58 - "Nosso Lar" segundo o Espiritismo - Capítulo 3: Oração Coletiva

CanalFEP 02/12/2025 2:42:01

58 - "Nosso Lar" segundo o Espiritismo - Capítulo 3: Oração Coletiva FASE 2: Capítulo 3: Oração Coletiva Bibliografia: Vamos estudar toda a obra "Nosso Lar", ditada pelo Espírito André Luiz e psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Editada, vendida, divulgada, priorizada e idolatrada pela Federação Espírita Brasileira (FEB). Uma das obras mais conhecidas e influentes da história do movimento espírita. Iremos analisar frase por frase, usando as 23 obras de Kardec para demonstrar os erros, os absurdos, os estragos e os perigos que "Nosso Lar" apresenta. Evidenciaremos que somente a ignorância das 23 obras de Kardec, somente o fanatismo e os interesses foram capaz de tornar essa obra aceita e admirada. Vídeos semanais. Curta, comente e compartilhe. Se inscreva em nosso canal. De tempos em tempos iremos fazer lives para responder as dúvidas e objeções. Nos siga nas demais redes sociais: Instagram: @allan_kardec_tube Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao nosso estudo de O Livro dos Médiuns. __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352

Transcrição

Sejam bem-vindos a mais um vídeo do projeto Nosso Lar Segundo Espiritismo aqui no canal Kardec Tube. Eu sou Michel Macedo. Lembrando a todos que hoje o nosso vídeo número 58, vamos analisar o capítulo 3 da obra Nosso Lar, do Espírito André Luiz. Para aqueles que estão aqui a primeira vez, esse projeto tem o objetivo de analisar toda a obra Nosso Lar, capítulo por capítulo, texto por texto, usando as obras de Kardecência e comparação. Portanto, é um estudo crítico. Durante 1 ano e meio, nós fizemos a introdução desse projeto. São 52 vídeos durante um mês e meio só da introdução que você precisa assistir. Você encontra todos esses vídeos aqui na playlist do Kardec Tube ou você digita no próprio YouTube Kardectube, nosso lar segundo espiritismo. Você vai ter acesso a todos os vídeos. A partir do vídeo 53, nós adentramos a obra propriamente dita. Analisamos o prefácio do Emanuel, o prefácio do André Luiz, o primeiro capítulo, o segundo capítulo. Nós discutimos muita coisa. Este é um vídeo longo, de estudo longo, então você vai ter que nos acompanhar e se cansar pode pausar, pode assistir depois. Então tem muita coisa que você tem que assistir antes para eu não precisar ficar repetindo coisas que nós já argumentamos. Lembrando que aqui você vai ter sempre uma opinião clara, aberta e sincera, uma tentativa de argumentar através de reflexões e questões e apresentando textos de Kardecé Luiz. Então é um trabalho que você tem que ter de paciência e muito aprofundamento antes de tomar sua conclusão, já que se trata de um projeto ousado que tenta colocar a obra do André Luiz como ruim, como contraditória, já que essa obra é idolatrada, amada e guia o movimento espírita. a gente n nadando contra a correnteza, embora a gente não esteja só na história do movimento espírita, mas esse projeto aqui nós estamos deixando isso bem claro. Então, antes, de repente, se você, alguém que está ouvindo essas ideias pela primeira vez, assista tudo, medite, compare e depois você toma a sua decisão, tira

qui nós estamos deixando isso bem claro. Então, antes, de repente, se você, alguém que está ouvindo essas ideias pela primeira vez, assista tudo, medite, compare e depois você toma a sua decisão, tira suas conclusões. Lembrando a todos que no final desse projeto, quando a gente terminar de ler todo o livro do André Luiz, a gente vai abrir espaço para os contraditores, aqueles que pensam diferente poderem contraargumentar. vão ter um espaço aqui. Você pode ser uma dessas pessoas desde que você apresente algo sério. Então, tome como dados conteúdos anteriores. Claro que eu sempre procuro contextualizar e lembrar de muita coisa, mas é preciso para você ter todos os argumentos e os textos que você assista tudo. No mínimo que assista a partir do vídeo que a gente inicia a obra, no mínimo. Mas aí tem 50 e poucos vídeos só introdutórios. que é importante também que você assista. Todos que estão aqui, é muito importante que você curta e se inscreva no canal se você não é inscrito, para que o canal possa ter incentivo, para que o canal possa continuar, possa crescer. E o Kardecube é hoje um dos canais que mais produz conteúdo. Nós estudamos segunda à noite o livro dos espíritos. Nós estudamos terça o livro Nosso Lar criticamente. Nós estudamos quarta às 20:30 o que é o Espiritismo. Quinta nós estudamos das 20 às 21 o site revistaespírita.net. Não conhece o que o site é, o que o site mostra? Acesse revistaespírita.net. Toda a primeira quinta do mês nós não temos o estudo porque a gente tem uma reunião fechada, então nessa quinta não vai ter, mas a partir da próxima continua. Nós estamos estudando um caso real lá de cura de obsessão. Na sexta-feira à noite nós temos o estudo do livro dos médiuns, das 20 às 21. Esse é fechado para assinantes. Então para você ter acesso, você tem que assinar o Kardectube. Como você assina? Entra no canal do KardectTube, clica em seja membro, procura a opção amigos do Kardecube R$ 19,99 por mês. Você ajuda o canal, você tem acesso ao estudo do

que assinar o Kardectube. Como você assina? Entra no canal do KardectTube, clica em seja membro, procura a opção amigos do Kardecube R$ 19,99 por mês. Você ajuda o canal, você tem acesso ao estudo do livro dos médiuns de sexta-feira. Não consegue assistir ao vivo, fica gravado, você assina e pode assistir quando quiser, inclusive os vídeos que já passaram. Então, esses são os projetos do Kardecube, fora durante o dia que a gente posta recortes, meus, recortes do professor Cosmass e sempre trechos das obras de Kardec. Esse é o Kardec Tube. Mas sem mais demora, já que a gente tem muita coisa para ver, vamos adentrar o capítulo 3 da obra Nosso Lar. Lembrando que é quando o André Luiz chega em nosso lar, o capítulo 3, chamado oração coletiva. É assim que começa, né? Como as pessoas sabem, é um livro psicografado por Chico Xavier, ditado pelo Espírito André Luiz e aí distribuído, vendido, editado pela Federação Espírita Brasileira pela FEB. É importante inclusive que você compre o livro, né, para você ter ele também para acompanhar a crítica, embora a gente leia ele junto aqui, mas você quer estudar depois, refletir depois, tenha também. E se você quer ter acesso a todas as obras de Kardecdecia.com é de graça, é site e é aplicativo de graça. Vamos lá. Então, o que que eu vou fazer nesse aqui? Eu vou ler todo o capítulo, comentar e depois assuntos que o capítulo trata, eu vou mostrar trechos de Kardec e nós vamos ver a obra de Kardec refletindo sempre assim para você comparar. Vamos começar agora então eh André Luiz falando capítulo 3, a oração coletiva. Embora transportado à maneira de ferido comum, lobriguei o quadro confortante que se desdobrava a minha vista. Clarêncio, que se apoiava num cajado de substância luminosa, deteve-se à frente de grande porta, encravada em altos muros, cobertos de trepadeiras floridas e graciosas, tatiando um ponto da muralha, fez-se longa abertura através da qual penetramos silenciosos. Então, vejam que é André Luiz chegando depois do resgate

uros, cobertos de trepadeiras floridas e graciosas, tatiando um ponto da muralha, fez-se longa abertura através da qual penetramos silenciosos. Então, vejam que é André Luiz chegando depois do resgate do Clarêncio, ele está chegando em nosso lar. Como sempre, isso eu já falei nos outros vídeos, só vou repetir rapidamente. O André Luiz tem a característica de usar um linguajar empolado e meio prolixo. Ele não consegue ser direto e simples. É uma característica de um espírito inferior. Por que que ele faz isso? Porque se ele for direto e simples, ele não tem conteúdo profundo para apresentar. Então, ele precisa fazer enxertos na forma para esconder o vazio do conteúdo. A obra inteira vai ser assim. Qual é a tática dele para esconder o vazio da obra? É, como eu acabei de falar, uma linguagem impolada e uma excessiva atenção nas descrições físicas. Se você tirar a linguagem empolada do André Luiz e se você tirar as descrições físicas que ele faz e ele faz em detalhe, não tem nada na obra, tem muito pouco na obra que é próprio justamente do espírito pseudo sábio. Ele não tem a profundidade verdadeira, mas ele quer aparentar, ele quer ser ouvido, ele quer iludir, ele quer dominar com as suas ideias. Mas ele não tem verdadeiramente o conteúdo. Então ele esconde isso com essa verboria, né? Verborragia, com essa empolamento, com essa prolixidade e o excesso de palavras eh pouco usadas e também descrições físicas. Aí ele distrai você com as descrições porque vira uma coisa fantástica que lhe prende atenção como qualquer ficção, como qualquer filme fantasioso, mas por trás não tá acontecendo praticamente nada na história. E mesmo que ele estivesse bem intencionado fazendo isso, o que já prova a sua inferioridade como espírito, mesmo que isso fosse bem intencionado, acaba gerando o efeito contrário, porque as pessoas, em vez de prestar atenção na essência das questões morais da alma, ela vai prestar atenção e dar valor para as questões físicas, porque é o que ele enfatiza, ainda mais que você tá

porque as pessoas, em vez de prestar atenção na essência das questões morais da alma, ela vai prestar atenção e dar valor para as questões físicas, porque é o que ele enfatiza, ainda mais que você tá colocando isso depois da morte no mundo dos espíritos. E foi exatamente o que aconteceu na história do movimento espírita. As pessoas passaram a dar mais importância paraas descrições físicas e a imaginar o mundo espiritual materializado. E a questão moral fica em segundo plano. Claro, porque ele não tem a questão moral, por isso que ele tem que oferecer outra coisa. Então, nota, embora transportado a maneira de ferido comum, então ele volta a comparar a chegada dele no nosso lar, exatamente como a SAMU faz um resgate de uma pessoa que se acidentou na rua. Então, chega a ambulância, chega os enfermeiros, coloca na maca e vai pro hospital. É a ele a mesma coisa. Faz como a gente mostrou no final do estudo anterior, não explica porque que o Clarêncio, que é uma espécie de anjo, guardião, de espírito superior, não o carrega sozinho, como se pelo fato dele ser eh um senhor, como ele descreve, eh ele não tivesse força, porque ele tem que pedir ajuda para mais jovens, o que não faz nenhum sentido, como se o espírito superior sofresse de limitação física. Então, André, ele é velho espiritualmente, então ele não tem força para carregar um peso, que seria o corpo do André Luiz. Veja que mesmo que eu entre na lógica que o André Luiz coloca, não faz sentido. A gente já havia tratado disso, mas aqui continua. O Clarência chegou, mas quem tá carregando são outros dois espíritos serventes, mas eles voaram, eles carregaram, voaram com a maca, eles tinham algum algum meio de transporte? Não disse. Ele só disse que foi colocado na maca e eles se saíram da onde André Luiz estava e foram para outro lugar que é agora a chegada em nosso lar. Então ele tá mostrando que ele saiu do ponto A e foi pro ponto B. Então ele tá colocando como regiões, como locais fixos no espaço. Porque eu tô comentando isso porque

é agora a chegada em nosso lar. Então ele tá mostrando que ele saiu do ponto A e foi pro ponto B. Então ele tá colocando como regiões, como locais fixos no espaço. Porque eu tô comentando isso porque muitos defensores da obra do André Luiz, tipo os Aroldo Dutra da vida, embora não saiba mais, porque tem vídeo que o Aroldo Dutra parece que tá criticando a obra, às vezes tem vídeos que ele apoia, não dá para entender. Aliás, é a falta de clareza do Aroldo Dutra, né? E no movimento espírito, se você é tem falta de clareza, você conquista multidões. É uma coisa impressionante. Mas um arodo duta da vida que eu já vi falando, tentando salvar a obra do André Luiz, mudando o que o próprio André Luiz falou. Não, ele deixa claro que ele tava num lugar, foi resgatado e foi para outro. A história tá dizendo isso. Basta acompanhar a leitura do livro. Então, ele tá colocando locais e agora ele tá chegando num local novo que ele não diz como é que ele chegou, né? se foi voando e aí voou para onde? Voou para cima, voou para baixo? É no espaço? A gente não sabe. A gente só sabe que ele tá numa maca e tem duas pessoas ajudando o Clarence. E por que que tá ajudando? Porque que não foi só o próprio Clarence? Também não esclarece. E aqui vem outra. Agora a gente vai ver como ele vai, nesse capítulo três, ele vai entrar pesado na questão física. Deixando claro como André Luiz é um dos principais culpados por toda essa noção de mundo dos espíritos, igualzinho a terra que foi criado e o movimento espírita tem como dado e como espiritismo, sendo que a gente já viu nos outros dois vídeos que não é assim para Kardec. E não adianta vir alguém repetir, eu digo isso todo vídeo. Ah, mas isso não tá em Kardec porque Kardec não disse tudo. Agora o André Luiz tá evoluindo. A gente tem mostrado como não é uma evolução, é uma contradição. Não é uma evolução, é uma contradição. E o que ele apresenta é só uma descrição. Ele não fundamenta, ele não explica. E ele diz várias coisas sem sentido e sem clareza. Então, não é uma evolução,

ção. Não é uma evolução, é uma contradição. E o que ele apresenta é só uma descrição. Ele não fundamenta, ele não explica. E ele diz várias coisas sem sentido e sem clareza. Então, não é uma evolução, é uma contradição mal feita. Porque não basta eu narrar, a gente vai ver que tudo que o André Luiz vai descrever aqui, a pergunta que a pessoa deveria se fazer é: "Como é que eu sei que isso é verdade? Como é que eu sei que isso é possível? Como é que eu sei que é assim?" Porque ele só descreve. Só descrever não prova nada e não evolui teoria nenhuma. porque eu posso dizer qualquer coisa. E ele vai cada vez mais exagerando nas inscrições. Claro, ele viu que ele ia falando qualquer coisa e não ia não era questionado. Ele soltou o freio, né? Ele pode falar o que ele quiser, que ele tá sendo ouvido pelos médiuns e as pessoas da época. E ainda mais que a obra vendeu, né? Aí, curiosamente não interessou a federação questionar muito, né? tava vendendo, porque o dinheiro das obras são da FEB. Não estou dizendo que ela usa ilicitamente ou imoralmente o dinheiro. Eu só estou dizendo que o dinheiro passa por ela. Ela é a detentora. E aí, olha só, Clarêncio que se apoiava num cajado de substância luminosa. Por que o clarêncio tinha um cajado de substância luminosa? Para quê? Porque nota pra história, pra pessoa que não reflete muito, nossa, que coisa impressionante. A gente já imagina um um senhorzinho com um cajado. Então é tipo um Moisés, tipo um mago, tipo um mágico. Dá uma autoridade, dá uma coisa meio do personagem de de Harry Potter, mas a gente tem que entender que isso aqui ele tá colocando como espiritismo e como realidade do mundo dos espíritos. Para que que um espírito superior vai precisar de um cajado de substância luminosa? Porque os defensores da obra do André Luiz adoram dizer que não é porque os espíritos inferiores que estão apegados à matéria, que precisam, mas o Clarencio não é esse tipo de espírito. E para que que ele tem um cajado? É para se apoiar. Ele é ele ele é um ancião, ele tá com

espíritos inferiores que estão apegados à matéria, que precisam, mas o Clarencio não é esse tipo de espírito. E para que que ele tem um cajado? É para se apoiar. Ele é ele ele é um ancião, ele tá com dor nas costas no mundo dos espíritos, mas não tem como que um espírito mais evoluído tem nem os inferiores tem, mas na lógica que o pessoal fala, né? Como é que o espírito evoluído precisa o quê? De uma bengala, de um cajado para se apoiar. O que que quer dizer isso? Não sabemos. Ele só narra. Então ele chega com cajado luminoso, porque tem que ser luminoso, né? que é o superior, então tem que botar ali. É luminoso. Aí a pessoa diz: "Nossa, é luminoso". E e aí ele, ó, frente à grande porta. Então, tem porta, tem muro. Aí ele mexe lá no muro. Daí meio que por mágica. Eu toda vez que eu leio essa cena, a imagem que vem na minha cabeça é os filmes do Harry Potter. Lembra lá quem assistiu As Crianças Chegando em Hogwarts? Eu me veio na cabeça isso aí. Ele fala do Clareisso, vem na minha cabeça o Dumbledor. Quem é que é leitor ou conhecedor da obra do Harry Potter? Tem porta, tem muro, altos muros, porque se não for alto, o que que vai acontecer? Os espíritos vão pular, mas espírito não voa. Mas se ele voa, não adianta o muro ser alto ou o muro é alto numa altura que tem uma uma altura limite pro espírito voar. Nada dessas questões são respondidas, só colocadas como sendo assim. É uma descrição. Mas aqui piora, ele coloca trepadeiras floridas. Tem planta no mundo espiritual. Mas se tem planta, tem vida. Se tem vida, como é que é? Não é percebido pelas nossas tecnologias. Se tem planta, tem todo processo que tem que existir biologicamente para uma planta existir, tem fotossíntese, como é que tem planta? Mas eles entraram nesse lugar mágico, né? Não explica nada, só narra. Branda claridade não dava ali todas as coisas. ao longe, gracioso foco de luz, dava a ideia de um pô do sol, pôr do sol em tardes primaver. A medida que avançávamos, conseguia identificar preciosas construções

aridade não dava ali todas as coisas. ao longe, gracioso foco de luz, dava a ideia de um pô do sol, pôr do sol em tardes primaver. A medida que avançávamos, conseguia identificar preciosas construções situadas em extensos jardins. Então, eu tenho pôr do sol, eu tenho construções e extensos jardins. Pôr do sol. Vocês sabem o que é o pôr do sol? Por que que a gente tem pôr do sol aqui na Terra? Que que é o pôr do sol? Pensemos, a Terra gira em torno do Sol, movimento de translação, mas ela também gira em torno do próprio eixo, movimento de rotação. A gente só tem dia e noite pôr do sol e nascer do sol aqui na terra por causa desses movimentos. Como é que nosso lar tem pôr do sol? Ela não tá fora da terra. Tem lugares na terra, nas extremidades, nos polos em que não faz noite. Por quê? Porque mesmo que ela gire, o raio do sol sempre tá batendo lá. Nem na terra, todos os lugares tem pôr do sol, mas tem pôr do sol em nosso lar. Mas ele não explica construções. Então, quem é que constrói? Tem pedreiro, tem arquiteto, tem engenheiro, tem loja de material de construção em nosso lar, tem cimento, tem ferro, tem fábrica de aço. Ao sinal de clarência, os condutores depuseram devagarinho a máquina improvisada. Então, devagarinho, porque vai que ele cai, né? Imagina se ele quebra um osso do perespírito. Maca improvisada, espírito tá deitado. Mas a gente viu que não tem corpo, não tem órgão, não tem doença, não tem sofrimento físico, não tem lugar circunscrito. A gente já viu nos outros vídeos. Mas a gente tá imaginando, a gente acompanha a imaginação do André Luiz, a gente consegue imaginar o que ele tá narrando aqui. Só tem um problema. Ele tá dizendo que isso aqui é no mundo dos espíritos. É o que as pessoas não raciocinam. A gente consegue imaginar, claro, porque a gente tá encarnado na Terra, mas ele tá dizendo que isso é no mundo dos espíritos. Esse é o problema. Aos meus olhos, a meus olhos surgiu então a porta colhedora de alvo edifício, afeição de grande hospital. Pronto, aqui deu brecha para tudo que

do que isso é no mundo dos espíritos. Esse é o problema. Aos meus olhos, a meus olhos surgiu então a porta colhedora de alvo edifício, afeição de grande hospital. Pronto, aqui deu brecha para tudo que veio depois. Toda a romancezinho espírita de algum espírito tinha hospital. Tem plano de saúde, tem SUS, hospital para quê? Se não tem corpo, se não tem doença, mesmo os inferiores. Nós vimos isso nos vídeos passados em Kardec. Dois jovens envergando túnicas de nível linho já correram pressurosos ao chamado de meu benfeitor. Toda vez que são espíritos serviçais são jovens. Toda vez que é superior são velhos. O André Luiz sempre coloca assim: "A gente já tratou isso no estudo passado. Por quê? Por que que espírito superior tem que ter aparência de velho e espírito mais inferiorizado, mais serviçal que ser novo? É justamente você raciocinar, se eu me torno espírito superior, eu quero ter a melhor forma. Por que que eu vou ter a forma velha? O envelhecimento do corpo é um processo biológico que a gente não escolhe, mas o espírito, ainda mais um benfeitor, por que ele escolheria? O André Luiz também não explica, ele só narra ao chamado e quando me acomodaram num leito de emergência. Então agora ele tá numa cama, no hospital, no leito de emergência, no mundo dos espíritos. Cama para que cama se não tem corpo? Que que vai acontecer se não tiver cama? Ele vai a pessoa, a gente precisa de cama, a gente precisa de cadeira, a gente precisa de sofá, porque a gente cansa espírito o não tem corpo biológico. Ouvi o generoso ancião, recomendar carinhoso. E tem que ser ancião, né? Para ser superior tem que ser ancião. Guardem nosso tutelado no pavilhão da direita, ó. Não pode ser no da esquerda, tem que ser no da direita. O que que quer dizer essa frase? Esperam agora por mim. Amanhã cedo voltarei a vê-lo. Amanhã cedo, manhã, tarde, noite, madrugada, pôr do sol, amanhã cedo. Então, tem movimento de rotação no nosso lar, tem relógio em nosso lar, eles contam as horas que amanhã cedo ele vai vir. Agora tava

anhã cedo, manhã, tarde, noite, madrugada, pôr do sol, amanhã cedo. Então, tem movimento de rotação no nosso lar, tem relógio em nosso lar, eles contam as horas que amanhã cedo ele vai vir. Agora tava se pondo, né? Tava anoitecendo quando ele chegou. Enderecei-lhe um de gratidão ao mesmo tempo em que era conduzido a confortável aposento, de amplas proporções, ricamente mobilo, onde me ofereceram leito acolhedor. Então ele deu aquele olhar de gratidão e é o olhar porque como ele tá muito doente, ele não consegue falar. Nota é uma descrição de uma pessoa no hospital da terra, mas o espírito não fala porque que era só o olhar de gratidão. Ele poderia pensar e o outro espírito entenderia. Mas aí ele diz: "Conduzido a confortável aposento de amplas proporções. Olha então, hein? É um quarto que nem que nem a pessoa rica tem hoje em dia, pelo menos no Brasil. Mas ele tinha ali. E aí veio um detalhe, ricamente mobilo. Ricamente mobilo. Para quê? A desculpa dos defensores da Óbula André Luiz para existir coisas materiais do mundo espiritual é a seguinte: não é que são espíritos inferiores que ainda estão apegados à matéria. Então enquanto eles não se desapegaram, eles têm essa transição. Bom, se isso não é verdade, né? Porque a gente viu na obra de Kardec mesmo os inferiores não têm isso, mas vamos entrar na loucura do André Luiz. Mesmo que isso fosse verdade, tomemos isso como verdade. Então você dá o básico pro espírito. Se ele tivesse que ter lá uma realidade parecida com a da terra para ele não para porque ele ainda é muito apegado, eu daria o básico, né? Por que que eu teria que ter um quarto ricamente mobilo, para quê? Porque a ideia é fazer o espírito se desmaterializar. Então eu só daria para ele o essencial. Ah, não é ricamente imobiliado para quê? Aqui quando a gente tem um uma um cômodo ricamente imobiliado, a gente tem várias coisas, inclusive decorativas. Para que que o espírito precisaria disso? Então tem coisa lá no mundo, no mundo dos espíritos criada sem serventia, sem utilidade.

camente imobiliado, a gente tem várias coisas, inclusive decorativas. Para que que o espírito precisaria disso? Então tem coisa lá no mundo, no mundo dos espíritos criada sem serventia, sem utilidade. Para quê? Não é para ele se sentir eh eh mais dentro daquele mundo material para ele para ele se acostumando aos poucos. Bom, primeiro que não faz nenhum sentido. Eu quero desmaterializar o espírito e eu cada vez mais dou uma realidade mais material possível para ele. É uma coisa contraditória. Se eu quero fazer a pessoa largar o vício, eu eu dou mais do vício para ela. É uma coisa que não faz sentido. Mas então, por que que a alimentação é só um caldinho? O leite é ricamente imobilihado, mas daí na hora de alimentar, então me dá uma alimentação igual da terra. Eu sou gaúcha, eu quero churrasco. Não, mas daí na hora da alimentação é uma coisa mais leve, é só um caldinho fluídico. Aí por que que é um caldinho fluídico? Não é porque a pessoa tá desapegando, tá? Mas aqui ela tá desapegando. Aqui é ricamente imobiliado. Então uma hora eu aumento a ideia da matéria, na outra hora eu diminuo. Olha as contradições que os leitores emocionados não perceberam na hora. Para que que um espírito precisa de um quarto ricamente imobiliado? Para quê? Só de ter a cama já é um absurdo. Mas pelo menos eu poderia dentro da lógica André Luizista admitir não, porque ele precisou. Mas e o resto? Envolvendo os dois enfermeiros na vibração de meu reconhecimento, esforcei-me por dirigir palavra, conseguindo dizer por fim. Ol, nota, ele tá com dificuldade para falar. É um doente, né? Mas espírito não fala. A gente vai trabalhar melhor isso em outros em outros textos, porque se espírito falasse, então quer dizer que tem órgão da fala, tem oxigênio, produz som, vibração no ar, mas pera aí, não é na terra? Como é que tem ar? Como é que tem oxigênio? Per espírito não tem órgãos. Como é que fala? Aqui ele falando com dificuldade, né? que é um doente. Amigos, por quem sois? Explicai-me em que novo mundo me

Como é que tem ar? Como é que tem oxigênio? Per espírito não tem órgãos. Como é que fala? Aqui ele falando com dificuldade, né? que é um doente. Amigos, por quem sois? Explicai-me em que novo mundo me encontro? De que estrela me vem agora esta luz confortadora e brilhante? Um deles afagou-me à fronte como se fora conhecido o pessoal de um longo tempo e acentuou: "Estamos nas esferas espirituais vizinhas da terra. Então não é na terra. Então tem que me explicar como é que tem manhã, tarde e noite. Viu? O livro tá dizendo: "Não adianta querer salvar o livro tirando o que o próprio livro diz. E o sol que nos ilumina nesse momento é o mesmo que nos vivificava o corpo físico. Aqui, entretanto, nossa percepção visual é muito mais rica. A estrela que o Senhor acendeu para os nossos trabalhos terrestres é mais preciosa e bela do que supomos quando no círculo carnal. Nosso Sol é a divina matriz da vida e a claridade que irradia provendo o autor da criação. Então aqui ele faz uma poesia em torno do Sol que ele não via há muito tempo, mas não explica como que tem isso no para aonde ele tá, né? Então explica como é que tem dia e noite em nosso lar. Ele deixa claro, estamos nas esferas vizinhas da terra, esferas espirituais. Então não me venha colocar nosso lar em outro lugar. Ele tá dizendo aqui. E por fim, ele diz assim: "Nosso Sol, ali, ó, a claridade que radia provém do autor da criação." O que que quer dizer essa frase? O que que quer dizer que a claridade que o sol irradia provém da do autor da criação? O que que quer dizer isso? Isso é o de menos, né? Vamos prosseguir depois nós vamos nós, eu vou voltar em algumas coisas aqui para mostrar em Kardec, tá? Meu ego, como que absorvido em onda de infinito respeito, fixou a luz branda que invadiu o quarto através das janelas e perdi-me no curso de profundas cogitações. Recordei então que nunca fixar o sol nos dias terrestres, meditando na imensurável bondade daquele que nolo concede para o caminho eterno da vida. Semelhava-me assim ao cego venturoso,

das cogitações. Recordei então que nunca fixar o sol nos dias terrestres, meditando na imensurável bondade daquele que nolo concede para o caminho eterno da vida. Semelhava-me assim ao cego venturoso, que abre os olhos para a natureza sublime depois de longos séculos de escuridão. A gente acha lindo isso quando lê, né? A gente não para para pensar o seguinte. Tudo que ele narrou até agora não aconteceu nada. Ele chegou num lugar e deitou. Ele chegou num lugar e tá deitado. Não aconteceu nada. Nota que ele inventou tanta frase, mas não aconteceu nada. Ele chegou no lugar, deitou e viu o sol. Percebe o a tática de um espírito pudo sabi? Olha a quantidade igual que ele já disse, não aconteceu nada na história. Mas ele encheu tanto de frase. Aí você fica, nossa, que lindo, que profundo, não tá dizendo nada. Recordei, então, que nunca fixaram o sol. Em todos os capítulos ele vem com essa recordei então que tinha algo que ele não tinha feito e agora é o sol. Ele não olhava pro sol. Ele tá criando um parágrafo inteiro para falar que ele olhou pro sol e aí ele bota janela. Então o espírito tem parede, tem janela. Então, se tem parede, tem janela, ele não enxerga através da parede, porque se se ele enxergasse através da parede, não precisava de janela. Se ele não enxerga através da parede, ele também não atravessa a parede. Mas que que espécie de tijolo é esse no mundo espiritual? Sendo que os espíritos atravessam as coisas? Ele não fala, ele só narra. A essa altura serviram-me caldo reconfortante. O quarto é rico. Ah, tem uma coisa que eu esqueci, vou voltar. Me desculpe. Ele começa faz frase meu ego. Essa é esse termo parece uma coisa boba a gente passar, né? Mas o André Luiz, ele também contribuiu para isso. O André Luiz, ele usa termos que não são do espiritismo. Justamente exatamente o que aconteceu com o movimento espírita depois. A gente frequentando as casas espíritas, ouvindo os palestrantes espíritas, eles usam sempre termos que não são os termos que Kardec usa, porque eles seguem André

eceu com o movimento espírita depois. A gente frequentando as casas espíritas, ouvindo os palestrantes espíritas, eles usam sempre termos que não são os termos que Kardec usa, porque eles seguem André Luiz, eles usam os termos que o André Luiz botou na cabeça deles. Não tem ego na teoria espírita. Que que é ego pro espiritismo? Tem o egoísmo, que é a pessoa que pensa demais em si em detrimento do outro. Então isso é uma uma definição de um comportamento moral. O que que é ego pro espiritismo? Não aparece isso na de Kardec, mas ele começa a usar para lhe acostumar a usar os termos dele que não tem sentido nenhum, ele não explica e você se desvia da verdadeira ciência, né? A essa altura servim então eh caldo reconfortante. Mas por que que não foi uma janta, uma carne, arroz, um feijão, uma massa, uma pizza, uma lasanha, um um churrasco, não é um caldinho reconfortante. É porque é mundo espiritual, é um lugar superior, eles não têm as necessidades assim tão pesadas, mas ainda tem um pouquinho. Pera aí. Uma hora é igual à terra, inclusive o quarto é ricamente imobiliado. Tem muro, tem porta, tem janela, tem parede, mas daí na hora de comer não é igual. Aí é caldinho reconfortante. Eu tem sabor, eu posso escolher que nem miojo ou também não tem sabor. chama é é água de chuchu. Veja, parece tosco o que a gente tá falando, mas é que a história é tosca. Então a gente tem que entrar na lógica do que a história tá narrando. Ele não explica. Seguido de água. Seguido de água. Como que tem água no mundo dos espíritos fora da terra? Como água é H2O. A água depende de questões químicas que envolvem inclusive a temperatura. Se eu pegar água aqui na Terra e começar a subir, subir, subir, subir, subir, subir antes de sair da Terra, a água congela porque baixa a temperatura. Como é que tem água no mundo dos espíritos? E como é que não é visto, não é percebido? E para que que o espírito precisa de caldo e de água se não tem órgãos? Se eu não der água, ele morre de sede. Mas ele já tá morto.

a no mundo dos espíritos? E como é que não é visto, não é percebido? E para que que o espírito precisa de caldo e de água se não tem órgãos? Se eu não der água, ele morre de sede. Mas ele já tá morto. Se eu não der comida, ele morre de fome, mas ele já tá morto. Não explica. Aquela reduzida porção de líquido reanimava-me inesperadamente. Não sabia dizer porque ele diz, outra característica da obra André Luiz, ele diz, mas nunca sabe dizer. Ou seja, ele diz, mas ele nunca sabe, ele não entende. Ele só sabe dizer, mas explicar, fundamentar, ele não sabe. Bom, meu, mas se tu não sabe explicar, esse é o espírito que veio completar Kardec. Não saberia dizer que espécie de sopa era aquela. É claro que você não sabe dizer, Andr, você é um espírito inferior. Você não sabe dizer as coisas. Então, por que que diz? Olha, eu não sei dizer, mas vou dizer, tá? Parece que aquele que diz: "Não vou dizer, não vou dizer". Digo se você fez uma afirmação, você tem que fundamentar explicar. Simples assim. Isso é ciência, isso é razão. Aí vem esse povo dizer que esse espírito que vai completar, evoluir Kardec, que isso é mais importante que Kardec. Um espírito que nem é capaz de explicar o que tá dizendo. Se a alimentação sedativa, se remete salutar. Novas energias amparavam minha alma. Profundas como vibavam-me no espírito. Então ele tomou aquilo, se sentiu melhor. Minha maior emoção, todavia, reservava-se para instantes depois. Notem que tudo que ele falou até agora, ele chegou, deitou, olhou pra janela, viu o sol e tomou água. Foi só o que aconteceu. Todo o resto é colorido para iludir a sua imaginação e você ficar preso nele. Mal saíra da consoladora surpresa, divina melodia penetrou quarto adentro, parecendo suave com meia de sons a caminho das esferas superiores. Olha, olha o linguajar. com meia de som a caminho das esferas superiores. Não sei o que que isso quer dizer também, mas ele diz, né? Aí você fica, ai que lindo, com meia de sons caminho das esferas superiores. Lindo, né? Não sei o que quer dizer, mas é

s esferas superiores. Não sei o que que isso quer dizer também, mas ele diz, né? Aí você fica, ai que lindo, com meia de sons caminho das esferas superiores. Lindo, né? Não sei o que quer dizer, mas é lindo. É, é uma incheção de linguiça, como a gente diz aqui no Sul. Mas ele tá ouvindo uma música. Chegou uma música. chegou como tem alofalante, tem caixa de som, tem JBL, tem Alexa, talvez não, né? Porque aqui é nos anos 40, então ainda não tinha, mas tá chegando um som, OK? Tá chegando uma música. Aquelas notas de maravilhosa harmonia atravessaram meu coração ante meu olhar indagador, o enfermeiro que permanecia ao meu lado esclareceu bondoso: "É, é chegado o crepúsculo em nosso lar. Crepúsculo. Tem tem crepúsculo. Como é que tem crepúsculo fora da Terra? Tem que ter rotação. Se não tiver rotação em nosso lar, não pode ter. Ah, mas não, mas é a rotação da Terra que nosso lar acompanha. Não. Então, nosso lar tá preso à gravidade da Terra, sofre influência da gravidade, tem água, mas ninguém percebe. >> Em todos os núcleos, prestem atenção agora, em todos os núcleos dessa colônia de trabalho consagrada ao Cristo, que é óbvio que ele tem que falar que é consagrado ao Cristo, porque daí o leitor diz assim: "Nossa, é um lugar do Cristo". Então tudo que ele disser eu vou aceitar porque ele falou do Cristo, né? Colô de trabalho consagrado ao Cristo. Também não sei o que que isso quer dizer. OK. Há ligação direta com as preces da governadoria. Então a toda a cidade tá ligada à governadoria. Então tem governo, então é uma enquanto a governadoria faz prece, todos ali vão ouvir. Preste atenção nisso. Vamos lá. Enquanto a música embalsamava o ambiente, despediu setencioso. Então o enfermeiro vai deixar ele para pro momento de oração. Pergunta: por quê? Ele acabou de dizer para André Luiz que a oração está ligada a toda a cidade, nosso lar. Se ele tá ali do lado do André Luiz ouvindo oração, por que que ele precisa sair dali? Por que que ele não pode ficar com André Luiz? Agora fique em paz. Voltarei logo após a

toda a cidade, nosso lar. Se ele tá ali do lado do André Luiz ouvindo oração, por que que ele precisa sair dali? Por que que ele não pode ficar com André Luiz? Agora fique em paz. Voltarei logo após a oração. Por que que ele tem que sair? Se a oração tá chegando ali, o André Luiz tá ouvindo? Não explica. Empolgou-me ansiedade súbita. Não poderei acompanhar-vos? Perguntei suplicante. Está ainda fraco. Sim, ele só tomou uma vez o caldinho e a água milagrosa. Ele tá doente, né? Mas como que fica doente e fraco se não tem corpo físico? Esclareceu gentil. Todavia, caso sinta-se disposto, então o André Luiz quer ir junto, né? Mas ir junto aonde? Se a oração é na cidade inteira, ele falou. Aquela melodia renovava minhas energias profundas. Ele já falou isso. Nota que é o mau escritor, né? Quem já, quem é professor que tá me ouvindo, que faz análise de texto dos seus alunos, sabe, né? Quando o aluno começa a ser repetitivo, a gente xó, faz um risco ali de diz assim: "Tá repetitivo, cara. Tu já falou isso, mas o André Luiz, ele pode, ele pode repetir, escrever mal, não explicar, tá tudo OK. Levantei-me vencendo dificuldades, não sei quais, e agarrei-me ao braço fraternal que se me estendia. Então, tem um braço, espírito, tem braço. Seguindo vacilante, cheguei a enorme salão onde numerosa assembleia meditava em silêncio, profundamente recolhida. Então, ele estava indo para um salão onde as pessoas estavam reunidas para orar, mas a oração não podia ser feita no quarto. Então, tem um lugar específico para orar também, que é melhor que outro lugar. Por quê? Deus vai olhar e dizer assim: "Ah, não, eles estão orando no quarto, eles não vieram pro salão, então não vou atender a prece daqueles dois lá. Tem lugar para orar e é um salão." Então, a gente imagina o quê? Tipo uma grande igreja, né? Da Agora vem, agora é um show. Da abóbada cheia de claridade brilhante. Pendiam delicadas flórias guirlandas que vinham do teto à base. Hogwarts, né? É Hogwards. Então eles chegaram nesse salão, tinha

Da Agora vem, agora é um show. Da abóbada cheia de claridade brilhante. Pendiam delicadas flórias guirlandas que vinham do teto à base. Hogwarts, né? É Hogwards. Então eles chegaram nesse salão, tinha lá as flores em forma de de guirlanda atravessando do teto até a base. Para quê? Como? Por quê? Formando, formando radiosos símbolos de espiritualidade superior. Santo Deus amado, o que que é formando radiosos símbolos de espiritualidade superior? O que que é formando radi, o que que é símbolos de espiritualidade superior? O que que é símbolo de espiritual? A gente não sabe aí no filme, sabe o que que eles fizeram? Quem viu o filme viu. Eles pegaram os símbolos de todas as religiões e colocaram na parede. A gente não sabe, ele não diz, ele só narra tempo todo. Ninguém parecia dar conta da minha presença, o passo que mal dissimulava eu, a surpresa inexcedível. Outra marca da obra, né? O André Luiz tá sempre surpreso, sempre surpreso. Tudo para ele é novidade. Ele nunca morreu. O André Luiz foi criado nessa encarnação. Ele nunca morreu porque ele tá é o lugar é novo para ele, né? Surpresa. Ah, tudo é novo. Mas quantas vezes a gente já morreu? É a primeira vez que tá acontecendo isso com ele. Que que acontecia antes? Não sabemos. Ele não explica. Ele só narra. Todos os circunstantes atentos pareciam aguardar alguma coisa. Então tá todo mundo ali naquele salão orando, esperando alguma coisa. Ele sentiu uma expectativa. Contendo a custo numerosas indagações que me esfervilhavam na mente, notei que ao fundo, em tela gigantesca, desenhava-se prodigioso quadro de luz quase feérica. Então eles estão num salão e tem telão. >> Tem um telão ali. Guarde essa informação. Ele chegou lá, tem um grande telão e tem uma luz naquele telão, obedecendo a processos adiantados de televisão. Então, olha, é uma espécie de TV gigante lá, telão. Surgiu cenário de templo de templo maravilhoso. Então, ligou a TV e apareceu um templo maravilhoso aí. Percebe? Tão acompanhando a construção da da imagem?

olha, é uma espécie de TV gigante lá, telão. Surgiu cenário de templo de templo maravilhoso. Então, ligou a TV e apareceu um templo maravilhoso aí. Percebe? Tão acompanhando a construção da da imagem? Chegou no salão, muitas pessoas e um telão e início liga o telão, aparece um um templo maravilhoso. Aí agora o que ele tá vendo no telão, né? Sentado em lugar de destaque, um ancião. Claro que tem que ser ancião, né, pro André Luiz, se é algo superior, tem que ser ancião. Tem que ser. Eu imagino um senhor, eu imagino sempre o Dumboldor quando fala isso. E aí ele tá em destaque, né? Um ano coroado de luz. Então, vejam, tudo que ele tá descrevendo, ele tá me fazendo acreditar que o clarêncio e essas pessoas que ele tá vendo são superiores. Em atitude de prece, envergando alva túnica de irradiações resplandescentes. Então, tudo é iluminado, né? O cajado do Clarence, tudo é iluminado. Tanto é que eles fizeram no filme o nosso lar todo branco, né? Parece propaganda do sabão em pó. Vamos seguir a história. A história porque o final é de arder os olhos, tá? Lembrando que não é colocado em nenhum momento como romance isso aqui, né? É colocado como a realidade detalhada. O Emânel diz no prefácio do livro em plano inferior ao ao ancião que brilha 72 figuras tem por esse número não sabemos pareciam acompanhá-lo em respeitoso silêncio. Altamente surpreendido, reparei clarêncio participando da assembleia entre os que cercavam o velhinho refugente. Então entre os 72 também o Clarência, né? Tudo isso no telão. Apertei o braço do enfermeiro amigo que tem braço para apertar e compreendendo ele que minhas perguntas não se fariam esperar, esclareceu em voz baixa. Tu nota como o André Luiz tá atrapalhando, né? Tá todo mundo querendo a orar e o André Luiz tá ali querendo puxar papo. Que mais se assemelhava a leve sopro. Conserve-se tranquilo. Todas as resid Agora vem. Todas as residências e instituições de nosso lar estão orando com o governador. Através da audição e visão à distância. Louvemos o coração invisível do céu.

rve-se tranquilo. Todas as resid Agora vem. Todas as residências e instituições de nosso lar estão orando com o governador. Através da audição e visão à distância. Louvemos o coração invisível do céu. Perguntas. Tudo faz a gente entender que aquele senhorzinho lá destacado entre todos os outros que brilha é o tal do governador. E ele tá dizendo que todas as residências, instituições do nosso lar estão orando com esse governador. OK? Mas aí ele diz como é que tá sendo essa oração? Através da audição e visão à distância. Pergunto se todos estão orando através da visão e audição e visão e audição à distância para que telão para que telão. Se todos estão através da oração tendo uma visão à distância, para que telão? Ou então cada lugar tem um telão para eles poderem enxergar e ouvir a oração. Mas então, se precisa do telão, quer dizer que o espírito não consegue, o governador não consegue todo mundo fazer, todo mundo enxergar o que ele quer. Não tem o dom da ubiquidade. do governador, ele precisa de um telão. Nota que é aqui que o André Luiz vai tropeçando, né? Porque ele vai entrando em contradição com que ele mesmo quer colocar, demonstrando que não é assim. Com certeza não é assim. Por isso que tem contradição. Mas ok, vai piorar. Mal terminar a explicação, as 72 figuras começaram a cantar harmonioso hino. Eu, olha, eu acho que até tem uma cena em Harry Potter que é assim, né? Todo mundo lá com coral. Repleto de indefinível beleza. A fisionomia de Clarência no círculo dos veneráveis companheiros figurou-se me tocada de mais intensa luz. Tudo brilha e tudo é luz em nosso lar. Tudo brilha e tudo é luz, porque ele vai construindo uma ideia que são espíritos superiores e que é um lugar superior. Mas depois a gente vai ver que entra em contradição com isso que ele tá falando aqui, né? Tudo é luz. O cântico celeste constituía-se de notas angelicais de sublimado reconhecimento. Pairavam no recinto misteriosas vibrações de paz e de alegria. E quando as notas argentinas fizeram delicioso

do é luz. O cântico celeste constituía-se de notas angelicais de sublimado reconhecimento. Pairavam no recinto misteriosas vibrações de paz e de alegria. E quando as notas argentinas fizeram delicioso estacato, desenhou-se ao longe, em plano elevado, um coração maravilhosamente azul com estrias douradas. Aí tem uma nota do próprio espírito, imagem simbólica formado pelas vibrações mentais dos habitantes da colônia. Pergunta número um: que tem que aparecer no ar um coração azul com estrias douradas? O que que isso quer dizer? Ah, eu tava orando, eles cantaram e apareceu um coração azul com estria dourada. O que que quer dizer um coração azul com com estria dourada no no ar enquanto as pessoas oram e os anciam? Qual é a finalidade? O que que representa? Não explica, não diz para que que eu tô num lugar e começa a ter um coração azul. com estria dourado se formando. Aí ele explica que é uma imagem simbólica, então eh que foi formado pelas vibrações mentais dos habitantes da colônia. Para quê? Questão número dois, como é que se formou isso? Porque se é uma forma, algo formado pelas mentes de todos os habitantes da colônia, como é que tem uniformidade? Como é que Imagina, cada um pensou um pedaço, mas eles combinaram antes, ó pessoal, vamos formar um coração, cada um pensa num pedaço, mas eles combinaram qual pedaço cada um pensava, como é que se encaixou os pedaços. E mesmo que fosse tudo isso, que já é uma coisa impossível de imaginar, para quê? Para quê? Qual é o sentido? Ah, vamos fazer uma oração aqui. Todo mundo vai pensar num coração azul com estria dourada. Para quê? Não explica sonar. Cariciosa música em seguida respondia aos louvores procedente, talvez de esperas esferas distantes. Foi aí que abundante chuva de flores azuis é uma fixação pelo azul. Não sei por tem uma fixação com azul aí. Tudo é azul. O coração é azul. A chuva de flores é azul. Aqui no Rio Grande do Sul os colorados não gostam, né? É azul, tinha que ser vermelho. E aí choveu flor azul para quê?

uma fixação com azul aí. Tudo é azul. O coração é azul. A chuva de flores é azul. Aqui no Rio Grande do Sul os colorados não gostam, né? É azul, tinha que ser vermelho. E aí choveu flor azul para quê? E aí não tem espírito com rene. E como tem? Se tem espírito com doença, deve ter espírito com renite, né? Renite alérgica. Aí começa a ver flor azul, deu espirradeira. O pessoal acha que isso que eu tô falando é simplesmente piada, mas eu tô entrando dentro da lógica do livro. Não explica, não diz. É simplesmente eram flores azuis. Aí alguém vai dizer: "Não fez mal porque era algo dos espíritos superior". Aí eu tenho que ficar usando a imaginação para explicar a imaginação, mas no sentido real, prático, científico. Mas se fixa, mas se fixávamos os m miozotes celestiais, não conseguimos detê-los nas mãos. As corolas minúsculas desfaziam-se de leve ao tocar a fronte. Então eles iam tentar pegar as florzinhas, elas se desfaziam nas pessoas. Experimentando eu, por minha vez, singular renovação de energias de novo. André Luiz, já é a terceira renovação de energia que ele sente. Uma hora foi o caldinho, outra hora foi o braço, outra hora foi a flor que choveu que me balsamizavam o coração. Terminada a sublime oração, regressei ao aposento de enfermeiro, de enfermo, amparado pelo amigo que me atendia de perto. Ele acabou de dizer que ele tava melhor, mas ele ainda tava amparado pelo amigo. Entretanto, não era mais o doente grave de horas antes. Se não era o mesmo doente, por que que estava amparado pelo amigo? A primeira prece coletiva em nosso lar, operar em mim completa transformação. Completa. Então você é completa, por que ele tava amparado ainda no braço do enfermeiro. No mesmo parágrafo, ele consegue se contradizer. Conforto inesperado envolvia minha alma pela primeira vez. Depois e conforto inesperado, que lembra, nada ele sabe explicar, nada ele esperava, nada ele sabe dizer, ele só sabe narrar. Eu vi. Lembra daquele filme brasileiro? Só sei que foi assim. O André Luiz, é, só sei que foi assim.

do, que lembra, nada ele sabe explicar, nada ele esperava, nada ele sabe dizer, ele só sabe narrar. Eu vi. Lembra daquele filme brasileiro? Só sei que foi assim. O André Luiz, é, só sei que foi assim. Ele conta a história. É assim, viu? Acreditem, não me peça explicação que nem eu sei dar. É, esse é o livro que vai completar Kardecis de anos consecutivos e sofrimento, o pobre coração. E como fala em coração, né? Claro, porque ele não ele por que que toda essa coisa com coração, com sentimento, porque eles não podem deixar você pensar no cérebro que remete a razão. Então é sempre pro lado do sentimento, porque ele não pode lembrar você que há razão, raciocínio, porque aí ele vai ser desmascarado. Bom, aqui foi o final do capítulo. Aí eu pergunto para vocês, aconteceu alguma coisa na história, no capítulo inteiro? Ele chegou em nosso lar, deitou, comeu, levantou e orou. Esse foi o capítulo. Todo o resto foi firula física fantástica, sem explicação. Pergunto a vocês, as pessoas vão ficar focadas na oração ou em todo o fantástico que ele que ele apresentou? As pessoas vão dizer assim: "Nossa, como é importante a oração, vamos orar". Não, elas vão ficar presas no coração de estria azul, de estria dourada, na chuva de flor, no salão, no muro, na janela, no sol. É isso que o André Luiz provoca. Ele faz as pessoas ficarem presas nisso. Então, em vez delas se espiritualizarem e focarem na oração, que é o principal, elas vão ficar preocupada com o coraçãozinho, com a flor que que choveu, com o telão, com o velinho. Esse é o o um dos males, além de apresentar uma história cheia de contradição, sem nenhuma fundamentação lógica ou factual, ele desvia as pessoas do mais importante para ficar nessa fantasia, nessa imaginação. Esse é o mal que essas obras criaram. Hoje em dia as o o o a espiritada do movimento de espírita só trata disso. Quando é pro bem trata disso. Quando é pro mal é o é o umbral que nós vamos ver ainda. E o mais importante é a oração, que ele podia ter feito do quarto.

itada do movimento de espírita só trata disso. Quando é pro bem trata disso. Quando é pro mal é o é o umbral que nós vamos ver ainda. E o mais importante é a oração, que ele podia ter feito do quarto. Isso que nem tem quarto. Mas por que que ele precisa fazer tudo isso? Porque se ele ficar só na oração, ele não tem o que dizer. Porque ele é inferior, porque ele é pseudo sábio, porque a obra é ruim. Porque ela só mexe com a sua imaginação e lhe distrai. E enquanto isso você não tá lendo Kardec. Agora a gente vai ver. Já deu uma hora. Vamos lá. Agora mais uma hora. A gente vai ver o questões das obras de Kardec, né, sendo falado aqui. Agora vamos ver o bom senso, a lógica, a coerência, a ciência. Vamos sair da fantasia. Vamos lá, então. Primeiro, esse texto eu já tinha mostrado, mas para falar de André Luiz, eu tenho que mostrar sempre, porque as pessoas esquecem, né? Kardec no livro dos médiuns, item 267, pergunta 9. Os espíritos superiores se exprimem com simplicidade, sem prolixidade. Tem um estilo conciso, sem exclusão da poesia das ideias e das expressões. Claro, inteligível a todos, sem demandar esforço para ser compreendido. Superiores. Você não tem que fazer esforço para entender o que que o superior tá falando. Só que prova que o André Luiz não é superior, né? Tem a arte de dizer muitas coisas em poucas palavras, porque cada palavra é empregada com exatidão. Os superiores é exatamente o contrário do André Luiz. Ele falou um monte de coisa e é e o fundo da história é isso aqui, ó. Como eu mostrei, eu acabei de mostrar. Vamos ver agora os inferiores. Olha que se não vai lembrar o que a gente acabou de ler. Os espíritos inferiores ou falsos sábios ocultam sob o empolamento ou a ênfase o vazio das suas ideias. exatamente o que a gente acabou de ler. Ele enche de ênfase e empolamento nessas descrições para esconder o vazio de que não tem nada acontecendo. Não tem nenhuma ideia grandiosa sendo passado. Usam de uma linguagem pretenciosa e ridícula ou obscura a força de quererem

ento nessas descrições para esconder o vazio de que não tem nada acontecendo. Não tem nenhuma ideia grandiosa sendo passado. Usam de uma linguagem pretenciosa e ridícula ou obscura a força de quererem pareça profunda. Tá descrevendo o que a gente acabou de ler juntos. Porque são coisas ridículas, obscuras, ou seja, não são claras. Mas isso a gente já tinha mostrado, né? Só para mostrar como esse parácco define o que a gente acabou de ler, né? Mas vamos ver agora questões mais sobre as ideias que estão no capítulo, né? Vamos lá, vamos seguir vendo o que que a obra de Kardec fala sobre o depois da morte, já que é a situação do André Luiz. Por ocasião da morte, tudo a princípio é confuso. De algum tempo precisa a alma para se reconhecer. Ela se acha como que aturdida num estado de uma pessoa que despertou de profundo sono e procura orientar-se sobre a sua situação. Olha como agora a gente consegue e fazer uma leitura do André Luiz lendo isso aqui, que é exatamente o que ele tá tentando fazer. Ele tá tentando entender aquela realidade. A lucidez das ideias e a memória do passado lhe voltam à medida que se apaga a influência da matéria que ela acaba de abandonar. E a medida que se dissipa, a espécie de névoa que lhe obscurece os pensamentos. Aqui vem a contradição. Quando o espírito pode ser confuso, não tem nenhum problema, porque logo depois que que ele morre, ele fica confuso, ele fica sem entender. Isso é normal. Livro dos espíritos tá colocando item 165. Só que a medida que ele sai dessa confusão, ó o que ele tá dizendo. A lucidez e a memória do passado voltam. O André Luiz, ele coloca uma ideia de que ele tá saindo da confusão, porque ele já saiu num bral, já tá num lugar melhor, mas ele vai continuar sempre sem lucidez e sem memória do passado. Essa é a contradição. Ele ainda tá na perturbação, mas ele dá a entender que tá saindo dela, mas não volta a lucidez, porque nada ele entende, nada ele sabe explicar. E ele nunca fala do das vidas passadas, ele nunca recobra a memória do

perturbação, mas ele dá a entender que tá saindo dela, mas não volta a lucidez, porque nada ele entende, nada ele sabe explicar. E ele nunca fala do das vidas passadas, ele nunca recobra a memória do espírito. É a contradição. Ele narra metade como se ele tivesse saindo da perturbação, mas ele não recobra a lucidez e nem a memória do passado. É contraditório. Vamos seguir. 2 3 2 Podem os espíritos errantes ir a todos os mundos? Olha que pergunta interessante, porque já que o André Luiz morreu e foi para algum lugar, essa pergunta é interessante, né? Depende. Pelo simples fato de haver deixado o corpo, o espírito não se acha completamente despendido da matéria e continua a pertencer ao mundo onde acabou de viver. Onde acabou de viver não é um outro lugar. Ele fica ainda preso à terra ou outro do mesmo grau, a menos que durante a vida se tenha levado o que, aliás, constitui objetivo para que deve entender seus esforços. pois o contrário nunca se aperfeiçoaria. Mas não é o caso André Luiz. A gente tá vendo que ele, a gente leu até agora, ele não é o caso do que evoluiu e foi para outro planeta. Então ele tinha que estar na Terra. Mas agora vem interessante. Pode, no entanto, ir a alguns mundos superiores, mas na qualidade de estrangeiro. A bem dizer, consegue apenas entrevê-los de onde lhe nasce o desejo de melhorar-se para ser digno da felicidade de que gozam os que o habitam e poder habitá-lo mais tarde. Talvez, talvez, olha, tô tentando salvar o André Luiz. Talvez o André Luiz tenha ido para um mundo superior, visto aquele mundo e achado que aquilo era mundo espiritual. Talvez ele tivesse vendo o mundo dos encarnados. Por isso ele fez toda essa confusão. É uma possibilidade de explicar porque que existiu. André Luiz. é um espírito inferior, confuso, que enxergou o mundo, outros mundos encarnados e achou que era mundo espiritual e narrou como sendo mundo espiritual, mas ele não entendeu que não era mundo espiritual. É uma possibilidade. É uma possibilidade usando Kartec para

mundos encarnados e achou que era mundo espiritual e narrou como sendo mundo espiritual, mas ele não entendeu que não era mundo espiritual. É uma possibilidade. É uma possibilidade usando Kartec para tentar entender. 2 3 4 Ah, de fato, como já foi dito aqui, vem. É muito legal porque essas questões, quem defende André Luiz e as colônias sempre usa esses itens aqui, mas curiosamente o pessoal usa só os trechin que que interessa, né? Vamos ver. Há de fato, como já foi dito, mundos que servem de estações e de pontos de repouso aos espíritos errantes? Resposta: sim. a mundos particularmente destinados aos seres errantes. Errantes é o que tá fora do corpo, né? E que ainda tá tá esperando, ainda tem que reencarnar. Ele tá momentaneamente desencarnado. É o errante. Mundos que lhe podem servir de habitação temporária. Olha, o pessoal adora me mandar dois, três, qu para dizer quando é Luiz. Tá certo. Vamos analisar. Então tem mundos que o espírito pode ir e serve de habitação temporária. Espécies de bivacques, de campos onde descansem de uma de uma demasiado longa erraticidade. Estados estado esse sempre um tanto penoso. São, entre os outros mundos posições intermédias graduadas de acordo com a natureza dos espíritos que a elas podem ter acesso e onde eles gozam de maior ou menor bem-estar. Muita gente manda essa 2 3 4 dizendo, viu? Lá no livro dos espíritos já tá falando de uma espécie de colônia, só que ele não aprofundou. Será? Será que isso aqui tá se referindo exatamente à mesma coisa que André Luiz acabou de narrar? Vamos continuar lendo. Esses mundos são ao mesmo tempo habitados por seres corpóreos? Esses esses mundos que a gente acabou de ler na 234, ele pergunta na 236a se eles são habitados por seres corpóreos. Esses mundos que o pessoal usa para dizer que já tem André Luiz em Carté. Olha a resposta. Não. Estéril neles a superfície. Os que o habitam de nada precisam. os que o habitam, esses espíritos, porque não é ser corpóreo, porque ele acabou de dizer que não tem. Os espíritos que estão nesses

Não. Estéril neles a superfície. Os que o habitam de nada precisam. os que o habitam, esses espíritos, porque não é ser corpóreo, porque ele acabou de dizer que não tem. Os espíritos que estão nesses mundos, que o pessoal tá dizendo que aqui tá falando de nosso lar, de nada precisam. A gente acabou de ler o André Luiz falando em muro, porta, janela, sol, cama, comida, água. Então vocês não me veiam dizer que a 234 tá falando de colônia espiritual. Isso é desonestidade intelectual. Então há mundos que os espíritos podem ficar ali, mas primeiro eles não estão presos e não são cidades com necessidades materiais, como a questão tá mostrando. Então não venha dizer. Claro que não pode ser com necessidade material, com coisas materiais, com o espírito, não precisa disso. Mesmo os inferiores, que são justamente os errantes. Olha o comentário da da 236 de Kardec. Nada é inútil na natureza. Tudo tem um fim e uma destinação. Em em lugar algum há o vazio. Tudo é habitado. A há vida em toda parte. Eu já vi gente usar esses trechos aqui para defender colônia, mas eles usam só essas frases. Já vi autor pegar só 2 3 4 e só essa frase aqui para dizer, viu? Kardec tá dizendo que tem, mas ela não pega tudo porque são desonestos intelectuais. Eu tô mostrando tudo aqui. Quer ver o que ele vai dizer agora? Assim, durante a dilatada sucessão dos séculos, que passaram antes do aparecimento do homem na Terra, durante os lentos períodos de transição que as camadas geológicas atestam, antes mesmo da formação dos primeiros seres orgânicos, naquela massa informe, naquele áre do caos onde os elementos se achavam confusão, não havia ausência de vidas de vida. Olha agora a frase. Seres isentos de das nossas necessidades, das nossas sensações físicas, lá encontravam refúgio. Eu pergunto aos senhores que são honestos com que estão lendo, ele não tá dizendo o contrário de colônia espiritual? O pessoal usa trechos de Kardec, mas não mostra esses comentários dele. Ele tá dizendo seres isentos das nossas

são honestos com que estão lendo, ele não tá dizendo o contrário de colônia espiritual? O pessoal usa trechos de Kardec, mas não mostra esses comentários dele. Ele tá dizendo seres isentos das nossas necessidades, das nossas sensações físicas. Então não venha me dizer que esses mundos é colônia espiritual. Kardec já tava falando, é mentira. Vocês estão lendo comigo. Seres isentos nas nossas a gente acabou de ver André Luiz botando as necessidades e sensações físicas. Então não usem a 234 para dizer que defende o André Luiz. Isso é falso. Vocês estão lendo comigo. Eu voltei. Vamos ver agora 240. A duração dos A duração os espíritos a compreendem como nós? Não. E daí vem que nem sempre nos compreendeis quando se trata de determinar datas ou épocas. Aqui eu tô falando, peguei as questões sobre o tempo, porque ele não diz que tem dia e noite, não tem horário lá em nosso lar, tem crepúsculo. O o o o Claro disse: "Eu volto de manhã lá". Então mostra eles vivendo numa rotina temporal igual a nossa. Manhã, tarde, noite, relógio, deve ter fuso horário também. E olha o que que ele tá dizendo aqui. Os espíritos vivem fora do tempo como o compreendemos. Os, vocês estão lendo comigo, não é o Michel falando. Os espíritos vivem fora do tempo como o compreendemos. A duração para eles deixa, por assim dizer, de existir. Mas é claro, a nossa rotina de tempo é porque a gente tá preso num corpo, num planeta que tá gerando. Não faz sentido o espírito tá para ele não é a mesma coisa, porque ele não dorme, não, não, não tem rotação, é outra coisa. Não dá para medir o tempo igual. Por isso que faz sentido o que tá em Kardec e não faz sentido o que tá em André Luiz. Os séculos para nós tão longos não passam aos olhos deles de instantes que se perdem na eternidade. Do mesmo modo que os relevos do solos se apagam e desaparecem para quem se eleva no espaço. Então nota, todo momento o livro dos espíritos está contradizendo o nosso lar. Segue. Já tendo o espírito vivido a vida espírita antes da sua encarnação,

am e desaparecem para quem se eleva no espaço. Então nota, todo momento o livro dos espíritos está contradizendo o nosso lar. Segue. Já tendo o espírito vivido a vida espírita antes da sua encarnação, como se explica o seu espanto ao reengressar no mundo dos espíritos? Questão 319 do livro dos espíritos. É o espanto do André Luís, né? Macardec pergunta: "Já tendo vivido a vida espírita, ele já viveu várias vezes, ele veio de lá e já morreu várias vezes. Por que que ele tem um espanto quando regressa?" Olha a resposta. E isso é apenas o efeito do momento e da perturbação que se segue ao despertar do espírito. Mais tarde ele se vai inteirando perfeitamente da sua condição à medida que ele volta à lembrança do passado e que a impressão da vida terrena se lhe apaga. Então vejam que é o contrário de como o André Luiz coloca. O André Luiz, ele vai se esclarecendo, ele não lembra do passado, ele continua com o espanto e ele, ao invés de ele, a impressão da vida terrena se apagar, ela se intensifica. Notem a contradição? Porque quanto mais ele aprofunda no nos estudos dele em nosso lar, em todas as obras dele, mais materializado ele vai deixando mundo dos espíritos. Então veja que é o oposto e ele não fala do passado. Então é claro, o espírito pode ficar espantado quando volta pro mundo dos espíritos, mas é momentâneo durante a perturbação. Passou isso, o espírito lembra, claro, ele já morreu várias vezes, mas não tem isso, André Luiz. Ele continua sempre espantado, sempre com as ideias terrenas e não lema do passado. Tudo que a gente mostra é sempre contraditório com a obra do André Luiz. Agora vamos paraa questão dos lugares. 966. Quando tem só o número é o livro dos espíritos, tá? Por que das penas e gozos da vida futura faz o homem muitas vezes a tão grosseira e absurda ideia? Porque por que que eu botei essa questão aqui? Porque a gente tem que refletir por que que o André Luiz narrou tudo isso? É o que as pessoas me perguntam, mas se não é real, Michel, por que que

ideia? Porque por que que eu botei essa questão aqui? Porque a gente tem que refletir por que que o André Luiz narrou tudo isso? É o que as pessoas me perguntam, mas se não é real, Michel, por que que ele disse? Aí eu fico com o professor Cosmass pergunta para ele. Quem tem que responder é ele. Quem tem que responder todos os problemas lógicos, filosóficos, científicos e éticos da obra é ele, porque ele colocou. Mas a gente pode tentar entender com a obra de Kardecusão para saber que não é daquele jeito. Por que ele fez, a gente não sabe. O que a gente pode refletir é que não pode ser assim com a obra de Kardec. Olha o que que eles explicam. Inteligência que ainda não se desenvolveu suficientemente. Compreende a criança as coisas como um adulto? Isso ou demais depende também do que se lhe ensinou. Aí é que há necessidade de uma reforma muito incompleta. É a vossa linguagem para exprimir o que está fora de vós. Olha só a ideia do que os espíritos dizem. A nossa linguagem é incompleta, por isso que a gente não consegue exprimir o que tá fora do nosso círculo de percepções e sensações. Teve-se então que recorrer a comparações, que é exatamente o que o André Luiz faz. Ele fica comparando o mundo dos speeds com as nossas coisas da terra e que tomaste como realidade as imagens e figuras que serviram para essas comparações. Olha só, então, muitos espíritos usam uma linguagem e o erro é nosso de achar que é assim. a gente que toma por realidade, porque a gente não aprendeu com o livro dos espíritos a interpretar o que os espíritos dizem, os inferiores, que é o caso do André Luiz. Ele quer usar uma linguagem para explicar o que ele tá vendo e sentindo. E aí ele faz, ele usa a nossa linguagem para dizer que como se tivesse semelhança. Mas não pode ser assim. Aí tem gente que diz assim: "Mas como é que é? Não sabemos justamente porque eu não tenho linguagem. para definir qual foi a sabedoria dos espíritos superiores de verdade, Norve de Kardec, como não tem palavras para definir uma realidade que a gente não

bemos justamente porque eu não tenho linguagem. para definir qual foi a sabedoria dos espíritos superiores de verdade, Norve de Kardec, como não tem palavras para definir uma realidade que a gente não conhece no corpo, eles não fizeram essas comparações. Por quê? Porque a gente tomaria como verdade e não são. Então, em vez do O que que o movimento espírita pensa? Kardec não falou, aí veio o André Luiz e falou, trouxe mais detalhes. Não, Kardec não falou justamente para não criar confusão. André Luiz falou e criou confusão. Então a escolha de Kardec foi inteligente, a do André Luiz é a do espírito inferior p do sábio que fala o que o que acha que vem na telha, mas ele não tá falando a realidade verdadeira. O espírito superior diz assim: "Não tem como eu explicar com as vossas palavras e vocês vão fazer confusão". Então não tem essa de que André Luiz completou não. André Luiz cometeu um erro porque é inferior pseudo sábio que os espíritos superiores não cometeram. É melhor dizer não dá para saber, não dá para falar, aguarde, porque logo a gente sai do corpo e vai saber do que criar toda uma linguagem usando as nossas palavras e dar uma noção falsa incompleta que daria confusão. Então a resposta do espiritismo em Kardec é muito simples. Não sei, não sabemos como é que é fisicamente lado de lá, mas os espíritos que tentarem mostrar que é igual estão errados. que não pode ser assim, porque a gente viu as contradições que geram. A medida, porém, que o homem se instrui, melhor vai compreendendo a sua linguagem, o que a sua linguagem não pode exprimir. Quanto mais a gente estuda Kardec, aí a gente entende justamente os limites da linguagem para exprimir uma realidade que a gente só vai a gente só vai entender com o que a gente vive aqui. Mas não é assim. Mas os inferiores vão tentar usar a linguagem daqui. Aí você vai achar que entendeu, mas é ilusão. Não é assim. Você tá se iludindo com André Luiz achando que tá tendo mais conhecimento que a obra de Kardec, mas você tá se

tentar usar a linguagem daqui. Aí você vai achar que entendeu, mas é ilusão. Não é assim. Você tá se iludindo com André Luiz achando que tá tendo mais conhecimento que a obra de Kardec, mas você tá se iludindo porque é um conhecimento limitado e falso, ilusório. Então não pode ser assim. Ah, mas como é que é? Não sabemos. É melhor o não sabemos do que uma ideia falsa. Ou você prefere uma ideia falsa do que o não sabemos? E enquanto você fica distraído com as ideias falsas, aí você não dá bola porque é o mais importante. Nota, esse é o mal, é o erro. É simples de entender. Basta irracional ou teimoso. Não é difícil de entender o que a gente tá colocando e o que a obra coloca. Comentário de Kardec item 973. das penas eigos da alma após a morte, forma o homem ideia mais ou menos elevada, conforme o estado da sua inteligência. Quanto mais ele se desenvolve, tanto mais essa ideia se apura escoima da matéria. Quanto mais eu vou entendendo, mais eu vou vendo que ela é diferente da nossa realidade material. Olha, compreende as coisas de um ponto de vista mais racional, deixando de tomar ao pé da letra as imagens de uma linguagem figurada. Olha só, meu Deus. Kardec André Luiz evoluiu Kardec, a gente vai ficando mais racional, a gente para de levar o pé da letra as imagens de uma linguagem figurada. Então eu não vou pegar a obra de Kardec, de André Luiz, jogar a razão fora e achar: "Meu Deus, é assim, é um mundo fantástico". Não. Ensinando-nos que a alma é um ser todo espiritual, todo espiritual, todo espiritual. A razão mais esclarecida nos diz, por isso mesmo, que ela não pode ser atingida pelas impressões que apenas sobre a matéria atuam. Precisa ser mais claro do que isso que já tava lá no livro dos espíritos. A razão mais esclarecida diz: "Claro, é o ser espiritual, ele não pode ter necessidades materiais, corpo material, doença material, cama, móveis, comida. água. Não se segue, porém daí que esteja isento de sofrimentos, nem que não receba o castigo de suas faltas. Claro

de ter necessidades materiais, corpo material, doença material, cama, móveis, comida. água. Não se segue, porém daí que esteja isento de sofrimentos, nem que não receba o castigo de suas faltas. Claro que o espírito sofre, mas não é materiale. É muito claro, é muito simples o que tá na obra de Kardec e é completamente o contrário do que afirma André Luiz. Vocês estão lendo comigo que a gente tá recém no terceiro capítulo. Não precisava a gente continuar fazendo projeto. Não precisava. Mas como as pessoas são teimosas, né? A gente quer deixar um projeto com tudo sendo analisado, porque aí que que as pessoas vão dizer? 974. De onde procede a doutrina do fogo do inferno? Olha lá. Imagem tomada como realidade, como tantas outras. Imagem tomada como realidade, como tantas outras. Essas ideias de lugares físicos no mundo espiritual, que é desde a antiguidade. André Luiz não fez nenhuma novidade. A pessoal, ai, a novidade, o que Kardec não poôde tratar. Isso já existia antes. Kardec são imagens que a gente toma como realidade por ignorância. Mas aí Kardec aqui pega um aspecto interessante, tá? Mas mesmo que seja de imagem, isso não tem um resultado, não faz as pessoas serem mais moralizadas? Que algumas pessoas vão dizer, mas é importante. Algumas pessoas elas só vão se moralizar com essas ideias. Não é importante ter uma obra como do André Luiz. Tá tudo bem, Michel. Não é como o André Luiz falou, mas ela não tem uma utilidade de fazer as pessoas pensarem na vida futura. Olha a pergunta a mas o temor desse fogo não produzirá bom resultado? Olha a resposta. Vede se serve de freio mesmo entre os que o ensinam. Se ensinardes coisas que mais tarde a razão vem arrepelir, causareis uma impressão que não será do orador e nem salutar. Então é uma ilusão a gente achar que dando uma coisa falsa e irracional, isso vai ajudar na moralização, porque nunca ajudou. Vejam que todos os séculos e séculos de ideias de fogo infernal que a igreja colocou não serviu pra humanidade parar de se

oisa falsa e irracional, isso vai ajudar na moralização, porque nunca ajudou. Vejam que todos os séculos e séculos de ideias de fogo infernal que a igreja colocou não serviu pra humanidade parar de se matar, de ser violenta. Assim como as ideias André Luiz não modificou os espíritas. O espírita continua orgulhoso, teimoso, egoísta, vaidoso, muitos corruptos, maldosos, não muda. Não adianta eu criar uma coisa irracional, porque a gente só vai mudar verdadeiramente quando eu dei algo sólido, a fé raciocinada que nenhuma que pode enfrentar a razão face a face em todas as épocas da humanidade. Essa é duradora. Se eu der ideias que depois a pessoa raciocina, por isso que o movimento esp tá acabando, por isso que não mudou o planeta, não mudou nem o Brasil, nosso lar não mudou nem o Brasil, quanto mais o planeta, porque a pessoa olha aquilo ali, ela não leva a sério, porque é fantasioso demais, não mexe verdadeiramente com o interior da pessoa. É muito mais vantajoso é o da Kardec. Ó o comentário de Kardec. Impotente para na sua linguagem definir a natureza daqueles sofrimentos impotente na sua linguagem. O homem não encontrou comparação mais enérgica do que a do fogo, pois para ele o fogo é o tipo mais cruel. é o tipo do mais cruel suplício e o símbolo da ação mais vigorosa. Então, a gente precisava de uma linguagem que a gente usa para dar uma ideia do sofrimento após a morte. Qual é a ideia material que a gente tem de maior sofrimento? a pessoa sendo queimada viva. Então, a gente criou a ideia de um fogo do inferno. Então, a gente tende a materializar a vida após a morte para tentar com essa materialização freiar as pessoas aqui, fazer elas pensarem, mudarem seu comportamento. Foi isso que causou essas doutrinas como céu inferno ou como a do André Luiz. Por isso é que a crença no fogo eterno data do mais remoto antiguidade, tendoas os povos modernos dados dos mais antigos. Por isso é também que o homem diz em sua linguagem figurada o fogo das paixões, abrasar de amor, de ciúme.

ogo eterno data do mais remoto antiguidade, tendoas os povos modernos dados dos mais antigos. Por isso é também que o homem diz em sua linguagem figurada o fogo das paixões, abrasar de amor, de ciúme. Então ele tá explicando aqui por que essas ideias têm popularidade. Por que que o André Luiz tem popularidade? Porque são ideias que já vêm no catolicismo, que já vem dos pagãos. As pessoas elas elas materializam porque tem as ideias limitadas e ela elas acham que essas ideias vão frear a sua vida moral aqui. Ela pensando: "Nossa, eu vou fazer o bem porque eu não quero queimar no fogo do inferno". Isso explica porque que essas ideias têm popularidade, mas como elas não são verdadeiras, com o tempo a pessoa não leva a sério. 1012. De acordo então com o que vim de dizer, o inferno e o paraíso não existem. Tais como o homem a imagina, os imagina. Olha, tava tudo no livro dos espíritos, a gente não leu o livro dos espíritos. Se a gente tivesse lido, a gente não tinha dado a importância para essa obra do André Luiz, como a gente deu. Olha a resposta. São simples alegorias por toda parte. Há espíritos ditosos e desditosos por toda parte. Então não tem um lugar lá que ele tá sofrendo ou que ele tá bem. Entretanto, conforme também já dissemos, os espíritos de uma mesma ordem se reúnem por simpatia, mas podem reunir-se onde queiram quando são perfeitos. Aí vem Kardec, né? A localização absoluta das regiões. A localização absoluta das regiões, das penas e das recompensas, só na imaginação do homem existe. Olha o que ele tá dizendo. Não localize as coisas de uma maneira absoluta no mundo espiritual. Que que é localizar de forma absoluta? Eu dar um lugar determinado como uma cidade, como uma cidade com muro, como um local como umbral, que é localização absoluta, ou seja, é um lugar assim, ele é assim como qualquer lugar. A minha casa é uma localização absoluta, ela tá aqui, ela fica aqui, eu saio daqui, ela continua aqui do jeito que é, com as características que tem. Exatamente. Essa é a ideia de casa, de

quer lugar. A minha casa é uma localização absoluta, ela tá aqui, ela fica aqui, eu saio daqui, ela continua aqui do jeito que é, com as características que tem. Exatamente. Essa é a ideia de casa, de cidade. Claro que localização existe. Óbvio, é até contraditório dizer, não há localização. A gente sempre tá em algum lugar. Por isso que ele diz que a localização absoluta é que só existe na imaginação. É tentar determinar que tem um lugar específico. Eu já vi gente usando essa frase de Kardec para defender Colônia. Não, mas aqui Kardec fala em localização absoluta. Ele não, ele tá falando de céu e inferno. Ele não tá falando das colônias. E qual é a diferença de céu e inferno para as colônias e para umbral? É a mesma. Então mesmo as frases de Kardec que servem para destruir a ideias das colônias, tem pasmen espírita, que usa essas frases para achar que Kardec tava defendendo. Mas a pessoa que faz isso não usa a próxima frase que tá ali, ela só usa a primeira frase. Já vi autor pegar essa primeira frase para defender, mas por que que ele não colocou o resto? Olha o que Kardec diz. provém da sua tendência a materializar e circunscrever as coisas cuja essência infinita não lhe é possível compreender. A gente tende a materializar as coisas porque a gente não compreende. Essa frase o autor não usou curiosamente. Então não tem. Se eu pegar Kardeca, não tem como eu pegar e defender as obras que vieram depois. Os autores que fazem isso, já tive autor que me mandou seus livros, que eu os li. O autor faz assim, para defender a ideia das colônias, ele fica recortando Kardec, mas daí os trechos que contradiz o que ele o que ele tá falando, ele não mostra. Bom, mas aí não é honesto intelectualmente, né? Tá muito claro em que Kardecina com o nosso lar, com André Luiz e nem com Colônias. Tá muito claro para quem lê tudo e para quem leu honestamente. 1014. Como se explica que espíritos, cuja superioridade se revela na linguagem de que usam, tenho respondido a pessoas muito sérias a respeito do

claro para quem lê tudo e para quem leu honestamente. 1014. Como se explica que espíritos, cuja superioridade se revela na linguagem de que usam, tenho respondido a pessoas muito sérias a respeito do inferno e do purgatório, de conformidade com as ideias correntes? Então, Carnec faz uma pergunta interessante. Como é que pode alguns espíritos ter então falado sobre isso? e espíritos que pareciam superiores, né? Por que que muitos espíritos falavam através das comunicações desses lugares? A ideia de inferno, purgatório, céu, tinha espíritos que comunicavam dizendo que havia. Kardec entender por como é que explica isso se não tem? Olha que pergunta boa. Agora vem a resposta. é que falam uma linguagem que possa ser compreendida pelas pessoas que os interrogam. Quando essas se mostram embuídas de certas ideias, eles evitam chocá-las muito bruscamente, a fim de lesão ferir as convicções. Se um espírito dissesse a um muçulmano sem precauções oratórias que Maomé não foi profeta, seria muito mal acolhido. Então, olha essa primeira parte aqui do que Kardec tá falando. Muitos espíritos eles não vão ferir as crenças. das pessoas. Então, a pessoa já tem uma crença forte nisso. Eles não vão chegar e dizer: "Isso não existe, até porque ele não seria nem ouvido, né? Mas são as pessoas que têm essas crenças. Eu não vou escrever uma obra espírita chamando de espírita, colocando essas crenças, percebe? Se eu vou escrever uma obra espírita, que é inclusive como o Emanuel disse que o André Luiz ia fazer, que ele ia trazer uma contribuição pro Espiritismo, o Espiritismo não tem essas ideias, então eu não preciso colocar elas. Se ele tivesse falando com outras com outras pessoas, aí tudo bem. Mas aí o espírita ele tem esse cuidado quando ele fala com grupos religiosos. Os espíritos não vão se eles eles estão preocupados em ajudar, eles não vão ferir essas crenças. Eles vão usar essas crenças para levar à moralização e no momento oportuno eles vão ajudando a pessoa a entender que não é literal

s eles estão preocupados em ajudar, eles não vão ferir essas crenças. Eles vão usar essas crenças para levar à moralização e no momento oportuno eles vão ajudando a pessoa a entender que não é literal essas ideias. Esse é um ponto. Faz todo sentido a resposta. E muito cuidado, eu já vi autor criticar Kardec por causa dessa última frase aqui. Se um espírito dissesse a um muçulmano sem precauções oratórias que Maomé não foi profeta, seria muito mal acolhido. Aí tem gente dizendo assim: "Olha, Kardec tá dizendo que Maomé não foi profeta, que falta de respeito com o islamismo." Senhoras e senhores, pelo amor de Deus, a capacidade interpretativa às vezes das pessoas é surreal. Ele não tá afirmando isso. Ele tá falando se é um exemplo. É um exemplo. Ele tá querendo mostrar um exemplo. Se eu chegasse para muçulmano e dissesse que Maomé não foi profeta, ela a pessoa não ia ser não ia ser escutada. Então não é Kardec tá afirmando que é isso. Só para salientar, porque vocês devem ver já tem tem gente aí colocando isso como uma crítica Kardec. Aliás, é tão feio a pessoa que não entende Kardec e quer criticar Kardec, né? Fica feio para ela. 104A. Agora Kardec vai dizer: "Concebe-se que assim procedam os espíritos que nos querem instruir." Então tá, ele olha a pergunta sábia que ele faz. Eu entendo que para não ferir a crença pessoal, eles eles não digam que aquilo não existe e falem de acordo com a crença da pessoa. Faz sentido, mas o que ele quer saber. Como porém se explica que interrogados acerca da situação em que se achavam, alguns espíritos tenham respondido que sofriam as torturas do inferno ou do purgatório. Então agora é diferente. Cadê que ess não não tudo bem pode ter espírit para instruir eles não chocam, né? Eles não vão falar contra a ideia do céu, do inferno, não vão. Mas tem espíritos que a gente perguntou o que que eles estavam sofrendo e eles afirmaram que estavam sofrendo as torturas do inferno. Como é que explica isso aí? Não é uma questão de respeitar a crença da pessoa, é

tos que a gente perguntou o que que eles estavam sofrendo e eles afirmaram que estavam sofrendo as torturas do inferno. Como é que explica isso aí? Não é uma questão de respeitar a crença da pessoa, é colocar uma informação como algo que tá acontecendo. Olha a resposta. Quando são inferiores, a gente já sabe que André Luiz é, né? E ainda não completamente desmaterializados. A gente sabe que o André Luiz não é, porque tudo para ele é igual a matéria, né? Os espíritos conservam uma parte de suas ideias terrenas. Os espíritos conservam uma parte de suas ideias terrenas. Tão lendo isso? E para dar suas impressões se servem dos termos que lhe são familiares. Veja que aqui a gente consegue explicar o André Luiz. Ele é apegado à matéria. Na cabeça dele, o único jeito de explicar tudo que ele tá sofrendo é usar o quê? As nossas as nossas impressões. Olha, eu fui resgatado, eu fui para um hospital, eu tive que comer, eu tive que tomar remédio, tinha sol, tinha luz, tinha janela, tinha. Mas é porque é um espírito inferior. A gente tem que aprender a ler o que eles estão falando e não tomar o pé da letra e achar que completa. Kardec. A 107 é muito interessante. Alguns espíritos disseram estar habitando. Olha só, ele segue nesse assunto que é o que a gente tá lendo. André Luía segue estar habitando. Eles disseram que estão habitando quarto e quinto céus, etc. O que que quer dizer com isso? Pergunta boa. Por que que eles dizem isso que estão habitando lugares, o quarto, quinto céu, que tá ligado ao André Luiz? Por que que ele tá dizendo que tá habitando num lugar que tem que tem hospital e que tem isso, que tem aquilo? Por que que esses pis dizem isso? Eu posso pegar, estender a lógica da pergunta pro caso do André Luiz, que a qual que é a ideia do projeto é justamente isso, usar Kardec para entender e criticar o André Luiz, né? Se lhe perguntais que céu habitam, é que formais ideias de muitos céus dispostos, como os andares de uma casa. Eles então respondem de acordo com a vossa linguagem.

tender e criticar o André Luiz, né? Se lhe perguntais que céu habitam, é que formais ideias de muitos céus dispostos, como os andares de uma casa. Eles então respondem de acordo com a vossa linguagem. Mas por essas palavras, quarto e quinto céus, exprimem diferentes graus de purificação e, por conseguinte, de felicidade. Então, se você perguntar assim para eles com dessa maneira, eles usam a forma que você perguntou para mostrar as diferenças que há entre os diferentes níveis que os espíritos vivem. Eles podem usar metaforicamente. É exatamente quando se pergunta a um espírito se está no inferno. Se for desgraçado, dirá sim. Porque para ele inferno é sinônimo de sofrimento. Sabe, porém muito bem que não é uma fornalha. Um pagão diria estar no tárra. Olha que interessante. Então você o problema tá como eu pergunto e como eu interpreto a resposta. O que que a gente vai aprender com o espiritismo? É justamente a entender isso e não levar o pé da letra como uma realidade. Então se tu pergunta pro espírito, se ele tá no inferno, ele diz assim: "Olha, eu tô sofrendo para mim. Isso é sinônimo de inferno". Então tô assim, você tem que saber ler o que o Espírito inferior tá dizendo, porque não é necessariamente muito claro. Problema é você não saber ler, o problema é você levar o pé da letra. Continua a resposta. O mesmo ocorre com outras, olha isso que ele diz aqui. O mesmo ocorre com outras expressões análogas, tais como, olha aqui, pessoal, cidade das flores, cidade dos eleitos. primeira, segunda ou terceira esfera, etc. Que apenas são alegorias usadas por alguns espíritos, quer como figuras, quer algumas vezes por ignorância da realidade das coisas e até das mais simples noções científicas. Tá tudo em Kardec. Olha o que ele tá dizendo. Alguns espíritos dizem: "Eu tô na cidade das flores". Olha como já era da época de Kardec. Já era da época de Kardec. Já existia espíritos falando em cidades, tá aqui na 1017. E que Kardec vai dizer? Não é assim mesmo. Não. Por ignorância da realidade das coisas,

já era da época de Kardec. Já era da época de Kardec. Já existia espíritos falando em cidades, tá aqui na 1017. E que Kardec vai dizer? Não é assim mesmo. Não. Por ignorância da realidade das coisas, o espírito pode dizer que é assim. Ele não entende. Ele tá confuso. Ele é inferior, ele é ignorante. Vejam ele explicando porque que não é assim. Já tá aqui em Kardec para você me dizer. Depois de Kardec evoluiu, já tá aqui, ele já atacou a questão, tá aqui, tá ali. Ou ele tá usando como uma linguagem figurada e você tá interpretando ao pé da letra, ou se ele tá falando como realidade, é porque ele é ignorante da realidade, das coisas, ele não sabe explicar. Aí ele diz: "Eu tô numa cidade" assim, mas é erro dele e erro seu. Interpretar como se fosse real. Então, depois de tudo que a gente acabou de ler, a gente usa Kardec para saber ler aquilo e não para dizer que o espírito completou Kardec. De acordo com a ideia restrita que se fazia outro outrora dos lugares das penas e das recompensas e sobretudo de acordo com a opinião de que a Terra era o centro do universo, de que o firmamento formava uma bóbada e que havia uma região das estrelas, o céu era situado no alto e o inferno embaixo. Era muito natural as pessoas, como é que as pessoas imaginavam que a Terra era o centro do universo? que tinha em cima, que tinha embaixo. Então, naturalmente que ela criou a ideia, o inferno tá embaixo, ela tá em cima, ela foi localizando. Mas a gente soube depois com a ciência que não é assim. Daí as expressões subir ao céu, estar no mais alto do céu, ser precipitado nos infernos. E é curioso porque o André Luiz usa a mesma linguagem e ele fala subir para o nosso lar, descer para o umbral. Tem uma hora que ele vai falar, a gente vai ver no livro que tem algo dentro da terra. Olha, o André Luiz tá reproduzindo as ideias de céu e inferno e a gente levou a sério ao pé da letra. Olha o que que diz Kardec. Hoje que a ciência demonstrou ser a terra apenas, entre tantos milhões de outros, um dos

z tá reproduzindo as ideias de céu e inferno e a gente levou a sério ao pé da letra. Olha o que que diz Kardec. Hoje que a ciência demonstrou ser a terra apenas, entre tantos milhões de outros, um dos menores mundos sem importância especial, que traçou a história da sua formação e descreveu a constituição, que provou ser infinito o espaço, não haver alto nem baixo no universo, teve-se que renunciar a situar o céu acima das nuvens e o inferno nos lugares inferiores. Acabou essa ideia com a ciência, com a ciência, o que dirá com o espiritismo, a ciência espírita. Não tem mais em cima e embaixo, porque para cima é infinito, para baixo é infinito. E dentro da Terra a gente sabe que tem o quê? Tem camadas geológicas. Não tem mais lugar. O André Luiz recupera o lugar. Volta a colocar no mundo dos espíritos, materializar. Kardec vai. Quantos textos a gente tá recendo, no terceiro capítulo, a gente já mostrou contradizendo isso. É a gente que tá entendendo errado e idolatrando um espírito pseudo sábio. Bom, 1:45. Quero dizer a todos, quem não gosta de estudar e só gosta de coisa rápida, você tá no lugar errado. Precisar dar uma descansada aí, olha depois. Mais vamos agora paraa parte final pra gente entender algumas questões. O que que a gente vai ver agora para finalizar a questão, lembra que o o Clarência tinha um cajado luminoso? Deram para André Luiz, tinha para André Luiz deram cama. Nota esses objetos que André Luiz vai narrando durante toda a obra. A gente vai ver como é que o espiritismo estuda isso, as questão dos objetos, das chamadas formações fluídicas dos espíritos. Porque muita gente vai dizer para defender o André Luiz ou para defender as colônias, não é que os espíritos plasmam com pensamento aqueles objetos, aqueles lugares. É uma cidade plasmada. A gente vai ver como é que o espiritismo em Kardec trata essas questões para ver como não é assim como as pessoas colocam. Ele é engraçado, as pessoas usam trechos da obra de Kardec para confirmar o André Luiz, mas elas

o é que o espiritismo em Kardec trata essas questões para ver como não é assim como as pessoas colocam. Ele é engraçado, as pessoas usam trechos da obra de Kardec para confirmar o André Luiz, mas elas não pegam Kardec completo. Então olha, olha como é falta de honestidade, honestidade intelectual, tá? E coerência. Você não pode pegar só o que lhe interessa para pegar. Eu pego um ponto aqui, pego um retalho, monto aqui para dizer que uma coisa não, eu tenho que pegar a teoria como um todo. E a gente vai estudar isso juntos agora, tá? A gente vai estudar isso. Eu quero tirar aqui porque agora eu quero colocar lá, eu quero colocar lá no Kardec Pédia pra gente ler junto, tá? No livro dos médiuns tem um capítulo que ele trata justamente do laboratório do mundo invisível, que é justamente o capítulo em que ele vai vai mostrar as contradições do que ele explica nesse capítulo com essas obras de colônias que vieram depois. E mais uma vez eu digo, senhoras e senhores, pasmem. Eu já vi espírita escrevendo livro para defender as colônias, usando como justificativa o o capítulo do laboratório do Mundo Invisível. É tão fanático, fanática essa ideia que esses espíritos colocaram, que a pessoa chega a pegar o texto que tá dizendo o contrário e achar que tá apoiando. Já vi vários espíritos fazer isso. Agora a gente vai ler junto o capítulo e vai ver se é esse capítulo apoia ou não as obras do André Luiz e as que vieram semelhantes. Vamos ler junto. Eu quero colocar aqui para vocês é o capítulo oito da segunda parte do livro dos médiuns do laboratório do mundo invisível. A gente vai ler as questões do item 128 em que Kardec discute isso com São Luís. Deixa eu aumentar a tela para vocês aqui. Acho que já ficou um pouco melhor, né? Deixa eu aumentar mais ainda. Acho que aqui vai ficar melhor. É, acho que o maior é assim. tentar diminuir mais aqui. Acho que aqui tá bom. Ver se assim, acho que assim fica melhor, né? Vocês conseguem ver? Então vamos estudar junto agora essa questão. Eu não vou pegar o

ue o maior é assim. tentar diminuir mais aqui. Acho que aqui tá bom. Ver se assim, acho que assim fica melhor, né? Vocês conseguem ver? Então vamos estudar junto agora essa questão. Eu não vou pegar o capítulo inteiro, não tem necessidade. Mas item 128. Foi o Espírito São Luís quem nos deu essa solução mediante respostas seguintes. Vamos entender. Primeira, citamos um caso de aparição do espírito de uma pessoa viva. Esse espírito tinha uma caixa de rapé do qual tomava pitadas. Experimentava ele a sensação que experimenta o indivíduo que faz o mesmo? Resposta do São Luís, não. Então, para contextualizar, a gente tem um caso que ele cita ali no livro dos médiuns de um espírito que apareceu para uma senhora e ele segurava uma caixa de rapé como se fosse um cachimbo, né? E e dava umas pitada. O espírito apareceu fazendo isso, mas esse espírito não era de um desencarnado, era de uma pessoa viva que era vizinho dessa senhora. Então ele dormia lá na casa dele e aparecia em espírito na casa dessa senhora. E em espírito ele tava com a a caixa de rapé, com vamos imaginar essa esse cachimbo, né? ainda dava uma pitada como espírito, mas encarnado vivo, ele tinha realmente um um cachimbo em que ele pitava. Mas agora Kardec quer saber se como espiritual fazer isso experimentava ele a sensação que experimenta o indivíduo, o encarnado que faz o mesmo. Então agora olha, Kardec tá pegando um objeto apresentado no mundo dos espíritos, sendo utilizado pelo espírito e comparando com o mesmo objeto dos encarnados. Então, vejam que tá diretamente ligado à obra do André Luiz, porque Kardec tá comparando algo do mundo dos espíritos com o mundo material. Ele experimenta a mesma sensação. Olha a resposta do São Luís. Não começa assim. Vamos entender mais. Aquela caixa de rapé tinha a forma da de que ele se servia habitualmente e que se achava guardado em sua casa. que era dita caixa nas mãos da aparição. Então, olha, Kardec entender mais. A verdadeira, o verdadeiro cachimbo que era do mundo material tava lá na casa do

mente e que se achava guardado em sua casa. que era dita caixa nas mãos da aparição. Então, olha, Kardec entender mais. A verdadeira, o verdadeiro cachimbo que era do mundo material tava lá na casa do do vizinho com ele dormindo, tava lá numa gaveta guardado em algum lugar. Aquela que ele aparecia em espírito era era o quê? Que não é a mesma. A verdadeira material tá lá na casa dele guardado. O que que era essa que ele aparecia agora em espírito que era igual à aquela? Resposta do André Luiz. Uma aparência. Uma aparência. Olha o lá. Para onde que os espíritos superiores de verdade na de Kardec vão levar essas questões de objetos no mundo dos espíritos? É uma aparência. Ah, mas para quê? Lembra que quando eu falava, a gente tava lendo junto o nosso lar, eu falava para vocês todos os momentos: "Para quê?" Mas para quê? Qual é a necessidade? E o André Luiz não dá aqui o São Luís, porque não é a obra ruim do André Luiz, é o São Luís, o verdadeiro espírito superior. Aqui ele explica, ele dá o porquê. Mas por que ele poderia fazer uma pergunta? Por que que o espírito apareceu com cachimbo? Aí aqui na obra de Kardec a gente tem os porquês. No André Luiz a gente não tem. Era para que a circunstância fosse notada, como realmente foi, e não tomassem a aparição por uma alucinação devido ao estado de saúde da vidente. O espírito queria que a senhora em questão acreditasse na realidade da sua presença e para isso tomou todas as todas as aparências da realidade. Então ele tá explicando porque ele apareceu inclusive com cachimbo para chamar a atenção da senhora, mas era só uma aparência para ele ser notado. Não é que ele no mundo dos espíritos, já que ele pitava em vida, no mundo dos espíritos, ele também pitava. Nota, ele não leva para esse lado a resposta. É só uma aparência para chamar a atenção da senhora. Tão vendo as respostas? A gente tá lendo junto. Vamos seguir. Dizes que era uma aparência, mas uma aparência nada tem de real. É como uma ilusão de ótica. desejáramos saber se aquela caixa de

senhora. Tão vendo as respostas? A gente tá lendo junto. Vamos seguir. Dizes que era uma aparência, mas uma aparência nada tem de real. É como uma ilusão de ótica. desejáramos saber se aquela caixa de rapé era apenas uma imagem, se em realidade ou se nela havia alguma coisa de material. Olha como Kardec é a precisão, né? Agora vem a resposta. Certamente é com o auxílio deste princípio material que o perespírito toma a aparência de vestuários semelhantes a que o espírito usava quando vivo. Atenção. Então essa aparência ela é feita com o princípio material que é o mesmo do perespírito. É uma aparência feita pelo espírito com os fluidos. materiais. Então, a o aquela aquele cachimbo foi feito pelo espírito da mesma maneira que o espírito faz os vestuários. O espírito se apresenta com roupa, se apresentou com objeto ali, com cachimbo. É uma aparência feita com os fluidos perespirituais. Agora a gente vai ver por que não vai passar disso. Como eu não posso achar que é a mesma coisa que algo material, que tem alguma utilidade pro espírito? Porque é só uma aparência, não é que tenha uma utilidade, é realmente uma aparência dada através do pensamento do espírito, manipulando os fluidos, mas só uma aparência com a utilidade de chamar atenção. Veja que não é uma aparência porque ele tem necessidade de pitar enquanto espírito, mas a gente vai ver mais a questão, mas vamos acompanhando o raciocínio. Olha a quarta questão. Darse a que a matéria inerte se desdobre. ou que haja no mundo invisível uma matéria essencial capaz de tomar a forma dos objetos que vemos numa palavra. Terão esses um duplo etéreo no mundo invisível, como os homens são nele representados pelos espíritos? Olha a pergunta sábia de Kardec. Será que no mundo dos espíritos a gente tem em estado fluídico a cópia de tudo que a gente tem aqui? Então não, ó, tem meu corpo material aqui no mundo dos espíritos, tem meu corpo perespiritual, mas aí tem minhas roupas aqui, tem as roupas no mundo espiritual, porque o espírito aparecia com roupa.

? Então não, ó, tem meu corpo material aqui no mundo dos espíritos, tem meu corpo perespiritual, mas aí tem minhas roupas aqui, tem as roupas no mundo espiritual, porque o espírito aparecia com roupa. Tem o cachimbo material aqui, tem a cópia fluídica correspondente no mundo espiritual. Por isso a ideia de um duplo etéreo. Kardec tá perguntando, o mundo invisível é assim? Ele tem cópias fluídicas de tudo que tem aqui? que é justamente a ideia central desses livros de colônias. Olha o que vai dizer São Luís. Não é assim que as coisas se passam. Sobre os elementos materiais disseminados por todos os pontos do espaço na vossa atmosfera, t os espíritos um poder de que de que estais longe de suspeitar. Podem, pois, eles concentrar a sua vontade esses elementos e dar-lhes a forma aparente que corresponda a dos objetos materiais. Então, olha só, atenção, não é que tenha uma cópia fluídica dos nossos objetos e coisas materiais no mundo dos espíritos. Então eu não tenho lá uma cópia, eu não tenho aqui, ó, esse esse smartphone, eu tenho smartphone fluídico. Ele tinha um cachimbo, tem o cachimbo fluídico. Não tem objetos, não tem. O espírito é que com a vontade concentrada modifica os fluidos e dá uma forma aparente. Então não é que esse senhor pegue lá o cachimbo fluídico e deixe numa mesa e saia andar no mundo dos espíritos. Os objetos no mundo dos espíritos paraa obra de Kardec existência, independência própria. Eles só existem enquanto o espírito tá ali formando ele, concentrando sua vontade. Se eu largar esse celular aqui em cima da mesa e viajar pro Japão, o celular vai continuar aqui. Inclusive, ele pode ser usado por outra pessoa. Entre os espíritos. Não é assim que as coisas se passam. O São Luís tá explicando. Então não tem um cachimbo lá que ele larga e guarda em algum lugar, não. Ele formou aquele cachimbo com a sua vontade, usando os fluidos perespirituais e deu aparência de cachimbo. Mas se ele parar de usar a sua vontade concentrada, não tem mais cachimbo, porque os elementos materiais estão

cachimbo com a sua vontade, usando os fluidos perespirituais e deu aparência de cachimbo. Mas se ele parar de usar a sua vontade concentrada, não tem mais cachimbo, porque os elementos materiais estão disseminados no espaço, como ele diz aqui na resposta. Então, não há objetos sozinhos, soltos, independentes no mundo dos espíritos. Não há. Só tem o que ele forma naquele momento que ele tá ali pensando. Deixou de pensar, não tem mais o objeto. Então, como é que vai ter muro, porta, janela, parede, cama, móveis, copo, talher, comida? teria que tá sempre alguém pensando naquilo, já que no na obra do nosso lar não é o André Luiz que tá pensando e formando aquilo. Ele mesmo tá contando que ele tá chegando num lugar que já tá lá. Vejam que não é a mesma coisa do que tá na obra de Kardec. Ah, mas será que então tem, Michel, um caso específico em que os espíritos superiores conseguem fazer com que fique aquele objeto e ele fique lá de uma maneira congelada? Primeira pergunta, para quê? Segunda pergunta, não sabemos para quê? Qual seria a utilidade disso? Ah, mas é pro porque o espírito tá muito apegado. Mas é muito mais fácil você fazer e desapegado do que criar toda uma realidade ilusória para depois desaparecer. Mas digamos que eu levasse essa hipótese. Bom, mas se eu for levar essa hipótese como verdadeira, eu tenho que me explica, eu tenho que ter uma explicação, um fundamento. O André Luiz só narra, ele não explica. Como eu falei lá no início do texto, ele diz assim: "Era ricamente mobiliado, mas para que que tem que ter riqueza de detalhes? Para quê? Vejam, se eu não respondo as questões, é isso que a gente tem que entender. Se eu não respondo os problemas ao afazer as afirmações, se eu não fundamento, se eu só gero contradições, eu não posso ficar usando a a imaginação hipoteticamente, ah, mas vai que algum Não é assim que se faz. Esse é o nosso equívoco, ingênuo de não entender como se faz ciência, que é o que as pessoas falam, falam. Ah, mas é que aqui nesse caso alguns espíritos

ah, mas vai que algum Não é assim que se faz. Esse é o nosso equívoco, ingênuo de não entender como se faz ciência, que é o que as pessoas falam, falam. Ah, mas é que aqui nesse caso alguns espíritos talvez você tá usando a imaginação para confirmar o que André Luiz tá dizendo, sendo que ele não explicou, ele não fundamentou. Eu não posso simplesmente hipoteticamente imaginar que seria possível. Ou eu explico ou não serve. Percebe? Não é assim que eu faço ciência. Só porque, ah, talvez seria possível. Nós já vamos ver isso aqui mesmo. Como eu não posso usar essa essa coisa hipotética, imaginativa, ah, mas é porque por logicamente pode ser possível, então isso justifica. A gente vai ver que não é assim. Tem muita coisa que logicamente a gente acha possível e a ciência mostra que não é quando eu tenho acesso aos fatos. Então não é só porque ai pode ser que no caso da história do André Luiz alguns espíritos congelaram aquela forma com Pode ser, não é ser. Então, no mínimo, você teria que dizer, é uma hipótese que André Luiz não responde, como ele não responde e ainda contradiz as obras de Kardec, eu fico com Kardec. Eu não posso considerar uma evolução, mas a gente vai ver que mesmo assim não serve. Vamos continuar. 2 horas já de estudo, hein? Formulo novamente a questão de modo categórico, a fim de evitar todo e qualquer equívoco. São alguma coisa as vés que os espíritos se cobrem? Kardec procurando, enquanto o André Luiz não explica nada, enquanto André Luiz é confuso, enquanto ele solta frase sem sentido, enquanto ele não fundamenta, enquanto Kardec exagera nas perguntas para deixar muito claro. Vejam a diferença, meu Deus. Parece-me que a minha resposta precedente resolve a questão. Não sabes que o próprio perespírito é alguma coisa? Então é alguma coisa. É formado dos fluídos perespirituais. Vamos ver para que caminho Kardec vai levar as questões. Resulta dessa explicação. Então, já que é uma uma coisa formada pela vontade do espírito, usando os fluidos perespirituais,

dos perespirituais. Vamos ver para que caminho Kardec vai levar as questões. Resulta dessa explicação. Então, já que é uma uma coisa formada pela vontade do espírito, usando os fluidos perespirituais, olha Kardec tentando fazer o que a gente tenta fazer, né? Vamos então usar a lógica para deduzir as consequências disso. Resulta dessa explicação que os espíritos fazem passar a matéria etéria pelas transformações que queiram. é o que resulta dessa explicação. Então eu posso pensar assim, bom, então os espits usam a vontade deles para modificar essa matéria etérea e fazer com que ela tenha o formato que for e que, portanto, com relação à caixa de rapé, o espírito não a encontrou completamente feita, fê-la ele próprio, no momento em que teve necessidade dela por ato de sua vontade. E do mesmo modo que a fez pode desfazê-la. Outro tanto, naturalmente se dá com todos os demais objetos, como vestuários, joias, etc. Será assim? Olha a pergunta de Kardec. Então, Kardec tá mostrando. Não existe uma uma caixa de rapé pronta no mundo dos espíritos que o espírito foi lá, buscou, não, ele criou com a sua vontade. Por isso ele diz: "Fê-la ele próprio." E do mesmo modo que fez, ele desfaz. Então, Cad quer saber? É assim que se explica todos os objetos em que os espíritos se apresentam? Resposta. Mas evidentemente. Então, ele deixa claro, não tem objeto pronto. Os espíritos fazem com o pensamento. A questão é que é o que os andré luizistas colocam. Então eles podem fazer uma cidade inteira e além de fazer uma cidade inteira, ela fica fixa. Vejam que eles estão pegando o princípio aqui e levando a um nível amplo. Percebe? É isso que os andré luizistas estão fazendo. Mas não é assim que eu estudo ciência. Porque pode ser um raciocínio que tenha coerência aparentemente, mas não corresponde aos fatos. Eu não posso achar assim: "Ah, o espírito pode imaginar um cachimbo criar ele. Então, logo os espíritos podem criar uma cidade inteira em que outras pessoas vivem dentro." Isso é outra questão aqui. Ele tá falando dos

r assim: "Ah, o espírito pode imaginar um cachimbo criar ele. Então, logo os espíritos podem criar uma cidade inteira em que outras pessoas vivem dentro." Isso é outra questão aqui. Ele tá falando dos objetos. Então, muito cuidado em você ficar ampliando a sua interpretação para algo que o texto não tá tratando. Muito cuidado que não é assim que se estuda ciência e filosofia. Mas nós já vamos pegar esse ponto. Vamos ver a próxima pergunta. A caixa de rapé se tornou tão visível para a senhora de que se trata que lhe produziu a ilusão de uma tabaqueira material. Ela achou que tava vendo mesmo. Teria o espírito podido tornar ela tangível para a mesma senhora? Teria. Então ela viu. Então ela viu o espírito ali com cachimbo. Ela ela produziu nela a ilusão que era uma uma tabaqueira real. Agora ele quer saber mais. Além de ser só aparente, poderia ser tangível. A senhora poderia pegar a tabaqueira que o espírito fez? Teria. Teria aqui no mundo encarnado. Olha agora a sequência que ele vai fazer. Tela-la aí, a senhora podido tomar nas mãos crente de estar segurando uma caixa de pé verdadeira? Sim. Então, não só o espírito pode criar a aparência do objeto, como dá ele até a tangibilidade de tu pensar que tá segurando um objeto real. Segue, Kardec. Se a abrisse, teria achado nela rapé. E se a aspirasse esse rapé, ele a faria espirrar? Sem dúvida. Olha ele levando, ele vejam que ele tá fazendo esse exercício de ir levando um passo atrás do outro, ampliando as consequências disso. O espírito poderia fazer ela pegar, ela poderia espirrar lá com a com a com o rapé dentro do do da tabaqueira. Poderia tudo isso, poderia. Aí você vai se empolgando e sendo bom. Então não tem limites isso, né? Vamos a indo. Pode então o espírito dar a um objeto não só a forma, mas também propriedades especiais, se o quiser. Baseado nesse princípio, foi que respondi afirmativamente às perguntas anteriores. Tereis provas da poderosa ação que os espíritos exercem sobre a matéria, ação que estáais longe

peciais, se o quiser. Baseado nesse princípio, foi que respondi afirmativamente às perguntas anteriores. Tereis provas da poderosa ação que os espíritos exercem sobre a matéria, ação que estáais longe de suspeitar, como eu disse há pouco. Então, nota, ele vai levando a questão para a gente pensar que isso não tem limites. Ele não só pode tornar ela tangível, pode fazer com que ela tenha os efeitos realmente ali de uma tabaqueira. A pessoa pode até espirrar com o pó ali, com rapé. E ainda ele tá perguntando, além da forma, ele dá propriedades especiais, porque que nem eu falei, fez a pessoa espirrar ele. Sim. Pode. Vamos. Suponhamos então que ficar que fizesse que quisesse fazer uma substância venenosa, se uma pessoa a ingerisse ficaria envenedada. Agora veja, Kardec começa a ampliar, ampliar, ampliar, ampliar a possibilidade e agora os espíritos começam a mostrar, opa, pera aí, não é, não é assim, não é ilimitado o processo. Teria podido, mas não faria por não lhe ser isso permitido. Opa, eu tenho uma primeira agora limitação. Ele poderia, ele como ele pode criar objetos e ainda dar propriedades para esses objetos, então a lógica diz: "Eu poderia então dar fazer um objeto com propriedades venenosas." E aí eles já dizem: "Não, mas não, ele não vai fazer isso porque não é permitido". Então vejam, não, não é algo que eu possa elevar o máximo na imaginação e dizer que tudo é possível. Tão percebendo? Segue. Poderá fazer uma substância salutar. Então agora não é venenosa e própria para curar uma enfermidade. E já se terá apresentado algum caso desses? Já muitas vezes, ó. Então para curar uma enfermidade eles poderiam ter feito e já muitas vezes foi feito. Veneno não, remédio. Sim. Os espíritos podem modificando o fluido, tornar ele inclusive salutar como um remédio que cura uma enfermidade. Veneno não. Segue. Nós já vamos ver onde é que tudo isso vai dar. Então poderia também fazer uma substância alimentar. Ó como Kardec é é inteligente da imaginação, né? Se eles podem fazer um remédio que eu posso

Segue. Nós já vamos ver onde é que tudo isso vai dar. Então poderia também fazer uma substância alimentar. Ó como Kardec é é inteligente da imaginação, né? Se eles podem fazer um remédio que eu posso inclusive tomar e me melhorar de saúde, eles não poderiam fazer uma comida. eu comer essa comida, ó, suponhamos que tenha feito uma fruta, uma iguaria qualquer. Se alguém pudesse comer a fruta ou a iguaria, ficaria saciado? Olha como ele vai levando até as últimas consequências o que o São Luís tá dizendo. Então, ele poderia fazer uma maçã, eu comer a maçã e ficar saciado com a maçã. Eu encarnado. Ele tá falando da formação que os espíritos podem fazer de coisas que aí eles vão materializar e servir para os encarnados. Por isso que eu digo, não invente respostas e questões que não estão no texto para defender uma tese. E aí ele diz: "Ficaria sim, mas não procures tanto para achar o que é tão fácil de compreender. Um raio de sol basta para tornar perceptível aos aos vossos grosseiros, aos vossos órgãos grosseiros, essas partículas materiais que enchem o espaço onde viveis. Não sabes que o ar contém vapores d'água? Condensa-os e os farás voltar ao estado normal. Piva-os de calor e eis que essas moléculas impalpáveis e invisíveis se tornarão um corpo sólido e bem sólido. E assim muitas outras substâncias de que os químicos tirarão maravilhas ainda as mais espantosas. Simplesmente o espírito dispõe de instrumentos mais perfeitos do que os vossos, a vontade e a permissão de Deus. Então aqui ele usa uma coisa muito sofisticada, que não é o que a gente tá estudando agora, mas já grave. Ele tá usando aqui o apoio da ciência para justificar a explicação que ele tá dendo, que isso é um dos critérios. Kardec vai falar lá na na gênese que o apoio da ciência é um dos pontos que serve para controlar a teoria espírita. Então, o que que é usar o apoio da ciência? Ele usa exemplos da química para mostrar como a lógica do que ele tá falando sobre os espíritos é possível. Então você diz, se é possível essa

ria espírita. Então, o que que é usar o apoio da ciência? Ele usa exemplos da química para mostrar como a lógica do que ele tá falando sobre os espíritos é possível. Então você diz, se é possível essa lógica nos fenômenos químicos, não tem nada de irracional eu pensar que os espíritos também podem fazer isso. Isso é o apoio da ciência. Então ele tá mostrando, se eu tenho, eu tenho a água em eh a as partículas da água, né, estão no ar, se eu condensar volta a virar água. Se eu diminuir o calor, ela vai se tornando sólida. Tava o tempo todo ali as as condições, eu mudei a temperatura e aqueles elementos ali se modificaram. Isso é a lógica química. Os espíritos é a mesma coisa, só que claro, é só uma analogia pra gente ver que a lógica é possível, porque ele tá falando de questões materiais que a gente não tem como averiguar no laboratório. Por isso que ele tem que mostrar que a lógica é possível. Só que ele vai dizer que os instrumentos são diferentes, é a vontade e a permissão. Os espíritos manipulam esses fluídos. Não é como a gente manipula a nossa matéria. Eles usam a vontade e a permissão de Deus. Aí vem a nota de Kardec. A questão da saciedade é aqui muito importante, porque ele falou, eu poderia, ele poderia criar uma fruta, o a o o a gente comeria e sentiria a saciedade. Olha, agora a questão da saciedade aqui é muito importante. Como pode produzir a saciedade uma substância cuja existência e as propriedades são meramente temporárias e de certo modo convencionais? Então ele vai deixando claro, o espírito criou uma fruta ali, mas é uma é uma criação temporária, uma tangibilidade temporária que eu posso morder e sentir caindo no estômago, mas é uma coisa temporária. Então não entenda a saciedade da mesma maneira. Não é que vai ficar ali o organismo vai absorver os nutrientes e você se alimentaria. Ó, que ele vai dizer, o que se dá é o que se dá é que essa substância, pelo seu contato com o estômago, produz a sensação da da saciedade, mas não a saciedade que resulta da plenitude.

se alimentaria. Ó, que ele vai dizer, o que se dá é o que se dá é que essa substância, pelo seu contato com o estômago, produz a sensação da da saciedade, mas não a saciedade que resulta da plenitude. Olha como ele tá diferenciando. para você não se empolgar e achar, desde que uma substância dessa natureza pode atuar sobre a economia e modificar um estado mórbido, também pode perfeituamente atuar sobre o estômago e produzir aí a impressão da saciedade. Rogamos, todavia, aos senhores farmacêuticos e os inventores de constituintes que não se acham de zelos, nem cream que os espíritos leveiem os fazer concorrência. Esses casos são raros, excepcionais e nunca dependem da vontade. Do outro modo, toda gente se alimentaria e curaria a preço baratíssimo. Então, olha, Kardec aqui botando limites. Você poderia dizer: "Bom, então agora os espíritos podem criar vontade, remédios e alimentos. Dá pra gente, ninguém mais vai passar fome e também não precisa mais comprar, né? Por isso que ele fala, é, é, é desonesto com quem é farmacêutico e com quem vende alimento, né? que agora os espíritos vão falir o comércio, porque eles vão dar comida para todo mundo, todo mundo vai se alimentar. Kardec diz: "Não, não pense que é assim um fenômeno simples. Isso são casos particulares excepcionais e raros. Então, não leve o fenômeno a algo sem limites. Eles acontecem, mas eles são limitados, raros. Porque ele tem uma função específica, é chamar atenção pro mundo dos espíritos. É só isso. Não tem outro objetivo. Então, por nota, tá falando de algo dos espíritos pros encarnados. Não é a mesma coisa que o nosso lar fala de desencarnado para desencarnado. Ainda assim, ele coloca limites e quando acontece tem uma razão que é para chamar atenção, que é algum ou é um fenômeno raro, excepcional, não é uma lei natural. Então, vejam que eu não posso encaixar na teoria André Luizista, porque ela coloca como uma lei natural algo pros espíritos e tá falando de uma realidade de espírito para espírito. Vamos lá.

natural. Então, vejam que eu não posso encaixar na teoria André Luizista, porque ela coloca como uma lei natural algo pros espíritos e tá falando de uma realidade de espírito para espírito. Vamos lá. Os objetos que pela vontade do espírito se tornam tangíveis poderiam permanecer com esse caráter e tornarem-se de uso que a gente poderia pensar. Então, eles poderiam criar um objeto que ele não se desfizesse mais. Olha a questão da do da do tempo de duração do objeto criado pelos espíritos. Kardec diz, eles criam, mas ao deixar de pensar naquilo, descria. Vamos usar esse termo. Mas será que eles poderiam dar ao criar tornar permanente? Olha, Kardec perguntando para ver a extensão da explicação. E aí ele vem e bota isso poderia dar, mas não se faz. Está fora das leis. Então ele bota limite e isso que ele tá se referindo a questões de espirituais paraa matéria. Então eu não posso tentar fazer um raciocínio. Ah, se o espírito pode criar uma um objeto, pode tornar tangível, pode inclusive comer e sentir aquilo no estômago. Eu não posso ir continuar largando o raciocínio, não. Então ele pode também construir uma casa. Então ele pode também construir uma cidade. Então outros espíritos podem morar. Nota isso é ficar ampliando o raciocínio. E a gente tá vendo o São Luiz dizendo que tem casos excepcionais, que é raro, não é lei, ó, está fora das leis ele tornar permanente aquele objeto. Segue. Tem todos os espíritos no mesmo grau o poder de produzir objetos tangíveis? É fora de dúvida que quanto mais elevado ao espírito, tanto mais facilmente o consegue. Porém, ainda aqui tudo depende das circunstâncias. Desse poder também podem dispor os espíritos inferiores. Então, os os inferiores também podem produzir objetos através da vontade, não é produzir como a gente, ele tem lá uma marcearia lá que ele fica trabalhando. Não, ele produz com o pensamento, ele faz o objeto usando os fluidos. É temporário. Em casos raros pode se tornar tangível, mas também é temporário. Nota, ele vai

arcearia lá que ele fica trabalhando. Não, ele produz com o pensamento, ele faz o objeto usando os fluidos. É temporário. Em casos raros pode se tornar tangível, mas também é temporário. Nota, ele vai botando os limites e as diferenças. Mas claro, quanto mais superior, mais ele tem poder, né? Que aliás é uma contradição com o nosso lar, porque lembra o o Clarence precisou de ajuda para carregar o André Luiz, né? O espírito tem sempre o conhecimento exato do modo porque compõe suas vestes ou os objetos objetos cuja aparência ele faz visível. Aqui é uma pergunta muito sábia de Kardec. Será que o espírito, ao fazer todos esses processos que ele pode fazer, ele tem conhecimento disso? Não, muitas vezes concorre para a formação de todas essas coisas, praticando um ato instintivo que ele próprio não compreende se já não estiver bastante esclarecido para isso. Então, o espírita, ele consegue criar objetos através do pensamento, manipulando os fluídos, mas nem ele sabe como é que isso se dá. Ele não, aí que tá. Se você pegar um espírito desses e e interrogar eles pela mediunidade, ele pode dar uma explicação completamente falsa para você, porque ele faz sem saber realmente como é que funciona. E aí se você acredita na explicação que ele dá, você imagina se ele vem e diz: "Não, eu fiz porque aí tinha uma fábrica lá que a gente produziu que nem tem na terra". Não é nada disso. Então, não confie nas explicações dos espíritos, porque eles tem muita coisa que os espíritos conseguem fazer, mas eles não conseguem explicar como é que fazem. Que nem aqui, né? A gente não para para pensar que é que nem aqui. Vai na agora no meio da rua, na praça da central da sua cidade para qualquer pessoa e pede para explicar qualquer fenômeno simples. Ela, as pessoas não sabem explicar. Elas fazem, pergunta como é que como é que a pessoa fala, como é que ela anda, como é que ela digere alimentos. Pergunta para ela o que que é a chuva. Vejam que perguntas que a gente vivencia todos os dias, a gente não tem

omo é que como é que a pessoa fala, como é que ela anda, como é que ela digere alimentos. Pergunta para ela o que que é a chuva. Vejam que perguntas que a gente vivencia todos os dias, a gente não tem conhecimento para saber explicar. A gente tem que procurar um um especialista naquela ciência. Nos espíritos é a mesma coisa. Ele ele pode fazer um objeto e não saber como é que foi feito. Ele faz, porque ele pensa, modifica o fluido e cria, mas ele não sabe explicar como é que é isso. E ele pode dar explicações completamente furadas. Isso significa que você não pode, você não pode achar que qualquer explicação é real e verdadeira, só porque o espírito deu. Vamos lá. Vamos. Pessoal que tá cansado, tá quase no fim, tá? 2:20. Uma vez que o espírito pode extrair do elemento universal os materiais que lhe são necessários, a produção de todas essas coisas e dar-lhes uma realidade temporária com as propriedades que lhe são peculiares, também poderá tirar dali o que for preciso para escrever a possibilidade que nos daria explicação do fenômeno da escrita direta até que afinal chegasse até ao ponto. Porque Kardec, ele queria entender o fenômeno da escrita direta. O que que era o fenômeno da escrita direta? Pegava um papel, a chamada pneumatografia, pegava um papel, tá? Derrubei minha luz aqui. Pera aí. Que que era a pneumatografia? Se pegava um papel branco, colocava dentro de uma gaveta, só o papel. Não tinha lápis, não tinha caneta, não tinha nada, só o papel. deixava um tempo ali, quando tirava tinha palavras escritas pelos espíritos, tinha ali. E não é, não dava para dizer que era assim, o espírito de alguma maneira solidificou a mão, pegou um lápis e escreveu. Não, não tinha lápis. O espírito criou a tinta que ficou ali pressa no papel. Então ele queria entender isso com essas questões. Por isso, ó, o espírito pode extrair do elemento universal os materiais que são necessários à produção de todas essas coisas e dares uma realidade temporária. Poderá tirar dali o que for preciso para

Por isso, ó, o espírito pode extrair do elemento universal os materiais que são necessários à produção de todas essas coisas e dares uma realidade temporária. Poderá tirar dali o que for preciso para escrever possibilidade que nos daria explicação da escrita direta. Então aquele explicaria. Com tudo isso que o São Luía disse, dá para entender o fenômeno da da escrita direta. Os espíritos produzem a tinta e colocam no papel, deixam ela visível e tangível e a pessoa pode ver o que o espírito escreveu ali na pneumatematografia. Essas explicações servem para explicar a pneumatemografia. O que Kardec quer saber. E aí o espírito, como ele já sabia que Kardec queria chegar aqui com as questões anteriores, já disse até que finalmente chegasse onde onde querias, né? Pois que a matéria de que serve o espírito carece de persistência. Como é que não desaparecem os traços da escrita direta? Olha a pergunta. Opa, deixa eu botar aqui. Desculpa. Pois que a matéria de que se serve espírito carece de persistência, como é que não desaparecem os traços da escrita direta? Aqui a Kardec foi muito sábio. Se o São Luís não disse que aquela matéria que os espíritos criam é temporária, então como é que a tinta que ele cria fica lá no papel para sempre? Pergunta boa, né? Ó o que o São Luiz responde. Não faças jogo de palavras. Primeiramente, não empreguei o termo nunca. Tratava-se de um objeto material volumoso, ao passo que aqui se trata de sinais que, por ser útil conservá-los, são conservados. Meus amigos, se vocês estão cansados, pausem. Mas é importante entender isso aqui. Se for algo que não é material volumoso e que tem uma utilidade conservar aquela criação do espírito, isso pode se dar. Mas olha as condições. Não pode ser algo volumoso. O espírito não poderia criar uma cadeira, uma mesa, um objeto volumoso. Uma coisa é os rabiscos, a tinta que ficou ali no papel. E tem que ter uma utilidade, que na nesse caso a utilidade é deixar algo escrito para provar a influência dos espíritos sobre a matéria, provar

Uma coisa é os rabiscos, a tinta que ficou ali no papel. E tem que ter uma utilidade, que na nesse caso a utilidade é deixar algo escrito para provar a influência dos espíritos sobre a matéria, provar que eles existem. Então, nesse caso é possível, mas nota que ele coloca limites. Então, você não pode usar o raciocínio livre numa ciência. Ah, os espíritos usam isso para criar uma cidade no mundo espiritual e aí outros espíritos materializados vão ficar ali dentro. Olha, você tá usando a imaginação sem limites e aqui ele tá dizendo, não é sem limites e tem que ter uma utilidade que nem eu falei, para que que no mundo espiritual precisaria criar uma cidade? Tem que ter utilidade. Ah, mas é pro espírito materializado que ainda é apegado à matéria, se acostumar com o mundo dos espíritos. Aí o espírito teria um trabalhão de criar toda uma cidade, sendo que simplesmente basta ele mudar as ideias do espírito e o espírito se desapegar daquelas ideias. Então, nota, esses problemas que parecem simples, que não são resolvidos pela obra do André Luiz, é que a gente tem que entender, entende? É isso que a gente tem que entender. Alguns casos mais simples e esporádicos para nós aqui na Terra, só para testar a presença deles, eles podem criar. Mas isso é raro e tem que ter uma utilidade e não pode ser nada muito complexo, mas só com a utilidade de fazer que é uma prova da existência do mundo dos espíritos. Agora, no próprio mundo dos espíritos, qual é a utilidade? Então, as pessoas tentam usar esse texto aqui, tornam mais elástica a sua interpretação, tiram os limites que o próprio André Luiz e Kardec ficam colocando e conclui de maneira para tentar justificar as obras do André Luiz. Não, se ele pode criar um objeto, então ele pode criar objetos do mundo dos espíritos. Se ele pode criar objetos do mundo dos espíritos, ele pode criar uma cidade inteira. Isso é sofisma em filosofia. A gente tá vendo que tem limites que não é não dá para raciocinar assim. E mesmo que tentasse usar essa justificativa, eu

dos espíritos, ele pode criar uma cidade inteira. Isso é sofisma em filosofia. A gente tá vendo que tem limites que não é não dá para raciocinar assim. E mesmo que tentasse usar essa justificativa, eu teria que explicar como é que se dá o processo. E não é explicado pela André Luiz. E de novo, sempre usando o bom senso, por que que os espíritos teriam o trabalhão de criar uma cidade inteira com riqueza de detalhes, como ele falou, dos móveis, para fazer com que o esperar que o espírito se desapegue da matéria? Primeiro, criar essa realidade não vai deixar ele mais apegado. Segundo, não é mais fácil mudar as ideias dele do que criar tudo isso? Terceiro, se cria, não explica como é que cria, como é que quando o espírito deixa de pensar não some a cidade, mas não explica como é que outro espírito não influi na criação do outro, né? Porque imagina, eu tô lá na cidade do nosso lar, criada pelos pelo governador lá mentalmente. Vamos imaginar, mas como é que outro espírito não vem e não interfere na criação dele? Então eu vou lá, eu chego lá no nosso lar, tem uma casa de um andar, daí eu digo assim: "Quero que, ah, eu quero uma casa maior, quero uma de dois andar". Aí eu amplio e crio mental. Por que que não tem interferência se todos podem criar? Nada disso é explicado. Então você não pode fazer essa leitura se você não explica usando a imaginação livremente, porque parece ter coerência com o texto. Isso tem que ficar claro. Ele segue. O que quis dizer foi que os objetos assim compostos pelos espíritos não poderiam tornar-se objetos de uso comum por não haver neles realmente agregação da matéria, como nos vossos corpos sólidos. Então não confunda ali um simples, uma simples tinta com outros objetos, né? E aqui ele faz um resumo, mas eu só quero destacar isso aqui, ó. Só isso aqui. Aí Kardec faz um resumo do do capítulo. Diz assim, ó: "Os objetos que o espírito forma tem existência temporária subordinada à sua vontade ou a uma necessidade que ele experimenta. Pode fazê-los e defazê-los livremente."

umo do do capítulo. Diz assim, ó: "Os objetos que o espírito forma tem existência temporária subordinada à sua vontade ou a uma necessidade que ele experimenta. Pode fazê-los e defazê-los livremente." Então é temporário e tem que ter uma necessidade. Então, o espírito, imagina que você se tornar espírito superior seria terrível, porque enquanto os espíritos inferiores estão podendo pensar várias coisas, então o superior só teria que ficar congelado ali pensando naquilo, porque se ele deixa de pensar, a cidade some. Ah, não, Michel, mas deve ter um jeito, porque ele é superior, ele aprendeu um jeito que a gente ainda não sabe de criar algo fluídico permanente. Questão número um, se existe e você não sabe, então não afirme se você não pode explicar. Questão número dois, para que que ele faria isso? Se é só mostrar pro espírito que ele não tem necessidade daquilo. Vamos agora ver o último trecho pra gente encerrar por hoje. E eu quero ver quem é que aguenta estudar todo esse tempo conosco, hein? O pessoal vai ter que ir pausando. Vamos ver agora a gênese, segunda parte, os milagres. Vamos ver lá o capítulo, o item 14 dos capítulo dos fluidos, ó. Capítulo 14 da segunda parte, os fluidos. E vamos lá pro item 14. Por que o item 14, Michel? Só para finalizar, que a pessoa poderia ser teimosa ainda, né? Olha só. Ação dos espíritos sobre os fluidos, criação fluídica é o tema. Não é exatamente o que a gente tá discutindo, que o pessoal quer quer defender as colônias de André Luiz. Vamos ver o 14. Então, vamos lá. Os espíritos atuam sobre os fluidos espirituais, não manipulando-os como os homens manipulam os gases, mas empregando o pensamento e a vontade. Aqui vem a primeira informação de Kardec. Então, os espíritos não manipulam os fluidos como a gente manipula a nossa matéria. Eles usam pensamento e a vontade. A gente usa os membros do corpo e instrumentos materiais. Então eu não posso imaginar como tá lá em nosso lar, né? Os espíritos carregaram no braço o André Luiz. Tem cama,

usam pensamento e a vontade. A gente usa os membros do corpo e instrumentos materiais. Então eu não posso imaginar como tá lá em nosso lar, né? Os espíritos carregaram no braço o André Luiz. Tem cama, eles deram no copo, no prato, o caldinho, a água. Então tem, vejam que eles vão manipulando esses fluidos, como a gente faz, com mão, com perna, tem porta, tem janela, tem portão, tem o cajado que abre uma porta, mas aqui ele tá dizendo que não é assim, é com pensamento, não é manualmente como a gente para os espíritos, o pensamento e a vontade são o que é a mão para o homem. Então ele não tem mão pelo espiritual. pelos pelo pensamento, eles imprimem aqueles fluidos tal ou qual direção e os aglomeram, combinam ou dispersam, organizam com eles conjuntos que apresentam uma aparência, uma forma, uma coloração determinadas. Mudam-lhes as propriedades, como um químico muda as dos gases de outros corpos, combinando-os, segundo certas leis. é o grande é a grande oficina ao laboratório da vida espiritual. Vejam a ligação desse item da Gênesis com aquilo que a gente acabou de ver lá no livro dos médiuns. Agora vamos ver ele explicando os detalhes. Ó, algumas vezes essas transformações resultam de uma intenção, são produto de um pensamento inconsciente, que a gente viu lá. Às vezes o espírito faz conscientemente, às vezes ele faz e não sabe nem como. Basta que o espírito pense uma coisa para que essa se produza. Como basta que modele uma área para que esta repercuta na atmosfera na atmosfera. Então ele pensou e ele cria em torno dele aqui lá fora. Não é assim que apresenta em nosso lar. Já tá tudo lá. Já tem a cidade, já tem os móveis, já tem a cama, já tem a tudo lá. Não é o André Luiz criando ou alguém criando na hora. Tanto que o Clarence foi embora e tudo aquilo continuou. Olha só, é assim, por exemplo, que um espírito se faz visível ao encarnado que possui a vista psíquica sob as aparências que tinha quando quando vivo na época e que segundo e que o e que o segundo o conheceu, embora

m, por exemplo, que um espírito se faz visível ao encarnado que possui a vista psíquica sob as aparências que tinha quando quando vivo na época e que segundo e que o e que o segundo o conheceu, embora haja ele tido depois dessa época muitas encarnações. Então o espírita ele molda a forma dele e o médium pode enxergar ele com aquela forma que ele tinha e ele vai tomar a forma que ele vai se fazer conhecido, né? Ele pode ter tido várias outras encarnações, mas se você conheceu ele como fulano daquela encarnação, ele toma aquela aparência. Apresenta-se agora, ó, apresenta-se com o vestuário, os sinais exteriores, enfermidades, cicatrizes, membros amputados, etc. Que tinha então, olha só, cicatrizes e enfermidades, membros amputados. O espírito pode se apresentar sim, mas não é que o espírito tenha um braço espiritual amputado, cicatrizes no perespírito, enfermidade no perespírito. A gente vai ver agora ele negando isso. Ele toma a forma só para chamar atenção ou ser reconhecido. Olha a continuação. Não quer isso dizer que haja conservado essas aparências. Certo que não. Porquanto como espírito, ele não é coxo, nem maneta, nem zarolho, nem decaptado. Nota? Então, não tem isso no mundo dos espíritos, é só uma aparência para se fazer conhecida. O que se dá é que retrocedendo o seu pensamento à época em que tinha tais defeitos, seu pelo espírito lhes toma instantaneamente as aparências. Então, André Luiz vai, ele vai lembrar de da doença que ele tinha, ele vai achar, ele vai enxergar nele ali a doença no intestino, ele vai achar que tem a doença no no intestino do perespírito, mas não tem. É que como ele tá pensando naquilo, ele criou a forma, a aparência, mas é só deixar de pensar. Ele não precisa de hospital e cirurgia no mundo dos espíritos. E tá aqui, pessoal, ó. Ele toma instantaneamente as aparências que deixam de existir. Leiam Kardec Gênese. Que deixam de existir logo que o mesmo pensamento cessa de agir naquele sentido. Deixa de existir. Vocês estão lendo comigo.

instantaneamente as aparências que deixam de existir. Leiam Kardec Gênese. Que deixam de existir logo que o mesmo pensamento cessa de agir naquele sentido. Deixa de existir. Vocês estão lendo comigo. Então eu não preciso de uma cirurgia. Ah, vamos fazer uma cirurgia no intestino do André Luiz. Não é porque ele pensou, mas assim que ele parar de pensar, deixa de existir. Então não precisa criar um hospital e uma sala cirúrgica. É só fazer o espírito mudar de pensamento. Raciocinemos com bom senso. Para que que os espíritos vão criar uma cidade inteira se é só mudar o pensamento do espírito? E mesmo assim, como é que eles criariam? Vamos pensar agora nos ditos criadores. Eu já falei isso. Como é que eles criariam a cidade? Eles pararam de pensar, some. Eu tô lá em nosso lar, na minha casa, o governador parou de pensar, minha casa some. Eu tô no vazio. Não faz sentido. Olha agora por análogo efeito. Então ele vai dizer que a mesma analogia no mundo dos espíritos, olha só, o pensamento do espírito cria fluidicamente os objetos que ele esteja habituado a usar. Um avarento manuseará o ouro. O militar trará armas em seu uniforme. Não é que ele tem uma arma que ele vai dar um tiro. Estão percebendo a diferença? É que ele pensa naquela fase que ele viveu isso na Terra. Ele cria esses objetos, mas eles não têm existência própria e nem utilidade no mundo dos espíritos. Não é que tem que vir a polícia tomar a metralhadora do do militar lá e guardar numa sala fechada. Não, ele só muda o pensamento, não tem mais arma. Um fumante, o seu cachimbo, olha só, um lavrador, a sua charrua e seus bois. Ele pode fazer até a forma de animais. Isso explica porque que o André Luiz acha que tem animais no mundo dos espíritos. Era só a forma que alguém tava pensando. Ele acreditou que era animal que tinha lá uma mulher velha, sua roca. para o espírito que é também ele fluídico, esses objetos fluídicos são tão reais como eram no instante material para o homem vivo. Eu já vi gente pegando essa

que tinha lá uma mulher velha, sua roca. para o espírito que é também ele fluídico, esses objetos fluídicos são tão reais como eram no instante material para o homem vivo. Eu já vi gente pegando essa frase para dizer que então essa frase aqui justifica as colônias, mas ele tá dizendo o contrário, né? Enquanto ele cria ali, aquilo ali é real para ele. Tanto que ele pode tomar aquilo por realidade se ele é um espírito inferior. Mas não é que seja real no sentido de existir no mundo dos espíritos. Percebe? É real porque ele criou com a cabeça, mas se você faz ele entender e mudar o pensamento, não tem mais. Ó, mas pela mesma razão de serem criações do pensamento, ó, como ele explica, a existência deles é tão fugitiva quanto a desse. Então, quando ele cria, ele é real, tá ali, mas não tem existência própria e nem utilidade. Ele pode confundir porque ele tá em perturbação, porque ele tá ignorante, apegada à matéria no mundo dos espíritos, mas eu só mudar o pensamento e isso tudo some. E aí ele remete, olha só, ao livro dos espíritos, capítulo 8, que foi que a gente acabou de ler. Então, vejam tudo que a gente viu hoje, 2:40 de estudo. Vejam tudo que a gente viu hoje. E quando a gente olha o detalhe, as noções mudam. Como eu falei, os apressados e os desonestos intelectuais às vezes querem pegar trechos para fazer parecer que tem relação. A gente viu que é diferente, a gente viu no detalhe, a gente leu o texto na íntegra, a gente fez questões, a gente mostrou outros textos. Percebo que quando eu construo todo o argumento teórico, a gente entende de outra maneira. Então, vejam, meus amigos, a recém terceiro capítulo, eu já tô a 58 vídeos criando argumentos, questionamentos e mostrando textos. E você aí do outro lado continua teimando. Por que que você não devolve fazendo o mesmo? Mas quem faz isso faz o quê? Me mostra só trechos recortados. Mas se você só recorta o que lhe convém, aí é fácil ter razão. A gente tá mostrando tudo aqui, os dois lados. A gente mostrou o André Luiz falando. Eu cito

faz o quê? Me mostra só trechos recortados. Mas se você só recorta o que lhe convém, aí é fácil ter razão. A gente tá mostrando tudo aqui, os dois lados. A gente mostrou o André Luiz falando. Eu cito aqui os argumentos dos defensores André Luiz. Eu apresento os textos, eu crio os argumentos, eu ponho as questões, eu falo. Você vai agora decidir o que que parece mais racional. Bom, 2:40. Você que chegou até aqui, curta o vídeo, se inscreva no canal, né? 2:40 aqui comigo. Volte no próxima terça que vem. Nós vamos analisar o quarto capítulo. Estude todos os vídeos que passaram. Assine o Kardec Tube. Mande questões e tenham todos uma boa terça-feira. M.

Mais do canal