilharem, chamarem pessoas, vai chegar uma hora que a FEB, mesmo que ela não fale disso, vai est todo mundo falando. Então essa é uma maneira que você tem de nos ajudar. Por isso que a gente fala,
mpartilharem, chamarem pessoas, vai chegar uma hora que a FEB, mesmo que ela não fale disso, vai est todo mundo falando. Então essa é uma maneira que você tem de nos ajudar. Por isso que a gente fala, curta o vídeo, se inscreva no canal, quem puder assine o canal, porque são pequenos projetos enfrentando a gigante federação, poderosa federação. É da eh é Davi contra Golias. Eles têm recursos que a gente não tem, inclusive materiais e financeiros, graças às obras, porque a gente costuma ficar repetindo sem parar que as obras do Chico são destinadas à caridade. As obras do Chico serviram para empoderar a FEB. Isso é muito importante. Você que tá ouvindo saiba. Então, o Chico era a galinha dos ovos de ouro da Federação, né? Não é à toa que ela fecha os olhos para qualquer crítica a essas obras. e deixe a a as indicações de Kardecu, né? Mas a gente pode conseguir fazer isso, a internet nos proporciona, a gente pode conseguir ter um alcance muito além do da FEB e aí fazer com que as pessoas tenham pela primeira vez uma comparação, porque hoje na casa espírita, se a pessoa falar as coisas que eu falo aqui, ela é expulsa da casa espírita. Então, só depende de vocês. A gente tá aqui e depende também do público ajudar isso a chegar a mais pessoas. Dito isso, vamos lá. A partir de agora é o André Luiz falando. Que que eu vou fazer hoje? Vou ler todo capítulo, vou ir comentando. No final apresento algumas questões do livro dos espíritos, algumas questões aí das obras de Kardec e a gente encerra. Acredito que hoje vai ser mais curto e e curioso, o próprio fato de hoje ser mais curto fala sobre a própria obra. Eu vou comentar sobre isso. Então, vou começar a ler aqui, a gente vai conversando. Então, diz agora o André Luiz: "No dia imediato, após reparador e profundo repouso, experimentei a bênção radiosa do sol amigo. Qual suave mensagem ao coração! Claridade reconfortante atravessava a ampla janela, inundando o recinto de cariciosa luz. Sentia-me outro. Energias novas tocavam-me o íntimo.
ção radiosa do sol amigo. Qual suave mensagem ao coração! Claridade reconfortante atravessava a ampla janela, inundando o recinto de cariciosa luz. Sentia-me outro. Energias novas tocavam-me o íntimo. Tinha a impressão de sorver a alegria da vida a longos açustos. na alma. Apenas um ponto sombrio, a saudade do lar, o apego à família que ficara distante. Numerosas interrogações pairavam-me na mente, mas tão grande era a sensação de alívio que eu sossegava o espírito longe de qualquer interpelação. Vejam. Por isso que eu preciso que você assista os vídeos anteriores, porque a o que que a gente tem demonstrado ao longo dos vídeos? O André Luiz é um mau escritor. Não só o conteúdo é ruim, mas ele enquanto escritor ele é ruim, porque ele é muito repetitivo. Ele é repetitivo. Qualquer professor de redação do ensino médio pegaria a redação do André Luiz e e André Luiz não passaria no Enem na redação, porque ele repete muito, né? A gente, a gente tá no quarto capítulo e tem frases que ele fica repetindo. É interessante isso. A gente já comentou, claro. É por isso? Porque ele é um espírito inferior. Então ele tem que repetir várias vezes as mesmas coisas. Ele tem que forçar sempre a imaginação e as e as descrições físicas. Lembra que a gente comentou isso no estudo passado? Por que que ele tem que fazer tudo isso? porque ele não tem nada para dizer ou muito pouco. Então ele tem que, como diz no Rio Grande do Sul, encher linguiça. Ele tem que repetir muita coisa e exagerar na prolixidade, exagerar nas descrições fantásticas, nas frases sem sentido, porque isso ocupa espaço e aí ele vai prosseguindo. Então ele repete muita coisa. Então, muita coisa que ele já falou nos outros capítulos e a gente já refletiu, questionou, comentou, criticou e apresentou os textos mostrando que contraria Kardec. Não adianta a gente ficar repetindo muito, porque a gente já tratou disso, já explicou isso. E é interessante porque o fato de no decorrer das obras a gente falar menos coisas é uma prova de que a
ec. Não adianta a gente ficar repetindo muito, porque a gente já tratou disso, já explicou isso. E é interessante porque o fato de no decorrer das obras a gente falar menos coisas é uma prova de que a obra do André Luiz é vazia, né? Porque a gente ao eliminar já várias questões no início do livro, a gente vê que o restante do livro é uma repetição chata e sem sentido de coisas que não fazem sentido. É um fato mesmo de ser mais curto que a gente tem para dizer mostra que o quanto é repetitivo e pobre a obra do André Luiz. Então ele já tinha falado sobre a questão do repouso, sobre a questão de não de tá vendo o sol, sobre a questão da claridade da janela, sobre a questão das energias de tá deitado. Ele já tinha falado isso e olha que ele já deve ter falado umas duas vezes no capítulo passado. Aqui ele repete. Impressionante, né, a a fragilidade do escrito dele. E ele volta a falar, né, em profundo repouso. A gente já tratou sobre isso, né? Como é que espírito vai repousar, vai deitar, vai dormir, vai ter cama, se não tem órgãos, não tem questões físicas mesmo pros inferiores, né? A gente já tratou disso nos outros vídeos exaustivamente, não precisa a gente ficar respondendo. Aí ele fala do sol, a gente falou ah no estudo passado sobre isso, né? Então eu tô passando rápido o como é que pode ter sol em nosso lar. não faz nenhum sentido. Eh, até pode ter sol, mas eh, e ele diz que é o mesmo sol da terra, né? Mas aí como é que tem dia e noite? Porque a Terra tem dia e noite porque tem rotação. Então o nosso lar tem rotação, então tem força gravitacional, então é é um globo. Como é que funciona tudo isso? Vejam, não faz nenhum sentido ter dia, ter noite, espírito dormir, ter cama. A gente já tratou sobre isso. A gente já tratou sobre Ah, mas é que ele tá falando aqui de um espírito inferior que ainda tava pegado a matéria. A gente viu em Kardec que mesmo espírito super inferior não tem isso. Ai tem janela. Como assim tem janela? Então o espírito não vê através da parede
espírito inferior que ainda tava pegado a matéria. A gente viu em Kardec que mesmo espírito super inferior não tem isso. Ai tem janela. Como assim tem janela? Então o espírito não vê através da parede de que como é que é feita a janela. Tem fábrica de janela. A gente já tratou disso, né? Mas tem coisas importantes aqui, porque embora sejam repetitivas, mostram mais uma vez o André Luiz é muito contraditório, muito contraditório. A gente vai ver que nos em dois parágrafos ele diz uma coisa, desdiz, diz e desdiz. Ele diz: "Sentia-me outro". Energias novas tocavam e o íntimo. Tinha pressão dissolver a alegria. Então ele tava bem, ele tava forte, ele tava alegre. Na frase seguinte ele já tá perturbado. Veja não. A gente tá vendo o mesmo na no início da frase, ele é outro. Sou outro. Aí daqui a pouco ele diz na alma apenas um ponto sombrio. Ele acabou de falar de luz, de claridade, de renovação. Uma frase depois ele já tá sombrio, ele já tá com apego e ele já tá com a alma tá num estado de apego, saudade, num estado de interrogação, de dúvida. na no mesmo parágrafo, no mesmo parágrafo, eles contradiz. A gente tá lendo aqui. Ah, a gente fica sem saber. Afinal, André Luiz tava bem ou não tava bem? Esse é um ponto. O segundo ponto é ele vai já é a segunda vez. E nós estamos a recém no segundo, no quarto capítulo. Já é a segunda vez que ele vai falar da família. Ele tá pensando na família, ele tá com saudade da família, ele não tá bem, ele não tá em paz, ele tá sempre com esse coração sofrido, doído. que a justificativa no início que ele não via família porque ele tava numa espécie de inferno, né, lá na lama, na escuridão, sendo perseguido, xingado, com fome, com sede. Então, ele tava num lugar que ele não tinha acesso à família. Agora ele foi para um lugar dito de paz, tranquilidade, ajuda, bem, beleza e ele vai continuar sem poder ter contato e nem notícia da família. A justificativa não é porque ele não tem condição, mas aí a perturbação que ele fica o tempo inteiro por não saber da
a, bem, beleza e ele vai continuar sem poder ter contato e nem notícia da família. A justificativa não é porque ele não tem condição, mas aí a perturbação que ele fica o tempo inteiro por não saber da família dá o efeito contrário. Tanto que ele mesmo tá dizendo que ele tá com um ponto sombrio na alma. Ele tá dizendo: "É o Michel por causa da saudade da família". Então, essa coisa que se criou com a obra do André Luiz, não, não pense no ente querido que morreu. E o ente querido que morreu, não pense na família, esse apego faz mal. Mas aí a pessoa, mesmo com essa recomendação esdrúchula e sem sentido, a pessoa continua sofrendo e sentido porque a gente não controla o sentimento. Então isso não, dizer pra pessoa não pensar que já é um absurdo, não resolve o problema, porque eu não controlo o que eu sinto. É passivo. Tanto que ele tá falando aqui, ele não tá tendo acesso à família e tá sofrendo. tem um ponto ponto sombrio na alma que a gente guarda em isso que a gente vai ver a obra inteira. Ele quer saber da família e não tem acesso. E além de não ter acesso, não dão nem notícia. E a justificativa é que isso é pro bem dele. Mas se é pro bem dele, ele continua perturbado, tá dando efeito contrário. Então é a contradição. A gente vai ver essa questão da distância entre os entre os entes queridos que vai estar presente na obra do André do André Luiz. essa essa esse distanciamento obrigatório, que é uma das coisas mais terríveis da obra do André Luiz, porque ele vai colocar que eu tenho que aceitar eu não ter notícia, eu tenho que aceitar eu tá distante das pessoas que eu amo porque é pro meu bem. E a justificativa para não é porque é pro meu bem, você não tem condições. Então, e aí vem o segundo, né? Numerosas interrogações pairavam minha mente na mente, que é o que eu já havia comentado, mas eu preciso que vocês leiam e guardem isso, porque isso vai est presente na obra inteira e isso denuncia a obra, porque a todo momento o André Luiz vai est sempre numa situação em que ele tá
ntado, mas eu preciso que vocês leiam e guardem isso, porque isso vai est presente na obra inteira e isso denuncia a obra, porque a todo momento o André Luiz vai est sempre numa situação em que ele tá ou surpreso, porque ele tá vendo coisas Ele tá vendo um monte de coisa acontecer e tudo aquilo para ele é novidade. Nada ele entende, nada ele sabe a explicação, nada ele sabe o porquê e nunca é dito para ele. Isso é uma das coisas mais angustiantes da obra. A todo momento ele narra para você dezenas e dezenas de coisas fantásticas, mas você nunca tem a explicação. Nem ele. Aí no capítulo anterior tinha um coração dourado, um coração azul com estrias douradas que virou pétala de flor. Aí na outra tinha o clarêncio com cajado de luz abrindo um portão. Aí na outra aqui ele tinha o sol numa janela e sempre são coisas e ele tá sempre cheio de dúvidas, interrogações que nunca é dada a resposta. A única coisa que é dito para ele é que ele tem que fazer o bem e que ele tem que aceitar. Tem que fazer o bem e tem que aceitar. Se eu estou num lugar, se me levam para um lugar em que nada me respondem, nada me esclarecem, tudo que eu faço, eu tenho que fazer de maneira cega, obedecer de maneira cega, acatar de maneira cega. E a única coisa que me dizem é: "Ah, Michel, aceite porque é pro seu bem". "Ah, Michel, aceite porque é preciso fazer assim". E ainda com um tom de ameaça, se não for assim, algo ruim vai acontecer. Se eu tô num lugar assim, eu vou embora. Qualquer pessoa minimamente crítica, inteligente faria isso. Ou vocês aceitariam ir para um lugar em que nada é explicado. Eu tenho feito analogias da dessa obra do André Luiz com filmes e filmes eh de ficção, né? Vocês viram na na semana passada eu falei que o as narrações as narrativas do André Luiz quando ele chega nosso lar é muito parecido com o Harry Potter chegando em Hogwards, né? Tem uma outra analogia que quem assistiu vai saber do que eu tô falando. Tem um desenho que era muito famoso na minha na minha infância que era Caverna do
com o Harry Potter chegando em Hogwards, né? Tem uma outra analogia que quem assistiu vai saber do que eu tô falando. Tem um desenho que era muito famoso na minha na minha infância que era Caverna do Dragão. A maioria de vocês devem saber, né? Caverna do dragão. E tinha lá o tal do mestre dos magos. Era um baixinho, um senhorzinho que aparecia do nada no meio do caos, falava uma umas coisas meio meio enigmáticas, sem sentido. E quando todo mundo queria entender o que ele tava dizendo, ele sumia. Nunca o Mestre dos Magos dava uma resposta direta, concreta. Ele tava sempre deixando um mistério no ar. O o o nosso lar é igualzinho à história da caverna do dragão. O André Luiz tá preso lá dentro com um outro bando de espíritos em que eles têm uma rotina que eles têm que fazer um monte de coisa, mas eles não entendem bem porque eles estão ali, o que que aconteceu, para que que serve. Eles não têm muitas respostas. E quando eles conversam com os ditos benfeitores, é sempre o o parece o mestre dos magos falando. Eles eles explicam sem explicar, é uma coisa sempre. Então, o André Luiz vai estar sempre na dúvida, na na angústia, na interrogação que não é dado resposta. Então, é uma história em que ele enche a cabeça da gente com informações que extrapolam o extraordinário, a ficção, nunca explica, nunca fundamenta e ninguém nunca explica e fundamenta para ele. E a gente junto com ele tem que ficar a obra inteira só aceitando, porque é o bem, porque é Jesus, porque tem que ser assim. Mas a gente não entende nada. Por que tem que ser assim, por que não é diferente? Porque que não pode? Mas no entanto ele continua no íntimo sofrendo com saudade da família e com a angústia da interrogação. Porque naturalmente se você tá num lugar assim em que tudo é novo, tudo é surpresa, você quer respostas e ele nunca tem. Você, a gente vai ver daqui a pouco isso. Todas as vezes as respostas são enigmáticas. Então já se acostumem. É o, quando eu falar que é o é o mestre dos magos em ação, vocês já lembram da história. É
Você, a gente vai ver daqui a pouco isso. Todas as vezes as respostas são enigmáticas. Então já se acostumem. É o, quando eu falar que é o é o mestre dos magos em ação, vocês já lembram da história. É sempre uma resposta enigmática que não quer dizer nada ou não dá para entender. Então são espíritos benfeitores que não instruem e não explicam. Ele só manda o que obedeça. E aqui ele tá mostrando, ó, numerosas interrogações paravam na mente. Ele tá com saudade da família e cheio de dúvidas com tudo que ele viu. E aqui ele usa a o termo mente, né, que eu já comentei também no estudo passado. No estudo passado ele usa o termo ego. que ele usa o termo mente, que é exatamente por isso que hoje a espiritada tudo usa termos que não são os termos que Kardec usava. O André Luiz que criou isso, o André Luiz usa termos que não são os termos das obras de Kardec e a gente, como a gente segue André Luiz no movimento espírito, passou a repetir as palavras do André Luiz e não o linguajar de Kardec, né? Mas tem uma coisa interessante, ele diz assim, ó, ele tá com ponto sombrio, ele tá pensando na família e ele tá cheio de interrogações. Mas olha ali, mas tão grande era a sensação de alívio que eu sossegava o espírito longe de qualquer tepelação. Isso aqui que ele tá dizendo aqui que a gente passa batido e não presta atenção. Vocês já pararam para pensar na gravidade disso que ele tá falando? Vocês conseguem entender a gravidade do que ele tá dizendo aqui? Isso aqui é corrupção. Isso aqui é imoral. Vocês não perceberam. Eu vou repetir. Ele tá sofrendo de saudade e tá cheio de questionamentos. Mas como deram para ele cama e comida, ele vai ficar quietinho. É isso que ele tá dizendo aqui. Como é melhor é esse ele ele ganhar cama e comida, que ele diz que tem cama e comida. É melhor de do que tá no lugar que ele tava. Olha o interesse material aqui, como ele ganhou cama e comida e saiu do inferno. Então não interessa família, não interessa eh entender o que tá acontecendo, fazer perguntas. E eu vou
ar que ele tava. Olha o interesse material aqui, como ele ganhou cama e comida e saiu do inferno. Então não interessa família, não interessa eh entender o que tá acontecendo, fazer perguntas. E eu vou aquiar, eu vou me aquiietar, sossegar o espírito, não vou perguntar nada. Tão grande era a sensação que eu sossegava o espírito. Então, o André Luiz se se vendeu por questões materiais e o povo do nosso lar comprou André Luiz, né? Ó, eu vou te dar cama e comida. Você não me venha questionar, se rebelar, porque senão eu mando você de volta pro inferno, hein? A gente não percebe a lógica da nosso lar, como ela é perversa, é uma barganha. Então, joga fora. Saudade da família, vontade de entender a sua situação. Olha aqui, tá bom? Já me já me aliviaram daquele inferno que eu tava, me botaram numa caminha boa. Então o resto, ó, vou ficar quietinho. É isso. E a gente não prestava atenção nisso, né? Ora, se você tem os a pessoa que tem os seres amados, a família, não interessa, não interessa a situação que você tá. Aliás, o amor é isso, né? Eu não quero caminha quentinha, eu não quero quarto bonito com os raios da claridade do sol, músicas que se transforma em pétalas e cai em mim. Eu quero saber das pessoas que eu amo. Vocês percebem isso? Ou alguma mãe aqui que tá me assistindo vai acordar num lugar sem saber o que que aconteceu com os filhos e vai dizer: "Ah, mas é que também eu ganhei uma caminha quente". Faz o menor sentido isso trocar a ética por causa de conforto material, que é isso que o André Luiz tá fazendo. Então essa é a lógica do nosso lar. Eu te dou, eu te tiro da lama do umbral, te dou aqui uma cidadezinha que tem carro, tem biblioteca, tem caminha quentinha, tem caldinho reconfortante. E você, ó, me obedece e fica quieto. Não me vem perguntar da sua família. Esse é o paraíso do movimento espírita. Isso é uma prisão. Isso é um lugar corrupto. Isso é uma escravidão. Tão percebendo? Vamos continuar. Quis levantar-me, gozar o espetáculo da natureza cheia de brisas e de luz, mas
movimento espírita. Isso é uma prisão. Isso é um lugar corrupto. Isso é uma escravidão. Tão percebendo? Vamos continuar. Quis levantar-me, gozar o espetáculo da natureza cheia de brisas e de luz, mas não consegui. E concluí que sem a cooperação magnética do enfermeiro, tornava-se impossível deixar o leito. Ele acabou de dizer no parágrafo anterior que ele tava outro com as energias renovadas, que tava bem, agora ele não consegue levantar. Ele acabou de dizer isso. Eu não consigo entender como que uma obra tão ruim e mal escrita é idolatrada pelo movimento espírita. E a gente tá lendo junto. Aliás, teve gente que me perguntou assim: "Michel, quando você tá lendo lá nas suas lives de terça, você tá colocando o texto inteiro? Não tá faltando nada?" Sim, meus amigos, eu tô colocando o texto inteiro na íntegra. É ruim assim mesmo. É que muita gente que defendia o nosso lar não leu o nosso lar. Agora que tá lendo comigo, prestando atenção nas palavra por palavra, a pessoa chega a dizer: "Mas será que o Michel não tá tirando trecho? Porque tá muito esquisito?" Não, ela é ruim assim mesmo. Ele acabou de Eu eu preciso mostrar para vocês porque tem gente que é é mais teimosa que Olha aqui, ó. Após reparador profundo repouso, experimentei bênção radiosa, suave mensagem, reconfortante, janela, inundo, energias novas, ele, ele é outro. Aí um parác depois ele não conseguia levantar, que é uma coisa que a gente sabe que não faz sentido, né? Se não tem corpo físico, não tem órgão físico, para que que o espírito deita e por que ele não conseguiria levantar? Vamos continuar. Não voltaria. Vão voltar a mim das surpresas consecutivas quando se abriu a porta e vi entrar Clarêncio, acompanhado por simpático desconhecido. A gente vai ver como ele é muito simpático, mas uma simpatia. Cumprimentaram-me atenciosos, desejando-me paz. Meu benfeitor da véspera indagou do meu estado geral. a correr o enfermeiro prestando informações. Primeiro, ele volta a dizer que ele tá cheio de surpresas. No parágrafo
atenciosos, desejando-me paz. Meu benfeitor da véspera indagou do meu estado geral. a correr o enfermeiro prestando informações. Primeiro, ele volta a dizer que ele tá cheio de surpresas. No parágrafo anterior, ele falou que tava cheio de interrogações e ele vai passar o livro inteiro assim. E aí você vai ler os outros livros, ele vai continuar assim. Vai passar 15 livros, ele vai continuar assim. Ele narra, narra, narra, narra coisas fantásticas pra gente. Faz a gente pensar 500 coisas sobre o mundo espiritual, mas nunca dá a resposta e a explicação. Claro, é porque não tem, é porque é falso. Então, nota que ele falou das interrogações na frase, no parágrafo anterior, e aqui ele fala das surpresas, porque eles, claro, ele ele chega, segue sem entender nada, mas vai seguir sem entender nada e vai deixar a gente sem entender nada. Mas aí ele diz que entrou no quarto o clarêncio, né, que a gente já conhece do capítulo dois lá, que que o Clarence que foi buscar ele lá no Umbral e lembrando que foi buscar com ajuda de dois espíritos, porque segundo a história o Clarence não tinha condição de buscar sozinho. Ele é um benfeitor, mas ele não conseguiria carregar o o André Luiz. A gente já comentou sobre isso nos três últimos estudos, né? Como é que um espírito que é benfeitor ele não conseguiria ter força? já que ele é superior para resgatar sozinho, ele precisa da ajuda de alguém. Então você é superior e tem fraqueza física. Mas aí ele diz que veio agora uma pessoa nova junto, né? E ele diz assim: "Eh, acompanhado por simpático desconhecido." Vocês vão ver. Eu salientei isso e óbvio que é por gosto o o simpático desconhecido. [risadas] Eh, a gente vai ver como é que ele vai tratar o André Luiz, o simpático, desconhecido. Mas é curioso porque aí o o Clarcio chega e ele se comporta igual um médico que visita a gente no hospital, né? O médico chega e diz assim: "Aí, como é que você tá?" Aí vai até o enfermeiro, pega o prontuário para saber como é que o qual é o estado de de saúde do paciente, como
e visita a gente no hospital, né? O médico chega e diz assim: "Aí, como é que você tá?" Aí vai até o enfermeiro, pega o prontuário para saber como é que o qual é o estado de de saúde do paciente, como é que ele passou à noite, né? Aí a gente lê essas coisas aqui e acha que é normal. A gente não para para pensar, porque, aliás, geralmente quem lê André Luiz não pensa, né? Então parar para pensar é uma é uma ação muito complexa para quem gosta do André Luiz. pensar provoca alguma dor na cabeça, no cérebro, alguma coisa na alma, que é uma coisa que quem lembra luz não gosta muito. Mas qual é a nossa proposta aqui? Ajudar as pessoas a fazer isso. A gente lê essa essa narrativa aqui, ah, que legal, o Clarence foi visitar ele. Mas se o Clarcio é espírito superior, como é que um espírito superior não sabe como o protegido está? Ele tem que perguntar para alguém. Então, Clarencio não tem visão à distância, não tem não lê pensamento. Ele precisa que o enfermeiro venha passar para ele o prontuário. Aí, o Clarence tem que ler o prontuário. Mas se ele é espírito superior, como é que ele não sabe como é que o Andalus tá? Ele tem que perguntar. indagou do meu estado geral, mas ele não sabe, mas ele é superior. É as são as contradições da obra, né, que a gente não percebe, que a gente lê e não questiona os relatos. Mas aí o enfermeiro, né, a correu ali para dar as informações, ó, paciente André Luiz tá assim, assim, assim. Então, graças o o o Clarêncio, ele é colocado como benfeitor superior, mas se não são os os serventes que estão sempre com ele, ele não ia saber de nada, né? O servente sabe mais que o superior. As contradições e a loucura dessas obras que vieram pós Kardec, né? Sorridente, o velhinho amigo apresentou meu companheiro. Então, claro, a gente já tratou disso. Quem tá vendo aqui pela primeira vez, você tem que assistir os outros. Não adianta que vim comentar, questionar, falar algo se não vi os outros vídeos. Eu nem respondo. Mas para André Luiz tem que ser velhinho, né? Embora o o Clarencio se
você tem que assistir os outros. Não adianta que vim comentar, questionar, falar algo se não vi os outros vídeos. Eu nem respondo. Mas para André Luiz tem que ser velhinho, né? Embora o o Clarencio se comporte como um velhinho, né? Porque ele não sabe das coisas, ele não tem força para carregar Luiz. Mas é curioso, ao mesmo tempo que ele é um velhinho fraco e desinformado, ele é um benfeitor que sabe menos que um enfermeiro que é inferior. OK? Agora ele vai falar do simpático. Lembra que é o simpático? Tratava-se disse do irmão Henrique de Luna. Esse é o simpático que veio visitar o o André Luiz com clarência do serviço de assistência médica da colônia espiritual. Olha, eu consigo imaginar um crachá para isso. Ele é do serviço de assistência médica da colônia espiritual. Agora, se tem médico, então deve ter curso de medicina. Se tem curso de medicina, tem universidade. Se tem universidade, tem outros cursos. Como é que funciona isso no mundo espiritual? Será que se eu for médico na terra e chegar para fazer medicina no mundo espiritual, eu já posso chegar no terceiro semestre, no quarto? Como é que funciona? Veja, parece tosco o que eu tô dizendo e é, mas eu tô entrando na lógica do livro. Pro livro não é tosco. Pro livro isso é sério. Por que que não é respondido isso? Eu quero saber. Rajado de branco. Traços fisionômicos e irradiando enorme simpatia. Veja como o André Luiz ele repete, né? Ele fez questão de dizer aqui, ó, acompanhado por simpático desconhecido, um parágrafo depois é trajado de irradiando enorme simpatia. É, é, eu já disse, ele não fez curso para redação no Enem, o André Luiz, porque ele fica repetindo. O professor diria, você já disse no parágrafo anterior que ele é simpático. O que que você tá repetindo? Ah, não, mas é uma técnica aqui de literatura porque ele quer reforçar a simpatia do Henrique de Luna. Ele quer reforçar o traço da simpatia para fazer o leitor prestar atenção. A gente vai ver a antipatia que é o Henrique de Lun. A gente vai ver agora, Henrique.
eforçar a simpatia do Henrique de Luna. Ele quer reforçar o traço da simpatia para fazer o leitor prestar atenção. A gente vai ver a antipatia que é o Henrique de Lun. A gente vai ver agora, Henrique. Agora começa a maravilha, as peripécias de nosso lar. Henrique auscultou-me demoradamente. Senhoras e senhores, no mundo dos espíritos, a pessoa é auscultada. Já imaginou um médicozinho estetoscópio aqui no pescoço? Ele tira, bota no ouvido e coloca ali no corpinho do André Luiz para oscutar ele, né? Vocês estão entendendo o que ele tá dizendo aqui? Como que um espírito ausculta outro? Vamos imaginar aqui na terra, o médico auscuta alguém, ela pega lá o escetoscópio, bota no ouvidinho, chega no médico, ele coloca, né, aqui no ouvido, pega a outra ponta e vai ouvindo. Ele ouve o pulmão, ouve o coração, ouve a barriga, ele vai ouvindo. Por que que a gente faz isso aqui? Porque é uma das maneiras de tentar entender através da audição o que que tá acontecendo dentro do corpo. Mas espírito vê através do corpo. Para que que o espírito precisa no mundo espiritual ao escutar o Henrique de Luna, o simpático Henrique de Luna e o Clarência, o velhinho Clarêncio, vai ver que que ele é velho. Aí a como ele é velho, a visão do Clarence, ele precisa de óculos. O Clarence e o Henrique de Luna não conseguem só olhar pro André Luiz e enxergar o que tá acontecendo dentro do corpo dele. Precisa auscultar, precisa fazer raio X, ressonância, tomografia. Então a gente não para para pensar que não faz sentido eu dizer que o espírito escutou me demor e demoradamente ficou. Respira, solta, respira solta. E André Luiz. E aí o simpático, lembra? O simpático, simpaticíssimo Henrique de Luna, a primeira fala dele quando ele vai falar com André Luiz, tá aí, ó. É de lamentar que tenha vindo pelo suicídio. Olha que simpatia, hein? Ele não conhecia, o André Luiz não conhecia ele. O André Luiz tinha chegado na no nosso lar ontem depois de passar um escambal na lama lá sendo perseguido. A recém o André Luiz levantou um
atia, hein? Ele não conhecia, o André Luiz não conhecia ele. O André Luiz tinha chegado na no nosso lar ontem depois de passar um escambal na lama lá sendo perseguido. A recém o André Luiz levantou um pouquinho melhor no outro dia. E o simpático, a primeira coisa que diz para André Luiz é suicida. Que que eu vou dizer? Eu fico em silêncio porque eu acho que basta, né? Tem alguma explicação essa obra ser idolatrada? Ele é simpaticíssimo. Primeira coisa que ele olhou na cara do André Luiz, que é um doente, que é recém, tá se recuperando, suicido. É de lamentar. É um suicido. É muito interessante isso. Prestem atenção no que eu vou dizer agora, porque isso é bem interessante. O movimento espírita, o movimento espírita é maluco, tá? Acho que é a melhor palavra para definir movimento espírita. O que que eu tô querendo dizer pro maluco? Ele é tão contraditório no que diz e no que faz, mas num nível tão contraditório que beira a loucura. Eu já tive várias momentos que eu tava numa casa espírita que eu pensava assim, eu acho que eu tô num hospício, porque era tanto absurdo que eu ouvia. E aqui vai um exemplo, vocês vão ver isso que eu vou falar. Vocês estão notando que o isso já aconte acontece aqui na história, mas também aconteceu várias vezes nos relatos com, por exemplo, o Emmanuel. Todo mundo sabe que o Emmanuel era estúpido, rigoroso e até perverso com o Chico. Mas os defensores, em vez de usar essas palavras, não, ele ele era muito disciplinador, era um bom professor, tá? Vamos pegar essa lógica, então, tá? Vamos fazer que o André, que o Emmanu era um um estúpido, um uma pessoa violenta, agressiva com Chico. Vamos fazer de conta que não. Vamos pegar a lógica de quem defende, tá? Acompanhe meu raciocínio. Não é que o veja o o Emânuel muito assim, sabe, pelo correto. Ele é ele é muito severo, mas no sentido do bom professor, do bom guia. Aí alguém poderia pegar essa frase aqui do Henrique de Luna, que a primeira coisa que diz pro paciente é que ele é um suicida. Não, mas vejo aqui, é
vero, mas no sentido do bom professor, do bom guia. Aí alguém poderia pegar essa frase aqui do Henrique de Luna, que a primeira coisa que diz pro paciente é que ele é um suicida. Não, mas vejo aqui, é importante que ele diga a verdade nu e crua para o André Luiz, para que o André Luiz eh possa eh quebrar o seu orgulho e aceitar os erros dele. Vamos pegar essas desculpas que o movimento espírita maluco fica dando. Pegaram isso como Vamos, vamos supor que isso tudo faz parte. É correto? É isso que o movimento espírita tá dizendo. Curiosamente, o mesmo movimento espírita que justifica, aplaude e diz que o que esses espíritos falam e a maneira que falam tá certo, quando a gente fala alguma coisa criticando o movimento espírita, eles ficam dodói, eles ficam ofendidos, eles ficam aí eles lembram da caridade. Muito curioso quando a gente faz alguma crítica usando Kardec para falar das coisas sem sentido nas obras e nas palestras nas casas espíritas, aí esse mesmo povo que defendia o comportamento, o comportamento do Emanuel e do Henrique de Luna, aí eles dizem: "Ah, mas onde está a caridade? Ah, mas não se pode falar qualquer coisa e os sentimentos. Ai, tudo tem uma maneira de ser dita. Ah, temos que pensar na pessoa que nos ouve. A verdade é como uma pedra que não pode ser atirada. Quando fala em Kardec, aí, ai, tem que ser caridoso, ai, cada um tem seu tempo. Ai, não dá para dizer, ai, tem que respeitar. Mas daí quando o Emanuel é um cavalo, aí é lindo. Quando o médico chega para André Luiz e chama ele de suicida, é lindo. É para um aprendizado, é necessário. Aí quando a gente fala é feio, é carido, não é caridoso. Então vocês precisam se decidir. Ou é bonito falar as coisas, por mais duras que sejam ou não é. Não dá para dizer que só é bonito quando o André Luiz fala e é feio quando um cardecista fala. Mas então, continuando a história, eles dizem isso, né? É de lamentável que veio pelo suicídio. Agora vem o André Luiz já tava melhor e ainda assim tava meio angustiado, né? Com certeza isso aqui
ala. Mas então, continuando a história, eles dizem isso, né? É de lamentável que veio pelo suicídio. Agora vem o André Luiz já tava melhor e ainda assim tava meio angustiado, né? Com certeza isso aqui foi uma pedrada na cara dele, né? Tanto que ele vai dizer: "Enquanto Clarence permanecia sereno, senti que singular a somo de revolta me borbulhava no íntimo." Mas é claro, ele tava ali na caminha, no quentinho, começando a se sentir melhor. Aí quando a coisa tá melhorando, chega alguém e chama ele de suicida. É óbvio que dentro dele aquilo borbulhou. revoltou, né? Imagina, a gente tá num estado de debilidade, de fraqueza e chega alguém apontando dentro na nossa cara, nos julgando, falando coisas que vão nos tirar daquele estado de calma. E mais, com que objetivo? A gente vai ver que o o Henrique de Luna, o simpático Henrique de Luna, ele foi ali só para fazer isso. Parece que ele disse assim: "Eu vou lá dar uma atormentada num paciente novo e já volto". Se você acha lindo o que ele fez, então você não reclama das coisas que eu tô falando. Porque se é bonito o que ele fez, você não pode criticar o que eu tô falando. Por quê? Qual é a diferença? E aí então André Luiz ficou revoltado porque o médico disse que ele era um suicida, né? Lembra que as vozes que o André Luiz ouvia lá num umbral também chamavam ele de suicida, né? Então o cara sai de um lugar, vai pro outro e a coisa continua, né? Mas aí suicídio, recordei as acusações dos seres perversos das sombras. Pois é, mas o os seres perversos das sombras chamavam ele de suicida e o simpático médico chama ele de suicida. Mas se os dois têm a mesmo comportamento, por que que um é perverso da sombra e outro é simpático? Olha as contradições. Não obstante o cabedal de gratidão que começava a acumular, porque lembra qual é o cabedal de gratidão? Ele foi ajudado, ele tá num lugarzinho melhor, não caleia a incriminação. Então ele ficou tão revoltado que ele vai discutir com o simpático Henrique de Luna. Creio, haja engano. Aseverei melindrado.
Ele foi ajudado, ele tá num lugarzinho melhor, não caleia a incriminação. Então ele ficou tão revoltado que ele vai discutir com o simpático Henrique de Luna. Creio, haja engano. Aseverei melindrado. Meu regresso do mundo não teve essa causa. Lutei mais de 40 dias na casa de saúde, tentando vencer a morte. Sofri duas operações graves devido à oclusão intestinal. Aqui de novo, no outro capítulo, aconteceu a mesma coisa. O André Luiz volta a repetir que ele não conseguia entender porque chamavam ele de suicida. Porque ele lembrava o jeito que ele morreu, ele não se suicidou. Então, toda vez que alguém chamar, é mesmo. É, quando você tá com um pensamento e alguém diz algo diferente daquilo que você lembra, você fica revoltado. Então ele ele diz, olha pro pro simpático Henrique de Luna, ele diz que ele você tá enganado. E ele narra aquilo, tem por mais de 40 dias para vencer a morte. E ele usa a palavra melindrado, né? Engraçado, o movimento espírita adora essa palavra. Mais uma prova de que o movimento espírita bebe aquilo que repete nas casas espíritas, nas obras André Luiz, né? Essa palavra melindrada é muito falada no movimento espírita, mas vamos ver. E aqui ele já mostra, né, que ele teve uma oclusão intestinal, trancou o intestino do homem enquanto tava em vida, né? A gente vai tendo informações de como é que o André Luiz morreu. Agora vamos ver o que que o simpático Henrique de Luna vai responder. Chamou ele de suicida, viu que o cara se revoltou e ainda ainda contraargumentou. Vamos ver o que que o simpático vai falar. Sim, esclareceu o médico, demonstrando a mesma serenidade superior. Olha, isso aqui eu conheço como arrogância, né? A pessoa que vem lhe tira do sério e continua passando com aquele olhar, isso para mim é arrogância, não é virtude. A pessoa vem, te desequilibra, te irrita, a gente mostra que tá irritado, reclama e a pessoa continua com mesma frieza. Isso para mim é arrogância. Aqui ele chama de serenidade superior. OK. Mas a oclusão radicava-se em causas profundas.
ita, a gente mostra que tá irritado, reclama e a pessoa continua com mesma frieza. Isso para mim é arrogância. Aqui ele chama de serenidade superior. OK. Mas a oclusão radicava-se em causas profundas. Agora, então isso é muito importante, tá? De vez em quando eu tenho que chamar atenção pra gente voltar a fixar a nossa atenção com o máximo possível na no texto. Aqui o simpático Henrique de Luna vai tentar argumentar porque o André Luiz é um suicido. E aqui a gente vai ver a loucura, a coisa sem sentido, porque ele diz assim: "Mas a oclusão radicava-se em causas profundas". Então, quer dizer que aquilo que aconteceu com o intestino do André Luiz, mesmo que ele tenha morrido lá no hospital lutando pela vida, a causa disso é uma causa profunda que justifica ele ser o suicida. Ah, vamos acompanhar o raciocínio. Talvez o amigo não tenha ponderado bastante. Então ele tá dizendo para André Luiz, André Luiz não não refletiu direito para entender que é um suicído. Aqui a gente tem o fenômeno mais extraordinário da literatura espírita na história. Alguém tá sendo convencido de que é um suicida. Então significa que no mundo dos espíritos a gente é punido pelo julgamento de alguém de fora que nos diz o que que eu errei. Ele tem anotadinho ali o meu livro de pecados. Não é a consciência do espírito. Não é não é isso. É alguém que vai chegar para mim depois que eu morrer, dizer os meus pecados que eu cometi. É a mesma lógica da igreja, né? OG aqui é um show de horrores. O organismo espiritual apresenta em si mesmo a história completa das ações praticadas no mundo. Atenção, nasce aqui no quarto capítulo da obra Nosso Lar, a ideia que vai permear para sempre nas casas espíritas, de que o perespírito grava tudo o que a gente faz. Tá aqui. E vejam que nem aqui ele usa o termo perespírito. Ele ele usa organismo espiritual. A gente já demonstrou nos vídeos passados que não tem órgãos. Se não tem órgãos, não tem organismo e muito menos que grava as ações, olha só, a história completa das ações
le usa organismo espiritual. A gente já demonstrou nos vídeos passados que não tem órgãos. Se não tem órgãos, não tem organismo e muito menos que grava as ações, olha só, a história completa das ações praticadas. Então o perespírito vai gravando aquilo que a gente faz durante a vida. Então, o que que o simpático Henrique de Luna tava fazendo? Lendo no organismo espiritual dele as coisas que ele fez. Não existe isso em Kardec. Não tem órgãos, não tem organismo e o perespírito não grava nada. Porque gravar é ter memória. Memória é um pensamento. Só há pensamento no espírito. Não há pensamento fora do espírito, mas isso predomina no movimento espírita que o perespírito grava. E aí quando eu vou encarnar no novo corpo, per espírito copia essa gravação no corpo novo. Você já deve ter ouvido isso várias vezes. Tá aqui onde é que nasceu essa ideia ou onde se fortaleceu no Brasil. Repetido pelo Chico, pelo Emmano, pelo André Luiz, por Divaldo e toda a turma boa que destruiu o espiritismo no século XX. A gente vai ver depois essa questão aqui que eu vou mostrar depois as questões de Kardec, tá? Mostrando que não é assim, Kardec. Isso aqui vocês guardem. Eu vou continuar a história agora até o fim. Daí depois quando eu for tratar dos itens de Kardec vai ser sobre isso, tá? e inclinando-se atencioso indicava determinados pontos do meu corpo. Então, imagina, ele tá mostrando para André Luiz pontos do corpo dele onde tá gravado. Deve, eu imagino que tá gravado assim, ó. Aqui, ó. Suicida. Vamos lá. Vejamos a zona intestinal. O espírito tem intestino. Espírito tem intestino. Se espírito tem intestino, o espírito defeca. Se o espírito defeca, tem que ter banheiro no mundo dos espíritos, tem que ter rede de esgoto em nosso lar. Tem que ter tratamento de esgoto em nosso lar. Mas se o espírito se alimenta de caldinho reconfortante, que a gente viu no estudo passado, o espírito defeca caldinho reconfortante. Meus amigos, se vocês estão achando ridículo o que eu tô falando, é a história.
rito se alimenta de caldinho reconfortante, que a gente viu no estudo passado, o espírito defeca caldinho reconfortante. Meus amigos, se vocês estão achando ridículo o que eu tô falando, é a história. Tem intestino, vejamos a zona intestinal. A oclusão aqui como aqui é uma loucura. A oclusão deriva de elementos cancerosos. Então o que ocluiu o intestino do corpo do André Luiz e não tem mais corpo, então eu não sei o que que ele tá vendo aqui, foi um câncer. E estes, o câncer, por sua vez, de algumas leviandades do meu estimado irmão no campo da sífiles. Então, André Luiz contrai o sífiles e subentende-se, por ele dizer, Leviandades do meu estimado irmão, porque o simpático Henrique de Luna foi ali para detonar o André Luiz, né, para humilhar o André Luiz. Eu não permitiria que alguém falasse de um problema meu, pessoal, responsabilidade minha e que eu não dei permissão e na frente dos outros ainda. Eu não permitiria. O eu diria pro Henrique de Luna: "O que que você tem a ver com isso? Eu não lhe chamei, eu não pedi ajuda. E veja que o comportamento do do Henrique de Luna é exatamente um espírito inferior que se mete na vida dos outros, porque ele já chamou o André Luiz que tava lá quieto no canto dele de suicido. Agora ele tá começou a falar para todo mundo ali no quarto do hospital que da da vida sexual pretérita do André Luiz e que tudo indica então que o André Luiz contrai o cífil isso causou uma infecção que causou o câncer que causou o problema no intestino. Então olha quantas etapas o o Henrique de Luna tem que voltar para poder chamar o André Luiz e suicida. A moléstia talvez não assumisse características tão graves, atenção, se o seu procedimento mental no planeta estivesse enquadrado nos princípios da fraternidade e da temperança. Isso aqui é grave, porque o Henrique de Luna, o simpático, tá dizendo que a sífiles e o câncer só pioraram por causa da do procedimento mental do André Luiz. Então, vejam, em vez dele dizer assim, o que já seria um absurdo, porque ninguém
e Luna, o simpático, tá dizendo que a sífiles e o câncer só pioraram por causa da do procedimento mental do André Luiz. Então, vejam, em vez dele dizer assim, o que já seria um absurdo, porque ninguém pediu, mas se ele dissesse assim, eh, se você não tivesse sido leviano, tido relações sem proteção e contraído a sífiles, você não tinha chegado nesse estado. Se você tivesse dito isso, tinha uma lógica. Mas ele não tá dizendo isso. Ele tá dizendo que depois de ter a leviandade e adquirir a doença, se ele tivesse uma atitude mental diferente, isso interferiria na doença. Senhoras e senhores, médicos do Brasil e do planeta Terra, cientistas, por favor, venham a venham a público dizer a bobagem que ele tá falando aqui. médico simpático. Isso aqui não tem nenhuma realidade factual e científica. Então eu quer dizer que o vírus muda conforme a minha atitude mental, como se a mente pudesse ter uma influência direta. Atenção para minhas palavras, não venham falar coisa que eu não disse. Claro que todo mundo sabe que ter uma atitude mental diante da doença, para qualquer doença, ter uma predisposição, um enfrentamento, uma positividade, um ânimo para enfrentar qualquer doença, é importante. Mas isso é uma coisa. Agora, eu colocar uma relação entre vírus, doença, câncer com atitude mental de uma maneira direta, não faz o menor sentido. Isso aqui é coisa de charlatão, de picareta. Só que como é um livro espírita dito por um espírito, a gente acha lindo e profundo. Isso aqui é coisa de picareta. Sabe essas esses essas pessoas que se passam por médico ou médicos picaretas que que dizem pro paciente que o que importa é a é a força de vontade, é a mentalidade, daí a pessoa não fala tratamento e morre. Sabe esses picareta que tem na na aí na terra? É como esse espírito aqui. Isso aqui é pseudociência. O espiritismo não tem compromisso com o espírito que fala pseudo, coisas pseudocientíficas. Se eu tiver um câncer, se eu tiver um vírus grave e eu não tratar do ponto de vista médico, eu posso orar, eu posso ser o
não tem compromisso com o espírito que fala pseudo, coisas pseudocientíficas. Se eu tiver um câncer, se eu tiver um vírus grave e eu não tratar do ponto de vista médico, eu posso orar, eu posso ser o mais mentalmente equilibrado, eu vou morrer. Então, não caiam nessa pataquada. E o que mais me impressiona é que tem médicos que estudam e adoram a obra nosso lar. Eu teria muito medo e desconfiança de consultar com um médico que gosta da obra do Oscular, porque se ele estudou medicina, como ele estudou a obra no lar, eu tenho medo. Eu sei que tem médicos que se reúnem para estudar a obra do André Luiz, senhor amado. Então ele tá colocando a questão mental do André Luiz fez com que então a sífiles e o câncer piorasse. Isso fez com que ele morresse, portanto ele é um suicida. Entretanto, seu modo especial de conviver, muitas vezes asperado e sombrio, captava captava destruidoras vibrações naqueles que o ouviam. Então, André Luiz era um uma pessoa ruim de conviver. era uma pessoa desagradável, fazia outras pessoas sofrer. E segundo o médico Henrique de Luna, isso fez com que ele piorasse no câncer e na cífle e morresse. Olha, é uma, ele faz uma ligação que esse é o cerne na obra do André Luiz. Ele faz uma ligação aqui que o André Luis vai fazer o tempo todo porque é um pseudo sábio, é um espírito que tá falando mentiras, falsidades. Ele vai o tempo inteiro fazer uma conexão entre moral e biológico, o tempo todo, sendo que não é assim que funciona na vida real. Há pessoas muito boas, equilibradas, caridosas, que vão sofrer doenças e vão até morrer de doenças. E tem pessoas que são, a gente basta que a gente olhe pro mundo, meu Deus do céu, quantas pessoas que não valem nada, tem uma saúde de ferro. Então, não tem ligação direta e necessária entre comportamento mental e moral com saúde. O corpo é uma coisa, a moral é outra. Não confundam. Aqui ele coloca a causa moral como uma causa da piora do câncer e da cifre da cifres que levou a morte do corpo. Não há relação causal.
com saúde. O corpo é uma coisa, a moral é outra. Não confundam. Aqui ele coloca a causa moral como uma causa da piora do câncer e da cifre da cifres que levou a morte do corpo. Não há relação causal. No caso daquilo que ele falava pro outro, ele piorou a doença dele e veio a morrer. Não, c isso é isso não tem nenhum sentido. E eu já falei aqui, basta vocês ver que tem pessoas que são muito boas. que sofrem doenças terríveis e até morrem. E tem pessoas que não valem nada e nunca ficam doentes. Isso é uma prova que isso não tem relação. Kardec nunca vai fazer isso. Nunca vai fazer isso. Claro que quanto mais equilibrado você produz fluídos melhores que podem ajudar, podem ajudar na sua saúde, na sua melhora, ou no seu alívio. Mas não é uma causa determinante se você pode ser totalmente caridoso, equilibrado, pegar vírus e morrer. Preciso repetir uma terceira vez? Basta a gente ver que tem pessoas extremamente bondosas que sofrem doenças terríveis e morrem e pessoas que não valem nada que não ficam doentes. Então o o o simpático médico que já chega chamando André Luiz de suicida, vai dar argumentos que são falsos. Espírito benfeitor dando argumento falso, porque o que ele quer é convenção da Elía, que ele é um suicida. Por quê? Porque eles têm esse desespero que eles têm que botar na cabeça André Luiz, que ele é um suicido. Por se ele não for um suicida, eh ele não vai se melhorar se ele não se convencer disso. Vamos prosseguir. Nunca imaginou que a cólera fosse manancial de forças negativas para nós mesmos. Ó, ó a ideia. Pegando algo moral. e ligando com algo físico, algo moral e ligando com algo físico. A ausência de autodomínio, a inadvertência no trato com semelhantes aos quais muitas vezes ofendeu sem refletir, conduziam-no frequentemente à esfera dos seres doentes inferiores. tal circunstâncias agravou de muito o seu estado físico. Então, André Luiz piorou da sífiles do e do câncer porque ele ofendia pessoas. Então, olha a relação que ele coloca, porque ele vai misturar na obra inteira relação
ravou de muito o seu estado físico. Então, André Luiz piorou da sífiles do e do câncer porque ele ofendia pessoas. Então, olha a relação que ele coloca, porque ele vai misturar na obra inteira relação moral e espiritual com relação física. E isso é pudo ciência. Não existe isso. Não existe uma relação necessária. Não me ven dar exemplo. É claro que se uma pessoa tá doente e ela passa com raiva e xingando todo mundo, é claro que isso facilita para ela piorar, mas também não quer dizer que se ela se ficar equilibrada e boa. É esse o ponto que a gente tem que botar na cachola, aí ela não vai ficar doente. É isso que eu tô dizendo, como se houvesse uma relação direta causal, que não é. Eu posso ficar equilibrado, bondoso e a doença vai avançar mesmo assim. Senão não precisava de quimioterapia, radioterapia, pessoas lutando há anos contra uma doença grave. Ah, mas eu esqueci de ler o Henrique de Luna, o simpático. Bastava eu sorrir, fazer prece. Olha, isso é parece coach, picareta, né? Parece papo de coach. Não, tudo é o o mental, tudo é a força de vontade. Força de vontade, o escambal. Viver isso para as pessoas é picaretagem intelectual. Porque aí a pessoa, o que que acontece? A pessoa vai achar que basta força de vontade e aí ela vai sofrer igual as consequências. Você precisa para tratar do corpo, óbvio que você precisa ter uma postura mental e moral o melhor possível, mas você precisa do remédio da química, da biologia, da medicina. Não entre nesse papo de que basta o bom pensamento e o mundo será melhor. Nunca Kardec e o espiritismo verdadeiro foram por esse caminho. E mais ainda é por esse, porque ele tá criando toda essa consideração para chamar André Luiz de suicida. O o André Luiz é suicida para ele, porque o André Luiz brigava com os outros. Essa é a causa primeiro. Como André Luiz brigava com os outros, ele piorou da doença e morreu. Então ele é um suicida. Senhoras e senhores, todo mundo a partir de agora, por essa classificação é suicida. Bom, se todo mundo é suicida, qualquer
rigava com os outros, ele piorou da doença e morreu. Então ele é um suicida. Senhoras e senhores, todo mundo a partir de agora, por essa classificação é suicida. Bom, se todo mundo é suicida, qualquer pessoa que saiba um pouco sobre conceituação das coisas, quando eu crio um conceito onde todo mundo tá dentro daquele conceito, ele é um conceito ruim, porque eu não consigo estabelecer diferenças. Por que que a gente cria conceitos para estabelecer diferenças? Se eu crio um conceito genérico demais, onde tudo cabe ali dentro, o conceito é ruim. Se todo mundo que tem conflitos nas relações é vai ser considerado um suicida, então todo mundo é suicido, porque todo mundo tem conflito em relações na Terra. Kardec nunca foi para esse caminho, nunca. Depois de longa pausa, continua falando, né? Não, em que me examinava atentamente, continuou. Já observou o meu amigo? Ele insiste a mão da Luiz de meu amigo, né? Parece e vocês já passaram aquelas lojas que todo mundo fica que que vai querer, meu amigo? Passa aqui, meu amigo. Vamos comprar, meu amigo. E que baita amigo que é, né? Já observou, meu amigo, que seu fígado, broma, do intestino, ele foi pro fígado. A gente leu aqui os textos de Kardec, eu vou colocar de novo daqui a pouco, mostrando que não tem órgãos no perespírito. Foi maltratado pela sua própria ação, que os rins foram esquecidos com terrível menospreo as dádivas sagradas. Bom, do intestino foi pro fígado, do fígado foi pro rim. Mas eu quero pegar uma outra coisa além dessas esses absurdos aqui. Eu quero que vocês me expliquem essa frase. Alguém Eu quero que alguém me explique essa frase. Os rins foram esquecidos com terrível menosprepreso às dádivas sagradas. Os rins foram esquecidos com terrível menosprezo às dádivas sagradas. O que que isso quer dizer? Meu Deus do céu? Já tem várias frases que eu já compartilhei com vocês aqui que eu quero que alguém me explique. Terrível menosprepreso à dádivas sagradas. E ele tá falando do rim. Sim. ular desapontamento. Então ele
Já tem várias frases que eu já compartilhei com vocês aqui que eu quero que alguém me explique. Terrível menosprepreso à dádivas sagradas. E ele tá falando do rim. Sim. ular desapontamento. Então ele conseguiu, o Henrique de Luna conseguiu o que ele queria. Ele botou o André Luiz para baixo. Agora missão cumprida. Sabe aquele chefe ruim que você tem, que você tá até um pouquinho melhor no começo do dia, ele chega e já estraga? É o Henrique de Luna, que o André Luiz salientou que é simpático. Imagina o antipático. Singular desapontamento invadir meu coração, parecendo desconhecer parecendo desconhecer a angústia que me oprimia. continuava o médico esclarecido. Então, Andi ficando mal, foi ficando mal, foi ficando mal e o Henrique de Luna não calava a boca. Que ser desagradável, meu Deus. Alguém vai até o seu quarto num hospital, você vai piorando, vai piorando conforme ele vai falando e ele não fica quieto. Esse é o benfeitor espiritual da obra nosso lar. Só ele tá dizendo, parecendo desconhecer a minha angústia que me oprimia, continuava. Então ele ele não levava em conta que eu tava e continua que ele precisa botar na cabeça do André Luiz que ele é um suicido. E segundo ele todo mundo é, né? Então tem espíritos no mundo dos espíritos que tem a missão de convencer todo mundo de que todo mundo é suicida. Olha que tarefa importante. Os órgãos do corpo somático possuem incalculáveis reservas segundo os desígnios do Senhor. Os órgãos do corpo somático possuem incalculável reservas no segundo desígnios do Senhor. É igual a frase do rim ali. Ele faz umas conexão do órgão com os desígnios do Senhor. O meu amigo de novo, o meu amigo, no entanto, iludiu excelentes oportunidades, desperdiçando patrimônios preciosos da experiência física. A longa tarefa que ele foi confiada pelos maiores da espiritualidade superior foi reduzida a meras tentativas de trabalho que não se consumou. Ele tá esculachando, André Luiz aqui. Esculachando. Começa a chuva aqui. Todo o aparelho gástrico. Então agora
espiritualidade superior foi reduzida a meras tentativas de trabalho que não se consumou. Ele tá esculachando, André Luiz aqui. Esculachando. Começa a chuva aqui. Todo o aparelho gástrico. Então agora vai para agora tem o estômago. Foi destruído. A, olha o com a com a a narrativa que ele tá fazendo do corpo do André Luiz. Eu não sei o que que o André Luiz faz em vida, viu? E vocês já viram aquele episódio do Chaves em que a Chiquinha vai defender um ionho e em que ela detona o ionho? Tudo bem que ele é que ele é isso, que ele é aquilo, mas para que falar assim dele? Tudo bem que ele é isso, isso? E aí o vai dizendo: "Tá bom, Chiquinha, tá bom, Chiquinha". É o Henrique de Luna falando com o André Luiz. É a mesma coisa. Ele tá detonando e eu e ele tá falando tanta coisa do corpo do André Luiz que eu não sei o que que o André Luiz fazia em vida. Eu não sei o que Luiz fazia porque detonou o o o fígado, detonou o intestino, detonou o rim, detonou o estômago. Meu Deus do céu, que o André Luiz fazia no dia a dia, né? Todo o aparelho foi destruído a custa de excessos de alimentação e bebidas alcoólicas, aparentemente sem importância. Aqui nasce a ideia do movimento espírita de valorizar mais os vícios do corpo do que os vícios da alma. É por causa de texto assim. Quando eu crio toda uma narrativa em que eu dou ênfase pro lado físico, naturalmente as pessoas vão criar uma moral, uma ética, onde o que importa é a questão física, que é secundária. Não é que o espírito não tenha que cuidar do corpo, é óbvio que ele tem, mas o espírito que não cuida do seu corpo é devido a vícios morais. E são esses vícios morais que eu tenho que combater, porque mesmo que eu não prejudique o meu corpo, os vícios morais vão fazer com que eu sofra as consequências depois da morte, sofre expiações e ter que reencarnar de novo. Então, não adianta eu tratar dos efeitos, eu tenho que tratar das causas. A medicina cuida do corpo, OK? E o espiritismo trata da alma, que é a causa dos excessos que prejudicam o corpo.
rnar de novo. Então, não adianta eu tratar dos efeitos, eu tenho que tratar das causas. A medicina cuida do corpo, OK? E o espiritismo trata da alma, que é a causa dos excessos que prejudicam o corpo. O movimento espírita adora falar mal de quem bebe, de quem fuma, de quem quem come muito. Adora, claro, né? É mais fácil pegar vício físico para atacar. Mas o movimento espírita que é corrupto, que é mentiroso, que é fofoqueiro, que não sai Kardec, que é preguiçoso, que é leviano, que comete maldades, isso e e essa esses vícios a gente não fala. A gente gosta de falar de quem come muito, de quem bebe, de quem fuma. Aí é pecador. Mas aí esses vícios que tá em todo mundo, a gente não fala. É, é uma hipocrisia. Claro que a gente não deve cometer nenhum excesso e tem responsabilidade com o corpo, mas não se luda que se a eu não bebo, eu eu não fumo e eu me alimento só com a luz do sol ou com plantas. Então você é um ser iluminado superior. Kardec nunca foi com a sua moral para esse lado. Você vai ver isso lá nos capítulos da lei de conservação e lei de destruição do livro dos espíritos. Ele não vai entrar nesse negócio aí de o que você come, o que você bebe. Ele tá preocupado com os vícios da alma. E se os vícios que você tem na alma fazem você prejudicar o corpo, é óbvio que você tá errado. Mas você não pode pegar só a parte que danifica o corpo, achar que não fazendo aquilo você já é superior, porque a pessoa é orgulhosa, é egoísta, é arrogante, eh tem um monte de vício moral, mas daí só porque ela se alimenta só de luz, ela acha que é superior, vai se desiludir no mundo. Mas é graças a esses papos aqui que vem na obra do André Luiz que o pessoal caiu nisso. 99% do movimento espírita acha que é superior a quem bebe e quem fuma. Mas muita gente que bebe e que fuma não faz metade das pataquadas e das maldades que eu já vi serem feitas no movimento espírita. Veja, não tô relativizando. Ninguém deve prejudicar o corpo, ninguém deve criar excessos e vícios físicos, ninguém. E
ade das pataquadas e das maldades que eu já vi serem feitas no movimento espírita. Veja, não tô relativizando. Ninguém deve prejudicar o corpo, ninguém deve criar excessos e vícios físicos, ninguém. E vai responder por isso. O que eu só tô querendo mostrar é que tem vícios muito piores que inclusive estão entre o no movimento espírita. Então não se luda, não se luda. Vem achar que basta eu ficar cuidando do corpinho aqui. Isso aí é, aliás, é o mais fácil. É o mais fácil. E outra que a não significa que a pessoa que coma bem ou que beba, que ela seja imoral, hein? Mais outro problema. Allan Kardec bebia vinho e algum o o o trabalho lá do Carlos 7, eles encontraram também um um uma espécie de cachimbo nos pertences de Kardec. A o espiritismo não é maniqueísta. O espiritismo condena os abusos e os excessos. Ponto. Não a coisa em si. Ponto. Aí ele fala, eh, todo o aparelho gaspan devorou-lhe as cifres energias essenciais. Como vê, o suicídio é incontestável. Olha que conclusão, hein? Tudo isso que ele falou, que não faz sentido nenhum, torna incontestável de que o André Luiz é um suicida. E lembrando, se o André Luiz é um suicida, todo mundo é. Aí veio André Luiz depois de ouvir tudo isso, né? Meditei nos problemas dos caminhos humanos, refletindo nas oportunidades perdidas. Aquele já tá no já, já tá no no fundo do poço, né? Já baixou a alegria que agora ele já tá ele já tá remoendo tudo que ele acabou de ouvir, né? Na ele tá ele já tá se sentindo culpado, né? na vida humana conseguia ajustar numerosas máscaras ao rosto, talhando-as conforme as situações. Sim, André Luiz, todos nós fazemos isso. São são comportamentos de todos nós espíritos imperfeitos. A gente muitas vezes coloca máscaras e não aparenta exatamente o que a gente é. Isso é próprio nosso. Agora, muito cuidado. Não significa que sempre fazer isso é negativo, tá? Às vezes é importante fazer isso, porque se a gente fosse sempre 100% sincero e 100% transparente, isso traria várias complicações nas relações. Tem
Não significa que sempre fazer isso é negativo, tá? Às vezes é importante fazer isso, porque se a gente fosse sempre 100% sincero e 100% transparente, isso traria várias complicações nas relações. Tem vezes que você tem que realmente esconder o que você tá sentindo maleável para falar o que eu vou dizer. Então eu coloco na sua cabeça uma culpa terrível, lhe destruo, lhe desmonto, você tá caído no chão e a partir de agora você vai fazer tudo que eu quero, porque eu vou ser quem vai lhe ajudar. Percebe? Eles dão pro André Luiz, como eu falei, eles dão para André Luiz um lugar para ficar, mas em troca eles esculacham André Luiz para depois dizer para André Luizo, agora você vai ser nosso empregado. Aqui tá a perversão da obra e uma perversão corrupta e barganhosa, né? Porque já que o André Luiz vai se sentir um lixo, ele vai se submeter a tudo que vão dizer para ele na em nosso lar. a gente vai ver isso. E toda vez que ele tá sentindo uma estranheza, uma vontade de se rebelar, ele é ameaçado. A gente vai ver isso. Então, é muito mais uma obra de dominação do que uma obra sobre caridade. Porque ele justamente foi ele foi capturado num umbral para virar um escravo e um servidor em nosso lar. Em troca de um de uma boa cama, de uma comida, você vai ter que trabalhar pra gente e fazer tudo que a gente quer. Afinal, você é um suicida, você não tem para onde ir, você é um miserável. Se você não fizer o que a gente quer, a gente se devolve pra rua. É isso que tá implícito na obra que a gente acha lindo. É cruel. É cruel. E a gente considera isso moral. Belo. Olha a história que a gente contou no movimento espírita e idolatrou. Conceituar até ali os erros humanos segundo os preceitos da criminologia. todo acontecimento insignificante, estranho aos códigos, entraria na relação de fenômenos naturais. Então, a noção de certo errado, André Luiz era deturpada. Então, ele não pode ter a culpa máxima. Mas no nosso lar eles são impiedosos, críticos, dominadores, julgadores, moralistas.
nômenos naturais. Então, a noção de certo errado, André Luiz era deturpada. Então, ele não pode ter a culpa máxima. Mas no nosso lar eles são impiedosos, críticos, dominadores, julgadores, moralistas. Eles tomam conta da vida de outro. Isso é uma coisa, a coisa mais interessante presente na obra do André Luiz. Ali tem as pessoas têm eh vigias, tem pessoas que são donas delas, tem pessoas que mandam nelas toda a noção de Deus, de livre arbítrio, de espírito superior, liberdade, de responsabilidade própria. Tudo isso ainda existe. André Luiz foi jogado fora. É um presídio, André Luiz, o nosso lario corrupto. Eles são cont aí você vê que são história de espíritos obsessores, né? Porque eles querem controlar a vida das pessoas. E a gente passou a achar que a vida no mundo espiritual é isso. Alguém cuidando da gente. Senhoras e senhores, tá muito claro na obra de Kardec. Os espíritos são livres. Deus dá o livre arbítrio. Os espíritos superiores, se não são ouvidos, eles continuam nos amando, mas se retiram. E quando a gente volta a pedir com coração, eles se reaproximam. Não tem cobrança, censura, julgamento exterior. Veja que aqui o o o André Luiz tá sendo sabatinado para poder ficar lá naquele lugar que se parece essas histórias. Vocês já viram aquele, eu tô usando muitos filmes, mas é por gosto, tá? Vocês já viram aquele filme, agora me fugiu o nome, que até saiu um novo agora, que as pessoas participam de jogos e elas estão nos jogos voraises. Parece aqueles distritos dos jogos vorazes, né? Parece aqueles distritos onde as pessoas ali são na verdade elas são prisioneiras. É, o ar de nosso lar é muito isso. Aquele a o o José Paniago sempre me fala aquele livro, se eu não me engano, é 1984, né? Ele tem a mesma conotação. Na verdade são presídios de dominação e julgamento, exploração. Isso que é o nosso lar. E a gente a passou a achar que é assim no mundo dos espíritos e que isso é lindo. Vamos lá. Deparava-se me, porém, agora, outro sistema de verificação das faltas
o, exploração. Isso que é o nosso lar. E a gente a passou a achar que é assim no mundo dos espíritos e que isso é lindo. Vamos lá. Deparava-se me, porém, agora, outro sistema de verificação das faltas cometidas. É, é um outro sistema. Exatamente. É um sistema eh eh que não é o espírita, que são pessoas lhe pegando e lhe cobrando e lhe exigindo. Espírito superior não faz isso. Espírito superior não faz isso. Não me defrontavam tribunais de tortura, nem me surpreendiam abismos infernais. Aqui vem uma contradição grosseira no livro do André Luiz, porque aqui ele, olha só, prestem atenção na na narrativa que ele quer criar. Ele quer diferenciar o que ele tá sofrendo com as ideias tradicionais religiosas. Então ele tá dizendo: "Olha, não tem tribunal de tortura, não tem inferno, mas ele acabou de narrar nos capítulos que passaram exatamente isso que agora ele tá dizendo que não tem. Ele acabou de narrar nos capítulos anteriores algo que agora ele diz que não tem. Olha, não me defrontavam tribunais de tortura, nem abismos infernais, mas ele narrou que tava num lugar assim. Ele narrou e agora diz que não tem. Contudo, benfeitores sorridentes comentavam-me as fraquezas como quem cuida de uma criança desorientada, longe das vistas paternas. Vejam que ele tá sendo dobrado, né? Vejam que ele tá aceitando a tudo que tá sendo dito e falado. E a partir dessa aceitação, ele vai passar. O que o que a gente não para para prestar atenção é o seguinte: ele foi domado, aprisionado, escravizado e dominado. Aqui a gente tá vendo o momento em que ele é domado, em que botam na cabeça dele que ele é aquela criatura terrível, suicida, e que a única salvação é a obediência aos chefes e depois ele vai virar um dominador. É igualzinho história, essas histórias que a gente vê no na ficção. Que que ele tá querendo fazer quando ele vem pra terra através do Chico? Fazer com a gente o que fizeram com ele. Botar uma culpa na nossa cabeça, dizer que se a gente não obedecer o que ele falar, a gente vai pro umbral, pro inferno.
do ele vem pra terra através do Chico? Fazer com a gente o que fizeram com ele. Botar uma culpa na nossa cabeça, dizer que se a gente não obedecer o que ele falar, a gente vai pro umbral, pro inferno. Todo mundo é pecador. É exatamente o Você sabe qual é o protótipo de ser humano que o André Luiz e o Emanuel querem? É o que eles fizeram com Chico. Aquilo que eles fizeram com Chico é exatamente o plano deles paraa humanidade inteira. É um plano de dominação e escravidão espiritual. O Chico é o modelo do que eles queriam fazer com a humanidade. Graças a Deus não vão conseguir. O modo como eles tratavam o Chico e faziam o Chico viver é como eles queriam que todo mundo vivesse. Alguém que obedece cegamente em nome do bem. E aí o Chico era um escra, fazia o que eles queriam, a hora que queriam, do jeito que queriam. sempre com a desculpa que é o bem, você tem que fazer. Se não fizer, você vai pro inferno. Você é um subvermio, você não é nada. Veja o que fizeram com André Luiz, depois ele vira um funcionário modelo que passa a ser alguém que vai fazer isso com outras pessoas. Essa é a história do nosso lar, senhoras e senhores. É uma história de dominação que ele quer agora espalhar pela terra. Só que não é a ideia do espiritismo. A ideia do espiritismo é outra. Não é uma ideia de uma nova igreja. Eles estão implantando uma nova igreja, uma nova religião de dominação, porque eles são espíritos ligados às igrejas. Mas não tem nada disso no espiritismo. No espiritismo há livre arbítrio, responsabilidade pessoal a cada um segundo as suas obras. Se você não quer saber no mundo espiritual, você fica quanto tempo lá a sua consciência não diz que você tem que que se transformar. Os bons espíritos lhe ajudam quando você quer. Se você não quer ouvir eles não ajudam. Então é um é o para o espiritismo verdadeiro é um ambiente de liberdade e responsabilidade individual. Todos têm oportunidade, mas aquele que não quer fazer é respeitado. Então não tem pressão, resgate, sequestro, chantagem, acusação
verdadeiro é um ambiente de liberdade e responsabilidade individual. Todos têm oportunidade, mas aquele que não quer fazer é respeitado. Então não tem pressão, resgate, sequestro, chantagem, acusação entre os verdadeiros espíritos superiores. Agora, claro, eu posso ter espíritos que criam todo esse sistema para dominar outros espíritos e ainda vão tentar fazer isso com os encarnados. Aquele interesse espontâneo, no entanto, feria-me a vaidade do homem. Talvez que visitado por figuras diabólicas a me torturarem. Olha a ideia, olha a ideia. Visitado por figuras diabólicas a me torturarem de tridente nas mãos, encontrasse forças para tornar a derrota menos amarga. Olha o que ele tá dizendo. Ele revela o plano. Ele chega ao ponto de dizer para você: "É melhor um inferno que tortura". Era menos amargo do que essa verdade escancarada na minha cara que esses espíritos bondosos estão trazendo. Olha a ideia que ele faz. E ele mesmo tava passando por isso lá no Umbral. Então, por que que ele não volta pro umbral se é melhor isso? Por que que ele não foge? Ele mesmo tá percebo, olha, era melhor eu tá lá do que eu tá aqui. Todavia, a bondade exuberante de Clarência. Por que bondade exuberante? O que que o Clarocio fez que tem uma bondade exuberante? Gr. O que que é que os o que o Clarencio fez? Resgatou ele. Mas a que preço? Então, olha como a construção que fizeram, a lavagem que fizeram na cabeça do André Luiz. Olha como o Clarência me tirou de onde eu tava. Agora eu tenho que ser eternamente é muito parecido com esses filmes que a gente vê que a pessoa é recebida num lugar e aí você fica, nossa, como todo mundo ali é bom. Daqui a pouco ela descobre que ela saiu de um lugar pior, ruim para outro pior, que ela vai ser escravizada por quem tá ali. Já viram filmes assim? É, é o que o André Luiz tá passando. O André Luiz, o Clarence é muito bondoso, mas ele acabou de capturar um novo escravo. Olha, agora você vai ter que nos obedecer. Eu não te lhe tirei de lá, mas agora você
que o André Luiz tá passando. O André Luiz, o Clarence é muito bondoso, mas ele acabou de capturar um novo escravo. Olha, agora você vai ter que nos obedecer. Eu não te lhe tirei de lá, mas agora você vai ter que fazer tudo que eu mandar. A inflexão de ternura do médico, a calma fraternal do enfermeiro penetrava-me fundo o espírito. Eu vejo isso como uma cena de terror, tá? Pessoas lhe controlando, lhe acusando e com um sorriso no rosto. Porque o próximo passo tá, o que que eu tenho que fazer, senhores para ser perdoado diante de tanta coisa ruim que eu fiz? Ah, você vai ter que agora nos obedecer cegamente. Não me dilacerava o desejo de reação. Doí-me a vergonha e chorei. Olha que coisa, que coisa. Se você acha que isso não é nada demais, eu vou criar então situações para você pensar. Se você não consegue entender tudo que esses espíritos estão fazendo para André Luiz de humilhação, cobrança, chantagem, imagina alguém fazer isso pro seu filho no hospital. Aí você talvez consiga entender o que eu tô querendo dizer. Imagina seu filho tá no hospital se recuperando, chegam pessoas e começam a fazer tudo isso. Eu quero ver se você ia aceitar. É aquilo que eu sempre digo, o pessoal acha lindo as barbaridades que essa obra diz e o que o Emmanuel faz com Chico, fez com Chico. Pessoas acham lindo, elas contam de boca cheia, mas por que que elas não fazem isso com os filhos? Então, se elas acham lindo, digno e nobre, por que que elas não reproduzem isso com os filhos, com seres amados, com a sua mãe doente, acamada? Olha o que eles fizeram com André Luiz. Rosto entre as mãos, qual menino contrariado e infeliz-me a soluçar com a dor que me parecia irremediável. Não havia como discordar. Henrique de Luna falava com sobejas razões. Olha aqui, é a aceitação. Por fim, abafando os impulsos vaidosos, reconhecia a extensão de minhas leviandades de outros tempos. Então aqui ele tá admitindo tudo, né? tá se dobrando. A falsa noção da dignidade pessoal cedia terreno à justiça. Perante
pulsos vaidosos, reconhecia a extensão de minhas leviandades de outros tempos. Então aqui ele tá admitindo tudo, né? tá se dobrando. A falsa noção da dignidade pessoal cedia terreno à justiça. Perante minha visão espiritual, só existia agora uma realidade torturante. Era verdadeiramente um suicida. Perdera o ensejo precioso da experiência humana. não passava de náufia por caridade. Vocês já pararam para pensar que aqueles espíritos lá no umbral que gritavam pro André Luiz e e e perseguiam ele e chamavam ele de suicida, vocês já não pararam para pensar que eles poderiam ser servos do Clarência? Já pararam para pensar nisso? Eles poderiam ser espíritos que trabalhavam pro Clarence, iniciando um processo de convencer o André Luiz de que ele era um suicida para poder escravizá-lo, dominá-lo. Daí o o Clarêncio se apresenta como um salvador, fazendo com que André Luiz tenha sinta gratidão. Então ele tem que devolver algo. E na primeira oportunidade eles voltam e repetem o que eles estavam dizendo lá, né? Suicida. Só que agora em vez dele se revoltar ele aceita. Não é um plano perfeito de dominação. Falando as minhasidades. É o tempo a falsa noção da dignidade pessoal cedia terreno. Perante minha visão espiritual só existia agora verdadeiramente perder o ensejo precioso da experiência humana não passava de náfico a quem se recolhia por caridade. Estão quase terminando, tá? Foi então que o generoso clarence, olha só, eles colocam, eles te destróem para depois dizer, mas é muito interessante isso. É, é tipo de relações abusivas, né? Eu coloco a culpa em você, te destruo, mas digo: "Fique tranquilo, eu vou lhe salvar". Interessante isso, né? Foi então que o generoso Clarence, sentado no leito, que veja, espírito superior senta, tá? Certo? Ele cansou que ele é velhinho. Sentou, sentando-se no leito ao meu lado, afagou-me paternalmente os cabelos e falou com ouvido. Ó meu filho, não te lastimes tanto se eles não queriam que André Luiz ficasse desse jeito, porque que eles falaram tudo que falavam, né? Busquei-te
agou-me paternalmente os cabelos e falou com ouvido. Ó meu filho, não te lastimes tanto se eles não queriam que André Luiz ficasse desse jeito, porque que eles falaram tudo que falavam, né? Busquei-te atendendo a intercessão dos que te amam dos planos mais altos. Aqui vem, aqui vem é uma pedrada atrás da outra. Outra frase que a gente não vê a gravidade, ele tá dizendo pro André Luiz que assim, quando a gente vê o momento em que André o André Luiz é resgatado lá no nos primeiros capítulos, nos capítulos anteriores, a gente é levado a crer que ele foi resgatado, porque naquele momento ele abriu o coração para Deus, pro arrependimento e para prece é construída essa narrativa. Então, no momento em que ele muda o estado espiritual e se abre para Deus, ele é ajudado. É assim que eles fazem você acreditar. E aqui agora ele tá dizendo que ele ajudou o André Luiz por intercessão de alguém que ama o André Luiz dos planos mais altos. >> Primeira pergunta. Se alguém intercedeu por André Luiz, por que não foi a própria pessoa ajudar o André Luiz? Porque que tem que ser um terceirizado? Depois a gente vai ver que foi a mãe do André Luiz, né, que ele tá se referindo à mãe do André Luiz. Se ela inclusive é mais evoluída, pensem se ela é mais evoluída ainda, porque ele tá dizendo de planos mais altos, porque ela própria não foi ajudar o filho. Uma mãe ajudar o filho. Tem que ser um terceirizado, um um um velinho terceirizado que ele não conhece, porque ela própria. É a noção que a gente cria de que o ser superior no mundo espiritual, isso é culpa do André Luiz, isso é um erro. O ser superior que nos ama no mundo espiritual, ele tá muito ocupado. Então o máximo que ele pode fazer é uma ligação pro andar de baixo e dizer: "Viu ajuda lá meu filho no umbral, eu tô muito ocupado." Mas se ele é superior e ele tá ocupado a ponto de ele não poder se ocupar como o próprio filho, com quem mais que ele tá ocupado? Se uma mãe, se é um espírito superior no mundo dos espíritos e ela é tão ocupada
é superior e ele tá ocupado a ponto de ele não poder se ocupar como o próprio filho, com quem mais que ele tá ocupado? Se uma mãe, se é um espírito superior no mundo dos espíritos e ela é tão ocupada que ela não pode ajudar o filho, sendo que a gente sabe que os espíritos superiores, segundo a obra de Kardec, quanto mais superiores são, mais faculdades e e e capacidades de auxílio eles têm, mas eles podem nos ajudar a estar próximos. Parem de acreditar nessas ideias que colocam superiores longes e ocupados. É exatamente isso que o espiritismo em Kardec vem destruir essa crença que a igreja construiu. Olha, você é pecador e eu sou quem vai lhe oferecer salvação. Mas você, eu trabalho para Deus. Eu sou um um intermediário, um terceirizado. Você é pecador demais para falar com Deus. Ele é grandioso demais para se ocupar com você. Então você vai pegar a sua salvação conosco, que somos intermediários de Deus. É a mesma ideia. É a mesma ideia que o André Luiz reproduz e traz de novo agora com cara de espiritismo, que na verdade não é espiritismo. Sempre é um intermediário terceirizado. Mas por que que não foi a mãe dele? Porque não foi a mãe dele. Então tem burocracia no mundo dos espíritos que ela teve que terceirizar. E mais agora vem um outro ponto que a gente não para para pensar no mundo dos a gente lê em Kardec a cada um segundo as suas obras. Os a gente aprende no céu inferno, no Código Penal da Vida Futura. Cada um responde por si. Como é que eu vou pedir interdição por outro? Então Deus olha, olha como é que seria Deus. Segundo André Luiz, Deus olhou pra mãe do André Luiz, que foi uma mulher virtuosa. O André Luiz foi uma pessoa terrível. O Henrique de Luna que tá falando, não é o Michel, o Henrique de Luna que acabou de colocar o André Luiz como uma pessoa terrível. Tanto que ele é incontestavelmente um suicida. Palavras do Henrique de Luna, não é do Michel. Então, a mãe do André Luiz é virtuosa e evoluída. O André Luiz é uma pessoa terrível e viciosa, um suicida.
anto que ele é incontestavelmente um suicida. Palavras do Henrique de Luna, não é do Michel. Então, a mãe do André Luiz é virtuosa e evoluída. O André Luiz é uma pessoa terrível e viciosa, um suicida. Aí, graças aos méritos da mãe, o André Luiz teve o benefício de ir para um lugar melhor. Que lei de justiça é essa, meu Deus? Por causa dos méritos da mãe, o filho foi beneficiado. Bom, então o nosso o o mundo espiritual é corrupto igual a política brasileira. Tem nepotismo no mundo espiritual. Se eu tiver uma condição melhor no mundo dos espíritos, eu posso conseguir umas vaguinhas pros meu, mesmo que eles sejam terríveis. A gente não para pensar o absurdo que é isso. Isso é imoral, isso é irracional. Que história é essa de intercessão dos que te amam? Se cada um responde segundo as suas obras, se o André Luiz foi ajudado, tem que ser mérito dele. E a gente passou a achar essa obra linda. É uma monstruosidade essa obra. Tuas lágrimas atingem seus corações. Não deseja ser grato mantendo-te tranquilo no exame das próprias faltas? Olha ele jogando com André Luiz. Você não quer ser grato a tudo que você ganhou? Então para de fazer esse escândalo aí. E aí vem o para piorar, eles conseguem piorar. Agora vem uma das coisas mais bizarras da história do movimento espírita no século XX. Olha o que ele vai dizer agora. Na verdade, tua posição é do suicida inconsciente, mas é necessário reconhecer que centenas de criaturas se ausentam diariamente da Terra nas mesmas condições. Clarêncio, atenção, alguém, por favor, liga pro Clarêncio e avisa que pelas definições que eles deram do conceito de suicida inconsciente, não são centenas de pessoas que que vão chegar nas mesmas condições do lado de lá, são bilhões, porque o conceito que eles deram de suicida se encaixa para bilhões de pessoas. E mais, que história é essa de suicida inconsciente? inc. O que que é isso? Eu sou alguma coisa que eu não tenho consciência do que eu sou e mas mesmo assim eu vou sofrer as consequências e responder por isso.
ue história é essa de suicida inconsciente? inc. O que que é isso? Eu sou alguma coisa que eu não tenho consciência do que eu sou e mas mesmo assim eu vou sofrer as consequências e responder por isso. É uma definição terrível. Olha como que esse livro conseguiu o sucesso que teve. A gente ainda vai ter que entender o que que aconteceu, o que que a dona Feb fez no século XX, quando é que as pessoas que estão lá vão parar para ouvir a gente, botar o dedo na consciência, olhar pro passado e reconstruir isso que a FEB ajudou a fazer. Quando que isso vai acontecer? Ou será que vai desaparecer a feb ao natural e nunca vai ser feito essa reparação histórica? Ela enfiou goela abaixo da gente no século XX. Esse livro fez todo mundo comprar, fez uma propaganda em cima do médium, lucrou milhões. Eu já ouvi várias vezes alguns relatos de que houve uma reação naquela época. Eu tinha muita vontade, se alguém que estiver me vendo, tiver acesso a esses documentos, me chame, me envie. Dizem os historiadores que quando saiu a obra nosso lar, teve um pessoal aqui do Rio Grande do Sul, de Porto Alegre, que escreveu pro Chico falando contra essa obra, tentando alertar o Chico. Se alguém tiver acesso a esse documento, isso é uma é um ouro pra história quem tiver acesso a isso. Eu tô atrás, ainda não consegui achar. Calma-te, pois, aproveita os tesouros do arrependimento. guarda a bênção do remorcio, embora tardiu, sem esquecer que a aflição não resolve problemas. Então ele desequilibraram o André Luiz e agora estão tentando equilibrar o André Luiz, né, que é uma coisa que meio estranho isso. Eh, confia no Senhor e em nossa em nossa dedicação fraternal. Aqui tá o golpe, né? Confia no Senhor e na gente. Confia na gente. Olha, a gente convenceu você de que você é uma pessoa terrível. Agora confia na gente, faz o que a gente vai dizer para você fazer. É ou não é uma dominação? Sossega a alma perturbada, porque muitos de nós outros já perambulamos igualmente nos teus caminhos. A a sensação que eu
a gente, faz o que a gente vai dizer para você fazer. É ou não é uma dominação? Sossega a alma perturbada, porque muitos de nós outros já perambulamos igualmente nos teus caminhos. A a sensação que eu tenho aqui é que o Clarence ficou com medo que o André Luiz fugisse, porque nota que eles foram foram cavocando fundo, cavocando fundo até que o André Luiz explodiu e aí agora ele tá tentando acalmar o André Luiz ante a generosidade, coitad o André, o André Luiz acho que isso é generosidade que transbordava dessas palavras. Depois a gente vai ver mais algumas ações do Clarêncio que vão mostrar como ele era mau. Ele não é um velinho bom. Aqui a gente tá tendo um exemplo. Ele leva alguém lá para destruir o André Luiz para depois ele ficar dizendo não, dando tapinha nas costas. A gente vai te ajudar. Depois a gente vai ver outros momentos que a gente vai ver a perversidade do Clarinho. Mergulhei a cabeça em seu colo patenal e chorei longamente. Bom, então terminamos aqui o capítulo 4. Agora vamos pegar um pouquinho algumas questões de Kardec. Vai ser rápido, tá? E vamos ver sobre aquela questão do perespírito, né? que ele disse que o perespírito gravava a história. Vocês lembram, né? Ou tem que voltar lá porque os leitores André Luiz tem não tem memória boa. Vamos achar o texto aqui onde ele diz do perespírito. Deixa eu achar aqui. Aqui, ó. O organismo espiritual apresenta em si mesmo a história completa das ações praticadas. Então ele tá dizendo que o perespírito grava a história das ações que a gente teve durante a vida. Por isso que ele tava auscutando o perespírito ali do do André Luiz, o organismo e vendo tudo que ele fez. Vamos ver agora o que que o André Luiz diz sobre isso. André Luiz Kardec diz sobre isso. Vamos lá. A gente já leu, tá? Eu só tô repetindo porque é necessário. O perespírito é o laço que une a matéria do corpo. O perespírito é o laço que une a matéria do corpo, une o espírito, é tirado do meio ambiente, do fluído universal, participa ao mesmo tempo da
sário. O perespírito é o laço que une a matéria do corpo. O perespírito é o laço que une a matéria do corpo, une o espírito, é tirado do meio ambiente, do fluído universal, participa ao mesmo tempo da eletricidade, do fluido magnético e até certo ponto da matéria inérdia dizer que é a quitessência da matéria. Olha agora Kardec. Vamos lá ler. É o princípio da vida orgânica. Porém não o da vida intelectual que reside no espírito. Então aqui ele faz uma separação aquilo que é material e orgânico daquilo que é intelectual. O intelectual tá no espírito, então não pode ter pensamento, memória no perespírito. Esse é o primeiro ponto. Seguindo, ó, ó, ó. Kardec dizendo: "Não se confundam, porém, as sensações do perespírito, que se tornou independente com as do corpo. Não se confundam as sensações do do perespírito que se tornou independente, ou seja, morreu com as do corpo. Não se confundam essas últimas só por termo de comparação que podemos tomar e não por identidade. E o simpático Henrique de Luna tava auscutando o organismo espiritual que tinha lá gravado, mas ele tá dizendo para não confundir. >> Segue. Ora, não sendo perespíritos realmente mais do que simples agente de transmissão, simples agente de transmissão. Então, não tem nada gravado no perespíter, só é meio. Pois que no espírito é que está a consciência. Então não tem nada gravado no perespírito. Lógico será deduzir-se que se pudesse existir perespírito sem espírito, aquele nada sentiria. Exatamente como um corpo que morreu, se pudesse, hipoteticamente, porque não existe perespírito sem espírito, porque as coisas estão gravadas no espírito e o gravado é o intelectual. Material não tem nada gravado. Não tem nada gravado de material. Aquilo que acontece com o corpo fica no corpo, não tem no perespírito, porque o perespírito não tem órgãos para ficar marcado alguma coisa. Ah, o André Luiz sofreu do câncer no intestino de problema no rim, problema no estômago, problema no fígado. Isso era no corpo. Não tem isso no perespírito. O
m órgãos para ficar marcado alguma coisa. Ah, o André Luiz sofreu do câncer no intestino de problema no rim, problema no estômago, problema no fígado. Isso era no corpo. Não tem isso no perespírito. O perespírito não tem órgão. Se não tem órgãos, não tem como gravar. Querem ver a prova? Todos, porém, assim os inferiores, assim os inferiores como superiores. Olha o que ele tá dizendo. Até os inferiores, Kardec ouvem nem sente, senão que queiram ouvir ou sentir, não possuindo órgãos sensitivos, não possuindo órgãos todos. Então, não tem como auscultar um órgão que não existe. Não tem como gravar um órgão que não existe. O que fica do corpo é do corpo. O espírito responde moralmente. Ah, ele abusou do intestino, ele abusou do estômago, ele abusou do pulmão, ele abusou. Ele pode ter abusado na próxima encarnação. Ele vai responder por isso. Mas não é porque ficou gravado no perespírito, é porque os vícios morais que ele carrega enquanto espírito que estão nele é que vão gerar consequências. Não tem nada a ver com perespírito. Ora, não sendo perespírito realmente mais do que simples agente de transmissão, pois que no espírita é que está a consciência. Repete aqui. Eu peguei os trechos da 257, o livro dos espíritos. Não tem órgão, então não fica gravado nada, porque não tem órgão para ficar gravado. Ah, mas o que que acontece com a pessoa que prejudicou o próprio corpo? Ela sofre da culpa. Ela sofre porque ela tem o vício do abuso. É isso que ela sofre e é isso que ela vai espiar em novas encarnações. Aí ela pode escolher um corpo novo que vai apresentar problemas físicos, mas não é que ela através do perespírito plasmou no corpo novo biológico aquilo que tava marcado. Não tem nada a ver. Porque se ela ela abusou do corpo e ela tem vícios morais de desequilíbrio, de intância, é uma pessoa que não tem limites, que abusa, ela pode no pegar um novo corpo, ela ela ela maltratou o fígado. A próxima encarnação, ela pode pegar um corpo que tem um problema do coração, porque o que o que ela tem que passar é
mites, que abusa, ela pode no pegar um novo corpo, ela ela ela maltratou o fígado. A próxima encarnação, ela pode pegar um corpo que tem um problema do coração, porque o que o que ela tem que passar é por uma situação de limitação física para rever aqueles vícios morais que ela tem. Não precisa ser o mesmo órgão. Por isso que não tem nada a ver o perespírito lá do fígado tem que pegar um outro corpo com o fígado. Não tem nada a ver. Não existe isso em carne porque não faz sentido e não precisa ter. O espírito vai sofrer igual as consequências, mas não precisa ser por esse processo. E quase todo mundo que eu vejo falar no movimento espírita em reencarnação acha que é assim: plasmou no perespírito, daí vai plasmar no próximo corpo e não tem esse em Kardec e não faz sentido. E a gente já vai trabalhar um pouquinho mais isso. Olha a 217, livro dos espíritos. Nenhuma relação necessária guardando o corpo que a alma toma numa encarnação com o de que se revestiu em encarnação anterior, visto que aquele lhe pode vir de procedência muito diversa da deste. Seria absurdo concluir de uma semelhança que é apenas fortuíta. Não tem, olha o que tá dizendo, não tem relação o corpo da vida atual com o corpo da vida passada. Não tem, porque é um outro corpo biológico que respondeu a outras leis biológicas, inclusive com as questões genéticas hereditárias da mãe atual. São leis biológicas que funcionam independente das questões espirituais. São coisas separadas que o André Luiz uniu, mas uniu numa pseudocientificidade que não faz sentido. É, vê agora o que ele vai falar, ó. Todavia, as qualidades do espírito frequentemente modificam os órgãos que ele servem para as manifestações. Os órgãos do corpo novo, eu encarno num corpo novo e as qualidades do espírito podem alterar esses órgãos. Então, nota, não é algo gravado no perespírito, são questões morais que influenciam no corpo novo. Não é uma gravação física em órgãos do perespírito, porque não existe órgão no perespírito. Ó, eles modifica os órgãos e ser ele imprime ao
espírito, são questões morais que influenciam no corpo novo. Não é uma gravação física em órgãos do perespírito, porque não existe órgão no perespírito. Ó, eles modifica os órgãos e ser ele imprime ao semblante físico e até o conjunto de suas maneiras um cum especial. É assim que sobre o mais humildevoltório se pode deparar a expressão da grandeza da dignidade, enquanto que sobre uma vestimenta senoril se percebe frequentemente as da baixeza e da ignomin. Então nota, são questões morais que se refletem no corpo novo, questões morais que refletem no corpo novo. Por isso que ele fala ali da do semblante, porque o temperamento, a gente diria, as emoções, o caráter alma, ela influencia no no físico, no semblante, no corpo. pessoa eh que é muito descontrolada emocionalmente, ela vai causar no corpo determinadas reações que vão alterar o corpo, que podem trazer doenças, que podem trazer problemas da mesma forma calma, as emoções boas. É nesse sentido, mas nota, ele não bota aqui perespírito gravando, aiu um tiro na cabeça, daí o cérebro per espiritual, a pessoa encarna, aí o corpo lá tem um problema, a pessoa nasce com problema cerebral. Aí tem gente que já me mandou assim quando eu falei isso. Ah, mas então como é que explica a pessoa que tem lá desde a quando nasce um problema físico por questões da lei biológica? As leis biológicas por causas que a própria biologia e medicina pode averiguar, causaram aquilo. O espírito que é devedor pode pedir para encarnar naquele corpo. Percebe que são coisas diferentes. Naturalmente pela biologia ia acontecer aquilo com aquele corpo. E o espírito que é devedor pede para encarnar naquele corpo. Então, não é que ele encarnou no corpo e conduziu a biologia do corpo com o seu perespírito. Percebeu a diferença? E por fim, para finalizar, eu quero indicar essa obra aqui, ó, espírito e matéria. Ela tá invertida. Eu vou inverter a câmera aqui para ficar mais fácil para vocês verem, ó. Espírito e matéria Cosmasse. Coloquem no Google achar ou entrem ali, ó,
ssa obra aqui, ó, espírito e matéria. Ela tá invertida. Eu vou inverter a câmera aqui para ficar mais fácil para vocês verem, ó. Espírito e matéria Cosmasse. Coloquem no Google achar ou entrem ali, ó, nobilt.com.br ou cardecbooks.com. Neste livro, o Cosm vai estudar com detalhe essa questão de que o perespírito não grava nada, ele não faz nada no corpo novo que a gente vai reencarnar. E a lógica que ele coloca ali é muito simples. Há muitas pessoas extremamente maldosas e perversas que têm uma saúde de ferro. E essa é a lógica. Eu já falei isso hoje. Se a pessoa tem uma saúde de ferro e ela é criminosa, maldosa, por que que o perespírito não estragou o corpo dela? E há pessoas muito boas que encarnam em corpos completamente doentes. Então a gente não pode fazer essa leitura que pelo espírito grave e modifica o corpo, porque aí todas as pessoas ruins modificariam o corpo para doenças e não acontece isso. Pelo contrário, tem pessoas que são boas e tem um corpo que dá problema a vida inteira. O próprio ídolo de vocês, que é Chico Xavier, desse povo que ama o nosso lar, não, elas não param para pensar na contradição que a própria vida dele é com a obra. Ele não era uma pessoa maravilhosa e bondada, tava sempre doente. Mas como é que o perespírito dele não produziu saúde no corpo? Ah, mas é porque veja, mas quando você bota um más, você tá mostrando que não é uma lei. Se não é uma lei, não pode ser algo de organismo, porque o organismo determina as coisas. Por que que tem pessoas más? Porque tem pessoas que se suicidaram, porque tem pessoas que fizeram coisas horríveis e tem um corpo são na próxima encarnação? Que que aconteceu com esse perespírito danificado? É porque não é assim. É porque para eu espiar o passado, eu não necessito passar pela mesma privação. Isso é uma bobagem que a gente criou na história do movimento espírita, que não tem Kardec. Ai, a pessoa deu um tiro na cabeça, ela tem que nascer com problema na cabeça. A pessoa danificou um olho, ela tem que vir cega. A pessoa danificou o ouvido,
do movimento espírita, que não tem Kardec. Ai, a pessoa deu um tiro na cabeça, ela tem que nascer com problema na cabeça. A pessoa danificou um olho, ela tem que vir cega. A pessoa danificou o ouvido, ela tem que vir surda. A pessoa danificou. A gente criou essa regra que é falsa. Eu acabei de dar um exemplo a muitas pessoas que cometeram atrocidades e tem uma saúde de ferro. Por quê? Porque depende da necessidade de provas e do livre arbítrio, livre arbítrio de cada um. Há pessoas que cometeram muitas maldades e Deus dá para elas a oportunidade justamente de ter um corpo são, que é para elas trabalharem e valorizarem o corpo são e repararem o passado. Então a gente criou uma regra e passa a falar isso para as pessoas e as pessoas já naturalmente nas casas espíritas as pessoas já pensam, né? Ah, ah, eu o fulano nasceu de tal jeito, deve ser um suicida. A gente criou essas barbaridades e repete. Todo mundo que a gente vê com defeito físico, a gente atribui que é um espírito inferior, criminoso, suicida e cheio de débitos do passado. E a gente não para para ver. Daí vai ver a às vezes a criança, a pessoa são pessoas maravilhosas e a gente chamando de suicida, a gente tá fazendo igual o Henrique de Luna. Claro, a gente aprendeu com ele, né? Olha como a gente tá reproduzindo nos outros o que a gente aprendeu com esses espíritos mentirosos e pseudos sábios. A gente faz isso hoje. Às vezes tem pessoas que são maravilhosas, estão cheias de doença. A gente diz: "Ah, é que é um suicida, você matou na vida passada". Às vezes a própria pessoa diz: "É que nem o André Luís, ela acredita nisso, né? Eu devo ter sido um suicído, eu vim com essa essa debilidade física". Aí ela não percebe que ela é uma alma boa. E aí a gente não vê que a pessoa terrível tá lá com uma vai num presídio cheio de assassino para ver. tem lá metade é com uma saúde excelente. Então, vejam, meus amigos, como as barbaridades sem sentido que a gente passou a acreditar e reproduzir a mesma coisa que o Henrique de Luna fez com o
ara ver. tem lá metade é com uma saúde excelente. Então, vejam, meus amigos, como as barbaridades sem sentido que a gente passou a acreditar e reproduzir a mesma coisa que o Henrique de Luna fez com o André Luiz, a o André Luiz fez com a gente e a gente tá fazendo com os outros, criando julgamentos, preconceitos, determinismos que a gente não vem em Kardec. Bom, mesmo com internet caindo, a gente chegou até aqui, né? Mais uma vez eu digo, eu apresentei o texto, eu li junto o texto, eu comentei junto o texto, eu critiquei, eu questionei, eu fiz pensar, eu mostrei texto de Kardec, eu fiz tudo que tava no meu alcance e tenho feito isso em 59 vídeos. Cabe você olhar e tirar suas conclusões. Terça que vem estaremos aqui. Lembrando a todos, curta esse vídeo, se inscreva se você não é inscrito e participe nas nossas demais lives. Nós nos vemos amanhã. Amanhã à noite tem o estudo do que é o Espiritismo. Às 20:30 aqui no que é o Espiritismo. Eu conto com vocês e quem puder compartilhe esse vídeo. Quanto mais pessoas assistirem esse projeto melhor. Uma ótima terça-feira a todos. um resto de terça, né?
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