#58 - O Livro dos Espíritos de Allan Kardec - item 92 - estudo completo da obra
#58 - O Livro dos Espíritos de Allan Kardec - estudo completo da obra O Livro dos Espíritos - Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos - Capítulo I — Dos Espíritos - Forma e ubiquidade dos Espíritos - item 92 Toda Segunda das 20h às 21h Transmitido pelos canais: Espiritismo em Kardec - Éric Pacheco Estudar Kardec - Lauro Rodrigues kardectube - Michel Macedo __________________ Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec
Olá, pessoal. Boa noite. Sejam bem-vindos para o nosso estudo de O Livro dos Espíritos. Nós estamos na parte segunda do mundo espírita, o mundo dos espíritos, no capítulo um dos espíritos. E vamos, estamos encerrando esse, esse assunto forma e ubiquidade dos espíritos. É a questão ou item de número 92. Antes de passar para o Michel aqui, peço a você aí, caso não se inscreveu em nossos canais, que se inscreva, nos apoi se inscrevendo no canal Estudar Kardec, no canal no Kardec Tube. Também tem, né, a página no YouTube, o canal do José Paneado que leva aí esse nome. Também pedimos para você curtir, comentar, compartilhar, divulgar aí os nossos estudos, divulgar os nossos canais, tá bom pessoal? Michel, boa noite, meu amigo. Obrigado mais uma vez aí. Salve engano, estudo de número 58, né? Vamos caminhando aí a passos firmes, mas devagar. Michel, passo para você. Boa noite, Lauro. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos ao nosso estudo de número 58, livro dos espíritos. Hoje vamos estudar o item 92, como o Laudo falou. Estamos aí quase que numa média de dois, duas questões por estudo, né? Aqueles que nos acompanham sabem que a gente procura não ter pressa porque a gente quer fazer um estudo o mais dedicado possível, né? Claro que a gente também não pretende esgotar o assunto porque é uma obra muito profunda deus. que a gente tenha um ótimo estudo. Como o Lauro já lembrou, é muito importante vocês clicarem no curtir. Quando puderem, compartilhem esse vídeo, sigam os nossos canais. Nós também estamos com conteúdo diário no Instagram. Sigam lá no Instagram, pesquisem Kardec Tud, Star Kardec, tudo isso nos ajuda, né? e ajudem participando aqui do estudo. Se você tá aqui, vai ali no chat, no chat do ladinho ou embaixo, dependendo dispositivo que a pessoa tá assistindo, digita ali, manda sua pergunta, seu comentário e a gente vai procurar ajudar que a gente tenha um ótimo É isso aí. Mas antes, Michel, fala um pouquinho aí da da se tornar membro do seu canal. Você tem essa opção de de uma
pergunta, seu comentário e a gente vai procurar ajudar que a gente tenha um ótimo É isso aí. Mas antes, Michel, fala um pouquinho aí da da se tornar membro do seu canal. Você tem essa opção de de uma assinatura, né, da monetização do seu canal, Michel? Isso. Ela tá pausada, né? Ela ainda tá pausada. Ah, verdade. Mas logo ela vai desbloquear. As pessoas vão ter opção de assinar o canal, né? Mas por enquanto, como tá pausada, eu o pessoal não vai encontrar o botãozinho lá, porque eram 32 dias que o YouTube pede para guardar e ainda não deu os 32, mas tá perto dos 32, tá? E então, eh, logo as pessoas vão poder contribuir também. Quando isso voltar, quando voltar, para quem não entende, tá aqui nos assistindo, o YouTube quando você entra e assiste alguma coisa, ele é de graça. Mas quem tem canal no YouTube tem a opção, depois de algum tempo, o YouTube dá isso, né? Não é qualquer canal que tem, mas depois de um tempo o YouTube dá uma opção que você pode ter assinantes do seu canal. Então o Kardecbe entrou nessa fase, né? Então a pessoa pode assinar mensalmente. É como fazer uma assinatura de uma Netflix, por exemplo, é a pessoa faz um cartão de crédito, ela é descontado todo o mesmo valor. Isso ajuda o canal então a crescer e é o dono do canal a investir mais no canal. Então essa é a vantagem. E mas aí em contrapartida, o que que a pessoa ganha ao assinar? É esse o ponto onde eu queria chegar. é que eu vou gravar futuramente, em breve, assim que voltar essa função, eu vou gravar palestras e fazer alguns estudos em que parte vai ser de graça para todo mundo poder assistir e outra parte vai ser para valorizar aqueles que ajudam o canal, aqueles que assinam. Então eu vou criar algum alguns vídeos, alguns estudos que vão ser só para quem assina, né? E evidentemente que essa assinatura ela é um valor eh o menor possível, né, para que todas as pessoas possam ter condições de também ter ter acesso a todos os conteúdos. Mas essa é a importância. Mas enquanto isso não tá disponível ainda, porque a o YouTube ele
possível, né, para que todas as pessoas possam ter condições de também ter ter acesso a todos os conteúdos. Mas essa é a importância. Mas enquanto isso não tá disponível ainda, porque a o YouTube ele é bem burocrático, né? Tem uma série de de burocracias que tem que ir cumprindo para poder as coisas acontecerem. Então, enquanto isso não volta no meu canal, o importante é as pessoas curtirem e se inscreverem no canal. Então, você clica ali em inscrever-se no canal, você se torna um seguidor do canal. Isso é de graça e ajuda muito o canal, né? E curtir também os vídeos, compartilhar. Isso tudo são formas de ajudar. É isso, pessoal. E e veja, né, um canal, por exemplo, Wal Kardec Tube, um canal que já tem, né, um um número maior de de inscritos, eh, e que estuda genuinamente Kardec, né, nós precisamos, eh, contribuir, é claro que dentro da possibilidade de cada um. Veja que eh você que está nos assistindo, eu quero ser rápido aqui para não tomar muito tempo. Nós usamos aqui o canal Estudar Kardec usa uma plataforma, essa plataforma do Streamyard é gratuita e ela é muito limitada. Veja, isso que vocês estão vendo. Não, não dá para colocar mais que isso. Eh, e quando nós temos essa plataforma paga, é, aí a coisa muda, a qualidade é outra, as opções, enfim, podemos aqui retransmitir simultaneamente, né, em nossos canais. Ah, agora para para e para que isso aconteça, tem um custo e um custo alto, não é um custo qualquer, sabe? Eh, eh, vamos colocar aí hoje em torno de pelo menos R$ 250 mensais só essa plataforma que é a melhor que o mercado tem a oferecer, né? E nós temos aí o Michel tem aí do CADEC também, se você quiser contribuir a opção da vaquinha para que ele possa eh terminar as ou fazer as requisições, né, para melhorar o equipamento de transmissão do canal. Depois o Michel aí ele disponibiliza aí o link da vaquinha caso vocês queiram contribuir, tá bom, pessoal? Bom, Michel, algo mais que você queira falar dentro dessa questão da vaquinha? Fica à vontade aí. Isso. A vaquinha eh a vaquinha tá no
link da vaquinha caso vocês queiram contribuir, tá bom, pessoal? Bom, Michel, algo mais que você queira falar dentro dessa questão da vaquinha? Fica à vontade aí. Isso. A vaquinha eh a vaquinha tá no fim, né? Ela tá bem perto da meta. Para quem não sabe o o a história, a gente montou uma vaquinha que a meta era R$ 2.000, né? Então, tem o site lá da vaquinha, a gente cria a meta e divulga o link. A pessoa clica no link e doa quanto ela quiser, quanto ela puder. É simples assim. E ali o próprio site vai mostrando tudo, né? É bem transparente. Para que que serve essa vaquinha? Para quando a gente chegar no valor de R$ 2.000, a gente vai comprar eh eh memória pro notebook, a gente vai comprar câmera nova, a gente vai comprar luz, microfone, tudo com maior qualidade, porque em breve o Kardecube vai aumentar a sua programação, então a gente quer ter uma coisa de mais qualidade, né? Então essa é a intenção eh da vaquinha. Então, a gente já chegou em R5, R$ 1.500, falta ainda R$ 500 para atingir a meta, a meta da vaquinha. Claro que enquanto não chega nos 2.000, a vaquinha disponibiliza que a gente já possa utilizar esse dinheiro para comprar os equipamentos que a gente pretende. Então, eu já iniciei isso, né? E eu já avisei pras pessoas, assim que eu terminar de comprar tudo, aí que que eu vou fazer? eu divulgo, né, no próprio canal os materiais, eu mostro ali os valores para as pessoas verem que foi tudo usado devidamente, né? Até porque essas doações que a gente fala, é, evidentemente, como o Lauro explicou, é para manter uma qualidade mínima dos canais, já que a gente precisa ter uma qualidade mínima de um canal falando de Kardec ou de alguns canais falando de Kardec, porque isso tem um certo custo, né? Então é só nesse sentido. Vejam que não se trata de doações para enriquecimento. São coisas à vezes que acontece nos em alguns lugares. É, são coisas simples para um custo mínimo que um trabalho de qualidade precisa, né? mas que aos poucos tá se desenvolvendo e a gente já,
imento. São coisas à vezes que acontece nos em alguns lugares. É, são coisas simples para um custo mínimo que um trabalho de qualidade precisa, né? mas que aos poucos tá se desenvolvendo e a gente já, eu vou, claro, eu vou criar um material aí agradecendo a todas as pessoas, mas eu já de antemão já vou agradecendo a todos que têm ajudado até aqui e em breve a gente vai ver o resultado disso. As pessoas vão anotar aí uma câmera melhor, as pessoas vão notar as vai ter um salto de qualidade e vai ter um aumento de produtividade no canal com mais programas, com mais conteúdo, sempre focando em Kardec, né? Muito bom. Bom, então aqui, né, temos tá aqui conosco Enriete, nos desejando uma boa noite e também a Isabel, né, a presença das duas aqui por enquanto. E mais alguns, alguém que está nos assistindo agora que não quis talvez se manifestar aqui no chat. Podemos ir pro texto, Michel? Então, vamos lá. Então o item 92 é o último item dessa parte do capítulo, né? Vai dizer, vai perguntar Kardec: "Tem os espíritos o dom da obiquidade?" Por outras palavras, um espírito pode dividir-se ou existir em muitos pontos ao mesmo tempo? E aí os espíritos respondem: "Não pode haver divisão de um mesmo espírito, mas cada um é um centro que irradia para diversos lados. E isso é que faz parecer estar um espírito em muitos lugares ao mesmo tempo. Vês o sol é um somente, no entanto, irradia em todos os sentidos e leva muito longe os seus raios. com tudo não se limite. Então esse é um uma questão muito interessante, porque muitos espíritos eles apareceram ou deram eh comunicações ao mesmo tempo em diferentes lugares. Isso aconteceu tanto na época de Kardec quanto há vários relatos de pessoas que foram vistas em mais de um lugar ao mesmo tempo. Alguns relatos nas histórias, principalmente nas histórias das religiões ou nos contos. E Kardec quer entender o que que isso significa, como é que isso se dá. Então o que que é para as pessoas uma palavra meio diferente, né? Ubiquidade. O que que quer dizer isso? Que significa
s contos. E Kardec quer entender o que que isso significa, como é que isso se dá. Então o que que é para as pessoas uma palavra meio diferente, né? Ubiquidade. O que que quer dizer isso? Que significa estar em dois lugares ou mais de um lugar ao mesmo tempo. Então ele quer saber se os espíritos têm essa esse essa capacidade tocar. E aí o o espírito vai responder na questão que sim, mas não é que o espírito se divida em várias partes para cada parte ir para um lugar. Isso é muito importante, porque paraa teoria espírita não há divisão, não há como o espírito se dividir. O espírito é único. O espírito é um só. A consciência não se divide. Então jamais a gente vaiismo teorias que possam dividir, né? como se ele imagina essa coisa maluca, como se o eu pudesse ser mais que um. Como que algo poderia e ser uma individualidade tendo duas consciências? Não faz nenhum sentido, né? A, como é que a gente basta que a gente pense na gente mesmo, bom? Mas daí tem um outro eu pensando que é eu. E olha que coisa que não faz nenhum sentido. A gente sente naturalmente ao pensar que a gente é único. Até porque se houvessem duas consciências, o que que aconteceria se elas escolhessem coisas contrárias ao mesmo tempo? Isso feriria até a própria justiça, né? Porque um espírito praticaria a virtude e o outro praticaria o mal. E aí, meio espírito ia ser punido e meio espírito ia ser benef. Olha como é uma coisa que não faz sentido lógico. Então isso vai tá presente em Kardec. O espírito é único, ele não se divide. Mas então como ele pode estar em vários pontos ao mesmo tempo? E o o exemplo que o espírito usa é é uma evidentemente que é uma uma analogia, mas é uma analogia muito boa, porque ele fala do sol, né? O sol ele é um, mas ele consegue ser visto por toda a terra, né? Em todos os pontos. Se eu tiver aqui no Rio Grande do Sul, eu posso ver o sol e alguém que está lá nos Estados Unidos ou na Europa pode ver o mesmo sol. Ele é um só porque ele irradia para vários lados. Então essa analogia, evidentemente que
io Grande do Sul, eu posso ver o sol e alguém que está lá nos Estados Unidos ou na Europa pode ver o mesmo sol. Ele é um só porque ele irradia para vários lados. Então essa analogia, evidentemente que isso é uma analogia. A gente não pode pensar que o espírito ele cresce em tamanho para poder ser visto em vários lugares ao mesmo tempo. Por isso que é uma analogia, mas pra gente entender a lógica. É uma questão muito importante, porque é um fato que a gente pode ou presenciar ou ouvir falar. E a gente pode inclusive eh ler nas próprias obras de Kardec e nas histórias antigas de várias espíritos que foram vistos em vários lugares ao mesmo tempo. É por isso que a gente a gente não precisa se preocupar, por exemplo, ah, se eu for evocar um espírito como Jesus, como Allan Kardec, mas aí se dois grupos evocassem ao mesmo tempo, ele não poderia nada disso. os espíritos, eles podem se comunicar conosco aqui na terra ao mesmo tempo. Agora, veja, na época de Kardec eles criam alguns exemplos, né, pra gente entender, mas hoje é mais fácil ainda de entender a capacidade que o homem tem de, entre aspas, estar em vários lugares ao mesmo tempo, que é um exemplo maior é o que a gente tá fazendo aqui, né? Vejam que eu estou na sala da minha casa e eu estou sendo visto ao mesmo tempo por pessoas que estão no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, por pessoas que estão em outros estados e até em outros países. Vejam que a tecnologia ajuda a gente a entender isso. Não é que os espíritos se utilizem de um aparelho celular para aparecer em vários lugares ao mesmo tempo. De novo, é uma analogia, mas essas analogias ajudam a gente entender como isso é logicamente possível, porque a gente já faz isso aqui, né? Vocês estão me vendo aí do da da dos locais onde vocês residem e cada um de vocês está num ponto do país ou do planeta. Nós estamos vendo o Lauro ao mesmo tempo e ele está em Minas Gerais. Então, vejam que é possível. Claro que o modo como os espíritos fazem isso, evidentemente que o modo como os
do país ou do planeta. Nós estamos vendo o Lauro ao mesmo tempo e ele está em Minas Gerais. Então, vejam que é possível. Claro que o modo como os espíritos fazem isso, evidentemente que o modo como os espíritos fazem isso não é como esses exemplos que eu dei, nem é igual o Sol que a gente vê, porque ele é muito maior que a Terra. Então, em qualquer ponto da Terra eu posso ver o Sol. E não é também como a gente tá fazendo agora, que a gente tá usando uma tecnologia que capta a minha imagem e transmite ela pelos aparelhos, né? Mas para finalizar essa primeira fala, são analogias que fazem a gente entender como é possível. Evidente que os espíritos têm a a maneira deles de conseguir fazer isso. Passo para ti lá. Ô, ô, ô, Michel, e o, e o, e o que, o que é fantástico é como Kardec, de uma forma metódica, né? Então ele traz essa informação, ele faz essa pergunta sobre a a possibilidade do espírito estar em dois ou mais lugares ao mesmo tempo. Claro que depois a gente vai ver, né, que isso aí necessita de alguns requisitos, mas logo em seguida Cadec vai, né, vai entrar num tema e que a gente vai conseguir compreender isso aqui. Então, quem está chegando a primeira vez aqui e vê essa questão, fala: "Mas como? Como que o espírito, se ele não se divide, como que ele pode radiar? De que maneira?" Aí nós vamos entrar num tema, né, num assunto, num princípio da doutrina, como Kardec vai dizer, que é o que vai, que é a chave para explicar todos os fenômenos, né? Eh, eu m não me lembra que eu tô tentando lembrar casos de ubiquidade na revista espírita. Eu confesso que de cabeça agora eu não consigo me lembrar, né? Mas acredito que deve haver algum caso deuidade lá, mas eu passo para você, Michel. Eh, sim, tem, tem, mas o que eu lembro agora de memória é do livro dos médiuns. Ah, é sim. Esse lá tranquilo. Lá no livro dos médiuns, quando ele vai citar a obquidade, ele ele já citam alguns exemplos daí, né? Eu cita até exemplos que eram da história da Igreja Católica, né? Mas tem na, eu
Esse lá tranquilo. Lá no livro dos médiuns, quando ele vai citar a obquidade, ele ele já citam alguns exemplos daí, né? Eu cita até exemplos que eram da história da Igreja Católica, né? Mas tem na, eu também não lembro para dar agora paraas pessoas um caso desses, mas eu lembro que o que tem sim na, mas o Lauro lembrou muito bem o como os escritos fazem isso, que eu falei agora a pouco. Eh, Kardec vai entrar no como, né, a maneira como eles fazem daqui a pouquinho, porque o próximo assunto é o próximo assunto que a gente vai ver é justamente o perespírito, que é quando ele trata pela primeira vez no livro dos espíritos sobre o perespírito, que é algo muito falado no meio espírita, né? É muito comum entre os espíritas se falar sobre perespíritos. Isso é uma ideia geral, mas evidentemente eh uma a ideia como o movimento espírita v o perespírito é muitas vezes equivocada, né? Embora seja uma ideia comum, né? Quando se fala em perespírito, movimento espírito, todo mundo já ouviu falar. Talvez alguém que esteja conhecendo a recém o o espiritismo, estranho, né? Perespírito. Que que é isso, né? E a gente já vai ver o que que é, né? que é o corpo do espírito, né? O espírito quando não está encarnado, ele tem um corpo. Quando ele está encarnado, ele tem dois. Quando a gente tá encarnado, a gente tem o perespírito, que é um corpo espiritual, e a gente tem o corpo físico. Quando a gente tá encarnado, tem os dois, eles estão ligados. E quando a gente eh morre no corpo, a gente fica só com que é o perespírito, que peri, esse prefixo peri significa entorno de, então é torno do espírito, né? A gente vai estudar isso, mas é curioso pelo seguinte, vocês vejam que essas questões que a gente tá, lembra, a gente tá no capítulo um da segunda parte que trata dos espíritos. E essa e e como ele tá iniciando o capítulo dos espíritos, ele tá pegando, ele tá tentando estudar o espírito em todos os aspectos. Então ele tá agora numa parte, digamos, mais material, né? Ele quis saber como é que é o espírito,
do o capítulo dos espíritos, ele tá pegando, ele tá tentando estudar o espírito em todos os aspectos. Então ele tá agora numa parte, digamos, mais material, né? Ele quis saber como é que é o espírito, se a matéria opõe obstáculo, se o espírito pode ser visto em vários lugares. Ele pega essas questões mais físicas, né? Eh, para tentar, entre aspas, fisicamente tentar entender o máximo possível o que que é esse ser chamado espírito. E e a o último assunto que ele tá nessa parte mais material é o perespírito. Depois que ele trata do perespírito, aí ele vai para as questões morais. Aí a gente vai ver a escala espírita, os tipos de espíritos que existem, como é que esse espírito evolui. Então, nota que ele faz um apanhado geral de de todas as as características eh do espírito, mas uma das mais importantes, com certeza, vai ser a do perespírito, porque o perespírito vai ser a chave pra gente entender todos os fenômenos. Tanto que quando ele trata do perespírito é a último assunto que ele trata da questão material. Depois ele fica só na questão moral, né? Que ela é então a porta de entrada para todos os fenômenos espíritas serem entendidos. a gente vai entender como é que o espírito se locomove, como é que o espírito vê, enxerga, sente, como é que o espírito encarna, como é que o espírito se comunica pela mediunidade, como é que o espírito consegue eh durante o sono sair do corpo. Então, a gente vai ver que tudo isso vai passar pelo perespío. Então, é um assunto muito importante, como eu falei, muito mal estudado e entendido, né? Mas isso tá ligado à questão que a gente acabou de ver. a gente vai ver que o espírito pode, ele pode eh estender o seu pensamento do ponto que ele tá para diversos pontos. E aí ele é visto, ele é visto ou ele pode se comunicar em diversos lugares ao mesmo tempo. A gente vai ver que passa também por esse perespí e e a Henriete lembrou aqui aquele caso do do Agênere, né? Aquele caso de eh ela vai dizer, será o do rapaz que participava de uma reunião, né? Ele
o. A gente vai ver que passa também por esse perespí e e a Henriete lembrou aqui aquele caso do do Agênere, né? Aquele caso de eh ela vai dizer, será o do rapaz que participava de uma reunião, né? Ele almoçava com os amigos em Londres, mas estava dormindo na Holanda. Ela lembra desse caso, Michel? quando vai tratar da dos agênis. É, aí é um caso curioso, porque eu tenho eu tenho um espírito desencarnado que ele pode aparecer em mais de um ponto ao mesmo tempo. Então, por exemplo, se eu tenho um médium vidente aqui no Brasil, ele pode ver aquele espírito enquanto um médium lá em Paris tá vendo ele também. Então, a gente tá falando de um espírito desencarnado, mas é muito comum entre os encarnados, que é o caso que a Enriete traz. O caso dos encarnados é o seguinte. Eu estou aqui agora no meu corpo físico de encarnado e ao mesmo tempo que eu estou falando aqui para vocês, alguém me vê no Japão, mas é claro que eu não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo fisicamente, né? Então, um desses que foi visto é o corpo físico e o outro é em estado espiritual. E isso pode acontecer. Então, eu posso estar aqui e alguém vê, me vê espiritualmente. Daí não é meu corpo, porque o corpo só tem um, né? O corpo físico só tem um. viver espiritualmente também num outro lugar ao mesmo tempo. Só que claro aí, só para pra gente entender um pouco o porque Kardec desenvolve isso no livro dos médiuns, né? Aqui ele só tá pegando a ideia geral, né? Mas lá no livro dos médios ele entra no detalhe. Mas pra gente entender, claro que nesse exemplo que eu citei aqui, para eu estar espiritualmente em outro lugar enquanto tô aqui, por exemplo, na live, é o espírito tem que tá num no momento que eu tiver aparecendo lá em outro lugar, né? Aqui eu tenho que estar num estado meio semiconsciente, porque eu não posso estar consciente em dois lugares ao mesmo tempo. Então a gente vai ver a narração lá nos casos, tanto do livro dos médios quanto na revista, que a pessoa ela por alguns instantes ela fica quase que meio que no
sciente em dois lugares ao mesmo tempo. Então a gente vai ver a narração lá nos casos, tanto do livro dos médios quanto na revista, que a pessoa ela por alguns instantes ela fica quase que meio que no automático. Vou dar um exemplo para vocês que talvez ajude a gente a entender porque é é complexo, mas não é tão difícil de entender. Vocês já perceberam assim, vou dar um exemplo aqui que muita gente aqui vai se identificar. Vocês já fizeram, quem dirige passa muito por isso. A gente entra no carro, começa a dirigir, faz uma trajetória longa, chega no lugar, estaciona, desce do carro. Vocês já tiveram a seguinte sensação: "Olha, eu vim até aqui no automático, eu não não lembro nem que que eu pensei, que que eu vi. Eu vi no automático." É muito comum. Quem dirige sabe disso que eu tô falando. Ou seja, como a gente já se habituou a fazer demais aquilo, não precisa tanto da atenção e do pensamento. A gente fez aquilo sem muita consciência, no automatismo. Quando a gente entra nesses nessa espécie de automatismo, você já notaram que muitas vezes nossa cabeça tá longe, tá noutro lugar. É até comum a gente dizer paraa pessoa, né? Nossa, fulano, mas você tá com a cabeça longe, onde é que você tá com a cabeça? Vejam, esse estado é o que o espírito encarnado quando aparece em mais de um lugar está. É como se eu tivesse, digamos, falando aqui com vocês, falando no automático. Às vezes a gente tá falando e a cabeça tá pensando outra coisa. Já tiveram isso? Eu tô falando aqui, quem faz, quem fala muito em, em palestra sabe disso que eu tô dizendo. Às vezes a gente tá falando, falando falando, falando, falando, daqui a pouco a gente tá falando uma coisa e pensando outra. Então eu nota que eu consigo fazer duas coisas ao mesmo tempo. Então nesse estado em que eu fico, que o pensamento e a atenção não é tão necessária, eu conseguiria aparecer em outro ponto e até conversar com com alguém que me visse. Percebe? Então é uma é uma ubiquidade de um encarnado, porque ele está em dois pontos ao mesmo
não é tão necessária, eu conseguiria aparecer em outro ponto e até conversar com com alguém que me visse. Percebe? Então é uma é uma ubiquidade de um encarnado, porque ele está em dois pontos ao mesmo tempo. O pessoal tá comentando mais aí logo. O o Luciano traz pra gente, né, contribui aqui trazendo que na revista espírita de agosto de 61, 1861, eh que vai tratar sobre a sessão, trabalhos da sessão, é mencionado uma dissertação sobre a obiquidade assinada por Chaning, cujo média era a senorita Rui. Eh, e deixa eu ver aqui. E a a Mari a Mari pergunta se no aquele caso do santo Santo Antônio de Pádoa ou do a Afonso de Oligori é é uma obquidade. Esse, se eu não me engano, é o que tá no livro dos médiuns, né? Esse que a que a Mari tá perguntando é é um exemplo que ele foi ele, se eu não me engano sobre a história, ele tava discursando num lugar e foi visto ao mesmo tempo novo, mas por isso que eu dei esse exemplo. Ele conseguia naqueles momentos que ele tá mesmo naquele momento que ele tá falando ali, a hora que o pensamento dele não era tão necessário, ele conseguia numa, claro, lembra que é na velocidade do pensamento, ele conseguia aparecer em outro lugar. Mas que que eu tô querendo, por que que eu tô chamando atenção para esses detalhes? Porque é evidente que totalmente consciente eu não consigo estar em dois lugares ao mesmo tempo. Eu tenho que ficar, tô dizendo do encarnado, né? Eu tenho que ficar, presto atenção aqui, presta atenção lá, presta atenção aqui, presta atenção lá. Claro que como o espírito é muito veloz, dá a sensação que é exatamente ao mesmo tempo, mas não é bem assim, né? É parecido também com É depois aqui vai até acho que vai dar o exemplo do comentário de Kardec. É, é muito parecido com uma numa reunião, um ambiente de trabalho. Quem já passou por isso sabe também. A gente tá falando com 15 pessoas ao mesmo tempo. É ao mesmo tempo, mas de uma certa maneira não é ao mesmo tempo. Por eu dou atenção para um, um segundo depois dou atenção para outro, depois dou atenção para outro.
ndo com 15 pessoas ao mesmo tempo. É ao mesmo tempo, mas de uma certa maneira não é ao mesmo tempo. Por eu dou atenção para um, um segundo depois dou atenção para outro, depois dou atenção para outro. Então é ao mesmo tempo, mas não é absolutamente no mesmo tempo. Eu tenho que dividir a tensão. E é a mesma coisa que acontece com o espírito quando ele tá dando comunicação. Por exemplo, Allan Kardeco, sem nem precisar vir pra Terra. Então ele, entre aspas, joga o pens o pensamento dele para diversos pontos e pode até conversar com esse com diversos grupos no mundo inteiro ao mesmo tempo, porque ele consegue dar tensão numa velocidade muito grande, usar vários médiuns. Isso é uma possibilidade que os espíritos têm. Claro, é exatamente a pergunta seguinte, né? Será que todos podem fazer isso do mesmo jeito? a gente vai ver que não, que aí vai depender da evolução ou daquilo que ele chama de grau de pureza eh do espírito. Todos têm em linha geral, mas quanto mais difícil e complexo é, aí só os espíritos mais elevados conseguem. Lembra que eu falei que quando entra a questão da evolução, Kardecita? Lembra que eu falei toda vez, já falei nos outros estudos, toda vez que a evolução influencia no que ele tá tratando, ele cita, tem horas que é para todos. Por exemplo, todos têm o dom da ambiguidade. Todos. Mas claro que de uma maneira mais complexa e e e com mais detalhes e em mais lugares, é óbvio que tem que ser um espírito mais elevado para conseguir. Então isso é importante. Não sei se tu quer comentar ou ler mais alguma coisa daí, senão a gente já lê a seguinte, justamente para complementar. Não, eu eu até tenho uma pergunta. Bom, a Henriete traz os os o caso aqui de Santo Antônio, né? a o caso do garoto lá, do rapaz que tá no no país e e é vista em outro lugar. Alguém poderia perguntar: "Michel, pera aí, mas é que nós estamos falando de encarnado? Isso não seria a emancipação do espírito, da alma? Então, não há uma irradiação, por assim dizer. A alma ela se desloca, deixa aquele corpo lá
hel, pera aí, mas é que nós estamos falando de encarnado? Isso não seria a emancipação do espírito, da alma? Então, não há uma irradiação, por assim dizer. A alma ela se desloca, deixa aquele corpo lá adormecido e vai até determinado lugar. aqui o caso do Santo Antônio de Pádro. Poderia alguém fazer essa essa contraargumentar? E aí, Michel, como seria? Exato. Mas é a mesma coisa. A emancipação da Isso é exatamente a emancipação da alma quando fala do encarnado, né? Que que O que que é a emancipação da alma? Eu estou agora aqui no corpo, preso ao meu corpo, estou encarnado, tá? E quando eu durmo, quando este corpo dorme, né, porque o espírito não dorme, quando o corpo dorme ou não só dorme, mas quando ele relaxa e diminui as atividades, o espírito pode se desprender desse corpo e ir para qualquer lugar do planeta e até fora do planeta. E se ele, se tiver um médium, pode ver ele. Então, eu tenho, eu, eu estou, entre aspas, em dois lugares ao mesmo tempo. Eu tô, o meu corpo tá aqui na cama dormindo e eu apareço lá no Rio de Janeiro e um médium me enxerga. Esse é o caso quando eu tô dormindo. Então tem meu corpo ali dormindo e eu estou no Rio de Janeiro. Mas o fato de eu estar no Rio de Janeiro enquanto o meu corpo dorme, eu continuo ligado ao meu corpo. Por isso que Kardec usou uma palavra muito boa, emancipação. A gente usa desprendimento metaforicamente, que não desprende. se desprendesse, haveria morte, né? Mas eu continuo preso ao meu corpo. Eu continuo preso ao meu corpo físico que tá ali dormindo na cama, mas eu emancipo, eu me estendo, eu me estico. São palavras que a gente pode usar e vou até o Rio de Janeiro em espírito e lá se tiver um médium eu posso ser visto. Aí alguém poderia dizer assim: "Mas o Michel não tava ontem às 10 horas da noite dormindo lá em Cruzalta no Rio Grande do Sul, na na casa dele? Aí pergunto para as pessoas que estavam na minha casa disse: "Sim, ele tava". É, mas ele foi visto no Rio de Janeiro também por um médium. É por quê? Porque eu me
o Rio Grande do Sul, na na casa dele? Aí pergunto para as pessoas que estavam na minha casa disse: "Sim, ele tava". É, mas ele foi visto no Rio de Janeiro também por um médium. É por quê? Porque eu me emancipei e fui até lá. Agora, esse fenômeno da emancipação pode se dar comigo acordado também, que é o exemplo que a gente citou antes. Eu tô aqui discursando para vocês, falando, eu ligo um certo automatismo em que eu não tô totalmente com atenção aqui no que eu tô falando e numa velocidade incrível, eu me desprendo, me emancipo e apareço em outro ponto enquanto tô aqui falando, porque é uma coisa muito rápida a capacidade que o espírito tem. Então é a mesma lógica. Todos, todos os casos é emancipação da alma, só que uma o corpo tava dormindo, o outro o corpo não tava. Mas de uma certa maneira eu estou em dois lugares ao mesmo tempo, porque tem meu corpo aqui dormindo ou acordado e eu aparecendo em espírito em algum outro lugar. Já o desencarnado não, o desencarnado não tem um corpo e de de encarnado que ele deixa ali um lugar e vai para outro. Aí é como eu falei, é ele consegue irradiar o seu pensamento ou expandir o seu pensamento para mais de um ponto. Ele ele tá num ponto só, mas ele consegue dirigir o pensamento dele e e dar uma comunicação até ser visto. Mas como os espíritos dizem, não há uma divisão do espírito. Ele se dividiu em dois, um foi para um lado, outro foi para outro. é o mesmo espírito. Por isso que a palavra irradiar ela ela serve se a gente entender metaforicamente. A gente irradia. É como se a gente eh focasse uma luz, né, para um ponto e pro outro. Mas eu continuo aqui. Eu sou eu mesmo, único. Então é nesse sentido. Claro que quanto mais evoluído é o spee muito mais lugares e pontos e distâncias. Ótimo. E a Rietá informação, né, que esse jovem de Londres está na revista espírita de 1858 para Então ela quer, ela quer agora pra gente fechar, ela pergunta assim: "Entendi, então o caso do rapaz de Londres não é, e ela conclui aqui, não é obiquidade.
ndres está na revista espírita de 1858 para Então ela quer, ela quer agora pra gente fechar, ela pergunta assim: "Entendi, então o caso do rapaz de Londres não é, e ela conclui aqui, não é obiquidade. Aí acredito que você já respondeu, mas se você quiser fixar isso bem, fica à vontade. Não é, é obiguidade. Toda vez que eu tiver em mais de um ponto ao mesmo tempo, é obiguidade. Toda vez que isso acontecer é ambiguidade. Seja de encarnado, seja desencarnado, seja o a no caso encarnado, se tiver dormindo e aparecer num outro ponto, é os no mesmo em dois lugares ao mesmo tempo, né? Só que o corpo tá dormindo, aí não tem necessidade de eu dividir a tensão. Eu posso deixar o corpo dormindo. Isso é há muitos relatos na revista, né? Tem um caso na revista que o rapaz ele dormia aqui e ele narra que iniciava uma outra vida em outro no outro lado do mundo. Mas esse claro que essa outra vida que entre aspas ele iniciava era no no estado espiritual, né? Porque daí só pode ter um corpo físico, mas toda vez que eu tiver essas duas as duas presenças em mais de um lugar ao mesmo tempo, eu tenho a obquidade. Só que o que o que que é importante a gente entender é que o espírito não se divide, ele é único, mas ele pode dar uma atenção, ele pode se irradiar, se emancipar, mesmo sendo para vários lugares. E isso numa velocidade incrível, né? que e e eu que nem eu falei no início que hoje a gente já tem uma ideia melhor graças a ao a esses exemplos da tecnologia que a gente a gente consegue hoje tá aqui falando, a gente consegue tá aqui falando para vários lugares do mundo e eu estou aqui na sala da minha casa e todos estão me vendo. poderia estar em duas reuniões, porque daqui a pouco o Lauro vai falar, eu desligo a câmera e ligo a outra reunião, falo com o pessoal, volto para cá, veja, eu tô Por isso que essas analogias ajudam a gente a entender como é possível, né? Claro que não é do mesmo jeito que nem a gente tá fazendo aqui, né, nesse exemplo, né? Uma analogia pra gente entender a
tô Por isso que essas analogias ajudam a gente a entender como é possível, né? Claro que não é do mesmo jeito que nem a gente tá fazendo aqui, né, nesse exemplo, né? Uma analogia pra gente entender a Muito bom. O o Luciano lembra aqui, né, que o termo emancipação é mais racional, porque na verdade, né, uma terminologia usada por Kardecdobramento, que aí já é a, né, um termo utilizado por outros espíritos e que acabou, né, eh, sendo adotado no movimento espírito. Mas é como o Luciano falou, ter emancipação é além de ser mais elegante, né, é é um um um conceito. Acho que eu posso usar essa palavra da doutrina espírica. Então, o que que acontece com a alma nesses fenômenos? Ela se emancipa. Ó, fica, acho que fica mais claro, né, Michel? Isso é o importante é a gente usar as palavras que Kardec usou, porque elas dão uma ideia melhor, né? Eu não, eu só não lembro se Kardec usa desdobramento ou se realmente é só um termo criado depois dele. Isso eu já não lembro. E daqui a pouco já alguém acha pesquisando a obra no francês a palavra desdobramento. Mas o importante é a pessoa entender o que que significa isso. A palavra emancipação é muito melhor, né? Porque algo se que se emancipa eh eh é melhor porque ela mostra que continua sendo uma coisa só, né? Porque se emancipou. É como se se agora se a pessoa entender desdobrar no sentido certinho, não até não teria problema, né? Tem uma outra palavra que o Kardec vai usar além de emancipação, que emancipação eu sei que é certo que ele usou, né? Tem no francês, né? emancipa desobramento, eu não sei, eu teria que pesquisar, mas eh caso não tenha a pessoa é bom a pessoa evitar, mas ela entendendo significa também não é uma tragédia. Mas tem uma outra palavra que ele usa além de emancipação, foi o Luciano que tinha comentado isso, né? Exato. Deixa eu colocar. que é ele usa uma outra palavra que é também além de emancipação. Estender, é um outro verbo. Além de emancipar, ele usa estender no na no francês, que curiosamente aqui o tradutor não traduziu por estender. E
usa uma outra palavra que é também além de emancipação. Estender, é um outro verbo. Além de emancipar, ele usa estender no na no francês, que curiosamente aqui o tradutor não traduziu por estender. E o estender também é uma palavra boa, é aquilo que estende. Então continua sendo uma coisa só, mas se estendeu, né? Não não se desligou daqui, né? que é, ele usa ali o o na 92A, que a gente já vai ler, o tradutor traduziu por lançar e Kardec usou estender no francês, ele usou etro, etondre, que é o estender, eh, o estende, né? tá no verbo eh o presente, ele usa o estender, que é melhor. Então, tanto emancipação quanto estender, eu sei que Kardec usa desdobramento, eu acho que não, mas de repente pode ser que sim, mas a pessoa tem que entender o que que é desdobrar, né? É no sentido de que é no mesmo sentido de emancipar. Não pode nunca pensar que é uma divisão. Lá, por exemplo, lá na obra do André Luiz, no nosso lar, ele cria um conceito que tá errado. Aí sim, na obra do André Luiz, ele cria um conceito que aí entra em contradição com a obra de Kardec, porque tem um capítulo do livro do nosso lar que o André Luiz vai visitar a mãe dele e ele já está no mundo espiritual e aí ele deixa o corpo espiritual em nosso lar dormindo e vai até onde tá a mãe dele. dele, mas aí ele tá usando a mesma analogia daqui, mas aí não serve porque aqui o que fica é o meu corpo físico. De noite, quando eu durmo, o corpo dorme e a gente sai do corpo, ou seja, se emancipa e vai até os lugares. Mas aí o que que foi? Fui eu com o meu perespírito e ficou o corpo aqui dormindo. E claro que o perespírito continua ligado ao coiso. Por isso que é uma extensão ou uma emancipação. Só que no nosso lar, o André Luiz já morreu. Ele não tem mais corpo físico e ele deixa um corpo dormindo no nosso lar e vai com outro corpo visitar a mãe dele, como se tivesse dois corpos espirituais. Isso é contra Kardec, porque para Kardec primeiro o espírito não dorme. Ele não tem órgãos que ele necessita de repouso e dormir. E e para Kardec não
mãe dele, como se tivesse dois corpos espirituais. Isso é contra Kardec, porque para Kardec primeiro o espírito não dorme. Ele não tem órgãos que ele necessita de repouso e dormir. E e para Kardec não pode ter dois perespíritos. Um eu deixo ali, aí eu saio dele e vou com outro ou com desdobramento do outro ou uma emancipação do outro visitar alguém. É só um perespírito. Por quê? Porque as formas e a gente vai estudar isso que o perespírito toma, só existe enquanto tem um pensamento ali pensando naquela forma. Então não tem como ficar um perespírito para trás como eu deixo um corpo para trás, um corpo físico. Porque não existe um corpo no mundo espiritual que fique existindo abandonado, como uma casca de cobra, né, que é o eu largo e fica ali a casca. Porque os fluidos não mantém a forma no mundo espiritual. Isso nós vamos estudar no livro na no espiritismo em Kardec. É aquele exemplo que a gente sempre dá. Se eu pegar esse copo aqui no mundo material, ó, esse copo, se eu largar esse copo aqui em cima da mesa e viajar pro Japão, o copo continua aqui em cima da mesa existindo. Porque aqui na nosso, no nosso mundo material, as coisas têm uma independência. que não é assim no mundo espiritual. Então esse copo continua existindo aqui, ele não depende do meu pensamento. No mundo espiritual, os fluidos não têm forma. Eles só têm forma enquanto o espírito tá ali pensando na forma. Parou de pensar, não tem mais não. Por isso que não tem objetos no mundo espiritual. E logo, se não tem objetos, não tem nem corpos. Não tem como eu deixar um corpo para trás, porque a partir do momento que eu deixasse, ele deixaria desistir, porque não tem um pensamento ali sustentando aquela forma de corpo. Então essa versão aí do nosso lar entra em contradição com a obra de Kardec. Esse caso sim é um caso que não vai. É, é importante que eu tinha eu tinha lembrado esse caso. Lauro, tem mais alguma coisa? Quer colocar alguma questão? Não, podem podemos ir para para pro desabramento da questão.
é um caso que não vai. É, é importante que eu tinha eu tinha lembrado esse caso. Lauro, tem mais alguma coisa? Quer colocar alguma questão? Não, podem podemos ir para para pro desabramento da questão. Isso. Então, a 92a é justamente uma consequência, né? Ele pergunta: "Todos os espíritos irradiam?" Deixa eu ver qual é a palavra que ele usou aqui no francês. Reon. É, é, é. Irradio mesmo. Todos os espíritos irradiam com igual força para ter essa equividade, né? Aí eles respondem: "Longe disso, essa força depende do grau de pureza de cada um." Então, vejam, a capacidade do espírito fazer isso depende da pureza. Nota que aqui ele tá demonstrando o que a gente sempre fala. Então isso aqui depende da evolução do espírito. A força. Quanto menos evoluído é o espírito, menos ele vai ter o dom daquidade. Quanto mais evoluído, mais ele vai ter o dom da abuquidade. Lauro, tu quer comentar, pegar alguma questão ou a gente lê o comentário? Não, podemos ler o comentário, Michel. Então vamos lá. Cada espírito é uma unidade indivisível. Agora é o comentário de Kardec. Mas cada um pode lançar seus pensamentos para diversos lados sem que se fracione para tal efeito. Nesse sentido, unicamente é que se deve entender o dom da ambiguidade atribuído aos espíritos. Dá-se com eles o que se dá com uma centelha que projeta longe a sua claridade e pode ser percebida de todos os pontos do horizonte. Ou ainda o que se dá com um homem que sem mudar de lugar e sem se fracionar transmite ordens, sinais e movimento a diferentes pontos. Percebe? Então, a a esses exemplos que Kardec dá são muito bons. Por isso que ele faz esse comentário, que ali diz assim, ó: "Cada unidade é indivisível, mas cada um pode lançar seus pensamentos". Aqui que eu tô falando, ó, em vez de lançar no francês, ele diz: "Cada um pode estender seus pensamentos que dá uma ideia melhor, né? Porque quando eu lanço algo, esse algo fica lá, né? E eu fico aqui." Aí daria uma ideia de divisão, mas é indivisível. Então, a ideia de estender é melhor, né? é o
amentos que dá uma ideia melhor, né? Porque quando eu lanço algo, esse algo fica lá, né? E eu fico aqui." Aí daria uma ideia de divisão, mas é indivisível. Então, a ideia de estender é melhor, né? é o estendo, mas esses exemplos que ele dão, por isso que ele diz, nesse sentido, unicamente é que se deve entender o dom da ambiguidade. Qual o sentido de que eu não me divido, mas eu posso irradiar ou estender meus pensamentos para diferentes pontos. Quanto mais evoluído, eu posso fazer isso de uma maneira mais potente. E aí aqui no final ele dá um outro exemplo, né, que é o a pessoa que tá no mesmo lugar dando várias ordens para diferentes pessoas. Nota que ele tá tentando usar analogias para nos mostrar a lógica da coisa. Claro que se Kardec tivesse já na época dele essa ideia da internet de fazer vídeochamada, ele usaria também, né? É a ideia de que eu estou falando daqui e pessoas no mundo inteiro estão me assistindo. Ah, e eu tô no mesmo lugar, eu não me dividi. Então, jamais há divisão. Jamais há divisão. A alma é uma só e a alma que possui pensamento. Se eu tiver então o meu pensamento em diversos lugares, eu fiz isso apenas direcionando o meu pensamento para esses lugares. Não é que eu me dividi, tinha dois michéis. Isso é muito importante conceitualmente, né? Porque por que que isso é importante? Há pouco tempo eu eu vi isso e de vez em quando eu por est lidando sempre com o espiritismo, o algoritmo ele vai me jogando coisas. Há pouco tempo eu vi um podcast, mas até admito que era um podcast que não usava, não se dizia espírita, né? pelo menos isso. Mas essa esses podcasts que falam de espiritualismos e tinha um um rapaz que defendia a ideia de que a gente poderia estar encarnado ao mesmo tempo em diversos lugares, até mesmo no passado. Olha que coisa maluca. E só que paraa teoria espírit não faz nenhum sentido, porque eu não posso me dividir, né? Não faz nenhum sentido essa essa ideia. Lauro, passo para ti. Henriet aqui, ó. Como um espírito aparece com um corpo?
e paraa teoria espírit não faz nenhum sentido, porque eu não posso me dividir, né? Não faz nenhum sentido essa essa ideia. Lauro, passo para ti. Henriet aqui, ó. Como um espírito aparece com um corpo? É, é porque o pensamento o pensamento pode dar a forma que quiser, né? O pensamento pode dar a forma que quiser, mas é só forma. Então, por exemplo, se eu se esse dom da biquidade ao pensar ao pensar o meu pensamento influencia os fluidos e ele toma a forma que eu quiser. Por isso que o, por exemplo, imagina que eu sou um espírito que eu tô em Júpiter paradinho lá e eu tô me comunicando na sessão mediúnica lá na casa do Lauro e ao mesmo tempo na casa da Henriete, ao mesmo tempo em lugares diferentes. tiver um médium vidente na sessão do Lauro e um médium vidente na sessão da Henriete, eles vão me enxergar a minha forma ao mesmo tempo, porque eu dei pro pros fluidos o meu pensamento a a a minha forma, né? Então os dois me enxergariam, mas é forma porque eu tô aqui em Júpiter irradiando o pensamento pros dois lugares através do fluído cósmico universal. Então vai a mensagem, vai a ideia e vai também a minha forma. Percebe? É. Então é nesse sentido, porque o espírito quando ele enquanto ele tá pensando, a forma se dá. Então é só nesse sentido, mas lembra, é sempre forma. A forma pode se dividir. A forma pode se dividir, mas o espírito é um só. que a gente não pode confundir forma com a individualidade que possui os pensamentos. Então você poderia ver um espírito eh o espírito poderia tomar uma forma até, por exemplo, de um siamês no mundo espiritual. Imagina aparecer o Michel grudar no outro, ele poderia tudo forma, né? Mas é um Michel é um só. Não é que tem duas almas, é só a forma. Os espíritos podem dar a forma que eles quiserem, mas o espírito é um. Percebe? Então isso que esse é o mais importante, porque se tivesse dois, é aquilo que eu falei, como é que eu ia responsabilizar um e responsabilizar responsabilizar o outro? Não tem como uma consciência só pensar é é diferente.
é o mais importante, porque se tivesse dois, é aquilo que eu falei, como é que eu ia responsabilizar um e responsabilizar responsabilizar o outro? Não tem como uma consciência só pensar é é diferente. Por isso que é uma uma coisa só, né? não faria nenhum sentido. Se tem um outro eu, já não é eu, é ele. Até por uma questão de lógica, né? Mas a gente sabe que tem pessoas que andam nessas nessas nessas seitas malucas, né? Mas aí não tem compromisso com a lógica. que a pessoa tem de jogar fora a lógica eh para aceitar um tipo de coisa dessa. Tipo essa teoria que eu falei que o o o cara do podcast lá disse que eu posso encarnar inclusive no passado. Olha que coisa maluca. como se o passado existisse. O passado não existe, só existe presente. Ele ele tem até é às vezes é que essas o que acontece, essas pessoas elas vêm esses canais, esses filmes modernos e elas levam ao pé da letra. A pessoa não tem a capacidade de diferenciar o que que é um filme, uma ficção da imaginação. E ela acha que é real. Ela acha que é real. Mas bom, eu tô falando isso, mas vamos pegar a brasa pro nosso assado. Eu tô falando dessas pessoas que dizem esses absurdos. Pois o Aroldo Dutra no podcast lá, lembra? No podcast do Inteligência Limitada falou isso, falou em multiverso, em filme da Marvel, disse que era exatamente assim. Veja, uma das pessoas mais conceituadas no meio espírita, tido como o novo Divaldo Franco, o novo líder dos espíritas. Um cara que milhões de pessoas ouvem e seguem diz uma pataquada dessa. A gente vai esperar o quê? Da das pessoas com menos mais loucuras, né? Mas vejam, pra teoria não é assim. Não faz nenhum sentido se dividir. É, a gente tem que saber separar a ficção da realidade. O nome disso se chama crescer, amadurecer, né? Deixar de ser criança. Às vezes ficam levando a É o que o pessoal fez com a obra do André Luiz, né? Pessoal olha o filme do André Luiz e acha que aquilo é a realidade. É como eu olhar Harry Potter, Star Wars, esses filmes e achar que é real, mas tem gente que acha que é real e é um
o André Luiz, né? Pessoal olha o filme do André Luiz e acha que aquilo é a realidade. É como eu olhar Harry Potter, Star Wars, esses filmes e achar que é real, mas tem gente que acha que é real e é um direito da pessoa achar. Mas ao fazer isso, não é espiritismo em Kardec, é isso que tem que ficar bem claro. E ela ela ela fugiu da lógica, da razão. E aí, bom, então quando eu saio da lógica, da razão, eu qualquer coisa é possível. Mas Kardec não foi por esse caminho, ele foi pelo caminho da lógica, da razão, dos fatos. É, ele fugiu de qualquer qualquer possibilidade de mistico, de de eh de misticismo, né? Ele foi muito racional. E e e já ouvi Michel para já quero encerrar minha parte aqui de pessoas dizerem assim: "Nossa, mas o Kardec falou pouco do perespírito em o livro dos espíritos". Eu sei que a gente não entrou no tema ainda. Nós vamos entrar no tema perespírito semana que vem, mas já ouvi isso. Ah, mas o perespírito, a gente na do espírita não aprende nada porque careca falou pouco dele no livro dos espíritos. percebe que há h a uma essa essa informação é realmente ou essa afirmação é realmente por falta de Leucard do seu todo, né, Michel? A pessoa, eu vou fazer um uma analogia bem simples. A pessoa que diz assim: "Olha, Kardec falou muito pouco, faltou muita coisa em Kardec sobre o pelo espírito". É a mesma pessoa que dissesse assim: "Olha, eu fiz o curso de física e tem coisa que eles que eles não falaram lá que eu só encontrei no filme do Harry Potter. A física tá incompleta. Tem um monte de coisa lá na física que eles ensinaram que falta, hein? Porque quando eu vi o filme o Harry Potter tem bem mais coisa do que a gente imagina. É a mesma coisa. A pessoa que acha que Kardec faltou, falou pouco sobre o Perpírito e acha que vai encontrar mais coisa em outras obras, ela não percebe que essas outras coisas são fiquícias, são irracionais, são contraditórias. Então, a questão não é falar mais ou falar menos, a questão é a qualidade do que você falou, os argumentos que você
percebe que essas outras coisas são fiquícias, são irracionais, são contraditórias. Então, a questão não é falar mais ou falar menos, a questão é a qualidade do que você falou, os argumentos que você deu, os factos que você se baseou, a lógica daquilo que Kardec escreveu. E a gente vai ver também que, na verdade, o entre aspas pouco que ele fala aqui na obra, ele vai falar dos princípios que vão nortear toda a teoria. é que o pessoal acha que aquilo que tá em André Luiz, aquilo que tá nos outros autores, complementa. Não, aquilo que veio depois é contradição, é irracional, é invencion, é opinião do espírito, que não é baseado no quê? Em argumentos, em lógica. Quando a gente for estudar o perespírito, a gente vai começar na segunda que vem, a gente pega os exemplos que trouxeram esses outros espíritos, trouxeram a mais que Kardec a gente vai ver como não se. Então, muito cuidado, muito cuidado. Eu ouço isso também todos os dias nas minhas páginas, o pessoal comenta: "Não podemos esquecer, meu amigo Kardec não disse tudo." Eu sempre tem esse alguém que comenta isso e a pessoa não percebe que isso não é argumento, né? Dizer que Kardec não disse tudo não é argumento. Quer ver um exemplo de que isso não é argumento? Quando a pessoa me disse assim, mas outros que vieram depois evoluíram, Kardec? Sabe o que que eu sempre respondo? E quem garante que o que eu tô falando agora não tá evoluindo aquele que evoluiu Kardec? Porque seu argumento é o que veio depois, eu vim depois. Percebe? Se eu digo que o argumento é: André Luiz veio depois de Kardec, então ele evoluiu Kardec, eu sempre digo pras pessoas: "Então eu evoluí André Luiz, eu vim depois". Então vocês têm que ficar com quem diz por último. Percebe? Eu uso a mesma lógica da pessoa para mostrar que ela não tem sentido. Porque a questão não é o que vem depois. O que vem depois pode ser pior, pode ser mais irracional, pode ser mais pobre. Questão não é o tempo em ciência. Não é o tempo que determina o valor da verdade.
orque a questão não é o que vem depois. O que vem depois pode ser pior, pode ser mais irracional, pode ser mais pobre. Questão não é o tempo em ciência. Não é o tempo que determina o valor da verdade. Ah, eu não sei. Esses matemáticos aí no no século V antes de Cristo disseram que o mais um é do, hein, isso aí é muito antigo. Quem sabe o mais um é agora, né, que a gente tem que modernizar. Matemática para o século XX. 1 mais 1 não é mais dois, é três. Olha que bobagem. A verdade é atemporal. Se alguém falar a verdade há 1000 anos atrás, continua sendo verdade hoje. Não é porque alguém chegou e disse que não é. Então a gente tem que parar com essa ilusão de que o que veio depois é a evolução. Nem sempre vai depender o que que a pessoa tá dizendo e como tá dizendo e que argumentos deu. Então a André Luiz veio depois, veio depois e não disse nada além de Kardec e tudo que ele disse além não concorda com Kardec. não acrescenta em nada. Não faz nenhuma diferença André Luiz ter existido ou não ter existido. Aliás, faz. Se ele não tivesse existido, o espiritismo seria bem melhor, porque ele trouxe algo pior que estragou, que desviou as pessoas. Então, nem sempre essa coisa do que que veio depois é melhor, porque às vezes não. Às vezes o que vem depois é pior. A gente tem que ver pela qualidade da da coisa, né? Lá, ó. É isso. Eh, bom, quando a pessoa fazer essa afirmação, né, não, André Luiz, é porque Kardec não disse tudo. Eh, ela ela não parte do de um princípio assim, né? Qual o critério, né? como que ele chegou, eh, como que ele, o, o que que ele usou como comparação, por exemplo, vai, eh, nós vamos ver aí e órgãos do perespírito, por exemplo, que é uma proposta de André Luiz, né? Órgãos do perespírito, tá? Mas o que é mais racional? a teoria cariquiana, a teoria espírita, ou essa teoria que é uma opinião de um espírito, de alguns espíritos, que não faz nenhum sentido. Aí a pessoa quer dizer assim: "Não, mas isso aí é um desenvolvimento da proposta de Kardec." Então quer dizer
teoria que é uma opinião de um espírito, de alguns espíritos, que não faz nenhum sentido. Aí a pessoa quer dizer assim: "Não, mas isso aí é um desenvolvimento da proposta de Kardec." Então quer dizer que nós tínhamos uma proposta onde é racional que o espírito ele não tem as necessidades que nós aqui temos, o nosso corpo físico tem. Agora nós uma uma teoria racional, ela ela ela caiu porque uma uma outra teoria irracional ela é melhor ou uma proposta contrária é melhor e é irracional. Então não faz muito sentido ao meu ver, viu Michel? É, não tem não tem lógica, porque é como eu falei, os exemplos que eu usei, como é que você faz para ver se existe algumas maneiras de você ver se algo é se algo é verdadeiro ou se algo é falso, né? Por exemplo, a pessoa que usa o o pseudo argumento, né? Ah, mas Kardec não disse tudo. Ah, eu é que nem eu usei o exemplo. Então, eu uso a mesma lógica da pessoa tamanhã. André Luiz disse tudo. Então, se André Luiz não disse tudo, então eu vim depois do André Luiz, eu estou dizendo que ele errou. Eu tô usando a mesma fala da que ela usou para Kardec. Eu tô usando para André Luiz, mas daí ela não aceita. Ué. ou se o princípio do tempo é o critério para determinar se é verdadeiro ou é falso, eu tô usando o princípio do tempo. O André Luiz veio depois de Kardec, logo é melhor. Michel veio depois do André Luiz, logo é melhor. Então veja, não, não, eu não posso usar esse princípio porque e a pessoa entra em contradição. Ela entra em contradição. Eu usei o mesmo princípio que ela, mas daí quando eu uso não vale. Percebe? Então isso isso não pode ser argumento. O princípio do tempo, ah, o que é mais novo é melhor do que é mais velho. Não pode ser argumento, né? Então para eu dizer que algo é melhor que Kardec, como é que eu tenho que fazer? Eu tenho que eu tenho que comparar as duas coisas. Então eu comparo. Vamos comparar. nós vamos poder comparar as teorias e a pessoa vai dizer qual que é melhor. Mas geralmente a pessoa que faz isso ou ela não quer comparar
que comparar as duas coisas. Então eu comparo. Vamos comparar. nós vamos poder comparar as teorias e a pessoa vai dizer qual que é melhor. Mas geralmente a pessoa que faz isso ou ela não quer comparar ou no meio da conversa ela joga a razão fora. Muit muitas pessoas já me propuseram debates eh sobre a questão da do André Luiz e eu disse assim: "Bom, vamos fazer o seguinte, a gente primeiro faz um debate em off para eu ver se a pessoa é séria, né? Porque imagina se eu aceito qualquer debate para fazer em público, eu vou participar de alguma coisa maluca, barraco, uma coisa não faz nenhum sentido. Mas muitas pessoas iniciaram o debate comigo. Aí à medida que elas vão vendo que eu vou apresentando os argumentos de Kardec, que ela nem conhecia, ela vai vendo que tá desandando a maionese, como a gente diz, né? Aí ela joga a razão fora. Aí no meio da discussão que ela vai ver que ela vai perder, daí ela ela manda um assim. Não, mas a gente tem que se amar. O importante é se amar. Essa discussão não é se a gente tem que se amar ou não. A gente tava discutindo a teoria do André Luiz. Ah, mas o Chico era caridoso. A pessoa já ela foge. Não, tudo bem. O Chico era caridoso. Mas não é o que nós estava discutindo. Nós estava discutindo a teoria do André Luiz. Então, uma pessoa abandona, né? Mas é normal, você faz parte, né? É verdade, é verdade. Bom, Michel, eu tranquilo aqui até até aqui, né, pessoal? Eh, na semana que vem, então, nós vamos entrar nesse tema perespírito. Quarta-feira às 20:30, no canal no Kardecube temos o nosso estudo da obra O que é o Espiritismo, tá? Eh, estamos ainda no preâmbulo, então sem pressa, como nós estamos fazendo aqui. E e vamos e vamos e vamos todo mundo, né, para lá pro canal, pro KardecTube estudar essa obra. É claro que depois ela vai ser repostada aqui, tá? Mas ao vivo às 20:30 na quarta-feira, Kardecupe, tá? E amanhã às 20 às 20 horas o estudo da revista Espírita do ano de 1858. Tá bom, pessoal? Michel, vou já despedindo aqui. Deixa eu ver se tem alguma pergunta mais
20:30 na quarta-feira, Kardecupe, tá? E amanhã às 20 às 20 horas o estudo da revista Espírita do ano de 1858. Tá bom, pessoal? Michel, vou já despedindo aqui. Deixa eu ver se tem alguma pergunta mais aqui. Deixa, deixa eu ver aqui. Eu tenho que colocar esse. Ah, ela ela a Henriete diz assim, ó. Já ouvi isso. O importante é amarmos uns aos outros. Isso aí é a frase, como diz o Michel, é a escapada, né? A pessoa ela ela sai pela sarjeta usando esse argumento quando ela vê que realmente o que ela diz não se sustenta ou ou que não é racional. Mas é uma questão de orgulho, pode ter certeza. Michel, obrigado, viu, meu irmão, mais uma vez aí. Obrigado ao pessoal pelos comentários, pela ajuda aí, trazendo as fontes, né? Então nos vemos amanhã às 20 horas, relembrando pessoal para o estúdio da revista espírita aqui no estudar Kardec, no Kardec Tube, quarta-feira às 20:30. Um abraço a todos. Michel, é isso aí. Aí pegando a o exemplo que a Red colocou, né? Eu já ouvi a frase: "O importante é amar uns aos outros". Realmente, quando a pessoa diz isso, ela tá dizendo uma verdade. Importante é a gente se amar. O que as pessoas que dizem essa frase muitas vezes não entendem, é que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Percebe? É como se eu dissesse assim: "1 + 1 é 3". Aí você dissesse: "Não, é dois". E eu dissesse não. Mas o importante a gente se amar uns aos outros. Tem nada a ver. Eu falei uma verdade e uma mentira. Ou seja, qual foi a mentira? 1 mais um não é três. Qual foi a verdade? O importante é a gente se amar uns aos outros. Então são coisas diferentes. Esse é o problema. O problema que a pessoa quer usar uma coisa num lugar que não se encaixe. Por exemplo, eu tô discutindo a teoria do André Luiz. Eu eu continuo achando que a MA é importante, mas eu tô discutindo agora a teoria dele, não é sobre a questão do amor ou não ou não do amor, da caridade ou não da caridade. São coisas diferentes. Mas é isso aí. Eu também quero agradecer já o Lauro e a todos que participaram.
teoria dele, não é sobre a questão do amor ou não ou não do amor, da caridade ou não da caridade. São coisas diferentes. Mas é isso aí. Eu também quero agradecer já o Lauro e a todos que participaram. Desejo a todos aí um bom resto de semana. Quarta-feira a gente tá no Kardec das 20:30, como como o Lauro falou, estudando lá ainda o prefácio do preâmbulo, né, da obra, que é o espiritismo. Estão todos convidados às 20:30 na no Kardec Tube, né? Uma boa noite a todos.
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