56 - "Nosso Lar" segundo o Espiritismo - Capítulo 1: Nas Zonas Inferiores
56 - "Nosso Lar" segundo o Espiritismo - Capítulo 1: Nas Zonas Inferiores FASE 2: Capítulo 1: Nas Zonas Inferiores Bibliografia: Vamos estudar toda a obra "Nosso Lar", ditada pelo Espírito André Luiz e psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Editada, vendida, divulgada, priorizada e idolatrada pela Federação Espírita Brasileira (FEB). Uma das obras mais conhecidas e influentes da história do movimento espírita. Iremos analisar frase por frase, usando as 23 obras de Kardec para demonstrar os erros, os absurdos, os estragos e os perigos que "Nosso Lar" apresenta. Evidenciaremos que somente a ignorância das 23 obras de Kardec, somente o fanatismo e os interesses foram capaz de tornar essa obra aceita e admirada. Vídeos semanais. Curta, comente e compartilhe. Se inscreva em nosso canal. De tempos em tempos iremos fazer lives para responder as dúvidas e objeções. Nos siga nas demais redes sociais: Instagram: @allan_kardec_tube Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao nosso estudo de O Livro dos Médiuns. __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352
Olá, sejam bem-vindos. Nosso lar segundo o espiritismo aqui no Kardec Tube. Eu sou o Michel Macedo e hoje nós teremos o nosso vídeo de número 56 da série do projeto Nosso Lar Segundo Espiritismo. Esse projeto nasceu em janeiro de 2024, em que a gente se propôs a analisar a obra Nosso Lar do início ao fim, uma análise completa da obra usando toda a teoria contida nas 23 obras de Allan Kardec. Foi um projeto audacioso de muito trabalho, de muita pesquisa e que a gente iniciou em janeiro de 2024. Durante 1 ano e meio, de janeiro de 24 a metade de 25, a gente ficou produzindo a introdução desse projeto. Só a introdução desse projeto tem 52 vídeos. Então você que está agora assistindo, você tem 52 vídeos de introdução, um ano e meio de introdução, fundamentação, preparação para esse momento. E agora, a partir do vídeo 53, nós iniciamos a nova fase desse projeto. Nós iniciamos falando sobre quem é Emanuel. a nossa análise e opinião clara e baseada em Kardec, quem é esse espírita Emanuel, que o movimento espírita considerou guia espiritual de Chico Xavier. A gente desceu duríssimas críticas e fundamentou isso no estudo 53. Depois, no 54, nós analisamos o prefácio da obra Nosso Lar, ditada pelo Emanuel, através do Chico, publicado e ditado pela Federação Espírita Brasileira. No vídeo 55 passado, nós analisamos o prefácio, que são dois prefácios, a obra Nosso Lar, no espírito André Luiz. E hoje nós vamos entrar finalmente no capítulo um da obra Nosso Lar. Você precisa assistir os 55 vídeos passados para você entender de maneira séria, profunda e completa tudo que a gente vem fundamentando. Mas se você assistir do início da segunda fase, que é do vídeo 53 para cá, pelo menos você pega desde o início agora que a gente tá começando a analisar a obra, você é obrigado a assistir do vídeo 53 para cá. Então você pode deixar comentários, você pode deixar questões. Mas lembrando, pelas suas perguntas, eu já vou saber se você assistiu ou não os vídeos passados. E não adianta você questionar ou
ara cá. Então você pode deixar comentários, você pode deixar questões. Mas lembrando, pelas suas perguntas, eu já vou saber se você assistiu ou não os vídeos passados. E não adianta você questionar ou criticar se você não assistiu tudo. Então você precisa no mínimo assistir do 53 para cá. No mínimo, isso é obrigação. E para ter uma noção completa de toda a nossa longa fundamentação, você tem que assistir todos os vídeos. Aonde você acha isso? Na playlist aqui do Kardec Tube. Esse projeto ele é diferente dos demais. Ele não é uma live. O foco dele não é aqui a live, por isso que ele não tem um horário específico na terça. A partir das 20 horas sempre vai tá disponível para as pessoas assistirem. toda terça. Claro que quem puder acompanhar ao vivo, quando eu entrar ao vivo, tudo bem, mas a ideia aqui é focar no vídeo em si, porque é um projeto diferente, que a gente tem que dar uma atenção especial pela complexidade que é se propor a criticar da maneira que nós estamos criticando a obra mais famosa da história do movimento espírita, a obra mais vendida, talvez mais que ela só o Evangelho Segundo o Espiritismo, mas mesmo assim nosso lar dita o que é o entendimento do espiritismo, das casas espíritas, das federações, do movimento espírita e das pessoas leigas em geral. Elas não sabem disso, mas é o nosso lar que dita e que desviou todo o pensamento de Kardec. Então, para fazer uma coisa tão complexa como a gente se propôs, a gente precisa justamente fazer como a gente tava fazendo, um ano e meio só de introdução. E agora a gente precisa de muita pesquisa, fundamentação, reflexão. Então são vídeos bem trabalhados e que dão muito trabalho, né? Lembrando que para você ajudar com tudo isso, como que você pode ajudar o Kardec Tube? Primeiramente assistindo os vídeos. E depois é muito importante, você que está aqui, curta o vídeo e se inscreva no canal. Isso é muito importante. Não passe por aqui sem curtir o vídeo, sem se inscrever no canal. E de resto aí sim você pode acompanhar
importante, você que está aqui, curta o vídeo e se inscreva no canal. Isso é muito importante. Não passe por aqui sem curtir o vídeo, sem se inscrever no canal. E de resto aí sim você pode acompanhar as os demais trabalhos do Kardecube. Quem está aqui pela primeira vez, o Kardectube hoje é um dos canais que mais produz conteúdo exclusivamente sobre Kardec. A gente tem conteúdo no YouTube de segunda a sexta de manhã e de noite. De segunda a sexta das 11:30 ao meio-dia. O Kardec é meio-dia. Você pode acompanhar todos os dias de segunda a sexta às 11:30 ao meio-dia, Kardec meio-dia. Temas variados, reflexões sempre baseadas em Kardec. Segunda-feira à noite nós estudamos o livro dos espíritos. Terça à noite você tem o vídeo do nosso lar. Quarta noite nós temos o estudo do que é o espiritismo. Quinta noite nós temos o estudo do site revistaespírita.net net, que é um site atual de pessoas cardequianas praticando as evocações. Você pode você pode a ter acesso às evocações que eles que eles tem que eles fazem no grupo mediúnico deles, eles publicam lá para estudo no site revistaespespírita.net. a gente estuda os casos reais toda quinta-feira à noite, tirando a primeira quinta-feira do mês que a gente tem uma reunião fechada. E sexta-feira à noite no YouTube aqui do Kardec Tube, das 20 às 21, nós temos o estudo da obra O Livro dos Médiuns. A gente iniciou agora o estudo completo da obra livro dos médiuns. Você quer entender mediunidade, quer praticar mediunidade, estude conosco. De tudo isso que eu falei, o único estudo que é fechado é o da sexta-feira do livro dos médiuns. Como é que você faz para ter acesso a para poder assistir a live de estudo? Você assina o Kardec Tube. Então você entra lá no canal do Kardecube, vai em Seja Membro, escolhe a opção amigos do Kardec Tube por R$ 19,99. Você assina o KardecTube, ajuda os projetos, ajuda o canal a se manter e ao mesmo tempo participa e assiste as lives no estudo da obra Livro dos Médiuns. Toda sexta das 20 às 21 horas. Ah, mas o estudo que
assina o KardecTube, ajuda os projetos, ajuda o canal a se manter e ao mesmo tempo participa e assiste as lives no estudo da obra Livro dos Médiuns. Toda sexta das 20 às 21 horas. Ah, mas o estudo que já tiveram você vai ter disponíveis gravado. Eles ficam gravados. Ah, eu não consigo assistir a live na sexta-feira. fica gravado. E se você puder assistir na sexta, lembrando que você só consegue assistir se assinar, você pode tirar as dúvidas pelo chat. Então esse é o Kardec. Dados os avisos, vamos começar aqui a nossa reflexão de hoje, que é longa, tem muita coisa pra gente ver hoje, porque o capítulo, cada capítulo vai aí eh precisar que a gente analise muita coisa, né? E a gente, a nossa ideia é fazer um capítulo por vídeo, né, para não ficar muito extenso. Claro que se chegar a ser necessário, a gente vai ter que dividir, mas a gente vai tentar fazer inteiro. Então, lembrando, livro Nosso Lar, vocês sabem, Espírito André Luiz, médium Francisco Cândido Xavier, editado, vendido e lucrado pela Federação Espírita Brasileira. Uma obra que já vendeu aí em torno de 20 milhões, mais de 20 milhões de cópias. É muita coisa. E dita como as pessoas entendem o espiritismo, como as pessoas praticam e como funciona a casa espírita. Nós vamos descobrir isso estudando junto. Mas vamos então hoje para para o capítulo um do espírito André Luiz. Que que a gente vai fazer? Vamos ler o capítulo. Dessa vez a gente vai ler inteiro o capítulo, tá? Peço a paciência de vocês. Vamos ler todo o capítulo juntos. Depois a gente vai analisar tudo e vamos ver os textos de Kardec, tá certo? Então aqui agora, capítulo um, chamado nas zonas inferiores, é o nome do capítulo e é o André Luiz falando, né? Só o nome do capítulo, ele já é muito ambíguo, ele já é polêmico, porque dependendo do jeito que você interpreta zonas inferiores, isso já contradiz Kardec. Então, dependendo da maneira que você interpreta o próprio título do capítulo, já contradiz Kardec. Se você entender zona inferior como um lugar no mundo espiritual específico,
so já contradiz Kardec. Então, dependendo da maneira que você interpreta o próprio título do capítulo, já contradiz Kardec. Se você entender zona inferior como um lugar no mundo espiritual específico, isso contradiz Kardec. A gente vai ver isso por enquanto. Eu só estou afirmando. Então, se a gente começar a achar que tem lugares específicos no mundo dos espíritos, parecido com o inferno católico, já contradiz. Mas ok, vamos ao texto e vamos depois conversar. Então diz André Luiz: "Eu guardava a impressão de haver perdido a ideia de tempo, a noção de espaço." Esvaíra-se me de há muito tempo. Estava convicto de não mais pertencer ao número dos encarnados no mundo. E, no entanto, meus pulmões respiravam a longos austos. Desde quando me tornara joguete de forças irresistíveis? Impossível esclarecer. Sentia-me, na verdade amargurado, doente nas grand nas grades escuras do horror. Cabelos eriçados, coração aos saltos, medo terrível, senhorando-me. Muitas vezi como louco, implorei piedade e clamei contra o doloroso desânimo que me subjugava o espírito. Mas quando o silêncio implacável não me absorvia a voz extentórica, lamento os mais comovedores que os meus respondiam-me aos clamores. Outras vezes, gargalhadas sinistras rasgavam a quietude ambiente. Algum companheiro desconhecido estaria, a meu ver, prisioneiro da loucura. Formas diabólicas, rostos álvares, alvarez. Expressões animalescas surgiam de quando em quando, agravando meu assombro. A paisagem, quando não totalmente escura, parecia banhada de luz alvacenta, como que amortalhada em neblina espessa, teus raios de sol aquecem de muito longe. E a estranha viagem prosseguia. Com que fim? Quem o poderia fazer dizer? Apenas sabia que fugia sempre. O medo me impelia de rodão, roldão, onde o lar, a esposa, os filhos perdera toda a noção de rumo. O receio do ignóo e o pavor da treva absorviam-me todas as faculdades e raciocínio, logo que me desprendera dos últimos laços físicos em pleno sepulcro. Atormentava minha consciência.
a noção de rumo. O receio do ignóo e o pavor da treva absorviam-me todas as faculdades e raciocínio, logo que me desprendera dos últimos laços físicos em pleno sepulcro. Atormentava minha consciência. Preferiria a ausência total da razão, o ser. De início, as lágrimas lavavam-me incessantemente o rosto e apenas, em minutos raros, felicitava-me a bênção do sono. Interrompia-se, porém, bruscamente a sensação de alívio. Seres monstruos acordavamme irônicos. Era imprescindível fugir deles. Reconhecia agora a esfera diferente a erguer-se da poalha do mundo. E, todavia, era tarde. Pensamentos angustiosos atritavam-me o cérebro. Mal delineava projetos de solução. Incidentes numerosos impeliam-me a considerações estonteantes. Em momento algum, o problema religioso surgiu tão profundo a meus olhos. Os princípios puramente filosóficos, políticos e científicos figuravam-se me agora extremamente secundários para a vida humana. Significava, a meu ver, valioso patrimônio nos planos da Terra. Mas urgia reconhecer que a humanidade não se constitui de gerações transitórias, sim de espíritos eternos. A caminho de gloriosa destinação. Verificava que alguma coisa permanece acima de toda cogitação meramente intelectual. Esse algo é a fé. Manifestação divina ao homem. semelhante análise surgia, com tudo, tardiamente. De fato, conhecia as letras do Velho Testamento e muitas vez floreara o Evangelho. Entretanto, era forçoso reconhecer que nunca procurara as letras sagradas com a luz do coração. Identificava-as através da crítica de escritores menos afeitos ao sentimento e à consciência ou em pleno desacordo com as verdades essenciais. Noutras ocasiões, interpretava-as com o sacerdócio organizado, sem sair jamais do círculo de contradições onde estacionara voluntariamente. Em verdade, não foram um criminoso no meu próprio conceito. A filosofia do imediatismo, porém, absorvera-me. A existência terrestre que a morte transformara não fora assinalada de lances diferentes da craveira comum. Filho de pais, talvez excessivamente
ceito. A filosofia do imediatismo, porém, absorvera-me. A existência terrestre que a morte transformara não fora assinalada de lances diferentes da craveira comum. Filho de pais, talvez excessivamente generosos, conquistara meus títulos universitários sem maior sacrifício. Compartilhara os vícios da mocidade do meu tempo. Organizar o lar, conseguira filhos, perseguir situações estáveis que garantissem a tranquilidade econômica do meu grupo familiar. Mas examinando atentamente a mim mesmo, algo me fazia experimentar a noção de tempo perdido com a silenciosa acusação da consciência. Habitara a terra, gozara-lhe os bens, colhera as bênçãos da vida, mas não lhe retribuira, sentiu do débito enorme. Tivera, tivera paz, cuja generosidade e sacrifícios por mim nunca avaliei. Espôs e filhos que prendera ferozmente nas teias rígas do egoísmo destruidor. Possuíram lar que fecheia todos os que palmilhavam o deserto da angústia. deliciara-me com os júbilos da família, esquecida de estender essa bênção divina à imensa família humana. Surdo a comezinhos deveres de fraternidade. Enfim, com a flor de como a flor de estufa não suportava agora o clima das realidades eternas. Não desenvolvera os germes divinos que o Senhor da vida colocara em minha alma. sufocara-os criminosamente no desejo incontido do bem-estar. Não adestrara órgãos para vida nova. Era justo, pois, que aí despertasse a maneira de aleijado, que restituído ao rio infinito da eternidade não pudesse acompanhar senão compulsoriamente a carreira incessante das águas. ou como mendigo infeliz que exausto em pleno deserto perambula a mercê de impetuosos tufões. Ó amigos da terra, quantos de vós podereis evitar o caminho da amargura com o preparo dos campos interiores do coração? Acendei vossas luzes antes de atravessar a grande sombra. Buscai a verdade antes que a verdade vos surpreenda. Suai agora para não chorardes depois. Então, temos aí o capítulo um do espírito André Luiz. E eu já comentei aqui que quando você lê rapidamente,
. Buscai a verdade antes que a verdade vos surpreenda. Suai agora para não chorardes depois. Então, temos aí o capítulo um do espírito André Luiz. E eu já comentei aqui que quando você lê rapidamente, a gente tem momentos aí de extrema poesia, que aparentemente é bonito, né? Mas a gente comentou nos vídeos passados já sobre isso. Não quero me alongar muito porque eu quero entrar na na parte doutrinária. Mas repetindo, o André Luiz tem uma dificuldade tremenda em ser direto, em ser claro, em ser objetivo. É um palavrório de frases que você muitas vezes não sabe o que que ele tá querendo dizer. Isso se presta a confusão. E isso é característica, como a gente já viu nos últimos estudos. Isso é característica de um espírito inferior por si só. Mas além disso, agora nesse capítulo um, a gente vai ver agora algumas informações que ele dá. E isso é mais importante ainda. Só o fato da linguagem ser ruim já demonstra que ele é um espírito inferior. Mas o que que a gente tá vendo aqui? Primeiro, genericamente, André Luiz morreu no corpo e inicia a obra Nosso Lar fazendo uma espécie de descrição do que ele tá vivendo ali naqueles momentos pós-m, né? E a gente vai ver que ele descreve sentimentos, ideias, arrependimentos, culpas, medos, coisas próprias da alma. A gente vai ver uma pessoa confusa, um espírito confuso. A gente vai ver alguém que coloca diversas características físicas nas suas descrições e ele tá falando que tá em algum lugar. Ele dá uma pequena ideia do que ele tá vivendo nesse lugar, mas que ele não sabe exatamente nem que lugar é esse e nem quanto tempo se passou. Essa é uma visão geral, que aí sejam pessoas que concordam ou discordam das críticas que eles vão fazer. Isso. Basta ler o texto, vocês vão ver. a gente acabou de ler, a gente viu isso, mas a gente tem que observar agora algumas informações que ele dá, que aí sim começam a se levantar os grandes problemas que o André Luiz criou com essa obra, né? Vocês viram ali que ele fala no primeiro parágrafo que
ue observar agora algumas informações que ele dá, que aí sim começam a se levantar os grandes problemas que o André Luiz criou com essa obra, né? Vocês viram ali que ele fala no primeiro parágrafo que perdeu a ideia de tempo, noção de espaço. Então aqui você vê a confusão e a imprecisão. Quanto tempo faz que ele tá na situação? Da onde que ele veio, que lugar é esse, ele não sabe, ele mesmo disse. Então aí você vê a confusão barra ignorância, né? Ele mostra aqui no segundo parágrafo que ele sabe que morreu. Ó, estou estava convicto de não mais pertencer ao número dos encarnados. Ele sabia que tava morto no corpo, mas no entanto ele diz que respirava pelos pulmões. E vejam que ele tá dando a informação, afirmando, lembrando que eles deixaram claro na no prefácio da obra que isso aqui não é metáfora, não é romance. Eles estão falando de revelações detalhadas da vida após a morte. Então você não pode dizer: "Ah, aqui ele tá falando metaforicamente". Não, porque eles afirmaram, em nenhum momento ele vai dizer que tá falando metaforicamente. Ele coloca isso aqui como realidade. Basta você ler os prefácios e coloca na conta do espiritismo. O Emmanuel cita o espiritismo quando vai falar no prefácio da obra sobre essa obra. Guarde essas informações porque elas são muito importantes. Guarde essas informações que elas são muito importantes. Agora, o que que fica claro mesmo para você que gostasse ou gosta da obra? Se ele sofreu tudo isso aqui que ele tá sof tá sofrendo, pelo menos nesse momento que ele viveu isso, ele não era espírito superior. Então isso é uma outra informação importante. André Luiz, ao desencarnar não era um espírito superior. Basta ver o que ele tá narrando aí, tudo que ele sofreu. Então você vê o sofrimento dele, as dúvidas, as afirmações e a confusão. Já já a gente vai pegar os textos, tá? Só tô tecendo algumas considerações. Aí de novo vem as frases empoladas e sem muito sentido do André Luiz, né? Senti-me, na verdade, amargurado doende nas grades escuras do horror. O quê? que
tos, tá? Só tô tecendo algumas considerações. Aí de novo vem as frases empoladas e sem muito sentido do André Luiz, né? Senti-me, na verdade, amargurado doende nas grades escuras do horror. O quê? que quer dizer amargurado, doente. Aí ele coloca cabelo e coração, né? Vejam que ele vai botando características físicas e ele fala no verbo passado, né? significa que isso aqui é ele lembrando. Se ele tivesse se esclarecido, por que que ele não aproveita para ir corrigindo? Por exemplo, ele poderia dizer: "Nessa época eu pensava que tinha um coração, que tinha um pulmão". Mas não, ele ele ele continua descrevendo. Ele fala no passado, mas ele continua afirmando as descrições, né? Físicas. Isso é outra coisa importante para você anotar. Ele fala em medo terrível. Percebam que toda vez que ele vai falando em medo, em pessoas gritando, em gargalhadas, em fugir, em nenhum momento ele coloca aqui que tá sendo agredido fisicamente, torturado, machucado. Você pode subentender, mas ele não diz isso. Ele só disse que apareciam caras ter feições animalescas e diabólicas que tinham pessoas gritando, perseguindo ele, rindo. Mas é curioso porque ele tá sempre fugindo e tentando passar para nós o terror e o medo que ele vivia. Mas ao mesmo tempo que ele narra isso, não aconteceu nada, né? Ele tava sendo assustado por outros espíritos. é o que ele dá a entender, mas fisicamente esses espíritos não fizeram nada para ele. Isso é uma coisa curiosa, né? Ao mesmo tempo que ele narra que tem características físicas no mundo espiritual, mas por que que ele não narra tá sofrendo algum tipo de violência física desses espíritos? Ele só ele só narra o a esses espíritos perseguindo e assustando e gritando, mas não batendo, ferindo ele. Então, por que que ele fica fugindo, né? É curioso isso. Ele fala sempre do terror e de tá fugindo que ele sentia medo. Mas medo do que exatamente se fora fora esse esse clima de terror não tava encostando nele? Pelo menos ele não diz isso. Então você nota uma sutil
sempre do terror e de tá fugindo que ele sentia medo. Mas medo do que exatamente se fora fora esse esse clima de terror não tava encostando nele? Pelo menos ele não diz isso. Então você nota uma sutil contradição, né? Porque ele não tá dizendo que tem características físicas, mas se tem características físicas, por que que não tem agressão física? Por que que esses espíritos só assustam ele e não o pegam, não o agridem? É uma contradição, né? Mas ok, por enquanto a gente só tá pegando alguns detalhes. Eu já vou chegar na parte que a gente vai aprofundar, não se preocupe. Aí ele pensa que tá louco, então é o espírito que ele tá na situação sem entender nada, daqui a pouco se julga louco, né? Daí ele diz: "Ó, formas diabólico diabólicas". E aqui ele vai falar pela primeira vez das características do lugar. Atenção, paisagem quando não totalmente escura. Então tem escuridão, não é uma escuridão total, mas ele sofre com a questão da iluminação. Veja o que ele tá dizendo isso, ó. A banhada de luz alvaenta, como amortalhada em neblina espessa, que os raios de sol aquecem de muito longe. Então é pela primeira vez ele fala do lugar. não só do que ele tá sentindo ou vendo, né? Atenção, guardem essas informações, porque ele vai falar da falta de visibilidade ou a dificuldade de visibilidade. Então, vejam que ele está deixando claro para nós características físicas, porque ele falou em pulmão que respira, ele falou em cabelo, falou em coração que bate e falou em dificuldade visual, dizendo que está num lugar escuro com figuras animalescas que gritam, que perseguem ele. Tá aqui no texto, porque depois a gente vai criticar, aparece os defensores dizendo que ele não disse isso. Tá aqui, vocês estão vendo, né? E a estranha viagem prosseguia. Engraçado, quando eu digo viagem, é um movimento, né, de ir de um lugar para outro. Então ele tá dizendo que ele tá num lugar, ele ele tá fugindo. Apenas sabia que fugia sempre, então ele ficava fugindo. Então que lugar é esse? Sempre escuro, cheio de pessoas ali
um lugar para outro. Então ele tá dizendo que ele tá num lugar, ele ele tá fugindo. Apenas sabia que fugia sempre, então ele ficava fugindo. Então que lugar é esse? Sempre escuro, cheio de pessoas ali gritando. Então tem um lugar, né? Ele não tá parado, porque se ele tá fugindo e tá viajando, ele não tá parado. Então ele tá colocando que tem um lugar, porque tem movimento e tem escuridão, que de longe é como se o sol tivesse pequenas raios de sol ali dando uma breve iluminada. Per, perder a noção de rumo. Olha, noção de rumo implica lugar. Ninguém tá parado e diz que viaja, que foge, que perdeu o rumo. Então ele não tá paradinho, né? E aí, pela primeira vez atenção, gravão gravando aí. Pessoal tem que estudar com a gente aqui com ou com bloco de notas ou com papel e caneta. Percebam que ele pela primeira vez, já no primeiro capítulo, já pergunta da esposa e dos filhos. grave isso. Ele vai sempre, a todo momento se ter preocupação e o que que aconteceu com a esposa? O que que aconteceu com os filhos? Então, ele tinha esposa e tinha filhos. Já no primeiro capítulo, ele já coloca onde o lar, a esposa e os filhos. Então, se ele diz isso, é porque ele não tá na casa dele com a esposa e com os filhos, ou pelo menos ele não vê que tá. Percebe? Aí ele diz, né? Eh, o pavor da treva absorviam-me todas as faculdades do raciocínio. Então, toda essa situação desse ambiente que ele tá, desse lugar que ele tá e tudo isso que ele descreveu, faziam com que ele, a capacidade dele de raciocinar para entender aquilo tava comprometido, né? Ele não conseguia nem, é como se a gente dissesse, não conseguia pensar direito. Aqui tem uma pequena, a gente poderia dizer que é uma contradição, mas porque ele diz isso, mas depois ele já diz logo em seguida: "Atormentava minha consciência, preferiria a ausência total de razão." Então aqui ele fala como razão tivesse a todo momento castigando ele, mas ali no parágrafo anterior ele disse que tava com a capacidade de raciocínio comprometida. Parece uma contradição,
l de razão." Então aqui ele fala como razão tivesse a todo momento castigando ele, mas ali no parágrafo anterior ele disse que tava com a capacidade de raciocínio comprometida. Parece uma contradição, né? Eu já mostrei para vocês já no no texto passado como o André Luiz ele tem essa coisa de de um parágrafo pro outro ele parece que diz o contrário do que ele acabou de dizer, né? E aqui, ó, as lágrimas, ó, mais característica física, lavavam o rosto. E aí, às vezes, ele tinha momentos de alívio que eram interrompidos por, ó, seres monstruosos, irônicos. E ele tinha que fugir. Mas ele não explica por que ele tinha que fugir, só porque ele se assustou, porque, pelo jeito, esses espíritos não estavam fazendo nada além de assustar. Ele não fala em violência física, né? O que é muito estranho, porque se ele tá nesse lugar, se ele coloca toda a característica física, por que a agressão física não tinha, né? Ó, reconhecia agora a esfera diferente a erguer. Então aqui vem o linguajar, né? Mas ó, isso aqui é importante, ó. Pensamentos angustiosos atritavam o cérebro. Ele continua botando órgão, né? Mas ele tá com angústia. mal delineava projetos de solução. Incidentes numerosos impeliam-me minhas considerações estonteantes. Ele não fala que incidentes numerosos são esses, porque os únicos que ele falou são figuras gritando e aparecendo animalescas para ele. Será que é isso que ele tá se referindo de novo? Ou tem alguma coisa nova? Ele não diz, mas ele diz que quando ele tava pensando em botar as ideias no lugar para achar solução para aquilo tudo, aconteciam novas coisas e ele tinha que voltar a fugir e correr, né? O filme tenta passar isso, né? Se você assistiu o filme, ele tenta botar ele fugindo e tudo mais. o filme tentou passar isso que ele narra aqui. E aqui ele vem eh falar sobre quando ele começa a pensar melhor, aí ele vai falar da religião, né, que ele começou a pensar na religião agora diante de tudo isso que tava acontecendo e que ele viu que os princípios filosóficos, políticos, científicos
pensar melhor, aí ele vai falar da religião, né, que ele começou a pensar na religião agora diante de tudo isso que tava acontecendo e que ele viu que os princípios filosóficos, políticos, científicos estavam em segundo plano. Depois eu quero voltar nisso. Agora eu vou então pegar um pouco do que ele disse até agora e vamos dar uma aprofundada que agora a gente entra na parte realmente que o bicho pega. Então esqueço aqui. Depois eu vou voltar daqui em diante, tá? Pra gente analisar também. Mas vamos voltar então no que a gente viu até agora. Vou passar o texto aqui e vamos começar. Isso aqui tudo a gente já leu, tá? Quem chegou depois, depois pega do início. A gente leu todo o capítulo, tá? Primeiro. Bom, se vocês olharem aqui, eu fiz um pequeno resumo do que que o primeiro capítulo aí nessa primeira parte aí, principalmente, ele nos mostra. A gente tem a descrição de características morais do André Luiz. Vejam que ele ele sabia que tinha morrido, está presente, a gente viu. Ele tá sem noção de tempo e espaço. Então ele sabia que tinha morrido, mas ele tava sem noção de tempo e espaço. Não sabia onde é que tava e quanto tempo tava. Vocês vão ver, ele mostra medo e angústia. A gente acabou de ver. Ele mostra raciocínio confuso. A gente acabou de ver, ele mesmo diz que o raciocínio tava esgotado diante daquela confusão. Dúvidas, culpa ali, quando ele começa a pensar no passado, que a gente leu antes, né? ele ele começa a pensar na vida que passou, que ele não pensou na religião, ele valorizou demais, não valorizou, não retribuiu os o os benefícios materiais que ele tinha, que ele teve dos pais, os estudos, a própria família, ele isolou a família, não cumpriu com a com os demais compromissos, com a sociedade, valorizou só a família egoísticamente. vê um espírito arrependido. Vocês viram como é que ele termina o primeiro capítulo, né, dizendo: "Ah, pensem agora para não chorar depois". Então, isso são características da alma, André Luiz, né? Só qual é o problema? O problema são os
ram como é que ele termina o primeiro capítulo, né, dizendo: "Ah, pensem agora para não chorar depois". Então, isso são características da alma, André Luiz, né? Só qual é o problema? O problema são os outros tópicos do que ele colocou. Lembra que a gente viu lá no nos vídeos passados a característica do espírito pseudo sábio? Lembra que ele mistura verdades e mentiras, verdades e erros? Então, se você pegasse características ali morais e ele ficasse só nisso, não teria nenhum problema. Mas olha o que que ele colocou junto. Característica física. Em um capítulo, nós estamos falando do primeiro capítulo. O André Luiz falou em pulmão, cabelo, coração, grito. Grito implica voz, implica ar, porque só há som, oxigênio. Ele falou em sono. Tem a parte que ele fala que ele descansava, né? Deixa eu pegar aqui pra gente ler de novo. Só para vocês não ficarem a hora que ele disse que dormia, né? ali, ó. De início, as lágrimas lavavam insensamente o rosto. Apenas em minutos raros felicitava a bção, a bênção do sono. Tá aí, ó. Interrompia-se, porém, bruscamente. Ele tava dormindo e alguém acordava ele. Então, ele fala que dormia. Tá ali, ele fala em cérebro, como a gente viu sobre onde estava, você vê que ele fala que era escuro, tinha pouca luz e ele fugia. E eu botei ali por e comentei com vocês, né? Por que que ele fugia exatamente? O que que ia acontecer se ele não fugisse? Não, não diz, né? O que que ia acontecer se ele não fugisse? É uma curiosidade que eu tenho, né? Já vejo que essas são as características. O que que eu vou fazer agora com vocês? A gente vai ver textos de Kardec e a gente vai confrontar com essas informações aí. Então, atenção, você que achava que a obra do André Luiz estava de acordo com Kardec, a gente vai pegar essas informações aqui e confrontar com que que tá em Kardec. Como é que a gente vai começar fazendo isso? Bom, a gente tá falando de um espírito que está narrando a a sua situação após a morte, está claro, né, para todos nós. Então, vamos ver o que
á em Kardec. Como é que a gente vai começar fazendo isso? Bom, a gente tá falando de um espírito que está narrando a a sua situação após a morte, está claro, né, para todos nós. Então, vamos ver o que que o Espiritismo diz. Kardec, a obra de Kardec diz o que que acontece com a gente quando a gente morre. A gente tá vendo aqui André Luiz dizendo o que que aconteceu com ele, né? Vamos ver o que que diz a obra de Kardec. Vamos aprender agora em Kardec. O que que acontece com a gente quando a gente morre? Já parou para pensar? Vamos aprender com Kardec. Então, esse é o primeiro foco. Vamos comparar o que diz os espíritos do que que acontece com o que aconteceu com o André Luiz. Já vou adiantar uma coisa. Quando a gente fala em Kardec, quando ele fala sobre o que acontece conosco quando a gente morre, alguns espíritas vão dizer assim para você, se não é o seu caso que tá assistindo, vão dizer assim: "Não, mas isso aqui que Kardec tá dizendo é pros espíritos equilibrados para cima, não é pros espíritos inferiores apegados à terra. Então não é pro caso do André Luiz, isso é falso, tá? E eu vou mostrar isso, mas eu já tô adiantando porque de repente a pessoa ela acha que eu não vou, eu não vou explicar isso, ela já sai do vídeo. Então você que pensa isso, você é falsou. O que o livro dos espíritos vai falar, o que a obra de Kardec vai falar é para todos os espíritos, inclusive pros inferiores. Então não serve esse pseudo argumento de que não, o nosso lar tá falando de um espírito específico, inferior. Não, não, não. O livro dos espíritos, a obra de Kardec vai falar sobre todos os espíritos e você vai ver que não é como o André Luiz coloca. Mas ainda, além de eu falar sobre a questão das características físicas e do lugar, eu vou explicar também com a teoria de Kardec que você poderia dizer assim, algo que muitas pessoas também me dizem: "Ah, mas você tá dizendo que o André Luiz mentiu". Então, além de explicar porque André, o que o André Luiz tá falando não é verdade, eu tenho que explicar porque
o que muitas pessoas também me dizem: "Ah, mas você tá dizendo que o André Luiz mentiu". Então, além de explicar porque André, o que o André Luiz tá falando não é verdade, eu tenho que explicar porque que então ele disse se não é verdade, que é uma outra pergunta que fica, né? E eu vou responder isso usando a própria obra de Karnec. Você vai ver na obra de Kardec, a gente tem uma teoria que explica por que espíritos, como André Luiz, falaram essas coisas, já que ela não, elas não são reais, mas por que que eles colocam como reais? A gente vai também estudar isso, tá? Então vamos lá. E eu vou mostrar e outra coisa, eu vou mostrar a Kardec dizendo que o que ele tá dizendo serve para todos os espíritos, tá? Então vai ficar tudo bem amarradinho e só se você é muito teimoso ou não quer abrir os olhos, porque a gente vai mostrar os textos. Vamos lá. Questão e a tr do livro dos espíritos. Então tá aqui, é só você abrir o livro dos espíritos, tá lá, né, para o pessoal achar que eu tô inventando. É justamente são os itens que tratam da perturbação que se segue após a morte. Então, o espírito a o corpo morreu. O que que sucede a partir daí? Que é exatamente André Luiz tá falando. Vamos ver o que que o livro dos espíritos diz. Kardec pergunta: "A alma tem consciência de si mesma imediatamente depois de deixar o corpo?" Então essa é uma pergunta. Morri. É a partir daí a alma já tem consciência de si mesma. imediatamente. Ou seja, ele já quer saber morreu e agora. E ele fala alma genérica. Quando ele fala assim, é para todos se acostumem com isso. Ah, como é que você sabe que ele tá se referindo a todos? Porque você vai ver que quando não é para todos, ele diz. Quando é específico para tipos de espíritos de elevação diferente, ele diz. Quando ele não diz, é genérico. Simples assim. Vocês vão ver aqui estudando com a gente resposta dos espíritos imediatamente não é bem o termo. A alma passa algum tempo, algum tempo em estado de perturbação. Então vejam, essa é uma primeira informação do livro dos espíritos.
com a gente resposta dos espíritos imediatamente não é bem o termo. A alma passa algum tempo, algum tempo em estado de perturbação. Então vejam, essa é uma primeira informação do livro dos espíritos. Todos que morrem imediatamente depois da morte tem um tempo. E aqui ele não especifica porque como ele tá falando genericamente, tem um tempo. O tempo da gente já vai ver, vai variar de espírito para espírito, mas todos têm um tempo de perturbação. Curiosamente a gente viu o André Luiz tá falando aqui e tá perturbado, né? Ele não tá num estado normal porque ele tá confuso, ele não entende bem, ele não sabe onde é que ele tá. Vejam que fecha, mas eles usam a palavra estado de perturbação. Essa palavrinha a gente passa batido estudando na casa espírita, mas ela é muito importante porque o a alma passa por um estado de perturbação, não por um local de perturbação. Isso vai ser muito importante. Estado é diferente de local. A gente vai ver isso, mas já aqui ele já tem coisas que fecham com que o André Luiz tá passando e narrando, mas ao mesmo tempo ele diz estado de perturbação. Atenção paraa palavrinha estado. Ele vai repetir a palavra estado dos espíritos em toda a obra. Jamais. Jamais ele vai falar em local. Ah, como é que eu sei que tem diferença? Porque ele vai dizer, tá? Nós vamos ver também. Pessoal que acha que tem alguma coisa que a gente não vai mostrar, não se preocupe. Item seguinte, 164. Ele falou que tem perturbação, né? Então, logo a pergunta 164 é sobre perturbação. Agora Kardec quer entender essa perturbação. A perturbação que se segue a separação da alma e do corpo é do mesmo grau e da mesma duração para todos os espíritos. Olha que o estado ele quer saber o grau e a duração é tempo. Lá em cima ele não falou tempo e estado. Aqui embaixo ele tá perguntando sobre essas duas coisas. Ele quer saber se essa perturbação ela é igual para todos os espíritos, tanto no grau que é o estado. Veja que ele não fala em lugar e o tempo. Aí os espíritos deixam claro, não depende da elevação de
Ele quer saber se essa perturbação ela é igual para todos os espíritos, tanto no grau que é o estado. Veja que ele não fala em lugar e o tempo. Aí os espíritos deixam claro, não depende da elevação de cada um. depende da elevação de cada um. Depende da elevação de cada um. O estado de perturbação depende da elevação. Então não, e de novo ele não tá falando que depende de sair de um lugar ou ir para um lugar, ir para um lugar e sair. Depende da elevação. A sua elevação vai determinar o seu grau de perturbação, o que mostra a justiça de Deus, né? Se todo mundo tivesse a mesma situação, Deus não seria justo. Ó, aquele que já está purificado se reconhece quase imediatamente, pois já se libertou da matéria durante a vida do corpo. Então, a perturbação em quem é purificado é quase imediata que ele sai da perturbação, sai do estado de perturbação, não do lugar. Enquanto que o homem carnal, aquele cuja consciência ainda não está pura, olha o caso de Luiz que ele narrou, né? Ele era um homem carnal que dava só valor para as coisas materiais e tá com a consciência acusando, né? guarda por muito mais tempo a impressão da matéria. Impressão da matéria. Vamos prestando atenção nessas palavrinhas. Ah, mas viu? Ele tá falando na meu na 164 que depende da elevação, viu? Como tá certo? O André Luiz teve tudo que teve por causa da elevação dele. Cuidado com a interpretação apressado. O estado de perturbação depende da sua elevação, do seu apego ou menos apego à matéria. Mas isso não quer dizer que aqueles mais apegados vão ter necessidades físicas, doenças físicas, órgãos. Cuidado com a diferença entre eu estar apegado à matéria, ter uma perturbação mais prolongada e ter por mais tempo a impressão da matéria. Você que tá interpretando que isso é viver com o André Luiz viveu. Cuidado, a gente vai ver que não é esse o o raciocínio. Você tá fazendo uma interpretação rápida e forçada, que quando a gente lê toda a obra de Kardec, a gente vê que não é. O que que fecha com o que a gente tá
gente vai ver que não é esse o o raciocínio. Você tá fazendo uma interpretação rápida e forçada, que quando a gente lê toda a obra de Kardec, a gente vê que não é. O que que fecha com o que a gente tá lendo aqui, porque a gente tá vendo André Luiz? Que ele tá perturbado e que isso tem a ver com a sua elevação. Como ele é pouco elevado, como ele mesmo narrou, não tô aqui diminuindo André Luiz, ele mesmo narrou. Isso explica porque que ele está perturbado. Agora aí se explica porque que ele tem coração, pulmão. Não, a gente vai ver que ele não tem coração e não tem pulmão. Esse foi a conclusão equivocada do movimento espírita, que não leu toda a obra de Kardec. Porque se eu pego só 164 aqui, eu poderia forçar uma interpretação dizendo: "Olha, tá certo, André Luiz, mas calma. O seu erro é que você não leu tudo. O seu erro é que você não leu tudo. Você leu apostila, né? Você leu apostila na casa espírita que não estuda de maneira completa, né? Pois é, a FEB não mostrou para você o que não era de interesse dela e você acreditou e saiu reproduzindo bobagem e defendendo André Luiz. Eu vou mostrar, eu vou mostrar para você textos que curiosamente a FEB não mostra. Curiosamente a Feb que vem de Luca com livro não mostra. Vamos lá agora comentário de Kardec. Por ocasião da morte, tudo a princípio é confuso. De algum tempo precisa a alma para se reconhecer. Olha como isso aqui tá fechando com a toda a confusão do André Luiz, né? Ela se acha como que aturdida no estado de uma pessoa que despertou de profundo sono e procura orientar-se sobre a sua situação. Exatamente o que o André Luiz tava narrando. Só que veja a parte do dos órgãos físicos e do lugar. Nota que tudo aquilo que era a parte moral que o André Luiz narrou, a gente tá vendo concordar com a obra de Kardec, mas em nenhum momento a obra de Kardec tá falando em órgãos, coração, pulmão, cabelo, voz, cérebro, sono. A parte física não aparece no audiar. Por isso que eu dividi em três lá o os relatos. André Luiz, a parte moral
ento a obra de Kardec tá falando em órgãos, coração, pulmão, cabelo, voz, cérebro, sono. A parte física não aparece no audiar. Por isso que eu dividi em três lá o os relatos. André Luiz, a parte moral fecha. O André Luiz tava procurando se orientar, tava confuso, tava aturdido. Mas nota que os espíritos aqui na A de Kardec não botam o que André Luiz botou a mais, que são os órgãos físicos e o local. Aí como é que interpretou o movimento espírita? Ah, é que aqui é que o André Luiz depois acrescentou coisas e progrediu a teoria espírita, por isso que ele trouxe mais detalhes. Esse foi o raciocínio do movimento espírita, mas isso é erro. A gente vai ver que não é isso. Não tá na obra de Kardec isso. É diferente você dizer, não. É que depois veio André Luiz e acrescentou coisas e completou a teoria. Esse argumento é falso. Eu vou mostrar. Os espíritos aqui não estão falando em órgãos e e o lugar de sofrimento porque não existe. Não é porque o André Luiz veio depois e completou. Eu vou mostrar. Fique aqui no vídeo. Mesmo que você goste da obra, goste do médium, fique assista até o fim. Segue Kardec comentando 165 do livro dos espíritos. Muito variável é o tempo que dura a perturbação que se segue a morte. Pode ser de algumas horas, como também de muitos meses e até de muitos anos. Então, veja, a perturbação varia realmente e pode ser até de anos. Pode. A palavra pode é a possibilidade, não é regra que todos os espíritos vão ter um tempo X assim, assim, assado. Pode, é possibilidade. Aqueles que desde quando ainda viviam na terra se identificaram com o estado futuro, estado que os aguardava, são os que menos longa ela é, porque esses compreendem imediatamente a posição que se encontra. Então, se você já durante a vida se identifica com as coisas espirituais, quando você morre, você não fica por muito tempo preso às impressões da matéria. Isso aqui simples de entender e lógico, né? Faz todo sentido. É justo e lógico. Não tem complexidade de entender isso. Deus é justo, né? Se desde se durante
muito tempo preso às impressões da matéria. Isso aqui simples de entender e lógico, né? Faz todo sentido. É justo e lógico. Não tem complexidade de entender isso. Deus é justo, né? Se desde se durante seus sua vida você teve um comportamento de desapegar a matéria, é óbvio que quando o corpo morre você facilmente se desliga da matéria. Se você é muito apegado, você vai ter dificuldade. Simples, lógico e justo, né? A cada um segundo as suas obras. Vamos seguir. A gente tá entendendo como é que o espiritismo pensa: "Até agora você não viu órgão, até agora você não viu lugar". Então não adianta você pegar aquilo que combina com André Luiz. Mas aquilo que não combina você forçar dizendo que tá de acordo. Então a parte moral, eu repito, a confusão, a angústia, o apego, a consciência de culpa, isso tudo fecha, mas você não tá vendo na obra de Kardec e órgãos. Segue Kardec comentando na 165. Essa perturbação apresenta circunstâncias especiais de acordo com os caracteres dos indivíduos e, principalmente com o gênero de morte. Atenção, nos casos de morte violenta por suicídio, chamo atenção para isso, já vou comentar por e você já deve est sacando onde é que eu vou chegar. Suplício, acidente, apoplexia, ferimentos, etc. O espírito fica surpreendido, espantado e não acredita estar morto. Obstinadamente sustenta que não está. Aqui vem um ponto interessante. A gente viu que até agora a parte moral da descrição no André Luiz tava fechando. Você segue sem ver no texto de Kardec falar sobre órgãos e lugar físico que a pessoa vai depois que morre. Mas aqui vem uma coisa curiosa. Kardec fala que no suicídio, que é um tipo de morte violenta, o espírito não acredita que tá morto. Curiosamente, o André Luiz foi acusado de suicídio. A gente vai ver isso nos próximos capítulos. Mas ele sabia que tava morto. Percebe? Aqui já não fechou, né? Claro que a gente poderia dizer no caso específico do André Luiz, ele foi acusado de suicídio, mas ele tinha consciência de que tava morto. A gente leu isso agora a pouco, mas aqui
já não fechou, né? Claro que a gente poderia dizer no caso específico do André Luiz, ele foi acusado de suicídio, mas ele tinha consciência de que tava morto. A gente leu isso agora a pouco, mas aqui Kardec diz que na literatura em geral, na pesquisa mundial e de anos que ele fez na sua época, os espíritos que tinham se suicidado, na sua maioria, eles não acreditavam que estavam, eles não sabiam que estavam mortos, acreditavam que estavam vivos e ainda sustentavam isso. Como a gente tem narrações de espíritos que ainda se eles acreditam que estão vivos, eles não sa que morreram. O André Luiz não é desse caso. A gente viu ele dizendo que sabia que tava morto, né? Mas ok, vamos prosseguir. Eu eu eu sei que eu tô incomodando vocês, mas é no bom sentido. Segue sem falar em órgãos e sem falar em lugar. Mesmo pro suicida, ele não colocou lugar, né? vai para um lugar onde o suicida não, ele fala que o suicida fica surpreendido e espantado e não acredita estar morto. Mesmo o suicida, ele não fala que vai pro vale dos suicidas ou que vai pro umbral ou que vai para qualquer lugar. Mas vamos seguir. A pessoa, eu sei que muita gente que defende tá dizendo: "Ah, mas pera aí, vamos ver mais paraa frente". Vamos ver agora. Vamos lá. Vejam que eu tô pegando todas as questões que tratam de coisas que o André Luiz falou no capítulo um. Precisam da luz para ver. Item 246 do livro dos espíritos. Precisam da luz para ver. E ele tá falando de todos os espíritos. Todos. Que lembra que o André Luiz disse que lá era escuro onde ele tava. vem por si mesmos, sem precisarem da luz exterior. Para os espíritos, ó, como ele generaliza, não há trevas, salvo as que podem achar, as que podem, as em que podem achar-se por expiação. Opa, pera aí. Vamos entender isso aqui. Os espíritos vêm por si mesmos. Gravem isso. Não precisam da luz exterior. Nós aqui no corpo, paraa gente enxergar, a gente depende da luz exterior. É impossível quando a gente tá no corpo enxergar sem luz exterior. E aqui eles estão dizendo que os
precisam da luz exterior. Nós aqui no corpo, paraa gente enxergar, a gente depende da luz exterior. É impossível quando a gente tá no corpo enxergar sem luz exterior. E aqui eles estão dizendo que os espíritos não precisam, eles têm algo neles mesmos, no espírito. Então não é algo exterior. o espírito para ver tem algo nele e não precisa de algo exterior para ver. Mas há um caso em que ele pode se achar em trevas, que é o caso dos dos que estão em expiação. Podem também não é uma regra. Então você poderia dizer para salvar o André Luiz: "Ah, o André Luiz é desse caso, porque o André Luiz narrou que tava num lugar escuro, né? Então você poderia dizer: "Ah, o André Luiz está nesse lugar escuro". Fechou com a 246. Fechou com a 246. Era escuro porque André Luiz estava em espiação. Parece que fecha. O problema é que a causa muda e é isso que tá a contradição que a gente vai aprender depois. O André Luiz coloca que tá escuro porque o lugar em que ele está é escuro e o sol não chega, não tem luz. E é por isso que tá escuro. A gente vai ver que o espírito que se acha em expiação e não enxerga, não é porque o lugar que ele está é escuro ou porque não tem uma luz exterior para iluminar, é porque ele sabe aquilo que ele tem em si que a questão tá dizendo, ele, essa luz que ele tem nele mesmo, que é o que faz os espíritos se enxergarem, esse espírito em em expiação temporariamente ele não tá tendo essa luz que tá nele. Então, vejam que quando ele diz que o espírito vê, prestem atenção no que eu tô falando. Quando ele diz que os espíritos que vêm, eles vêm por si mesmos. Então não é que os espíritos vêm porque eles estão num lugar que tem sol e que tem luz, eles vêm por si mesmo. Então, por simetria e por lógica, quando ele deixa de ver, não é porque ele está num lugar escuro, sem luz e sem sol, é porque aquilo que tem nele está modificado. Isso vai fazer toda a diferença e vai mostrar porque que o André Luiz contradiz Kardec. Então vejam, para os para em Kardec, para os espíritos ver ou não vê, é algo que
o que tem nele está modificado. Isso vai fazer toda a diferença e vai mostrar porque que o André Luiz contradiz Kardec. Então vejam, para os para em Kardec, para os espíritos ver ou não vê, é algo que depende dele, não é algo externo. Então não é um lugar ou um sol, uma lâmpada. Perceberam a diferença para os espíritos? A percepção é alguma coisa dele em si mesmo. Como não precisam da luz exterior. Da mesma maneira, se ele deixa de ver, não é porque tiraram a luz exterior, porque não é através da luz exterior que ele vê. Tá claro como a a diferença? Vamos prosseguir, vocês vão vendo tudo. A gente vai mostrar aqui item 247, comentário de Kardec. No espírito, a faculdade, atenção, no espírito, a faculdade de ver é uma propriedade inerente à sua natureza e que reside em todo o seu ser. Lembra que a gente acabou de ler que tá em si mesmo? A faculdade de ver é inerente. Preste atenção. O que que é inerente? Tá nele. Não separa dele. Diferente daqui. Aqui a faculdade de ver não é inerente à nossa natureza. Se alguém furar meu olho, se alguém danificar meu cérebro ou se alguém tirar a luz, eu não enxergo. No espírito, quando ele diz que não tá vendo, não é isso. Porque a faculdade de dever tá nele intrinsecamente inerente à sua natura, reside em todo o seu ser. Então não é olhos. A faculdade de ver reside em todo o seu ser, como a luz reside em todas as partes de um corpo luminoso. Nós aqui enxergamos através do olho. Eu não enxergo que tá atrás de mim. Se eu tapar o olho, eu não enxergo. A visão não tá em todo o nosso ser. No espírito está. Começa. Nota que agora que os espíritos estão falando de coisas físicas, começam a nascer as diferenças. com André Luiz. É uma espécie de lucidez universal que se estende a tudo, que abrange simultaneamente o espaço, os tempos e as coisas, lucidez, para a qual para a qual não há trevas nem obstáculos materiais. Ele tá falando de todos os espíritos. Compreende-se que deva ser assim. Olha agora se alguém tinha. Agora começa Kardec a mostrar a diferença de como os
a qual não há trevas nem obstáculos materiais. Ele tá falando de todos os espíritos. Compreende-se que deva ser assim. Olha agora se alguém tinha. Agora começa Kardec a mostrar a diferença de como os espíritos enxergam, de como a gente enxerga, que não é igual. Atenção, a gente vai ver André Luiz construindo a ideia de que é igual e a gente vai ver Kardec desconstruindo a ideia de que é igual. Aqui é o ponto que a gente chega. começou a falar de questão física, a gente vai começar a ver as contradições. No homem, a visão se dá pelo funcionamento de um órgão que a luz impressiona. Ó o que ele tá dizendo, no homem, um ser encarnado, a luz se dá pelo funcionamento do órgão, olhos e a luz que impressiona. É assim que a gente vê. Eu tô, eu tenho aqui minha visão através dos meus olhos e tem que bater uma luz aqui. Eu consigo ver. Se não tiver o órgão ou não tiver a luz, tem que ter os dois. Não tem visão isso no homem. Por isso que ele diz no homem. Daí se segue que não havendo luz o homem fica na obscuridade. A gente sabe disso. Apaga toda a luz aí para você ver se não vê nada. Olha agora o que ele vai dizer no espírito, como a faculdade de ver constitui um atributo seu. Atributo é a mesma coisa que inerente. Abstração feita de qualquer agente. A visão independe de luz. Então o espírito não enxerga como a gente. É em todo ele, então não tem olho. Não é por órgão, é em todo o seu ser. E a capacidade de ver é inerente a ele, não depende de luz, como é para quem tem um órgão, para quem tá no corpo. Comecem a ver Kardec mostrando a diferença enquanto o André Luiz vai botar semelhança. Segui. Vamos seguir. 250. Aqui é tudo livro dos espíritos, tá? Quando trocar de obra, eu coloco aí constituindo elas. atributos do próprio espírito, ser há possível subtrair-se as percepções. Então, se as percepções do espírito estão no próprio espírito, como como Kardec colocou, ele pode deixar de ter as percepções? Ó que pergunta inteligente. Resposta. O espírito, o espírito unicamente vê e
ão, se as percepções do espírito estão no próprio espírito, como como Kardec colocou, ele pode deixar de ter as percepções? Ó que pergunta inteligente. Resposta. O espírito, o espírito unicamente vê e ouve o que quer, o que quer. Então, ver e ouvir depende da vontade do espírito. Nós no corpo não depende da vontade. Eu posso querer não ver. Se eu tiver de olho aberto e com uma luz, eu vou ver. Mesmo não querendo ver o espírito. Não, basta ele não querer, ele não vê. Então, vejam que é diferente do ver encarnado. E ó, o que que ele diz agora? Dizemos isso de um ponto de vista geral. Isso é para todos. Ele tá dizendo, veja o que agora ele tá dizendo. Isso de um ponto de vista geral e em particular com referência aos espíritos elevados, porquanto os os imperfeitos muitas vezes ouvem e vem a ser um malgrado, o que lhes possa ser útil ao perfeiçoamento. Então, todos os espíritos podem escolher ver ou não ver, isso é geral. Mas se o espírito superior quiser que o inferior veja o imperfeito, aí mesmo que o imperfeito não queira, ele tem que ver. Mas isso só se o superior quiser, senão o espírito pode escolher: "Não quero ver, não quero ouvir", mesmo imperfeito. Então não é por órgão, porque o órgão obrigatoriamente tendo o órgão e tendo a luz, eu vou ver. Se o espírito escolhe ver e não ver, não, ele não tem órgão como a gente. Porque se ele tivesse, ele não podia escolher ver e não ver. E ele diz aqui, aqui ele especifica em geral e em particular. E eu expliquei o que que tá querendo dizer. No geral é para todos. E quando o superior quiser, ele aí o inferior é obrigado a ver e ouvir. Vamos prosseguir que ainda vai ter mais textos para deixar tudo bem claro as diferenças. 253, livro dos espíritos. Para quem ainda achava que o que eu tava falando era uma interpretação forçada e tudo mais, eu quero ver agora comparar com a obra do André Luiz. Atenção, Feb, por que que vocês não mostram isso para as pessoas, Feb? Os espíritos experimentam as nossas necessidades e sofrimentos físicos.
is, eu quero ver agora comparar com a obra do André Luiz. Atenção, Feb, por que que vocês não mostram isso para as pessoas, Feb? Os espíritos experimentam as nossas necessidades e sofrimentos físicos. Olha a resposta. Eles os conhecem porque o sofreram sofreram aonde? quando estava encarnado. Não os experimentam, porém, materialmente como vós outros. São espíritos. Não experimentam materialmente. Não experimentam materialmente. A pergunta é: os espíritos experimentam necessidade de sofrimentos físicos? Não. Tão vendo a resposta? Então, como é que o André Luiz sentiu sono, depois lá tem espírito que sente fome na obra dele. Depois o André Luiz vai mostrar que ele tá com dor, porque ele tá com dor na região do abdômen. Mas aqui tá dizendo que espíritos, os espíritos não experimentam materialmente necessidades e sofrimentos físicos. Não experimentam. Então viu, toda vez que a gente viu as descrições morais, bateu, começou a falar da parte física que André Luiz colocou, tá contradizendo, mas você ainda pode ser teimoso. Eu tô, eu tô pressupondo que tem gente teimosa me vendo, por isso que eu tô pegando o máximo de textos possíveis. André Luiz não disse que tava cansado e dormia? Lembra que ele falou que dormiu, né? Vocês viram, né? Espero que ninguém aqui tenha memória de perder memória de meia hora atrás. A gente viu ele dizendo que dormiu, né? Pergunta 254 do livro dos espíritos. E a fadiga, a necessidade de repouso experimentam? Não podem sentir a fadiga, como a entendeis. consequentemente não precisam de descanso corporal como vos. Eles eles necessitam como agente de necessidade corporal porque não tem corpo. Você não tem corpo, não tem fadiga. Você não tem corpo, não tem sono. Não precisa dormir. A gente só precisa dormir pro corpo descansar. Pois que não, olha a frase agora. Eu quero ver o André Luizista como é que ele sai nessa, né? Pois que não possuem órgãos, não possuem órgãos cujas forças devam ser reparadas. Por que que o espírito não precisa de repouso? Porque ele não tem órgão.
André Luizista como é que ele sai nessa, né? Pois que não possuem órgãos, não possuem órgãos cujas forças devam ser reparadas. Por que que o espírito não precisa de repouso? Porque ele não tem órgão. A gente precisa de repouso porque a gente tem. O espírito não tem. Tá, táão, estão lendo ali, não possuem órgão, mas a gente viu André Luiz falando em pulmão, coração, cérebro, voz, dizendo que dormiu e o livro dos espíritos tá dizendo que não tem isso. O espírito, entretanto, repousa no sentido, olha, vão explicar o sentido de não estar em constante atividade. Ele não atua materialmente. situação é toda é intelectual, inteiramente moral o seu repouso. Aí o mais teimoso vai dizer: "Não, André Luiz quis dizer, ele quis dizer que tava dormindo nesse sentido desse repouso intelectual". Bom, aí você começa a forçar para salvar André Luía, porque ele disse que dormiu e foi acordado. E o livro dos espíritos tá dizendo que não tem isso. Tem repouso no sentido de que o tanto que você tá agindo ou não agindo diminui. Você pode diminuir a ação, mas você nunca dorme. Você pode fazer menos coisas ou mais coisas. Mas dormir nunca, porque dormir é algo que é do corpo, porque tem que reparar as forças dos órgãos. Claro, né? Mas lembra que eu eu tô falando pra gente teimosa, né? O lei 1005, questão 100 do livro dos espíritos. Aliás, são as questões que que todo mundo já chegou cansado na 1005, nas questões finais do livro dos espíritos. Não presta atenção direito, né? ao espírito sofredor. Bom, agora ele tá falando pro sofredor, então você não pode dizer que ele tá querendo falar dos superiores, né? Não é que lá no livro do espírito tá se referindo só pros superiores. Os os inferiores têm sono, os inferiores têm órgãos, os inferiores precisam comer, dormir. Olha, ele tá falando ao espírito sofredor. O tempo se afigura tão ou menos longo do que quando estava vivo. Parece-lhe antes mais longo. Para ele não existe o sono. Veja agora. uma pergunta específica sobre o espírito sofredor. Então, ele
dor. O tempo se afigura tão ou menos longo do que quando estava vivo. Parece-lhe antes mais longo. Para ele não existe o sono. Veja agora. uma pergunta específica sobre o espírito sofredor. Então, ele não tá falando de espírito superior e ele tá dizendo que o espírito sofredor não existe o sono. Questão 100 do livro dos espíritos. Sol para os espíritos que já chegaram a certo grau de purificação é que o tempo, por assim dizer, se apaga diante do infinito. Então, o espírito sofredor inferior, o tempo parece mais longo para ele, justamente porque ele não dorme, né? Não existe o sono. Já pro pro espírito mais purificado, o tempo se apaga. Ele não tem momentos de sofrimento, tédio, como a gente tem, mas nenhum tem sono. O André Luiz disse que dormiu. Voltamos 255, livro dos espíritos. Quando um espírito diz que sofre, de que natureza é seu sofrimento? angústias morais que o torturam mais dolorosamente do que os sofrimentos físicos. Se ele tá falando de um espírito que sofre, ele tá falando de um inferior, porque o espírito superior não sofre. Então, vejam, ele tá falando do inferior e diz que não tem sofrimento de natureza física. Mais uma vez, a angústia dos dos sofredores, dos inferiores, é moral, porque não tem sofrimento físico. Quantos textos mais a gente tem que mostrar para as pessoas acordarem? Quant a gente mostra? Continua a resposta. Quer isso dizer que momentos há em que seu pensamento deixa de ser tão ativo quanto de ordinário e não se fixa em um objeto determinado. Aqui é pessoal, ele deu uma falha aqui de um slide pro outro, mas é a continuação da 254, tá? Só pulou aqui. Então o pensamento deixa de ser tão ativo que eu falei antes, mas ele não dorme. Não é que quando tá menos ativo ele esteja dormindo, ele não dorme. É um verdadeiro repouso, mas que não é comparável ao do corpo. Não é comparável do corpo. Veja que eles estão sempre negando semelhança entre o que os espíritos sofrem e o que a gente sofre. A espécie de fadia que os espíritos são suscetivos de sentir guarda relação com
omparável do corpo. Veja que eles estão sempre negando semelhança entre o que os espíritos sofrem e o que a gente sofre. A espécie de fadia que os espíritos são suscetivos de sentir guarda relação com a inferioridade, mas não pode ser comparável ao sono do corpo. O espírito não dorme. Ou ele tá mais ativo ou tá menos ativo. É só nesse sentido. Bom, agora a gente vai o item 257, que o pessoal também não lê, não estuda, é um item gigante escrito por Kardec lá no livro dos espíritos, que vai falar justamente sobre as sensações dos espíritos depois da morte. Então vamos ler lá, né? Agora é muito importante o que a a como a gente vai entrar. Você precisa prestar atenção, ler, entender. Se você tá cansado, faz uma pausa, depois assiste de novo para você não perder o nível da atenção. Agora a gente vai entender como é que funciona essa questão do espírito dizer que tá sofrendo coisa física, tá tá sofrendo dor, tá sofrendo frio, calor. Pra gente entender de vez em Kardec, entender por que o André Luiz explicou errado. E depois nós vamos entender porque que ele explicou errado. Olha Kardec dizendo na 257: "Não se confundam, porém não se confundam, porém. Quantas vezes eu tenho que repetir? A gente tem que ler com atenção. Mas a FEB não fez isso. A FEB recortou os trechos, botou em apostila e você não lê o Kardec. Não se confundam, porém, as sensações do perespírito que se tornou independente com as do corpo. Então, você não pode confundir o que é perespírito, o que é corpo físico. O André Luiz vai justamente confundir e vai dizer que é semelhante o livro dos espíritos. Eu já li vários textos aqui, a gente já tá 1 hora15 tratando. Vai mostrar que não é assim. Estas últimas, ó o que ele vai dizer, as do corpo, né? Só por termo de comparação as podemos tomar e não por identidade. Então você pode fazer uma comparação, mas não achar que é igual, que é a mesma coisa. Entenda o que ele tá dizendo aqui textualmente para você ver como não é como André Luiz coloca. Libertos do corpo, os espíritos
de fazer uma comparação, mas não achar que é igual, que é a mesma coisa. Entenda o que ele tá dizendo aqui textualmente para você ver como não é como André Luiz coloca. Libertos do corpo, os espíritos podem sofrer, mas esse sofrimento não é corporal. Tem que ler de novo. Esse sofrimento não é corporal. Quando a gente diz que o perespírito é o corpo do espírito, é metáfora, é por comparação, não pra gente confundir por identidade, por achar que é igual, porque o sofrimento não é corporal, porque o o perespírito não tem órgãos, embora não seja exclusivamente moral, pois que eles se queixam de frio e calor. Então, atenção. O espírito não sofre corporalmente. O espírito não sofre fisicamente, mas ele pode se queixar de frio e calor, que é algo é uma sensação física. Opa, mas pera aí, Michel, agora confundi minha cabeça. Você veio até aqui dizendo que o espírito não sofre nada físico e que o André Luiz tá errado. Agora os espíritos estão dizendo que ele pode dizer aqui que tá o pulo do gato que você sempre não estudou direito e não soube interpretar o André Luiz ou não soube interpretar Kardec. Tem espíritos que vão falar de sensações físicas. Qual que vai ser a diferença? A causa pausa muda. Isso faz toda a diferença. Nosso erro, a gente acha que as causas são semelhantes. Esse é o nosso erro. Quando a gente tá no corpo, a gente sente coisas físicas. A gente sente fome, sede, frio, calor, dor, tem doença, certo? Os espíritos também podem sentir isso, só que a causa é diferente. Por quê? Porque o perespírito não tem frio e calor, não tem órgãos para ter dor, para sentir, não tem estômago, para sentir fome, para sentir sede. Que que o André Luiz confundiu? Porque ele é um espírito pseudo, sabe? Se o espírito sente algo, o algo físico, ah, então quer dizer que o perespírito é igual ao corpo, tem órgãos no perespírito. Esse é o erro, não. São causas diferentes. O que causa frio e calor quando a gente tá vivo é a mesma coisa que causa frio e calor quando a gente tá morto, mesmo os
ao corpo, tem órgãos no perespírito. Esse é o erro, não. São causas diferentes. O que causa frio e calor quando a gente tá vivo é a mesma coisa que causa frio e calor quando a gente tá morto, mesmo os inferiores. E isso faz toda a diferença. Mas qual é a diferença? Vamos ver agora. Vamos ver agora porque se muda as causas, o modo de eu resolver o problema é diferente. Se eu penso que é igual, imagina, eu sinto fome aqui, que que eu faço? Eu como. Quando eu tô no corpo, se eu sinto fome, para passar fome, eu tenho que comer. E se eu não comer, eu morro. Certo? Na lógica do André Luiz, o perespírito tem órgãos. Então, eu ainda tenho, qual que é a lógica do André Luiz? Eu sou inferior, eu ainda tenho fome porque aí eu moldei um estômago no meu perespírito que tem necessidade de comer. E aí por um tempo eu preciso tomar uma comidinha fluídica ou comer uma comida fluídica para sanar essa fome. Porque o André Luiz pensa que é assim, a semelhança de causas. Mas não é assim. Quando o espírito diz que tá com fome, não é que ele criou um estômago no perespírito e aí ele precisa comer um uma sopinha fluídica. Esse é o erro que as pessoas ao não entender Kardec caíram no erro do André Luiz. Vamos ver então o que que é. Prestem muita atenção. Quem tiver cansado descansa para acompanhar aqui. Olha aqui. Preste atenção nesse trecho. Disse-nos ainda é na 257, né? Disse-nous certa vez um suicida, não estou morto e acrescentava. No entanto, sinto aqui ficou a a marca em cima para eu ler, mas diz assim: "Arescentava: No entanto, sinto os vermes a meoerem". Ora, indubitavelmente, os vermes não lhe ruíam per espírito e ainda menos o espírito. Ruiam-lhe apenas o corpo. Deixa eu construir aqui para não ficar confuso. Um espírito morreu o corpo dele e ele sentia os vermes roendo ele. Então era uma sensação física. Ele tá sentindo vermes ro. Aí, olha como é que Kardec explica. Os vermes não lhe roiam per espírito. Primeira diferença para André Luiz. Então não tem vermes fluídicos ro fluídico e aí ele tá sentindo.
le tá sentindo vermes ro. Aí, olha como é que Kardec explica. Os vermes não lhe roiam per espírito. Primeira diferença para André Luiz. Então não tem vermes fluídicos ro fluídico e aí ele tá sentindo. Não tem isso. Então olha os vermes não. Então ele tá dizendo que tem uma sensação física o espírito. Olha como é que Kardec tá explicando. Não é que daí tenha vermes fluídicos roendo perespírito do espírito. Não. E ainda menos o espírito. Então, verme não rói per espírito e nem espírito, porque não tem verme fluídico, mas o espírito tá sentindo ruê. E aí, como é que explica? Vejam que não é a lógica do André Luiz que tem um perespírito que sente vermes fluídicos roíam-lhe apenas o corpo. O corpo que estava em decuposição estava sendo ruído por vermes. O corpo físico que morreu estava sendo ruído por vermes e o espírito sentia e se suicida. Então, a primeira diferença, não é o perespírito que tá sendo roído, é o corpo, mas o espírito tá sentindo. Mas como que explica isso? Como porém não era completa a separação do corpo e do perespírito, olha, olha essa frase agora. ávem uma espécie de uma espécie de repercussão moral se produzia transmitindo ao espírito o que estava acontecendo no corpo. Atenção, vamos devagar, acompanhe. O espírito realmente estava sentindo aquilo, mas aquilo estava acontecendo no corpo, não nele. Por ele ainda estava apegado ao corpo e uma espécie de repercussão moral se produzia, transmitindo ao espírito o que estava ocorrendo no corpo. Mas é uma espécie de repercussão moral. Por que que essa palavra é importante? Porque não é literal. Ah, o perespírito estava ligado ao corpo. Daí ele sentia os vermes roendo o corpo. E essa sensação do que tava acontecendo com o corpo, passava do perespírito pro espírito e ele sentia. Não é um efeito material, é uma repercussão moral. Olha o que ele diz. repercussão talvez não seja o termo próprio, porque pode induzir a uma a suposição de um efeito muito material. Vejam, prestem atenção, Kardec tá explicando as palavras. Não fique
Olha o que ele diz. repercussão talvez não seja o termo próprio, porque pode induzir a uma a suposição de um efeito muito material. Vejam, prestem atenção, Kardec tá explicando as palavras. Não fique pensando que essa sensação que o espírito tá tendo é algo material. Ele tá tendo essa sensação, mas ela é criada, ela é criada na cabeça do espírito. Ó o que que ele diz, ó. Era antes a visão do que se passava com o corpo, ao qual ainda conservava ligado pelo espírito, o que lhe causava a ilusão. Meu Deus, prestem atenção, que ele tomava por realidade. A ilusão que ele tomava por realidade. Então, não é um efeito material, é uma ilusão. Como ele tava vendo aquilo, a gente diria hoje, isso criou uma ilusão psicológica nele. Ele tá sentindo aquela coisa do do dos vermes roendo ele. Ele tá vendo o corpo que sempre foi dele e essa visão impressiona ele que tá no estado de perturbação e ele acredita, tá sendo ruído. E aí ele diz para você através da medidade: "Os vermes estão me roendo." Mas não é um efeito material, é uma repercussão moral que Kardec diz, é uma ilusão que ele tomava por realidade. Então tava no pensamento do espírito, a causa, não é que tinha o verme, não é que assim, ó, o o verme que tava realmente causando aquela sensação nele, isso seria um efeito material, não é isso? Ele criou aquela ilusão na cabeça, no sentido da mente, do psicológico, das ideias, do pensamento dele. Aquela visão causou aquela sensação que ele tomou por real. Aí ele disse para vocês: "Eu tô tendo frio, eu tô tendo calor, eu tô sentindo um verme me roer. Eu tô sentindo uma dor". Mas não é uma dor real. Quando alguém dá uma martelada na minha mão física, é uma dor real, não é psicológica. Mas no espírito não tem sensação física real, é uma ilusão do espírito. Que que isso significa? que se há uma ilusão do espírito, eu tenho que tratar a ilusão, eu não tenho que tratar materialmente. Essa é a diferença para obrindo fome, não é que eu tenho que dar para ele uma comida fluídica, não. Eu tenho
ma ilusão do espírito, eu tenho que tratar a ilusão, eu não tenho que tratar materialmente. Essa é a diferença para obrindo fome, não é que eu tenho que dar para ele uma comida fluídica, não. Eu tenho que tirar ele da ilusão, mudando os pensamentos dele, fazendo ele entender que ele não precisa comer. Por que que o André Luiz não coloca essa solução? coloca a solução, pega uma comidinha fluíd que dá pra pessoa, porque o André Luiz acha que tem um estômago no perespírito. Essa é a contradição e a diferença de Kardec para André Luiz. Por isso que eu disse, mudou as causas, mudou tudo. Agora que eu sei que quando o espírito diz, tá sentindo coisas físicas e ele não tá mentindo, ele tá sentindo, mas é uma ilusão que ele mesmo cria na sua cabeça, nas suas ideias e cabeça metaficamente também, porque espírito não tem cabeça. Entenderam a diferença? Se fosse um perespírito no um estômago no perespírito, faz todo sentido eu criar uma comida fluídica para saciar a fome do estômago fluídico. Mas não é assim para Kardec. Para Kardec ele tá sentindo fome, ele não tá mentindo. Ele diz para você: "Eu tô sentindo fome, eu morri, mas tô sentindo fome". Aí você não precisa pedir para pro anjo da guarda dar um caldinho fluídico, não. Você tem que conversar com ele para ele mudar as ideias, os pensamentos. E ao mudar as ideias, os pensamentos, ele sai da ilusão e vê que não precisa comer. Então não precisa da comida fluídica. Se ele tá sentindo dor, se ele acha que tá com a eu tinha um câncer no intestino e agora eu ainda tô com câncer aqui, ó. Ele diz isso. Você não precisa mandar ele pro hospital no mundo espiritual para ele fazer uma cirurgia. Não, porque não tem órgão, logo, não tem hospital, não tem doença. É uma ilusão. E a cura é você tirar a ilusão. Como é que você tira ilusão? Mudando os pensamentos dele, fazendo ele entender que aquilo não é real. Então não precisa, por isso que não tem hospital, por isso que não tem remédio, por isso que não tem comida. Por quê? Porque não é real a
pensamentos dele, fazendo ele entender que aquilo não é real. Então não precisa, por isso que não tem hospital, por isso que não tem remédio, por isso que não tem comida. Por quê? Porque não é real a necessidade do remédio da comida e do hospital. Percebe a diferença drástica como muda quando a gente entende para o que tá na obra do André Luiz. E a gente não presta atenção nesses textos de Kardec, né? Segue ele. Agora é no céu e inferno, hein? Capítulo um da segunda parte e tem 12. Esse estado intermediário entre a vida corpórea e a vida espiritual, que é o que a gente vê que o André Luiz tá passando, é um dos mais interessantes a estudar, porque apresenta o singular espetáculo de um, olha agora, apresenta o singular espetáculo de um espírito que toma seu corpo fluídico pelo seu corpo material e que experimenta todas as sensações da vida orgânica. Então é muito curioso isso. Ó o que que ele tá dizendo aqui. Tem muito espírito que toma. É uma ilusão. Por isso que o André Luiz acha que ele tem pulmão, que ele tem cérebro, que ele que ele chora, que tem grito, que tem cabelo, que tem coração batendo. Ele toma uma coisa por outra, mas é uma ilusão. Ele não tem coração, não tem cé, não tem pulmão. Ele acha que é assim, porque ele tá nessa fase intermediária que a gente chama de perturbação. E aí, se você conversar com o espírito assim, ele vai dizer para você que ele tá sentindo sensações da vida orgânica. Ela, ele oferece uma variedade infinita de nuances segundo o caráter, os conhecimentos e o grau de adiantamento moral do espírito. O nosso erro é a gente achar que isso é verdade. Como a gente, mas é natural, a gente pensa que o espírito tá com fome, a gente acha, então deixa, arranja uma comida aí, pelo amor de Deus, se você tá com fome, é natural da nossa cabeça. Mas quando a gente estuda Kardeia aqui, a gente vê, não, ele não tem correr atrás de comida porque não há comida. Ele tenha que entender que o corpo fluídico não é igual ao corpo material. Ele tem que mudar
ando a gente estuda Kardeia aqui, a gente vê, não, ele não tem correr atrás de comida porque não há comida. Ele tenha que entender que o corpo fluídico não é igual ao corpo material. Ele tem que mudar as ideias e os pensamentos. Tão entendendo agora a contradição? Tão entendendo agora como é diferente? Tão entendendo agora porque André Luiz não seguiu? Porque ele não entendeu Kardec? e que a gente tem que fazer o exercício de interpretar o que o espírito tá dizendo. Ainda é de curta duração essa perturbação, né, para aquele cuja alma está purificada, porque nele havia um desprendimento antecipado do qual a morte, mesma mais súbita, apressa apenas o cumprimento. Então, se a pessoa já é purificada, ela rapidamente sai dessa perturbação e ela ela não tem a ilusão, ela sabe que ela não tem necessidade física real, que era só uma ilusão. O inferior demora mais para sair, mas é uma ilusão, não é uma necessidade real. Lembrando sempre, em outros ele pode se prolongar durante anos. Esse estado é muito frequente mesmo nos casos de morte comum e não tem para alguns nada de penoso segundo as qualidades do espírito. Mas para outros é uma situação terrível. É sobretudo no suicídio que essa posição é mais penosa. O corpo ligado ao perespírito por todas as suas fibras, todas as convulsões do corpo repercutem na alma. Repercutem. A gente viu lá o que que é a repercussão. É uma repercussão moral que causa uma ilusão, porque quando você morreu, você já não tá mais no corpo. Por isso que é uma repercussão moral que por isso experimenta tro Claro, mas é um sofrimento. É um sofrimento real, mas é causado por uma ilusão. E para tratar essa ilusão, a gente muda as ideias do espírito. A gente não manda ele para hospital no mundo espiritual. A gente não não dá remédio, comprimido, injeção no mundo espiritual. A gente não dá comida no mundo espiritual. A gente não faz cirurgia no mundo espiritual porque é uma ilusão. Então existe a ilusão e ela traz sofrimento. Não é que não exista. O nosso erro foi interpretar o pé da letra
ida no mundo espiritual. A gente não faz cirurgia no mundo espiritual porque é uma ilusão. Então existe a ilusão e ela traz sofrimento. Não é que não exista. O nosso erro foi interpretar o pé da letra esse relato e achar que tem que tratar como a gente trata aqui. Porque aqui se a pessoa tá com fome a gente dá comida. Aqui, se a pessoa tá doente, a gente dá remédio. Aqui, se a pessoa precisa de cirurgia, a gente leva para hospital. Mas lá não tem isso, porque é só uma ilusão. Mas não é que eles dão um sofrem, eles sofrem. Mas é uma ilusão. Então você trata como você trata uma ilusão, não como você trata algo real. Tá claro isso? Vamos daqui paraa frente entender toda o erro e contradição do André Luiz e de quem segue André Luiz ao entender esses textos aqui. Agora vem, agora vem a cereja do bolo. Para quem diz que não, o Kardec tá falando só pros dos superiores. Ele não tá falando dos inferiores. Olha aqui, ó o que Kardec diz. Voltando pro item 257 do livro dos espíritos. Todos, porém, todos, porém, todos, porém, assim os inferiores como superiores. Assim os inferiores como superiores. Os inferiores não ouvem nem sentem, senão o que queiram ouvir ou sentir, não possuindo órgãos. os inferiores e os superiores. Não possuindo órgãos sensitivos, eles podem livremente tornar ativas ou nulas suas percepções. Mesmos inferiores não possuem órgãos. Depois que ele sai desse estado de ilusão, ele já sabe, mesmo sendo inferior, quando ele sai da ilusão, da perturbação, ele sabe, eu não tenho órgão. Se eu quiser deixar de ver, eu deixo. Se eu quiser deixar de ouvir, eu deixo de ouvir. Se eu quiser deixar de sentir, eu deixo de sentir. Ele escolhe mesmos inferiores. Tá ali, não possuem órgão. Se eu possuisse órgãos, eu não podia escolher. O órgão faz a gente não poder escolher. Você sente a necessidade, querendo ou não. Por exemplo, a gente tem um estômago, um sistema digestivo. A gente não pode escolher sentir fome ou não. Se a gente não comer, a gente morre. Mas o espírito não tem órgãos. Por isso que ele pode
não. Por exemplo, a gente tem um estômago, um sistema digestivo. A gente não pode escolher sentir fome ou não. Se a gente não comer, a gente morre. Mas o espírito não tem órgãos. Por isso que ele pode escolher mesmos inferiores. Tá escrito aqui, ó. Tá escrito, tá escrito. Então, enquanto ele está na perturbação, ele pode se iludir e achar que tem realmente órgãos, achar que tem realmente fome, achar que tem doença, mas é uma ilusão. E depois que ele sai da ilusão, ele sabe que ele não tem mesmo os inferiores. Tá aqui, tá escrito mais uma 965. Tem alguma coisa de material as penas e gozos da alma depois da morte? Tem alguma coisa de material? Alguma coisa de material depois da morte? Não podem ser materiais, diz o bom senso. Pois que a alma não é matéria. Nada, nada tem de carnal. É esses, essas penas e gozos. Não podem ser materiais. Nada tem de carnal. Precisa ser mais claro que isso. Nada tem de carnal. Entretanto, são mil vezes mais vivos do que do que os que experimentais na Terra, porque o espírito, uma vez liberto, é mais impressionável. Então, já a matéria não lhe embota sensações. Então, ele vive coisas morais. Só que essas coisas morais são mil vezes mais impressionáveis, mas não tem nada de material. E quando ele diz que tem de material, ele tava iludido, porque na realidade não tem nada de material. Tão entendendo? E quando ele tá na fase da ilusão, da perturbação, achando que tem coisa de material, não é que ele precise de comida, remédio, hospital e colônia. É uma ilusão. E eu trato a ilusão mudando as ideias. Tá claro isso? 96. Por que das penas e gozas da vida futura faz o homem muitas vezes tão grosseira e absurda ideia? Então, por quê? Por que que será que muitas, muitas pessoas acreditam que depois da morte a coisa é material, né? Diversas culturas, André Luiz não é o primeiro. Porque aqui é uma coisa curiosa, os defensores do André Luiz dizem que ele tá trazendo algo novo, por isso que não foi dito em Kardec, mas aqui tá a prova. Isso e sempre foi
dré Luiz não é o primeiro. Porque aqui é uma coisa curiosa, os defensores do André Luiz dizem que ele tá trazendo algo novo, por isso que não foi dito em Kardec, mas aqui tá a prova. Isso e sempre foi durante toda a história da humanidade. Se você pegar os pagãos, os cristãos, a igreja, as igrejas, sempre teve gente descrevendo a vida depois da morte com ideias materiais. Kardec entender por, já que isso não é verdadeiro. Então não é novo que o André Luiz tá dizendo. Pelo contrário, é mais antigo que Kardec. Novo é o que o espiritismo traz, dizendo que não é material. inteligência que ainda não se desenvolveu suficientemente, compreende a criança as coisas como o adulto. Isso ao demais depende também do que se lhe ensinou. Aí a necessidade de uma reforma. Então tem a ver com o nível de conhecimento da beso a pessoa não tem a inteligência desenvolvida durante a história da humanidade para entender que era tudo espiritual. Então ela pintou como algo material, porque a ideia de espiritual era muito abstrato. Mas agora com o espiritismo a gente tem condição de entender que não tem nada material. muito incompleta é a vossa linguagem para exprimir o que está fora de vós. Teve-se então que recorrer a comparações e tomaste como realidade as imagens e figuras que serviram para essas comparações. A gente tomou ao pé da letra e como realidade vinha os espíritos narrar o lado de lá. Eles usavam a nossa linguagem e a gente levou o pé da letra, achou que era assim, que nem o André Luiz. Aí o André Luiz veio na rua e a gente levou o pé da letra. Ah, então tem coração, então tem pulmão, então tem olhos, então tem órgão, então tem hospital, então tem comida, então tem remédio, então tem prisão. Então a gente tomou como realidade, mas não é assim. A medida, porém, que o homem se instrui, melhor vai compreendendo que a sua linguagem não pode exprimir. Então, não é igual aqui. Não é igual aqui. Mais uma falando dos inferiores textualmente, tô repetindo que é para cansar o teimoso. Em que consistem os
preendendo que a sua linguagem não pode exprimir. Então, não é igual aqui. Não é igual aqui. Mais uma falando dos inferiores textualmente, tô repetindo que é para cansar o teimoso. Em que consistem os sofrimentos dos espíritos inferiores? Questão 970, livro dos espíritos. São tão variados como as causas que os determinaram e proporcionais ao grau de inferioridade como os gozos são ao de superioridade. Podem resumir-se assim. Então vamos ver o olha é o sofrimento dos inferiores. Invejarem o que lhes falta para ser felizes e não o obterem. verem a veridade e não a poderem alcançar. Pesar, ciúme, raiva, desesperança, quanto aos que os impede de ser ditosos, remorços, ansiedade moral indefinível, desejam todos os gozos e não os podem satisfazer. Eis os que tortura. É tudo moral o sofrimento. Até mesmo quando ele tem sofrimento físico, ele tem um desejo físico, mas por que que ele não pode satisfazer? Porque não tem corpo, por isso que ele não pode satisfazer. Mas é um desejo da alma, não é uma necessidade física ou do perespírito. Ou os inferiores. 983. Não experimenta sofrimentos materiais. Olha como tem quantidade de texto que tinha que tem sobre isso na obra de Kardec e a gente não prestou atenção. Tô mostrando para vocês. Não experimenta sofrimentos materiais o espírito que espia suas faltas em nova existência. Será então exato dizer-se que depois da morte só há para a alma sofrimentos morais? É bem verdade que quando a alma está reencarnada, as tribulações da vida são um sofrimento, mas só o corpo sofre materialmente. Então, a gente sofre as expiações, mas se a gente não tá no corpo, o sofrimento não é material. Só é material quando a gente tá no corpo. Vejam como eles insistem na obra toda mostrar isso. Então agora quando você relê o primeiro capítulo do André Luiz, disse: "Ah, aqui o André Luiz tava iludido. Ele achava que tinha sono. Ele achava que tinha coração batendo, que tinha cérebro, que tinha pulmão. Mas não tem. Livro dos espíritos em 983. Falando de alguém que morreu, costumais
uiz tava iludido. Ele achava que tinha sono. Ele achava que tinha coração batendo, que tinha cérebro, que tinha pulmão. Mas não tem. Livro dos espíritos em 983. Falando de alguém que morreu, costumais dizer que não mais sofrerá. Nem sempre isso exprime a realidade. Como espírito está como espírito está isento de dores físicas, está isento de dores físicas, dependendo, porém, das faltas que tenha cometido, pode estar sujeito a dores morais mais agudas e pode vir a ser ainda mais desgraçado e nova existente. O espírito não sofre fisicamente. Agora vamos pegar o segundo ponto. A gente tratou de vários textos da questão da dos órgãos e descrições físicas. Agora vamos ver dos lugares, né? Porque André Luiz disse que tava num lugar que depois a gente vai falar do dito Umbral. A gente vai explorar isso mais nos outros capítulos do André Luiz. Mas a ideia básica do André Luiz é que você morre, você vai para um Brau ou vai para uma colônia. Olha o que vai dizer agora o livro, os os livros de Kardec sobre lugares. A gente já tratou bastante sobre a questão física e a não ser que você é a pessoa mais teimosa que eu conheço, ficou muito claro a posição da obra de Kardec. Agora vamos ver sobre os lugares. Viu como eu ataquei todos os pontos do capítulo um? Agora é os lugares. Haverá no universo lugares circunscritos para as penas e gozos dos espíritos segundo seu merecimento? Então, se é penas, é para espírita inferior. Haverá lugar. Questão 1012 do livro dos espíritos ou 11, que aqui teve o erro de tipografia, né? Ó, que eles dizem, já respondemos essa pergunta. Sim, a gente já sabe que eles responderam, né? As penas e os gozos são inerentes ao grau de perfeição dos espíritos. Cada um tira de si mesmo. Não é um lugar, é de si mesmo. Lembra que a gente viu lá a questão dele enxergar da luz? é dele o princípio de sua felicidade ou de sua desgraça. Então, não é um lugar que ele vai para sofrer, penar ou para gozar da felicidade. Não é nem pro inferno, nem para um céu. Não é para um lugar,
é dele o princípio de sua felicidade ou de sua desgraça. Então, não é um lugar que ele vai para sofrer, penar ou para gozar da felicidade. Não é nem pro inferno, nem para um céu. Não é para um lugar, porque ele vai sofrer ou vai ser desgraçado, vai penar ou vai gozar. A causa está nele, no espírito, em si mesmo. Não é um lugar. Então eu posso ter no mesmo lugar um espírito equilibrado e um desequilibrado. O desequilibrado vai est sofrendo, vai est escuro, não vai est vendo nada, vai tá vendo cenas terríveis, pode se ver isolado, mas do lado dele tem um espírito que só tá vendo maravilhas, porque não é mais o lugar, é a capacidade de percepções que muda conforme o estado íntimo do espírito. Então, não é umbral, não é inferno, não é colônia, é o que tá em si. Vejam a questão. E com eles estarão por todo E como eles estão por toda parte, viu? Como não é o lugar, nenhum lugar circunscrito ou fechado existe especialmente destinado a uma ou outra coisa. Não existe lugar circunscrito ou fechado, especialmente destinado a uma outra coisa. Então não tem umbral, não tem colônia, a uma e outra coisa, porque tá nele. Aí eu já vi espírita pegar essa questão para escrever livro e dizer: "Não, mas aqui Kardec se referiu apenas ao céu e ao inferno. Ele não está negando as colônias e nem negando umbral nenhum lugar. Ele não tá falando só do céu e do inferno. Quanto aos encarnados, aí olha como ele muda. Agora, os espíritos encarnados aí depende do mundo que eles estão habitando. Mas aí é encarnado. Mas os desencarnados aonde eles estiverem, eles carregam o seu inferno ou o seu céu, porque não é o lugar. Então eu não preciso resgatar o espírito do lugar. lá da zona inferior, ó o nome do capítulo. Eu tenho que ir lá no Umbral buscar o André Luiz e trazer aqui pra colônia. Mas não é o lugar, porque não tem lugar circunscrito e fechado. Eles estão em toda parte. O que muda é o seu estado. Estado, lembra que eu falei lá? Interno. Mas o André Luiz coloca lugar. Ele foi resgatado do umbral, levado pra colônia.
ar circunscrito e fechado. Eles estão em toda parte. O que muda é o seu estado. Estado, lembra que eu falei lá? Interno. Mas o André Luiz coloca lugar. Ele foi resgatado do umbral, levado pra colônia. A colônia tinha muro. A colônia no tem muro, ó. Nenhum lugar circunscrito ou fechado. Ele diz que nosso lar tem muro. Isso é uma contradição clássica e grosseira. Não precisa ter muro. Por quê? Porque o espírito não tem corpo. Então eu não preciso me proteger dos outros do mundo espiritual. Por quê? Porque não tem corpo para ninguém me ferir. Ah, mas a pessoa pode não te ferir, mas pode ficar l incomodando. Mas eu posso escolher ver ou não vê. Mesmo os inferiores. A gente leu. Então não precisa de de parede, de de muro, de arma. Aqui precisa, mas lá não tem corpo para ser atacado. E a gente pode escolher ver ou não ver os espíritos e as coisas. Então eu não preciso de muro para me proteger. Os superiores não precisam de muro porque eles ficam invisíveis pros inferiores e um inferior pode não ver outro inferior. A gente leu isso agora a pouco. Então não precisa de muro. Por isso que não tem lugar fechado. Por isso que não tem colônia, por isso que não tem casa. Quanto mais banheiro. Para que que tem banheiro se não tem órgão? Para que que tem quarto e cama e cadeira e mesa e comida? Por que que tem fábrica? Por que que tem emprego? Não tem órgão. Vamos seguir. 102A. De acordo então com o que vindes a dizer, o inferno e o paraíso não existem tal como o homem imagina. São simples alegorias. Olha o espírito respondendo. É alegoria. Não tome o pé da letra. Por toda parte há espíritos de tosos e desdosos. Por toda parte. Entretanto, conforme também já dissemos, os espíritos de uma mesma ordem se reúnem por simpatia, mas pode se reunir onde queiram quando são perfeitos. Claro que eu posso ser espíritos reunidos ali num determinado lugar, mas pode ser no mesmo lugar que os inferiores e os inferiores nem vão ver, não vão poder incomodar eles. Então não tem por o nosso lares tinham que viajar e criar
s reunidos ali num determinado lugar, mas pode ser no mesmo lugar que os inferiores e os inferiores nem vão ver, não vão poder incomodar eles. Então não tem por o nosso lares tinham que viajar e criar muro. Não precisa, porque eles eles podem se reunir em qualquer lugar e não tem risco, não tem perigo, porque lembra as percepções elas mudam. E os superiores podem controlar isso pros inferiores. Então, por que que nosso lar não podia ser aqui na crosta terrestre? Por que que tinha que ser lá em cima? É porque ele defende a ideia do lugar. Aí eu vejo gente hoje tentando salvar o André Luiz, os Aroldo Dutra da vida. O Haroldo ele nega o que o próprio André Luiz escreveu para tentar salvar o André Luiz. Não, mas o André Luiz não quis dizer bem isso. Ele diz sim, seu Haroldo. Ele coloca lugar porque ele bota o nosso lar longe do umbral ou acima do umbral. Pode ter uma parte inferior que tá perto, mas ela tá acima. Tanto que eles têm que viajar para chegar à terra. Tanto que eles vão resgatar pessoas no umbral. Então é lugar diferente, seu Aroldutre não vem tentar desdizer o que André Luiz disse para tentar adaptar a Kardec e dizer que tá tudo OK. Não faça isso. Isso é falso. Ele coloca como lugar. Sim, senhor. Tanto que ele diz que eles resgataram André Luiz e levaram para nosso lar. mostra que nosso lar tá um pouco acima do umbral, que nosso lar tem portas e muros e que quando eles têm que vir paraa terra, eles têm que viajar. Então é lugar sim. Mas olha aqui, os espíritos eh os espíritos poderiam ficar em qualquer lugar reunidos, até mesmo no mesmo lugar que os espíritos inferiores. Não teria nenhum problema, porque eles nem se veriam, porque não é o lugar. A localização absoluta das regiões, das das penas e das recompensas só na imaginação do homem existe. Aí eu já viita pegar. Ah, ele falou localização absoluta, não quer dizer que não há localizações, mas nosso lar é uma localização absoluta quando eu fixo ele no lugar X do espaço. E aí não tem lugares assim, porque os
gar. Ah, ele falou localização absoluta, não quer dizer que não há localizações, mas nosso lar é uma localização absoluta quando eu fixo ele no lugar X do espaço. E aí não tem lugares assim, porque os espíritos podem estar reunidos em todos os lugares, porque não tem perigo, porque eles nem se enxergam se não quiserem. Então, não vem relativizar as palavras para tentar salvar o André Luiz. Só na imaginação do homem existe quase 2 horas. Eu avisei que ia ser bastante conteúdo. Assistam quem cansar, assiste e vai assistindo picotado. Tem uma semana para assistir até o próximo. A gente, mas a gente já tá indo pro fim, tá? Quando são inferiores ainda não completamente desmaterializados. Item 104 á dos espíritos. Os espíritos conservam uma parte de suas ideias terrenas e para dar suas impressões se servem de termos que lhe são familiares. Acham-se num meio que só imperfeitamente lhes permite sondar o futuro. Essa causa de alguns espíritos errantes ou recém desencarnados, atenção, falarem como o fariam se tivessem encarnados. Ó, agora aqui ele tá explicando o que eu disse que eu ia explicar. Por que que existiu então André Luiz? Porque o espírito pode se comunicar e ele vai usar as palavras que ele usava aqui na terra. Ele acha que é um é um jeito dele por ser inferior e limitado de se exprimir. Ele acha que tá ajudando você a compreender. Daí você leva o pé da letra, você entende ao pé da letra, mas não é o pé da letra. Tá errado. Então, a confusão tá num espírito inferior usando uma linguagem material e terrena e você interpretando ao pé da letra. Os dois estão errados. Por isso que existiu o André Luiz. Não é que o André Luiz quis mentir, enganar todo mundo. Não, ele é inferior. É uma mistura. Um pouco ele aumenta, um pouco ele inventa, um pouco ele dá uma linguagem poética, um pouco ele não sabe se exprimir bem, um pouco ele ainda não entende as coisas. É uma mistura de coisas. O nosso erro foi considerar ele superior e achar que o que ele diz é exatamente daquele jeito e que ele
ele não sabe se exprimir bem, um pouco ele ainda não entende as coisas. É uma mistura de coisas. O nosso erro foi considerar ele superior e achar que o que ele diz é exatamente daquele jeito e que ele superou Kardec. O erro foi nosso. Inferno se pode traduzir por uma vida de provações extremamente dolorosa, com a incerteza de haver outra melhor. Purgatório por uma vida também de provações, mas com a consciência de melhor futuro. Quando experimentas uma grande dor, não costumas dizer que sofres como um danado. Tudo isso são apenas palavras e sempre ditas em sentido figurado. Quando os espíritos se manifestarem falando com linguagem terrena, material, física, é sentido figurado. Não leve ao pé da letra esses romances. Não ache que eles superaram Kardec. Não ache que você, ai, agora com André Luiz, eu entendi no detalhe o mundo espiritual. Não, porque não é desse jeito. Outro texto, Evangelho Segundo Espiritismo. A casa do Pai é o universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferece aos espíritos que neles encarnam moradas correspondentes ao adiantamento dos mesmos. É uma interpretação paraa fala do Cristo há muitas moradas lá no evangelho. Mas tem uma segunda que qu ninguém fala que tá aqui, ó. independente da diversidade dos mundos. Essas palavras de Jesus também podem referir-se ao estado venturoso ou desgraçado do espírito na erraticidade ao estado venturoso ou desgraçado. Não o lugar venturoso ou desgraçado, porque não há lugar. A ventura ou a desgraça tá nele e ele altera as percepções e acha que é o lugar. Lembra? Conforme se ache esse mais ou menos depurado, desprendido dos materiais, varia variarão ao infinito, a o meio em que ele se encontre, aspecto das coisas, as sensações que perimenta e as percepções que tenha. Então vai conforme a evolução dele. Ele tem toda uma percepção do que tá à volta dele. Mas não é que o lugar seja como aqui daquele jeito. Ele percebe daquele jeito. Mas se tiver um outro espírito do lado dele, tá vendo outra coisa e
e. Ele tem toda uma percepção do que tá à volta dele. Mas não é que o lugar seja como aqui daquele jeito. Ele percebe daquele jeito. Mas se tiver um outro espírito do lado dele, tá vendo outra coisa e percebendo outras coisas, porque tá nele a causa. Percebe a diferença aqui? Não. Aqui se for numa região horrível, fedida, feia e violenta, o local é horrível, fedido, feio e violento. Aqui é o local. no mundo material encarnado, lá não, lá não é o lugar, é o estado do espírito, as percepções do espírito que dependem dos seus pensamentos, do seu mundo íntimo. Essa é a diferença. Continua o texto, ó. Se alguém acha que eu tô forçando a interpretação, olha aqui. Enquanto uns não se podem afastar da esfera onde viveram, outros se eleva e percorrem o espaço e os mundos. Enquanto alguns espíritos culpados erram nas trevas, os bem-aventurados gozam de resplandescente claridade de espetáculo sublime do infinito. Finalmente, enquanto o mal atormentado de remorços e pesares, muitas vezes insulado, sem consolação, separado dos que constituem o objeto de suas afeições, penas sobre o o guante dos sofrimentos morais. O justo em convívio com aqueles a quem ama flui as delícias de uma felicidade invisível também. Nisso, portanto, há muitas moradas. Embora Olha aqui o finalzinho pro pessoal acha que eu tá, ah, você tá dando uma interpretação sua. Olha aqui, ó. Também nisso, portanto, há muitas moradas, embora não circunscritas e nem localizadas, que você pode ler ali em cima, achar que ele tá circunscrevendo e localizando, né? Olha como é que ele termina para você não entender. Então, claro, aonde o espírito está, conforme o seu mundo íntimo, suas penas e gozos, isso altera suas percepções. E aí ele vê, ouve, percebe coisas diferentes. Não é o lugar. Mas claro que os espíritos quando mais superiores, eles podem percorrer todo o espaço, mas não que tenha lugares específicos de dor e sofrimento ou felicidade. E essa restrição está em si. Não é que tem uma barreira, uma porta, uma escada,
superiores, eles podem percorrer todo o espaço, mas não que tenha lugares específicos de dor e sofrimento ou felicidade. E essa restrição está em si. Não é que tem uma barreira, uma porta, uma escada, uma fechadura. está em si a limitação. Perceberam a diferença, leram com atenção. Está em si a causa tanto da mobilidade, tanto do interdito, tanto da infelicidade, tanto do sofrimento, tanto da treva, da solidão. O espírito diz assim: "Eu estou sozinho, eu não vejo ninguém". Não é que ele foi colocado num deserto, num brau. Os espíritos estão à volta dele. Ele que não percebe. Entenderam? Como está em si? Em duas horas de fala repetitiva, mostrando vários textos. Deu para entender a ideia? Céu e inferno. Não podendo o homem primitivo conceber senão o que vê, calcou naturalmente seu futuro sobre o presente. Para compreender outros tipos além dos que tinha à vista, precisava de desenvolvimento intelectual que só devia se realizar com tempo. Então é natural que ele tenha interpretado o mundo dos espíritos, a vida futura materialmente também o quadro que ele imagina dos castigos da vida futura é apenas o reflexo dos males da humanidade, mas em mais ampla proporção. Então ele imaginou a vida futura assim, ele pegou os sofrimentos que ele conhece aqui, sofrimentos materiais, e imaginou um lugar onde tivesse isso exponencialmente maior, porque ele tomou as ideias daqui, que é o que ele conhecia para imaginar o futuro, mas é para uma questão de limitação. Só que agora o espiritismo explica que não é assim. Reuniu ali todas as torturas, todos os suplícios, todas as aflições que encontra na Terra. É assim que nos climas ardentes ele imaginou o inferno de fogo, nas regiões boreiais o inferno glacial. Então ele tomou as ideias materiais daqui para imaginar a vida no futuro e achou que era material também. Essa é a origem dessas lendas, desses mitos, da gente imaginar assim. E esses e muitos espíritos continuam pensando assim quando estão lá e a e aí se comunicam pela mediunidade e
era material também. Essa é a origem dessas lendas, desses mitos, da gente imaginar assim. E esses e muitos espíritos continuam pensando assim quando estão lá e a e aí se comunicam pela mediunidade e a gente acha que é assim, mas esse é o erro. Não é assim. Não estando ainda desenvolvido o sentido que devia mais tarde de fazer compreender o mundo espiritual, ele podia conceber somente penas materiais. Por isso, com pequenas diferenças de forma, o inferno de todas as religiões se assemelha. Por isso que todas as religiões, lembrando que André Luiz e Emmanuel são espíritos religiosos, eles imaginaram tudo assim, material e narraram assim: "ro nosso de não entender Kardec, de não estudar Kardec para saber que esses espíritos estão errados. Mas agora a gente tá estudando junto. Agora a gente sabe ler diferente e tratar diferente o que André Luiz disse, a gente tá aprendendo para isso que tem esse projeto. Então veja, a gente viu, falou dos locais e falou das questões físicas. Você tem elementos agora para entender, para refletir. E eu mostrei os textos dos dois. Eu só quero pegar mais alguns pontos agora lá da fala do André Luiz. Para concluir que lembra que eu disse que eu ia parar quando ele começa a falar, quando ele começa a falar da religião, né? Em momento algum o problema religioso surgiu tão profundo como meus tão profundo a meus olhos. os princípios puramente filosóficos, políticos e científicos figuravam-se agora extremamente secundários paraa vida humana. Então, André Luiz tá dizendo aqui, conclusão agora, tá, pessoal? O André Luiz tá dizendo aqui que tudo que ele passou, que ele narrou aqui no primeiro capítulo, fez ele começar a pensar nas coisas da religião que até então ele não tinha, ele não tinha pensado. E aí tudo que ele conhecia de filosofia, política e ciência se tornou em segundo plano. Aqui tem uma informação falsa. Eu já falei isso nos outros estudos, vou repetir aqui, vocês vão ver isso sempre. O Emanuel e o André Luiz sempre fazem isso. Eles ligam as coisas do mundo
egundo plano. Aqui tem uma informação falsa. Eu já falei isso nos outros estudos, vou repetir aqui, vocês vão ver isso sempre. O Emanuel e o André Luiz sempre fazem isso. Eles ligam as coisas do mundo espiritual somente à religião. Todas as vezes que eles vão falar do mundo espiritual, eles sempre fazem alusão à religião. Só que a filosofia também trata da vida depois da morte, de Deus, da moral, do bem, da reflexão. Então, André Luiz colocar isso só na religião e colocar filosofia, política e ciência em segundo plano, ele não tá sendo 100% verdadeiro. Porque muitas questões da religião a filosofia também trata. Então eles como são espíritos religiosos, psí dos sábios, eles ligam sempre as questões do mundo dos espíritos à religião e em particular a religião católica, porque eles são espíritos católicos, eles não são espíritos espíritas. Por isso que eles narraram o mundo espiritual igual aos católicos. O católico não tem o inferno, eles transformaram no umbral. Não tem o céu, eles transformaram no nosso lar. A gente que não entendeu que esses espíritos não são espíritas, que eles tomaram o médium para dar colocar suas ideias. Aqui ele segue, ó. significava, ao meu ver, valioso, patrimônio nos planos da Terra, as questões filosofia, política e ciência, mas urgia reconhecer que a humanidade não se constitui de gerações transitórias, e sim de espíritos eternos a caminho da gloriosa destinação. Aí ele fala um negócio aqui que aqui é o que eu já mostrei de novo. Tá cansado? faz uma pausa. Aqui é algo que eu já mostrei nos últimos estudos. Sempre, em todos os capítulos, a todo momento, o Emmanuel e André Luiz, eles desprezam o intelectual, eles desprezam a razão, eles desprezam o conhecimento sempre. Por quê? Porque eles querem que você aceite cegamente o que eles estão falando e passe a seguir só eles, porque eles são pseudos sábios. Eu não mostrei isso no antepenúltimo estudo. Não mostrei isso no penúltimo estudo. Olha agora de novo. Alguma coisa permanece acima de toda
do e passe a seguir só eles, porque eles são pseudos sábios. Eu não mostrei isso no antepenúltimo estudo. Não mostrei isso no penúltimo estudo. Olha agora de novo. Alguma coisa permanece acima de toda cogitação meramente intelectual. Olha de novo, alguma coisa tá acima do intelectual, então ele induz você. Bom, se tem alguma coisa que tá acima do intelectual, significa que você menospreza intelectual para valorizar essa coisa. Então, ele sempre vai lhe influenciar a deixar em segundo plano intelectual. Claro, porque se você usar o intelectual, você vai alargar sua capacidade crítica, vai começar a questionar eles e eles não vão mais ser seguidos cegamente. É bem coisa de espírito mentiroso fazer isso. Espírito dominador, fascinador, pseudo sábio. Esse algo é a fé. Manifestação divina do homem. O André Luiz não leu as obras de Kardec. Para Kardec, a fé é subordinada à razão. As doutrinas em que a fé está além da razão são as doutrinas religiosas, não é o espiritismo. Mas o Emanu e André Luiz não se intrometeram no meio espírita, não falaram em nome do Espiritismo, não disseram que iam trazer novidades, revelações, verdades, detalhes, contribuições. que eles não citam o espiritismo. Ou alguém vai dizer agora que o Emanu e o André Luiz através do Chico não querem falar de espiritismo. E eles colocam a fé como algo acima do intelectual. Ou seja, creia é muito mais importante do que pensar e refletir. Pro espiritismo em Kardec não. Pelo contrário, a função do espiritismo foi trazer agora a fé baseada na razão e nos fatos. Eu não preciso desprezar o intelectual para chegar na fé pro espiritismo. Pelo contrário, o espiritismo vai pela primeira vez oferecer uma teoria científico filosófica que através do intelectual eu confirmo a fé. Eu tenho uma fé raciocinada. Vejam aqui, ele coloca como algo diferente que a fé tá acima. Nitidamente um espírito religioso pseudo sabe querendo fazer que ó, creia. O intelectual tá em segundo plano e como ele tá numa situação de sofrimento, ele
oloca como algo diferente que a fé tá acima. Nitidamente um espírito religioso pseudo sabe querendo fazer que ó, creia. O intelectual tá em segundo plano e como ele tá numa situação de sofrimento, ele coloca um medo em você, né? Porque você fica assim: "Meu Deus!" Diante do sofrimento, o André Luiz diz que o mais importante é a fé, não intelectual. Daí você com medo de sofrer, diz: "Não, esse negócio intelectual aí não representa muita coisa. Temos é que ter fé. Eles estão sempre desviando você do intelectual porque eles querem lhe enganar. Eles querem que você aceite a teoria dele cegamente. Ele tá fazendo isso aqui. Eu tô mostrando o texto, tá? Vocês estão vendo ele dizer: "Alguma coisa permanece acima de toda cogitação meramente intelectual. Esse algo é a fé. Ele tá dizendo. E você sabe, lendo as obras de Kardec. A fé para o espiritismo é racional porque é baseada em fatos. Eu creio agora não porque alguém disse ou porque eu simplesmente acredito. É porque eu sei, é porque eu entendo, é porque eu ouvi, é porque eu compreendi, é porque eu experimentei, é porque eu raciocinei. Então, olha aqui a contradição do espírito se entregando, né? Aí aqui, ó, de novo, ele liga a ideia de Deus à religião e liga a Bíblia. É outra coisa que vocês vão observar na obra inteira. Toda vez que Emanu e André Luiz vão falar em religião, primeiro que toda vez que eles vão falar em Deus, eles colocam na religião. Toda vez que eles vão falar da religião, eles vão falar da católica ou da Bíblia. Eles não falam da obra de Kardec. Ele não Eles não usam como referência as obras de Kardec. Eles usam a Bíblia. Logo, não são espíritos e espíritos. O espiritismo não tem como base a Bíblia. Tem pontos da Bíblia que o Espiritismo pode interpretar através da sua filosofia. Por isso que é o evangelho segundo o Espiritismo, os milagres segundo o Espiritismo, as predições segundo o Espiritismo, porque não é a o os Evangelhos ou a Bíblia que é a base do Espiritismo. O espiritismo tem como base a ciência, a filosofia, sua teoria,
agres segundo o Espiritismo, as predições segundo o Espiritismo, porque não é a o os Evangelhos ou a Bíblia que é a base do Espiritismo. O espiritismo tem como base a ciência, a filosofia, sua teoria, suas experimentações, que ela poôde interpretar esses textos, mas não é que eles sejam a nossa base. E aqui eles não citam Kardec e não cita as obras de Kardec. Ele fala: "De fato, conhecia as letras do Velho Testamento e muitas vezes folha o evangelho. Entretanto, era forçoso reconhecer que nunca procurara as letras sagradas com a luz do coração." Então ele tá dizendo que ele ele tá agora, o sofrimento dele pós morte fez pela primeira vez ele pensar na importância de ler a Bíblia com a luz do coração. Mas por que ler a Bíblia com a luz do coração e não as obras de Kardec? Porque mesmo que eu leia a Bíblia com a luz do coração, se eu não tiver uma ciência para me ajudar a interpretar, eu sigo na dúvida, eu sigo nas milhares de interpretações possíveis e eu sigo na confusão. Ele dá a entender que bastava eu querer de coração olhar pra Bíblia que a gente entenderia os ensinamentos profundos da alma. Se fosse isso, a gente não teria centenas de religiões, cada uma interpretando de maneiras diferentes. Quem acabou com a confusão foi a ciência espírita. Porque invés de ser mais uma que fica interpretando a Bíblia, que é como eles querem, ela tem uma ciência e uma filosofia que aí sim interpreta pontos da Bíblia. Só que é diferente uma interpretação de mais uma religião do que uma interpretação científica, que não é uma simples opinião pessoal. Então, é muito mais importante você interpretar os evangelhos, a Bíblia, o Velho Testamento, o Novo Testamento, a luz da ciência do Espiritismo que está nas obras de Kardec é muito melhor, é muito mais eficaz, é muito mais vantajoso paraa alma que tá em sofrimento, que é o caso do André Luiz, do que ler a Bíblia direto. O livro inteiro e todas as obras do André Luiz do Herman eles fazem referência sempre à Bíblia e não à obra de Kardec. Por quê? Porque se eu seguir,
é o caso do André Luiz, do que ler a Bíblia direto. O livro inteiro e todas as obras do André Luiz do Herman eles fazem referência sempre à Bíblia e não à obra de Kardec. Por quê? Porque se eu seguir, se eu interpretar essa a Bíblia segundo as obras de Kardec, eu vou ter que ser racional, eu vou ter que pensar, eu vou ter espírito crítico, eu vou ter método científico. Esses espíritos querem que você volte pro período pré-Cardec da confusão, da interpretação e siga a interpretação deles. Por que que eles desviam você de estudar a obra de Kardec e falam diretamente de Jesus e a Bíblia o tempo todo? Porque aí você cai no campo da interpretação e aí você vai ter a interpretação deles porque eles querem dominar e eles querem ser ouvidos. É o pseudo sábio, é o fascinador. O tempo inteiro a gente vai ver, eles não vão citar as obras de Kardec Bíblia e Jesus. Mas com Bíblia e Jesus eu não tenho espiritismo. Ou dentro do espiritismo eu tenho uma parte que tem condições científicas filosóficas de interpretar pontos da Bíblia. Mas dentro do espiritismo não é diretamente um estudo solto interpretativo da Bíblia. Isso é opinião do André Luiz e do Emânel. Só que é muito melhor você ter uma opinião de uma ciência que não é pessoal, que é baseada em fatos e na razão, do que ler diretamente a Bíblia e seguir só o que pensa o André Luizem emano ou as centenas de religiões, uma mais confusa ou contraditória ou em guerra ou disputa que a outra. Então, o espiritismo foi inteligente porque ele foi além disso. As questões da religião do espiritismo estão acima de qualquer uma. Ele estudou isso cientificamente. É muito melhor pra união dos povos, pra caridade e para uma boa interpretação do que você lê diretamente. Mas Andra Luiz coloca aqui diretamente Bíblia e Jesus. Nós vamos ver isso no resto, na obra inteira. Eles não falam da obra de Kardec, que justamente veio pra gente aprender a reler e reinterpretar os evangelhos. Aqui ele diz que aqui ele coloca, né, a vida dele que ele foi uma vida de um
ra inteira. Eles não falam da obra de Kardec, que justamente veio pra gente aprender a reler e reinterpretar os evangelhos. Aqui ele diz que aqui ele coloca, né, a vida dele que ele foi uma vida de um egoísta. Veja aqui a parte moral fecha. Ele teve a vida de um egoísta, agora ele sofre as consequências, ele se arrepende, né? A gente leu isso lá no início e aquele e aí ele termina clamando as pessoas, né? Buscai a verdade antes que a verdade vos surpreenda. Mas ele diz para você buscar a verdade, mas aí ele apresenta a verdade dele. Mas uma verdade, a verdade dele é pobre, contraditória, sem método, sem critério, sem razão. Então ele diz para você buscar a verdade, mas desvia você da verdade, porque não diz para você estudar uma ciência, não diz para você usar razão. Ele fala em fé e leitura do coração dos textos da Bíblia. Percebe a contradição? Vejam, meus irmãos, esse foi o primeiro capítulo, a quantidade de argumentos, de textos, de análise, de reflexões que a gente proporcionou para você. Em tudo que a gente falou, como sempre a gente tem feito nesse projeto, a gente apresentou textos e argumentos e mostrou os dois lados para você comparar. Você não encontra isso em nenhum outro lugar. Então, reflita, leia, pense com tudo que a gente ofereceu para você. Deixa aqui nos comentários e não sai daqui sem curtir, sem se inscrever no canal. Semana que vem a gente analisa segundo capítulo da obra do nosso lar. Comente aqui o que você tá achando, deixe suas dúvidas, deixe comentários para eu saber o que que vocês estão entendendo. Mas olha a quantidade de textos e reflexões que a gente fez hoje, hein? Onde mais você encontra isso? A FEB não tá fazendo. A FEB só quer que você compre, leia e aceite até semana que vem.
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